Êxodo 13.17–14.31 - Ó, Deus de tão grande livramento - Rev. Matheus Inácio
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O texto aborda a narrativa bíblica de Êxodo 13 e 14, focando na jornada de Israel após a libertação do Egito. Deus, em Sua sabedoria, não conduz o povo pelo caminho mais curto, pela terra dos filisteus, para evitar que se desanimem diante de inimigos poderosos. Em vez disso, Ele os guia pelo deserto, perto do Mar Vermelho, demonstrando cuidado com o coração ainda frágil do povo recém-liberto da escravidão. A presença divina é visível através de colunas de nuvem e fogo, que não se apartam deles, garantindo direção e proteção. Moisés também leva os ossos de José, cumprindo a promessa de que Deus visitaria Seu povo e os conduziria à Terra Prometida. Contudo, Deus ordena que Israel retroceda e acampe em um local encurralado, provocando Faraó a persegui-los. Deus endurece o coração de Faraó para que ele persiga Israel, com o propósito de glorificar Seu nome diante dos egípcios. Quando o exército egípcio se aproxima, Israel sente grande temor e clama ao Senhor, questionando Moisés. Este responde com fé, exortando o povo a não temer e a confiar no livramento divino, pois Deus pelejará por eles. A mensagem enfatiza a necessidade de confiar nos caminhos de Deus, mesmo quando parecem becos sem saída, e reconhecer que Ele é a fonte de livramento, inclusive do perigo supremo da morte. O pregador conecta essa história à vida cristã, lembrando que Deus nos guia, protege e nos dá esperança, mesmo em meio às perseguições e temores.
A partir do livro de êxodo.
Capítulo 13.
Versículo 17.
Iremos nessa primeira parte apenas até o versículo 14 do capítulo 14.
Esta grande narrativa da passagem pelo Mar Vermelho, o privilégio de pregar nesse texto queridos, que coisa boa eu peço ao senhor.
Minha oração é que nessa noite, você dedique toda a sua atenção para entender a vontade de Deus para nós, Deus fala por meio da sua palavra e temos certeza absoluta que ele haverá de falar por meio desse texto.
Inspirado, então, preste atenção, êxodo 13, versículo 17.
Leremos até o versículo 14 do capítulo 14.
Assim diz a palavra do nosso Santo Deus.
Tendo faraó deixado ir o povo, Deus não levou pelo caminho da Terra dos filisteus, posto que mais perto, pois disse para que, porventura o povo não se arrependa vendo a guerra e tornem ao Egito, porém, Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto, perto do Mar Vermelho e arregimentados, subiram os filhos de Israel, do Egito.
Também levou Moisés consigo os ossos de José, pois havia este efeito.
Os filhos de Israel jurarem solenemente dizendo, certamente Deus vos visitará.
Daqui, pois levai convosco os meus ossos, tendo, pois, partido de sucote e acamparam se em etã à entrada do deserto, o senhor IA adiante deles durante o dia, numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho durante a noite, numa coluna de fogo.
Para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite, nunca se apartou do povo.
A coluna de nuvem, durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite, disse o senhor a Moisés fala aos filhos de Israel que retrocedam.
E se acampem defronte de π hairote, entre migdol e o mar?
Diante de baal, zefom em frente dele, vos acamparei junto ao mar.
Então faraó dirá dos filhos de Israel, estão desorientados.
Na Terra, o deserto os encerrou endurecerem o coração de faraó para que os persiga.
E serei glorificado em faraó e em todo o seu exército, e saberão os egípcios que eu sou o senhor.
Eles assim o fizeram sendo, pois anunciado ao rei do Egito.
Que o povo fugia, mudou-se o coração de faraó e dos seus oficiais contra o povo e disseram que é isso que fizemos, permitindo que Israel nos deixasse de servir e aprontou o faraó, o seu carro e tomou consigo o seu povo e também tomou 600 carros escolhidos e todos os carros do Egito com capitães sobre eles.
Porque o senhor endureceu o coração do faraó rei do Egito, para que perseguisse os filhos de Israel.
Porém, os filhos de Israel saíram afoitamente, perseguiram nos os egípcios todos os cavalos.
E os carros de faraó, e os seus, os seus cavalier cavalarianos e o seu exército e os alcançaram acampados junto ao mar perto de π, hairote defronte de baal zefom e chegando faraó, os filhos de Israel levantaram os olhos e eis que os egípcios vinham atrás deles e temeram muito.
Então, os filhos de Israel clamaram ao senhor e disseram a Moisés.
Será por não haver sepulcros no Egito que nos tiraste de lá?
Para que morramos neste deserto?
Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito?
Não é isso que te dissemos no Egito, deixa-nos para que se vamos os egípcios, pois melhor nos fora servir aos egípcios egípcios do que morrermos no deserto.
Moisés, porém, respondeu ao povo, não temais aquietai-vos e vede o Livramento do senhor que hoje vos fará, porque os egípcios, que hoje vedes nunca mais os tornareis a ver o senhor pelejará por vós.
E vós vos calareis até aqui, a palavra do nosso Deus.
Depois nós continuamos lendo os outros versículos, vamos orar.
Senhor, nessa hora nós nos dirigimos a ti com grande temor e tremor.
Porque reconhecemos que essa a tua palavra é o senhor falando conosco.
E pedimos ao pai que, de uma forma Sobrenatural, nessa hora, o senhor possa direcionar os nossos olhos espirituais para vermos somente a ti que o senhor tire de nós qualquer coisa que nos faça perder a concentração, qualquer coisa que esteja ocupando as nossas mentes, quem sabe questões de circunstâncias do dia a dia, que essas coisas fiquem de lado agora e que o senhor fale a nós e nos transforme e Deus e que o teu poder nos molde.
Segundo a imagem do filho de Deus, nosso senhor Jesus Cristo, no nome de quem nós oramos.
Amém.
Queridos, vocês já passaram por uma grande situação de Livramento.
AA gente lê esse texto da da do Mar Vermelho e normalmente nós pensamos nisso, né?
Num grande Livramento, quem sabe uma experiência que você passou que você escapou por um triz, sabe aquele aquela experiência que você passa aí, depois que você passa, você mal se dá conta do que acabou de acontecer, você fica tremendo.
Eu conheço algumas pessoas aqui na igreja que já passaram por por experiências assim de você ver a vida passando diante dos seus olhos, dos cabelinhos, da nuca ficarem toda arrepiados e você ficar se perguntando o que que foi?
O que aconteceu agora?
Você nem consegue mensurar tamanho Livramento até as pessoas que não são crentes se referem a grandes livramentos que passaram na vida e atribuem as forças do universo e por aí vai, né?
