Go back

Interesse do STF nas eleições revela luta por poder

49m 51s

Interesse do STF nas eleições revela luta por poder

O programa aborda o impacto político da abertura de um terceiro inquérito contra Lulinha, filho do presidente Lula, pela Polícia Federal, por suspeita de tráfico de influência. Os participantes destacam que, embora a presunção de inocência deva prevalecer, o caso já causou danos eleitorais e revela tensões institucionais entre o STF e a PF, com acusações de manobras para atrasar ou direcionar as investigações. Há suspeitas de que setores do judiciário e da PF possam influenciar as eleições, especialmente em relação à campanha de Flávio Bolsonaro, que enfrenta dificuldades para fechar alianças partidárias e definir seu vice, devido ao medo de retaliações e à cristalização do cenário político. As pesquisas mostram Lula como candidato sólido, mas com aprovação limitada, enquanto qualquer oponente no segundo turno teria desempenho semelhante, o que centraliza a análise em como Lula administrará sua campanha. As investigações contra Lulinha envolvem supostas atuações em esquemas de cannabis medicinal e contratos com a Dataprev, com a defesa negando as acusações e pedindo apuração de vazamentos de dados pessoais, possivelmente ligados à oposição. O programa também discute a estratégia de Flávio Bolsonaro para ampliar sua base, focando em segurança pública e mensagens para mulheres e jovens, enquanto Lula sinaliza uma postura mais agressiva na campanha. A análise geral aponta para um cenário eleitoral incerto, marcado por desconfianças institucionais e pela busca de vantagens políticas em meio a investigações sensíveis.

