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Imponderável vira o fator central na disputa de 2026

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Imponderável vira o fator central na disputa de 2026

A análise da eleição presidencial revela um cenário de alta imprevisibilidade, com o eleitorado dividido entre Lula e Flávio Bolsonaro. As pesquisas indicam uma vantagem estável de Lula em torno de quatro pontos, mas uma parcela decisiva de cerca de 20% dos eleitores só definirá seu voto nos momentos finais, o que pode alterar drasticamente o resultado. Esse grupo de independentes, composto por mulheres, jovens e pessoas desmotivadas com a política, é o foco das campanhas, que buscam conquistá-lo com estratégias específicas: Lula aposta em discursos objetivos e propostas concretas, enquanto Bolsonaro tenta melhorar sua imagem entre mulheres e consolidar sua base. A imprevisibilidade é amplificada por eventos imponderáveis, como vazamentos de investigações policiais ou declarações controversas, que podem ter impacto maior na reta final. A capacidade de reação das campanhas é desigual, com o PT mais estruturado e o time de Bolsonaro enfrentando instabilidade interna. Além disso, o cansaço do eleitorado e a falta de novidades nas propostas podem aumentar a abstenção ou o voto nulo. Por fim, o caso do jornalista no Maranhão, com a prisão de sua fonte, destaca tensões entre liberdade de imprensa e investigações judiciais, adicionando mais um elemento de incerteza ao cenário político.

