#FFS02E08 - Marcelo Miranda: Transformação digital no setor de construção
30m 27s
O podcast discute estratégia, planejamento e inovação com Marcelo Miranda, executivo que atuou no Brasil e na Europa. Ele destaca a importância de combinar conhecimento teórico com experiência prática para enfrentar desafios complexos, como a transformação digital e a sustentabilidade na construção civil. Miranda compara as estratégias brasileiras com as europeias, apontando que executivos europeus têm uma visão mais global, enquanto brasileiros tendem a focar no mercado interno. Ele relata sua trajetória na Consolis, onde foi contratado para planejar a entrada na América Latina e, após críticas construtivas, acabou liderando a operação na Espanha. No setor de construção, ele enfatiza a adoção de tecnologias como BIM, construções modulares, IoT e economia circular, citando exemplos como uma ponte desmontável na Holanda e estádios com chips em arquibancadas. A pandemia acelerou essa transformação, especialmente com construções off-site que reduzem riscos e melhoram a eficiência. Como conselheiro, Miranda traz experiência prática em transformação digital e sustentabilidade, ajudando empresas a implementar mudanças reais, alinhadas ao capitalismo consciente. Ele defende que empresas podem gerar lucro e contribuir para a sociedade, respondendo a pressões de consumidores e investidores. Sua atuação em startups e no conselho da BRH reflete seu compromisso com inovação e propósito.
[Música] Saudações a você, que carrega o espírito de liderança e que acorda todos os dias com a disposição para aprender e para enovar. Eu sou Pedro Nascimento e você está ouvindo a segunda temporada do podcast da revista Emitis, um ano em mesmo tempo, o Brasil, dedicado a discutir o futuro que vem do futuro. Nesta temporada vamos dirigir mais o foco para clientes e estratégias e como podemos construir o futuro com esse foco. Nosso convidado é o Marcelo Miranda, conheciu da console-stechnica, na Espanha, conselheiro é mérito do capitalismo consciente em vestidor de várias startups. Ah, de convida seguir nosso perfil do podcast, amar a tonar as novidades trazemos por aqui. Nosso lineup de convidados de assunos é de primeira grandeza para nosso orgulho. E também, temos de primeira grandeza, o Review of brainstorm, sai segundo a feira assim, segundo a feira não, o qual se veem meio erricado que a valina caso não tem prestagem cerebrais do bem provino. [Música] Fique agora com esse papo imperdível com Marcelo, que a gente pode organizar em três grandes pontos. É importante do conhecimento na carreira, estratégias de empresas brasileiras, versos e empresas de fora do Brasil, é importante de combinar performance e compropósito no setor da continução. [Música] [Música] Marcelo, seja muito bem-vindo a nosso podcast, um prazer enorme ter por ser aqui com a gente. Obrigado, Pedro, é um prazer. É uma onda participada do podcast aqui, bacana o papo com essa turma jovem, e aprendeu por aqui com vocês também. - Maravilha, cara, primeiro quero dizer, fazer uma observação, óbvio, já começar com uma brincadeira aqui, que eu estou assistindo falta de "e mais tira o seu currículo", porque tem Harvard, tem Columbia, tem Stanford, tem Singularity, então tem várias universidades de primeira linha, mas logo a nossa não tem, né? Então. [Risos] Mas enfim, brincadeiras à parte, um negócio que a gente vê, inclusive, olhando pro seu perfil do LinkedIn, são essas várias versões de planejamento com que você interage, né? Interage do. interage na sua carreira, com as pessoas de estratégia, com as pessoas de negócios, os planejamento de projetos, enfim. E a gente vê, inclusive, que isso aparece muito em recomendações que você tem no seu LinkedIn, e isso tem muito a ver com o assunto da nossa temporada, que a gente quer falar muito estratégia, né? De planejamento, de como é que a gente olha pra futuro, como é que a gente projeta o futuro e pro ai vai. Então, o que é começar pelo começo? Como é que você, em dinheiro, se viu de formação, se enveredou aí por estratégia e planejamento, a ponto inclusive, e aí, por favor, me encorrisse, eu tiver errado, e pra paris, pra cuidar de estratégia de implotação de um grupo pro América Latina. Me conta essa história. É, por aí. Primeiro, sou o problema IT, porque eu sou jovem, eu sou estegiário, então, eu tô deixando melhor, porque não. [Risos] Tá nos planos, vai ser em breve, vocês vão me dizer no capo supermai, que com relação a ele planejamento, a carreira, né? Eu estudei em engenharia, né? Tá pra trabalhar na capacidade de resolver pro problema, né? De pensar, falar da caixa mesmo, da estratégia tem tudo a ver com isso. No começo da minha carreira, eu trabalhei muito em empresas tradicionais, como a NRV, como a Dádio Gutiés, em empresas tradicionais, o setor, do construção. Eu tinha duas coisas que eu quebrava a cabeça e não conseguia resolver. A primeira é que os status cor, né? Das coisas serem sempre feitas da mesma maneira que me incomodava, eu coçava, não tinha competência, não sabia o que fazer pra transformar essas empresas. E a segunda é a relação dessas empresas com meio ambiente. Acho que a indústria constitui um common todo. É uma grande geradora de empregos, né? De benefícios econômicos sociais, mas por outro lado, deposita mais de 40% dos resíduos sólidos. Então, tem uma relação meio deturpada com meio ambiente. Eu também pensava em que ele ia fazer alguma coisa e não conseguia. Então, essa estratégia de tentar resolver esses problemas de pensar fora da caixa, me faltava algumas coisas. Aí, eu larguei tudo que eu fazia e fui passar uma temporada, vale do cilista, buscar essas ferramentas, desconhecimentos, porque eu pudesse de alguma forma transformar essas empresas de uma forma mais efetiva. Que negócio, né? Quando você quer transformar o mundo, e não sabe por onde começar, a primeira coisa que você tem que fazer é transformar você mesmo. Perfeito, perfeito. E uma coisa que, particularmente, me inspirou muito nessa sua fala inicial, dos viewsloga, né? O lemma do MIT, lá, desde que foi fundado a trocê nos anos atrás, é menos retmanos, né? Mente mãos. Torrajantes e ser bom em execução, ter as mãos, botar prática, e tudo, mas você não sabe o que tá fazendo, né? Então, acho muito legal que você traz, da dificuldade de estudar, pra efetivamente ter repertório, né? Pra resolver esses problemas. Iper complexos que você escolheu resolver, né, Marcelo? A vida é um equilíbrio, né? Perdoa, a gente tem que ter um de um lado, né? O conhecimento, né? O normal das coisas, putulado, tem que colocar a mão na massa mesmo, né? Eu vejo gente que acaba de sair da escola, ou pelo curso, de qualquer coisa, tá comando, tá dando sério, cara. Olha, a pessoa sola de seus sapatos, que é andar um bocado aí. Então, é a combinação, né? Da experiência, né? Com conhecimento que dá pra gente velocidade de fazer as coisas, ser realizadas na prática. Perfeito. E Marcelo, querido perguntar o seguinte, né? Você foi, em maio de 2018, pra consórios, em país, pra planejar essa entrada, a América Latina, né? Da simples que é uma multinacional francesa, de líder de prefabricado em concreto, neuropia, etc. E eu vi que foram 7 meses nessa função salvingando, até você assumir a direção geral, né? Da consórios na Espanha. O que foi esse processo? É, realmente eu fui contratado pra dirigir essa estratégia de implantação desse grupo na América Latina. Então estudar os mercados de todos os países na América Latina, produtos, planejamento, volume, quais seguei os empresas pra comprar, pra fazer parceiria, etc. Então criar uma água, né, dessa implantação na América Latina. Mas em paralelo, o grupo estava estudando também entrada na Espanha, porque não tinha operações na Espanha ainda, prazer, de ser um grupo líder na Europa, está em mais de 5 países, ainda não tinha a presença na Espanha. E eu fui chamado pra avaliar o plano de satélico da Espanha, vi o plano, fiz algumas críticas, e algumas coisas não gostei, os profissores sugestões, e acabou que o pessoal gostou muitas minhas críticas em sugestões. Eu falando, já que você está dando essas ideias, vem pra cá tocar esse negócio aqui. Então, foi muito assim, foi contratado pra implementar o grupo na América Latina, mas pelo meu palpito, vamos falar assim, em cima dos planos da Espanha, aí eu vim tocar o negócio, aqui na Espanha também. Legal, cara, que legal. Então foi. Certo, a forma por conta da contribuição se ela estava atrás, eu ia falar, "Ah, né? Cara, gostou do negócio, deu a ideia, bovão botar ele pra fazer, então, né?" É isso aí, cara, eu alco de etópico, pra fazer falar, vai lá e fazer, então, por aí. E deixa eu te perguntar outra coisa, Marcelo. Quais são as ferências, né? Você que atu, né? Um bom tempo mercado brasileiro, já está um tempo atuando no mercado europeu, o que você vê de principal de diferença ou diferenças entre o Europeo e Brasil em termos de estratégia e em termos de relação com o cliente, né? O que é que mercado que é mais ou menos o customer centric, por exemplo? Eu já amo de Estados Unidos, amo de Ináezia, trabalhei no tempo no Brasil, agora eu estou em Europa. Eu vejo. cada país aqui de Europa é muito diferente pela sua cultura. Então a gente não pode classificar a Europa com o continente tendo uma unidade. Você pensar, a Espanha é completamente nem de da prança, que é completamente bem da Alemãe, são culturas completamente diferentes, né? O que a gente vê nos outros dos países mais que eu vi no Brasil, né? Talvez uma. tem uma facilidade maior, e cheirar isso sem fronteras, né? O Brasiliro, o empresário, o empresário de uma forma geral ainda é muito fechado no mercado Brasil. Talvez, pelo Brasil, ser um grande continente, como falar assim, é com grandes extensões e oportunidades. Mas eu vejo nos outros empresas e até executivos que têm trabalhado uma visão mais aberta do cliente mirando um mundo, né? E não mirando somente o mercado nacional local. E isso, naturalmente, imagina que a FET é muito questão de competitividade, com o que você se compara, quais são os benchmarks que você usa, imagina que. que é até mais. Talvez até mais desafiador sobre o ponto de vista de estratégia, né? Você tem que se basear muito mais coisas, imagina, né? É assim, dá uma mais trabalho, vamos falar assim, né? Porque você coloca, você se compara com outros players, né? Com outras empresas que têm, às vezes, mais capacidade, ou. ou produtividade diferentes, mas, portulado, você fica mais preparado, né? Então, é uma questão de. até onde você quer ir na escala, né? Porto de tantos produtividade, você vai atendimento do cliente. A gente acaba aqui. quando você consegue enxergar o cliente, uma forma mais global, você começa a protocolar o que tem de melhor no mundo daqui, para comparar com você, aí é muito interessante, para poder testar os seus links. Muito legal, muito legal, faz muito sentido. Eu vi que o lembra da console é "Cheeping the Future", né? Eu queria aproveitar aqui o nome desse podcast, e, efetivamente, o futuro, o vento futuro, para experimentar o seguinte, né? É óbvio que a gente leva super a série futuro, pensamento de longo prazo, e o que queria te perguntar? Como é que você lida com o futuro hoje, né? Na Espanha, e no setor de construção especificamente, como é que você tem lidado com inovação e tecnologia? E como é que você está olhando para esse futuro que tem esse construído no seu setor hoje? Olha, a construção vem passando por uma profunda transformação, né? É um mercado atrasada, é uma indústria que ainda é muito artesanal, e a transformação digital vem atingindo em cheio, mesmo a construção nisso, a pandemia agora é tentoado como um catalizador, dessa transformação digital, mas é um momento grande de transformação mesmo em mercado de construção como um todo. A busca por tecnologias mais eficientes, até mais sustentáveis, leva um pouco o lado do antifrajo, né? Que foi acelerado um pouco essa pandemia. Tem muitas tecnologias sendo implementadas, como por exemplo as plataformas 3D de integração, a gente chama de "bim", a gente tem uma intensificação muito forte, de construções modulares, de construções of sites, que a construção encia as peças daquela forma,
daquele difícil, são construídos numa fábrica elevadas por campo. A gente tem uma busca cada vez maior por materiais mais sustentáveis e mais eficientes. A gente tem autorização, a ação cada vez mais de Webos e chips, de coisas que vão trazer a tecnologia da informação para dentro da construção e a tecnologia também com uma impressão do 3D, sendo desenvolvida. Mas com dois pontos muito fundamentais disso, um foco muito grande na humanização da construção, que é uma palavra que a gente utiliza pouco a inúbrasil ainda, e o outro é sustentabilidade, né, a relação da construção com o meio ambiente. Com exemplo prático, aquilo que eu tenho trabalhado na consóldeza sobre isso, recentemente nós fizemos uma aponte na Holanda, que mistura dois conceitos nesse sentido, um de internet das coisas, a ponte tinha toda a tecnologia em bebido de internet das coisas, e a outra era o conceito de economia circular, de sustentabilidade. A ponte foi feita toda em partes prefabricadas e modulais, que depois poderiam ser utilizadas em outro lugar, a ponte pode ser completamente desmontada na forma assim, onde é simples montada em outro lugar, então é o conceito de economia circular, a gente utilizar menos materiais, e os que a gente utiliza, a gente tentar reaproveitar depois, e por outro lado, cada peça dessa da ponte tinha um chip dentro, que vai em bebido com a tecnologia, como se fosse de internet das coisas, e essa tecnologia se é tanto para controlar quais são aqueles materiais, e o que que tem naquela ponte, você é mais fácil de desmontar, desmontar os estústuais, como também para controlar o desempenho da ponte no seu funcionamento, então qualquer problema de manutenção da estrutura da ponte, os tipos vão acusar e vão acelerar a manutenção. Outros exemplos de internet das coisas, a gente tem colocado chips dentro de dormentes, de concreto e de ferrovia, e isso nos trazem informação de manutenção tanto da ferrovia, quanto até do próprio trinque, da passando em cima desses dormentes, então é facilita até para a empresa que dá manutenção nas rocas motivas. A outra coisa, a gente fez um estádio de futebol, que a gente colocou chips dentro de desarquibancadas, para poder prever o movimento das pessoas, entender o desempenho da sedeira e esse estádio de futebol. Então tem muita coisa de tecnologia sendo colocada na prática, que a cada vez mais você está sendo envolvida em outros mercados, vai chegar no Brasil, a gente tem muita coisa boa no Brasil, sendo envolvida também. Por exemplo, outra coisa que a gente tem feito muito aqui, é tentar desenvolver materiais alternativos, a gente entregou agora em prédio com a redução de 30% da geração de carbono, então cada vez mais a gente consegue trabalhar com outros materiais, com tecnologias combinando a tecnologia da informação, com a ciência mesmo da construção. Então são muitas as frontes, eu tenho trabalhado com muita coisa no dia de aqui, com a consólisa da empresa que é líder, no prefabricado de concreto, mas mesmo assim a gente tem que tentar da integração com outros materiais, seja a sua jamaisessa, seja o que for, para tentar cada vez mais levar melhor solução, mais sustentável e mais humanizada. Então é uma combinação de tecnologias que tem transformado esse mercado, que vai chegar com cada vez mais força. Para a sensacional, sensacional. E se trouxe um negócio que o começo da nossa comércita que achei muito legal, né, que é um mercado que em vários lugares do mundo Brasil, ainda tem desafios de se modernizar, né? A gente ainda olha com um negócio meio bagunçado, meio produz muita sujeira, muito lixo, etc. Então, bem, ouvia essas coisas, meio de esperança, né, porque como você me falou, é um mercado que, se se moderniza, tem um pacto muito profundo, né? Na vida das pessoas nas construções, sustentabilidade em tudo isso. Então é super inspirador que eu vi sobre isso. E deixa eu te perguntar, a pandemia mudou alguma coisa? Se uma curiosidade grande que eu tenho sobre setor mudou, velocidade de construção de alguma coisa relacionado à produção de tecnologia mudou, bem, acho que o próprio ritmo do negócio, que é feito que isso teve, que a pandemia teve no seu trabalho. Olha, a pandemia foi um catalizador dessa transformação digital. Então, é a busca do antifrajo, né? Vamos falar assim, é ter esse tipo de construção que eu comentei, construção offside, que é feita em fábrica, no ambiente controlado, e as partes são levadas com as serem montadas na obra que evita aquele muito onde gente, que é a quantidade de gente, na obra em si trabalhando, sem ter as milhares de pessoas nas obras, facilita o controle tanto de saúde e de segurança das pessoas e facilita, por exemplo, as construções na pandemia. Você não tem risco de contaminação numa indústria mais controlada. Então, eu vi aceleração de muitas indústrias que trabalham com tecnologias como essa, de construções offside, não só a neoliberal, porque como tem visto algumas no Brasil também, crescendo e acelerando a função da pandemia. Muito legal. [Música] Mas é outra coisa que eu reparei, mas em número a exatividade que você tem, que você integra alguns conselhos de menstruação, então, por exemplo, a gente é superpróximo do estudo de capitalismo consciente Brasil, que você faz parte de conselho, que você é conselheiro da filial, o neuro-eguesa, da consólise, se me entende bem. E conselho, naturalmente, tem tudo a ver, com estratégia, tem tudo a ver com o futuro. E eu queria saber um pouco dessa experiência, já que você é um conselheiro jovem, que não é o perfil dominante que a gente tem em conselhos no Brasil. Então, o que você agrega aos conselhos e o que você tem aprendido nesse processo? - Que eu tenho isso nos conselhos, é que essas pessoas querem fazer as coisas de férias, que são conscientes, com os mesmos modiços de conselho do passado, não vão levar os resultados diferentes com os acionistas. Então, é por isso que os conselhos têm mudado um pouco. O que eu tenho levado um pouco com os conselhos, primeiro, é a prática de ter implementado essa transformação digital na prática, que tem muito empresário, muita acionista que fala "Poa, minha empresa é familial", que seja até uma grande empresa, que tem interesse de colocar em prática a suspeitar habilidade, a modernização, a transformação digital, sem digitalizar a sua mão, mas não sabe nem por onde começar, então eu tenho na minha carreira bons exemplos práticos de fazer isso com resultados, então é isso acho que agrada aos conselhos de levar uma característica mais prática. Outra questão é da sustentabilidade, eu pessoalmente não acredito de sustentabilidade também sem resultado, e consigo levar exemplos e questionamentos para as empresas, de como mudar as coisas no sério das empresas mesmo, não simplesmente falar que tem prebindo papel duas vezes, ou apagar na luz, "Oh, isso aí, que essa empresa é sustentável". E a minha vivência no vale do silício também ajuda um pouco como mapar e transformar as empresas, então é dessas ferramentas do vale do silício de implementação de uma opação, ajuda um pouco dessa vivência. Então essa é a sede característica, os me ajudam a participar nos conselhos, uma forma bastante prática, bastante ativa, de como as vezes implementar com empresários, com acionistas, mudanças, que já não sabem nem por onde começam às vezes, porque nunca fizeram isso na prática. E isso eu comento também do capitalismo consciente, né? Para mim, eu acredito muito nessa nova modalidade das empresas, além de buscar o resultado econômico, que já que traz muita benefício social, com o país, numa forma de geração de emprego, de renda, buscar outras formas de contribuir também para a sociedade, foi minha brinhante, que não é porque gera lucro, que não pode gerar contribuição. Então tem uma nova mentalidade, funcionando no mundo, seja por preação econômica, dos investidores, dos bancos de tudo, ou seja, até por a preação de um tapo, porque a gente tem muita que melhorar na idade da Zileira, e as empresas podem exercer um pouco mais, desse papel também. Credito, viamente em tudo que você trouxe agora, com certeza, acho que, se não, se não foi suficiente a vi, por exemplo, dos consumidores, né, de certa forma, já estavam clamando por várias dessas informações, que bom que tá chegando no conselho, nos investidores, nos grandes fundos estacionais, então, a pressão que afeta o bolso sempre muda o comportamento, né? Então é legal ver, sua experiência como conselheiro e tá levantando esses tópicos, nesses bóis. E queria falar um pouco um tigo Marcelo, só que a carreira anterior no Brasil, teve dois pontos que me chamaram muito atenção, e eu queria, enfim, saber como é que foi esse processo, e no que queria afetor, só a carreira da ali para frente. Primeiro, essa experiência que você teve, com os startups diversos setores, como investidor, de fato, apoiando, como é que foi isso, e como é que isso foi relevante para você? E outra coisa que me chamou atenção, foi uma experiência no concilo da BRH, de Minas Gerais, desde 2015. Veja que você, efetivamente, teve sempre uma função executiva, lideração do negócio, mas achei legal esse envolvimento com recursos humanos, que muitos executivos acham que esse mito-marie de suporte e dá para ver essa trajetória que você para você é um pouco mais do que isso, né? Então queria saber também como é que foi isso na sua carreira, que eu posso fazer relevância de sua carreira. Então, startups e essa relação com recursos humanos. As startups são a fonte de descabirlos branco, e é uma forma que eu encontro de estar perdendo a geração de esse mito, da geração de novas ideias, então sempre que boas de bons ideias aladou, e depois pessoas da frente de boas ideias, eu tenho que participar, seja como um mentor, seja como investidor, seja consultor, seja como conselherem, a espéit de diversos projetos, estar aparentando todos os saúde, de martes, de setor de tecnologia, e sempre tentando ajudar essas empresas a transformar ideias em coisas práticas. Mas, às vezes, eu sempre aprendi a hora de explicar como se eu transformar uma ideia e calando um pouquinho da barriga de recursos humanos, para quem me conhece um pouco mais, sabe como que eu trabalho no dia a dia, a minha base é sempre buscar resultados a través dos desenvolvementes pessoas. Eu trabalho em posições de alta liderança, desde muito jovem, aos 23 anos, eu tive minha primeira grande aqui, com mais de 70 pessoas, os 24 anos era diretor de uma grande empresa, na geração de já. Então, desde muito cedo, tive que aprender como desenvolver, como generar pessoas para conseguir resultados, além do normal, né? Então, sou muito curioso e muito estudioso desse tema. Não sei fazer de outra forma, eu de medo demais o funcionar, a gente recorroso umas, que sempre foram meus parceiros,
estratégico, nessas equipes onde eu lhe derrei, para buscar, como tirar o melhor cada pessoa e fazer que o cada pessoa consiga os resultados que nem elas mesmo acreditam, e a BRG vem muito disso, de me manter atualizado e de estar conectado com a tua directura humana e continuar nessa busca de conhecimento, de liderança, de conseguir fazer o impacto, conseguir os resultados realmente, mas sempre a tal vez desenvolver as pessoas, que eu acredito. Sensacional, quase todo sentido, uma célula. E se falou, você comentou do assumir a liderança muito jovem, eu queria saber dessa sua experiência como se eu dava para com a engenharia, então você fez bastante coisa diferente, fica que se desenvolver uma tecnologia que permite erguer um prédio de 8 andares em 30 dias com 8 funcionários, ten sido aplicado em programas de moradias, para famílias de baixa renda ineniana gerais, por exemplo, ter redução de exidos de obra, promove inclusão, como é que foi esse processo de liderar tantas inovações diferentes aí sendo os perjuvens, imagineu. Para mim foi muito legal porque foi um laboratório prático que eu consegui dentro de um setor super tradicional, que é a construção, dentro de uma empresa familiar, conseguir colocar num empresa que tinha 50 anos de idade, já, colocar todos os processos de inovação de tanta veridade de forma muito prática, então conseguir transformar cultura de uma empresa, envolver as pessoas realmente em torno da inovação de tanta veridade, foi um laboratório muito legal e muito bem sucedido, né? Você vê que de fato hoje a pré-conjera 80% a menos de resíduo que é comção tradicional foi super reconhecida já a nível nacional, internacional, no caso de inovação de tanta veridade na construção, então, fizemos um projeto muito legal lá de inclusão de mulheres, né? A inclusão social de mulheres que eram mais de família da região que não tinha acesso a emprego porque na construção civil que era o maior de os empregos da região, tinha que jogar um saco se metas nas costas para carregar, e elas não tinham essa força física, não falavam assim, tem melhor, né? Tem que ser um ativê dentro da mulher nesse sentido, né? Fiz o dia e nesse sentido nós conseguimos com o tecnologia, com as fizes para acessos nós, criar uma forma nova de construir, de uma forma absarque dentro da fábrica, de criar postos mais especializados para as mulheres e conseguimos fazer um aumento de prototividade toda essas mulheres, então é quando eu falo que eu não acredito em sustentabilidade e nada de que que te veem em volta o nisso, sem resultado, na précon, a gente não gerava menos resíduo para parecer na revista, não já vendo que vai consumir menos o material, vai ser mais econômico, só consegui fazer um produto melhor, ah, eu não fazia inclusão de mulheres simplesmente, fica mais bonito, não, claro que não, não estamos fazendo inclusão de mulheres, que a gente acredita nisso como valor, e além disso nós estamos tentando melhorar a prototividade da fábrica, então quando você consegue combinar o proposto, como resultado, as coisas realmente dão certo e a préconpa me foi um grande exemplo disso, uma grande trabalhador pra me colocar em prática esses conceitos de conseguir performance com o proposto nas coisas, muito legal, não é ou né, a gente passou tanto tempo acreditando essas coisas, era sempre trade-off, é o momento que a gente reparte não precisa ser, como você mesmo trouxe. E Marcelo, queria te fazer uma última pergunta pra gente fechar esse maravilhoso episódio de podcast, perdendo o seguinte, queria saber da sua globalização como executivo, e por que? né, a gente lembra, vai botar em 10 anos para trás, talvez menos, mas vamos olhar por 10 anos atrás, a gente pensa que o gestor brasileiro ele sempre foi muito bem contado no mercado de trabalho internacional, né, por flexibilidade, porque era muito focar de eficiência, lembra disso, né, era muito normal se virar a capa de revista e que o gestor brasileiro virando diretor global de algum lugar, mas o que a gente teve isso no levantamento de algumas empresas de redriante, é que como média a gente perdeu um pouco de demanda, né, da nossa, da nossa paz internacional, porque, né, de acordo com com as empresas, a gente não tá acompanhando também essa digitalização do mundo, talvez a gente tá ficando um pouco para trás em relações. E eu queria te ouvir a respeito, quais são os que você pensa disso, quais são os desafios, os aprendizados, você recomende pra fora, você quer voltar pro Brasil, queria fechar muito ouvindo sua opinião sobre isso. Olha, o mundo hoje é extremamente conectado, né, então é muito fácil, né, pra levar conhecimento de uma, pelo lugar pro outro, mas falando um pouquinho sobre o brasileiro, realmente existe, né, essa tradição do brasileiro, e aqui o que eu senti na prática, né, eu vou pensar em os últimos três, quatro anos eu devo ter visitado mais de 20 países, principalmente, e o que eu vejo de imagem do brasileiro de forma positiva é o que você citou, né, essa capacidade da apitação de flexibilidade, de conseguir serficiente, momentos difícil, de tantas aeção, eu acho que é isso porque de tantas mudanças ele vão falar sem dificuldade, a gente vive em nós, país que a gente acaba apenas adaptado a uma forma muito fácil, né, então nós somos, temos essa capacidade resiliente, adaptativa, realmente, então isso é uma coisa que é muito pontuada dos brasileiros. A outra coisa que é a capacidade de relacionar com as pessoas, por nossa natureza, lá, China, né, de gostar de estar sempre com pessoas, estar envolvido com pessoas, isso acaba que nos facilita quando do gerenciamento de pessoas, né, a gente já gosta de pessoas naturalmente, então é a secretaíche que é facilita a gestão de pessoas, há outros países, né, outras culturas que são mais frias que são mais gestantes, que às vezes quando você precisa de estar mais perto do colaborador, da um feedback, fazer alguma coisa, parece um pouco mais forçado, não tem essa naturalidade, que às vezes o brasileiro tem de gestão de pessoa, então são duas características positivas, por no outro lado, tem duas outras que são escutas, que são negativos que vale citar, uma delas essa que você comentou, da distância da tecnologia, isso acho que pode ser um pouco às vezes, por que eu comece com esse, né, duas vezes a empresa brasileira está muito voltada para o negócio brasileiro e às vezes não está tão aberta para a tecnologia, essa transformação digital, isso às vezes faz um pouco sentido e a gente sente um pouco falta disso, mas tem muita coisa legal e muita avançada no Brasil disso também, não quer dizer que não são completamente frasado ou frasado em distância pelo contrário, tem muita coisa legal de instalização de novação no Brasil, mas a gente vê realmente em outros países que isso é uma coisa mais natural no dia a dia, brasecutiva, industrialização, e outro ponto que tem de negativo é a questão do jeitinho brasileiro, que infelizmente a gente leva essa bandeira da corrupção do jeitinho de querer fazer as coisas com atalhas, isso é muito ruim, eu tenho lembro de sempre fazer a coisa certa, pelas razões certas, mas a gente às vezes importa algumas barreiras em função desse stigma do brasileiro de corrupção e de jeitinho, mas essas são as minhas visões assim, cara eu não tenho um objetivo de onde está, é muito mais pelo projeito, onde eu posso empacitar mais as coisas, onde eu posso trazer realmente um impacto melhor para a sociedade de tudo, tenho plano de voltar para o Brasil, de continuar, de convoltar, contribuir para a sociedade do brasileiro como tudo, mas não tem data para isso, hoje tenho aprendido bastante que eu tenho feito, mas espero um dia poder voltar para o Brasil, de levar mais um pouquinho desse conhecimento e dividir e aprender e voltar. Muito legal, Marcelo, eu, como se envolvido aí nesse movimento de negócios que buscam fazer o bem, queria eu que essa somentalidade já tivesse muito mais compartilhada entre os executivos brasileiros, porque sem dúvida acho que é muito necessário e além de ser muito positivo é muito sinal dos tempos, né? Acho que obviamente tem uma questão de valores que você trouxe que é super relevante, então a gente está chegando no momento de muito, que não tem muita opção de não ser assim, de não se preocupar com questões sociais, a mentaid, de não gerar resultados juntos, então particularmente ficou super inspirado em ouvir essa história que ser trouxe para a gente e queria te agradecer demais cara, por pelo tempo por compartilhar esse conhecimento, sei que você é tal longe, então que bom que a internet permitem a gente gravar, se pode quer exadistância durante a pandemia, então muito muito muito obrigado mesmo. Como mensagem final, falando sobre isso aí, quando a gente chá traço só performance, sem o proposto, acaba que seja muita desigualdade social que as pessoas a gente tem no nosso país hoje, quando você consegue gerar só o proposto e não consegue a performance, aí vida poesia, começa a fazer coisa que não sustentar ao longo do tempo, a quando você consegue combinar o resultado prático do negócio com o proposto de fazer o bem, realmente você consegue ter algo que seja duradou, e que a gente consegue trabalhar com o coração cheio, isso é o objetivo aí, a gente tem essa transformação do mundo pra muito nesse sentido. Muito obrigado pelo convite, aí cara, pra mim é um prazer poder dividir com vocês, aprender junto, questionamentos, igual a sempre trocar a ideia, quem quer me procurar, aí é muito fácil achar nas redes sociais, estou sempre aberto, sempre respondendo, é um prazer continuar com vocês, muito obrigado pelo convite, foi um prazer. E aí, gadíssimo, macela. Começa nos três pontos principais, primeiro a necessidade de estudar para efetivamente ter repertório e para resolver problemas hipercomplexos, a vida é um equilíbrio de experiência com conhecimento, e é isso que nos faz colocar as coisas em prática com a agilidade, em segundo que, diferentemente de outros países, o Brasil tem uma dificuldade em chegar a oportunidade fora das nossas fronteiras, falta uma visão mais aberta, avisando o mundo, que consequentemente faz com que a nossa estratégia seja menos competitiva em viaglobal. Por outro lado, os gestores gestora brasileira ainda é visto ela fora como muito flexível, adaptável e resiliante. Os pontos negativos é que somos visto distantes quando a transformação digital, e somos conhecidos também pelo jeito em brasileiro. E por último, que a transformação digital do setor de construção passa por duas grandes frontes, soluções sustentáveis e humanização da construção. Dentro da sua trajetória, uma célula trouxe inovação de válvão muito prática para esse setor que é super tradicional, como por exemplo a criação de uma tecnologia que permitir regeir um prédio de 8 ondárias em 30 dias com apenas 8 funcionários, e ter sido aplicado em programas de moradias para a família de baixa rendemina gerais. Isso reforma como é possível ter performance com propósito. Esse episódio contou com os trabalhos técnicos de Leonardo Amaro, da empresa Erolytos, a produção de Lavina Pedrosa e a direção de Adriana Salis. A apresentação em mim é Pedro Nascimento. Se gostou, por favor compartilhe. Agradeço sua companhia torcendo para que seja constante, porque este é o momento de comer.
começar a redesenhar e alimentar tudo nos negócios de nossa sociedade e nós podemos fazer isso juntos. Afinal, o futuro vem de futuro e a gente acredita em isso. Muito obrigado e até a próxima.
Podcast Summary
Key Points:
- A importância do conhecimento na carreira e a combinação entre teoria e prática para resolver problemas complexos.
- Estratégias de empresas brasileiras versus empresas de fora do Brasil, destacando a visão mais global e aberta de executivos europeus.
- A necessidade de combinar performance e propósito no setor da construção, com foco em sustentabilidade, tecnologia e humanização.
- Experiência de Marcelo Miranda na implantação da Consolis na América Latina e posteriormente na Espanha, onde assumiu a direção geral após contribuir com críticas e sugestões.
- Diferenças culturais entre países europeus e o Brasil, com ênfase na abertura para mercados internacionais.
- Transformação digital na construção civil, com exemplos como pontes modulares com chips de IoT, uso de materiais sustentáveis e redução de carbono.
- A pandemia como catalisadora da digitalização e de construções off-site, que reduzem riscos e aumentam eficiência.
- Atuação de Marcelo como conselheiro jovem, trazendo experiência prática em transformação digital e sustentabilidade para conselhos de empresas.
Summary:
O podcast discute estratégia, planejamento e inovação com Marcelo Miranda, executivo que atuou no Brasil e na Europa. Ele destaca a importância de combinar conhecimento teórico com experiência prática para enfrentar desafios complexos, como a transformação digital e a sustentabilidade na construção civil. Miranda compara as estratégias brasileiras com as europeias, apontando que executivos europeus têm uma visão mais global, enquanto brasileiros tendem a focar no mercado interno.
Ele relata sua trajetória na Consolis, onde foi contratado para planejar a entrada na América Latina e, após críticas construtivas, acabou liderando a operação na Espanha. No setor de construção, ele enfatiza a adoção de tecnologias como BIM, construções modulares, IoT e economia circular, citando exemplos como uma ponte desmontável na Holanda e estádios com chips em arquibancadas. A pandemia acelerou essa transformação, especialmente com construções off-site que reduzem riscos e melhoram a eficiência.
Como conselheiro, Miranda traz experiência prática em transformação digital e sustentabilidade, ajudando empresas a implementar mudanças reais, alinhadas ao capitalismo consciente. Ele defende que empresas podem gerar lucro e contribuir para a sociedade, respondendo a pressões de consumidores e investidores. Sua atuação em startups e no conselho da BRH reflete seu compromisso com inovação e propósito.
FAQs
Ele começou em engenharia, focando em resolver problemas e pensar fora da caixa. Trabalhou em empresas tradicionais como NRV e Dádio Gutiés, onde se incomodava com o status quo e a relação da construção com o meio ambiente, o que o levou a buscar ferramentas no Vale do Silício para transformar essas empresas.
Ele foi contratado para estudar mercados, produtos e planejar a entrada na América Latina. Paralelamente, avaliou o plano de entrada na Espanha, fez críticas e sugestões que agradaram, sendo então convidado para liderar a operação na Espanha.
Na Europa, há maior abertura para mercados globais, enquanto no Brasil as empresas tendem a ser mais focadas no mercado interno. Isso exige uma visão mais ampla e comparação com benchmarks internacionais, o que aumenta a competitividade.
A pandemia acelerou a transformação digital, especialmente em construções off-site, que reduzem a concentração de pessoas nas obras. Isso facilitou o controle de saúde e segurança, impulsionando tecnologias como construção modular e materiais sustentáveis.
Incluem plataformas 3D (BIM), construções modulares, internet das coisas (IoT) em pontes e dormentes, materiais sustentáveis com redução de carbono, e chips para monitoramento de desempenho e manutenção.
Ele traz experiência prática em transformação digital e sustentabilidade, com exemplos reais de implementação. Também contribui com ferramentas do Vale do Silício e uma abordagem focada em resultados, ajudando empresas a modernizar-se sem perder o foco econômico.
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