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Êxodo 15.22-27 - Amargura e doçura nas águas e árvores dos múltiplos mundos - Rev. Emilio Garofalo Neto

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Êxodo 15.22-27 - Amargura e doçura nas águas e árvores dos múltiplos mundos - Rev. Emilio Garofalo Neto

A pregação aborda Êxodo 15:22-27, destacando a jornada de Israel após a travessia do Mar Vermelho. O povo, recém-liberto e tendo adorado a Deus, enfrenta três dias de sede no deserto e chega a Mara, onde as águas são amargas e impróprias para consumo. Em vez de clamar ao Senhor, o povo murmura contra Moisés, revelando a ingratidão e a dureza do coração humano. Moisés, porém, clama a Deus, que lhe mostra uma árvore; lançada nas águas, ela as torna doces. Esse milagre não é natural, mas simbólico, apontando para a graça divina que provê mesmo para um povo rebelde. Deus também aproveita o momento para dar estatutos e ordenanças, provando o povo e ensinando que as dificuldades revelam quem somos e nos moldam. A promessa de que Deus é "o Senhor que te sara" não se limita à ausência de doenças, mas aponta para o bem-estar espiritual e físico, cumprido em Jesus, que, como a árvore lançada nas águas, foi pregado no madeiro da cruz para nos dar vida. A jornada termina em Elim, um oásis com 12 fontes e 70 palmeiras, mostrando que Deus alterna momentos amargos e doces, sempre com um propósito. A mensagem final aponta para a esperança da nova criação, onde as águas serão eternamente doces, e convida os ouvintes a suportarem as amarguras presentes em vista do doce Salvador e da vida eterna.

