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Inteligência Artificial e Imago Dei – BTCast ABC2 001

75m 41s

Inteligência Artificial e Imago Dei – BTCast ABC2 001

O episódio inaugural do Beta Casta da ABC2, mediado por Rodrigo Bivo, aborda inteligência artificial e machine learning sob uma perspectiva cristã e científica. O programa começa com apresentações, incluindo Marcelo, que explica a missão da ABC2: unir fé e ciência, oferecendo conteúdo de qualidade em português para cristãos na academia. Os convidados Leopoldo Teixeira, professor de computação, e Gustavo Aceso, especialista em filosofia da tecnologia, trazem suas expertises ao debate. A conversa define IA de forma acessível: trata-se de dotar computadores com capacidades humanas, como reconhecimento de imagens e processamento de linguagem, já presentes em ferramentas como assistentes virtuais e tradução automática. Leopoldo explica que, ao contrário de programas tradicionais, que seguem instruções fixas, a IA moderna usa aprendizado supervisionado, onde algoritmos são treinados com grandes conjuntos de dados para identificar padrões, como reconhecer rostos ou animais. Esse processo é estatístico e pode gerar erros, dependendo da qualidade dos dados. O diálogo também reflete sobre o que é inteligência: a capacidade de avaliar contextos e tomar decisões baseadas em aprendizagem, algo presente em humanos e animais. A IA busca replicar isso em máquinas, mas sem necessariamente criar conhecimento novo. O episódio termina com humor sobre o medo de máquinas "com vida própria", mas enfatiza que a IA já é parte do cotidiano, desafiando os ouvintes a pensar criticamente sobre seu impacto no presente e futuro.

