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Inovascast | Episódio #14 | Qual o melhor crédito consignado para o seu cliente?

from Desenvolve

27m 50s

Inovascast | Episódio #14 | Qual o melhor crédito consignado para o seu cliente?

O episódio do Innovas Cash destaca a diversidade dos modelos de "conseguinado" no Brasil, abrangendo aposentados, servidores públicos e trabalhadores CLT. O crédito CLT é apresentado como uma inovação que amplia o acesso ao financiamento, com descontos diretos na folha e possibilidade de solicitação via CTPS. A complexidade dos convênios públicos exige conhecimento técnico e prática de atendimento humano, especialmente nas agências físicas, onde o gerente atua como ponto de confiança para o cliente. A jornada de atendimento foi modernizada com processos simplificados, como a portabilidade em apenas quatro cliques, reduzindo tempo e aumentando a eficiência. O grande desafio estratégico é escutar a necessidade real do cliente, oferecendo soluções com empatia, transparência e foco no sonho financeiro, não apenas na oferta técnica. A equipe de agências, como a Agência 4301, destaca o papel de priorizar o INSS e garantir uma experiência humana e confiável. A mensagem final é de aprendizado contínuo, desaprendizado de antigos modelos e adoção ativa da inovação para oferecer soluções mais humanas, acessíveis e alinhadas às necessidades reais dos clientes.