Eu uma vez jogando basquete com a seleção de Brasília, em Curitiba, a em 2001, fomos para Curitiba e estava muito frio e a água do hotel era muito cara e eu queria saciar a minha sede, então eu decidi pegar gelo no freezer e ficar chupando gelo.
Tamanha a minha inteligência, descemos para comprar algumas luvas porque estava muito frio, queridos.
Havia uma banca na esquina.
Fomos nós, alguns amigos e lá fui eu.
Lá fui eu chupando gelo, né?
No caminho vamos lá, compramos as luvas, colocamos as luvas e eu estou lá chupando o cubo de gelo.
Quando retornamos para o hall do hotel, um daqueles cubinhos de gelo que não tinha nada de cubinho, que era gigante.
Eu chupei ele, entalou na minha garganta.
Está aí do não é?
Ele instalou na minha garganta, queridos.
Meus irmãos, eu confesso para vocês que aquela foi uma experiência de vida ou morte.
Ele instalou de tal forma queridos que não passava ar de jeito nenhum e eu comecei a puxar o ar, IA puxar e o ar não vem e a vista começou a escurecer e as pernas começaram a tremer e eu comecei a cair e queridos, aquele gelo não saí.
Eu estava ali puxando o ar.
E queridos de verdade, eu só de me lembrar hoje daquela situação, eu fico assim, emocionado.
Foi realmente foi assustador e um amigo meu que achou que eu estava brincando.
Solón.
Achou que eu tava fazendo piada?
Eu estava caindo que nem um frango morto no chão.
Ele me dá um tapa nas costas e fala, Mateus, deixa de brincadeira e eu cuspo aquele gelo.
Querido, você tinha que ver você tinha que ver o olho que ele abriu e eu.
A sensação, assim, a impressão de que eu tenho que foi uma sensação de realmente de afogamento, que o ar não vinha, não entrava.
E, queridos, eu devo ter ficado os próximos 1015 minutos recuperando o meu ar e o meu metabolismo de uma certa maneira queridos.
Foi assustador e todos nós experimentamos situações assim.
Eu tenho certeza absoluta que você já passou por alguma situação na sua vida que você falou assim Deus interviu.
Algo aconteceu aqui.
E quantos dos livramentos?
Às vezes a gente fala das coisas que nós vemos, mas certamente nós que pertencemos ao senhor, reconhecemos que existem tantas outras situações em que a providência livra dôra de Deus nos salva de maneira quase invisível que a gente nem vê.
Quantas vezes o senhor envia os seus Anjos ministradores para que nos proteja em situações que a gente mal percebe que o perigo estava à espreita, de uma forma ou de outra.
Eu tenho certeza absoluta que ouviríamos muitas histórias aqui.
Mas a pergunta que eu quero fazer para vocês hoje, queridos, é.
É o seguinte, você se dá conta do perigo.
Que constantemente assola todo o ser humano que pisa na face da Terra.
Essa semana eu estava conversando com uma pessoa que disse que não gosta de conversar sobre a morte.
E eu perguntei para ela porque ela falou, eu não gosto de conversar sobre a morte, porque a morte é um daqueles perigos que você não pode evitar.
E é uma dessas coisas com as quais nós não sabemos lidar.
A questão da morte, por que que ela existe?
Por que que as coisas sessão?
Ela, como consequência de algo muito mais profundo na existência do homem.
Eu te pergunto, você conhece o Livramento desse perigo?
Você conhece o Livramento que só Deus de fato pode conferir ao destino de todo ser humano, aquele que nós todos merecemos por causa dos nossos próprios delitos e pecados.
Talvez você entrou aqui hoje à noite, e você tem feito essa pergunta na sua própria mente ao constatar que o mundo é uma realidade em volta, em morte, em que as coisas sessão e que parece haver um perigo inescapável.
Um beco Sem Saída, um ponto para o qual nenhum homem conseguiu ainda apresentar solução, ainda que nós tentamos tentemos retardar esse momento.
Queridos.
Hoje esse texto nos fala sobre o Livramento da morte.
Sobre o Livramento daquilo que parece ser inescapável para o homem, eu quero que você me acompanhe nessa jornada do Mar Vermelho para nós vermos como o senhor livra o seu povo do poder da morte com grande poder.
Para que nós o temamos e confiamos no seu servo, nosso senhor Jesus Cristo.
Vamos estudar isso em 3 partes.
Veja comigo, a partir do versículo 17, capítulo 13 a primeira coisa que nós veremos queridos aqui, Deus nos acompanha e nos guia na jornada.
O texto nos diz, tendo faraó deixado ir o povo, uma boa frase de resumo para tudo o que aconteceu no livro de êxodo até esse momento é a frase que encapsula.
A jornada do povo de Israel, um povo escravo no Egito e que agora, de forma miraculosa, se vê livre, um povo que o grande faraó, detentor de poderes entre os homens.
Agora não pode mais dominá-lo.
O povo agora foi liberto pela mão poderosa do senhor.
Por meio de 10 pragas, 10 pragas ministradas por meio do seu servo eleito Moisés, aquele líder que não Era Para Ser líder, mas que Deus levanta e Deus fala vai ao povo e vai a faraó e dize que diz a eles que o eu sou haverá de ser glorificado.
E nós temos estudado queridos ao longo desses domingos.
Praga após Praga até aquele momento derradeiro em que a décima Praga põe um Ponto Final nessa tirania de faraó, em que ele mesmo não consegue escapar daquela realidade, quando Deus fere os primogênitos, ferindo a própria ferida daquele AA própria família daquele governante, e nós vemos que Deus institui sacramentos e festas.
A Páscoa que celebram aquela libertação, o sangue do cordeiro derramado nos umbrais das portas que.
Mostra o sinal da necessidade de morte para ver libertação.
Nós temos estudado o simbolismo do cordeiro, o simbolismo da substituição de um Deus que fere alguém para que outros saia livre e os animais como nós vimos Na Na.
No nosso último estudo, os animais foram alvos dessa consagração de Deus.
Também os primogênitos em que Deus separa para si mesmo aqueles que são dele de direito.
E agora nós vemos.
Faraó, sem mais recursos.
Faraó, deixando o povo ir.
Que Alegria, queridos, o povo no deserto, agora tudo vai ser um mar de rosas ou coisa boa.
Vamos por esse dizer tão aí que agora estamos livres, mas parece, queridos, que esse era só o início de uma outra série de problemas.
De uma série de circunstâncias que o povo teria que se adequar e o texto nos diz, a primeira coisa é que Deus não levou o povo pelo caminho da Terra dos filisteus.
Talvez você não entenda muito da Geografia daqueles passam, mas a Terra dos filisteus era o atalho mais curto para o deserto.
Mas Deus não os leva por lá, e Deus tem um propósito nisso, queridos.
Poxa, seria tão mais fácil a gente economizar alguns dias de caminhada?
