Laboratório de Genética e Citogenética Animal e Humana - LGCAH - Episódio 27
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O episódio apresenta a história do Laboratório de Genética e Citogenética Animal e Humana (LGCH) da UFPE, contada pelas professoras Neide e Vilma. O laboratório começou há 20 anos com foco em citogenética animal, liderado pelas professoras Maria José Xosa e Vila Namaya, que estudaram insetos (triatomíneos e gafanhotos) e mamíferos não humanos. Neide ingressou na genética desde a graduação, enquanto Vilma resistiu inicialmente à Biologia, mas foi atraída pela genética humana. Um destaque foi a expedição à Amazônia para coletar material do peixe-boi, em parceria com o Instituto Mamirauá, que proporcionou uma experiência única. As principais dificuldades enfrentadas são a falta de recursos financeiros, agravada por cortes orçamentários e pela pandemia, que impactou a pesquisa básica. As linhas de pesquisa incluem citotaxonomia e evolução de insetos (gafanhotos, coleópteros), estudos genéticos de morcegos e, na área humana, investigação da síndrome de Turner, com foco no mosaicismo cromossômico e na expressão de genes relacionados a inflamações crônicas. As professoras defendem a pesquisa básica como fundamental, apesar dos desafios, destacando a importância de caracterizar a biodiversidade brasileira, especialmente no Nordeste. O laboratório busca formar novos pesquisadores e superar limitações financeiras para continuar contribuindo com a ciência.
[Música] Olá a todas e todas. Eu sou a em Migrado Landa de Cícias Biológicas de Baxarelado da UFP. E estamos aqui em mais um episódio do transcrição, hoje dando continuidade a série dos laboratórios do Departamento de Genética. E dessa vez, trazemos as professoras neídissantes e vi maloreto, que estão de frente para o laboratório de Genética e Citazinetica Animal humana. Olá, professoras. Pode nos contar um pouco da história de como tudo começou, o que usou para a área da Biologia e como foi que se encontraram no do da Genética. Especificamente, é claro, na Citazinetica. Está, em migrado, vai ser um prazer falar um pouco, né? Deixe-me só pra jetória, sinal de contas, eu, como doceiro do Departamento, eu completei 20 anos. Mas, todo começou lá no início da graduação, né? Eu fazia ciências biológicas e quando decidi fazer ciências biológicas, já foi pensando na genética, né? E na ocasião, eu tive a oportunidade de fazer a minitação científica em Citazinetica, de insetos, mas especificamente os pré-acombílios, são os barbeiros. Então, eu já iniciei na genética com a Citazinetica. Interessante, professor. A professora Vílma, a senhora desde sempre estava direcionada pra genética, sempre quiza essa área, sempre quiza ciências biológicas. Olha, são duas perguntas que as respostas vão ser bem opostas. Genética sempre foi o meu interesse, desde o ensino médio. Eu já me interessava pela área, já gostava dos conteúdos, adorava aquele escalfo de genética medellana, ficava até importumando um pouquinho o meu professor lá com isso. E assim, quando eu busquei um curso de graduação pra entrar na universidade, eu sabia que eu queria a genética aliada alguma outra área. E aí, por algumas questões pessoais, eu busquei curso de medicina, acabei andando na universidade pelo curso de infermagem, e mais aviante é que eu me encontro dentro do curso de ciências biológicas. Eu fiz um bacharelado pela UFPE, e assim, eu não queria ciências biológicas. Eu lutei muito contra isso, por muito tempo, se eu não queria, eu tinha na minha família, vários professores, e eu não achava que eu não tinha um perfil pra ensino, principalmente em colegios, escolas de modo geral. E aí, meu pai particularmente, ele custou o curso de biologia bacharelado, e eu via nele assim, um perfil de um professor muito bom, que eu não tinha. Então, assim, eu fui bem perdida até sabendo que queria genética, mas não sabia como chegar lá. Até que eu cusei a disciplina de genética humana, na época que eram vários professores do departamento, conhecia a professora Lini Alexandrinho. E aí, conversando com ela, disse, "Onde você quer genética, o melhor curso para isso é o curso do bacharelado em ciências biológicas tem várias cadeiras." E aí, assim, eu fiquei, né, possível, né? Vou ter que ir pra onde eu não queria estar inicialmente. E aí, assim, eu fiz uma transferência interna, que aproveitei até algumas cadeiras que eu já tinha iniciado no curso, e comecei o curso do bacharelado. E aí, realmente, foi interessante, porque, quando eu busquei também logo um estágio, eu já fui entendendo que o curso fazia sentido sem pra mim, e que ele podia me dar algumas oportunidades diferentes de só pensar em ensino em colegio. E aí, fui buscando essa questão da pesquisa, mas, apianta, também, eu vi que o ensino podia entrar na minha vida. E, naturalmente, talvez, por uma questão genética, de ter várias pessoas na minha família, com esse perfil do ensino, ele acabou também entrar na minha vida, né? Então, hoje eu me conto representada também dentro dessa área. Que interessante, professora. Não começou querendo viológicas, mas foi direcionada pra lá justamente caso das genéticas. As professoras poderiam nos contar qual é a história do laboratório? Quem foi que iniciou o laboratório de cittogenética animal humana? Na verdade, esse laboratório, ele se chamava cittogenética animal, né? A cittogenética animal humana, ela é recente, tem 20 anos, exatamente quando eu entrei na universidade. E esse laboratório teve início com as professoras, Maria José Xosa e Vila Namaya eram duas cittas netifichas na área de animal, mas especificamente mamíferos não manam, elas trabalharam com o melhor doo e como o cedo. E depois, elas introduziram a parte de cittogenética de incertos. Então, quando eu entrei pra fazer a minha iniciação científica no laboratório, foi com a professora Vila Namaya com incertos, né? Com a parte de cittogenética de triatomínios. E aí Vila uma pode falar melhor da professora Maria José em relação a os incertos, porque a professora Maria José na verdade todo foi em minha orientadora de inestrada, como a orientadora de Vila desde a iniciação científica. Eu acho que eu faço a falar com a professora Vila pra ela falar melhor da professora Maria José e depois eu tome uma complementar. Isso, né? Então, continuando aquela minha jornada, entrei no curso do Baxarelado e sabia que eu queria genética. Então, eu fiz a minha primeira visita oficial, departamento de genética. Isso foi mais ou menos pelos anos 92, 93. E tinha que escolher o que eu queria, mais ou menos aqui em que eu ia buscar. Naquela época eu já tinha uma amiga que está ramit dizendo que tinha feito estágio, está fazendo, e entra no estágio, na verdade, em genética. E como você sabe, ele é um alunco sempre puxo o outro, um colega valevando a gente pra um outro lugar. E aí eu fiz assim uma escolha rápida de qual área que eu gostaria. Então, eu me vi entre animal, vegetal e microorganismos. E eu não me identificei, nem com plantas, nem com microorganismos. E sabia que animal era uma coisa que eu já gostava. E aí eu fico quando eu conheci a professora Maria José de Souza López, né, que ela já estava no departamento de genética, trabalhando nessa linha de citógenética animal. Essa linha foi mais ou menos iniciada no laboratório. Nos anos 90, então 90, 91, é interessante, porque começou pela parte de aulas práticas, que eles estavam organizando pra disciplinas, que tinha de genética, de citógenética. E aí ela se identificou dentro desse grupo dos insetos, iniciando os estudos pelos gafos e outros, que é a ordem autópria. E daí, em viante, a coisa só fez crescer, ela desenvolveu muito nessa área, e eu acabei entrando com uma alunma de ser dela. E aí também foi um dia encontrei a professora