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Flávio e Lula miram abstenções; Senado discute fim da escala 6x1; Rússia descarta peste

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Flávio e Lula miram abstenções; Senado discute fim da escala 6x1; Rússia descarta peste

O Panorama CBN desta terça-feira, 6 de outubro de 2026, destaca as articulações para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, que miram os mais de 33 milhões de brasileiros que não votaram no primeiro turno. Flávio busca alianças com Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Michel Temer e Tarcísio de Freitas, enquanto Lula foca em reconquistar o eleitor ausente e mudou sua posição sobre debates. O coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho, se reunirá com o presidente do STF, Edson Fachin, para discutir suposta interferência da corte no processo eleitoral. No Senado, a PEC que acaba com a escala 6x1 começa a ser discutida, mas a votação é incerta devido à ofensiva de setores empresariais e ao desgaste eleitoral do governo. O mercado financeiro reagiu positivamente ao favoritismo de Flávio, com a Bolsa superando 206 mil pontos e o dólar recuando 4,12%. A crise no STF é apontada como causa da derrota de Lula e do avanço da direita no Congresso. Um brasileiro foi preso em Miami após se disfarçar de agente do ICE para intimidar eleitores. No cenário internacional, a Rússia descarta risco de peste após morte de pesquisadora na Sibéria, e a Ucrânia sofre ataques a centros de dados. O futebol destaca a despedida de Messi da seleção argentina.

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3451 Words, 20518 Characters

