GlobawCast • Sales Account Executive aprovado em Portugal
67m 51s
Nesta conversa, Luís, orientado por Bianca, especialista em internacionalização de carreiras, celebra sua aprovação para trabalhar em Portugal. Ele detalha sua trajetória, desde sua criação na Bahia, onde valorizou a educação e se tornou faixa preta em taekwondo – experiência que cultivou disciplina e uma visão global através de competições. Seu desejo por uma carreira internacional foi moldado pelo esporte e por um intercâmbio universitário em Portugal. Após retornar ao Brasil e consolidar sua carreira em vendas, uma viagem pela Europa com sua parceira reacendeu o objetivo de morar no exterior. Luís destaca a importância da mentoria de Bianca para ganhar clareza e foco, rejeitando a ideia de buscar "qualquer oportunidade" e, em vez disso, definindo metas alinhadas com seu projeto de vida. A mudança para Portugal representa uma conquista consciente, fruto de resiliência e planejamento, e não uma fuga. Ele enfatiza que a combinação de autoconhecimento, disciplina e orientação especializada foi fundamental para transformar seu sonho em realidade.
Eu tô muito feliz por estar aqui gravando esse podcast. Esse é um episódio extremamente especial e um episódio de muita comemoração. Luís, quero te dar as boas vindas para a gravação desse podcast de aprovação. Vou dar um espaço pra você se apresentar. Já já. Luís, ele tá no processo de moutoria. A gente faria um ano nesse mês. Desde quando ele iniciou o processo dele, foi um processo. Quantos e bates, muito bom que estão, muita resiliência. Então, acho que isso traz um gostinho de vitória ainda maior quando a gente chega nesse momento que você tá prestes aí em barcar também. Eu, antes de tudo, quero te agradecer. Antes de começar aqui o nosso episódio, eu estava até falando com o tigo que eu refleti se era um bom momento pra gente gravar o forte tempo. Eu ia te apresentar um pouquinho caótico do lado daí. A gente você tá mudando totalmente a tua vida. Mas obrigado por ter topado, obrigado pelo teu tempo. E pra quem tá chegando aqui agora, meu nome é Bianca. Eu sou especialista em internacionalização de carreiras. Até hoje já apoiam profissionais a conquistarem aprovações em 23 países. E hoje eu tô aqui com Luís. Luís, a palavra é tu. Fica super vontade pra você apresentar. Maradilha Bianca. Fica sofre tranquila. Sempre vão falar desse assunto. Então eu não tenho momento errado mesmo, certo? Sempre é hora. Então, bom, chamo Luís. Tenho 28 anos. Fiz a meteria com a Bianca, né? A gente tá quase completando o ano ali de trabalho. E acho que de uma maneira geral, as formadas de estambiental pelo NB, embora eu trabalhei com vendas. Então é o que eu gosto. É a situação de descobrir meu estado de flow e, bom, estão embarcando pra Portugal esta semana pra trabalhar com uma função em vendas também, no empresa super bacana. E, bom, tem muita ver com a mentoria com a Bianca. Muito bom. Bom, Luís, eu queria muito que as pessoas, elas tivessem a um reddit conhecer, da mesma forma, que quando eu ouvi a tua história, eu fiquei absolutamente impressionada pela tua vida, nada. Então, você poderia contar um pouquinho da tua trajetória pessoal e profissional pra as pessoas, saber em mais sobre quem você é? Com certeza. Bom, eu acho que sou do Nordeste, sou original aqui do estado da Bahia, dooro amistado, dooro amicidade, inclusive, daqui hoje em Porto Segura. Curtindo alguns dias com a minha mãe. Eu tenho alguns pontos da minha trajetória assim que eu gosto de estar cá, porque são muito, são pontos super importantes na formação da minha personalidade, tem muita ver com quem eu sou, não só dentro do trabalho, como também, com as pessoas no dia a dia. Não tem muita separação de tjpeque. Bom, acho que primeiro eu gosto de estar cá aqui, vindo a família em que sempre tive tudo que eu precisei, mas eu sempre sobre o valor de cada coisa. Então, a doce anotava ali que a minha mãe investiu na minha educação, investiu na minha jornada, sem o valor disso, sem o quanto foi suado, e acho que isso faz, e fom dos pontos que fez muita diferença, faz muita diferença na minha trajetória no meu dia a dia, pois eu sei o quanto que as coisas valem, eu sei o quanto que eu tenho que batalhar e comemorar a cada conquista ali. De que um outro ponto que eu gosto de trazer esse, que eu sou faixa preta, chefei quando eu practiquei, quando ali na minha juventude é mais ou menos uns seis anos e practiquei de certa forma ali, quase em um ceme profissional, inclusive com a integrante da sua ex-hombras lera de unha, e por que eu tenho quando é importante na minha jornada, porque de carte amacial quando você vive ela, vive o princípio, a rotina da arte, isso tem um papel muito importante na formação de caráter, no dia a dia, acho que uma coisa que eu tenho muito forte no meu profissional, inclusive, da minha disciplina, é algo que diz, esse fissio não fica bem que a gente seja muito disciplinado, você é muito organizado, e eu fico gente, mas como assim, é tão básico pra mim, mas acho que talvez não seja tão básico pra todas as pessoas, mas isso eu acho que o esporte teve um papel muito importante, tinham épocas da minha vida que eu treinava 6 dias na semana, duas, três horas, então é uma rotina que, sem dúvidas, molda muita coisa da nossa personalidade, ainda mais numa fase da vida em que eu ainda estava descobrindo muitas coisas, e foi o esporte que me apresentou o mundo, então, se hoje eu me considero o cidadão global, e isso tem muita ver com esporte, é cada cidade que eu visitei, cada competição, foi me mostrando que era tudo muito maior do que eu imaginava que era, acho que um segundo ponto, é a fissifaculdade fora daqui do estado, então eu me formei na universidade no DF, então, eu tive opção de escolher algumas cidades no país, eu escolhi o DF justamente por uma questão de já ter visitado, já ter conhecido, e a universidade foi importante, porque eu não vivia a universidade igual à média das pessoas vivem, que é ir pra sala de aula, tenho que passar, aí é isso, eu vivia a universidade muito mais fora da sala de aula no sentido do que ela pode proporcionar de atividade, de ser classe, de esquisa, intercâmbio, esporte, isso foi fundamental, entrezo junho, eu ainda inclusive, fez muita diferença, e um outro ponto importante é que eu tinha um sonho muito grande morar fora e estudar, e eu falei em eu preciso com a realizar isso, e foi o dentro da universidade que eu morei o período de 2019, 2019, de 2020, morei em Portugal, e meu primeiro desafio para o Sionário Internacional foi não crédia, eu passei em dois meses de laida, depois eu fiquei um tempo remoto, e aí foi quando esse outro pilarço é muito importante na minha trajetória, e enfim, abriram muitas fortes assim na minha jornada, então eu diria que é isso, sobreluís, a grande estrutura, são muito amigável, muito fácil de me relacionar com pessoas, acho que isso é um ponto que, onde eu chego, eu não tenho problema nenhum com relacionamentos de fazer amizades, e isso é um factor que até hoje tem me ajudado bastante, eu acho que dá minha trajetória no geral, e isso é um ponto que eu vou assistir a fazer. Muito, eu derei a apresentação, quando é que começou a ter uma vontade de internacionalizar a tua carreira hoje? Legal, essa é uma pergunta que eu me fiz a um tempo, eu falei de um tixu de missa, eu acho que o esporte teve um factor muito relevante ali, porque chegou um momento dentro do esporte, porque eu comecei a leitear vagas em seleção nacional, tudo mais, e todo mundo na base tinha vontade de disputar um dos dois principais campeonatos internacionais, que era roupa americano ou mundial, então era engraçado, no uniforme que nós usamos, no "Tekwondo" a