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Êxodo 15.1-21 - Cântico de vitória - Rev. Matheus Inácio

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Êxodo 15.1-21 - Cântico de vitória - Rev. Matheus Inácio

O capítulo 15 de Êxodo registra o cântico de vitória de Moisés e dos filhos de Israel após Deus destruir o exército egípcio no Mar Vermelho. Este é o primeiro cântico das Escrituras, um poema de três estrofes que exalta a Deus como guerreiro poderoso e salvador misericordioso. Na primeira parte, Moisés louva a Deus por sua onipotência, descrevendo como ele lançou cavalos e cavaleiros no mar, afogando os perseguidores. A segunda estrofe enfatiza a singularidade de Deus entre os deuses, sua santidade e justiça, que se manifestam tanto na destruição dos inimigos quanto na proteção do povo. A terceira parte celebra o amor pactual de Deus (hesed), que guia Israel à habitação da santidade divina, e anuncia o temor das nações vizinhas diante da reputação do Senhor. O cântico termina proclamando que Deus reinará para sempre, enquanto Miriam lidera as mulheres em danças e tamborins, ecoando o louvor. O texto conecta essa celebração ao futuro, lembrando que Jesus e os discípulos cantaram hinos semelhantes, e que em Apocalipse os vencedores entoarão o cântico de Moisés e do Cordeiro. Assim, a mensagem central é que Deus triunfa gloriosamente, julga com justiça e salva com amor dedicado, sendo digno de adoração eterna.