nele, né, Maria Tarra-Lac, também começando seus estudos. Só que ela trabalhava com essa parte dos mamíferos, particularmente dos museus. E aí a gente fez muitas parcerias, né, que já aqui vários alunos foram acompanhando ao longo dessa jornada, o que a gente estava desenvolvendo. Então, na verdade, quando eu entrei no mestrado, eu que via naquela ocasião, fazer a citógenética humana, né, então não foi possível, que a professora Maria José não tinha interesse na área de humano. E aí, tinha duas opções. Ou a parte dos insetos ou mamíferos não humanos. E aí, insetos, eu tinha certeza que eu já não queria dar contínuidade para o meu mestrado, né? E aí se alesse na luz dos museus. E na ocasião que eu entrei o mestrado, foi também a professora viu uma entrou com uma alunma de ser. Então, eu estava lá com uma alunma de mestrado e vi uma com uma alunma de ser. Então, só que aí eu já fui para a área de mamíferos, né. E aí, comecei a trabalhar com a citógenética de museu. Foi um desafio enorme, né, porque era tudo novo para mim, a coleta de pique para cano, porque ele ficou leitado. Enfim, foi um grande desafio, mas valeu a pena. Muito interessante, professor Anéide. Nós soubemos que a senhora tem uma excelente experiência e cupê-te de bois na Amazônia. A senhora poderia falar um pouco sobre como foi essa jornada para a gente. Na verdade, essa jornada da Opeche Boi foi uma cor em edação que eu realisei de um anônio na Ellen Barros, juntamente com um professor Diego Astua, lá da Zoologia, né. E na ocasião, ela precisou fazer cultura de lyfóseos, tanto do peixe Boi da Amazônia, de água doce com o marinho. O marinho foi tranquilo que o material hoje não conseguia aqui no centro de mamíferos da 4, no cheio de abson. No CEMH. E aí, para a Amazônia, um dia a Ellen chegou para a minha desprofessora, eu vou marcar a minha viagem para Manaus, para ir colegar o material do peixe Boi no Amazônia. E aí eu disse, eu vou com você, ela tomou um susto, quando eu falei que iria, mas assim, eu acho que foi uma oportunidade impar, que eu tive, né, de ir até o Amazônia, com um itúde, com um objetivo de fazer coleta de material biológico do peixe Boi. Então, fomos e passamos mais ou menos 18 dias lá, e foi uma experiência incrível. Eu contigo dizer que foi a experiência mais. Foi uma das experiências mais fantásticas que eu tive do ponto de viagem, de biólogo e do ponto de vista pessoal, né? Teídia até o Amazônia, passamos 18 semanas, ficamos em vilas, depois em outra cidade, teve um instituto de Mamiro-A-Wap, que fiquem em Tefe, nós fomos apelar para ter acesso a esse material, e colocar no rio mesmo, né, que eles tinham capiveros. E aí foi bem legal, foi uma experiência fantástica, essa de bi, para o Amazônia, e para trabalhar com o peixe Boi. E ter feito muito interessante, professora. Eu gostaria de saber, quais foram as principais dificuldades que o laboratório ele enfrentou. Principalmente, na a sora falou que está citando o Genete como uma nela surgiu, há 20 anos, né, então ela não é tão antiga no laboratório. Foi, acho que se faz dificuldades, ao longo de todo esse processo, para ela ser o que ela é hoje. É, na verdade, como a Sutowneco Mano era um sonho que eu tinha, de realmente, quando eu viscim fazer ciências biológicas, foi pensando na Genéica, e para o outro vídeo.
dentro da Geneca Geneca humana, não necessariamente a Cetó Geneca humana, mas foi na Cetó Geneca humana que eu me encontrei desde 2003. Então, eu tive a oportunidade de ser treinada para ser uma época na OPE, eu fui contratada por um programa de um grande ano e foi na OPE que eu tive portada e da inicia a parte de Cetó Geneca humana. Então, quando eu fui contratado no departamento de 2003, e aí eu voltei o departamento, obviamente, eu continuei trabalhando com os segos, eu orimetei, e certações, trabalho de conclusão de curso em mossegos, mas para a Lela isso eu dei início a parte desse que eu já neco humana. O grande desafio foi começar do zero, mas aí as professoras, manejo a Iviu na Maya, elas deixaram que na verdade hoje a Iviu uma pessoa de um estando no laboratório que foram delas. Então, a gente já encontrou o laboratório de bem estabelecido. Então, eu precisava para realizar a parte de humano a gente tinha no laboratório. Então, uma grande desafio foi a questão financeira mesmo, eu recuso financeiro para dar início. Eu diria que o grande desafio foi isso. E o conhecimento da área, que aí eu levei o tempo, eu comecei em 2001 lá na OPE, e ao novo do tempo eu fui aprimorando. Então, hoje eu considero a situação genética humana bem estabelecida no nosso laboratório. Que bom professor, é uma grande jornada para ser o que é hoje. Ele está muito dificuldade, principalmente financeiro que trabalha com a PET-Qs, entende bastante essa grande dificuldade de que nós passamos. E ainda nos dias atuais, não só lá em 2003. A gente também tem esses desafios, e eu acho que a parte financeira afetou todo mundo. A gente tem dois momentos no última década, que realmente está sendo bastante desafiadora. É a questão espolípticas e econômicas pela qual o nosso país passa. E aí realmente tem atrapalhado uma pesquisa no Brasil de maneira geral. E as áreas animais, que humana também, assim como vegetal, mas eu particularmente falo que a área animal é uma das mais impactadas. E a gente também tem toda a situação que envolviu da pandemia para cá, a gente não tem uma repoma ainda das atividades totais e justamente financiadas, para que a gente possa ter projetos, para o gestificar muito direcionados ao foco da covid e quem não trabalha com nada a relação da covid, ficou bem escanteada de maneira geral. Então são situações que ainda vem atrapalhando. Quem trabalha na área da setoogenética, sabe que ela é uma área difícil. Eles vão ser realistas, eles sabem que temos vários dificuldades. A dificuldade em si, de se fazer a produção dos doços resultados, que é baseado muitas vezes em preparação de lâmina, em técnicas de bandeamento, os técnicas de setoogenética, molécula, e também a análise disso. Então tudo isso leva tempo, leva processo, leva a formação dos alunos, leva a questão financeira que a gente precisa, as várias tentativas e erros, que está tudo associado a essas várias áreas. Isso faz com que a gente tenha realmente uma dificuldade grande de continuar trabalhando. No Brasil, no Nordeste, particularmente, a gente faz estudos de setoogenética, ainda é uma grande dificuldade. E, particularmente, eu sou super defensora de estudos nessa área porque a gente está falando de uma região e de um país que é altamente diverso em termos da nossa fauna, por exemplo. A gente tem muitas espécies que, na minha opinião, já passaram batidas e muitas outras vão passar batidas em termos de suas informações, que é seja da taxonomia, que é seja também dos estudos genéticos dela. Realmente, professora, a dificuldade durante a pandemia foram bastante acreditos que influenciaram bastante um departamento, principalmente para a área animal que tem que ter essa coleta, tudo fechou, né? E aí, eu acho que o outro grande desafio nosso na área da setoogenética, seja ela animal humana, é porque nós realizamos a pesquisa básica, né? Acrito que muitos ainda acham que a pesquisa básica não tem tanto importância, mas a gente, como o próprio não visa, é a base de tudo, né? Então, a gente não pode perder isso, visista. Então, a pesada a gente está fazendo que a pesquisa básica é fundamental. Então, é outra dificuldade para a aprovação de projetos para reposar uma netota, nem que isso, porque, por vez, o que esteja nos fazendo não seja uma aplicação, né? Então, isso dificulta realmente. Falando em projetos, as senhores poderíamos contar qual são as principais linhas de pesquisa do LGCH? Tanto na área humana, quanto na área animal? É. Bom, na