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Flávio pede a Trump que tarifas não o derrotem na urna

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Flávio pede a Trump que tarifas não o derrotem na urna

Teksti käsittelee kahta pääaihetta: Brasilian ja Yhdysvaltojen välisiä kauppaneuvotteluja sekä Brasilian työlainsäädäntöuudistusta. Kauppaneuvotteluissa Yhdysvallat uhkaa asettaa 25 prosentin tulleja brasilialaisille tuotteille, mikäli epäoikeudenmukaisia kauppakäytäntöjä ei korjata. Flávio Bolsonaro, presidenttiehdokas, on lähettänyt kirjeen Yhdysvaltain hallitukselle väittäen, että tullit vahvistaisivat Lulan asemaa vaaleissa. Asiantuntijoiden mukaan tämä argumentti on harhaanjohtava, sillä tullit perustuvat teknisiin kauppapoliittisiin tavoitteisiin, eivät poliittisiin hyötyihin. Brasilian hallitus neuvottelee aktiivisesti tullien välttämiseksi ja on ehdottanut tuontitariffien alentamista. Toisessa osassa käsitellään työlainsäädäntöuudistusta, joka lyhentäisi työviikkoa kuudesta päivästä viiteen. Uudistus herättää huolta, koska se lisäisi palkkakustannuksia 18,2 prosenttia ja voisi johtaa oikeudellisiin ongelmiin. Asiantuntijat varoittavat, että uudistus saattaa heikentää työllisyyttä ja lisätä yritysten kustannuksia. Teksti korostaa, että molemmat aiheet ovat poliittisesti herkkiä ja niiden lopputulos riippuu neuvotteluista ja vaalituloksesta.