Transcription

7360 Words, 42569 Characters

Portuguese
[Música] Boa noite, esta é a Sinene Brasil, este é o W. A todos vale a presução de nocência, por isso que não se pode tratar a lulinha, o filho do presidente Lula, ou qualquer outra pessoa, como culpado, como culpado, até que seja investigado, caso necessário, julgado, eventualmente condenado. No ponto de vista político, porém, na abertura de um terceiro inquérito pela Polícia Federal, contra o filho do presidente, por suspeita de tráfico de influência, já causou considerável a bala político. Não é só a questão eleitoral, isso aí é pra lá de óbvio, que é uma posição, ganha a munição contra o presidente, ainda mais no ambiente tão carregado e que vai piorar. As eleições estão aí há dois meses de distância a partir de hoje. É a questão do funcionamento de as instituições de Estado, é isso que está em jogo agora. No caso dos inquéritos envolver no lulinha, o que veio à público, até aqui, e isto são trás, alus, claras manobras, pra alterar a condição das investigações, o que até agora se percebe. Leia-se mover peças dentro da Polícia Federal. Quem moveria as peças? Por onde passaria este movimento? Pelo supremo, por onde podia ser. O exército no supremo que se concentra hoje não só as investigações dos principais escândalos do país. E um dos personagens e um desses escândalos do tal careca do NFCS é que surge com insistência numa espécie de triangulação envolvendo o lulinha e a empresária amiga, segundo as investigações até aqui. Dá a Polícia Federal. O interesse do supremo, nisso tudo é político. Uma das alas da corte tem enorme a preenção com as eleições. Portanto, com tudo que possa influir de alguma maneira nessa decisão. Como o nome do filho do presidente. E qual o interesse do STF nas eleições? A sobrevivência do grupo hoje dominante. No WWW de hoje, vamos falar também de Flávio Bolsonaro, correndo contra o tempo para definir sua chapa e das eleições, a minha santa-nomia cheia na reforma tributária. Vamos antes aos participantes da roda nesse momento. Quero agradecer a presença aqui de Rafael Favette, advogado cientista político, só se dar fato inteligência política. Favette, boa noite, obrigado. -Banuete, uma alegria está aqui com vocês hoje? -Dani, ao ritmo, boa noite. -Tai, Zeréria, boa noite, tá isso? -Direto dora, agar. -Vou ter de fé. -Direto dora, agar. -Buenos aires e dora, agar. -Time completo, assim por orgulho pra mim. Vamos lá, Flávio Bolsonaro corre contra o tempo pra definir quem ocupa a vice de chapa e rompe o isolamento político da candidatura dele até aqui, pelo menos em relação aos partidos do central. O PL, o partido dele ainda tenta uma última cartada com o Podemos de Renata Abreu e o republicano de Marcos Pereira, que até agora tendem também a neutralidade detalhes com a Reporte Lucia na Maral de Brasília. -Além de ampliar a base de apoio, a estratégia de Flávio Bolsonaro busca garantir mais tempo de propaganda no rádio na TV, mas o prazer curto. Qualquer acordo precisa ser fechado até a próxima quarta-feira da tallymite do calendário eleitoral. Nesta segunda-feira, Flávio intensificou as negociações com o republicanos que têm seus quadros a senadora da Mariz Alves e Daniela Marx, coordenadora de propostas econômicas do senador. Mas a ex-presidente da caixa não é próxima do presidente do partido, Marcos Pereira. A convenção nacional do republicano se acontece nesta terça, com boa parte dos diretórios estaduais da legenda defendendo a neutralidade na disputa presidencial. Se também não conseguir reverter a negativa do PP de 13 Cristina, Flávio vai ter de recorrer a uma chapa pura do PL. O som inicial da campanha-busonarista era formar uma coalização como a de tarsiz de fritas em São Paulo, onde o palanque do governador reuniu 12 partidos. Sem conseguir repetir o modelo, Flávio busca herdar parte do capital político do aliado no maior colégio leitoral do país. O filho do ex-presidente, já irbulsonar, tem priorizado fala sobre segurança pública, levantando pauta sobre maioridade penal e castração química. E passou a investir em mensagens voltadas a mulheres, jovens e pessoas de baixa renda. Seguimentos em que a campanha enxerga a maior espaço para reduzir a vantagem de Lula. Nós temos mais de 10 milhões de mulheres empreendedores. No meu som é fazer com que o estatão brasileiro dependa cada vez menos de político para ter que levar dignidade para vender casa. Enquanto isso, Lula já dá sinais do perfil Lula Porreta, como disse que faria para a campanha. Na convenção do PT no final do semana, o presidente defendeu mudanças no funcionamento das imendas. Por enxergar uma presidência enfraquecida perante com o Greco. A minha quarta presidência é para mudar muita coisa nesse país. E vai ter briga, mas tem briga com medo de parlamentar. Vai ter briga com papel que hoje tem o poder legitivo. Vamos voltar a focar um pouco a nossa atenção no Flávio, que é a questão de Lula pelo menos de ponto de vista formal, faverte, clara e definida. Ele não tem, vamos dizer, agora é questão da luta eleitoral dele. Por isso que eu estou focando no Flávio porque há indecisões, ou decisões da serem tomadas aí e significativas. Essa, digamos, falta dessas decisões. Você vê um reflexo disso nas pesquisas ou aparentemente não afeta. Não aparentemente a afetação é que o mercado da política, os políticos, os dirigentes de partido, eles têm as pesquisas como se fosse uma pesquisa própria para dar o apoio político. Eu não tenho dúvida. Eu acho que ninguém tem na bancada que se o Flávio tivesse pontoando 80% e ter partido brigando que ele entra. Não quer se desviar. Mas essa ainda, uma eleição muito cristalizada, é muito difícil, faz com que suja o problema a qual assiste Brasil. Que foi quem pensou esse sistema partidário brasileiro nacionalizado? Isso é. Não temos no Brasil partidos regionais. Nós não temos no Brasil partidos locais. A Argentina tem Estados Unidos, tem Estados Unidos, tem dois partidos nacionales, tem quase uma centena de partidos menores subnacionais. Os partidos no Brasil, William, eles têm que ser nacional. E aí você tem, como é que o republicano de Silvio Costa Filho do Pernambuco, que é, enfim, alinhado com o governo Lula, vai aceitar o partido lá de Pernambuco, republicans, vai aceitar uma alhança com o Flávio Bolsonaro e vai acertar o colocando vizio. Olha a dificuldade que é. E porquanto essa falta de certeza, se Flávio vai ganhar ou não, faz com que os partidos normalmente deixam que a grita do regional fale mais alto e todo mundo polifora. É o caso do P.P. com o União, o P.P. União, ele tem gente tanto lulista, quanto um bolsonarista. Como é que você vai chegar para um partido desse? Mas assim, vamos escolher entre Lula e Bolsonaro. Aliás, eu tenho a minha desconfiança o próprio PSD, que tem candidato próprio. Escolher um candidato próprio justamente para não ter que escolher entre Flávio e Lula, que é o que está, enfim, pegando. E hoje muito mais para Flávio, como você bem disse, porque Lula já tem o PSB de bola com ele. Mas olha a diferença de tamanho do PSB de bola. Tava amanhã na câmera dos deputados, que fica bem claro. Olha a diferença de tamanho do PSB de bola, com o republicans, com o P.P. União, a diferença estrandosa. Portanto, esses partidos que têm mais peso