área animal, então retomando um pouco daquela minha trajetória, né? Então, quando eu me junto ao grupo da professora Maria José, a gente leva diante esse grande projeto dela que foi da caracterização citógenética das espécies de inser, particularmente, de gafanhotos que a gente tem na nossa região, e do Brasil de modo geral. Então, essa linha, ela foi muito marcante por muitos anos ainda hoje, é. a gente tem mais de 30 anos do desenvolvimento dessa linha e dentro dessa. do desenvolvimento dessa linha que envolveu vários projetos com vários espécies, de várias famílias, uma grande representação da nossa fauna da nossa região, pelo menos do grupo e gafanhoto, a gente andou desenvolvendo. Então, são estudos que basicamente envolvem dois focos principais, o foco da citotaxonomia, que é quando a gente aplica esses conhecimentos da citógenética, as informações que a gente obtém dos dados citógenéticos para a caracterização ou da suporte à taxonomia das espécies. Então, isso ao longo da jornada do laboratório tiveram várias publicações que contribuíram ainda em vários grupos de organismos. E a outra linha que a gente tem são os estudos de evolução. Então, para a gente entender os processos da evolução, até a nível genômico mesmo, ela passa por essa contribuição da citógenética. Então, também é ao longo da jornada de várias espécies, de vários projetos que foram desenvolvidos no laboratório. A gente tem assim muitas publicações que mostraram, como que aconteceu, ou como se projetou a evolução das espécies em alguns gêneros e algumas famílias dos representantes das espécies. E como leite comentou, isso é uma relação de uma ciência básica. Então, ela também traz contribuições para as pecos básicos, como por exemplo, o entendimento do funcionamento de ciclos celulares, como se dá a reprodução, modificações cromossômicas nesse grupo de organismos como elas são estabelecidas que repercussão isso pode ter para a viabilidade e manutenção dessas espécies. Ao longo disso, o professor Amareja José também desenvolveu alguns projetos em citógenética, como por exemplo, da ordem colectora, de onde surgiu a professor a rita dentro desse nicho, desse grupo de incetos, e ela hoje tem todo o desenvolvimento dessa área na OPE, onde está o laboratório da professor a rita. A gente também teve alguns estudos que foram direcionados para o grupo de espécie vejos, também foram grupos de incetos de grande interesse, do laboratório, e eles trazem algumas modificações dos pagões normais de cromossomos, então os estudos deles foram bem interessantes para isso, e eu consegui assim, de uma maneira éística, fiz um estudo já um pouco mais genético, não foi tão cicógenético, com duas espécies prágas na cana de açúcar que pertence ao grupo de imaiposas. Falando um pouco da parte de animal, então, como vocês já sabem, a minha formação tanto de mestrado, como doutorado, ela foi um estudo genético de mossegos, então, a gente fez a caracterização de estudo genética, de espécies de mosseiros, de perna-buco, da família filostomín, filostomín, e também teve uma luna que fez o mestrado dela com três espécies de mossegos da família molossida. Então, na ocasião do meu doutorado, eu tive a oportunidade para o OPE, fiquei no mês, para fazer a parte da setor genética, da hybridização em cito, fora e centro, tentando entender o RNA ribossomão, nessas espécies, a gente utilizou os fóundas para o RNA ribossomão, e foi também um outro desafio, uma oportunidade importante que eu tive durante o meu doutorado, tenho para a lústima e ficar no laboratório da iatim. Então, eu fiquei no mês e voltei para a caminheta com minha tese pronta depois de um mês, que eu fiquei na lústima com a parte de fiche. A parte de humano, tudo teve início com a cenditana, né? Então, como era. Eu. O tempo que eu fiquei em OPE, eu desenvolvi parcerias e trabalhos lá, com leucemias. Então, quando eu voltei como professura para a federal, eu gostaria de implementar no laboratório a se-tô genética humana com alteração constitucional. Então, em parceria com as médicas do imípy, a gente decidiu que poderíamos, desenvolver um projeto na sigo litana, né? Então, a sigo litana, ela é uma alteração, considerada uma promoção promoção opatia, né? Que vai envolver o promoção sexual. Então, 50% dos casos das mulheres com sigo litana, ela tem o cariótico 45x, ou seja, tem a perda do segundo promoção sexual. E para a leroa, essa cariótipagem, então, a gente tinha pacientes do imípy, e da entopla do GPDH, do HC. Então, para a leroa, essa cariótipagem das pacientes com o tanto, nós decidimos investigar a possibilidade de sequências os genes
o ípsil, nessas mulheres, porque como elas têm um cario de 45x, mas elas podem ter uma ligagem que a gente não detecta pelo Sánchez Périfer, pela cultura de Infosse, uma ligagem com a presença, por exemplo, do promoção o ípsil. Então é importante destacar que assim o tanem, as mulheres com o símbolo tanem, elas são consideradas um mosaico, elas têm um mosaicismo promoção. Então, o que se sabe hoje? Para sobrevivência desses individos é necessário que elas têm duas linhagens celulados, aqui tem alteração envolvendo um dos cromossom sexuais em uma ligagem com o cariótico normal, mesmo que a gente não encontra do Sánchez Périfer, essa ligagem, essa segura ligagem que caracteriza o mosaicismo promoção. Então, a gente nesse projeto, inicial, a gente também passou a investigar os pacientes, a presença, e as sequens e gênticas do cromossom o ípsil. Então, isso tudo começou em 2006, eu achando que, com dois anos, a gente encerraria esse projeto, que na época tive uma luna de mestrado fazendo desenvolvimento projeto. E aí hoje o projeto ainda continua na quiba. Hoje, já com outro enfoque, hoje em dia a gente tenta investigar nessas pacientes, uma relação de alguns genes, a expressão de alguns genes com dois os altimos flamatórias crónicas. E esse trabalho é desenvolvidro que eu impaceria com a professor Jacquelindia Zévent Silva, que ela também já fez parte de um podcast aí. Então, hoje, a simulitânea, a gente tenta entender alguns genes relacionados com as genes os altimos. E se a expressão desses genes, se a expressão desses genes está alterada ou não. E a outra linha de pesquisa que aí é mais recente é com a sílbita, que também é uma cromossomonpaquia, que afeta o cromossom 21. Aí é importante destacar aqui nesse caso, diferente de metida chubitânea, que 50% das mulheres apresentam o carioco 40% de chino, no caso da atrizolinha livre, que seria cario outro com mais 21, é incêndido 95% dos capos. Esses pacientes têm todo aquele fenótuo característico e a nossa ideia é realizar o cario outro. E a partir desse material, a gente dá um retorno para as famílias, porque acho que é importante destacar aqui que, no momento, nós temos um amorcha de 68 indivíduos, com simulidão. E desses apenas dois tinham cario outro tipo, então, destacando a importa do trabalho que a gente está fazendo de certa forma, dando um retorno para os familiares, que é o cario outro. E aí, como esses pacientes também têm uma alta incidência de doenças automóveis e inflamatórias, também está investigando genes relacionado a imunidade e vê se tem, se há realmente uma associação. E aí eu gostaria de destacar aqui que tantos pacientes consumitando, como pacientes consumidão, eles têm uma frequência, uma tendência, tem dois esultimôniis, inflamatórias, duas, três vezes, na eodo que a população, sem assim. Então, isso tem sido um trabalho que a gente tem iniciar no caso com a simulidão e que é um trabalho recente e que a gente espera que consiga ir durante um bom tempo. Porque com esse trabalho com esse projeto a gente vê que, em certa forma, assim, o ideal para a questão do cario outro, ela é um pouco menos realizada. O cario outro é menos