A mensagem aborda a natureza da salvação cristã, explicando que ela é tanto imediata quanto processual. Quando uma pessoa entrega sua vida a Cristo, a vida de Deus entra em seu espírito, permitindo comunhão imediata com o Pai. No entanto, a salvação completa, incluindo a redenção do corpo, só ocorrerá na presença do Senhor. Entre esses dois momentos, há um processo de santificação que envolve a alma — sentimentos, mente e vontade — que precisam ser libertos do pecado. O pregador usa Hebreus 12 e Filipenses 3 para destacar a importância de perseverar e crescer, alertando contra o retrocesso espiritual. Ele descreve cinco estágios de afastamento descritos em Hebreus: descuido, incredulidade, apostasia, pecado voluntário e rejeição a Deus. O foco principal está nos dois primeiros: o descuido, que é uma atitude desatenta em relação à vontade de Deus, e a incredulidade, que surge quando se duvida da Palavra e se busca autonomia. Exemplos práticos, como a história de Adão e Eva e experiências pessoais, ilustram como esses estágios se manifestam. A mensagem conclui que Deus abala nossas vidas para separar o que é Dele do que é humano, e nos chama ao arrependimento, à obediência simples e à vigilância constante para permanecermos firmes até o fim.
Vamos abrir nossas bíblas no livro de Ebreus, capítulo 12, versículos 1 e 2. Ebreus 12, 1 e 2.
Portanto, também nós, visto que temos a rodear nos tão grandes nuvens de testemunhas,
desenbaraçando-nos de todo o peso e do pecado que tenasmente nos acedia, corramos com perseverança
a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o autor e consumador da fé Jesus,
o qual em troca da alegria que ele estava proposta suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia
e está acentado a destra do trono de Deus.
Também vamos ler filipenses, capítulo 3, versículos de 11 a 15,
filipenses 3 de 11 a 15. Para de algum modo alcançar a resturreição entre os mortos,
não que eu já tenha recebido ou já obtido a perfeição, mas consigo para conquistar aquilo
para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim não julgo a ver alcançado,
mas uma coisa fácil, esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim
estão, proscigo para o alvo para o prêmio da soberana avocação de Deus em Cristo Jesus.
Todos os poes que somos perfeitos, tenhamos esse sentimento e se por ventura pensar
em outro modo também isso, Deus vos esclarecerá.
E ainda na primeira carta de Pedro, capítulo 1, versículo 6 a 9,
primeira Pedro 1, versículo 6 a 9. Nesses resultados, embora no presente por breve tempo,
se necessários sejais contristados por várias provações,
para que o valor da Vossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do que o oroperessível,
mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.
A quem não havendo visto a mais, no qual não vendo agora, mas creendo resultais com alegria indisívio e cheia de glória,
obtendo o fim da Vossa fé, a salvação das Vossas Almas.
Quando eu tinha cerca de 15, 15, 16 anos,
eu me recordo que no local onde eu congregava, no interior do estado, numa outra congregação,
certa vez um irmão pregando, ele fez a afirmação de que a nossa salvação é um processo longo demorado
e que terá o seu final quando estivermos na presença do Senhor.
Isso gerou alguma discussão de otrinária, digamos assim, porque logo alguém se levantou e desfazem mão.
A salvação é imediata, nós precisamos fazer nada.
O Senhor Jesus morreu por nós, nós somos salvos e um dia vamos para o céu.
E cada um tinha os seus argumentos, aquele irmão usou esse texto de filipenses e outros textos,
os outros irmãos levantaram outros textos para embasar a sua posição.
E isso durou algumas semanas e eu não lembro se chegou alguma conclusão,
talvez quando os ânimos começaram a se exaltar, resolveram deixar aquilo de lado.
Mas eu fiquei com essa dúvida e acho que outras pessoas ficaram também.
Afinal, a salvação é algo imediato, é um processo e todos aqueles textos aparentemente contraditórios.
Muitos anos depois, já que entre os irmãos, eu pude compreender que os dois estavam corretos.
A salvação é realmente imediata no certo sentido,
mas nós só vamos ter a nossa salvação completada, o dia que estivermos na presença do Senhor.
Quando o homem pecou e Deus havia ditos para Dan e Eva,
se vocês comeerem desse fruto, vocês vão morrer.
Quando o homem pecou, isso de fato aconteceu, a morte, que é a consequência do pecado,
entrou no espírito do homem, mas não ficou só ali, ela passou para a alma,
ela atingiu sentimentos, a mente, a vontade, e um dia esse processo de morte se completou
e o corpo de Adam e Eva e todos os outros homens que seguiram ele,
experimentaram a morte física, degineração daquele corpo.
Da mesma forma que a morte fez esse caminho, no homem, a salvação de Deus também faz o mesmo caminho.
Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, o poder que o pecado tinha sobre o homem foi quebrado,
e tudo aquele que se entrega ao Senhorio de Cristo,
e é a isso que nós entregamos, nós aceitamos Jesus como nosso Senhor,
e porque Ele é nosso Senhor, nós podemos ser salvos do pecado.
Quando isso acontece, a vida de Deus entra no nosso espírito,
e o nosso espírito que estava morto, que não podia ter comunhão com Deus,
passa a ter vida e pode novamente ter comunhão com o pai.
Aquele que nasceu do alto não precisa de um treinamento especial,
de longos anos de experiência ou de nada mais, para ter comunhão com Deus.
Ele fala com Deus no mesmo dia em que entregou a sua vida.
Ele pode adorar a Deus naquele mesmo instante,
e Ele pode ouvir a voz de Deus sem necessidade de nada mais,
porque o seu espírito experimentou a vida de Deus.
Quando nós estivermos na presença do Senhor,
nós vamos experimentar a salvação deste corpo,
a libertação deste corpo de morte.
Nós vamos ganhar um novo corpo, um corpo sem pecado, sem lanche, sem mácula,
perfeito, que pode ter também comunhão com Deus.
Paulo, lá no capítulo 7 de romanos,
depois explicar que Ele tentava fazer a vontade de Deus e não conseguir,
Ele faz uma pergunta que, na verdade, uma exclamação,
e disse quem me livrará do corpo desta morte.
Paulo, se a gente entendeu o contexto de Paulo,
nós vamos entender como forte essa é essa afirmação.
Havia, entre alguns lugares, algumas cidades romanas ou domínio romano,
havia uma pena que era imposta a quem matasse alguém.
O corpo daquele morto era atado nas costas do assassino
e Ele deveria ficar com o cadáver durante um longo tempo.
Era uma pena horrível, vocês devem imaginar, né?
E Paulo está dizendo que isso olha, esse corpo de pecado é como um cadáver,
que eu carregue a salvação de Deus, a vida de Deus já está em mim.
Mas eu vou ter que levar essa carne até o dia em que o Senhor completar a sua salvação.
E isso nós vamos experimentar quando estivermos diante do Senhor.
Mas entre o primeiro dia da nossa vida com Deus e esse dia,
nós temos realmente um processo, o que a Bíblia chama de santificação.
Porque assim como o pecado afetou o nosso espírito, afetou o nosso corpo,
ele também afetou a nossa alma.
Os nossos sentimentos têm que ser liberto do pecado.
A nossa mente tem que ser liberta do pecado.