Transcription

6932 Words, 40410 Characters

Finnish
[Muutko] Kyllä! Se on lempeä kesänyt, kun elämän maku on kaikistamakein. Mieli kuin nuornat yttöä kaura pelolla, kun saa lihottaa. Nautilaaan! Joutaan välipalaan välissä. Ai ai ai ai, tiis on! Keloveena. Täyttä eloa. Lotoissaan nyt jassa ennätyspotti, 16 pilkku 1 miljoonaa euroa. Peli aikaa lauontaihinkälo 21.45 asti. Rahapelamisen ikärajaan 12 vuotta. Apua pelamisen hallintaan pelamaltilapistefi. Veikkaus! Buonnoiti, se on semminni Brasil. Jatko katsotaan. Katsotaan, tarifas erittäin, joten se on semminni. President Donald Trump allegou razonia, ja semminni ja politikaa. Tariftas, niin se on semminni, joten se on semminni. Trump kertaa, kun saa lihottaa, kun saa lihottaa, joten se on suhteen. Tariftas, katsotaan, joten se on semminni. Tariftas, katsotaan, joten semminni ja politikaa. Otava kertaa, että on minun muuta, jota on jatko kertaa. Pestelä on juuriin periaan, mutta se on johtaja minun muuttu. Se on johtaja, että on jatko, ja se on johtaja minua muuttu. Se on johtaja, että se on johtaja minua muuttu. Se on johtaja minua muuttu. Minulla on jatko, että se on johtaja minua muuttu. eikä hephasek asege au pian opin Приветseksi hyvHyni teachers, näissä on alopp蛙te Reedin perään Suomialsi oikealle ja #15 – maailman kereblla on semuanan 12 muiluihtuu. Ja nuclearitehal vasta, jos mitä olvat löytää? Jos kun halvain nu Com瞥스�他的ä, mitä se intiorekaalista, Sad osa, edelleen kunko valotin osa, saisia digordaa voumpa, tyhmgemme nel saisia kuntoimman 10 muil nowhereka撒bakota ja käs deeperulk 필요ohjem manufacturer rahaankind. Per semmana, ele uusi pagaa 44,7h20 minuutti, da 51,33h, per semmana, kuten impregadorpaga. Ja nyt, kun api, että he pagaa 56h per semmana. Eikä se on meneen 20h, 20h, 40h, per semmoinen, kun 20h, 40h, per semmoinen, kun 2h, 4h, 5h. Oli on NAIMA太a väällä sellaisia ja psyll niye on johtelmää maassa tietiustiillä? Tämä olleet pitää ol determinantitt charge muro gravitational forces antaa näin. T erst Testing ja --- Tämä ovat ursioittekin thinking olderasteesa electionan, mittanicivää könnten tosi permittää. Tämä oon päästä ke Speaker, ja siellä ei ensimmäisen ke Lightsi meidän ha椖 tuviden yhteisemmin hal greenhouse, yrityين he governmentsaiera, E Blendari on sylty joissa sylty, mikä enää ole, - että järjestelmän yhteiskolm happutio ihmisen elä goissa стоstymisen introduced - cosmPOista auhtaa, mikä curfрон ulti- lähden - mo你想 usein suurempia, - kaksilla omahan paljon silistä. Muutaulta, jotka hu Curtat, mitää pegista extra rotateinen. Mä tahu guarda uncomfortable, että se ei inconvenient nimi on ollut semmoista, että se ei ole katsotaan. Tämä on semmoista, että se ei ole katsotaan, - että se ei ole katsotaan, että se ei ole katsotaan, - da PEC. Nós tratamos aqui da que a produtividade não vai responder, que você vai criar um limbo jurídico, que você vai criar uma judicialização. Então, essa é mais uma consequência, mas o Congresso Nacional e o governo me parece insurdos para essas alertas. E segue-os pelo que o pastor e o Otávito estão escrevendo nessa carta, mas eu queria antes de fazer a próxima pergunta passar a palavra Daniel. O Iden, sem imprimir só um diagnóstico político, extremamente curioso como tem se comportado senado e a relação de da violculumbre com lula neste momento. Na cabeça de da violculumbre, a polícia federal é relativamente capturada pelo governo e é preciso lembrar que está investigando a mapa a previdência onde a violculumbre tem indicados e a mapa a previdência fez investimentos tremendamente duvidosos em fundos do master com dinheiro dos aposentados. Muito bem, da violculumbre já sinalizou que quero uma re aproximação com lula, não se pede, um presidente senado não pede uma audiência com o presidente da República, mas mandou sinais de que se encontrar. E até agora ele recebeu como resposta sinais também do plano de que lula não quer se encontrar com ele. Deixe essa conversa pra aliados. E aí, um instrumento ativo que da violculumbre tem pra colocar na mesa e jogar politicamente é a peque do 6 por 1, mas é o projetilê de minerais críticos, é a peque da segurança pública, que é o redata que pode atrair data centers, são cargos e indicações pra agências reguladoras, cád, agência nacional de águas, é muita coisa. E por outro lado, o governo percebe que mesmo se a peque não for votada já se transformou numa bandeira política pra as eleições de posse dele, de lula. Então ser votado no final das contas é óbvio que é muito importante, mas a bandeira política já tá colocada. O tábio, você e o professor pastore estão apontando um erro, tão cráso que a gente fica meio incrédulo. Não foram capazes de ler a estrutura jurídica da peque tal como ela tá, e aí você chega a seguinte conclusão final, estou citando, a elevação compulsória dessa magnitude, pelos cálculos que vocês fazem, somando os mecanismos que você já descreveu pro público, o tábio, levaria um aumento imposto aos empregadores de 20%, se impreseguei como está. Isso na opinião de vocês configura intervenção estatal na formação dos salários privados, portanto, é incompatível com o livro iniciativa, vai judicializar no supremo? Isso, é o problema, é que quando a gente junta matemática com jurídico, o resultado nem sempre é aquilo que a gente esperava, né? Esses mecanismos que vão gerar esse custo adicional de quase 20%, ele representa, primeiro, o custo de cerca de 9,1%, pela perda de tempo de trabalho, de 44 para 40 horas. E o segundo custo, justamente pelo acréscimo desse novo reposo ser manual remunerado, que é também de 9,1%. Então, somando os dois, a gente vai ter uma média de 18,2% por conta da arquitetura jurídica por trás da peque, porque a peque ela tem um artigo que impede qualquer redução salarial, seja nominal, o valor final do salário, seja proporcional. Então, eu não posso baixar o salário hora que o impregado recebe hoje. Então, se hoje ele recebe 10 reais por hora, para 220 horas por mês com o impregador paga, horas de trabalho, mas horas de reposo, ele com mesmo salário hora agora vai ter que aumentar para 2.400. Então, a arquitetura jurídica é quem pede, eu posso reduzir o salário hora e eu tenho lei que manda que eu pague as horas de trabalho, mas as horas de reposo. A lei 605 de 49, que fala dos reposos ser manual remunerado, que diz que cada reposo corresponde a um dia de trabalho. Com a peque, esse dia de trabalho passa a ser de 8 horas e não hoje sete horas e 20 minutos, que é média, então, aumento o valor do dia de trabalho. E eu tenho a forma de calcular o salário que está no artigo 64 da CLT, que manda apurar o salário mensal pelo valor de um dia multiplicado por 30. Então, hoje é sete, 23,3, multiplicado por 30. Agora vai ser 8 horas multiplicado por 30. E essa forma de interpretar o artigo 64 da CLT já está passificada pelo Tribunal Superior do Trabalho em dois precedentes vinculantes, de número 2 e de número 200 de 60. Então, é justiço trabalho, não tem nem como o lugar diferente. Se entra a uma ação depois da peque pedindo o pagamento desse aumento de reposo de 9.1%, os juízes não vão ter como julgar diferente. Por isso que a arquitetura jurídica encontra a arquitetura política da peque e acaba dando esse resultado que talvez não fosse esperado. Eu imagino até pela fala do ministro do trabalho, o ministro Marinho, que não era vontade inicial da peque, a vontade inicial era fazer como em 88, reduzir tempo de trabalho sem mexer em salário. Mas o que o pessoal esqueceu é que a peque não faz só redução de trabalho como eu disse, ela reduz trabalho e aumenta mais um direito trabalhista, que é mais um reposo ser mal remunerado, por isso que a remuneração cresce. Só um segundo está isso, o grande erro então está em colocar na constituição a redução da escala, não da jornada. Isso, o grande erro está mexer em escala de 6 para 1 para 5 para 2, esse é o primeiro erro. O segundo erro é dizer que esse segundo dia é também reposo ser uma nao remunerado, tem que ser pago a mais, porque se eu tivesse reduzindo escala de 6 para 1 para 5 para 2, mas o sábado, o segundo dia não fosse remunerado, eu