Transcription

7520 Words, 41677 Characters

Portuguese
Êxodo, capítulo 15. Após a grande saga do Mar Vermelho, o que virá? Capítulo 15. É o que vem. Versículos um a 21. Vamos ler uma música. Não vamos cantá-la, mas vamos lê-la, então tente a prestar atenção nesse texto, não como um texto convencional. De fato, é um gênero diferente da palavra de Deus que nós encontramos nessa passagem. Observe a beleza poética daquilo que Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, registrou para o povo de Deus, de todas as eras de todos os tempos. Assim diz a palavra de Deus, a partir do versículo um. Então, entrou Moisés e os filhos de Israel. Este cântico ao senhor e disseram, cantarei ao senhor, porque triunfou gloriosamente, lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O senhor é a minha força e o meu cântico. Ele me foi por salvação. Este é o meu Deus. Portanto eu o louvarei ele é o Deus de meu pai. Por isso eu exato. Exaltarei o senhor é homem de guerra, o senhor é o seu nome? Lançou no mar os carros de faraó. E o seu exército e os seus capitães afogaram se no Mar Vermelho os vagalhões os cobriram, desceram às profundezas como Pedra, a tua destra, ó senhor, é gloriosa em poder a tua destra, ó senhor, despedaça o inimigo na grandeza da tua excelência de Ribas, os que se levantam contra ti, envias o teu furor que os consome como restolho com o resfolgar das tuas narinas amontoaram se as águas, as Correntes pararam em montão. Os vagalhões colherão se no coração do mar o inimigo dizia, perseguirei, alcançarei repartirei, os despojos, a minha alma se fartará deles. Arrancarei a minha espada e a minha mão os destruirá, sopraste com o teu vento e o mar os cobriu. Afundaram se como chumbo em águas impetuosas. Ó senhor, quem é como tu entre os deuses, quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas Maravilhas. Estendesse adestra e a Terra os tragou com a tua Beneficência guiaste, o povo que salvaste com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. Os povos ouviram, eles estremeceram agonias, apoderaram, se dos habitantes da filístia, ora os príncipes de edom se perturbam dos poderosos de Moabe, se apodera temor, esmoreça em todos os habitantes de Canaã. Sobre eles cai espanto e pavor. Pela grandeza do teu braço, emudeceram como Pedra até que passe o teu povo, ó senhor, até que passe o povo que adquiriste tu introduzirás e o plantarás no Monte da tua herança, no lugar que a Parelhas tchau senhor, para a tua habitação no santuário ó senhor, que as tuas mãos estabeleceram, o senhor reinará por todo sempre, porque os cavalos de faraó, com seus carros e com os seus cavalarianos, entraram no mar e o senhor fez tornar sobre eles as águas do mar. Mas os filhos de Israel passaram a pé enxuto pelo meio do mar. A profetisa Miriã, irmã de Arão, tomou um tamborim e todas as mulheres saíram atrás dela. Com tamborins e com danças e Miriam, ele respondia, cantai ao senhor porque gloriosamente triunfou e precipitou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. Até aqui, a palavra do senhor, vamos orar mais uma vez. Nós te exaltamos, Santo Deus, pelo cântico de Vitória do teu servo Moisés. Ajuda no seu pai a entender nessa hora teologia profunda dessa canção que nós possamos ver nas entrelinhas do que está escrito aqui, a tua mão poderosa agindo não somente no passado, mas agindo hoje em nossas vidas. Pedimos que o senhor venha ao nosso encontro e nos transforma em nome de Jesus, amém. Queridos, o que leva? Uma pessoa a cantar. Depois de um gol? Você sabe como é que acontece, não é gol. Ou aí depois que que acontece? O que que acontece? Você sabe o que que acontece? Não, eu sou brasileiro. Eu não era queridos, é, e esse é um fenômeno que se eu pudesse um dia fazer uma palestra sobre sobre isso, estudar, eu gostaria de ter oportunidade de fazer. É. É impressionante. O cara passa a semana inteira falando mal do país, no Facebook, xingando todo mundo, falando mal dos governantes. Mas basta o time dele ganhar a Copa do Brasil nos pênaltis, ele está lá. Eu sou porco pra vida inteira. Comemorando? É impressionante, queridos, o que a celebração e a Vitória ativam dentro de nós. Essa vontade de cantar, essa vontade de celebrar por meio de notas musicais com catena de uma maneira, quem sabe, organizada. Aquilo que nós estamos querendo exprimir, aquilo que nós estamos sentindo, nós poderíamos dizer que esse não é um fenômeno restrito aos times de futebol do Brasil. Se você viu a na Copa do Mundo que aconteceu aqui no Brasil, Argentina cantando nos estádios, você teria realmente uma lição sobre música? Porque não importava se estavam ganhando, se estavam perdendo, estavam cantando o tempo inteiro. E o reverendo Emílio sabe, decorado todas as letras do time deles. AA gente também poderia dizer que não é um fenômeno restrito ao futebol. Mas esse também em outros esportes, em outras áreas da vida. Meus irmãos. Fato é que a gente pode dizer que a música é um mecanismo criado por Deus dentro de nós, que funciona como uma válvula bem especial para que nós possamos expressar sentimentos e emoções muito específicos. Nós cantamos quando nós estamos felizes com as coisas corriqueiras do dia a dia. Você canta, você canta, lavando a louça, tomando banho, indo no carro para algum lugar, para o trabalho. Minha esposa sabe que eu adoro inventar música, sempre tem um pavarotti dentro de mim saindo. Eu estou cantando alguma coisa diferente dentro do carro. Nós fazemos isso o tempo inteiro e nós também cantamos. Quando nós estamos tristes e abatidos, tem pessoas que têm a prática de fazer poesias, escrever poesias, que eles não mostram para ninguém, guardam para si como uma forma de exprimir, quem sabe numa maneira rítmica, à estilizada aquilo que ela está sentindo. Mas também é impressionante, queridos, nós notarmos. Como a música tem um papel crucial em registrar os grandes acontecimentos na história da humanidade, para para dar uma olhada a nos hinos nacionais não só no hino brasileiro, mas quem sabe, você conheça o hino de os hinos de outras nações que registram as grandes vitórias em batalhas. Os inimigos que foram derrotados, homens e mulheres que são exaltados pela sua coragem e ousadia diante da face do perigo da morte. A cujas ações muitas vezes foram cruciais para salvar as pessoas do seu país ao longo da história, me parece queridos, que nós somos ainda mais propensos a cantar pela Vitória diante de situações muito difíceis da vida, coisas que vivemos, perigos pelos quais passamos. Libertações que o senhor nos propicia coisas que nos colocam à beira da morte, uma vez que passamos dessas coisas, temos sim aquela vontade de cantar. Não importa se você é afinado, se você é desafinado. O nosso coração pede esse tipo de expressão. Nós fomos criados dessa forma e hoje nós vamos estudar esse cântico de Vitória, do maior Livramento que o povo de Deus já passou. Um cântico que de fato é especial, porque ele exprime algo único que Deus fez na vida do povo de Israel. Hoje nós vamos ver queridos, nesse texto que o povo de Deus canta e exalta ao senhor, pela sua