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Gabriela Lima e a tese de VC dentro do maior Banco de Investimento da América Latina

35m 21s

Gabriela Lima e a tese de VC dentro do maior Banco de Investimento da América Latina

Gabi Lima, head do Boost Lab no BTG Pactual, compartilhou sua jornada até o venture capital. Formada em business, ela tentou ficar nos EUA, mas, sem visto, retornou ao Brasil em 2015, quando o mercado de VC era incipiente. Após um cold call com a Kaszek, que sugeriu começar em uma startup, ela atuou na Dr. Consulta, onde se apaixonou por produto. Buscando formação mais estruturada, foi para o BTG, onde trabalhou em asset management, business development e M&A da Isam, até assumir a liderança do Boost Lab em 2023. O Boost Lab, criado em 2018 como programa de mentoria, passou por uma reformulação em 2023. Hoje, opera com um modelo padronizado de investimento: cheque de R$ 1 milhão por 3% da empresa, em rodadas de até R$ 32 milhões de valuation. O programa é agnóstico a setor e estágio, mas foca em startups com tração comprovada. A principal vantagem é o acesso ao ecossistema do BTG, incluindo mentoria de sócios, rede de contatos e possibilidade de contratos comerciais, como um recente acordo de R$ 18 milhões. A seleção prioriza founders com perfil empreendedor alinhado à cultura do banco – visão de dono, resiliência e capacidade de execução. O grande diferencial do Boost Lab é o follow-on: das 12 investidas ativas, 3 já receberam investimentos adicionais (25%), taxa superior à média de VC generalista. O objetivo é criar um portfólio de alta qualidade, usando o capital disponível do BTG para escalar as startups mais promissoras, sempre com rigorosa diligência e comitê de investimento.