E a nossa vontade tem que estar livre para fazer a vontade de Deus.
Então, duas verdades importantes.
Em relação ao nosso espírito, nós recebemos sóvação imediatra.
Na verdade, nós recebemos tudo aquilo que precisamos para chegar ao fim dessa carreira
quando nos entregamos ao Senhor.
Mas também a salvação em relação a nossa alma,
ela é um processo de crescimento e santificação.
A Bíblia está repleta de mensões essas verdades
e esses aspectos da nossa vida com Deus.
Nós nascemos de novo, a palavra nos fala,
mas também devemos crescer até chegarmos à condição de filhos maduros.
Somos filinhos quando nascemos.
Lá nos cartas de João, ele fala os filinhos, os jovens, os pais.
Existe um crescimento que é necessário.
Quando nós pegamos evangelho, nós falamos sobre a porta do reino,
mas depois da porta tem um caminho a ser percorrido.
E assim, toda a palavra tem esses dois aspectos.
O início da nossa vida, a necessidade imperiosa de crescimento
até o cansarmos a perfeição.
O texto que nós vemos de filipenses, também claro,
Paulo diz, olha, não julgo a vilocançar,
mas proscigo para o álbum da soberana avocação.
Mas a Bíblia também contém vários textos
que nos alertam para o risco de nós começarmos a andar nesse caminho.
e de alguma forma nos desviar nos dele.
Quando Deus nos chama para o seu reino,
Ele não força a nossa vontade.
Assim também, depois que nós entramos na porta,
nós não somos forçados a percorrer esse caminho
de crescimento em direção ao alvo.
O Senhor espera que a nossa vontade se move na sua direção.
É verdade que, assim como a graça de Deus,
nós nos alcançou ainda quando estamos no pecado,
fomos tocados pelo Espírito de Deus,
fomos convencidos pelo Espírito.
A graça do Senhor também vai nos ajudar nesse caminho.
Dice que nós podemos estar certos.
O Senhor está do nosso lado, o seu Espírito abiten nós,
e a primeira e mais importante função do Espírito Santo
é nos conduzir a verdade.
Mas, a nossa mente, os nossos sentimentos,
e sobretudo a nossa vontade,
eles não são forçados por Deus.
Eles precisam abraçar a vontade de Deus.
E é esse a essência do nosso crescimento.
A medida em que nós vamos abraçando a vontade de Deus,
que nós vamos nos agarrando a sua verdade, nós vamos crescendo.
Mas também existe algo que devemos considerar,
que é a tendência da nossa carne
em seguir para longe de tudo aquilo que Deus tem preparado
e pede para nós.
Existe os nossos membros, o nosso corpo,
e nós essa tendência.
E nós precisamos lidar com isso.
Por isso o crescimento na vida cristã
não é apenas o movimento na direção de Deus,
mas também é a forma, é o meio pelo qual nós evitamos de retroceder.
Se nós paramos na nossa vida com Deus,
imediatamente, aquela tendência que nos empurra para longe de Deus
vai nos fazer cair.
Talvez a figura que melhor demonstra isso é de um barco,
um barquinho que vai sendo rebocado por um barco maior.
Enquanto ele está preso aquele barco maior,
ele pode ir na direção contrária da correntesa.
Mas se por acaso aquela corda se solta imediatamente,
ele começa a retroceder.
Nós podemos comparar esse barco maior
ao nosso Senhor Jesus Cristo.
E aquela corda é o seu Evangelho, a sua verdade, que nos prende a ele.
E o Senhor então tem nos chamado
a estar atentos a isso,
porque todos nós, iniciantes na vida com o Senhor,
ou já muito antigos, estamos sujeitos os mesmos principios,
as mesmas leis,
e nós temos que estar realmente muito atentos.
E hoje nós queremos olhar isso através daquilo que o Senhor nos fala
no livro de Ebreus.
O livro de Ebreus é um livro riquisse, riquisse.
Sempre que os irmãos puderem, olhem o livro de Ebreus.
Ele nos revela o Senhor de diversas maneiras.
É um livro realmente muito rico,
cheio de preciosidade sobre o Senhor, sobre o seu propósito,
para nós que fazemos parte da aliança, da nova aliança com o Senhor.
Mas talvez a mensagem mais importante,
ou alerta mais importante que existe no livro de Ebreus,
seja justamente o contraste entre o progresso
e o retrocesso na vida cristã.
Dois caminhos e dois destinos totalmente diferentes,
ainda que partindo de um mesmo ponto.
O livro de Ebreus, ele foi endereçado,
primeiramente aos cristãos,
Judeus, que, tendo conhecido o Senhor, abandonaram a Judaísmo
e abraçaram a fé cristã.
Mas, de alguma forma, esses Judeus, cristãos,
ainda estavam ligados aquela maneira de pensar do Judaísmo.
Ou, diante de algumas dificuldades,
voltaram a considerar aquelas coisas do Judaísmo.
E essa dificuldade desses irmãos, Judeus, cristãos,
em deixar de lado o Judaísmo,
os estavam mantendo num estado de apatia
que significava o retrocesso.
Então, a carta de Ebreus, ela vem para mostrar
aqueles irmãos, Judeus,
que a nova aliança era muito superior antiga.
E, que, portanto, era preciso progredir para um plano mais alto,
o cristianismo e deixar de lado o Judaísmo.
Agora, essa carta não era só para aquele Judeus, ela é para nós também.
E nesse livro, nós podemos ver o contraste entre o crescimento
na direção da plena salvação,
que é a ordem e o desejo do Senhor para nós,
e a atitude de descaso quanto a esse imperativo de Deus,
que é representada através de um progressivo afastamento
do homem em relação a Deus.
Esse afastamento no livro de Ebreus,
ele é descrito em 5 atitudes ou 5 etapas,
e para cada uma delas o autor do livro faz uma severa advertença,
indicando o caminho a seguir aonde está o erro
e qual é a consequência de uma ou outra opção.
Essas 5 advertenças estão no capítulo 2,
versículos de 1 a 4, não precisam abrir apenas,
se quiser anotar, depois podem ler em casa.
No capítulo 2 de 1 a 4, nós temos a atitude de descuido,
ou descaso, com a palavra de Deus, com a vontade de Deus.
Depois, no capítulo 3, 7 a 4, 13,
nos edito sobre a atitude de incredulidade,
de 5, 11 a 6, 20, a apostasia ou a abandono da fé,
e de 10, 10, 26 a 39, pecado voluntário.
E do capítulo 12, versículo 15 até o versículo 29,
a rejeição em diferença a Deus.
5 atitudes, que têm uma relação de continuidade,
descuido, incredulidade, apostasia,
pecado voluntário e rejeição ou indiferença a Deus.
Elas estão, então, de certa forma ligadas,
porque o descuido e o descaso em relação a vontade de Deus
leva a incredulidade.
E a incredulidade leva ao abandono da fé, a apostasia.
A partir daí, o pecado não é mais visto como alguma coisa
que se deve evitar, mas ele é visto como algo normal.
E por isso, ele passa a ser voluntário.
E por fim, a continuidade nesse estado
gera uma atitude de a versão a tudo aquilo que tem ligação
com a vontade de Deus.
É uma rejeição indiferença a própria pessoa do Senhor
e a sua autoridade.
