Go back

Extra 02 - Mais que um provedor: a missão da paternidade discipuladora

39m 17s

Extra 02 - Mais que um provedor: a missão da paternidade discipuladora

Neste episódio especial do Biblioteca Pamplona, Pedro Pamplona aborda a paternidade à luz do Novo Testamento, especialmente em Efésios 6:1-4. Ele enfatiza que ser pai é muito mais do que prover financeiramente ou proteger: é ser um discipulador, alguém que pastoreia o coração dos filhos. O texto começa orientando filhos a obedecerem aos pais no Senhor, estabelecendo que pais e mães são autoridades legítimas na vida das crianças. No entanto, no verso 4, Paulo se dirige especificamente aos pais, destacando sua responsabilidade única de liderar a criação dos filhos. Pamplona explica que a educação bíblica deve evitar dois extremos: a negligência e a opressão. Os pais não devem provocar a ira dos filhos por meio de atitudes severas, injustas, legalistas ou humilhantes, como destaca o comentário de Peter O'Brien. Em vez disso, devem criar os filhos na disciplina e na admoestação do Senhor, o que envolve exercer autoridade com amor e intencionalidade. Ele sugere três metas de obediência: fazer o que foi pedido, no momento certo, com atitude respeitosa. Além disso, alerta que a educação não pode ser apenas comportamental, mas deve alcançar o coração, identificando pecados como ira, orgulho ou preguiça, e apontando para o arrependimento e o fruto do Espírito. O episódio conclui incentivando os pais a abraçarem esse chamado como uma oportunidade de crescimento espiritual, tanto para os filhos quanto para si mesmos.