Transcription

5295 Words, 29259 Characters

Portuguese
Muito bem, então lá vamos nós mais nossa tela Playbook aqui. Hoje, nossa convidada, Gabi Lima, Acho que Monte, gente conhece ela, BTG. Todo mundo nunca é sub-BTG, está no mercado, super ativo. Vamos falar dessa história toda aí no universo de startups. Acho que o BTG é boost-te-lab. Eu nunca sei se eu falo boost-te-lab, BTG. Me corrige aí se eu estiver falando por caí. Te explico, te explico, mas é um traseiro enorme estar aqui. Primeiro, porque o ouço da tela Playbook desde sempre. Então estar aqui, ao invés de estar do outro lado com 20 é super especial. E segundo, porque a gente admira muito a tela. Temos ótimos outros nomens, vamos com investidores, então vamos fazer enorme estar aqui. Bom, vamos lá, Gabi, quanto pouquinho para a gente entrar direto assim? Quer Gabi? Como é que você veio parar no maravilhoso mundo de Veteer Capital? Perfeito. Bom, long story short, essa história inclusive é muito interessante porque eu me fomei um ondas em business. Queria ficar lá, mas não consegui visto para ficar, então tive que voltar. E sabia que eu queria trabalhar com Veteer Capital, mas a indústria de Veteer Capital lá era muito mais envolvida do Brasil, dezembro de 2015, então 11 anos outra, quase 11 anos atrás, a indústria do Brasil era minúsculo, deveria ter vocês e mais 2 ou 3 pontos do máximo, de fundos flagship, consolidados. Então voltei e fui atrás de quem poderia me dar uma possibilidade no aquel há pouco. Eu consegui fazer um cold call com a turma da Casa de Eck, o Santiago por acaso me respondeu, me recebeu e me falou um pouco do que era realidade para aquela época, né? Poxa, ele era praticamente dura, dura e assim um mercado minúsculo, bem competitivo, né? Porque assim, tinha muita gente também querendo entrar naquela época, mas o mercado era ser lá um décimo, um livriésimo do que é o olho e fundos operando assim com pouquíssimas pessoas, né? Ele naquela época sentava aqui. -Sotia, sós. -Exatamente, sótia, sós. Ele sentava dentro do Novenque, você ter ideia, e ele é a única pessoa de Brasil, né? Então lembra até que eu fui lá, no Benzima, naquela época nem ocupava todos os lendários ali do prédio da Revolsa, então até sublocavam andar ali pro doutor consulta, que também é do porço folho deles, né? Vaia ter um papo com ele, entendi que assim, todos não. Eu poderia querer muito fazer muitos forços e isso não seria suficiente, porque simplesmente não tinha roles suficiente para entry-level, né? E aí ele me sugere começar em uma investida, né? Então aí a piquei pronta, bem que a piquei pronta o doutor consulta, naquela época, né? Eu fiz mais sentido, e o doutor consulta, comecei na área de produto, doutor consulta, fui pior, né? Lá atrás, até na época que o conceito de pior também não era tão popularizado, né? E foi aí que eu apaixonei por produto. Então fizemos assim, vamos desvi, assim, de rota, sendo que sempre soube que queria trabalhar com essa parte de investimento, mas o mercado estava super jovem, né? Na época, assim, acho que o conceito do vento capitalaziz, né? Ele não era tão amadurecido aqui no mercado brasileiro até então, né? Acho que a gente tinha alguns percussores, né? Você, né? A própria Kazakh, mas com um posicionamento time no Brasil e tal, uma nasx, mas o mercado ainda era petit. Então fui para doutor consulta. Fiquem o ano, foi uma oportunidade incrível, só que eu queria sentir falta um pouco de estabilidade daquela coisa bem, né? Escola, de aprender, de não acontecer, né? Duma do Safe Net ali. E até com o apoio aí do Guido Tomás, né? Que me contrataram na época. Decidi que eu queria ir para a banco, né? Essa formação aí, que o próprio Tomás trabalha muito tempo em banco e falou que é uma ótima formação, independente, se eu decidisse, pensei que a carreira de vento e o capital depois. Então, fiz diversos cafésinhos, decidir que o BTG, porque deja então a cultura bateu muito forte lá atrás e Kai estou fazendo nove anos, né? Então passei por áreas diferentes e o mais legal é que. Eu consegui chegar exatamente na cadeira que sempre foi meu sonho atrás, né? Então, entrei no Outmanagement, depois fui para Business Barra Product Development, então acompanhei todo o M&A junto com algum sauce do banco que liderei o M&A da Isam, né? Então, fiz. Companhei todo o rebrand, né? O lançamento de novos produtos ali e a virada de chave, né, para uma plataforma de mídia, uma plataforma de educação, né? Hoje a receita da Isam, inclusive teve o M&A Constampol, ela vem, principalmente, de educação e eu tenho muito orgulho de ter criado a cementinha disso, né? Fato et, eu não queria ter minha fastado do core aqui do banco, né? Tem uma brincadeira que quanto mais perto do Turing floor você tá mais relevante, né? Você é aqui dentro, né? e nunca tive vontade de fato de sair, então para mim eu vi exames como um nome aprendizado, mas como o projeto que eu ia fazer é total e depois voltar aqui para o core. Então, eu voltei depois também muito focada em