mesmo que precisam fazer bancada, é bom repetir. E precisam fazer bancada. Tem muito mais no primeiro turno, um olhar para as eleições proporcionais, que aquela, basicamente, para a Câmara Federal, para deputado Federal, do que colocar o Vísse e etc. E, por fim, Flávio evidentemente carrega. Flávio é meio co-divante da sua própria campanha, mas ele carrega aquele medo do seu pai, que é o Vísseo, ser muito articulado, porque a história brasileira tem dois impítimos aí, no período relativamente recente da República brasileira. Vete, você está descrevendo um panorama geral da política, tal como ela é, a sua menção PSD nesse caso é muito ilustrativa, porque ela tem o partido, tem candidato próprio, liberou os diretórios regionais para poearem, quem niscizerem. E o que supõe que talvez não apoie nem o próprio candidato. Mas enfim, é o político do jeito que ela é no Brasil. Agora, Daniel tem uma expressão usada pelo Favete, aí que me chamou a ascensão, e descreveu o Flávio como quadr juvante da própria campanha. Estamos sem o áudio do Daniel, pelo menos aqui no estúdio, ou lá no mundo lá fora, temos o áudio do Daniel. Ninguém está ouvindo o Daniel. Vou passar por cá, e depois aí o pessoal resolve ter o nosso problema, a perdoio. O nosso problema, nós queremos ouvir o Daniel. - Ai. - William, essa definição do centrão de não-definição, eu acho que tem dois fatores principais. O primeiro é a cristaliza consolida essa ideia, e a jada política brasileira, de que o Congresso Nacional pode ir leslatir, o etão mais fótico, poder executivo, o loga melhor investir o dinheiro do fundo eleitoral, do fundo partidário nas campanhas para deputados e senadores, para formar grandes bancadas, porque é o Congresso Nacional que hoje tem mais poder de agenda até do que o presente da República e grande controle de recursos federais. Então, não precisa estar num governo federal, pode compô de pôr de alguma maneira. E segundo ponto, isso a gente tem ouvido bastante a forma como setores do judiciário da Polis Federal atuaram e operaram e sinalizaram que seria melhor esses partidos do centrão que são investigados principalmente no caso massa, e não aderirem a campanha do Flávio Bolsonaro. Então, a gente pode, por aí, o fator mido, é mido de uma retaliação de setores do Supremo, de setores da Polis Federal, como outro fator, que foi sim importante para o Flávio Partia para uma chapa por sangue de P.L. P.L. - E a logando direto com o público, você notou? - Eu não sabia, esqueceu da gente. - Foco na câmera, foi trabalho. - É, mas não é certo, eu não. - Eu não sou uma olhe para te ir. - É verdade. Isso é para você relaxar um pouquinho. Vamos voltar, Daniel, estamos com você de volta ao papo. - Estabelescido. Que bom, que bom. Daniel, a questão que o Caio está trazendo para nós, estava fazendo brincadeira com a gente que colégamos muitos anos. A brincadeira que estava fazendo com ele vem em cima de uma coisa que ele disse que é muito perigosa. Que é a ideia de que instituições de Estado possam de alguma forma estar engajadas num tipo de resultado, as 6, esperado, Daniel. - E nada tem evidenciado tanto essa desconfiança, essa atenção, quanto o que você mencionou no seu abre, o William, que é o caso dos inquéritos contra a do linha. Por quê? Existe uma desconfiança no supremo, mas principalmente ali no gabinete de André Mendonça de que a Polícia Federal tirou o corpo. Está fazendo o corpo mole. Então, por exemplo, em abril, foi transmitido ali um relatório pro gabinete de André Mendonça, que a Polícia Federal deixa a clara, olha, pelo andamento aqui, do que eu tenho aqui, de celulares, material periciado, e a quantidade de homens hora que eu precisaria para distrinchar todo esse trabalho só vai ficar pronto no ano que vem. E aí é um caso que a fé está muito, tem muito potencial de afetar as eleições, porque o do linha tá no imaginário popular, olha, duas décadas atrás, no linha era no imaginário popular, aquele que tinha fazendo no pará condaniel dantas, que tinha uma Ferrari de ouro, quem não se lembra dessa desbóato, né? Então, ele tem o potencial, um passivo imenso para o presidente, tendo um esqueleto normal, ou não tendo, já tá no imaginário popular. E André Mendonça ficou muito insatisfeito ali com algumas decisões como de trocar a coordenação dos inquéritos, mudar seguidamente os delegados responsáveis. Na Polícia Federal, pelo contrário, tem uma desconfiança de que André Mendonça tá tentando força barra, de que tá ali tentando se miscui em pontos que fogem, que afetam a autonomia da Polícia Federal e fogem do que o Supremo poderia monitorar. Muita desconfiança entre as duas instituições, porque ambas sabem o potencial explosivo do que a Lulinha. Nós temos hoje um problema que a hoje saco dia, né? Nós vamos pegar um bloco inteiro, só para isso, para você já adiantou, mas tem pressão que se usou isso como spoiler. Tem um pedaço só de Lulinha hoje. Tem, claro, é um portanto. Eu achava que a gente ia já nesse bloco. Não, eu tô entendendo a sua aâncias. Deixa eu falar logo antes que acabe o programa. Não, não, não, gente, vai voltar a esse assunto. É uma coisa que a gente vai ter enorme relevância para o que a gente começou tratando, que é o panorama um pouco mais aberto das eleições. Eu não estou deixando o Lulinha ali lá do no contrário. Depois do intervalo comercial, a gente tem um segmento gordo do programa dedicado só a esse assunto. E é isso que você tá dizendo. Você ligou uma coisa quais, Daniel? A questão da como que as instituições de estado agem e em função das eleições, o peso de Lulinha está a questão da campanha do Flávio Bolsonaro. Em que medida, diante do cenário econômico, todo mundo antecipa para 2017, as indecisões de Flávio Bolsonaro hoje são peso para ele. William, na medida em que a campanha do presidente Lula também não diz como vai fazer, e é ele que tá no governo, portanto ele que tá criando a própria erança que o seu próximo mandato ou o próximo governo vai gerir. Ele acaba ganhando, porque o Lula tá sem arsenal. Ele gastou todo o arsenal de novidades de política pública. Ele gastou nesse pacotão de bondades. Qual é o arsenal, qual é a proposta que a gente ouviu o Lula de qualquer coisa diferente na economia a partir de 2017? O que a gente está ouvindo é o contrário. O ministro da Fazenda da Rio do Uruguês está fazendo enquanto direto aqui na Fari Alimã para tentar dar sinalizações ali de um ajuste até algumas indicações de uma outra medida, o mercado acredita pouco, até porque como assim, porque vocês não fizeram ainda, porque deixou a situação chegar onde tá. Então eu tô trazendo aqui o que tá fazendo a campanha do Lula, porque isso acaba tirando do Flávio Bolsonaro a importância dele dizer o que ele vai fazer. Adaniella Marques, que tem sido apontada aí como a porta-vós da economia, ela tem dado entrevistas, hoje deu entrevista aos nossos colegas na Globo Unios, até sinalizou um pouco algumas coisas que ela pode fazer. Ela, portanto, trabalha dela tá menos difícil, vamos dizer assim. E o empresário, a turma do mercado financeiro, então já não tá mais dando bola, porque já entendeu que isso não vai aparecer. Então, do ponto de vista da política econômica, a esperada de cada governo, isso não tem a infraquecer nenhum dos candidatos, porque ambos