Transcription

5903 Words, 32060 Characters

Portuguese
Olha eu aqui para um episódio extra e surpresa do Biblioteca Pamplona. Você pensou que nessa semana não ia sair, mas vai. Hoje nós vamos falar sobre paternidade. E se você é pai ou deseja ser pai, pufa, vou escute esse episódio. Se você é manho, deseja ser manho, mange para o seu marido, aí eu para o seu noivo. Este episódio, tá bom? Conteu daqui rápido, direto, prático para você que é ou deseja ser um pai. Bíblico. Escute aí. Até o final. Seja muito bem-vindo, eu sou o Pedro Pamplona e você está na minha Biblioteca. Um lugar de infeleção teológica, a partir dos meus livros, e da minha vivência como cristão, marido, pai, membro e pastor de igreja. Fique à vontade, prepare a mente e o coração e vamos crescer juntos na fé cristã para a glória de Deus. Esse episódio chega até você por meio dos membros da comunidade Biblioteca Pamplona Mais. Lá você tem acesso exclusivo a conteúdos especiais como livros, comentados, capítulos, minicúncios e mais, além de poder das sugestões e até participar dos nossos episódios. O link para você assinar está na descrição desse cache e das minhas redes sociais. Roba Pedro MCP, tanto no Instagram como no Twitter. Vem a participar da nossa comunidade. É baratinho e eu te espero lá. Hoje é sexta-feira, dia 11, dia agosto e domingo agora, dia 13 de agosto. Teremos o dia dos pais, data que nós celebramos à paternidade e que infelizmente, às vezes, é esquecida ou bem menos como é morada aqui o dia das mães. Não quero ter nenhuma briga aqui com as mães, nem homem, contra mulheres, mas deveríamos valorizar mais em o dia dos pais. Dito isso, hoje nós vamos falar sobre paternidade, paternidade à luz do novo testamento. E eu vou começar aqui afirmando para você que a paternidade foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. Eu possoitar aqui a minha salvação, o meu casamento e a minha paternidade. Tudo isso, essas três coisas que foram as coisas que mais mudaram a minha vida. E até no certo sentido, no sentido prático, não é que a paternidade é mais importante do que o casamento, mas na prática de vida do dia a dia, a paternidade, tanto quanto a maternidade, nos mudam mais inclusive do que o casamento, porque as nossas rutinas viram de cabeça para baixo. Então eu colocaria esses três pontos de vida, esses três momentos da vida, com aqueles que mais me transformaram. No outro tipo de pessoa. E a paternidade com certeza tem transformações específicas e muito especiais. Se você está aí com medo de ser pai, relutando em ser pai, eu quero que te dizete, encorajar, acer um pai, até filhos, e a ver e perceber o que Deus vai fazer na tua vida por meio da paternidade. Enquanto você se submete as escrituras, na dependência de Deus, e vive como pai bíblico. E eu estou aqui nesse episódio justamente para isso, para te ensinar como ser um pai bíblico, ou pelo menos te ensinar a principal função de um pai bíblico. É por isso que o título desse poder quer se chama mais que um provedor, porque esse é o chamado das escrituras, mais que um provedor. Mais do que alguém que só coloca com medo dentro de casa, mais do que alguém que só protege. "Pai" é o pai de cipulador. O pai bíblico é o pai de cipulador. E eu quero ir com você até o texto no antigo testamento, que fala diretamente sobre a relação pai e filhos. É o texto mais claro no novo testamento sobre isso. É o direcionamento, é o texto prescritivo, mais claro, mais direto, que fala sobre como pai deve criar os seus filhos. Nós estamos falando do texto de Ephesios, capítulo 6, do verso 1 ao 4, mais especificamente, o verso 4. Nós vamos ler esse texto agora, e eu quero que você fique com esse tema na sua cabeça. Você pai, você que deseja ser pai, ser pai, é ser mais do que um provedor, ser pai bíblico, é ser um pai de cipulador. O texto diz o seguinte, "Felhos, obedeça os seus pais no Senhor, pois está justo. Honro seu pai a sua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa. Para que tudo corra bem com você e você tenha uma longa vida sobre a Terra. E vocês pais não provolcam seus filhos a ira, mas tratem de criá-los na disciplina e na admonstração do Senhor. Fésseis do 1 ao 4. Eu vou passar rapidamente por esse texto até chegar no verso 4 onde eu vou me deter mais. Então, acompanhe aqui comigo a minha nena de raciocínio pensando sobre a linda raciocínia de Paulo nesse texto aqui. O texto começa com filhos, obedeça os seus pais no Senhor, pois isto é justo. Nós começamos com uma orientação primeiro aos filhos, mas já que nós estamos falando de paternidade, nós vamos pegar essa orientação para aprender sobre a paternidade. E aos filhos adidos que eles devem obedecer aos seus pais no Senhor, pois isto é o que é justo e o que é correto diante de Deus. Aqui eu quero que você aprenda que a Bíblia estabelece os pais como autoridades sobre os filhos. Isso é indiscutível. Aqui o termo "pais" se refere a "pais e mães". Esse termo "griego" é um termo mais abrangente de "pais e mães", como nós falamos muitas vezes de "pais" mas não referimos a "pais e mães". Então tanto "pais" quanto "mães" são indiscutivelmente autoridades sobre a vida dos filhos. E como Paulo está num contexto aqui de a Fésio 5/18 de falar da vida espiritual de ser cheio do Espírito Santo, nós entendemos que essa obedeência dos filhos aos pais é um assunto espiritual, que o filho cristão, o filho guiado pelo Espírito e tanto o filho quanto os pais, eles devem viver nessa relação de autoridade de submissão. Isso é algo espiritual. Então a forma como nossos filhos nos obedecem e a forma como nós as hacemos autoridades sobre eles mostram que nós somos cheios do Espírito Santo ou não. Então se os filhos devem nos obedecer, o que você pai tem que aprender em primeiro lugar é que a sua paternidade lida a autoridade, você deve exercer a autoridade sobre os seus filhos. Quando você for educá-los, você não educa os filhos como igual a eles, você dura como quem está em posição de autoridade. Aqui não falo igual no sentido humano. Claro que vocês são imagens semelhancidos e são dois seres humanos, inclusive daqui a pouco vou falar sobre isso, mas no sentido de mesmo nível e ararque, vocês não estão nesse mesmo nível e ararque. No sentido vocês não são iguais, você não é um amigo do seu filho, você é o pai e você é autoridade, você é mãe também. Então eu tenho três regrinhas que não aprendi de mim, não são minhas, mas três raígas básicas da educação com autoridade. É o seguinte, e aprenda isso para a sua paternidade, para que na criação dos seus filhos você possa colocar em