Transcription

6604 Words, 35810 Characters

Portuguese
Pessoa 1 Vamos abrir nossas bíblias no segundo livro no livro do êxodo, capítulo 15. Hoje iremos tratar dos eventos registrados nos versos 22 a 27. Êxodo 15 de 22 a 27. Pessoa 2 Na semana passada? Pessoa 1 Passou a Mateus, pregou acerca do belíssimo. Cântico de Moisés e nos ensinou muitas coisas sobre quem é nosso Deus e sobre como adoramos a nosso Deus. Hoje nós seguiremos a aventura do povo de Deus pelo deserto a partir do verso 22. Pessoa 2 Discute com fé a. Pessoa 1 Leitura da palavra do senhor. Este é um livro inspirado pelo. Pessoa 2 Próprio Espírito Santo, terceira. Pessoa 1 Pessoa da Santa Trindade, e ele diz assim. Pessoa 2 Fez Moisés partir a Israel do Mar Vermelho e saíram para o deserto de sur. Caminharam 3 dias no deserto e não acharam água. Pessoa 1 Afinal, chegaram a Mara, todavia. Pessoa 2 Não puderam beber as? Pessoa 1 Águas de Mara, porque eram amargas, por isso chamou-se lhe Mara. Pessoa 2 E o povo murmurou. Pessoa 1 Contra Moisés, dizendo. Pessoa 2 Que havemos de beber? Então, Moisés clamou o senhor e o senhor lhe mostrou uma árvore. Lançou a Moisés. Pessoa 1 Nas águas, e as. Pessoa 2 Águas se tornaram. Pessoa 1 Doces, deu-lhes ali estatutos. Pessoa 2 E uma ordenação, e ali os provou. Pessoa 1 E disse, se ouvires atento a voz do senhor. Pessoa 2 Teu Deus e fizeres o que é reto diante dos seus olhos e deres ouvido. Pessoa 1 Aos seus mandamentos? Pessoa 2 E guardares todos os seus estatutos, nenhuma. Pessoa 1 Enfermidade virá sobre ti, das quais das que enviei sobre o egípcios, pois eu sou o senhor que te Sara. Pessoa 2 Então, chegaram a elim. Pessoa 1 Onde havia 12 Fontes de água e 70 Palmeiras e se acamparam junto das águas até aqui, a palavra do senhor, vamos orar. Obrigado, senhor, por ter registrado para nosso crescimento os eventos que se passaram em Mara. E em elim? Obrigado, senhor, pois o senhor nos instrui por meio deste livro, e nós humildemente pedimos pelos méritos de Cristo que o mesmo Espírito Santo que inspirou essas palavras. Pessoa 2 Atua em nossos corações. Pessoa 1 A fim de que? Pessoa 2 Possamos em tesourar. Pessoa 1 As verdades daqui, descritas no nome de Jesus. Amém. Pessoa 2 Queridos, todos nós. Pessoa 1 Acompanhamos nas últimas semanas a triste. Triste história do Rio Doce. Que ficou amargo. Pessoa 2 Não tente. Pessoa 1 Beber água do Rio Doce. Que passa por Minas Gerais, que passa pelo Espírito Santo e desemboca no Oceano Atlântico. Talvez seja hora de mudar o nome do Rio. Para Rio Mara. Todos vocês sabem da tragédia que se abateu naqueles estados desde que uma. Pessoa 2 Barragem contendo elementos resultantes. Pessoa 1 De minerações na região da cidade de Mariana, em Minas Gerais, se rompeu. E o mar de lama vindo da mineração irrompeu ferozmente pela região. Destruindo cidades, contaminando tudo e principalmente, atacando o chamado Rio Doce. Pessoa 2 Um Rio importantíssimo. Pessoa 1 Para a vida daquela região? Pessoa 2 Às vezes a gente não sabe direito o tamanho dessa lama. Alguém calculou em 1 o volume de 20000 piscinas olímpicas. Pensa numa. Pessoa 1 Piscina olímpica é muita água, não é? Pessoa 2 Imagina 20000 daquelas. Pessoa 1 Essa é a lama. Pessoa 2 É muita lama ainda. Pessoa 1 É enorme discussão entre os estudiosos sobre com envenenada de fato está essa água com? Metais pesados, etc. Pessoa 2 E a gente sabe que vão ser muitos anos daqui. Pessoa 1 Para a frente de batalhas jurídicas. Pessoa 2 Batalhas políticas por conta. Pessoa 1 Disso? Pessoa 2 Por anos, a. Pessoa 1 Fio a região vai sentir os resultados dessa tragédia. Pessoa 2 Os reparos, quando possíveis, levaram muito, muito tempo a responsabilidade dos culpados. Pessoa 1 Vai levar muito tempo para ser cobrada também. Se for. Pessoa 2 A pergunta é como? Pessoa 1 Fazer para o Rio Doce voltar a ser doce. Pessoa 2 Como fazer para incontáveis? Pessoa 1 Peixes mortos. Voltarem à vida? Pessoa 2 Como fazer para que as pessoas, as tartarugas, os pássaros? Pessoa 1 Todo mundo que depende do que era doce. Voltar a ter vida. Pessoa 2 Hoje nós vamos falar sobre. Pessoa 1 Águas amargas. Pessoa 2 E como é? Pessoa 1 Que Deus pode adoçar elas. Pessoa 2 Por meio de uma. Pessoa 1 Árvore, hoje nós falaremos sobre amargura e doçura nas águas e árvores dos múltiplos mundos, um título misterioso que eu dei para esse sermão. Mas, em resumo, a mensagem é muito simples, Deus utiliza situações amargas. Para nos? Pessoa 2 Treinar. Pessoa 1 E ele mesmo providenciar a doce saída por meio de uma árvore. De novo, Deus utiliza situações amargas nessa vida para nos treinar, nos fazer crescer e ele mesmo providencia doce saída por meio de uma. Pessoa 2 Árvore em 2 partes. Pessoa 1 Primeira coisa pra gente investigar hoje à noite é o seguinte. Pessoa 2 Após situações doces. Podemos enfrentar situações amargas pelo desígnio de Deus. Volta no seu texto bíblico óleo verso. Pessoa 1 22. Pessoa 2 Fez Moisés partir a Israel. Pessoa 1 Do Mar Vermelho? Pessoa 2 E saíram para o deserto de sur, caminharam 3 dias no deserto e não acharam água. Pessoa 1 Afinal, chegaram a Mara. Pessoa 2 Todavia, não puderam beber as águas de. Pessoa 1 Mara, porque eram. Pessoa 2 Amargas por isso. Pessoa 1 Chamou-se li Mara, como é que nós chegamos até aqui? Pessoa 2 Queridos, nós estamos acompanhando a história da maravilhosa salvação que Deus tem feito para com seu povo. Israel, Deus havia prometido muitos séculos antes destes eventos a um homem chamado Abraão. Que faria uma grande nação a partir. Pessoa 1 Dele? Pessoa 2 E que essa nação, embora passasse um tempo como escravos. Pessoa 1 No No Egito, seriam? Pessoa 2 Libertos, e. Pessoa 1 Retornariam à Terra prometida. Pessoa 2 E nós temos acompanhado ao longo dos últimos meses a história de como Deus fez isso, de como Deus tirou esse. Pessoa 1 Povo com mão forte de debaixo da bota opressora de faraó. Pessoa 2 Deus enviou 10 pragas. Desembainhou sua espada? E assim nos libertou. Pessoa 1 Livre? Pessoa 2 Nos deixaste livre, livre. Pessoa 1 Senhor. Tivemos 10 pragas. Pessoa 2 E depois veio, vimos algumas semanas atrás a impressionante passagem pelo Mar Vermelho com