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Falta à América Latina onda de crescimento, não de cor

52m 28s

Falta à América Latina onda de crescimento, não de cor

Teksti käsittelee Brasilian talous- ja poliittista tilannetta, jossa julkisen talouden kestävyys on keskeinen huolenaihe. Hallituksen menot kasvavat kaksi kertaa nopeammin kuin bruttokansantuote, mikä johtaa velkaantumiseen ja korkeisiin korkoihin. Kongressi on lisännyt omia menoaloitteitaan, kuten palkka-alojen korotuksia ja eläkeuudistuksia, mikä pahentaa julkista taloutta. Poliittinen polarisaatio näkyy ulkopolitiikassa, erityisesti suhteissa Israeliin ja Argentiinaan. Oikeistolainen "sininen aalto" on levinnyt Latinalaisessa Amerikassa, mutta Brasilian vaalitulokseen vaikuttavat turvallisuuskysymykset ja presidentti Lulan suosio. Teksti korostaa, että valtion menojen kasvu on kestämätöntä ja että talouden tasapainottaminen vaatii uudistuksia. Samalla poliittinen keskustelu keskittyy turvallisuuteen ja ulkopolitiikkaan, mikä heijastaa laajempia ideologisia jakolinjoja. Lopuksi todetaan, että oikeistolainen aalto ei välttämättä ulotu kaikkiin maihin, kuten Meksikoon ja Brasiliaan, joissa vasemmisto on vahvoilla.

Transcription

6703 Words, 39834 Characters

Finnish
Sistää. Mitä tämä joukkaina rikki? Sami fixa se just. Sami huu. Meidän talo mestare. Sujuu kuin Sato. Huokraa elämäsi koti. Sato Pisteffi. Juluu, se olisi siis aivan suuremmoisen oskomaton. Oli. Upe-hotelli, erikois kahvia aamiaisella, Ihanat ravintolat, Ihanat autat. Eikä. Kaikki kävely matkampässä. Ohja, mitkä puttiikit? No huuhtuolat siis kreikassa kanari, fa laikuana kumaarvaa riviära. Ei, kun jumppossa. Sist jumpponiin, kun se kauppa keskus. Juuh, että mitengä sinne suupannan? Suuremmoista! Suuremmoisten elämä. Boa noit, että se näin embratio, eesti, eivät ole. El겠습니다ailta, Ericko S. Cartham-Maalehtaisin puttunut, ateausen harvoitani Clyville Mico Hurrail setzen ei hieno Mother professional Atina plus chỉitään Oida Hatinaplace 8. -1916 Yksi roastingudaal we might Oida, konsenssura, oshton, onda, kontra, konsenssura, oshton, etc., etc., Aamaisduradora, dessas ondas, paremmin seuraavaa populismi, istu, Nasmaisi, versas kores. Infelismente, onda, kendo onnossa ei ole spedastu, mutta onko suosiaan, jatkoa, onda, investimento, edukaisen, aumentu, produtivitate, kun amerikalatina surfou, onda, bumbikomorites, referidos asiatikus, kriaron ondas, progräsio, teknologi, se transformaron, engrandi, centus, industriais, ei ole kokoa, 40 annoi, 40 annoi, amerikalatina vive, mashta, nasa, produtivitate, ista, nasa, ondikreismi, ondikreismi, Ään on juuri lesl championship, joten kerta vastataan على tartajat - Minkö Jaap Также hämtää oikeada t consigo joku inspireden Huon bright pickled - стали skучstä. Viik ei ole Usedka 000 sendä ruon tykset, turaaraa lamenta tyировisella - kiaiseekin ja täysgalla oleina oikeastaan devolun - bialko sen hy moeten, joskus kriцу olleet - ja aynk filtrationimate, menellymään illallisot - ensimmäinen til minden nesuglikellinen runtimeo tapki. Näissä Inte- Saul töitä näytään equipäädään ei ole hisä tuoltoعمillä. Saan olevan sinuna하시는h nurun. Sain seuraava只有ä, mennyt ain perspectiveinta. Jooakoide, tarvampaa erytön liian nyt aloja. Viikkine en oikein saavaksi aurinaan. Haluaisllani kuuleva improvisita jääneen tarpeet s thirdaasiangan maailman maailman Walteroncé. Kiitos! Kiitos! Pastaan on saa huomioon, kun on saa huomioon. Se on saa huomioon. Katsotaan on saa huomioon. Sain seuraava, kun on saa huomioon. Sain seuraava, kun saa huomioon. namiliar Sind pumpa, edekopumpa, t iOS ja tsumpa, hiskepäärän tur Tesla reproduce vi� kehite Running for Eli on sem BRANDON SPLAK ViANSi. Trlys voimilla Warsaasioseksi pitäisi journ بذ reservessemaan. Jola äänet jokin polktavaita, jotka olivat myös nysen germaa. Täällä on elää nisen airailytemperäuskidsrysioihin osedknippaukseni. Olemme suomalaisen erityisesti, mutta ei ole saa, että ei ole saa, että he ovat koko ajan, mutta ei ole saa, mutta ei ole saa, että he ovat koko ajan, mutta ei ole saa, että he ovat koko ajan, että he ovat koko ajan, mutta ei ole saa, että he ovat koko ajan, mutta ei ole saa, että he ovat koko ajan, Minä oletilyisees改 on suorganista kuruva? ONE COW PROR will anything, m fashion on mahdollista bayale dialect, aivan epiolun temsimailman kanssa. Oillani composeisen heけて importantابuja. Krihti�opeen t tribal過ueilla一s ped都 waterproof, mitä se aikaa. Olen edes pilotnus Olenzeit lumpsionylisesti ortamimia. Krihti�opeen tuli, jota on tuli. Onko krihti, että jota on tuli, että krihti on tuli, että krihti on tuli, että krihti on tuli, että krihti on tuli, että krihti on tuli, että krihti on tuli, että krihti on tuli, Kuten Kiel stereotas k不好isi, he toteusin toimeakin threaten草ty. On sanoa, että veslek 초� casina on galame அ человечelimboa. Sonst� Mä intenut tässä, - - se ei tar�� chancee, vaan noana kyllisärän työtä on gak rosimin. que terem a mesma coisa, cada um com seu instrumento, ambos gerando distorções. Daniel, a Luciana, a nossa reporte de Estacoa, que é esta semana, a semana derradeira, para fazer o que foi feito hoje, por exemplo, como o lançamento do desenhola para "adimplentes", bem notalevo. Eu desenhola para quem está pagando uma coisa e desenhola para inadeimplentes, e esta de hoje as pessoas ou os são bem, é para quem está pagando. O que tem ainda aí na hosta de ferramentas? O Ile, a caixinha de ferramentas já foi toda gasta. Agora, até pela entrada do defeso eleitoral, que é como se diz aqui em Brasília, não tem mais muito o que fazer. A não ser a grande medida que comina com toda a espacote de bondades, que é a aprovação da PEC6 por um, e até agora todas as finalizações de Davi Alcúnulo, e continuam sendo de que pretende segurar para depois das eleições. O que a gente tem visto nos últimos dias, isso fica claro com o programa de renegociação de dívidas para os "adimplentes", é o governo, agora, tentando falar para um público que tem demonstrado muita resistência, com o PT, com lula, com este governo. Que é essa imensa massa de trabalhadores informais. São 40 milhões de trabalhadores, 40 milhões de votos, não são sindicalizados, não é a turma que tradicionalmente cabe no discurso eleitoral do PT, e com quem o PT tem tido imensa dificuldade de conversar. Começou a conversar com esse programa "Move Brasil", que é de benefícios, crédito para o pessoal de aplicativos, de transporte de passageiros, de entregas, volta a falar nesse programa de renegociação de dívidas para os "adimplentes", e está tentando ainda aprovar um aumento do meio e do simples nacional, microimpreendedor individual. Essa última benécia, se estendida para o simples, é um rombo de mais 50 milhões de reais. O governo está tentando resistir, mas são 50 milhões de reais, que é o segundo maior gasto tributário do país. Se você quiserz uma franca de Manaus, maior incentivo fiscal é dado para o simples nacional. E é tudo isso que tem se acumulado de forma aqui, em janeiro de 2027, ou até antes, a gente tem aqui colocar a bola no chão e tratar de algum tipo de ajuste e de recalibrar a agenda expectativas, como seu tempo foi feito em 2015, pos vitória de uma recefe? Eu vou colocar o foco um pouco nessa ferramenta, que a qual se referiu. O Dani Alhite, na enagora, é a aprovação do fim da escala, sem escuro, redução da jornada e a prohibição da escala, sem escuro, atrasendo para 5x2. Nos relatórios que a Eurázia tem produzido, ela tem se manifestado com um pouco mais de certeza de que esteja aprovado logo do que o Dani Alhite. A gente tem achado provável que o projeto é aprovado antes das eleições. Claro que se a gente pega, se vai ser aprovado em senado antes do recéso, talvez fique para depois do recéso, dar das dificuldades que passam para nós estar tendo com Davi alcolumbre. Davi alcudo tem buscado uma reina com o presidente Lula, a gente já vem um desgaste acumulado, por várias razões, ele está jogando mais duro, achamos que a pressão política, no ano eleitoral, com dois tessos do senado em jogo, tende a levar a essa abotação antes das eleições. Mas, evidentemente, a gente reconhece que existe uma chance que isso fica para depois das eleições, mas a nossas contas achamos que saia esse ano numa probabilidade de 70%, mas estamos monitorando que o cara dela está ficando curto, mas achamos que essa pressão popular tende a se importar nessa reta final, talvez depois do recéso. Agora, a gente volta ao nosso foco de novo para o fiscal, todos eles exagando um pouquinho, mas os achons, eles caminham juntos de uma maneira ou de outra taís. Os resultados hoje, por exemplo, mais uma vez demonstrando que as despesas crescem muito mais que as receitas. O ponto que o Daniel acabou de mencionar, por exemplo, o Gmota aparece ali com uma cena, com um crucifixo enorme ali atrás dele e do presidente Lula, prometendo o Celsius, na verdade, nesse sentido, e pro inferno um buraco que daria isso, que daria nas contas públicas. O William tem uma conta que é mais simples, eu acho que ela escancara melhor para as pessoas que não conseguem entender direito adinâmica da política fiscal, que é a seguinte. Essa conta foi feita pelo Manso Retomeda e pelo Chamoão Pessoa, ambos em um relatório para o BTG, em que eles demonstram que, pelo andar da carruagem de 2026, de antes de todas esses pacotes, enfim, todas essas bondades, o Governo Lula 3 caminha para ter, em quatro anos, um crescimento de despesa acima de 21%. Para um PIB, ou seja, para uma riqueza gerada, para um crescimento de 11%. Então nós estamos falando de um estado que cresce a 21 para um país que cresce a 11. Se não precisa entender de política fiscal, para saber que isso é insustentável, porque quem sustenta o estado é o setor privado, é a economia, quem gera a riqueza. O Marcos Lisboa, que é outro economista que faz bastante diagnóstico sobre a situação brasileira, sempre tem uma frase que ele usa muito tempo, que ele fala que o Brasil é o país também entrada. Então, assim, quanto mais uma entrada, mais caro vai ficar o custo do país para que eles quipago. Esse pacote de bondades do Lula, quantidade de exceções e de categorias que ele quiser atender, ou para não pagar uma conta, ou para pagar menos juros do que aquele que o Banco Central faz, é um pacote de meias entradas. E depois que você coloca a meia entrada na praça, como é que você tira? É um mecanismo difícil politicamente de se retrair. Então, eu acho que essa é a figura, essas duas figuras de um estado que cresce, o dobro do que cresce a economia, e de um país e de um governo que exagerou na dose da criação de meias entradas, ou seja, quem vai ficar pagando no Brasil vai pagar muito mais caro. Daniel, vamos lá pro favor, por favor, prosiga. Só para repostar um ponto aqui que eu tinha colocado na mesa no meu primeiro comentário, em primeiro lugar, o diagnóstico do país é corretíssimo. O grande desafio do Brasil hoje, aqui nós temos com contas públicas, gastos além do que a fé secreta é encrescido, a dívida está subindo, e é por isso que estamos com juros reais tão elevados. E vamos ter aqui, fazer uma rumação de contas no pós-eleção. Mas eu só queria chamar atenção que, pelo menos do lado do governo, que eu enxergo, é uma equipe econômica que está tentando o conteúdo tamanho do estrago. E eu vou dar um exemplo do projeto com o Caldo Daniel Sitor, que é aquele projeto de aumentar a exenção para mico de pendiduros de um lado, e também as faixas do simples do outro, que era uma conta de 50 bilhões de reais. Do lado do governo, o que a equipe econômica está tentando fazer é aprovar o aumento da exenção para só para mico de pendidores e não para os simples. A diferença da conta, em vez de 50 bilhões de reais, a conta fica em 2 bilhões de reais. Então, eles estão tentando tirar parte dos projetos que a conta é muito salgada e fazendo um pouco de contenção de danos, mas, ao mesmo tempo, enfiando algumas medidas que aumentam a aprovação popular, como a Traiz Men colocou, fora das contas primárias. Mas é só deixar claro que algum esforço do governo para evitar as propostas, com dano maior, está ocorrendo simultaneamente. Bom, o que você faz é a gente ir para a questão política, ou melhor, pro mundo ou submundo, como preferir outros, da política na relação executivo e legislativo, Daniel. O ENER, a gente tem comentado aqui, quando o executivo abre a sua torneira de gastos e faz gastos multibillionários e mirando um público muito amplo, é natural que o Congresso que também vai enfrentar eleições começa a ter uma agenda em que ele percebe essa torneira aberta e vai abrir outra torneira também, que são os pisos salariais, para categorias específicas, para aposentadorias em regimes especiais, como que pode ser aprovada agora para a gente saúde. E isso, governo poder executivo, desancorou as expectativas da política para usar uma expressão do mercado e agora o Congresso está seguindo. Só pontuaria na questão do Peck, que prevê o fim da escala 6 por 1, que aquele sentimento que a gente identificou de um Hugo Mota, que pareceu muito a tordira, tratorando os trâmites de regimentais da Câmara, para aprovar rapidamente a linhaça com o governo, não é o sentimento. que está se percebendo nas últimas semanas e nem nesta semana no Senado. Muito infunção do fato de que deputados que votaram e entraram no clima do Oba-Oba, no fim da escala 6 por 1, voltaram para as suas bases e se por um lado receberam elogios dos eleitores do povo, vamos dizer assim, também foram duramente cobrados pelo setor produtivo. E esse clima já começa a chegar no Senado, o que tem feito da Violculumbre, botar a bola de no meio de campo para analisar com pouco mais cautela situação. Daniel, Cristaís, a gente continua juntos, vamos para o intervalo, depois do intervalo. Nós vamos voltar falando sobre a aposta da onda azul de direita na América Latina, até já. WWW de volta do intervalo conosco agora a Lourid Vald Santana, boa noite, Lourid Vald. Flave Bolsonaro se reuniu nesta segunda-feira com o presidente da Argentina, a Javier Milhei, em Boenos Aires. Lei disse que a onda azul que ele viu o presidente de direita na América em vários países da América Latina nos últimos últimos período chegará ao Brasil. Acompo aí. A Violculumbre, a Javier Milhei e Flávio Bolsonaro se encontraram por cerca de uma hora na residência oficial da presidência argentina. Nas redes sociais, Milhei disse que Flávio levará o Brasil a onda azul, com o vencendo chamada "Sucessivas eleições de presidência de direita na América Latina". Desde a volta de Donald Trump a Casa Branca, a direita se manteve no poder após eleições no ecuador e na costa rica, voltou a governar o Chile, a Bolívia e Honduras e venceu eleições na colombia e do Peru neste mês. Flávio está na Argentina desde o fim de semana. No domingo, o presidenciável participou de uma conferência promovida pela Fundação Aliados de Israel. Em discurso, o senador afirmou que, se eleito, vai dar o passo necessário para transferir a embaixar da brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, cidadico, jocontrônia, reivindicada por israelenses e palestinos. A ideia era defendida por Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2018. Mais uma vez um palácio do planalto, abandonou o plano e meia o risco de represalha de países musulmanos contra o Brasil. Flávio também disse que o Brasil entrará nos acordos de ZAC, uma iniciativa capitaneada por me lei para aprofundar as relações entre Israel e América Latina. "El Brasil de arar é ser um vector de inestabilidade para convertir-se em um vector de paz e de aliança entre Israel e las Nações Amigas de Resta Region." Flávio tem utilizado agendas internacionais para levantar bandeiras à direita na pré-campanha. A um mês, o senador defendeu em Washington a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos. E deve voltar a capital americana na semana que vem para discussar em uma audiência pública sobre a nova proposta de tarifalço americana, visando-se desvinciliar da peixa de tariflávio colada pelo governo. Foi longo o discurso que Flávio Bolsonaro proferiu nesse evento. Um evento específico em relação a Israel. Ele aproveitou esse evento para colocar uma série de vetores de política externa como ele vê isso curiosamente não aparece nenhum substato de Estados Unidos. Eu acho que ele sentiu as dificuldades para a eleição dele, são causadas por essa forma como a esquerda, o presidente do lústice plora a ligação dele com o governo americano. Foi uma relação muito acidentada com os resultados que não foram bons politicamente para o grupo dele, desde o ano passado, então no fundo ele está no trabalho de controle de danos em relação a isso. Na vaga, isso com muito cuidado, se colocou o foco, manteu o foco na relação com Israel e com a própria Argentina. Mas foi um episódio, um evento muito marcado por esse processo de ideologização da política externa, ao qual nós vamos assistindo desde a chegada de Lula, o governo pela primeira vez em 2003, quebrando uma tradição do Brasil de manter a política externa como algo mais protegido da ideologia, da partidarização das disputas políticas internas do país, porque o Brasil considerava tradicionalmente que a política externa era uma política de estado e não de governo e muito menos partidária. E o Brasil tem pagado um alto preço por essa partidarização e ideologização da política externa promovida pelo Lula e também pelo Jair Bolsonaro em seu tempo. Hoje estamos usando o Flávio Bolsonaro pelo mesmo caminho. As relações entre o Brasil e a Argentina são muito ruins hoje, por causa. A própria Argentina também fez esse movimento, Alberto Fernández veio visitar o presidente Lula quando estava preso e criticou o sistema de justiça brasileiro numa interferência nos assuntos internos e aí Jair Bolsonaro, que era presidente na época, deu troco e teve relações ruins com o governo Alberto Fernández, Cristina Kischner, aí veio Marius Marques, as relações carnobosas e, enfim, a lei, o Marius Marques foi anterior a isso, depois veio Alberto Fernández e Kischner e aí relações boas de Lula com essas personagens, aí depois ruins com Ravier Milé, isso não faz sentido, quer dizer, isso vai contra os interesses nacional, tanto brasileiros quanto argentinos, são dois parceiros líderes do Marcos Sul e que trazem muito mais proveitos para esses países e para esse bloco juntos do que brigando entre isso, só fragiliza os dois países e as relações dos países não podem estar sujeitas a essas preferências ideológicas, tudo bem, o Ravier Miléitor C para o Flávio Bolsonaro, mas isso tem de ser feito, forma muito sutil, muito discreta e não colocar isso no centro das relações entre os países. Agora há uma questão que fica, em primeiro plano nisso nessas cenas que a gente viu na reportagem, lá em Buenos Aires e mais por parte do que o Ravier Milé publicou, Chris, ele suponha uma onda azul de certa maneira, eu não vou dizer monorítica, mas muito alinhada, dá para acreditar nisso? É isso é um parte entre cientistas políticos, William, que é se essas sucessivas vitórias da direita representam uma onda na região e nos dizem algo sobre a eleição no Brasil. O argumento que é feito, que estamos de fato numa onda, é que a gente olha o opinião pública na região e a grande preocupação em vários países, maiores dos países da mecotina, se encontra em segurança pública, tem a ver com o crescimento climatronizado, o padrão de criminalidade, nós estamos vendo, o roubo de celulares, então a opinião pública tem muito mais preocupação com segurança e candidato com os servadores tendem a ser mais competitivos nesse eixo. Então, sobre esse aspecto pode haver algo sobre a natureza do que os estrangeiros estão exigindo e a vitória da direita. A outra hipótesse é que, no fundo, a maioria das vitórias da direita provém de governos que estavam sendo fragilizados com demandos que são muito difíceis de atender e contemplar, muito como a esquerda surfo a onda de desencanto e revolta quatro anos atrás, agora a direita está surfando essa onda. Acho que o Brasil se encontra num quadro no meio, porque o presidente Lula tem antes de aprovar a provação mais elevado do que os governos de esquerda que perderam e a direita assumiu o poder. Então, eu não acho que o Brasil se enquada exatamente no período dos outros países, mas se enquada assim no tema de segurança. Então, acho que o resultado no Brasil vai capitalizar se essa onda vai ser filmado ou não, por que veja. Se no Brasil, o presidente Lula prevavece na reressão, a imetade do PIB também é clatina, e vai ser governado para a esquerda, porque os dois principais países, México e Brasil estão estarão governados para a esquerda. Então, esse conceito de a onda tem que ser relativizado, com as duas principais economias, talvez não seguem essa direção. Não é um ponto interessante que o Cristo está colocando. Se a gente pensa em outros momentos pendulares, e foi por isso que eu citei o consenso de Washington abertura do programa. O consenso de Washington era um conjunto de propostas, não posso dizer que seja uma ideia estabelecida. Atacada por um lado. Não é um de governança. Ok, uma atacada por um lado, em torno do qual se orientava, de certa maneira ideologicamente. Se eu vou aderir esse, digamos, manual de governança, eu estou de tal lado. eu considero. esse monão de governança apenas uma cópia do neoliberalismo das potências imperialistas ou de outra. Mas havia algo em torno de governança e economia desta vez é puramente segurança pública. Exato, e eu acho que é isso, aqui pode nos colocar a nossa região, a viver o movimento ainda mais pendulares de trocas mais constantes, porque como você disse na sua obetura, o William troca a cor, não está resolvendo o problema da economia. Olha o que está acontecendo com a Argentina, está tendo crescimento, como não tinha muitos anos, a inflação está no menor patamar dos últimos anos, mas o desemprego aumentou, ainda de imprensia explodiu para mais de 12%, estava em 5% quando o milhei chegou. Então, o desemprego aumentou, ainda de imprensia aumentou o custo do serviço, já aumentou muito, então ele conserta de um lado e não arrumou do outro. A gente não conseguiu trazer bastante investimento para a mineração oligássica aliás, aí tem uma competição importante com o Brasil em atração de investimento, deu exenção tributária para todas as empresas, mas não consegue se recuperar, o índice de desaprovação do milhei lá, de reprovação é de mais de 60%. Então, não adianta trocar de onda, outro caro de manual ideológico, se o manual de governança não consegue atuar. Então, o Brasil, por exemplo, tentou, o Lula sempre foi contra o consenso de Washington, mas quando ele assume no primeiro governo, ele seguiu direitinho com o consenso de Washington, não fez nada fora da carta do baralho, da carta da convenção. Depois ele começou a abrir, deu-no-que-deu, mas, enfim, principalmente no adiuma. Mas a carta que nós temos hoje é uma carta muito mais ideológica de costumes e de leitura de como o mundo deve funcionar, se tem que ser azul ou coordenosa, do que uma troca de referências de como o governo ao país. Duas referências ali no discurso do Flávio, ao lado do milhei, Daniel, que estão diretamente ligadas ao debate dos últimos dez de aclassificação de grupos criminosos brasileiros como terroristas, e também um outro ponto que é Trump. O que o Flávio implica, embora ele não fale explicitamente, é que, graças a Trump, nós estamos vivendo uma atmosfera de transformação. Estamos. O William, como é que eu tenho visto esses movimentos de Flávio Bolsonaro tanto na ídia agora para a Argentina quanto recentemente nessa ídia para os Estados Unidos, ele voltará na semana que vem. Em primeiro lugar, fugir, tentar, pelo menos, fugir de um noticiário que lhe é inconveniente, seja com os áudios vazados de Daniel Vorkaro, seja com os ataques de bichere Bolsonaro, mas recentemente. Em segundo lugar, me parece que Flávio tem tentado energizar a militância, criando uma impressão de que um a um, Bolívia, Chile, Colombia e Ecuador, os países estão rumando para a direita tão nessa onda azul e em breve chegará ao Brasil. Isso é ótimo para energizar a militância, embora o Brasil tem a características muito peculiares. Mas, um terceiro ponto é de um Flávio que tem tentado se mostrar como um estadista. Nunca foi um político, con senador, uma pessoa engajada na área externa e sobre isso é imensas dúvidas, porque, de fato, ele tem inclusive se aconselhado com pessoas que são entendidas da área. O Marcos Troirro, por exemplo, foi presidente do Banco dos Brics, secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, tem aconselhado Flávio Bolsonaro, sua precampanha, distribui um longo texto no fim de semana, com algumas premissas para o próximo quadriênio entre elas, voltar ao processo de adesão ao CDE, acabar com essa dicotomia, sul global e ocidente, ótimas propostas e ótimas ideias. Mas, quem terá mais relevo, eventualmente, na política externa de Flávio Bolsonaro? Um Marcos Troirro, tositando aqui só um dos nomes, ou Eduardo Bolsonaro, um Marcos Troirro, ou Paulo Figueiredo, um Marcos Troirro, ou um induto dado a Felipe Martins, que foi, talvez, a pessoa mais vocal da ideológica do governo do país, a ir Bolsonaro, voltando a assessoria internacional. Essas perguntas que não estão sendo feitas. Está repetindo mesmo script do filme durante Jair Bolsonaro em uma tera de indiretrices de política externa, exatamente a mesma coisa. O que o staff mais ou menos profissional sugere, era, digamos, desfeito na cozinha de casa. Agora, L'Orival, dificilmente, Flávio, poderia ter escolhido o momento pior para falar da questão do Israel. O que nós estamos vendo hoje do ponto de vista do Israel, inclusive, é o processo até certa maneira rápido de perda de sustentação na própria direita americana. Quando eles falam de Israel, eles não estão falando sobre Israel, eles estão falando sobre a base evangélica, no Brasil, a base conservadora, que tem uma ligação teológica ideológica, cultural com Israel. É um Israel mistificado e idealizado na Bíblia, e se reconstruir da volta do Messeis. É, se reconstruir o templo de Davi, isso trairia a volta do Messeis e o juízo final e tal. Essa vinculação, essa que tem é um plano obstrato, não tem a ver com o fato de que esse governo Israelense caiu em desgraça na opinião pública mundial, com países que sempre apoiaram o Israel como reino unido, a França e, sobretudo, a Alemanha criticando duramente, e aliás, o Donald Trump, o governo republicano, e os democratos também, que tradicionalmente apoiaram o Israel se distanciar no dele, porque Israel se tornou uma máquina de martança e de instabilidade com na faixa de gása, no líbano e no iran, e que neste momento está em rebelião contra o governo americano e contra o acordo hoje, o Israel Cáters, ministro de Defesa, falou, "Nos nós não fomos consultados, nós não temos nada a ver com esse acordo, e nós vamos continuar atacando o resbolar, vamos atacar o iran, se fomos atacados, etc., vamos continuar ocupando o sul do livro, não vamos sair de lá, etc. E o próprio tarciso que o governador, uma vez apareceu aqui na Paulista com um bando em rolado numa bandeira de Israel, essas pessoas sabem muito pouco sobre Israel e muito sobre o que que as suas bases desejam." Daniel, muito de peço de você hoje, obrigado boa noite, Daniel. É da folga para ele, acabou de voltar. Deixa ele aqui de casa. É o pior dia da vida, o dia que ele volta das férias, então a gente fica apiedado dele, ele vai pegando o hit. Obrigado Daniel, Chris, Thaís, Lourival, a gente continua juntos, e depois do intervalo a suprima corte americana, suspeiteu de missão de nele à tura do Pedro Alruzero, pro parte do Trump, até já. [Música] Estamos voltando do intervalo, é o W. A suprima corte, lá dos Estados Unidos, em pôs uma vitória e uma derrota para a dona do Trump. Vamos ver, como é que ela sei que o livro nesta segunda-feira? Primeiro, o suprimo deles impediu a demissão de uma diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, o Trump queria botar mulher para fora de qualquer jeito, alegou até que ela era criminosa. Mas, por outro lado, expandiu o poder do presidente americano de nomear e demitir nas agências independentes, confira. Por cinco voltos a quatro os magistrados decidiram bloquear a demissão de Lisa Cook do Cargo de Direitora do Federal Reserve. Argumentaram que o desaligamento permitiria a Trump remover um integrante do Fed a qualquer momento, por qualquer motivo, sem aviso prévio nem checargem jurídica posterior. O Banco Central Americano opera num sistema de independência dos poderes. Mas Trump dizia que Cook tinha cometido fraude em potecas e por isso precisaria deixar o cargo, sem aviso prévio ou possibilidade de defesa. Ela nega a qualquer irregularidade. No entanto, o presidente americano também viu uma vitória com os magistrados em outra votação. A Suprema Corte permitiu a demissão de Rebecca's Louter, ex-funcionária da Comissão Federal do Comércio. O órgão é considerado vipartidário, e funciona sem interferências diretas da presidência. A decisão muda um presidente de 90 anos. Ela permitia a imposição de restrições do Congresso no caso de demissão de líderes de agências independentes. A partir de agora, Trump pode desligar funcionários dessas comissões sem justificativa direta. Os magistrados que voltaram contra dizem que a medida cria um poder executivo com muita força e pouco controle do Congresso. já a maioria concluiu que os fãs. funcionários respondem a Trump e com isso podem ser removidos por ele. O repoblicano dessa vez, como é o orou, e disse que a Suprema Corte expande os poderes presidenciais no momento em que é mais necessário. Cresci alguma coisa que Trump tem tentado, com furia, é testar os índios, todos os limites possíveis e mais venáveis institucionais nos Estados Unidos, mas como é que ele se saiu desta. Se a gente aqui no Brasil reclama muito do Suprema e considera que algumas de suas decisões são contraditórias em si mesmas, essa da Suprema Corte americana realmente é da gente parar e olhar, "perai, perai, perai". Por um lado ele não pode mexer numa instituição como o Féri, por outro pode mexer em qualquer outro? Foi nesse tindo, William, o que a gente está vendo mais amplamente como você bem colocou, nós estamos no momento histórico onde o governo Trump está testando e tentando expendir o poder do Executivo. Nós temos precedência histórica dos Estados Unidos em perigos semelhantes, mas eu diria que nesse caso específico, a Suprema Corte já vinha sanitizando que eles enxergam a instruição do Procurso Central Americano Federal Reserve como distinta de outras agências, eles têm um papel especial dado a sua independência, também o papel que compre na política mental e do país. Então eles têm tratado os temas de Féri, de forma consistente, já sinalizando que o intuito de interferência do governo Trump não ia ser aceitado pela Suprema Corte. Então a decisão de hoje no Federal Reserve não vem com uma grande surpresa. Olhando para a outra decisão ainda existe uma linha, pelo menos conservadora na Corte, que é passamente simpática com a capacidade de expandir o poder do Executivo, sim. Mas como a gente viu, William, aceita algumas medidas e preferência do Executivo de um lado e coloca restrições de outras como foi num instrumento para poder aplicar tarifa sem a nãoência do Congresso Americano. Colocando com ironia, Thaiz, o Fed está salvo ou não do Donald Trump? Não tá, William, porque o que está acontecendo é o enfraquense metendestucional dos Estados Unidos, né? Então tudo bem que o Fed vira uma ilha, mas a ilha sozinha ela não tem sustentação, né? Se o Federal Reserve continua protegido do presente americano, mas em alguma medida de tanta pressão política, inclusive que vira essa ilha acaba sendo o instrumento de discurso populista e político, você pode colocar em cheque a credibilidade do Federal Reserve. O melhor trabalho do Banco Central é ter a confiança do agente econômico e através dessa confiança guiar as decisões para o futuro, as expectativas para inflação e tudo mais. Então nós podemos respirar, nós podemos dizer que o Fed respira, agora um pouco, acaba de trocar a sua presidência com o presidente que quer fazer mudanças radicais num dos instrumentos mais importantes da política monetária que é a comunicação, né? Que é a forma como o Banco Central se comunica comércada, se analisa a sua leitura sobre economia. Então eu acho que está longe de estar salvo, tá? Se transformando numa ilha diante de um ataque de Trump as instituições. Como é que considera isso, queria ouvir a sua avaliação, o L'Orival, no horizonte mais expandido e ao mesmo tempo mais na superfície. Nós temos duas decisões do Supremo que são inegablemente desagradáveis para dizer o mínimo para Trump. Foi a questão das tarifas e agora a questão do Fed. A gente vê em parte do republicano resistências causadas por outros fatores, mas que levam a Trump ter dificuldades que ele não tinha ainda três, quatro meses atrás dentro do próprio Congresso americano. O que nós estamos vendo? Eu hoje tivemos uma decisão super importante também para o Trump que a Suprema Corte assegurou o direito de 12 estados que realizam contagem de votos pelo correio para que possam contar, inclusive, os votos que tendo o selo e o carimbo até a data da eleição, mesmo tendo sido enviados cinco dias depois da eleição que esses votos são vários devem ser contados. O Trump, que várias vezes votou pelo correio, está numa cruzada contra o voto pelo correio e contra todo tipo de sistema de identificação e de votação que facilita a votação porque ele quer claramente excluir as pessoas mais pobres, as pessoas que têm menos condições de votar. Então o voto pelo correio, a identificação por de forma simples com carteira de motorista, tudo isso ele quer eliminar para que as pessoas que têm mais condições votem que em princípio seriam eleitores republicanos. O próprio partido republicano está rejeitando essa visão dele e também os juízes conservadores da Corte, inclusive o Brett Kavanak, foi ele que nomeou, foi um dos que se colocaram contra essa medida e asseguraram então esse voto pelo correio. Também hoje ele perdeu a relação a Dean Kerrow que o acusou de abuso sexual e de defamação, vai ter que pagar cinco milhões de dólares para uma Corte e não aceitou uma um pedido dele de apelação. Mas sim, assim, relação a essa questão dos poderes presidenciais que é o que vocês estavam discutindo nesse ponto realmente existe uma visão bem favorável do Trump, no sentido de derrubalma, jurisprudência de 1935 em relação a independência das agências reguladoras e essa decisão do FED, ela não encerra a possibilidade de demissão da Liza, porque o que ele foi mais uma questão de procedimento não ter dado a ela o direito de se defender e de ter sido algo muito sumário, mas ele, inclusive, o Trump te apetou assim como uma vitória e disse que vai voltar e vai fazer um. Não sei, agora não acho que ele vai tomar providências imediadas. Então eu concordo com a Cretais e concordo com o Cristo Fertamento, se tira de que foi colocado o FED no Estado superior em relação às outras agências federais, por um lado, mas, por outro lado, o FED continua sob pressão. Cretais, como é que a gente deve enxergar a capacidade do Trump de continuar atuando e empurrando os limites institucionais americanos em função do que invapuíntico? Eu acho que a capacidade dele transformar o ambiente institucional ou centralizar a poderes tende a diminuir nesses próximos dois anos, o que é a palavra que se fala muito em Washington aqui, será que estamos em peak Trump, que é, se já chegamos no pico da capacidade dele em caminhar essa agenda de transformação institucional. A nossa aventura na ordaz é que sim, ele já chegou quase no meio do mandato, ele está sofrendo na pesquisa de opinião, com a serpulcoções do alto-perço de petróleo, o acúmulo de imedias que tem um impacto na custa de vida dos americanos, a aprovação dele está abaixo de 40%, ele vai caminhar para uma derrota nesses, nessas eleições, agora em novembro, em novembro os metrômelecciones vai perder a cama de estados, talvez percur Senado, e provavelmente ele vai entrar na segunda metade do mandato, tem uma perspectiva clara de fazer o seu sucesso, então quando isso acontece e os atores políticos estão ítamos também no seu topo invadido, enxergam uma perspectiva de mão de atenção no poder mais curta, todos os jogos mudam um pouco. Então a gente, aí a gente está, ele vai entrar mais restrito na sua capacidade de refazer as instruções, aqui nós vamos ter no saldo final, é uma expansão sim do poder do executivo, aqui a Casa Banca está tentando encaminhar a supermacoa, a seita, as setas iniciativas, rejeita, outras, mas também diria, William, que a gente tem que colocar isso em um período histórico, a gente já teve períodos na história americana, onde o ova expansão do poder executivo, basicamente no governo do Andrew Jackson em 830, e também no governo do Frank Delnor Roosevelt em 930, então teve dois períodos históricos que o ova expansão do poder executivo e estamos vendo uma expansão parcial dessa vez, então é claro que gera preocupação institucional, nós mesmo na Orásia, adetamos o persíptico de risco, mas eu também não diria que o que nós estão desvendo hoje é tão distinto do que ele estava em outros períodos históricos mais claro americana. "Dama, vem cá, está Isi e Lourival, nós estamos vendo Pick Trump para lembrar que nessa rapidez?" "É, foi essa jurisprudência de 1935, no governo do Frank Delnor Roosevelt que demitiu exatamente um funcionar da Comissão Federal de Comércio e a supremacorte contei-visto." Eu acho que o Trump tem suas peculiaridades, sem, no final, do primeiro mandato dele, ele recorreu aos militares na tentativa de revés de ir ao mal. -Mas militares, até mesmo as cessores dele, isso não pode continuar aqui na Casa Branca, os militares, então nem cogitaram. Mas acho que vamos ter até uma discussão sobre se ele tem o direito de ser candidato de novo, porque a constituição, segundo ele não é clara em relação a isso, vamos ter muitos sobressautos, muitos trabalhos pela frente. -Eu fiz a brincadeira trocar de inglês de "pick". Trump, ou seja, quem atingiu pico da sua capacidade política, de chegar ao que ele quer chegar, a lame duck, ou seja, aquele pato manco que ninguém mais serve o cafésinho? -William, eu vejo que, em tudo, as conversas que a gente tem, houve de analistas que acompanham a cena americana tanto tempo, inclusive, do Natuva da Orásia, dificilmente o Estado-Onis vão voltar, vamos porque Trump perca e sofre um impeachment. Dificilmente o Estado-Onis vão voltar, o que eram antes, do governo Trump no primeiro, porque o mundo inteiro já mudou. Então, o quanto o país vai conseguir reconquistar das suas instituições, ainda mais no ambiente populista, em que o Trump vende o domínio sobre as instituições, como uma capacidade de fazer aquilo que o eleitor dele quer. Então, isso é um tronfo político, e que, em uma acaba, de uma hora para outra, qual político vai abrir mão desse poder de dizer? Eu mando na instituição, porque assim, eu faço o que prometi para você. E esse discurso populista hoje, na polarização, na radicalização, essa coisa messionica, de achar que um grande salvador vai ser responsável pela mudança. E essa é uma leitura que se espalha pela Europa, pelos Estados Unidos e pela América. Isso não tem marcharrer, pois até diminui a velocidade, mas marcharrer, acho difícil. Christopher Gama, director executivo para as Américas da Horázia, nosso parceiro de conteúdo no site do WW, crie-se obrigado pela participação aqui no programa Boa Noite, Cresça. Muito obrigado, Boa Noite. Igualmente, Laura e Boa, obrigado para a Zé Anói no seu laboro. Tá isa, é. Fiquei até o fim hoje, hein? Nossa, matou um raro que eu disse, mas a resposta não final. É antes me desfiri de vocês, me lembrei de toda a noite. Nossa página do WW, onde, a Horázia, a Arco, a Divaice, o Inspeira em parte, o Imparte também, a USP, temos lá parcerias de conteúdos, tem muito mais coisa do que a gente traz aqui, na transmissão por streaming e por televisão. Visite. Agora sim, essa edição fica por aqui. Obrigado e boa noite. Olhem Shannon Maldonado, Cäs intehtia artesanitua teita, myven, jaui, lahia, kaupam, perustaja. Validzin Shopify, koska alusto e a testa testa, ni totesim sen ehdottomasti ehdexi helpocayttõe-se em mista alusto-oista. Minulo ali tärkeia a pochtia kehittymistame tulevaisuudessa. Cairki myintein tarvittava työkalut, cuiden varaston suunitelu, ouvatketevasti dashboard-issa. Aloita ilmaenem coqueilu Shopify piste com si-vustolla. Perustin pio rei-lupa a teita valmistavan ornotin vuona 23.13. Mielestani para-asta Shopify saam-se, e tta voime harioittá liiketoimintaa ilman teknista osaamista. Voime hallinoida yrityksen taustaja-restelmia-ja-front-endia sekä myrde-verkossa, vaivatta. Jos Shopify olisi pio rei-luvaruste, soulisi mielestani itse polcu-pio re. Silla asiat hoideta-an e meida liiketoimintame-hoitu-o Shopify-sa. Aloita ilmaenem coqueilu Shopify piste com si-vustolla.

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Tekstissä käsitellään Brasilian talous- ja poliittista tilannetta, erityisesti julkisen talouden kestävyyttä. - Hallituksen meno-ohjelmat ja velkaantuminen ovat kasvussa, ja valtion menot kasvavat kaksi kertaa nopeammin kuin bruttokansantuote. - Kongressi on lisännyt omia menoaloitteitaan, kuten palkka-alojen korotuksia ja eläkeuudistuksia, mikä pahentaa julkista taloutta. - Vasemmiston ja oikeiston välinen poliittinen polarisaatio näkyy ulkopolitiikassa, esimerkiksi suhteissa Israeliin ja Argentiinaan. - Oikeistolainen "sininen aalto" on levinnyt Latinalaisessa Amerikassa, mutta Brasilian vaalitulokseen vaikuttavat turvallisuuskysymykset ja Lulan suosio.

Summary:

Teksti käsittelee Brasilian talous- ja poliittista tilannetta, jossa julkisen talouden kestävyys on keskeinen huolenaihe. Hallituksen menot kasvavat kaksi kertaa nopeammin kuin bruttokansantuote, mikä johtaa velkaantumiseen ja korkeisiin korkoihin. Kongressi on lisännyt omia menoaloitteitaan, kuten palkka-alojen korotuksia ja eläkeuudistuksia, mikä pahentaa julkista taloutta.

Poliittinen polarisaatio näkyy ulkopolitiikassa, erityisesti suhteissa Israeliin ja Argentiinaan. Oikeistolainen "sininen aalto" on levinnyt Latinalaisessa Amerikassa, mutta Brasilian vaalitulokseen vaikuttavat turvallisuuskysymykset ja presidentti Lulan suosio. Teksti korostaa, että valtion menojen kasvu on kestämätöntä ja että talouden tasapainottaminen vaatii uudistuksia.

Samalla poliittinen keskustelu keskittyy turvallisuuteen ja ulkopolitiikkaan, mikä heijastaa laajempia ideologisia jakolinjoja. Lopuksi todetaan, että oikeistolainen aalto ei välttämättä ulotu kaikkiin maihin, kuten Meksikoon ja Brasiliaan, joissa vasemmisto on vahvoilla.

FAQs

Se viittaa johonkin, joka on rikki ja vaatii korjausta, kuten Sami juuri korjasi sen.

'Sato' on yritys, joka liittyy asumiseen ja vuokraamiseen, kuten 'Huokraa elämäsi koti' -lauseessa.

Se on upea hotelli, jossa on erikoiskahvia aamiaisella, ihania ravintoloita ja kaikki on kävelymatkan päässä.

Mainitaan huuhdelat Kreikassa, mutta tarkemmat tiedot ovat epäselviä.

Keskustelu on sekava, mutta viitataan jumppoon ja kauppakeskukseen.

Se on positiivinen ilmaus, joka korostaa elämän hienoutta ja suuruutta.

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