gente chama de "Do Book", a gente tampa o "Petezinho da Bandeira do Brasil" e o "Bériá Tras", e aí, isso era um sonho que eu tinha, estava caramba imagina, eu sei lá, em qualquer lugar do mundo representar meu país, eu acho que daí foi surgindo essa vontade, e eu fui levando isso para o Universidade, porque o esporte querendo não, como escolha a minha, de seguir o caminho dos estudos depois, porque, naturalmente, algumas frustrações, mas também um pouco de escolha, eu poderia até seguir, eu escolhi seguir o caminho dos estudos, mas no esporte eu falei, não, acho que agora é a hora de dar uma pausa aqui, e quando chegou esse momento não tem como, acho que uma vez que você vive aquilo todos os dias, vir um hábito, né, então, eu leve muito disso pro meu dia a dia, porque querendo não, não tem como você romper um hábito, essa treinava, a visiva esporte era uma competição na cada 2 meses e daqui a pouco, não, não tem mais assim, então, meu meu organismo, meu encherinho, leve um tempo para, leve um tempo para o que se tomar, então, acho que eu fiquei com essa vontade, eu falei onde eu posso materializar isso, e eu vi nos estudos essa possibilidade, foi então, que lá em 2019 eu tive esse primeiro, essa primeira oportunidade por meio da Universidade. Entendi, e quando você voltou para o Brasil, você já tinha essa ideia imediata de "quero voltar para lá" ou essa ideia de ter uma carreira internacional, foi algo que foi sendo construído, enti, porque eu lembro também que quando a gente iniciou o nosso trabalho, o remoto era uma possibilidade, presencial à uma possibilidade, as vezes diferentes caminhos que fariam sentido para a gente também, né? Exato, logo que eu voltei, eu voltei no Apple, porque eu fui quase forçado a voltar, porque eu fui quando lá pandemia, então, quando eu fui fazer um, eu falei, deixa eu racionalizar um pouco aqui, eu peguei um pedaço de papel que tinha no quarto, se eu lembro lá, pros e contras, ficar estudando dentro de um quarto, será que eu aponderia em duas, três semanas acaba? E aí, falei, não sei, vamos ver a outra opção, talvez a pandemia não vai acabar em três semanas, eu vou ficar vivendo num quarto universitario, gastando dinheiro, eu falei, não, acho que o mais razoável nesse momento, acho que já vivi bastante coisa, é voltar, ficar em casa, acho que vai ser melhor, e aí, então, que eu retornei, mas para aquela vontade óbvio de voltar para cá, só que a internacionalização dos estudos ali, principalmente, esse primeiro momento, né? Ela. a trouxe várias oportunidades para mim, que é traz um pouco da confiança, mas também um aspecto de as pessoas de alguma maneira, olharam de forma diferente e aí eu consegui uma primeira oportunidade de emprego, uma empresa que fazia muito sentido para mim e eu falei caramba, as coisas aconteceram. E aí o fato de eu estar crescendo, vivendo isso, deixou esse sonho um pouco como eu posso explicar ali, ele foi distante de bairro, sabe? Eu sempre pensava naquilo, mas eu estava na outra bem equipe, eu crescendo e depois que vou paporar. E aí foi quando eu fiz uma viagem, né, comi a passeira e aí a gente foda, será que é para a gente voltar? Será que a gente quer viver a vida de ir visitar todos os anos? Vamos trabalhar para isso? Ou a gente quer morar lá e visitar o Brasil? E depois que a gente voltou dessa viagem, parece que aquela chama que estava ali guardada, ela reacendeu. E a gente falou é, agora é a hora da gente formejar, colocar em prática esse sonho, isso foi quando eu comecei a focar de fato, né, juntamente com ela nesse processo. Você tinha ido para onde? A gente fez um aerotripe, a gente fez, né? A gente passou ali, a gente montou assim, vamos ó, o que é importante para você, o que é importante para mim? Eu amo futebol, então no Youtube tinha que ter uma parada em Londres para assistir a Premier League, eu adoro muito, então era obrigatória para ela, foi na Ártica, a Holanda é uma parada obrigatória. E nesse momento, a gente foi do dois lugares que nós fomos, a França, eu acho que é meio que que achei, é, como também, e a um foi um queridinho, é suíça, a gente encontrou um voo barato pra Zuri, então vamos começar por lá, né? E aí acabou sendo deixando mais o especial, porque é um paraíso, e aí nessa viagem foram esses quatro pontos que nós passamos, e mas assim ela também não visitou em Portugal, né? É porque eu estava estudando, então ela também tem um espaço ali guardada na superação. Ela chegou a fazer em Tengham e o também? Não, ela foi só passear mesmo. Entendi, e ali foi o primeiro contato de você, junto fora, que começou a adidobrar todo o plano, né? Exato, ela ficou com, de alguma maneira, eu vivi um pouco mais, ela ficou com aquele gostinho, porque ela meio que passou uma duas semanas e falou caramba, eu quero viver mais, inclusive até legal de trazer algum momento da jornada em que ela queria muito, e eu falei, não sei se é a hora, não sei se eu quero. E aí acho que um pouco, acho que de tanto ela também falando, que queria, eu já queria lá atrás, acho que, a gente fala, vamos fazer um viagem, então, a gente falou, "Vamos, vamos", aquela viagem que a gente planeja e planeja e nunca é hora, né? Só que a gente falou, "que essa débora?" Assim, "que que pode dar errado?" "que que que vou embora?" "Ei, foi que ter feito, sei, foi ter feito, seria de novo sem númeras vezes, porque foi, sabe aquela coisa que a experiência, que a memória que gera não dá pra ser insurada monetariamente, entende? Então foi muito assim, como é que os desejos dos dois, esse valor aí, a gente falou, "não, olha lá, olha lá." E em coisas, acho que são coisas que você precisa ir e conhecer, experimentar, e ver aquilo faz sentido pra você ou não. Eu acho, e nem sei se eu deveria poder virar fã, isso, mas eu acho, cara, uma osa de absurda, uma pessoa nunca ter ido pra fora, querer de cara mora fora, porque você precisa viver isso, você precisa sentir, pra ver se aquela realidade é uma realidade que faz sentido passar por todo esse processo pra você chegar lá. E é uma desse plano de vida. Sem dúvida, assim, acho que a primeira vez que eu fui, eu acho que foi muito, assim, o estudo foi importante, assim, eu tinha uma, sempre quis ter uma experiência no Universidade Internacional, e assim acaba que muitas vezes, quando você chega lá, você vê que tem coisas que a gente falou de universidade, a gente como a tisa, e beleza pra tudo bem por isso, mas tem coisas que realmente são diferentes e são, e aí é o momento que, claro, tem pessoas que elas não abrem mão do que elas têm aqui, é uma questão de escolha, só que quando eu vi algumas coisas, "Você, cara, é isso porque. " Eu te dava um exemplo, "bobobo", assim, eu andava nas luz, quando, por exemplo, eu comia bem, então as vezes eu estava andando por algum motivo e eu passava em frente escritórios. E na minha cabeça ficou aquele livro, a logo de uma determinada empresa, assim, às vezes as luzes de escritórios, assim, algumas salas, as sezas, as outras não estavam nossa, eu quero tanto viver isso aqui, e naquela época eu não conseguia traduzir isso em algo concreto, mas eu tinha esse, era algo intangível, assim, que eu tinha, eu quero viver isso, eu quero trabalhar no espetório com isso, quando a gente foi pra Londres, a gente ficou esperado em frente no espetório, e aí as vezes a abria janela do quarto, e ficar volhando, bom, "bobo", no espetório, fala que é legal, né? Assim, e na minha cabeça, essa forma sendo que ficou do, eu quero trabalhar no espetório assim, assado, e alguma maneira hoje, quando eu vejo que eu vou realizar isso, falo caramba, lá atrás eu já estava trabalhando esse desenho, e agora eu me estava, né? Se torna do naelidade, desalo. Isso é muito, muito, muito, muito