sua imprática. Quando você falar algo, pedir algo, mandar algo ser feito pelo seu filho, estabeleça como meta de educação, que primeiro seus filhos precisam fazer aquilo que eles foi mandado fazer. Eles devem obedecer. Segundo, seus filhos precisam fazer no momento em que você mandou eles fazerem. Ele precisa obedecer no momento certo, no momento em que você pede que a ação manda que a ação seja executada. E terceiro, os filhos precisam fazer com a atitude respeitoso. Então pega esses três elementos aqui de obedeência, e cria os seus filhos, ou responda os seus filhos com disciplina e concorressão, quando eles não querem fazer, quando eles não querem fazer na hora e quando eles, mesmo fazendo, fazem com a atitude desrespeitoso. Não querem fazer com respeito. Nós precisamos criar nossos filhos com esses objetivos para que eles entendam a autoridade. Não deve ficar dúvida na cabeça deles de que pai e mãe são autoridades e você pai autoridade sobre a vida deles. Não queira aquela imagem do país, não amigo, sem o pai autoridade. Mas sem esquecer a parte da autoridade. O pai deve ser o parceiro total, o companheiro de aventuras, mas com auto-intro. Então às vezes seu filho, por exemplo, ele até faz as coisas, mas não quer fazer na hora. Ou ele faz, faz na hora, mas ele faz reclamando, ele faz de malgrado, ele faz de te olhando feio, ele faz sem respeito a você. Muito cuidado com essas atitudes. Quando isso acontece, qualquer uma dessas três coisas que eu falei, quando elas acontecem de forma que não deveriam acontecer, eu surio, não acontece, né? Você precisa intervir. E essa intervenção, ela precisa ir além da intervenção meramente comportamental. Você precisa tentar alcançar o coração da criança. Muitas vezes nós pais, pai e mãe, né? Nós temos um tipo de educação com as crianças que parece mais uma destramenta. Um destramenta que a gente faz com cachorro. A gente foca muito no comportamento e aí quando a criança obedece, você dá uma recompensa. Quando ela não abedece, você atira algo. Você fica tentando condicionar ali apenas o comportamento da criança. Mas o disciplado, essa criação de filhos, com a intenção de fazê-los de cípulos, de Jesus, e de obediência aos pais, ele precisa alcançar o nível do coração. Por exemplo, Proverb, escapito 4, verse 23, fala de tudo que se deve guardar, guarde bem um coração porque dele procrear das fontes da vida. Tirem 179, diz que o coração é enganoso, desesperadamente corrupto. Então, se você não alcança o coração, você não alcança as fontes da vida. O íntimo da pessoa, porque é do coração que procedem os maus pensamentos, diria Jesus. Lembre disso, marcos capito 7, verse 21, é do coração que procede a imoralidade sexual aos furtos dos homicídios adultérios, avareso, engana a libertinagem. Tem veja, blasfeme, orgulha, falta de juízo. Todos esses males vêm de dentro e contamina uma pessoa. Se você fica só no comportamento, tentando condicionar comportamento do seu filho, isso é invão. Ele pode ter o comportamento ali, condicionado na tua frente, pode ser que ele leva esse comportamento até mais adiante, mas pode ter certeza que aquilo que está no coração, ele vai contaminar esses comportamentos em algum momento. Então, nós devemos ir até o coração. Como é que nós fazemos isso? Pasteu como é que fazemos isso? O Tadi Trip escreveu o seguinte no livro pastoriano, o coração das crianças. Ele falou assim, "O comportamento é impulsionado pelo coração. Portanto, correção de se planeitreinamento, toda a criação de filhos deve dirigir seu coração. É fundamental da criação de filhos, é pastoriar o coração deles." Como é que nós chegamos lá? Chegamos no coração. Deixa eu te dar aqui um passo a passo do que bem básico, o que você deve fazer como pai, para que você seja mais do que um provedo e mais do que um administrador. Primeiro, você exce a sua autoridade. Sem isso, seu filho não tem padrão de certo e errado. Não tem orientação nem limite o comportamento. Se você não tem como avaliar o comportamento dele, então você exce a sua autoridade. Filho. Não pode isso, não pode isso. Tem que fazer isso, tem que fazer isso aqui. Aqui em casa é funcionar assim. Palávida de Deus diz que é assim, não é assim. E para a partidão, você tem que fazer isso. Então, exce a sua autoridade. Se o seu filho desopedece, esse recusa fazer, ou ele não faz na hora e faz com atitude errada, isso vai demonstrar algum pecado no coração do seu filho. É um orgulho, é a inveja, é a impaciência, é a preguiça, é a ira, é a rebeldia. Ele vai demonstrar algum comportamento desse pecaminoso que você tem que ter um discernimento do que é. Ele está irado. Ele é orgulhoso. Ele está com inveja de algo, de outra criança, de um brinquedo. Ele é impaciente, ele não quer fazer agora, ou ele não tem paciência para terminar de fazer. É um rebeldia que ele não obedece, você não quer obedecer, enfim, você identificou o pecado, esse pecado mora no coração dele. O que você vai fazer? Você vai repreender-lo. Só que essa repreensão é importante que você toque no coração e em assuntos de pecado mesmo. Mostre a palavra de Deus e possível para ele falando contra aquele pecado dele. O ofereça correção nas escrituras, chame o arrependimento, de que ele precisa ser repender disso, mostre para ele qual é o fruto do Espírito correto, nas situações, para que ele troque o pecado pelo fruto do Espírito. Então, em verde só condicionar o comportamento, fale com ele dessas coisas, fale com ele da palavra de Deus, da verdade de Deus, do arrependimento, do fruto do Espírito, o que ele precisa trocar essas coisas. O que ministra a vida dele? Ministre. Então, eu vou dar um exemplo. Você disse que é o oradual mostro para o seu filho. Vamos imaginar que a situação, ele precisa parar de brincar com os bonecos. E aí ele grita com você. E ele chora. É um momento em que você se autoridade e se firme para dizer que ele está errado e o conduzia a fazer aquilo que você herdou não. Você vai fazer isso. Quando você dá o comando para seu filho uma ordem, diz "Ah, agora é hora disso, agora você vai fazer isso e ele não quer fazer, você o traz para fazer. Você exce essa autoridade e vai com ele para que ele faça. Conduis ele a fazer. Para que não seja só, eu orientei e deixei ele sem fazer. Não, você faz com que ele faça. Aqui não é um tipo de condução oppressive, nem nada do tipo. Imagina isso, mas você vai junto com ele o conduzia a fazer aquilo que você pediu para fazer. Então você ao conduzir ele a fazer, você também vai identificar ali qual é o pecado que ele demonstrou. Nesse caso, por exemplo, ele não quis e almoçar e ele gritou com você. Você percebeu uma ira no seu filho porque foi contrariado, porque não queria deixar de brincar. Então você viu, meu filho está irado e gritou comigo. Não pode fazer isso. Você se perca de desobediência ao seu pai. Você não honrou seu pai e sua mãe. Você desobedeceu. Estamos autoridades sobre você. A ira diz isso. É pecado. Chama ele ao arrependimento. Morche na palavra. Se você tem a bíblia por perto, você lembra do texto. Diga, olha o que a bíblia diz sobre isso. Tiago 1, 19, 20. Todo homem seja pronto para ouvir e tardiu para falar. Não é o que a ira do homem produz. Nesse exemplo, nós vimos isso. Você se irou e não produziu justiça. Não produziu santidade para produzir o pecado que você desobedeceu. Você pode falar de qual é o alcance 13 e 12. Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados revistas de profunda com o Paixão de Bondade, um mildade de mansidão de paciência. Olha o que a gente precisa substituir para colocar no lugar da ira. Sim, a mansidão de paciência, um mildade para obedecer essas coisas que são marcas da que são santos e amados por Deus. Deixe ele pensar sobre isso. Nunca o fossa se arrepender. Chama ele ao arrependimento e deixa ele pensar. Assim você começa a ministerar o coração. Assim você deixa de ser apenas um adestrador, um contasnador de comportamentos e passa aí até o coração. É muito importante também você identificar através dos pecados quais são os ídolos dos seus filhos. Se ele está seirando por causa dos brinquedos, isso é repetido. Isso acontece todos os dias. O brinquedo tem sido um ídolo do seu filho. Se ele faz isso por causa da televisão, por causa do dinheiro, se você identifica que o pecado é a inveja, é a ira. Isso por trás tem um vício na tua criança, no teu filho. Você começa a conversar sobre a laatia e você vai começar agora a falar de látreir para ele do vício. Nós podemos, devemos usar, arrepender disso, buscar o Senhor, bedrinho, se tratar o Adêus e não as coisas, você vai de novo tratar do seu coração. Assim você passa a dissipular o seu filho, exerce na autoridade e identificando pecados e ídolos no coração dele. Isso é um passo muito importante. O segundo, eu vou pular lá para o verso 4 agora, quando o texto diz, e vocês pais não provou com seus filhos aíram, mas tratem de criar os na disciplina e na admostação do Senhor. Ao contrário do verso 1, aqui o termo "pais" agora é realmente o pai, o homem. Aqui é o termo "grego para pai". Aqui nós estamos falando de pataridade. O texto não tira o dever da mãe e a possibilidade da mãe de educar os seus filhos, logicamente, criá-la de disciplina e na admostação do Senhor. O verso 1 coloca a mãe com a autoridade e com a autoridade, ela faz as processas também, mas aqui Paulo escolheu falar aos pais. E eu creio que ele escolheu isso porque é uma responsabilidade geral que está sobre o pai, o pai como eu creio o líder do lado. Inclusive, gravei que um pôde quer sobre isso. Você pode voltar aqui no feed e ter lá sobre a questão do homem, seu provedor, do lá e líder do lá. E você pode ver lá. Inclusive, deixa eu corrigir um erro que eu já corrigi nas bens reis acias, eu já corrigi. na própria descrição do podcast lá sobre o homem, seu profidor do lá, porque naquele episódio, talvez você tenha escutado, eu não tenha visto a minha correção, eu disse que o verso 1 já é fésio, também só falava aos pais, só que eu me confundi, porque eu estava querendo falar do verso 4, e eu acabei dizendo que os dois falavam só dos pais, mas fiz a correção lá no texto, da descrição do podcast, fiz também as minhas redes sociais, foi alguém que me chamou atenção isso, eu não tinha nem percebido, falei assim sem nem perceber, mas realmente no verso 1 é pai e mãe, e aqui no verso 4, acredito que é só pai pelo termo que é utilizado para pai, né, pai? Enfim, aqui nós temos esse texto que é o texto mais claro de pai criando filhos no novo testamento, e aí esse texto ele tem uma orientação negativa, não se tira ruim, mas negativa do que não se deve fazer, depois ele tem uma afimação, uma orientação positiva, do que se deve fazer, então a orientação de pai e o mandamento de pai e o tanto que são os filhos, ele envolve não fazer assim e fazer assim, então é o que os pais não devem fazer, e é algo que os pais devem fazer, e Paulo foi muito inteligente aqui, muito, o que é que os pais não devem fazer? Não provoca os seus filhos a ira, sabe o que significa? Não provoca os seus filhos a ira, é que você não se comporte e não exerça a sua autoridade, que ele é devida, que você tem autoridade, eu preciso obedecer, mas que você não usa dessa autoridade, para provocar o seu filho a ira. Lembre-se que eu falei que a ira da criança pecada, mas você não deve provocá-los a ira. Como é que isso acontece? Você provoca o seu filho a ira, a rebeldia, quando você usa da sua autoridade, para ser um pai ou pressor, para ser um pai carrasco demais, para ser um pai injusto, para ser um pai legalista, para você se aquele pai que o tempo todo está provocando o filho, e que está educando o filho de maneira injusto, o pressor é muito pesada, você está pesando demais a mão do seu filho, no seu filho, e isso provoca os filhos a ira. Para você dizer que essa não é uma ideia minha, e realmente não é, eu bebo de outras fontes, eu vou citar aqui o ódio comentário que o Peter O'Brien fez no seu comentário de Ephesios, que é uma exageta aí, que no comentário muito bom sobre Ephesios, e ele disse o seguinte, olha o que ele colocou sobre esse texto aqui. Os pais são instados a evitar atitudes, palavras e ações que provocariam raiva em seus filhos. E efetivamente, o apóstolo está descartando, a disciplina, essa civamento severa, exigências excessivamente duras, abuso de autoridade, arbitrariedade, injustiça, constante irritação e condinação, submeter uma criança à humilhação e todas as formas de insensibilidade, grosseiria as necessidades e sensibilidade de uma criança. Tudo isso está sendo evitado aqui por Paulo. Ele continua dizendo por trás dessa restrição da autoridade paterna, está o claro reconhecimento de que os filhos, embora se espere que obedeça aos seus pais no Senhor, são pessoas por direito próprio, que não devem ser manipulados, explorados ou esmagados. Então o Petrobraya e o Paulo aqui, eles estão defendendo que o pai deve exce autoridade, mas sem manipulação, sem exploração, sem opressão, sem injustiça. Isso vai de encontro a uma sociedade de uma época onde o pai ele tinha esse poder de autoridade, muitas vezes isso era colocado em nível e diferencial, quase que