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Gonçalo Regalado: “Há uma mudança geracional que vai transformar portugal até 2030”

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Gonçalo Regalado: “Há uma mudança geracional que vai transformar portugal até 2030”

O Banco Português de Fomento é apresentado como um órgão soberano e estratégico da economia portuguesa, com papel fundamental em apoiar empresas, especialmente micro e médias, por meio de garantias, capital e financiamento. A instituição combina funções de banco de investimento, banco de garantia e instituição de desenvolvimento, unificando forças públicas e privadas para acelerar processos, como reduzir drasticamente o tempo de aprovação de garantias de 49 dias para apenas 5. O Banco tem como objetivo principal fortalecer a competitividade nacional, atrair investimentos, retomar talentos portugueses e promover a inovação em setores como indústria, turismo e agricultura. Com apoio de instituições como o IAPMAI, o turismo e o Tesouro, o banco opera com autonomia, com uma equipe altamente qualificada e motivada, onde mais de 80% dos colaboradores são licenciados. A trajetória do Banco, desde 2020, é marcada por resultantes concretos, como o financiamento de mais de 7 mil empresas com mais de 1 mil milhões de euros em 2026, após a tempestade. O modelo é visto como uma resposta ágil e resiliente à crise, com estratégias que incluem financiamento imediato, apoio social e reconstrução de negócios. Além disso, o Banco promove a internacionalização portuguesa, com projetos como a candidatura à gigafábrica europeia, e defende a importância de gerar um ambiente de confiança, inovação e empreendedorismo, onde as gerações jovens e mulheres lideram com autonomia. O sucesso do Banco é medido não apenas pelo crescimento econômico — que atingiu 6,5 mil milhões de euros em 2025, representando 2,2% do PIB — mas pela transformação cultural do país, onde os portugueses sentem-se motivados, orgulhosos e capazes de construir um futuro mais competitivo, sustentável e equilibrado. A ambição portuguesa, segundo o projeto, não é apenas querer mais, mas garantir que ideias se tornem realidade, com o apoio de um sistema financeiro forte e transparente.

