Partiram de elim e toda a congregação dos filhos de Israel veio para o deserto de sim, que está entre elim e Sinai.
Aos 15 dias do segundo mês, depois que saíram da Terra do Egito.
Toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e Arão no deserto, disseram-lhe os filhos de Israel.
Quem nos dera tivéssemos morrido pela mão do senhor na Terra do Egito.
Quando estávamos sentados junto às Panelas de carne e comíamos pão a fartar.
Depois nos trouxeste a este deserto para matardes de fome, toda esta multidão.
Então, disse o senhor a Moisés, eis que vos farei chover do céu, pão e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu ponha à prova se anda na minha lei.
Ou não?
Dar-se-á que, ao sexto dia, prepararão o que colherem prepararão o que colherem e será o dobro do que colhem cada dia.
Então, disse Moisés e Arão a todos os filhos de Israel.
À tarde, sabereis que foi o senhor que vos tirou da Terra do Egito, e pela manhã, vereis a Glória do senhor por conta, ouviu as vossas murmurações, pois quem somos nós para que murmureis contra nós?
Prosseguiu Moisés.
Será isso quando o senhor à tarde vos der carne para comer e pela manhã, pão que vos fart, porque eu por conta, o senhor ouviu as vossas murmurações com que vos queixais contra ele, pois quem somos nós?
As vozes murmurações não são contra nós.
E sim contra o senhor.
Disse Moisés a Arão dize, a toda a congregação dos filhos de Israel, chegai vos a presença do senhor, pois ouviu as vossas comemorações.
Quando o Arão falava a toda a congregação dos filhos de Israel, olharam para o deserto e eis que a Glória do senhor apareceu na nuvem.
E o senhor disse a Moisés, tem ouvidas mundo mundo, ações dos filhos de Israel, dize-lhes ao crepúsculo da tarde, comereis carne e pela manhã vos fartareis de pão e sabereis que eu sou o senhor vosso Deus.
E à tarde subiram codornizes e cobriram o Arraial pela manhã, jazia o orvalho ao redor do Arraial e quando se evaporou o orvalho que caíra na superfície do deserto, restava uma coisa fina e semelhante, a escamas fina, como a geada sobre a Terra.
Vendo aos filhos de Israel, disseram uns aos outros que isso?
Pois não sabia o que era, de se eles, Moisés, e sou pão, que o senhor vos dá para vosso alimento, esse que o senhor vos ordenou colher disso cada um segundo o que pode comer um gômer por cabeça?
Segundo o número de vossas pessoas, cada um tomará para o que se achar na sua tenda.
Assim o fizeram os filhos de Israel e colheram uns mais, outros menos.
Porém, medindo com o governo, não sobejava ao que colhera muito nem faltava ao que colhera pouco, pois colherão cada um quanto podia comer.
Disse-lhes Moisés.
Ninguém deixe dele para amanhã seguinte.
Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés e algum deles alguns deixaram do maná para amanhã seguinte, porém deu bichos e cheirava mal e Moisés se indignou contra eles.
Colhiam no pois manhã após manhã, cada um quanto podia comer, porque em vindo o calor se derretia.
Ao sexto dia, colheram pão em dobro, 2 Gómez para cada 1 e 1 princípio da congregação vier.
Os principais da congregação vieram e contaram no a Moisés respondeu-lhes isso o que disse, senhor, amanhã é repouso.
O Santo sábado do senhor, o que quiserdes.
Cozer no forno, cozei Oo que quiser, diz cozer.
Em água cozei o em água e tudo o que sobrar separai guardando para amanhã seguinte e guardaram no até pela manhã seguinte como Moisés, ordenará e não cheirou mal nem deu bichos, então, disse Moisés, comei o hoje, porquanto sábado é do senhor.
Hoje não o achareis no campo 6 dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado.
Nele não haverá ao sétimo dia.
Saíram alguns do povo para acolher.
Porém, não acharam, então, disse o senhor a Moisés.
Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?
Considerar que o senhor vos deu o sábado, por isso ele, no sexto dia, vos dá pão para 2 dias cada um.
Fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia e assim descansou.
O povo no sétimo dia deu lhe a casa de Israel o nome de maná era como semente de coentro branco, de sabor como bolos de mel, disse Moisés.
Esta palavra que o senhor ordenou dele encherá um gomer e o guardará para as vossas gerações, para que vejam o pão com que sustentei no deserto quando os tirei do Egito, disse também Moisés.
A Arão toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná.
E coloca o diante do senhor para guardar-se as vossas gerações.
Como o senhor ordenará a Moisés?
Assim, Arão colocou, diante do testemunho para o guardar e comeram os filhos de Israel.
Maná, 40 anos, até que entraram em Terra habitada, comeram maná até que chegaram aos limites da Terra de Canaã.
Gomer é décima parte do efa até que a palavra do senhor vamos orar.
Senhor, obrigado por estes eventos registrados para nossa instrução, para nosso conhecimento.
Para nós, a humilhação e nosso crescimento.
Pedimos senhor, que com o mesmo Santo espirito que inspirasse Moisés para registrar este eventos, o senhor trate dos nossos corações o senhor nos humilha, o senhor nos faça amar nosso redentor.
O senhor nos instrua sobre a vida em nome de Jesus.
Amém.
Queridos, a marchas, que são bastante árduos, bastante dolorosas, exaustivas. 2 de vocês estiveram recentemente no Peru, mais especificamente foram visitar Machu pitchu.
Isso me fez lembrar da ocasião em que em 1998, eu fui até lá também num grupo de turismo, saindo aqui de Brasília, de ônibus até o meio do Peru.
Era uma excursão de 20 dias nas terras andinas.
Aquele esquema, mochila e hotel com pulga desse tipo de viagem.
O grande objetivo o roteiro levava nos até Machu pitchu.
A cidade famosa, a cidade perdida dos incas, localizada lá nos Andes peruanos e foi uma longa expedição.
Saímos de ônibus de Brasília até a Fronteira com a Bolívia até Corumbá, no Mato Grosso do Sul.
De lá, uma viagem de trem de 20 horas.
Entre Corumbá e Santa Cruz de la Sierra, cidade do nosso querido Aurélio, então, um ônibus até Cochabamba, isso subindo morro depois alguns dias lá, depois um ônibus até lá.
Paz, capital da Bolívia.
Então um ônibus até Cusco, na cidade do Peru de Cusco, é o lugar onde você saia saias.
Discursões diversas para conhecer as famosas ruínas de Machu pitchu.