Transcription

12290 Words, 68022 Characters

Portuguese
[MÚSICA DE FUNDO] Vibotalk e a Sociécia Ambrasileira de Cristal Nascinense apresentam Beta Casta A BZ2 Muito bem, muito bem, comece ao primeiro Beta Casta da ABC2 aqui em Vibotalk.com eu sou Rodrigo Bivo e hoje nós vamos falar sobre IA e Magodei, ah mas eu ia fazer um trocadilho com Magodei mas é. eu vou. ai meu Deus, Magodei é uma coisa é IA, eu achava que IA meu Deus, cara, que eu não te tirei sem fim eu sou o Bivo, gente, é isso aí eu estou aqui pra ajudar aqui é o Mac e se você que é uma visão de entreente artificial boazinha leia e móve uma visão acho que é voado migadores Olá pessoal, bom dia aqui é o Gustavo Ace e antes que nós veremos máquinas, vamos bater esse papo patidinho antes que elas atrapalham nosso papo né Olá pessoal, aqui é o do Pôudo e o Artificial de Inteligência Artificial é real eita! Olha aí, gente, estamos aqui para iniciar essas conversas com a BZ2 nós vamos começar esse assunto vamos falar sobre Inteligência Artificial imagem de Deus é Machine Learning enfim, e aí galera, as máquinas vão dominar mesmo o que nos torna humanos né até que ponto o que precisa de mim download do cérebro vamos virar uma Matrix enfim, ou já estamos da Matrix brincadeira acho que essa pergunta vai ser feita né mas olha só, trouxemos aqui gente fera para falar desse assunto mas antes os recados da BZ2 segurei e nos recados da BZ2 e os recados da BZ2 e nos recados da BZ2 só aqui com Marcelo seja bem-vindo Marcelo o primeiro podcast da BZ2 aqui em Bibotal fala, Bibum, meu amigo cara, é sempre um prazer conversar com você devagar isso sobre os diversos assuntos teológicos e agora com esse projeto novo Pois é, o Marcelo já esteve aqui nos BTQX falando inclusive BTQX da BZ2 ou seja, a participou também aqui isso naquele "al sentido" no universo foi um podcast muito legal que foi o tema inclusive da conferência da BZ2 ano passado esteve aqui o covolã quem mais esteve? não você, Marcelo eu gostava ah, o leo também não, o leo não estava o leo participou agora nesse que a galera tá ouvindo agora foi a primeira participação do leo está confundindo dois leos aaaaaa, verdade, é o leo-y isso, e isso, é o leo-y participou agora é o leopoldo que vai falar nesse ponto de pedaço olha aí, gente, a BZ2 está chegando com tudo na internet e isso é muito legal é assim, talvez vocês têm já começando a ouvir podcast agora, a gente explica rapidamente o Marcelo assim, em uma frase o que é a BZ2 porque talvez temos ouvintes que não sabem o que é a BZ2 é pessoal, é pra quem quiser mais informações tem o nosso site, tá cheio de informação aí mas muito curto a BZ2 é a associação brasileira de cristãos nas cens é que é uma associação linda que tem procurado nos últimos anos fazer uma ponte entre os campos da fé e da ciência porque um dos nossos motos é aqui aqueles que creem são os mesmos que pensam, né a mesma o cientista também é a cristão e pra muita gente a gente percebeu o longo dos anos que muitos cristãos na academia fazendo seu trabalho científic, qual fazendo sua pesquisa eles separavam sua vida em duas áreas né, a área em que eles eram cristãos e a área que eles eram cientistas ou pesquisadores e a gente entende que a vida humana tem que ser integrada e que tanto a fé cristã tem implicações projeito que o cientista pensa sua pesquisa, pensa sua acadêmica quanto a ciência pode ajudar a pessoa e ajudar a igreja no campo da fé então a gente tá aí pra ser um dos instrumentos nessa ponte legal, eu falei aqui que a BC2 está entrando com tudo na internet mas já tem aí uns dois ou três anos que vocês produzem conteúdo né, livros lançados em parceria com editoras no próprio site de vocês, vários textos são publicados certo, a BC2 está produzindo conteúdo já tem um tempo aí é, essa é uma das nossas áreas mais importantes internamente, que a área de conteúdo a gente entende que a gente precisa disponibilizar pro nosso público brasileiro com o que eu dos de alto nível, porque isso era algo que faltava acessive em língua portuguesa nos diversos campos de fé e ciência, a gente não tinha livros, artigos, vídeos então a gente tem vestido muito, né, introduções diferentes livros, tem artigos, nosso site tem vários várias palestras, então pra quem não quer gastar tanto tempo lendo ou gosta mais de assistir, tem palestras, entrevistas já tem muita coisa mas vem no YouTube agora também, nós temos aí pelo menos aí, duas atrações novas no YouTube, e um inclusive saiu com você recentemente, aí a galera bater num papo, que é o nome "Connexão Sincifer" olha aí, tem também o LabABC2 com o Pedro Dut, né, numa pegada mais quim pra galera, muito massa, gente, então tem o conexão a BC2, é isso? É conexão sincifer é, é a Beyoncé 2 e isso olha aí, gente, conteúdo no YouTube pra você conferir lá entrevistas, enfim, muita coisa boa está surgindo no canal do YouTube da ABC2 e tem também agora este podcast aí levando ciência e fé mais longe nesse diálogo entre ciência e fé, então galera fica atento aí no site da BC2, siga a BC2 nas redes sociais pra você que gosta, né, desse diálogo da fé e ciência, inclusive, né, estamos no ano, aí começamos o ano o Marcelo já com esse diálogo fé e ciência bem aflora - Entendi, entendi - Ótima oportunidade pra você conhecer aí a proposta da ABC2 beleza, Marcelo, você vai pintar por aqui com certeza nesses podcasts da BC2, inclusive falando de uma das ferramentas que a BC2 tem que são os grupos de estudo, vai ser massa - Isso é massa, que é ser um privilégio, tá com você, viu? - É isso, recados dados, vamos para o primeiro episódio do BTCAST ABC2 aqui em bivotalk.com Gente, pra falar sobre esse assunto, nós trouxemos aqui Leopoldo Teixeira, diga quem é você, Leopoldo, a sua formação e qual o seu panetone de chocolate preferido da Bauduco - Tem marion, né? - Eu gosto do chocolateone, né? - Portante já separar o trigo do julho - E pessoas descente, não como panetone, tô brincando, gente, caramba, não fica sem. - E fabricados em perno, não é? - É só o bolo de pico do preferência - E bolo de pico do que não é o panbole também, né? Fica dica aí, tá gente? - Enfim, prazer aí, gente, tá aqui, mandou meu Leopoldo, né? O professor aqui do Centro de Informática da UFP, né? Sou formado em gênero de computação, fui mestrado doutorado sem ser computação e desde 2014 tô aqui na aula dos nerds aqui da Federal de Pernambuco trabalhando com gênero de sol, tem linguagem de programação e áreas correlatas, certo? Também faço parte da igreja aponta aqui em Recife, uma plantação de igreja que também tá estabelecida já há quatro anos, certo? - Tu disposto aqui a conversar um pouquinho mais aí sobre essas influências - O bigo falou muito no futuro, né? Acho que não tá me que muito pro futuro não, olha pra o preso aí, então. - Eu tô com medo, eu tô com medo. Ok, Google, ó meu celular já abriu aqui. - Muito bom. - Muito bom. E o Gustavo já participou de um BPX antes, mas se é presente aí Gustavo porque nós temos novos ouvintes, né? Que vieram através da BC2. - E isso, obrigado bem pelo convite, mas uma vez, eu sou Gustavo Aceso, em Geneiro, trabalho na área de Géria Naval e aeronáutica, e sou professor aqui no Universidade de São Paulo. Trabalho junto com a BC2, a Associação Brasileira de Cristãos na Ciência e gosto muito da área de filosofia da tecnologia. E pensar um pouco, não pensar profundamente, que é que a gente tem feito no campo da tecnologia como que isso muda nossa vida e nossa futuro, né? Sou membro da igreja preso de Teriana e Bernésia, era quem são Paulo e Barrio de Santana, e é um prazer tá aí conversando mais uma vez. - Muito bem, e temos aqui o Mac, né? Mac é isso aí. Mac e pessoa, mas Mac, se é presente porque temos ouvintes, mas não, temos ouvintes novos, vindo os ABC2s aí. É importante, galera, saber que você é um dos maiores editores de podcaster, de podcaster aí da poda do Sera. E só lembrando que a gente está editando esse podcaster é sou eu. Então não é o Mac, mas a edição nem é tudo aqui. - É o storero. - Porque quem está editando esse sou eu, tá gente? - Então, pra quem não me conhece ainda, eu sou o Mac, faço parte do Ministério Bibotalk, tenho informação em design, pela Univilha aqui, em Joimvilha, gosto muito da área de tecnologia, principalmente inteligente artificial, eventualmente se leia em algumas fixões, e alguma coisa também de parte mais técnica, mais to longe aí do conhecimento dos nossos dois convidados. Mas se você não me conhecia, esse sou eu. - Esse cara sou eu. Muito bom. - Leo, vamos começar então pelo começo. A gente falou de inteligência artificial. É só a gente dar um back ground aqui, acho que é legal. fazer essa abertura, porque o leo falou de futuro, é que geralmente a gente vê muito, olha aqui, o meu celular agora está todo hora reconhecendo a minha voz, eu hein, sai pra lá Google, para de gravar essa conversa, né? Aqui, a gente fala do futuro porque eu sou um estraso em muito isso, né? Ok, na década de 80, a gente tinha um exterminador de futuro que já mostrou um pouco da tecnologia, inclusive a própria SkyNet, ou seja, uma inteligência artificial que está dominando, porque geralmente as ficções científicas lidam muito com a questão do futuro, mas vamos começar então, e que você falou do presente aqui, né, Leo? Como é que a gente poderia começar a definir, então, de forma até técnica e acadêmica, mas numa linguagem paralêquico, por favor, inteligência artificial, né? Porque esse nome, enfim, como é que a gente poderia começar a definir? Vamos sempre tentar traduzir, com um linguagem mais fácil e acessível com certeza, certo? Vamos procurar o que a ideia é que a gente sempre deixar coisas em português, na Turaco, certo? Mas a ideia de inteligência artificial, na verdade, eu falei um pouco de presente futuro, porque isso tem um pouco a ver até com a questão como a gente se relaciona com tecnologia, né? A gente pensa que tecnologia sempre é o gadget, né? Não pensa em tecnologia como sendo coisas que já estão no nosso cotidiano, certo? Então a gente está numa transição aí, em que inteligência artificial há um hype, né? A gente ainda não definiu, já voltou aqui, estou ouvindo som parentes, certo? Mas a gente fica sempre preocupado com o futuro sem saber que muito dessas técnicas de inteligência artificial já são coriqueiras do nosso dia a dia, né? Você brincou ainda agora com o OK Google, né? Assistentes virtuales, né? Não deixe a recomendar o celular também, a gente. Não deixam de ser algo que já está presente, né? Você tem a Siri, ou você usa a Amazon Alexa, Alexa e a suaadora, né? Mas a ideia geral de inteligência artificial, você coloca, na maneira bem informal, né? Você dotar os sistemas de compação, os compadores, né? A aparecer em mais humanos, né? Então você ter coisas que seriam coisas como, você tem máquinas que se parece um pouco com humanos, né? Também tem outra vertente aí de avance da tecnologia, que é humanos que se parece mais com máquinas e tudo mais. Porque é o pessoal das exatas, né? Não sei o que você está falando. Mas, mas assim, de maneira bem climária é realmente assim, né? Você ter alguma coisa de inteligência, né? Que geralmente torna as parecidas com humanos, né? Com reconhecimento de imagens, é um das áreas principais aí que avançou bastante, reconhecimento de padrões, processamento de linguagem. Então a gente digita lá um texto no Google Translate, né? Isso é traduzido, né? Com um certo nível de contexto hoje em dia, já é bem melhor e tudo mais. Então todas essas técnicas, aí existem várias técnicas para alcançar isso, né? Mas assim, de