Transcription

7689 Words, 44794 Characters

Portuguese
Olá, eu sou o Pedro Boscrimenz e este é o podcast Ambição pela Portugal. Vivemos num país cheio de talento e oportunidades, vi ideias que nascem todos os dias, de um potencial que não pare de crescer, mas isso pudessemos ir ainda mais longe, fazer a diferença na KPMG, acreditamos que a ambição é um motor do futuro do nosso país, por isso criamos o projeto ambição para Portugal, um movimento que junta de vozes desafio presente e constrói caminhos para um país mais competitivo, mais preparado e orientado para o crescimento, porque a ambição não é só querer mais, é ajudar a fazer acontecer, KPMG, fazer diferente, fase diferença. Gonçalo regalado, não é? Quando você não sabe o que tem, é o Gonçalo? 42. 42 é um jovem, por exemplo, do banco de fumento, porque é o salto do banco de fumento, porque é este fumento? O banco de fumento, por ter este fumento, exatamente. Para a minha primeira pergunta, nesta nossa conversa, é a pergunta dos quiseses de aluno do primeiro ano, o que é um banco de fumento? Já sei que não é um banco, quando você vai abrir conta e um despedo multibank, obviamente, mas a palavra da banco é bem apropriada para este tipo de instituição. O banco de fumento tem mais a apropriação da palavra banco do que um banco comercial normal. Ok. Um banco comercial normal, o que é que faz? Recebe depositos de clientes e concede caravita clientes. O que nós fazemos é muito mais do que isso, porque, apesar de nós não recebermos depositos de clientes, não é a nossa função, ser um banco de depositantes, nós somos um banco sobrando portogá-lo, o banco da nação. E temos uma dimensão de instrumentos financeiros para apoio ao investimento que tem muito mais do que a conceção simples de crédito. Nós temos primeiro um braço fortíssimo de garantias. Onde tivemos 5.700 milhões de euro hoje, apoiamos de 6.000 empresas em 2025. Somos, chamemos de lideste à forma o garante, a garantia sobrana de Portugal para toda a dimensão de crédito. Temos hoje depois um braço de capital, ou seja, tomamos capital nas empresas, somos racionistas e sócios das empresas, que também não é uma tradição normalmente num banco. Onde temos hoje mais de 2.000 milhões de euro os colocados nas empresas numa dimensão de capital. Tanto na nossa braça da Portugal, ventias como no próprio banco de português de fimente nas equipas capital. Temos uma dimensão estrutural de banco de investimento e de project finance. Ou seja, somos nós que fazemos aqui a estruturação das operações, como o TGV, os hospitais, tanto do Algarvo, como o hospital das Boa Oriental, como os grandes projetos infraestruturas do país, como os grandes projetos de investimento direto estrangeiro, ou seja, todos os projetos com mais de 10 anos de maturidade de 100 milhões de investimento passam por esta casa. Depois, somos nós que temos também a responsabilidade de considerar e de ter sobre a nossa gestão o maior fundo imobiliário do país, ou seja, todos osjetivos que nós temos hoje em Portugal e que são objetos, seja na indústria, seja no turismo, seja na agricultura, que são ativos públicos e que são objetos com santo também passam aqui pro banco de português de fimente. E depois temos agora duas novas responsabilidades. A primeira é a sermos o banco das portações portuguesas, com aquilo que é agora a agência de crédito à exportação, portanto seremos nós a colocar o seguro de crédito, para que as empresas portuguesas possam exportar, para um mercado global, com o seguro de crédito portugueso, e também temos, em cima disso, a responsabilidade, com aquilo que nós chamamos hoje a DFI, portanto a instituição financeira de desenvolvimento, de apoiar as empresas portuguesas que investem nos trezeiros, seja empresas que eram investidas em África, na América Latina, na Ásia, são hoje apoiadas por nós. Portanto, o banco tem essas dimensões todas da apoio à investimento, numa frase simples. Somos o banco da economia, das empresas e dos empresários com a sobrania portuguesa. O Banco existe desde 2020, correto? Correcto. Embora não com essa conselha de administração, quem é que fazia essas coisas todas então antes de ter um banco de fimente? O país tinha muito multiplas instituições para fazer tudo isto. Nas sociedades garantia muito, eu tinha quatro sociedades garantia muito. A honor garante, a Lise Garante, a Garvalha, a Garvalha Garante, que nós fusionámos o ano passado, moro na anemidade e temos hoje uma sociedade garantia muito adentro do grupo Banco Portugueso de Fimente. No capital, tínhamos e temos a Portugal Ventes, que já tem uma história de mais de 20 anos, e que tem toda esta dimensão, e que tem hoje uma participação absolutamente sustentada no Banco Portugueso de Fimente, com um reforço de fundos e reforço de adividade. Depois, a dimensão da agência de crédito à exportação estava confinada a Cozek, e agora a Alliance Trade, portanto também a empresa internacional privada, e que nós agora trazemos novamente para mãos nascionais para termos a tal soberania e autonomia que precisamos nas empresas em Portugal. E, se me diz, a D.F.A estava na sofrida, ou seja, que era um braço de uma instituição pública também, que estava tripartida entre o Ministério dos Negócios Transês, vamos ter de economy, vamos ter de das finanças, e que nós agora trazemos para esta dimensão. Nós hoje temos também um papel muito relevante nas subvenções, portanto o Banco apoia, designa, prepara a valia e concede subvenções, portanto, instrumentos financeiros, de fundo perdido para as empresas no investimento, e que também estava normalmente esperce em valor de as instituições. O nosso objetivo é consolidar com capacidade de juntar as forças, ganhar cinergias, ganhar escala, e, sobretudo, fazermos aqui em Portugal como se faz, na França, na Alemanha, na Espanha, com um Banco Sobrano Forte, que permita o apoio que o Portugal precisa aos nossos empresários, com uma única instituição, uma no stop shop, aos serviços empreses dos empreses. E independente do poder de política, nem direi que a mocacia tem os seus ciclos, mas os políticas do Banco de Fumento vão se mantendo a isso, ou cada governo pode pedir, não sei se pode mandar, necessariamente, ao Banco de Fumento que faça mais para a esquerda, mais para a direita, mais para cima e mais para baixo. Banco, tenho os seus órgãos próprios, tem autonomia, tem dependência estratégica, mas tem asionistas, e os nossos aionistas são os portugueses. E, em particular, os nossos aionistas, que são quatro instituições públicas, que são o ICEP, o IAPMAI, o turismo Portugal, e a entidade para do Tesouro e Finanças, com o reporte ao Ministério da Economia e ao Ministério das Finanças, são, obviamente, também as nossas líneas estratégicas. Não obstante, os órgãos próprios do Banco, a Comissão Executiva, que tomam as decisões operacionais do Diadia e, de fim, em conjunto, com o Conselho da Administração à Strategia, o Conselho da Administração, que tomam as decisões mais alargadas de balanço e de impacto. E agora, o novo Conselho Estratégico, que tem um conjunto de 20 personalidades absolutamente conhecidos do país, tanto setor empresarial, como do setor da Banca, tem a definição da estratégia do Banco. E essa definição de estratégia não muda ao sabor do Governo à ABE, o que nós temos que fazer é garantir que a instituição responda as empresas aos empresários. Se o fizermos, todos os governos querem o mesmo pão nosso país, um país desenvolvido, um país com crescimento, um país com melhor qualidade de vida, pós português, um país com uma requeza melhor distribuída, e, sobretudo, um