Um dos caminhos é de trem.
Outra forma tem acho que tem um ônibus que leva, mas.
Para aventureiros de 20 anos de idade.
A melhor coisa a se fazer é o famoso caminho ou d linka, o caminho do inca, uma trilha, um trekking de 43 km, geralmente percorrido ao longo de 4 dias de sangue e suor.
E lágrimas?
Com menos 20 anos e meros 90 kg, é possível fazer esse tipo de coisa não mais.
Trata-se, queridos de uma belíssima trilha que vai pelos Andes e te leva até Machu pitchu e passa por algumas ruínas que só quem faz a trilha é capaz de ter acesso.
Não tem como chegar de outra maneira anão ser por via da trilha, lugares de nomes épicos e misteriosos como hurum, cura, cai, saia, que marca o início anais, esse tipo de coisa que você vai vendo e aprendendo e curtindo até chegar.
Enfim, na misteriosa Machu pitchu.
Mas não se engane, não é um passeio no parque da cidade.
São 43, ar 12 km e você sabe bem, você sabe.
Que quanto mais alto você está, maior a altitude, maior dificuldade você tem para respirar, porque o ar é rarefeito.
Isso traz diversas complicações à nossa saúde.
Uma dorzinha de cabeça que não passa, um enjôo que às vezes aparece qualquer ação física é extenuante e você vai sofrendo do que eles chamam de soroti ou mal da Montanha.
Bem, talvez você saiba que la paz é uma cidade muito alta.
A capital mais alta do mundo, localizada a 3600 m de altitude, só que nessa trilha em direção a Machu pitchu você, você chega a 4200.
Metros de altitude, queridos, os mais bem humorados do grupo, não mais o eram naquela viagem.
Pense na falta de ar.
Pense nos pés sangrando com os bolhas estouradas, meias encharcadas de dias andando no meio das nuvens.
Mas o pior não é o sofrimento.
O pior não é a dor de cabeça.
O pior é humilhação quando você está subindo aquela Montanha naquela trilha, querendo morrer, pedindo a morte.
E aí você escuta atrás de você, permite ou permiti isso por favor.
Licença e um peruano de 1 m e meio de ultrapassa carregando um bujão de gás nas costas.
Correndo Montanha acima.
Você fica assim, eu sou fraco, eu não sou nada.
Éramos, afinal, meros turistas.
E havia uma equipe de apoio que levava comida, equipamentos, barracas de um acampamento pro outro pra gente passar a noite em certo lugar, tudo o que eu tinha que fazer, avançar e chegar até lá e cada final de tarde nós éramos recebidos por uma equipe que havia preparado nossa comida preparada, o nosso café quentinho preparado.
O nosso chá especial preparado, nossas barracas e tudo o que você precisava fazer era descansar.
Alguns pagavam até para os peruanos levarem a mochila.
Eu.
Eu não fiz isso.
Era humilhação demais.
Me arrependi de não ter feito, mas não fiz.
Queridos, a vida cristã é uma peregrinação árdua.
Envolve sangue, suor e lágrimas.
É um caminho bastante difícil e muitas vezes parece que é só morro acima.
Mas sabe, queridos, assim como é qualquer uma dessas trilhas de aventura.
Nós temos vislumbres maravilhosos de coisas especiais no caminho.
E assim como nós passamos por lugares árduos, nós podemos caminhar com a mesma certeza que nós, turistas, tínhamos naquela Montanha de que a cada momento, a cada hora certa, alguém IA tá cuidando do meu sustento.
Eu tinha que avançar, era difícil, mas eu podia ter certeza que alguém IA cuidar de me alimentar, de me proteger e de me abrigar.
É isso que nós vamos ver hoje.
Nosso texto nós vamos ver o povo de Deus avançando numa árdua caminhada, mas um povo de Deus que está começando a desconfiar que ninguém está cuidando deles.
Mas não hoje.
Em resumo, nós veremos o seguinte, Deus nos prova.
E nos prover tudo o que precisamos em nossa jornada física e espiritual de novo, Deus nos prova, e Deus nos provê tudo o que nós precisamos em nossa jornada física e espiritual, e a gente vai ver se, em 4 Breves partes, primeira coisa pra gente investigar hoje à noite é o seguinte, Deus nos provem, nos mostra quem somos.
Por meio das dificuldades.
Verso um novamente, na sua bíblia, capítulo 16.
Partiram de elim e toda a congregação dos filhos de Israel veio para o deserto de sim, que está entre elim e Sinai.
Aos 15 dias do segundo mês, depois que saíram da Terra do Egito e toda a congregação dos filhos de Israel murmurou.
Contra Moisés e Arão no deserto, disseram-lhe os filhos de Israel ele, que pavor, o que eles falam?
Quem nos dera tivéssemos morrido pela mão do senhor.
Na Terra do Egito?
Quando estávamos sentados junto às Panelas de carne e comíamos pão a fartar, pois nos trouxeste este deserto para matardes de fome toda esta multidão.
Uau, como que a gente chegou nesse ponto?
Vamos lembrar, nós estamos acompanhando a jornada do povo de Deus.
Os filhos de Israel pelo deserto, saindo do Egito em direção à Terra prometida.
Nas últimas semanas, nós investigamos eventos e muito interessantes.
A passagem do povo pelo Mar Vermelho de maneira espetacular.
Depois vimos o hino de louvor a Deus escrito entoado por Moisés.
Então vimos o povo passar por grande dificuldade com a falta de água naquela região chamada Mara e nós vimos Deus transformando água amarga em Água Doce.
Por meio de uma árvore morta.
E aqui nós chegamos a mais um lugar de provação no caminho.
O povo depois de Mara, tinha chegado num oásis, um Belo lugar chamado elim, onde tinha fonte de água abundante.
Tinha árvore para pegar sombra, mas os oásis que Deus coloca na nossa caminhada são apenas temporários.
Eles são projetados muitas vezes por Deus para nos dar um refrigério, mas o nosso destino não é o oásis que tem no caminho.
Nosso destino é A Terra Prometida e o povo estava ali, se refestelando em elim, descansando, se alegrando, bebendo água, que era uma loucura.
Mas chega a hora de sair.
Chega a hora de avançar rumo ao nosso destino e o caminho tem sim, o deserto de sim em direção ao Sinai, em direção à Canaã.
Assim é a vida cristã.
Deus dá pra gente tempos de marcha, Deus dá pra gente tempos de oásis, Deus dá pra gente tempos de refrigério.