Portuguese
Speaker 1Em destaque no Panorama CBN. Para o segundo turno, Flávio Bolsonaro e Lula miram 33 milhões de brasileiros que não votaram no primeiro. Com o STF na mira, coordenador de Flávio se reunirá com o presidente da corte. Vinda a escala 6x1, Senado começa hoje a discutir a PEC, mas votação é incerta. Brasileiro é preso nos Estados Unidos após usar roupa do ICE durante votação. Rússia descarta PEC após morte de pesquisadora e diz que está sob controle. Hoje é terça-feira, 6 de outubro de 2026. Oi, oi, tudo bem? Eu sou Bianca Santos e esse é o Panorama CBN da manhã. Eu te conto em menos de meia hora o que de mais importante acontece no Brasil e no mundo. Vamos juntos. Os candidatos Flávio Bolsonaro e Lula começam as articulações para tentar conquistar os votos de quem optou por outros nomes ou deixou de ir às urnas no primeiro turno. Hoje, Flávio vai à Goiânia selar o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado, que recebeu 2,6 milhões de votos no domingo como candidato à presidência. Aliados do candidato do PL já ventilam a entrega de um eventual Ministério da Segurança Pública, para Caiado, pauta central da campanha do ex-governador ao Planalto. E o ex-candidato do Novo, Romeu Zema, também declarou apoio a Flávio Bolsonaro.
Speaker 2Temos uma grande batalha agora, dia 25. Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro.
Speaker 1Flávio Bolsonaro dedicou a segunda-feira a reuniões internas. Para desenhar alianças para o segundo turno e definir os roteiros das primeiras viagens. E no fim da tarde, ele recebeu também o apoio formal do ex-presidente da República, Michel Temer. Bom, à noite, Flávio se reuniu em Brasília com o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que aposta no desgaste do PT para que a vitória do aliado seja confirmada.
Speaker 3O PT não tem mais nada para apresentar. O PT não vai tirar um coelho da cartola em três semanas. Se o pessoal falar, o segundo turno é muito tempo. Foram quatro anos e as pessoas estão sem esperança. A questão Supremo tomou conta das eleições também. E as pessoas associam essa crise institucional do Supremo ao PT, que se valeu muito do Supremo ao longo desse período. Então, a crise do Supremo tragou o PT junto.
Speaker 1O coordenador-geral da campanha do PL, o senador Rogério Marinho, falou sobre as articulações agora para a segunda rodada.
Speaker 4Nós sabemos que não há nada a ganho ainda. Nós estamos confiantes, como estávamos no primeiro turno. Mas entendendo que é necessário agora atrair aqueles que não votaram em nós no primeiro turno. Nós estamos convidando esses governadores também para conversar aqui com o Flávio. A campanha para nós vai começar na sexta-feira. Então, esse período que antecede o início da campanha vai ser justamente utilizado para isso, para conversar com os nossos aliados e com aqueles que estão vindo. E todos são bem-vindos.
Speaker 1O candidato à reeleição, Lula, do PT, está focando a estratégia. Votou que deixou de votar no domingo mesmo. Até porque agora não tem chance de aliança com os principais candidatos perdedores. O índice de abstenção no primeiro turno atingiu a marca de mais de 33 milhões de brasileiros. Isso equivale a 21% do eleitorado apto a votar. É o maior patamar em quase 30 anos. Bom, Lula, depois de voltar à Brasília e reunir a coordenação no Palácio da Alvorada, realizou um encontro ampliado com candidatos eleitos e derrotados num hotel da cidade, para reorganizar os comitês regionais e para recuperar os votos perdidos em relação a 2022. No discurso, Lula disse que a prioridade nas próximas três semanas vai ser reconquistar o eleitor ausente para viabilizar a virada na eleição.
Speaker 5O que nós temos é que tentar convencer por que 30 milhões de seres humanos não foram votar. Possivelmente tem uma causa, desinteresse. A responsabilidade é nossa. É devolvê-la. É devolver o interesse para ele de participar do processo eleitoral. Nós temos que procurar o que nós não fizemos corretamente, que a gente agora tem que fazer. E em 20 dias temos que fazer mais rápido e mais bem feito. Esse é o desafio.
Speaker 1E Lula mudou a posição sobre debates. Diz que agora vai.
Speaker 5Eu agora sim. Agora é importante ter debate na televisão. Porque agora é tete a tete. Agora é um contra um. É cada um poder disputar. Olha o que eu faço.
Speaker 1Em entrevista à Globo News, o coordenador da campanha de Lula, Edinho Silva, admitiu que é preciso melhorar a comunicação com os eleitores.
Speaker 6A questão não é mudar nomes. A questão é mudar linha, mudar enfoque, mudar a forma de dialogar com o povo brasileiro, que é outra campanha. Nós sabemos que o Brasil tem problemas, nós sabemos que o governo presidente Lula, por mais que tenha feito, nós ainda precisamos fazer muito mais. Nós precisamos continuar. Nós precisamos continuar fortalecendo a renda das famílias. Nós temos que apresentar, no meio de uma mudança da legislação que o presidente Lula está lutando no Congresso Nacional para se efetivar, apresentar ao Brasil uma política de segurança pública que seja efetiva, que reestruture a segurança pública no Brasil. Nós queremos conversar com o povo brasileiro sobre o futuro.
