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Êxodo 13.1-16 - Consagração - Rev. Matheus Inácio

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Êxodo 13.1-16 - Consagração - Rev. Matheus Inácio

Neste estudo de Êxodo 13:1-16, o pregador aborda a ordem de Deus para consagrar todo primogênito e celebrar a festa dos pães asmos, um memorial da libertação do Egito. Ele inicia destacando a seriedade do momento, afirmando que Deus fala através da palavra. Usa a analogia dos Marines americanos, que passam por treinamentos extremos com dedicação total, para questionar o nível de compromisso que os cristãos devem ter com a glória de Deus. O texto mostra que Deus instituiu a Páscoa e a festa dos pães asmos para que o povo jamais esquecesse seus feitos poderosos, como a décima praga e a saída de mais de um milhão de israelitas da escravidão. A celebração, que durava sete dias, não apenas lembrava o passado, mas também apontava para o futuro, a Terra de Canaã, protegendo o povo da idolatria pagã. O pregador enfatiza que a consagração exige tempo, esforço e foco, e que Deus deu o maior exemplo ao dedicar seu próprio Filho, Jesus Cristo, para que vivamos vidas totalmente dedicadas a Ele. A mensagem conclui que a ceia do Senhor tem função memorial semelhante, nos protegendo da idolatria diária, enquanto aguardamos a promessa futura.

Transcription

7784 Words, 43727 Characters

Portuguese
Queridos, nessa noite continuamos o estudo do livro de êxodo, capítulo 13, versículos um a 16. Êxodo, capítulo 13, versículos um a 16. Temos estudar, estudado a fascinante história do relacionamento do povo de Deus, o povo que ele acaba de tirar do Egito e continuamos estudando. Os seus feitos maravilhosos, preste atenção na palavra de Deus, meu querido, esse não é um momento qualquer da sua semana, nem da minha. Não é só mais 1 dia, não é um cumprimento de rotina, é um momento em que Deus fala com você. Eu peço que a medida que você leia a palavra de Deus, você saiba que Deus está falando com você agora por meio da palavra isso é Sério. Deus fala nos nossos dias, meus irmãos, ele fala, eu creio nisso. E a palavra dele é a revelação Sobrenatural e viva para nós. Preste atenção a partir do versículo um capítulo 13. Disse o senhor a Moisés, consagra me todo primogênito. Todo o que abre a Madre de sua mãe entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais, é meu, disse Moisés ao povo. Lembrai-vos deste mesmo dia em que saístes do Egito, da casa da servidão, pois com mão forte o senhor vos tirou de lá. Portanto, não comereis pão levedado hoje mês de abibe estás saindo quando o senhor te houver introduzido na Terra dos cananeus. E do heteu e do amorreu e dos heveus e dos jebuseus, a qual jurou a teus pais te dar Terra que Mana leite e mel guardarás este rito neste mês, 7 dias, comerás pães asmos e ao sétimo dia haverá solenidade ao senhor. 7 dias se comerão, pães asmos e o levedado, não se encontrará contigo, nem ainda fermento será encontrado em todo o teu território. Naquele mesmo dia, contarás a teu filho dizendo. É isto pelo que o senhor me fez quando sair do Egito, e será como sinal na tua mão e por memorial entre os teus olhos, para que a lei do senhor esteja na tua boca, pois com mão forte o senhor te tirou do Egito, portanto guardarás esta ordenança num determinado tempo de ano em ano, quando o senhor te houver introduzido na Terra dos cananeus, como te jurou a ti e a teus pais, quando ta houver dado apartará se para o senhor todo, o que abrir. Da Madre e todo o primogênito dos animais que tiveres. Os machos serão do senhor, porém todo o primogênito da jumenta resgatarás com cordeiro. Se o não resgatares, será deslocado, mas todo o primogênito do homem, entre teus filhos, resgatarás quanto teu filho amanhã te perguntar quando o teu filho amanhã te perguntar que é isso, responder. Aliás, o senhor com mão forte, nos tirou da casa da servidão, pois sucedeu que. Endurecendo, se faraó, para não nos deixar sair, o senhor matou todos os primogênitos na Terra do Egito desde o primogênito do homem até o primogênito dos animais. Por isso eu sacrifico ao senhor todos os machos que abrem a Madre. Porém, a todo o primogênito de meus filhos eu resgato e isto será como sinal na tua mão e por frontais entre os teus olhos. Porque o senhor, com mão forte, nos tirou do