forma geral, né? É você ter alguma coisa de inteligência aí no sentido de aprendizagem, resolução de problemas, assim, necessariamente você ter programado exatamente o que um algoritmo vai fazer. - Assim, não, pera aí, pera aí. - Pera aí. - Liga lá. - Tá, vai, pera aí. Eu ia até ia puxar essa pergunta agora. Esse artificial, vendo o fato de que, na verdade, ela não gera um conhecimento, ou seja, ele é artificial, porque alguém, né? Ou seja, um ser humano racional, programou para que aquela inteligência fizesse isso. Você está me dizendo que a inteligência artificial está tendo synapse, e está fazendo coisas que o algoritmo não programou? - Essa é uma das. assim, se você for estudar mais afundo, existem várias formas de implementar esses conceitos de inteligência artificial. E aí, curiosamente, tem até uma área de redes neurais, né? Então é você realmente tentar ir programar algo como neurônio artificial, e tal, mas essa é uma das formas. E aí, na sua vertente mais recente, tem a noção de Deep Learning, né? De redes neurais profundos, em que você combina vários. Mas dando um passo para trás e pegando a pergunta que você acabou de fazer, né? Tradicionalmente, a gente entende computadores como, né? "Vão rodar algoritmos", e aí, se você já foi atrás de o que é programação, "algoritmo", você vai ter um monte de instruções lá, que normalmente você vai dizer, né? Esse faz emprima tal coisa na tela, né? Se o valor, o maior do que 10, faça isso, né? Então, enquanto tal condição, foi verdadeira, então, enquanto não tem nenhuma mensagem nova, fique esperando por uma mensagem, algo do tipo assim, né? Que a gente programe realmente tem um conjunto de instruções predefenidas que o. Normalmente, o programa de computador não vai divergir disso, certo? Agora, ou seja, eles seguem um protocolo. E isso, e aí, em vários casos, né? Você não tem realmente, assim, talvez, uma criatividade ali, eu não vai produzir nada como você tinha falado assim, produzia alguma coisa, né? Agora, vários desses algoritmos de inteligência artificial, eles são algoritmos de aprendizagem, certo? Então, não foi programado necessariamente para, por exemplo, pegar um exemplo bem prático, certo? Você vai querer um algoritmo que reconheça imagens de cachorro, certo? Consiga ver essa imagem tem um cachorro, certo? Assim, isso já está. Se a gente não é exatamente cachorro, mas, por exemplo, todo mundo tem, né? Na sua máquina digital ou no seu celular, você vê aquele quadradinho lá que reconhece a. O rosto das pessoas, né? Não, isso é bem comum, então, você tem reconhecimento facial. Como é que você vai programar? Você vai ter que fazer todas as instruções e como codificar aquilo ali, não, porque as pessoas variam, né, nas suas feições, certo? E aí, seria um algoritmo muito complexo de você dar as instruções precisas de como reconhecer o rosto das pessoas. Então, que você tem esses algoritmos de aprendizagem. Então, você vai dando dados, né? E esses algoritmos de inteligência artificial geralmente trabalham com uma grande quantidade de dados, então, pegando a imagem do cachorro para ficar mais simples. Você começa a dar um monte de imagem de desenhada, ó, tá aqui, tem uma imagem de cachorro, né? Normalmente, essa é uma das formas de aprendizagem que é supervisionada. Então, você tá aqui, ó, esse aqui é uma imagem de cachorro, esse aqui não é uma imagem de cachorro. Esse aqui é uma imagem de cachorro. Então, você vai dando um monte de dados, de que é chamado de dados de treinamento. E aí, o algoritmo vai aprendendo certos padrões que vão, né, ajudá-lo a diferenciar. Esse aqui é um cachorro, esse aqui não é, certo? E aí, e aí? Por exemplo, sim, Leo, se eu colocar uma foto minha e do máquina Facebook, por exemplo, é incrível que o Facebook já vai deseja marcar o Maurício Machado, tipo, ou seja, quer dizer que quando o Mac subiu uma foto dele no Facebook, é como se o Facebook, lá os robosinho do Facebook criassem o algoritmo da cara do Mac? É, por. o que eles fazem essa ideia de reconhecimento padrões, certo? Então, o que acontece é que já tem muita imagem do Mac, né, marcada, né? -Praô, vou nem. -Padrão Rodrigo Gilbert. [Risos] Então, já foi. ele já foi marcada em várias imagens, certo? Então, já consegue identificar fora que, assim, o Facebook, ele não vai ter que procurar, né? E aí, assim, em todos os perfis de usuário, porque a tendência que. ele vai procurar pelos amigos que você tem, né? E como, provavelmente, vocês também tiram fotos frequentes metrinhos juntos, então isso ajuda também aí, mais rápido e sugerir, né, que esse talvez seja o Mac, certo? Então, o algoritmo vai aprendendo isso, então, ele não está programado necessariamente para reconhecer a imagem de cachorro. Ele está programado para você dar um monte de imagem, e aí você diz, "Oh, isso aqui é a imagem de cachorro." E aí, quando ele vê outra imagem de cachorro, ele vai dizer, "Oh, para isso aqui se parece com aquele padrão." Agora, isso é um método estatístico, né? Então, isso pode ter erro também, certo? É diferente, um pouco daquê, se você programar tudo precisamente, assumindo que o computador hardware está tudo ok, né? Sempre que você rodar, vai ter a mesma. a mesma entrada vai receber a mesma saída, né? Nesse caso, você pode, né? Um algoritmo que ainda não foi bem treinado, ele pode achar que um gato é um cachorro, por exemplo, certo? Dependendo da quantidade de dados que ele recebeu para ser treinado. Então, isso de fato, né, o algoritmo que vai definindo, o que é que ele entende como padrão? Então, ele que vai estabelecer lá, se brincar aí, né? Como você falou antes, é "cináfeses", né? Quais são os lintes aí que vão aí ficar cargo do algoritmo? E aí, tem várias formas de você estabelecer esses lintes, esses padrões, e aí entra em o caso de detalhe técnica, então precisa talvez enveredar, né? Mas a grosso modo sim, os algoritmos não necessariamente são programados, já para fazer aquilo, né? Eles estão programados para aprender a reconhecer padrão, certo? E aí, isso. Tudo depende de que tipo de padrão você quer que seja reconhecido, aí você vai dar um conjunto de dados daquele padrão. Ô, bíblia, eu queria fazer um comentário aqui. Fessa, se, ó, inteligência é. Vamos tentar defender uma bem simples, é a capacidade de avaliar um contexto e tomar decisões para um objetivo útil, ou para um. em útil. Imagina isso, isso é presente na cabeça do humano, na vida do humano, a qualquer instante, então, eu posso tomar decisões, o avali, o dados, toma uma decisão, com uma finalidade útil, o próprio. Então, asa para mim. Só que os animais também fazem isso em alguma medida, né? Um gato ali, né? pode se deparar de um cachorro e ele pode decidir, eu sou grande para enfrentar esse pinte ou eu tenho que fugir desse pitbull, é uma decisão baseada no contexto e aí tem uma certa a gente é o mês de inteligência. Agora o lance da inteligência é que ela está associada com aprendizagem, não é uma decisão puramente mecânica onde qualquer entrada vai dar sempre a mesma saída, mas é uma decisão carraçãoada com experiência de vida e com aprendizagem. Então eu posso tomar decisões e a medida que eu vou avaliando mais o contexto e tomando mais decisões e avaliando os resultados das minhas decisões, eu vou ganhando inteligência, eu aprendendo a decidir melhor. O lance da inteligência artificial é conseguir passar para as máquinas ou aí, como diz o leo, pros algoritmos, que são os códigos de vida das máquinas, essa capacidade de não só tomar decisões programadas, mas de aprender a tomar decisões, e aí seria inteligência artificial. Muito bom. Gente, o que nós temos hoje, leo, tu que está talvez estudando mais ou até eu gostava que também é interessado no assunto, o que tem hoje assim que é mais, eu ia usar a palavra assustador porque eu já tenho os filmes na cabeça, tipo a era de outro, para dar paz para o mundo tem que acabar com os vingadores, e o outro começou assim. Talvez não seja a palavra assustador, mas que causa um assombrum, um viso de um sombre, que a gente tem inteligência artificial hoje em dia, já em prática rodando, que mais te assusta, ou melhor, eu estou com assusta na cabeça porque eu acho que vai todo o meu computador. Porque assim, a gente fala que inteligência artificial é a máquina tendo vida própria, e isso já existe há muitos anos, se chama impressora. É mais sensível que a minha esposa, né? Acho que é muito importante. É isso que me metaram com a outra, aí. Não, eu vou deixar a problema, é termo, quer saber. E assim, falando sério aqui, mas a impressora tem vida própria, é uma máquina com vida própria, beleza, mas em termos de inteligência artificial, o que que tem aí hoje, leo, assim, que mais te causa a assombrum e fala caramba, mano, nós estamos indo por um caminho muito impressionante, assim. O que a gente tem hoje de inteligência artificial, que é assim, tipo, top, top, que tu já ouvi falar nas suas pesquisas aí? Bom, tem vários, como já já tem falar, tem muita coisa de "ah, está no nosso dia-a-dia, gente já comentou algumas coisas de redes sociais, de assistentes, e tudo mais, certo? Então isso aí, de fato, é bem interessante. Um acusio que foi bem, acho legal mencionado, porque é um exemplo bem popular, e era algo tradicionalmente, dito que ia demorar um certo tempo se acontecer. O computador do Google, que venceu o jogador, o campeão mundial daquele jogo chamado Go, é um jogo de tabuleiro chinês, certo? E eu lembro que quando a gente tava na graduação ainda, era tipo de coisa que falava, o computador venceu lá o Gary Kasparov, o de-blood IBM, venceu o campeão de Chadreis, mas, porque foi força bruta, ele tentava todas as possibilidades e vir qualquer o que dava, o melhor resultado que de certa forma era o que tem ligação com o que eu gostava com a blood falar. Então, você tá explorando as possibilidades, e aí nos Chadreis ele tentava todos os movimentos possíveis, e como o computador era muito potente, conseguia rapidamente calcular isso e encontrar qualquer era melhor jogada a se fazer. Esse jogo de tabuleiro, ele tem um espaço muito grande possibilidades. O Chadreis ele é mais limitado, as peças, você só pode mudar de certa forma restri-te, tal, você não pode mudar como você quiser. E o jogo do tabuleiro Go, ele era mais complexo, o pessoal dizia, isso aí é algo que vai demorar muito tempo para um computador vencer, um ser humano, que seria criatividade e tudo mais. E alguns anos atrás, Google comprou uma empresa chamado DeepMind e essa empresa desenvolveu um algoritmo que aprendeu a jogar Go, olhando jogos gravados, jogos aqui. Vendo, você tem partidas que foram gravados, que foram jogadas no computador e aí eles foram formando isso como dados, como já tem falado, ele aprendeu as estratégias e vc o campeão mundial, tem um documentário na Netflix, bem interessante se você colar, e olha, AlphaGo, tem toda história aí desse cenário. O que é interessante, na verdade, é que esse algoritmo, ele já está obsoleto, porque eles desenvolveram um novo algoritmo que aprendeu sem ter esses dados de jogos que ele observou no YouTube, ele começou a jogar contra assim mesmo, ele começou a jogar sozinho, jogar sozinho, jogar sozinho e aí ele chegou ao nível que ele bateu em 100 jogos contra o algoritmo anterior, ele ganhou os 100 jogos, e isso tudo aprendendo por conta própria. É claro que nesse contexto aqui, antes que você fique desesperado, é um jogo, então você tem um, naquele cenário que o Gustavo colocou, encontrar qual que é a melhor decisão e tal, um jogo geralmente você tem algum tipo de medição de um