estão com a vantagem, vamos dizer assim, de todo mundo já entendeu que ninguém vai tratar dos temas espinhosos antes de eleição. - Favete, tem uns espinhosos para a linha de eleição, tá claro. A gente não tem muitas ilusões na nossa altura. Mas, Savete, eu queria ver a sua avaliação sobre os resultados, por exemplo, de pesquisas mais recentes, três mais recentes, como, sobretudo, né, que se hoje. Ela está dusem para você esse momento de decisão de uma campanha, eu estava no começo também te levando um pouquinho preciolado, querendo ver da sua posição como especialista, na lista profissional, o que elas estão dizendo para você nesse momento? - Ela dizem basicamente três coisas. A primeira delas é que Lula é um candidato independentemente do ano, posso 89, é um candidato que pontua muito bem, e é o cara acervatido, mesmo com 94, 98, o Fernando Henrique ganha do dele duas vezes, na sequência, em primeiro turno, Lula ficou em segundo turno, e sempre colocou o PT no mínimo em segundo lugar. A segunda delas é que há uma certa entropia, entropia é que ele fenômeno da física, as coisas se gastam, e não voltam mais, isso é a segunda lei da termodinâmica. A uma certa entropia do PT com poder, isso é, o Lula apresentando números macroeconômicos, fora a dívida fiscal, mas número macroeconômicos, relativamente razoáveis, relação à PIB, massa salá-lo ampliada, controle da inflação, não consegue fazer uma aprovação muito grande, isso é um problema relativo para Lula vencer nessa situação. E a terceira coisa que diz, é que arregur, arregur, qualquer um que vai para o segundo turno, com Lula, pontua mais ou menos igual. Isso é, a medida está quem vai para o segundo turno, e nesse caso parece que Bolsonaro, Jair, é o dono do cofre, em que ele botar a mão, que ele botar bem, isso é quem vai. Porém, tirando esta questão de quem vai para o segundo turno, qualquer um que você coloca no segundo turno, pontua mais ou menos na margem, em um, nos a três, a quatro, até cinco pontos. Mesmo assim, sabe, você sabe, quando chegar a perda leição, isso vai ser cristalizado logo, logo, logo, logo. A grande questão é com Lula, e não a oposição, como Lula vai chegar aí nos dois turnos, isso é em outras palavras, sendo não só por serem com bente, o radar da análise está no desempenho de Lula, e não necessariamente da oposição, porque a preço de hoje é Flávio, quem vai ao segundo turno, e como eu já disse, se fosse outro, pontuaria mais ou menos igual, a Flávio ou a qualquer outro no segundo turno. - Pavete, quer ver começar por você, Rafael Favete, advogado, sentido, santo, sóço da fato, inteligência política, meu muito obrigado pela participação, boa noite, Vavete. Muito obrigado, forte abenço. - Daniel, Taí, Zika, a gente continua junto, se olha, polícia federal, pede abertura, de terceiro, e quédito contra a Lulinha, até já. [Música] Estamos voltando do intervalo, conosco agora no programa, a Advogada Luís Amorais, abreu Ferreira. Luís é professora-desireito penal da Fundação de Etúlio, Vargas, F.E.V. Luís, obrigado por estar conosco no Bono Aide. Bono Aide, William, é o que agradeço, bono Aide. A Polícia Federal pediu a abertura de um terceiro inquérito contra o filho do presidente Lululinho. O ministro Flávio Dino será o relator da investigação no STF, reportagem de taíça-medeiros. A corporação ainda não especificou o objeto da investigação. Na semana passada, o ministro André Mendon saltorizou a abertura de duas investigações contra a Fábio Luís Lula da Silva, Lululinha. O primeiro inquérito diz respeito a suposta atuação de Lulinha junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da presidência na tentativa de obter a val para comercialização de canábés medicinal no Brasil. O principal beneficiário desse esquema seria Antônio Carlos Camilo Antones, conhecido como careca do INSES. Ele é sócio de uma empresa voltada à comercialização do medicamento, chamada de "Rod Canabes". A segunda investigação contra o filho do presidente busca entender se ele agiu junto a data preve, a empresa de tecnologia e informação da previdência. A PFI suspeita que Lulinha tenha trocado favores no governo com um empresário do setor de tecnologia doido da Tree Extrrupture IT. Essa empresa tem quatro contratos vigentes com o governo Lula, com valor total de 55 milhões de reais. A defesa do filho do presidente Lula nega as acusações. Os advogados de Lulinha também pediram ao Ministério da Justiça e a Polícia Federal que aporem um suposto vazamento de dados pessoais do filho de Lula. A defesa ponta para a possibilidade dessas informações terem sido interessadas a campanha de Flávio Bolsonaro à presidência. Segundo o pedido, a oposição estaria a partir disso avaliando o melhor momento para aproveitar políticamente a divulgação das investigações. A defesa também critica falhas nos controles de acesso e de rastreabilidade sobre o material. E pede que haja uma busca e a preenção de renda restos pertinentes ao caso, visando a preenção de provas e dispositivos eletrônicos. Luís, vamos pegar um primeiro lugar aspecto da sua especialidade com a aspecto penal em relação ao personagem do qual nós estamos tratando que é o filho do presidente da República. Qual é a situação dele? Bem, ele agora é um investigado, portanto, ele vai ser alvo de apuração, de tanto dos dados que já possuem sobre ele, lembrando que já ouve no passado uma quebra de sigilo dos seus dados, a gente está na terceira investigação contra o filho do presidente Lula Lulinha. Então já ele já está pegando com ele uma investigação passada aí pelo menos desde o começo do ano onde ouve a primeira que é para de sigilo. Inclusive essa questão de ser um terceiro inquérito tem sido dito pela defesa como eles chamam de fishing expedition, ao nome inglês, para dizer que se está procurando, caçando, fazendo uma pescaria contra o Lulinha, como se não tivesse encontrado nada nas primeiras investigações e agora abrem uma terceira. Mas ele ainda é investigado, não é mais, portanto, ele está na condição de ainda investigado, objeto de apuração, não se tem ainda, nem o contorno de qual seria o eventual crime praticado, tem ali poteses, né, a polícia federal fala em tráfico de influência, fala em corrupção, mas ele ainda não foi, obviamente, denunciado num processo criminal contra ele, está nessa fase inicial de apuração. Lulinha é um personagem bastante antigo nesse tipo de noticiário, com que evidentemente com todos os cuidados que a gente toma aqui, eu pedia a Luisa que ela explicasse para a audiência afinal de contas em que pé a coisa está, Lulinha frequenta esse noticiário policial político, qualquer, pelo menos uns 15, quase 20 anos, revista veja, por exemplo, entrou-se Lulinha na luz sobre a qual ele voltou agora a aparecer, que simbulei-se. - Oatíssimo, bom primeiro, a começar, obviamente, ao filho do presidente, com mesmo apelido do presidente, então, isso numa campanha, tem uma potência grande de ser explorada, era um assunto que estava um pouco mais, não dizer escanteado, nada, sem fato, os novos, mais de 10 dias para cá, uma semana para cá, explodiu, voltou e voltou com força. É um tema que a oposição sempre explorou muito bem, quando o petismo enrasando mensalão, enrasando o petrolão, ficou um pouco neutralizado com o caso master, a partir