produtos, né? Acho que fora do Brasil também é um caminho muito normal, né? Product managers, group product managers, né? Que tornarem investidores, né? Até porque você consegue agregar muito mais ali na parte de produto e falar muito mais a língua do empreendedor, principalmente no Elis Ted. E sempre tive contato com o João, né? E hoje é o sócio responsável pelas estratégias growth e diventos aqui no banco. E oportunizicamente, quando a pessoa que estava aqui nessa cadeira, né, saiu do banco, ele me convidou a me juntar ao time, isso foi no início de 23. E pra mim foi um momento meio que full circle, né? Então eu tô numa instituição, né? Que sempre me deu espaço para fazer coisas diferentes, eu nunca senti a necessidade de sair daqui, porque tudo que eu quis fazer diferente, né? Bizdeve, produto, agora a gente quer que eu consegui fazer aqui dentro. E permitiu trabalhar com aquilo que eu sempre quis, deixe que eu me informei. Então a história é um pouco coessa. Que bacana. Vamos lá direto para o Boost Lab. O Boost Lab é super importante, mas já falou lá atrás de a gente gravou um episódio como o Boost Lab, eu assim, acho que a primeira vez quando eu cheguei em 20 eu ia ser a primeira vez que alguém me convidou para falar em um evento assim, foi o Boost Lab. Então, é muito legal. Guardo, isso é super bacana, assim. Eu lembro que a gente dividia, a gente estava no IWORQ, a Estela e o Boost Lab lá da atílio. Da atílio. Eramos os primeiros inquilinos, provavelmente ali, a gente teve um deserto, só tinha jeito, né? E trombava toda hora com o pessoal, e tudo mais, e uma fase bacana, assim, mas obviamente eu lembro muito, a pessoa falava naquela época que queria aprender, não tinha uma coisa de eco-tevelho, uma coisa do investimento, tinha todos aqueles demodeis e tudo mais, e isso virou, isso mudou hoje, tivemos essas significativas assim. Cú tem pouquinho o que o Boost Lab é hoje? Perfeito. Bom, então, o Summary Tapp rápido, o Boost Lab ele foi criado em 2018, exatamente nesse contexto que você comentou, então, lá atrás, com uma resposta para o mercado, no momento em que todos os grandes bancos também estavam disposicionando em relação a como comunicar melhor com esse é a coste-temante de tecnologia, como comunicar com esses empreendedores, né? Alguns lançando em cubadoras, outros programas de aceleração, então a gente desenhou a 4 anos, né, na época com a ISE, o que foi o piloto do Boost Lab lá em 2018, então na época a gente tinha dois cohorts anuais, 100% faltado em mentorias, então, o objetivo era meio que dá esse acesso ao estenso capital intelectual do Ban, né? Acho que o Banco é um dos maiores e mais respeitados, partner ships, né? Então, o objetivo era conseguir ter acesso, não só aos grandes sócios, né? Mas também é um sócios especialistas, né? Porque hoje dentro do partner ship a gente tem cerca de 400 sócios e associados, né? Então começou muito com esse modelo de mentoria também trazendo pessoas de fora, né? Acho que nesse momento que foi o contato que você teve lá atrás, mas naquele momento a gente entendi a que fazia mais sentido, o Boost Lab se é uma marca, eu nem falo uma empresa, tá? Porque é só uma marca. e nunca teve pressionalidade jurídica, literalmente um nome em que a gente opera para ter um pouco mais de licença poética para falar com os empreendedores, não tão um pouco mais informal. - Quando ela chegou o banato? - Chegou o banco, fugiu um pouquinho desse tão mais institucional mais sobre o banco. Então criamos lá atrás, somos até 10 ou hortes, então foi até o 10, então 2 por ano, 5 anos operando assim, ao longo desses 10 corrauts, a gente fez investimentos oportunísticos, mas não era esse formato em que a gente tem um acto no argado. E aí a gente começou a ver algumas falhas, algumas não falhas, mas oportunidades de melhoria no formato. Primeiro natural, depois de 5 anos, a gente percebeu que precisa de ajuste e hoje, na verdade, as júis são feitos do ano para o outro. Então até, falando um pouquinho do modelo novo, que a gente está operando desde 2013, modelo coéctrico, de gente tem um cheque padrão como a participação padrão. É muito inspirado pelos programas, pelos falos chips lá de fora, vai ser, ele se sentir, por aí vai. Antes não, a gente olhava de o Adil, a gente acompanhava a turma, depois ao longo dos semestre, a gente via se tinha alguma oportunidade de investimento, ele avadiou a Deus. Então a gente percebeu que um, a gente estava com problema de padronizar um pouco, estágio, segmento, as dores dos próprios empreendedores, e no momento, a gente tinha uma solução na que era o Ancise Fittsall. Na verdade, a gente foi convergindo para o modelo de hipertissionalização, assim como todo o mercado. Então acho que hoje em dia, a nível de produto ou a nível de serviço de atendimento, o que todo mundo espera, é hipertissionalização. E a gente lançou esse modelo novo, em 23, eventualmente, o Bush Library funcionava como um hub, então, ele ficava dentro de uma área que na época se chamava Digital Retail Unit do Banco, que hoje não existe mais. Hoje, naquela época, eu tinha até a BTG mais, né, BTG digital, engraçado o nome, porque hoje, tudo é digital, né? Então, e, em algum momento, a gente entendeu que o lugar que mais fazia sentido, né, para o Bush Library morar, vamos dizer assim, para o Bush Library Star, era a área de capital privado do Banco, onde a gente tinha estratégia de infraestrutura, de praveréculi, e a gente consegue leverage as startups que a gente investe com essas outras empresas para além do Banco, né? Então, foi um movimento muito natural, né? Então, a estrutura do Bush Library vem, para compô a estratégia de venture capital da área de capital privado, e nada mais justo, né? Porque a gente está falando de capital privado, só um pouco real estate, só mudar fase, né? Só mudar o tamanho do cheque. Aí mudamos o formato, mudamos para um corrompurano, porque a gente também entendeu que a gente estava lidando com várias dessas companhias a las lindião pra Bichubio, o ciclo de vendas era mais long, e a gente queria poder ver o início, meio fim, na conversão. Até quando a gente mesmo originava nesse introdução comercial, então a gente sentiu que fazia um corrompurano, principalmente que tinha na fase do investimento. A gente teria mais impacto e mais profundidade nos companhias, que é isso que a gente busca. Então eu me falo nessa questão do cheque. Nesse ex-oji tem um cheque padrão ali de 1 milhão por 3% da companhia, que dá mais ou menos 30 e 2 milhões de de valor eachão dólar de hoje, aí é alguma coisa tipo cede o leão de dólares, mais ou menos. Acho que por um precede, né, a gente vai estar até ainda com risco de produto, acho um valor eachão corriqueiro no nosso mercado, alguns falam de Zoom, ou mandam um pouco mais que isso, mas é um valor que é moeda corrente no nosso mercado hoje, mas obviamente, para empresas que já demonstram uma tração, que já tiveram, já eliminaram risco de produto, talvez seja um valor eachão pouco usual. Como é que vocês lida com isso? A gente sempre fala que, a gente está buscando founders que invistam na gente e vejam, né, trazê-los o BTG para o que é que teve ou como investimento mesmo, né? E a gente trata o valor eachão, sei que é um conselito até polêmico, mas, desse cheque especificamente, depois eu posso explicar com o que é dinâmico de falou, que é ancapt, e aí a gente entra no mesmo valor eachão que os fundos, segue o modelo tradicional, mas para o modelo dó programa hoje, a gente entende que, primeiro, a gente precisa la pressificar de alguma forma a entrada do BTG, e tudo que a gente traz, qual é entrada do que é o table, a abertura, network, possibilidade de testar produtos antes de lançar para o mercado, acesse a alguns dos melhores especialistas do mercado, mentoria com os principais solsos do banco, a gente tem que pressificar isso de alguma forma, e o branding, o próprio branding do BTG actual, né? Então, em paralelo, a gente está dando uma área que hoje, na época era um pouco menos que isso, mas que hoje é gerenciar algo entre 45 milhões de reais, de ácidos, né? Então, a gente também precisava criar uma escala para o programa. Então, eu não consegui reparar para negociar um desafio aqui, um muto de os registro-dores. Então, a gente padrônizou, a gente fezmente o Mark LaFora, a gente entendeu que, de uma certa forma, esse, esse deal padrão, né? Ele não é um conceito totalmente descuênido para os founders, é, se o founder vê valor, ele conversa com outros founders que tiveram experiências muito positivas, né? E ele acredita que aquele é um investidor que, ele consideraria até o suaréco, né? É o preço para a transão investidor do pote do BTG para o capteibo. Essa conversa é ano de fácil, né? Então, assim, a gente fala que o programa, hoje a gente agnóstica até a agnóstica estágio, a gente deu um passinho para trás, porque antes, a gente gostava até te pegar companhias ali entre os cídios, os cídeos, eles ali, entre um momento mais intervento, né? Ah, e você tem uma questão de valor? É, deixa eu já complicada, porque tem outras notícias. Exatamente. Mas, para os founders, era uma coisa impressionante, porque, obviamente, eles não queriam criar nenhum tipo de atrito, né, com os investidores atuais, mas, ao mesmo tempo, eles vieram tanto valor que eles falavam. Vamos negociar, vamos tirar aqui do sop, então, vamos fazer aqui na física, vamos tentar, porque o roi do programa é muito claro e muito palpável, principalmente, né, no, no primeiro ano. Então, essa semana, por exemplo, uma companhia que a gente investiu no 24, a gente fechou um contrato com eles, ah, quer dizer, eles assinaram um contrato como investidas por tefólio noge pra Ivaraícola e 18 milhões por os próximos 3 anos, né? Isso, o roi disso é múltiplas e múltiplas vezes pequenos descontos que eles deram de valor eixo lá na entrada, né? Então, a gente mitiga um pouco isso com o nosso poder de conseguir geral oportunidades reais de de negócio pra essas companhias também. E de, eh, a gente vai falar um pouco de falou, mas antes de falar de falar, queria falar um pouco do, a gente sempre fala, né, no, no VC, a gente tem o Sursing, o Picking e o Inning, né? A gente tava falando um pouquinho do Inning, queria voltar um pouquinho e falar do Picking, né? O Tiki, o que faz o teu olho brilhado? Tiki, seis buscam, né? Porque que um empreendedor acha uma mais atenção do BTG, do que um empreendedor P? Perfeito. Acho assim, eh, de forma, eh, prática, a gente tá trazendo o sócio para o banco. Pode ser um sócio, né? O banco tá se tornando sócio daquela companhia. Então, eh, eu acho ferro dizer que a gente busca nesse empreendedores as mesmas características que os grandes sócios do banco também buscam ao tornar os exativos do banco sócios, né? Então, eh, o BTG, um, os treos do que eu sou muito falar, que é um, é um monte de dono de padaria, cada um, né, tocando o seu negócio ali, buscando constantemente desruptar e reinventar os seus negócios, que não tem medo de colocar a mão na massa, né? Então, sempre pensando os Two Steps or Head, eh, são visionários, eh, e também estão sempre pensando o banco com o cabeça do sócio, né? Se gente relaciona a custo, se a gente relaciona a receita, né? Então, a gente tenta, nessa parte qualitativa, a gente tenta sempre, eh, eh, emular essas características, né? Buscar essas características que a gente também busca aí em sorte do banco. Então, eu, eu acho assim, talvez você vai com o comodar com isso, mas eh, se, nos primeiros 15 minutos de conversa, seja, seja sabe, né? Se aquele faun dertem um fit, né? Pode ser que o negócio não, mas assim, no nível, pessoal, se aquele cara tem Waritakes para se tornar o Fáudio do seu portfólio. Então, acho que perfil do fundador totalmente, assim, não ter medo de trabalhar muito. Acho que o BTG tem bastante essa cultura, do reenzone, do trabalho muito consistente. Acho que, obviamente, o produto e aí, o produto, a gente sempre usa essa estrutura do Bano para Validar. Então, acho que a gente tem um. esse Backbola, assim, de validação técnica muito forte aqui dentro. A gente consegue fazer isso de forma ágil também. E também em nossas apostas, de mercado baseadas, um estudo, téssico que a gente vai criando. Então, e conhecimento sectorial também, porque hoje a gente tem 40 companhias dentro do postfólio de capital privado. Que vão de saúde, educação, software, telecom, infraestrutura. Então, a gente consegue entender. ou quando a gente entende que tem uma possibilidade de alguma coisa ali que pode se tornar. Uma tese interessante, a gente vai pesquisando e vai construindo a nossa própria opinião sobre aquilo. Então, acho que é um mix sobre conhecimento técnico, perfil do fundador, que tem ser muito específico para a gente. E oportunidade sectorial também. E aí, vamos falar de "Follow On", acho que. Eu sei pedindo que acho que a parte mais difícil do investidor de VEC é o "Follow On". Pode ser que está lidando com o universo conhecido, porém, um momento totalmente desconhecido. Não sabe o que vai vir a "Follow On" na sequência, né? Então, confusiona o processo de "Follow On". Para vocês, e principalmente, como é que fica a questão do adinâmica e de. Obviamente, o bomso do BTG é maior do que o mercado de VEC inteiro. Como é que vocês lidam com isso? Qual são os limites? O que vocês muzcam? Perfeito. Então, acho que "Follow On" é talvez o pilar principal do Bush Lab. Porque como eu te falei, a gente tem 40 mil diativos. E não é fazendo cheques de US$ 200 mil de 1 milhão de reais, que a gente vai mover o ponteiro aí e criar relevância para essa estratégia de VEC. Então, o nosso foco é sempre no "Follow On". E a gente tem a mesma deligência, o mesmo comitê que a provas do Bush Lab também aprova investimentos gigantescos de bilhões, como o anével, como tal, como o cozã. Então, a nossa barra é muito alta. A gente é muito inteligente nas análises. Então, isso traz um contraste, faz um contra ponto muito interessante, também é o que você falou do "Bulls Fundo". A gente pode ter muita disponibilidade de capital, mas ao mesmo tempo a barra é muito alta. Ao mesmo tempo, a gente está sempre. O objetivo do programa é criar esse acuário hyperqualificado. A gente já tem uma proximidade, porque a gente já tem aquele capitalzinho que foi feito no início do programa para acompanhar, para ter um reportes de números e o objetivo central do programa é de uma análise. É a gente se antecipar para as bolas oportunidades. Então, realmente, fazer a "Follow On". E de quantas empresas a gente está falando hoje das primeiras investidas, quantas viraram, falou, "On". Desk o programa mudou. 3 viraram, desk o programa mudou, então, basicamente. De quantas de qual o universo? De universo de 12. 12 ativas, né? Então. Ou seja, a barra alta. Exatamente. É uma barra alta, mas a gente tem feito um por ano. Então, assim, de uma média e da turma, primeira turma de 2003, foram seis, segunda, quatro, terceira, quatro. É. A gente. 25% de followers executados. Mais alto do que a média de VC, vamos dizer, é generalista. Somos como nós, generalistas, eles têm uma média que eu sei lá, e globalmente de 35 a 50% dos logos recebem pelo menos um "Follow On". Varia até esse de fundo, eu vou ver, tá manhã em pontos, mas. Então é. É realmente. Mas a barra alta, assim. Com prova, né? O que você tá falando? O time como um todo é alta, né? Mas a gente tá sempre perseguindo isso. Acho que isso é um legal que você falou sobre isso, que é um ponto central aqui da nossa tese. Vocana. Vou falar um pouco assim de mercado, né? Como é que você tá vendo essa geração, né? Tudo aí, ai, ai, ai, ai, que, né? Então, quanto pouquinho assim, de tanta perspectiva de mercado, assim. Pro 20 de atual, né? A gente tá vendo um momento muito interessante, mas queria que ele ouvita o opinião. Perfeito. Eu acho que assim. O. A eu foria, né? Não pode nos. É. Nos. É. Encanta demais, né? Então, acho que assim. Quando a gente começou a falar muito, né? De a generativa, né? Os. Um animeio, dois anos atrás, talvez, não animeia atrás. É. Acho que o nosso primeiro passo, ao invés de. Se juntar a eu foria, foi da dois passos para trás, é. Rever a tese do programa, porque como eu te falei, né? Se a gente não focava muito no pressede e falar, "Poxa, talvez a gente tem que ajustar isso daqui, porque vai surgir uma nova leva aqui de companhias que são novas, não tem jeito, né? A tecnologia toda nova, é. As aplicações são novas, para conseguir incluir eles no nosso universo interessado. Também da dois passos para trás, para a gente fazer esse ketchup técnico e entender, conseguir falar igual para igual com o empreendedor, né? Porque às vezes ele vai. Vai falar, vai explicar, a gente vai entender assim, de forma. Genérica, assim, e não é como a gente gosta de operar, não é como a gente gosta de analisar as coisas, né? Então acho que esse foi o primeiro passo, a gente também. A gente tem um time no banco de quase 50 pessoas, só focados na par de AI, que fica dentro do time mais generalista de "Dare Science". Então, falando muito com eles, falando com outros fundos, fazendo curso, pesquisando e agora em última instância, criando nossa própria. Nossa própria jornada de aprendizagem dentro do próprio Clote, né? Então, assim, eu acho que. A gente tentou fazer esse ketchup, né? Buscar um seu "Dare Science" e esse ketchup, para daí, assim, a gente conseguiu diferenciar, principalmente agora, né? Que acelerou muito na curva de lançamento de novas, novas companhias, né? Principalmente com o label, né? "DAI First, AI Driven", né? O que que é espuma, o que que não é? Eu acho que diferente lá de fora, né? A gente ainda não tem uma. Uma grande opcionalidade com companhias que estão operando na camada de infra-DII, a maioria na camada de aplicação, é. Quando a gente está falando de modelo fundacional, né? A gente entra um pouco mais no. numa séria técnica, mas ainda assim, é. O nível de complexidade, assim, ele é muito mais simples do que se a gente tivesse falando com companhias lá fora, né? Que já estão. estão no camada de infra-mês, não é? Então, acho que. Tem muita oportunidade, mas ao mesmo tempo a gente olha essa oportunidade com o cautela para não fazer parte, né? dessa euforia. Acho que não. Não fazer parte de um outro ciclo como foi 21, né? De valências hiperestricadas. É óbvio, né? Existe um trem enorme, porque AI veio para mudar a vida do estudo mundo. É. mudou muito a mim em todos os sentidos muito positivamente, então acho que está todo mundo buscando capturar e materializar isso. Mas ao mesmo tempo a gente tem que entender onde vale a pena pagar esse trem enorme, né? Então a gente prefere, né, ter um pouco mais de cautela para entender onde realmente faz sentido apostar. E onde você está vendo, assim, que. Quando chega uma empresa já, né, dessa geração, aí a Inete, assim, onde você está buscando os pontos de defensabilidade do negócio, né? Porque acho que essa é a grande pergunta, né? Tudo é tão rápido. Um entra no mercado do outro, a plataforma entra no mercado da aplicação. Que. que você expulsa quando ponto de vista de defensabilidade? É que a gente sempre busca entender como que os inconvenientes daquele setor, daquele mercado tão exposicionando e com o rápido, eles conseguem se mover, para. Para. internalizar uma solução como aquela. Porque é antigamente o caminho tradicional e principalmente para a gente que olha com. Olha que. também, entrando, já pensando o momento que a gente vai sair, que a gente tem que retornar a capital, né? Então, não adianta ser só uma boa solução. A gente tem que entender isso, aquele investimento, tem liquidez. Então, a gente olha muito para. liquidez mesmo do ativo e o íonismo do ativo e facilidade, assim, do desenvolvimento através de um. de um, a gente já tá criando um framework assim no proprietário aqui internamente é pra conseguir fazer esse acesso, né? Porque acho que ainda tem um quadrante que ainda é muito incerto, né? Que a gente só vai saber com forma as novas