Egito até aqui, a palavra do nosso senhor, vamos orar. Obrigado, senhor, por este momento, um momento solene na vida da igreja. Momento em que nós temos a oportunidade única, o maior privilégio na face da Terra, de ouvir o senhor falando conosco. Te peço nessa hora por mim, pai. Para que o senhor me humilhe debaixo da tua potente mão e me ajude a falar aos meus irmãos somente aquilo que o senhor deseja que eu fale? Mas peço também pelos meus irmãos pai, para que dediquem toda a sua atenção nessa hora para que estejam com os ouvidos atentos, com os olhos atentos, com o seu coração vidrado no senhor, que nós possamos estar sintonizados a tua vontade e Por Ela sermos transformados em nome de Jesus, amém. Queridos, recentemente eu assisti um filme chamado American sniper. Eu não sei se você assistiu esse filme muito bom. Vale a pena assistir filme sobre guerra. Às vezes as pessoas ficam um pouco com medo disso, mas conta a história de um homem que é um dos homens mais bem mais bem sucedidos na história dos dos atiradores de elite do exército americano, um homem que tem um recorde impressionante me fez pensar um pouco sobre os tais EUS. Marine, se eu lembro quando eu morava nos Estados Unidos, a quando estava passando o jogo de basquete ou jogo de futebol americano. Televisão no intervalo do jogo, passava propaganda sobre os Marins, então eram os atiradores de elite que iam fazer as missões mais difíceis pelo exército. Eram pessoas que tinham um nível de dedicação e impressionante. Eu fui saber um pouco mais sobre os Marins, porque eu sempre ficava assim, um dia eu vou fazer isso, né? Um dia eu vou ser um deles, né? E a propaganda era do feel the prowl de d Marisa. Eu sei que tem alguns irmãos americanos aqueles, entendeu o que eu falei agora? Os poucos, os verdadeiros, os Marins, era um grande orgulho. Você ser do exército americano, mas mais, mais particularmente ser dessa deste grupo de operações especiais. E como é que você faz para se tornar um Marine? Vamos supor que você a sair daqui do cult, falo bom, é exatamente isso que eu quero fazer da minha vida. Bem, primeiro lugar você tem que saber que a turma de Marins, quando ele seleciona, eles selecionam apenas 25 homens por turma de vários apply cantes do país. Apenas 25 e esses 25 homens, eles se submetem a um curso de 8 semanas de duração. Em que 8 semanas, por 16 horas do seu dia, eles vão estar dedicados exclusivamente àquele projeto, com todos os tipos de tarefa de altíssimo nível de demanda, esses a os Marins, eles têm uma base lá em a, em quântico, na Virgínia, e a verdade, queridos, é que muitos poucos passam nesse curso. É um curso dificílimo, um dos cursos mais difíceis para treinamento de exército que existe no mundo e para graduar num programa, cada um desses homens que são submetidos a testes. Cansar muito cansativos, coisas muito difíceis. Eles têm que ir numa missão elaborada a pelos próprios instrutores para uma área bem grande, e eles têm que se esconder nessa área. Por alguns dias, de tal forma que os instrutores não consigam encontrá Los. Se os instrutores encontrarem, eles estão reprovados, ou seja, eles têm que ter habilidade para se esconder de tal forma que eles possam num lugar bem específico, fazer o seu tiro de ouro, se posicionar de tal forma que eles não sejam identificados pelos inimigos. Os significa que os próprios instrutores não podem encontrá-los e queridos. O nível de exigência é muito, muito alto pra você ter noção. Eu estava lendo sobre eles essa semana. Parece que eles têm que aprender a se mover, 2.5. Centímetros por segundo em velocidade constante. Por uma série de motivos, eles não podem ser identificados por sensores, eles não podem ser identificados por animais, eles têm que aprender a ser invisíveis e, para isso, o treinamento é dificílimo. Eles, por exemplo, eles tem que ficar, aprender a ficar sentado num mesmo local durante dias parados, sem se mexer. Faça chuva, faça sol picada de mosquito, mosquito atrás, orelha, mosquito dentro da roupa. Mosquito em todo lugar, e eles têm que ficar quietos. E queridos, ninguém consegue sair do programa sem estar absolutamente focado naquele objetivo. Dedicação total, foco total e isso requer muito sacrifício. Isso requer esforço, não basta, não basta apenas você vestir a camisa e falar, eu sou do Marins. Vestia a