das operações que o ciranoguer e do áudio do Flávio Bolsonaro, mas ele voltou. Hoje você tem já um terceiro pedido, uma terceira investigação, e o mais interessante nessa questão toda do Lulinha é ver a forma como o Supremo, parte do Supremo entra, e as informações que a gente tem está entrando, justamente para tentar ter algum tipo de controle sobre setores da polícia federal sobre essa investigação, que uma parte do Supremo considera que a polícia federal centra em cima desse caso, justamente para não atrapalhar a reeleição da presente lula. E outra a la acha que o Supremo, parte do Supremo, que centra em cima desse caso. Então, ele envolve mais o que Lulinha, ele envolve Supremo Tribunal Federal, envolve a aula do Supremo Tribunal Federal, que enxega essa eleição como uma sobrevivência política, porque se o Flávio ganha, eu já falei isso aqui, o Flávio Bolsonaro vai indicar quatro ministros do Supremo, e vai desequilibrar um jogo de forças interno. Então, tem essa questão também, ela transcende apenas a questão lula, PT, corrupção, Bolsonaroismo, ela joga tudo, todas essas questões de Supremo Tribunal Federal dentro. Portanto, em jogo as instituições, não só uma pessoa. É, então, aí a gente volta para um debate que deveria ser baselar no Brasil, como é que as instituições no Brasil estão funcionando diante de situações tão delicadas, sensíveis, não sensíveis politicamente. O envolvimento do Lulinha é esse. E se a gente for prestar atenção, tudo envolvendo as investigações e as suspeitas sobre o Lulinha, nunca fica tudo completamente transparente. Até pelo perfil dele, já foi embora para a Espanha, já não mora aqui, mas tudo fica, parece que a gente está sempre andando pelas bordas. A gente que eu digo o país e as instituições em geral, esses inquéritos mesmo, tem um pouco essa característica, como a Luisa disse, não está muito claro ainda. Qual é o objeto do crime, o de hoje, por exemplo, em datar sobre o Sejilo, a gente que conseguiu entender tráfico de influência, em que a área do governo, sobre o que, com o que é objetivo e tudo mais. Agora, o Ilhan de novo, essa história que o Caio traz aqui, dessa confusão, dessa mistura entre o que é o palácio do Planalto com a sua campanha, qual é o papel da Polícia Federal nessa história, como é que o STF entra, nicho e acaba fazendo parte dessa teia. Nada disso ajuda, LuLinha. Na nossa perspectiva, olhando-lilonde, a perspectiva deles parecei essencial que vocês façam, Daniel. Deixa eu reiterar o que eu estava querendo dizer e jogando com provocação para você. Aparentemente, a aula importante dentro do STF considera vital, que se de uma forma ou outra, se tormi as rédias da investigação. Sendo ouvido, tem um ponto importante que não é só o que vai ser descoberto, mas quando pode ser descoberto. Se for antes das eleições, causa muito problema para a Lula e para o palácio do Planalto. Eu chamo a atenção para essa notificação da Polícia Federal que eu vi adicionando de março, abril alguns meses, de que, com todo o material compilado, com tudo que houve de apreensão de celular, para ser periciado, a quantidade de homens hora trabalhando na Polícia Federal não seria suficiente para trazer revelações sobre esse caso antes da edição. Polícia Federal deu um recado claro para o gabinete de André Mendonso, que é o relator. Olha isso, só para o ano que vem. Agora, alguns materiais começam a aparecer. Nos colégios do Poder 360 acabaram de revelar aqui uma informação de que a Roberta Luxinger, que é a amiga do Lulinha, muito próxima da esposa dele, fez pagamentos de 80 mil reais para o marcola, que é o ex-chefe de gabinete do presidente da República, saiu também alguns meses. Então, dependendo do timing das descobertas e do que for transmitido para o gabinete de André Mendonso, e aí tem uma acusação sobre vazamentos, as coisas estão vazando, estão vazando por onde isso pode impactar as eleições e está sendo considerado super prioritário pelo Palácio Planalto. Luisa, você vê que nós, joneis, os profissionais, estamos profundamente séticos em relação à investigações, chamem-se o órgão que investiga a Polícia Federal ou o que você quiser, no ambiente político, desse tipo numa eleição carregada desse jeito. A professora de jeito penal acredita numa investigação independente? Vocês estão séticos, não sem razão. É muito ruim e bem-dice a taís. Esse imbat entre polícia federal e André Mendonça neste caso. Então, para nós, e aqui independentemente de ser professora ou não, mas como se dá dano, a gente fica sem saber quem é que está protegendo quem e quando. É muito curioso para dizer o mínimo, primeiro lugar, que é essa investigação esteja no Suprema Tribunal Federal. Nesse ponto, ele é concordo também com você, que é um interesse em controlar essa investigação. É claro que pode ser que tenha alguma conexão, já teja claro qual é a conexão com a gente público. Por enquanto, a gente não sabe, uma gente público, com foro por perrogativa de função, aquele foro privilegiado, que deveria trazer essa investigação para o Suprema Tribunal Federal. Por enquanto, a gente não sabe o que há neste caso, pelo menos o que foi divulgado, é o de que o Lulinha seria, suposto, só seu culto do Antônio, Carlos Antunes, o chamado careca do ILS, mas daí, para ter uma relação clara entre Lulinha Antônio Antunes, uma gente com foro por perrogativa de função, que faria com que este inquérito deve ser estar na mão do Suprema Tribunal Federal, ainda muito que ser esclarecido. Não estou dizendo que não há relação, mas é preciso entender porque é que este caso está no Suprema Tribunal Federal, se há conexão com o caso do INSS, que justifique este caso esteja sobre relatoria do André Mendonça, aqui faça uma breve explicação pelo que foi relatado nos jornais. A Polícia Federal teria pedido uma distribuição livre deste inquérito, teria de tolha, no Suprema Tribunal Federal. Este caso não tem necessariamente a ver com as demais investigações com o Lulinha, por tanto, não precisa ir para o André Mendonça. E quando isso chega no Suprema Tribunal Federal, é distribuído para o Ministro da Mendonça, que tudo indica por conexão dizendo, sim, a ligação entre estes inquéritos. E da minha pergunta, quem é que este caso esteja quando é a André Mendonça? Claro que há sempre as atentativas do Suprema Tribunal Federal, gosta de estar com os casos, ou pelo menos os casos que, das quais eles querem ter algum tipo de controle. Qual é a aula, qual é a aula do Suprema do Suprema do Interesse? Por que que a Polícia Federal não queria que este caso estivesse quando é a André Mendonça? A gente sabe que existe esse embate, mas é porque o André Mendonça vai cobrar mais da Polícia Federal. Então há muito o que seja estuerecido neste caso, mas o ponto de vista jurídico, que é o que eu venho aqui para tentar esclarecer, ainda também muitas dúvidas de qual a conexão destinovinquérito com os demais, porque que foi necessário um novo inquérito, e qual é a autoridade de conforo privilegiado que justifica que este caso esteja no Suprema Tribunal Federal, e não na primeira instância como uma investigação comum. A gente sabe que este caso não tem nada de comum, mas quando se traz uma investigação para o Suprema do Tribunal Federal, isso precisa ser bem justificado. A gente já teve