veições, né? Forem lançadas aí dos grandes alelems. Mas o que a gente tem visto toricamente nos últimos dois meses é que rapidez não é o problema. É lançamento de novos produtos ou novos fítios. Também não é um problema. É capacidade de processamento lá tensa, não é um problema. Então isso deixa todo mundo com muito medo, né? Então acho que a gente tá sempre buscando entender isso. É uma fítio ou é de fato um produto. Se é um produto, é um produto que uma empresa, não um convente, uma empresa ali desde o mercado vai fazer sentido comprar ou vai ficar naquele. Naquele questionamento de builder bar. Então a gente faz sempre esse acesse, né? Porque acho que o grande desafio do nosso mercado, assim como no mercado para a baraco, é a saída, né? Ali Coides. Vamos envejecer a fácil, né? A saída que a gente fez. Exatamente. Boa, vamos lá. Vamo indo para o final, Gabi. Que você tá leino? Boa, eu tô leino um livro que se chama "Educated", é de uma autora que chama "Tara Westover", foi criada por uma família de mornos sem educação, ela nunca tinha ido para a escola até próximo da universidade, né? E aí ela foi, se formou, foi para a universidade Cambridge e eu comecei a ler a a prindicação de uma amiga, mas eu fiquei muito motivada porque às vezes a gente procrastina essa parte do aprendizado em si de parar e aprender uma coisa nova e tal. E essa história me inspirou muito que, assim, para você querer aprender, basta querer, né? Para você aprender, basta querer, né? Porque. Você não precisa ter as condições perfeitas, né? Então, eu decidi, e até o final do livro primeiro, porque a história é impressionante, os preenmocionante, assim. E segundo, porque tá me dando um busque nessa parte de reorganizar, repensar a forma como eu aloco, como eu tempo para aprender coisas novas. E na parte de business, eu sempre prefiro até. Eu sei que eu deveria ler mais, sobre business, mas eu sempre prefiro. Eu priorizo, pode que este. e eu tobi. É, este é um polêmico aqui, não sei se sabe, né? Não. Porque uma vez eu declarei que eu não gosto de ler livro de business, né? E eu também, eu deixo provi. E até até um IP nosso, uma vez neste podcast, falou aqui. Dívores de negócios não eram sérieux suficientes para o papel. Ele deixava só para o zonchuk. E eu to dessa, assim. E eu tenho um polêmico castela, toda a cheia de leitura, que é uma loucura, mas é recorrente, assim, muita gente vai nessa, acho que é a gente. Não tem jeito, né? Ele é bom variar os estimos também, né? Então. Super. Uma ferramenta do teu dia a dia, assim, que você não abre mão. Dia não começa assim. Puts, eu vou dizer um cambãs, assim, manda e a sana, eu pessoalmente uso manda aí, mas a minha área, uma área Excel-driven, né? Mas eu entrei, eu tento evangelizar a turma aqui, que eu venho de produto, né? Então, o pessoal vem de. do microalme, e, perafinocero, então, eu faço do Excel, né? Eu tento evangelizar aqui, e isso vale para a minha vida, pessoal e profissional, né? Eu gosto de ter a sensação que antes eu tinha no papel de riscar uma tarefa, de dar aquilo como exatamente, né? Então. Eu chego no escritório, eu abro manda e desse meus prioridades do dia, e a mesma coisa na física, na física eu uso Microsoft 2. [Risos] Bom, a vida deve ter uma frase, que você me sabia de alguém, ou inventou você, mas que você deve estar repetindo toda hora, que frase essa? Puts. Eu acho que é aquela frase que o que me trouxe, é que não é o que vai me levar de antes, eu acho que ela é sempre. ela está em luz, né? E eu acredito muito, porque a gente sempre precisa se reinventar. E eu aplico isso para o bicho lá e também, né? Eu que trouxe a gente até aqui, não é o que vai fazer a gente ganhar o jogo no que vem, então a gente precisa sentar e redesenhar tudo de novo. A única certeza que eu tenho, na minha vida, pessoal e profissional, é que nada vai ser exatamente como esse ano. Então eu tento sempre fazer exercício passar para o time também. Eu acho que essa frase não está pessoa bem a ideia. Muito bem legal. Super legal. Acabe muito obrigado pelo papo, parabéns aí por tudo, somos sócios aí presas todo mundo, ama trabalhar com você. Enfim, para todo mundo que está ouvindo a gente, muito obrigado, compartilha, deixa a like, aquelas coisas e até a próxima. Obrigada, Beniel, para eu trazer aqui que você dá um like aqui com o sol. [MÚSICA]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Gabi Lima, do BTG Pactual, conta sua trajetória desde o sonho de trabalhar com venture capital, passando por estágio nos EUA, atuação na Dr. Consulta e formação no BTG, até chegar ao Boost Lab.
  2. O Boost Lab, criado em 2018 como programa de mentoria, evoluiu para um modelo de investimento padronizado (cheque de R$ 1 milhão por 3% da empresa) e se integrou à área de capital privado do banco.
  3. O foco principal do programa é o follow-on
  4. A seleção prioriza founders com perfil alinhado à cultura do BTG (visão de dono, resiliência, capacidade de execução) e oportunidades setoriais validadas internamente.