Mas o propósito é que Deus, não que o povo não se desencorajou.
Ao ver o povo filisteu que era um povo de guerra, um povo que era inimigo, um povo que estava no caminho e poderia fazer o que com o povo de Israel, causar desencorajamento.
Desesperança e Deus opta por um caminho alternativo, um caminho mais longo e um caminho estranho para falar a verdade.
Porque no meio desse caminho não tem um povo filisteu, mas tem um mundo de água.
Tem um mar.
O texto nos escreve que era justamente esse caminho perto do deserto, perto do Mar Vermelho e ali eles ficam arregimentados e Deus vai conduzindo esse povo por essa estrada, queridos.
Apenas uma pequena aplicação aqui tantas vezes na nossa vida a gente tem dificuldade com os caminhos que Deus escolhe para a gente, na verdade.
A gente quer esse caminho aqui, que é mais fácil.
O atalho é mais curto, mas queridos nem sempre Atalhos são bons para o povo de Deus.
Na verdade, eu e você, quando a gente tenta pegar Atalhos na vida, muitas vezes a gente se decepciona.
A gente se frustra e Deus fecha portas, porque não são aqueles os caminhos que Deus quer para nós.
Digo isso na forma como nós vivemos o dia a dia, vivemos o evangelho, vivemos a ética do Reino.
Muitas vezes meus irmãos, nós somos chamados para pegar o caminho mais longo, o caminho que nós sofremos, o dano, mas nós não negociamos a nossa fé.
Atalhos podem ser muito perigosos, e Atalhos podem, inclusive nos desanimar.
E Deus, esse Deus que cuida do coração do seu povo, um coração que ainda estava muito sensível, um povo que tinha acabado de sair de uma situação de escravidão de 430 anos e esse povo viu Milagres em sequência e agora Deus está cuidando do coração desse povo para que eles não venham a se desanimar.
Nós precisamos confiar, queridos na forma como Deus faz as coisas.
Nos caminhos de Deus, ainda que de vez em quando esses caminhos pareçam ser becos sem saídas, o mesmo Deus, queridos, eu quero afirmar isso para você.
Hoje à noite, o mesmo Deus que nos tirou do deserto é aquele Deus que nos conduz no caminho e aquele Deus que nos fará chegar na Terra prometida.
Ele sabe o que está fazendo e ele nos garante, ele nos dá a itens que nos garantem essa promessa, ao nos garantir que ele está no caminho conosco.
Veja o que o texto diz.
Ele fala a partir do versículo 21 que o senhor IA adiante deles durante o dia, numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho e durante a noite, numa coluna de fogo.
Para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite.
E essas colunas não se apartavam do povo nem um segundo sequer.
Para para pensar na cena, queridos, uma coluna Sobrenatural de nuvem guiando o povo.
Já imaginou se andando ali no deserto e você tem aquela aquela GPS Divino ali na sua frente que você vai só atrás, você vai andando e de noite aquela coluna se transforma numa coluna de fogo que não apenas Gui?
Ô povo, mas ilumina o caminho do povo, queridos.
Nós precisamos fazer associações aqui para que nós não esqueçamos o que Deus está fazendo.
Deus já está cumprindo as suas promessas.
Lembra quando ele, lá em Gênesis 12, quando nós estudamos no livro de Gênesis, quando ele encontra com Abraão, ele dá uma promessa de 4 partes para Abraão?
Gênesis 12 um a 3, ele fala, Abraão, você vai sair da sua Terra para Terra em que eu vou te mostrar, você vai sair da Terra, da sua parentela e ele fala para Abraão que ele vai fazer o nome de Abraão, um nome grande que as famílias da Terra serão abençoadas com ele, mas ele fala outra coisa importante para Abraão, que ele seria com Abraão.
Que ele abençoaria todos aqueles que abençoassem, Abraão e amaldiçoaria todos aqueles que amaldiçoassem abram a presença de Deus seria uma constante na vida do povo, e é isso que Deus está fazendo.
Deus está mostrando com sinais visíveis que ele está presente, de que eles não precisam Temer, porque Deus é com eles.
Lâmpada para os meus pés é a tua palavra.
O salmista reconhece isso, queridos, quando ele fala que a palavra de Deus pra gente hoje.
Essa coluna bem presente na vida do nosso, do povo de Deus, de que nós somos guiados por uma palavra que alumia o nosso caminho, como se você ficasse andando com uma lanterna bem pertinho dos seus pés.
Quando você tá andando naquele mundão de Terra escuro, Deus, ele nos garante, queridos, que por meio do seu espírito hoje que está conosco o selo da Redenção, o selo da herança e a palavra objetiva dele, que nós não precisamos Temer, porque ele nos guia.
Queridos, é importante nós entendermos a história do povo de Deus em conexão com as promessas de Deus.
O texto nos dá uma informação bem pequenininha, que mostra que nós não devemos esquecer isso.
O versículo 19.
Também levou Moisés consigo os ossos de José.
Por que que ele levou os ossos de José?
Porque José havia pedido para o povo um pedido muito especial de que ele não queria ser enterrado no Egito.
Ele queria ser enterrado na Terra da promessa.
Queridos, que simbolismo profundo.
Alguém que saiba que, ainda que os ossos dele não tem valor nenhum para o povo, mas ele crê em uma promessa que está diante dele em algo que ainda vai acontecer.
José fala para o povo, Deus vos visitará.
E sabe o que que eu quero fazer?
Eu quero estar com vocês naquele dia.
Eu quero caminhar com vocês.
Ainda que simbolicamente, José desejava ser enterrado junto aos seus antepassados, na própria caverna de macpela, na Terra prometida.
Onde Abraão, Sara e outros já haviam sido sepultados, queridos, a promessa de Deus nos aponta para a presença de Deus.
Sabe qual é a garantia que eu e vocês temos de que o que nós estamos fazendo aqui hoje à noite tem algum valor?
Quero falar isso bem claramente, porque Deus está conosco, queridos.
Deus está conosco, o espírito de Deus habita no meio do povo de Deus e essa é a nossa Alegria de que, ainda que tenhamos um número x aqui de pessoas, temos um convidado especial, um Deus cuja presença jamais se apartou de nós desde aquela época.
Desde aquela época, o espírito da promessa, o nosso consolador e confortador, nos acompanha.
Mas a grande pergunta, será que Israel está se tornando uma presa fácil?
E assim nós vamos para o nosso segundo ponto, queridos Deus, não apenas nos acompanha, mas nós precisamos saber que os inimigos nos perseguem e causam grande temor para que nós fiquemos encorajador e percamos a nossa Esperança.
Veja o versículo um do capítulo 14, disse o senhor a Moisés fala aos filhos de Israel que retrocedam e se acampem defronte de π hairote, entre migdol e o mar.