onipotência em destruir os inimigos e também canta pela sua salvação misericordiosa, com a qual ele reina sobre nós. É isso que nós veremos nesse texto, nós veremos isso, queridos, de uma maneira um pouco diferente. Como se trata de uma música. Eu tive um desafio especial de tentar estabelecer uma maneira de estudar esse texto com os queridos. Essa semana não dá para fazer aqueles 3 pontos clássicos, a da pregação Presbiteriana. Então hoje a gente vai fazer algo um pouco diferente, nós vamos tentar extrair a medo AA teologia desse texto por meio da forma como essa música ela é estruturada. Se você dá uma olhadinha no seu texto aí diante de você nesses 18 versículos ou 17 versículos 18 versículos do versículo um, até o versículo 18. Nós vamos perceber que esse texto talvez você não consiga notar isso, obviamente, mas na poesia Hebraica esse texto é dividido em 3 estrofes, essa poesia, esse poema de de Moisés. Ele tem 3 estrofes bem claras. A primeira ela vai começar no versículo um e vai até o versículo 6, depois nós vamos ter uma segunda que vai ter o versículo 7, até o versículo 11, e depois do 12 em 18. E elas são caracterizadas pelo seguinte, elas começam exaltando a Deus. Falando sobre a grandeza do senhor, e depois elas encerram falando sobre a destruição e sobre a forma como Deus traz cabalmente, até a conclusão desses eventos e a gente vai estudar isso em partes mais ou menos distribuído da seguinte forma, os as 2 primeiras estrofes falam da une, potência de Deus e a última estrofe vai falar particularmente sobre como Deus estabelece um povo para si, como Deus conduz esse povo. Então nós vamos tentar fazer a dessa forma. A título de prólogo, algumas informações para você entender como é que funciona esse negócio de música. Na bíblia eu não sei se você sabe, mas AA gente poderia dizer que a bíblia é um livro musical. Ele é um livro repleto de música. Talvez você já tenha ouvido falar de um livro não muito conhecido chamado Salmos. Certo, os Salmos são poesias belíssimas que eram muitas delas cantadas na vida do povo regularmente pelos motivos mais diversos, Salmos imprecatórios aqueles que a gente acha difícil de ler. Salmos de exaltação do senhor Salmos, da da peregrinação a Jerusalém, hã, a Terra de adoração. Todos esses Salmos e essas músicas exprimem grandes verdades a respeito de Deus e da forma como ele se relaciona conosco. Nós estamos. Nós temos canções que não são propriamente Salmos, nós temos, por exemplo, a canção Diana. Pelo nascimento de Samuel lá em primeira, Samuel, 21 a 10. Nós temos AAO magnificar de Maria. A resposta que Maria dá notícia do anjo que Fala Pra Ela que ela seria a mãe do Salvador e também a resposta que ela dá em saudação a Isabel. Lá em Lucas, um 4655, nós temos a profecia de Zacarias após o nascimento do João Batista, nós temos a música da juíza Débora e de Barack, não o Obama, outro Barack. Em resposta à Vitória sobre sísera e jabim de kanan, enfim, temos várias músicas, mas o que é interessante sobre essa música? O interessante sobre o cântico de Moisés é que esse é o primeiro. Essa é a primeira canção registrada nas escrituras. Muitos comentaristas dizem que provavelmente a canção mais antiga do mundo com registro documental, então ela tem 11. Beleza peculiar por inaugurar uma tradição, inaugurar uma forma de expressar a duração para o povo de Deus. Queridos na vida do povo de Israel, a música tinha um papel central na adoração e na celebração. Cantar era uma expressão de amor e gratidão, e eles cantavam para tudo. Você não precisava pedir para alguém para uma banda tocar para ele cantar. Eles cantavam naturalmente, porque essa é uma maneira muito natural, muito óbvia para eles, de passar as tradições orais, as histórias do povo de Deus para as gerações posteriores. Então é curioso, a gente poderia pensar que os pais tinham o hábito de cantar para os seus filhos, de cantar as histórias do povo de Deus. Eu não sei se você já teve essa esse privilégio. Eu cresci numa família em que minha mãe cantava para mim, ela cantava as histórias da bíblia. E eu aprendi muitos textos bíblicos cantando a esses versos e cantando esses poemas e esse texto em particular de 3 estrofes. Ele, ele testou o meu hebraico confesso para os irmãos essa semana, mas foi muito interessante observar a beleza e a forma detalhada com que Moisés elabora essa poesia, principalmente No No hebraico, na tradução para o português. A gente pede muito da rima, do ritmo AE de outras características da poesia. Mas nós vamos tentar extrair o máximo que nós pudermos aqui. Versículo um, veja comigo. Então entrou o Moisés e os filhos de Israel. Este cântico ao senhor e disseram. Cantarei ao senhor. Você não pode se esquecer do que veio antes disso para entender por que que eles estão cantando ao senhor. O povo de Israel. Egípcios nas costas, mar na frente, Moisés usa o seu bordão. E abre o mar e o povo passa uma noite inteira atravessando o mar com os egípcios na cola. Queridos, um evento que não acontece todo dia nas nossas vidas. Deus havia permitido que esse povo fosse liberto de uma maneira totalmente miraculosa e Sobrenatural. Os olhos deles viram algo que eles jamais haviam visto, uma salvação de nível de uma proporção inimaginável. E o senhor permitiu que naquela caminhada da noite, eles fossem protegidos de maneira especial, à medida que o senhor os conduzia naquela nuvem, naquela coluna de fogo, fazendo tamanhos, separação entre eles e o exército inimigo para que eles tivessem tempo de ir à frente. E o que acontece naquela caminhada, queridos, num determinado momento, Deus pede a Moisés que levante o seu Cajado mais uma vez, para que as águas não agora mais se repartam, mas agora elas caiam sobre a cabeça dos. Egípcios e o povo enquanto atravessava a via, os egípcios sendo afogados na traseira. E aí o povo logo, o texto nos diz no capítulo 14, que logo no início da manhã, quando eles olham para a praia, eles vêem os cadáveres dos egípcios. Gol. E eles cantam exatamente isso que acontece, queridos. Deus marcou um ponto a que Deus marcou, algo que eles não podiam fazer por eles. Queridos. Eles estavam livres de uma vez por todas. E o que é que Moisés fala? Cantarei ao senhor. Cantarei ao senhor porque. Porque ele triunfou gloriosamente, eu quero sugerir para você e para a para você, meu irmão, para você, minha irmã, que essa frase, essa última penúltima frase do versículo um, porque o senhor triunfou gloriosamente é a frase que caracteriza a vida do crente. Essa é a nossa frase, como naquela música que é um tempo atrás, a equipe dos shows nos ensinou. Eis que uma fonte aberta está, você vai cantando e você fala que a Liberdade, o perdão de Cristo Jesus, são o nosso tema e o nosso vigor. Meu tema e meu vigor, meu tema e meu vigor. Esse é o nosso tema e o nosso vigor. Deus triunfou gloriosamente. Você crê nisso, meu irmão, você crê que nós somos hoje os beneficiários dessa realidade de que isso nos alcançou de que nada mais resta? Deus já venceu e nós cantamos em resposta ao que ele fez porque, porque ele lançou no mar o versículo nos diz, na última