Essas duas últimas atitudes, pecado voluntário e a rejeição
a Deus, a pessoa de Jesus, são muito comuns no mundo.
Eu diria que elas estão sempre presentes naqueles que são do mundo.
Parece até que existe um certo prazer em agir dessa forma.
Agir deliberadamente contra a vontade de Deus, que é o pecado,
é algo que atrai o homem.
E nós podemos ver isso em revistas, na televisão, filmes,
em qualquer lugar.
Aquilo que é pecaminoso é pintado como algo bom.
Da mesma forma, a rejeição a Cristo, como o Senhor,
como aquele que tem autoridade sobre todas as coisas.
Nós podemos falar com as pessoas do mundo sobre qualquer assunto.
Até mesmo sobre Deus, como ser superior, bom-doso,
que vem ao cilho do homem, se isso não tem problema.
Mas quando falado o Senhorio de Cristo, a rejeição aparece.
Isso é atitude comum naqueles que são do mundo.
Mas o livro de ebreus nos fala dessas duas atitudes,
como produto de um longo processo de afastamento,
de pessoas que já experimentaram a vida com Deus,
que começaram a andar no caminho,
pois são estágios precedidos pela apostasia,
que é o abandono da fé,
e a apostasia decorda a incredulidade e esta, do discurso.
Infelizmente, nós já vimos isso na vida de muitas pessoas.
Se não todos, boa parte do que estão aqui,
teriam, pelo menos, um caso, a contar de pessoas que andaram,
começaram o caminho e cair.
Pessoas que estavam firmes, ou, como diz a palavra,
pensavam que estavam firmes,
mas quando abaladas, quando tentadas, cairam.
No próprio livro de ebreus, no capítulo 12, versículo 26,
nos é dito que nos últimos dias, Deus irá abalar
uma vez mais os céus e a terra,
a fim de que permaneça apenas o que é inabalável.
Assim também, o Senhor quer nos alertar,
para que permaneçamos firmes em Cristo,
apegando-nos às verdades ouvidas, crescendo sempre,
e afastando tudo aquilo que não pertence ao Senhor.
Por isso, nós vamos ver aqui só as duas primeiras advertenças,
porque esta são o início do caminho de afastamento,
e por serem coisas mais difíceis de se notar,
nós podemos serem ganados e cair neles.
A primeira dessas advertenças, o descuido,
ou atitudes que são seguidas por uma advertencia,
o descuido, uma vida descuidada,
uma atitude descuidada, não cautelosa, não atenta a vontade de Deus estaram o capítulo
2 e versículos 1 a 4, mas o principal versículo desse trecho é o versículo 1 do Livro de
Abreus, capítulo 2, que diz assim, por esta razão, importa que nos apeguemos com mais firmeza
as verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviermos.
Para cinco atitudes e as advertenças, elas são descritas, tendo como plano de fundo a história
do povo de Israel e o contraste com a realidade do novo testamento, então esta primeira
advertencia tem como plano de fundo o contraste entre a lei e a graça, entre, podemos dizer
entre o sinaio e o calvário, a lei foi entregue por anjos, é o que nos diz ali no capítulo
2, mas a graça, a palavra da graça e a realização da nossa salvação gratuita, ela foi trazida
aos homens pelo próprio Senhor e confirmada por aqueles que ouviram, então a nossa responsabilidade
é muito maior do que a dos Judeus, quando do Tero teve revelação do Senhor sobre a graça
e ele fixou a sua mensagem recuperar essa verdade, especialmente porque vivia no contexto
de salvação pelas obras, isso trouxe para a igreja algo muito importante, a igreja católica
naquela época, e eu creio que até hoje pregava a salvação pelas obras, quando o Lutero trouxe
a verdade da salvação, que é de venda a graça, quer dizer que não depende do nosso esforço,
isso foi uma recuperação tremenda, é pela graça de Deus que nós somos incluídos em Cristo,
é pela graça que recebemos o Espírito que nos permite chegar a presença do pai e manifestar
o seu amor aos homens, mas nós precisamos lembrar que agora que a graça de Deus nos
alcançou a consequência natural da vida de Deus em nós é que nós manifestemos as virtudes
de Cristo, pois fomos feitos para a Boas Olas, um dos maiores zelos que nós podemos cometer
é a Charquique, tendo sido alcançados pela graça, agora nós precisamos nos preocupar com mais nada,
a divertência que está nesse versículo de ebreus que nós lemos, importa que nos apeguemos
com mais firmezas, verdades ouvidas, para que dela jamais nos desviemos, nos mostra que é possível
desviar, e a palavra desviar, no original, ela significa ser levado ou deixar ir além, no sentido
de alguma coisa que se afasta ou que escapa da mão, que escorrega da mão, como um barco que vai ser
fastando e vai sendo levado pela correnteza, um descuido, uma atitude Deus despreocupada, uma
postura desatenta em relação a realidade espiritual que nos cerca é o começo desse passar além,
interessante que no livro de Mateus, o capítulo 13, existem várias parábolas, mas três delas nos
falam sobre algo que existe no reino de Deus, mas é estranho ao reino de Deus, a parábola do
joio, no meio do trigo, do grão de mostarda e do fermento, ali nós podemos ver como esse
elemento que é estranho ao reino de Deus, ele surge, de que forma ele cresce e o resultado que ele
produz, algum tempo atrás, um irmão nos falou que na sua leitura de área dessa parábola do
joio, Deus me chamou a atenção que no versículo 25, se não me engano do capítulo 13, que o joio foi
plantado no meio do trigo enquanto os homens dormiam, acho que é bom, nós vemos esse versículo, Mateus 13,
25, mas enquanto os homens dormiam, veio inimigo dele, sem o joio no meio do trigo e retirou-se,
no grão de mostarda, nós vemos que uma pequena semente na sua fase inicial quase imperceptível,
algum tempo atrás na escola da minha filha, a professora eu explicar essa parábola, trouxe para
elas o grãozinho de mostarda e eu não conhecia, aí pode ver que ele é do tamanho de um grão de
pareia no músculo, pequenininho, na sua fase inicial o engano é assim, o pecado é assim, pequenininho,
mas assim como o grão de mostarda cresce e se torna maior das orgalistas e a figura aqui é de
algo que cresce fora do normal porque ao ponto das aves virem sentar nos seus galhos, assim também
é o pecado dentro de nós, nós sabemos que aves do céu na palavra significam espíritos malignos e