realizado. Talvez pelo fato de ter um fenômeno bem característico da simulina. Certo, professora. Eu acho que não tem como falar sobre asinhas de pesquisa, sem falar das pessoas que estão por trás de tudo isso. Então, eu gostaria que as professores falam assim pouco sobre as pessoas que fazem parte do laboratório, tanto de mestrado, doutorado, os de iniciação científica. No momento, eu to com duas alunas de doutorado, Juliana Arco Verde, Juliana está comigo desde a iniciação científica. E aí ela teve sorte, assim falando porque Juliana, na iniciação científica, ela trabalhou não necessariamente com diretamente com a simbitaio, mas investigando o comportamento do Gene Shops, que está relacionado com a sua taxa atura. No mestrado, ela trabalhou com genotoxidade, avaliando a própese, que se dizem também, eu passei por essa linha de pesquisa, ela está concluindo doutorado dela agora com assim a privilhão. Então, graças a ela, a gente tem a mocha dos pacientes que a gente usa no laboratório, foi graças a esse trabalho que Juliana deu em inicia. Aí estou também com doutorado com a audiante e aí a audiante fez o IC com o projeto com o Cinditane, fez o mestrado com o Cinditane, agora dando oportunidade doutorado com o Cinditane. E para a iniciação científica é que eu tenho vários alunos, inclusive você é emelem para no laboratório com uma aluna de C, desenvolver o projeto em Cinditane. Temos o patrique, julieta e marcos também estão relacionados para a Cinditane, e Cecilha com a Cindulidão. Então, ao longo desse tempo eu consegui orientar tanto o mestrado doutorado, inclusive o mestrado em Mocego. Você vê que a minha história era um pouco diversa, mas atualmente eu tenho atuado realmente só na área de uma. Com orientações de C, mestrado doutorado. Com relação a setoa genética dos insetos, eu tenho uma consolidação maior de grupos com estudantes de iniciação científica, que desenvolveram ou projetos pbx, e ou 36. Então, ao longo desse período, a gente teve vários estudantes que participaram de maneira geral, tive oportunidade de dois estudantes fazer a correntação de mestrado, uma deu continuidade a um projeto pbx em Gafan e o segundo foi um estudante que trabalhou com aquelas duas espécies pragas que eu comentei na câmera de açúcar. Atualmente, a gente está com um grupo de seis estudantes trabalhando e basicamente duas minhas principais do projeto. Uma é sobre o tipo de alteração, que é muito prevalente nos Gafan e outros, que são os cromoçolos béis. A gente vem se debrançando dentro dessa linha já há um bom tempo, e aí também eu destaco uma parceria que eu ainda mantenho, que é com o professor de ouro cabral, de ouro, ele é professor, dá um nespinho claro, mas atualmente ele está desligado, está fazendo um período de trabalho mesmo na universidade de granada na Espanha. E aí a gente conseguiu avançar em várias informações interessantes, na respeito dos cromoçolos béis dos Gafan e outros aqui na nossa própria região, das espécies que ocorrem aqui. Claro que a gente também juntou, né, fez um nata de alguns cromoçolos béis, no recorde pelo menos de alguns casos, para algumas outras espécies que não são normalmente daqui. E uma parte de um projeto, que é uma coisa que eu há muito tempo, tinha vontade de realizar, e que a gente está fazendo que é um mega levantamento do acelho, que a gente tem dos Gafan e outros, não só pela parte citógenética, mas pela parte identificação das espécies que foi realizada ou desses 30 anos. Eu gosto de axonomistas, particularmente, o professor Carbonell, que realizou um mega levantamento das nossas espécies e talvez um dos maiores cadastros que a gente tem da nossa região, e também do Brasil. E que eu espero em breve a gente conseguir fechar esse acelho e tornar o público, né, até a vez das publicações também, para que a gente possa ter essas informações. Então aí só para rapidamento dos nombres, né, eu tenho José Daniela, Marceli, que você conhece na bem-muito bem-meli, o IAN, Flávia, o Tássio e a Braã, que a gente está fazendo um pouco, né, cada um desses grupos com essas temáticas que a gente vem realizando. E aí, né, pegando um pouco desse gancho, esse desenvolvimento que a gente tem no laboratório e esse ambiente, né, a gente tem uma coisa que eu acho que é muito favorável nos nossos estudantes, eles são bem-gajados e eles montem um bom relacionamento. E isso é interessante porque não evolue só os grupos individuais, ou seja, dos alunos de neve ou dos meus alunos. Normalmente, são alunos que são até colegas, né, publicarem no mesmo cimeste, estudarem no mesmo curso. E aí acaba que um relacionamento é bem geral. E isso até permitiu uma contribuição de nele, né, neve também dê um suporte em alguns momentos que eu precisei, se envolver ela tem, pelo menos, a publicação também com alguma espécie, ficar fai outro, um momento assim maravilhoso ela ter contribuído também nisso. Perfeito, professor, eu, como a professor Anaide falou, eu sou o IC dela, tive essa grande oportunidade de estar trabalhando com o Juli, com o Juliana, com o Adriane, com isso, uma série, com isso, e vocês, e é realmente uma experiência muito incrível como estudância, participado esse grande projeto desse laboratório. Professor Abdel.
A gente sabe que uma grande experiência em uma outra universidade, tanto outros estados, como em fora do país, são experiências que são extremamente enriquecedores. Nisso a senhora poderia nos contar um pouco como foi a sua experiência na Espanha, já que a senhora fez parte do seu doutorado lá. O que a senhora trabalhou quando estava lá e quais foram os maiores aprendizados, tanto o pessoal quanto profissional que a senhora pode trazer para a gente. Isso é, realmente, é uma parte que eu considero, né, importante, e tenho muito carinho dessa minha formação. Então, depois de ter passado, o período disse aí com a professor Maria Josef, fiz um mestrado também com ela, o mestrado foi do Departamento e Genética, e aí eu ingressei um doutorado, que na época era o único doutorado que a gente tinha, o doutorado vinculado ao centro de biologia, então, um doutorado em ciências biológicas. E aí, a professora Maria Josef, que é a tarra cansada de viver todo esse tempo de formação disso. Você tem que fazer alguma coisa fora, no lupico, mas com o oceia. E aí ela teve um passado também de um período que ela vivenciou na Espanha, não foi na Universidade Granada, não é? Foi no outro grupo. E aí ela achou interessante. No meio dessa questão, ela entrou em contato com o professor, que eu sou o Monteiro Camacho da Universidade de Granada, e a sua interessante que a gente poderia ir pra lá. Ele é um dos grandes pesquisadores também na temática do tal cromoçomo bem, então, casou algumas coisas nesse sentido. E aí, assim, a gente organizou tudo, eu nem fazia ideia, né, do que realmente como é que era um outro grupo estudar agafanho outros, fora do estado de pernambulco, quando eu comecei um pouco nisso, eu achava até uma certa coisa estranha, porque você tem que explicar as pessoas que você estudar agafanho ou outro, o que é que você tem que fazer com isso, como é que é feito as coletas, e tem uma série de coisas assim que envolvam, né, por ser também sim a baseca, e assim, imaginar que um outro centro estudasse, eu não tinha ideia de como era isso. E aí eu fui, nem marquei nessa jornada, em torno do professor, meu pedo Camacho, e do grupo dele, que aí eu fiquei sorpresa também, eu com isso, a esposa dele também era professora juntamente com ele, e mais uns outros dois professores, e eles trabalham numa rede em conjunto. Muito interessante a estruturação, e foi uma época muito de crescimento para mim, porque eu tive a oportunidade de desenvolver dados, que constituíram dois dos meus artigos de doutorado, mas também aprender mais sobre uma técnica