E Deus dá pra gente tempos de provação.
Não tem nada em comum acontecendo aqui, é tudo parte do plano de Deus.
Deus nos dá temporadas, tempos específicos na nossa vida, como eclesiastes, ensina claramente há tempo para tudo debaixo do Sol, tempo de plantar, tempo de colher, tempo de nascer, tempo de morrer, tempo de chorar, tempo de sorrir, tempo de passar sede.
Tempo de se esbaldar de água no oásis de elim.
Tempo de descansar, tempo de retomar a marcha rumo a Canaã.
Estamos aqui, queridos, vendo mais um evento, mais um evento nessa sequência em que Deus vai utilizar a dificuldade para alimentar o seu povo, ao mesmo tempo em que Deus prova o coração do seu povo e, por meio da aprovação, faz um treinamento com eles.
E qual que é o problema dessa vez?
Se era sede na última história, o problema hoje é fome, a turma quer comida de novo, esse pessoal.
Eles acabaram de vender o suprindo as necessidades dele por meio de um milagre lá em Mara.
Eles não acabaram de ver Deus abrindo o Mar Vermelho, eles não acabaram de ver as 10 pragas.
Por que que esse povo já vem com esse coração?
Reclamam de novo.
Por que que eles já estão duvidando?
Veja a gente que conheci irritante ler como esse povo fala essa.
Essa reclamação é maior do que a reclamação que nós vemos em Mara.
O autor Moisés mostra que agora é toda a congregação de Israel, que está unida nessa reclamação.
E se antes Moisés ver o alvo agora, Arão também é alvo, junto com Moisés.
Quando o povo de Deus está insatisfeito e começa suas reclamações, elas começam a contagiar as pessoas.
Uma atitude, um espírito, reclamam rapidamente, contagia aqueles que estão ao nosso redor.
E veja que, no caso deles, a liderança começa a ser o alvo da reclamação.
A liderança não tinha feito nada de errado, só estavam cumprindo o que Deus havia mandado eles cumprirem.
Mas eles mesmos falam ali no verso 8, notou, prosseguiu Moisés.
Será isso quando o senhor à tarde vos der pão?
Pula pro meio do versículo com que você queixar-se contra eles, pois quem somos nós, as vossas murmurações, não são contra.
Nós.
Elas são contra.
O senhor.
Eles estavam reclamando, claro, o alvo fácil é reclamar com Moisés.
O alvo fácil é atirar em Arão, mas no fundo, no fundo, o problema deles era com o senhor.
Eles estavam reclamando da boa providência do senhor.
Hoje nós Lemos na nossa declaração de fé sobre o catecismos, décimo mandamento que fala contra o pecado de nós estarmos descontentes.
De nós olharmos a nossa situação e falarmos e acusarmos adeus contra ela, falar que Deus não sabe o que está fazendo isso é murmuração murmuração.
No final das contas, é você dizer, Deus não sabe o que ele está fazendo.
Deus não sabe o que faz se eu tivesse no lugar de Deus, eu não tinha tirado esse povo do Egito.
Se eu tivesse no lugar de Deus, a gente tinha ficado por lá.
A gente tinha panela de carne.
Ela a gente tinha cebola lá, a gente tinha isso, aquilo a gente IA ficar lá de boa, tranquilo, por mais algum tempo.
Essa expressão utilizada aqui, filhos de Israel, aparece de novo e de novo no texto para mostrar que era generalizada essa reclamação.
Ela é generalizada e ela é contagiosa e veja Como Ela É ligada a uma profunda ingratidão.
Deus teria sido melhor ter ficado por lá.
Oi.
Era melhor ter morrido com comida abundante no Egito mesmo.
Eu não é verdade que nós somos assim, queridos.
É irritante ver isso aqui, como é irritante ver pessoas moradoras, como é irritante ver pessoas, reclamou nas como é irritante ver pessoas ingratas.
E o pior de tudo é que quando você lê isso com atenção, quem que você reconhece ali?
Eu me reconheço.
Reclamam murmurador.
Ingrato.
Descontente com a providência do meu senhor, essa rebelião é muito séria.
Eles estão no final das contas, dizendo que eles preferiam não ter saído do Egito.
E sabe, queridos cristãos, às vezes agem dessa maneira também, dizendo, eu preferia não ter saído do Egito.
Você faz isso todas as vezes que você fica lembrando com Alegria daqueles pecados que você cometia antes da sua conversão, quando você junta com a turminha para contar as velhas histórias de guerra e falar das coisas que você aprontava e rir e fala, hoje eu não faço mais isso.
Mas foi legal, foi divertido e sabe que crentes que cresceram na igreja, que nunca viveram la vida loca, que nunca aprontarão, muitas vezes ficam pensando também.
Puxa vida.
Acho que no final das contas, eu casei cedo demais.
Devia ter aproveitado.
Devia ter curtido mais a vida.
Querido, não se engane.
Egito, Egito.
É tolice achar que era melhor no Egito, nunca foi melhor.
No Egito, um comentarista levanta um bom ponto.
É verdadeira?
Essa reclamação?
É correta essa avaliação que eles fazem acerca do que era a vida no Egito, que eles viviam lá tranquilos, comendo do buffet real de faraó.
Claro que não.
É muito fácil a gente lembrar errado do que era o nosso Egito, a gente esquecer do que é que Deus nos salvou.
Eles estão distorcendo o que era a vida na escravidão do Egito e outro ponto que comentaristas lembram, bem, será que é verdade que eles estavam ficando sem comida?
Logo na sessão seguinte que nós vamos explorar domingo que vem, nós vemos algo muito interessante, que volta novamente uma crise de água e eles reclamam o seguinte, vai faltar água para os nossos rebanhos?
Um, então eles tinham rebanhos, eles tinham rebanhos que podiam produzir leite e do leite, podia produzir queijo.
Eles podiam abater alguns desses para as se alimentarem.
Parece que o que está acontecendo aqui não é exatamente que não tem comida nenhuma.
Eu estou tendo que morder o meu braço na não é isso?
O que está acontecendo é, talvez não estejamos no padrão de vida que nós gostaríamos de estar.
As coisas estão um pouco mais difíceis do que nós desejávamos, e eles reclamam.
Eles não estão contentes.
É muito interessante como nós olhamos para trás, para a nossa escravidão, e lembramos errado.
João, capítulo 81 pouquinho a diante do que nós Lemos hoje no nosso culto, tem um outro fato muito, muito interessante.