Transcription

7323 Words, 42801 Characters

Portuguese
[Música] Boa noite, a SACNN Brasil, este é o W. Quem vai decidir a eleição só vai decidir nas últimas horas antes das eleições? E o que isso significa? É um enorme grau de imprevisibilidade sobre o resultado final? A rigora que as pesquisas indiquem a meses continuam no mesmo partamar, no fundo no mesmo partanário. E o que elas indicam? É uma clara divisão do eleitorado em praticamente duas metades sólidas, com uma vantagem numérica, a favor de Lula, neste momento, contra a Flávio Bolsonaro. Essa vantagem oucila, mas ela está parada ali uns quatro pontos já há meses. Essa situação é estágua. Assim, uma constatação a partir dos mesmos levantamentos, que a parcela decisiva nas eleições é pequena, é reduzida. São os chamados independentes. O que se revela agora nas pesquisas é que esse grupo decisivo só vai formar seu voto nos últimos dias antes da votação tal mesmo, mesmo só no próprio dia da eleição. Há fatores amplos e estruturais ajudando ou prejudicando um e outro lado. Os principais continuam também os mesmos, ao longo desses últimos meses, segurança pública corrupção custevida. Até aqui, os envolvimentos de um lado e de outro. Neste ou naquele escândalo não se revelaram de acordo com os números, não se revelaram desses íbios. Pelo menos considerando os dados dos quais nos pomos, que são os levantamentos de intenção de voto, não dá para dizer que alguém está ganhando por causa de qual escândalo. Porém, quando um grupo, numéricamente pequeno de eleitores, é o grupo definidor da votação. Esse grupo só pretende indicar seu favoritismo ou seu favorito, perdonem, quando falta muito pouco tempo, quando essa situação se cria, aumenta a possibilidade de acontecimentos imprevistos, joga então a eleição para um lado ou para o outro. Em outras palavras, é uma eleição amercedo imponderável. Os profissionais da marketagem política acham que o começo da campanha oficial, e isso é agora a semana que vem, terá grande importância. O que terá grande importância é algo do que hoje, ninguém tem a menor ideia. Nessa eleição, falaremos também na investigação, com andada por Alexandre Morales, contra um jornalista no Maranhão e da situação do Oriente Médio. Antes de ser aos participantes de a nossa roda, estamos com Eduardo Green, cientista político, professor da Fundação de Etuluvargas, FJV, Eduardo Obrigado pela Disposição de Participar aqui do Programa e Boa Noite. O Anote Williamson representou. Daniel Hittner, Taís e Caio, boa noite aos meus colegas. Vamos ao assunto do começo da edição. As equipes dos candidatos à Presidenta serão trabalho ardo com o início das campanhas eleitorais na semana que vendia 17, pelo calendário TSE, e esse trabalho será convencer uma parcela. Olha, não existe claramente o tamanho dessa parcela. Ela é estimada ali em 20% do eleitorado, que não é pouca coisa. E ela só decide o voto na última semana, segundo uma das mais gancentes pesquisas da Quest. É portagem de Luciana Maral. O levantamento da Quest também mostra que 10% dos eleitores decidem o voto, somente no dia de ir às urnas. Outros 10% escolhem o número na véspera do pleito. É de antes desse cenário que os partidos trabalham para convencer essa parcela do eleitorado. A aposta da campanha de Lula são discursos mais curtos e com menos improvisos ao longo dos próximos eventos, inclusive no início da campanha, em São Bernardo do campo. Além disso, a equipe cobra que o petista concentre as falas em realizações do atual governo, propostas e numa visão de país. A estratégia é tentar ampliar o eleitorado e ir além da base tradicional do PT. No campo social, o partido mira a universalização das escolas em tempo integral e temas relacionados ao emprego, como fim da escala 6x1. Segurança pública também faz parte do plano de governo, inclusive com a proposta da Recreação de Ministério Especifico para Área. Tudo isso, sem deixar de lados ataques à oposição Bolsonaroista. A ideia é apontar suposto cisco para o país com a volta da família Bolsonaro poder. Do lado de Flávio Bolsonaro, a campanha ainda fecha os últimos detalhes do discurso ser adotado durante a corrida eleitoral. Nesta terça, o candidato teve mais uma reunião para alinhar declarações, definir pontos de atenção e começar a gravar peças publicitárias ao lado de políticos aliados. O candidato ocenado pelo Distrito Federal, Michel Bolsonaro participou das filmagens e buscou a fastar qualquer clima de briga na família. Foi ótimo, todo mundo muito empolgado, todo mundo mesmo espirito de união. Colocamos a pedra, a desavensa e existem. Qual a família que não é perfeita, né? Levanta a mão aí quem não tem problema na família. A participação da isso primeira dama busca reduzir a rejeição de Flávio junto aos mulheres. Outra frente de estratégia envolve preservar a base eleitoral da família e avançar nos maiores colégios eleitorais do país. No próximo domingo, o senador começa a campanha oficialmente no Rio de Janeiro, considerado o berço político do Bolsonaroismo. Renançantos, Ronaldo Caia do Irromusema, também deve enfocar nos próprios redutos eleitorais. Santos concentra as declarações em críticas à Lula e a família Bolsonaro, enquanto Caia da Posta em Segurança, Isema em aspectos econômicos. Com eleitorado ainda em parte indeciso, a disputa agora é por espaço. E principalmente por convencer quem deixa a escolha para a última hora. Eduardo, a gente todos nós sabemos, e lidamos com isso, né? A profissionalmente política é, por definição, o campo do imponderável, do imprevio de invasible agora. Realmente desta vez, estão caprichando. Se uma parcela decisiva do eleitorado deixa para as últimas horas a decisão, do que a gente tem que prestar atenção? William, eu acho que a gente tem esse dado, porque nós vivemos uma eleição marcada por dois polos, nunca apresentada por Lula e outro por o Fávio Bolsonaro, que ao mesmo tempo não empolga uma outra parcela significativa da sociedade. Que já chegou, dependendo do momento de destitutar, ser mais do que 20%. Então esses 20% que vão deixar para decidir na última hora, o que não significa dizer que vão voltar nem por outro, podem não ir voltar, podem voltar em branco, podem voltar no Lula, podem voltar por alguns dois candidatos, reflete um pouco esse cansaço que a gente vê da falta de opções. Então, esse me parece ser o primeiro aspecto que chama atenção. O segundo é que, dado que nós temos uma busca de votos desses chamados independentes, como você destacou pelas duas campanhas, porque tudo indica que nós vamos tem uma eleição muito apertada, é importante identificar quem é um pouco esse independente. Então nós temos que mulheres tendem a ser mais indecisas, ou tendem a votar mais perto das eleições de que os homens, então mesmo o tempo, jovens tendem a decidir o seu voto também, mas em cima da hora que tem a ver com de que maneiras as campanhas vão pensar suas estratégias de marketing para tentar identificar esses nichos de eleitores chamados independentes, que é o que tudo indica, sarão aqueles que vão ser o pêndulo importante para decidir o resultado dessa eleição, seja no primeiro turno, seja eventualmente se ela for para o segundo turno. Por fim, o que a gente vê é que os eleitores tanto de Lula quanto de Bolsonaro esse sem tempo, é um por exemplo, muito mais consolidado de votos, mas ainda assim não