louco, e eu acho que é uma coisa que as pessoas, as vezes não dão a devida importância, ou elas substitiam o que é você realmente idealizar aquele teu objetivo, e você determinar que aquilo que você quer, você começar a vibrar dentro do processo, o que vai te levar para o teu objetivo, porque é aquilo que você torna algo inevitável. Tem um ponto do início de toda a mentoria, e de tempo, exentemos, a contexto de alguém começar o processo e falar assim, "Bi eu quero qualquer coisa, não existe qualquer coisa". - Exatamente. - Essa é uma grande usão de achar que qualquer coisa vai servir para você, não existe qualquer coisa servir, você tem que ter clareza sobre o que você quer, qual é o teu objetivo, qual é o seu destino, qual é a vida que você quer, qual é o emprego que faz sentido, qual é o cargo que está alinhado, outros objetivos, qual é o estilo de vida que você quer viver, porque no momento que você tem todas essas reflexões, você começa a ter definições, e você vai entendendo o que é um sim, o que é o não, o que você vai memorizar, o que você vai deixar de lado. E você me contando essa história, é tipo uma história que ela é muito atua cara, porque você é uma pessoa muito determinada e eu vi isso desde o início do teu processo, né. Quando você começou comigo, você falou assim "Bi eu não sei se a gente vai falar assim, é um momento, mas você vinha de uma outra mentoria e você falou assim "Bi eu tô com toda energia pra fazer acontecer, mas eu preciso de alguém me orientando, preciso de alguém, tipo olhando pra mim, olhando pro meu caso, porque o que você vai falar pra eu fazer eu vou fazer pra gente chegar nesse objetivo, então você me trazer essa história, tipo, a cara do. Exato assim, acho que dois pontos do que você trouxe assim, acho que é legal de trazer, tipo primeiro eu e a minha parceira a gente tem, acho que é uma vida muito boa aqui e nenhum momento pra mim foi uma opção, é baixar ou diminuir assim tudo que a gente contou, porque simplesmente eu não quero pra fora do país, por um status ou por uma questão de "tofugindo" daqui, não, para que sabe inclusive eu repusei algumas possibilidades de crescimento de "o" até outras empresas assim, que eu falei "vou cara, não é por isso, é porque realmente eu tenho muita clareza" e aí o segundo ponto que eu queria compartilhar é que eu acho que às vezes as pessoas depositam seja um nome entorí, ou seja em qualquer outra expecta, assim até falando é por. é o ultima função que você se dou com o seu utilidranço, às vezes as pessoas chegam e pedem que você faça uma mágica assim e resolve todos os que não é assim que funciona, eu acho que primeiro eu acho que quando eu te procurei eu tinha muita clareza do que eu queria, eu já tinha um plano no meu ponto de vista, falei "cara, minha ajuda, a. esse foi o caminho certo, eu acho que está faz sentido não faz e aí que entra o aspecto da profissional viajando ali, né, então eu acho que isso é muito importante, se não adianta não vai aí, não é mágica, não vai cair de céu e considerando os objetivos e a barra que coloquei o que eu queria, eu sabia que eu precisava trabalhar muito, mas tinha que partir de mim não dá para até que eu sou em teoria, né, o objetivo é meu, isso não é isso. Sim, eu acredito que existe um monia onde de fatoris que impactam isso, né, existem casos onde o objetivo da pessoa fora da realidade, por exemplo aqui, de um caso de mentoria que eu tive que falar para a pessoa, então isso aí não vai acontecer, ela estava pensando em fazer uma transição de carreira, onde ela ocuparia um cargo de liderança e ela gostaria que fosse um emprego remoto e que fosse um remoto que ela pudesse estar a gente qualquer lugar do mundo. Dentro da combinação da carreira que ela tinha, fazer uma transição não é simples, fazer uma transição internacional.
e se você está analisando, é menos provável ainda, o cargo de liderança com emprego, remoto de qualquer lugar do mundo, que venha com esses fatores e assim não juntava, sabe? As pontos dessa história eram quebra a cabeça com peças de. quebra a cabeça de conhece, não ia nunca com mal que ela queria. E aí existe uma parte desse processo que é falo para a pessoa, isso daí que você está querendo não faz sentido, não existem muitos possibilidades ou não existem possibilidades tipo, era ou que vão fazer sentido com o teu objetivo. Então bora para fazer isso para outro caminho. E esse tempo de acompanhar isso acho que teve um momento da minha projetória em que eu me vi assim, eu tinha beleza, tinha conteúdo e tudo mais, inclusive isso é legal de trazer um de uma outra solução, faltada para a internacionalização. E chegou um momento em que eu precisava ter esse contato com uma pessoa que se fala assim, "olha, vamos olhar para o seu caso". E aí eu falei "cara, não está indo mais". E aí acho que o momento que entra com filhança é claro em quem a gente tem na jornada, em quem está ali para quem é profissional ali naquele assunto. Então acho que nesse momento ali fez muita diferença, foi quando eu falei não, acho que a Bianca vai me ajudar com isso, porque eu travei. Esse não é. mas que você tem, acho que é ter interessante isso, acho que informação, você encontra às vezes em muitos lugares, se você encontrar a visão, não, é a outra história. Mas eu sei que encontra, acho que tem coisas que a gente precisa de algumas pessoas jogando junto ali, acho que apontando o caminho, eu acho que isso acelera muito mais o processo, e não quer dizer que você não possa chegar, só que às vezes, pô, talvez eu eu varia muito mais tempo para chegar, a pô, em área muito mais para perceber algumas coisas que a gente em algumas conversas ali pontuais, você tem uma monstrosa, acho que é cura que vai resolver. E quando eu falava realmente, o teu certo, aí entra um pouco do confiar no processo, do executar, que é, acho que é importante, mas você pode economizar horas e frustração aí, em superhímpica. Sim, perfeito, e isso é um ponto assim que com qualquer carreira da vida vai ser assim. Então eu posso me tornar uma pessoa muito boa, aí eu vou pegar até mais da vida. Pode tornar uma pessoa excelente em planejamento de obras, posso. Só que para que eu me torne excelente naquilo, eu vou precisar de tempo. E o tempo que você leva para você ficar excelente em algo, às vezes é mais barato, você pagar alguém que já percorreu aquele tempo. Por que essa forma está comprando experiência e você está otimizando o teu tempo, a tua energia e chegando ao seu resultado mais rápido. E entra nesse processo, o ponto que eu estava falando, de entender quando um, o objetivo iria fora da realidade. E isso é uma coisa que só alguém com experiência consegue te trazer isso. E falar, não vai dar certo, não funciona assim. Outro ponto é você entender, quando o teu objetivo iria dentro da realidade, o que precisa ser feito para o teu caso para a tua carreira? Porque cada carreira é diferente. Tem áreas que, por exemplo, vão funcionar muito bem para conseguir impregos remotos, tem áreas que vão ter uma tendência muito maior para o presencial. Tem países e objetivos que vão ter ferido nesse processo como um todo. Isso interfere até mesmo nas pessoas que a gente aceita para atender, porque dependendo do objetivo que a pessoa chega para mim falando, Bia, quero alcançar as x e pções, e se aquilo não fizer sentido que a forma como eu trabalho, a gente não vai seguir com essa pessoa. É um ponto inegosiável para a gente. E depois que a gente entende que, legal, o teu objetivo, ele é excelente, o teu perfil está ótimo para a internacionalização, o que precisa ser feito é isso daqui, existe a próxima etapa, que é ir para a execução. E aí, é a vida de adulta pedindo uma postura de adulto, que nada na vida vão