Transcription

4807 Words, 27081 Characters

Portuguese
[música] E tubers das agências laranjas de todo o Brasil tá no ar o seu e novas cash, que é o conteúdo do Innovas pra lendo e novas. Eu sou a tate domiciano, eu faço parte do tímite comunicação aqui da Gelly. Sou uma mulher parda de cabelos pretos e lisos até a altura do hombro. Estou usando uma camisa cor de rosa listrada com branco, o branco listrado com cor de rosa. E vou estar acompanhando vocês aqui nesse episódio. Não vou fazer spoiler pra vocês como eu sempre falo, eu já vou contar pra vocês que temos convidados especiais, o Alexandre Borinha, a Raquel Bradembar, a Roberto Azúcar. Mas eu vou deixar ele se apresentarem e contarem um pouco mais pra vocês. Borinha, seja bem-vindo à mesa do Innovas Castes. Tudo bom pessoal, um prazer aqui com vocês. O primeiro meaudi de descrever aqui, sou Borinha. Eu sou homem branco, barbas e cabelos castanhas, eu toco uma blusa azul e com uma calça à jeans. Eu sou diretor responsável no etau pelos consignados e pelo microcrédito também. Sou Raquel Bradembar, que despreendente de negócios da rede de agências, sou responsável pra ontem ter três agências no interior do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Sou mulher loira, branca, eu estou com uma camisa com listas laranja, do coração laranja. Eu sou a Roberto Azúcar, eu sou gerente geral, mineclas digital, sou 15 anos e sou bem-vinda. Na minha audiodescrição, sou mulher loira, branca, de olhos claros, estou vestindo uma cacão branco, prazer estar aqui com vocês. Bem-vindos, gente. E pela primeira vez na história do Inovas Cast, eu quero contar que nós temos uma plateia com a gente acompanhando a gravação do episódio de hoje. Vamos mostrar essa plateia. Obrigada por vocês. [aplausos] Estarem com a gente hoje. A gente vai interagir mais aqui com eles, a gente vai contar pra vocês quem eles são, eles estão aqui, eles também vão interagir com a gente. O episódio de hoje está muito especial. Então, fica conectado com a gente, se você está ouvindo, se você está vendo, permaneça com a gente porque o assunto é quente. Está aqui no topo de assunto da agência laranja. E eu já vou contar o que é, porque não tem porque a gente guarda a segredo, a gente vai falar sobre "conseguinado". Isso, vamos falar de NSS, de órgãos públicos, do crédito "conseguinado CLT", também. O spoiler está dado aqui, a gente já vai começar o nosso papo. Vamos falar aqui um pouco mais sobre "conseguinado". E os modelos de crédito que a gente tem hoje, para a sua atuação, vou deixar o Borinho explicar aqui para a gente. Conta para a gente, primeiro conta quais são os modelos de crédito que a gente tem, como eles operam e como se diferenciam. Legal, muito bom falar desse assunto. Eu lembro que quando eu cheguei no "conseguinado" aqui no ITAL, faz uns quatro anos e meia mais ou menos, a gente falava muito sobre "conseguinado". E quando eu comecei a profundar no "conseguinado" eu falei "poxa", mas não dá para falar do "conseguinado" como um único produto. A gente precisa falar do "conseguinado" como vários produtos, porque a gente atende perfis de clientes de skins. A gente que é o "conseguinado" seja um crédito que você desconta do salário, do benefício, do trabalhador, ou do beneficiário. A mecânica é essa, descontar por isso que você tem um risco um pouco menor, são públicos muito diferentes. Então a gente tem o clássico que é o "conseguinado" para aposentado, que a gente chama de "conseguinado" na SES, que é um dos primeiros "conseguinados" que surgem no Brasil, já faz mais de 20 anos que a gente tem esse "conseguinado" na SES. Basicamente, ela é concedido para os beneficiários da SES, ali dentro com vários benefícios. Basicamente, a gente desconta até 35% do beneficiário da SES, por volta de 40 milhões de beneficiários. Essa dinâmica de contratação é uma das que a gente diz que é mais automatizada hoje. A gente tem uma processadora que faz esse trabalho para a gente que é a data preve, então ela tem uma experiência longa por conta desse tempo que já existe, o "conseguinado" na SES. Aí depois a gente vai por "conseguinado" servidor, e no "conseguinado" para servidor a gente tem uma diferença grande que a gente fala do "conseguinado" pro aposentado, por exemplo, a gente conversa com diversos, diversas prefeituras, diversos governos, então a gente tem especificidades para cada um dos convênios e das conexões que a gente tem. Seja do ponto de vista técnico, mas seja do ponto de vista de regras também. Então, tem convênio que aceita a 120 meses, tem convênio que aceita, tem convênio que exige um Tolkien na partida, a identificação do trabalhador, convênio que você precisa, e lá autorizar a margem, entrar no site do governo governo e autorizar