não teria esse efeito de aumento de 9,1% do salário. Então se eu reduzir esse escala para 5 para 2 sem remuneração do segundo reposo, eu teria só o impacto da perda de tempo de trabalho à disposição. E o terceiro erro é a peca dizer expressamente que não pode reduzir salário de forma proporcional, ou seja, não posto abaixar o salário para pegar o salário hoje, que eu pago hoje para já remunerar o trabalho, mas os dois repousos, eu não posso fazer isso. Então são três pontos na peca que impedem que eu após a aprovação dessa peca, eu mantenho mesmo um salário para pagar o meu empregado 40 horas de trabalho por ser mãe de dois repousos, não vai poder fazer isso porque juridicamente isso não vai ser viável. A exclusiva interrupção é o Daniel também nos habilitina para a palavra. Fica óbvio, o Otávio, pelo que vocês descrevem, que não houve nenhuma leitura mais cuidadosa da construção da peca, que não é que o Congresso Nacional, ou mesmo o governo, não tem competência e capacidade técnica para fazer essa leitura. Sempre passa uma coisa ou outra, mas não um negócio tão grosseiro quanto isso que vocês descrevem. Eu só quero colocar aqui em que realidade que essa peca vai chegar e tudo indica que vai chegar. Hoje o Brasil viveu uma falta de mão de obra em vários setores, antigamente a gente reclamava muito ilha, e apontava muito a falta de mão de obra em setores específicos, especialmente aqueles com uma demanda mais qualificada, -sector de tecnologia, por exemplo, no Brasil de Têi, sempre foi a grande queixa. Hoje os setores de baixa qualificação estão sofrendo apagões de mão de obra, toda a construção, varejo, assim, já há uma dificuldade e o que está de alguma forma repondo essa falta de mão de obra é salário, então a economia cresça através dos salários, de não da prontividade. E segundo, diante de um quadro de uma elevação muito forte da rotatividade dos trabalhos, no caso do varejo já chega 90%, a gente já tratou desse tema aqui, mas na economia total já passa de 50%, ou seja, o quadro já é de uma situação aguda, imagina quando a peca chegar. -Daniel, oida aí a gente, hein, certo? -Complemento a taísco, esse quadro que ela descreveu também, ontem eu tive a oportunidade de conversar com o alto executivo de uma companhia aérea, que me descrevi o seguinte, o drama de você constitucionalizar, tratar todos os setores como iguais, é ignorar o caso da viação, por exemplo, que é uma falta de proirinte médium que você passa mais de metade de um dia voando, além do tempo de deslocamento da casa dos tripulantes até o aeroporto, você gasta aí praticamente um dia, eles chegam no destino, repousam, mas esse é um descanso que não conta como uma folga, isso é parte do trabalho, eles não estão ali um, dois dias e precisam tomar o mesmo caminho de volta, isso para a escala de qualquer companhia aérea pode ser matador. -Eria, agradecia ao professor Juiz e trabalho, Otávio, Calve, a participação aqui no W, obrigado, boa noite, Otávio. -Eu que agradeço, obrigado. -Daniel, a taísa, a gente continua juntos, temos dois assuntos depois do intervalo, é as negociações para o Tari Faço, Como chegam os Estados Unidos agora, a festa dos 250 anos da independência. Estamos voltando ao intervalo da Valdávio Lábrica, conosco agora na edição com os épimentas coronistas do cinema em Manaus, só se tá bem me jota com sultoria, pesquisador do inspirado, global, os épimentos obrigado por estar conosco boa noite. -Vamos a noite, o William, boa noite a todos. -E o nosso Lurival Santana, boa noite, Lurival. -Vamos a pimenta, que a primeira condensão é a colonista da cinema, -risos depois de venir. -Vamos legal, é essa gente, lembra a obrigação. -Vamos valorizar a prata da casa. -Travale do Daniel Hitler aqui. -Muito feliz, muito feliz. -Vamos lá, o Senador, pré candidato à Presidente, a Flávio Bolsonaro, enviou uma carta ao governo americano contra a imposição de novas tarifas ao Brasil. O argumento de acordo com o texto é que os benefícios eleitorais para o presidente Lula seriam grandes infunção da imposição de tarifas. -E o ministro do desenvolvimento Marcio Elias teve a quarta reunião de alto nível com um representante de comércio dos Estados Unidos, Jameson Griff, nesta quinta-feira. Um novo encontro deve acontecer antes de 15 de julho, quando uma decisão sobre supostas práticas desleais por parte do Brasil deve ser tomada pelos americanos, com ameaça de tarifas de 25% sobre parte dos produtos nas sonais. O Brasil já apresentou medidas para atender em partes as queixas dos Estados Unidos. Entre elas, a redução de tarifas de importação em setores, como máquinas, equipamentos de saúde e tecnologia da informação. Telas regras da ONC, esse benefício não pode ser exclusivo para os americanos, portanto teria que se extender a outros países. Mas as empresas dos Estados Unidos estariam entre as principais contempladas. No entanto, o PIX continua fora de negociação e é considerado "intocável". Enquanto busca avançar pela via diplomática, o presidente Lula trata a família Bolsonaro como traidora da patria e entreguista. Nesta quinta, pelas redes sociais, ele subiu o tom e disse que o Brasil não está a venda. A adversário do petista ao planalto, o senador Flávio Bolsonaro tenta se afastar dessa imagem. Em carta aos Estados Unidos, ele é alegre que manter a taxação representaria uma vitória política Lula. Na próxima terça pela manhã, Flávio participa de audiência em Washington sobre o tema. No dia anterior, será a vez de Paulo Figueiredo, seu alheado próximo, que pede a aplicação da lei Magnitz, que contra os ministros do Supremo, Alexandre de Morais e Gilmar Mendes, no lugar do Tari Faso. Para o planalto, as posturas reforçam a percepção de que a crise tem origem em uma articulação dos irmãos Bolsonaro junto ao governo Trump. Agora, a negociação comercial caminha em paralelo a disputa de narrativas, cada vez mais voltadas ao público interno de olho nas eleições de outubro. Nos bastidores, a avaliação é que o desfecho do impasse pode depender menos dos argumentos técnicos e mais do cenário político. Por isso, a quem apóstica a relação tarifária entre Brasil e Estados Unidos, só ganha contornos definitivos depois das urnas. A depender de quem sair vem cedor. Vou focar inicialmente o app em questão das negociações sobre o Tari Faso mesmo, que chances a gente tem de escapar. William, acho que a gente tem que analisar de duas formas aqui. A primeira questão dos 25% de tarifa que, de maneira geral, de respeito a esses 6 pontos chave que estão expostos desde o início da investigação e com os quais os atores principais a ir governo brasileiro, o próprio senador Bolsonaro, entre outros também, colocaram seus pontos. Acho que esse é o primeiro ponto dos 25%. Quanto a isso, os Estados Unidos já vêm galgando esse aumento tarifária não é de hoje, eles já vêm implementando esse aumento tarifário lá atrás, caíram com a IEP, saíram de uma tarifa média de 2%, atingiram 22% com emergência nacional, se vai se lembrar bem, a gente falou bastante sobre isso, depois caíu e IEPA veio um, dois, dois com a sessão, dois, dois, dois, a dez por cento. Então que os Estados Unidos que realmente a tarifa não só para o Brasil, mas para vários países, isso é uma realidade, né? Vai depender muito de como os países vão negociar com os americanos. Agora você tem o outro ponto que a lista de acessão. As Estados Unidos tem uma visão muito pragmática, muito específica sobre produtos que são essenciais para eles e que podem entrar, não só em relação ao Brasil, mas com outros países também liça a as acessão. E aí, afondamental, obviamente os setores estão trabalhando para isso, fazendo suas manifestações, vão estar lá para obviamente ter seus produtos incluídos. Então escapar esse sentido são duas coisas. Primeiro, os setores fazem um bom trabalho, estão fazendo e mostrar em pro governo americano que sobreta a chá produtos específicos, podem causar ruídos, problemas, sobretudo para a população norte-americana, esse é um ponto. Quanto aos 25% é uma negociação intergovernamental, velho? O Zepimenta, o Oriente está dizendo lá