score, de uma pontuação, certo? Então é o tipo de coisa que você vai tentar maximizar aquela pontuação e é mais, vamos dizer assim, é um cenário que é mais, digamos assim, simples que a definição de o que é o útil, o que é que não é útil porque ele você tem a pontuação e aí você tem numa forma clara de medir aquela pontuação, você consegue ter uma estratégia mais efetiva, certo? Mais novamente, o interessante é que aprendeu sozinho, certo? E aí você tem, a inteligência artificial está sendo usada para clasificar, criminosos em se eles podem ser reincidentes ou não e aí isso pode dar problemas, se você erra, como é que você lida aí com esse tipo de coisa, então o juízo ele recebe uma pontuação e aí isso pode influenciar a sentença que foi cedada, o pessoal da medicina. Caramba, isso é muito Black Mirror. É, pessoal da medicina, né? Tem avanços aí, tem gente que diz que não se deveria mais fazer residência em rádio ologia, né? Porque os raios X são muito melhores examinados, melhores examinados, pô, algoritmos, né? Então é o tipo de coisa que vai também afetar o mundo da gente da medicina e assim, se quiser se assustar realmente, a coisa mais receta aí que você pode ter é o sistema de controle social, vamos dizer assim, da China, né? Que vai ter, pegue o primeiro episódio, a terceira temporada, Black Mirror que tem o do. Isso é o primeiro episódio da terceira temporada, os dois Dives. Aquilo ali está acontecendo na China, certo? Você vai ter pontuação, né? Você vai ter monitoramento aí do que que você compra das coisas que você faz para ver se isso aumenta ou diminuiça pontuação, né? Você já tem casos em que um criminoso foi encontrado, na multidão lá de um show na China por conta de reconhecimento facial, então tem um bucado de câmeras espalhadas hoje em dia na China, certo? E tudo isso, né? Centralizado do governo, certo? Então, né? Todas essas tecnologias estão disponíveis, certo? Não é só coisa na China, não. Isso tudo tá disponível em qualquer lugar do mundo, certo? Mas no caso da China você tem um governo central, né? Essas coisas todas convergem lá para esse sistema, né? De certa forma, de controle social e aí pensa em 1984 e você tem algo parecido com isso em 2018 para 2019. Ah, outra aplicação de tecnologia de inteligência artificial que eu tenho visto aí e que eu acho assustador, eu não sei se vocês têm acompanhado, são os vídeos dos robôs da Boston Dynamics. Isso, aquela limpa dá problema, mano. [Risos] O cara empurrando por causa. Porque aquela limpa dá certo, não. E aquele que tem o cachorro abril da porta, igual ao dinossauro do Jurassic Park, não? Isso, isso, isso, isso, tá. Cara, eu não sei o quanto de questão de Machine Learning tem ali, mas é fantástico. A programação, o algoritmo que tá envolvido não é seramente o processo de aprendizagem, mas do reconhecimento que esses robôs fazem de ambiente. Cara, é assustador, porque o maluco vai lá e bate no robô e vai chegar o momento, cara, que esse robô ele vai revidar. [Risos] Não é aquela memória ali, né? Cara, acho que o interessante que nos traz para as ameaças, lógica que a gente fala de inteligência artificial, é a gente sempre fala em um tom de ameaça, né? Depois que a gente passa pelas coisas boas, que o meu pôde já falou, a utilidade, a gente acaba caindo no topo de ameaça. E provavelmente a gente tá pensando, porque nós estamos sendo ameaçados para deixar mos de ser humanos ou ameaçados, porque nós estamos pensando que as máquinas vão se tornar humanas. Geralmente a gente vai nessa direção, ou a gente vai ter uma relação aí com máquinas que mistura a nossa humanidade, né? Esses, quando as máquinas são inteligentes e fazem coisas para nós, em nosso lugar fazem até de maneira mais rápida, mais eficiente, com gasto menor de energia e esforço, mas não tem muita dificuldade não. Mas quando é uma ameaça, né, Gustavo? É, eu vou dizer assim. É uma ameaça imprema. É, é, é, é, eu acho que tem, a gente pode conversar disso mais pra frente, acho que tem três pontos aí de ameaças e uma delas, eu acho que é a ameaça imediata, que a gente tem que ter um controle e uma transição mais suave possível, porque nós vamos acabar. com certos mercados de trabalho e né, a otomação e a gente sabe em pregos primários que são aqueles que mais causam problemas sociais quando perem, tudo mais. Mas. A ter rolador de baseado, cara, eu vi que tem, acho que não é o lando. Já não precisa mais da mão, né? Ele tem certeza que se há uma conheira. É verdade, cara. E é bom que ela nunca vai esquecer das coisas, né? Porque não tem efeito sobre. Mas é, enfim, comentário no tio Vista em algum lugar. É que você ainda pesquisando, Vivo. É um passador tipo de vinho que o Vivo tá assistindo. Não é que assim, é que é o acompanho. Ai, aí o velho adão manifestando aí. Não é que assim, é que eu acompanho o Marco Gomes de vez em quando. E o Marco Gomes é um cara muito ligado em inteligência artificial, e ele fala que as máquinas vão roubar todos os empregos possíveis, né? E aí ele trouxe dias, ó, se quer viver, até o rolador de baseado tem agora. Então lembrei da sua informação, Núguia. É a menor das preocupações. É, continua ocupado sério. Sabe, desculpa aí, ABC2. Se eu não estou representando altura, é formal. Não, então eu acho os grandes problemas para a gente. Então aí, é quando a gente começa a interagir com máquinas e começa a questionar nossa humanidade, ou a transferir aquilo que a gente define como humano para a máquina, né? Em que tem muito problema, a máquina fazer coisas úteis e rápidas e eficientes para você. E olha, a gente já faz isso há muito muito tempo, não é novidade. Só que aí a máquina e os processos de inteligência artificial, começam a mudar primeiro aquilo que nós fazemos, depois aquilo que nós somos, né? Em última instância. E aí começam as coisas que as sustam. É, e assim, isso é importante, só o complementar o que Gustavo falou também, porque a gente associa muito medo e vai tratar, imagina mais para frente, mas sempre se fala do medo da inteligência artificial, no momento em que ela virá uma super inteligência, é a chamada singularidade, ou transhumanismo e coisa estrutura. Mas os efeitos já acontecem, né? Como a gente vem mencionando alguns casos como Gustavo já trouxe aqui principalmente em questões como trabalho. Você tem questões, né? Tem toda uma área hoje em dia, né? Comferências dedicadas a o que se chama de "fate", né? F-A-T-E, que é "Fernace", né? "Justice", "Accountability", né? Prestação de contas, "France parents", "Transparence", e "Ed Etica", em "I-A", né? Ou "Machin Learning" também. Então assim, as pessoas tão preocupadas já, independente de ter uma super inteligência ou não. E como é que esses algoritmos podem tratar questões de justiça, de prestação de conta, como é que eles explica, né? "Transparence", por que que ele tomou a decisão? A gente explicou, né? Eu expliquei por alta aquela ideia de que você dá um monte de foto de cachorro e tal, mas lá dentro vamos dizer assim, existe uma caixa preta que estabeleceu algum linto, mas não sabe dizer, por que isso aqui ele não, ele não classificou como cachorro e isso daqui ele classificou como cachorro, não tem nem sempre o algoritmo vai conseguir dar explicações, e essa é uma área que tem crescido bastante, de pesquisa, inclusive, porque você vê, né? Os algoritmos entrando em tudo que é campo, e aí você vê carros autônomos e tudo mais, e você vai precisar de um pouquinho de explicação para tomar da decisão de nesse contexto, né? Aliás, a gente teve um episódio de um carro no Estados Unidos, um carro autônomo que acabou causando a morte de um ciclista, enfim, de uma pessoa lá. Tem o do Uber, esse foi o do Uber, né? Eu acho. Tem o do Uber que matou alguém que estava fora, né? Se eu não tô enganado. Isso. O que você questionou depois, aonde foi que aquela inteligência artificial decidiu que seria melhor não friar e. Então foi um conselhado, né? Não considerar que ele perdeste, né? Infissatamente, inclusive o sensor detectou, né? Porque havia uma pessoa, mas não chegou a friar, né? Então aí foi. Almente um. Não foi um erro de que não viu a pessoa, foi um erro de tomada de decisão. E aí a gente pode ficar com o erro de que não é o que é o maldade, cara. Essa do sensor não lembra, sei que não se sabe se os sensores lá termicos, captaram, não lembro disso nas reportagens, quando eu acompanhei por cima esse fato. Mas eu sei que mesmo se fosse um ser humano prestando atenção, seria muito difícil de evitar o acidente, pelo que eu lembro, porque é um leço de nas sombras, velho. Complicado, negócio. Enfim, mas será que o carro decidiu seguir em frente? Não sabe, mano. A tecnologia ela tem mudado o nosso jeito de ser humano, filosóficamente falando, né? Porque a tecnologia ta aí como você falou, de muitos anos, desde a energia elétrica, aliás, a tecnologia anteceda a energia elétrica. Mas eu digo em termos inteligência artificial, né? Máquina linguagem. Liga-o e desligam sozinha. Como é que é? A linguagem, uma tecnologia. Vamos me patrar. Isso. É, eu já estava aí. Mas eu digo assim, essa questão de máquinas que ligam e desligam sozinha. Isso é uma coisa muito antiga, né? Acabou o processo, ela par, enfim. Isso já tem mudado o nosso jeito de ser, a nossa forma de se relacionar, principalmente em aspectos sociais. E nesse sentido, a filosofia da tecnologia, ou seja, nós estamos mudando o nosso jeito de pensar, inclusive. Por exemplo, hoje em dia o FAD, nós temos um computador, o acesso à informação, todos temos modificado, né, cara? Então de alguma forma, essa inteligência, essa tecnologia, tem já nos mudado, né? Já é uma, eu digo, e até em alguns aspectos, uma massa bem presente. E você tá coberto razão, bíblia? Isso mesmo. A gente convive com a inteligência artificial muito tempo, mas ela vem tomando patamaris aí que agora começa a nos assustar. Porque elas começam, a inteligência artificial começa a ter características do desenvolvimento humano, né? Ou da, ou da, de habilidades que nós enxergamos como em tríncicas, ou inerentes ao ser humano. E eu vejo assim três áreas de, sei lá, pudesse categorizar de diversas formas, mas três ameaças, ou que a gente tem que pensar com cuidado e responsabilidade, e a primeira delas é o que eu chamo de implicações imediatas da inteligência artificial, que tá relacionado mais com a rotina, né, com dia a dia das pessoas. Que o que o avanço tecnológico vai trazer pra perda de trabalho, né? Pra mudança de rotina, hoje em dia ninguém mais navega numa cidade grande, sentar com o ex ligado, então onde ele vai fazer você passar, onde ele vai te levar, aquilo que vai aparecer pra você comprar na tela do seu computador, aí é isso aumenta o consumismo, a rotina da nossa vida com o celular na mão, a qualquer instante você tem informação de onde estão os seus filhos, onde está a sua esposa, como é que isso muda o nosso relacionamento entre as pessoas na mesa de jantar, então isso é, são implicações imediatas que podem passar despercevidas, mas que estão mudando a forma como a gente vive, né? Nos segundo nível, eu chamaria de ameaças ao que a gente avalia como controle ou freio do avanço. Então por exemplo, será que a humanidade deveria propositadamente colocar um freio no avanço tecnológico ou um limite em algumas áreas de inteligência artificial? Por exemplo, tecnologias de inteligência artificial que sejam letais, o que podem matar o ser humano em algum nível. Lembra do filme Robocop, lá da década de 90, onde você tinha o Robocop, o Robocop que deu errado e não tinha um freio moral, nessa ir matando