Estavam lá os fariseus, debatendo com Jesus que nem eles gostavam de fazer e logo depois que Jesus diz uma das suas grandes e mais famosas frases, quando ele diz conhecereis a verdade e a verdade vos.
Libertará.
Sabe o que que eles falam?
Eles falam o seguinte, o quê?
Libertar nós somos filhos de Abraão.
Nós nunca fomos escravos.
Como é que é?
Nunca foram escravos?
E o Egito e Babilônia.
Mas nós tendemos a mascarar o que foi o passado.
Nós tendemos a esquecer a grandeza do pecado em que estávamos perdidos.
Nós tendemos a esquecer o tamanho do buraco que a gente estava metido.
E às vezes, por causa disso, a gente começa a ficar enamorado da ideia de voltar para o Egito.
Você acha que no Egito você tinha Liberdade para ir e vir?
Você acha que no Egito você de fato se alimentava de Panelas de carnes?
Não.
Você era escravo.
Eles não precisavam de mais do que Deus estava dando, mas eles estão reclamando, será que Deus nos liberta para então nos matar de fome?
E eu pergunto para você, será que Deus vai enviar a Jesus Cristo para morrer por você, que é pro povo de Deus te adotar na família de Deus?
E então ele vai ser um péssimo pai, que te dá uma Pedra quando você pede um pão?
É óbvio que não.
Deus trouxe neste momento uma certa escassez de pão para que percebessem a necessidade dele.
A oração do nosso senhor que Jesus ensinou, fala o pão nosso de cada dia, nos dá.
Hoje ele nos ensina a pedir o nosso pão de cada dia.
Eu não posso pedir logo para o mês todo.
Na hora, são todo o primeiro dia do mês, eu oro por mês.
Tem que pedir todo dia sim, porque o senhor está treinando o seu coração, ensinando você anão presumir que virá?
Mas a todos os dias se lembrar de da onde é que vem.
E Deus vai provar o coração deles, dando para eles o pão nosso de cada dia e Deus vai fazer isso por meio do maná.
Você quer saber por que?
Que Deus fez assim?
A bíblia conta, vai comigo para deuteronômio, capítulo 8, vamos olhar algo muito interessante.
A explicação inspirada destes eventos.
Deuteronômio 8. 16.
Ele está aqui no meio de um longo discurso, falando acerca do que Deus fez, mas olha, 16, olha o que ele diz, no deserto, ele te sustentou com maná que teus pais não conheciam.
Para quê?
Para te humilhar, para ti.
Provar e afinal.
Te fazer bem?
É por isso que Deus fez tudo isso.
Deus trouxe essa escassez para humilhar o povo, para aprovar o povo e, em última instância, para fazer bem para o povo por meio dessas coisas.
Essa era a primeira coisa que a gente precisava investigar.
O plano de Deus na escassez, o plano de Deus na dificuldade no caminho é esse é para nos provar.
É para fazer que a gente volte aos nossos corações, nossos olhos para ele.
E assim a gente cresça e ele nos faça bem.
A segunda coisa que a gente precisa, investigá-los disso tudo é o seguinte, Deus provê.
Alimento para o nosso caminho, Deus cuida do nosso sustento, Deus cuida da nossa necessidade.
Essa segunda coisa volta para sua bíblia.
Olha de novo.
Verso 5 o que Deus fala?
Vai lá para êxodo 16.
Dar-se-á que, ao sexto dia, prepararão o que colherem será o dobro do que colhem cada dia.
Então, disse Moisés a Arão, a todos os filhos de Israel à tarde, sabereis que foi o senhor que vos tirou da Terra do Egito, e pela manhã, vereis a Glória do senhor, porquanto ouviu as vossas murmurações, pois quem somos nós para que murmureis contra nós?
E prosseguiu, Moisés, será isso?
Quando o senhor à tarde vos der carne para comer e pela manhã, pão que vos farte por conta, o senhor ouviu as vossas formulações com que vos queixas contra ele, pois quem somos nós e assim ele segue.
Veja querido a bondade e a misericórdia do Deus de Israel.
In prover para aquele povo reclamam.
Pão do céu, Deus é pai celestial que quando o seu povo pede pão, recebe pão, não recebe Pedra.
Deus providência para eles codornizes que viriam todo fim do dia para dar alimento de carne e um pão do céu que é chamado de maná.
De manhã, teriam esse pãozinho.
Ao entrar, descer teriam carne das codornizes, tudo o que era necessário para a jornada seria provido pelo povo de para Deus, pelo seu, para o povo, pelo seu Deus.
E de manhã tem essa cena curiosa.
Imagine se você acorda e você sai e você olha e quando sai o orvalho, a Terra, as plantas, as pedras estão cobertas de uma coisinha um pouco estranha, que nós chamamos de maná.
Deus dá para eles esse negócio chamado maná.
O que é maná?
Veja as descrições, verso 14, quando você evaporou, o orvalho que caíra na superfície do deserto, restava uma coisa fina e semelhante, a escamas fina, como a geada sobre a Terra.
Lá no 31, tem mais uma descrição, deu-lhe a casa de Israel, o nome de maná e era como semente de coentro branco e de sabor, como bolo de mel.
Em 1998 ou 99?
Nessa época, houve um acampamento das crianças na igreja onde eu Anelise era os membros e nós fomos trabalhar como equipa e o Gui tava lá.
A Mari School estava lá.
Acho que talvez um outro estivessem lá.
Certa noite, Oo tema do acampamento era o êxodo, a saída da Terra do Egito e teve uma noite que a gente botou a criançada para marchar.
Saímos andando pelo acampamento, marchando em fila, montaram uma tenda zona lá no meio de umas rochas e foram dormir.
E quando acordou, a criançada tinha pão de mel espalhado para todo lado.
Alguém tinha colocado, era parte do plano, as crianças acordem, tem aquele pãozinho de mel embrulha.
Dinho, claro, com plástico você nem botar assim é para as crianças se maravilharem e se sentirem como se estivessem na própria história do êxodo.
E era assim com esse povo vai dormir, mas não tem nada ali, vai dormir amanhã, quando você acordar, você vai ver o que tem por ali.
Tem um pãozinho que parece com uma escama.
Essa descrição é um pouco misteriosa, aparece alguém que está tentando descrever algo que não é fácil de descrever.
Alguns sugerem que era uma espécie de algo que parece com um sucrilhos flocos, coisinhas assim que se grudavam e ficavam por cima de toda a Terra.