Speaker 1Bom, e como você vem acompanhando aqui no Panorama, nas duas edições de ontem, a gente falou sobre isso, o mercado financeiro reagiu positivamente ao favoritismo de Flávio Bolsonaro no segundo turno e ao avanço da direita no Congresso, embora Flávio Bolsonaro não tenha explicado até agora como que vai cortar gastos. Bom, mesmo assim, um dia depois da votação, a Bolsa Brasileira fechou pela primeira vez na história acima dos 206 mil pontos. E a moeda americana encerrou o dia na maior desvalorização diária dos últimos oito anos, em recuo de 4,12%, cotada a R$ 5,00. A dúvida é se o movimento vai se sustentar. É o que diz o gestor de renda variável e investimentos da Rio Bravo, Rodrigo Bozzelli.
Speaker 7Afirmar o que vai acontecer daqui para frente é muito difícil. Primeiro de tudo, daqui três semanas, você ainda tem o segundo turno, né? Apesar de o candidato à oposição se mostrar teoricamente favorito, isso não acabou ainda, né? Depois, caso ele seja eleito, tem que haver uma definição. Tem que ter uma definição de quem é a equipe econômica, qual que é o plano, né? Para atacar essas questões fiscais, né?
Speaker 1O que os analistas explicam é que a ideia do mercado é que o gasto público menor reduz a pressão sobre juros e inflação. E isso favoreceria principalmente as ações voltadas ao consumo doméstico e sensíveis ao crédito. A oposição no Senado vai tentar adiar a discussão sobre a PEC, que acaba com a escala de trabalho seis por um. Mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve o texto na pauta, hoje, mesmo depois do resultado da eleição, que representou um avanço da direita. Setores empresariais do comércio, da indústria e dos serviços deflagraram uma ofensiva de bastidores para incentivar parlamentares a esvaziarem as sessões, impedindo o quórum de 49 votos exigido para mudanças constitucionais. A tramitação da pauta prioritária, do Planalto, entra agora em meio à vitória expressiva da direita no Congresso, com a liderança de Flávio Bolsonaro no primeiro turno e a expansão da bancada do PL no Senado para 28 congressistas a partir de 2027. O líder do PL na Casa, Carlos Portinho, que foi reeleito no Rio de Janeiro, avaliou que o governo vai enfrentar dificuldades para assegurar presença em plenário após o desgaste eleitoral de domingo. E o cenário não afeta só o projeto pelo fim da escala 6x1, não. Afeta também diretamente a disputa pela presidência do Senado em fevereiro do ano que vem, isolando Alcolumbre e fortalecendo o senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio, como eu disse, e defensor de um modelo de trabalho flexível pago por hora trabalhada. E o Rogério Marinho, coordenador da campanha do Flávio, vai se reunir hoje com o presidente do STF, ministro Edson Fachin. O senador adiantou que vai discutir o que ele chamou de interferência da corte no processo eleitoral.
Speaker 4A questão que está acontecendo aí com essa interferência, que na nossa opinião é indevida, é com a justiça especializada. Você tem um STF onde você inventou agora um corredor geral do tribunal eleitoral. Então, é para conversar com o Fachin e colocar nossas preocupações.
Speaker 1Bom, a verdade é que a crise no STF, é apontada como uma das causas da derrota de Lula para Flávio no primeiro turno e do avanço da direita no Congresso. Então, quanto mais alimentar essa crise para o PL, é melhor, né? Porque eles tiveram como pauta um impeachment de ministros do STF, como uma das pautas prioritárias, e conseguiram eleger 19 senadores. Terão um terço das cadeiras da casa a partir do ano que vem. Número suficiente para explicar muitas coisas. Bom, o presidente Lula disse que a candidatura dele carrega o peso gaste gerado pelas denúncias contra integrantes do STF, no caso, Banco Master. Ele falou também que a proximidade institucional com a corte prejudicou a imagem dele perante o eleitorado e defendeu uma reforma no judiciário.
Speaker 5Estamos carregando nas costas uma coisa muito grave, que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte Brasileira depois dessa denúncia. É por isso que eu tenho falado que eu fui da primeira reforma do Poder Judiciário e não deu o resultado que a gente queria, porque o corporatismo tomou conta dos conselhos. Mas nós precisamos fazer outra reforma. E precisamos definir qual é o papel da sociedade nessa reforma. Nós precisamos definir concretamente como é que a gente vai escolher o ministro da Suprema Corte. Acho que está na hora da sociedade discutir isso. Porque é verdade. É verdade que ninguém está acima da lei e nem o ministro da Suprema Corte.
Speaker 1Vamos acompanhar agora como é que vai ser o comportamento dos candidatos, dos dois, em relação ao STF nessa campanha para o segundo turno. E o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cássio Nunes Marques, pretende levar a julgamento depois do segundo turno o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O magistrado, relator da matéria, avalia a concessão de uma liminar para revogar a prisão domiciliar do ex-presidente. O ministro relatou a interlocutores que o processo já se encontra pronto para a pauta, mas optou por não liberá-lo antes do pleito para afastar acusações de interferência direta na disputa eleitoral. Nos bastidores do tribunal, Cássio Nunes Marques tem expressado convicção de que houve excessos na instrução da ação penal sobre a trama golpista. O ministro acredita que os fundamentos do voto dele têm potencial para suscitar uma forte repercussão nacional ao confrontar a validade do rito processual à presidência do governo. O ministro acredita que os fundamentos do voto dele têm potencial para suscitar uma forte repercussão nacional ao confrontar a validade do governo. O pleito de anulação da condenação de Bolsonaro, no entanto, já conta com oposição