Fachin defende imprensa e mira decisão de Moraes no STF
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A transcrição aborda a tensão no Supremo Tribunal Federal (STF) em torno da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte, após Alexandre de Moraes determinar a investigação de um jornalista e sua fonte no Maranhão, ligada a uma matéria crítica sobre Flávio Dino. Edson Fachin, presidente da corte, reafirmou a defesa desses princípios, mas sugeriu que o caso vá ao plenário, indicando uma disputa interna. O debate expõe uma divisão no STF, com Moraes e Dino em um grupo mais ativo, enquanto outros ministros, como André Mendonça, enfrentam pressão. O inquérito das fake news, aberto em 2019, é criticado como uma ferramenta de exceção sem limites claros, usada para perseguir alvos específicos. A análise sugere que Moraes, envolvido em escândalos como o caso Master, busca alianças políticas para sobreviver, transformando o tribunal em um campo de batalha. Paralelamente, a transcrição discute planos dos EUA de intensificar operações militares e cibernéticas na América Latina contra cartéis de drogas, com apoio de países como Equador e Colômbia, mas com preocupações sobre erros em ataques, como o caso de pescadores desaparecidos. A estratégia americana visa reforçar influência e pressionar o México, enquanto o Brasil permanece fora do foco imediato. O cenário geral é de crise institucional no judiciário brasileiro e de escalada de ações externas na região.
[Música] Boa noite, essa é a Sineo de Brasil, este é o W. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Faquim, reafirmou um discurso a defesa da liberdade de imprensa. Isso significa manter intacto o princípio do Sejiro da Fonte de Jornalistas, que Alexandre de Morais, colega de Faquim, ignorou ao determinar a investigação contra a Fonte de um jornalista no Maranhão, que publicou material crítico ao ministro Flávio Dino. Escovernador daquele estado, incontínua de esputa política ali com outro grupo da mesma região. A fala de Faquim mantém, ela expressa solidariedade adino, diante de uma suposta ameaça física, mas a mesma fala de Faquim. Sugere que a questão da quebra do Sejiro da Fonte de Jornalista, que foi determinada por Morais, acaba sendo levada a julgamento no pleno. Não é de hoje que o judiciário, teoricamente ao projector da liberdade de imprensa, se tornou em grave fonte de justa preocupação a respeito disso. E a principal preocupação se refere ao inquérito das Faquim News, que ocorre em Sejiro, não tem objeto claro nem data para acabar, e foi com base nesse inquérito, um instrumento de acessão, que jadura oito anos, que Alexandre Morais decidiu investigar o jornalista e sua fonte. Por sua vez, Morais respondeu duro a Faquim, dizendo que jornalismo investigativo não é a mesma coisa que jornalista investigado, e apostando que na turma dele, Morais ganha e ele morais, essa disputa sobre a validade da decisão de suspender o Sejiro da Fonte. Essa disputa é apenas o ensaio para algo de muito maior abrangência. As investigações da Polícia Federal sobre Scândalo Master, no qual Morais está envolvido via um contrato do escritório de sua mulher, envolvido com esse banquero vorncaro, essas investigações levariam eventualmente. Há um voto no STF sobre suposta abertura de investigação contra um de seus integrantes, ponto de intervogação. O papel do Supremo na garantia de princípios como liberdade de imprensa e o comportamento individual de alguns integrantes da mesma corte está transformando o julgador em julgado. Na edição de hoje vamos falar também das novas ameaças militares Trump contra América Latina e do candidato Cara de Lata de Leichel, ameaçando a ultra-direita britânica. Vamos aqui em estar na roda hoje, nosso time, Daniel Ritner, boa noite para você, em Brasília, taizeria de aquelida ao meu lado, caiu junto a ele igualmente aqui na bancada em São Paulo. O ministro Alexandre Morais, o Supremo Tribunal Federal, defendeu a legalidade das órgãos que deu de busca e a prensão contra o jornalista e a fonte dele no maranhão. Edson Fakim, o presidente da Corte, também falou sobre o caso. A reportagem é dilucionamará. O presidente do Supremo, Edson Fakim, fez uma defesa enfática da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte. Ao mesmo tempo, deixou claro que essa garantia não impede a responsabilização de quem eventualmente tenha cometido crimes. A puração de eventuais e listos deve dirigirse e certamente vai dirigirse a conduta que constitua objeto da investigação. Jamais a atividade jornalística legítima. Na prática, Fakim traça um limite. Se há uma suspeita, a investigação deve mirar o possível crime e quem o praticou. E não a atividade do jornalista pelo simples exercício da profissão. Nesta semana, o ministro Alexandre de Morais autorizou uma operação da Polícia Federal contra uma pessoa apontada como fonte de um jornalista no maranhão que publicou matéria sobre um suposto uso em devido de carros oficiais por Flávio Dino e familiares. Para chegar a fonte, a investigação avançou sobre dados do jornalista. Desde que o caso veio a tona, entidades ligadas à imprensa alertam pro risco de enfraquecimento da liberdade de expressão e do sigilo constitucional da fonte. O gabinete de Dino, por sua vez, fala em monitoramento ilegal do ministro e sua família. Já o jornalista nega qualquer perseguição ou o recebimento de valores para publicá-se o portagens. "Pois a prática criminosa que o sigilo seja a oportunidade ou pessoa da sociedade. Não confundamos jornalistas investigativos com jornalistas investigados pelas práticas criminosas." O caso deve ganhar uma dimensão institucional maior. Isso porque o presidente do Supremo já se analisou que a decisão de morais deve ser analisada pelo plenário da corte, o que levaria todos os ministros a