aqui na época, está recomeçando assim, implementada, que era a técnica difícil, dentro daquele viés da citógenética molecular. Então, ele permitiu que eu pudesse experimentar fichos em vários cenários, testando o meu material que eu tinha levado, de perna-bulco para lá, e também tive uma parceria com ele para desenvolver um trabalho com promoção o B, e assim, usando uma espécie que lá em modelo, para estudos, usando ela para fazer muitas anadas de promoção o B, e ainda enriqueceu mais esses viés que já estava crescendo. Eu já estava com uma espécie aqui que eu tinha encontrado, que tinha o promoção o B, e isso só casou, e só desenvolver. Então, foi uma experiência altamente enriquecedora científicamente. Para levar isso, você vivenci o lugar. Então, a experiência vital na Europa, foi a minha primeira experiência, eu levei um contato com outro país, e um ambiente maravilhoso, porque quem conhece a cidade granada, não é uma cidade histórica, tem prássios gigantescas, e tem uma história também de várias pessoas que passaram por lá. É uma cidade, que tem uma universidade, que recebe muitos estrangeiros lá, e fora pessoas de outras regiões da Espãe. Então, é uma cidade bem universitária, basicamente. Então, foi uma situação em que, do ponto de vista profissional, o cultural foi altamente enriquecedora. E aí, eu já dei essa dica, que vão ser estudantes, aqui representado por você, Amy. Busquei mesmo essas saídas, nem que seja por um período mais curto, meu foi mais ou menos, de sete meses, esse período exterior. Eu acredito que é altamente enriquecedor para o estudante, não só porque a gente comanentador, não está com você há muito tempo, mas porque você tem essas experiências de conhecer novos grupos, de formar pancerias. E aí, eu gostaria de reforçar, uma coisa que a professor viu a valor, que é a questão de sair do seu conforto. Então, a gente passa anos e anos, no mesmo laboratório, como no caso, tenho muitos tílios, muitos amantes, que começaram com de desde vinceia até o doutorado, no caso de Juliano, em um andelos. E aí, o simples fato de você ir em outra cidade, mesmo no Brasil, você vê que já faz a diferença. Então, quando eu fui para a luz, durante o meu doutorado, eu fiquei apenas o mesmo, mas já voltei com outra visão. Então, a importância de que os alunos têm essa possibilidade, essa oportunidade, e o querer de sair um pouco do seu conforto, porque está aqui no dia-dia, no laboratório, que você já está bem adaptado, é outra maravilhosa. Mas melhor ainda, quando você sai, nem que você repunte o período curto, só fiquei no mês fora, mas quando a pessoa volta, já volta com outra perspectiva, com outra visão, porque você tem acesso ao mundo grupo de pesquisa, mesmo trabalhando na situação genética, tem outras formas de trabalho de desenvolver seus pesquisas. E isso é enriquecedor, fundamental. Então, eu distaco que os alunos deveriam fazer esse força. Sei que a gente passou por um aumento difícil, agora no Brasil, de sair, por exemplo, de meus alunos mesmo doutorados, eu só tive uma luna que teve a oportunidade de ir para a Alemanha. E ela ficou seis meses lá. Então, há um tempo atrás, a gente tinha essa possibilidade de encaminhar nossos alunos para fora do Brasil, para fazer um doutorado de sandoístico. Foi o caso de viú, se fez um doutorado de sandoístico. Realmente, professoras deve ser uma experiência muito engrandecedora, trouxe mais bagagem ainda para a jornada das professoras. Professora viúma, a senhora poderia nos falar um pouco mais sobre o que é. Aliás, o que são escramação USB? Sim, ele não tem problema. Eles são classificados como um tipo de alteração promossônica, que por sinal é muito prevaleitinho no grupo de insetos. E aí os grafões outros também se destacam. Tem várias espécies já descritas na literatura, algumas que o nosso grupo vem trabalhando. E, ou seja, aconteceu aqui para a espécie da nossa região do estado de Pernambuco e representando uma opo-deixe também. E eles são caracterizados como elementos extras, que normalmente não têm função. Muito se achava que eles poderiam ser simplesmente sequência repetitivas que estavam presente no material promossônico e sem função. Hoje já se debrúsa em alguns papéis, e principalmente dentro do contexto evolutivo que você pode ter pro cariotico e pro genoma das espécies, esses que promossamos em vez eles podem, de fato, contribuir. Então, a gente tem aí uma área, que a gente ainda tem muito crescimento, porque a gente não entende exatamente qual é a natureza deles. Eles oram sugem, ouram poderes aparecer e aproxeram-se de retornar em algumas populações de insetos. Isso até permite que a gente possa estudar o que eu chamo de uma citógenética de populações, porque às vezes você tem uma espécie, falar um exemplo, né? GTIU, na Mapó, os seus brasileenses, que é uma espécie que se distribui da mata ao sertão do estado de perna-luco. Então, você consegue estudar adinâmica desses promossomos-bés também a nível populacional, e a gente pode encontrar sim algumas diferenças populacionais, mesmo sendo na mesma espécie. Então, é um cenário bem atrativo para os estudantes. Eu tive alguns estudantes que se encantaram com essa temática, abraçaram a causa dos promossomos-bés e vem trabalhando, né? Hoje, eu já trabalharam com alguns desses. desses projetos que a gente desenvolvem. Ou eu me lhe gostaria de fazer uma complementação aí, nessa análise da produção de viúma, é que trabalhar com animal parece ser mais instigante do que trabalhar com a situação senética humana. No sentido de que, quando você vai analisar a meiosa, você tem essa perspectiva de variação, de vescelas e momentos diferentes, de buscar esse promossomo extra que está aí. Enquanto a situação genérica humana não, a gente sempre vai ter aquele carioado para aquela rotina, né? Então, trabalhar com a situação genérica animal é um processo mais dinâmico, no sentido assim, você consegue trabalhar espécies diferentes e dentro da mesma espécie indivíduos diferentes. E isso leva para um trabalho mais dinâmico, diferentemente da situação genérica humana, tudo bem, a gente tem indivíduos diferentes para realizar o carioado. Mas a gente tem uma perspectiva desse carioado que vai ser normal ou alteração com o promossomo. Então, geralmente, eu posso dizer que às vezes a sua genérica humana é um pouco parada. No sentido de que você vai ver sempre os mesmos com o promossomo. Diferentemente de que trabalha com o animal, é porque você vai analisar espécies diferentes no mesmo gênero, espécies diferentes de cheitas diferentes e até mesmo populações diferentes do mesmo espécie.
trazer algum resultado diferente e é isso que torna mais estimulante. Eu acredito, mas isso é o que dizer que a seto genética humana também não seja, não sentido assim, ela é menos ritimada na minha visão, ou seja, a seto genética animal ela tem um ritmo um pouco diferente da seto genética humana. Realmente professora como é ser da parte de seto genética humana, posso dizer que quando tem alguma alteração diferente, que a gente está analisando, a gente descobre, aí vem todo mundo para ver, fica aquela animação toda de óleo, tem uma coisa diferente aqui para ser observada, uma alteração, um braço mais longo, uma banda mais curta, realmente em uma banda quando isso acontece é uma festa. Agora eu queria complementar o seguinte, tem um ponto muito positivo que já conta a favor de humano, a maioria dos estudantes que ingressam, então você pensa aos caloros de primeiro período e até alguns de segundo, até eles começarem a entender como realmente funcionam as outras espécies dentro de um curso, por exemplo, de ideologia, há um encantamento muito grande pela genética humana, então eles já meio que começa com um pouco positivo, é o carisma, aquela vez a necessidade que