dentro da linguagem, que ele está dentro disso, aí no Paol, que está amanhã participado em isso, inclusive, ele está dizendo que a manifestação é, digamos, o que cada parte interessada vem e diz nessa audiência. Fomos manifestação que o Flávio Bolsonaro entregou essa carta dentro dessa linguagem, a carda dele em inglês. Que chance a gente tem de que ele consiga o que pretende? Acho que há uma confusão que ele faz com relação aos objetivos dessas tarifas. O objetivo dessas tarifas é mudar uma assimitria que os Estados Unidos vê em relação comercial com o Brasil, que os Estados Unidos chamam de práticas comerciais injustas, desiguais. Então, por causa das altas tarifas que o Brasil impõe e dita também de uma série de medidas antidâmpimas, série de proteções tarifárias e não tarifárias, e o que, sem as quais, os Estados Unidos poderiam exportar mais ainda do que já exportam para o Brasil. Essa é a visão americana. Essas tarifas, que estão em discussão, não têm nenhuma ligação com o fato de o presidente lula ter mais chances ou menos chances de se eleger. Não é isso que está na cabeça do USDA, que é um departamento bastante técnico do governo americana. Essas não são tarifas do Trump, essas são tarifas do USDA, a partir de uma política do Trump de um mandato do Trump para melhorar a situação comercial dos Estados Unidos para reduzir o seu déficit global. Então, mesmo que com o Brasil, ele tem as superavos, ele quer reduzir o seu déficit global, portando mais para o Brasil e para muitos outros países, independente de ter o déficit ou não. Então, tem um deslocamento do eixo gravitacional da questão, porque você reivindicar que as tarifas só vêm depois da eleição, você está trazendo um caso o ismo político, é um argumento que diz, "Face isso por mim, pessoalmente, e que tira do escopo a questão dos interesses nacionales, no caso tantos interesses nacionales americanos quanto brasileiros, como se a eleição de Flávio Bolsonaro fosse mais importante do que a relação comercial bilateral, e isso é algo, é uma distorção muito grande de conceitos e discopo, né? É isso. É muito interessante assistir essa tentativa do Flávio Bolsonaro de saí dessa história, porque ele está confessando publicamente, nessa carta, é uma confissão pública de que o tarifácio errou em pra ele, mas de que toda a propaganda, o Eduardo, blogueiro, Paulo Figueiredo, desde o ano passado, tudo que eles fizeram, todo o posicionamento deles hoje é um grande veneno que o Flávio vai ter que lidar, porque como a gente brinca o printe é o perno e a quantidade de declarações do Eduardo Bolsonaro no ano passado, dizendo, "Ah, tá vendo? Tem que tarifar mesmo, porque assim volta, e no ano passado, que aí sim foi uma tarifa com um fundamento muito mais político, né? Lourival foi uma coisa específica para o Brasil, a carta de julho exato, de alovo de julho, né? Foi um daqueles dias que a gente não esquece das histórias do Brasil, aquele era um momento em que estava muito ligado ao Bolsonaro, agora é diferente, então o Flávio tá fazendo, é criar peça de campanha pra ele mesmo, sem nenhuma efetividade, porque eu acho que no fundo eles devem entender que o governo americano não vai mais dar bola pra eles, eles [MÚSICA DE FUNDO] essa última cartada de dizer "olha mas se você insistir isso você vai estar apoiando, apoiando, lula, quem sabe lá na frente a gente vai chegar ou ouvir o Flávio Bolsonaro dizer assim eu falei para o Trump que ele apoiou lula ele resolveu apoiar o lula. Ali al. O William queria trazer um bastidor curioso aqui que demonstra é fato, é forte a gente dizer isso mas atremenda ignorância com que boa parte dos negociadores americanos tem discutido a questão comercial com o Brasil. há poucos dias as negociações estão se tratadas com imenso sigilo mas o que a gente apurou é que numa reunião com a presença do Jameson Griez que é o chefe do USDA, a reunião virtual, os brasileiros perguntaram o que vocês querem, me dêem aqui um exemplo e os americanos pediram nós queremos estar infras mais baixas para motor vehicles, veículos automotores e o Brasil perguntou bom que tipo de veículo automotor é elétrico é a combustão é utilitário é carro de passageiros é tração simples é 4 por 4 não queremos para veículos automotores se isso é o seguinte olha se a gente baixar aqui e as tarifas brasileiras são altíssimas 35% estão entre as mais altas do mundo para veículos automotores e se a gente baixar quem vai entrar aqui não é carro fabricado nos Estados Unidos quem vai entrar aqui são mais carros fabricados pela China que já tem evadido do mercado brasileiro e aí o seu chefe Donald Trump vai reclamar que nós estamos importando mais da China e não dos Estados Unidos então os Estados Unidos nessa reunião de Jameson Griez não mas podia baixar especificamente para carros americanos e isso bom para com vez de conversa regra número um da ONC você não pode fazer uma concessão para um país especificamente você baixou para um tem baixado para todos e segundo que o Brasil explicole aqui tem um sessão de salio independente se a gente ainda numa concessão rompendo com as agras da MC baixar se as tarifas só para carros americanos no dia seguinte um importador brasileiro e entrar com um pedido de liminar e provavelmente a conseguir sim estendendo essa concessão para carros de quem da China então ou existe um diálogo de surdos ou os Estados Unidos nos seus negociadores tentam aplicar para o Brasil soluções que podem funcionar em outras partes do mundo mas é um desconhecimento no fundo das regras econômicas políticas e duro judiciário com os dos seus parceiros comerciais gente está vendo quanto que a atmosfera política contamina não sei se é a palavra correta o que a gente poderia qualificar como negociações técnicas não sei zita em que você mencionou na sua primeira resposta que tão sobreventificação da 301 e sobre a respeito dos quais haverás manifestações tem coisa velha o etanol por exemplo isso é velho de 20 anos é uma discussão que nunca se encerra que continua ali mas tem coisa muito nova como as plataformas digitais é o nas quais o governo americano tem o interesse direto inclusive deológico em que medida essas negociações estão caminhando não sei se você consegue se a gente consegue separar do contexto político um difícil hoje o ele é um difícil separado contexto político a gente sabe que qualquer isso é notória nos Estados Unidos quando você teve aquela guinada né do Lula em relação a um mente popularidade por conta do discurso específico ali do soberanito do mais ano passado é você teve um aumento concreto e obviamente que isso foi reverberado nas pesquisas e chegou claro né lá e diversas partes do mundo então e onde o Trump de alguma forma apóia né e coloca algum tipo de ponto específico de atuação terminado o país ele mexe com questão ali de quem é o apor errado e dá oposição então é difícil hoje poucos meses de uma eleição dizer que qualquer coisa que vier para cá né vai de fato ou pro lado pro outro mas o ponto é o discurso narrativa vai ser utilizada tanto pela situação pela oposição acho que o mais problemático nisso tudo é o efeito para o setor produtivo para escadeias produtivas que foram construídas ao longo dos últimos 40 anos eu acho que isso é um ponto importante a ser salientado e né a respeito da questão política que está presente como você mesmo falou setores que vierem enfrentar uma tarifa né de 25% aí tem uma outra 3a o mundo também mais ampla pode chegar a mais de 30% mas vamos falar dessa especificamente vão ter problemas para exportar para os Estados Unidos e lá também os americanos consumidores americanos vão sofrer se repaste uma inflação que hoje já é forte nos estratos unidos para alguns setores né então estão falando de vários setores que a festa solúvia o madeira móveis máquinas e equipamentos enfim são cadeias que foram construídas e alimentam diariamente o setor produtivo business business que chega ao consumidor norte americano então a respeito da questão política o que é mais danoso aí para a gente que vive o comércio internacional do dia a dia são essas cadeias de alto nível