a terceira parábola nos fala do fermento que foi misturado a farinha, ninguém vê, se mistura,
mas nós sabemos o efeito que ele produz porque a massa toda é leviedade, agora nós fazemos parte do reino
de Deus, será que estamos isentos disso? Não, nós temos que ter cuidado porque mesmo sendo parte do
reino de Deus, isso não nos dá o direito de ficarmos dormindo, lá em primeira terça-lonecencia
5, 6 e 9, Paulo nos adverte que como filhos da luz não podemos estar dormindo, mas vigilantes e
sóbrios, porque Deus e Paulo diz não nos destinou para ir, mas para alcançar a salvação em Cristo
Jesus, então, se nós precisamos estar acordados e vigilantes para alcançar a salvação, é porque
podemos nos perder se nós tivermos vigendo, e esse é o alerta que o Senhor nos faz hoje, se tivermos
uma atitude descuidada de antes das coisas que enfrentamos diariamente, então corremos um sério risco,
porque nós temos um inimigo que quer nos afastar de Deus, e agindo dessa forma nós nos
espamos aos ataques de Satanás, se talvez eu ouvi algo sobre a guerra China e Japão, de que os
japoneses, quando invadiram a China, eles tinham blindados, eles tinham armamento muito mais pesado que os
chineses, e então aquele soldado chineses que só tinham uma arma, não, fuziu alguma coisa assim,
eles criaram uma estratégia, eles não podiam enfrentar os blindados com aquele fuzil, então eles
se escondiam e davam alguns tiros na direção do blindado, que não fazia absolutamente nada, né,
não fazia mal nenhum, e paravam as condíduos onde estava, e aqueles soldados japoneses que estava
dentro do tanque tentavam a descobrir da onde veio o tiro e não conseguia, e depois de alguns minutos
naquela tentativa ele era tentado a sair do blindado, e quando saia, então o atirador, o pegava,
da mesma forma, como o soldado, aquele estava protegido dentro do blindado, nós estamos protegidos em Cristo,
e a primeira coisa que o diabo quer nos fazer é fazer sair de Cristo, é por isso que ele vem com o
descoido, agindo dessa forma, descuidada, nós nos espomos ao inimigo, agora como nós podemos agir de
forma descuidada, como nós nos descuidamos daquilo que Deus nos pede, eu creio que há dois domingos
atrás, eu não estava aqui, mas a minha esposa me falou, o Ion ministrou aqui sobre a aliança, isso é um
ponto importantíssimo, no que diz respeito ao cuidado que devemos ter em relação à vontade do
Senhor, no livro de ebreus também lá no capítulo 6, versículos 13 e 14, nos é dito que Deus quando
jurou a abraão, ele não tinha ninguém maior do que ele para jurar, ele hoje, então ele jurou por ele
mesmo, e prometeu abençoar e multiplicar a abraão, se nós fomos olhar lá no antigo testamento, Deus se
revelou a abraão como o grande eu sou, a geová, mas não foi só a abraão, ele falou assim também com
o Moisés, o Deus, eu sou a geová, falou com David e tantos outros homens do velho testamento, inclusive com
Adam e Eva, se nós fomos olhar o original do livro de gênesis, lá no início do livro, a palavra
ebraica para Deus no primeiro versículo é Elohim, e todo aquele capítulo é a mesma palavra, o Deus
criador, mas quando Deus forma o jardim, coloca o homem no jardim e faz com ele uma aliança a palavra
que representa, Deus é a geová, o Deus eu sou, é um Deus de aliança, porque aliança, porque ele
prometeu, a mesma coisa que ele prometeu, a abraão, ele prometeu a Adam, na verdade essa é a promessa de Deus
aos homens, aliança de Deus com os homens, abençoar e multiplicar, e ele queria que Adam e Eva
dominassem sobre a equilação, sobre a sobrensa, sobre a sobrensa, sobre a sobrensa.
autoridade. Muito bem. Quando a serpente, quando o inimigo vem e fala com a Dan Yeva, qual é a
palavra que ele usa para falar de Deus? Elohim. Se ele tivesse falado, Jeová, provavelmente a
Dan Yeva lembraria que eles tinham uma aliança com Deus. Mas essa foi a forma como Satanás achou
para distrair o homem. Deus criador. É Deus. Muito bem. Mas ele está longe. Mas não. Na verdade,
Deus tinha uma aliança com o homem. E quando a Yeva responde, ela usa Elohim. Ela sentou aquela
arte em mãe de Satanás. E esse foi então o início do pecado. Por aí, o diabo conseguiu a forma de
chegar até o homem. Um descuido foi o início do pecado. O outro aspecto importante, no que
desrespeito a essa atitude de descuido, é a necessidade que nós temos de conhecimento e a prática
da vontade de Deus a nossa vida diária. Esse versículo de abril os dois diz que nós precisamos
nos agarrar firmemente as verdades ou vidas. A palavra do Senhor é o meio pelo qual o Espírito Santo
pode nos revelar a vontade de Deus. Então, nós precisamos estar envolvidos com ela diariamente junto
com oração, louvor, adoração. E tudo aquilo que nos aproxima do pai. Porque essas coisas
tornam a nossa relação com Deus mais profunda, mais íntima. E vão também nos tornando mais sensíveis
do Espírito. E dessa forma, o Senhor tem maior liberdade para nos dirigir pelo seu caminho
e nos guardar de todas as filadas do inimigo. Mas, intimidade com a palavra não significa conhecimento
mental. O texto de abril de novo nos orienta a nos apegarmos as verdades ou vidas. Que verdades
são essas? É o evangélio, as verdades fundamentais do evangélio, o Senhor e o de Cristo, uma vida de negação
do eu, a fastamento completo de tudo que não se origina em Deus, identificação com o seu propósito.
Essas verdades básicas fundamentais do evangélio, nós temos que estar presos agarrados a ela na nossa
vida prática, da nossa vida real do dia a dia. Os judeus, eles estavam acostumados com uma
religião que era rígida e impiedosa, mais pela tradição dos anciãos do que qualquer outra coisa.
Mas esses religiosos, os escribas, os fariseus que mantiam aquele rígido sistema, eles não tinham na sua
vida o respaldo para as suas palavras. Tanto que, quando o Senhor Jesus começou a falar, apregar, e lá em
Mateus 7, 29, isso fica bem claro, aqueles homens ouvindo Jesus e vendo a sua vida, no meio deles,
eles disseram que Jesus falava como quem tinha autoridade e não como os escribas, e aí nós podemos,
junto com os escribas, colocar os fariseus, porque esses falavam de algo que não viviam.