fazer por ti. Ninguém vai colocar uma comidinha na tua boca para você seguir a dieta que o teu nutricionista está falando. Ninguém vai segurar na tua mãozinha, a gente levar para a academia, para você fazer os exercícios que você tem que fazer. E da mesma forma, quando você não prioriza, se movimentar na tua carreira, então não espere que você é a pessoa que está em charge daquilo. Não é você que está no comando, se você não assume esse comando, você vai estar sendo. E isso normalmente acaba sendo guiado pela empresa que você está pelos objetivos da empresa, pelas habilidades que eles querem, mas não é desenvolva. E aí você vai se mudando de acordo com o que aquele negócio precisa. É totalmente diferente de você aprender a fazer esse processo, de você desenvolver em pregabilidade para você conseguir chegar no teu objetivo final, que é uma internacionalização. Internacionalização não é uma necessidade fundamental. Então você. Exatamente. É fazer. E você quer passar por esse processo, para você alcançar seu som, para você chegar no teu objetivo, entenda que é um caminho que vai precisar de escolhas e uma postura muito diferente. Eu queria muito explorar esse ponto de mentalidade com o Tidlus, porque eu acho que você é. Assim, juro, você é muito, muito, muito diferenciado nesse sentido. Eu acho que você era aquela pessoa que, quando as coisas estavam dando errado, você aprendia com aquilo, para gente conseguir mudar, e você vinha comigo, para mim, com números, dados e fatos. Tipo, tenta isso, isso, isso, isso, isso. E isso faz com que todo o trabalho ele fique incrível, porque a gente trabalha com números, e não com a xismo. E além disso, você sempre foi uma pessoa que nos momentos difíceis, você conseguia ter resiliência e encontrar energia para você continuar e falar, "Cara, o que precisa ser feito?" Então você trazia um tom muito positivo até nesses casos. E é claro que uma coisa, além disso, porque uma coisa é algo estar difícil e você pedir ajuda. Mas um ponto que você tem que é muito fora da curva, é que quando tudo estava dando certo, tu me mandava mensagem para falar tudo dando certo. - Legal. - Se lembrar as vitórias, é algo raríssimo. A maior parte das pessoas, elas têm algo incrível acontecendo, elas ficam caladas. E aí, antigo, te massa a palavra. Isso me lembra de um dos meus mentores, que ele fala assim. Existe a pessoa que ela é ingrata. Existe a pessoa que ela é grata. E a maior parte das pessoas, elas estão nesse meio termo, que é "não grata". A pessoa não é nem ingrata, aponta de reclamar ou falar "não grata". Mas ela também não é grata, aponta de falar "obrigada por tudo o que está acontecendo, isso aqui está dando certo, né?" Ela fica ali no espaço morno onde eu fico calada. E eu acredito que isso também tem um aspecto cultural muito forte. Onde muitas vezes você está fazendo o ótimo, é o básico. Não é nada além da tua obrigação. E eu vejo que contigo isso é muito diferente. O que passa na tua cabeça? Luís? - Bom ponto, assim, acho que. Eu acho um pouco da minha trajetória me moldou, assim, mas naturalmente não adianta, não é algo que beleza. Vai ser sempre, assim, se eu não me desafiar, ou se eu não se paciente numa constante música por evoluir. Acho que o esporte, primeiro de tudo, foi um fator muito importante, porque era uma questão de treinava horas e horas, assim. Eu dedicava na verdade muito de uma vida social ou de alguns prazeres, que eu poderia ter e em prol de objetivo. E eu chegava na competição, mas eu perdi a primeira luta, as vezes não vinha a medalha que eu queria, e aí era mais um ano, para talvez eu conseguir. E eu tinha que dar a resposta, às vezes, para pessoas que patrocinavam e tudo mais, isso não faz um que, talvez, a maioria das pessoas não têm essa responsabilidade. E eu acho que isso foi muito importante nessa forma, então eu senti-vos esse negócio de querer ser o melhor no que eu faço. Mas nunca não é ótica de querer ser o melhor do que os outros. E eu tentava me desafiar a centra ao ponto de eu chegar num ponto em que você tão bom, naturalmente você, o melhor do que outras pessoas. E aí isso me ajudou a ganhar um esporte na escola, por muitos anos, sempre os chivantes melhores da turma, mas sem perder o acerté, não era um nerd, mas eu sempre entregava e eu estava ali junto com todo mundo. Era até engraçado, eu conseguia conversar com todo mundo, mas eu estava ali na hora da obrigação.
a obrigação. É até um ótica do Warcard, que é um card, que tem o momento para tudo. Mas o. Eu sempre tive essa questão e na universidade, poxa, eu tenho que passar, eu tenho que passar, e foi assim, cheguei na universidade, eu falei "Carocê, o quanto custa daqui, não posso dar molho, não estou aqui para brincar". Então esse negócio de estar sempre num modo ativo, se eu não posso parar, eu tenho que estar sempre dando meu melhor, me ajuda a manter essa questão. E é uma referência que eu tomo para mim, não. Assim, eu encontrei esse "TekTok", mas não foi ele que mudou isso, mas ele casa com isso, que eu ouda Carol, acho que Drucker, eu não lembro exatamente, ela tem um livro chamado "Mindset", que ela mostra que tem o Mindset Fix e tem um Mindset de crescimento, ele está sempre buscando, beleza, não deu certo agora, mas vai dar certo na frente. E não, eu não sigo para isso, nunca pensei dessa forma. E uma outra coisa assim, eu acho que faz muita diferença, isso é cultural nosso, do Brasil. A gente não consegue na média se planejar em longo prazo, se a gente não vê o resultado no curto prazo, a gente acha que não vale a pena. Eu aprendi isso de alguma maneira, acho que a liderança também, quando você tem que mover uma coisa quando você depende de você, a outra coisa é quando você também, você depende de várias outras pessoas. Você passa a ter uma visão de longo prazo muito maior, isso me. Eu senti duel muito, porque eu era excelente na que eu fazia, não, deteninado momento, eu preciso ele dar a pessoas e as coisas na competição, dependendo somente de eu mudar uma atitude, esse fomfator e o segundo é o de planejar, longo prazo. Acho que esse planejante, muito aquareza, eu acho que era um planejante para um ano ou dois. E o planejei em um mínimo detalhe, é ponto de, o momento em que meu aluguel vai vencer, tem que ser o momento em que isso vai estar dando certo, e se não der certo nesse planejante, tem que ter o plano de aqui, mas, ou seja, minunciosamente, e fomfano, em que ele não era um planejante do tipo. Era um plano minuncioso, sabe, de. A ponto de eu e a Karen a gente dividi ele em todos os dias. A gente acordava um dia, se me cansado, a gente olhava e falava, mas é por aquilo que a gente está fazendo isso, e aí, nosso dia foi o riva no trabalho, isso é por aquilo que eu estou fazendo eles. Esses eu dirigindo, assim, eu pensando, é por aquilo que eu estou passando por isso, vai dar certo. E acho que tem esse farol, ali, em ter essa, esse guia, faz uma diferença gigante, porque, por muitos momentos, eu falava, será que vai dar certo? Mas era um sonho tão verdadeiro, era um objetivo tão real, que eu, claro, não, tem que dar certo. Era um negócio do eu materializei tanto, o que vai acontecendo, que não existia uma outra opção. Eu ajusto o caminho, mas vai acontecer. Isso foi fundamental, porque eu mudei a rota, acho que você vai se ver muito bem. Mas a gente mudou a rota, você é lá, umas três vezes, pelo menos, de umas três vezes, a aporto da gente falar, "Opa, eu acho que essa chave aqui vai abrir, a porta ali, e a gente está tanto buscando." Sim, perfeito. Enquanto, assim, a gente está entrando essa pergunta sobre como o momento começou a ver resultados. Como é que foi o processo de mentoria prático? Olha, assim, eu tivesse que definir um poucas