país mais competitivo e mais innovador. Tem que se bem percebo quanto mais ambicioso se forem as nossas empresas e os nossos empresários, melhor, ou seja, melhor para a baça missão. É isso. Tem que haver um ambiente, também propício a um certo otimismo. Uma grande parte de economia é a sensação, não é a perceção correta. Eu sou um otimista e isso ajuda. Não é muito fácil encontrar na Banca, gente que seja otimista, porque os registros são sempre muitos, como vamos vivendo no ano de 2026, e tem que ser sempre suprados com uma gredose do otimismo e de realismo. Aquilo que nós sabemos é o Banco, foi, por exemplo, no ano de 2025, o ano da Bonança. Foi o Banco da Bonança. Por que? Porque fizemos 6.500 milhões de euros, os instrumentos financeiros em toda essa panôblia. Ele desenhei, e estes 6.500 milhões valem 2.2% o PIB. Praticamente o crescimento Portugal. O que está a acontecer em 2026 é bastante diferente. Nós já tivemos em 2026 duas guerras. Essas duas guerras somos a uma guerra climática que tivemos com uma tempestada gigantesca e um combo de tempestados, e o Banco tem que ser o Banco da tempestada também. Portanto, o Banco tem que estar pronto a responder cíclica e contra-cíclicamente. Quando a economia estava em, nós temos que ser um motor da aceleração, quando a economia sofre, nós temos que ser um motor da recuperação. O nosso papel é ajudar a economia portuguesa. Mujo empresário, o GG empresas sempre a melhorar a sua performance. Se eu fizermos, estamos a cumprir a nossa missão todos os dias. E, de que forma é que o Banco de Fumento, quer dizer, também na sua opinião em quando cita raiva, como é que nós podemos reagir a ambição portuguesa, não seja sempre a mesma coisa, não é? Se eu usei tuturismo, nada derrado com isso, obviamente. Há a questão das ventagens comparativas, mas, por exemplo, o Portugal tem que haver os mais data centers, se bem entendo, tentamos atrair pessoas que, enfim, com muita massa cinzenta e muita formação, como é que, por exemplo, aquela questão dos nossos jovens irão lá para fora, como é que o Banco de Fumento, ou como é que todos nós, podemos contribuir para alguns de eles regressem e contribuem para que elas sejam um país mais forte e no limite mais ambicioso. O Banco de Portuguesa de Fumento é o Banco de Economia Portuguesa e todos aqueles que querem que a investir. E, também, dos portugueses que querem investir no exterior. Estreio, portanto, o grande óbvio. do Banco é claro, é criar uma economia mais sólida, mais resiliente, mais robuste e mais rica. Sem nenhum sofismo sobre essa dimensão, exemplos, nós estamos hoje a liderar a candidatura de Portugal, que é uma candidatura ibérica, a maior gigafactory de esta Ibéria, que são 8 mil milhões de euros, para ganhar uma das 5 gigaféctrias europeias, porque sabemos em parceria com grandes instituições internacionais, com grandes fundes e investimentos internacionais, com grandes empresas globales, como a Envide, a Microsoft, a Ensecal, a Brookfield e tantos outros, servemos, que isso faz Portugal um país mais competitivo, e que segurará em Portugal algo muito de bons engenheiros, e que estará a economia de escala e esse energia de escala naquelas regiões onde estivermos em estalárias espoulos, e que o nosso tecnologia, o nosso decidem prazerial, o nosso cedo acadêmico, as nossas universidades vão beber dessa capacidade. Portanto, nós temos que ser o banco da economia digital do futuro, como nesta na este projeto da Introzencia Artificial, mas também a economia da indústria do presente, o turismo do presente, a agricultura do presente, a economia do serviço do presente. Por que? Porque nós sabemos que quanto mais competitivo for o nosso país, maior é a probabilidade de nós, da nossa geração até porque a minha equipe isso que tive até uma medididade de 41 anos, portanto que é uma particularidade bastante diferenciadora no que diz respeito à banca, nós sabemos que nós e as gerações que nos sucederem são as gerações têm mais condições para viver e ficar em Portugal, porque aquilo que pode ser muito difícil de entender a qualquer português é como é que os nossos melhores vão para lá para fora e fazem carreiras brilhantes no exterior e depois com nunca mais que a volta, e é isso que nós temos que evitar. Se Portugal tem na sua formação, na sua capacitação, na sua universidade, na sua criação, do melhor talento do mundo porque temos que acelerar os três vezes só porque pagam melhores salários, não, nós temos que criar condições competitividade, seja para podermos ter os salários próximos ou iguais ou melhores, seja para criar condições de empreendedorismo, de capacitação, de criação dos próprios gêmpricos, que faça essas empresas e investirem em Portugal, o que não pode acontecer é continuarmos a ter sucessivamente as melhores gerações preparadas licenciadas, mistradas, doutoradas, formadas, para depois serem utilizadas por americanos, por almeios, por franceses, por italianos, só porque pagam melhores salários, não pode ser. Nós temos que dar aos nossos consideradãos as condições que lhes permitam e investirem em Portugal, viver em Portugal, criar em Portugal, enriquecer em Portugal, partilhar em Portugal, porque eu tenho a certeza que nenhum destes cidadãos que decidir bebê posto tranjeiro, quando chegar o momento de ter os seus filhos, ficará satisfeito de ver os seus filhos separados dos seus avós, e portanto isso é o nosso trabalho e nós temos uma particularidade, é que foi a nossa geração, essa geração dos quarenta que está hoje a liderar o banco português de ferimento, que teve que emigrar na crise de 2011, 2013, nós vivemos crises continuos, nós nascemos em crise e continuamos em crise, só que nós agora tivemos uma década de progresso, e como a década de progresso, sendo Portugal a economia do ano em 2025, nós já percebemos que somos tão bons aos melhores que os outros, se nos derrem as mesmas condições, que dão os óbems e a classe média e as gerações, que estão no meio da cadeia, dos panhões, dois franceses, dois italianos, dois almães nós somos tão bons aos melhores, porque nós chegamos lá a esses países e mostramos que são melhores. Mas há um problema de perceção, creio eu, até que foi um político que disse que as coisas podem estar melhor, mas as pessoas não optam, né? Mas foi o Lisbon tenegro que disse quando estava aí na nova oposição, minha pergunta é admitindo e lendo nos jornais e vendendo as notícias nós percebemos que, de facto, há mais investimentos na jédica e que temos, embora não tem a Europa, a Europa vai continuar e vai fazer um novo modelo elétrico da Volkswagen, etc., porque continua a ver tanta sensação de que Portugal é um país fintirista, perdido, não oportunidades, não ha futuro, não há aplicação, onde é que, novamente, está fora do âmbito do banco de fomento, mas onde é que o cidadão ou salve, de ver que tem que operar, o que é que tem que pôna a água para as pessoas? O meu bângulo é muito cina, nós tivermos os melhores portugueses em cada função, nós somos um país para ser um dos meus países, e para isso é preciso nós termos portugueses com muita qualidade no certo a privado, com muita qualidade na academia, com muita qualidade em toda a dimensão de tribunais, justiça e capacidade para decisão, e é preciso também ter portugueses com grande qualidade no Estado. O que nós estamos a fazer aqui no banco português de fomento, uma equipa com um mindset de 100% de privado, porque nós vimos ou de instituições privadas, ou de banques multinacionales, ou de instituições que toda a vida tiver uma mindset privada, é a gerida exatamente a máquina