Mas Jesus não, Jesus não veio para contrariar a lei que eles tanto protegiam, Jesus veio para
cumprir toda a lei, por isso as suas palavras tinham autoridade. Aqueles judeus que compreenderam
que Jesus eram messias, não só pelo que ele pregava, mas também pela sua vida e entregaram a sua
vida a ele, eles passaram a viver sobre outra base, o Evangelho de Jesus Cristo, e aqueles que são
destinatários da carta de Ebreus fizeram isso. Mas depois de algumas décadas, talvez desanimados com o
fato de que Jesus ainda não tinha voltado, eles começaram a retroceder a olhar para trás e de alguma
forma isso estava trazendo o retrocesso para suas vidas. Agora, é triste ver que muitas vezes isso
acontece com nós hoje. No início da nossa vida cristã, nós estamos entusiasmados com o fato
de estarmos em Cristo, de ter um cedo livrado da escravidão do pecado, de não termos mais nada com
esse mundo, de podermos exercer nossa vontade livre na direção do Senhor, abraçando a vontade do
Senhor, ainda que ela nos pareça em princípio um pouco a marga dura, mas nós fazemos isso no início da
nossa vida cristã com maior alegria e falamos aos outros de tudo isso que nos aconteceu. Mas depois
de algum tempo, essas verdades se tornam tão familiares que nós parece que as esquecemos. É como se elas
deixassem de ser importantes. Assim, por exemplo, se eu me considero uma duro, então eu posso conduzir a
minha vida pela experiência que eu já adquiri. Mas, na verdade, nós só temos um lugar de vitória que
é estarmos em Cristo. E isso, desde o primeiro dia da nossa vida, até o último dia. Quando estamos em Cristo,
temos vitória. Não é a nossa experiência que nos garante vitória. Isso significa que nós precisamos
dele para todas as coisas. Outra verdade que é esquecida é que as coisas que podemos causar mal no
primeiro dia, podemos causar mal até o último dia da nossa vida. Por isso, nós devemos abandonar
as vezes o primeiro até o último dia. Mas, às vezes, nós achamos que aquilo que nós ouvimos, que
nós vemos, que nós conversamos, e que, no início, nos era prejudicial, agora não é tanto, porque
eu estou maduro. Então, eu posso conversar outras coisas, eu posso ouvir outras coisas que isso não
vai me afetar. Mas, na verdade, tudo que nós ouvimos, tudo que nós falamos, tudo que nós vemos é o que
alimenta a nossa alma. Como é bom, nós encontramos um irmão no meio do dia ou no fim do dia, assim, sem programar nada,
ao mesmo programando, vamos para a reunião de desipulado, enfim, encontramos o irmão depois de um
dia em contato com o mundo. Parece que a Pueira do mundo vai se acumulando. Aí, aquele não chega e
diz assim, olha, hoje eu tive uma vitória no Senhor, eu estava orando por tal situação, o Senhor me
abençoou, respondeu, como Deus é bom, como Deus é fiel. Isso não limpa, parece que limpa, né? Aquela
Pueira, aquela areia do mundo e sai toda. Somos abençoados pelos irmãos. Mas infelizmente, como é
comum que as nossas conversas sejam tão fúteis, tão superficiais e, às vezes, estão endanas, que isso
nos afasta do Senhor. Outra coisa que acabamos nos esquecendo e nos afastando do Senhor é que o
Evangelho é simples, muito simples. Quando algumas crianças se aproximaram de Jesus, os discípulos que
foram afastá-las, né? Vocês conhecem bem a história. Mas ele disse, olha, deixa aquelas
fiquem, porque o reino dos céus é daqueles que têm o coração puro e limpo, como de uma criança,
simples, como de uma criança. Algum tempo atrás eu estava comentando com as minhas duas filhas que,
quando eu viajava para visitar minha voz no Rio de Janeiro, de ônibus, eu levava um dia para
ter lá. Mas que de avião a gente pode chegar lá em uma hora e meia duas horas no máximo. E a
pequenininha que tem quatro anos, olhou para mim, disse, "Ah, pai, mas é que no céu não tem
ensinaleira." Ela não estava interessada em saber qual era a velocidade do avião, como é que
funcionava o motor, qual era o princípio de, enfim, nada disso. Ela sabia que a ensinaleira faz
a gente parar, demorar mais, então se no céu não tem ensinaleira eu posso chegar mais rápido. Essa
simplicidade da criança é algo que nós precisamos ter. Não era, nós demos presada ali, achamos
engraçado, mas depois eu fiquei pensando, será que eu tenho essa simplicidade dentro de mim,
o que diz respeito ao Evangelho do Senhor? Às vezes, com o passado tempo, nós vamos perdendo
a simplicidade. Ao invés de aplicar nas nossas vidas, à verdade, simples de Evangelho, nós vamos
achando esquemas racionais para explicar a palavra de Deus, assim como faziam as escribas dos
fariseus. Se nós vamos olhar lá no Evangelho, nós vamos ver que eles tinham a tradição dos pais,
dos anciãos. E essa tradição é alguma coisa que eu não sei bem o que que era, mas assim que
eu gostava deles da verdade, afastava eles de Deus. E nós vamos criando esses esquemas
mentais racionalizando a palavra de Deus. No fundo, isso esconde, muitas vezes, um desejo
de proteger a alma o que nos afassa de Deus. Se a palavra nos demanda uma determinada ação
ou comportamento, eu tenho que estar pronto a obedecer a palavra, sem questionar por quê? É claro
em um tempo, nós vamos conhecendo mais o Senhor, e vamos entendendo, isso nos ajuda a obedecer a
palavra, mas eu não preciso saber por quê, eu tenho que obedecer. Algumas pessoas pela sua vida
se destacam na história da igreja. Uma dessas pessoas que chama muita atenção, é irmão que
vocês devem conhecer os livros, o Atmani. Muito profundo com o Senhor.
libros preciosos, mas isso é fruto de uma vida com Deus e uma certa ocaseio eu tive
oportunidade de ouvir algumas coisas da vida dele contadas por um velhinho que
viveu com Ele na China e uma coisa que me chamou a atenção é que Ele tinha alguns
recursos financeiros por conta de algum negócio que Ele abriu e Deus abençou
grandemente e embora Ele usasse praticamente todo aquele recurso pra obra e pra
ajudar outras pessoas, sempre havia dinheiro e Ele usava de novo pra revertir
o favor da obra e uma vez esse irmão foi na casa dele, ficou, eu criei que no final
de semana alguns dias e notou que chegou um vizinho, um homem lá ele vivia em uma
região muito pobre pedindo o dinheiro pra comprar um remédio e Ele botmanideu aquele
dinheiro, algumas horas depois veio o filho daquele homem e pediu dinheiro pra
comprar um remédio e Ele deu o dinheiro, depois veio a mulher do homem e pediu
dinheiro pra comprar um remédio e Ele deu o recurso e aquele outro irmão que
se assim, mas irmão Nih, me desculpe a franqueza mas o senhor não tá vendo que
tá sendo explorado por esse homem aí a família dele que manda até as
crianças e pedigieira já comprou o remédio, ou então ele nem precisa desse remédio, o
senhor não tem aí de sernimento espiritual pra ver isso tá sendo enganado e o
resposta do irmão Nih pra Ele desfala, Deus me diz que quando alguém te pede
alguma coisa eu devo dar, é muito provável que ele tá me enganando, mas a demanda
que Deus me faz é que eu vê o dinheiro, o que ele vai fazer com dinheiro, eu não
sei, mas o que Deus perde de mim é que eu deu o dinheiro e eu obedeço a vontade
de Deus, por isso por essas coisas esse irmão era profundo do senhor, porque
aquelas coisas mais simples do Evangelho eram coisas que ele atendia
prontamente, logo, ele podia conhecer as coisas mais profundas do Evangelho, é
verdade que o Espírito Santo pode em muitas situações nos levar a direções
que em princípio não são aquelas que aparentemente apalavam nos indica, mas
nós podemos estar certos de uma coisa, o senhor só nos apresenta uma ordem
específica, se nosso coração nós estamos dispostos a cumprir a sua vontade mais
simples, é uma questão de atitude interior, ele nos conhece e ele sabe que eu
atenderei tanto as coisas mais complexas quanto as mais simples, então ele pode
que vê lá sua vontade porque eu estou disposto a atender qualquer coisa que o senhor
vai me falar, se nós estamos cheios da palavra do senhor e praticamos essa
palavra de forma simples na nossa vida diária, o crescimento vem como uma
consequência natural e inevitável, nós vamos crescendo, mas se falhamos nisso, se
nós começamos a desviar o nosso olhar, se nos descuidamos, se temos uma atitude
descuidada no que de respeito a cumprir a vontade do senhor, nós logo logo
vamos para o segundo estágio de afastamento que é a incredulidade, esse
segundo estágio e a segunda adivertência que Deus nos faz, está lá no capítulo
3 de ebreus do versículo 7 até o capítulo 4 versículo 13,
mas o versículo principal é o versículo 12 do capítulo 3, ebreus doze, ebreus
trezentos doze, tem de cuidado irmãos, jamais aconteça a ver em vosso perverse o
coração de incredulidade que usa fácil de Deus vivo, assim como na primeira
adivertência, esta aqui também tem como quando de fundo a história de Israel, mas
aí é o contraste entre a peregrinação do povo, no deserto, e o fato de eles
não terem alcançado o descanso, em contraste com o descanso que nós temos em Cristo,
o povo de Israel não alcançou o descanso que Deus havia prometido, não alcançou
a terra prometida por causa da sua incredulidade, nós podemos achar o descanso
em Cristo, mas da mesma forma, desde que não existem nós a incredulidade, por
exemplo, para no capítulo 11 versículo 29 de Mateus, o Senhor nos diz que nós
só vamos achar descanso para as nossas almas se formos mansos e humildes como
N.E., às vezes nós recebemos a frontas, somos vítimas de injustiça, no
trabalho, no trânsito, em casa, na igreja, enfim, em vários lugares, de acordo com
esse texto de Mateus, só quando nós nos humilharmos, ainda que tendo razão, é que nós vamos achar
o descanso, assim, sendo mans e humildes como Senhor, que também foi justiçado, nós vamos
achar descanso para as nossas almas, mas por quem então que quando injustiçados, quando
somos afrontados, nós ficamos com ira, ficamos, e por muito tempo, no sentido pesados,
não conseguimos falar com aquela pessoa, buscamos alguma forma de mostrar que nós estamos
com razão, isso faça o que é a nossa alma, fique agitada, não consegue ter descanso.