discutirem os limites entre investigação criminal e sigilo da fonte. A discussão, portanto, pode ir além do episódio do maranhão. O que está em jogo é até onde o Estado brasileiro pode avançar para investigar uma possível ilegalidade sem atingir uma das garantias consideradas essenciais ao exercício do jornalismo. A presidência tem a convicção de que a força do tribunal reside em sua colégialidade, a melhor expressão de solidariedade aos seus membros, seja confirmando decisões monocráticas, seja deliberando sobre a destina duração das investigações. Essa frase do Fakhindaneol, ela está aberta a interpretações. Não sei se foi intenção dele, mas ela está aberta a interpretações. Quando ele fala que a força do tribunal está na colégia alidade, a gente pode interpretar com uma defesa corporativa do tribunal, evidentemente. É o que surge em primeiro lugar aos olhos. Porém, quando ele fala da força da colégia de realidade, ele está indicando que uma decisão de um colega integrante da corte, no caso morais, monocrática, teria de ser referendada pela colégia de realidade, porque segundo presidente da corte é ali que está a força do tribunal. Aí ele está jogando para uma questão ainda muito mais ampla. O tribunal, na sua colégia alidade, aprovaria uma eventual abertura de investigação contra alguns integrantes. O William, ótima pergunta, é mais uma divisão, é mais um raixa no supremo tribunal federal. Com um grupo ali, vamos colocar grosso modo, Flavio Dino, Alexandre de Morage, o Marmêndio, Stoffel e Unidos em várias pautas, em quere, todas as fake news. O escopo do tribunal superior eleitoral, na eleição e a possibilidade de revisão de decisões pelo supremo, decisões monocráticas de forma geral, inclusive sobre aspectos econômicos e OF, caso Master, oito de janeiro e um grupo que é menor no supremo hoje, composto por André Mendon, sem muitos casos dos FUX, onde algumas vezes se encaixam em marques e você tem edson-fakeem. Essa divisão está no código de conduta, por exemplo. Mas esse grupo, o primeiro grupo que eu nomeei, tem sido mais estridente, eu costumo dizer, é um grupo em que a toga é mais pesada. Toga de ministro supremo, todas são pesadas, mas esse grupo está com uma toga mais pesada, é um grupo mais articulado politicamente, é um grupo que está fazendo dobradinho em vários casos com o poder executivo no atual momento. Morage respondeu na comente, fala na agiria, né? Às vezes de um pouco, falar um pouco na agiria, ficar mais carrospondendo na lata do FUX, em vez de fazer um discurso abrir nos trabalhos hoje, disse o que ele disse, morais respondem muito mais agressivo, não se sente bom, um pouco estirou dele também. Desendo, não, não, não, isso aí é um bando de criminosos, não vem com esse papo de jornalismo, não, mas estou no investigando a é crime. O Alexandre de Morais hoje é um operador político, em busca de sobrevivência política, e isso explica todos os movimentos que ele vem fazendo nos últimos meses, principalmente depois da revelação, pela imprensa, por repórteres, por jornalistas, e tem fontes, tem fontes, sigilosas, preservadas pela constituição, e apontaram ali o contrato, 19 milhões. Então ele é um animal político em busca de sobrevivência, ser ronil presidente Lula, ou no passado, semana passada, se reuniu com o presente do Congresso, a semana passada. Só para caracterizar ele, ele se reuniu, ele ofereceu um cantar. - O que foi um fitorião? - Sim, de certa maneira, olhando esse personagem, eu penso que ele olha, ou Alexandre de Morais de 2022, tem tempo lá,
Alexandre de Moral de 2022, que podia tudo e hoje todas as circunstâncias políticas ali para ele mudar, porque ele é de certa maneira ele acuado por uma investigação que pode vir eventualmente a chegar nele em razão do contrato, o Stratos Férrico e, sem qualquer condição, parela no mercado. Então ele se movimenta, essa movimentação do Maranhão, ela não é de hoje, ela não foi nessa semana revelada por nós aqui na CNL, né? Ela é uma situação já de meses, porque dentro dessa configuração de um animal político em busca de sobrevivência política ele encontra um aliado forte que é o Flavidino, ex-ministro da Justiça do Lulo, e monta uma dupla ali de certa maneira em uma série de decisões que impactam diretamente na política do Maranhão, beneficiando os antigos aliados políticos do Flavidino. Então acaba sendo toda uma composição de busca de sobrevivência que vale o presidente Lulo, que vale o presidente do Congresso, que vale o ex-ministro da Justiça do presidente Lulo, justamente tentando sobreviver, porque ali na frente pode vir da ser eventualmente que ele passe de julgador para ser julgado e para chegar forte nessa condição, ele precisa montar e estruturar alianças políticas e para mim, pelo menos, é o que ele está fazendo. Intensamente. Ok, ok. Voltando pouco para o foco nosso da conversa, para o que está acontecendo dentro do supremo, a gente percebe claramente, é a justiça de impressão, porque eu vi você a respeito de estamentais, a dificuldade do presidente da Corte, o presidente da Corte, tem sempre uma função, não é propriamente de liderança, ele não é chefe de ninguém, mas ele tem um peso grande na definição de Pauta, ele tem um peso grande na definição de quais são as agendas que devem prosperar em que ritmo, no caso do Faquim, quando é que ele vai acabar com em que elas fake news, se há uma pecada original, nisso tudo do que estamos falando, judicialização da política, ativismo, ao que a gente quiser chamar desse fenômeno que tem muito mais de 15, 20 anos, eu diria, um pecador original deste momento é o inquérito de 2019 aberto pelo então presidente da Corte, de Astofoli, atribuindo imediatamente ao morais direto, entregou para ele e de lá para cá, estu virou e não merece outra designação do que o instrumento de acessão. E aí, com que