a abertura das águas, o povo de Deus sendo protegido. E Deus usando aquelas águas para devastar as forças de. Pessoa 1 Faraó, aquela água salgada. Foi doce para Israel. E foi bastante amarga para o Egito. Pessoa 2 E logo depois daqueles eventos, nós paramos um pouco a nossa marcha para vermos Moisés e rompendo o Encanto. DOC, sô, lógico. E levando o nome de Deus e levando a Glória de Deus por seus grandes feitos. Mas a pergunta é, o que que acontece depois daquela maravilhosa experiência de Redenção seguida de adoração? O que que acontece, o que que acontece depois do domingo? Pessoa 1 Acontece a segunda. E eles chegam num lugar difícil. Pessoa 2 E Moisés, tem que ir. Pessoa 1 Adiante o hebraico. Pessoa 2 Sugere que Moisés teve que convencê-lo sair porque eles estavam ali na beira do Mar Vermelho, onde tudo havia. Pessoa 1 Acabado de acontecer, aquele mar se abriu para eles. Pessoa 2 Passarem aquele mar afogou os seus inimigos lá, eles cantaram lá, eles adoraram, lá eles celebrarão. Só que tem que seguir. Pessoa 1 Em direção à Terra prometida. Pessoa 2 E Moisés tem que. Pessoa 1 Tocar o povo adiante. Pessoa 2 Veja eles já foram libertos, eles já foram protegidos. Eles perceberam de maneira incomparável a mão poderosa do senhor. Pessoa 1 Mas Moisés precisa. Pessoa 2 Fazer o povo marchar. Vamos pessoal, não é para ficar aqui na beira do mar para sempre. Não lembrando dos eventos espetaculares, hora de seguir, hora de avançar. Pessoa 1 Vamos A Terra Prometida nos espera. Pessoa 2 Importante, você sempre. Pessoa 1 Se lembrar quando a gente investiga êxodo. Pessoa 2 De que a história do? Pessoa 1 Êxodo de Israel. Pessoa 2 Ela serve como paradigma, como ilustração da nossa própria. Pessoa 1 Redenção o. Pessoa 2 Livro de hebreus de outros lugares na bíblia indicam essa similaridade. Nós também fomos libertos. Pessoa 1 Do Egito, o nosso Egito era a escravidão do pecado. Pessoa 2 E nós também somos levados muitas vezes, numa longa, árdua e às vezes, desanimadora caminhada de santificação. Pessoa 1 Antes de chegarmos na nossa Terra prometida, nenhum de. Pessoa 2 Nós é salvo diretamente para a Terra. Pessoa 1 Prometida? Pessoa 2 Nós não somos salvos e em seguida, levados. Pessoa 1 Imediatamente para a Glória, porque Deus quer que seja dessa forma. Pessoa 2 Deixa eu te. Pessoa 1 Dizer de maneira bem Clara. Pessoa 2 Deus não te deseja dar uma vida? Pessoa 1 Fácil e sem amargor. Esse não é o plano de Deus para sua vida. Ele não. Pessoa 2 Vai te dar apenas comida, docinho. Não. Pessoa 1 Ele vai te dar coisas ardidas. Para comer coisas difíceis de engolir. Ninguém te ensinou isso antes? Não. Tantas promessas falsas de um evangelho só doce correm por aí, mas não é o evangelho bíblico. Pessoa 2 Deus quer nos levar, queridos, por caminhos que são por vezes áridos e amargos, como forma de nos. Pessoa 1 Preparar para a Terra. Pessoa 2 Final e veja que o povo de Deus sai daquela. Pessoa 1 Região do Mar Vermelho. Pessoa 2 Eles avançam por 3 dias e a sede. Pessoa 1 Começa a apertar, você sabe muito bem no deserto, o clima é árido ou então é semi árido. A vegetação é escassa, a comida é pouca. Pessoa 2 A fonte de água é muito. Pessoa 1 Raro é difícil de achar. Pessoa 2 Naquela região havia alguns poços escavados. Pessoa 1 Por grupos diversos. Pessoa 2 Ao longo da história, mas não era sempre fácil encontrá-los, certamente. Pessoa 1 O povo de Israel tinha levado alguns cantes recipientes diversos. Pessoa 2 Com água, mas chega 1 hora que acaba. Pessoa 1 Se é de é ruim, não é. Você aí, com sede. E seu pastor tomando copo de água, atrás de copo de água, os que têm mais de 30 anos vão se lembrar de uma propaganda de refrigerante antiga do refrigerante Tim. Pessoa 2 Lembrou, era um comercial dos anos 80 que mostrava situações. Pessoa 1 Que geram sede, era um homem, por exemplo, chegando num deserto todo cansado, todo arrebentado. Ele acha no meio do deserto, uma lanchonete. Aí ele entra na lanchonete sedento, mal consegue falar e ele, ao invés de pedir uma bebida, ele pede, me dá pastel seco. Me dá batata frita e a propaganda dizia, provoque a sua sede até não poder mais. E aí ele falava eu quero Tim para pior sede, sede é ruim demais? Pessoa 2 Mas é estranho, porque pra gente pode ser um pouco estranho pensar nisso, porque nós vivemos num ambiente, num contexto em que dificilmente você vai passar mais do que meia. Pessoa 1 Hora sem conseguir resolver sua sede. Pessoa 2 Nem que você acha da. Pessoa 1 Torneira, mas você tem água. Pessoa 2 Abundantemente disponível. Isso sem contar as outras formas que a. Pessoa 1 Água aparece, colocando o aromatizantes, edulcorantes e outras coisas que colocamos na água para ela ficar diferente. Mas para esse povo tão. Pessoa 2 São 3 dias de marcha. Pessoa 1 Pelo deserto, não tem? Pessoa 2 Posto de gasolina para comprar água não tem nada disso. Pessoa 1 E cadê a água? E eu imagino o pessoal andando e pensando assim, ai, por que que eu fui comer tanto chocolate agora a sede, tá? Pessoa 2 Feia, até que alguém avista um lugar que tem água. Eba. Imagina o povo feliz da vida? Olha lá, achamos água depois de 3 dias. Pessoa 1 E boa? Pessoa 2 Vovó vai poder tomar o remédio dela. Bichinha está engolindo a seco os remedinhos dela. Os nenéns vão ter água para misturar no nam deles para fazer uma Mazinho. Pessoa 1 Os animais vão ter. Pessoa 2 Água, todos teremos água. Pessoa 1 Água. Pessoa 2 Imagino que um deve. Pessoa 1 Ter saído correndo na frente saiu. Pessoa 2 Correndo, botou a cara na água, você acha que foi golinho ou golão? Pessoa 1 3 dias foi golão, com certeza e aí você tome aquela água, é horrível, ele cospe aquela água amarga. A palavra Hebraica Mara. Pessoa 2 Significa isso, amarga. Lembre-se, talvez você se recorde da história de Ruth. Quando Noemi, voltando da Terra de Moabe, falou, não me chame mais de Noemi. Pessoa 1 Meu nome daqui para frente é Mara, porque eu estou toda amarga. Pessoa 2 É o nome que deu que foi dado para aquele lugar justamente por causa dessa situação frustrante. Era uma água ruim, era uma água imprópria para o consumo e Deus levou aquele povo pra aquele lugar. Pensa nisso? Não é que