Por que que nós não alcançamos descanso? Por causa da incredulidade, porque nós não
cremos na palavra do Senhor que diz que, se nós nos humilharmos, nós vamos achar descanso.
De certa vez, eu estava no trabalho e a função que eu tenho lá envolve o atendimento
de demandas de outras áreas da mesma empresa, então determinados projetos tem que passar
pela área que eu trabalho, senão eles não vão adiante, então é comum que as pessoas
entreguem lá os outras áreas e peça uma resposta muito rápido, e uma vez numa sexta-feira
a seis da tarde alguém deixou um pedido desse, na segunda-feira, quando eu já tinha deixado
aquilo de lado para ver na segunda-feira, quando eu cheguei, já tinha um recado lá que
ele havia telefonado para saber se tinha atendido aquele pedido, tinha analisado aquele
caso, e logo depois de telefonar de novo, e quando ele ligou pela segunda-feira, aí o velho
adonce manifestou, e eu disse, olha, você fica aí no seu lugar que eu vou analisar
aqui, em toda calma, em todo o tempo que eu tenho, e realmente falei, firme, duro com aquele
rapáscoo, aquele colégio de trabalho, e eles não tá bom, tá bom, eu só queria se
já deixava pronto e desligou assim, mas tão logo, desliguei o telefone e veio aquele
peso, né, veio o peso, o espírito lá dentro se sentiu incomodado, e aí eu me lembrei
desse texto, e eles bom, eu não posso, eu não posso deixar assim, e se eu deixar passar,
vai passar, e o senhor faz as coisas todas corretas, porque me colocou no desce mandar, ele trabalha
no terceiro, então eu tive que descer sete andares, e fui lá, num andar aberto assim,
de todo mundo via, pedir perdão para aquele rapáscoo, e ele quando me viu ficou assustado,
respondo, certo, ele vai agora, vai completar o que ele começou para o telefone, mas eu
fiz questão de chegar e bem alto, pedir perdão para ele, e tudo mais, e ele concedeu perdão
e ficou alegre, só lembre de desculpa, você pode analisar com calma, enfim, mas o fato
é que quando eu me virei para sair, eu pude experimentar o descanso do senhor, esse descanso
que Mateus 11 e 29 fala, agora a pena que nem sempre eu lembro desse texto, muitas vezes
a minha atitude é de incrível idade, quanto a esse enquanto há outros textos, isso também
pode acontecer na nossa vida, mais uma vez, se nós fomos olhar o encontro de Satanás com
Adam e Eva, nós vamos ver também a incredulidade, primeiro ele tratou de desviar os olhos,
de Adam e Eva, da palavra do senhor, da aliança que ele tinha com o senhor, daquela necessidade
de obedecer de forma simples, sem questionamento opcione, tinha falado, feito isso ele foi
para o segundo passo e jogou a dúvida, ele perguntava, será que foi assim mesmo que o senhor
falou, depois disse, não, não foi assim, na verdade, Deus sabe que se vocês cumerem
daquele fruto, vocês vão ter todo conhecimento e poder, foi ele, foi Satanás que colocou
a dúvida, e Adam e Eva deram ouvidos e demonstraram a sua incredulidade, de que forma, porque
não obedeceram a palavra, crer irmãos, não é um estado mental em que nós aceitamos
determinadas teorias ou afirmações, esse tipo de crença até os demônios tem, a palavra
diz que os demônios creem e tremem, porque sabem que Deus existe e sabem qual vai ser
o seu futuro, mas mesmo assim eles ajam deliberadamente contra a vontade do pai, então o crere
que a vibra nos manda a ter é um crere ativo, um crere que é representado por ações
concretas, crere significa para nós aceitar
algo como verdade e ordenar os nossos atos de acordo com essa verdade. Deus
criou o homem diferente dos anjos, do que se refere a conhecimento e poder. Os
anjos, quando foram criados por Deus, tinham um pleno conhecimento de toda a
realidade espiritual e receberam o poder do Senhor. Mas quando, mesmo assim, nós
sabemos que Lucifer caiu e levou o boa parte dos anjos com ele. Mas quando Deus
criou o homem, ele fez diferente. Ele fez o homem com um pouco conhecimento e
com pouca responsabilidade, no início aparentemente, porque ele disse pro homem. Qual era
ordem de Deus pro homem, crescer e multiplicar e dominar sobre toda a
criação? E o que que era pecado pro homem era tomar e comer do fruto da árvore do
conhecimento do bem-mão? Esse era o conhecimento que o homem tinha e o pecado se
resumia aquela simples atitude. Mas será que Deus permanecer, será que o homem
permaneceria nesse estágio para sempre? Claro que não. Na verdade, a medida que o
homem fosse tendo comunhão com Deus, ele receberia de Deus o conhecimento do
próprio Deus de todas as coisas. Porque era propósito de Deus que o homem fosse
seu filho e compartilhasse de todas as coisas que Deus havia feito. Como é que ele
podia deixar o homem a parte disso? Não podia. O que Deus queria é que o homem
conhecesse todas as coisas em completa submissão a Ele, dependendo dele. Da mesma
forma o poder que Deus havia dado o homem para dominar sobre a criação deveria
ser exercido pelo homem em completa submissão a Deus. Então, quando Satanás chega e
oferece para o homem árvore do conhecimento do bem-mão, ele estava oferecendo
para o homem conhecimento e poder, mas na verdade isso significava a separação de
Deus. E o homem então foi levado a duvidade Deus, tentado pela oportunidade de
conhecer o bem-mão de forma independente. E com isso, ele teria o poder, as
condições de dominar e de guiar a sua própria vida, sem Deus. Na verdade, essa é a
raiz da incredulidade, conhecimento e poder. Se eu posso ter o conhecimento de
forma independente de Deus, então eu posso guiar a minha própria vida e decidir os
meus passos, conforme esse conhecimento, essa é lógica do pecado. E não só
quantos incrédios quanto a nós também. Então, se a vontade de Deus é muito
incisiva e me pede algo, talvez o problema seja de interpretação da palavra,
pra quem fez seminário, né, Moisés, é uma questão de hermenêutica. Tem que
interpretar a palavra de Deus. Muitas vezes nós fazemos isso. E a nossa mente
trabalha, para achar explicações, para o fato de que as minhas ações não
correspondem aquilo que eu afiro o creiro. Muitas vezes eu me pergunto por que que
aqueles sinais lá de Mateus 28, que devem acompanhar os disciples de Jesus, são
tão raros na minha vida e muitas vezes no meio da igreja. Talvez porque a minha
incredulidade na palavra de Deus, como um todo, seja um impecil a plena manifestação
do Poder de Deus. A gente fica arranjando explicações. Bom, a palavra
diz isso para os émas, quem sabe? Se nós não cremos totalmente na palavra,
isso não se traduzem coisas práticas à nossa vida, Deus finge impedido de
agir com o Poder. Quando nós estamos doentes, por exemplo, todos
não exemplos aqui nós, quando nós estamos doentes, qual é a nossa primeira
identidade? Ah, eu vou tomar um remédio e não há nenhum pecado em se usar de um
remédio, o simples fato de usar um medicamento, mas o que preocupa é o fato de
que isso se torna muitas vezes uma atitude normal e não gera em nós pelo menos um
questionamento, uma inquietação. Por que que Deus não me cura sem um remédio?