camisa, não faz ninguém um Marine. Se você tem que se tornar outra pessoa, você tem que passar a ser uma pessoa diferente, que eles você já teve que se dedicar de maneira grandiosa, alguma coisa na sua vida. O dedicar algo das suas posses, algo do seu tempo. Quem sabe um tempo que você tem que dedicar para uma prova específica, um tempo que talvez um dinheiro que você tem que economizar com grande esforço para comprar um imóvel ou pra adquirir um carro ou para qualquer outro tipo de projeto, algo que demande de você uma grande dedicação ou uma grande consagração? Geralmente, quando nós pensamos em pessoas de destaque na sociedade, seja campeões olímpicos. A pianista de concerto, alunos de doutorado. Universitários? Estudantes de concurso público, nós esperamos um certo nível de dedicação para que eles possam alcançar essas conquistas humanas que são difíceis e geralmente eles são aplaudidos, por isso, pelo seu grande esforço, pela sua grande dedicação. Mas deixa eu te fazer essa seguinte pergunta. E quando o alvo é a Glória de Deus? Quando um Deus que existe para glorificar o seu próprio nome e fazer o seu nome conhecido sobre a Terra, ele quer se dedicar para isso. Qual você acha que é o nível de dedicação de Deus em fazer isso? Qual é o esforço que Deus coloca para que as pessoas saibam que ele é Deus? Segunda pergunta. A partir dessa realidade, qual você acha que é? Implicação para a forma como eu e você devemos viver nesse mundo? Nós que somos filhos de Deus, o quanto dedicados devemos ser a causa? Queridos, essa é uma pergunta que me estremeceu. Não sei vocês, mas esse texto de hoje está falando exatamente disso, de um Deus que dedica aquilo que há de mais importante no universo. O seu próprio filho. Para que eu e você possamos viver vidas completamente dedicadas a ele. É isso que nós iremos estudar hoje. Deus dedica consagradas e para aquilo que é a coisa mais importante do universo ou aquele que é o mais importante do universo, ele mesmo, o seu filho amado, Jesus Cristo. Para que eu e você possamos, de fato e de verdade, viver vidas completamente dedicadas a ele, nós veremos isso em 3 partes queridos. Gostaria de mostrar a partir do versículo um, o que nós veremos que Deus primeiro ordena que nós celebramos a libertação, a libertação que ele nos dá. O texto nos diz, disse o senhor a Moisés, consagra me todo primogênito. Todo o que abre a Madre de sua mãe entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais, é meu, disse Moisés ao povo. Lembrai-vos deste mesmo dia em que saístes do Egito, da casa de servidão, pois com mão forte o senhor vos tirou de lá. Portanto, não comereis pão levedado queridos. Talvez se você esteve aqui nas últimas semanas, você e eu tivemos a oportunidade de ouvir belíssimos sermões. Pregados pelo reverendo Emílio, que tem movido a gente por dentro, sermões que falam sobre esses grandes feitos do senhor, mensagens que falam dos poderosos feitos de Deus em favor de um povo que estava aparentemente esquecido, de um povo que há 430 anos era escravo num regime de servidão que eu e você jamais conhecemos, algo talvez pior até do que acontece lá na Coreia do Norte, talvez muito pior do que acontecia na Coreia do Norte, porque eles não tinham direitos. Eles não tinham nenhum tipo de direitos. Esses escravos eram pessoas que a gerações há muitas gerações, não sabiam que era Liberdade, viviam sob sob constante opressão física, psicológica, abusos emocionais, homens e mulheres que de repente se vêem alcançados por uma graça que até então parecia inexistente. Um determinado homem, Moisés, enviado da parte de Deus hebreu de nascença, criado como egípcio. É enviado pelo próprio Deus para libertar esse povo e nós temos estudado a fio queridos as grandes pragas, que são pragas que exaltam a Glória de Deus e humilham todos aqueles que se opõem a esse Deus, principalmente o faraó. O representante do mal, ou dart Vader dessa história aqui. Faraó, um homem resistente contra a vontade de Deus, a quem foi dadas inume na inúmeras oportunidades de voltar atrás de ceder, de reconhecer quem Deus era. Mas Deus já havia falado para esse povo que ele endureceria o coração de faraó. Seriam necessárias 10 pragas, 10 pragas que humilhariam e quebram. Estariam aquele homem e toda sua empáfia e aquela nação que se achava superior a Deus, queridos? Nós