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Flávio Bolsonaro enfrenta desgaste em várias frentes

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Flávio Bolsonaro enfrenta desgaste em várias frentes

Teksti alkaa Shannon Maldonadon kertomuksella Shopify-verkkokauppa-alustan valinnasta ja sen helppokäyttöisyydestä. Hän perusti käsityöteelaatuja myyvän kaupan ja kehuu Shopifya, koska se mahdollistaa liiketoiminnan hallinnan ilman teknistä osaamista. Teksti siirtyy sitten Brasilian poliittiseen analyysiin, jossa käsitellään Flávio Bolsonaron presidenttikampanjan haasteita. Keskeinen ongelma on perheen sisäinen konflikti: Flávio ilmoitti olevansa isänsä valitsema ehdokas ilman Michel Bolsonaron tietämystä, mikä on aiheuttanut kitkaa. Michel on onnistunut mobilisoimaan naisäänestäjiä PL-puolueen kautta, mutta hänellä on vähän poliittista tukea. Toinen tärkeä aihe on Marco Rubion kirje, jossa Yhdysvallat kieltäytyy perumasta tulleja Brasiliaa vastaan. Rubio korostaa, että kyse on Brasilian protektionistisesta kauppapolitiikasta, ei politiikasta. Flávio yrittää käyttää Yhdysvaltojen kuulemistilaisuutta hyväkseen etääntyäkseen tullivastuusta ja esittääkseen itsensä neuvottelijana. Analyytikot kuitenkin epäilevät, että tämä strategia on liian monimutkainen lyhyessä vaalikampanjassa. Teksti päättyy pohdintaan siitä, miten perheen sisäiset riidat ja tullikysymys vaikuttavat Flávion mahdollisuuksiin voittaa vaalit.

Transcription

6316 Words, 37304 Characters

Finnish
Olen Shannon Maldonado, käsintehtyjä artesaanitua teitä myyvän jauji-lahjakaupan perustaja. Valit sinun Shopify-koska-alustoja testatessani totesin sen ehdottomasti yhdeksi helpokäyttöisimmistä alustoista. Minulla oli tärkeää pohtia kehittymistämme tulevaisuudessa. Kaikki myyntiin tarvittavat työkalut, kuten varaston suunnittelu ovat kätävästi dashboardissä. Aloita ilmainen kokeilu Shopify-piste komsi vustolla. Perustin pyöräilyvää teitä valmistavan ornotin vuonna 2013. Mielestäni parasta Shopify saan se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista. Voimme hallinnoida yrityksen taustajaristelemien ja frontendia sekä myydän verkossa, vaivatta. Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, sollisimielestäni itse polkupyörä. Sillä asiat hoidetaan ja meidän liiketoiminta me hoituu Shopify-s. Kokeilu. Kokeilu, kokeilu, syöpäin eri pelantamista, joka on ylipäisessä. Sitten järjestelmä on yhden tärkeää. Sitten järjestelmä on ylipäisessä, joka on ylipäisessä. Kokeilu, mutta se on ylipäisessä, joka on ylipäisessä, kokeilu, syöpäisessä. Se on ylipäisessä, joka on ylipäisessä, joka on ylipäisessä. Kokeilu, se on ylipäisessä, joka on ylipäisessä, joka on ylipäisessä. Kokeilu, se on ylipäisessä, joka on ylipäisessä. Kokeilu, se on ylipäisessä. -8. X. -Kiitani, että hän on tullut hienoa. Tämä on tullut hienoa. Lushella Mara on tullut hienoa. a atenção aqui pro fundo musical, então eu imbalei nessa, e agora vou pegar mais um trecho da música, porque o que o Lucas traz aqui pra gente é a necessidade do Valdemar de ouvir da Michel, o comprometimento dela com a campanha, e a música diz assim, "Chau quero ouvir você dizer que sim, Michel dirá assim, no final eu vou sair cantando aqui". Exatamente, está aí, olha se tivesse combinado essa, essa entrada ao vivo da Luciana, não cairia tão bem justamente porque o que a gente tem observado nos últimos dias, desde que a Michel Bolsonaro gravou esse vídeo, é que a orientação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, da Cúpula, do PL, é disfarçar essas evidências todas de que isso, é de que essa crise é muito séria, porque tornou público um conflito político, familiar, que não é de hoje, mas Michel gravou, jogou pra plateia, e aí a história agora é completamente outra. Valdemar Causaneto, que a gente brinca muito aqui em Brasília, ele tem um torno dele de esquilão perigo da entrevista, por excesso de sinceridade, quando ele vai comentar, ele expõe muito claramente essa preocupação enquanto o Flávio está tentando disfarçar todas as aparências. A questão, Taís, é que, Michel Bolsonaro é um ativo para Valdemar Causaneto, principalmente quando se fala na eleição para a Câmara de Deputados. Michel Bolsonaro conseguiu mobilizar mulheres durante os últimos anos, depois que o ex-presidente Bolsonaro perdeu as eleições, ela se engajou nessa organização do Pé-li-Mulher, viajando pelo país, e é esse papel que Valdemar não quer perder de Michel Bolsonaro. Exatamente isso, mas tem um ponto, e eu já vou te devolver, Taís, que é o seguinte, de modo geral na político que eles falam o seguinte, quando a briga é familiar, a gente faz de tudo para não se meter, porque eles briga um briga e algum momento eles vão se resolver. Este é o ponto para mim, é o que separa essa questão aqui, e é o que vai definir, o que me diz, é que depende mesmo de já ir Bolsonaro. Lucas, a gente passa os dias, aí os últimos dias, passei os últimos dias conversando com os operadores políticos todos em volta da campanha, em volta das campanhas, tentando entender ali os impactes para todos os lados, inclusive qual desejo dos governistas sobre esse desfecho. O Valdemar hoje deu uma entrevista a ontem, quando eu estava saindo dos Estados Unidos, falando com a Rádio Gaúcha, em que ele diz assim, "Olha, se a gente não se acertar, a gente vai perder essa eleição dentro de casa". E casa com um diagnóstico também que eu ouvi ontem, que é assim, né? O Flávio Bolsonaro, que é ser presidente da República, e não consegue botar ordem dentro da sua própria casa. Ou seja, ali um diagnóstico de que o maior risco para a campanha de Flávio Bolsonaro é interno, você enxerga isso? É isso não é de hoje, e não é da direita que políticos candidatos à presidente, até Presidente da República, criam crises de conteúdo local. Nós somos protecionistas até nisso no Brasil. A gente adora uma crise de conteúdo local. As crises da Presidente Dilma em 2015, 2016, todas de conteúdo local. A gente lembra, 2022, o presidente já irá Bolsonaro, perde uma eleição. A gente pode especular vários motivos, mas acho que todos aqueles que olham os dados, vem que aquela semana de erros com Roberto Jeffers, são carras ambelhas, aqueles escândulos confusões daquela semana, foram decisivos para a perda da eleição por parte do Jair Bolsonaro. E agora, em 2016, a gente vê um roteiro similar. O Bolsonaroismo tinha tudo para ter uma semana de ofensiva, né? A gente teve, na semana passada, a busca de apreensão no Senador Jax Wagner, líder ex-líder do governo, no Senado Federal. A gente teve um argumento fortíssimo para o Flávio Bolsonaro atacar o governo, lembrando que na pesquisa, a Arpa de Vice Atlas Intel, que a gente apresentou com exclusividade aqui na Seniane, tem um mês e meio, dois meses, a corrupção ainda é um dos principais temas de rejeição ao PT, um dos principais motivos de não votar a o Lula, e eles não conseguem capitalizar esse momento, porque não tem problema com o tempo, mas, por conta, de uma crise de conteúdo local. Então, como sempre, os políticos, os candidatos, creando problemas para si mesmo, né? Jogando a casca de banana na frente para escorregar nela mesmo. É um problema sério. Não acho que seja incontornável para a campanha do Senador Flávio Bolsonaro, mas tem consequências graves, né? Isso, como eu disse, é feito o Eleitorado Feminino, Eleitorado Evangelho, Geradúvidas para Palanques, Estados, Alimenta, outros candidatos de oposição ao governo, como Romeusema, Caíado, Renançantes, para criticar o Flávio Bolsonaro. Então, tem ali um cardápio de consequências negativas do Senador Flávio, como eu disse, não é incontornável, mas é um problema bem sério. Com a etoxida do governo, assistindo a esse episódio, José Ara, porque a gente sabe que Flávio Bolsonaro é o adversário preferido do presente nula. Se aparece uma especulação, essa semana até aconteceu, uma especulação de que Flávio seria trocado, a gente até falou sobre isso, José Ara, eu e você. E esse boate surgiu aqui em São Paulo, no mercado financeiro, de que já ir Bolsonaro teria tomado a decisão de trocar Flávio. E a primeira resposta que eu comecei ouvi foi, para a tristeza do lula, para a preocupação do lula, lula não quer saber de ouvir falar disso, porque o Flávio é o seu adversário preferido. Qual diagnóstico que você ouve por aí? Olha, Taís para o PT, para os governistas de modo geral, quanto mais a família Bolsonaro abrigar é melhor, porque mostra que mais uma vez, embora Flávio Bolsonaro prometa que se eleito vai ter um governo mais moderado, mais centrado do que o governo do seu pai, essas cizanhas internas, essa exposição dos atritos familiares, mostram que a situação pode ser muito difícil de levar um governo que dentro da própria família tem dificuldade de uma organização de uma união. Então, o governo aposta nisso. Por outro lado, Taís, apesar que teve que ter ocorrido essa especulação, sobretudo no mercado financeiro, aqui na política está consolidado de que Flávio é o candidato, e por um motivo simples, até eles podem ver Michel com um potencial eleitoral importante, por ser considerado mais carismática, por falar com as mulheres, mas vem Michel e também muito isolada politicamente. A questão, a grande questão, e aí que eles observam o seguinte, Michel Bolsonaro não tem um apoio da política, sozinho ela não consegue para frente. Então, esse é o ponto aqui, eles não avaliam também que Bolsonaro entregaria esse cargo na disputa a presidência da República para Michel. A avaliação, isso é uma avaliação do próprio PL, que fala que a candidatura do Flávio está firme desde dezembro do ano passado, e que não dá nenhuma possibilidade de substituição. A inclusive, Taís, o que eles falam é o seguinte, a origem dessa briga é que Flávio Bolsonaro anunciou no ano passado, que era o escolhido do pai para concorrer a presidência da República, sem o conhecimento de Michel. Michel teria sido surpreendida com o anúcio de Flávio Bolsonaro, tanto que depois, a gente lembra que Flávio visitou o pai, saiu de lá, lendo uma carta que teria escrito pro pai, de fato endossando ele na disputa. Então, essa é a origem da questão, o que a gente vê também é Michel buscando um protagonismo porque ela sabe o quanto ela contribuiu também, nesses últimos anos, para a estrutura do PL, quanto o presidente Lula estava ali, o ex-presidente de Bolsonaro estava enfrentando o processo da trama golpista. Claro, ela foi um pilar importante aí, a gente sabe que esse posicionamento dela não é exclusivo, ela está também como porta voz dessa aula descontente que vocês gostaram aqui. Dupla, a gente vai fazer um intervalo, mas eu vou continuar contando com a participação de vocês daqui a pouquinho, porque a gente passa por outro capítulo dessa crise que a campanha de Flávio Bolsonaro enfrenta, porque eu sei que está de Estado-americano Marco Rubio respondeu a carta do Flávio sobre reformas e tarifas contra o Brasil, de volta a dia. WW de volta, nós estamos mais sozinha na mesa, Lula e Valdin Santana chegou para me fazer, confanir bem vindo. Você quer de Goiania? Goiania não, a Napoli. Eu sou de Goiania. É de Goiania, confundir. Você perdeu a nossa sessão, evidências aqui. Ah, bonitos, amor. Você estão se enxorar, ó. Você vê que a política anda nos inspirando, Lula e Valdin Santana. Olha a pena. Agora nós vamos cantar e música a calma, o trimismo. A precampanha do Flávio Bolsonaro divulgou hoje uma carta que foi enviada pelo Chequetáculo de Estado americano Marco Rubio. A ocenadora. Esse documento é uma resposta do Chequetáculo a o pedido que o Flávio fez por os Estados Unidos não aplicarem as tarifas comerciais contra o Brasil. Depois do Flávio ter visitado o Austin, ter visitado, sido recebido pelo presidente Donald Trump na Casa Branca e em função disso acabou tendo a sua campanha treinada à base do governo autarifácio de Austin. Vamos ver na reportagem de Carol Rosito. Marco Rubio agradece na carta Flávio Bolsonaro pela posição favorável do Senadora de Zignação do PCC e do Comando Vermelho, como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Mais desvia dos pedidos do presidenciável em relação a tarifas contra o Brasil. Rubio diz que o escritório do representante comercial dos Estados Unidos, responsável pela investigação comercial contra o Brasil, atua sobre determinação específica do presidente Donald Trump e que o relatório da investigação deixa claro que o órgão continua a ter divergência substanciais em relação a práticas comerciais brasileiras que considera discriminatorias contra os Estados Unidos. Na carta enviada no começo de junho, Flávio disse que estava confiante para a eleição. E afimou que uma vez presidente colocaria imediatamente a equipe de transição, a disposição de Rubio para que os Estados Unidos e Brasil pudessem concluir um mais rapidamente possível, um amplo acordo de comércio e investimentos. Na resposta, Rubio se limita dizer que os Estados Unidos estão prontos para trabalhar de forma cooperativa com quem for eleito, inclusive para promover um amplo marco para o comércio entre os dois países. A aplicação ou não das tarifas adicionais de 25% sobre uma série de produtos brasileiros deve ser definida pelos Estados Unidos até 15 de julho. A carta de Rubio friza que qualquer parte interessada pode participar da consulta pública sobre a investigação que encerre em primeiro de julho ou da audiência pública prevista para seis de julho. Flávio se inscreveu para participar da audiência, procurando uma arca reposição contra as tarifas americanas. O presidenciável pretende que sua visita de maio aos Estados Unidos fique atrelada a designação de facções brasileiras como terroristas e não alta de fácil que o senador nega ter pedido a autoridades no governo Trump. O governo brasileiro não deve enviar representantes para a audiência por entender que ela é um espaço voltado à sociedade civil. A audiência deve contar majoritariamente como manifestações de associações ligadas ao agro e a indústria brasileira em portadores americanos. O foco do Itabaratido, Ministério do Desenvolvimento, Inústria e Comércio está em reuniões que vem mantendo com o representante comercial americano nas últimas semanas. O Brasil também deve enviar uma posição formal ao órgão sobre a proposta de tarifa até o prazo de primeiro de julho. O Irval, estou impossível hoje quais as evidências que a carta de Marco Rubio não desfarça. A carta de Marco Rubio diz aquilo que eu venho dizendo desde o início do ano passado, que a questão das tarifas não é uma questão política, assim, a de gostar do lula, de gostar do flávio, não tem nada a ver com isso, é uma questão de interesse americano. E o governo brasileiro não quis negociar aquilo que o governo americano deseja negociar, porque são as tarifas brasileiras. Parece que aqui no Brasil, as pessoas não têm muita noção do protecionismo do Brasil. Parece uma coisa tão normalizada como uma segunda pele, uma segunda natureza, porque de fato está aí desde os anos 30 a política de substituição, de importações, é algo todos nós nascemos, está no nosso DNA. Mas a tarifa média do Macosu é 11%, a tarifa média da União Europeia é 4% dos Estados Unidos é 3%. E o Brasil pratica a tarifa de 20% do produto industriais, 35% para automóveis, pratica um alto protecionismo para o etanol. E são as coisas que frustram os americanos, ao lado de outros interesses novos que surgiram. Bom, existem também todas as ações antidampem, muitas delas são justificadas, mas outras não são, são abusivas, são protecionistas do que o país do Brasil. E aí entra também as questões ligadas ao PIX, outras reivindicações americanas, mas nada disso o Brasil que exinteressar ficou preso na ideia de que o Brasil já tem um teste com os Estados Unidos. Isso para os Estados Unidos não quer dizer nada, os Estados Unidos gostariam de exportar mais para o Brasil, a visão dos Estados Unidos é, se o Brasil não tivesse práticas injustas, os Estados Unidos exportariam mais ainda para o Brasil. E que o Brasil na prática aplica 3%, sim, a treplica 3%, porque não dá para aplicar a vinte, porque é proibitivo, só por isso, existe exatamente para não importar, é uma barreira para não importar. Então, você não aplica realmente, se aplica em média 3, isso o segundo governo do Brasil, mas estentar e faz muito altas. O brasileiro, ele entende o que é o protecionismo, quando ele vai comprar o aparelho eletrônico e paga mais de duas vezes, eles só não faz essa correlação com a história do começo exterior e tal. Agora, Lucas, o Lourith Altrasendo aqui, um contraponto importante, que é da innação e de uma história que contradiz qualquer defesa do multilateralismo, que o governo Lula que era fazer, você enxerga a chance de flávio Bolsonaro transformar essa, que não é um viés de agora do governo Lula, é uma história que o petismo carrega e de protecionismo à economia, você acha que flávio Bolsonaro consegue transformar essa innação e essa ligação de Lula, com protecionismo, para mudar um pouco a narrativa de que ele tem responsabilidade sobre o tarifaso pela proximidade com Trump? É isso, eu acho difícil. Eu acho que é uma explicação complexa, complicada. Acho que tem uma argumentação justa nessa linha de raciocínio que você traz. Acho que ela demandaria mais tempo. Eu acho que isso não se convence, um eleitor que está cansado, um eleitor polarizado, um eleitor que não se mostra muito esperançoso, nem muito confiante com a direção do país, é que tem um alto nível de rejeição de ambos os candidatos. Acho que é uma tarefa complexa para uma campanha que a gente tem, que poucos meses até ela chegar numa definição. Principalmente quando flávio, como a gente explorou no primeiro bloco, tem tantas frontes e mutâneas para se defender. Eu acho que esse é um argumento que deveria ter sido construído lá atrás. Eu acho que o flávio não vai entrar muito nessa linha. Acho que inclusive essa ida dele para participar da audiência pública também já foi pensada para evitar que a linha do tarif lávio, como o governo falou nas redes em plaque, mas não vejo que esse argumento de que o atarifa culpa de um histórico protecionista do Brasil também ou principalmente em governos do PT se sustente ou seja um argumento viável para se começar agora e ter um efeito relevante na campanha. São 100 dias, hoje nós chegamos à data em que faltam exatamente 100 dias para a eleição. Jussara, você consegue captar nas suas conversas com os alheados de flávio Bolsonaro? Qual é a prioridade dele agora? Qual problema de qual problema ele quer se livrar primeiro? Olha, está aí, em relação a questão do tarifácio. O que a gente observa em toda a movimentação do entorno de flávio Bolsonaro é que ele vai tentar usar essa audiência que vai ter nos Estados Unidos práticos, discutir a proposta de aplicação de tarif de 25%, quase como um palanque, quase como um discurso para ele usar como argumento para ele distanciar daquilo que o governo o luo acusa de ser o responsável pela aplicação dessas tarifas. Então é este movimento que eles vão fazer, isso preocupa muito. Porque o governo lúlio, o PT de modo geral já perceberam que o discurso da saborenia é o que mais tem a desão à população brasileira. Então o flávio Bolsonaro e seu grupo, eles precisam buscar o antímetro. Então quando o flávio Bolsonaro faz essa carta para Marco Rubio, falando, olha, não faça aplicação dessas tarifas e embora Marco Rubio tenha negado, ele vai repetir, vai aos Estados Unidos, deve novamente pedir a suspensão e fazer uma defesa do PIX, que é um outro ponto muito sensível para a campanha. Então quando o flávio Bolsonaro ele frustraça essa estratégia, é justamente tentando mostrar que ele não é uma ameaça. A valiação do palácio do planalto é que Marco Rubio ao responder essa carta de Flávio Bolsonaro tenta legitimá-lo como o interlocutor para discutir a estarifas, é a percepção do palácio do planalto. A pouco também está isso só para trazer de formação o Paulo Figueiredo, que é o alheado de Flávio Bolsonaro, também se inscreveu para participar dessa audiência nos Estados Unidos e lá ele vai ficar a cargo dele para não deixar na boca do pré-candidato à presidência da República o discurso de que suspenda as estarifas e volte a aplicar a lei magnítica, por exemplo, contra o ministro Alexandre de morais e outras autoridades brasileiras. É o tipo de recursos que eles vão tentar usar para tentar dizer "olha, as estarifas não têm nenhuma responsabilidade de mim, se a coisa do governo dos Estados Unidos porque eu defendi". Então eles vão usar esse discurso e falando ainda para o governo dos Estados Unidos que Lula acaba se beneficiando a aplicação das tarifas porque ele usa isso aqui na sua campanha dizendo "fazer no discurso da defesa dessa berenia", tá isso? Mas algum sentido isso para você, Elor Ivão? Pois é, zero, né? A sentido eles insistem na ideia de que as tarifas são algo contra o governo Lula, como sou uma coisa política, né? A questão da lei magnítica que não tem nada a ver com as tarifas, ela não substitui as tarifas para o governo Trump. A lei magnítica, que ela funcionou para o governo Trump como um fator de pressão, sobretudo por causa do que eles consideram lá uma censura às plataformas das redes sociais entre as quais o presidente Trump tem um, é um donde uma, né? E está a conexão dessa plataforma dele da trouxe-socho, está sobre uma plataforma que foi entre aspas censurada aqui no Brasil. Então ele tem um interesse direto nisso e ideológico também para provar que a esquerda é autoritária, que eles é que são os defensores liberdade de pressão. Isso é um capítulo completamente diferente e ele desistiu dessa frente ou pelo menos tirou o pé do acelerador dessa frente, quando ele viu que ela estava misturada com uma aposta no Jair Bolsonaro, que ele viu que não ia dar em nada e ele ficaria associado a uma derrota. Então foi por isso que o Trump recou dessa estratégia de não porque ele colocou as tarifas no lugar ou porque alguém despre ele não fazê isso. Lucas, para a gente terminar, qual é a sua percepção de como o campeão de Flávio, quanto o campeão do presente Lula tratam algum tipo de interferência de Donald Trump no processo eleitoral brasileiro como uma meia aça. Tais o Palácio do Planalto tem esse medo, o Palácio do Planalto e eu já ouvi de interlocutores de primeiro e segundo escalão dentro do Palácio do Planalto de que existe, se tinha esse receio, mas ainda não é um medo um pouco abstrato de não saber como ou de não saber qual seria o método. O que mais preocupa são as Big Text, inclusive essa questão do PIX, essa pressão contra o PIX, ela vem muito mais das Big Text, que é, por exemplo, as bandeiras operadoras de cartão de crédito. Então tem um receio de que algoritmos podem favorecer uma campanha do Flávio, algo nessa direção, mas eles próprios não sabem explicar de maneira muito concreto, de maneira muito direta como se daria essa interferência. E no caso da campanha de Flávio Bolsonaro, porque a gente está discutindo aqui esse dilema da proximidade dele com o Trump, o quanto isso pode tirar votos dele e o quanto isso pode leparecer um ativo. Pois é, na campanha do Flávio, tais, eu acho que também ficou um pouco no campo abstrato, ficou naquela versão do tipo, o Trump é o presidente de uns países, não país mais poderoso do mundo e ele é amigo nosso, amigo do meu pai, gosta de mim, isso vai se transformar em votos. Não necessariamente, como o Lourival bendice, cada assunto é um assunto, cada assunto tem um caminho, cada assunto tem suas consequências. Nessa questão das tarifas é uma visão do USDA, do Trump que o Brasil trata dos Estados Unidos injustamente em várias questões de importação de produtos, bem como em outros pontos, essa é a visão deles e independente de gostar em ou não do Flávio, do Jair, da família, isso não vai mudar a defesa de interesse dos Estados Unidos e do Trump, principalmente no momento muito chave da vida do Trump, política nesse momento. Ele tá prestes a passar por midterms, que é quando a fama e o Senado vão ser renovados, ele tá tentando dar as finalizações pro mercado privado, produtivo, para bolsa de valor, pro mercado financeiro, de que é um presidente ainda com capacidade de deixar a economia viva, escutando as setores de economia, setor de etanol, agricultores americanos, big techs, e isso passa por cima dos interesses. Então, em ambos os lados, em um é uma coisa que a gente tem que fazer, e o que é que a gente tem que fazer, é que a gente tem que fazer isso, e no outro é o medo, mas ambos meio abstractos, sem saber explicar muito bem como que isso vai dar na prática. Começo por você, meu caro Lucas, de Aragão, muito obrigada pela sua participação hoje aqui conosco nessa sexta-feira, bom fim de semana para você, até uma próxima. Muito obrigada, tá? Isso é um prazer tá aqui com vocês, boa noite. Sempre bom te receber aqui, da próxima, vez vem aqui no estúdio comigo. Jussara, minha querida também, vai ser esta, vai descansar, bom fim de semana para você. Lourival, não, Lourival vai seguir comigo aqui, meu companheiro, dessa sexta-noite, a gente volta falando, expectativa, pra que o clodo Mercucho começa uma semana que vem, tá pejo. O WWT de volta, e agora a gente recebe o Thiago Vidal, que é diretores de análise e política da perspectiva Thiago, bem-vindo, obrigada por estar conosco. Então, é isso, obrigado pela convite, monotibro do Cialourival. Boa noite. Vamos lá, a Coppola do Mercucho, começa na semana que vem, com os países concentrados, claro, em políticas comerciais e novos acordos. O Bloco se reúne, diante desse cenário político, complicadíssimo, tanto pro continente, mas pro mundo inteiro, mas aqui especialmente sobre a sombra do presente dos Estados Unidos, Donald Trump. Além do presidente Lula, estarão presentes, Javier Mila, da Argentina, Santiago Péndo, Paraguai, e Amanda Ossi, do Uruguai, Rodrigo Paz, na Bolívia, José Antonio Casso, do Chile, e Daniel Nobou, do Equador. Ministros das relações estereores de países caribéns, asiáticos e europeus também farão parte da Coppola. O presidente Lula ainda não confirmou agentes bilaterais com nenhuma das autoridades. O tema que deve dominar as mesas de negociações é o comércio. O embaixador Philippe Focos de Romão, ao explicar parte das agendas, destacou o andamento de conversas sobre o assunto. Uma coisa importante que a gente tem que ter em média é que talvez este momento seja um momento mais intenso e danço de negociações esteradas do Mercosu, na quantidade diferentes que nós temos simultâneas e que estão dando frutos, sem paralelo em outras épocas. No momento, o Mercosu já tem acordos em fase de implementação ou ratificação com a União Europeia, com a EFTA, que junta Suíça, Noroega, Lichens, Times, Lândia e Singapura. Canadá em merados árabes unidos e Vietnam estão com conversas em curso para novos textos, e negociadores devem iniciar conversas com o Japão e em Unido e retomá-las com a Coreia do Sul. O bloco quer ampliar as parcerias diante do protecionismo dos Estados Unidos frente ao resto do mundo. O presidente americano, Donald Trump, é uma sombra para o Mercosu, o repubblicano, quando o Trina Dungle busca manter a força do país no continente. Trump já demonstrou disposição para interferir em eleições, como no caso da Argentina e para os atarifas, visando resultados políticos como o no Brasil. Mas recentemente, Trump declarou o apoio para o direitista Abelardo da Espíria, na corrida presidencial na Colômbia. Nós estamos apenas lá no dia, nós adoramos algo que é o El Tigre. Eles chamam El Tigre porque é uma coisa, uma outra, mas eu acho que é o que está acontecendo. Mas você quer? O que é fechar, acelerar para fechar esse acordo com o Neu Europea, é para de alguma forma proteger o bloco e projetar o Mercosu? Qual a consistência que você enxerga desse objetivo comum de se proteger comercialmente e tentar fechar acordos, diante da divergência política que a gente tem no bloco? De fato, o presidente americano é de ter um presente, não só para o Mercosu, mas para todos os blocos e países que tinham interesse em avançar com acordos de comércio, de qualquer que fosse esse acordo com a implementação econômica, preferências, enfim. E aí, veja assim, está vendo? Quando isso claramente de duas sejões, em particular a Europa e a Ásia, não por acaso são as duas sejões que têm tido maior interesse em fechar cotos com o Mercosul. Somo a eles, o Canadá, ele em função das avanças entre Trump e Cardin. Eu diria que é um esforço por parte do Mercosul ou um efeito, nesse caso, do Mercosul, bastante consistente. Eu acho que, obviamente, as questões políticas ou méticas ali no bloco, tem o seu peso, naturalmente isso acaba repercutindo nas pautas que são tocadas. Eu acho que o fato de que o fato com o invaixador Felipe Drummond comentou o foco estar mais no comércio agora não é uma coincidência, é onde os países conseguem operar, aquela que ele movimento de grandes atos de integração regional que a gente viu a 2015 anos muito mais políticos que comerciais e ficou para trás, agora eu negócio é realmente como endereçar questões objetivas e garantir melhorias para os países e isso passa para o comércio de maneira que é uma questão consistente. E o Brasil é o maior país da América Latina, é a maior economia, a maior economia, obviamente, do Mercosul e os países do bloco tentam ter esse e de certa forma total dependência da economia brasileira nesse sentido. Então, no momento em que a economia global, a caminha meio de lado, em que há mais incertezas do que acertezas, vincular seu Brasil, continuar vincular do Brasil para tentar ganhos de natureza comercial, continua sendo, obviamente, bastante vantajoso, apesar da diferença ideológica que possa existir. Lourithaul, nosso amanhã na Electoral, claro, presente lula nesse último ano, ficando mais isolado, deixando de cumprir um papel de líder regional, em função dessa onda direita que vivemos agora na América do Sul. Essa gente olha para a administração do Mercosul, especialmente nesse últimos 20 anos, ela teve uma coisa muito mais carregada de deologia do que pragmatismo. Portanto, me parece um vício dessa dependência ideológica diante da necessidade de um pragmatismo. Meio parecido com que eu quis saber do Thiago, mas agora, trazendo esses elementos da ideologia e do pragmatismo para te ouvir, quanto você acha que eles vão ser capazes de antes desse novo cenário político da região de se manter com essa oportunidade que o Thiago traz, se manter nessa linha do pragmatismo. Eu não estou vendo sinais concretos disso. Existe em movimentos, na direção de negociar esses acordes, todos que foram mencionados, isso é super bem-vindo e tal. Mas o Brasil está deixando de aproveitar o fato de que na caça rossada tem o Ravé Milé, que é a favor de derrubar essas tarefas terras como. Está deixando de aproveitar como país. O governo, em si, não acredita, é um governo que não acredita no livre comércio, sem que era apresentar isso como apresentou o acordo de Mécu Sul União Europeia, que foi lançado no governo Fernando Henrique Cardoso, eu cobria se meira no final dos anos 90 no Rio de Janeiro, que é apresentar como um trumfut diplomático e tal, mas assim, não está no DNA do atual governo. E mesmo no governo de Ae Bolsonaro, foi muito time do ouvim período ali em que era para junto com o Maurício Macri, que também tinha essa convicção, mas, assim, os dois governos tiveram muito pouca, vou usar a palavra certo, coragem de enfrentar as suas expectivas indústrias, setores que vivem do protecionismo, tanto no Brasil quanto na Argentina. E, de fato, é uma pressão que não é trivial, sem ser um poderes, setores muito poderosos, que prejudicam os seus colegas, outras indústrias, que se beneficiariam da inovação, do baratia a medo da importação de bem de capital, de insumos e tal, você vai desde a indústria plástica, até a indústria de altíssima tecnologia, que é prejudicada por esse protecionismo. Sem falar, não há algo negócio brasileiro, que é o que é exatamente porque perdeu o protecionismo no governo Fernando Cólo. Então, a gente prejudica muito o Brasil, falando do tema das negociações com os Estados Unidos, as tarifas brasileiras prejudicam muito mais os brasileiros do que os americanos, mas isso não está claro para a sociedade brasileira, e os governos protecionistas e esses os protestionistas, eles se beneficiam de uma visão patriótica mal informada, de um tipo de orgulho, mal informado, de tabus, a gente foi educado com esses tabus, então o debate é muito troncado, no Brasil, e na Argentina. É uma travideológica, né, quando eu coloquei aqui, Thiago, eu preciso chover colocando aqui a do Trina Doural, né, no meio dessa história toda, porque a gente sabe que Thiago tem uma preocupação muito grande com a avanço da China aqui na América do Sul, e ela realmente chegou com tudo, no Brasil, na Argentina, no Peru, nos outros países. Mas eu não percebi ele dando muita bola para o Mercosul, e isso revela que o Mercosul ainda não tem relevância no cenário internacional, é uma coisa específica de Trump, e Mercosul passa assim a ser um personagem importante nessa nova reconfiguração comercial. Novos menos como bloco, tá isso? Porque o interesse do Trump ele tá mais nas agendas de maneira pulverizada, então você pega o exemplo, o que os Estados Unidos dizem que é a tentativa de substituição do dólar por outras moedas, que não é bem isso, né, sim, alguns governos a região tem feito, né, por meio do brics, como plataforma, não é exatamente isso, né, transação, mas não é substituição da moeda, mas enfim, é o que se vende, né, e tampouca evactível, o que o governo brasileiro, especificamente, não está andando fazer, então a gente está longe de outros moedas além do dólar, como principal moeda de troca, né, então são essas pequenas agendas, agora para entender efetivamente o que passa na cabeça do Trump vis a vis a vis América Latina, tá isso, a gente tem que entender que são as pessoas e grupos que estão por trás, tem pelo menos três grupos, né, você tem um grupo ali do que a gente chama de Cubanos, né, o pessoal ali da Flórida, que hoje é o grupo mais forte, né, do ponto de que o polícia de Polícia externa direcionada da América Latina, você tem um grupo do grupo Maga, que tem os seus interesses na América Latina, não por uma preocupação com a América Latina, mas a América Latina é só mais uma peça do panorama efetivamente global, e você tem o lado mais pragmático, mais econômico afetivamente, que são as empresas, né, o lado das empresas, o sector econômico que gostaria que a relação fosse uma relação saudável, e o Trump ele tenta pasir igual a cada um desses grupos cada dia, né, então quem fala mais alto, quem termina o dia falando com o presente acaba influenciando, no primeiro momento foi o grupo Maga, esse grupo do que o que esse grupo do que boa parte do mandato anterior do Trump, do primeiro ano do mandato atual foi que, de fato, acabou prevalecendo, hoje a gente veio o grupo do chamado Cubano, né, que efetivamente pensam para uma política para a América Latina dominando, então, mas não existe uma estratégia para a América Latina, para a América do Superdão, especificamente muito menos para o Mercosul, né, uma questão muito mais pulverizada, muito mais estática, de maneira que não vejo o Trump, por exemplo, se posicionando em relação ao Mercosul especificamente, é a questão agentes que poderiam ouvir a partir do Mercosul e menos o bloco de pandemia geral. Eu acho que essa cupola vem em um momento de grande tensão na região, por causa de alguns movimentos que os Estados Unidos fizeram e que tiveram bastante a aderencia de alguns dos governos que estarão presentes nessa cupola, pensando aqui na Argentina, na Bolívia, no Chile e no Ecuador. Só o Uruguai e o Brasil que estão desalinhados com as políticas do Trump em relação a minerares críticos e em relação a designação de organizações terroristas. Então, como você colocou muito bem, é um momento em que o Brasil não está excedendo liderança na região, né, no estar um pouco deslocado, um pouco falando sozinho e tal. isso combinado com um ano eleitoral. no Brasil, em que o principal concorrente do presidente é alguém que adere essas teses que eu acabei de mencionar de todos esses países. Então existe uma certa um certo estranhamento, uma certa atenção. A relação milhei Lula, nunca melhorou, nunca ficou boa. São os dois líderes do bloco. Então é um bloco que está politicamente muito fragilizado. Existe esse driver aí, que são todos esses acordos que estão sendo negociados. E pode ser que por esse caminho aí haja alguma certa um pouco de convergência e tal. Mas a visão que Ravi Armelhei, que Lula tem sobrecomércio, que é o ponto central do Mercosul, é absolutamente divergente. E sobre a liderança de Trump também. Então tem poucos pontos de convergência na verdade. Sim, eu me complementar Tiago sobre um minutinho para a sua expectativa específica para a culpa do Mercosul. Alguma coisa relevante, sai de lá, vocês esperam? Dois pontos, nós acho que o comercio, a ênfase, é um comercio, é o que vem daqui para frente. Se eu tenho hoje uma carteira de negociação comercial, muito mais ampla do que a gente teve nos últimos 10 anos e muito mais aldaciosa. Então é uma boa notícia para o Mercosul, os países membros, países associados. E existe uma perspectiva de que diferenças à parte, elas são muitas, hoje, na América do Sul, a tendência que haja encontros. Então, o Lula, no pessoal, ele tem bom relacionamento, por exemplo, com o Noboda e o Cador. Ele tem um bom relacionamento com o Péendo Paraguai. Está tentando construir isso com outros presidentes, por exemplo, o presidente eleito da Colombe, que fez um gesto amigável nas redes sociais. E as más línguas dizem que, em Brasília, que o presidente, o Chile, António Cast, é tentar mobilitar o Lula também na segunda-feira, o que é um gesto de aproximação. Então, as diferenças existem, as agendas são muitas vezes conflitantes, mas no comercio, pelo menos, existe muito pragmatismo, porque é onde a região tem de agarrer esse caminho a junta. O olhar ia para aí, nessa Cúlpelo de Segundo Afeira. Chego, o Vidal, o chef de análise e política da consultoria perspectiva. Meu cara, muito obrigada pela sua noite de sexta-feira dedicada aqui ao WD. Boa noite para você. Obrigado, Tais. Loureva-me um bom noite para vocês. Arça, muito obrigada. Vamos juntos nos despedir aqui. Boa noite para você que ficou conosco. Até a uma próxima. [Música] Olhem Shannon Maldonado. Cäs intehtia artesãe tuateita meuveniauia, e lahia-caupan perustia. Valid-sinshopi-feira, koska alusto e testa-tesça, ni totesim sen ehdottomasti ehdex-se helpo-cáyttősim-mista-alusto-está. Minulo oli tärke a pochtia, kehittymistame tulevaisuudessa. Kaikki-myntein-tarvitava-työkalut, cu ten varaston-suunit-telu ovat ketevasti dashboard-issa. Aloita ilmaenem-coqueilushopi-feipiste-com-sivustolla.

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Shannon Maldonado perusti käsintehtyjä teelaatuja myyvän verkkokaupan ja valitsi Shopify-alustan sen helppokäyttöisyyden vuoksi. - Shopify tarjoaa kaikki myyntityökalut, kuten varastonhallinnan, yhdessä kojelaudassa ilman teknistä osaamista. - Ornotin perustaja vertasi Shopifya polkupyörään: se hoitaa liiketoiminnan sujuvasti. - Tekstissä käsitellään myös Brasilian poliittista tilannetta, erityisesti Flávio Bolsonaron kampanjaa ja perheen sisäisiä ristiriitoja. - Michel Bolsonaron rooli naisäänestäjien mobilisoijana on tärkeä, mutta hänellä on vähän poliittista tukea. - Marco Rubion kirje Fláviolle osoittaa, että Yhdysvaltojen tullit eivät ole poliittinen kysymys vaan liittyvät Brasilian protektionismiin. - Flávio yrittää käyttää Yhdysvaltojen kuulemistilaisuutta hyväkseen etääntyäkseen tullivastuusta.

Summary:

Teksti alkaa Shannon Maldonadon kertomuksella Shopify-verkkokauppa-alustan valinnasta ja sen helppokäyttöisyydestä. Hän perusti käsityöteelaatuja myyvän kaupan ja kehuu Shopifya, koska se mahdollistaa liiketoiminnan hallinnan ilman teknistä osaamista. Teksti siirtyy sitten Brasilian poliittiseen analyysiin, jossa käsitellään Flávio Bolsonaron presidenttikampanjan haasteita.

Keskeinen ongelma on perheen sisäinen konflikti: Flávio ilmoitti olevansa isänsä valitsema ehdokas ilman Michel Bolsonaron tietämystä, mikä on aiheuttanut kitkaa. Michel on onnistunut mobilisoimaan naisäänestäjiä PL-puolueen kautta, mutta hänellä on vähän poliittista tukea. Toinen tärkeä aihe on Marco Rubion kirje, jossa Yhdysvallat kieltäytyy perumasta tulleja Brasiliaa vastaan.

Rubio korostaa, että kyse on Brasilian protektionistisesta kauppapolitiikasta, ei politiikasta. Flávio yrittää käyttää Yhdysvaltojen kuulemistilaisuutta hyväkseen etääntyäkseen tullivastuusta ja esittääkseen itsensä neuvottelijana. Analyytikot kuitenkin epäilevät, että tämä strategia on liian monimutkainen lyhyessä vaalikampanjassa.

Teksti päättyy pohdintaan siitä, miten perheen sisäiset riidat ja tullikysymys vaikuttavat Flávion mahdollisuuksiin voittaa vaalit.

FAQs

Shopifyn suurin etu on, että liiketoimintaa voi harjoittaa ilman teknistä osaamista. Voit hallinnoida yrityksen taustajärjestelmiä ja myydä verkossa vaivatta.

Kaikki myyntiin tarvittavat työkalut, kuten varaston suunnittelu, ovat kätevästi dashboardissa.

Shannon Maldonado on käsintehtyjä artesaaniteitä myyvän jauji-lahjakaupan perustaja.

Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, se olisi itse polkupyörä, koska se hoitaa asiat ja liiketoiminnan sujuvasti.

Shopify-kokeilu aloitetaan Shopify-piste komsi vustolla.

Voimme hallinnoida yrityksen frontendia ja taustajärjestelmiä helposti Shopifyssa ilman teknistä osaamista.

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