eles erraram o caminho. Deus tinha um propósito para a vida deles, que era só de lugar doce. Mas eles não perceberam a vontade de Deus e foram pro lugar errado e passaram por Mara. Não, não, não. Pessoa 1 O plano de Deus era que eles passassem por mar. Pessoa 2 O que que significa? Pessoa 1 O que tinha nessa água? Algo estava lá. Pessoa 2 Impróprio para consumo das. Pessoa 1 Suposições diversas a Samarco egípcia deve ter dado alguma bobeira, escorregou. Pessoa 2 Alguma água para lá? Não sabemos a especulações, seja o que for, era uma água imprópria para o consumo. Uma água da morte. Pessoa 1 Não uma água da vida. Pessoa 2 Queridos, essa experiência do povo de Deus, ela é não é diferente. Pessoa 1 Da que nós passamos? Pessoa 2 Eles vão para o deserto e logo surge essa terrível experiência, como é conosco. Pessoa 1 Eu sei que você já experimentou isso. Pessoa 2 Não acontece contigo, de às vezes. Pessoa 1 Grandes experiências espirituais. Pessoa 2 Serem sucedidas por períodos de seca? Ou mesmo de amargura? Acontece contigo. Parece que está tudo bem, você está andando firme nos caminhos do senhor. Você está empolgado com a palavra de Deus? Parece que tudo está. Pessoa 1 Caminhando bem, mas de. Pessoa 2 Repente, as coisas começam a ficar amargas. Você. Pessoa 1 Estava bem, você estava animado. Você estava. Pessoa 2 Feliz com o coração. Pessoa 1 Cheio de cântico? Você pegava as gravações do grupo de música no WhatsApp e ficava ouvindo? Enquanto lavava a louça, como eu faço? Pessoa 2 Então vem um. Pessoa 1 Período de estranha dificuldade. Pessoa 2 De circunstâncias amargas, mesmo queridos, não minimiza a seriedade da situação que Deus fez com que eles. Pessoa 1 Passassem? Pessoa 2 Você sabe muito bem, queridos, que a vida nesse mundo era cheio de amargura. Pessoa 1 Hoje, hoje à tarde, comecei a ler o livro do nosso irmão Walter Júnior, autobiografia dele. É interessante. Pessoa 2 Ver como Deus utilizou inúmeras situações. Pessoa 1 Amargas na vida daquela família. Para fortalecer Los. Para trabalhá-los? Para tratar o coração daquela turma. Pessoa 2 Esse mundo é amargo, queridos. Nesses dias li um difícil artigo, um artigo difícil de ler, falando sobre a violência global contra a. Pessoa 1 Mulher de formas diversas ao redor do mundo, coisa bastante. Pessoa 2 Triste, coisa bastante chocante. Como a vida fica muitas vezes amarga, justamente naquele contexto que era pra. Pessoa 1 Ela ser mais doce? Pessoa 2 Quantas vezes é precisamente onde as mulheres adultas, jovens ou crianças, aonde elas deveriam a experimentar o doce cuidado da proteção masculina? Pessoa 1 E elas experimentam a terrível amargura da violência e do abuso. Pessoa 2 Todos. Pessoa 1 Nós temos situações amargas, talvez. Pessoa 2 Você na sua família, esteja. Pessoa 1 Agora, passando por uma situação de grande amargor. Pessoa 2 Ou amigos de longa? Pessoa 1 Data que estão longa. Pessoa 2 Data que estão estranhados. Pessoa 1 Com você? Pessoa 2 Você nem lembra direito. Pessoa 1 Como que começou o. Pessoa 2 Desentendimento, ou talvez você esteja amargurado com carne da sua carne e osso dos seus ossos. Pessoa 1 Seu próprio cônjuge, seja alguém hoje que é difícil de conviver. Pessoa 2 Como entender essas situações? Como que a gente vai lidar com essas situações que deixam a gente paz, luz e que às vezes, parece que vieram Do Nada? Será que Deus ficou para trás lá no Mar Vermelho? Será que Deus ficou no hotel nacional no domingo e não me acompanhou até o? Pessoa 1 Trabalho na segunda-feira. Óbvio que não. Deus nos leva no nosso trajeto por lá. Essa era a primeira coisa que a gente tinha que ver é Deus quem nos leva pelos lugares a Marcos. Pessoa 2 Mas para quê? Pessoa 1 Segundo ponto. Pessoa 2 Deus. Pessoa 1 Nos mostra quem somos. Por meio das dificuldades, e ele providência o que nós precisamos versus 23 e 24, acompanha a história. Pessoa 2 E o povo murmurou. Pessoa 1 Contra Moisés? Pessoa 2 Dizendo que havemos de beber? Então, Moisés clamou ao senhor, e o senhor lhe mostrou uma árvore. Lançou a Moisés nas. Pessoa 1 Águas. Pessoa 2 E as águas se tornaram. Pessoa 1 Doces? Pessoa 2 E deu-lhes ali estatutos. Pessoa 1 E uma ordenação, e ali os. Provou essa palavra importante? Pessoa 2 Veja a situação aperta e o que que o povo de Deus faz, o que que o povo de Deus, que presenciou Deus mandando 10 pragas, o que que o povo de Deus que viu o Mar Vermelho ser aberto? O que que esse povo faz? Reclama? Essa vai ser uma constante na. Pessoa 1 Caminhada já estou contando para você está a. Pessoa 2 História toda da caminhada. Pessoa 1 Pelo deserto, vai ser uma de reclamação. Esse é o primeiro de 3. Pessoa 2 Eventos em que nós vamos ver Deus, mostrando que ele é o Deus que provê tudo. Mas veja que Deus está mostrando quem esse povo é. Pessoa 1 Mostrando situações difíceis? Pessoa 2 Eles reclamaram quando chegaram os exércitos de faraó, lembra? Ficaram. Pessoa 1 Falando, estava faltando. Pessoa 2 Sepultura, lá no Egito, pra gente vir morrer aqui. E agora, o que que eles fazem? Eles oram, eles clamaram ao senhor e dizem, senhor, tu és Deus que nos livrou com mão. Pessoa 1 Forte do Egito. Pessoa 2 Que fez tudo o que nós precisássemos, senhor, nós precisamos. Pessoa 1 De água, é isso que eles fazem. Não. Eles já sabem do que Deus fez. Pessoa 2 Eles sabem quem? Pessoa 1 Deus é, mas eles. Pessoa 2 Não oram o primeiro impulso do coração pecaminoso. Pessoa 1 É murmurar, é ir. Pessoa 2 Reclamar contra o líder? Pessoa 1 Deles. Veja, é. Pessoa 2 Compreensível por um, certo? Pessoa 1 Lado entender o que se passa no coração de quem está sofrendo. Pessoa 2 Nós devemos aprender a ter essa. Pessoa 1 Empatia, essa turma está assustada. Essa turma está fragilizada. Essa turma está com muita sede. Uma coisa é você ter sede. Pessoa 2 Outra coisa é seu. Pessoa 1 Querido, ter sede. As pessoas que estão sob seu cuidado, seus filhos. Pessoa 2 E a frustração de Mara fez com que um Monte de gente estourasse. Mas veja ter empatia pela dor deles, não? Pessoa 1 Significa validar o pecado? Pessoa 2 Deles, eles estão murmurando. Pessoa 1 Contra o senhor, Deus. Pessoa 2 Que os tirou? Pessoa 1 Da Terra do