quer dizer que seja um voto 100% consolidado. Então mesmo em eleitores de Lula e de flago Bolsonaro também há alguma indecisão. Daniel, nenhum de nós aqui é marketing, não é? Faz parte do nosso descrição de trabalho, da conselhos as campanhas, não é tentar entender elas querem ir. A gente tem uma descrição na reportagem da Luciana dos grandes temas em torno dos quais se montam a estratégia de as políticas de corredorais sem qualquer eleição em qualquer lugar. Agora, no caso específico nosso, levando em consideração esse aspecto que deveria ser de enorme preocupação para qualquer campanha, porque está aberto e de repente acontece alguma coisa e aí as campanhas estão reagindo como é isso? Acho que um ponto importante, William, você fala o que as campanhas querem. Eu trago de volta o que as campanhas podem a essa altura do campeonato. O fato é que temos uma eleição para começo de conversa. O ontem a pesquisa anécua apontou a diferença de três pontos no segundo turno entre Lula e Flávio, uma diferença que pela avalanche de desgastes da campanha de Flávio Bolsonaro já passou de seis, reduziu para três, ontem os trackings do PL indicavam um ponto e meio de vantagem ainda de Lula. E é uma eleição onde um imponderável tem tido grande papel ao longo no desenvolvimento de toda a pré-campanha agora. da campanha, que pode ser um achado no celular de algo que está sendo investigado pela polícia federal, uma nova ameaça de delação de Daniel Vorkaro, a derrubada de um sigilo de uma investigação por parte de um gabineiro do ministro Tribunal Federal, uma declaração estapa fúrdice do Donald Trump. Então tudo isso pode mudar o rumo do dia da semana. O que está tencido outra constante, as crises e os fatos novos são de pouquíssima duração, mas isso também que significa que uma notícia errada ou certa na hora errada ou na hora certa, na véspera da eleição, vai ter um papel muito maior do que teve em campanhas interiores. Vamos pegar um ponto que vem da linguagem militar, aquilo que os militares chamam de força de reação rápida. Tem um contingente ali que reagem minutos a algo inusitado, algo que não estava no plano. Quem é bom nisso, carinho? William, eu vejo o governo, o PT, com uma capacidade muito forte de se estruturar para essa campanha, tanto que a capacidade de reação do Flávio Bolsonaro, quando caiu no D.A.C. horse, demorou dois meses. A campanha do Flávio só foi reagir ao D.A.C. horse, quando a Dulula tremê, ou se abalou pela questão do Dulinha, e mais se senti-me com a questão do marcola. E por que? Porque o PT tem a máquina, a estruturado, ganhou cinco das seis eleições nacionais, sabe fazer campanha, sabe usar a máquina, muito bem. Então nesse sentido, eu acho que eles conseguem, com todos os instrumentos que tem na mão, reagir mais rapidamente a uma crise, porque tem mais ferramentas também, uma vez que estão no governo. Agora, essa campanha é a caminha tanto para o imponderável, para o imprevisível, para o vazamento, questões de polícia, sendo tendo potencial de influenciar na decisão, e se tiver algum vazamento, seja, contra um lado, contra um outro na reta final, na última semana, nas últimas duas semanas, eu acredito que isso pode ser decisivo, para a eleição, isso pode acontecer. E pode sair para os dois lados, contra os dois lados, pode ter alguma coisa do Dululhinho, do marcola, do assessor lado planato, pode ter uma coisa do D.A.C. horse, pode ter alguma coisa crucial na reta final, que nenhum dos dois lados vão controlar em conseguir ter uma capacidade de reação. O carro está nos dizendo que o imponderável é a polícia. Eu acho que esse é um ponto forte, ou seja, essa expressão numa conversa, ele estou, vai ter que escolher entre o seu corrupto favorito, não tem história do mauvado favorito, vou ter que escolher o corrupto favorito, ou seja, os dois lados têm corrupção envolvida, eu acho que a polícia, a trabalho da polícia federal tem um ponto forte aí e tem um pouco da economia. Eu acho que tem um cansaço da quantidade, o próprio governo já não tem mais o que apresentar, o arsenal dele já foi todo pra praça. Boa parte dessas medidas, se a gente olhar para aquilo que mais sensibiliza o eleitor, especialmente o individamento das ilhas, ele demonstrou um primeiro movimento de queda, logo que o desenrola saiu e o individamento já subiu de novo. Não só o individamento subiu, mas o comprimento da renda com a dinda também subiu. Então, esse é um fator, o outro fator é inflação de alimentos, que pode ter repique nos próximos dois, três meses, não vai acontecer nada de ruim até as eleições, eu acho que o cansaço, a percepção de que o eleitor chegou no limite, de que a dívida que ele tinha pra negociar, ele já negociou, que o esforço que ele tinha que fazer ele já fez, e ainda sem não sobra dinheiro. Esse cansaço pode ser mais negativo pra lula do que pra flávio Bolsonaro, mesmo que flávio Bolsonaro não apresente nada, porque até agora a gente não viu, em política econômica. Então, temos dois imponderáveis, quer dizer, os conhecidos desconhecidos. O primeiro conhecido desconhecido é o que a polícia vai fazer, o Cai menciona. O segundo é o que você está mencionando, um sentimento de esse troço mexer os saco, que as pessoas falam essa linguagem, não aguento mais. É curioso isso, você também estava mencionando esse aspecto no bem-bém no início, o cansaço, porque a gente pode traduzir talvez como de Zane, mas acho que é uma palavra que você usou também. Pra onde pesou o Zane, se a gente considera que ele é decisivo nas horas finais? Eu acho que ele pesa, porque o eleitor ele vota não apenas racionalmente pensando, até porque a gente não tem programas de governos, porque a gente tem visões, a gente tem ideias, a gente tem slogan que são lançados, muito mais como força motivacional do que propriamente como uma construção racional, que seria uma ção de governo, de política pública. Então, quando esses slogan eles não apresentam novidade, ou quando esses slogan são fracos, o eleitor que já está desanimado com a falta de novidade das candidaturas, o eleitor que está cansado de uma disputa política que ela vem sacastando nesses 18 anos, ele acaba tendo menos motivação pra se envolver na eleição, seja se interessando por notícia, seja trazando seu voto com uma discussão que a gente estava tendo anteriormente, e com isso ele vai criando uma percepção de que a democracia, enquanto o total não é necessariamente algo que ele tem tanto interesse no seu cotidiano. Então, nesse sentido é que esses garçamentos me parecem ser algo que as campanhas até o momento não têm conseguido superar. A minha expectativa é que, uma vez começado o programa de televisão e as campanhas de fata, bom bra rua na semana que vem, como aconteceu em outros momentos, pelo menos a percepção do eleitor possa ser menos negativa, e a talvez a gente consiga com isso ter algum tipo de capacidade de reduzir, seja, essa desmotivação, e de reduzir também um pouco a sem definição do dos eleitores, mas no momento é assim que me parece que o eleitor percebe o elenpo de gramas de opções que ele tem que não motivam pra se envolver na política, enquanto o tal e nas eleições de maneira em mais específica. Daniel, essa a ser uma ações agora do grinso verem algo interessante pra gente pensar que é o seguinte. Se a gente vai, por uma eleição, que vai ser decidida nos últimos