essa discussão no caso da Sampa-inal do golpe, e essa discussão volta agora de novo no foco no caso do Lulinha. Para algo que está explicitado, eu estou procurando a palavra, não posso falar a rompimento, porque não se trata de uma relação de amizade, mas é a profunda rachadura entre o relator, que também é relator do massa e o ministro da Inúncia. E o diretor geral da Polícia Federal. O ambiente em torno dessa investigação é de tal forma contaminado, a pote de criar uma desconfiência múltuva, enorme, e os fatos parecem da razão a aqueles que dizem. Assim, o interesse muito grande do palácio, do palácio, em que esta investigação não prospera. Eu acho que é mais do que uma rachadura a um confronto aberto, do André Mendoza e do André Mereles. É claro que é um confronto aberto, que ele se dá por meio de petições, e por meio de uma intensa guerra de bastidores. Quais petições o André, sob a situação de vocaceira geral da União, que busca argumentos jurídicos para contestar uma decisão do André Mendoza sobre distribuição, sobre a ordem que André Mendoza deu, para ser informado de todos os procedimentos que a Polícia Federal tomem sobre o União. É, ou seja, o André Mendoza é claramente desconfia que a Polícia Federal, o que o comando da Polícia Federal, está tocando esse processo, como ele deveria se tocar, como qualquer um muto. E aí acaba tendo toda essa. É uma disputa mesmo. E a gente sabe da conexão da Polícia Federal com essa aula do Supremo, coleixando de morás, que o Marmeindes, então isso acaba também, entrando naquele overview geral, o ílion, de que se trata de algo muito mais do que somente sobre lulinha e sobre corrupção. Se trata também de uma disputa de sobrevivência política de um grupo do Supremo Tribunal Federal. Iria começando por você a divulgada a Luís Amoréis, a Brilfe Herrera, a Devogada, para o Soredeito Penal da Fundação de Etulvágios, obrigada pela participação no programa Luís Abanoide. É o que agradeço, o Abanoide? Nenha Altais, cai a gente vai para o intervalo na volta, reforma tributária segue repeta de indefinições e com candidatos a ameação de roubá-la, até já. Se eu posto volta do intervalo e conosco agora, participando do WW, o advogado Bruno Baruel, e é especialista em direito tributário. Bruno, obrigado por estar conosco e boa noite. Boa noite, eu quero agradecer a oportunidade. Bom, eu acho que 11 entre 10, tão querendo saber o que vai acontecer com reforma tributária, tanto se falou durante anos, a gente falou aqui no programa de arboblado, eu não sou cobrindo isso a 40 anos. Então, ela deve começar agora. Agora está em fase de implantação e já entrou no debate eleitoral. O candidato da sua opção fala em suspender, até mesmo em revogar as mudanças da reforma tributária. Novas regras entraram em vigor hoje. Acompanhe. A partir desta segunda-feira, as notas fiscais precisam apresentar novos campos para o CBS no valor teste de 0,9% do produto e do CBS de 0,1%. É uma fase de adaptação. Os impostos não serão recolhidos. Já para as empresas do simples nacional, nada muda. Serão obrigadas a demonstrar os novos tributos nas notas fiscais só em 2027. Aprovada em 2023, a reforma ainda não teve definida a líquota de referência. O governo federal trabalha com uma estimativa entre 26 e meio por cento a 28% somando, CBS e EBS. O número final depende do tamanho das exceções, que hoje contemplam uma ampla lista de produtos. Com descontos de 30% a 60% até a exenção para ítens considerados essenciais. Mas a pressão no Congresso e anoleitoral continua e novas flexibilizações podem levar ainda mais a líquota padrão. O imposto seletivo também segue sem a líquota definida faltando menos de 6 meses para entrar em vigor em primeiro de janeiro. O chamado imposto do pecado surgiu para tachar produtos novos a saúde e ao meio ambiente, mas dezenas de projetos do leis de selativo tentam alterar o tributo para apropar determinados setores. Embora neguem ser contra mudanças no sistema tributário, candidatos de oposição acenam aos grupos privados descontentes com atual reforma. Flávio Bolsonaro do PL defende de suspender o modelo aprovado e afirma que sem o lobby de setores que tiveram descontos, a líquota do iva pode chegar a 20%. Ronaldo Caíado do PSD já afirmou que ao chegar a presidência iria parar a reforma tributária. Caíado criticou o modelo do comitege estúrdo e BS sob a legação de excessiva concentração de poder alcolegiado em Brasília. Eu não sei como com a palavra que você usa para definir esse contexto. Realmente, eu não sei qual você gostaria de empregá-bro. É uma bagunça, se me perdoia aí o termo castigo, português castigo, porque imagina quem está se preparando para em mentir nota, para saber como vai pagar os vários setores que podem ou que não podem. Qual é a sua avaliação da proposta dos candidatos da oposição? É melhor parar esse troço? Eu acho que você falou muito bem que de fato existe um movimento para suspender a reforma, ao mesmo para empurrar e reformar um pouco mais para frente, mas ela está um pouco atabalhada. Isso é fato. Para usar também uma expressão. a gente vai te facil compreensão, mas ela está atabalhada. Este ano, é um ano de teste, a líquota teste. A gente não tem a líquota porque a ideia seria em 26 identificar todas as operações que existem e a partir dessa identificação identificar a recadação e a partir daí, no terceiro momento, identificar a líquota. Mas até agora, não era obrigatória essa missão de nota. Começou hoje um bloco de contribuintes a acerem e me obrigados a missão de nota. Mas ainda existem outros, é só uma parte. Hoje saíram quatro blocos. Existe o último bloco ainda que vai emitir nota só a partir de primeiro de dezembro. E a ideia seria ver 26 como é que funciona para fixar o alíquio em 27. Lembrando que em 27 alguns impostos serão extintos, o piso e confincer a extinte, a ideia seria que o IPI também fosse extinto. Então, de fato, está um pouco a trabalho. Estamos com pouco tempo. Agora, suspender a reforma é uma saída. Fica a fazer uma outra avaliação. Se é melhor decolar o avião com uma turbina só esperar as duas caras em prontas para poder fazer essa decolagem. É esse momento que a gente está hoje. É uma decisão difícil se suspender ou continuar do jeito que está sabendo que há falhas e muitas falhas por conta da demora mesmo que foi implementação da reforma. Não por parte das empresas, mas por parte dos governos mesmo. É isso. William, a reforma é complexa e é por isso que o prano de transição é tão alto 10 anos. Não tem presidente nisso, mas também se explica pelo fato de a gente ter ficado por último, da gente está atrasada nessa reforma a década. Você fala em 40 anos, eu sempre conto, primeira matéria que eu fiz no Congresso Nacional, a mais de 30 anos foi sobre a reforma tributária. Então ela é complexa. Ah, por parte de muitos setores, especialmente dos setores de serviços que têm a dificuldade de identificar, por exemplo, crédito, que vai receber de volta por pagamentos encadei. Todando um único exemplo. Até que o explíto payment virou uma das frases mais usadas nas redes sociais. Ninguém sabe muito bem como é que. É, é, é, é, então, se o modelo também não está explicitado, então essa fase, é claro que a gente tem que estar aqui e dizer, olha, eu estou começando hoje, a partir de hoje, as empresas já têm que se mexer. As notas fiscales não vão voltar, não serão rejeitadas, mas é também, como disse o salo, teôs se não reportagem, é uma fase de adaptação. Agora é uma fase de adaptação. De antes de muita dúvida, não só da líquota que vai se pagar, mas do custo dessa adaptação, porque sobre isso a gente fala pouco, né? O quanto o setor privado está gastando e investindo para se adaptar a essa nova realidade. Então não é um ambiente de segurança, não é um ambiente de satisfação. É um ambiente de alguma expectativa positiva, porque assim, como eu falo sempre, do jeito que estava, não dava para continuar. Daniel. Eu entendo que motiva a oposição os candidatos de direita, dizer, olha, vamos suspender a reforma tributária, porque o IWA vai ser o mais alto do mundo. De fato, o compete com o griano título de campeão mundial em imposto. 