muitos estudantes têm de dizer, eu faço algo em humano, eu cheguei lá em humano, até entender alguns às vezes até, talvez nem pode comentar, e alguém pode ter chegado a ter em um humano e depois de hoje, nem humanos há também do que eu queria, posso até trabalhar com outras espécies, então você já conta inicialmente por isso, se eu chegar pro estudante e falar "nossa vamos estudar, foi outro, ai todo mundo sai correndo, ninguém quer saber ninguém quer perguntar, né, por que é que é o que é o outro, então eu acho que você conta um pouco com esse carisma, agora eu acho que falhei a pena, também a gente comentar uma coisa, né, com a citão genética, ela é considerada uma coisa muito pessoal, muito artesanal e até arro, no mesmo em muitos momentos, embora a gente tenha, nós duas na laboratória, algum momento a gente teve a professor Maria José, você também comentou da professora Vilna, e a gente tem esses estudantes, que é seja um de ser, que é seja um da foie em diferentes momentos, em diferentes grupos de estudantes, a gente também contou por um bom período, temos também ainda um suporte atual, na parte de técnicos que também deram a contribuição fantástica, então eu posso ser desde o ano, até comentar da Cirlene, que me surpreendeu muito, porque Cirlene parecia inicialmente, até gostar mais das coisas do laboratório, ela sempre nos ajudou muito em preparações de soluções, lavagem, organização de vidraria, organização de material, lista de compras, então ela sempre teve uma coisa muito grande, e ela me surpreendeu muito, como ela começou aí para as coletas, insetos, então ela para mim ela se revelou, uma grande bióloga, a uma dela bióloga ali, na minha opinião, apareceu naquele momento, e a sella era uma pessoa que tinha uma visão, uma destreza incrível de localizar as espécies, isso sem falar que ela foi talvez uma das pessoas que mais contribuiu com a professor Maria José nos estudos de Vesos, ela é parte do armeito, preparou muita âmbia de ser o outro, este vejo, preparou as lâmenas, analisou, então a sella deu uma forte contribuição dentro do laboratório nesse viés também. E aí nesse sentido, eu gostaria de destacar a participação de frucísca, de frã, de vários, eu comento que ele não vai saber que esse rolê me nem frã, mas frucísca foi uma técnica quando entramos no laboratório, ela já estava, então ela era uma cita-snet-fista, realmente, de mancheia, no sentido, na época trabalhávamos, fotografando o revelão no filme, fazendo fotos no papel, e frucísca foi fundamental na nossa formação, viu? Tanto dimestrado como doutorado, ou seja, o uso do sistema de captura de imagem, a atualidade que a gente utiliza hoje é uma coisa que é sempre pra gente, né? Então frucísca e ser lente foram duas técnicas fundamentais no laboratório, ela se aposentaram, né? Já tem a ser lenda de 10 anos, acho que se não tem muito mais. E a atualmente a gente conta, a gente conta no caso eu gostaria de falar de destacar também a participação de dar lente, paisa, que é servidura de budo, departamento, e que ela tá à frente da captura de imagem dos casos analisados no cariolabe. Então hoje a gente já não tem mais filme pra revelar nem fotografia pra ser feita na câmara escura, o que a gente tem hoje é dar lente, ela tem um estudável apoio importante, a gente analize os casos, seleciona, e ela é que vai pro cariolabe, que é o sistema de captura de imagem, pra fazer a montagem registro de cada caso, tá? Então a gente já não tem mais ser lente, nem frano, mas atualmente a gente, eu no caso da situação da comunidade, a gente conta com o apoio de dar lente, paisa, equitensível, fundamental. Eu não tive a oportunidade de conhecer a algumas dos membros que as profissoras falaram, mas dar lente, eu conheço, tive a oportunidade de ver ela, de fazer algumas coisas com ela no laboratório, eu claro, não me ajudando, ela é mais, e realmente é um trabalho composto por muitas pessoas, né, professores, não é a pena es aproposura neide, né, aproposura vi, uma ouça ou seis, né? É uma grande contribuição de várias pessoas. E aí, nesse ponto, é melhor gostar de destacar a importância dos alunos depois de graduação, tá? Pra manutenção do dia a dia no laboratório, tá? Eles estão lá desenvolvendo seus projetos de mestrado doutorado, seja lá como for, mas já deu pra você sentir que são eles que dão certo apoio, né, pra os alunos de sei. E antes vocês mesmos alunos de sei, vocês estão sempre se acompanhando ou no outro, que isso também é importante, né? A gente coloca laborática, professora Bima falou, um ponto aí, algum momento da interação de vocês no laboratório, então eu e a gente já viu, nós temos bons momentos, né? E uma enquanto alunas no laboratório, a gente sempre teve uma interação muito boa por nossos colegas na época que a professora Maria de Zé Nisolienta e aí eu acredito que a gente tenha conseguido passar isso adiante para nossos alunos. Então o convívio no laboratório para um bom desenvolvimento, ele é fundamental, para que vocês se intera, tem a interação em que vocês para bolhas envolvimentas no laboratório. Realmente, professora é esse bom relacionamento entre os membros de laboratório, principalmente os i6 é extremamente importante. Eu estava até conversando com os outros i7-patrick, cessecilha, a gente estava extremamente feliz que conseguimos um horário para juntar os três que são os mais antigos depois de cessecilha, né, só o i7-patrick. E antes não tinha de unireta e marcos, aí foi o momento de juntar os três mais antigos e a gente de fazer os trabalhos muito foi realmente muito identificante e poder desenvolver as atividades com eles de novo. Professora, nós também sabemos que um dos famosos tripés da Universidade, além é do ensino e da pesquisa, é os profissões projetos de extensão, que possuem uma função fundamental, que é justamente facilitar esse conhecimento, técnico, científico, para o público, que não está acostumado com essa vivencia na ciência. As professoras poderiam falar como o laboratório está envolvido nessa área, se existem projetos de extensão que estão sendo desenvolvidos pelo laboratório. Isso fica bem a carga para o seu da viuna, fala que você quer um dono da extensão, né, viuna. Com relação à extensão, eu posso dizer que ela oficialmente entrou para nós do laboratório de 2020 para cá, uma pandemia até que me começou a foçar um pouco disso e outras coisas que meus domínios profissionais também foram invadando. Então atualmente o laboratório tem três projetos, mas dois assim que a gente está pelo menos tomado diretamente envolvida, um é esse aqui do podcast, que os nossos ouvintes estão acompanhando, já conhecem bem a dinâmica. Esse projeto tem uma coisa bem interessante porque ele conta com grupos de alunos de cursos diferentes da universidade. Então não tenho só alunos de ciências biológicas, baixar ela, adolescensatura, dentro do projeto. Então a gente tem estudantes de várias áreas que podem contribuir, comprindo a cargourária de extensão que hoje é muito necessária, é muito falada da universidade. Então isso dá um suporte para que eles possam obter a cargourária que precisam desenvolver novas habilidades. E a gente tem também o segundo projeto que ele surge com uma demanda, né, nós da Citor Genética trabalhamos muito com as lâminas para observação dos cromoçomos, dos ciclos celulares e sempre a gente recebia a bordagem de professores, de recentultores, exalunos do departamento, exalunos nosso, pedido lâminas para que eles pudessem levar nas escolas, que essa é uma grande realidade que a gente tem da na educação. Muitas escolas não têm irroscótero, não têm um laminario com lâminas que sejam interessantes para serem analisadas, estudadas, visualizadas pelos estudantes. Então a gente criou um projeto, na chamada de seu pós-genética onde é a vida.