acaba isso? É um instrumento de acessão que serve como ferramenta de operação, como ele está fazendo, e é um instrumento de acessão que cria conceitos, que cria premissas para fazer a investigação que o ministro julgar é importante, esse jornalista, por exemplo, tem foro privilegiado, não não tem. Então, por que diabos, um assunto que poderia estar sendo tratado pela primeira instância do maranhão, tem algum problema, acha que o jornalista está cometendo algum crime, denuncia o jornalista, não vai atrás da fonte dele, não quebra o sigilo dele e depois vai atrás da fonte dele, acho que é a questão que ficou um debate, inclusive. Então, mas aí, então, por que você pegou o ponto? Você pegou o ponto? Por que que só está no STF? Porque foi interpretado como uma ameaça física ao ministro e sua família. Portanto, cabe nas fake news, porque o inquérito das fake news, assim designa-lo, e não quer das fake news, foi uma montagem jurídica para justificar investigações que se referiam a "attacção supremo", e aí era "attacção supremo" físicamente? Não, é internet, é internet ao campo. Então, você está acabando de confirmar. Quando eu comecei a dizer, é um estado de exceção, é uma ferramenta de exceção que cria a premissa e o concheito que ele convir para disucificar a operação que quiser. Eu acho que isso, durante oito anos, o tempo que está durando, não sei se o Edson vai ter capacidade de fazer isso. Por que ninguém nunca mais conseguiu tirar fake news é uma realidade. Fake news é uma realidade do mundo, nenhum pré-motribunal do mundo vai conseguir e contra isso. E ao mesmo tempo, se investigação, julgamento e a busca pela justiça para a quantidade de fake news que acontece nesse Brasil, se focar aí tudo no STF, então esqueça, não julga mais nada, vai cuidar só de fake news. Tem. A questão da premissa, do por que fazer, aí é uma criação para cada caso, olha, está ameaçando o ministro flávio dino. Então, é uma questão da premissa, uma questão do concheito, do que é ser investigado, do que até cometido um crime ou não. E a permanência dessa ferramenta de exceção para o mundo que não vai mudar. As fake news não vão acabar. Você se referia na sua resposta anterior, Daniel, a diversos grupos, isso existe em um supremo de agitempe, porém hoje eles têm um grau de tensão que a gente nunca registrou em função da polícia federal. Como é que está esse crime? Continua com ministros que não se falam com os outros, isso aconteceu, começou a se rar mais com o vazamento daquela reunião, feita, talvez a mais importante das últimas décadas, isso não é exagero no supremo, ali em janeiro, quando se suspendeu o recesso para deliberar sobre o impedimento, a suspensão de diastófole no caso máster, e houve o vazamento de uma reunião, aportas fechadas. A partir dali começou a ver um clima entre os ministros de um, não se falar com o outro, a gente tem particularmente um ministro que hoje está conduzindo casos muito importantes, Andrea Mendença, que está a frente dos inquéritos, dois inquéritos do NSS, e de que investigam mais precisamente a figura do filho do presidente da República, Ludinha, e do caso máster hoje. E ele está sendo absolutamente pressionado, suas decisões não têm agradado boa parte do colegiado, ele não sei se dá pra dizer o ir, que está completamente isolado dentro do supremo, mas está sendo pressionado e acuado pelos colegas, e esse clima não dá a menor, a menor vinta de que vai se resolver no curto prazo, pelo contrário. Se esses grupos ainda temem o resultado de eleições ou já dão um jogo jogado? Não, resultado das eleições que eles trabalham, vamos lá. Eleição é imprevisível, todo mundo sabe disso, quem tiver cravando, quem vai ganhar eleição, está chutando, está mentindo. Agora os sinais estão muito claros de pra quem que esse grupo ou essas vozes é de clado que elas estão na eleição. Se você tem um início do supremo, que organizam o encontro pra reatar relações do presidente da República com o presidente do Congresso Nacional, ele está operando politicamente, porque a partir desse encontro foi o primeiro semana passado, e do segundo encontro do presidente Lula, Qudaveu Colôbio, nessa semana, agenda do Congresso de Stravô, em berenfício do próprio presidente. Primeiro com medidas que engordam o caixa e com potencial eleitoral, por exemplo, a inspiração da comissão profinda da medida provisória, que acaba com a caixa das brusinhas. Ou seja, isso não é operação política, em berenfício de um dos lados de quem se espera ou em parcialidade, ou em unidade, ou cirilidade. Deu outra realidade, né, Kai? Não, mas isso já não é. Mas isso já montei a música. A anos, né? Só para não deixar passar. É que fica muito claro, fica muito claro. E acho que depositam uma esperança e uma expectativa muito no resultado eleitoral para essa própria sobrevivência política desses agentes. Isso, eu estou recebendo esse segmento, aproveitando para o Ministro pedir de você, está aí, boa noite, brigado, igualmente de você. Kai, o Daniel, antes de continuar juntos, sou em intervalo. Nossa assuntação, após o intervalo comercial, os Estados Unidos, planejando a taxa em terra contra a narcotraficante na América Latina, até já. Então, voltando ao intervalo, pessoal, o W. Queria agora agradecer aqui a participação no programa Remoto, lá de Washington, de Janan Nelson, esse secretário-adadifei, de defesa para a América Latina, do departamento de defesa dos Estados Unidos, Jonathan, aqui, bom estar com você. Obrigado, boa noite. Obrigada, William Bonoite. E o nosso Luribal Santana, boa noite, Luribal. Os Estados Unidos reforçaram estratégias de emprego de força sobre, particularmente, essa região, a misteriosa e dental, América Latina, em especial nos últimos dias. O governo Trump autorizou operações cybernéticas contra organizações criminosas transcomendidas.