vamos acompanhando tudo isso até o momento derradeiro em que Deus decide mandar uma última Praga, aquela décima Praga em que ele faz algo terrível, algo que causa grande clamor na Terra do Egito, ele mata todos os primogênitos que não estavam protegidos. Você lembra o que Deus fala? Deus fala para o povo de Israel que passasse aquele sangue do cordeiro imolado, imolado sobre os umbrais das suas portas, de tal forma que, quando o anjo da morte viesse, todas as casas que estavam protegidas com aquele sinal. Não teriam seus filhos dizimados os seus primogênitos, mas queridos, várias casas não tinham aqueles sinais. Várias casas estavam desprotegidas e quando Deus da justiça, quando Deus a santidade vem, ele vem com morte. E aquilo, queridos, foi derradeiro. O próprio filho do faraó morreu nessa história e faraó sem mais a alternativas contra a contragosto ele deixa o povo seguir. No capítulo 12, no versículo 37, nós Lemos assim partiram os filhos de Israel de RAM, 6 para suporte, cerca de 600000 a pé somente de homens, sem contar mulheres e crianças. Mais de 1000000 de israelitas queridos, mais de 1000000 de israelitas. A pé, saindo da Terra de escravidão. E Deus decide comemorar. Deus decide dar um sinal para esse povo, um sinal do qual ele jamais esqueceriam dos feitos de Deus. Ele institui aquilo que nós chamamos da Páscoa, que é muito mais do que ovos de chocolate e coelhinhos. A Páscoa é esse grande feito de Deus em favor de um povo que não merecia tamanha graça. Esse sinal, esse tipo de sacrifício que deveria ser celebrado de geração em geração que representava o favor de Deus a esse povo, um povo que teria um alimento Pascal, um alimento sacramental, que lembraria de um Deus que os tirou com poderosa mão com mão forte do Egito. E quando nós Lemos no versículo 3, nós Lemos, ainda no capítulo 13, que Deus ainda está institucional. Precisando essa celebração, não apenas ele falou agora da Páscoa, mas ele está falando agora daquilo que nós conhecemos como a festa dos pães asmos ou das dos pães ázimos, dependendo da tradução da sua bíblia, talvez você já tenha ouvido falar dessa festa antes e se pergunta, o que significa essa festa? Essa festa estava em continuidade com que Deus estava fazendo, como o reverendo Emílio já havia explicado pra gente anteriormente, eles não deveriam comer pães levedados, pães com fermento. Eles deveriam comer esse alimento específico que representava o fato de que Deus os tirou com mão forte do Egito. Queridos. É alimentos. Eles têm 11, capacidade impressionante, a de causar impacto na gente. Eu lembro que uma vez eu viajei pra Bahia com os meus pais para Ilhéus. Eu era menino, eu era jovem da idade do Mateus, assim, e fui com os meus pais e a gente foi num restaurante baiano em Ilhéus e os adultos na época tem um certo presbitério nosso que eu não vou citar o nome. Mas ele estava lá. AE os adultos decidiram pedir uma moqueca de peixe e eu nunca tinha ouvido falar daquilo. Queridos, o que que é uma moqueca? Eu ouvi moqueca? Eu pensei, ECA, porque rima com meleca, né? E eu estava preparado para o pior, queridos, eu prometo para vocês, eu falei assim, esse negócio vai ser terrível. O cheiro do restaurante já estava forte, aquele cheiro de peixe no ar, falei lá vem e de repente vem aquela moqueca queridos, eles põem na mesa aquela gororoba, certo? Eu olho aquela gororoba, uma cor assim, um tanto quanto peculiar, e eu me pergunto, como ou não como fiz bem. Vem comer porque estava uma delícia, queridas. Quando a gente pensa em comida, comidas evocando memórias na gente, não é verdade. Eu eu lembro que assim, apesar dessa, dessa moqueca maravilhosa, sabe esse cação com molho de limão, Cebolinha em rodela, pimentão verde, vermelho cortadinho, bonitinho? Do lado, né? Um leite de coco, azeite de dendê, estava uma delícia, mas querido, sabe o que que é mais gostoso do que lembrar da moqueca? É lembrar do ambiente em que aquela moqueca foi comida. Naqueles dias peculiares da salinidade da praia, fazendo a desidratação das minhas digitais. De conchinha de Tatuí, de jacaré, jacaré não tô falando, jacaré de verdade, jacaré simbólico sabe quando você vai para para água? Você pega um jacaré, é muito mais gostoso ainda lembrar das pessoas que estavam com a gente naqueles dias de irmãos queridos que são mais chegados, amigos