Mas seja o que for, não se trata de nenhuma das dos tipos de alimento que comumente ocorrem no lugar.
Vários estudiosos tentam talvez fosse isso, talvez fosse aquilo, mas fica claro.
Que era algo estranho, completamente estranho para aquele povo, não é algo que eles naturalmente encontrariam naquela caminhada do deserto, muito menos na frequência e na hora necessária que eles tinham e quando eles vêem aqueles negócio, eles dizem, Mano.
O que quer dizer?
Que isso, Mano, OE aí disso vai virar Mana.
O nome daquele negocinho se chama que isso vamos comer?
Que é isso aqui que eu não sei o que é isso, é o pão que desceu do céu todo dia eles receberiam uma prova maravilhosa da presença de Deus, com uma porção diária de que isso, o que isso de nosso de cada dia nos dá hoje e o senhor chama aquilo de um pão que desceu dos céus?
Mas veja, veja que junto com essa provisão, lembra o primeiro ponto que a gente falou, o objetivo é testá Los, veja que junto com isso nos diz o verso 9.
Dá uma olhada lá, disse Moisés a Arão, disse a toda a congregação de Israel chegava a presença do senhor, pois ouviu as vossas murmurações.
Ele está sabendo, as murmurações estão vindo e Deus vai fazer algo muito específico.
Olha, pula lá pro verso 16.
Eis o que o senhor vos ordenou, colhei disso, cada um segundo o que pode comer um gômer por cabeça segundo o número de vossas pessoas, cada um tomará para os que se acharem na sua tenda e assim os fizeram, o fizeram os filhos de Israel e colheram uns mais, outros menos, porém medindo com o gômer não sobejava, o que colherá muito.
Quem faltavam que colher a pouco, pois escolheram cada um quanto podia comer, disse-lhes Moisés, ninguém deixe dele para amanhã seguinte.
Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés e alguns deixaram do maná para amanhã seguinte.
Porém deu bichos e cheirava mal e Moisés se indignou contra eles.
Colhiam no pois manhã após manhã, cada um quanto podia comer, porque em vindo o calor se derretia.
Veja, querido, junto com a providência do senhor junto com o senhor, provendo para aquele povo, havia aprovação junto com a provisão, havia aprovação.
Ele falava, olha.
Eu vou dar todo dia para vocês.
Mas é pra confiar, não é para colher mais hoje.
Com medo de eu não cumprir a minha promessa amanhã?
Será que Deus está proibindo que a gente faça a poupança?
Que a gente invista dinheiro, que a gente invista no futuro.
É óbvio que não.
Não é isso?
Mas também cuidado para que o seu dinheiro bem guardadinho não seja a segurança do teu coração para o futuro.
Mas seja o senhor que provê todas as coisas queridos ir buscar pão toda a manhã seria uma forma de Deus fazer com que o povo participasse no sustento.
Deus podia ter a fazer aparecer já no jarro deles, mas ele queria que eles servissem, que eles trabalhassem fazendo a coleta.
O trabalho diário, de colher maná, mas ao mesmo tempo, era um limite que eles é que eles eram imposto, colher apenas o que era necessário para cada um deles comer.
Que haveria, então, uma repartição de forma que ficasse um gomer mais ou menos para cada um que que é um gomer?
O texto explica, lá no final você não viu.
Gomer, a décima parte do efa, entendeu agora?
Isso quer dizer mais ou menos o tamanho de uma garrafa pet de 2 l essa era a quantidade que era colocada para cada um.
Essa era a ideia, uma quantidade que fosse boa para todo mundo quem precisasse cobrir um pouquinho mais, comia um pouquinho mais.
Quem não precisava tanto, comia um pouquinho menos de forma que, como diz o texto, ninguém tinha de mais e ninguém tinha de menos importante a gente aproveitar aqui, fazer uma rápida reflexão.
Justiça social é um tema que você sabe muito em voga, inclusive na teologia, e alguns querem utilizar esse exemplo aqui do que acontece com o maná para sugerir que o plano de Deus para a vida da igreja, para as ocasiões diversas do povo de Deus é uma espécie de um comunismo gospel.
Os que têm demais tem que ceder para os que têm de menos, de modo que todo mundo tenha a mesma coisa mais ou menos.
Mas esse não é o padrão do resto das escrituras.
Esse era um teste específico para aquele povo, avançando naquele momento naquele deserto.
Veja nas leis mosaicas que viriam depois.
Não há especificações de redistribuição de renda a fim de que alcancemos uma média.
E muito menos um governo que fosse o responsável por fazer essa redistribuição.
O que que a lei tinha?
O que a lei tinha era o ensino de que quem tinha mais tinha que ter um coração disposto a cuidar de quem tinha menos, como nós vemos as leis em ação no famoso livro de Ruth.
Alguém que tinha muita Terra, alguém que tinha muita produção, não era obrigado a repartir a produção todinha com quem não tinha nada, mas a lei mandava no cole.
Tudo.
Não deixa para os estrangeiros, deixa para As Viúvas, deixa para os que não tem isso.
Era algo que deveria brotar no coração do povo, que faria isso pessoalmente, cada um servindo aos outros, com o que tinha.
Não era algo centralizado no Palácio real de Jerusalém que iria recolher, redistribuir e cortar o seu imposto.
Zinho no meio do caminho, Paulo tem uma explicação inspirada sobre isso, está em segunda, Corinthians 8.
Depois você lê com calma.
Mas ele mostra que, no contexto do povo de Deus, muitas vezes Deus coloca certas partes do seu povo em dificuldade material para que ele proporcione o cuidado daqueles por meio daqueles a quem ele tem abençoado com algo extra.
A bíblia conta, por exemplo, que os crentes da Macedônia o ajudaram, os crentes da judeia com uma, com uma oferta de coração e assim eles receberam a graça de participar da assistência do Santos.
Deus projeta de maneira tal que aquele que dá e aquele que recebe.
Que sejam abençoados no fazer sejam abençoados no cuidado do senhor e Paulo utilizou esse exemplo do maná como como prova, como uma ação de um amor que entende que tudo o que nós temos vem da mão do senhor.
Ao mesmo tempo, isso aqui fala contra OA tendência de nossos tempos, de um acúmulo desenfreado, de um acúmulo desordenado.
A palavra de Deus incentiva nos a trabalhar não só para que tenhamos o que precisamos, mas para que tenhamos extra a fim de poder socorrer aqueles que estão em necessidade.