todo mundo, e precisou do Robocop, que era o Murphy, lá que tinha ainda mente humana para ter algum julgamento moral. Então será que a gente pode deixar a tecnologia desenvolver sem freio nenhum em todas as áreas? Quando a gente começa a tocar em pessoas artificiais, ou esses robôs sociais, como você falou, seja uma acompanhante, uma amante, um robô amante como naquele filme, a inteligência artificial mesmo, e mesmo como é que a inteligência artificial pode mudar alguns atributos da nossa vida, atribuir atributos para a gente, será que muda, nos deve permitir que muda, que ela muda de coisas essenciais do ser humano? Então aí a grande questão por detrás é colocamos ou não um freio na no avanço tecnológico, que se ponha esse freio, queimpõem, um quenível, um quen limite, são grandes questões que não têm resposta. E por último aí seria mais a questão ética, que é a ideia de culpa. É um no lance do acidente do carro da Google, quem é o culpado, é o algoritmo, é a máquina, ou é o programador, o autor, o algoritmo, ou dono da Google da corporação. Onde você toca privacidade, quem que é o dono da imagem? Quando ela imagem cai na big data, por exemplo, ela deixa de ser o indivíduo, passa sem um anônimo, logo não tem culpa mais, ou não tem mais sigilo, ou ainda existem valores aí éticos maiores. Então tudo isso são três grandes áreas aí, que a gente precisa pensar com responsabilidade e o cristão, já que estamos no impõ de quest cristão, o cristão tem muito a falar nessas áreas, o que a responsabilidade dele não é perante só a sociedade, mas é perante deus. Então ele tem que se colocar responsável por essas áreas de desenvolvimento, perante, o deus criador e sustentador de tudo. Daí vem a ideia de julgamento moral, né? Que é o grande medo, na minha opinião, grande a grande ameaça da inteligência artificial, não é quando as máquinas conseguem ser inteligentes naquela primeira definição que eu dele devalhar um contexto e tomar uma decisão útil. Isso é muito bom, mas é quando as máquinas saem de uma inteligência artificial e ameaça um terro que eu chamaria de sabedoria artificial. E aí usando o conceito bíblico de sabedoria, porque a gente precisa de uma inteligência artificial, E a gente é a inteligência? Eu posso dizer que é a sua capacidade de tomar boas decisões. Agora, sabedoria seria a arte de viver a vida que agrada a Deus. Emplica necessariamente uma decisão moral. E as máquinas têm ou não têm consciência moral? Elas podem desenvolver consciência moral. Então, aí começa a entrar numa ameaça de sabedoria de julgamento moral. Será que um dia, inteligência artificial, pode ver a sabedoria artificial a ponto das máquinas conseguirem ter julgamento moral? Isso influencia a humanidade? Aí fica a grande questão e a ameaça pra mim. E aí? Isso é muito louco. Eu não sei, eu inclusive citei aqui no começo da minha entrada o asimóvio. Para quem me conhece um pouco, sabe que eu tenho o livro bastante a respeito do autor? É uma autorificção, mas ele foi a hipionê, inclusive, na área de ciências. Ele era um autor muito inteligente, muito perspicado, inclusive. E nessa área de inteligência artificial, idiobótica, talvez pra quem já viu o filme "Eu Robô", que é baseado em uma obra do asimóvio, não é um contes específico, mas enfim, ele tem as famosas três leis da robótica. Inclusive, essas três leis da robótica são levadas em consideração, não sei de que forma elas podem ser, eles são aplicadas hoje, mas eu sei que elas são levadas em consideração, quando a gente está falando disso que custava acabou de falar, de questão da moralidade nas máquinas. Eu acho legal e interessante citar elas aqui. Olha só como o asimóvio proposa essas três leis. São três leis diretivas e elas dizem o seguinte. A primeira lei da robótica, o robótico pode ferir um ser humano ou uma travessa inação, colocar um ser humano em perigo. Se ele não dá lei, o robótico deve vencer todas as ordens dos humanos, é certo que quando essas ordens entrarem em conflito, o maior primeira lei. Terceira lei, o robótico deve proteger as pessoas, o que fazer, e isso não é de reconfriir duas primeiras leis. E depois o mais tarde, o asimóvio ele proposa uma lei zero, que é acima de todas as outras leis, que não tem a ver necessariamente com o indivíduo, mas tem a ver com o maior aspecto mais coletivo, que é, o robótico não pode causar mal a humanidade ou por omissão permitir que a humanidade sofre algum mal. Isso é fantástico essas três leis. Só fica uma dica que pra quem gostou dessa, tudo que a gente tem falado aqui, e quer ver essa questão de moralidade, claro, de uma perspectiva fictícia, mas aplicada, compre o livro "Eu Robô", é uma seleção de nove contos do asimóvio, e ele trabalha isso de um jeito, de um jeito, de um jeito essas três leis, e como eles conseguem de certa forma burlar o brincar com essas três leis, assim, uma forma genial. A questão também é como é que a gente garante que essas leis foram, de fato, programas codificadas, tem uma dificuldade também, até mesmo, como é que a gente vai testar, vou mandar ele atirar em você e vou esperar aquele. E você vai esperar que ele não faça isso, eu estou questionando as leis, acho que a dificuldade trazendo a coisa pra guimata, como é que a gente garante realmente, tem um pouco do que gostava o falou, não sei, será que a gente tem um freio, coloque esse, não deixa de ser um freio, não sei, é que essas leis, mas como é que a gente tem certeza que isso está sendo seguido de fato. E aí assim, fora que sempre tem um advogado no meio, então, o Nath Palin Lei, mas brincadeiras apartam com meus colegas da lei, mas aí você pode ter uma programação em que o Robô, como é que ele vai diferenciar, o que é o humano do que é um Robô, e aí você tem qualquer diferença, o que é isso significa causar danas pessoas, tem níveis, pode ser programado somente pra não machucar fisicamente, então eu vou só fazer um bullying emocional aqui, da pessoa e tal, e eu não estou machucando ninguém, porque eu estou medido aqui, nenhum, não estou vendo sangue, não estou vendo nenhum ouço quebrado, então novamente, estou só colocando assim, e eu concordo assim, que as leis, o cara é um visionário, são coisas que são atuais hoje, porque eu estou discutindo, realmente assim, qual que é, como é que a gente faz isso? Como é que a gente faz, pra confiar nessas leis, e tal, mas tem muita nuances aí, de fato, porque você tem, o Robô tem no meio de uma guerra, como é que ele não viola a primeira lei, se ele tentar salvar um soldado, são questões complicadas, não estou trazendo a resposta, não, não estou trazendo mais perguntas, mais de fato, é algo que é quente, na pesquisa, como falei, toda essa questão de justiça, de transparência, de ética, moralidade, mas ao mesmo tempo, a gente tem que, como cristã também, a profundando isso, acho que é um tipo de debate, de discussão, muito proveitoso, a gente pensar, porque a nossa tendência é se empolgar, mesmo falo sempre, sou meio empolgado, mas se a gente só se empolgar, e pular no vagão da tecnologia, a gente acaba não reflectindo sobre esses efeitos, nos vários níveis, como gostava já falou, a gente tá só se empolgando, vendo o efeito imediato, positivo, às vezes, isso aqui me deixa mais produtivo, isso aqui me deixa mais rápido de fazer as coisas, eu falo "OK Google", novamente aí, certo, e o meu, e já digo "me lembra de fazer isso", só não precisei de jetar nada, e tudo mais, certo, mas ao mesmo tempo eu posso ter, né, os usos, vamos dizer assim, perversos, né, a gente, todo mundo aqui é cristã, certo, então a gente tem os efeitos, do pecado aí também, pervasivos aí, naquilo que a gente produz, e aí tem, de fato, alguns usos aí, que certamente são preocupantes. Podemos puxar já então um outro tópico até pra gente caminhar mais ou menos pro final deste papo, não do assunto, porque o assunto ainda rende muita coisa, mas essa questão aí de a inteligência artificial, criando consciência, isso é uma possibilidade, né, se eu tô entendendo rumo da conversa aí, há uma possibilidade de uma criada de consciência, enfim, de uma criada de consciência ficou estranha, essa, essa, essa, essa, essa, pouco inteligente, essa foi, pareceu, você tem um empregado, né, ou alguma coisa do tipo assim, "Ah, meu, eu falei firma, com criada, com criada inteligente, isso". Não, mas essa questão assim, de desenvolvimento da inteligência artificial, e até mesmo a gente brincou aqui com Robocop, né, no remake que teve de uns dois ou três anos atrás, agora não lembro, cara, base, não sei se vocês viram essa adaptação que teve do Robocop, o próprio Murphy, né, do filme da década lá do passado, que é década de 90, Robocop, ele acha que é década, né? Pega um solo, eu não sei se é um solo, é. Então, se não for final de 80. Alias, o que nos torna humanos? Ou seja, qual é a medida? A gente tá falando de próteses. Graças a Deus a medicina tem crescido pra caramba e tal. Então, tem muita gente. O próprio Steve Hawking, cara. Alias, alguém me explica aí, "Eu vou aproveitar a que sessão aí porque, como é o Steve Hawking se comunicava? O cara que ele tinha lá. Como é a doença que ele tinha que ficava todo o torto na cadeira lá? Mas o cara falava, irmão, como é que ele falava? Ele digitava, ele pensava e. Mano, me explica aí, porque essa é uma parada sustadora, não ele, né? Ele tinha um movimento pequeno, um músculo que não tinha degenerado, que era embaixo da palpa, bradinho olho. - Mano, meu Deus. - Então, ele tinha uma comunicação quase que binária, tipo um zero e ele é clicando aquele músculo que depois foi ficando cada vez mais fraco. Virou um movimento do olho e isso aí ele conseguia compor frases e letras, né? E escrever. - Meu Deus. - Mas o tempo que você leva pra escrever uma palavra, ele tinha que clicar várias vezes o olho pra pegar conceitos e montar estruturas, né? - Meu Deus, caramba. - Enfim. - Não, mas esse assunto de transumanismo que você tá tocando, que é, ou seja, quando o ser humano deixa de ser humano. - O que é que eu posso incorporar o meu corpo como próteses, orteses ou até apêndices? - Que será que isso ameaça minha humanidade? Tem um limite. O maior filado roubou com a pele, deixou de ser humano, por ter somente uma cabeça presa um corpo robótico? - Então, essas questões transhumanistas, né? O ser humano deixando de ser humano, vão ser cada vez mais frequentes no nosso dia a dia, porque a tecnologia que dá suporte à vida vem incorporando, vem incorporando aí apêndices no ser humano, já há um bom tempo. Claro que ninguém tem dúvida, ninguém questiona o benefício de um coração artificial, de um estente, numa vez, de um implante dentário, de um marca fácil. - São todas as próteses biônicas que têm finalidade, que ninguém julga que estão. que estão. deixando o seu humano menos humano, né? Agora, tem, por exemplo, lembra de Black Mirror de novo? Quando você começa a ter adaptações que aumentam a sua percepção do ambiente, ou mais do que o seu cinco sentidos, ou você. A tente do escolho não tá tenonzulho com o único aí, olhante? Você pode enxergar no ultravioleta, né? Você pode enxergar em faver nele. Você pode ter um senso de audição agossado pra. Não porque você tenha sido surdo antes, mas pra que você tenha um ganho, uma vantagem sobre o padrão normal da humanidade. Vamos dizer assim. Aí, você já tem questões éticas, profundas, que aí não é mais a correção de um defeito, né? Ou de uma deficiência ou de um acidente, por exemplo, mas é um ganho em relação aquilo que seria normal. Agora, será que isso, de fato, é um ganho? É uma vantagem? Pode