Diante de baal, zefom em frente dele, vos acamparei e junto ao mar.
Então faraó dirá dos filhos de Israel, estão desorientados na Terra, o deserto os encerrou, queridos.
As estratégias de Deus às vezes são meio estranhas, não é verdade?
Há muitas vezes a gente ouve as pessoas orando para que Deus abra portas, não é verdade?
Deus abra portas na minha vida.
Deus nos conduz por caminhos, prósperos caminhos de paz.
Nós não queremos ter tribulação, ninguém sai por aí orando de fato de verdade.
Deus fecha portas na minha vida, fecha portas.
Eu não quero saber de andar para frente, não ninguém hora dessa forma, mas é exatamente queridos o que Deus está fazendo aqui de uma maneira muito física.
Deus está fechando o cerco, a Geografia desse local aqui é muito interessante porque literalmente, queridos.
Eles estão ficando encurralados, não vai ter saída nem para a direita, não vai ter saída nem para a esquerda.
Essa região, a única saída era andar sobre as águas e Jesus ainda não tinha falado para Pedro andar sobre as águas.
Então, o que é que será que vai acontecer aqui?
E mais, o texto nos dá uma informação ainda mais estranha de que Deus não apenas está encurralando o povo, mas Deus.
Agora vai provocar faraó.
Como assim?
Olha o que o versículo 4 diz, endurecerei o coração de faraó para que os persiga.
Gente, mas será que Deus está ficando doido?
Como assim?
Deus, Deus, eu te amo porque o senhor me protege.
Eu te amo porque o senhor me livra dos meus inimigos, não porque o senhor fica provocando os meus inimigos para eles virem atrás de mim.
Quando eu estou fugindo.
Fica muito, fica muito estranho quando nós Lemos esse texto, mas, queridos, nós precisamos entender que os propósitos de Deus são muito mais profundos do que os nossos e de que ele vê muito mais à frente e de que ele haverá de glorificar o seu próprio nome, como ele diz no texto.
Serei glorificado em faraó e em todo o seu exército e saberão os egípcios que eu sou o senhor.
Ele dá essas essa promessa para Moisés e lá vem o inimigo.
Portal pouco tópico, tô.
Não é?
Lá vem faraó queridos faraó.
O texto nos diz que uma vez que ele fica sabendo dessa informação especial, algo muda no coração de faraó, faraó.
Ouvi que o povo está acampado numa região de difícil escape e ele faz o quê?
Pimba.
Como é que a gente deixou esse povo embora?
Onde é que eu estava com a cabeça?
Será que eu não estava pensando direito?
Será que eu não estava matutando direitinho aqui, com os meus neurônios, o que que foi que aconteceu?
E o coração de faraó é mudado, não apenas o dele, mas também dos seus oficiais e aquele povo que agora foi embora, sabe, uma coisa, está na hora de voltar.
Está na hora de voltar.
Vamos caçar esse povo e queridos faraó, sai pra valer.
Ele sai com toda a sua força.
O historiador José foi.
Ele traz uma informação muito interessante sobre o poderio militar de faraó.
Talvez se nós compararmos com um país hoje em dia essa proporção não ficaria muito adequada.
Quando você pensa No No poderio a nuclear dos países, mas AO poderio de faraó naqueles dias, meus irmãos eram era incomparável.
A capacidade que faraó e seus exércitos tinham de fazer estrago nas nações vizinhas é algo realmente comparável às grandes nações hoje no mundo.
O texto nos diz que ele sai ali com algo, a do tipo 600 carruagens, cada uma dessas carruagens era estimado de poder a comportar 3 a 5 pessoas e ele tinha mais ou menos ali, 50 homens, 50000 homens a cavalo e 200000 homens a pé.
Queridos.
É um Monte de gente sedenta.
De sangue querendo vingança, nós precisamos.
Nunca podemos nos esquecer de que a figura do Egito a é uma figura simbólica na palavra de Deus para se referir ao pecado, ao poder do pecado tantas vezes, queridos a nós pecamos contra Deus.
Quando nós ignoramos a força do mal, sermos sensatos na vida cristã é, nós sabemos que Deus tem poder, mas nós não devemos negligenciar o poder das trevas.
Que muitas vezes intencionalmente.
Afrontam o povo de Deus e farao nos dá uma figura aqui temerosa. 11 figura que causa assombro, faraó.
O homem que vai atrás do povo de Deus.
Versículo 9, perseguiram nos os egípcios todos os cavalos e os carros de faraó e os seus cavalarianos e o seu exército e usar a cama alcançaram acampados junto ao mar perto de π, hairote, defronte de baal zefom.
Agora você é Israelita, OK?
Você acabou de sair do Egito, está tudo bem e de repente você vê a nuvem de poeira se aproxima de provavelmente o barulho também.
O barulho de um exército que não vem em paz, de um exército enfurecido, possivelmente gritando gritos de guerra, gritos de Vitória, gritos de vingança.
E como é que fica o seu coração nessa hora?
O texto diz no versículo 10 que os filhos de Israel levantaram os olhos e eis que os egípcios vinham atrás dele e temerão muito o hebraico aqui, querido Zé, temerão muito, muito literalmente.
A palavra muito aparece 2 vezes.
Muito, muito em hebraico.
É muitão.
Temerão muito, muito.
Então os filhos de Israel clamaram assim, eu queridos, os israelitas que achavam que estava tudo bem, temerão pela sua própria vida.
Eles ficaram desesperados e o texto nos diz que eles levantam a voz a Deus e clamar o senhor e agora, o que vai acontecer conosco?
Mas o texto também nos diz que, de uma certa maneira, eles não se voltam apenas para Deus, mas se voltam contra Moisés, eles virão para Moisés e começam a reclamar.
Eles começam a dar uma prévia para a gente aqui, queridos, do que vão ser esses 40 anos no deserto.
Olha a prévia, o que que eles falam para Moisés, versículo 11?
Será por não haver sepulcros no Egito que nos tiraste de lá, para que morramos neste deserto.
Moisés é porque o cemitério do Egito não era bom.
Agora você escolheu um outro cemitério para a gente?
Pensa na indignação, queridos, o medo, o desespero, a incapacidade de concatenar as Ideas, entendeu o que está acontecendo?
Eles estavam desesperados e, no desespero, eles fizeram aquilo que eles não deveriam fazer.
Se esquecer de Deus?
Reclamaram contra Moisés?
Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito?
Não é isso que te dissemos no Egito, deixa-nos para que sirvamos os egípcios e olha o que que eles falam, queridos, pois melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos neste deserto, queridos.
Como a atitude desse povo espelha o povo de Deus.
Quando nós vemos os problemas cercando a gente na nossa vida, o que que a gente faz?
A gente quer voltar para o Egito.
A gente quer voltar para os velhos padrões que parecem nos conferir algum tipo de segurança, mas na verdade são morte.