frase, ele lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. Veja que o motivo de adoração a Deus específico. É porque Deus manifestou a sua grandeza ao fazer algo específico ao derrotar o inimigo ao dar um fim aquele que era o nosso perseguidor. Mas a gente precisa anotar algo antes de avançarmos nessa teologia dos nossos inimigos. Nós precisamos entender que, desde o início desse poema. Deus, e somente ele é o único objeto e o único sujeito desse poema. Nós estamos tão acostumados a cantar músicas na nossa tradição cristã, em que a gente fala da gente, a gente gosta de falar da gente. Nós gostamos de falar da nossa adoração, daquilo que nós fazemos por Deus, mas esse não é o cântico de Moisés, o cântico de Moisés não é a forma como eu me derramo na presença de Deus, como eu choro na presença de Deus. Como eu busco o colinho de Deus, como eu faço qualquer uma dessas coisas. O cântico de Moisés é somente sobre Deus, ele é aquele que é o alvo da nossa adoração. Ele é o objeto e ele é aquele o sujeito que fez todas as coisas do cântico. Nós não podemos nos esquecer que quando ele estava atravessando com o povo, no meio do mar, Moisés fala para o povo, não temam, margem, porque vocês vão ver o que Deus fazendo grandes coisas vocês vão só assistir. Deus vai fazer essas coisas e ele caracteriza isso também na forma de cantar, o que é interessante desse cântico queridos é que nós aprendemos como louvar a Deus. Como cantar para Deus, nós cantamos muitas coisas hoje em dia, meus irmãos e eu confesso para vocês, com muito arrependimento, que hoje eu particularmente já cantei muitas coisas que eu gostaria de não ter cantado, coisas que não eram verdades, coisas que não refletiam a grandeza desse texto. Muitas vezes distorciam a maneira como Deus quer que nós cantemos que nós, exprima moça a verdade da adoração. E aqui está um bom modelo para a gente. Coloque Deus no centro. Nós somos chamados para viver para Deus. Não é Deus que vive para a gente, ele é o objeto e o sujeito de tudo em nossas vidas, e isso deve caracterizar o nosso cântico. E aí, a partir desse versículo 2, Moisés começa a descrever a maneira como Deus demonstrou a sua força em derrotar os inimigos. Por exemplo, no versículo 2, ele disse que o senhor é a minha força e o meu cântico que Deus é a nossa música. De que ele é exatamente aquilo que nós exprimimos e ele nos foi por salvação. Uma palavrinha tão bonita no hebraico que se eu falar para você, você vai reconhecer na hora o que eu estou falando, a palavra EE chuá. Essa palavra linda já aparece aqui. Essa palavra que caracteriza a própria identidade do nosso senhor Jesus Cristo. Ela já aparece aqui na sua forma mais primitiva, numa variação do hebraico, mas que traduz esse ponto. Veja o versículo 2, segunda parte ele é o nosso Deus. Por isso nós o louvaremos, ele é o meu Deus. Portanto, eu o louvarei e ele também é o Deus do meu pai e por isso eu exaltarei você consegue perceber o que Moisés está fazendo aqui? Esse paralelismo hebraico em que ele fala de uma ideia só de 2 maneiras diferentes, ele é o meu Deus e eu, exaltou. Por isso, mas ele também é o Deus do meu pai, daqueles que vieram antes de mim. Nós não podemos nos esquecer, queridos, que quando Deus tem aquele encontro fantástico com Moisés na sarça ardente, ou podemos dizer que foi o encontro de Moisés com Deus, porque Moisés que foi pego de surpresa. E ele chega na sarça ardente e Deus em êxodo 3 se apresenta a Moisés, como eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó. Talvez Moisés você não entenda de maneira próxima quem eu sou, mas eu quero te contar uma coisa, a sua família me conhece. Eu sou o Deus que vem se relacionando contigo na história há muitos anos eu venho cobrindo todas as bases até que cheguei a você, queridos, de uma certa maneira de Moisés tá de um com uma, com um coração grato ao senhor, porque ele reconhece que Deus vinha soberanamente alcançando a sua vida lá do passado. Lá de muito tempo atrás, filhos. Que estão aqui hoje, aprendam a ser gratos a Deus pela fé que o papai e a mamãe de vocês passaram para vocês. Porque quem sabe hoje, você ainda tenha muito essa ideia de eu vou para igreja porque os meus pais me levam para a igreja, mas essa fé dos seus pais deve ser a sua fé. Deve ser a sua adoração, deve ser o seu Deus, a sua salvação. Essa é uma realidade profunda que Moisés reconhecia e o povo agora reconhecia também, mas algo novo, na identidade de Deus que é revelado aqui no versículo 3, o senhor é homem de guerra. O senhor é o seu nome? Me faz lembrar dos cânticos que eu cantava como era jovem, o cânticos de guerra jovens gostam disso, não é homem de guerra, é Jeová, seu nome é temível na Terra. Eu já cantei vários desse pelo senhor marchamos? Sim. Eu poderia fazer um sermão cantado aqui se eu quisesse. Mas, queridos, há uma realidade profunda sobre quem Deus é na vida do seu povo. Deus é um Deus que guerreia. Jeová seba hotel e a watches e ballots uma expressão maravilhosa que começa aparecer aqui para falar sobre esse senhor dos exércitos, sobre esse Deus que combate os inimigos de maneira feroz. E o senhor é o seu nome? Ele associa o nome avé auto revelação de Deus, o grande eu sou agora com essa nova identidade adicional que o povo viu de maneira Clara no mar. Deus lutou por nós. O inimigo se levantou, mas Deus se levantou acima do inimigo, inclusive a expressão aqui no versículo um, porque triunfou gloriosamente, seria melhor traduzida como Deus se elevou acima de todas as coisas. Deus se eleva acima de todas as coisas e ele passa a guerrear pelo seu povo. Os versículos 4 a 6 descrevem o que ele fez. Ele lançou no mar os carros de faraó e seu exército, os seus capitães, afogaram se no Mar Vermelho os vagalhões os cobriram, desceram as profundezas como Pedra. Queridos Deus, fez algo terrível, talvez quando a gente leia o texto, a gente não consegue visualizar mentalmente o que Deus estava fazendo aqui, queridos, foi um massacre. Fui algo terrível, aquilo que foi libertação para o povo, na verdade, foi uma cena assombrosa. Homens desesperados pela sua própria vida, incapazes de se salvar. Os egípcios, que se achavam tão poderosos agora foram dominados por Deus. Dominados pelo senhor, querido, essa é uma realidade muito profunda. Nós precisamos entender que os inimigos de Deus muitas vezes se levantam de maneira arrogante, achando que eles são capazes de lutar contra o próprio Deus. Veja que no versículo a no versículo 7, o texto nos diz que na grandeza da tua excelência de Ribas, os que se levantam contra ti, talvez eu e você tenhamos a impressão de que os egípcios estavam lutando contra os israelitas. Mas não, na verdade, eles estavam se levantando contra quem? Contra Deus? E aqueles que se levantam contra Deus, vão ter que lidar com Deus. Deus não está aqui simplesmente tomando as dores dos israelitas para si como alguém que quer dar uma ajudinha. Não. Ele entende que afronta é contra ele, contra todo aquele que se coloca no lugar dele. E era exatamente isso que faraó fazia, faraó era um homem que se achava Deus. Se autoproclamava