ser uma vantagem técnica no momento, mas será que isso não é uma perda para o que define o ser humano? Esse lanço de transhumanismo, cara, eu ser humano ficando cada vez mais máquina em um certo sentido? É a rescala. Uma coisa em atoa que a gente pensa. Nem pensa no dia a dia, é o lanço do nosso celular, do smartphone. Provavelmente tem coisas que você faz hoje, que você depende do seu smartphone, que você não consegue mais fazer sem ele. A minha agenda hoje, se eu perder o meu smartphone, eu não sei o que eu faço no dia a dia. Eu dependo da agenda dele. Eu vou sair daqui para ir num bairro da cidade, eu preciso do ex-es, senão eu não chego lá. Não é questão de eu chego mais tarde, às vezes eu nem chego. Tem gente que aprende a dirigir hoje com 18 anos e aprende a dirigir com o celular no console do carro, senão ele não dirige mais. Pensa num casal de adolescentes. Provavelmente a forma que eles vão se relacionar hoje, a paquera não é mais uma paquera que começa em um arroz de acampamento, na mesa de um restaurante ou num baro na escola. Ela vai ter começado na rede social. Que tem um nome que começa a contém inclusive. Então. Essa para pular a paquera. Essa para pular. Até porque a paquera era um direto, esse tem um paquera aí. O paquera já ficou no século passado. É, eu não sei mesmo. A palavra paquera eles nem sabem que. O gente é deumete, irmão. Deumete. Pois é, é um problema. É um brotinho. Agora, olha só, mas isso está mudando a forma como nós nos relacionamos. Relacionamento afetivo. Então, de um certo modo, é um apêndice externo ao seu corpo, mas isso está fazendo com que isso seja necessário para sua vida. Isso é transhumanismo. São questões muito profundas. Daí, esse ser humano com próteses ou com próteses biônicas, ele deixou de ser ser humano quando que ele deixa. Que define a sua humanidade. E aí são questões teológicas muito profundas que estão relacionados com. Como se abriu lá com a imagem de Deus. E agora a peça no inverso, que vem inverte a questão. As máquinas que estão ficando cada vez mais humanas ou os humanoides. Será que algum dia nós precisamos temer que as pessoas temer que essas máquinas se tornarão de fato humanas? Será que a sua consciência que define ter algum nível de consciência é suficiente para definir humanidade numa máquina? Daí eu já vi gente, cara, fazendo perguntas assim. Claro que são válidas como perguntas, mas são especulações bem distantes. Será que eu vou ter que evangelizar máquinas? Se eu considerar que máquinas são humanas, eu vou ter que pregar o evangelho para a máquina. Por exemplo, em caso que eu lhe acessias, se você pedir para Siri ou para Alexia, fazer uma oração para você. Alex é hora para mim porque eu estou doente. Eu preciso de uma oração e Alexia, no hoje em dia ela não faz. Conta a programada para isso. Mas se um dia o seu aplicativo fizer uma oração com você, essa é uma oração valida. -Garaca, mano. -Eus escuta de clama, né? -As teclas pesadas. -Ans tem que usar. -Entendeu, a ideia. -Aí, é. -Aí, parece piada, mas olha no passado, cara. Eu tinha um amigo distante que ele era um desses católicos nominais. E ele queria resaltar só por desencar a inconsciência. E aí, o que ele fez? Ele botou o cidmoreira em loop, rezando vários painósis lá na gravação da bíblia para resaltar os para ele. E ele ficava ouvindo aquele terço. Mas de certa medida, será que terceirizar a espiritualidade para uma máquina? Não é uma ameaça que vai chegando perto da gente, pensando, então, nas máquinas se tornando mais humanas? -Ei, todo o processo do avanço tecnológico é uma terceirização do fim das coisas. -E vários casos, né? -E isso está terceirando. -O saber se navegar, como você falou do exo, estou terceirando os números de telefone que estão lá no meu telefone, para não precisar decorar, mas em vários casos a gente está terceirando coisas que fazem parte da nossa humanidade. O bíblio brincou aí com o aplicativo que começa com o time e termina com o day. Mas assim, a gente está terceirizando todo o trabalho, -de conhecer uma pessoa. -Ela são muito fecharada. -E se chamar para sair, tal, não, não, não, eu quero fazer sexo. -Então, vamos logo para os finalmente. -Então, você está encurtando todo um processo. -E isso é particularmente, na minha opinião, complicar disso, -como se pensa em cristianismo também, não apenas o caso do Tinder, -Certo, é óbvio que, por razões, óbvias. -A gente se preocupa com isso, mas todo esse encurtamento do processo, -Faixe com que a gente não valorize, talvez, as coisas do dia a dia, -O processo do dia a dia, então, você tem aí um, assim, a vinda de cristão, -a é o processo da encarnação, né? -A gente, a gente esquece que a gente celebra o nascimento no 10º, -e celebra a crucificação na semana Santa, -e a gente esquece que houver um 33 anos, né? -Ele poderia ter feito a coisa um pouco mais rápida, né? -Ele poderia ter acelerado o processo aí, certo? -Mas, eu acho que isso é algo que nós com cristãos realmente tem que refletir. -Pegando o ganche do que o Gustavo falou, que é algo que a gente se anima -coisas coisas, passa a adotar e não questiona, né? -Então, acho que é um processo de sempre de reflexão, -porque a tecnologia sempre vai ter alguns aspectos, -bons, alguns usos pervesse, -e ao mesmo tempo ela vai moldar a gente, certo? -Tem uma tecnologia, não é neutra, certo? -Tem que vai ver essa tecnologia neutra, basta você usar bem, -mãe não, ela vai moldando como a gente funciona, -vai moldando as nossas vidas, os nossos hábitos, -Pendo sabêncios, tem que estar, -E isso, aparentes, tem que estar no rádado a gente, -não pode entrar no automático, certo? -Ai para a pergunta final, -a gente já encerrar o nosso assunto aqui, -não pode ter esse papo, porque como eu disse, -o assunto está bem longe de terminar, -mas então que nos torna humanos, -seria uma questão biológica, -porque um espermatozol encontrou um óvulo, -fecundou isso é a humanidade, -a gente, mas eu estaria reduzindo ser humano, -esco, questões biológicas, né? -Mas, que era não, é uma coisa que nos distinguem -bastante das máquinas, gente, é um ser humano, -não pode ter, ou seja, naquele embrião, -a todo um potencial de ser, ele já é um ser humano, -in potencial, como nós cristãos, -muitas vezes se posicionamos contra o aborto, -porque para nós o embrião, ele é, -não é que ele vai se tornar um homem, -a mulher, ele já é, por isso que ele se torna, -porque ele já é, então assim, -mas eu não sei se eu fico na questão da biologia, -porque assim, se eu digo também que não, -mas o ser humano é o que é a racionalidade, -não tem pessoas que têm problemas e, -desfunções cerebrais que não pensam, -que talvez vão raciocínem, e elas não deixam ser seres humanos, né? -Então no fundo a gente tem uma questão filosófica, -bem complexa, né? -do que é o ser humano, que até a gente tem aí, -a essa questão, tem até um, vai ter um BTC, -da BC2, tratando um pouco sobre isso, -mais é uma pergunta que abriu o cara, -porque daí é como você inverteu a pergunta né, -gussava, o que tem em tá aí um entorno, -é uma máquina pode vir esse tornar humano? -É a própria noção de inteligência, -i não é suficiente, como você já falou, né? -É até porque a gente vê isso na máquina, -não é, a máquina tem inteligência, -mais ela, o inteligência artificial, -a ela desacopla, e vamos dizer assim, -não é a inteligência de uma consciência, -mum, o problema da consciência, -i a gente vai discutir um pouco sobre consciência, -que a gente ainda não entende muito bem, não, -sé? Porque é consciência, -não, os neurocientes, -i ainda não tem uma definição muito clara, -a gente ainda não sabe direito, -não explica as coisas, até para poder dizer assim, -não, realmente uma máquina vai ser consciente, -não é bem interdit direito à consciência do ser humano, -sé? Então, aí, justamente, -toda forma de medir, -não, eu entendo que assim, é, -não é complicado se você tentar medir em características -o atributos talvez externos, -o que possam ser mensuráveis, -porque sempre pode cair no -não, o problema como se acabou de dizer, -não tem uma certa condição, -i então ela não é humana, -tendente que acho que não, né? -não, não tem gente que acho que deveria abortar, né? -pb, que, que, que, que, -santém alguma certa condição, -algunsindro, metal, tem gente famosa, -que já falou isso, certo? -que, que, que, pensando em uma perspectiva bem utilitarista, -sé? -mais, mas, é, são a questão que, -o que acho que, E aí nós como cristãos tem que recorrer a essa doutrina da imagem de Deus. Eu tenho certeza que gostava que tem algo a falar aí. A respeito disso. A gente já tô junto, essa semana então. Exaflaçam. É claro, é isso. Eu acho que a definir ser humano. Claro que nós vamos fazer isso em uma perspectiva cristã. A gente tem que trazer o conceito cristão de imagem de Deus. Qualquer outro atentativo de definir o ser humano como uma perspectiva natural, naturalista, é uma redução. Não pode ser com o dibu começou dizendo, o ser humano é meramente definido por conta da sua biologia ou da sua sociologia, não dá para definir isso assim. Ou por conta da sua mente. Tem gente que vai falar assim, não. O que defie, o que difere o ser humano do restante dos animais é sua mente. Agora o que é a mente deixa a pote história, porque não é o cérebro. É o conjunto de coisas que a gente chama de mente. A consciência tá lá no meio. Mas o ser humano não é reduzido só a sua mente. Ele tem algo além disso e mais profundo. Enquanto a gente não entende essas coisas, eu creio que talvez a gente nunca vai entender na profundidade o que é, porque a definição não vem de nós, a definição nos é dada. E o cristão entende que o ser humano não é definido por ele mesmo, mas é uma definição do criador. Daí o ser humano é a criatura feita a imagem semelhança de Deus. Isso traz um monte de coisas, uma bagagem enorme. E aí, claro, ele tem um aspecto físico corporal, claro que tem a biologia, a fisiologia, então lá fazem parte da definição do que é ser humano. E lá na ativa da criação, isso vai estar lá bem ilustrado em Deus fazendo o homem. Como com o artífice fazendo o homem do poda terra, aquela linguagem toda, que ilustra Deus criando o homem de maneira original, ali autêntica, como grande a artesão fazendo a sua obra prima. Mas a criação do homem na doutrina bíblica não para aí, né, cara? O que na sequência Deus fez o homem daquilo que já existia, ou seja, do poda terra da matéria, mas Deus soproneiro foi o lego de vida. O ruar, aquilo que deu a homem alma vivente, fez do homem alma vivente. E aí, nesse conjunto de corpos feito especialmente uma obra prima e fôlego de vida que deu a homem alma vivente, isso tudo compõe que a gente vai chamar de imagem de Deus. E aí isso vai refletir lá naquilo que nós somos e naquilo que nós fazemos, que nós chamamos dos mandatos da criação. Nós relacionamos com Deus, nos relacionamos uns com os outros e nos relacionamos aí agora com o cosmos, né, com o mundo criado através da tecnologia e a inteligência artificial entra nisso, porque nós fomos feitos imagens de bem-os, cara. Então, olha aqui coisa legal. Pensar que um dia, nós podemos perder todo o nosso corpo. Vamos pensar lá no Stephen Hawking, alguém que sofre um acidente, mas é possível que a sua humanidade seja, se mantém a integral, seja a pessoa, seja 100% humano, apesar de ter perdido todo o seu corpo, o termo transformado como um robocop, numa máquina, eu creio que sim, o que a essência está na imagem de Deus e não na fisiologia, ou na biologia ou na co-gnição. Agora, pensa do outro lado. É possível