Eles haviam se esquecido de tudo que eles passaram no Egito, queridos 430 anos de escravidão e não tinha carteira de trabalho, não tinha 8 horas por dia, não tinha 13º, não tinha férias, era escravidão, escravidão.
Eles sofriam pesadas cargas.
Suas famílias eram desestruturadas, seus seus corpos eram marcados, mas veja que no primeiro, a aflição que os atinge, eles querem voltar para aquilo.
Eu e você somos assim.
É um erro meu e seu olharmos para o povo de Israel e falar assim, esse povo de Israel.
Eu jamais faria isso, mas, querido, nós somos exatamente assim.
Nós nos agarramos a coisas que olhamos porque elas nos parecem conferir maior segurança do que as coisas invisíveis.
Nossa dificuldade de ter fé e confiar nas palavras de Deus é porque nem sempre as coisas acontecem no nosso tempo, mas nós somos ansiosos, nós somos temeroso.
Nós nos agarramos no nosso salário, no nosso plano de saúde.
Nós nos agarramos na nossa saúde boa, nós nos agarramos se temos ou não um emprego, se a família está todo mundo bem, se vai estar todo mundo aí pro Natal.
Nessas coisas visíveis e passageiras?
E muitas vezes, queridos.
Idolatramos essas coisas?
Idolatramos o Egito?
Dizemos, por exemplo, que quando no nosso antigo estilo de vida, quando ainda não éramos crentes, as coisas eram tão melhores, eram tão mais fáceis ou mais.
Dá trabalho ser crente, viu?
Porque tem esse negócio de santificação, de ler a bíblia todo dia, de orar, de ficar ouvindo o sermão que o pastor fala que você tem pecado e coisas do tipo e ninguém tem paciência para isso.
Meus irmãos, nós não podemos nos esquecer dos grandes feitos do senhor.
Do que o senhor já fez por nós do fato de que o senhor já nos libertou do Egito, de que nós já somos livres e que, ainda que o velho homem traga consequências para a vida presente, nós temos algo com Deus.
Hoje nós temos a libertação definitiva e pontual dos nossos pecados.
Paulo usa essa teologia em romanos 6 queridos, para ajudar os seus leitores a compreenderem o processo de santificação na vida cristã.
Qual é a única forma de eu e você vencermos o pecado hoje?
No nosso dia a dia, na nossa caminhada.
Se nós nos lembrarmos que Cristo já venceu o poder da morte e que nós fomos mortos e sepultados com ele e ressuscitados com ele, reinaremos com ele e essas coisas já são nossas, ainda que não perfeitamente plenamente, nós precisamos lembrar daquilo que Deus já fez.
Moisés, meus irmãos, nessa hora teria todo o motivo para se indignar contra o povo, não é verdade?
Pensa o líder Moisés.
Esse povo já está me enchendo a paciência, mas não é isso que Moisés faz.
Queridos Moisés não é mais aquele Moisés do início de êxodo.
Moisés é um homem que ao longo de todos esses capítulos vem sendo que tratado por Deus e a resposta de Moisés aqui é uma resposta bem diferente, não é mais uma resposta.
E agora, senhor?
Que farei?
Eu não sou a pessoa adequada para conduzir esse povo em fuga.
Não?
Moisés vira para o povo e diz não.
Demais, não?
Tem mais versículo 13, aqui é Ty vos e vede o Livramento que o senhor, a do senhor que hoje vos fará.
Porque os egípcios que hoje vedes nunca mais os tornareis a ver o senhor pelejará por voz e voz, você calareis.
Queridos Moisés reconhece que Deus está prestes a fazer algo que vai tirar o ar dos israelitas.
Algo que vai deixá-los tão espantados assombrados que eles vão ficar calados.
Ele diz que Deus vai pelejar por eles.
Talvez você já tenha visto vários textos na bíblia que falam sobre Deus ser o senhor dos exércitos e queridos.
Essa passagem de êxodo é o início de uma teologia interessante na palavra de Deus, aquilo que em teologia bíblica, nós chamamos de Deus, como o guerreiro Divino, aquele que luta pelo seu povo, aquilo que faz pelo seu povo.
O que seu povo não tem condições de fazer por si próprio.
Veja que o tipo de luta para o qual Deus convida o povo a assistir é uma luta muito curiosa.
Fiquem quietos, eu luto.
Vocês se beneficiam.
Fiquem quietinhos, assistam o que eu vou fazer.
Vocês ficaram calados.
Queridos, que Deus é esse?
Que Deus é esse que reconhece a nossa fraqueza?
Reconhece que nós não merecemos o favor dele, porque Deus está aqui lutando não por um povo perfeito e Santo, mas por um povo, reclamam.
Por um povo turu de coração que já mostra sinais do seu pecado, que será tratado ao longo do deserto.
Mas Deus diz, eu lutarei por vocês, meu irmão e minha irmã.
Esse é o nosso Deus.
Esse é o nosso Deus, queridos, nós temos um Deus que luta por nós, um Deus que nós devemos reconhecer que, ainda que existam muitas lutas na nossa vida, a grande luta para o qual nós não temos resposta, ele tem resposta.
Ele é o Deus que vai à frente do seu exército.
Ele é o Deus que tem dado sinais ao longo de toda a história das escrituras e da vida do povo de Deus que ele nos conserva para a sua Glória.
A Vitória, sim, é nossa, tantas vezes nós falamos sobre a teologia da Vitória, hoje em dia, de fato, existe uma teologia da Vitória que nós devemos combater nas igrejas queridos.
Uma Vitória paupérrima, meramente material, Deus luta por mim e por isso amanhã eu vou ter uma promoção no meu emprego.
Deus luta por mim e por isso que amanhã os meus inimigos no trabalho serão todos trucidados e vai todo mundo bater o carro.
E às vezes a gente reduz queridos o escopo da obra redentiva de Deus aquilo que eu vejo e eu enxergo.
Nós não precisamos anular uma coisa em detrimento de outra sim, Deus nos dá pequenas vitórias no dia a dia.
Deus nos dá prosperidade eventualmente e ele o faz para que nós sejamos bons mordomos da criação dele.
Mas essa Vitória, do qual ele é o guerreiro Divino, é uma.
É uma Vitória superior queridos, é uma Vitória maior, é uma Vitória contra um inimigo que eu e você não podemos vencer jamais.
Nós nos calaremos.
Quando vermos o que ele pode fazer por nós.
E agora, queridos.
O que é que vai acontecer com esse povo?
Que que vem pela frente, vamos ler juntos.
Observe na sua, na sua bíblia, ouça atentamente o que o versículo 15 nos dias até o versículo 31.