para depois você continuar jornada. Então, tem uma de tem diversas especificidades, é tudo um "conseguinado" só, no final, desconto lá do benefício, né, ou do salário do servidor nesse caso, mas existe uma complexidade diferente ali na hora da contratação e isso, obviamente, no dia a dia, da nós dos nossos itubres, a gente tem uma complexidade maior, e o que a gente tem buscado fazer nos últimos tempos, é simplificado as jornadas para que a gente, em uma certa forma, a gente abstráia essa complexidade do que hoje existe nos convênios pro nosso itube. E, por fim, a gente vai para o "conseguinado CLT", "conseguinado CLT", ele é novo, ele acabou de ser lançado, ele é uma parte importante da inspiração da construção do "conseguinado CLT". Ele se inicia no próprio "conseguinado para NSS", porque a própria data prev que apoiou nos envolvimento do produto. O "conseguinado CLT", ele se conecta a data prev. Ele se conecta a data prev também, é uma das etapas de conexão, a conexão é para fazer essa intermediação entre as empresas e o ban, no caso do ITAU, mas no final do dia, a data prev faz essa conexão, mas do outro lado, a gente tem milhares de empresas. No Brasil, o tamanho que é, a quantidade de empresas que a gente tem de diferentes tamanhos, diferentes complexidades, você tem empresas que estão super acostumadas a operarem o "conseguinado", já operavam com a gente antes, muitas delas, folhas de pagamento do banco, e uma série de empresas que antes não tinha acesso ao novo "conseguinado", então tem aí uma grande curva de aprendizagem, porque basicamente o que foi feito antes da conexão, no "conseguinado privado" é para com cada banco, então cada banco faz ele uma conexão com as empresas. Agora, quem faz esse papel é a data prev, junto com a caixa econômica federal, então você tem a data prev fazendo essa conexão com as empresas para poder fazer o lançamento do desconto no social, que é um instrumento que a gente faz o lançamento, mas a empresa tem a responsabilidade de fazer o fechamento da folha. Ainda que a data prev faz esse papel, que é importante, a gente tem a necessidade da empresa ter que trabalhar nesse fechamento de folha e, por fim, fazer o repasse para as empresas e para os bancos no final do fechamento da folha. Então, de maneira geral, acho que são essas três diferenças. E falando do crédito do trabalhador do CLT, na prática, o que isso gera de impacto na agência, em hora da atendimento, você falou que a gente tem processos de liberação, que antes funcionava o banco indo buscar uma empresa para fazer um convenio, como isso reflete, de fato, assim, para a estratégia do negócio, se você puder falar para a gente o que tem de bonos, que é algo que vai ser benéfico para a gente e que a gente precisa ter mais cuidado. A primeira ponto importante, quando surgiu a ideia do Consignado CLT, a gente abraçou a ideia, que a gente entende que amplia acesso e criar a possibilidade de o crédito mais barato e até com essa conexão, que você consegue descontar direto da folha. Obviamente, se diminui o risco, diminui o custo para o trabalhador, e muitos desses trabalhadores não tinham, acessou o Consignado e eles acabavam tendo acesso a produtos com um custo mais alto, principalmente o crédito pessoal em precha pessoal, o crediário que nos causa. Então, primeiro, acho o primeiro ponto, mais importante, é que você ter uma ampliação de acesso. Então, essa ampliação de acesso, basicamente, você dá acesso hoje para todo o trabalhador CLT, ter acesso ao Consignado. Obviamente, dependendo da política de crédito de cada banco, porque, obviamente, diferente, por exemplo, do caso do um beneficiário da NS, do servidor público, que você tem uma certa estabilidade ali da renda, no caso do CLT, você não tem essa estabilidade, porque a pessoa pode mudar de emprego. A empregada da empresa pode mudar para a empresa B, então, você tem esse risco do que a gente chama de Tarnovo, na que é o risco de saída da empresa. Mas ainda assim, assim, pô, de vista da visão que a gente tem estratégica, é um produto que ampliu acesso, e a nossa estratégia desde o princípio, foi criar a possibilidade de dar esse produto para o nosso cliente, disponibilizar para aqueles que já tinham acesso, e ampliar também para aqueles que, por venturo, não tinham acesso até então. Esse produto tem uma novidade em relação aos demais, que tem a possibilidade do cliente contratar também fora do canal dos bancos. Então, ele consegue entrar lá, na que a gente chama na CTPS, na que a carteira de trabalho digital, então, ele consegue fazer uma solicitação na carteira de trabalho digital. e assim que ele solicita os bancos, eles devolvem a proposta, então o cliente consegue ganhar uma série de propostas ali. Então