formal da Procuradoria-Geral da República, além da resistência dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Carmen Lúcia, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, que sustentam a inexistência de fatos novos indispensáveis para uma revisão. Por outro lado, os ministros André Mendonça e Luiz Fux tendem a acompanhar a revisão proposta pelo relator, deixando o desfecho dependente das posições de Dias Toffoli e do presidente da corte, Edson Fachin. Lembrando que uma das principais promessas do candidato Flávio Bolsonaro é indultar o pai, anichear e também todos os condenados pela trama golpista. Ontem, a defesa de Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes do STF, a autorização para que o ex-presidente possa receber a visita do filho na prisão domiciliar. Os advogados disseram que o encontro seria de caráter exclusivamente familiar. As restrições de visitas impostas a Bolsonaro por descumprimento de medidas cautelares vencem no próximo dia 11, mas os advogados pedem a liberação antecipada após o resultado do primeiro turno. Seguimos falando de eleição ainda, agora no Rio de Janeiro. Que vive um grande embrólio, né? A Procuradoria-Geral Eleitoral tem até amanhã para se manifestar sobre a decisão de Antony Garotinho de desistir do recurso para manter a candidatura válida. O prazo foi dado pelo ministro Floriano de Azevedo Marques, que é o relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral. Depois de receber pouco mais de 3% dos votos, o ex-governador abriu mão da disputa nas urnas e criticou os eleitores.
Speaker 8Em função do resultado manifesto pela população nas urnas, não me resta outra opção jurídica a não ser desistir de forma livre do recurso ordinário eleitoral, deixando para o povo do nosso estado arcar com a consequência da escolha que eles fizeram.
Speaker 1Acontece que a desistência de Garotinho pode confirmar a vitória do candidato Douglas Ruas, do PL, e o ex-prefeito Eduardo Paes, que está na outra ponta, defendeu a manutenção do segundo turno, acusando o Garotinho de atuar como candidato laranja do Douglas Ruas.
Speaker 9Demorou, mas hoje finalmente está todo mundo sabendo do escândalo que eu estou alertando desde o início da campanha. A armação do Garotinho com o Douglas Ruas para o candidato PL vencer a eleição no tapetão. A minha campanha, gente, desde o começo, denunciou que o Garotinho era um candidato laranja. A gente foi para a justiça. A justiça disse que ele não podia ir para a UNA por causa dos crimes e condenações e que o único objetivo dele era tumultuar a eleição. Mas a justiça deixou ele livre, inclusive para ir nos debates. A gente está presenciando uma agressão sem precedência à democracia, um jogo ensaiado.
Speaker 1Como se não bastassem todas as polêmicas, todas as crises que o Rio vive. Ficou até um tempo sem governador, agora tem um governador interino, né? Agora ainda mais essa. E o Jornal Globo traz uma análise hoje que diz que as redes sociais estão impulsionando uma mudança de geração na política. E tão mesmo. A reportagem mostra que políticos cada vez mais jovens, tanto da esquerda quanto da direita, estão ganhando espaço e conquistando muitos votos nas eleições para a Câmara. Um dos principais exemplos é Nicolas Ferreira, do PL de Minas Gerais. Ele teve cerca de 3 milhões e 100 mil votos. Em São Paulo, Lucas Pavanato, também do PL. O PL passou dos 3 milhões. Os dois tiveram uma votação maior do que a de Eduardo Bolsonaro, em 2018, que até então tinha o recorde. A reportagem do Globo também destaca a Ana Elisa, do PT de Minas Gerais. Ela tem 21 anos e se tornou a mulher mais jovem a conquistar uma cadeira na Câmara. Ela ganhou notoriedade nas redes sociais ao publicar vídeos em que critica e cobra políticos, além de explicar temas da política brasileira, de forma simples, para os internautas. Ontem, ela fez até uma avaliação sobre a esquerda, dizendo que é preciso ocupar mais espaço na internet. Nas urnas, a Ana Elisa foi a segunda candidata mais votada do Estado de Minas, atrás só do Nicolas Ferreira. As redes sociais tiveram, como eu falei, um importante papel nesses resultados. Os candidatos mais jovens usam a internet para se aproximar dos eleitores e também para defender pautas e discursos. Na esquerda, ainda, nomes como Erika Hilton, Samia Bonfim e Jones Manuel tiveram votações expressivas. E outro destaque é o Alvinho Lira, de 20 anos, filho do Arthur Lira, que foi o mais votado em Alagoas e será o deputado mais jovem da história da Câmara. A reportagem do Estadão destaca as reações de líderes mundiais, como Donald Trump. Os candidatos mais jovens usam a internet para se aproximar dos eleitores mais jovens do Estado de Minas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, também se manifestou rapidamente, parabenizando Flávio pelo desempenho, chamou o senador de amigo e disse que está ansioso para restabelecer a extraordinária amizade diplomática entre Israel e Brasil. Na América Latina, como eu falei, Javier Millen na Argentina celebrou o avanço da direita com muito entusiasmo. Lula terminou o primeiro turno da eleição presidencial na liderança entre os brasileiros que vivem no exterior. Flávio ficou em segundo lugar. Ao todo, o petista venceu em 64 países, enquanto o senador liderou em 36. Houve empate em um território. Essa daqui também chama atenção. Um brasileiro de 46 anos foi preso após aparecer disfarçado de agente do Serviço de Imigração dos Estados Unidos num local de votação das eleições brasileiras em Miami, na Flórida. Segundo o relatório policial, Danilo Silva votou usando uma camisa da seleção e aí depois trocou de roupa no próprio carro para usar a fantasia de agente do ICE. Ele passou a abordar eleitores com a intenção de causar medo. A emissora NBC registrou o momento da prisão em flagrante. Na abordagem, Danilo ficou exaltado e ameaçou um dos investigadores. Depois, ele tentou subornar os agentes para ser liberado. O brasileiro foi acusado de intimidação de eleitores, tentativa de subornar, suborno, uso ilegal de insígnias das forças de segurança e conduta desordeira. Vamos dar uma passadinha rápida na previsão do tempo? Mudando completamente de assunto, né? Porque a atuação de um cavado atmosférico bastante pronunciado, aliada à elevação da umidade e à instabilidade da atmosfera, favorece a formação de áreas de chuva de moderada a forte intensidade e até temporais no centro-sul do país hoje. Segundo dados da Climatempo, o cenário traz riscos de raios, granizo, chuva volumosa e rajadas de vento em trechos das regiões sul, sudeste e centro-oeste, afetando especialmente áreas do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. Noticiário Internacional em destaque. Autoridades russas tentaram reduzir, após a morte de uma funcionária de um instituto especializado no combate à peste na Sibéria. Segundo o governo, exames feitos após o falecimento não detectaram sinais da doença e a situação está sob controle. Daria Shipilova, de 28 anos, era técnica de um laboratório do Instituto de Combate à Peste de Irkutsk. A morte causou preocupação depois que um veículo de comunicação informou que ela poderia ter contraído a doença. Após a quebra de um tubo de ensaio. Uma comissão de especialistas, no entanto, concluiu que a causa da morte foi uma pneumonia de etiologia indeterminada. A agência sanitária russa informou também que não foi detectado nenhum micro-organismo relacionado à atividade profissional da jovem em suas amostras biológicas. O governador falou que a situação sanitária na região é estável e que nenhum outro funcionário do Instituto de Combate à Peste de Irkutsk procurou atendimento médico desde que a morte veio a público. Essa história repercutiu até aqui no Brasil, né? Até porque depois da pandemia a gente fica assustado com qualquer coisa. Sobre a guerra no leste europeu, a Rússia atingiu centros de dados em várias grandes cidades da Ucrânia durante ataques realizados na madrugada desta terça-feira. As informações iniciais foram divulgadas. Isso aqui era o que tinha até o momento em que eu gravava o podcast. E o Nepal encerrou as operações de busca e resgate dos desaparecidos após aquela devastadora avalanche de lama que atingiu a fronteira do país com o Tibete, na China. Foi em agosto. De acordo com as autoridades, o governo está avaliando como declarar legalmente as pessoas desaparecidas como mortas para permitir que as famílias concluam trâmites relacionados a seguros, bancos e outras formalidades legais. Pelo menos, se não for possível, não é possível. Então, o que a gente está fazendo? 5.285 pessoas não foram encontradas após a tragédia. Tem noção disso? Mais de 5 mil pessoas desaparecidas que não foram localizadas. E são mais de 1.400 mortes confirmadas até o momento. Agora o futebol. O atacante Lionel Messi se despede hoje da seleção argentina. Aos 39 anos, o Camisa 10 enfrenta o Benin no Monumental de Nunes, em Buenos Aires, a partir das 8 da noite, hora de Brasília. Messi, que é o maior artilheiro da história da Argentina, acumula 125 gols, além de deter o recorde absoluto de participações em Copas do Mundo. E em mais de duas décadas, o craque conquistou a Copa do Mundo de 2022, as Copas América de 2021 e 2024 e a Finalíssima de 2022. Com a partida desta noite, o Camisa 10 enfrenta o Benin, o Messi vai completar 208 jogos pela Argentina. E assim a gente encerra o Panorama CBN da manhã de hoje. Lembrando que tem o Panorama da Noite também, com Leandro Gouveia. Não se esqueça, são duas edições para você ficar por dentro de tudo o que acontece no Brasil e no mundo. Comigo aqui se despede de você, Laerte Afonso, nosso DJ. E também nossa editora Edmilson Fernandes. Um beijo grande, obrigada pela companhia até aqui e até amanhã.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Flávio Bolsonaro e Lula iniciam articulações para conquistar os mais de 33 milhões de eleitores que não votaram no primeiro turno.
  2. Flávio recebe apoio de Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Michel Temer e Tarcísio de Freitas, enquanto Lula foca em reconquistar eleitores ausentes.
  3. O coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho, se reúne com o presidente do STF, Edson Fachin, para discutir suposta interferência da corte no processo eleitoral.
  4. O Senado começa a discutir a PEC que acaba com a escala 6x1, mas a votação é incerta devido à ofensiva de setores empresariais e ao desgaste eleitoral do governo.
  5. O mercado financeiro reagiu positivamente ao favoritismo de Flávio, com a Bolsa superando 206 mil pontos e o dólar recuando 4,12%, cotado a R$ 5,00.
  6. A crise no STF é apontada como causa da derrota de Lula e do avanço da direita no Congresso, com o PL elegendo 19 senadores.
  7. Um brasileiro foi preso em Miami após se disfarçar de agente do ICE para intimidar eleitores durante a votação.
  8. A Rússia descarta risco de peste após morte de pesquisadora na Sibéria, e a Ucrânia sofre ataques a centros de dados.

Summary:

O Panorama CBN desta terça-feira, 6 de outubro de 2026, destaca as articulações para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, que miram os mais de 33 milhões de brasileiros que não votaram no primeiro turno. Flávio busca alianças com Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Michel Temer e Tarcísio de Freitas, enquanto Lula foca em reconquistar o eleitor ausente e mudou sua posição sobre debates. O coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho, se reunirá com o presidente do STF, Edson Fachin, para discutir suposta interferência da corte no processo eleitoral.

No Senado, a PEC que acaba com a escala 6x1 começa a ser discutida, mas a votação é incerta devido à ofensiva de setores empresariais e ao desgaste eleitoral do governo. O mercado financeiro reagiu positivamente ao favoritismo de Flávio, com a Bolsa superando 206 mil pontos e o dólar recuando 4,12%. A crise no STF é apontada como causa da derrota de Lula e do avanço da direita no Congresso.

Um brasileiro foi preso em Miami após se disfarçar de agente do ICE para intimidar eleitores. No cenário internacional, a Rússia descarta risco de peste após morte de pesquisadora na Sibéria, e a Ucrânia sofre ataques a centros de dados. O futebol destaca a despedida de Messi da seleção argentina.

FAQs

Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno. Ambos miram os 33 milhões de brasileiros que não votaram no primeiro turno.

Flávio busca apoio de ex-candidatos como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além de articulações com governadores e líderes políticos. Ele também pretende discutir a interferência do STF no processo eleitoral.

Lula foca em reconquistar o eleitor ausente e melhorar a comunicação com o povo. Ele também mudou de posição e agora defende a realização de debates.

A Bolsa Brasileira fechou acima dos 206 mil pontos pela primeira vez, e o dólar teve a maior desvalorização diária em oito anos, cotado a R$ 5,00.

A PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 está em discussão no Senado, mas a votação é incerta devido à oposição e à falta de quórum.

A crise envolve denúncias contra ministros e a interferência da corte no processo eleitoral. Flávio Bolsonaro critica essa interferência, enquanto Lula defende uma reforma no Judiciário.

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