O terceiro ponto, disse o senhor a Moisés, por que clamas a mim dize, aos filhos de Israel que marchem e tu levanta o teu bordão, estende a mão sobre o mar e de vídeo para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco, eis que endurecerei o coração dos egípcios para que vocês sigam e entrem nele.
Serei glorificado em faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavalarianos.
E os egípcios saberão que eu sou o senhor quando for glorificado em faraó.
Nos seus carros e nos seus cavalarianos, então o anjo de Deus, que IA diante do exército de Israel, se retirou e passou para trás deles também.
A coluna de nuvem se retirou de diante deles e se pôs atrás deles.
IA entre o campo dos egípcios e o campo de Israel.
A nuvem era escura, idade para aqueles e para este, para este esclarecia a noite, de maneira que em toda a noite este e aqueles não puderam se aproximar.
Então Moisés estendeu a mão sobre o mar e o senhor por um forte vento oriental.
Que soprou toda aquela noite, fez retirar-se o mar que se tornou Terra seca, e as águas foram divididas.
Os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco e as águas lhes foram.
Qual muro à sua direita e a sua esquerda?
Os egípcios que os perseguiam entraram atrás deles.
Todos os cavalos de faraó, os seus carros e os seus cavalarianos até o meio do mar na vigília da manhã.
O senhor na coluna de fogo e de nuvem, viu o acampamento dos egípcios.
Que alvoroto o acampamento dos egípcios, emperrou lhes as rodas dos carros e fê Los andar dificultosamente então, disseram os egípcios, fujamos da presença de Israel porque o senhor peleja por eles contra os egípcios, disse o senhor a Moisés estende a mão sobre o mar para que as águas se voltem sobre os egípcios sobre os seus carros e sobre os seus cavalarianos.
Então, Moisés estendeu a mão sobre o mar e o mar ao romper da manhã, retomou a sua força.
Os egípcios, ao fugirem, foram de encontro a ele e o senhor d.
Ribble os egípcios no meio do mar e voltando as águas cobriram os carros e os cavalarianos de todo o exército de faraó que os haviam seguido no mar, nem ainda um deles ficou, mas os filhos de Israel caminhavam a pé enxuto pelo meio do mar e as águas lhes eram quais muros à sua direita e a sua esquerda.
Assim o senhor livrou Israel naquele dia da mão dos egípcios e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar.
E viu Israel, o grande poder que o senhor exercitará contra os egípcios e o povo temeu ao senhor e confiou no senhor e em Moisés, seu servo.
Disse ao se o senhor a Moisés.
Por que você está clamando a mim?
Fala pra esse povo.
Qui marche.
Queridos.
Para para pensar nessa frase.
Eu olho para um lado, eu não tenho saída.
Olhe para o outro lado, eu não tenho saída.
Eu olho para frente de mim, eu vejo.
O mar.
E eu olho para trás, e eu vejo perigo à vista.
Marche para onde?
Queridos, a gente se acostuma com as histórias das escrituras sagradas.
E nós perdemos os pontos de interrogação.
As dúvidas sinceras de um povo que olha para cima e fala Deus, mas pra onde?
Para onde nós iremos, queridos, você consegue perceber que essa dinâmica interessante do cuidado de Deus pelo seu povo, do exercício de fé, tem a ver com algo que o povo deve fazer em função de algo que Deus faz?
Vou repetir, o povo deve fazer algo em função de algo que Deus faz.
Veja que a instrução não parou pela metade, não é assim.
O povo marche.
E se vire.
Não inventamos ainda pranchas de surf.
Não tem barcas por perto, se vire.
Queridos, não para por aí.
Deus também fala algo para o seu servo.
Ele fala algo para Moisés, ele disse, quanto a você, o que que você faz?
Moisés levanta o teu bordão, estende a mão sobre o mar e Moisés.
Divide o mar.
Meus irmãos, não perca.
A ironia desse texto, eu, se tivesse no lugar de Moisés, pode ser um homem de fé que Fu, querido, eu diria um.
Dividir o mar ao meio, queridos, eu acabei de passar 2 dias recentemente numa fazenda com alguns irmãos aqui da igreja e tivemos a oportunidade, a de ir num determinado Rio ali na Serra da mesa, há 3 horas daqui de Brasília, e fomos ali para andar de barco e tudo mais.
E o nosso, o meu irmão, ele contou para mim que aquele Rio tinha 1 o volume de água muito maior do que aquele que nós haveríamos de ver e realmente meus irmãos, quando nós chegamos no Rio, ainda que houvesse uma Poção de água, já havia secado bastante.
Por causa da seca, por causa de outros, de represas, hidrelétricas, enfim, e nós conseguimos ver na vegetação de Montes ao redor do Rio a marca da altura das águas aonde elas estiveram no passado há não muitos anos atrás e nós conseguimos ver aquela marca e aonde a água estava agora.
Mas queridos, aquilo ali era só um Rio.
Isso aqui é o mar.
E Deus não vai fazer isso por erosão, por sedimentação ao longo de milhões de anos.
Deus vai fazer isso assim, ó.
E o texto nos diz.
Que Moisés, no versículo 21, estende a mão sobre o mar e o senhor por um forte vento oriental que soprou toda aquela noite, fez retirar-se o mar que se tornou em Terra seca.
E o povo que estava diante do mar, agora viu um abismo, porque sabe que o mar é fundo, não é?
E ele vê um abismo, e ele fala, a gente vai descer por ali.
E o texto nos diz no versículo 22, que o mar ficou, tal qual 2 muralhas, 2 paredes, uma direita, uma esquerda e o povo passou naquele meio.
Pode chamar Steven Spielberg, pode chamar George Lucas, pode chamar o diretor de cinema que você quiser.
Ninguém jamais vai alcançar magnitude daquele evento.
Uau.
Pensa, queridos, o povo passando ali pelo meio.
Mas a história não terminou à medida que nós íamos lá vem faraó, que por um momento ficou separado por uma parede Sobrenatural de Deus.
Deus pega a coluna, tira da frente, ponha a coluna, traz os os egípcios ficam dentro de uma escuridão, enquanto os exércitos tem luz para caminhar.
Mas de repente, essa parede é removida e lá vem faraó, quem sabe sem entender o que está acontecendo.
Quando a coluna sai Farol a ver o mar.
Por que que ele faz?
Vamos embora, pô, vamos embora, vamos embora.
E vai seguindo o povo.
Aquela multidão de 2000000 de israelitas com suas crianças, mulheres, gados, cavalos, camelos pelo meio do mar, queridos, essa é uma cena de perseguição impressionante.
É impressionante.
Mas Deus está de alguma maneira aqui, promovendo algo único.
É muito mais do que um milagre para me fazer arrepiar ou fazer você arrepiar.
Deus será glorificado com os eventos dessa noite.