Não, porque tem que ter uma redistribuição obrigatória de renda, mas porque um irmão de verdade não deixa o outro irmão passar necessidade.
E a bíblia chama os diáconos eram os liderarem nessa obra, nesse cuidado.
No final das contas, queridos Deus provê o que precisamos para nossa caminhada.
Não guardar era ordem dada por Deus.
Não guarde.
Confie que amanhã vai ter de novo.
Alguns desconfiarão.
O que aconteceu?
Apodreceu, deu bicho não se engane, querido desconfiar do senhor não é boa ideia desconfiar da provisão do senhor não é boa ideia, vai acabar fedendo na tua mão.
Confie no senhor e no que ele manda, ele sabe do que você precisa.
Ele sabe melhor do que você, o que você precisa.
Ele te sustentou até aqui, ele vai te sustentar até o final da jornada.
E outra ordem que estava conectada a isso era de não colher no sétimo dia.
Como assim?
Com o que que está acontecendo?
Junto com essa ordem de trabalhar junto com essa ordem de confiar na provisão do senhor à medida que fazemos o nosso trabalho, havia uma outra ordem.
Isso nos leva ao nosso terceiro ponto, junto com a providência sustentadora de Deus, Deus nos ensina a descansar.
Terceira coisa pra gente investigar hoje Deus nos prover Descanso para seguirmos na jornada.
Segunda coisa foi Deus nos prover o alimento para seguirmos na jornada e agora vejamos que ele provê o Descanso também volta para sua bíblia, olha o verso 22.
Ao sexto dia, colheram pão em dobro, 2 gozei para cada um e os principais da congregação vieram e contaram no a Moisés.
Respondeu-lhes ele, isso é o que disse o senhor.
Amanhã é repouso.
O Santo sábado do senhor, o que quiser escorrer no forno, cozei o que quiser, diz cozer.
Em água cozei o em água e tudo o que sobrar, separai guardando para amanhã seguinte e guardaram no até pela manhã seguinte como Moisés, ordenará e não cheirou mal nem deu bicho, então, disse Moisés.
Comei o hoje, porquanto sábado é do senhor.
Hoje não achareis no campo 6 dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado.
Nele não haverá ao sétimo dia.
Saíram alguns do povo para colher, porém não o acharam.
Veja, queridos, que, conectado à provisão do alimento que o senhor nos dá, está provisão de 1 dia para o Descanso?
A, talvez você não esteja acostumado a pensar nesses termos, mas para você chegar ao final do destino, o Descanso é tão importante quanto o alimento.
As 2 coisas tem que andar junto.
Se no final de 1 dia andando morro acima e morro abaixo, nos Andes, você não parar para descansar, não importa quão bem você jante, não importa com reforçado, seja o seu café da manhã, você vai pifar no caminho.
E essa ideia do dia do Descanso.
Isso não era próprio do Egito, faraó, não.
Da dia de Descanso para ninguém.
Não tem sábado de faraó no Egito?
E Deus aqui está ensinando padrões importantes para a vida do povo de Deus.
Claro, nós chegaremos em breve em êxodo 20 aos 10 mandamentos e nós vamos gastar um sermão inteirinho pensando apenas acerca dessa questão do dia de Descanso.
Então a gente não vai dar tantos detalhes hoje, mas hoje já é importante que você entenda que Deus providência o Descanso que você necessita é tolice.
É loucura.
Não aproveitar.
O dia de Descanso é um presente que Deus dá para o seu povo, faraó nunca daria um presente como esse e veja que a forma que Deus deu era uma provisão especial de uma nadada.
No sexto dia.
Note que esse dia não foi instituído.
Quando chegamos No No nos mandamentos, lá em êxodo 20, o dia de Descanso é algo que vem, na verdade, desde a criação do mundo.
Lembra quando Deus faz tudo em 6 dias e descansa no sétimo?
É uma ordenança da criação.
Se você quiser aprender a expressão que os teólogos gostam de usar e veja que Deus cuida deles de maneira tal.
E quando chega no sexto dia, Deus dá em dobro e a turma chegou lá e naquele dia devia ter muito mais.
Eles escolheram chegaram para Moisés, falaram, olha aqui, eu tinha muito mais.
Hoje é o sábado do senhor chegando, Deus está dando em dobro hoje, para que você amanhã possa apenas descansar e não se preocupe em coletar nada.
Chega o sexto dia e o pessoal pode colher em dobro.
Não só o que eles precisariam naquele dia, mas o suficiente para 2 dias e note.
Deus fez de maneira tal que o único jeito de você ter comida no sábado era se você tivesse trabalhado com seriedade na cesta e colhido em dobro.
Se você fosse fiel e se preparasse no sexto dia, você com Alegria desfrutaria de comida no sétimo dia sem ter que trabalhar.
Era mais uma aprovação, era mais um ato de confiança no senhor colher a mais e descansar depois formas de Deus nos provar formas de Deus nos fazer o bem.
Veja querido Deus, deu para ele mais do que eles precisavam.
Ele deu o maná a mais e lembre-se, o maná guardado em qualquer dia daria problema, viraria coisa podre com bicho.
Mas o maná guardado do sexto para o sétimo dia seria sobrenaturalmente preservado por Deus.
Para o alimento do seu povo, mas, de novo, o que que acontece?
O povo desobedece, tem alguns que falam assim, né?
Chega ao sétimo dia, vamos ver se tem.
Às vezes tem, vai que tem.
E foram lá e Deus fica irado e fala, não é possível até quando esse povo vai me desobedecer?
Nós somos terríveis, queridos.
Nós esquecemos que a provisão vem do senhor, e nós rejeitamos o Descanso que ele dá.
Nós esquecemos que a provisão veio do senhor e colhemos a mais pra sobrar, e nós rejeitamos o Descanso que ele dá e tentamos escolher no sétimo dia que nem eles fazem agora, imagina que loucura seria se esse povo falasse o seguinte, anão.
Esse Deus e a velha é muito restritivo.
O que eu queria mesmo era sair hoje de manhã e passar várias horas coletando maná, suando, cansado e com dor no joelho.
Mas Deus me faz descansar e me dar em dobro.
Que Deus esquisito.
Viu que loucura que seria pensar assim?
Mas nós pensamos assim.
O verso 29 indica algo muito interessante para a gente.
O senhor vos deu o sábado.
Considere isso.
O senhor vos deu um sábado.
É um mandamento, sim, mas é um presente.
É algo para o seu bem, é um alegre presente.