A gente produz lãminas, essas lãminas envolvem lãminas de material de humano, sem ser claro que os casos de alteração, lãminas de meiosos de gafanhoto, mitose de planta, mitose também de algumas outras espécies, é vimpôlmente, e a gente distribui gratuitamente esse laminario para escolas que aplicam nem algumas atividades fráticas. A gente também ao longo desse período, detectou que não só escolas, mas por exemplo, com institutos federais e até universidades particulares ainda precisam desses laminarios, nem tem isso necessariamente organizado. Então é um projeto que surgiu com essa questão da gente divulgar, mas também a gente aumentar o alcance, né, que a setonjeonética pode ter para estudantes que vão ter o primeiro contato e quem teve, né, seu primeiro contato com o âmbio, sabe que é uma coisa que você jamais vai esquecer e é uma coisa que você precisa entendir. No meu caso, é, é. essa parte do laminario também, estou fazendo parte, né, da Proçura Viva, eu acho que tem que a extensão, é uma característica bem marcante da Proçura Viva, acho que ela tem um perfil fantástico, né, está aqui, hoje gravando esse podcast, né, um exemplo disso. E, de certa forma, o que eu acho de farm no laboratório, ou seja, fazer na careota de espagens dos pacientes, seja o deles, considerando o civil vital, a gente também está excecendo a extensão, né, só que essa minha extensão, ela não é oficial no caso de cada estrada, no site, na prorritoria de extensão, mas, de certa forma, a gente realiza, né, essa extensão. E tem sido fundamental, porque, como eu falei no início, os pacientes de conservidade, são poucos os casos que a gente teve contato, que tem o que tinha o cariótico, né, então a dificuldade financeiro de laboratórios, eu acho que, aí nesse ponto eu gosto de estar aqui, em Recife mesmo, de laboratório público para aná-los da careota de page, tem o nosso na federal, e tem um na UPE, que é no grupo de apoio a criança carente com câncer, que fica no hosto dos áudios, que é pro diagnóstico de losemias, e tem também o EMOP pra ler o semia, mas, no ponto de vista de alteração constitucional, o nosso laboratório é o único, ou seja, sem ser privado, que realiza esse tipo de aná-los, então, de certa forma, a gente também realiza a parte de extensão, com a parte da careota de page desses pacientes, em colaboração. Inicialmente, a gente tinha colaboração com o EMOP, mas hoje a nossa colaboração é, ela é praticamente restri-te a hospital das clintas, na Edocnologia Pediatica, e hoje a gente está com o médico, o genete cischa lá também, que está enviando os pacientes para que seja aceita na careota de page deles. Realmente, muitos projetos que o laboratório está envolvido, tem o lominaria, tem o podcast também, e, como a professor anede falou, realmente quando eu vejo algum projeto de extensão, eu acabo sempre vendo a professor a vi, então eu acho que a professor anede tem voz para falar que a senhora está sempre envolvido com algum projeto professoren. Bem, Emily, porque além desses projetos do laboratório, eu tenho alguns colaboradores, então, eu tenho a técnica colocar, né, que a culpa do meu interesse em extensão, ela surgiu a um tempo atrás, via as professoras Maria e Rita da OPE, e, por um grupo de professores do curso de ciências biológicas, baixa alelado, que criou a disciplina, né, de fez parte da primeira disciplina de extensão do curso, e hoje não tem mais a disciplina, mais o projeto continua, e eu andei me envolvendo, né, por alguns outros projetos, acho que até um pouco a mais, tenho certeza disso, e tenho estimulado, né, então a gente tem a Liga Cadeira de Genética, com a coronação do professor Marcos Morais, que eu também estou ajudando, né, estou contribuindo, como o vice-colonadora, a tuta também corajando, e auxiliando o professor do ferreira no projeto que ele tem distensão do bonsai, no projeto bem interessante, altamente aplicado, né, para o público externo, inclusive, público interno dos estudantes, claro, mas também a população, e assim, acho que é uma área bem importante, que entrou mais recentemente e me fez, me senti mais completa, né, porque agora eu atinge os três tripés, que é uma universidade, né, sempre comentou que era você ter participação em pesquisa, participação em ensino e a extensão, que eu não conhecia e vim, né, conhecer mais recentemente, é importante destacar que também alguns alunos que são e seis de laboratório participam desses projetos de extensão, espero que a maiveria seja por necessidade da carreira, e porque gosto do projeto, e não necessariamente só porque são empurrados por nós, né, não, vão lá e façam, naquele dito que não é bem isso, e aí a gente tem, pode até divulgar que o laboratório, a gente tem tentado dentro do projeto laminar, e que há uma rede, da gente tem o Instagram, do laboratório para divulgar, não só exações que envolvem o laminar, mas atividades pela qual os membros, né, do laboratório participam, então tem atividades noces, então é só vocês procurarem, né, pelo nosso laboratório, o LGECH, pelo Instagram, e entrar em contato também com a gente, que a gente também é disponível para parcerias e outros tipos de projetos. Realmente, professora, como é seu, posso dizer que os projetos de extensão trazem, além de novas experiências, novos aprendizados, né, para a gente, é uma carga maior, para você aprender coisas que você antes não sabia, para lidar com o público, para perder um pouco dessa atividade, que quem está ali baixar é, não necessariamente bifes só da aula, mas isso é algo de estema importante, eu acredito, não só pro público, mas também para ingranessimento pessoal. E também para o retorno para a comunidade, né, ou seja, fora da universidade, eu acho que isso é fundamental, a gente dá, acho que uma das grandes importância da extensão é isso, é você levar o conhecimento para fora da universidade, né, para que o retorno deve estar possa devenciar isso também. Professoras com esses grandes avanços tecnológicos e de automação que, de vários trabalhos, que, a atualidade vive, o que as professoras acham que o futuro pode guardar para as situações? Eu acredito que essa automação e os avanças tecnológicos, né, ele tem que exemplar um papel assim ficar vindo nas diversas áreas e muitas das áreas, né, incluindo a situação genética. Então, quando a gente pensa na situação genética, ela passou por várias informações, né, desde a era do bandiamento, até a era da situação genética, molecular, que teve início em 1986, né. Então, a situação genética molecular compreende a imprecção em cita, os florescentes, suas variantes. Então, já temos um percoço longo que essas téticas estão aí sem utilizadas, né, mas do ponto de vista da situação genética humana, ela tem sido, a situação genética, ela tem sido fundamental para fechar muitos de alvinostro, né. Então, assim, o grande desafio nosso, o meu enquanto, cita os netistas na área humana, é conseguir executar essas téticas no departamento, né, porque para a situação genética molecular, ela é fundamental, porque ela permite você confirmar certas alterações com a sua nuca, mas infelizmente, diante do contexto financeiro, a gente não consegue executar isso ainda lá no nosso laboratório, né. E veja que essa tética, ela surgiu na década de 80, já estão os em 2023 e hoje para a área humana, a gente não consegue ainda executar. Se bem que na área de animal não, foi bem mais simples, acho que a prasura viu, uma pode falar um pouco mais sobre isso, né, mas acho que é importante destacar que a situação genética, vez não existindo, a situação genética de ponta, né, que é a situação genética mais atual, a molécula, a situação genética lá do nosso fundamental, que eu tenho da coloração condensional, ela não vai deixar desistir, porque ela vai ser a base para que você possa executar a situação genética molecular, que é uma ferramenta mais atual, ok. Então eu acredito que os profissionais da área de situação genética, seja ele, de méfice, o peco de laboratório, eles precisaram se manter firme, né, e atualizar com essas novas tecnologias, que já surgiram algum tempo e que outras virão. Então a situação genética, eu acredito que seja sempre um desafio independente de técnica que você vai aplicar, com certeza novos caminhos e não surgir aí para avançar, né, sabe. Sim, eu acho que complementando o que Negi falou e talvez até a gente vendo uma mais que a gente tenha é o seguinte, atualmente na área animal, na área dos insetos, a gente tá passando da área da situação genética molecular para uma situação genônica, tentando correlacionar os dados citões genéticos, os resultados que as vividizações em citão dão, com alguns mapeamentos das espécies. Como a gente trabalha com a universidade de espécies, é claro que a gente tá trabalhando em coisas que ainda são mais difíceis de se obter, sei que comprar essas informações