queridos, que são mais chegados do que irmãos queridos de alguma maneira Deus nos criou com essa ativação de que comida nos lembra de coisas, de eventos, de pessoas, de coisas especiais e Deus está usando o mesmo método. Aqui ele está usando uma comida que era um tanto quanto peculiar. Uma comida que não fazia parte da culinária habitual dos israelitas, algo diferente, algo sem fermento para que eles lembrassem de algo especial. Para que eles lembrassem do que Deus havia feito no passado e que todas as vezes que eles colocassem aquele alimento na boca, aquele alimento diferenciado, eles jamais se esquecessem. Da ação diferenciada de Deus na vida do povo, do que Deus fez com a sua poderosa mão queridos. É interessante que Deus dá instruções bem específicas como essa coisa devia ser celebrada nesses versículos centrais nos versículos de 3 a 10. Nós Lemos, por exemplo, que Deus havia falado para eles o versículo 6, por exemplo, dá uma olhadinha aí. Que eles deveriam por 7 dias, comer pães asmos e ao sétimo dia haveria uma solenidade ao senhor. Era uma semana inteira dedicada àquele evento, que começava com a celebração da Páscoa e terminava com essa solenidade. Ao término dessa semana. Queridos, era uma semana que deveria ser dedicada a pensar no que Deus fez no passado. Semanas dedicadas a pensar no que Deus fez no passado. Queridos, isso é algo profundo. Consagração? Quando nós pensamos em consagração, nós precisamos dedicar ao nosso tempo a pensar no que Deus fez por nós, queridos, quando você vem aqui ao domingo, nós repetimos, repetimos, repetimos, talvez alguns sermões, você ouça assim, mas pera aí, eu não ouvi sobre isso semana passada eu falo sim. Mas também não foi o mesmo sermão que você pegou. Na outra semana, teve elementos iguais também na outra semana e nós não nos cansamos de repetir dessas coisas porque nós não podemos esquecer do que Deus fez por nós. Veja bem, essa celebração não significa somente de coisas do passado, não aponta somente para aquilo que Deus fez, mas veja bem que o texto também nos fala de coisas que Deus ainda haveria de fazer. Não fala somente do passado, mas fala também do futuro. Veja o que o versículo 5 nos diz que haveria um dia em que eles chegariam na Terra, dos cananeus e dos heteus dos amorreus e dos heveus e dos jebuseus, a qual jurou Deus dar aos teus pais. Terra que Mana leite e mel não somente eles falavam da libertação. A festa dos pães asmos falava da libertação do Egito, mas falava também da Nova Canaã, daquela Terra da Terra de Canaã. Na verdade, aquela Terra que era a Terra da promessa que Deus havia jurado para Abraham e da qual eles também não podiam esquecer. Eles não podiam esquecer que a jornada só estava começando, de que ainda havia um caminho pela frente de que havia uma Esperança de que havia uma promessa e veja bem, queridos, por que que Deus está instituindo esses elementos sacramentais na vida do povo de uma certa maneira, nós precisamos entender também o que que era a Terra de Canaã. Quem é que estava habitando Canaã nessa época? Eram os israelitas, não eram os cananeus. E quem eram os cananeus? Os cananeus eram homens pagãos que não adoravam o Deus vivo e o qual era o risco que poderia acontecer com o povo de Israel no momento em que eles chegassem lá. Que eles se esquecessem de Deus, que eles se envolvessem com os povos da Terra e se esquecessem das coisas que Deus fez, como de fato aconteceu na vida do povo de Israel. Portanto, essa essa festa tinha uma função memorial, uma função de que toda vez que ela fosse celebrada nessa nova Terra, eles jamais se esquecessem do que Deus fez. E é por isso, queridos, que reverendo Emílio já explicou tanto para a gente, a ceia do senhor tem sim essa função de nos proteger contra a idolatria pagã. Nós somos lembrados de quem é o verdadeiro Deus, de quem é o verdadeiro senhor criador do céu e da Terra, do que ele fez da exclusividade do seu chamado em Cristo Jesus. Isso nos protege da idolatria. A idolatria a qual eu e vocês somos expostos todos os dias, afinal de contas, eu e você ainda não chegamos na Terra de Canaã. Nós ainda somos o povo da jornada, o povo que convive com tantos outros que não reconhecem Jesus como senhor e Salvador. E há uma tendência em nós, um mecanismo falho do nosso coração de idolatrarmos as coisas que nós podemos tocar