uma máquina adquirir características humanas ou humanoides, características humanas, fisiológicas, vai saber algum dia biológica, assim, no lado da biotecnologia, não sei, como no Westworld lá, na SEC, aquela é o que é o panque. O próprio ángel do One-Bissentenário, né? Exato, o próprio ángel, né? Mas pensa numa máquina, então, vindo pelo outro lado, se aproximando do que a gente define como humano, tá, ela chegaria um dia ser humano no sentido bíblico. Eu creio que não, porque faltaria nela, ou que, imagem de Deus. Aí você vai perguntar assim, "Poi, a imagem de Deus não pode ser criada numa máquina, não pode ser transferida, eu gostava, eu acho que não, tá". "Vamos, Gene". "Imagem de Deus é alguma coisa conferida pelo criador no ser humano. Eu não sei que momento que ele conferir, isso se é na concepção, se é depois, se é antes, a gente sabe que tem um conceito de eternidade aí na alma, né, no ser, mas em algum momento aquele ser se torna fôlego de vida, ganha fôlego de vida. E eu não tenho condições de especular além disso, mas que todo ser humano é imagem de Deus, a debra me diz que é, e que somente aqueles a quem Deus atribuíram imagem de Deus serão ser humanos, é outra verdade. Logo nenhuma máquina, ou nenhum ser humano tem condição de fornecer ou de atribuir imagem de Deus é nenhuma máquina, por mais uma noide que se torne o robô". Então, responder aquela pergunta que eu disse lá, "É possível, ou será necessário evangelizar máquinas? Absolutamente não, porque as máquinas não têm imagem de Deus para serem definidas, humanas, e obviamente não requerem salvação". "A não sei que tivesse uma nova encarnação do Cristo e ele se vizesse máquina, né". O ver você fez isso. E é isso, é por isso por uma queda das máquinas, né? Mas disse aspecto internacional que você falou, Bibo, ele responde também a boa parte, junto com a Imagodei, a boa parte da questão. Porque, apesar de que alguém poderia dizer "Ah, mas não existia máquina na época de Cristo, não tinha como Cristo se encarnai máquina", não existia do jeito que a gente está pensando aqui, um robô, ali, um robocop, o sonor do futuro ou seja, o que for. Mas se a gente foi estrapolar a questão aqui, Cristo poderia ter encarnado em outra coisa, que não fosse ser humano que existente na época. Eu sei que sou um pouco ridículo até pegas, mas possibilidade por possibilidade isso existia. Mas não. Ali, podia até vindo um corpo espiritual, né, e aí galera, beleza. Mas ele veio para redimir a humanidade, que é o ápice da criação e imagine de Deus, né? O objeto ali é muito importante. Deus veio, Cristo, perdão, veio para redimir, de fato, toda a criação, mas através da redenção do ser humano. Então, tem tudo a ver com o nosso papo, porque se nós somos seres humanos redimidos, a nossa responsabilidade perante o criador nos faz redimir a criação. O inteligência artificial vai nessa direção, mas não podemos deixar o ser humano fazer qualquer coisa sem responsabilidade, seja no campo da inteligência artificial, porque isso seria uma irresponsabilidade de nós agentes enquanto redentores do mundo onde fomos colocados. E assim, além dessa, com toda a doutrina da imagem de Deus, a gente falou, brincou um pouco, o que dá medo da medo da equipe de ex oficial e gente, gente, é a cristão, não tem que ter medo de interinsar a deficiar. Se a gente é a cristão, a gente acredita que Deus está no controle do curso da história, como há motivo na minha opinião, era uma opinião, certo, para a gente ter medo do que pode ver. No sentido macro da coisa, tem uma perspectiva de esperança, a gente tem uma perspectiva um pouco mais longeva, talvez do que as outras visões de mundo, mas acho que o principal é claro, dá um medinho, mas a gente não pode desesperar e ficar puxando os cabelos e achar o medo do que vai acontecer, com essa inteligência artificial, que vai dominar o mundo e tal, só dominar, porque Deus permitiu. Se você trabalha com radiologia, já era. Não, você não tem, você tem que estar preocupado, é como você vai garantir o seu sistema. E nós professores, nós professores seremos os próximos. Não, aí tem que dar, aí tem os seus amigos dos computadores. Tem que ter um trato já com eles. Faz você acaressir o seu computador e falar "Amiglão", eu não fico chutando o robô, não fico o pessoal da bolsa, vai começar o expor do por eles. Muito bom. Gente, para finalizar o nosso pop, então queria que vocês aí os nossos convidados indicassem alguma literatura, algum site, alguma coisa que a BC2 já publicou, que arranha esse tema que nos ajude aí a continuar nessa reflexão. A BC2 tem uma série de livros do da BC2, com diversos parceiros editoriais, tem um livro que se chama "Fé Esperança e Tecnologia", é do Egbert Schirman, que é um filósofo engenheiro Olandês. É um livro muito interessante, porque ele trata de uma abordagem da tecnologia e da filosofia da tecnologia, mas fala da esperança, Cristã, nossa esperança Cristã não é só um desejo, um anseio sem fundamento, é uma esperança fundamentada em promessa. Então é bem legal que dá uma segurança, isso que o leopoldo estava dizendo, fala que nós não precisamos ter medo da tecnologia, mas ao mesmo tempo nós temos responsabilidade pela tecnologia que nós desenvolvemos. E esse conceito é bem trabalhado nesse livro. Tem um outro também da série que chama "Filosofia da Tecnologia", que vai trazer de forma introdução. bom os conceitos para pensar no assunto, então esses são os dois livros mais próximos do assunto que nós temos na série. Tem um também que vai tratar de neurociências, né? Deuses, mentes, me lembra aí, leu do nome completo? Cérebros. Mentes, cérebros, almas e deuses. Obrigado, mentes, cérebros, almas e deuses, que tratam um pouco da neurociência, então de certa forma, relaciona com a inteligência artificial. Mas olha, se você for buscar a internet, você vai achar muita coisa, mas eu recomendo que você leia um artigo bem simples de um outro skirmann, que é o tal do Derek Skirmann, que é um professor da Universidade de McMaster. E ele tem um Calvin College agora. Perdão, você tem razão, ele está no Calvin College agora. E ele tem um artigo, cujo título é Artificial Intelligence, perdão Artificial Intelligence, de ser earning a Christian response, ou de ser indo uma resposta cristã. É cara, é um bom artigo em trodutório, ele vai tratar dos pontos, assim, mais tocam Christianismo, deve ter umas vinte páginas, facinho de ler. E eu espero que logo a B.C. 2 faço uma tradução desse artigo que a gente disponibilize o PDF lá no site. Mas é um bom ponto de partida? A B.C. 2 já traduziu. Ah, ai ai, ai, ai! Você promou o negração, o B.C. 2, ele foi no ar, quase no ar, eu vou. Não, vou deixar, ficou maravilhoso isso, o professor me lembrou muito no tempo que dá a professor, a professor, é o aluno 20 corriga, sim, você é maravilhoso. O aluno sempre acha que o PDF é mais obscuro, então esse PDF já é disponibilizado, e o que você por fora, que eu só li ele, isso faz ele estar lá no site da B.C. 2. É um bom, bom, bom, bom, bom, bom, bom, gente, muito bom. E ai, Leo, o que você recomenda para nós? O Gustavo já cobriu e boa parte dos recursos da B.C. 2, né, que tem sido produzidos. Eu vou dar uma recomendação já, mas ainda não, né? A gente, em cada vez há uns 2 anos, o que a gente chamou de "foram" de tecnologia, na verdade, começou juntando alguns professores que envolviam de engenharia e tecnologia, com passão, etc. Lá em São Paulo, para discutir algumas perspectivas cristãs, para o futuro, da tecnologia, o que a gente achava importante, tudo mais. E ano passado, a gente realizou um foram justamente com um dos autores do livro "Filosofia da Tecnologia", lá em Belo Horizonte. E esse ano, a gente conseguiu fazer um, assim, por meio da cat, a gente colaborou com um evento na UFMG, não um ciclo de debates sobre a tecnologia e sociedade, né? Se chamada "Sociedade Tecnológica". E como colateral aí desse ciclo de debates, a gente está produzindo um material, né, que vai sair em Ebuque, né? Nos próximos meses aí, provavelmente espere março algo do tipo, em que várias das palestras que foram, né, profitadas lá, né, vão virar a capítulo de "Sociedade Tecnologia". Então vai ter um material discutindo diversas coisas, assim, tem uma perspectiva sobre o desastre de Mariana, né? A perspectiva cristã sobre a tecnologia e saúde, né? Eu falei um pouco lá sobre essa questão dos algoritmos e a papel que eles têm hoje em dia como divindades, né? Até choquei a meia palha de algoritmos, questão da nuvem, certificado seja o Bosco hódico. Então a gente teve essa discussão, né, de refletir sobre o papel da tecnologia na sociedade e deve estar sendo lançado em março. Se você tiver mais interesse também, né, isso aqui não é a edicação, né? Nesse caso, o que cristã, certo? Mas entender um pouco mais sobre, né, televisões artificial e tudo mais, tem vários livros que já foram lançados, muitos deles não estão produzidos, mas tem um livro bem interessante do professor da Universidade Washington, chamado Pedro Domingos, né? Que chama-se o algoritmo Mestre. Esse já está em portuguesa e aí eu acho que é interessante, ele é bem otimista, certo? Então o subtitulo do livro é como a busca pelo algoritmo de Machine Learning definitivo recriar ao nosso mundo. É claro que ele está novas visões bastante positivas aí, certo? Da tecnologia, mas é interessante porque ele, na minha opinião, pelo menos ele consegue dar intuitivamente as noções, né, como esses algoritmos funcionam, né? O que é que diferencia aí, eles dos algoritmos tradicionais e tal? Eu acho que é um livro bem acessível, né, se você tiver interesse com esse mais, acho que fica dica aí desse material. Muito bom. É isso gente, vamos escando por aqui, eu sou Rodrigo Bibo, este foi o BTCASH ABC2, não esqueça de visitar o site da BC2 e conhecer todo o conteúdo que ela tem desenvolvido na área da fé e ciência e esse diálogo, enfim, tem muita coisa boa. E galera, passe pra frente esses podcasts, porque a ideia é levar conhecimento científico nesse diálogo com a fé para mais pessoas, por isso que a BC2 está fazendo este podcast. Então você é o nosso maior propagador, se você gostou do assunto passa pra galera, usa aqui os comentários pra dar dica, sugestão do que a gente pode melhorar e por aí vai. É isso, vou ficando por aqui, até o próximo episódio se Deus quiser e assim, permitir, fiquem todos na paz do Senhor Jesus.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast Beta Casta da ABC2, apresentado por Rodrigo Bivo, discute inteligência artificial (IA) e machine learning no contexto de fé e ciência.
  2. A ABC2 é uma associação que conecta cristãos na ciência, promovendo integração entre fé cristã e pesquisa acadêmica, com conteúdo em português.
  3. Os convidados incluem Leopoldo Teixeira, professor de computação, e Gustavo Aceso, especialista em filosofia da tecnologia, além do coapresentador Mac.
  4. A IA é definida como sistemas que imitam habilidades humanas, como reconhecimento de padrões e processamento de linguagem, já presentes no cotidiano (ex.: assistentes virtuais).
  5. Diferente de algoritmos tradicionais, a IA usa aprendizado de máquina, onde o sistema é treinado com dados para reconhecer padrões, como identificar rostos ou animais.
  6. Há uma discussão sobre a natureza "artificial" da IA, que não é programada para tarefas específicas, mas aprende a partir de exemplos, podendo cometer erros.
  7. A inteligência é definida como capacidade de avaliar contexto e tomar decisões com aprendizagem, e a IA busca replicar isso em máquinas.