instantes, por uma parcela relativamente pequena do eleitorado, temos relativos. Se há uma eleição como ele acabou de dizer a qual programas tem pouco papel, que parece que ele ouve você, Daniel, e não sequência e caiu a respeito disso. O papel é que crece então o papel da aqueles que estão responsáveis pelas ações táticas. O que eu quero dizer? Marqueteiros, o pessoal que opera redes sociais, os especialistas em cortes, aqueles que têm uma sensibilidade muito grande pelo que está fegando no ambiente digital e que movimentam os seus personagens políticos, os candidatos, e em função do circunstancial. Ou eu estou enganado. Não, nenhum me pode, Silvian. E nesse ponto, quero ressaltar o estado das coisas em cada campanha, nas duas principais, obviamente. A chegada de o seu exército d'ônio Palmeira na secon teve uma marca, que quase dois anos depois é bastante clara. É estratégia digital do governo, do Palavro do Planalto, do PT, uma estratégia mais bem do que Maus Ocedida. Revitalizou, conseguiu falar para mais gente. A estratégia da campanha de Flávio Bolsonaro ainda ninguém sabe muito qual é nas redes. É óbvio que tem um batalhão digital articulando muito ali nas redes. É uma mobilização espontânea muito forte, mas a campanha tal órfam em termos de marketing. Acabou de trocar um marketing. Um marketing que ainda não conseguiu colocar sua impressão digital na campanha. Ouve trocas também nos próprios responsáveis pela estratégia digital e por redes. Então é uma campanha que está menos madura no sentido de saber onde quer chegar qual a estratégia para chegar no seu desempenho do que o lado do governo e do PT. Eu vi você para a gente ser raiz para essa parte. O William, é a campanha. Você segue a teoria. Não, o Flávio Bolsonaro tem uma linha de corrupção em segurança pública. Ok, eu estou falando da tática. E jogaram muito no erro do adversário, cada um dos dois. O governo tem ferramentas, tem as ferramentas e joga também nessas, nessas erros ali nessas trocas, nessa dificuldade da campanha do Flávio em aceitar até agora duas semanas. É o terceiro marketing, em dois meses, foi trocando, e ela tem um motivo. muito grande, que nenhum dos dois anteriores consigo trabalhar, que é um governo que é uma avaliada. A taxa de desaprovação do governo é praticamente empatada, isso depois de quatro anos, né, 48% de desaprova, 47% de desaprova, depender do olhar. Então eu vejo uma leição muito no jogo do erro da adversário e muito contando com o imponderável. Agora o governo tem muito mais instrumento, do que a oposição de conseguir levar adiante, porque ter medidas, tem pacotes, tem crédito na rua, tem já pôs 250 bilhões aí, em andamento, e ganhou as eleições anteriores assim. Eu estou encerrando esse segmento, gostaria de agradecer a você do Alubrinho, cientista político, professor da Fundação de Etuluvaga, as pela parte de espaço aqui no programa e boa noite do Alguém. Boa noite, Ana, sempre prazer estar com vocês. Daniel Taís, Caio, a gente continua juntos, vamos pro intervalo e após ministro Alexandre Morais determina a busca e a preenção contra a fonte de jornalista aqui pro protestos contra Flágio Dino. Até já. Vamos voltar no intervalo, da Grup W, está conosco agora na roda, a participação do programa advogado Leonardo Correira, ele é fundador e presidente da Lexon, Leonardo Obrigado por estar conosco, meu Boa noite. Boa noite, William, Boa noite, Taís, Caio, Daniel. Vamos ao assunto. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre Morais determina o uso que a preenção contra esse secretário-estado áudio Maranhão, que passava informações a um jornalista do mesmo estado, o nome de jornalista é Raimundo Kutrin. No jargão jornalístico, ele era fonte do reporter, Luis Pablo, perdonho. O reporter é Luis Pablo, Kutrinha Fodd, que, Luis Pablo, jornalista, vinha denunciando o uso de carros oficiais pelo ministro do STF Flávio Dino, com fila da reportagem, a apuração é de Caio Junqueira. A polícia chegou a terra em Mundo Kutrinha ao investigar o jornalista Luis Pablo com sessão a meida. Em novembro, Luis Pablo fez uma série de reportagens críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino. Uma das matérias no seu blog era intitulada, carro o pago pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, entregue a Flávio Dino e usado por sua família em São Luis. Para morais, houve crime de perseguição e ameaça dino na realização da reportagem. Luis Pablo passou a ser investigado no inquérito das fake news. Celulares e nutbúquios do jornalista foram aprendidos pela Polícia Federal em Março. Foi a partir daí que, segundo a defesa de Raimundo Kutrin, a PF concluiu que o ex-cretário de Estado era a fonte que passava informações privilhejadas e que tinha o apoio do advogado do jornalista, também álvo de busque a prensão nesta terça-feira. Estão investigando a fonte do jornalista e o advogado do jornalista, mas não investigam o que o jornalista denunciou, que foi o uso irregular dos carros oficiais. Dice a CNN o advogado de Kutrin, José Berilo de Freitas Leite. Kutrin é delegado aposentado da Polícia Federal, esse secretário de segurança pública do Maranhão e ex-depotado estadual, além de adversário político de Flávio Dino, que antes de ingressar no STF, já foi deputado o governador do Maranhão por dois mandatos e senador. Kutrin, com pre prisão domiciliar, por determinação de Flávio Dino, sob a acusação de obstruir uma investigação domicídio que apura a conduta de um parente ele nega a acusação. A assessoria do STF disse que o mandado de busque a apreensão desta terça atendeu um pedido da Polícia Federal com a val, da Procuradoria Geral da República. Aliados de Dino, disseram a CNN que o carro particular do ministro era seguido e que, portanto, não se trata de utilização de carros oficiais. Além disso, o jornalista cobraria 100 mil reais para publicar as reportagens. Questionado, o Espablo nega tanto a suposta perseguição quanto o recebimento de qualquer valor em dinheiro. O que nos chama a atenção, e eu não vou entrar nesse momento nos detalhes, diga-se, no mérito do problema. Um jornalista publica reportagens contra um personagem político, no caso o ministro Flávio Dino, que não gosta das reportagens, há um componente político local fortíssimo de um lado e de outro nisso, o que nos impressiona sempre como profissional de imprensa do ar que eu vivo sobre isso, é com que facilidade se vai aquilo que a gente considera essencial no exercício da nossa profissão, que é a proteção do sigilo da fonte. O sigilo da fonte é absolutamente fundamental, não precisa dizer para vocês, de vocês todos grandes jornalistas, maior de descretados conhecem, e sabem importância disso. Sem o sigilo da fonte, obviamente fica muito mais difícil para um jornalista exercir a sua profissão. Eu acho que tem um ponto aqui que a gente tem que ter em mente que é o inciso 14 do ativo quinto da Constituição. É textual a proteção do sigilo da fonte. O inciso 14 falo de adiabilizar a informação para se significa que todos vão ter receberem caso a informação no ex-o que o inciso 14 fala, mas ele busca segurar, então dar as condições para quem a informação possa chegar aos indivíduos, ou cidadãos. Na sequência vem o sigilo da fonte, o sigilo da fonte obviamente está aí também para permitir que as pessoas que seja segurados, o pessoas o direito de informação. O