existe também essa complexidade do cliente enxergar eventualmente, vamos pensar um cliente do Itaú, entrou na CTPS, fez a solicitação e eventualmente para alguma razão, seja política de crédito, seja para o velocidade da resposta ali, ele não recebeu uma proposta do Itaú, então eventualmente ele buscar um gerente na agência, o gerente dele e pergunta a poxa, mas eu fiz ali a simulação na CTPS, porque que eventualmente eu não tenho essa proposta. Então, assim, criou-se uma nova dinâmica, né? Raquel, o Borin trouxe aqui uma série de conceitos até, e eu acho que o Itaú, a gente já está aprendendo muito aqui sobre esses formatos de crédito, mas eu queria saber como que isso reverbera na ponta, como que isso impacta a hora do atendimento. Macana está de assim, o Borin trouxe com muita maestria toda essa complexidade que realmente tem, e quando a gente fala de NSS, tem, sim, é uma jornada um pouco mais fluida, né? Porque o NSS tem o tempo em tempo, comeceando, ele está bem divertido, ele resolveu nos trazer desafios aqui de várias mudanças, mas ele acaba sendo mais fluido. E, do ponto de vista de atendimento, nós temos dois pontos, né? Primeiro temos as agências que tem um fluxo muito grande de aposentados, aí nessas agências, o próprio atendimento, lá, né, com o cliente passante, é dado todo a oferta, é feito todo o trabalho com ele ali, e também a gente tem um outro público que não frequenta agência, que, principalmente nos grandes centros, a gente não tem mais tanto eles passando, que a gente tem que fazer um trabalho mais interesse, um trabalho mais de telemar, que é tirar, e aí a gente tem ferramentas para isso. E aí a gente tem também passando para o próprio, toda essa complexidade entender, né? O aquele, aquele convênio diretamente que está próximo a nós lá, e para isso a gente precisa ter, sim, o entendimento de processador, entendimento de jornada, porque senão a gente acaba parando no meio do caminho, esse é um atendimento lá com o cliente direto, né? E também tem um outro ponto que nós aqui em quando comerciais fazemos, que é a interação, quando a gente tem um convênio que não está tendo uma boa performance, a gente tenta buscar algum motivo pelo qual, ou algum concorrente entrou com uma taxa maior, melhor, né? Com prazo maior, a gente tem que, junto com o timetor do Borin negociar, vamos acertar, vamos ver o quanto que é viável, o quanto que não é viável, para deixar aquele convênio rodando também, acho que é um outro ponto, e mais do que tudo quando a gente está falando de um crédito, hoje, no mercado, com o melhor taxo, crédito, com melhor condições possíveis, né? E para quem ter acesso, a gente tem que deixar muito claro pro cliente, essa condição, né? Porque o brasileiro não tem tanto ali o filho da educação financeira, nem sempre é tão claro que existe um crédito com uma taxa super bacana, né, acessível. E aí, lembrando disso, se seja, numa geisha, num interior do Rio, uma N nossa contando, um crédito OP, que chegou para falar com cliente, olha, se a gente tem um crédito, né? Aqui é a sua disposição, mas a cliente não é tomadora de crédito, aquela questão toda, e ela está, mas o olho, o meu aplicativo, se as minhas filha procurou, não achou nada disponível, não estava disponível para aprovar o aplicativo dela, mas estava disponível na nossa plataforma, ofertou o crédito, o cliente fez as contas certinho, e ela exatamente está precisando que ele valor para fazer uma prótida do pé, né? Então, assim, é aquela questão também que a gente tem que vender num crédito, né? Vender ali, uma necessidade, se conectar com a dor do cliente, ter a empatia com a necessidade dele, pra aí, sim, a gente tem uma venda ali com o oferto, com respeito, com o produto correto, certo? Então, do conto de vista comercial, acho que nosso grande desafio é manter atualizado, ter as informações todas, e ter a conexão com o cliente, fazer o oferta correta, pro momento de vida do cliente, pra dor do cliente, ali, a gente poder sanar e levar esse produto. Os que tem dois pontos aqui, que você trouxe, o primeiro é a gente vai de turma, né? Você falou aqui que vocês estão sempre em contato com o Borin, pra ajustar o produto da melhor forma, pra chegar na hora do atendimento, e isso, tá na nossa cultura, é algo que a gente não abre mão, então eu acho que a gente se alareja, a gente trabalha pra vocês aí também, né? Vocês são a razão da gente tá aqui, vocês são os protagonistas dessa história. Então, a gente tenta sempre ir de turma entendendo o lado de cada um pra que a gente chegue pro nosso gerente, então aqui a gente tem aqui alguns, pra que a gente consiga, de fato, levar algo que seja a melhor solução, e que também otimiza a jornada dele dentro da ponta. E o segundo, eu acho que