que foram complementarmente construídas e que agora né podem sofrer um revés esténso foi o íbio com a informação aqui mas cedo convencer com alguns dos negociadores advogados brasileiros que estão atuando nos casos e tem uma leve expectativa de que com tantas argumentações como essa por exemplo que o jupimento acabou de trazer mas tantas outras eles consigam achar de 25 para 20% mas ainda assim 20% é uma violência contra o negócio e a comércio interior brasileiro então nós estamos falando dos argumentos que a gente leva essa investigação a estais manifestações entre os quais se a gente incluir a carta referida a carta assinada pelo flávio Bolsonaro com o timbre do do do do gabiante dele na no senado brasileiro tem qual e tenta página dessa carta em boa medida pelos anèxios que são apresentados porque afinal de conta se supõem que ele é uma parte interessada ele traz o que ele acha e justifica o que ele acha um dos anèxios mais longos se compõem apenas de declarações do lula favor da China existe uma um impenho muito grande nessa carta em provar ao governo americano que lula é um digamos eu e quase falar não vou falar palavra um agente chinês do ponto de vista do Trump que o lula se impenha apenas em favorece a China de todas as maneiras seja na guerra do irã seja facilitando investimentos chineses seja querendo tirar o dólar como é a de referência na nação dações internacionais e por aí vai que chances o tente convenceu o o é cior mas eu acho que de novo é um dos locamentos sendo foco da discussão uma fonte aqui por exemplo deve estar nos assistindo e perguntou então por que que o Brasil é a tarifa contra dos Estados Unidos para a Argentina de 10% e quanto o Brasil é de 25% hora porque o Brasil tem uma série de produtos que ele concorre com os produtos americanos e que ele protege nessa relação bilateral exemplo mais conhecido é o etanol mas existe uma série de produtos que em que aqui há uma proteção e que machuca muito mais os interesses americanos o que por exemplo acontece na gente embora ambos estejam no merco suí tem a mesma tarifa externa né então assim você tentar argumentar que que existe um aqui o uso político das tarifas contra o governo lula é uma forma de não exigir do governo brasileiro que ele negocia efetivamente né e então o governo brasileiro está tentando dar a impressão de que ele está oferecendo concessões reais mas não está endereçando alguns dos irritantes mais importantes na relação por exemplo o etanol e porque que não faz isso porque asções políticas por causa do lobby sobretudo do nordeste nesse destesetor né então e existem muitos outros exemplos na área dos insuños para a indústria do plástico enfim enfim nos próprios automóveis que o Daniel citou né então o governo brasileiro que é da impressão de que o problema é um problema político e aparentemente o flav Bolsonaro também quer trazer disparo para discussão política que bom para os setores protegidos do Brasil né nós não vamos discutir a substância dos irritantes do ponto de vista americano nas relações com o Brasil o próprio pix por exemplo não é que os Estados Unidos querem o que o Brasil deixe de ter o pix fetch o pix é uma questão de quem controla o pix porque o banco central ao mesmo tempo o controle pix e regula o mercado então eles consideram que a uma conflida interesse o véssema agência independente que cuidasse disso para ele estaria resolvida a questão mas existe uma série de confusões no debate brasileiro que favorece aqueles que a décadas e décadas se beneficiam do protecionismo e como podem se manter ineficientes porque nós somos cativos deles nós estamos somos prisioneiros dessas desses setores industriais sobretudo e de outros setores também que são protegidos Daniel eu tenho minutinho para encerrar com você O que o Lourid Volta dizendo é que o que é de substância está completamente fora do debate em função da espuma política. Agora, o governo brasileiro imediatamente fara o jogo que aconteceu hoje como oportunidades. O ponto de vista político eleitoral, bem entendido. William, a defesa da soberania é para o PT e para o governo, o motio eleitoral que foi em 2022 a defesa da democracia, sem entrar em juiz de valor, sem entrar no mérito e obviamente que a aplicação de tarifas ou qualquer posicionamento. Quando departamento de Estado manda uma carta pro Brasil, propondo um acordo para minerais cristicos, como nós no diciamo hoje, chamando o Brasil de país X ou de equador, que é o que constabe de um documento oficial, isso é imediatamente reverberado no governo brasileiro como, olha, precisamos defender aqui a soberania. Isso é óbvio que tem um fundo ali de defesa do indereço nacional, conforme a visão desenvolvimentista, petista como que é que se quer chamar, mas tem um ingrediente político de instrumentalização dessa briga e de colocação de defesa da soberania como motio da campanha de 2022, como foi defesa da democracia em 2022? Eu só estou enceiando esse segmento do programa, queria agradecer a você José Pimenta, colonista do Sino-Nemana, e sorte do IBM Jota Consultoria, e também pesquisadou-lo inspirar o global pela participação. Boa viagem para o Washington, boa noite. Obrigado, William, grande abraço a todos e até a próxima. Despeço também dos meus colegas, Daniel Ritman em Brasília, Thaí Zereia, eu acredito aqui ao meu lado, o rival continuamos juntos, a gente vai agora logo depois na sequência tratar da festa nos Estados Unidos, 250 anos de independência, a transformação em enormes de todos os setores que se possam imaginar, confira. Em todo o país, o ritmo é de finalização dos preparativos para a festa de 4 de julho. Em Washington, umas comemorações, contarão com o show pirotecnico que pode ser o maior da história, com duração de 40 minutos, e alguns americanos estão empolgados com a data. Outros enxergam momento como controverso. Aos poucos essa divisão se molda no pensamento do país, segundo pesquisa da Ipsos, 57% dos americanos sentem que estão se separando como nação frente a uma série de problemas. 40% dizem que se sentem divididos, mas que algo ainda usune. E a Casa Branca parece pesar como o fator de discordia. Trump aproveita as comemorações para imprimir a sua cara nos eventos, visando a comemoração da data, fez passaportes, banners e tentou criar uma nota de 250 dólares com o próprio retrato. Ao mesmo tempo, se vem envolvido em uma nova polêmica dessa vez sobre a sua situação financeira, o presidente lucrou mais de um bilhão de dólares no ano passado com uma meme-cóin, ativos de risco extremo que se valorizam rapidamente e logo pérdida em valor. Trump também testa barreiras constitucionais e avança contra órgãos independentes. Faron diversas tentativas de interferir em instituições como Federal Reserve e forçar mudanças no sistema eleitoral. No comércio exterior, se afastou do liberalismo pela guerra tarifária, abandonou multilateralismo e imposa a força do seu exército contra líderes e países. Organou operações militares na América Latina e ataques no rente médio, em atrito com aliados ocidentais históricos e apesar das consequências políticas econômicas. A guerra do Irã e as tarifas comerciais pressionaram a inflação e o custo de vida dos americanos. O maior mercado consumidor do mundo que redesenhou a ordem financeira pós-segunda guerra enfrenta hoje um cenário fiscal complexo, com a dívida pública que caminha lentamente para um patamar perigoso. Por maiores que sejam a divisão política e os desafios econômicos, os americanos mantém a esperança de que as ideias dos fundadores do país sigam em frente. A gente está agora, temos grandes prazer estar ao vivo com o nosso colado Washington, o remoto né, ao vivo, o vivo está sim, mas o remoto Cliforion, presente do Instituto Ipsos, remoto o lado de Washington, professor de abochos colunotexas, AM University, Clifo, sempre o grande prazer terlo aqui no programa, vocês estão fazendo uma série de levantamentos, exatamente com essa, digamos, perspectiva. Como é que as várias gerações de americanos, tão se sentindo de antes de uma data, tá certo, é uma efemédia, todo o ano tem esse universário, mas quando ele é redondo assim, chama nossa atenção, como é que eles tão se sentindo de antes de uma data, 150 anos de independência? Então, ao longo desse ano a gente na Ipsos, a gente fez uma série de bisquisas pra entender menos a política atual, o cenário atual, entender muito mais o que os americanos acham sobre a América, sobre ser o americano assim, então, raiuchismo é melhor assim, e eu faria o seguinte, por um lado, há muito consenso, ou seja, mesmo enfrentando um cenário político difícil, dividido nesse momento, complicado com o executivo que tá defiando, sabe, instruções em nomas assim, os americanos têm muito comum a respeito de o que eles acham sobre seus nios, então, você pega, por exemplo, o sonho americano, que o grande sistema de criança que organiza nossa país, que significa o quê? Que meus filhos vão ter uma vida melhor do que eu, essa é o grande esperança americana de várias gerações, de várias séculos assim, o que a gente acha nas pesquisas é que essa valor, essa criança tá enraizada, mas há dessa fio a isso, ou seja, você tem diferenças entre as gerações a respeito do contrato social, ou seja, sim, o sonho americano potente, mas como eu vou chegar lá, o jovem sendo mais críticos do que os mais velhos, acreditando nos símbolos principais, tipo George Washington, nosso primeiro presidente, ou Abraham Lincoln, nosso presidente da guerra civil, grande maioria dos americanos enxergam potentes dessa figura, os mais velhos até mais eu jovens menos, ou seja, a consenso, para um lado, sobre o que os telos nios é, obviamente há críticas assim, mas também há diferenças entre as gerações onde nós temos americanos mais jovens, realmente dovidando sobre aqueles símbolos principais de nossa país. Doi, bom. Eu acho que, eu não acredito que sempre os americanos tiveram de acordo, que Estados Unidos era um, também, uma ideia, não só um país, mas uma ideia, uma mensagem muito relacionado com a independência americana, a constituição americana, a defesa da democracia, e havia consenso a respeito disso, e as divisões entre os americanos era mais a respeito de como lidar com a economia, deveria ter mais a atuação do Estado, menos a atuação do Estado, aquelas discussões clássicas a respeito do papel do Estado. Mas eu acho que existe uma novidade, existem discordâncias profundas a respeito da própria democracia, do funcionamento da democracia, do papel do presidente, dos freios e contrapesos, que chamam de Jackson, balances, e com relação à imprensa, a justiça, a alcongresso, acho que hoje existem tantas divisões e tão profundas entre os americanos, que a ideia de um bem comum, de um projeto comum, de nação, e de uma mensagem comum está muito infraquecida. E tem dois respeito contra aditórios, eu queria ver se você consegue nos ajudar a navegar contra aditórios e relação aos achados dos levantamentos que vocês fizeram. Eu estou consultando aqui o próprio levantamento que vocês fizeram, reiterando o que você disse na sua primeira resposta, como um todo, as várias gerações de americanos, neste momento, nos anos 50 anos, a independência deles, estão de acordo sobre o que seriam os ideais e os princípios do que seja ser um americano. Eu sei se vocês constatar. Porém, é outra conclusão que estou tirando do trabalho de vocês, conclusão que vocês, mesmo estão levando ao público, é o seguinte. As gerações mais novas, elas já não consideram tão importante para a identidade delas, que seria americanos? O que isso significa? Essa. Eu concordo, eu acho que essa é uma conclusão de nossos trabalhos assim. Então, o objetivo você ter condicência sobre o objetivo. Vamos dizer, é um objetivo em um país onde você tem cada vez mais oportunidade, assim, seus filhos vão ser melhor do que você. Todos os americanos grande parte dos americanos concordam essa tipo de valor, essa tipo de objetivo. Mas onde a descodância é de como você chegar lá, a que ponto de nós estamos chegando lá? Muitas divisões assim, na respeito disso. E finalmente, essa é um grande clivagem que nós estamos venhando. A identidade americana é diferente entre os mais velhos e os mais jovens. Nem eu falho de o seguinte, a identidade americana entre os mais velhos é mais distrito, é mais definido, tem mais haver com as que ele valor isso, americanos, sabe, o tipo. O liberdade de justiça, a duma crescia assim, a identidade entre os mais jovens, mais defusa, tem mais haver com diversidade. Então, assim, de novo, eu falei inicialmente, essa é um dos desafios, mas tem vários desafios contra, mais um dos desafios, a respeito do contrato social. Sim, a gente concorda sobre o objetivo. Mas como a gente chega lá, é quem nós somos de fato. Assim, nós estamos muito descodantes nesse momento, é a gente pode ver isso nas pesquisas que a gente fez. E, ao longo de dos anos, a analisando política americana, a gente consegue ver isso na prática. O legal deixa puxar um pouquinho mais pro lado histórico político. O significado significado da revolução americana é essa, que se como é moral agora, a independência é essa, que se como é moral agora, os de 150 anos, era a ideia da resistência absolutista. E, de uma república, governada. Por isso que começa a constituição com essa frase tão linda, "We de people", e é o poder do povo. Agora nós temos um fenômeno político americano, que é a presidência imperial, que provavelmente teria. O lef está fazendo uns pessoas que fundou Estados Unidos uns uns uns quantos anos atrás, e da Montenegro volta às nocaixão. O que isso está, nesses dos anos de 50 anos? Acho que isso já ouve, né, ao longo da história americana, essa tensão, outros momentos de tensão, entre a respeito dos fundãs, dos poderes presidenciais, e com a corte suprema, várias vezes, tolhando esses poderes, trazendo de volta o escopo que os pais fundadores desejaram. Mas agora você tem uma corte suprema, cuja composição, sendo 6, dos nove, seis conservadores, e desses seis três, nomeados pelo Trump, que aceitam a tese do Trump de ampliar significativamente o poder presidencial, de demitir, de agir, sem constar o Congresso, sem por diante, de demitir funcionários públicos, de agências independentes, assim por diante. Então, nesse momento, esse grande questionamento, lá, realmente os Estados Unidos serão capazes de manter os pires do Constitucional americana, no que diz respeito a a todos os pessoas serem iguais perante a lei, incluindo o presidente. O último, tem um minutinho ainda, Clif, é outra coisa que me chamou a atenção nos achados de vocês. Quando vocês concluem, que uma boa parte dos adultos americanos não acredita que os jovens vão conseguir chegar o mesmo padrão de vida que eles atingiram. Essa é crucial, é problemático, essa vai para a questão do sonho americano. O conceito do sol, sempre é um conceito passeado em abundância, sabe, em crescimento, da oportunidade para todos, para levar para cima os mais pobres, os mais modernizados assim, assim nós estamos a ser dessa filha. Eu até falaria que essa dessa filha é uma questão de oportunidade, da falta de abundância, da deseuidade, talvez seja um desafio maior, que sabe a questão institucional entre o executivo os outros ramos do governo. Então é um desafio grande, é um problema em quem parecem todos os pesquisas, que a gente faz sobre essa questão. Clif Orion, presidente do Instituto Ipsons, e professor de abojo de escuro, a Texas IEM University, Clif, muito obrigado pela participação aqui, remota, desde o Ocho, estou ao mundo da Abel, boa noite. Boa noite. Vambem, Clif, muito obrigado, boa noite. Antes de eu me despedir, por favor, visite a nossa página do Dael W, no site da CNN, tem muito mais material esperando vocês lá. Agora, assim, a gente está indo. Fica por aqui, obrigado, boa noite. [Música] Olhem Shannon Maldonado, Cäs intehtia artesã, nituoteita, myv, eiauia, lajaca, opam, perusta. Validzion Shopify, koska alusto e a testa testa, ni totesim, sen, ehdottomasti, ihdexi, helpo, e a gente está indo, assim, dehadoxi, após a gente, e a gente está indo, assim, dehadoxi, e a gente está indo, assim, dehadoxi, e a gente está indo, assim, dehadoxi,