Crianças está chegando o Natal, né?
Talvez tenha presente.
Não sei, não vou garantir.
Mas imagina que você vai ganhar um presente e quando você abre, tem aquela bola RJ que você queria a bola das olimpíadas ou então tem lá um jogo novo de videogame que você sonhava ou uma boneca que você queria muito brincar.
Aí você imagina que seu pai fala assim, vai lá, filho, vai de se divertir, vai lá, filhona, vai brincar e você falar assim anão.
Meu pai tá me obrigando a brincar.
Meu pai quer que eu jogue bola.
Meu pai quer que eu jogue videogame, você conhece alguma criança que falaria isso?
Não, não é.
As crianças iam falar oba.
Mas não tenho que fazer minha lição de casa primeiro o papai não, mas eu não tenho que arrumar a mesa aí não sei o quê.
Primeiro não vai brincar.
E aí que criança iria falar assim?
Eu não.
Quero lavar a louça.
Mas você, querida, que nem uma criança que fala não.
Hoje é o dia de Descanso que Deus me deu, mas eu não quero descansar.
Eu quero lavar a louça.
Queridos, você, vocês precisam, nós todos precisamos aprender a receber esse presente.
Deus nos dá um presente que é um dia de Descanso, assim como ele te dá toda a comida que você precisa.
Ele te dá um Descanso e fala, descanse.
Descanse e assim como no trabalho e na provisão, o teu coração é treinado no Descanso também.
O teu coração é treinado.
Pois você é ensinado a descansar na providência dele e não na tua capacidade de produzir.
A gente volta esse assunto quando chegar lá no mandamento, mas essa era a terceira coisa que eu queria ver com vocês, assim como Deus nos prova, Deus nos dá tudo o que precisamos e Deus nos dá o Descanso que nós precisamos.
E por fim, eu quero ampliar um pouco a visão de vocês sobre essas coisas.
O último ponto é investigar o descanse, o alimenta o terreno.
Material são, no final das contas, prévia, do Descanso e do alimento celestial queridos nisso tudo aqui o senhor está ensinando o seu povo e veja que a bíblia nos descreve que há um momento em que Deus é Moisés, fala, vocês vão ver a Glória do senhor e de fato Deus se mostra na nuvem da sua Glória.
Numa certa manhã, Deus está gloriosamente presente com o seu povo.
E Arão fala pra eles vejam a Glória do senhor, vejam quem é que tá cuidando de vocês, a Glória do nuvem do senhor se mostra em diversos momentos da história.
Da Redenção, pois ela nos lembra que Deus está presente e guiando o seu povo.
Veja, querido, em tudo isso, Deus está fazendo o seu nome famoso Deus está fazendo sua Glória, manifesta Deus cuida de nós e ao cuidar de nós, o seu nome é exaltado entre as nações ao cuidar de nós, a sua Glória é manifesta para todos, o seu nome é elevado sempre que Deus opera Maravilhas é pra Glória dele diferente do que a gente escuta por aí, às vezes em certas igrejas em que a Glória fica sendo do ser humano, quando Deus faz Maravilhas.
A Glória até dele, um comentarista diz o seguinte, cada vez que ele provê aquele maná, ele coloca mais peso na sua reputação.
Porque esse é o Deus queridos que já provou de maneira suficiente que ele é confiável, que ele nos dá o pão nosso de cada dia.
Mas é importante que nessa noite você amplia sua visão, que você entenda que esses esse suprimento, esse cuidado, ele é maior do que meramente pelas coisas materiais.
Talvez seja grande esse o grande erro da teologia da prosperidade.
Achar que no final das contas Deus existe para me dar coisas.
Sendo que as coisas são apenas uma pequena parte daquilo que Deus faz, você precisa olhar com visão mais ampla para perceber a verdade do amor e do cuidado de Deus a seu respeito.
Certa vez estávamos no shopping.
É eu e Anelise comprando presente de Natal um para o outro.
É daquelas ocasiões que a gente fala, em vez de fazer a surpresa, vamos junto.
A gente compra cada um o seu e facilmente encontrei alguma coisa para comprar para minha querida e linda esposa.
Só que ela não conseguia encontrar nada pra comprar pra mim.
Foram várias as lojas, foram várias as tentativas.
Eu lembro bem, a gente estava ali no parque shopping, ali em frente a Renner, perto do mcdonalds.
Sabe onde é?
E Anelise, indignada, vira e fala assim, um troço desse tamanho e eu não consigo achar um presente.
Aí eu fiquei ofendido.
Tudo bem que eu sou grande, mas me chamar de troço.
Ela deve ter percebido pelo meu olhar que estava ofendido.
Ela falou não, amor, o troço é o shopping.
Há tá bom?
Eu já estava achando que era uma coisa que dizia respeito apenas a mim, mas ao perceber que dizia respeito a muito mais era acerca do amor, era acerca do cuidado, era acerca do desejo da minha querida de me dar algo que me fosse agradável.
Da mesma forma, você precisa parar de achar que Deus existe apenas para cuidar de algo pequenininho que nem sua comida ou pequenininho que nem o seu dinheirinho lá no banco Deus existe e vem com uma missão maravilhosa de cuidar de algo muito superior a tua própria.
Prosperidade espiritual e essas coisas que estão acontecendo aqui.
O Descanso e a comida apontam para isso.
Deixa eu mostrar para vocês todas as vezes que a bíblia que a bíblia fala sobre o Descanso, ela não aponta apenas para o Descanso semanal, mas ela sempre faz referência ao Descanso futuro que nos aguarda.
Nós temos explorados bastante no livro de hebreus nos nossos estudos aqui nos domingos de manhã, um autor chamado Richard gaffin.
Ele explica da seguinte forma, o sábado semanal é um sinal.
Que aponta para o final da história e o cumprimento final de todos os propósitos de Deus para a sua criação.
O que o chefe está dizendo é o seguinte, todas as vezes que Deus te dá um dia de Descanso na sua semana ele está te dando uma prévia.
Do grande Descanso final que virá no último dia, assim como alguém que está andando pelos Andes todos os dias para para descansar.
Só que ainda não chegou no seu destino.
É um Descanso temporário, esperando pelo dia que ele vai chegar aonde tanto deseja.
Deus está fazendo isso contigo.
Deus está te dando agora um Descanso nessa vida.
Hoje você está descansando, você está aqui.
Você não precisa estar trabalhando, você está aqui descansando e adorando a Deus.