você trouxe aqui essa questão do crédito pro cliente, e essa escuta do cliente, do porquê, do crédito, o que cabe no bolso dele. Aqui era uma necessidade, um tanto quanto especial, né? Mas a gente sabe que os nossos clientes também contratam crédito pra realizar muitos sonhos. E como é que a gente consegue na ponta fazer essa leitura, de entender o momento ali do cliente? Eu acho que é mais importante, assim, e a gente vem trabalhando, né? A pessoa querendo aí ter a centralidade no cliente, e ter a principalidade, o principal banco do cliente hoje, é ouvir, né? Que é uma dificuldade muito grande que se tem de entender a necessidade, o momento de vida mesmo, né? Então, muitas vezes, tá com a fatura do cartão de crédito do cliente na frente. Então, é um parcelamento numa loja de construção. Esse cliente, ele tá fazendo reforma na casa, esse cliente, ele tá usando pra alguma coisa assim, né? Então, conectar com essa necessidade dele e trazer, e mostrar uma viabilidade do produto que tem uma taxa, tem um preço diferenciado. Esse é o nosso desafio maior ali, gente do nosso cliente, na dado que a gente vem de crédito, a gente não vem de ali, o sonho direto. Como as coisas se dão na digital do Nicolas? Como que esse público tem recebido essas soluções que tanto o barinho quanto o arraquel trouxeram, Roberto? E até como gancho, né? A gente trabalha muito em parceria, comentou sobre o telemárquete. Então, acho que, assim, a digital é sua fortemente necessitiva, mas também tem um recepitiva daquele cliente que não se direciona a agência. Então, ele faz essa demanda. Então, quando teve a inauguração da modalidade do cliente, ele tem, o quanto foi importante essa turma não recebeu esse cliente da informação correta, então o banco tem passivamente direcionava, a gente com facts, né, com informações no inovas, pra deixar a gente preparado e passar uma informação com mais profundidade, né? Mas, assim, temos novos clientes entrantes nesse público, então, o cliente que não conhecia o consignado, que nunca teve um acesso ao consignado, e hoje ele passa a ter, não se ele ter presoboso. E, assim, faz essa diferença de mais na vida do cliente. Então, o cliente tinha dívidas quitas de vida, né, por uma dívida mais barata, com prazos mais inteligentes. Então, mesmo que ele tenha o acesso a CTPS, o Itaú, rapidamente, né, tem festivamente já colocou esse no superépe, então, está acessível pro cliente, mas o quanto é importante a gente na ponta levar pro cliente essa segurança, e tem que ter o consentimento do cliente também, né? Então, o cliente precisa validar essa margem, então, cada vez mais segurança pro cliente, paro banco, né? E como Borin falou essa questão da receita que a gente tem, que é um crédito como a garantia do recebimento, então, isso mudou bastante a nossa atuação, não em class, então, assim, a gente, o nosso primeiro foco, é trabalhar olhando o consignado. Roberto, você também tem um papel importante aqui no banco, como contar aqui, pros nossos itubras, você é uma influenciadora do programa Itubers Transformum, e a gente sabe que teve uma dor que foi cadastrada ali, como algo latente aqui pro gerente, aconteceu esse cadastro dessa dor, e o time ciuniu aqui pra transformar essa dor numa realidade que ia mudar a realidade do gerente ali na gente, você quer contar pra gente? Sim, a gente sabe que quando é uma dor, né? Então, assim, dói pra muito, isso é rápido, é tempo estivo, então, a gente teve a questão da portabilidade e a NSS, então, o gerente já ficava mais recente em fazer, porque demandava muito. Exigia muito lá de complexidade de preenchimento, e hoje a gente tem quatro clics na operação, então, você fazer uma portabilidade em quatro clics, vai levar nem cinco minutos pra fazer o processo de digitação e para o cliente, isso é muito importante, né? Então, a gente consegue aqui, estrair a oportunidade de matar a chama menor, e tal, é bem competitivo nessa questão, então, a gente consegue operar com essa taxa menor, traz essa portabilidade, a gente sabe que a principalidade, né, super importante, então, a gente consegue fazer essa portabilidade pra cá em quatro clics, cinco minutos de digitação e o gerente, ver valor, nem fazer aquela oferta, porque pra ele, sistêmicamente, é muito rápido. E aí, agora, eu quero chamar aqui os nossos participantes hoje na Poteia, e eu vou deixar que eles fazerem uma pergunta, a gente tem uma pergunta que, na maior, na maior, você apresenta, fala sobre você, conta um pouquinho pra gente, pode direcionar a sua pergunta pra quem você quiser. Olá, tudo bem? Eu sou a maiaura, eu sou gerengeral de agências, eu sou da Agência 4301, está de Goiás, no estado de Goiás. Ah, eu vou fazer um parênteses. Conta que a sua Agência é tombada