Summary:

Gabi Lima, head do Boost Lab no BTG Pactual, compartilhou sua jornada até o venture capital. Formada em business, ela tentou ficar nos EUA, mas, sem visto, retornou ao Brasil em 2015, quando o mercado de VC era incipiente. Após um cold call com a Kaszek, que sugeriu começar em uma startup, ela atuou na Dr. Consulta, onde se apaixonou por produto. Buscando formação mais estruturada, foi para o BTG, onde trabalhou em asset management, business development e M&A da Isam, até assumir a liderança do Boost Lab em 2023.

O Boost Lab, criado em 2018 como programa de mentoria, passou por uma reformulação em 2023. Hoje, opera com um modelo padronizado de investimento: cheque de R$ 1 milhão por 3% da empresa, em rodadas de até R$ 32 milhões de valuation. O programa é agnóstico a setor e estágio, mas foca em startups com tração comprovada. A principal vantagem é o acesso ao ecossistema do BTG, incluindo mentoria de sócios, rede de contatos e possibilidade de contratos comerciais, como um recente acordo de R$ 18 milhões.

A seleção prioriza founders com perfil empreendedor alinhado à cultura do banco – visão de dono, resiliência e capacidade de execução. O grande diferencial do Boost Lab é o follow-on: das 12 investidas ativas, 3 já receberam investimentos adicionais (25%), taxa superior à média de VC generalista. O objetivo é criar um portfólio de alta qualidade, usando o capital disponível do BTG para escalar as startups mais promissoras, sempre com rigorosa diligência e comitê de investimento.

FAQs

O Boost Lab é uma marca do BTG, criada em 2018, para se conectar com startups e empreendedores de tecnologia, oferecendo mentorias e, desde 2023, investimentos padronizados.

Desde 2023, o Boost Lab opera com um cheque padrão de 1 milhão de reais por 3% da companhia, em um modelo de cohort anual focado em hiperpersonalização.

O BTG busca founders com perfil de sócio, como os do banco: visionários, que não têm medo de trabalhar duro, colocam a mão na massa e pensam em custo e receita como donos.

Usamos a estrutura interna do banco para validação técnica ágil, combinada com conhecimento setorial do portfólio de capital privado e análise do perfil do fundador.

O Follow On é o pilar principal, pois o foco é acompanhar e reinvestir nas startups do portfólio, com a mesma diligência rigorosa usada em investimentos bilionários do BTG.

Das 12 startups ativas do programa desde a mudança em 2023, três receberam Follow On, uma média de 25%, superior à média geral de VC.

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