28, 26,5%, a gente ainda não sabe exatamente. E aí, o raciocínio da equipe do Flávio Bolsonaro não deixa de ser correto. Foram dadas tantas exceções ou descontos na líquota cheia ou regímes especiais, que faz com que quem paga o IWA cheio no final das contas vai pagar muito. O problema é subestimar que, suspendendo eventualmente uma reforma tributária, num novo processo de discussão, todos esses lobes, dos bancos, das construtoras, das indústrias, das locadoras de automóveis, do pessoal de infraestrutura, não vão estar presentes da mesma forma que estiveram, porque, espessoal, realmente conseguiu capturar o processo legislativo e o processo legislativo se deu seente de como alguns setores seriam beneficiados. Portanto, o mais provável é que, suspendendo a reforma tributária por um ano, pelo menos do ponto de vista da neutralidade tributária ou de quanto será o IWA, vai chegar no mesmo ponto em que a gente estava antes, pelo menos mais ou menos isso. Bruno, já aproveitar a sua participação aqui como um especialista da reforma tributária, que é algo que intriga todo mundo, inclusive seus colegas de profissão, os colegas seus tributaristas com os quais a gente mantém um contato frequente, porque mesmo os nossos profissionais em pressão, a dificuldade em nome de internet do IIS, no fundo, no fundo, a gente volta para o seguinte problema. Foi de tal ordem a dança dos grupos interessados em pedir que seus legítimos interesses fossem afetados para que a prova tributária, a ponto da gente chegar à situação como você mesmo mencionou na sua intervenção até aqui, que não sabemos quanto a gente vai pagar. Deve intervenção legítima de alguns setores e isso sim, e isso afeta um dos pilares da reforma, que era ali uma líquota única sem benefício fiscal para ninguém. Mas o país é muito complexo. Temos muitos setores, eu acho que o governo subestimou a quantidade de trabalho que vai dar a implementação da reforma, lembrando que a reforma é a envolvem o setor industrial comercial, ou seja, as empresas, contribuintes que fornecem mercadorias, serviços, envolviam o governo, porque as notas fiscais, split payment, tudo isso depende também de sistemas do governo, e também é uma cultura do brasileiro que vai mudar. A gente vai começar a pagar em posto por fora. Hoje, a gente tem o valor do mercado de iria, já com o imposto e o motivo do lado dentro, e a manhã não será, mas a manhã daqui cinco meses. Então, todo mundo precisa ser adaptado. A ideia inicial de ter um ano de teste, que seria o ano de 26, era uma boa ideia, no papel funcionava, mas na prática ela não vem funcionando. As notas fiscais estão saindo agora. Hoje saiu o primeiro modelo de nota fiscal, ontem, no ex-asseguando a passada, saiu o primeiro cento e pejor, a tal, o Fanomérico, que serve para acomodar mais gente dentro da reforma tributária, quem é alumina móvel, prestador serviços fisca, vão entrar dentro de um sistema que vai precisar ter o céu e pejor. Então, não atribu, simplesmente, a intervenções de setores. Eu acho que isso é normal, isso é democracia e o nosso sistema é complexo. Também, talvez foi subestimada a complexidade da reforma. No país, como nós, a quantidade de setores com nossos benefícios, que já tinham us, também foi subestimado e esperar agora para sair em agosto, no começo de agosto. A obrigatoriedade dessas notas fiscais que deveria ser desde janeiro, isso também acaba travancando um pouco o processo, tornando o processo, muito mais caro, muito mais postoso, para as empresas, para o governo e para a população. Também, que vai precisar ser adaptável, e que menos prazo para ser adaptável, vai fazer uma compra para a literalete, fazer uma compra com preço do imposto por fora. Isso acontece no exterior no Brasil ainda não, mas vai também de uma adaptação da população. Eu queria terminar, voltando ao ponto que vocês dois mencionaram agora, o Bruno nessa participação, teria a sua anteriota, e quando vocês dois falaram do custo, não só o custo da implementação, mas o custo da demora da implementação. Mas isso tudo não era para aumentar a produtividade das empresas. Será o ilha, porque o fato de ter uma tributária que a gente teve até hoje, exigiu do setor produtivo no Brasil, a criação de departamentos de contabilidade, porque assim, você não bastava teu dinheiro, no Brasil não bastava seu dinheiro para pagar uma imposto. Você tem que saber para quem você deve, e por que você deve, especialmente, nos imposto sobre consumo, porque é uma legislação de centenas de milhares de regras mutantes o tempo inteiro. Então, ele é o custo, ele já é alto para o comprimento das obrigações tributárias. Esse custo já é uma realidade das empresas. Esse ganho de produtividade, ele vai chegar e vai haver uma troca por um custo menor. Mas em algum momento, essas duas contas não coincidiam. Eu queria terminar o programa, agora até um pouquinho mais cedo vocês vão saber logo mais por quê. Muito obrigado Bruno Baruel, a advogada, os especialistas de tributária. Eu estou aqui ajudando a gente a entender tudo isso boa noite. Obrigado, boa noite. Daniel, está aí, o caiu. Um espécie de vocês três. Para mais conteúdos como sempre, meu recado toda noite, tem o que a gente oferece a vocês na página do Lávara, o Lávara, um site da Sénima, no Brasil. Nós estamos terminando aqui na sequência assista o Sénima, eleições, convenções. Obrigado, boa noite. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A abertura de um terceiro inquérito pela Polícia Federal contra Lulinha, filho do presidente Lula, por suspeita de tráfico de influência, gerou grande abalo político e munição para a oposição.
  2. Há desconfiança entre o STF e a Polícia Federal sobre a condução das investigações, com alegações de manobras para alterar o rumo dos casos e possível interesse político nas eleições.
  3. Flávio Bolsonaro corre contra o tempo para definir o vice em sua chapa, buscando apoio de partidos como Republicanos e PP, mas enfrenta resistências e pode ter que recorrer a uma chapa pura do PL.
  4. As pesquisas indicam que Lula é um candidato forte, mas há entropia no PT, e qualquer adversário no segundo turno pontua de forma similar, tornando o foco no desempenho de Lula crucial.
  5. As investigações contra Lulinha incluem supostas atuações em esquemas de cannabis medicinal e contratos com a Dataprev, com a defesa negando acusações e pedindo apuração de vazamentos de dados.