palavras, foi uma virada de chave. Como eu te falei, quando eu te procurei, filé, olha, o meu cenário é esse, esse, isso já fiz, esse, isso já tem esse, isso. Eu preciso virar essa chave aqui que não está dando. Não estou sendo chamada tem tapistas. Eu acho que eu tenho um tapio bom, todo mundo fala que eu tenho um tapio bom, só que. Eu não estou vendo esse negócio a quanto isso é. E eu acho que a mentoria foi um negócio de muita técnica, assim, muita clareza no que eu tinha que fazer. E eu executei com muita maestria, olha, eu vou executar porque quando eu tiver um par com a Bianca, eu não posso chegar a falar, eu não fiz isso. Eu fiz, está aqui, me ajuda. É um desafio também pra Bianca, isso aqui. Mas principalmente meu, porque eu me sou, e eu quero realizar. E então era muito isso. E foi um processo de muita técnica, mas ao mesmo tempo também foi um processo de apoio emocional, assim, mesmo, sabe? E estamos motivacionais. Eu tenho um negócio de muita alta motivação, assim, a vezes eu não preciso de alguém falar assim, vai dar certo. Eu já estou falando isso pra mim de inteiro, é, vai dar certo. Mas isso também, mas só que assim, foi de um jeito muito. Sabe, sua equipe chegar, e aí, como é que está? E às vezes eu. E alguns momentos eu já até esqueci de responder na correria, e aí, vamos fazer. Eu falo na caraca, é verdade. É por mim isso, né, por ele, e aí, espera. Bora. E aí, como é que está a deu certo? Me fala depois que virou, aí eu. Aí eu com a deu certo que "Ah, que legal, muito bom, esse aí, obrigado pelo que tiver." E aí, às vezes, eu perguntava, "E aí, como é que está o processo?" É uma pergunta simples, mas que. Era uma doca, eu tinha assim, antes, de tipo. A pessoa me explorava, "Ah, eu não entidade, que pode, e me ir muito mais, assim." "Como ele vou falar com essa pessoa? Qual o momento?" E cara, você sabe, mais com o respeito que você. E você estava ali presente com tanta gente, mas você lenta brava, e eu falava "Cariça é muito especial." Então, se a mentoria eu diria que foi uma grada de chave, e. Pô, super importante, sabe? Na minha cabeça eu tenho que chegaria lá, mas acho que sem a mentoria eu ia demorar muito mais. Com a mentoria, acho que foi assim, acelerou bastante, sem dúfries. É muito especial que você está falando pra mim, porque. Eu acho que. Tem muitas formas de você ter um negócio, e. E não sei nem se tu sabe disso, enfim, quem tiver que ir no nosso a conversa, sabe disso, mas. Eu decide empreender quando tive um problema de saúde que me impediu de andar. E quando aquilo aconteceu pra mim. Não era o planejado, não era o previsto, né? Eu não sabia que com 20 poucos anos eu ia ficar 6 meses de cama. E quando aquilo aconteceu, foi quando eu me dei conta de que. A nossa vida é muito frágil, a nossa vida é muito imprevisível. E enquanto a gente vai vivendo, achando que tudo é muito certinho, é muito planejadinho, a gente está numa zona de conforto, a gente vai adiar um dos coisas, a gente vai deixando pra depois, a gente vai deixando as coisas que nos incomodam, como é. Depois eu resolvo isso, depois eu ode pra isso. E quando eu tive esse problema de saúde, foi quando eu parei pra refletir isso sobre a minha existência, sobre o que eu queria fazer da minha vida. E naquela época, uma época que falando proicionalmente, eu não estava realizada profissionalmente. Eu trabalhava com processos e assim. Ah, eu achava. Benta diante o trabalho que eu fazia. E ao mesmo tempo eu pensava, "O que eu quero fazer então?" "Já que eu não quero fazer isso?" E eu comecei a identificar, tipo, quais eram os meus pilares? O que que fazia sentido pra minha vida? E tinham algumas coisas que foram, obviamente, com o passar dos meses, ficando mais fácil de entender. Eu queria trabalhar com a educação. Isso pra mim era. Inegociable. Eu queria sentir que eu estava fazendo a diferença na vida das pessoas. Isso pra mim era inegociable. Eu queria um trabalho que eu pudesse crescer financeiramente. Isso era fundamental pra mim. Eu queria um trabalho que ele pudesse me dar flexibilidade e liberdade pra eu viajar e conhecer o mundo. Então, quando alguns anos depois eu me tornei nome disso, não foi por acaso. Isso fazia parte dos meus pilares inegociable. E ali quando eu comecei a empreender, tudo isso precisava estar muito presente. E quando eu comecei a trabalhar com a internacionalização, esse contato, essa proximidade com os meus mentorados, está ali com eles, tipo, "Tamo junto, estamos vendo, tudo acontecendo, não tem. " Um dia que eu não entrenei nesse tal de LinkedIn, eu sei os textes que eles fazem, porque eu momento estou numa qual, uma pessoa, outro momento estou na qual com outra, sem ter fácil, muda, eu já estou sabendo. Então assim, eu gosto de viver o processo com vocês. E aí eu acho que é muito sobre um ponto que a gente estava falando antes também. Você quer internacionalizar, então escolha com quem você quer fazer, com quem você se conecta. Qual são os valores que você prioriza? Qual é o acesso que você prioriza? Qual é a velocidade que você está querendo? Eu estou aqui pra fazer um trabalho que ele seja o néfito, que ele seja próximo, que ele me faça bem e que ele já era ir resultado também. Tem alguma coisa? Eu percebi aí pela tua expressão. Não, é super perfeito, faz super sentido. E um ponto eu ia falar sobre algumas escolhas que a gente toma no caminho. Eu, eu, eu acho que às vezes a gente toma algumas mudanças, algumas decisões de mudanças grandes em nossa vida, quando a gente está, às vezes, no momento muito difícil, ou quando as vezes as circunstâncias nos forçam. E a tomada de decisão de internacionalizar, veio no meu melhor momento profissional, meu melhor momento pessoal. E eu falei isso pra gente.
todo mundo, eu acho que isso de alguma maneira principalmente para o meu team li, sumar com muita gente, porque caramba, verdade, né, às vezes a gente tem para uma zona de conforto, porque eu vou mexer no team que está ganhando, né, e falta uma vez de decisão que veio do momento ótimo, eu tinha umas entriaspa, uma estabilidade, eu era sempre um bom profissional, entregar algo o estado legal, tinha respeito, reconhecimento, a milidrança do meu team, porque eu vou mexer em isso agora, mas eu falei não, acho que é essa, é a hora de que eu devo fazer algo, porque, tipo, né, é um momento em que eu estou com a estrutura sólida para fazer uma mudança, é claro que quando a gente está no momento de pressão, às vezes a gente vai acontecer, né, mas é porque não vou energia e fazer no momento quando as coisas estão dando certo, eu acho que foi escolher e lembrei, e acho que é importante de trazer, né, para as pessoas que às vezes estejam pensando em "é um sonho meio, mas agora está tudo bem quando você vai realizar", e aí são lembrei de outra coisa, é um livro que eu estou lendo, que é, posso, se está ali, livro, ó, é um livro, o nome dele é "Morra sem nada", é um livro de capazu, e ele fala muito sobre assim que a gente, às vezes, deixa para viver algumas coisas numa fase em que às vezes a gente já não tem mais uma energia vital tão grande para aquilo, a gente que acumula tantos esses patrimônios, etc, a gente não vai ver que, o tanto que a gente acumula de patrimônios, às vezes não vai ter, não vai ser suficiente o tempo que a gente vai ter de vida restante para fazer aquilo, e aí eu penso, "Caramba, vou deixar para realizar quando esse sonho, esse é o que a gente viu, não, agora é isso", e eu, de novo, esse livro ele apareceu também, eu não sabia explicar o que eu pensava sobre isso, acho que lendo o livro eu falei "cara isso", exatamente isso que eu pense, eu lendo, eu lendo, eu lendo, era de ver, assim, quase que, sabe, meu Deus, esse é livro bom, é isso que eu