Egito, da casa, da escravidão. Então a gente sempre tenta achar desculpas para mitigar o nosso pecado. O povo reclama e lá vão lá alugar o ouvido de Moisés. Conhece alguém assim? É claro que conhece. Você é assim. Pessoa 2 Você mesmo tem um longo. Pessoa 1 Histórico de reclamação contra o senhor eu tenho certeza, não tem não. Pessoa 2 E nós somos bons também, e murmurar quando as coisas não saem como desejamos, queridos murmuração é um dos grandes problemas do povo de Deus. E não é apenas desse povo neste momento. Veja, quando a gente fala isso, não estamos defendendo uma atitude. Pessoa 1 Estoica diante da vida. Pessoa 2 Uma de fingir que. Pessoa 1 Nada de mal está. Pessoa 2 Acontecendo? Não, não. Nós temos que levar nossas aflições. Pessoa 1 Diante de Deus? Pessoa 2 Não é para fingir que a. Pessoa 1 Amargura não existe. Pessoa 2 Não é isso, mas é uma cultura dos que vivem nesse mundo que ficam BRA vinhos. Quando a coisa não sai como queria. Nós, muitas vezes agimos. Pessoa 1 Que nem nenéns neném, que é assim. Pessoa 2 Que fica bravo, esperneia, bate o pé e chora. Pessoa 1 Quando a coisa não sai do jeito que você achava que queria. Pessoa 2 Um dos comentaristas faz uma boa reflexão, Felipe. Pessoa 1 Riken no seu comentário. Pessoa 2 De êxodo como nós em nossa cultura, nós somos um povo de uma cultura de satisfação imediata, gratificação imediata. Pessoa 1 Você não escreve mais uma carta, coloca no envelope. Pessoa 2 Anda até o correio, coloca o selo, bota, espera 2 semanas. Pessoa 1 Para receber uma resposta? O que você faz? Você manda um e-mail. Pessoa 2 E se em 1 hora não tiver vindo a resposta? Pessoa 1 Ou você mandou outro e-mail ou manda um WhatsApp. Pessoa 2 Cadê? Cadê não vai responder não? Ou você fica todo encucado por que que ele não me respondeu? Pessoa 1 Ainda já tem? Pessoa 2 30 minutos que ficou azulzinho lá no WhatsApp. Eu sei que ele viu o que eu escrevi, por que que ele não responde? É, pode ser porque ele viu enquanto. Pessoa 1 Dirigia, não devia ter feito isso. Pessoa 2 E? Pessoa 1 Felizmente, não tentou responder enquanto dirigia. Você chega em casa no seu. Pessoa 2 Trabalho, seu Wi-Fi não está funcionando. Pessoa 1 O mundo acabou. Ou você tenta hackear o do? Pessoa 2 Vizinho, ou você liga imediatamente na net, você começa a passar mal, você tenta usar o seu 3G do celular para para usar o computador, sei lá, você sente que está perdendo a vida porque você não é. Pessoa 1 Imediatamente, gratifica. Pessoa 2 Mas Deus não. Pessoa 1 Age no nosso ritmo, queridos. Pessoa 2 Deus não precisa andar. Pessoa 1 Na nossa velocidade? Pessoa 2 Deus não precisa fazer o caminho. O que você acha que tem que ser o caminho, felizmente? Pessoa 1 É assim porque ele é sábio, ele é conhecedor de todas as. Pessoa 2 Coisas, e nós não somos. Veja, Moisés. Pessoa 1 Escuta a reclamação e ele age certo. Ele, ao invés de sair distribuindo bordoada que talvez fosse uma reação natural. Pessoa 2 Ele clama ao senhor. Pessoa 1 Pela situação. Pessoa 2 Essa situação está completamente fora do controle de Moisés, completamente fora dos seus dons e talentos, ao seu alcance e como um líder que depende do senhor, o que que ele. Pessoa 1 Faz ele clama. Pessoa 2 Vários de vocês estão em posição de liderança aqui nessa. Pessoa 1 Igreja, vários de vocês. Pessoa 2 Estarão em. Pessoa 1 Posição de liderança na congregação que estamos começando. Pessoa 2 E o natural para o que o cristão é que a medida que ele amadureça, ele receba mais e mais responsabilidades, todos vocês. Pessoa 1 Precisam se lembrar. Que em vão trabalharemos se não for o senhor edificando. Pessoa 2 Que teremos coisas que estarão fora de nosso controle. Onde estaremos impotentes para resolver e. Pessoa 1 Tudo o que teremos a fazer é fazer o que Moisés faz, clamar ao nosso senhor. Veja no plano do. Pessoa 2 Senhor, ele já sabia muito bem que essas águas ficariam. Pessoa 1 Apenas temporariamente, amarga Deus. Pessoa 2 Sabia que elas ficariam? Pessoa 1 Logo, doces. Mas ele está ensinando para Moisés também. Como lidar com essa? Pessoa 2 Turma, você sabe como é. Pessoa 1 Ruim, lidar com a ingratidão, não é? Pessoa 2 Você já lidou com gente ingrata. Todos nós já. Pessoa 1 Lidamos com gente ingrata. Pessoa 2 E todos nós já agimos. Pessoa 1 Como gente ingrata, damba gente, uma vontade terrível, né? Há. Pessoa 2 Não, não vai pedir ajuda de novo não. Ingrato desse jeito, não me venha de. Pessoa 1 Novo, pedir ajuda. Pessoa 2 Dá uma má vontade. Pessoa 1 Nunca mais, mas veja quem é o nosso Deus. Pessoa 2 Deus não vai dar. Pessoa 1 Água Doce para eles. Pessoa 2 Porque eles são um. Pessoa 1 Povo bonzinho e merecedor. Pessoa 2 Deus vai dar Água Doce para eles, porque. Pessoa 1 Deus é bom. Pessoa 2 Porque Deus é misericordioso, porque Deus é gracioso, Deus vai dar água para um povo ingrato e reclamam. Pessoa 1 Se Jesus falou pra gente dar água até mesmo para o nosso inimigo. Quanto mais o nosso pai celestial nos dará água. Pessoa 2 Deus continua agindo. Pessoa 1 Com graça para com o povo que ele, se ele que ele libertou nosso pai celestial nos deu água, água viva quando tínhamos sede. Pessoa 2 E Jesus, certa vez. Falou para uma mulher na beira de um poço. Pessoa 1 Imposto de Água Doce. Jesus falou Pra Ela. Tem água bem melhor do que essa. Tem uma água que se eu te der para beber. Pessoa 2 Você não vai voltar a ter sede, não. Pessoa 1 E não só. Pessoa 2 Isso, mas vai. Pessoa 1 Brotar de você essa Água Doce que traz vida. Pessoa 2 Tá, mas. Pessoa 1 É a nossa situação aqui. Pessoa 2 Como que a gente vai ver essa? Pessoa 1 Água amarga virar Água Doce. Veja que Deus. Pessoa 2 Providencia uma árvore que é lançada na água. Oi. Como é que funciona? Queridos Deus, está agindo de uma forma Sobrenatural, não tenha nada natural acontecendo aqui. Não é que essa árvore tinha na sua seiva propriedades químicas que. Pessoa 1 Anulavam o. Pessoa 2 Amargor da água de. Pessoa 1 Mara, ou liberava certos? Pessoa 2 Elementos, que nada. Pessoa 1 Disso é uma ação Sobrenatural da parte de Deus, a qual ele. Pessoa 2 Decide fazer de maneira. Pessoa 1 Simbólica, por meio de. Pessoa 2 Pegar em uma árvore específica e