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Tekstissä käsitellään Brasilian ja Yhdysvaltojen välisiä kauppaneuvotteluja ja mahdollisia tulleja. - Flávio Bolsonaro on lähettänyt kirjeen Yhdysvaltain hallitukselle varoittaen, että tullit hyödyttäisivät presidentti Lulaa poliittisesti. - Brasilian hallitus neuvottelee tullien välttämiseksi ja on ehdottanut tuontitariffien alentamista tietyillä aloilla. - Asiantuntijat kritisoivat Bolsonaron kirjettä, koska tullit eivät liity Lulan vaalimenestykseen vaan Yhdysvaltain kauppapoliittisiin tavoitteisiin. - Tekstissä käsitellään myös Brasilian työlainsäädäntöuudistusta (PEC), joka lyhentäisi työviikkoa 44 tunnista 40 tuntiin ja lisäisi palkkakustannuksia.

Summary:

Teksti käsittelee kahta pääaihetta: Brasilian ja Yhdysvaltojen välisiä kauppaneuvotteluja sekä Brasilian työlainsäädäntöuudistusta. Kauppaneuvotteluissa Yhdysvallat uhkaa asettaa 25 prosentin tulleja brasilialaisille tuotteille, mikäli epäoikeudenmukaisia kauppakäytäntöjä ei korjata. Flávio Bolsonaro, presidenttiehdokas, on lähettänyt kirjeen Yhdysvaltain hallitukselle väittäen, että tullit vahvistaisivat Lulan asemaa vaaleissa.