penso acredito, e é, é memórias, acho que as memórias da gente é como se fossem ativos, investimentos, digamos, assim, enfim, não vou dar tanto spoiler, mas é basicamente isso, e eu falei "Caramba, esse livro ele representa muito esse momento, eu estou passando, e um pouco do internacionalizar, não é, por outro lado, é o internacionalizar, porque eu quero trabalhar no outro alígua, eu quero viver um ambiente multicultural, eu quero, sabe, desafios diferentes, assim, e, sabe, viver num ecossistema completamente, então sim, porque não agora, então acho que, se é muito legal, eu acho que esse ponto todo é porque às vezes a gente falta muito a nossa vida, únicamente no aspecto profissional, e aí quando tu traz essa ótica do tipo, tava tudo bem, tava tudo ótimo, a gente tá falando que subiu a sua carreira, mas a tua carreira faz parte da tua vida, e quando a gente faz com a vida, as coisas podem estar maravilhosas, mas para onde isso tá te levando esse todo, né, e eu lembro que quando eu me tornei nome de com Marcelo, foi muito semelhante, é o que tu tá trazendo tipo, a nossa vida tava maravilhosa, a gente morava no melhor bairro da cidade, no condomínio fantástico, com muita segurança, a gente migrava na melhor academia, a gente comia nos melhores restaurantes, tava tudo maravilhoso, e daí surgiu toda a mudança na nossa vida, principalmente na vida do Marcelo, porque até então ele era CLT, e ele entendeu que ele não queria continuar ali, onde ele tava, e foi ali naquele momento de mudança que a gente se viu de antes de uma página em branco e do tipo, o que a gente quer fazer? Qual é o nosso próximo capítulo? E existiam dois caminhos que eram, um caminho, é que esse próximo capítulo pode ser exatamente aqui onde a gente tá, morando no bairro maravilhoso, malhanto no macademiar ótimo, comendo nos melhores restaurantes, e indo para praia, com uma cama praia que é. E essa vida e essa é uma vida muito boa, e tem uma outra vida que é uma vida onde a gente vem de tudo, e prepara três malas, e entra no avião, e a gente vai pra Europa conhecer a Europa e viajar a beça, enquanto a gente trabalha, montando o nosso. As duas histórias, elas seriam boas histórias, só que a minha reflexão foi, e aí vou trazer aqui uma terceira história. Deve um dia que eu tava conversando, eu acho que era com a minha avó, eu e mais ela a gente já foi com o pai, eu tava conversando com a minha avó sobre o Dubai, ela falou logo do tipo. "Ah, nossa, eu tive um convite, eu quase fui pra lá, e aquele quase, ele me marcou de um jeito perturbedor, eu odeio quase, porque eu quase é a sensação de que você, quase esteve lá, mas na realidade eu não se não esteve." E quando eu tava agora voltando pra história que eu tava contando, de antes desses dois capítulos que eu poderia seguir um ou outro, eu pensei, quando eu tiver velhinha, quando eu tiver no final da minha vida, e quando eu olhar para trás, para minha vida, e para a história que eu contei, qual é a história que eu quero contar? É a história do mesmo bairro, da mesma academia, dos mesmos gestorantes da mesma praia, ou ela é a história, de uma menina maluca, que com 20 poucos anos vendeu tudo para realizar o sonho, que ainda que tivesse dado tudo errado, eu vivi. E a minha escolha foi, eu quero contar a história, da loucura que eu fiz da minha vida, acho que eu vivi, e eu fui lá se experimentei, e eu contei, e eu te passei por perringues, e eu falei, "Caraque, o que que eu estou fazendo? Eu estou trabalhando da Itália numa mesa de cadeira com o IFA, horrível, mas eu estou no site de lá, e ali, Juro Pratilwis, foi a melhor decisão que eu tomei da minha vida. No final de todo nosso trajetória, nome de entre todos os altos e baixos, a gente foi, obviamente, conhecendo muitos lugares, a gente viveu muitas experiências fantásticas, mas a gente teve um autoconhecimento que só a experiência ela poderia nos proponcular, de estar na Belge, de cair falar "Puts, eu sinto falto do céu azul", de estar na em Monte Negro e falar "Puts, eu sinto falto da receptividade das pessoas, de estar em Portugal e de falar "Caraque, as pessoas aqui elas são incríveis, eu sinto falto dos meus amigos e da minha família". E no fim de toda essa história, da gente era a noma, de a gente falar "Cara, quer saber? A gente tinha uma vida muito legal, bora voltar para onde a gente estava, e ali, a gente voltou para o mesmo barro, para o mesmo condomínio, para o mesmo prédio, para a mesma praia, para os mesmos distrares, para o mesmo tudo, mas a gente voltou totalmente diferente". E aí fica a minha provocação aqui, para quem está nos ouvindo também, de qual é a história que você quer contar sobre a tua vida, sobre as duas escolhas, sobre as aventuras que você está vivendo também? Perfeito, sem dúvida, quando a gente vai para fora a primeira vez, a gente passa a dar mais valor para algumas coisas que antes a gente não tinha parámetros, mas mesmo assim, que ele voltar é o que tova na asca, o processo ainda mais especial, porque é uma escolha, uma decisão. Muita gente fala engraçado, um espitinho que fica ali, você fala agora, não tem jeito, né? Quer viajar sempre, o que é moro a fora e tudo mais, acho que os momentos passam a ser mais valorosos, né? Eu reflito muito isso com a cara, e a gente conversa e, por exemplo, vem aqui, vem minha mãe e cara, são poucos dias no ano em que eu vou ter essa oportunidade, e agora talvez numa frequência menor. Acho que a intensidade dessas vindas, ou no futuro ela ainda também agora, e também é uma parte muito legal desse processo, que eu acho que eles vão ser sempre muitos especiais, né? E ger essas memórias afetivas, então é um estilo de vida no fim das contas, a gente escolhe, né? E é isso, acho que muito legal quando você fala assim, eu escolhi voltar, mas quando você for também, tem sempre uma intencionalidade muito grande, né? É isso, eu percebo que, assim, na minha vida toda, eu me mudei muitas vezes, né? A minha família, ela é uma família noma demais, ela, o meu avô era militar, então assim, a minha família é familiar do meu pai, sempre existiu muita mudança, sabe? A mudança faz parte do nosso modo de viver, e na família minha mãe também, a minha avó é ela, já teve épocas colocando dois lugares diferentes, morar vem dois lugares, isso que é uma loucura, mas assim, a gente sempre teve isso, quase que culturalmente, e eu vejo que hoje tem coisas que eu me percebo vivendo, e que são coisas simples, mas que eu vejo tanta singularidade e um momento especial em as vezes tipo, tá na praia bebendo uma água de coco, ouvindo uma música e olhando para o mar e pensou-lo. Meu Deus, muito obrigada, que privilégia poder estar aqui, que privilégia poder estar vivendo isso, ou quando o meu pai, ele vem na minha casa, tipo, num minho gata, de eles deitam para dormir no sofá, e eu tô ali se eu não for mesmo. Eu olho para eles, eu penso assim, que privilégia poder ter meus pais, poder. - Com certeza. - E relaxar-vos no sofá da minha casa. Então, eu acho que quando a gente percebe, o Cono Especial é a vida, a gente começa a viver e tomar decisões mais intencionais também com o que está vivendo. - É verdade. - Um dos pontos que você trouxe em alguns momentos que a gente não pode deixar de falar sobre essa importância da cara e desse processo também. E do quanto vocês sempre se levantaram para que esse sonho lhe desce certo. E eu acho que ela teve um papel e uma decisão e uma postura muito fundamental também, no momento de virar a de chave do seu processo. Pode falar um pouquinho sobre isso também. - Eu acho que muito importante ter pessoas que se jogam junto. Quando acho que primeiro não sei, acho que muita gente talvez vai se identificar nisso, mas um início desse sonho, começa