Quando nós estamos diante de uma dificuldade a nossa reação é fazer algo para
que esse problema deixe desistir. Isso inclui muitas vezes pedir a Deus que a
fácil problema. Mas Deus nos deu o seu espírito e uma das manifestações de
espírito é que nós possamos discernir os espíritos. Quantas vezes nós somos
oprimidos pelo inimigo? Por que esquecemos de buscar o espírito santo a direção para
a gira e a esfera adequada? A nossa racionalidade muitas vezes nos impede de
ver ou ao menos considerar a possibilidade de atuação concreta e hostil
do poder das trevas na nossa vida diária, é outro exemplo de incredulidade.
Muitos dos desentendimentos familiares que nós temos, mal entendidos, outras
coisas que acontecem na nossa vida e até mesmo em firmidades são originadas do
enxerno para atacar os nossos sentimentos, para atacar nossa mente, porque o que o
diabo quer, a verdade, é a nossa vontade. Quando ele consegue atacar os nossos
sentimentos a nossa mente, ele tem maior possibilidade de chegar a nossa vontade
e aí nós pecamos. Mas tudo isso porque nós somos incrédulos a palavra de Deus
que afirma que a nossa casa, a nossa luta, não é contra carne e sangue, mas
cinquenta potestades e principados nas regiões celestais. Se nós formos buscar na
palavra de Deus e colocar a palavra de Deus na prática da nossa vida, nós vamos
ver que as coisas mudam. Mas se ao contrário nós começamos a explicar a
palavra de Deus e explicar por que a nossa vida diária não corresponde aquilo que
nós dizemos que cremos, então nós estamos na verdade praticando essa
atitude de incrível idade e o próximo caminho é apostasia. É fácil entender
porque apostasia ou abandono da fé é o passo seguinte, porque se eu não vivo
de acordo com aquilo que eu digo o creiro, então aquilo que eu creio não tem valor
nenhum e a melhor que é o abandono.
Vamos lembrar o que nós teremos no início. Deus está abalando uma vez mais
nesses dias do fim, selas e até. Isso começa pelo seu próprio povo, pela minha
vida, pela tua vida, pela nossa vida como igreja e vida individual. E o objetivo
disso de Deus estar abalando tudo é a remoção de tudo aquilo que não
provém de Cristo, de tudo aquilo que é abalável e para que fique apenas o que
é inabalável. E nesse capítulo 12 de abril, depois dessa expressão, o autor do
livro termina com aquela frase que nós conhecemos bem que diz que o nosso Deus
é fogo consumidor, lá em Lucas 3 17, nós vamos descobrir essa mesma
profecia dita por João Batista. Ali ele se refere ao Senhor Jesus como tendo uma
pa que vai limpar a sua heira. Alguém comentando o que era o Leon Livro no
Recordo, o que era a heira? Quando depois da coleta do Trigo, aqueles grãos eram
colocados ainda com casca no lugar aberto e eles eram secados pelo Sol. Mas depois
era preciso separar a casca do grão e isso era feito na heira, havia aquele monte
de Trigo que tinha ficado secando e depois de um tempo secando a casca se
soltava do grão e a pessoa o trabalhador vinha com a pa e jogava empunhado da
quele Trigo contra o vento. Como a casca já estava solta, o vento empurrava a casca
no lado e o grão cair pro outro e assim a separando o grão na casca. Depois o grão de
Trigo era levado pro celeiro e a casca era queimado. Enquanto aquele grão de
Trigo não era mexido, aquela montanha não era abalada pela pa, não era possível
separar a paira do grão e por tanto não era possível alguém aproveitar aquele
grão pra fazer o pão. E da mesma forma a pália não poderia ser guardada e
aproveitada, ou melhor o grão e enquanto que a pália era levada por forro.
Interessante que esses dois elementos na palavras, eles estão sempre ligados a
purificação ou santificação e como não há como chegar-se a Deus sem
santificação, nós devemos passar por eles. E muitos de nós já passaram por
situações assim ou talvez estejam passando por situações assim. Quantas vezes
nos sentimos sendo abalados por Deus, mexidos de um lado pro outro, até que aquilo
que não provende Deus seja separado, Deus quer fazer isso na nossa vida, quer
separar o grão da pália, aquilo que não presta. Quantas vezes nós nos sentimos
passando pelo meio do fogo, mas ao final só fica aquilo que realmente vem do
Senhor. Quere evitar, evitar situações assim ou querer abrandar esse período,
é impedir que Deus nos trate pra completa a santificação, pra crescimento, mas
infelizmente muitas vezes agir nos assim. Embora essa profecia do capítulo 12
26 e que Deus uma vez. mais vai abalar todas as coisas, ela se aplique à vida particular de cada um, ela está se
refirindo também a eventos mundiais e começam pela casa de Deus e vão atingir toda a humanidade.
Agora, nós não precisamos esperar por esses eventos, nós não precisamos esperar que o mundo
seja abalada e passe pelo fogo para sermos santificados e enriquecidos e crescer no Senhor.