e não cremos nas coisas que são invisíveis. De adorarmos a criatura em vez do criador de nos envolvermos com os povos dessa Terra e esquecermos a nossa verdadeira identidade. E é por isso, queridos, que Deus institui memoriais memoriais para que nós possamos contar dos grandes feitos de Deus aos nossos filhos. Veja o que o texto diz no versículo 8, ele diz, naquele mesmo dia, quando eles tiverem celebrando, contará a teu filho dizendo, é isto pelo que o senhor me fez. Quando sair do Egito, queridos, eu e você temos uma função não somente de nós mesmos, celebrarmos essas coisas, mas de envolvermos as gerações vindouras nessa celebração de ensinarmos as nossas crianças de catequizar mozi, elas nos ensinamentos da palavra, nos grandes feitos do senhor. Nós devemos fazer isso de tal forma que o texto diz no versículo 9 que isso deve ser um sinal na nossa mão e algo que fica na frente dos nossos olhos, algo bem presente para nós, algo vivo em nosso meio, algo que nos caracteriza, que nos dá identidade, significado e sentido. Essa é a nossa história e nós não podemos abandoná-la jamais. Talvez vocês não saibam mais a alguns judeus ao longo da história têm interpretado esse versículo 9 de uma maneira muito. Peculiar, quando eles vêem essa passagem falando No No texto sinal na tua mão e memorial entre os teus olhos, as gerações dos judeus depois criaram um determinado ritualismo chamado filactério. Você já ouviu falar disso? Já ouviu falar do filactério? O que que era? O filactério era uma caixinha, uma caixinha em que as pessoas escreviam, os judeus, escreviam porções da lei em pedaços de papel, em pergaminhos, colocavam dentro dessas caixinhas e literalmente, eles amarravam essas caixinhas. No seu braço direito e na cabeça. E eles faziam disso um elemento da sua espiritualidade, da sua fé, da sua crença. Mas não é disso que o texto está falando. Na verdade, o senhor Jesus Cristo criticou duramente os fariseus por fazerem dessas coisas os elementos da sua Piedade ostensiva. Lá em Mateus 23 5, ele disse os fariseus e escribas praticam todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens, pois alargam seus filactério e alongam as suas franjas. Nós não estamos falando aqui, queridos de vestimentas. Nós estamos falando de uma camiseta. Jesus mata a sua sede, não é disso que a gente está falando. Nós estamos falando da lei de Deus inscrita no nosso coração. Estamos falando da nossa pele, daquilo que nos marca, daquilo que nós somos, daquilo que nos é importante. Os estatutos do senhor devem ser tão normativos e governar de tal forma a nossa vida, que são como tatuagens em nosso corpo, tatuagens espirituais escritas pela própria mão de Deus, queridos. Apenas uma rápida aplicação aqui. Essa é uma festa que devia ser celebrada. Sabe uma coisa que às vezes a gente esquece quando a gente vem cultuar a Deus e veja bem, eu vou explicar exatamente o que eu estou falando, OK? Nós esquecemos que o culto a Deus é uma celebração. Uma celebração. De que no culto na nossa apresentação a Deus nós estamos comemorando, nós estamos celebrando aquilo que Deus fez por nós. Veja bem, eu não estou dizendo que você deva vir para cá como se fosse uma rave que nós vamos botar um Globo aqui no meio, você vai dançar, não é disso que eu tô falando, porque o culto a Deus deve ser feito de maneira solene. Deve ser feita de maneira reverente, como na presença de um monarca, do maior monarca do universo, mas ele deve ser feito com Alegria, queridos. Uma verdadeira adoração a Deus não tem espaço para frieza espiritual, não tem espaço para você se sentar aqui e fazer disso aqui meramente um ritual religioso na sua vida. Isso não existe, queridos, isso não existe. Ainda que o façamos de maneira organizada e de maneira solene, devemos fazer de maneira fervorosa. Devemos fazer de maneira genuína, porque nós estamos celebrando, celebrando o fato de que eu e você estávamos escravos no Egito das nossas servidões, e fomos libertos. Você liberta o meu irmão. De vez em quando, eu faço isso. Você liberta o meu irmão. Você goza de Liberdade em Cristo Jesus. Deus seja louvado por isso, queridos, isso é motivo de Alegria. Isso deve ser motivo de imensa Alegria, sabe? As pessoas às vezes fala assim, pastor, eu estou com preguiça de ir pro culto. Eu falo como? Como? Não fique com preguiça, meu