Summary:

O episódio inaugural do Beta Casta da ABC2, mediado por Rodrigo Bivo, aborda inteligência artificial e machine learning sob uma perspectiva cristã e científica. O programa começa com apresentações, incluindo Marcelo, que explica a missão da ABC2: unir fé e ciência, oferecendo conteúdo de qualidade em português para cristãos na academia. Os convidados Leopoldo Teixeira, professor de computação, e Gustavo Aceso, especialista em filosofia da tecnologia, trazem suas expertises ao debate.

A conversa define IA de forma acessível: trata-se de dotar computadores com capacidades humanas, como reconhecimento de imagens e processamento de linguagem, já presentes em ferramentas como assistentes virtuais e tradução automática. Leopoldo explica que, ao contrário de programas tradicionais, que seguem instruções fixas, a IA moderna usa aprendizado supervisionado, onde algoritmos são treinados com grandes conjuntos de dados para identificar padrões, como reconhecer rostos ou animais. Esse processo é estatístico e pode gerar erros, dependendo da qualidade dos dados.

O diálogo também reflete sobre o que é inteligência: a capacidade de avaliar contextos e tomar decisões baseadas em aprendizagem, algo presente em humanos e animais. A IA busca replicar isso em máquinas, mas sem necessariamente criar conhecimento novo. O episódio termina com humor sobre o medo de máquinas "com vida própria", mas enfatiza que a IA já é parte do cotidiano, desafiando os ouvintes a pensar criticamente sobre seu impacto no presente e futuro.

FAQs

A ABC2 é a Associação Brasileira de Cristãos na Ciência. Ela busca fazer uma ponte entre os campos da fé e da ciência, integrando a vida de cristãos que atuam na academia.

Inteligência artificial é a capacidade de dotar sistemas computacionais de comportamentos que parecem humanos, como aprendizagem e resolução de problemas, sem que tudo seja programado explicitamente.

Ela usa algoritmos de aprendizagem, como redes neurais, que recebem grandes quantidades de dados de treinamento. Por exemplo, para reconhecer rostos, o algoritmo é alimentado com muitas imagens marcadas e vai aprendendo padrões estatísticos.

Sim, como os algoritmos usam métodos estatísticos, eles podem errar, como confundir um gato com um cachorro, dependendo da qualidade e quantidade dos dados de treinamento.

Sim, exemplos incluem assistentes virtuais como Google, Siri e Alexa, reconhecimento facial em celulares e tradução automática no Google Translate.

Na programação tradicional, o computador segue instruções predefinidas. Na inteligência artificial, os algoritmos são programados para aprender a partir de dados, em vez de seguir regras fixas.

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