Deus sobre a Terra, Deus para os egípcios, e Deus não aceita a competição, meus irmãos. Deus não aceita competição, veja a arrogância do inimigo no versículo 9 quando ele diz, perseguirei, alcançarei repartirei os despojos, nossa, aqui, inimigo cheio, disse o inimigo que ele acha que vai fazer e acontecer que nada pode refreá-lo. Mas o que é que Deus diz? Cansei. Já deu. Olha o que que ele fala nesse versículo, versículo 9, a minha alma se fartará deles. Arrancarei a minha espada e a minha mão os destruirá, a mesma adestra poderosa do senhor que foi responsável por tirar o povo do Egito. Agora é a mão que vai afundá-los na sua própria miséria. A descrição é terrível, queridos, o versículo 10 diz que eles afundaram se como chumbo em águas à impetuosas. O versículo 5 diz que eles desceram como pedras. E os vagalhões de Deus caíram sobre eles e literalmente os soterraram. Tem algo aqui que você não pode deixar de ver, talvez você deixe de ver porque. Nem todo mundo sabe hebraico, isso acontece. Acontece de vez em quando. Queridos, a linguagem que Moisés está usando aqui presta atenção. É a mesma linguagem? Que faraó utilizou para dar a ordem aos egípcios em êxodo um, para falar que eles deveriam lançar os bebês israelitas no Nilo. Que eles deveriam pegar cada um daqueles bebês e afundá-los no Nilo. O que Moisés está falando é que Deus agora está fazendo com os egípcios a mesma coisa que eles fizeram com os israelitas. Queridos, isso é tremendo. Deus é o Deus da vingança e a ele somente pertence à vingança no tempo certo, ele faz as coisas no tempo perfeito da forma perfeita e saiba de uma coisa, meu irmão e minha irmã, você que tem passado dificuldades com os inimigos dessa vida no tempo certo. O senhor subverterá cada um deles. Cada um deles. O senhor sabe o que está fazendo, e Deus está usando até de uma certa ironia aqui agora, queridos, essa ironia, o caminho está aberto, não para vocês, egípcios. Mohamed, experimentem a ira do senhor. Isso me faz lembrar, queridos a vocês, vão se lembrar que em 2004 aconteceu aquele a tsunami na Indonésia. Vocês lembram disso? O tsunami que matou aproximadamente 300000 pessoas? A eu lembro quando eu estava assistindo as notícias e as primeiras imagens começaram a sair. Uma filmagem de uma menina que estava sob uma das pedras e ela vai filmando o mar, o mar retrocedendo. Você lembra? Talvez alguns de vocês tenham assistido esse vídeo. O Maia vai vai retrocedendo, 100, 200 m, 500 m 1 km. 23, 4 km para dentro e de repente vem aquela linha branca no Horizonte. Aquela linha branca, e ela vem devastando com força. Com tamanha força, queridos, que ela não somente chega até à praia, mas ela avança até os quiosques e dos quiosques, ela passa para os hotéis e dos hotéis. Ela passa para as ruelas mais próximas e das ruelas. Ela invade a cidade inteira. Pessoas desesperadas por não saberem o que fazer. Homens que se acham tão conhecedores das tecnologias capazes de nos salvar. Dos sistemas capazes de nos fazer sobreviver agora se vêm completamente inabilitados para fazer qualquer coisa. É algo desse tipo, queridos, que leva Moisés a registrar o versículo 11 quando ele diz, ó senhor. Quem é como tu? Entre os deuses, quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas Maravilhas estendesse adestra e a Terra os tragou. Se você acha que o tsunami da Indonésia foi algo terrível para para pensar nessa cena. EOO, salmista, Moisés, nesse texto, reconhece algo profundo. Ele reconhece que essa é uma manifestação da santidade de Deus de que esse é um aspecto da santidade de Deus que nós não podemos ignorar a sua justiça, a sua ira. A sua ira justa, meus irmãos, nós tantas vezes nos esquecemos desse aspecto, dos atributos de Deus no nosso relacionamento com ele. Nos acostumamos com a graça, com o amor, com a misericórdia dele, mas nos esquecemos que santidade também é justiça. Deus é justo juiz sobre a Terra e no momento que ele quiser num piscar de olhos, ele faz a Terra se abrir os abismos da Terra se abrirem e tragarem aquele uma figura bem apocalíptica. Se você parar para pensar, quando a gente fala de abismo, estamos falando de uma cena terrível para todos aqueles que não se sujeitam a santidade. De Deus ao seu senhorio, queridos, essa era a primeira coisa que a gente tinha para ver o nosso Deus é um Deus onipotente e manifesta sua grandeza na forma como ele cuida dos inimigos. Mas Deus não dá somente um fim para os inimigos. Deus dá um fim também para os amigos. Para aqueles que pertencem a ele, e esse é o nosso segundo ponto, o versículo 13. Veja, a partir desse versículo, como é que Deus estabelece um povo da salvação? Com a tua Beneficência guiaste, o povo que salvaste com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. Queridos Moisés, reconhece que havia algo sendo feito com 2 lados, 2 facetas da mesma ação de Deus, uma condenatória e outra salvífica. Uma que era execução de juízo para aqueles que mereciam perdição, e outra que é execução de misericórdia para aqueles que mereciam perdição. Você consegue ver o mistério aqui? O povo de Israel não era um povo que merecia a salvação. Na verdade, como nós já falamos em vários textos, o povo de Israel merecia exatamente o mesmo destino dos egípcios, um povo que se esquecia facilmente do senhor, um povo que temia o inimigo visível, mas não temia o Deus invisível. Mas eles mereciam o mesmo destino dos egípcios, mas há algo em Deus, há algo na forma de ser de Deus que muda todo esse quadro? E essa palavrinha do versículo 13 Beneficência. Esse é uma palavra da qual eu e pastor Emílio não não nos cansamos de falar de púlpito o hebraico reset, uma palavra de difícil tradução. A gente, não. Muitas palavras hebraicas, a gente não tem um equivalente direto daquela palavra, talvez muitos de vocês não conheçam como a tradução dos manuscritos originais funcione, mas muitas funcionam, mas muitas vezes é um processo de tentativa e erro de você ir consultando as Fontes mais próximas para poder entender de fato como esse. O estudo da manuscritologia bíblica funciona e essa palavrinha reset tem sido traduzida talvez na sua bíblia, que é uma versão diferente, pode ser traduzido como misericórdia, a pode ser traduzido como o amor Pactual de Deus pode ser traduzido como a benevolência de Deus, mas a verdade, queridos, é que essa palavra simplesmente significa um amor dedicado. Um amor devoto, um amor sacrificial, um amor incondicional. Geralmente a gente pensa que essa palavra é de fato, ela aparece na bíblia descrevendo muito o amor de Deus. Perdão, o amor do povo, por Deus, um povo que se dedica em adoração, em amor. Reset mas curioso, queridos, é que a bíblia dá mais preferência para descrever o amor de Deus pelo povo dessa forma. Um amor dedicado, um Deus todo poderoso e grande, se dedicando, indo atrás de um povo pequenininho e pecador. Isso é algo tremendo, queridos. Isso é algo que diz muito a respeito de quem Deus é. Deus não IA, não ama e se importa somente com os seus iguais, com aqueles que são maiores do que ele? Não, Deus é um Deus que ao longo da história meus irmãos tem demonstrado o seu cuidado pelas coisas pequenas desse mundo. Pessoas como eu e você. Que pecamos todos os dias. Pessoas como eu e você, que fazemos promessa aqui, agora, e daqui a 5 minutos abandonamos as nossas promessas, pessoas que eu e você que não conseguimos sustentar a verdade, somos preguiçoso. Somos exatamente como o povo de Israel. Deus nos ama, Deus nos ama de maneira incondicional. Devota, dedicada e sacrificial. E este amor de Deus que nos alcança, que é o amor que nos salva. Como o próprio texto nos diz, é o amor também que nos guia. Não é somente o amor que nos livrou do perigo da travessia do Mar Vermelho, mas é o amor de Deus que agora nos conduz após o Mar Vermelho. É o povo que nos é o amor de Deus que nos guiará até. A Terra Prometida do senhor ou, como texto, coloca de maneira maravilhosa a habitação da santidade de Deus. Você consegue ver o que está acontecendo aqui? Até onde eu li nesse texto, a santidade de Deus foi responsável por destruir algumas pessoas. Mas agora, a santidade de Deus se torna o local onde eu e você habita mozi, na presença de Deus. Os 2 lados desse Deus maravilhoso, um Deus que julga justamente e um Deus que age com misericórdia, não meritoriamente por não, não por algo que nós merecemos. Isso é fantástico. Amados, isso é lindo. Mas Deus manifesta sua reputação também para os povos da Terra. É o que nós vemos do versículo 14, quase até o final, o versículo 16, os povos o ouviram. Eles estremeceram agonias, apoderaram, se dos habitantes da filístia vamos entender uma coisa aqui. O cântico de Moisés não foi registrado no momento em que ele foi cantado. Nós precisamos entender isso. Quando é que o pentateuco foi escrito por Moisés, Gênesis um a 3, Deus criou o mundo de tal maneira, não Deus, AO espírito de Deus habita, vai sobre a face das águas. No princípio, criou Deus os céus e a Terra. Estava lá, Moisés anotando tudo. Foi isso que aconteceu. Estava lá, Moisés. Calma Deus. Não foi isso o que aconteceu. O espírito de Deus inspirando este homem falível anos depois, permitiu que ele tivesse acesso a revelação de Deus e o mesmo se aplica a esse povo, a esse texto, a essa época, na história da Redenção, quando nós Lemos agora a descrição desses povos, os habitantes da filístia, os príncipes de edom, os poderosos de Moabe. Nós não estamos falando de coisas que estavam acontecendo à medida que eles cantavam, mas de acontecimentos que foram acontecendo ao longo da história do povo de Israel. E foram registrados depois. Deus garante para Moisés, lá em deuteronômio 2 de que os povos da Terra reconheceriam a reputação de Deus, na verdade, deuteronômio 2 nos diz algo que fica parecendo que Deus iria infundir um temor Sobrenatural nos povos da Terra que os cananeus. O texto até nos diz no versículo a 14. Isso no versículo 14, que os poderosos de Moabe se apoderam, temor esmorecem todos os habitantes de Canaã de que aquele medo de que aquela reputação de Israel como o povo que pertencia a Deus, o senhor dos exércitos, era uma pré-disposição Sobrenatural deles para que tremecém adeus. O versículo 16 escreve sobre eles, cai espanto e pavor pela grandeza do teu braço. Emudecem como Pedra até que passe o teu povo, ó senhor, até que passe o povo que adquiriste. Os povos do mundo queridos, ainda que hoje não reconheçam quem é Deus, um dia reconheceram. Todo joelho se dobrará. Todo olho, verá toda língua proclamará que Jesus Cristo é o senhor. Isso aqui é uma prévia, é uma prévia de um cenário cósmico que vai se cumprindo à medida que a história da salvação vai caminhando. Esse povo que Deus adquiriu é um povo para ser temido, hã? Como é que é esses Cravinhos israelitas? Sim. Eles não devem ser temidos porque eles são grande coisa, mas você já deu uma olhada no Deus deles. Encrenca? Encrenca, muita, como diria o reverendo Emílio. Nós somos o povo de Deus e por isso somos protegidos pela identidade dele. Mexeu conosco, mexeu com ele. É tão bom quando a gente fala isso na escola, não é? Quando a gente fala assim é que você tem algum grupo de amigos e você fala assim, olha, não mexe comigo não, porque se você chamar mexer comigo, eu vou chamar o Mano. E o Mano vai te pegar na saída. A gente gosta de se esconder debaixo da saia de alguém que possa nos proteger, queridos, nós podemos nos esconder debaixo da saia de Deus porque ele é o nosso protetor. Ele é a nossa segurança, ele é o nosso escudo e a sua reputação se espalha sobre a face da Terra. Deus é aquele que nos adquiriu essa palavrinha que também que é tão preciosa, que significa resgate. Redenção. Ela aparece de novo lá em levítico 25, quando Moisés começa a descrever as leis cerimoniais e ele fala sobre a lei do resgate. A lei que significava que quando alguém estava sendo abandonado, uma esposa estava sendo abandonada. O marido faleceu, que essa pessoa poderia ser resgatada mediante o pagamento de um preço da compra das terras da família. E aquela família parece, passaria a ser cuidada pelo resgatador. Por o texto está usando a mesma palavra, a palavra. A aquisição aqui tem a ver com a palavra Hebraica gaal, que significa resgatador Salvador. Deus é o nosso resgatador, ele nos comprou, nós somos dele, ele pagou o débito e agora mexeu com a gente. É mexer com propriedade dele. É mexer com aquilo que pertence a ele e ninguém pode fazer isso porque ele é o próprio Deus, ele é aquele que o versículo 1718 encerra essa sessão, falando que nos introduz e nos planta no Monte da tua herança, no lugar que ele aparelha se para a nossa habitação no santuário, ó senhor, que as tuas mãos estabeleceram, nós passamos a herdar queridos as promessas superiores das quais nós falamos hoje de manhã. Nós em Cristo, temos agora um local de habitação celestial. Podemos coexistir com esse Deus Santo porque temos um Santo cordeiro como nosso advogado e intercessor, e por isso nós podemos estar com ele. Nós podemos estar na presença dele para todo o sempre e isso é o que nós chamamos de domínio de reinado. AO cântico termina dessa maneira, o versículo 18 e 19, o senhor reinará por todo o sempre porque os cavalos de faraó, com seus carros e com seus cavalarianos, entraram no mar e o senhor fez tornar sobre eles as águas do mar? Mas os filhos de Israel passaram a pé enxuto pelo meio do mar. Cantar que o senhor é rei é bonito. Mas cantar que o senhor é rei, sem entender o que nós Lemos aqui hoje é feio. Porque é um rei pobre, é um rei cuja dimensão nós não conseguimos mensurar. Veja, esse é o nosso rei, queridos, um rei que luta, um rei que compra um lei que um rei que vinga um rei que domina. Nós nunca podemos colocar esse rei dentro de uma caixinha, porque ele não cabe. Ele é um Deus grande em poderosos feitos, ele pega o mais poderoso dos homens da Terra e ele esmaga com seu dedo. Esse é o nosso rei, esse é o nosso rei grande, in poderosos feitos até a irmã de Moisés reconhece isso. O texto nos diz versículo 20 e 21 que a profetiza Miriã, irmã de Arão, tomou um tamborim e todas as mulheres saíram atrás dela, com tamborins e com danças. A pergunta que aparece aqui, como assim, que que é uma profetisa? Hã? Como assim ela era uma profetisa? Nesse momento da história, nós não temos o registro de um ofício profético na vida do povo de Deus. A palavra profeta profetisa significava algo muito mais simples nessa época do que o conceito que nós temos na cabeça hoje de um ofício de profeta, era simplesmente alguém que falava em nome de Deus. Mirian já havia sido usado poderosamente por Deus quando, no início da vida de Moisés, você lembra disso? Que Deus havia usado aquela serva poderosamente, aquela serva cheia de fé. Para salvar o próprio irmãozinho, que viria a ser o mediador dessa Aliança. Algo lindo, queridos. A fé de Miriam, que fez ela correr Sério risco, agora está sendo de uma certa maneira honrada em que ela participa da vida de adoração do povo de Deus. Na verdade, ela é uma espécie de líder entre as mulheres. O texto nos diz que ela pega os tamborins e sai com quem com as mulheres dançando e cantando e louvando a Deus. Por que que elas estão cantando? O que elas estão fazendo? Elas estão respondendo aquilo que está sendo cantado pelo povo. É como se o povo falasse, cantar é o senhor e elas fala assim, canta é o senhor. Se o povo falasse, porque gloriosamente triunfou elas, porque gloriosamente triunfou. Elas estão cantando de Alegria e cantando o mesmo refrão do início do cântico de Moisés. Elas estão participando. Mulheres que importante que as mulheres da igreja sejam fonte de Alegria e celebração para os grandes feitos de Deus. Esse versículo que não poderia falar isso de forma mais Clara. Que as mulheres são, sim, responsáveis também por alimentar essa Esperança na vida do povo por cantar com Alegria, por servir com Alegria, por seguir a Deus e as suas próprias líderes que são instituídas por Deus. Nós precisamos entender, queridos, que esse é um cântico de Vitória e celebração. Jesus cantou com seus discípulos, vocês sabiam disso? Naquela noite derradeira? Na véspera? Da crucificação, em que eles estavam celebrando a Páscoa? O texto de Mateus 26 nos diz Mateus 26, versículo 30, nos diz que Jesus e seus discípulos cantaram um hino e saíram para o Monte das Oliveiras. Então, interessante, queridos, que eles cantaram um hino. Após celebrar exatamente aquilo que o povo de Israel estava celebrando e eu fico me perguntando como era esse hino, o que será que eles estavam cantando na Páscoa judaica? Na celebração havia alguns Salmos específicos. Aquilo que nós chamamos dos Salmos de halel, que eram usados para celebrar esse momento específico na vida do povo de Deus. Essa festividade, alguns Salmos, por exemplo, o Salmo 113 ao 118, eram considerados o pequeno Rael. O Salmo 135 era o halel do meio. EOO, Salmo 150 era o grande halel, era um cânticos de louvor e exaltação a Deus pelos seus grandes feitos, pelos acontecimentos da vida. E você sabia que eu imagino que a Jesus e seus discípulos naquela noite estavam cantando um conteúdo parecido com que o povo de Deus estava cantando? Na travessia do Mar Vermelho, por que que eu acho isso? Porque um dos raleis mais famosos é o Salmo a ou pelo menos, ali, naquele conjunto, é o Salmo 136 e o Salmo 136, ele fala sobre reset, sobre o amor Pactual de Deus, quando nós Lemos o Salmo 136, nós Lemos coisas do tipo. Render graças ao senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre, rendei graças ao Deus dos deuses, porque a sua misericórdia dura para sempre. Rendei graças ao senhor dos senhores, porque a sua misericórdia dura para sempre. Veja bem, aquele que feriu o Egito nos seus primogênitos, porque a sua misericórdia dura para sempre e tirou Israel do meio deles porque. Que a sua misericórdia dura para sempre, com mão poderosa e braço estendido, porque. Porque a sua misericórdia dura para sempre àquele que separou em 2 partes o Mar Vermelho, porque porque a sua misericórdia dura para sempre e por entre elas, fez passar a Israel. Por quê? Porque a sua misericórdia dura para sempre, é recebe para cima, recebe para baixo, recebe por todo o lado. Essa é a verdade da vida do povo de Deus. Tudo é reset, tudo é o amor de Deus por nós, esse amor maravilhoso que caracteriza a minha e a sua vida e caracterizou a vida do nosso Salvador, Jesus Cristo, que se entregou por nós de maneira incondicional, devota e totalmente dedicada. Esse é o amor de Deus na sua plenitude. E sabe como eu sei, não sou profeta nem filho de profeta, mas falo isso com toda autoridade. Sabe como eu sei que um dia, ainda que eu não saiba hoje a melodia do cântico de Moisés um dia eu saberei porque este cântico tem sido cantado há anos e continuará sendo cantado por muito tempo, porque nós Lemos hoje. No texto de apocalipse 15, que naquele momento derradeiro em que Deus está fazendo o julgamento final dos seus inimigos e que os 7 flagelos de Deus estão sendo manifestos, o texto nos dizem apocalipse 15, versículo 2, que, como num mar de vidro mesclado de fogo, os vencedores da besta, da sua imagem e do seu número se achavam de pé, tendo harpas de Deus. E o que que eles cantavam? O cântico de Moisés. Servo de Deus, e o cântico do cordeiro dizendo. Grandes e admiráveis são as tuas obras. Senhor todo-poderoso, justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó rei das nações, quem não temerá, quem não glorificará seu nome? Pois só ter um nome é Santo. Está na bíblia, queridos. Glória a Deus. Por isso nós cantaremos isso com Alegria, amados para sempre. Nós seremos o povo mais feliz, porque a gente vai cantar música de Moisés, que coisa boa. Que coisa maravilhosa. Meus irmãos, esse cântico é o cântico da Vitória, queridos, não essa Vitória que o mundo prega, mas a Vitória da Cruz do calvário. Glória seja dada ao cordeiro Santo de Deus. Que coisa maravilhosa, amados. Todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos, Glória a Deus por isso, queridos Glória a Deus nós cantaremos e celebraremos o rei das nações. Pelos seus maravilhosos feitos, porque só ele é Santo, vamos orar. Obrigado, senhor, por que tu és o rei soberano sobre toda a Terra e o senhor nos guia com teu amor reset. Obrigado, pai, porque este amor Pactual nos alcançou quando estávamos perdido, sem notas em nossos delitos e pecados, e o sangue do cordeiro Santo foi derramado por nós, e nós cantamos de Alegria. Nós exaltamos o Santo Deus, nós louvamos o teu nome porque tu triunfaste gloriosamente.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O capítulo 15 de Êxodo apresenta o cântico de Moisés e do povo de Israel após a travessia do Mar Vermelho, celebrando a vitória de Deus sobre os egípcios.
  2. O cântico é estruturado em três estrofes, exaltando a onipotência de Deus ao destruir os inimigos e a sua salvação misericordiosa ao guiar o povo.
  3. Deus é o único objeto e sujeito do poema, destacando sua santidade, justiça e amor pactual (hesed), que salva e conduz Israel.
  4. Miriam, irmã de Arão, lidera as mulheres em danças e tamborins, respondendo ao cântico com alegria e celebração.
  5. O texto aponta para o futuro, conectando o cântico de Moisés ao cântico do Cordeiro em Apocalipse 15, onde os vencedores louvam a Deus por seus feitos justos.