pública, como geríamos a máquina privada, e o que nós conseguimos fazer no ano 2005, foi multiplicado por 12 vezes o impacto que herdámos no ano 2024, porquanto nós temos com o teste de decisão ligadas, quando nós temos comissões directivas que reuni uma ou duas vezes por semana, quando nós trabalhamos de fio a pavio dezenas horas por semana, quando nós damos confiança aos nossos colaboradores, porque nós temos uma equipa no banco português de fomento em uma mediidade de 36 anos, em que mais de 80% as pessoas são licenciadas nas melhores colegas em Portugal, e nós não perdemos um único laborador, porque estamos proativamente numa capacidade de recrutamento da tração e capacitação talento, que permite aos nossos colaboradores ser infeliz com a ambição e com impacta da nossa economia, perguntam só os nossos colaboradores, e mais 70% são satisfeitos e muito motivados no nosso função, e hoje mais jovens até 80%, e veem como principal atributo de sentir em que estão a contribuir para o nosso país, e isso é uma coisa que não se encontra no banco comercial ou na minha empresa privada, portanto o que nós sentimos, e eu em quando cidadão portêm essa responsabilidade, o recinto é que temos que dar a nosso país o nosso melhor, e se cada português deram a nosso país o nosso melhor, Portugal vai ser um país muito melhor para nós, e pós outros, porque eu vejo setores obviamente que aquilo que eu estou a ver naturalmente é o país mais innovador, mais investidor, mais portador e mais atrativo, mas a forma de perceber o que é Portugal, é ouvir um estrangeiro a falar de Portugal, e quando eu assisto estrangeiros, a falar de Portugal, e a querer investir em Portugal, e é apaixonar esse Portugal eu tenho um orgulho enorme, porque normalmente somos nós os portugueses criticamos o nosso país, e o que eu sinto é, assim como temos que ser assertivos na crítica, temos que ser assertivos na solução, é bem importante fazer o diagnóstico, mas o diagnóstico está feito, nós temos que ser effortos a implementar, com a sentindo urgência, com a sentindo prohibida, com a sentindo impacto e com resultados, o que nós fizemos aqui no banco português de Fimento, não foi queixarmos do lugar que estábamos a receber de uma instituição bastante desafiante, foi dizer assim como é que vamos montar um plano estratégico permita entregar a Portugal um dos melhores bancos sobrenos da Europa, e aquilo que os nossos colegas hoje, europeus, nos dizem que têm bancos que são portavios comparado com o banco português de Fimento, é que nós vamos lançar a rápida da Europa, por que? Porque nós não pedimos licença e não esperamos, exemplos, os empresários estavam habituados, a pedir aos bancos comerciais, quererem-to, e a pedir uma garantia pública do banco português de Fimento, e nós mudámos esse processo como, dicemos aos empresários, estão aqui 150.000 garantias pré-approvadas, se têm aos nos pedir nada, candidatos, com a nossa garantia e desconta garantia num banco comercial, nós tínhamos um processo que demorava a 49 dias e quises de aos empresários de 27 documentos, e nós passamos para 5 dias e 5 documentos, e dicemos ao empresário, a garantia está pré-approvada, você tem 90 dias para descontar, mas se não descontar daqui não há três meses mandamos outra, e portanto ainda agora este mês de março, voltamos a mandar mais 150.000 garantias com mais 42.000 milhões de crédito pré-approvado a dizer ao empresário o que, invista, invista por si, pela sua região, por seus alcanistas, por seus socios, pela sua família, por seus colaboradores, por nosso país, invista? Porque o que nós precisamos é que os empresários também sejam um motor da economia, porque é isso que normalmente acontece para os países que são sempre os empresários que vão na lida e que dão o sinal daquilo que nós precisamos de fazer. Portugal se tiver mais investimento, mais portações, mais rendimento, mais competitividade e mais capacidade, tem melhor margem e melhor rendibilidade, Portugal vai ser um país melhor, porque o que custa? O custa a ver em Portugal é um país fantástico para multimilionários e milionários estrangeiros e um país desafiando para portugueses que querem fazer uma vida de classe média, média alta e alta, que tem que criar a sexta-scalão de sociedade. Nós temos que construir de capacidade em Portugal para termos um vador social em todos os tratos e é isso que nós aqui fazemos por que? Porque mais de 90% do crédito e das garantias e do capital que nós colocamos em nome dos portugueses nas empresas, é para micro-os pequenas e medias empresas, de todos os setores. O setor mais apoiado é a indústria. O segundo setor mais apoiado é o comercio, o retalho e o serviço. O terceiro setor mais apoiado é a dimensão da construção da habitação, o quarto setor autorismo, o quintagre e cultura e por aqui fora. Nenhum setor fica para trás. Isso nós colocarmos Portugal à frente e dermos prioridade àquilo que é a nossa ambição. Nós fazemos aquilo que o país precisa e o que o país precisa é menos de que nós tem que ir mais redorcer. O país precisa é mais trabalho e mais impacto. E muitas vezes os girmos daquilo que a nossa pequena divirigência e concentrarmos naquilo que nós queremos como sociedade. O que todos os portugueses querem é um país mais ligo, mais ligo, mais próximo. Que seja um país para si e poxa os fins, poxa os netos. E um país que nos deu orgulho e que nos deu uma hora. Vocês foram pro treino quando vovamos esta coisa terrivel com boi de tempestados Fala-vamos à boca e lá. mas foram como a piscina do astrobrássio. Foi muito simples. Como é que fizemos? O que fizemos foi criar a forma mais rápida de escarmos a mais gente. Nós que sabemos odiar dois mais de 8 mil candidaturas e mais de mil e seiscentes milhões de euros pedidos. Deu que financiamento. Dessa 8 mil aprovamos mais de sete mil candidaturas e estão mais de seis mil em contratação com mais de mil e trezentos milhões de euros. E como é que nós fizemos? O banco português defimente em todas as empresas do grupo tem setecentas pessoas. Mas os nossos parceiros colegas grandes aliados da banca comercial têm mais de cinco mil pessoas que serveem empresas. Então o que nós fizemos foi juntar os fortes. Juntar os fortes porque nós somos complementares. Então o que nós fizemos foi considerar uma garantia de carteira aos bancos comerciais e dizer-los avançem com as bolsas e equipas. Nós temos cá na reta guarda para me dar as garantias e para me defender. E portanto, demos as garantias em mercado e dissemos aos empresários. As bolsas garantias estão pré aprovadas. Estamos aos bancos comerciais avançem com crédito e desta forma, em nove dias, abrimos o portal banca, que é basicamente a plataforma, informática, digital, em que nós recebemos as candidaturas. E hoje, cinquenta dias depois da tempestade, recebemos oito mil candidaturas. Em que são os bancos comerciais a nossa pele, somos nós e a garantia mútua com equipas dedicadas, em que tivemos em vários locais, fizemos com os nossos parceiros do IAP, maigua e sépida, segurança social e outros organismos públicos. A visita e um conjunto de conferências é mais de 10 locais no território, nas zonas mais afetadas. Temos informação de destão a semana após bancos comerciais, para o governo e também para os empresários de pares das sessões em empresarias e comerciais. E está a sacar o dinheiro às empresas para que as empresas tenham de sureria, que é o primeiro grande apoio que é que não falta o oxigênio, para agora ter em após de financiamento ou investimento, que é aquilo que nós chamamos de um músculo e para vir a ter agora a seguir