Será uma noite de grande salvação, uma noite de grande Livramento, uma noite que todos verão o grande poder de Deus e o texto nos diz no versículo 24, queridos, que logo cedo pela manhã na vigília da manhã, o senhor na coluna de fogo e de nuvem, viu o acampamento dos egípcios, aquele acampamento em locomoção pelo meio do mar e Deus dificulta as coisas para eles.
Deus faz travar a roda das suas carruagens, Deus faz com que eles andem com.
Dificuldade e os egípcios se desesperam.
Os egípcios, que até até aquele momento não haviam sido convencidos do grande poder de Deus nessa hora eles dizem.
Está difícil, é melhor a gente desistir.
Eles dizem fuja mozi da presença de Israel porque o senhor peleja por eles contra os egípcios.
Glória a Deus, queridos.
Glória a Deus que não há inimigo grande demais para um Deus que é muito maior do que esses inimigos.
Para um Deus que trava rodas para um Deus que coloca os seus inimigos em confusão, e para um Deus que haverá de destruí Los no momento certo, versículo 26, ele pede para que Moisés estenda a mão.
Para o mar, e agora esse mar que estava aberto, ele vai se fechar apenas sobre os egípcios, muitas pessoas que se esquecem da história acham que os os israelitas saíram do mar, e aí o mar se fechou.
Na verdade, não é o que a gente pensa, mas não é isso que aconteceu.
Apenas uma parte do mar se fecha, é o que o texto nos mostra que eles vão fugindo e logo no encontro da manhã, ali o mar vem com toda força e é um caldo queridos com caldo.
Histórico?
Você já tomou um caldo quando você entra na água, já brincou de Lu.
Tinha na água.
Nunca.
Quando você toma um caldo, alguém vem caldo.
Esse caldo aqui, queridos, esse caldo haveria de causar pavor nas nações pelos séculos vindouros.
A palavra de Deus nos diz lá em Josué, 29, que os cananeus.
Quando eles receberam a visita do povo de Deus, se lembraram desses eventos.
Ficaram sabendo dessas coisas e temerão o povo que estava sob a liderança de Josué.
Na palavra de Deus nós vemos vários Salmos, vários Salmos que reportam desse grande feito de Deus.
Salmo 114 3, Salmo 106 9 Salmo 136 13 que nós Lemos hoje.
E o que Deus estava fazendo ali, queridos Deus, estava mostrando a sua onipotência.
Meus irmãos, Deus tem poder para separar as águas do mar.
Deus pode conduzir o seu povo através das maiores dificuldades e não há obstáculo tão grande para o nosso Deus.
Isso não é teologia da prosperidade, não tá?
Isso é o evangelho de Deus, essa é a palavra de Deus.
Não há nada que possa impedir o nosso Deus de fazer o que ele quiser.
Deus é grande e Deus faz essas coisas para incentivar o povo de Deus em todas as épocas, a confiarmos nele e tão somente nele.
Queridos, esse Deus que tem poder para fazer Milagres é também Deus que cuida de nós nas coisas ordinárias, no dia a dia.
É Deus que nos sustenta nas coisas menores, pequenas, no alimento que não falta a mesa na vida de irmãos que nos apoiam nas nossas necessidades.
Este é o Deus que continuamente promove Milagres com os quais eu e você nos acostumamos.
Ou você acha que esse oxigênio que está no ar, você está respirando aí?
É uma coisa normal desse mundo.
O fato de que todas as coisas nesse mundo são sustentadas pela mão maravilhosa detalhada de Deus.
De que não há nada que foge do seu controle e ele cuida de nós de forma poderosa, mas vemos também, queridos, a justa ira de Deus e a sua Santa retidão.
Quando ele destrói os seus inimigos e os seus seguidores, a ruína desses pecadores foi trazida pela própria raiva e ambição deles.
Veja bem, queridos, os egípcios tinham tido inúmeras oportunidades para mudar de ideia.
Você concorda comigo?
Uma Praga, 2345 até 10. 10 pragas são motivos suficientes para você não mexer com o povo de Deus.
Mas o que que eles fazem?
Eles são obstinados, eles são teimoso e assim que o pecado funciona, o pecado é obstinado.
Ele é teimoso, os inimigos desse mundo não se dão por vencido, eles continuam avançando e a situação que o povo de Deus enfrenta hoje e muitas vezes nós olhamos para esse inimigo que continua avançando e tememos.
Sem razão, como se Deus já não estivesse derrotado, como se a Cruz do calvário já não fosse a Vitória final.
Queridos, o nosso Deus é Santo e o Deus que cuida do seu povo, com misericórdia e onipotência, é o Deus que julga os inimigos e os destrói.
É o Deus que, por meio da sua luz que divide egípcios israelitas, ele mostra que ele condena com escuridão e ilumina para a salvação.
Nós precisamos a partir disso, entender que o texto nos versículos 30 e 31 resume tudo isso que aconteceu.
Esse é o grande resumo da história.
Nós precisamos ter temor e confiança em Deus.
Veja o versículo 30, o senhor livrou Israel naquele dia da mão dos egípcios e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar.
Queridos, que cena assustadora.
O dia se levanta.
Você não consegue calcular os eventos da noite?
Mas você vê cadáveres espalhados pela praia.
Queridos Deus.
Pôs um fim a essa história?
Acabou.
Não apenas mais aquela libertação pontual com inimigos na rabeira, mas agora a libertação final, a consumação de todas as coisas.
Você consegue entender como a história do Mar Vermelho fala da minha e da sua vida?
Fala da primeira e da segunda vinda de Cristo, fala daquela libertação pontual na Cruz do calvário, em que nós já temos a Vitória.
Mas fala também daquele momento em que aguardamos em que todos os nossos inimigos serão colocados pelo estrado dos pés do nosso senhor.
Todos eles de maneira perfeita, de maneira completa.
Queridos, nós afirmamos que Jesus derrotou a morte, ele derrotou a morte.
Mas ele derrotou a morte, não ao estender seu bordão de madeira sobre o mar.
Mas ao estender seus braços sobre a Cruz de madeira e a morte, foi derrotada ali, para que nós pudéssemos atravessar este Mar Vermelho são e salvos.
A palavra de Deus escreve em primeira Coríntios 10, que a travessia do povo pelo Mar Vermelho é uma espécie de batismo em que Deus estava protegendo o povo e que Jesus estava ali com eles acompanhando esse povo de que ele estava presente.
O texto ao descrever o anjo do senhor que habitava nessa nuvem de coluna e de fogo, está falando de uma pessoa muito especial.
De uma pessoa que continua nos guiando com uma coluna de fogo e de nuvem.
Da segunda pessoa da Trindade?
E nós hoje, queridos, temos a Alegria e, se me permite fazer essa comparação simbólica.
De estarmos, sim, afogados.
Afogados no Mar Vermelho do sangue carmesim de Jesus.