irmão. Esse é o espaço em que nós temos para celebrar a vida do nosso redentor, que é a nossa vida. Lembre-se disso. Lembre-se disso. O senhor nos convida a celebrá-lo segundo lugar, versículo 2, voltando no versículo 2, queridos, não apenas Deus pede a que nós, de uma certa maneira, é. Celebremos essa libertação, mas ele pede também que nós consagramos o que é mais importante. Veja o versículo 2, ele diz, consagra me todo primogênito. Todo o que abre a Madre de sua mãe entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais, é meu. O que que é consagração queridos. Consagração é isso que Deus está pedindo. Está dando uma ordem ao povo, que o povo separe. Que o povo consagrei, que o povo santifiquem todos os primogênitos consagrar queridos, é tornar algo sagrado, é santificar a entregar para Deus e Deus diz sobre essa coisa que você entregou é meu. Como o reverendo Emílio falou de manhã, ninguém tasca gostei dessa expressão, ninguém tasca. Deus fala, é meu. Queridos, o que há de tão especial em Deus pedir? Os primogênitos, o que que era a primogenitura conversando com alguém essa semana ele falou, pastor, eu não entendo exatamente o que que significa esse negócio de primogenitura na bíblia. Parece que algumas coisas na bíblia a gente tem que assumir que são verdades, mas a gente não sabe exatamente o que elas significam. Queridos, a palavra primogênito significa gênese. Primeira. Gênese primeira, Genesis é início, é o início, é o nascimento, é o primeiro nascimento. Ele faz uma referência aquilo que é gerado primeiro no antigo testamento, nós vemos a questão do direito de primogenitura, que dizia respeito aos privilégios e responsabilidades do filho que nasceu primeiro do filho mais velho. Essa era uma questão muito importante, queridos para o povo de Israel e também para as sociedades ao redor. Havia uma importância a particular que recaía sobre. O evento do primeiro filho era dito com relação ao pai que o primeiro filho era como se fosse o início da força do pai. Como se o filho estivesse dando essa. Essa expressão aparece lá em Gênesis 49, versículo 3, você pode ir lá ver depois, como se ele desse a linhagem do pai, como se ele carregasse o nome da família. Mas é também falado da mãe como aquela que abre a Madre ou abre o ventre. O primogênito é esse que inaugura o ventre da mãe. E o significado é vastíssimo, queridos. Era de fato aquele aquela pessoa que daria continuidade à linhagem familiar, carregando o nome da família, a identidade, a sua reputação, os seus valores na sociedade, os privilégios do pino do primogênito eram altamente valorizados. Eles possuíam uma larguei herança, eles possuíam uma adensam especial do pai. Eles eram os líderes da família que continuariam a sucessão familiar. E eles até tinham uma posição honrada na mesa da ceia. Na hora que eles tinham que comer com a família, então tinha lá a cadeira do primogênito com almofadinha especial. A mãe deu uma perfumada e o resto que se vire para sentar na mesa, mas o primogênito, ele tinha um local especial na hora da refeição e por outro lado, queridos, não apenas ele tinha essa representatividade familiar, mas ele tinha um forte elemento de Esperança na família, ter um primogênito ou ser um primogênito. Representava, possivelmente, a inauguração de um novo ciclo na família. Quem sabe potencialmente a possibilidade de se mudar os erros do passado da família? De alguém que vai tomar decisões melhores do que aquelas que foram tomadas pela sua família, alguém que vá apagar o passado e dar um novo rumo. E assim, meus irmãos, os primogênitos, eram vistos como uma benção especial de Deus. O primeiro filho, e eu sei que tem muitas mamães de primeira viagem aqui na igreja, o primeiro filho. Aquele que de uma certa maneira representa uma dádiva, uma benção especial de Deus. E o que é que Deus pede mesmo para Israel? O primeiro filho. Deus não pede o segundo. Deus não pede o terceiro e não pede o quarto. Ele pede o primeiro. E por que? Que Deus faria isso? Por que Deus pede que as famílias que têm às vezes apenas um filho, que consagrem esse filho? Adeus, queridos, os primogênitos representavam para nós essas coisas que eu acabei de falar, mas para Deus, eles representavam aquilo que nós chamamos de primícia. Outra palavra que talvez você já tenha ouvido na bíblia, você não sabe o que que