as sobensões que é aquilo que nós chamamos de um pulmão. Da vossa, da vossa daquilo que vão sabendo, como é que vai o anime dessas pessoas? Aquilo que nós vai chegando, nós estamos a recolher de estumunhos das empresas semanalmente, é que, em duas manhã recebido um hotel, é que aquilo, é que os empresários foram mais rápidos, mais ágeis e mais otimistas na recuperação, já estão a reconstruir os seus negócios, já estão a vender, já estão a abrir as suas atividades, já estão a fazer aquilo que foi a tempestade, estão a fazer força, para o ano de 2006 era um ano também de bonança. Depois temos um conjunto de empresários, que é sempre difícil, em que as perdas foram muito grandes e em que é preciso muito tempo a recuperação, em que nós fizemos, basicamente, com os instrumentos, que foram disponibilizados pelo Governo, fizemos o apoio necessário no financiamento, fizemos o apoio necessário nos leofos, fizemos o apoio necessário, em toda a dimensão social, que vai precisar naquelas, naqueles territórios e que estão a demorar um pouco mais, mas é assim, nós sabemos que a reconstrução tem um prazo, que a ativação tem outro e que a supração tem outro, sabemos que são fases, mas aquilo que nós sabemos é que aquelas indústrias, que são fortíssimas, toda aquela região estava a viver em plenemprego, são indústrias que se vão renovar, reforçar e como nós dizemos, vão aparecer mais fortes depois desta tempestade, e foi isso que nós sentimos, o que nós sentimos, nasções que fizemos, no terreno, com os empresários, na figura da foge, em leria, na certa, em oréi, o que nós sentimos foi um povo que disse, nós vamos rirguer, e a palavra rirguer correu aquela região toda, e o Estado também está a dar o exemplo e também se está a rirguer. Portanto, não nos falta nós a coragem que aquelas territórios, aquelas gentes e aquelas comunidades têm, nós vamos continuar a próximo, vamos continuar a acompanhar e vamos continuar a colocar mais verbas e mais neiros. Nós temos 2 mil milhões de euros, de linhas financemementes direitas, para as empresas, para desouraria e para investimento, levantámos no banque europeu de investimento mais mil milhões de euros, portanto, vamos colocar ali 3 mil milhões de euros, de linhas financemementes, é 1% do pio naquela região que nós perdemos ali em uma noite. E depois, em cima disso, temos 250 milhões de euros, 250 milhões de euros já, de sobensões. Portanto, o caminho faz de caminhando com oxigênio, que é desouraria, com o investimento, que é para nós fundamental, que é o músculo, e depois vamos acabar lá com a subvenção e com o pulmão para garantir que os emprensários tenham, um corpo que seja um corpo mais forte para a próxima, o próximo desafio. O que se dará um gostar do relato de financem de seus tempos livros vai passear com a família, e quando vê uma instalação industrial velha, assim, a poter ser, nós vemos bastante em Portugal, não é? Se que hámos outros países também, agora é em diferente tempo, Portugal não. Mas pegue a gente na telefone e lisa, o que é este quinto? O que no barreiro está aqui? Temos que saber o que é isto, como é. ou a vossa missão não é tão. não é tão como nos filmes, vá desculpa aqui, esta expressão. Mas fica se interpretado, quando vê-os qualquer coisa em Portugal, no nosso tritório, o que achas que merece ser reconstruído, ou seja, refeito, ou seja. Bem, eu não sei se eu poderia até fazer algo sem ter. Pouque visito muito, muitas empresas, mas o sentimento que tenha sempre o mesmo, quando chega a uma zona industrial, e veja uma zona industrial de gradada, ou quando chega a um parque abitacional, e veja um parque abitacional de gradado, como cidadão incomoda, como qualquer português, que era um país arregado, organizado, planeado, estruturado, e sei que a força de um país é feita pela sociedade civil. Não é o estado, o exemplo máximo daquilo que é o encodramento que temos que fazer em cada território. Portanto, o estado tem que ajudar, mas não pode ser só o promotor. Eu sou um defensor da iniciativa privada, e um defensor da grande parceria de o estado, enquanto o legislador, mas, sobretudo, promotor, com os emprasários, que são velos a força da economia portuguesa. Encomoda-me ver empresas menos cuidadas, encomoda-me ver empresas fechadas, encomoda-me ver empregos perdidos, encomoda-me ver pessoas. Podiam hídevil estar a trabalhar e contribuir para o nosso país, e aterem posições de desemprego, encomoda-me não ter um país com a ambição que eu considera que é nossa ambição, encomoda-me isso. Hoje, encomoda-me menos, porque tudo que vou vendo é um Portugal diferente, é um Portugal vibrante, é um Portugal que recebe investimento direto estrangeiro, é um Portugal que exporta, é um Portugal que amplia, é um Portugal que cresce de uma forma positiva. É só sentir desculpa de roupa, é só sentir nunca vaquismo, não sei se concordas, mas agora é a ideia que se tem, é que não, é que está mal, é estronto, é uma coisa, mas está mal. Interidentemente, é de ser verdade, não, a questão da processão é muito importante. As pessoas são muito importantes, porque nunca as processões nunca são exáters, mas também nós esconde uma realidade. Exatamente. E portanto, a nossa realidade é, claro, do galo está muito melhor, está longe, não tem que estar. Está muito melhor, mas muito longe, ainda não tem que estar. E portanto, para sermos um país ainda mais competitivo, temos que ter várias coisas que precisamos de fazer enquanto sociedade. Temos que investir mais, temos que ser mais inovadores, temos que exportar mais, temos que ter capacidade de ser melhores na atração de investimento ainda direto estrangeiro e melhor no financiamento. Temos que ser competitivos, né, aquilo que nos diz respeito em banca, porque eu acho que o Portugal é um país muito competitivo. Eu vejo comparado com as empresas francesas ou as empresas almas financiam satácias mais altas do Portugal. Temos que ser um país capaz de criar a habitação pública e privada para todos os cidadãos, o Banco Português de Fimente, como Banco Português de Ahabitação, vai ter um papel relevantíssimo nessa dimensão, porque nós vamos agora financiar com as câmeras municipais, estratégias locais da habitação, com as cooperativas da habitação privada e pública, com as dimensões das parcerias público-oprivadas toda esta dimensão, tanto Portugal tem necessidades. Ninguém pode estar numa função desta satisfaíta de dizer Portugal já fez o seu caminho, mas também não podemos que é ser o que é que foram os últimos seis anos Portugal. Portugal tem por durante seis anos consecutivos super hábita. Portugal tem hoje uma dívida pública, mais de 90%. Portugal é hoje um país com uma economia por jante e com uma economia cresça em cima da economia europeia. Portugal tem inflação controlada. Portugal tem níveis de emprego, praticamente emprego. Portugal tem um futuro para os seus cidadãos. E Portugal é hoje casa de novos portugueses. Nós sabemos mais de um milhão de novos portugueses que querem conosco aqui viver e evitar. E não só só portugueses novos de classe média baixa. Também há muitos portugueses novos que estão pessoas muito ricas em prendedores e milionários que querem aqui viver e querem aqui passar os seus cidadãos. Portanto Portugal hoje é um país que está no spot da Europa. Portugal hoje é um dos países mais sexes do mundo. Por que Portugal é um dos três países mais surs. Tem uma política, por exemplo, no turismo e na atração de investimento direto de estrangeiras em preças de dimensões que está no top 10 europeu. Portugal tem hoje muitas e fortes vantagens competitivas. E se não chega