a por um sonho até virar um objetivo algo mais concreto, metrificado, sei lá. Acho que poucas pessoas entendem isso. Talvez se a gente compartilhar com muitas pessoas e gera um negócio de "se está maluco" ou "não faz sentido". E a visão que as pessoas têm dessa jornada é muito prazer exercer distorcida do que pode ser com preparo método. As pessoas têm uma visão daquela, aquele processo de migração, destrutrado e eles ficam com medo. E aí assim, a gente não compartilha com muitas pessoas. E aí, qualquer um ponto, tem alguém que você pode confidencializar isso, principalmente, com o caso com ela, desveje a nada, mas muita diferença. Então, minha roteina de trabalho era muito intensa. E eu, sem, nunca pra mim, fui um negócio de negocia ao meu contrato de tempo ali com aquela empresa. Aquele momento, eu me momento de trabalhar lá, eu vou focar sempre, sento lá. Então, um momento que me restava pra dedicar esse processo, era um momento em que esse pessoal estaria um descansando, o que eu deveria estar descansando, ou fazer a notividade física, ou fazer. E aí, a gente, como era um objetivo de nós dois, a gente falou, "Cara, a gente quer muito isso". Vamos trabalhar juntos, e aí, no momento em que eu estava focado, ficando, ela poderia falar pra mim, "Eu quero ir ao parque, eu quero ir ao cinema, eu quero ir lá assistir um filme". Só que, não, ela estava olhada no apoio, e ela ajudava, assim, de uma maneira em que ela me dava todo conforto e preu pra detalhe aplicando. Assim como, quando também chegou um momento do processo, que já falam um pouco sobre, mas que ela também entrotivamente, eu também estava olhada esse apoio pra ela, um apoio psicológico mesmo. E aí, sei lá, quantos finais de semana nós não saímos de casa, quantos finais de semana nós nós assistimos no sério que a gente gosta, quantos finais de semana abiticamos de sei lá, de fazer coisas diferentes, porque era um show em um tão nosso, que parecia que cada dia que a gente não trabalhasse por ele, era ele se distanciar, e não era algo negociável pra gente. Os momentos em que a frustração bate, porque assim, não é romântico o processo, não é assim, tem momentos em que você fala caráquia, né? O que que eu estou fazendo da minha vida? Sabe, "Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, virava, não é, principalmente naquela fase, e não nada virava, a sociedade que eu tô errando, e ela estava olhada e calma, vai dar certo". Lembra daquele que te respondeu no e-mail de fôr, verdade, a gente. Então, se fom pra acesso de apoio muito, né? E aí, uma das estratégias finais, não encontramos, envolvia ela também dentro dessa estratégia, e aí a gente jogou tão junto a ponto de que fomplando quase que um. "Cream me perfeito, vamos dizer assim que, parecia que tinha que dar certo desse jeito, caso bem com o momento de vida, profissional, acadêmico, de cada um e a. E aí, está dando certo de um jeito muito. Está do plano, "Ah, a gente fala isso, então, plano que a gente tem que mirar por assim. E aí, o celular, para que morra no BLE, e está dando certo do plano, a gente que a gente pensou e a gente fica, e o teu celular, olha só o que vai acontecer. Então assim, é muito importante ter uma pessoa que possa confidencializar ali e isso faz muito diferente. "Ou. " "Ou, fôs. " Muito legal. "Ou, no processo que começou a tudo. " "Eu não sei nem como falar, mas acho que foi tipo um efeito bola de neve que a gente foi ajustando no ponto, ajustando outro ponto, ajustando outro ponto. A justave, testava, justave, testava, justava, e sempre. Para a pessoa que está ouvindo aqui, talvez não entenda nada do processo de internacionalização." Existe uma estratégia que ela é desenhada no início. Essa estratégia, ela vai ter níveis de complexidades diferentes, de acordo com o perfil, de acordo com o objetivo dessa pessoa, e existem casos onde a gente vai espassando os ajustes para a gente entendendo intencionalmente as mudanças que a gente está fazendo. O caso do Luis foi um caso onde a gente precisou fazer alguns ajustes de estratégia ao longo do processo dele, até a gente chegar num ponto do ótimo para a internacionalização dele. E daí o que aconteceu a partir da iluís? Olha, acho que um ponto que eu vi muito, assim, uma frase que eu vi no início de a jornada foi superfíu, é muito bom, é muito forte. O que tem como derrado é fazer meus dias, porque eu estou derrado, então. E isso ficou marcar linda, que eu fui na ultracismo e contrai um anticitar. Eu acho que tem algum momento em que a importância da clareza. Eu não sabia muito bem qual o país que eu tinha, eu tinha um top 3, a 4 ali, só que eu não sabia muito bem qual deles que eu veria certo. Tenho um momento em que as coisas mudaram, uma ponta de eu falar "Vai ser esse lugar aqui, vou focar nesse país". Só que ainda assim as coisas não falam virando. E acho que com o papo que a gente teve, assim, com o papo que. "Sabe, isso foi vir bem anca, e agora?" Eu estou fazendo tudo no Instagram. Agora que a gente faz? E acho que você me deu uma dica na época que mudou completamente o jogo. A ponto dessa dica é fazer na verdade, não diria dica. Acho que porque se nós esparques, é um negócio de truques de mágica. Eu diria que foi um direcionamento dentro da estratégia que eu estava pensando ali contigo. Que esse caminho começou a fazer tudo o plano da certo. E aí, caramba! Eu comecei a receber assentes para entrevistas, convites para entrevistas e entrevistas. E não era qualquer entrevista. Eu inicio a falar "ah, deixa eu aplicar para o empresa Nédia ali". Só que assim, ao longo do processo eu também fui aplicando algumas outras vagas, mas em empresas maiores foi. Deixa eu ver o que vai dar. E eu comecei a se chamar. Sim, grandes empresas mesmos, se dá stop 20. É um enorme, e. Olha assim, fui chamado para o processo com a mastercard, um "B", "Bone", "Golf Lunte", que mais o "Ester Unio", "Deal". Sim, empresas muito, muito legais, assim, tipo, que as pessoas, as queridinhas, assim, eu falei "Caramba", "Olha que legal, eu sou uma pessoa, sou uma profissional valiosa", e é aquela coisa, tipo, "Comoencei a cresstar mais, e eu comecei no processo, em vez de dar tiro para a todo lado, eu falei "Não, eu vou escolher os vagas certas". E na passeio, em finagem semana de procurar, de não ver mais de 500 vagas, e eu falo "Não". Essas duas são as duas vagas, que faz sentido. E aí eu já tinha até um negócio, "Um dos dias, talvez, sei lá, vezes, vai chegar alguma coisa no meio meio". Uma vez, aqui eu acho que vai. E aí, meu primeiro convite para entreir isso, "Caramba, caramba, que legal". Então, chegou um ponto, olha que loucura, né? Para quem não estava virando nada, chegou um ponto de, acho que há duas semanas, mais ou menos atrás, uma semana de "O T". "Comoer, sei lá, três, quatro possibilidades na mesa". E eu falo "Caramba, qual que vou escolher?" E eu tive que declinar de alguns processas, assim, que eu falei "Caramba, eu tô tão cansado de entrevista, mas eu tô tão feliz com a escolha que eu fiz, que. Deixa eu descansar, deixa eu respirar, e chegando com o vídeo, no link de uma abordagem de recrutatua, aquela loucura. E antes eu queria ir marcar-va com todo mundo, porque eu era, assim, eu preciso de uma entrevista, até que chegou o momento que eu falei "Não". Não preciso de um tanto de entrevistas, eu preciso, chegar nos processos certo. E aí, virou tanto, assim, achado que sei lá, até difícil de falar, assim. É. Um sentimento assim, que eu comecei a ter, porque. "Caramba, eu comecei a declinar". Vágas como é, se eu imagina, você declinar para ouvir. Eu até fiquei assim, gente, eu só devo declinar um vídeo de uso. É uma empresa como. Eu falei "Não, eu vou declinar um vídeo que eu não tenho condição".