Summary:

O capítulo 15 de Êxodo registra o cântico de vitória de Moisés e dos filhos de Israel após Deus destruir o exército egípcio no Mar Vermelho. Este é o primeiro cântico das Escrituras, um poema de três estrofes que exalta a Deus como guerreiro poderoso e salvador misericordioso. Na primeira parte, Moisés louva a Deus por sua onipotência, descrevendo como ele lançou cavalos e cavaleiros no mar, afogando os perseguidores.

A segunda estrofe enfatiza a singularidade de Deus entre os deuses, sua santidade e justiça, que se manifestam tanto na destruição dos inimigos quanto na proteção do povo. A terceira parte celebra o amor pactual de Deus (hesed), que guia Israel à habitação da santidade divina, e anuncia o temor das nações vizinhas diante da reputação do Senhor. O cântico termina proclamando que Deus reinará para sempre, enquanto Miriam lidera as mulheres em danças e tamborins, ecoando o louvor.

O texto conecta essa celebração ao futuro, lembrando que Jesus e os discípulos cantaram hinos semelhantes, e que em Apocalipse os vencedores entoarão o cântico de Moisés e do Cordeiro. Assim, a mensagem central é que Deus triunfa gloriosamente, julga com justiça e salva com amor dedicado, sendo digno de adoração eterna.

FAQs

Porque Êxodo 15 apresenta a primeira canção documentada na Bíblia, entoada por Moisés e pelos israelitas após a travessia do Mar Vermelho. Muitos comentaristas a consideram uma das canções mais antigas com registro documental no mundo.

'Chesed' descreve o amor dedicado, sacrificial e incondicional de Deus, que guia e salva seu povo apesar de seus pecados. Esse amor é central na teologia do cântico e aparece também no Salmo 136, que celebra a misericórdia eterna de Deus.

O cântico é citado em Apocalipse 15, onde os vencedores sobre a besta cantam o 'cântico de Moisés' e o 'cântico do Cordeiro', unindo a redenção do Êxodo à salvação em Cristo. Isso mostra sua relevância eterna na história da redenção.

Miriã, chamada de profetisa, lidera as mulheres com tamborins e danças, respondendo ao cântico de vitória. Ela demonstra o papel ativo das mulheres na celebração e adoração, servindo como líder espiritual e exemplo de alegria nos feitos de Deus.

As três estrofes (versículos 1-6, 7-11 e 12-18) exaltam a onipotência de Deus na destruição dos inimigos, sua santidade e justiça, e como Ele estabelece e conduz seu povo. Essa estrutura poética reflete a profundidade teológica do cântico.

A música é uma válvula criada por Deus para expressar sentimentos profundos, como alegria e gratidão. Ela também registra grandes vitórias e livramentos, como visto no cântico de Moisés, que celebra a libertação do povo e inspira gerações futuras.

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