Summary:

O programa aborda o impacto político da abertura de um terceiro inquérito contra Lulinha, filho do presidente Lula, pela Polícia Federal, por suspeita de tráfico de influência. Os participantes destacam que, embora a presunção de inocência deva prevalecer, o caso já causou danos eleitorais e revela tensões institucionais entre o STF e a PF, com acusações de manobras para atrasar ou direcionar as investigações. Há suspeitas de que setores do judiciário e da PF possam influenciar as eleições, especialmente em relação à campanha de Flávio Bolsonaro, que enfrenta dificuldades para fechar alianças partidárias e definir seu vice, devido ao medo de retaliações e à cristalização do cenário político.

As pesquisas mostram Lula como candidato sólido, mas com aprovação limitada, enquanto qualquer oponente no segundo turno teria desempenho semelhante, o que centraliza a análise em como Lula administrará sua campanha. As investigações contra Lulinha envolvem supostas atuações em esquemas de cannabis medicinal e contratos com a Dataprev, com a defesa negando as acusações e pedindo apuração de vazamentos de dados pessoais, possivelmente ligados à oposição. O programa também discute a estratégia de Flávio Bolsonaro para ampliar sua base, focando em segurança pública e mensagens para mulheres e jovens, enquanto Lula sinaliza uma postura mais agressiva na campanha.

A análise geral aponta para um cenário eleitoral incerto, marcado por desconfianças institucionais e pela busca de vantagens políticas em meio a investigações sensíveis.

FAQs

Foram abertos três inquéritos pela Polícia Federal contra Lulinha, sendo o terceiro solicitado recentemente e com o ministro Flávio Dino como relator no STF.

O primeiro inquérito investiga a suposta atuação de Lulinha junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da presidência para obter autorização de comercialização de cannabis medicinal no Brasil, beneficiando o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes.

O segundo inquérito investiga se Lulinha atuou junto à Dataprev, empresa de tecnologia da previdência, em troca de favores com um empresário do setor de tecnologia.

A defesa de Lulinha nega as acusações e pediu ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal que apurem um suposto vazamento de dados pessoais, sugerindo que as informações poderiam ter sido usadas pela campanha de Flávio Bolsonaro.

Há desconfiança no STF, especialmente no gabinete de André Mendonça, de que a Polícia Federal estaria atrasando as investigações, enquanto a PF teme que o STF esteja interferindo na sua autonomia.

Os inquéritos têm potencial de afetar as eleições, pois Lulinha tem um passivo imenso para o presidente Lula, e a situação pode ser explorada politicamente pela oposição.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.