é, mas o significado é muito próximo daquilo que acontece com Abel & Caim lá em Gênesis 4, quando Deus se agrada. De Abel por oferecer o quê das primícias, daquilo que era mais importante e valoroso, porque Deus tem o direito sobre essas coisas. Ele é o criador de todas as coisas. Os primogênitos representavam suas próprias famílias e Deus tem direito sobre as famílias. E de uma certa maneira, queridos, os primogênitos representavam o próprio filho primeiro de Deus. Como é que Israel foi chamado por Deus em êxodo 4? Nós já estudamos de. Primogênito, inclusive quando Deus mandarão em Moisés lá, AA confrontarem o faraó, ele fala faraó, e para você liberar o povo de Israel, porque Israel é o meu primogênito. E se você não libertar o meu primogênito, o que que eu vou fazer? Eu vou matar o seu primogênito. Queridos nosso Deus, que é um Deus misericordioso, pai das nossas vidas também é Deus que é justo. E vai mexer com o povo de Deus para você ver o que que ele faz. Vai mexer com o povo de Deus para ver o que que ele faz. Ele bota RAM dentro da sua panela. Ele faz a água que você bebe todo dia, se transformar em sangue. Ele faz a escuridão ficar tão densa que você não consegue diferenciar as paredes da sua casa. Deus é Deus que é juiz. E foi exatamente isso que ele fez. Veja o versículo 15, o versículo 15 nos mostra, pois sucedeu que endurecendo, se faraó, para não nos deixar sair, o senhor matou todos os primogênitos na Terra do Egito desde o primogênito do homem até o primogênito dos animais. Queridos Deus, leva muito a Sério esse negócio de consagração. Deus leva muito a Sério e a pergunta que eu faço para você hoje, meu irmão, é, você leva a Sério? Você leva a Sério a forma de Deus de consagrar as coisas. Esse é o seu parâmetro. Veja, eu quero dar um exemplo simples, Deus pede na palavra de Deus que nós consagramos nossos filhos a Deus, vocês, pais, vocês têm consagrado os seus filhos a Deus. Temos inúmeros exemplos na bíblia de Ana, eu cana que consagraram Samuel de manuais, sua esposa que consagraram o pequeno Sansão, com o voto de nazi rato. E você, meu irmão? Você faz parte dessa linhagem, você faz parte dessa história. E nesse nessa história não há espaço para egoísmo. Deus é meu desculpa aí vai procurar outro. Deus, desculpa, mas eu vi primeiro, esse é meu. Isso não existe, queridos. As nossas vidas inteiras devem ser consagradas a Deus, não aquilo, apenas aquilo que nos é mais precioso em termos de Posse, mas o nosso todo. Paulo fala em romanos 12, capítulo um rótulo, versículo um rogo vos, pois irmãos, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo Santo e agradável a Deus que é o quê que é o vosso culto racional? A nossa vida de culto é uma vida de consagração a Deus. E nisso não há espaço para dizer Deus é meu, ninguém tasca. Deus nos convida para sermos mordomos daquilo que é dele. Ele é criador, ele é proprietário, ele tem poder sobre todas as coisas e nós precisamos reconhecer isso, queridos. Há espaço aqui também, para nós combatermos uma certa teologia que rola nas igrejas, chamado teologia das primícias. Você já ouviu falar disso? Teologia das premissas é a seguinte, você quer a benção de Deus na sua vida? Então, consagre as suas primícias e aí, geralmente os pastores que usam isso usam para falar de que você deve dar um dízimo a mais para o pastor, então você dá o dízimo da igreja, mas você dá o dízimo só do pastor porque é das primícias, né? Que eles não entram nessa fuleira, não. Na bíblia não justifica esse tipo de coisa, nem na antiga, nem na Nova Aliança. Esse tipo de pensamento é pensamento de gente que quer tirar proveito do povo de Deus. Então corra disso e alerte os outros. Nossas primícias não tem a ver somente com o nosso dinheiro, com o dinheiro que está na sua carteira agora. E se um dia, por acaso algum pastor da igreja Presbiteriana semear, pedir para você levantar a carteira e dar uma nota de 50 e falar que é 50, é o mínimo da sua fé. O objetivo da sua fé. 1000, corra dessa igreja. Corra dessa igreja, como você deveria fazer de qualquer igreja que faz isso. Não caia nessa história, primícias não tem nada a ver só com o dinheiro que está na sua carteira. Primícias tem a ver com todo da nossa vida, porque afinal de contas, Deus é dono de tudo. E tudo o que Deus faz é bom, e nós devemos consagrar tudo a Deus. