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Governança de IA: riscos, controles e o caminho para a conformidade | #EP22

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Governança de IA: riscos, controles e o caminho para a conformidade | #EP22

O episódio do RSM Cast discute a adoção segura da inteligência artificial nas empresas, destacando que a IA deixou de ser uma expectativa para se tornar uma realidade inevitável. Os especialistas apontam que muitas organizações entraram na "corrida da IA" por medo de ficar para trás, resultando em adoção espontânea e desorganizada, sem estratégia ou governança. Isso cria o chamado "Shadow AI", quando colaboradores usam ferramentas como ChatGPT, Claude ou Gemini sem validação da equipe de segurança, expondo dados sensíveis a riscos de vazamento, multas e não conformidade com leis como a LGPD. O ponto central é que a governança de dados é a base para qualquer iniciativa de IA. Sem dados bem estruturados, armazenados e classificados, a IA não consegue escalar nem gerar valor real. A governança, no entanto, não deve ser vista como um obstáculo, mas como um "freio" que permite inovação com segurança, por meio de políticas claras, definição de diretrizes, monitoramento de uso e capacitação dos colaboradores. A conscientização é essencial para que os funcionários entendam o que podem ou não compartilhar com modelos de IA. Os especialistas também ressaltam que essa preocupação não é exclusiva de grandes corporações. Pequenas e médias empresas podem e devem implementar um "kit mínimo de governança" adaptado à sua realidade, pois a IA é uma ferramenta que pode ser usada por qualquer organização, desde que com supervisão humana e controle adequado. Em suma, a IA é uma aliada poderosa, mas seu uso responsável depende de preparação, educação e governança contínua.

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10205 Words, 57253 Characters

Portuguese
Boas-vindas e o Cenário Atual da Inteligência Artificial O combustível da IA são os dados, então, da utilização doméstica. Se você vai lá pro ChatGPT, ela está aprendendo ali com aquelas informações que você está compartilhando. E é isso começa a ficar um pouco delicado quando você tira do do mundo corporativo esse dado e você coloca num ambiente que você não tem controle nenhum. Pessoa 2 Então, o que a gente entende e que as empresas têm que entender que o Pilar básico para utilização da IA é a governança de dados, o dado, ele é a base para que toda IA funcione da forma que. A empresa precisa que? Pessoa 3 Seja entregue. Quando você contrata um colaborador para sua empresa, você não abre as portas da empresa 100% para eles. Então acho que a analogia da governança pra IA, ela é muito similar a isso. Você não pode simplesmente desenvolver uma aplicação, desenvolver um robô e basicamente franquear sem AO índice de mínimos privilégios necessários para que essa IA faça qualquer tipo de ação dentro da sua organização. Pessoa 1 Se eu tenho dados, são tidos como dados sensíveis e eu tenho uma. E a corporativa? Eu posso jogar aquele dado lá direto ou tem que ter alguma? Preocupação você tem que. Pessoa 4 Preparar a ferramenta, né? Antes da utilização, a gente fala de ferramenta corporativa, que ela já vai te dar uma segurança a mais de ali. Mecanismos como MFA, entre outros. A conscientização ela é importante porque você utilizar AEA de forma indevida. Você tem diversos problemas de segurança que podem acontecer. Pessoa 1 Olá, sejam muito bem vindos a mais um RSM cast, o podcast da RSM que conecta líderes, executivos e especialistas para discutir os temas que estão transformando o ambiente de negócios no Brasil. Se você chegou aqui e ainda não conhece ARSM, nós somos uma empresa global com presença em 120 países, 900 escritórios e. De aproximadamente 65000 talentos ao redor do mundo, aqui no Brasil nós temos 11 escritórios em 7 estados e aproximadamente 1200 profissionais especializados em auditoria, consultoria empresarial, consultoria tributária, EBPO. No episódio de hoje, nós vamos discutir como utilizar a inteligência artificial de maneira segura, seguindo as melhores práticas de governança corporativa. Se há 2 anos as empresas discutiam. Como iriam utilizar a inteligência artificial se a inteligência artificial seria utilizada? Ela hoje já é uma realidade. A gente verificou, inclusive, que no Google Trends, o interesse pela inteligência artificial cresceu mais de 5000%. A inteligência artificial é uma realidade. Como ela vai ser aplicada nas empresas? Quais os limites que a gente tem que utilizar? Quais os limites que a gente tem que observar? Eles é que vão definir a segurança estratégica das empresas que já utilizam a inteligência artificial nas suas rotinas. Se você ainda não me conhece, eu sou o Leonardo biarra. Eu sou sócio líder da área de consultoria tributária aqui da rsm. Sou advogado e contador com mais de 25 anos de experiência nessa área. E um apaixonado por tecnologia e inteligência artificial. No episódio de hoje, eu tenho o prazer de estar compartilhando a mesa com 3 especialistas e amigos, a dupla de Felipe Felipe José e Felipe, Pedro chelli e Pedro books. Pessoa 2 É um prazer estar aqui com você pra gente discutir esse assunto e trazer aí bastante. É não só conhecimento, né? Trazer a nossa vivência nos assuntos de inteligência artificial que a gente traz aqui no dia a dia da nossa empresa e dos nossos clientes. Vai ser muito legal. Pessoa 1 Você quer se apresentar, Felipe, falar um pouquinho sobre você? Pessoa 2 Sou Felipe José. Tenho mais de 30 anos atuando na área de ti, de tecnologia da informação, nos mais diversos aspectos da TI, seja em desenvolvimento, soluções, consultoria de segurança, consultoria em transformação digital. Sou administrador, contador, analista de sistemas e tenho o prazer de estar liderando o time da TIE da RSM há 10 anos. E tá. Convivendo, né, com essa e vivendo essa transformação tecnológica aqui na SM. Pessoa 1 Seja muito bem-vindo. Agora eu vou passar para o próximo Felipe, o petrú se apresenta, por favor. Pessoa 3 Prazer pessoal. Meu nome é Felipe Pedro chelli. Eu sou o citio aqui da rsm Brasil, responsável pelas áreas de silêncio da informação, desenvolvimento e infraestrutura. É, atuo há mais de 12 anos com tecnologia, sou analista de sistemas. E estou aqui para bater esse papo com vocês. Acho que tem bastante coisa que a gente pode contribuir e detalhar sobre a adoção de intenção artificial nas grandes organizações. Pessoa 1 Seja muito bem-vindo. Obrigado, Pedro. Você pode se apresentar para nossa audiência? Pessoa 4 Pessoal, meu nome é Pedro Henrique booksbon. Sou gerente de segurança da informação aqui na RSM Brasil e vim bater um pouco de papo com com vocês sobre IA, essa parte de segurança da IA. A IA é um tema muito atual e é importante que a gente fale sobre essa parte de governança, políticas, processos. É e é por isso que a gente está aqui para falar sobre isso hoje. Pessoa 1 Obrigado, pessoal, é bom, como a gente já falou nesse nessa nossa introdução, a inteligência artificial antes era uma expectativa, hoje é uma realidade e todas as empresas hoje já adotam em algum nível, a inteligência artificial, né? Corrida pela IA: Estratégia, Improviso e Riscos do Shadow AI Você é, é, você fica até fora da da rodinha de conversa, né? Se você falar assim, a sua empresa não está fazendo nada, ya quer dizer, já fica uma coisa ruim, todo mundo está fazendo em algum nível. Ou outro, né? E aí a gente vê que a adoção da inteligência artificial ela se tornou, na verdade, uma grande corrida para dizer quem está na frente. E aí eu tenho algumas empresas que simplesmente estão adotando isso de forma inadvertida, né? Ou seja, uma adoção espontânea pelos colaboradores, com uma vontade de contribuir ou adotando sem 11 projeto estruturado. E eu tenho outras com uma preocupação maior com governança e com estruturação de processos para IA. Vocês notam isso no mercado? E qual é AA principal diferença que vocês veem entre uma empresa que acabou sucumbindo a utilização da IA de forma espontânea versus uma que tem isso como estratégia? O que que você acha? Pessoa 2 É, você colocou muito bem, Bia. Assim, no início da do uso da IA como ferramenta, ela se baseou tem uma expressão muito legal em inglês que é a folmo, né? Fear of missing out. Todo mundo acabou entrando pro mundo da IAP porque tava com medo de perder a onda, tava com medo de de não estar na rodinha de Amilton, tá dizendo que não tá usando o IA para alguma coisa? E aí o que aconteceu? A Iara? Ela não entrou pela porta certa na empresa, ela não entrou como estratégia, ela entrou como operação de uma forma não estruturada, de uma forma não organizada e com todos os riscos que isso traz, mas através o principal risco é a impossibilidade de escalar. Impossibilidade de você controlar. Impossibilidade de você medir corretamente o uso dessa ferramenta. E aí cai num outro termo também, que a gente utiliza muito na ti, que é o você ficar preso ao piloto, né? Então você gera o piloto, você cria alguma coisa, mas aquilo nunca escala, aquilo nunca sai do lugar. Aquilo não funciona de fato, porque você não tem um arcabouço ali, você não tem a sua governança preparada para isso. Pessoa 1 E muitas vezes, as pessoas, elas têm também uma ansiedade grande, né? Porque você acredita que você possa ser o principal vetor da transformação quando a gente tem que entender que a empresa é um mecanismo muito maior e você tem outras partes em movimento que precisam ser levadas em consideração também, né? A. Pessoa 3 Gente fala aqui, usar e a é muito fácil gerar 1111 piloto com utilização de ar é é muito tranquilo. Mas o problema real é você conseguir é é inserir IA no processo, que é o que faz a diferença de uma empresa que é estruturou seus processos internos para adoção de IA. Como o Felipe colocou o arcabouço tecnológico, o arcabouço de dados, que no final do dia é a IA precisa de dados para utilizar. Então a gente fala muito na tecnologia também que o principal combustível para IA são dados. Se os seus dados não estão é bem armazenados, bem detalhados, com auners específicos para cada utilização. Você está usando aí a de uma forma desordenada e muito provavelmente você não consegue. É é escalar e não escalando. Por isso que a gente vê aí pontualmente as empresas é acabando desistindo de alguns projetos específicos de a, porque ao invés de começar pelo pelo início, as empresas começaram pelo fim. E uma outra fala sua que eu acho que é perfeita é. Todas as empresas hoje no mundo utilizam e a mesmo as que não foram aprovadas formalmente pela é alta administração. E aí a gente vai falar também nesse podcast sobre Shadow e a que é a nova Shadow it, que é o que é? Assim, é muito preocupante e mesmo que de repente a organização não tem essa visibilidade, o fato é que está sendo utilizado por colaboradores. Pessoa 1 E isso traz 11 preocupação, pelo menos pra mim, muito grande do ponto de vista da governança dos dados, né? Como você colocou, é o combustível da IA, são os dados e tudo que a gente vai, compartilha, então dá utilização doméstica. Se você vai lá pro ChatGPT, OOA, iai, ela tá aprendendo ali com aquelas informações que você tá compartilhando, com aquelas imagens que você tá compartilhando, com os dados que você vai alimentando ela. E é isso começa a ficar um pouco delicado quando você tira do do mundo corporal. Esse dado e você coloca num ambiente que você não tem controle nenhum. Pessoa 2 É você, nós, num bate-papo informal, nós 2, eu e você. Uma vez você usou uma frase que ela é antiga, mas é cada vez mais importante do nosso mundo, né? Informação é poder. A gente sempre falava isso em nossos bate papos. Então, o que a gente entende e que as empresas tem que entender que. O Pilar básico para utilização da IA é a governança de dados. Não existe governança de IA sem governança de dados. Por Que a Governança de Dados é a Base da IA E vai de encontro a tudo aquilo que você falou, essa preocupação que nós temos que ter com aquilo que a gente utiliza com IA. E mais do que isso, com que resultados? Aquilo que a gente está colocando vai nos trazer, usar a IA. Não existe governança de IA sem a governança de dado o dado, como o Petro colocou bem. Ele é a base para que toda IA funcione da forma como as empresas precisam, que ela tenha escala, que a empresa precisa, que seja entregue. Pessoa 1 É, e vocês colocaram um ponto que é super importante da empresa ter essa preparação, de fazer um a preparação e a preocupação, na verdade, né, de fazer um trabalho prévio para fazer a estruturação dos seus processos, a governança da IA. Eu sei que o Pedro sempre teve muito envolvido com isso também é Pedro, como é que você acha que seria AA melhor prática para você começar? Da maneira correta, né? Se você tivesse olhando uma empresa hoje falando, olha, essa empresa aqui vai começar, ela vai iniciar AA esse projeto no desenvolvimento da inteligência artificial, o que que ela deveria se preocupar e como é que ela pode fazer um projeto estruturante para isso? Pessoa 4 Bem, primeiramente a gente tem que pensar na governança da seguinte forma, ela não está, ela não vem para bloquear, ela vem para permitir a inovação com uma determinada, um determinado padrão. Dentro da da empresa, né? Então, através de políticas, processos, procedimentos, você vai estruturar é toda essa parte de governança para poder permitir essa essa inovação com é como é que eu posso dizer uma certa, um certo padrão, né? É a definição das diretrizes é muito importante para para você definir exatamente é como utilizar essas ferramentas de AE. Quando a gente tá falando sobre isso, né? A gente não está definido dentro do nível de política. É qual IA utilizar, até porque é é a IA, o as tecnologias de a elas mudam muito, né? A empresa pode ter uma decisão de negócio de utilizar 11 tecnologia de IA em determinado momento. No outro dia, por algum motivo específico, pode ser que isso seja alterado, né? É e aí? Pessoa 3 É por isso que é importante é definir em política o que pode ou não pode ser feito. É quais tipos de dados podem ser compartilhado, é qual o tipo de não de tecnologia. Mas é a definição junto a auto administração de uma solução que seja corporativa que é e também a definição de qual tipo de dado pode ser utilizada nessa, nessa tecnologia corporativa. Pessoa 2 O que a gente tá falando aqui é da gente definir uma governança mínima de uso de arma, que aí você vai muito além da política. Você vai da política, tecnologias utilizadas. A forma como a gente vai abordar isso na empresa está falando de letramento em IA, capacitação de executivos e dos profissionais, em como utilizar IA. Então isso é um kit que a gente pode chamar aqui de governança mínima para o uso da IA. Pessoa 3 É e outro ponto muito importante é como eu coloquei anteriormente, né? Infelizmente ou felizmente, a axé do IA ela é um. Um fato em todas as empresas hoje é no Brasil, e quando a gente fala de governança, a ideia não é é bloquear, porque eu acho que isso não faz sentido. Você vai bloquear a pessoa, vai pegar um outro computador, vai pegar um celular não corporativo, vai inserir o dado e ali acabou. Então é monitorar, entender o porquê que esse está usando, de repente uma ferramenta não homologada, perguntar o porquê, para que isso seja feito de uma forma adequada. Além disso, a conscientização é muito importante. Conscientização e Governança para Inovar com Segurança na IA Então, quanto é? É uma conscientização e segurança da informação. É por padrão. Então o colaborador precisa ser conscientizado de que ele não pode, não deve fazer? É uso de de é indiscriminadamente de intenção artificial, a depender do dado que ele precisa compartilhar com o modelo. Pessoa 2 É só pra deixar claro, né? Assim como a ti é cheia de acrônimos, né? E expressões shadowya é o uso da ya pelo colaborador sem que tenha sido validado pela equipe de segurança e tenha sido validado pela governança da empresa. É quando ele tá usando a 11 LM, né? E trocando aqui 1000 no ChatGPT cloud gemnight sem que tenha sido validado pelo time de segurança, sem que tenha o devido cuidado de quais dados estão sendo ali expostos. É pra essa LM isso é que é o essa expressão Shadow. E a tem é, é. Está falando pra nós. E essa é a talvez o maior medo da preocupação dos times e que as empresas devam ter. Porque isso expõe a empresa a riscos bastante grandes. A gente tá falando não só risco de imagem, mas talvez multas. É não conformidade com leis de proteção de dados como lgpd, por exemplo. Então você essa, essa Shadow e a talvez seja o maior problema que muitas empresas já estão vivenciando e elas não sabem que estão vivenciando Por Ela não ter esse controle, ou seja ela não ter essa governança apurada para. Permitir que os seus colaboradores usem AIA, mas de uma forma controlada, ou seja, a governança. Ela não é muro, ela é freio. Ela vem para trazer segurança corporativa, ela vem para trazer segurança, até mesmo o próprio colaborador de que ele use aquela ferramenta dentro de regramentos que permitam que ela seja usada com toda a segurança e que possa ser usada no seu máximo potencial. Pessoa 1 É essa, é, é. Eu acho que essa é a principal discussão que a gente tem que ter de fato sobre a utilização da IA, porque ela já faz parte do do nosso cotidiano. É fato esse movimento. Ele não, não vai retroceder. A gente não pode criar empecilhos para utilização da IA, né? A gente vai ter que incentivar a utilização, mas uma utilização eu diria que é consciente, né? Uma utilização adequada é. AIA hoje todo mundo, né? De uma forma ou de outra, usa alguma inteligência artificial generativa que você se sente mais confortável. Você bate-papo, é, eu ontem falava com a minha filha que ela usa o cloud, por exemplo, indiscriminadamente. Ela conversa com ele todos os dias e isso é uma coisa natural, né? Que isso faz parte do. Pessoa 2 Cotidiano natural para essas próximas gerações, claro. Inclusive porque elas já nasceram. É, é o movimento que a gente está vivendo. É muito parecido com o que a gente. Nossos avós, né, que brincam que uma criança pega um smartphone e ela consegue mexer sozinha. Essa nova geração ela vai viver dentro da yapra, ela vai ser realmente um assistente pessoal e a gente vê, nós acompanhamos e discutimos muito aqui dentro, né, que ela vai cada vez mais absorvendo as suas skills, né, as suas, ela vai se tornando realmente ela sabe seu humor, ela responde com seu humor, ela vai cada vez mais se adaptando a você, isso isso é muito sedutor. Então isso é esse também traz um grande problema, porque eu tenho que cada vez ter mais cuidado com aquilo que eu divido, com a forma como eu divido as informações, pra que não tenha um problema lá na frente que nos cause um dano. Isso não só falando aí, já extrapolando um pouquinho a área corporativa, a gente tá falando também da parte pessoal, daquilo que a gente divide com as LLMS. Pessoa 1 Sim, com certeza, cara, é, Eu Acredito que essa. Encontrar esse limite, esse equilíbrio, ele vai ser super importante. Ele faz parte, eu acho que de 11 processo de amadurecimento das empresas, né? E quando a gente coloca até sobre esse amadurecimento, governança e tudo é isso, geralmente fica muito associado às grandes corporações, que podem investir bastante em governança de Ah, que tem uma preocupação maior de dados, né? IA: Preocupação de Grandes ou de Todas as Empresas? Vocês acreditam que isso seja uma preocupação só pro grande? É quão distante o pequeno e médio empresário eles estariam da utilização da IA e da governança também de dados, né? O quão difícil seria para eles fazerem isso também? Pessoa 3 É, Eu Acredito que Na Na realidade, isso indifere do tamanho da empresa, isso é mais voltado ao a criticidade do processo que aí está sendo é é colocada pra pra apoiar, né? A gente sempre fala no final do dia e ela é uma habilitadora. Ela tá ali para apoiar em decisões e trazer de repente uma análise de uma forma mais rápida, minimizar retrabalho, minimizar trabalho manual, mas ela não pode ser, é confiada 100%, ela não pode ser, é utilizada com bala de prata, né? Então, a ideia é que sempre exista, né? Tem um termo inglês que é utilizado bastante no mercado de tecnologia. Que é maning the middle? Então a pessoa tem que estar no meio da decisão que a IA tá tomando, aprovando, validando, verificando se aquilo faz sentido para o negócio e quais são os impactos da geração ou aprovação de alguma sugestão que foi feita pelo interesse artificial. Pessoa 2 Como eu falei, comentei, biar, eu entendo que existe um kit mínimo de governança, e esse kit mínimo ele pode ser usado por qualquer empresa e você pode fazer isso. Então, respondendo talvez de forma um pouco mais pragmática a sua pergunta, os desafios são os mesmos, mas só que você pode adaptar esse kit mínimo de governança e a para o tamanho e a necessidade da sua empresa, porque é inexorável o uso. Todos tem que usar a IA. Ela deixou de ser uma ferramenta. É de auxílio para ser realmente uma ferramenta de diferença. Porque vai fazer a diferença na sua entrega, na sua qualidade, na sua velocidade de entrega. Então esse aquele kit mínimo de governança que nós falamos, ele tem que pode e tem de ser utilizado para concreto empresa é possível de ser feito. Nós aqui na rsm nós temos essa visão. Tudo aquilo que a gente entrega de serviço, a gente tem, procura entregar muito, customizado, muito. Taylor mente, então com essa visão. Não adianta você entregar uma governança de a para uma empresa de um porte menor ou de médio porte. Aquilo que a gente utiliza com alguns clientes grandes que nós temos aqui, que atendemos. Então não vai funcionar. Mas você pode e tem ferramentas e tem formas de você entregar uma governança de a para empresas de menor porte que elas tem sim que ter essa preocupação, porque elas. Talvez estejam até mais exposta para aquelas empresas que tem mais recursos, tem mais pessoas utilizando, tem mais pessoas olhando para um processo. Então você tem lá um time de auditoria interna, estruturado, que tem uma preocupação com esse tipo de tema. Mas sim, existem soluções e existem formas de que você possa usar. E a corporativamente com governança, não importa o tamanho da sua empresa. Pessoa 3 É uma boa analogia? É a gente é trazer de repente para um mundo normal sem IA. Quando você contrata um colaborador para sua empresa, você não abre as portas da empresa 100% para ele, não dá acesso administrativo, não dá acesso a todo tipo de dado. Definindo Acessos e Privilégios Mínimos para Agentes de IA Então acho que a analogia da governança para IA, ela é muito similar a isso. Você não pode simplesmente é desenvolver uma aplicação, desenvolver um robô e basicamente franquear sem o índice de mínimos privilégios necessários. Para que essa e a faça qualquer tipo de ação dentro da sua organização, como o Felipe colocou. E é 100% adequado, né? A gente não pode propor é uma governança de a, uma governança de segurança da informação, de um nível de banco para uma empresa pequena, porque não faz sentido. Não é descabido, né? Mas não é por isso que não se deve ter atenção principalmente aos processos críticos da organização, quando de fato se tem a intenção de automatizar e adotar. É Inter artificial nesses processos? Pessoa 1 Agora tangibilizando um pouco mais essa nossa discussão, né? É o que que as empresas têm hoje de tecnologia que vocês acreditam que estejam disponíveis, homologadas no mercado, sejam de de confiança, que possam dar à empresa uma governança de dados, como utilização consciente, por exemplo? É na RSM, né? Eu utilizo bastante para o meu dia a dia o copaylot cowork, que são assistentes pessoais, que cada um deles tem 11 utilização importante para minha rotina, tá? Eles acabam adiantando bastante algumas tarefas que eu faço e me ajudam. Além desses dessas ferramentas, tradicionalmente é vinculadas ao pacote da Microsoft. Tem alguma outra ferramenta que vocês acreditam que é atenda bem os requisitos de segurança e que possam minimamente ajudar na otimização das tarefas diárias das empresas. Pessoa 3 Eu Acredito que não existe bala de prata. Todas as soluções são é possíveis de ser utilizadas, obviamente as principais de mercado, né? Aqui estou falando de cloud, estou falando de. O próprio Claudio code curso para quem faz desenvolvimento e utiliza a parte de agentes é o próprio coppolate, como o bian falou, o ChatGPT. Todos esses são tecnologias que podem ser adotadas sem nenhum problema. Mas a ideia é de fato criar esse arcabouço, esse alicerce de processos, dados, para garantir que é os riscos sejam aceitos, que o board participe desse tipo de decisão. Entenda qual o risco precisa ser aceito para utilização de cada tipo de dado, de cada tipo de tecnologia e possa prosseguir de uma forma adequada nesse mercado de inteligência artificial. Pessoa 2 A gente sabe que custo é sempre sensível nas empresas, né? Licenças Corporativas e a Proteção de Dados na IA É um tema sensível o custo, mas ALLM, ela tem que ser usada de forma corporativa. Então eu tenho que usar pacotes que, pelo minimamente, os meus dados não sejam usados para treinamento da ferramenta. Nem sejam fornecedores de llm que garantam a segurança, que garantam a criptografia. Logicamente, a gente está falando aí dos maiores, como o geminai é, está falando da cloud, né? Como citamos. Então, assim, as empresas, o que talvez um erro que a gente observa em empresas menores, é buscar aquela licença pessoal que é um pouquinho mais barata, mas que não tem esses arcabouças, essas ferramentas de segurança que as versões corporativas. Já trazem. Elas não garantem a segurança de tudo isso. É importante dizer, você tem outras técnicas para quando você começa a evoluir para ambientes, processos mais complexos, com dados mais sensíveis que você tem que usar técnicas e tecnologias diferentes. Para abordagem da IA. Mas se você tá falando, trazendo aqui para o seu exemplo que você colocou, é muito mais importante quando você tá tratando de dado corporativo, que você use uma licença corporativa, porque ela já vai trazer aspectos de segurança que são muito importantes para mitigar riscos do uso da IA para essas, principalmente para essas empresas menores. Hoje você tem pacotes bastante atrativos. É, a gente acabou não falando uma, mas que hoje talvez. Que seja a Helena com um custo menor do seu ponto de vista corporativo e que tem um bom uso, que é a de psique, né? Que é uma ferramenta bastante conhecida e que tem um custo menor na parte corporativa, o que pode ser sim utilizada dessa forma. Então esse é um ponto importante, não usar corporativamente a sua licença pessoal, porque isso traz riscos bastante grandes. Pessoa 1 Principalmente porque as informações que você compartilha com AEA, elas são usadas para o treinamento do do, do modelo, do modelo. Exato, é isso, é uma coisa realmente que ela é crítica. Então, pelo que você me falou, a primeira preocupação que eu teria seria é fazer 11 pacote corporativo. Aonde eu vou garantir que AEA não vai fazer o treinamento daquele modelo? Um dos dados que eu compartilho, mas quando eu faço esse pacote corporativo é e se? Eu tenho que ainda assim, ter cuidado com a informação que eu vou compartilhar com eles. Por exemplo, é, a gente sabe que a gente tem um Marco regulatório muito. É muito importante aqui No No Brasil e no mundo, né? Com a GDPR, lgpd, que o Felipe já colocou, existe um projeto de regulamentação da utilização da e a, mas independentemente disso. Cuidados com Dados Sensíveis e LGPD no Uso da IA Se eu tenho dados que são tidos como dados sensíveis e eu tenho uma IA corporativa, eu posso jogar aquele dado lá direto ou tem que ter alguma preocupação? Pessoa 4 É, você tem que preparar a ferramenta, é antes da utilização, é. A gente fala de ferramenta corporativa que ela já vai te dar uma segurança a mais, né? Você vai ter ali mecanismos como MFA, entre outros. É diante disso também. A gente vem com uma outra pegada também, que é a questão da conscientização. A conscientização ela é importante porque você utilizar é AIA de forma indevida. Você tem diversos é é problemas de segurança que podem acontecer. Um deles é OA injeção de prompt é você é de forma inadvertida colocar uma informação para IA fazer com que ela opere de uma forma diferente do esperado e a partir dali você pode até é causar 11 determinado problema de segurança. Você pode ver informações. É de outras pessoas, de outros clientes. Isso pode acontecer, a gente já viu o histórico disso é no mercado é e é importante tomar esse cuidado com AIA, então ela já tem 111 mecanismo de segurança embutido. É importante a gente ter essa é visualização de riscos diante da da ferramenta corporativa, né? Entender se ela atenderia, mas também vir com essa pegada da conscientização que é isso, vai trazer um vai fazer um combo, né? Pessoa 2 Só complementar o que o books falou muito bem e responder de uma outra forma a sua pergunta, não se deve colocar dados sensíveis diretamente na LLE? Pessoa 3 É nesse sentido, é a mesma coisa que você é confiar um dado pessoal sensível a 11 hosting que você desconhece. Tudo bem, são certificados. Tem é é formas de garantir que você é vai ter realmente seus dados protegidos no final do disco. Depende de uma. Avaliação, alinhamento e aprovação estratégica dos riscos que você quer, onde quer correr, qual é o benefício que eu vou ter? É ao compartilhar dado pessoal e qual o risco que por Ventura ocorro caso tenha um vazamento de dado, de um ChatGPT da vida, de um cloud da vida. Isso é muito importante para definir e deliberar o que deve ser ou não feito. É com relação aos dados que a organização tem? Não acho que não que seja algo assim proibitivo. anão, nunca vou compartilhar dado pessoal com a LM. A depender de como você estruturar isso é algo muito importante para ir a como um todo. É a arquitetura. Como você vai utilizar isso em uma arquitetura que te dê a garantia de que se você for exposto, você vai estar exposto num risco que você aceite, né? Um risco que você de fato aprovou. Isso é muito importante. Pessoa 2 É o que você o que o Petro tá dizendo é que. E complementando o que eu falei, uma coisa é você botar o seu lado direto no prompt. Isso não. Outra coisa é você ter uma arquitetura que você vai usar o motor da IA para acessar um dado seu numa arquitetura sua, e você vai usar a IA como motor para gerar informação com base nos seus dados. Aí você tem uma arquitetura segura que aí você vai ter vpc. Você vai ter uma série de outras ferramentas que vão garantir essa segurança para esse dado não vazar. Então a IA, ela passa. Arquiteturas Seguras e Como Incentivar a Adoção da IA É quase como se ela deixasse de ser generativa, porque eu não tô ali botando, subindo uma, vamos ser assim. Deixa eu botar um exemplo bem extremo. Eu não tô subindo a minha planilha de cargos e salários e fazendo ali um pedindo Pra Ele fazer uma média, alguma coisa. Não, não tô expondo diretamente. Eu posso fazer uma arquitetura pra que? Eu use todo o potencial da IA para acessar um pouco de dados. Aí você vai ter uma técnica chamada rag para isso que você. Para que você traga essa informação, traga o motor da IA para que ele leia a sua informação sem que ele sem que você o coloque diretamente no banco de dados da IA. Então você usa a IA como motor, como ferramenta para criar aquilo que você precisa que seja criado. Pessoa 1 Agora, como fazer isso sem criar um gargalo na operação? O que que eu quero dizer com isso, né? É, se você já tem 11 IA que você está habituado a utilizar e tudo, né? É fácil você pegar esse dado e jogar dentro daquela IA que você já já confia que é o seu amigo, seu companheiro. É como eu faço para poder engajar e trazer as pessoas para dentro dessa minha estrutura e arquitetura corporativa. Porque como você falou, Felipe, eu não posso jogar o dado na IA, mas eu posso. Criar uma estrutura, uma arquitetura, aonde a IA, ela vai é capturar aquele dado, fazer a análise que eu preciso e como que eu posso deixar isso atraente para incentivar essa essa utilização, porque é é complicado. Pessoa 2 Né? É. É um desafio difícil. É um desafio que passa por tudo aquilo que a gente vem falando, dessa estruturação de dados, para que você possa permitir que as pessoas usem esses motores dentro da sua governança de dados. A gente vai passar por muito termo técnico aqui para explicar como fazer isso, né? Explicar as tecnologias de rádio e etc. Mas você tocou num tema que é, é o que nós da ti temos que cada vez mais correr, que é prover a possibilidade de uso da IA cada vez mais rápida, cada vez mais ali a mão, de uma forma segura, com os dados que a pessoa. Os profissionais a empresa já tem e que precisa utilizar. Então você tem é arquiteturas e estruturas que você permite que você é. Faça com que os modelos acessem aquele seu dado, mas você vai ter que criar algumas camadas, algumas seguranças, para que isso funcione adequadamente. Então, assim, respondendo a você, a gente tudo vai voltar à governança de dados para que a gente chegue na governança de AE. Que isso você possa usar. O seu é, é, é seu amigo preferido, sua IA preferida, né? Isso a gente tem 111 técnica chamada MPC que você ela atua como se ficasse na frente entre ALMEO dado, né? Então você eu, você consegue fazer com que as pessoas ao acessar 11 prompt 11 não diretamente o prompt da LM, mas o seu prompt amigo, ele passe por esse MPCE, isso acesse seus dados. Ele deu mais uma em algumas outras ferramentas que ele dê mais segurança, mas é um desafio. Biarra é assim. É um desafio grande que todos nós hoje temos, que é disponibilizar o uso automático ali, né? É na hora dos nossos dados, dos dados da empresa, sem que isso nos traga risco, sem que isso nos traga, nos traga problema. Pessoa 3 Ou que traga riscos que são aceitos, que a gente entende que vale a pena correr, né? É um outro ponto que é muito, muito importante também é. É nesse sentido, é considerar que até para a tecnologia, que eu entendo que nesse caso, de fato pode ser um gargalo, porque a gente tá trazendo no final do dia, como a gente colocou governança, não é um muro, ela é estrada pavimentada. Para que as coisas ocorram da forma é ideal e que não gere risco para empresa. Risco não é uma piada, para empresa é. Mas nesse sentido, a gente entende que pontualmente os times de tecnologia podem se sentir sufocados pela. A necessidade de velocidade na operação para garantir os usuários da empresa o acesso controlado. Esse tipo de tecnologia é principalmente considerando os dados da da própria empresa. Mas também hoje em dia a gente tem é copilotos de desenvolvimento que ajudam muito a velocidade do da escrita, do código, né? A gente sabe que no desde sempre a escrita não é grande problema. Tem empresas que contratam 100, 200 desenvolvedores para fazer esse trabalho que que ainda não pode ser repetitivo. Mas a partir desse momento da adoção de de copiloto de desenvolvimento, você consegue é entregar essas soluções de uma forma mais rápida. Mas é muito importante que exista, como eu coloquei, aquele arcabouço. Não adianta você gerar, é é uma aplicação sem tecnologia, é correta, sem é design correto, sem arquitetura que vai garantir segurança, escalabilidade para operação, porque senão é, acaba sendo inviável manter uma solução. É nesse sentido. Pessoa 2 A gente tem arquitetura e tem capacidade para entregar aquilo que você nos perguntou. Existem ferramentas que podem fazer isso? E aí, como o Petro colocou, você vai ver a questão de custo, apetite de risco da empresa, para que a gente que as equipes tenham esse acesso de uma forma estruturada, de uma forma segura. É uma das formas que eu. Pessoa 1 Vejo de você conseguir ganhar. Atratividade também é, e eu acho que funciona bem a fazer como se fossem recketones, sabe? Aí você vai fazer com a utilização da sua estrutura corporativa, né? Falando olha, isso aqui tá disponível, conheçam isso aqui. Quer dizer, o conhecimento, ele precisa ser compartilhado e as pessoas precisam usar a arquitetura que você compartilhou e. Se você mostrar que aquilo ali pode ser de alguma maneira 11, propulsor do desenvolvimento e não um gargalo, talvez você consiga canalizar a utilização do amigo pessoal para aquele amigo corporativo que a gente está criando. E aí quando a gente cria todo esse ambiente, a gente precisa também ter a segurança que a gente está fazendo as coisas da maneira mais adequada, né? Que como a gente já falou, governança, política de dados, tudo isso. Auditoria, Rastreabilidade e Conformidade na Governança da IA E como que a gente pode fazer a uma auditoria e garantir que a empresa está fazendo conformidade? Qual é o papel da auditoria interna nesse processo? Na verdade, Oo. Pessoa 2 Miá quando a gente pensa em arquitetura corporativa de IA para empresas, um dos pontos mais importantes é que ela seja auditável, que ela tenha traceability que você consiga é de alguma forma mapear quem seja a gente ou pessoa está fazendo. Como seja, a gente ou pessoa que está fazendo e quem pessoa decide por cada processo. Então, quando você cria esse ambiente que você falou que é o melhor ambiente que a gente possa pode ter dentro de uma corporação, todo esse ambiente, ele tem que ser estruturado com esses pilares. O Pilar da auditoria, o Pilar da da do traceability, né? De você poder traquear e saber o processo como um todo. E o Pilar da segurança, ou seja, como seria uma segregação de função para cada passo desse processo, para cada processo, para cada atividade que é feita dentro deste ambiente. Então, não é só disponibilizar o arcabouço de forma robusta, etc. É que esse arcabouço seja seguro o suficiente para ser auditado, para ser mensurado, para ser acompanhado de forma que. Você consiga saber ter a observabilidade de todo o seu ambiente. Esse é que é o talvez seja o grande é. É segredo em cima desse ponto que você perguntou é e nesse sentido? Pessoa 3 A accountability também é muito importante, como o Felipe colocou. Ele falou 3 sability. Mas a accountability é tão importante ou mais do que só a 3 sability, né? As 3 sability é muito importante. Para garantir que não há viés Na Na, na LLM, para responder algo que por Ventura seja diferente para um e diferente para outro. Isso é muito importante. Mas você saber quem é a Warner ou o dono, né? Daquela daquele processo, quem é o aprovador? É, é, é. Acho que é o principal para que a auditoria interna consiga entender é como as decisões estão sendo tomadas. Baseado também, obviamente, na análise da IA, como eu coloquei anteriormente. Na minha visão, AIA pode e deve ajudar na decisão. Mas a aprovação disso precisa ser feita por um humano EAA auditoria. Pessoa 2 Complementando, o bian fez uma pergunta, qual é o papel da auditoria interna? Ela tem um papel fundamental, visto o que, voltando, o que a gente falou, processo é fundamental, dado é fundamental a auditoria interna. Ela apoia os times, todos envolvidos, todas as empresas na visualização, se os dados estão bem governados, se quem tem que ter acesso ao dado tem acesso, e sempre por acesso mínimo. Desculpa sempre por acesso mínimo, ou seja, é o princípio do mínimo, acesso sempre funcionando No No aspecto de segurança do do uso da ya é, você está acompanhando todas as mudanças do processo de forma muito ativa, mas principalmente o que complementando o que o petru falou é, eu entendo e acredito que a auditoria interna tem um papel importante para definir. É, é. Níveis de de impacto, de informação. O que que eu estou querendo dizer com isso? Existem informações que elas são mais simplificadas na empresa, então talvez um AIA, um agente de IA, ela pode tratar sozinha, mas existem informações que são mais complexas, elas trazem mais problemas de segurança, elas trazem mais problemas, é de ordem financeira. Essas elas precisam do fator humano, no centro, no fator humano. Na parte decisão, a auditoria interna tem um fator muito grande, por entender o negócio, estar ali acompanhando, numa visão mais Wilde, todos os processos em definir o que é uma informação de impacto menor e que é uma informação de impacto maior, porque isso vai ser de fundamental importância no uso do agente de a. O Papel Fundamental da Auditoria na Governança de Agentes de IA Isso vai se tornar fundamental quando você começa a trazer o que a gente vive hoje, naya, porque a gente está discutindo aqui muito, falando bastante sobre. É o uso da LM como mais um amigo, né? Oo nosso amigo pessoal, o nosso. Auxiliar isso, mas dentro de um aspeto. O que que a gente vive hoje a gente vive. É agente que é da aia, onde aia, você cria agentes de a que ele não mais são aquele texto que te responde, uma sugestão para que você atue. Agora você tem o agente de a que atua por você, ele captura texto, ele escreve em RP, ele escreve em banco de dados, ele monta integrações. E aí a auditoria interna passa a ser fundamental, porque quando você não nessa era de agente de IA, quando você não tem toda essa governança toda essa é. É porque aí quando você fala auditoria interna, as empresas pequenas podem ficar um pouco preocupadas. As empresas de menor porte, que não tem uma auditoria interna. Mas quando você tem é uma governança de IA muito bem feita e que você tá usando a gente é ótimo. Mas se você não tem isso, o seu agente de IA. Passa a ser um estagiário com direito de administrador. Simples assim. Você já vai fazer besteira. Pessoa 1 É o problema ele. Pessoa 4 Reside exatamente aí, né? Quando a gente fala de segurança, um caso notório que aconteceu recentemente, é um agente de a tomar uma ação assim é através de um de uma informação que a gente chama de log, né? Dentro da da parte de segurança é é esses logs. São informações que podem vir de diversas Fontes, servidores. É firews e é quando você coloca o agente de a, ele pode tomar uma determinada ação através do que ele está lendo. Então, se ele identificou um log ali, é um pouco mais suspeito. Olha, é pode ser uma possível, é infecção por Hanson. Ele pode tomar uma ação de desligar um servidor e parar uma operação. Isso para o negócio é muito complicado. Então, quando a gente fala de agente de a. A gente isso está totalmente ligado também a parte de identidade, não é? Você tem que dar como o Felipe até é, falou muito bem. O privilégio mínimo é importante para limitar, nesse caso, é a utilização indevida por parte desses agentes de a está. Esse foi um dos exemplos só, mas quando você dá essa essa possibilidade para um agente de a sem uma supervisão humana? É exatamente esses casos que podem acontecer, é quando você usa o. Pessoa 2 Agente de ar ele tem que ter identidade, ele tem que ter escopo definido, ele tem que ter é é essa segurança, ou seja, acesso mínimo, segregações de função mesmo para o agente de ar. É muito importante isso. Quando a gente está nessa era de agentes, o agente ele tem que ter identidade, ele tem que ter crachá. Agente hoje tem que ter crachá, porque se nós pensarmos, fizermos uma analogia, o agente, ele está substituindo um colaborador ou colaboradores em tarefas repetitivas nas quais você vai ter um grande escala no uso do agente. Então é de fundamental importância para essa sua governança que você tem. Isso tudo muito bem mapeado, muito bem definido. Porque quando eu não tenho isso muito bem mapeado, muito bem definido, um erro do agente, ele pode gerar um erro encadeado. Imagina que você tem uma cadeia de agentes trabalhando em um processo. Então, se o primeiro ou segundo agente da cadeia erra, você tem uma cadeia de erros em sequência. Porque se você não tenho isso corretamente, uma piada especificado, você pode trazer um problema. Bastante Sério para você. Isso a gente vivencia muito aqui no nosso dia a dia. Porque a hora, contato fiscal, ela não cabe, falha, porque você prejudica uma empresa, você tem penalidades fiscais, tem penalidades legais sobre isso. Então, você não fazer esse tratamento da forma adequada pode trazer problemas muito sérios pra empresa. Agora traz pra mim mais. Pessoa 1 Alguns exemplos de como que a gente pode usar esse agente de a, né? Porque a gente tá falando do agente de a que seria essa nova onda, dessa revolução industrial que a gente tá vivendo. E eu gosto muito de tangibilizar isso com exemplos que a gente possa usar. Casos Práticos de Aplicação de Agentes de IA nas Empresas EEE compartilhar com a nossa audiência. O Pedro colocou um que eu achei excelente. Mas eu queria mais alguns exemplos de como que a gente pode usar OAIA para ela poder é aumentar o potencial das empresas, né? Aumentar, esse é, eu acho que imprimir, na verdade AA otimizar, né? As tarefas, a gente colocar ele como sendo um vetor de transformação. Como é que a gente pode utilizar o agente da IA para isso? É, nós temos algumas. Pessoa 3 Opções, né? Considerando que a gente está falando de agente, não é mais um simples llm que você insere 11 questionamento, recebe uma sugestão e toma suas ações. É um agente que de fato pode acessar rps, pode acessar sistemas externos, fazer tipo, qualquer tipo de integração é é dentro da sua organização e tomar ação baseada nisso. Vou dar um exemplo é, você pode acessar um RP, baixar um boleto e automaticamente identificar se aquele boleto é como é que foi pago nos últimos meses pra você já definir. Adequadamente uma data específica para envio automatizado desse produto para o cliente de uma forma também é, é estratégica, EE, personalizada. Além disso, o que está muito em voga hoje é a utilização de agentes de a para desenvolvimento. Mesmo empresas de menor porte utilizam esses agentes de a para gerar código. É nem sempre esse código, ele vai ser o melhor dos mundos. É muito importante que quem utiliza esse tipo de agente seja preparado. Entenda de arquitetura, entenda do todo. Pra que isso de de fato gere resultados positivos pra uma empresa? Porque do contrário é é é muito factível que você gere alguma coisa que você não possa nem utilizar. Em produção é muito diferente, como a gente colocou no início do do do programa, né? Gerar uma pó que seja uma própria, uma prova de conceito, utilizando o interesse artificial é agente de a para gerar código é muito simples, qualquer pessoa faz. Agora, fazer algo que seja escalável, que não vai te gerar custo, que não vai gerar problema em ambiente de produção, é algo muito diferente do que basicamente vai bicodar, né? Que a gente vê muito aí Na Na que está em voga hoje em dia aí na no mercado de tecnologia. Então é uma diferença muito grande. Mas considerando agentes de a todas as ações que são feitas manualmente por humanos, podem ser feitas automaticamente utilizando é esses agentes para tomada de decisão e et cetera, é o Petro usam. Pessoa 2 Foi bem feliz porque ele usou um exemplo de um agente que ele desenvolveu e a gente aqui tem alguns exemplos de agentes, por exemplo, que fazem conciliações. Exemplos Reais de Automação e Eficiência Operacional com IA Então você tem um agente que você consegue fazer conciliação de documentos e validação. Se aqueles documentos estão corretamente é é foram corretamente emitidos conforme uma base de dados e o agente, ele vai lá e valida isso. Você pode ter um agente, por exemplo, que ao receber um XML. De um fornecedor seu, ele vai fazer a validação se aquele XML estoque perante a receita. Se é um XML válido, você vai ter um agente, por exemplo, que é é. Ele vai pegar todos os xmls que você já tem e validar se aqueles xmls estão dentro do RP. Olha que legal o Wi-Fi. Vale a leitura dos seus xmls todos, conecta no seu RP e verifica se aqueles. XML já foram lançados, ou seja, eles já estão ok ali dentro. Então são uma série de procedimentos, uma série de possibilidades que os agentes têm de fazer e não só de fazer essa ação mais simples que a gente comentou aqui, né? Então você pode fazer essa validação que eu falei e a partir dessa validação ele fazer o input de informação daquilo que ele não achou. Então eu tenho XML aqui que não estão no RP, eu vou esse. Um segundo agente já pega e faz o upload daquela informação e dá entrada dessa informação no RP. Isso é é um é um mundo extremamente fascinante, principalmente para as empresas menores que às vezes elas não tem a possibilidade de ter profissionais. É é com 11 skill com uma expertise específica em assuntos, então os agentes, eles podem prover, por exemplo, validações. É fiscais, por exemplo, imagine ter todo o teu conhecimento como o nosso sócio principal de tex dentro de um banco de dados, em que o cliente tem um agente que pegue a nota fiscal dele e valide se as regras que ele vai utilizar ou que algum fornecedor utilizou estão de acordo com o nosso. É regramento tributário. Então são é. São exemplos daquilo que você falou que a gente. De Ah, podem fazer e podem ser muito úteis. É esse que você comentou? Pessoa 1 Agora, eu particularmente gosto bastante que a gente começou a discutir com um cliente nosso, né, de como fazer essa auditoria desses dados pra uma empresa que tem 1 o volume muito expressivo. É uma empresa de segmento de varejo, você imagina se você tem um varejo tradicional, se você tem OE Commerce, como é que você vai garantir a conformidade da do atendimento a legislação tributária? E o agente de AI? Ele pode ser o seu amigo para fazer isso, né? Como é que a gente desenhou isso naquele processo? Explica. Para nossa audiência? Então a gente fez um. Pessoa 2 Desenho de que ele vai ter uma série de de passos para garantir o compliance fiscal. Ele vai ter um passo um aonde ele valida os cadastros no próprio sistema do cliente, antes da emissão das notas fiscais. Então, periodicamente ele valida os cadastros, ver se está tudo ok, mas se por Ventura existe uma alteração ou uma interação humana manual que tenha 11 faça uma alteração naquilo que está parametrizado, tenha um segundo passo. Ele vai checar se todas as notas fiscais, todos os documentos fiscais emitidos foram. É, estão em compliance com a parte tributária. Então ele faz um segundo passo que já é posterior a emissão. E o terceiro que a gente desenhou com ele é que após o segundo, identificado algum problema, alguma anomalia, um vai ter um outro agente que vai voltar no sistema do cliente e fazer o ajuste naquele ponto de de parametrização para que corrija e que notas documentos fiscais emitidos com aquela mesma situação. Não tenho mais erros. Olha o ganho que nós estamos trazendo para um cliente, não só do da mitigação do risco fiscal, mas do mitigação e identificação de problemas. Quase um time porque emitiu. Se a nota já se valida, já se identifica o erro já volta para fazer a correção. Então, o que? Humanamente seria impossível, ou que eu ou talvez eu tivesse um exército de pessoas para fazer isso. Vai ser feito de uma forma muito automatizada, muito segura, utilizando todo o conhecimento fiscal da rsm para apoiar o cliente na emissão das notas fiscais. E mais, também tem uma outra parte que aí, já que a gente vem conversando com você das atualizações. Fiscais, até ligações tributárias, que a gente sabe que são muitas que acontece e que nem sempre a gente tem a velocidade para implantar, porque cabe interpretações que são especialistas como você tem que fazer. Imagine então você ter um agente que recebe alguém com expertise, valida isso e isso é distribuído para várias empresas simultaneamente, para que elas consultem e ajustem as suas operações. Tendo a segurança que foi validado por um profissional que tenha experiência para interpretar e para aplicar aquilo de forma correta na sua operação. A IA Substitui o Trabalho Humano? Reflexões e Processos Olha pelos seus comentários. Pessoa 1 A gente invariavelmente vai cair naquela velha reflexão, se a IA vai acabar substituindo o trabalho humano, né? É até que ponto a IA substitui e tudo. Como é que vocês enxergam isso? Pedro, você acha que a IA vai substituir o trabalho humano? Não. Pessoa 4 É nesse momento, eu entendo que. Ela vai apoiar tomada de decisão, mas substituir por completo eu não vejo. É como a gente comentou durante Oo podcast. É sempre necessário a validação humana para isso poder funcionar da forma correta. É não à toa a gente. Pessoa 3 Teve o advento aí do Boomerang de a, né? Que várias empresas entenderam que a substituir pessoas é durante os processos e validações posterior a possíveis desligamentos ou redução de equipe. Foi percebido que o problema nunca foi as pessoas eSIM os processos EAIA. Não vai resolver processos ruins. A gente tem até 11, termo muito utilizado na tecnologia, que é o gigo, né? É garbagin garba de áudio. Se você não tem um, como a gente colocou várias vezes aqui, mais importante ressaltar um arcabouço que vai te garantir a adoção correta da IAE, pessoas capacitadas pra aprovar ou reprovar? É hits e hits que AAIA pode trazer pra você. É, não adianta, você não vai ter 11 operação, 100%, é automatizada, sem ter aprovadores para que possa fazer. É os processos fluírem da forma correta. É como colocar, por exemplo, uma pessoa que não tem conhecimento de é aviação para pilotar um avião, porque você tem um compalot do lado. Não funciona dessa forma, entendeu o Boomerang? Pessoa 2 A mostra que ninguém ganha demitindo gente, mas mantendo o processo velho. Ganha aquele que utiliza AIA para elevar as pessoas redesenhando processos. Revisitando processos e usando AIA para potencializar o é desculpa para potencializar os colaboradores dentro dos seus processos. Como Medir o Retorno da IA e Gerar Vantagem Competitiva E acho que um ponto. Pessoa 3 Muito importante que a gente acabou não falando tanto é sobre o Roy disso, né? A gente sabe que existe um investimento relativamente alto em intência artificial, estruturação de processos para você garantir que você tenha. A adoção correta dessa tecnologia na empresa e como você consegue mensurar isso, né? Na minha visão, é garantindo que você conseguiu gerar valor no entregável pro cliente. Então é não substituindo pessoas, mas garantindo um serviço de melhor qualidade. Um serviço de menos de trabalho é menos, é problemas que possam ocorrer direcionamentos incorretos. Então acho que é o Roy da da inteligência social está basicamente nessas frentes. É isso, às vezes é muito. Pessoa 1 Difícil de você conseguir tangibilizar, mas a gente pega em algumas áreas, é como a gente tem áreas mais maduras, é como a área de auditoria, por exemplo, a área de auditoria, ela é vista como uma área um pouco mais comoditizada, né? E aí isso traz com que os movimentos de mercado acabassem pressionando um pouco mais os preços da auditoria. E aí como é que a gente vai crescer? É como auditoria ou a gente vai ter margem? A gente só consegue margem se a gente conseguir automatizar processo. Que aí eu vou substituir o trabalho manual, né? Pelo trabalho do do agente de IAE, aí eu ganho margem, eu ganho competitividade. Isso significa que o auditor, ele foi substituído? Óbvio que não. Ele foi utilizado para fazer AA atividade pensante, né? Atividade estratégica, aquela atividade repetitiva você deixa para gente, IAE, você ganha com aquilo uma margem que você não tinha capturar isso eu acho que está na essência das empresas para elas conseguirem metrificar o uso da. Inteligência artificial, esse é um exemplo que eu coloquei, mas é sem dúvida nenhuma, você tem outras formas de medir, mas elas são muito difíceis, tá? É, eu coloco, por exemplo, um dos nossos desafios era dobrar de tamanho. Então, quando a gente consegue dobrar de tamanho numa empresa de prestadores de a gente consegue dobrar de tamanho em uma empresa de prestação de serviço aonde os nossos ativos são pessoas, você dobra a receita e aumento do seu efetivo em 30%. Você não fez isso com mágica. Você fez com adoção de tecnologia, é ponto, né? Esse já é 11 exemplo, então você não vai dispensar as pessoas, você vai crescer com elas e você vai é deixar essas tarefas que hoje em dia são feitas é pelo humano, tarefas repetitivas que AEA pode fazer. Eu acho que esse é OOX da questão, é o Balanço da equação. Foi exatamente isso. Pessoa 2 Que eu coloquei sobre o Boomerang e você falou muito bem, é? A IA vem para que você revise seus processos e eleve as pessoas. Não demita, substitua. Não é isso. As pessoas, elas continuam no centro do processo. Os toda a sua, toda a expertise, todo o conhecimento das pessoas vai ser fundamental para o uso correto e consciente e responsável da IA agora. Pessoa 1 O que que a gente pode deixar? De reflexão e sugestão pra nossa audiência, né? Como é que eles vão conseguir transformar a utilização da IA e vantagem competitiva na visão de vocês? Principais Conselhos para Empresas Iniciando a Jornada da IA Eu diria que as empresas. Pessoa 3 Não devem começar pela ferramenta, ou seja, não começar pelo fim eSIM, de fato, pelo início. Estrutando os processos entendendo quais são as dores, quais processos faz sentido atacar, quais processos são, é utilizados ou vão fazer? Vão trazer diferença pra empresa? É e de fato fazer isso através de uma arquitetura que se escalável é, de uma governança que não exponha riscos, é grandes pra pra organização e que seja feito por profissionais qualificados, a gente vê pontualmente é utilização e adoção de a por profissionais que não tenham conhecimento mínimo pra fazer com que isso é funcione da forma correta. Né Pedro? Qual é o primeiro passo? Pessoa 1 Dessa jornada. O primeiro? Pessoa 2 Passo é? Pessoa 4 Como o Felipe falou, a gente é adotar AA estratégia para implementar essa tecnologia da melhor forma possível, né? Dentro da empresa. Então é inicialmente não definir a tecnologia, né? Não definir qual AIA utilizar quando você pensa em em processo é, é conscientização, é o primeiro passo, né? Definir a política, é definir processo, definir procedimento para aí sim dar um segundo passo. E pensar em quais as tecnologias adotar perfeito? Pessoa 1 Felipe Felipe José, quais os conselhos que você deixa para nossa audiência? É eu. Pessoa 2 Acho biar que as empresas devem começar enxergando não comprando, enxergar o processo, enxergar larga Los, enxergar as suas pessoas e as suas dificuldades. Não comprando uma LLM é. A pergunta do episódio que a gente tá trazendo aqui, ela meio que se responde sozinha, quando você compra antes de enxergar, você já tá sendo dominado pela EA, você só não sabe. Esse é que é o grande ponto. Então, primeiro enxergue sua empresa, enxergue seus processos, enxergue suas pessoas e aí sim crie sua governança de dados, se a sua governança. É interna a sua governança de AE? Com certeza você vai potencializar muito seus resultados. Excelente. Pessoa 1 Obrigado a todos por esse bate-papo. Foi um prazer estar aqui com vocês. Obrigado a nossa audiência que nos acompanhou até agora e eu queria ouvir a sua opinião na empresa de vocês. Vocês já começaram a adotar inteligência artificial? Existe o Shadow IA? Vocês já tem agentes de a na operação? Comenta aqui, a gente quer continuar com esse bate-papo com vocês, a gente quer responder. Se você ainda não é inscrito no canal, se inscreve, curta, compartilha. A gente quer ouvir essa opinião e esse bate-papo não vai parar aqui e não venha com a gente, de a que a gente vai verificar, que foi inteligência artificial que a gente põe nos comentários. Eu quero que a gente tenha um contato humano com vocês. Obrigado e até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A IA é uma realidade consolidada nas empresas, mas sua adoção muitas vezes ocorre de forma espontânea e desestruturada, gerando riscos como o "Shadow AI".
  2. A governança de dados é o pilar fundamental para o uso seguro e escalável da IA; sem ela, não há governança de IA eficaz.
  3. A governança não deve bloquear a inovação, mas sim permiti-la de forma controlada, com políticas, processos e conscientização dos colaboradores.
  4. O "Shadow AI" (uso de ferramentas não homologadas) é um dos maiores riscos, expondo empresas a vazamentos de dados, multas e não conformidade com a LGPD.
  5. A preocupação com governança de IA não se restringe a grandes corporações; pequenas e médias empresas também devem adotar um "kit mínimo de governança" adaptado ao seu porte.
  6. A IA deve ser usada como ferramenta de apoio, com supervisão humana ("human in the middle"), e não como "bala de prata" para decisões críticas.

Summary:

O episódio do RSM Cast discute a adoção segura da inteligência artificial nas empresas, destacando que a IA deixou de ser uma expectativa para se tornar uma realidade inevitável. Os especialistas apontam que muitas organizações entraram na "corrida da IA" por medo de ficar para trás, resultando em adoção espontânea e desorganizada, sem estratégia ou governança. Isso cria o chamado "Shadow AI", quando colaboradores usam ferramentas como ChatGPT, Claude ou Gemini sem validação da equipe de segurança, expondo dados sensíveis a riscos de vazamento, multas e não conformidade com leis como a LGPD.

O ponto central é que a governança de dados é a base para qualquer iniciativa de IA. Sem dados bem estruturados, armazenados e classificados, a IA não consegue escalar nem gerar valor real. A governança, no entanto, não deve ser vista como um obstáculo, mas como um "freio" que permite inovação com segurança, por meio de políticas claras, definição de diretrizes, monitoramento de uso e capacitação dos colaboradores. A conscientização é essencial para que os funcionários entendam o que podem ou não compartilhar com modelos de IA.

Os especialistas também ressaltam que essa preocupação não é exclusiva de grandes corporações. Pequenas e médias empresas podem e devem implementar um "kit mínimo de governança" adaptado à sua realidade, pois a IA é uma ferramenta que pode ser usada por qualquer organização, desde que com supervisão humana e controle adequado. Em suma, a IA é uma aliada poderosa, mas seu uso responsável depende de preparação, educação e governança contínua.

FAQs

Uma ferramenta corporativa é preparada com mecanismos de segurança adicionais, como MFA, e é validada pela equipe de segurança. Já uma ferramenta pública não oferece controle sobre os dados compartilhados, o que pode expor informações sensíveis da empresa.

É um termo em inglês que significa ter uma pessoa no meio da decisão tomada pela IA. A pessoa deve aprovar, validar e verificar se as sugestões da IA fazem sentido para o negócio, pois a IA não deve ser confiada 100%.

Para evitar isso, é essencial estruturar os processos internos e ter uma governança de dados preparada antes de iniciar o projeto. Começar pelo fim, sem um arcabouço tecnológico e de dados, leva à desistência e à falta de escala.

FOMO significa 'Fear of Missing Out', ou medo de ficar para trás. Isso fez com que muitas empresas adotassem IA de forma não estruturada, sem estratégia, o que gerou riscos como falta de controle e incapacidade de escalar projetos.

O kit mínimo inclui definir políticas claras sobre o que pode ou não ser feito, capacitar executivos e colaboradores sobre o uso adequado da IA, e adaptar essas diretrizes ao tamanho e às necessidades da empresa. Os desafios são os mesmos para todas, mas a solução pode ser customizada.

A conscientização é fundamental para que os colaboradores saibam quais dados podem ou não ser compartilhados com modelos de linguagem. Sem isso, eles podem usar IA de forma indevida, causando vazamentos de dados e problemas de segurança.

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