para dizermos que Portugal está bem recomendas. É que preciso continuar a olhar para um outro Portugal que também é preciso cuidar, que precisa de ser ajudado para poder ser mais competitivo e mais multiplicador. Nós, em todos os setores encontramos empresas ótimas. Mas em todos os setores também encontramos empresas precisam da ajuda. Qual é o nosso papel no banco português de fimendo? Muitas vezes é encontrar a solução de gestão para as empresas. Por que muitos dos desafios que estão aqui em Portugal hoje são desistão. Há empresas no mesmo setor em que nós temos campiões mundiais e empresas quase em bancarrota. Por tanto, muitas vezes o que precisamos já de eu juntar é dizer assim, não há uma solução. Esta empresa vai parecer um fundo de investimento, um fundo capital, um fundo pré-va-tech, o tio da vente de capital que vai colocar a chucação e que vai fundir duas ou três empresas. E setores como papel, como agricultura, e setores como motorismo, isto acontece com muita regularidade. Nós, quando olhamos para as nossas vantagens competitivas, percebemos que as vantagens competitivas Portugal são claras. É o talento e as pessoas, é capacidade de multiplicação e de sermos um, é colectiva muito forte e inovação e é capacidade de sermos um ótimo país para ser um país piloto para grandes grupos internacionais. Mas, pois, também sabemos as nossas limitações. mas nossas limitações são a escala, temos muitas micro e muitas pequenas empresas, faltam os grandes empresas e faltam-nos alguma capacidade de sermos mais integradores. É pouca confiança, todos português também, nas instituições parecem. Isso há sempre, nós português desconfiemos por regra. É isso. Eu costumo dizer que é confiar quem é a confiança e que sumo de confiar para ser de confiança. Portanto, é um princípio contênio da minha base familiar, eu nasci e vivi nas empresas. Os meus avôs não eram empresários, mas diz sou em empresários, meus pais são em empresários, os meus irmãos são em empresários, meus primos são em empresários. E eu aprendi que é de confiar, quem é de confiança, é de confiança, quem é de confiança. E portanto, eu acredito muito nas empresas, eu acredito muito nos empresários, eu acredito muito no nosso país. E quando nós acreditamos esta forma e não nos esquecemos, que somos um dos países mais ancestrais da Europa, que temos uma capacidade, uma responsabilidade e uma competência que está normalmente para parcos nossos competidores europeus, não temos são as mesmas condições de escala, de mercado e, sobretudo, cometividade, nós sabemos que é melhoros. O meu trabalho, o trabalho da minha equipe, o trabalho da nossa equipe no banco português de fimente é claro, criar condições para que as empresas portuguesas tenham as melhores instrumentos para investirem. Se as empresas investirem, ganharem dinheiro, pagarem impostos e multiplicarem o seu valor para nós, estamos a fazer o nosso papel, porque vamos releter os portugueses, vamos criar condições para aqueles que saíram em poder em volta e vamos criar condições, para aqueles que aqui hoje nascem, terem um futuro cá, conosco. E é isso que nós temos que fazer, é dar a Portugal a jazas e a ambição de um país que tem quase 900 anos de história com absoluta distinção, é isso que temos que fazer. É que, estamos já na reta final, quando alguma dessa energia das palavras vai passar para a perceção. Mas, ou sei, um ano, dois, três, quatro, todos esses projetos começaram a retirar um pouco tempo. Estou a geração. Estou a geração. Eu acho que há uma mudança geracional em Portugal, há três gerandas mudanças que são silenciosas e que vão rapidamente trazer na minha opinião até o final desta década, até 2030, o grande impacto. Eu acho que nós vamos viver a melhor década deste século. Este é 2030. Este é 2030. Por quê? Porque sofremos muito na década de 10 a 20, sofremos três crises e na 2030, depois do Covid, ganhamos uma capacidade fortíssima de crescimento, de exportações, de negócios e vínamos do momento com o finamento que nos deu uma força adicional. E não vejo, mesmo com todas as instabilidades internacionais que Portugal peça a se perca os seus mantagens competitivas, e estres grandes revoluções são claras. Primeira é uma revolução de geração. Esta geração dos 40 anos já está a liderar as empresas e é uma geração que nasceu em liberdade. Portanto, os nossos pais e os nossos avós construíram as empresas, e que agora estão na segunda e na terceira geração, foram, basicamente, os construtores, os edificadores do mercado económico da liberdade, mas nós já nascemos em liberdade, para nós a liberdade não foi uma conquista. Nós nascemos livros, e portanto é uma geração em que o global, o mundo, a liberdade, a autonomia fazem parte do nosso ADN, a segunda revolução é uma revolução de gênero, cada vez há mais e melhores mulheres a liderar as empresas, e, normalmente, essas lideranças no Feminçam organizadas, são planeadas, são estruturadas, e tem uma visão de planeamento rigor de risco muitoíssimo assertivo. E, portanto, há hoje uma nova, um conjunto novas lideranças no Feminino, que fazem muita diferença em muitas coisas que a gente precisa de hoje fazem, se hoje tem mulheres na metalômecânica, na metalúrgica, na agricultura, nos azeitos, nos vinhos, e nota-se bem. E nota-se bem essa dimensão, que há um enorme orgulho, perceber como é que elas transformam a nossa economia. E, terceira, há hoje uma dimensão e uma revolução naquilo que nós chamamos de uma revolução na internacionalização e na globalização, nós hoje já não temos e não vemos, empresas já nascerem em Portugal para cerem uma empresa do destritual, ou sei, sejam uma empresa que nascem, haveram uma empresa para ser global, uma empresa que nascem em Portugal, é uma empresa para ser global, uma empresa que nascem, castelam branco, uma empresa para ser global. E todos os empresários, quando nascem, querem que essas empresas vendam para o mercado global. Por que? Porque, normalmente, o mercado global paga mais, dá melhor margem e é muito mais exigente. E com essa exigência, fazem as campiões nacionais no mercado local, e, portanto, esse trabalho de uma revolução de geração, com uma revolução de gênero, com uma revolução de internacional e dimensão, vai levar a que as empresas portuguesam a sejam maiores e sejam melhores. E, se conseguirmos fazer aquilo que é um grande designo do país e, da vez, nascerão no tempo, por exemplo, que as micro-empresas têm que ser pequenas, as pequenas têm que ser medias, as medias têm que ser grandes, as grandes têm que ser globales. Se eu conseguirmos fazer, nós vamos começar a criar, no nosso país, campiões de cada uma das áreas. E esses campiões postrasem em ecossos temem, traz em cinergias, e, portanto, se Portugal tiver, nas suas vantagens competitivas, orça, e Portugal tem vantagens competitivas inórumes. E, sempre, nós, na língua portuguesa, temos 300 milhões de utilizadores de consumidores e de clientes. Pá, o nosso língua nem precisam de traduzir. Nós, no espaço, no mercado único europeu, temos 450 milhões de clientes, onde não há certo tempo de outro tarifário. Nós hoje abrimos portas para o mercado sul com aquilo que é o novo acordo no mercado sul e para a Índia, com aquilo que é o novo acordo, que foi feito na Índia, que foram treritórias dos coertos por nós. Portanto, nós temos história, dimensão, densidade, para chegar a qualquer ponto, o mundo e dizer, estamos presentes, para honrar as nossas gerações anteriores, honrar a nossa história e fazer mais melhores negócios. Portanto, nós temos as vantagens competitivas podem fazer um Portugal maior, um