Porque esse mar, que para uns é destruição.
É condenação porque prega contra eles.
Para nós é salvação.
Queridos para nós é Livramento pra nós é Vitória para nós, é vida eterna.
A morte foi vencida naquele dia glorioso, e nós aguardaremos o momento, e você observaremos juntos o dia que os cadáveres estiverem espalhados sobre a praia.
Vai ser um dia de assombro, dia de julgamento, mas dia também de declaração.
Vinde, vós que fosses lavados pelo sangue do cordeiro de Deus.
Entrai.
Entrai povo da Aliança entrar aí, povo do deserto.
Meus irmãos naquele dia não vai ter mais nenhuma dor, nem dor de gelo entalado na garganta.
Nenhuma dor.
Não teremos as dores da aflição.
Das dores do corpo não teremos as dores de relacionamentos quebrados, todas as coisas serão restauradas.
A nossa Alegria será pura.
O nosso servo sofredor será exaltado e nós não mais nos revelaremos contra ele.
Nós nos alegraremos com ele.
Nós seremos gratos pelo nosso senhor Jesus Cristo, e nós cantaremos, Hosana Hosana ao cordeiro de Deus por toda eternidade.
Vai ser muito bom, meus irmãos, vai ser muito bom, mas ainda estamos no caminho.
Estamos aprendendo, estamos sendo moldados e que nessa experiência cristã de Redenção e libertação que nós nunca tivemos os olhos do autor e consumador da nossa fé.
Não perca o foco, meu irmão.
O exército dos egípcios às vezes vem atrás, mas a Vitória é certa.
A Vitória é certa que nós nos alegremos nesse dia, no nosso senhor e Salvador, Jesus Cristo.
Vamos orar.
Obrigado, senhor.
Obrigado por quê?
O senhor fez algo por nós?
Que nós jamais poderíamos fazer por nós mesmos.
O senhor abriu o mar.
O senhor morreu, pai, para que os inimigos fossem derrotados e nós pudéssemos atravessar contigo nossa coluna segura nosso Salvador.
Nós queremos te agradecer ao pai, porque nós precisamos ser lembra 12 dessas coisas na aflição desse mundo.
Nós, que tantas vezes nos voltamos contra o nosso líder, murmurando, reclamando, como se nós já não estivéssemos são e salvos nele.
Ajuda nos ô pai a perceber que nós já gozamos hoje do poder e da Vitória necessários para combater os males desse mundo e, acima de tudo, o pai ajuda nos a lembrar que o senhor luta por nós.
E que nós preço?
Podcast Summary
Key Points:
Deus guia Israel pelo caminho mais longo, evitando a terra dos filisteus, para proteger o povo do desânimo diante da guerra.
Deus acompanha o povo com colunas de nuvem e fogo, simbolizando Sua presença constante e direção, cumprindo promessas feitas a Abraão.
Moisés leva os ossos de José, demonstrando fé na promessa de Deus de visitar e conduzir o povo à Terra Prometida.
Deus ordena que Israel retroceda e acampe em um local aparentemente sem saída, encurralado pelo mar, para provocar a perseguição de Faraó.
Deus endurece o coração de Faraó para que ele persiga Israel, visando glorificar Seu nome e mostrar Seu poder sobre os egípcios.
O povo de Israel, ao ver os egípcios se aproximando, sente grande temor e clama ao Senhor, questionando Moisés sobre a libertação.
Moisés responde com fé, exortando o povo a não temer, aquietar-se e ver o livramento do Senhor, pois Ele pelejará por eles.
O pregador ilustra com uma experiência pessoal de livramento, destacando que Deus salva de perigos visíveis e invisíveis, inclusive da morte.
Summary:
O texto aborda a narrativa bíblica de Êxodo 13 e 14, focando na jornada de Israel após a libertação do Egito. Deus, em Sua sabedoria, não conduz o povo pelo caminho mais curto, pela terra dos filisteus, para evitar que se desanimem diante de inimigos poderosos. Em vez disso, Ele os guia pelo deserto, perto do Mar Vermelho, demonstrando cuidado com o coração ainda frágil do povo recém-liberto da escravidão.
A presença divina é visível através de colunas de nuvem e fogo, que não se apartam deles, garantindo direção e proteção. Moisés também leva os ossos de José, cumprindo a promessa de que Deus visitaria Seu povo e os conduziria à Terra Prometida. Contudo, Deus ordena que Israel retroceda e acampe em um local encurralado, provocando Faraó a persegui-los.
Deus endurece o coração de Faraó para que ele persiga Israel, com o propósito de glorificar Seu nome diante dos egípcios. Quando o exército egípcio se aproxima, Israel sente grande temor e clama ao Senhor, questionando Moisés. Este responde com fé, exortando o povo a não temer e a confiar no livramento divino, pois Deus pelejará por eles.
A mensagem enfatiza a necessidade de confiar nos caminhos de Deus, mesmo quando parecem becos sem saída, e reconhecer que Ele é a fonte de livramento, inclusive do perigo supremo da morte. O pregador conecta essa história à vida cristã, lembrando que Deus nos guia, protege e nos dá esperança, mesmo em meio às perseguições e temores.
FAQs
Deus evitou o caminho mais curto porque o povo de Israel, recém-libertado da escravidão, poderia se desanimar ao enfrentar a guerra com os filisteus e retornar ao Egito. Ele escolheu um caminho mais longo para proteger o coração do povo e conduzi-lo com segurança, mesmo que parecesse um beco sem saída.
Moisés levou os ossos de José porque José havia feito o povo jurar que o levaria para a Terra Prometida, mostrando fé na promessa de Deus de visitar e libertar Israel. Isso simboliza a conexão entre as promessas de Deus e a presença dele no meio do povo.
A coluna de nuvem e a coluna de fogo representam a presença constante de Deus guiando e iluminando o caminho do povo. Hoje, essa presença é manifestada pela Palavra de Deus, que é lâmpada para os pés, e pelo Espírito Santo, que habita no crente e o conduz.
Deus endureceu o coração de Faraó para que ele perseguisse Israel e, assim, Deus pudesse ser glorificado diante dos egípcios, demonstrando que Ele é o Senhor. Isso faz parte dos propósitos soberanos de Deus, que vão além do entendimento humano.
A orientação de Deus para acampar entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom, criou uma situação de encurralamento para provocar a perseguição de Faraó. Isso permitiu que Deus manifestasse seu poder e livramento de forma visível, mostrando que Ele controla todas as circunstâncias.
A resposta de Moisés ensina que, diante do medo e das circunstâncias aparentemente sem saída, devemos confiar em Deus e nos aquietar, pois Ele pelejará por nós. Isso nos lembra que o livramento divino é certo, mesmo quando não vemos uma solução imediata.
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