humanos mesmo assim, que o pai poderia fazer tudo e que os filhos eram de um nível abaixo. E aqui é que eu volto lá naquele começo que eu disse, nós não nos estamos no mesmo nível, e é arco no sentido de autoridade, porque o pai é autoridade sobre seu filho, mas nós estamos no mesmo nível de pessoa humana, de mais de simelhança de Deus. Então há direitos humanos que são de pais e filhos, e o pai não tem direito perante o Senhor, e o exce autoridade dessa forma que o pressora carrasca em justa legalista, com os filhos, que não tem sensibilidade com as necessidades de uma criança, com as sensibilidades de uma criança, e age de forma grosseira. Então os pais não foram chamados a exce ser autoridade dessa forma. E muitas vezes nós éramos, nós éramos com isso, precisamos arrepender, precisamos de sentidade. O pai foi chamado para exce ser autoridade em amor e sentidade, em justiça, em justiça. Ele deve ser um espelho de Jesus para o seu filho. Ele deve exce ser ali o canal do Evangelho para seus filhos, e se ele faz esse tipo de educação que de autoridade, ele está quebrando esse canal do Evangelho, que é o que é o grande exemplo de Jesus. Então muito cuidado com a forma que você exce essa autoridade. Você não foi chamado para esse pai carrasco legalista em justa, ok? Ao contrário disso, o que nós devemos fazer? Tentar criar os filhos, criar os filhos na disciplina e na dimostação do Senhor. O que eu acho bonito nesse texto é que ele é o livro dele. Quando ele diz assim "Não provou que seus filhos aíram", ele diz "É, não exerça a autoridade modo errado". E o contrário disso, quando ele coloca o mais, ele vai dizer qual é o certo, qual é o contrário disso, ele não diz "Não exerça a autoridade" ou deixem seus filhos fazendo o que quiser. Não. Criem na disciplina e na dimostação do Senhor. Eu vou começar com o "Du Senhor". "Du Senhor" significa que não é na sua disciplina, você, pai, o falando de tal, aí que está me ouvindo. Não é a sua disciplina, não é a sua admustação, não é o seu jeito de disciplinar, não é o seu jeito de admustar, é o "Du Senhor". É o conteúdo do Senhor, é a vontade do Senhor e é o modo do Senhor, que você deve colocar em prática na sua vida de pai, na criação dos seus filhos, no disciplado dos seus filhos. Então, o que é que isso significa? Significa que você vai criar seus filhos na disciplina e na dimostação do Senhor. Você vai ensinar o que Deus ensina e você vai tratá-lo como Deus o trata de maneira correta, de maneira justa e vai ensinar aquilo que Deus tem na sua palavra. Eu creio que essas palavras aqui diferente de disciplina e dimostação, ela tem muito a ver com a disciplina, no seu processo de formação da criança, onde você vai, por meio da prática dos atos diários ali, dos hábitos, você vai modelar a vontade da criança. Você vai modelar ali o seu coração para que ele tenha vontade santas, você vai fazer isso por ele, você vai discipliná-lo. E na ádeo de amostação do Senhor são as correções e também a modelação que nós fazemos da mente da criança, por meio do ensino da repreensão. Então, você tem aqui a disciplina, o comportamento modelado, o coração treinado, hábitos onde você vai fazer isso ali diariamente, também corrigindo e dando exemplo e você vai ter a dimostação que há o que vem mais pro campo da mente também, onde você vai ensinar o que é correto, onde você vai repreender para que ele aprende o que é correto, apendo o que é errado. Então, nós temos essa união dessas práticas e desses campos na vida de seu filho onde você vai fazer isso no Senhor. Veja que o vesículo mais direto que nós temos sobre a criação de filhos por pais, por homens, não é falando de criar filhos por meio da provisão, criar filhos por meio da proteção. Tudo isso é muito importante, não estão negando, mas o vesículo mais direto fala da tarefa do pai de criar os seus filhos na disciplina e na dimostação do Senhor. É desipulado, ensino cristão na vida dos filhos. E eu sei, gente, que aqui é onde os pais mais erram, mas deixam a desejar. Quando você olha para a sua própria vida como pai ou quando você olha para os pais da igreja, você vai encontrar muitos pais que são ótimos exemplos de pais profedores, são homens trabalhadores, são homens que botam a comida da mesa, que botam sustentemente de casa, que sacrificam, que trabalham, que glória Deus por isso. São homens que protegem a sua família, que estão dispostos a morrer para a sua família, que fazem o possível para dar uma boa moradia, uma boa condição de vida, uma boa saúde, até uma boa proteção física mesmo, que se importam demais com isso e lutam por isso. E glória Deus por isso, mas quando você avalia, se esses pais estão disciplando seus filhos, criando seus filhos na dimostação da disciplina do Senhor, se eles estão ativos nos disciplados, não é vongelismo dos seus filhos. Você não é vongelismo dos seus filhos. Você vai encontrar muitos desses bons profedores e bons protetores tirando notas zero aqui, ou quase zero. Você vai encontrar muitos pais que nessa área são bem negligenthes. Por que isso? Porque é difícil, com certeza. Mas porque nós negligenciamos mesmo essa parte. Axamos, nós pais da xamos que já fazemos muito provendo e protogendo. Mas a verdade é que provê e proteger só guarda essa vida terrana aqui dos nossos filhos. É o disipulado e a criação dos filhos no Senhor e o evangelismo que guarda a vida é terrando os nossos filhos. Por que eu vei proteger aqui é muito pouco comparado a disipular os filhos e evangelizar os filhos. Por que eu vei proteger? Tem resultados temporários, terrenos. Disipular os filhos tem resultados eternos. Essa é exatamente a área que nós jamais deveríamos negligenciar. Você pai, você é muito mais do que um provedor. Você é um disipulador. Você é um evangelista do seu filho. Por favor exercer o seu papel. É o principal papel que o novo testamento tem para você. Aprender isso. Se você é um bom provedor, um bom protetor, mas não é um bom desipulador, você não é um bom pai bíblico. Gente, eu não falo isso como quem está no pé da estáo, como quem é o exemplo perfeito disso, porque eu olho para a minha vida e eu vejo. Exatamente essa falha de ser um bom provedor, de ser um bom protetor e de nem sempre ser um bom desipulador. De olhar para mim, dizer eu estou falhando aqui, para se desmalhar. Passer um tempo fazendo isso bem, vi, cheio, agora eu esfriei aqui, para esses malheros, para que vocês voltarem de novo. Então, que você sempre faça essa autocritica, esse julgamento, essa avaliação. Você nunca deixe do seu disipulado como pai em relação ao seu filho, e