Portugal melhor, e um Portugal muito mais global. Vamos ter um Portugal para muito mais portugueses e continuar a ter as novas gerações dos indentes em Portugal e com a expectativa do que o futuro, o seu e o seu esfinho, já feita cá. O último pergunta que é um conselho para quem está ouvido ou quem não se for ouvido, se a gente está ouvido isso no carro, imagina, vai de viagem e sempre teve uma ideia de fazer qualquer coisa. Qual é que seria o primeiro passo, o primeiro é coisa a fazer? O primeiro é coisa a fazer é simples. Eu sou sempre este exemplo, porque é o meu sonho, que é apesar de uma rede de ginásios, de reales, clubes, especiais. É apesar de não processar nada ou assim, mas é o primeiro é fazer sempre a mesma. É, desenhar um projeto, encontrar um plano de negócios que o viável e que seja um plano de negócios financeável, bancável e crivalor, vendibilidade e escala. Depois disso. Ou seja, não basta a ideia. Não nunca basta a sua ideia, mas é sempre bom ter uma boa ideia, as ideias que são vencedoras por si, tantas que conhecemos, e que são globales. Mas normalmente, boas ideias têm bons promotores, têm bons projetos e têm um bom modelo de financiamento. Temos que saber que é preciso correr algum risco e o risco começa por promotores, portanto desenhar uma startup, desenhar um primeiro projeto, desenhar um segundo projeto, desenhar um de sempre projeto é uma economia de experiência. É sempre mais fácil fazer a segunda, a terceira, a quarta e a quinta empresa, do que fazer a primeira é sempre o maior desafio, mas as boas ideias não têm nacionalidade, não têm dimensão nem têm origem, têm que ser boas ideias. Depois uma boa ideia, com um bom plano de negócios, com uma boa equipa, um projeto, com um bom solução financeira, que tem que passar por se tempero, uma boa dose, capitar os próprios. Mas também há uma dose de vida, cria um bom projeto. Os bancos têm que ter sempre o mesmo encodramento, têm que financiar bons promotores, financiar bons projetos, tem que financiar boas ideias e tem que ser reambossados. Ou seja, não há aqui uma dadaiva, há uma concessão, seja há um crédito que é considerado para que, na verdade, essa concessão possa ser reambossada com os dos. Quando nós aqui estamos a tratar, daquilo que é o dinheiro público, nós somos o Banco Sobrando Portugal e tem o dinheiro público de suporte, nós ainda temos que ser mais rigurosos. O nosso trabalho é utilizar os braços que temos em capital, por exemplo, na Portugal da Avenida, resolve aqui diretamente para o Banco Português de Fimento, ou em garantias com o Banco Mercial e juntar as forças. Ninguém sabe tudo de negócio nenhum, e é com esta parceria que nós estamos habituados a fazer com o Banco Commercial, com o Banco Europeu de Investimento, com os nossos parceiros globais que nós conseguimos financiar os projetos, quais todos. Por que? Por que os projetos todos devem ter o seu plano para ser financiado? Se é assim fora, devem ser e mesmo para acabar, devem ser profissionais. Sempre, porque não refina minhas gerações pelo menos, e eu sou mais velho, achava-se que às vezes vai estar uma boa ideia, né? E depois, as outras pessoas tinham que acreditar, mas agora tem que se fazer. É que sempre tem mais uma boa ideia, tem que ser uma boa ideia, é um bom projeto, uma boa equipe, uma boa solução financeira, e sobretudo, um bom mercado. Por que os projetos precisam sempre de clientes? Quanto mais próximo tiverem os seus clientes, mais financiar para o projeto? Se já tiver alguma vendas, ou para vendas melhor? Porque é mais fácil adiantar o financiamento sobre vendas futuras, de curto prazo, do que sobre o projeto por si. Nós temos em banca, normalmente, um princípio, que os projetos devem começar com uma boa dose. Capitais próprios, e só depois já que vai passar com uma boa dose dívida. Mas a gente tem que se atravessar, obviamente. Por é? Quando os prometeros não acreditam no projeto, difícil é que sejam os bancos, ou o banco sobre a Portugal, acreditaram esses projetos. Nós queremos projetos, que se tenham bons prometeros, boas ideias e, sobretudo, uma solução sustentável e resiliante para pequenas crises. Eu que sou me dizer que não é que celos projetos todos dão valor positivo, NPV positivo, positivo, positivo e resultados fantásticos, porquê que celos aceita tudo. Nós temos que fazer o teste ou excel contra o mercado, que é ver o que é com mercado compra. E os clientes é quando metem dinheiro nos projetos, metem dinheiro nas ideias, metem dinheiro nos investimentos, é que nós percebemos que o mercado vale que a proposta é boa. E é mais fácil financiar o segundo, terceiro, o quarto ou quinto, o primeiro. [MÚSICA DE FUNDO] Escremos um país empreendedor, um país prometer, um país de criadores e nós precisamos dessa academia que ensina fazer empresários, porque não é fácil, nós temos uma academia que ensina a fazer profissionais, normalmente opostado ou pás empresas, mas por conta do trem, é muito difícil autonomia de uma escola de empresários e é preciso as colas de empresários, que muitas vezes fazem na vida, que é provisional com 5, 10, 15, 20 anos de experiência que dizem hoje vou fazer o meu projeto, vou fazer a minha reedigenagem, eles como diziam, vou fazer o meu projeto de turismo, vou fazer o meu projeto de grico, vou fazer o meu projeto industrial, vou fazer o meu projeto de vida empresarial, é mais fácil fazer isto quando nós vemos uma pessoa que já tem muita experiência naquele setor e que conhece e que sabe daquela dimensão, porque o nosso trabalho é financiar primeir projeto segundo pessoas de sério ideias e por fim financiaram de uma forma resiliante a economia, esperemos que sim, vou sala obrigado, tenho a certeza que sim, nós queremos financiar já este ano, 20 mil empresas e soprar os 8 mil milhões de euros, portanto se fizermos todos o nosso papel, o Banco português de Fimente este ano já chegará perto de 3% do PIB, a financiar a economia português, e às vezes não lhe falta assim, se ponhe que há sua equipa, é isso não falta, obrigada, obrigado, obrigado, obrigado. Este episódio tem a versão aplastia de João Eisamorei em coordenação de João Fliplops, fotografia de Matilda Fiesca e Num Fox, capa de Tiaq Praera Santos e Dressão de João Viera Pereira. Eu sou o Pedro Buschimento, volta na próxima semana com mais ambição para Portugal. Vivemos num país cheio de talento e oportunidades, vi ideias que nascem todos os dias, de um potencial que não parte crescer, mas isso pode assumir ainda mais longe, fazer a diferença, na KPMG, acreditamos que a ambição é um motor do futuro do nosso país, por isso criamos o projeto de ambição para Portugal, um movimento que junta de vozes, desafio presente e constrói caminhos para um país mais competitivo, mais preparado e orientado para o crescimento, porque a ambição não é só querer mais, é ajudar a fazer acontecer, KPMG, fazer diferente, fase a diferença.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O Banco Português de Fomento é uma instituição soberana que apoia a economia portuguesa com funções de garantia, capital, investimento e financiamento de empresas, especialmente micro, pequenas e médias.
  2. O banco unifica forças entre instituições públicas e privadas, criando eficiência e reduzindo tempos de aprovação de garantias, passando de 49 dias para 5 dias com apenas 5 documentos.
  3. O Banco de Fomento tem como missão garantir que o país se torne mais competitivo, inovador e atrativo para investimentos, promovendo a volta dos talentos portugueses e o crescimento sustentável de setores industriais, turismo e agricultura.