pelo patrimônio, que é uma Agência. Então, vamos dar um google nessa Agência, ela é tombada, patrimônio histórico, ela é linda, então ela está lá da mesma forma, desde que ela foi inaugurada, É. o corpo é pesco. que dizem, esquece e comentem, então ela é linda, é o privilégio de estar nessa agência mesmo. E a gente trabalha uma característica da nossa agência, ou é o INSS, nós somos uma agência prioritária, então o nosso foco, um dos focos da agência é o INSS. E aí a primeira pergunta eu queria direcionar para a Raquel, eu queria saber de você o que é que é uma boa prática que você tem visto nas suas agências da sua região, você pode compartilhar com a gente para que a gente leve também para a nossa. Siquei assim, a tua agência, tu trouxaste bastante fluxo, então assim é aquele trabalho de conexão com o cliente, que ele trabalha de oferta mesmo, no garantir que todos que passem ali dentro, saibam que tem a disposição o crédito e entender um aumento de vida para a gente conciliar. Esse é um caminho super importante e a gente tem visto também um público que são os nossos correntistas que não têm vinculação. E a INSS é um público muito bom de trabalhar, que tem uma conversão super bacana. Eu queria dizer para o nosso colaborador que a missão INSS é uma missão que toca o ano inteiro, a gente tem falado disso desde o início do ano, então toda a estratégia está lá no INOVA, tudo que está debaixo desse guarda chuva de missão INSS, abertura de conta, consignado, portabilidade, o ajudamento de margem, está tudo em detalhes para você no INOVA. E também a gente tem um episódio de especial de INSS, você pode voltar alguns episódios para trazer assistir também, completinho. Temos mais uma pergunta? Gente, prazer estar aqui com vocês, meu nome é Eric, eu sou gerente de relacionamento aníclese, eu tenho uma pergunta para Raquel, o consignado de órgãos públicos, ele demanda um atendimento mais humano, mais próximo. Como que a gente como gerente pode melhorar nesse sentido para atender esse cliente, esse tipo de cliente? Eu acho que um ponto assim é a gente sempre deixar claro para o cliente que, dependendo da complexidade do próprio convenio, tem regra que a empresa faz, que o governo faz, que o banco vai ser adaptado a isso, que não é simplesmente um produto que a gente tem na prateleira para comercializar. Eles sim têm a contrapartida que tem questão de margem, tem questão de prazo e tudo mais, com algumas regras que a gente tem que seguir em qualquer um deles. E o outro ponto, se a gente não está modernizado ainda, não está quatro clicks, então tem alguns que ainda não estamos se seguremos lá. Porém, de uma ótima notícia tão ansiosa. Ele já falou de um clique em Raquel. Então, aí eu sou em total, aí a gente está nas nuvens, que também este passo a passo, deixa bastante claro para o cliente, os prazos, porque ele quer de mediato. Então, muitas vezes não é isso que acontece, é mostrar, outras vezes, é pegar o aplicativo do órgão público, entrar junto com o servidor, fazer o clique ali, fazer a jornada com ele para consiga fazer. Então, esse é o papel nosso humano, as papel das gências da rede física, é fazer esse acompanhamento nesse passo a passo, mas claro que antes de chegar nisso, a gente tem que ter o domínio de como cada um deles funciona para a gente poder ter a de orientação correta para o cliente. Acho que o ponto importante desse atendimento é o cliente nos busca na agência, porque ele confia no gerente. O gerente é a voz do banco para ele, né? Então, o que nós dissermos, ali, ele vai confiar 100% do que a gente está passando para ele. Então, é muito importante esse ponto que você trouxe da capacitação, do que a gente conseguiu entender mais sobre os produtos da gente tem ferramentas, a gente tem sites e depósitos ali de informações, no inovas, vocês conseguem ver tudo isso, mas tudo acaba no relacionamento, no relacionamento de confiança, que é da gente pro cliente e do cliente para a gente também. É perfeito, é transparência, acho que esse o seu caminho deixa muito claro como funciona o valor, esse é o ponto que a gente faz uma venda com respeito, uma venda direcionada, é para aquilo que o cliente realmente precisa. A gente está acabando, mas antes disso, a gente vai aqui para os nossos momentos finais, um bloco que a gente chama de na prática. Então, eu queria saber de cada um de vocês, o Ituber escutou nosso episódio, está aqui com todo esse conteúdo, anotou todas as dicas, mas eu queria que vocês deixassem agora aquela dica que ele vai falar assim, eu preciso anotar isso, deixar do meu lado, deixar no meu computador, deixar de fundo de tela no meu celular, para eu me lembrar a todo momento de como é que a gente opera, de como é que a gente trabalha, os