as asionais e alizou a taxa na costa do ecuador e agora a planeja ampliar a uso de força na colombia. Acompanhe. A Casa Branca permitiu que agências federais usem ferramentas do setor privado para vigiar, degradar ou destruir sistemas de informação de criminosos. O documento não cita especificamente as facções que estão na mira do governo. Apenas define como alvo qualquer organização criminosa transnacional atuando a partir de juros deções externas. Mesmo sensitação explícita, PCC e comando vermelho tem chance de sofrer qual ofensiva sebernética. Os Estados Unidos passaram a considerar ambos como organizações terroristas estrangeiras no primeiro semestre deste ano. Além de ataques digitais, os Estados Unidos avaliam operações militares contra narcotraficantes no continente. Elas devem seguir um modelo de outras ações no oceano pacífico, que focavam em embarcações supostamente carregadas de drogas. O secretário de defesa, Pete Heggsff, disse que conta com o apoio de países latinos para a medida. "Ele, onde são as traficas, ou as que são as americanas ou as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as a sabedra." A colombia é uma das nações que autorizaram ataques militares conjuntos para abri aspas destruir terroristas e suas redes. Fecha aspas. Bogotá passou a integrar a coalizão das americanas contra os cartéis. Uma aliança militar voltada justamente para o combate às organizações. O equador também faz parte do acordo e deve colaborar com as ações americanas. Segundo Washington Post, uma operação secreta da CIA estaria por trás de ataques misteriosos contra navios e quatorianos próximo a ilha de galápicos, desigeneiro. Oito pescadores desapareceram e são considerados como mortos. Os governos dos Estados Unidos e do Equador negam qualquer envolvimento. Esses movimentos fazem parte de uma estratégia com os aliados que se tornou uma marca da Casa Branca, com a busca por reforçar a influência americana na região e afastar rivais como a China. E os americanos não parecem querer deixar muitas opções para o continente. É meio-vindável que a USA é a perfeitação da sua experiência. Para começar todos os países que estão sendo considerados são países que aceitaram ataques no seu território. No caso seria Equador, Colômbia, Jamaica, Guatemala e Honduras. O objetivo político dessa negociação que eles estão tendo com esses vários países para que esses países autorizem os ataques em seu território nacional é convíncer eventualmente o México de permitir que esses ataques também ocorram no seu território. Esse é, digamos, o grande prêmio que o Pentágono está buscando. O que poderia acontecer? O mais provável, porque seria o de menor efeito colateral em militares americanos e dos próprios países que estão aceitando esse tipo de ajuda entre aspas, seria o ataque de drones. Seriam ataques certeiros, seriam alguns identificados que os Estados Unidos, em geral, não sempre, tem que a paça de fazer de maneira correta, digamos, acertando o alvo, acertando o pessoa. Infelizmente essa administração tem tido um péssimo recorde em acertar os alvos, como a gente viu com o caso dos pescadores no Equador, que já há quase seis meses, as jornalistas americanos e outras entidades, inclusive a justiça ecotoreana, está tentando entender quem fez esses ataques, finalmente hoje nós descobrimos, foi a agência de inteligência, de acordo com Austin Post, porque ninguém queria ter responsabilidade por ter essencialmente matado pessoas inocentes. Então essa administração tem tido péssimo recorde em acertar seus ataques, digamos, com o alvo. Mas no caso, particular desses países, que aceitaram ataques em seu território, até agora não houve ataques em países sem autorização do próprio país, o objetivo político, no fim das contas do governo americano, eu mexico mais do que o Brasil. O medidas os americanos são conseguindo caminhar com isso que ela descreveu como o objetivo político, assim, alcançado, do Lolo Lolo. Eles formaram essa coalizão de países contra a aliança das américas de combate ao narcotráfico, que reuniu hoje 19 países, dos quais 17 são governados pela direita e 2 apenas por centros que edição, Guatemala e Barramas. E de fato, hoje, inclusive nessa declaração do Peter Hacks, etc, que são aqueles países que autorizam, como a Janna disse. Agora, o Trump, ele tem sido um pivalente em relação a essa questão, por exemplo, em relação ao Panamá antes, mesmo de assumir. Ele assumiu no dia 20 de janeiro no ano passado, no dia 7. Ele foi perguntado se ele faria uma coercão militar ou econômica contra o Panamá, porque ele estava frustrado com o fato de que dois portes panamentos eram administrados por uma empresa de Hong Kong. Ele falou, "Eu não posso responder essa pergunta". E depois, ele fez respostas ambivalentes, assim, também, em relação ao México, que continua sendo governado pela Claudia Chainbaon, que não aceita essa possibilidade. E, pela colombia, em relação ao colombia, que na época era presidida pelo Gustavo Pettro, que também não aceitava essa possibilidade. Agora, a colombia mudou de governo, o novo governo aceita essa intervenção. Então, essa ambivalência somada aos ataques que foram feitos no Caribe contra Bacos, Venezuela, colombianos, Equatorianos, sem autorização desses governos. Claro que foi fora do território, foi em águas internacionais. Mas eram Bacos de pescadores ou de narcotrificantes, não sabemos ao certo, que já mataram 200 pessoas esses ataques. Então, essa combinação de declarações ambivalentes ataques contra Bacos e em águas internacionais não autorizados, não com a cooperação desses países. É que, da alma certa, o certo receio de para onde vai progredir essa política. Eu colocar nessa conversa, não, essa é que, como se iniciou no foco de possíveis ações militares, dentro de uma estratégia mais ampla dos Estados Unidos, que encaram esse ministério como sendo deles, segundo o Trina de Segurança Nacional da Casa Branca, junto da declaração de grupos brasileiros, criminosos brasileiros como terroristas, nós temos nessa equação Daniel Horton, a questão da coerção ou do uso de instrumentos de coerção via comercio. E o Brasil hoje, iniciar ações de reciprocidade, ou seja, combater as iniciativas americanas de tarifas como. William, é importante dizer que hoje mesmo o Peter Navarro, que é o grande estratégista na área comercial de Donald Trump, para, desde o primeiro mandato de Trump, divulgou um relatório listando 40 países e o importante é que ele incluiu o Brasil entre esses 40 países, acusados de favorecer um certo dribler, que ajuda a China a burlar tarifas de importação, servindo como espézido de reposto para produtos chineses que acabam chegando nos Estados Unidos. Disso também podem resultar não tarifas, não sobretaxas, mas direitos antidampes, medidas compensatórias, podem prejudicar novamente alguns setores industriais, principalmente no Brasil. Em paralelo, o governo acionou a lei de reciprocidade econômica, apertou o botão ali para iniciar o processo. Em fênito, são 30 dias para a câmera de comércio exterior, analisar a admissibilidade, um quadramento da lei de reciprocidade, para o caso específico ali, da sessão 3.1 pro tarifaso americano. E depois disso, iniciasse um processo de análise sobre quais podem ser as retariações, existe uma consulta aos setores afetados, iniciativa privada, essencialmente, e a regulamentação dessa lei tem muitos prazos de 30 dias que são prorrogáveis.