para um conjunto de espécies é muito mais complexa. E aí a gente tem um contrapoto, porque o humano, ele já parte de um genoma, que já está sequenciado. Isso é, as regiões já são coincidas. Então você já tem sondas estabelecidas, você já tem todo um aparato, né, de informações, que a gente é inceto e dá para começar a buscar, tentar localizar isso, tentar entender como é essa organização genuica. A gente tem, por exemplo, um genoma que é muito rico em sequências repetitivas, que não são gênicas. Então isso também dificulta muito a construção da área. E aí, para a minha surpresa, né, que eu recentemente vi do Congresso Brasileiros de Genética e eu fiquei impressionada com uma área está ganhando muita automação. Então, a análise de carioticos hoje, ela já tem todo um suporte de inteligência artificial de elementos robotizados que facilitam a geliza, melhor a capitalização dessas imagens. E se a gente comparar o que se projeta para um futuro, ao que foi o início da psicógenética lá no nosso departamento, a gente tem realmente uma mudança bem grande, bem radical, mas que uma coisa tenho certeza, só aqueles que conhecem, estudam, entendem, conseguem analisar estudar a psicógenética que realmente vão continuar prosperando nessa área. Por mais intervigência artificial, por mais robô que exista, nada ainda substituí a capacidade do pesquisador e realmente pensar, realmente entender o que acontece com aquelas espécies criar os projetos desenvolvelos e analisar em cima daqueles resultados que muitas vezes podem ser bem reveladores ou levar a gente para novos questionamentos. Então, eu acho que esse é o caminho do futuro nessa área. E eu espero que a gente também consiga ter mais investimento, porque realmente sem investimento, com a implementação até de uma psicógenética molecular, ela é altamente fustosa, que é seja genômico ou genômica, o custo disso ainda é muito elevado. Mas eu acredito que é um caminho sim, e eu particularmente acho legal essa parte da genômica e que a gente também pode aliar esses dados e trazer outras informações bem úteis para somar essa área. Eu acho que assim, o futuro é esse. Eu lembro que em algum tempo atrás, eu estava ministrando em eletiva na coisa da relação de genética. E aí um dos seminários que foi apresentado, ele falava que a cittologia enética estava com os dias contados de cittologia enética clássica, convencional até mandamento, porque a cittologia enética é uma molécula a tinha vindo para ficar. Então, lembro que naquela época foi um susto, mas aí ao mesmo tempo que foi um susto, eu achei que isso não deveria existir. Então hoje, se naquela época eu achava que isso não era verdadeiro, permaneço acreditando que a cittologia enética ela não vai deixar de existir. Com mais tecnologias que existe, obviamente que toda a tecnologia que surge ela vem para auxiliar e no caso a cittologia enética, você está no laboratório e vê que no nosso dia-dia na sua cittologia enética manda um grande aumento do jeito. Então, claro, a cittologia enética, ela está passando por transformações e todas as transformações com certeza darão grandes ganhos para não só para pesquisa, mas para o viaginócio. E para finalizar, eu gostaria de destacar que essas mudanças que tenha acontecido na cittologia enética ao longo dos anos, ela tem um potencial de tornar a cittologia enética mas acessível e eficaz de um viaginócio e tratamento de doenças genéticas. E aí, com isso vai obter, oferecer benefícios significativos para as pacientes e profissionais da área. Então, a cittologia enética, eu sou suspeito e falado dela, porque é uma área que eu amo e paixão, realmente, eu sou uma pessoa, me vejo 100% de cittas genéticas. Então, era isso e que era gratificado a oportunidade de estar aqui, do tamanho que comproçou a viuna, falando do nosso laboratório, onde começamos nele com a luna de c e hoje estamos à frente desse laboratório. Seja eu na área de humano, seja eu vi uma na área de animal. Também aproveite esse momento, para agradecer a presença aqui de nele, com certeza, em grandece muito. É o meu grande suporte, que eu tenho no dia a dia, pois com certeza eu me sentiria bem menos pesquisador. Acho que bem menos, também profissional do laboratório, se ela não tivesse lá. Eu acho que eu não conduziria um laboratório sozinha jamais, e ter ela lá para uma parceria muito longa. Eu registro que eu tenho mais ou menos 30 anos de conexão com esse laboratório, entre indas e guindas, entre ser estudante e ser contratada pela universidade ter ficado nesse laboratório, que é uma coisa que eu acho incrível, na minha jornada, de eu ter voltado no ponto, eu passei algum momento em outra universidade, mas acabei regressando, ao mesmo ponto, ao mesmo laboratório, e meio que erro um pouco desse legado, que a professor Amarejo Zé, por exemplo, traz. Então assim, eu agradeço imensamente nele, para você ter dedicado esse tempo aqui a gente, ter conversado, a gente conseguido divulgar também as questões do nosso laboratório. Eu certeza, viu, o laboratório, estando à frente de nós duas, ele está bem, com certeza, uma sozinha sem a outra, a gente não caminharia bem, lá dentro do laboratório, e aí foi um legado que a professor Amarejo Zé nos deixou, ou seja, a gente teve essa oportunidade de entrar no laboratório, que já estava pronta, se falando, e aí eu gostaria de fazer uma agradecimento aqui, também a professor Amarejo é pela oportunidade que ela nos deu, de nos orientar, e hoje a gente ter ficado com essa responsabilidade de manter o laboratório, ele só mudou de nome, que antes era as fitógenética de mal, e hoje a gente acrescentou esse sentimento para a genetica, estorneta animal e humana, e é isso. Agradecer essa oportunidade a gente está aqui falando do nosso laboratório, é agradecer a Amarejo pela sua participação, neste momento. Professores, muito obrigada por esse encontro, que nos proponselou conhecer mais de um dos laboratórios, o departamento de genética, aqui da Universidade Federal de Pernambuco, assim também é claro, com uma jornada de cada uma, nessa bastidão, que é a genética. E aos nossos ouvintes, obrigada por nos acompanharem até aqui, e até a próxima episódio.
Podcast Summary
Key Points:
O laboratório de Genética e Citogenética Animal e Humana da UFPE iniciou há 20 anos, com foco em citogenética animal (insetos e mamíferos) e posteriormente expandiu para a área humana.
As professoras Neide e Vilma ingressaram na genética por diferentes caminhos
O laboratório foi fundado pelas professoras Maria José Xosa e Vila Namaya, que trabalharam com mamíferos não humanos e insetos (triatomíneos e gafanhotos).
Um marco foi a expedição à Amazônia para coletar material do peixe-boi, em parceria com o Instituto Mamirauá.
As principais dificuldades incluem falta de recursos financeiros, especialmente após cortes orçamentários e a pandemia, que impactou a pesquisa básica.
As linhas de pesquisa abrangem citotaxonomia e evolução de insetos (gafanhotos, coleópteros), estudos genéticos de morcegos e, na área humana, investigação da síndrome de Turner e mosaicismo cromossômico.
A pesquisa básica é defendida como fundamental, apesar de desafios de financiamento e percepção de relevância.
Summary:
O episódio apresenta a história do Laboratório de Genética e Citogenética Animal e Humana (LGCH) da UFPE, contada pelas professoras Neide e Vilma. O laboratório começou há 20 anos com foco em citogenética animal, liderado pelas professoras Maria José Xosa e Vila Namaya, que estudaram insetos (triatomíneos e gafanhotos) e mamíferos não humanos. Neide ingressou na genética desde a graduação, enquanto Vilma resistiu inicialmente à Biologia, mas foi atraída pela genética humana.
Um destaque foi a expedição à Amazônia para coletar material do peixe-boi, em parceria com o Instituto Mamirauá, que proporcionou uma experiência única. As principais dificuldades enfrentadas são a falta de recursos financeiros, agravada por cortes orçamentários e pela pandemia, que impactou a pesquisa básica. As linhas de pesquisa incluem citotaxonomia e evolução de insetos (gafanhotos, coleópteros), estudos genéticos de morcegos e, na área humana, investigação da síndrome de Turner, com foco no mosaicismo cromossômico e na expressão de genes relacionados a inflamações crônicas.
As professoras defendem a pesquisa básica como fundamental, apesar dos desafios, destacando a importância de caracterizar a biodiversidade brasileira, especialmente no Nordeste. O laboratório busca formar novos pesquisadores e superar limitações financeiras para continuar contribuindo com a ciência.
FAQs
O laboratório começou como Citogenética Animal, com as professoras Maria José Xosa e Vila Namaya. A parte humana foi implementada há 20 anos, quando a professora Neide entrou na universidade e trouxe a experiência adquirida na UPE.
Desde o início da graduação em Ciências Biológicas, ela já pensava na Genética, e fez iniciação científica em Citogenética de insetos, especificamente barbeiros.
Ela se interessava por Genética desde o ensino médio, mas inicialmente não queria fazer Ciências Biológicas. Transferiu-se para o bacharelado após cursar Genética Humana e conhecer a professora Lini Alexandrinho.
A principal dificuldade foi a questão financeira para iniciar a parte humana, além da falta de recursos contínuos. A pandemia e as crises políticas e econômicas também impactaram a pesquisa.
As linhas incluem a citotaxonomia de insetos, como gafanhotos, e estudos de evolução cromossômica, contribuindo para a caracterização de espécies e entendimento da evolução genômica.
A pesquisa foca em alterações constitucionais, como a síndrome de Turner, investigando o mosaicismo cromossômico e a expressão de genes relacionados a processos inflamatórios crônicos.
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