lançarem aquela árvore? Pessoa 1 No meio da água? Pessoa 2 Por mais. Pessoa 1 Esquisito que pareça, Deus fala, obedeça o que eu estou dizendo. Moisés e Moisés nessa altura, já tá mais esperto. Tá bom? Pessoa 2 Ele não fica. Pessoa 1 Falando, o senhor nunca. Pessoa 2 Antes, na história do nosso país, águas amargas passaram a ser doces por meio de jogarmos uma árvore na. Pessoa 1 Água. Moisés. Pessoa 2 Faz o que, Deus. Pessoa 1 Manda. Pessoa 2 Êxodo vai nos mostrar queridos inúmeras vezes que se não for Deus agindo, se não for o senhor agindo. Pessoa 1 Nada seremos capazes de fazer esse princípio. É muito importante. E o que que acontece então? O que que acontece quando aquela árvore é lançada no meio das águas de Mara? Pessoa 2 Acontece o que, Deus. Pessoa 1 Disse que IA acontecer? Tem água aí? Tem Água Doce? Nas últimas férias, é? Pessoa 2 Chegamos num hotel, eu. Pessoa 1 Anelise e Débora. Pessoa 2 E logo que chegamos no quarto. Pessoa 1 Aquela confusão de arrumar a mala, Débora tocando o terror no quarto. Eu liguei na. Pessoa 2 Recepção para tirar algumas. Pessoa 1 Dúvidas? Tinha algumas coisinhas que eu queria perguntar, e você? Pessoa 2 Sabe como é, criança. Pessoa 1 Criança está prestando atenção mesmo quando ela não está prestando atenção. Pessoa 2 Logo depois que eu desliguei o telefone. Pessoa 1 Estava lá, arrumando as. Pessoa 2 Malas? Então veja o Dedé. Pessoa 1 No telefone, falando na recepção. Tirando as dúvidas dela. E a pergunta era a seguinte. Tem pipoca? Pipoca doce. E eu imagino nesse momento, depois que aquela árvore cair na água, um Monte de jacozinho. Pessoa 2 Miriam zinhas sardinha, Zezinho ajudazinha, de nazinha, Josué, Zinho, olhando aquela árvore com a boca seca, tentando falar. Pessoa 1 Tem água? Tem Água Doce? E a água ficou doce e o povo viveu. Pessoa 2 Esse é o. Pessoa 1 Nosso Deus, queridos. Pessoa 2 Ele dá o. Pessoa 1 Que a gente precisa. Pessoa 2 Deus fez naquele momento, como o texto nos indica, estatutos e ordenanças, ele está aqui dando uma prévia do que ele vai fazer mais adiante quando? Pessoa 1 Chegarem no Monte Sinai? Pessoa 2 Em que ele vai estabelecer o seu pacto com o povo. Vai trazer ordenanças vai trazer San ções, vai falar disso e daquilo, vai ensinar como ele espera que o seu povo. Pessoa 1 Viva, mas naquele. Pessoa 2 Momento, Deus está ensinando para eles. Pessoa 1 Algo muito importante, Deus. Pessoa 2 Está os provando calvino. Pessoa 1 Diz o seguinte. Pessoa 2 Deus podia ter dado Água Doce. Pessoa 1 Desde o começo? Pessoa 2 Mas ele queria pelas águas. Pessoa 1 Amargas, mostrar a amargura do coração deles. Deus revela para o seu povo quem o seu povo de verdade é. Por meio da dificuldade. Pessoa 2 Deus nos faz enxergar nossos corações por meio das experiências difíceis. Um é isso. Pessoa 1 Então? Pessoa 2 É por isso, querido, que Deus te leva por lugares amargos. Para que você perceba quem você realmente é por meio das suas reações. Muitas vezes nossos corações são de fato, expostos. Pessoa 1 Diante da dificuldade e Deus vai te mostrar quem você é, vai trabalhar quem você é e vai te fazer mais parecido com Cristo. Pessoa 2 Deus nos salvou do. Pessoa 1 Egito, mas o Egito. Pessoa 2 Precisa ser filtrado, para. Pessoa 1 Fora de nós? O Egito precisa ser filtrado para fora de nossos corações. Pessoa 2 E essa filtragem envolve entendermos as impurezas que estão aqui ainda e o desejo de abandoná-las com ajuda do senhor? Essa é uma das razões pela pela qual porque Deus vai nos dar estatutos e ordenanças, Deus vai nos dar guias, Deus vai nos dar direções, Deus vai nos mostrar o que é preciso para que a gente perceba quem nós somos e o que precisa ser feito em nossos corações. Foi neste contexto que Deus trouxe para. Pessoa 1 Moisés, as ordens e eu estatutos. Pessoa 2 Para serem obedecidos? O que ele espera de nós é. Pessoa 1 Obediência. Pessoa 2 De nós que fomos? Pessoa 1 Resgatados, e veja. Pessoa 2 Que ele traz bênçãos prometidas a quem segue no caminho proposto por ele. Dá uma. Pessoa 1 Olhada no verso 26 em diante. Pessoa 2 Bênçãos pactuais se ouvir desatento a voz. Pessoa 1 Do senhor, teu Deus. Pessoa 2 E fizeres o que é reto diante dos seus olhos e deres ouvido aos. Pessoa 1 Seus mandamentos e guardares. Pessoa 2 Todos os seus estatutos. Pessoa 1 Nenhuma. Pessoa 2 Enfermidade virá sobre ti das que enviei. Pessoa 1 Sobre os egípcios? Pessoa 2 Pois eu sou. Pessoa 1 O senhor que te Sara. O senhor que te Sara. Pessoa 2 Veja, querido, se Deus está aqui prometendo um. Pessoa 1 Evangelho da prosperidade de que se você for de Deus, você nunca vai ficar doente. Não, não é. Pessoa 2 Isso. Veja que especificamente ele está falando daquelas coisas que afligiram o Egito. As pragas que ele mandou como punição pelo pecado do Egito, ele promete que não vai mandar. Pessoa 1 Sobre Israel, porque Israel é o seu. Pessoa 2 Povo da Aliança, e ele conecta a obediência, sim, a uma vida diante dele. Não está dizendo que nós não. Pessoa 1 Teremos dificuldades como a gente está vendo aqui, Deus planeja certas dificuldades. Pessoa 2 Não é isso, mas aqui, esse, esse trecho aqui, diz o senhor que. Pessoa 1 Te Sara. Pessoa 2 Talvez você já tenha ouvido. Pessoa 1 A expressão e a vér of eu IA veh. Pessoa 2 Rafah é o senhor. Pessoa 1 Que te Sara? Pessoa 2 Só que as pessoas pensam nesse senhor que te Sara de uma maneira muito pequena. Medíocre, como se fosse Deus, dizendo que você nunca vai ter uma febre. Ou que você não precisa passar repelente, que nenhuma é de egypte vai te pegar, não é isso? A palavra que diz respeito a um bem-estar espiritual e físico, que diz respeito a muito mais do que o meramente não ficar. Pessoa 1 Doente, diz. Pessoa 2 Respeito a entender que Deus vai te dar tudo. Pessoa 1 Que você necessita? Pessoa 2 Para caminhar por esse mundo cheio de amargura e para enfrentar. Pessoa 1 As dificuldades que você terá, porque ele é, IA ver of ele é o senhor que te Sara, ele é o senhor que te provê tudo. Pessoa 2 O que você precisa? Pessoa 1 Para a caminhada nessa vida. E sim, ele tem poder para eliminar qualquer enfermidade. Isso não está sob discussão. Nós vimos isso quando IA ver. Hofer