mais de um participado de processo. Eu já estou seguro que a ver decisão, eu estou tão cansado, feliz assim, que, ou seja, chegou nesse ponto do processo. Acho que esse era o. era onde eu queria chegar. Mas com muito método, disciplina, não pode faltar assim, não foi de romântico o processo, teve altos baixos, mas quando a gente tem clareza ali, que a gente quer, e do que tem que ser feito, é executar com a exaustão, que vai dar certo, mas não quer dizer também que executar somente executar, vai desenvolver o problema, tem momentos que a gente tem que parar ali, faz uma revisão, ajusta um pouco o roteiro, o que a gente fez, e aí dá ali, assim, tudo deu certo, lembro que eu tenho uma planilha até hoje, por todos os processos que eu apliquei, e coisas de vendas, eu tenho um funil de vendas das minhas aplicações, e aí chegou num ponto em que eu tinha minhas conversões, eu falei, eu preciso de ser lá três para uma, então beleza, chegou momento que eu comecei a avançar para entrevistas finais, eu falei, olha que talvez eu preciso de cinco ou quatro para um dia, eu falei, não, o que a gente está agora não é na aplicação, que a gente está no pítio, e aí, coisas assim, coisas de vendas, não tem jeito, mas que a gente leva para a vida e o negócio virou. É isso, porque é um sistema, né, e eu entendo que assim, que o processo, ele foi um processo que, em um ano, a gente chegou na tua aprovação, tem episódios aqui de podcast que eu grave, que a pessoa tem a aprovação em um mês, e ela falou, "Uuuu, foi fácil, foi tranquilo, foi a primeira entrevista, e foi rápido e perfeito, e essa foi a história dessa pessoa, e eu gosto muito de trazer aqui, nesse momento do podcast, é um palco para cada pessoa contar sua história, e a tua história, ela não foi uma história conto de fadas, o mês, o primeiro processo, e ali foi pronto, ela foi uma história de muita resíguia, de muito trabalho, de muita dedicação para que a gente chegasse nessa aprovação em um ano, e aí eu te faço a seguinte pergunta, Luís, valeu a pena? -300, certo, muito, muito, muito, não tenho que dizer, acho que a gente dá mais valor para algumas coisas, que a gente trabalha, luta mais, né, e quando recebia o in meio com a oferta, eu lembrei de todos os podcasts que eu ouví, todas as histórias que eu interagí, antes de até a gente trabalhar junto, eu ouvido todos os podcasts que tinha na porta forma, e assim, eu fui caramba, agora chegou a minha vez, e aí eu abriu inê, e eu vi tudo lá, o fé, o tal, e o caraca, está se tornando real, e. Sabe aquela coisa, enquanto eu não assinei o contrato, eu fiquei "Será", e aqui agora pode derrada uma coisa, e aí tudo dando certo, eu falei "Caramba", eu vou embarcar com um tíquete, um contrato assinado, e eu puxa, perfeito, sabe? Nos meus planos, se eu encerrar, em que eu teria que às vezes. "Ah, se eu fosse para queimar uma reserva, ou um cenário em que eu ficaria mais um. " E aí, não, parece que tudo deu certo, de um jeito muito especial, né? Enfim, é carinho que vai fazer um mistrado também, daí isso casou das nossas histórias, e enfim. Perfeito, perfeito. Eu te diria para uma pessoa que está ouvindo toda a nossa conversa, e que está a dúvida sobre. "Segu o processo com a global, não?" Nossa, assim, só vai, assim, sério, mas não só. Eu acredito muito em dados, fatos, acho que não adianta gente, só pela emoção, deu certo para mim, vai dar certo para todo mundo. Não, acho que assim, porque que vai acreditar que vale a pena? De que primeiro, realmente é um objetivo da. ser objetivo internacionalizar, etc. Delicioso, já tem um check. Segundo ponto, atende escritérios ali que tem na. Pra Bianca conseguir te ajudar maravilha, vai. Agora, por que que trabalhar com a Bianca, que faz nenhum sentido? Cara, é individualização do processo incrível. Acho que a sua plataforma ali é. Superdidade, com o teu super atualizado, prático, embasado, acho que isso possui só ajuda. Mas aí entra no outro aspecto que é. Beleza, tem um método que é 70,2010. Eu usava muito pra PDE-se. 70. 10% até óbico. Beleza, a plataforma entrega perfeitamente, 60%. 20% é você ver, trocar contra as pessoas que fizeram. Eu acho que entro acompanhamento ali também. Eu acho que isso é um outro aspecto que se ajuda bastante. Só que 70% é execução. Só que é execução simbase, não vai dar certo também. Um vários momentos você estava ali próximo, o acesso é muito fácil. É tipo assim, você tem tanta gente pra lidar, falar "Cara, será como incomodar, Bianca?". Só que era tão fácil chegar você, era tão. E era genuíno da sua parte, como ele é caramba. Isso também faz muita diferença. Então, a segurança de poder contar com alguém é importante. Chegou um momento do meu processo, que as coisas estavam dando certo, mas só falei "Bianca". Deu um sumir dia aqui, acho que nada frequência que a gente falava. Mas foi porque as coisas começaram a acontecer. Mas eles precisam atualizar tudo que está dando certo também. E então, vale muito a pena, se alguém está em dúvida, acho que vale cada real. E aquela coisa, o retorno que a gente tem com tudo isso, vai muito além do monetário. Então, acho que vale super. Obrigada. A gente já está caminhando pro final do nosso podcast. Novamente, eu só quero te agradecer a se importar aqui, por ter compartilhado a sua traditória, por ter. Tendo essa conversa tão boa, eu curte muito gravar, você pode caixa. E. Credido que é que é um momento de te desigar também, que essa próxima fase, eu acende uma fase, com muitas conquistas que você chegue em Portugal, que você ensina essa nova empresa. E que seja tudo que você realmente está esperando, com aquilo que você merece ter, que é tudo de melhor. Que a equipe seja maravilhosa, que os desafios estimotivem, que a recompensa seja valiosa, e que você possa viver. Tudo aquilo que você está sonhando e batalhando tanto para que você possa viver junto com a Karen. Eu espero poder visitar vocês por lá também. Ah, com certeza, vai ser muito bom poder tão ao shopping, café, ao suco. Vai ser um e comer alguns pastezinhos. Vai ser o de Belém, com certeza. Exato. Eu gosto muito, nossa, de bloquear uma memória aqui, quando a gente morou. O budi, eu estava comendo um pastazinho, era assim religioso. É muito bom, é gente tem qual? Bom, perfeito, então é assim concluímos o nosso podcast. Até logo, obrigado, Júbiano, que foi tudo. Até a próxima, obrigado a todos.
Podcast Summary
Key Points:
Luís compartilha sua trajetória pessoal e profissional, destacando a influência da educação, do esporte (faixa preta em taekwondo) e de uma experiência de intercâmbio em Portugal na formação de seu caráter e visão global.
O desejo de internacionalizar a carreira surgiu gradualmente, impulsionado pelo esporte, pela experiência universitária no exterior e por uma viagem com a parceira que reacendeu o sonho de morar fora.
A mentoria com Bianca foi crucial para dar clareza e direção ao processo, enfatizando a importância de definir objetivos específicos e realistas, em vez de buscar "qualquer coisa" no exterior.
Luís enfatiza que a decisão de mudar para Portugal é uma escolha consciente e estratégica, não uma fuga, e que a disciplina e resiliência aprendidas no esporte foram fundamentais para sua jornada.
Summary:
Nesta conversa, Luís, orientado por Bianca, especialista em internacionalização de carreiras, celebra sua aprovação para trabalhar em Portugal. Ele detalha sua trajetória, desde sua criação na Bahia, onde valorizou a educação e se tornou faixa preta em taekwondo – experiência que cultivou disciplina e uma visão global através de competições. Seu desejo por uma carreira internacional foi moldado pelo esporte e por um intercâmbio universitário em Portugal.
Após retornar ao Brasil e consolidar sua carreira em vendas, uma viagem pela Europa com sua parceira reacendeu o objetivo de morar no exterior. Luís destaca a importância da mentoria de Bianca para ganhar clareza e foco, rejeitando a ideia de buscar "qualquer oportunidade" e, em vez disso, definindo metas alinhadas com seu projeto de vida. A mudança para Portugal representa uma conquista consciente, fruto de resiliência e planejamento, e não uma fuga.
Ele enfatiza que a combinação de autoconhecimento, disciplina e orientação especializada foi fundamental para transformar seu sonho em realidade.
FAQs
A mentoria forneceu orientação profissional e um olhar especializado para o caso específico de Luís, ajudando-o a definir objetivos claros e traçar um plano de ação eficaz. Isso acelerou o processo e ofereceu clareza sobre os passos necessários para alcançar a aprovação em Portugal.
O esporte, especialmente o taekwondo, foi fundamental para desenvolver disciplina, resiliência e uma visão global. A ambição de representar o Brasil internacionalmente em competições plantou a semente do desejo de viver e trabalhar no exterior, que ele posteriormente transferiu para sua carreira profissional.
Ter clareza sobre o estilo de vida, cargo e objetivos profissionais é essencial para definir um plano realista e eficaz. 'Qualquer coisa' não serve; é preciso saber o que se quer para entender o que priorizar e o que deixar de lado no processo de internacionalização.
O intercâmbio em Portugal proporcionou a primeira experiência internacional concreta, aumentou sua confiança e abriu portas profissionais. A vivência despertou o desejo tangível de trabalhar em um ambiente corporativo internacional, que se tornou um objetivo central em sua carreira.
Ele recomenda primeiro visitar o país de interesse para vivenciar a realidade local e ver se faz sentido. É arriscado querer morar fora sem antes experimentar a cultura e o estilo de vida, pois o processo de mudança exige muita certeza e adaptação.
A educação valorizada pela família, a disciplina adquirida como faixa preta no taekwondo e a experiência de estudar fora do estado e no exterior foram pilares fundamentais. Essas vivências desenvolveram sua resiliência, visão global e facilidade de relacionamento interpessoal.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.