diversos modelos de consignar. Quem quer começar? Posso começar, que todos nós Itubers, que a gente tem a certeza que a gente não vem de crédito, a gente vem de sonhos, a gente vem de soluções financeiras, a gente vem de realizações, ajudamos a menisar a vida do outro cliente, que está com alguma situação, e que com isso, como consultor financeiro do cliente, a gente precisa fazer uma oferta certa, levá o produto certo, e mostrar para ele valor naquilo que a gente está trazendo aqui. Acho que a pandemia ajudou um pouco e mostrou que a gente era um serviço essencial, porque antes disso, acho que a gente chamou muito a ser um mal necessário, ser bancário, acho que mais do que nunca, a gente assume um papel de consultor financeiro e de levar para cliente, a solução certa para ele não era certa. Exato. Quem quer? Eu sempre falo para o meu time que a gente está num transatlante com o imovimento, e a gente precisa acompanhar as transformações, a gente crece junto. Então, acho que, esse pode que acho, por exemplo, é uma maneira da gente estar antenado, acompanhando as tendências do mercado, estar preparado para gerar impacto para o nosso cliente com uma maneira muito mais profunda, com uma maneira muito mais consultiva. Então, acho que a gente se preparar, a gente está antenado, sempre um passo a frente para dar informação certa, e genuinamente proporcionar o melhor para o cliente nessa necessidade dele. Acho que é isso. Perfeito. Acho que aqui, tentando fazer um resumo, assim, primeiro, entender a necessidade do cliente. Então, a gente precisa entender o porquê que a gente, porquê que ele precisa daquele crédito. Acho que, segundo, acho que tem um trabalho nosso de aprendizagem. A gente buscar conhecimento, porque a gente eventualmente vai precisar ter um cliente e precisa conhecer. Nem tudo vai estar explícito na jornada, a gente não vai conseguir, no limite, resolver tudo através de uma jornada, simplificando a bestraindo complexidade. E, se você não souber mesmo depois de você ter estudado, sempre vai ter alguém do lado para te ajudar. Então, vai ser alguém ali na agência, vai ser algum colega aqui no shake, e, enfim, acho que a gente pedir ajuda super importante, e, com certeza, vai ser sempre alguém ali com generalidade e vontade de resolver o problema do cliente. E, assim, outro ponto também que a gente precisa praticar o desaprender também, porque para aprender um novo, a gente precisa desapregar de algumas coisas. Se não a gente não consegue acompanhar, a gente só afria, a gente pode ficar pelo caminho. Então, desaprender e aceitar o novo, né? Se jogar tecoragem para assumir o novo, também é muito importante. A acompanhar a inovação, a evolução e a transformação, né? Isso é só a gente aprendendo cada vez mais. Gente, muito obrigada por vocês estarem aqui com a gente, por ateia, muito obrigada por hoje, por estarem aqui com a gente. Eu sinto que vai vir um novo episódio de Novas Cash, para a gente falar desses spoilers que vem por aí. Então, eu vou falar para você ficar conectado, porque vai vir mais um episódio, a gente vai continuar falando sobre isso. A gente já está aqui apontando pro futuro, e, Boris já deu aqui muitos spoilers para a gente, mas fica conectado com a gente que a gente te conta mais no Inova, e aqui também. A gente se vê todos os dias no Inova, e no próximo mês, a gente se encontra aqui no Inova Cash. Até mais, itúber. Até mais, pessoal. Obrigado, meu caro.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O "conseguinado" não é um único produto, mas uma variedade de créditos com diferentes modelos, como o para aposentados (SES), servidores públicos e trabalhadores CLT.
  2. O "conseguinado CLT" é um novo produto que aumenta o acesso ao crédito para trabalhadores, permitindo descontos diretos da folha e acessibilidade via CTPS.
  3. A complexidade dos contratos públicos varia por região e governo, exigindo conhecimento técnico e adaptabilidade nas agências para atendimento eficaz.
  4. A jornada de atendimento foi simplificada com processos como os quatro cliques para portabilidade, reduzindo tempo e aumentando a eficiência do gerente.
  5. O foco estratégico é entender a necessidade do cliente, oferecer soluções com empatia e transparência, conectando-se com a dor real do cliente.
  6. A rede de agências, especialmente as prioritárias como a Agência 4301, tem papel central no atendimento humano e com base em confiança.
  7. O modelo de crédito CLT cria oportunidades de inclusão financeira, mas exige que os bancos e agências estejam preparados para a complexidade do processo.
  8. A inovação e a capacitação contínua são essenciais para que os profissionais acompanhem as mudanças e ofereçam soluções financeiras mais adequadas e humanas.