E hoje o que está acontecendo aqui serve de prévia desse Descanso espiritual perfeito que ele vai te dar.
É a mesma coisa com o pão, o pão da vida também funciona assim.
Felipe hike, num comentarista, fala o seguinte, esse pão tinha gosto de mel.
Isso serviria de prévia para eles acerca da Terra?
Onde Mana leite e mel, todas as vezes, todos os dias em que eles comecem desse pãozinho com gosto de mel, eles receberiam um gostinho da vida por vir na Terra prometida.
E assim é conosco também.
Lembre-se, queridos, que esse símbolo, esse, esse evento onde Deus dá pão do céu para o seu povo é apenas uma prévia.
Os eventos descritos em êxodo 16, são apenas uma prévia do grande dia em que Deus iria dar pão descido dos céus para alimentar o seu povo.
Foi o próprio Jesus que falou isso.
A gente leu hoje, enviou um capítulo 6 mais cedo no nosso culto.
Jesus havia acabado de alimentar uma multidão faminta.
Ele havia sido mostrado que ele era capaz de fazer muito mais do que Moisés fizera com seu próprio poder, não com o poder de Deus.
Jesus pegou um bar que foi pro outro lado, chegou até Cafarnaum e foi a multidão.
Foi aquela turma que queria, no final das contas, apenas apenas mais pão, um pessoal que achava que Jesus era cerca de providência material.
Jesus falou para eles, vocês estão atrás de mim porque eu dei pão para vocês.
Ele fala para eles, trabalhem por uma comida superior a que trabalho é esse?
O único trabalho, Jesus fala, é que vocês creiam naquele que foi enviado pelo pai e eles perguntam mais, então, que sinal tu farás para que creiamos em ti?
E Jesus falou, vocês querem um sinal?
Do mesmo jeito que o pão desceu dos céus para alimentar o povo no deserto, tem um pão que vem dos céus, que é superior ao que viu.
Moisés, que é superior ao que viu o povo no deserto.
Queremos esse pão, senhor, o que que Jesus fala?
Eu sou o pão da vida, quem vem a mim jamais terá fome.
Eu sou o pão vivo que desceu do céu.
Se alguém dele comer, viverá eternamente.
E o pão que darei pela vida do mundo é a minha própria carne.
O maná queridos era uma prévia.
Da obra do próprio senhor Jesus Cristo.
Se aquilo era espantoso e fazia as pessoas dizerem, quem isso?
Nem se compara ao que aconteceu em Jerusalém fora do Arraial, séculos depois que isso.
É o filho de Deus.
Empregada numa Cruz?
Para que você seja alimentado.
Veja que o texto nos indica que eles receberam a ordem de guardar um pouquinho de maná de pegar um vasinho e botar um pouquinho de maná para que aquilo fosse lembrado pelas gerações futuras.
Isso ficava lá dentro do templo, como já vimos em outras ocasiões.
Mas pensa que legal um vasinho contendo um pouquinho do maná do pão que desceu do céu.
Você queria ver um pouquinho desse maná?
Fala a verdade.
Você não gostaria de ver esse vasinho?
Tenho boa notícia para você.
Tem uma bandeja cheia aqui.
Você não vai ver, só não.
Você vai provar.
Do pão da vida que desceu dos céus.
Por meio de participar da Santa Ceia, porque se aquele maná foi guardado como um memorial, para que se lembrasse do que Deus fez o senhor Jesus, o pão da vida, que desceu dos céus, falou, façam isso em memória de mim e comam o pão que vai lembrá-los do que eu fiz, de quem eu sou e de quem mim, vocês têm a satisfação de todas as vossas necessidades.
A carne do senhor rasgada na Cruz do calvário, o pão da vida que desceu dos céus está disponível para você hoje.
Se você crê nele.
E foram 40 anos de provisão, sem falta.
Até que entraram na Terra prometida.
Do mesmo jeito, nós provaremos e comeremos esse pão todos os meses, todos os dias, toda a nossa vida, toda a nossa jornada será comendo esse pão.
Até que a gente chegue lá também.
Porque Deus está te levando em direção à Terra prometida.
Boa parte da igreja, boa parte do grande Israel já chegou para junto do senhor, já morreu e hoje aguarda em Glória e na presença de Cristo a grande ressurreição.
Nós ainda estamos na jornada e tem dia que as bolhas sangram e tem dia que a gente fica triste.
Tem dia que a gente fica até sem ar, com as dificuldades do caminho.
Mas querido, tudo isso é o senhor tipo, te provando é o senhor te humilhando.
Para, no final das contas, te fazer bem.
Eu não sei quanto tempo falta para você terminar a sua jornada, não sei quantos quilômetros Deus tem adiante de você, mas no caminho Deus vai dar Maravilhas para você parar e ver.
No caminho vai ter dia de dor brutal no joelho e vontade de desistir.
No caminho, vão ter dias planos tranquilos.
No caminho vai sempre ter sustento para que você não pare.
No caminho, vai ter trabalho para você fazer também.
No caminho, vai ter Descanso.
Para que você se alegre no grande Descanso que vai chegar.
No caminho, terão outros que te ajudarão nas suas fraquezas e Deus às vezes vai te dar a mais de alguma coisa para que você ajude os que estão fracos no caminho.
Você vai precisar parar para renovar as suas forças.
Mas, acima de tudo, no caminho, Deus vai te trabalhar para que a cada dia você aprenda mais sobre a nuvem da Glória de Deus.
Assim ele te humilhe, assim ele te prove, assim ele te faça bem.
E sabe de uma coisa, querida, você não está arrumando para a cidade perdida de inca coisa nenhuma.
O teu destino final.
É a cidade de tempo?
É a cidade Jardim?
A nova Jerusalém do grande rei.
Onde o pão da vida partilhará pão conosco.
Enquanto não chega aí, hoje nós partilharemos juntos como peregrinos.
Com a certeza de que não falta muito, não.
Logo a gente chega.
Oremos.
Te louvamos, o senhor pelo pão da vida que desceu dos céus.
Te louvamos por porque ele fez tudo o que era necessário para o nosso sustento.
Te louvamos, porque nele temos.
O que necessitamos?
Senhor, nós confessamos que nós reclamamos que nós moramos, que nós somos descontentes com tua providência tantas vezes, e nós agradecemos porque o senhor nos prova, nos humilha e nos faz bem no caminho.
Dá-nos, senhor, agora por meio desta Santa Ceia, alimento espiritual.
Em nome de Jesus.
Amém.
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