Nós podemos na nossa vida com o Senhor passar por esses momentos e realmente sermos enriquecidos e
crescer e sermos santificados. Hoje, o Senhor está nos chamando para que nós nos coloquemos
diante do seu altar a fim de que a sua luz ilumine e que nós sejam os tratados e disciplinados por
ele, como filhos, porque ele nos ama. Se o Senhor nos faz essas adivertências no livro de Abreus
e ele tem falado com a igreja em diversos lugares, eu estive agora quase um mês fora daqui,
estive notacidade e pude congregar com os irmãos lá e as mesmas coisas que o Senhor está falando aqui
está falando lá e falando em outros lugares. Deus está chamando a atenção da sua igreja,
nós precisamos ter uma vida, atenta a vontade de Deus, atenta a sua palavra, não andar de forma
descuidada, nós precisamos crer na palavra de Deus, mesmo no meio da aprovação, porque Deus quer
separar tudo aquilo que é do homem, tudo aquilo que é do mundo, daquilo que realmente nasceu
no seu coração. Nós estamos nessa posição hoje, nós temos essa escolha hoje, se nós seguimos aquilo
que Deus está pedindo de nós, nós vamos ficar firmes, nós vamos nos apegar a sua palavra e vamos
permanecer firmes. Teressante que todas essas adivertências que o Senhor faz no livro de Abreus
são acompanhadas também por atitudes que nós devemos ter para evitar-las ou para sair delas.
Em todas está presente o arrependimento, o que o arrependimento é a mudança de atitude,
mas a nova atitude que o Senhor nos pede contra o descuido é apegarmos firmemente as verdades
ouvidas, as verdades simples de Evangelho, aquilo que nós ouvimos aqui, talvez muitas vezes dizemos,
vamos já ouvir tantas vezes essa palavra, já sei isso de cores salteadas, mas será que a minha
vida diária prática realmente está, a pista está acontecendo? Quanto a incredulidade nós devemos
ouvir a voz do Senhor e não endurecer o coração, quando endurecemos o coração procuramos uma explicação para
estar nos agentes de outra forma, mas se cremos um Senhor, o nosso coração é quebrantado e nós vamos
viver da forma como Deus quer, e nós o Senhor está nos chamando hoje para viver assim, ele tem alertado a sua
igreja, ele tem alertado a cano de nós para viver dessa forma e nós devemos realmente estar diante do
Senhor analisando a nossa vida, deixando que o Espírito ilumina a nossa vida para ver se nós temos andado
assim de forma descuidada, se nós temos experimentado a incredulidade, talvez já estamos a ponto de abandonar a fé, mas o Senhor quer
nos chamar, ele está alertando para nos chamar e para nos trazer para junto dele, façamos isso irmãos, porque o dia do
Senhor se aproxima e o Senhor não nos destinou para ir, mas para a salvação em Cristo Jesus.
Sim, eu não achei agradecemos porque tu é um Deus amoroso, misericordioso, tu nos livraste da morte, tu
nos livraste do pecado e tu nos destes salvação plena em Cristo Jesus. Obrigado, pai, porque tu continuas
nos chamando para junto de tito, continuas nos alertando, Senhor, o risco de vivermos separados de tito, e hoje nós queremos
dizer que mais uma vez nos arrependemos, Senhor, de um viver descuidado, um descaso quando a tua palavra, que é uma
demonstração de incredulidade, Senhor, porque se nos apegarmos a tua palavra e vivermos dessa forma, vamos
experimentar essa plena salvação que tu já nos desce em Cristo, pai. Senhor, perdoa-nos, Senhor, e dá nos graças, Senhor, para vivermos de uma
maneira diferente, Senhor. E se temos vivido assim até hoje, Senhor, fortalece a nossa fé, Senhor,
fortalece a nossa fé para que continuemos assim até o dia em que tu vieres nos buscar, Senhor. Se eu
nós sabemos que o mundo já é numa líquido, Senhor, mas todos aqueles que tu tem chamado e separado, são
teu Senhor, nós não queremos nos perder, Senhor. Guarda a nossa vida, Senhor, fortalece a fé que tu colocasse
nós, para que a tua vontade se compra, Senhor, para que a tua salvação se complete, Senhor, em nome de Jesus.
Podcast Summary
Key Points:
A salvação é apresentada como um evento imediato no espírito, mas também como um processo contínuo de santificação que se completa na presença de Deus.
O livro de Hebreus alerta contra cinco estágios de afastamento
O descuido com a Palavra e a falta de vigilância são o primeiro passo para o afastamento espiritual, comparado a um barco à deriva.
A incredulidade, segundo o texto, surge quando se duvida da Palavra de Deus e se busca independência Dele, como ocorreu com Adão e Eva.
A mensagem enfatiza a necessidade de se apegar firmemente às verdades simples do Evangelho e de praticar a obediência diária.
Deus usa provações e abalos para separar o que é Dele do que é humano, purificando e santificando os crentes.
O arrependimento e a mudança de atitude são essenciais para evitar o retrocesso e crescer na fé.
Summary:
A mensagem aborda a natureza da salvação cristã, explicando que ela é tanto imediata quanto processual. Quando uma pessoa entrega sua vida a Cristo, a vida de Deus entra em seu espírito, permitindo comunhão imediata com o Pai. No entanto, a salvação completa, incluindo a redenção do corpo, só ocorrerá na presença do Senhor.
Entre esses dois momentos, há um processo de santificação que envolve a alma — sentimentos, mente e vontade — que precisam ser libertos do pecado. O pregador usa Hebreus 12 e Filipenses 3 para destacar a importância de perseverar e crescer, alertando contra o retrocesso espiritual. Ele descreve cinco estágios de afastamento descritos em Hebreus: descuido, incredulidade, apostasia, pecado voluntário e rejeição a Deus.
O foco principal está nos dois primeiros: o descuido, que é uma atitude desatenta em relação à vontade de Deus, e a incredulidade, que surge quando se duvida da Palavra e se busca autonomia. Exemplos práticos, como a história de Adão e Eva e experiências pessoais, ilustram como esses estágios se manifestam. A mensagem conclui que Deus abala nossas vidas para separar o que é Dele do que é humano, e nos chama ao arrependimento, à obediência simples e à vigilância constante para permanecermos firmes até o fim.
FAQs
A salvação é imediata em relação ao espírito, pois recebemos a vida de Deus ao entregar nossa vida a Cristo. Mas é um processo em relação à alma, que precisa ser santificada e crescer até estarmos na presença do Senhor.
Significa que, embora o espírito seja salvo imediatamente, nossa alma (sentimentos, mente e vontade) precisa ser libertada do pecado diariamente. Isso é o crescimento espiritual, que nos leva à maturidade e à plena salvação.
As cinco advertências são: descuido com a palavra de Deus, incredulidade, apostasia (abandono da fé), pecado voluntário e rejeição ou indiferença a Deus. Elas representam etapas progressivas de afastamento.
Devemos nos apegar firmemente às verdades do evangelho, praticando a palavra diariamente, com oração, louvor e adoração. Isso nos mantém sensíveis ao Espírito e nos guarda dos ataques do inimigo.
Incredulidade é não viver de acordo com o que dizemos crer, duvidando da palavra de Deus e buscando explicações racionais para desobedecer. Isso impede a ação de Deus e leva ao afastamento.
O descuido leva à incredulidade, que enfraquece a fé e pode resultar no abandono da fé (apostasia). Se não vivemos o que cremos, nossa fé perde o valor e nos afastamos de Deus.
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