Asiantuntijoiden mukaan tämä argumentti on harhaanjohtava, sillä tullit perustuvat teknisiin kauppapoliittisiin tavoitteisiin, eivät poliittisiin hyötyihin. Brasilian hallitus neuvottelee aktiivisesti tullien välttämiseksi ja on ehdottanut tuontitariffien alentamista. Toisessa osassa käsitellään työlainsäädäntöuudistusta, joka lyhentäisi työviikkoa kuudesta päivästä viiteen.

Uudistus herättää huolta, koska se lisäisi palkkakustannuksia 18,2 prosenttia ja voisi johtaa oikeudellisiin ongelmiin. Asiantuntijat varoittavat, että uudistus saattaa heikentää työllisyyttä ja lisätä yritysten kustannuksia. Teksti korostaa, että molemmat aiheet ovat poliittisesti herkkiä ja niiden lopputulos riippuu neuvotteluista ja vaalituloksesta.

FAQs

Ennätyspotti on 16,1 miljoonaa euroa. Peliaikaa on lauantaihin klo 21.45 asti.

Rahapelaamisen ikäraja on 12 vuotta.

Apua saa osoitteesta pelamaltilapistefi.

PEC 6×1 ehdottaa työviikon lyhentämistä kuudesta viiteen päivään, mikä lisää työnantajien kustannuksia noin 18,2 %.

Koska se estää palkan alentamisen ja lisää yhden palkallisen lepopäivän, jolloin työtunnit vähenevät mutta palkka pysyy samana.

Yhdysvallat uhkaa 25 %:n tariffeja brasilialaisille tuotteille, koska ne pitävät Brasilian kauppakäytäntöjä epäreiluina.

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