se morrer. Então, faça isso, em nome de Jesus, isso é uma episódio para lembrar, você diz, para te ajudar como você pode fazer isso. Por fim, eu diria que você precisa ser exemplo para o seu filho. Ser um exemplo de provedor, ser um exemplo de protetor, mas como a gente acabou de falar, mais do que isso, você precisa ser um exemplo de desipulo de Jesus. Se você tem como seu principal tarefa, ser um desipulador do seu filho, então o principal exemplo que você tem que dar é como desipulo. E você vai fazer isso na vida devotional, para que seu filho veja que o pai dele oura, o pai dele é a bíbia, o pai dele tem relacionamento com Deus, o pai dele é homem de Deus, o pai dele tem relacionamento prático com o Senhor, que seu filho veja isso, seu filho não vê isso, se seu filho não vê isso, isso é um desastre na sua pataridade. Se seu filho perceber que você tem relacionamento com Deus, que você e Deus andam juntos, que você é um homem de fé, como os homens bíblicos eram. Você vai dar exemplo do falar do Evangelho, falho do Evangelho para seu filho, envolvo ele no Evangelho, envolvo ele no Evangelho. Eu lembro de uma conversa que eu tive com meu filho, meu filho tem na época de 4, eu lembro de um irmão de nossa igreja que morreu, infelizmente foi assassinado. E no quarto antes de dormir, meu filho me perguntou, "Papa, para onde o irmão foi?" Para onde ele foi? "Ah, a gente vai morcer eu daí." Porque eu lembro do meu filho perguntando isso, ele lembro que eu quero que ele vá para lá também. E o que o irmão está com Jesus, meu filho. Ele foi para a prazer de Deus do céu, ele foi explicar para ele porque ele pensou atenção, uma criança de 4 anos, não sou bestime o seu filho, não sou bestime, falho do Evangelho para ele. Para a gente vai venger para todos os oportunidades, para que o dia ele creia do mesmo Evangelho que você creia. Seja um exemplo de alguém que fala do Evangelho, sua casa seja uma casa que mei se toda o Evangelho, que fala do Evangelho. Desde pequeno, fala do Evangelho para seu filho, aproveite os oportunidades. Nome de Jesus, faça isso. Seja um exemplo também da vida de santidade, mostra para seu filho o caráter de Deus no seu caráter. Seja santo. Seja santo de sua casa no nome de Jesus. Não seja aquele que o homem santo na igreja parece ser, mas em casa o seu filho vê os seus pecados, a tua ira, a tua ignorância, a tua impaciencia, a tua imoralidade. Ele vai perceber que você é uma igreja e vai perceber que você é outro em casa. Ele vai dizer, "esse Evangelho não tem poder nenhum, porque meu pai é duas caras. Não seja isso, por favor." Não faça isso. Seja a exemplo de santidade a vida do teu filho. Seja a exemplo na vida em igreja. Que o teu filho olha para ti e veja o homem que ama a igreja de Jesus. O homem que serve a igreja de Jesus, o homem que ama os irmãos, que submetem as pastores, que está na igreja, que se alegra em ir à igreja. Jamais. Jamais. Jamais. Mostre para o teu filho que troca o futebol na televisão. Pelo à igreja, você troca a igreja pelo futebol. Jamais. Permita que o teu filho veja isso. Jamais passe por essa vergonha com o teu filho. De deixar a tua esposa e com os filhos sozinhos para a igreja, porque tu ficou em casa dormindo, porque tu ficou em casa assistindo o futebol. Não faça isso. Se você já fez, se arrependa. Mostre para o teu filho que você tem a casa de Deus como lugar, onde o teu coração deseja estar, onde você sente saudade dos atreos do Senhor, como diz o Salmista. O teu coração se alegra quando dizem "vamos a casa do Senhor". Que teu filho é minha igreja porque o pai é manda a igreja. Seja a senhora para essas coisas na vida da vossa na aula do avanjário, na vida de santidade, na vida e igreja. Martelo Lloyd John descreveu sobre isso dizendo "devemos dar aos nossos filhos a impressão de que a melhor coisa no mundo é o cristianismo e que não há nada na vida comparável a ser cristão". Eu vou repetir para em ser a respodicaste. Devemos dar aos nossos filhos a impressão de que a melhor coisa do mundo é o cristianismo e que não há nada na vida comparável a ser cristão. Seja esse pai aqui. Seja esse pai para a glória de Deus para salvar os seus filhos, por isso, por lado, os seus filhos, para edificar ação dos seus filhos, seja esse pai. E que Deus abençoe você. Feliz de dos pais. Você que não é pai ainda que Deus te faça um pai e eu gostaria de hora para encerrar. Fechos olhos comigo se você pode, senão só pra te atenção na oração. Seja o nosso Deus, nosso pai nos ensina sem o acertar um pai como tu é um pai para nós. Faz esses homens que estão ouvindo que não são pais, faz deles pais. E faz todos os nossos pais, pais melhores, pais mais santos, pais mais justos, pais mais discipladores. Não permita, senão, que nos tornemos apenas provedores, apenas protetores, mas faz de nós. E discipladores é um gêlico dos nossos filhos, senão. Acrece o nosso coração para isso. Traz arrependimento. Traz arrependimento com as nossas vidas e nossas vidas não tem vivido isso. Nos ensinos, caparça aí, senão. Nos ente do teu espírito como o texto de Ephesios diz. Ceremos o teu espírito, o fruto do teu espírito, para criarmos o nosso filho, os nossos filhos na disciplina, na admostação do Senhor, dos ensinos, nos motiva, nos capacita é o que nós oramos. Queremos ser pais, senão melhores, pais cristãos, pais bíblicos, nos faz isso, senão. Dependemos de ti. Pedou os nossos pecados e em coragem, os nossos corações, nossas imens. Esse dia, em todos os dias, a dia em nossa vida, que o Senhor abençou e todos os pais. Agora, Deus por eles, que o Senhor abençou e cada família, que o Senhor salve nossos filhos, Senhor, no nome de Jesus, derrão da tua graça e tomem os arrecórios, sobre os nossos filhos. É isso que eu te peço em oração. É isso que nós pedimos. No nome do pai do filho e do Espírito Santo. Amém. [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A paternidade é uma das experiências mais transformadoras da vida, ao lado da salvação e do casamento.
  2. O pai bíblico é chamado a ser mais que um provedor
  3. A base bíblica principal é Efésios 6
  4. Pais e mães exercem autoridade sobre os filhos, mas o pai tem uma responsabilidade específica de liderança espiritual.
  5. A educação deve ir além do comportamento, alcançando o coração da criança, identificando pecados e ídolos.
  6. Três regras práticas de obediência
  7. Evitar provocar a ira dos filhos por meio de opressão, injustiça, legalismo ou humilhação.
  8. A disciplina deve ser equilibrada com amor, reconhecendo os filhos como pessoas com direitos e dignidade.

Summary:

Neste episódio especial do Biblioteca Pamplona, Pedro Pamplona aborda a paternidade à luz do Novo Testamento, especialmente em Efésios 6:1-4. Ele enfatiza que ser pai é muito mais do que prover financeiramente ou proteger: é ser um discipulador, alguém que pastoreia o coração dos filhos. O texto começa orientando filhos a obedecerem aos pais no Senhor, estabelecendo que pais e mães são autoridades legítimas na vida das crianças. No entanto, no verso 4, Paulo se dirige especificamente aos pais, destacando sua responsabilidade única de liderar a criação dos filhos.

Pamplona explica que a educação bíblica deve evitar dois extremos: a negligência e a opressão. Os pais não devem provocar a ira dos filhos por meio de atitudes severas, injustas, legalistas ou humilhantes, como destaca o comentário de Peter O'Brien. Em vez disso, devem criar os filhos na disciplina e na admoestação do Senhor, o que envolve exercer autoridade com amor e intencionalidade. Ele sugere três metas de obediência: fazer o que foi pedido, no momento certo, com atitude respeitosa. Além disso, alerta que a educação não pode ser apenas comportamental, mas deve alcançar o coração, identificando pecados como ira, orgulho ou preguiça, e apontando para o arrependimento e o fruto do Espírito. O episódio conclui incentivando os pais a abraçarem esse chamado como uma oportunidade de crescimento espiritual, tanto para os filhos quanto para si mesmos.

FAQs

A principal função de um pai bíblico é ser mais que um provedor, sendo um pai discipulador, que pastoreia o coração dos filhos, exercendo autoridade e ensinando-os nos caminhos do Senhor.

Significa que os pais devem evitar atitudes, palavras e ações que provoquem raiva nos filhos, como disciplina severa, exigências excessivas, injustiça, humilhação ou opressão, reconhecendo que os filhos são pessoas com direitos próprios.

As três regras são: os filhos devem fazer o que foi mandado, devem fazer no momento em que foi pedido, e devem fazer com atitude respeitosa. Quando qualquer uma dessas falhas ocorre, o pai deve intervir e buscar alcançar o coração da criança.

Os pais devem identificar o pecado no coração do filho (como ira, orgulho ou rebeldia), repreendê-lo com a Palavra de Deus, chamá-lo ao arrependimento e ensinar o fruto do Espírito como substituto, em vez de apenas condicionar o comportamento.

Adestrar foca apenas em condicionar comportamentos, como um treinamento animal, enquanto discipular busca alcançar o coração, identificando pecados e ídolos, ministrando a verdade de Deus e promovendo arrependimento e transformação interior.

Devem exercer autoridade com justiça, evitando manipulação, exploração ou humilhação, reconhecendo que os filhos são pessoas à imagem de Deus, mas em posição de submissão. A autoridade deve ser firme, mas amorosa, conduzindo os filhos à obediência no Senhor.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.