Summary:

O Banco Português de Fomento é apresentado como um órgão soberano e estratégico da economia portuguesa, com papel fundamental em apoiar empresas, especialmente micro e médias, por meio de garantias, capital e financiamento. A instituição combina funções de banco de investimento, banco de garantia e instituição de desenvolvimento, unificando forças públicas e privadas para acelerar processos, como reduzir drasticamente o tempo de aprovação de garantias de 49 dias para apenas 5. O Banco tem como objetivo principal fortalecer a competitividade nacional, atrair investimentos, retomar talentos portugueses e promover a inovação em setores como indústria, turismo e agricultura.

Com apoio de instituições como o IAPMAI, o turismo e o Tesouro, o banco opera com autonomia, com uma equipe altamente qualificada e motivada, onde mais de 80% dos colaboradores são licenciados. A trajetória do Banco, desde 2020, é marcada por resultantes concretos, como o financiamento de mais de 7 mil empresas com mais de 1 mil milhões de euros em 2026, após a tempestade. O modelo é visto como uma resposta ágil e resiliente à crise, com estratégias que incluem financiamento imediato, apoio social e reconstrução de negócios.

Além disso, o Banco promove a internacionalização portuguesa, com projetos como a candidatura à gigafábrica europeia, e defende a importância de gerar um ambiente de confiança, inovação e empreendedorismo, onde as gerações jovens e mulheres lideram com autonomia. O sucesso do Banco é medido não apenas pelo crescimento econômico — que atingiu 6,5 mil milhões de euros em 2025, representando 2,2% do PIB — mas pela transformação cultural do país, onde os portugueses sentem-se motivados, orgulhosos e capazes de construir um futuro mais competitivo, sustentável e equilibrado. A ambição portuguesa, segundo o projeto, não é apenas querer mais, mas garantir que ideias se tornem realidade, com o apoio de um sistema financeiro forte e transparente.

FAQs

O Banco de Fomento é o banco sobrano de Portugal, que apoia a economia nacional através de garantias, capital e financiamento para empresas, especialmente micro, pequenas e médias empresas.

A missão é fortalecer o crescimento econômico português, promover a inovação, atrair investimentos e garantir que os portugueses tenham condições de investirem e criarem em Portugal.

O Banco oferece garantias pré-approvadas, financiamento rápido e apoio em diferentes fases da recuperação, como após tempestades ou crises econômicas.

Os setores mais apoiados são a indústria, comércio e retalho, serviço, construção e habitação, com foco em empresas de todas as dimensões.

O Banco traz instituições nacionais como a Agência de Crédito à Exportação e a DFI para apoiar empresas portuguesas no exterior e no desenvolvimento nacional.

Porque atua como um agente de crescimento, com papel central na estruturação de projetos, apoio a investimentos e definição de políticas de desenvolvimento econômico.

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