Summary:

O episódio do Innovas Cash destaca a diversidade dos modelos de "conseguinado" no Brasil, abrangendo aposentados, servidores públicos e trabalhadores CLT. O crédito CLT é apresentado como uma inovação que amplia o acesso ao financiamento, com descontos diretos na folha e possibilidade de solicitação via CTPS. A complexidade dos convênios públicos exige conhecimento técnico e prática de atendimento humano, especialmente nas agências físicas, onde o gerente atua como ponto de confiança para o cliente.

A jornada de atendimento foi modernizada com processos simplificados, como a portabilidade em apenas quatro cliques, reduzindo tempo e aumentando a eficiência. O grande desafio estratégico é escutar a necessidade real do cliente, oferecendo soluções com empatia, transparência e foco no sonho financeiro, não apenas na oferta técnica. A equipe de agências, como a Agência 4301, destaca o papel de priorizar o INSS e garantir uma experiência humana e confiável.

A mensagem final é de aprendizado contínuo, desaprendizado de antigos modelos e adoção ativa da inovação para oferecer soluções mais humanas, acessíveis e alinhadas às necessidades reais dos clientes.

FAQs

O crédito consignado é um produto que permite o desconto do salário ou benefício do trabalhador. Ele pode ser aplicado em diferentes tipos de trabalhadores, como aposentados, servidores públicos e trabalhadores CLT, com descontos automáticos no benefício ou salário.

Existem três principais modelos: o consignado para aposentados (na SES), o consignado para servidores públicos e o consignado CLT. Cada um tem regras e especificidades diferentes, como prazos, exigências técnicas e processos de contratação.

O consignado CLT é um produto mais recente e acessível, que permite o desconto direto da folha de pagamento. Ele se conecta com a DataPrev e permite que o trabalhador solicite o crédito via CTPS, aumentando o acesso e simplificando o processo para o cliente.

Os bancos estão reduzindo a complexidade dos processos, como diminuindo o número de cliques para portabilidade e ofertando um fluxo mais automatizado. Agências agora oferecem suporte mais humano e direcionado, especialmente para clientes que precisam de orientação passo a passo.

O atendimento se torna mais humano e empático, com foco na necessidade real do cliente. Os agentes precisam entender a jornada do cliente, os prazos e regras de cada convênio, para oferecer soluções personalizadas e transparentes.

O consignado CLT amplia o acesso ao crédito para trabalhadores CLT, que anteriormente não tinham acesso a produtos com taxas baixas. Com a possibilidade de solicitação via CTPS, o produto se torna mais acessível e flexível.

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