encarnou e habitou entre nós. Quando IA ver o Feu, o senhor que Sara andou pela galiléia e curou cegos e trouxe mortos de volta à vida. Mas esse não. Pessoa 2 Era o grande. Pessoa 1 Objetivo dele, senhor Jesus. Curar cada enfermidade. Era fazer com que as águas que nos matariam se tornassem águas de vida. E note as coisas. Pessoa 2 Que vieram sobre os egípcios, não viram sobre eles apenas pela graça de Deus, pois todos somos merecedores da ira de Deus, se não for, Deus nos salvando de si mesmo. Nenhum de Nós tem Esperança. É melhor do que os egípcios e do mesmo jeito que Deus nos leva por águas amargas. Deus nos leva por oásis. Pessoa 1 Desse mundo? Pessoa 2 E veja que a caminhada segue, termina num oásis, um lugar chamado. Pessoa 1 Elim. Pessoa 2 Um lugar que o texto nos descreve. Pessoa 1 Verso 27. Pessoa 2 Com 12 Fontes de água com 70, Palmeiras e ali. Pessoa 1 Ele, se a cama. Aquelas águas, eu imagino, depois de Mara, ele chegando tem água de novo, o cara do. Pessoa 2 Golão certamente foi no golinho dessa. Pessoa 1 Vez para testar e a água era boa e era um oásis. Pessoa 2 E os números são maravilhosos e simbólicos. 12 poços, um para cada tri. 70, Palmeiras 70. Pessoa 1 Árvores, uma para cada Ancião, Deus está mostrando. Pessoa 2 Em elim que ele tem de seus planos perfeitos, um lugar cheio de simbolismo. Pessoa 1 Para mostrar? Pessoa 2 Seu pleno maravilhoso. Pessoa 1 Cuidado sobre Israel. Pessoa 2 Às vezes a gente anda por essa vida e a gente só quer. Pessoa 1 Oásis. Pessoa 2 A gente só quer ele em. Pessoa 1 Claro. Quem em sã consciência, consciência prefere Mara? Pessoa 2 Mas, como eclesiastes ensinou pra gente. Pessoa 1 A? Pessoa 2 Mais a aprender na casa de luto. Pessoa 1 Num enterro? Pessoa 2 Do que no dia de festa? Pois nos dias de luto, nos dias de dificuldade, nos dias de amargura, Deus nos prova. Pessoa 1 Deus nos ensina Deus. Pessoa 2 Nos faz refletir acerca daquilo que realmente é importante. Deus trata e filtra. Pessoa 1 O nosso coração. Essa marcha da igreja é igual. Pessoa 2 A marcha de Israel liberta os do Egito. Estamos rumando para a Terra. Pessoa 1 Prometida? Pessoa 2 Passaremos por águas salgadas a seco, passaremos por águas amargas e passaremos por águas de oásis. Pessoa 1 Até que chegaremos, queridos, há um oásis final. Pessoa 2 Descrito em. Pessoa 1 Apocalipse 22. Pessoa 2 Retomando temas que vimos desde o primeiro mundo no Jardim do Éden, amplificando agora para o mundo todo. A questão é, o que, que Deus? Pessoa 1 Precisa fazer para que cheguemos ao Aziz final, bem ele. Pessoa 2 Precisa de alguma? Pessoa 1 Forma? Pessoa 2 Fazer com que alguém receba. Pessoa 1 A ira justa que Egito Israel merece, alguém que leve sobre si as nossas enfermidades, alguém que seja o servo sofredor do senhor e haver of encarnado. Pessoa 2 E no que? Pessoa 1 Restou de uma árvore. No Madeiro? Pessoa 2 Numa árvore sem vida? Pessoa 1 Morreu o mediador, Jesus Cristo. Pessoa 2 Naquilo Que Fora, uma. Pessoa 1 Árvore. Pessoa 2 Morre a morte mais amarga de todas. Pessoa 1 Aquele que é a própria água da vida, ele é lançado para que você tenha o que beber. Pessoa 2 Para que você, como diz apocalipse, volte a ter acesso a uma outra árvore que nos foi proibida por ocasião da queda, uma árvore da vida que traz cura para os povos. Pessoa 1 Conforme nos promete apocalipse? E apocalipse falou de rios doces. Pessoa 2 No mundo que perdemos no mundo pré queda, tínhamos Rio cercando um Jardim e nada era amargo. Pessoa 1 Nada. Pessoa 2 Até aparecer o amargo veneno da serpente que amargou o coração de nossos pais e fizeram com que eles traíssem. Pessoa 1 Seu doce senhor. Pessoa 2 No mundo em que vivemos, queridos, as águas amargas se proliferando e continuam existindo. Pessoa 1 E? Pessoa 2 Sejam águas amargas, de rios assassinados. Seja a saliva amarga da maledicência que vem da boca daqueles que deveriam proferir palavras doces. Seja a água que. Pessoa 1 Corre de rios de feridas. Seja a água das lágrimas de quem chora. Seja a água do suor, necessário que a gente tem para ganhar o nosso pão de cada dia. Mas isso é temporário. Que o Mara vai ficar Rio Doce. Pessoa 2 Na nova criação, os peixes não vão mais precisar ter medo de mineradoras. Pessoa 1 As tartarugas desovarão em paz. E o povo de Deus não vai mais ficar precisando passar por essas experiências de santificação. Pessoa 2 Porque nós já sabemos Como Ele É. Pessoa 1 Jesus falou, quem tem sede, venha. Beba de mim. E tem uma boa árvore de fruto dulcíssimo. Pessoa 2 Fruto que da vida disponível para quem? Pessoa 1 Desejar e lá tem o Rio da vida brilhante. Pessoa 2 Como Cristal, que sai do trono. Pessoa 1 De Deus, e o. Pessoa 2 Espírito e a noiva. Pessoa 1 Dizem, vem. Pessoa 2 Aquele que ouve, diga, vem aquele que tem sede, venha e quem quiser receba de graça. Pessoa 1 A água da vida. Sabe, colocando nesses termos, dá até para aguentar uma amargura. Zinho, aqui ou ali, não dá não. Que a gente espera é teu doce Salvador. Te louvamos, o senhor. Pelo trajeto? Pessoa 2 Te louvamos, porque no teu bom. Pessoa 1 Plano, o senhor. Pessoa 2 Nos faz passar, inclusive. Pessoa 1 Por águas amargas? Mas te louvamos porque, por meio daquela árvore seca que foi a Cruz do calvário, por meio daquela árvore morta. O senhor nos deu vida com.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A narrativa de Êxodo 15
  2. Deus usa situações amargas para treinar, provar e revelar o coração do Seu povo, expondo a murmuração e a ingratidão humanas.
  3. Moisés clama ao Senhor, e Deus ordena que uma árvore seja lançada nas águas, tornando-as doces — um ato simbólico e sobrenatural.
  4. Deus estabelece estatutos e ordenanças em Mara, apontando para a aliança do Sinai e para a necessidade de obediência.
  5. A promessa de que o Senhor é "o Deus que te sara" (Jeová Rafah) aponta para a cura espiritual e física, cumprida plenamente em Jesus Cristo.
  6. A jornada termina em Elim, um oásis com 12 fontes e 70 palmeiras, simbolizando o cuidado perfeito de Deus.
  7. A mensagem final conecta Mara e Elim à cruz de Cristo, a árvore que traz vida, e à esperança da nova criação, onde as águas serão eternamente doces.