jornalista não tiver, o sigilo da fonte, o a fonte não apresenta as informações, nada vai ser investigado no país, nada é apurado, então é necessário que haja isso. E o que me propone esse caso, mas especificamente, é que eu fui para trás, eu fui ler o decisão anterior, a decisão de quatro demais por ferido pelo ministro Alexandre, que foi a que permitiu a devarça em cima de jornalista. Eu não encontrei na decisão o fundamento dessa percepção em cima do ministro de ano que não fosse as notícias divulgadas pelo jornalista no seu website. Não estou fazendo juízo de valor sobre notícia, não estou fazendo nenhum análise desse tipo, simplesmente eu não verifiquei na decisão esses fundamentos para a suposta percepção que foi apontada. Agora, se ouve percepção, sim, de fato, existe a possibilidade de investigar, porque o sigilo da fonte não protege quando um indivíduo praticando algum crime. E aí, vale lembrar o julgamento da DPR-601, lado que foi o caso do Grand Greenwald, que o ministro de Oomá disse que o Estado não podia usar nem da coerção para buscar a fonte do jornalista, ou seja, se o jornalista recebeu a fonte e não participou do processo de obter a informação, não tem como buscar dele coercitivamente essa fonte que lideou a informação. Bom, investigar sua agora em cima da fonte. Isso, exatamente, na verdade, o que a Justiça fez foi utilizar o jornalista para chegar a um adversário político do grupo do antigo grupo, vamos dizer assim, do Flávio Dino. Eu gosto de olhar esse caso, eu acompanhei bastante a primeira vez, também, o Ilha, jogando o contexto local da política local. Você tem ali um cenário e há muito medo há muito, quase um clima de terror, pelo que a gente conversa com os políticos do Maranhão, sobre a forma como o Supremo Tribunal Federal e principalmente a dupla Alexandre e Flávio, vem interferindo com decisões na política local de dois anos para cá. Alexandre de Morais, por exemplo, afastou o procurador geral do Estado, isso há um ano, dois anos, dois dias depois desse procurador pedia a suspensão do Flávio Dino em ações relacionadas ao Estado, que é governado, por um môgio adversário do Flávio Dino. O Flávio Dino suspendeu indicações feitas pela política local pro Tribunal de Contras do Estado. Isso já é no impacto, a gente que acompanha o político local, o Tribunal de Contras do Estado faz parte ali do tabuleiro político. E agora, senti-mente essa fonte, que é o cotrinho, ele teve um mandado de busca e prisão, era secretário do Estado. Tem uma leitura no Maranhão de que vem dando o recados continuamente e a gente sabe da ligação do morais com Flávio Dino, são muito próximos, vem dando recados de que o alvo é o governador Carlos Brandão, o governador é muito bem avaliado, mais 70% dos governadores mais bem avaliados do país, que rompeu com o Flávio Dino, muito estimulado pelos antigos dinistas lá no Estado. E o candidato, vamos dizer vermelho, PT, PEC do Beu, os antigos aliados do Flávio Dino, está em último, é 2, 3% ao Felipe Camarão. O candidato do governador disputa, está com ataco com o exprefeito de São Luís. Então na visão da política do Maranhão, o objetivo principal é chegar no governador, que não é candidato, afastro o governador e o vice, que é o Felipe Camarão, a sume e com a máquina. do Estado na mão, e ele sai dos dois, três por cento e consegue potencializar a sua candidatura com outros dois adversários. Essa é a leitura, vamos dizer, a TES, e olhando o filme todo, porque o filme todo não é só a exação de hoje. O filme todo são ações repetidas dos dois interferindo direto indiretamente no contexto político local, em decisões que favoreceram o antigo grupo do Flávio Díno. Lembrando que o Felipe Camarão, que é o candidato do Governo do Estado com dois por cento, é muito próximo ao Flávio Díno. Daniel, eu não quero ser repetitivo, mas só para reforçar esse quadro descrito pelo caio, o Flávio Díno, que em 2014 desbanca o império da família Sanei no Maranhão, faz os dois, oito anos de governo, passa ao governo pro seu vice-governador, que é o hoje-governador, rompido com ele a uma tentativa de Flávio Díno e do seu grupo político, de eleger um outro candidato para evitar que esse grupo do atual governador rompido com Flávio Díno consiga ter mais um mandato no Maranhão e aí há uma disputa sangue no lenta, sangue no lenta, hipstis níteres, porque envolve até o misídeo o caso vai parar no supremo e o que muita gente critica a Flávio Díno se torna o relator e não se declara impedido, não se declara suspeito, esse é um primeiro ponto. Existe um outro ponto também que no pior momento de Alexandre de Morais, no supremo, um momento mais frágil dele no ano passado, quando foi aplicada a Magnitsky, o Flávio Díno atuou, atuou quando tinha em mãos um caso que dizia respeito ao rompimento da barragem de Mariana um processo que tramitava, um pedido de indenização que tramitava na justiça britânica e Flávio Díno aproveita essa ação para dizer, olha, a justiça estrangeira não pode um governo estrangeiro, não pode arbitrar sobre questões nacionais, isso é usado transposto para a Magnitsky para dizer, ninguém pode bloquear um cartão de crédito de Alexandre de Morais, precisa passar pelo supremo. Essa mãozinha da Alexandre de Morais, os dois têm muita relação, é o que o próprio Flávio Díno diria numa reunião posterior que é o Supremo Football Club e agora a Alexandre de Morais, num outro inquérito das Fake News, também ajuda a Flávio Díno na prática com a realidade marenhez. É das relações pessoais, acho que são os dois mais próximos ali hoje, vamos em jogo do Corinthians junto aqui em São Paulo, enfim, tem uma relação muito por óssema Flávio Díno e o Alexandre, só uma observação. Agora tá aí um assunto da sua predileção, a questão das instituições, se a gente considera que partidos políticos, grupos políticos, agrupamentos políticos são entidades privadas, não tirar os nomes desse aí tudo, trata-se de um caso claro do uso de instituto, de instituições de estado, por grupos políticos privados na defesa dos seus interesses. William, sabe quando se marca, que você arruma uma briga na escola, aense, fala para o cara, te pégula fora, quem você vai levar para brigar com você? Você vai levar quem mais forte, né? Quem tiver uma decisão que já era o melhor resultado, que derruba primeiro o seu maior adversário. Então, Flávio Díno, que tem a briga política dele no maranhão, conseguiu escalar um cara muito forte, que tem uma caneta capaz de tomar as decisões que o Alexandre Morá estou moro em relação ao procurador do estado, lá no caso do jornalista, agora no caso da fonte do jornalista, de novo, que a gente não vai tratar do mérito. Agora, essa é uma novela que se repete em várias outras brigas compradas pelos poderes em Brasília, em que os ministros parecem ter acesso a ter escolhido essa tática, né? Eu assim, olha, tem uma briga no interesse privada, eu tenho uma briga, eu vou escolher quem mais me protege. Essa dança de quem vai para a briga com quem e de que, e para disputar o quê, a gente já está vendo em outros casos. Então, do ponto de vista institucional, a gente repete essa atuação em tantos outros casos, que é a persona acima da própria cadeira. Olha, perge a gente terminar. Isto é um caso isolado, estamos vendo a abertura de um precedente perigoso. O precedente, sendo um perigoso, mas na linha do que até estava falando do ponto de vista institucional, o que eu acho que são reflexos do fato de isto ter ação direta no Tribunal do Estado. É necessário nesse país acabar com competência originaira do Estado para qualquer coisa. A gente deveria ter um suprémo funcionando tal qual a suprémo acorte americano, tribunal de recursos, ponto, mar nada. Se a gente pô pegar o que aconteceu no caso que reverter o Roe vs. Wade nos Estados Unidos ou Robert Steve Justice, não investigou quem foi que vazou a decisão antes delas ser errado. Ele mandou uma comunicação pro FBI para fazer as investigações. O problema é que o nosso Tribunal infelizmente está atomando, atuando de uma forma muito além do que se espera dele. Está assumindo inquéritos, está atuando politicamente porque é provocado, são verdades, coisas ações diretas, mas isso está sendo muito ruim para o país. Eu acho que a gente precisa dar um freio de arromoação e de alguma forma botar o STF como um tribunal de recursos. Ele vai ter que julgar as causas quando chega a amadurecidas no debate público e não tão imediatamente com fogo, se lastreando para tudo quanto ao lado nesse calor do debate político. Tem que ter um tempo, não pode ser sem ter como se falou no Estados Unidos, suprémo o Quartime, deixe que a supermaquote vai analisar no tempo dela e demorando, não vai ser imediato, porque esse imediatismo não está funcionando no Brasil. Que agradecer muito a você ao Leonardo Correia, fundador e presidente da Lexon, e ao mesmo tempo de minhas sinceras esculpas por ter o chamado Eduardo, não de Leonardo, foi faria minha, indesculpável, fica que meu sincero pedir de disculpas, Leonardo Correia. Era a participação no programa, você é fundador e presidente da Lexon, é uma sustenção der devolgado, voltada ao combate, é o que se considera práticas autoritárias do Inmunitário brasileiro. Boa noite, Leonardo. Boa noite a todos, muito obrigado, e não tem menor problema, meu velho, acontece. Eles testem também dos meus colegas, Daniel, Taís, Caio, nós vamos se intervalam na volta, vamos falar da situação no Oriente Médio, particularmente, e iré até já. [Música] Eduardo, nós estamos voltando ao intervalo com o nosso colegor a Sando Teixeira-Amoita, professores ciências militares da Escola de Comanda Estado maior do exército, a esteja me sandro. Obrigado por estar com o nosso colegor. Obrigado, Irene, tenho o convite, momento de você, ao Galivão e toda a sua gente. Galivão, igualmente, obrigado, ter o labor do que com o nosso colegor. Trump trocou secretamente de avião, agora recentemente voltando da Turquia, depois que a segurança dele passou a ter meio atentado contra a aeronave presidencial, que assim mesmo decolou. Com o resto dos ocupantes, muitas gente do governo jornalistas, e não sabiam, na minha participação de uma condição de isca de míssio, em Sirianiano, no caso. Por outro lado, é grande também a repercussão nos Estados Unidos das últimas nomeações na Cúpula do Governo, em inimigo, ilha, com fila na reportagem. Todas as nomeações foram assinadas pelo líder Supremo do Irã, Moxtabá-Romaney, que não é visto em público desde o início da guerra. Ouça em resaí, que comandou a Guada revolucionária do Irã durante toda a guerra irã irã irã, que foi desiginado o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional. A posição coloca resaí no centro das articulações em trasezferas política e militar, sob as diretrises da liderança Suprema. Uma Georgia-General Eli Abdularri, que já liderava operações conjuntas em trase diferentes forças iranianas, agora também chefiu o Estado maior. O cérebro responsável puder o norte estratégico para essas ações. Na prática, a nomeação de Abdularri coloca a coordenação estratégica e o comando operacional das forças armadas iranianas sob um único chefe militar, ouro um do da Guarda revolucionária. Força mais politicamente influente do regime, a Guarda revolucionária também teve armado a Varrid oficializado como comandante da força. Abdularri e Varrid já exerciam internamente os cargos para os quais foram, agora, oficialmente nomeados. Os dois assumiram as funções após a morte dos antecessores no primeiro dia de ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Ambos são nomes centrais na condução militar do irã na guerra, tratando o conflito como uma ameaça existencial para a República islâmica. É sob essa lógica que terão mantém a pressão sobre o estreito de Ormos, ataca instalações militares americanas em países árabes e busca negociar com os Estados Unidos sobre os termos iranianos, apesar dos danos econômicos do conflito ao país. Negócia é o seguinte, se o Trump não embarca no avião que você está com ele, é melhor não embarcar também. Quer dizer, se você souber que ele não está no avião, que ele vai tomar mais, enfim, tirando as brincadeiras de lado, nós temos no irã uma clara, agora a unidade de comando e sentido estratégico. A gente não pode dizer que é um regime militar, mas talvez a gente possa afirmar que é um regime altamente militarizado, que parece ele facilitar bastante tomadas e decisões, sobretudo operacionais e tática, seria isso? William, esse decreto que a gente acabou de ver assinado pelo Supremo líder, pelo Moistaba, Rameyney, na segunda-feira, e oficializado hoje, é o nascimento da República de Islamica 3.0. Agora sim, a gente está vendo claramente quais são os sinais nesse sentido. E o fato de que o Mohamed Báguer Zogáder foi retirado do cargo de secretário de Conselho de Simança Nacional e Moisténez Rezae, foi colocado nesse cargo assim como outros velíssimos falconhos da política eslâmica que giravam em torno, tinham sido deixados de lado pelo antigo a tola, a Lique Rameyney, estão voltando agora com toda força com seu filho, indicam também uma seguinte questão. Moistaba não se pretende um líder Supremo tão, tão impreente ou confiante na questão da dissuação em relação aos Estados Unidos, ele acredita numa dissuação muito mais ofensiva em uma capacidade nesse sentido. Mas na minha ações que nós estamos vendo hoje e o chefe está de maior vida guarda revolucionária e com um mandado muito claro de unificar a cadeia de comando deixa muito claro que como você bendisse, William, não é um regime militar no sentido clássico do que a gente consegue como as forças armadas de tanto poder. Mas também há um componente militarizado porque é de certa maneira uma força armada que corre a Rameyney, um nome de um Supremo líder que não se vê, não se ouve e não se diz. Então o que se tem é a imagem de um irmã escondido que sempre foi uma coisa muito cara à escatologia ira da esglâmica da República Islâmica, mas o fato de que a gente hoje tem, talvez um irão muito mais próximo daquilo que seria uma ditadura militar, do que a gente vê da ciência política do que de um governo teocrático. Até porque se nós fomos ver, o único clérico que ganhou força nesse momento também é uma velha figura da política e também passou pela guarda revolucionária muito tempo que é o Rossant Aébio, que agora é o novo guarda da milícia, que é apoiada pela guarda que é a bacija. Há um fato muito interessante nisso que o Sandro acabou de mencionar, o Olive-Vall, que se a gente olhar e quando a gente olha por ele a gente tem que olhar essa linha do tempo deles de pelo menos uns 40, 50 anos para cá, especialmente a guerra deles contra o ira. Ali havia uma direção clara do ponto de vista dos guardiões da religião, barra e deologia. Então, a gente vê as forças militares de todos os tipos, subordinadas ao que seria direção política. Se a gente pega por analogia o que aconteceu depois da revolução russa, as forças militares estão sempre sobre controle do poder civil nesse sentido. As direitrices elas são dar-las pelas convicções ideológicas e pela capacidade dos representantes das convicções, levar em adianta e o que deve ser levar. Eu acho que agora há uma transformação significativa. Nós estamos vendo mais esses líderes religiosos barra os donos da ideologia, mas nós estamos vendo os profissionais das forças militares tomando conta do que deve ser feito. Esses convidantes militares são veteranos da guerra ira e ira que são responsáveis em grande medida pela extensão temporal da guerra. Depois do momento do impasse em que o ira que percebeu que não conseguia mais avançar começou a ser rechassado ali. Ouva uma grande discussão sobre acabar a guerra. O Romain e esses comandantes militares jovens na época quisermos partir para cima como um fator de consolidação da revolução eslâmica e da guarda revolucionária que estava ali consolidando no poder militar, sobretudo. Essas são comandantes que representam uma visão de uma postura ofensiva, não mais uma postura defensiva. O fim da paciência estratégica do ira e do emprego predominante dos próxes da guerra indireta dos grupos que estão bastante enfraquecidos. Então, de fato, é uma postura ofensiva que é assumida e no campo político mostava caminei realmente se cerca no seu gabinete desses comandantes veteranos da revolução eslâmica e da guerra ira e ira que, certamente, ele se sentia inseguro, por isso precisou desse respaldo. E fica totalmente aligado o setor moderado que é representado pelo presidente, pesquian pelo Abazarat, Chacelé e até mesmo o presidente do Parlamento, que é um conservador pragmático, o ramo do barra, Rallybaf, perde poder. Então é o oixo do poder se desloca para o mostavo caminei, mas por meio dos comandantes militares. E o outro grau de insegurança também é revelado com essa transfinência do Rossé Entaib, da inteligência militar da Guarda Revolucionária para o comandos bacidis, porque os bacidis são a guarda, são a polícia que controla a população. Então percebe uma necessidade de reforçar o seu vídeo contra inteligência, controle informacional sobre a população e também de fechar as brechas que permitiram almoçar de aquela penetração incrível que os agentes secretos a eleestiveram no irano. Então com o que você está dizendo, você nos leva a pensar na próxima questão, quem toma decisões políticas estratégicas, politico estratégicas. Quem é responsável de determinar, vamos agora para uma postura de buscar algum entendimento diplomático ou vamos prosseguir no que parece ter sido, até aqui, sobretudo nesses últimas três, quatro semanas, ou de volta, desde que o memorando de desentendimento se dissolveu, a ideia de que se identifica por parte dos que tomam decisões em interã, o que parece ser daqui visto de longe, a convicção deles de que tem superioridade estratégica sobre a superpotência. E isso vem do que foi uma grande surpresa para muita gente, queria saber se foi para você também, Sandro, a capacidade de adaptação do irano ao seu adversário. O irano, eu quero parecer aqui um dinheiro de obra pronta de maneira nenhuma, mas quatro que os Estados Unidos deram o irano, a guerra que o irano sonhava 47 anos. Isso é muito claro, isso fica, foi uma guerra para qual o irano se preparou durante muito tempo, criou uma do triname desse sentido ou busteceu a guarda revolucionária, criou seu componente aerospacial com minces e foguetes, criou a capacidade a marítima da guarda revolucionária com lanchas muito leves que são capazes de fazer ataca demassados e que foram estratégicas para você produzir esses bloqueios sucessivos do estrito de omuz, essa situação de um bloqueio, que a gente fica vendo até um pouco esquisofrênica, mas o fato é de que o regime nesse momento, com essas nomeações, ele joga a carta ofensiva para fora e para drenta. A Rosantai não era uma figura que estava em boa conta com a Caíra Raminhei e estava escanteado, consegue a graça do filho, volta agora ao foco do poder e como bem lembrado pelo do rival, ele foi chefe da inteligência da guarda revolucionária por uma década. Então agora ele vem literalmente sendo a interseção de diversos pontos, a interseção de algumas questões religiosas, porque ele também é um clérgo de uma ordem menor, mas é da questão do judiciário e da niânia e da ligação da própria inteligência, com os bassins que também podem ser utilizados como uma base popular para garantir a força do regime nas ruas e tentar dissuadir quaisperpros testos como que a gente viu em janeiro. Então, é uma carta adofensiva para fora e para dentro. Fica muito claro nesse sentido. E outra coisa que deve ser também lembrada é essas lideranças que foram designadas são lideranças que não acreditam que essa guerra se encerrou. Na verdade ela permanece e quaisquer negociações com os americanos seriam desfácils dos americanos para mais ataques. Eu devolvo você, meu colega, me perdoe, estou num construdimento de tempo, mas eu queria dar você ainda mais uma oportunidade de comentar o seguinte. 28 de fevedero da Captara um regime que parecia Cakaí, meses depois tem lá um regime forte que parece que vai continuar. É que está disposto a prolongar essa guerra e alimentar essa guerra, na verdade, com uma postura ofensiva. Então, é uma dissoação ofensiva e não mais apenas defensiva. Sando ter cheirado a moita para as solicências militares da Escola de Comã do Estado Mordor do Exército AIC, me obrigado, Sando, por ter mais uma vez participado aqui do WW Boa No It. Boa no It, você ouvi o meu bolivóiro e toda a nossa audiência. Obrigado pelo convite. Inovamente o meu bolivóio é enorme pra dizer pelo Bóa No It. A gente está terminando essa edição, como eu sempre digo, ao final, vá a página do WW no site da CNA Brasil. Tem mais material ainda, porque a gente traz aqui na transmissão. Essa edição agora, assim, termina Boa No It. Obrigado.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A eleição presidencial é marcada por um eleitorado dividido em duas metades sólidas, com Lula liderando por cerca de quatro pontos sobre Flávio Bolsonaro.
  2. Cerca de 20% dos eleitores são independentes e decidirão o voto apenas na última semana ou no dia da eleição, aumentando a imprevisibilidade do resultado.
  3. As campanhas de Lula e Bolsonaro estão ajustando estratégias
  4. Fatores como segurança pública, corrupção e custo de vida continuam centrais, mas escândalos recentes não têm mostrado impacto claro nas pesquisas.
  5. A capacidade de reação a eventos imprevistos é vista como crucial, com o PT tendo mais estrutura e ferramentas para responder rapidamente a crises.
  6. O cansaço do eleitorado com a política e a falta de novidades nas propostas podem desmotivar o voto, especialmente entre os indecisos.
  7. A estratégia digital do governo é mais madura, enquanto a campanha de Bolsonaro enfrenta instabilidade com trocas frequentes de marqueteiros.
  8. No Maranhão, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão de uma fonte de um jornalista, levantando questões sobre liberdade de imprensa e investigações seletivas.