a ideia, essencialmente do governo, é ter um mecanismo que pode ser usado, que obviamente não incomoda os esportadores americanos de forma geral que não estão preocupados com o mercado brasileiro, mas que pode. é um mecanismo que pode preocupar serurgicamente alguns esportadores americanos. Os esportadores de sementes para a soja, para mídio e aqui é um grande mercado do agro global, então esses esportadores se sementem, têm alguma coisa que preocupasse o Brasil impusar alguma retaliação. Governo que ficar com essa carta na manga, mas a ideia é não usar e antes da eleição está absolutamente descartado que usa, inclusive por causa dos prazos. Jana, a gente usar um pouco a sua experiência em Washington e o seu trabalho profissional que você desenvolveu alguns anos dentro de uma das grandes agências que tão dentro do conjunto de políticas americanas para outros países, você teve integrada a defesa ao Pentágono, olhando daqui do Brasil, a gente vê o departamento de estado com tipo de postura, o Pentágono com essa que você estava se referindo no começo da sua participação aqui, e nós temos esse ponto que a qual o Daniel Ritner se referiu, que está sobre comercio. Você vê isso como uma estratégia integrada com um guarda-chuva político bem coordenado, ou é cada um por si no Washington? Não há coordenação no Governo Americano, antes você tinha um conselho de segurança nacional que se reunia por ou menos uma vez a semana, para discutir um tema que seja o tema do dia ou o tema da semana, e havia coordenação entre as diferenças de a gente. Hoje em dia, essa pessoa que era responsável para a América Latina no Governo Trump já passaram por três, já rotaram três pessoas, eu que acompanho esse sistema de perto, que não mostram nem sei quem é o último, que acaba de entrar, todos eles sem experiência na América Latina, muitos com experiência militar, que é preocupante, uma maioria com experiência em operações especiais, também muito preocupante, mas em termos de coordenação entre as agências não há. O que há são vários secretários que estão todos tentando mostrar para o presente Trump, que eles são mais magas que o próprio maga. Então você tem várias pessoas que estão tomando posições exageradas que talvez serão apoiados para o presente Trump, mas talvez não. E vão leando mais ou menos o que o presente fala e tem que traduzir isso à política para os próprios apartamentos, para os próprios secretaríaz. Então coordenação não há. Agora o fato é que os Estados Unidos virou, desde o ano passado, uma ator regional coercitivo, e é coercitivo, em diplomacia, coercitivo, em termos militares e também em termos econômicos. Isso não há dúvida independente de se as agências coordenam uma com outra ou não. O umbrella guarda chuva político de coercão regional, existe em todos os âmbitos instantes. O rival virando eixo agora para cá. E nós? Em função dessas várias agências americanas, encontramos uma estatério integrada? Bem, a gente, governo Lula, tem uma estatério política eleitoral, que é a estatério de retratar essas políticas desses diversos departamentos. Como se fosse uma política integrada aliás, em uma colabração entre, vai mais longe, não só em o oixo, mas uma colabração entre Trump e o RVM-Lay, que é outra ficção. E para elevar o perfil dessas políticas, como se fosse uma algo voltado contra o governo Lula e contra o Brasil, e para também atribuir responsabilidades sobre isso ou melhor dizendo atribuir uma como se fossem complicidades ao flavbo. Então, tudo isso é parte de uma invenção política, provavelmente desse personagem cidônio, que cria essas narrativas de marketing, mas que não tem nenhuma repercussão na realidade, o flavbo Bolsonaro tem a influência sobre o Trump, nem o Trump não está captaniando isso, nem muito menos ligado ao Milês, é todo mundo atuando de forma individual. Então, por isso, a estratégia é marketing, política, eleitoral e não uma estratégia de Estado que seria endereçar a cada departamento, a questão diplomática, que não devemos agremar para o Daniel Pérez, como podemos resolver isso de forma, chegar a um acordo, de comum, de forma civilizado. Vamos negociar a comércio quais conceções podemos fazer, vocês não venham como protecionistas, o que é o PIX, o que podemos fazer sobre o PIX, enfim, negociar a casa caso, a questão da designação de terrorista, o que podemos fazer, vamos cooperar, vamos trabalhar juntos para reprimir as organizações, mesmo não concordando sobre essa designação, mas vamos trabalhar juntos, enfim, fazer essa casa caso de forma técnica e profissional. Isso não é o que acontece. Eu estou encerrando esse segmento, queria agradecer muito a você, a Jana Nel, pela participação aqui, a Jana falou o remoto lá de Mosto, ela foi insucretada de defesa para América Latina no departamento de Nupedálono. Jana, muito obrigado, boa noite, a Inwostom. Muito obrigada, eu vejo, bom noite. Igualmente, muito obrigado a você, Daniel, a gente se despede por aqui, Gloryval continuamos juntos, na volta o candidato "Cara de lata de lixo", é a grande ameaça, outra direita britânica, até já. Estamos de volta do intervalo comercial, e agora agradecendo aqui a participação de Vinicius Rodrigues Vieira, Vinicius é professor de economia da FAP, relações internacionais da FVV do IDP, obrigado, Vinicius, está conosco com o Boa Noite. Muito obrigado, ele é tranquilo, Boa Noite a todos. Uma eleição local no Reino Unido, ela traiu uma enorme atenção, a intenção não só dentro do Reino Unido, óbvio, mas uma intenção internacional muito grande, por causa dos símbolos envolvidos aí. Dois candidatos lideram essa corrida, como disse, é uma eleição local, mas são aquelas eleições locais, com um significado muito mais abrangente do que resolveu o problema ali naquele lugar, né? Um cidadezinha ali, junto ao Marna, costa leste, da Inglaterra, dentro do Reino Unido. De um lado está Nigel Farage, líder do partido de ultra-direita Reform UK, um dos artífices da saída do Brexit, e do outro lado, estou falando sério, é o cara de lata de lixo, é o pseudônomo do comédio antes de um Harvey, os dois estão disputando uma vaga no Parlamento britânico, confino. Clécton Oncí é uma pequena cidade costeira de 103 mil habitantes da província de Esquix, a 90 quilômetros de Londres não está acostumada com os holofotes da política britânica, no entanto, a mais recente eleição suplementar local mudou o cenário. Os eleitores foram azurnas nesta quinta-feira para escolher o novo representante da cidade no Parlamento britânico. Na Cédula são 34 nomes, o maior número da história, mas dois são os principais. O primeiro é Nigel Farage, líder do partido de ultra-direita Reform UK, faz parte das lideranças políticas que cresceram com o discurso populista, nacionalista e anti-immigração, na Europa e no mundo. Ele chamou a atenção do público britânico a partir da campanha pelo Brexit em 2016. Farage se manteve no radar e conseguiu macadera no Parlamento em 2024, mas renunciou ao cargo após o legislativo abrir investigações sobre um suposto recebimento de milhões de libras não declarados, o que automaticamente convoca uma eleição. Logo depois, ele se candidatou ao mesmo posto, diante da manobra aos principais partidos do país, boicotaram o pleito. Esse vaco permitiu que o nome não tradicional dominasse a sua Ziklectom. O cara de lata de lixo ganhou apoio de eleitores contrários a Farage e a Reform UK. O candidato é o pseudônimo do comediante John Harvey e se describe como um guerreiro espacial intergaláctico vindo do planeta Sigmanova, que propõe congelar preços de sorvetes de croçã, construir uma única casa popular e estatizar a cantura britânica Adel.
No reino Unido, qualquer pessoa pode se candidatarem de estritos eleitorais, o que gera candidaturas de protesto. A diferença dessa vez é que o cara de lata de lixo conquistou o parcial importante do eleitorado. Ele aparece com 20% das intenções de volta em uma pesquisa local. Faradze está bem na frente com 73%. No âmbito nacional, a situação é melhor para o personagem. Um terço dos britânicos prefeririam o cara de lata de lixo no Parlamento. E apenas 21% escolheriam o líder do Reforme UK. A população de Klekton não parece se acostumar nem com os holofotes, nem com os dois candidatos. Eu acho que não tinha sido um spotlight em si que nós temos um actualista de MP, que se tornou e dava com a consequência, que se foi a surpresa, que se vôde, que não tinha doutor. Mesmo que eles são, ou seja, somente para um parlamentar, o resultado deve mostrar da força do Reforme UK e de Farage. Um resultado apertado seria um golpe para o extremista e comemorado pelos opositores. Tem uma simbologia mais abrangente que é com algo que seria de começar nossa conversa bem nisso, que é o seguinte. Até aqui nós registramos, não estou no reenunido e muitos países aqui no Brasil, vários países ao redor. A gente resolveu ver o fenômeno muito similar, assim, do estrionismo de frângias políticas, esse estrionismo ganha uma grande tração, elege gente, a Nalemã é quanto isso também, elege gente, coloca essas pessoas em cargos e agora o que nós estamos vendo? O estrionismo perdendo para outro estrionismo, só que esse outro é completamente sátira, menino. Exato, William, nós temos aqui uma situação que a sátira, ela se torna tão absurda, que é a melhor maneira de responder a realidade cruel, que aposta por esses setores políticos, hoje predominantemente a direita da outro direita europeia, que sabem muito bem fazer campanha, sabem mobilizar a população, mas quando eles entram no poder, seja num acento apenas, como o caso do Nuteford, ou até mesmo formando qualisões como o caso em alguns países da Europa continente. Então, eles não conseguem satisfazer as demandas populares, questões básicas como emprego, educação, saúde. Então, qual acaba sendo a resposta com os partidos tradicionales caindo em discrédito, a resposta, tanto nos dissentros direita, contos de centro esquerda, sobre esse tipo de resposta que é provenenciada aí, pelo nesse caso importante, também contextualizar o tipo com o morbbritelico, tanto que esse homem aí da lata de deixo, enfim, ele também já se predivatou no próprio eleição lá do Andy Burrund, só que é grande diferença que o atual primeiro ministro ganhou ali com uma vantagem enorme, teve 25 mil votos no seu distrito, ele teve menos de 100 votos. Então, será uma humulhação por Farad, que deve ganhar as eleições, mas se ele ganhar por muito pouco ou com menos aí de 50% dos outros e tendo, como segundo colocado, um candidato satírico, será indicador de que, pelo menos no reino unido, as pessoas começaram a se cansar desse populismo vazio que não entrega soluções à população. Eu confesso que sou fã de carteirinha do British Sense of Real Work. Bom, eu cresci com o monte de pito, o seu traitor, o que ele significaram para nós profissionais de televisão não tem como sublinhar suficientemente a importância deles. Em termos de dramaturgem, em termos de texto, em termos de capacidade de fazer piadas, que grandes atores e que sem sucrítico, esse cara de lata de lich, me lembra muito esses esquétrios lá antigos, lá de trás, de 30, 40 anos atrás, mas a realidade política hoje, eu acho que traz esse escuro de voce, Luir. Os próprios britânicos estão citando agora o grande físico, o sorriso Akni, eu estou dizendo a toda ação, corresponde a uma reação. Então, houve uma reação ao que se chamou de Work por parte de grupos da franja da direita, lá do cantinho da franja da direita. E esses mesmos grupos estão tomando uma reação? Eu acho que o reino de passou por um processo, que aquelas reformas da tátia nos anos 80 foram extremamente bem sucedidas, trouxeram muita eficiência para o sistema econômico, deram muita competitividade, mas o desotobramento de elas nos anos 90 e anos 2000 foi, de cada vez, mais a economia britânica ficar dependente do sistema financeiro, dos serviços, da indústria farmacêutica, tudo isso que se concentram em Londres. E até a crise financeira de 2008-2009, o Londres conseguia suprir o interior do Reino Unido, com riquezas, transferir riquezas, ajudávasses, municípios todos, essas localidades, que foram desprovenada na força da agricultura e tal. Mas quando chegou a crise de 2008-2009, o sistema financeiro deixou de prover esse acidente econômico. Eu vivi lá nos anos 90, vivi os desobramenços dessas reformas, a dedos industrialização, quando as marcas e automóveis passaram a ser propriedade de japoneses depois de indianos. E aí, nos anos 2000, quando teve a crise, fui fazer essa reportagem no interior do Reino Unido, dessa decadência, dessa pobreza e tal. E foi isso que levou esses recentimentos a essas rupturas, fraturas sociais que der origem ao Brexit, ao fenômeno do Nágino Farage e um descontentamento crônico da população que levou a 10 governos em 10 anos, algo quase dessa dimensão, uma descontinuidade de políticas e aí não tem como não tem continuidade, não tem resultado também, por melhor, ou pior que seja aquela política. E isso levou uma deslusão tão forte, tão enraizada que a figura do Nágino Farage, que já é uma caricatura, não é. É suficientemente caricaturista, e aí os ingleses chegam até a cara de gente. Algum não desejente, se estuiam presta atenção, nunca aconteceu na Itália. A gente tem um movimento satírico na Itália ocupando uma posição política, isso já leva a isso, os 15 anos, mais ou menos 15 anos, depois volta a política para o mainstream. Há uma questão forte em cima do que está acontecendo no Reino Unido, Vinícius, que é o eleitorado, começa ou não, não sei, não sei se é o que a gente gostaria que acontecesse, queria ver o que você, como você avaria. O eleitorado começa a se mostrar relutante com esse excesso de fanatismo, com essa intolerância, vamos dizer assim, das bolhas, ou não, isso a gente gostaria que fosse assim, estamos dando um caráter generalizante ao que é apenas local. O ele, no caso do Reino Unido, gostaria de salentar o caráter do sistema político, o sistema político distrital. O que é o que a literatura sobre eleições indica sobre os sistemas distritales, são 650 distritos do Parlamento. É muito difícil ter a entrada de um terceiro partido, então, pegando aqui um pouco de história, como era política britânica no século 19 de sufrágio, era uma oposição entre os conservadores, os stories e os liberais. Com a sensão da classe trabalhadora podendo votar, perder o lugar os liberais, entrou o labor, mas ficou ali, basicamente, um bipartidarismo, tem os partidos regionais, o partido nacionalista escossês, os ali do país de Galis, também, alguns partidos ali da irlanda do norte nacionalistas, as essencialmente, uma oposição entre 100 pro direita e 100 pro esquerda. E, diferentemente do que a gente vê na Europa continental, por exemplo, na Alemanha, tem um sistema distrital misto. Ali você tem espaço para uma força como a A.F.D.A.L.E. alternative for Doitland, que é de extrema direita, outra direita, ganhar espaço do Parlamento, seria a segunda-marforça do Parlamento. No caso do sistema britânico, tem um desistímulo para o surgimento de uma terceira força. O que teria ocorrido, aqui se me perguntam parênteses, nos Estados Unidos, se eles fosse um sistema parlamentarista, a ruptura de fato nos Estados Unidos, ali com as ilênites tradicionais, se deu o ver, o que é o sistema majoritário, que é o sistema presidencial. Então, o Ilha e Luarival nós temos aqui, algo que é muito menos ao meu ver nesse atual estágio relacionado ao ânimo da população, pode ser que a população esteja cansada de guerra de dez anos, post-Brexit, sem resultado algum substancial para suas vidas, pelo contrário, estão cobrecendo relativamente a Europa, e ainda mais em relação aos Estados Unidos, para não citar a Ásia e a A.C.A.L.E. ainda, principalmente a China. E claro, nós temos o ânimo da população, mas isso sem dúvida mediado pelo sistema político que acaba contendo a ascensão em escala nacional do reformo ou de qualquer outra força extremista. No pouco mais de um minuto que a gente tem, ele vai ao tempo.
Tem que olhar um pouco a parte que ele levantou da Europa continental, França e Alemanha. Os dois grandes países do Sendeuropa possíveis, mas não me opede sem o que, esses dois países significam e sua política significa. Como o Vinic aviante se referindo, a Alemanha está diante de colocar ou não, alternativa e fredo ao Ashlando, dentro do governo, e a França vai enfrentar uma eleição presidencial desta vez com uma nelepa fortíssima. Um deslocamento para a direita do Weichel Gravitacional da Política, nesses dois países que tiveram uma história recente muito traumática com a direita do nazismo, que acabou ocupando a França com o regime de Vixi e aprendizados muito grandes vividos por esses dois países, mas que agora vão lentamente corruendo um cordão sanitário que ia protegendo os parlamentos dessas presenças radicais com o enfraquecimento grande da esquerda e a disputa passa a ser cada vez mais entre uma direita mais extrema e uma centro direita e o eleitor tendo de escolher entre esses que são os novos polos e é o grande que está por trás, é a rejeição, a emigração e a globalização. A gente tem que terminar o programa, Vinicius, gostaria, me agradeci a você, Vinicius Rodrigues Vieira, professor de economia da FAAP, relações internacionais na FEV e no IDP, pela participação aqui no programa Boa Noite Vinicius. Muito obrigado, Boa Noite, até mais. Boa, muito muito, por muito pra dizer que ter o laboro, obrigado, Boa Noite, como sempre, me lembranças a vocês. Muito do que a gente traz aqui, tem mais ainda na página do WW, no site da CNN. Boa, até lá. Essa é a dissuma agora, sim, fica por aqui. Boa Noite, obrigado.
Podcast Summary
Key Points:
O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte, mas indicou que a decisão de Alexandre de Moraes sobre a investigação de um jornalista no Maranhão deve ser revisada pelo plenário.
Alexandre de Moraes autorizou uma operação contra a fonte de um jornalista que publicou matéria crítica a Flávio Dino, gerando críticas de entidades de imprensa sobre o enfraquecimento de garantias constitucionais.
O caso revela uma divisão interna no STF, com grupos opostos, e Moraes é descrito como um "animal político" buscando sobrevivência devido a investigações, como o caso Master envolvendo sua esposa.
O inquérito das fake news, aberto em 2019, é visto como um "instrumento de exceção" sem objeto claro, usado para justificar investigações amplas, incluindo a do jornalista.
Os EUA planejam operações militares e cibernéticas contra narcotraficantes na América Latina, com acordos com Equador, Colômbia e outros, visando influência regional e possivelmente o México, mas com histórico de ataques falhos.
Summary:
A transcrição aborda a tensão no Supremo Tribunal Federal (STF) em torno da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte, após Alexandre de Moraes determinar a investigação de um jornalista e sua fonte no Maranhão, ligada a uma matéria crítica sobre Flávio Dino. Edson Fachin, presidente da corte, reafirmou a defesa desses princípios, mas sugeriu que o caso vá ao plenário, indicando uma disputa interna. O debate expõe uma divisão no STF, com Moraes e Dino em um grupo mais ativo, enquanto outros ministros, como André Mendonça, enfrentam pressão.
O inquérito das fake news, aberto em 2019, é criticado como uma ferramenta de exceção sem limites claros, usada para perseguir alvos específicos. A análise sugere que Moraes, envolvido em escândalos como o caso Master, busca alianças políticas para sobreviver, transformando o tribunal em um campo de batalha. Paralelamente, a transcrição discute planos dos EUA de intensificar operações militares e cibernéticas na América Latina contra cartéis de drogas, com apoio de países como Equador e Colômbia, mas com preocupações sobre erros em ataques, como o caso de pescadores desaparecidos.
A estratégia americana visa reforçar influência e pressionar o México, enquanto o Brasil permanece fora do foco imediato. O cenário geral é de crise institucional no judiciário brasileiro e de escalada de ações externas na região.
FAQs
Ele fez uma defesa enfática da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte, mas deixou claro que isso não impede a responsabilização de quem cometeu crimes, desde que a investigação não atinja a atividade jornalística legítima.
Alexandre de Moraes autorizou uma operação da Polícia Federal contra uma pessoa apontada como fonte de um jornalista, avançando sobre dados do jornalista, o que levantou preocupações sobre o enfraquecimento do sigilo constitucional da fonte.
O sigilo da fonte é uma garantia constitucional essencial que protege a identidade de quem fornece informações a jornalistas, permitindo o exercício livre da profissão e a divulgação de matérias de interesse público sem retaliação.
O presidente do STF, Edson Fachin, indicou que a decisão de Alexandre de Moraes deve ser analisada pelo plenário, o que levaria todos os ministros a discutir os limites entre investigação criminal e sigilo da fonte.
A principal preocupação é que o inquérito, aberto em 2019, não tem objeto claro nem data para acabar, sendo usado como um instrumento de exceção para justificar investigações amplas, como a que atingiu o jornalista e sua fonte no Maranhão.
Moraes respondeu de forma dura, afirmando que jornalismo investigativo não é o mesmo que jornalista investigado, e apostou que sua turma no STF vai validar sua decisão de suspender o sigilo da fonte.
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