Summary:

A pregação aborda Êxodo 15:22-27, destacando a jornada de Israel após a travessia do Mar Vermelho. O povo, recém-liberto e tendo adorado a Deus, enfrenta três dias de sede no deserto e chega a Mara, onde as águas são amargas e impróprias para consumo. Em vez de clamar ao Senhor, o povo murmura contra Moisés, revelando a ingratidão e a dureza do coração humano.

Moisés, porém, clama a Deus, que lhe mostra uma árvore; lançada nas águas, ela as torna doces. Esse milagre não é natural, mas simbólico, apontando para a graça divina que provê mesmo para um povo rebelde. Deus também aproveita o momento para dar estatutos e ordenanças, provando o povo e ensinando que as dificuldades revelam quem somos e nos moldam.

A promessa de que Deus é "o Senhor que te sara" não se limita à ausência de doenças, mas aponta para o bem-estar espiritual e físico, cumprido em Jesus, que, como a árvore lançada nas águas, foi pregado no madeiro da cruz para nos dar vida. A jornada termina em Elim, um oásis com 12 fontes e 70 palmeiras, mostrando que Deus alterna momentos amargos e doces, sempre com um propósito. A mensagem final aponta para a esperança da nova criação, onde as águas serão eternamente doces, e convida os ouvintes a suportarem as amarguras presentes em vista do doce Salvador e da vida eterna.

FAQs

Deus levou Israel a Mara não por acaso, mas para prová-los e revelar o que havia em seus corações. Essa experiência mostra que a vida cristã inclui momentos amargos, que servem para nos treinar e nos fazer crescer espiritualmente.

A árvore não tinha nenhuma propriedade química natural; foi um milagre sobrenatural de Deus. Ela simboliza Cristo, que na cruz (a árvore morta) foi lançado para transformar a amargura do pecado em doçura de salvação.

Em vez de reagir com raiva ou frustração, devemos clamar ao Senhor em dependência total, como Moisés fez. Isso demonstra que reconhecemos nossa impotência e confiamos que Deus proverá a saída, mesmo quando não entendemos a situação.

Não é um evangelho da prosperidade, mas uma promessa pactuai de cuidado para o povo da aliança. Deus promete não enviar as pragas que afligiram os egípcios, e o título 'O Senhor que te Sara' refere-se a um bem-estar espiritual e físico, provendo tudo o que precisamos para a caminhada.

As 12 fontes de água representam uma para cada tribo de Israel, e as 70 palmeiras, uma para cada ancião. Isso simboliza a provisão perfeita e o cuidado completo de Deus para com seu povo, apontando para a esperança final na nova criação descrita em Apocalipse 22.

Porque a murmuração revela ingratidão e falta de confiança em Deus, que já havia demonstrado seu poder e cuidado no Egito e no Mar Vermelho. Em vez de clamar ao Senhor, o povo reclamou contra Moisés, mostrando a amargura de seus corações.

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