Summary:

A análise da eleição presidencial revela um cenário de alta imprevisibilidade, com o eleitorado dividido entre Lula e Flávio Bolsonaro. As pesquisas indicam uma vantagem estável de Lula em torno de quatro pontos, mas uma parcela decisiva de cerca de 20% dos eleitores só definirá seu voto nos momentos finais, o que pode alterar drasticamente o resultado. Esse grupo de independentes, composto por mulheres, jovens e pessoas desmotivadas com a política, é o foco das campanhas, que buscam conquistá-lo com estratégias específicas: Lula aposta em discursos objetivos e propostas concretas, enquanto Bolsonaro tenta melhorar sua imagem entre mulheres e consolidar sua base.

A imprevisibilidade é amplificada por eventos imponderáveis, como vazamentos de investigações policiais ou declarações controversas, que podem ter impacto maior na reta final. A capacidade de reação das campanhas é desigual, com o PT mais estruturado e o time de Bolsonaro enfrentando instabilidade interna. Além disso, o cansaço do eleitorado e a falta de novidades nas propostas podem aumentar a abstenção ou o voto nulo.

Por fim, o caso do jornalista no Maranhão, com a prisão de sua fonte, destaca tensões entre liberdade de imprensa e investigações judiciais, adicionando mais um elemento de incerteza ao cenário político.

FAQs

A eleição é marcada por uma divisão do eleitorado em duas metades sólidas, com uma pequena parcela de eleitores independentes que decide o voto apenas nas últimas horas antes da votação, tornando o resultado imprevisível.

Segundo a transcrição, cerca de 20% do eleitorado é estimado como indeciso e decide o voto na última semana, com 10% decidindo no dia da eleição e outros 10% na véspera.

Os principais fatores são segurança pública, corrupção e custo de vida, que continuam sendo os temas centrais ao longo dos últimos meses.

A campanha de Lula aposta em discursos mais curtos e com menos improvisos, focando em realizações do governo, propostas e uma visão de país, além de temas como educação em tempo integral e fim da escala 6x1.

A campanha de Bolsonaro está fechando detalhes do discurso, gravando peças publicitárias e buscando reduzir a rejeição entre as mulheres, com a participação da primeira-dama, além de focar em críticas a Lula e temas como segurança e economia.

Os imponderáveis, como vazamentos de investigações ou declarações inesperadas, podem ter um papel decisivo na reta final, pois uma notícia na hora errada pode mudar o rumo da eleição, especialmente com um eleitorado indeciso.

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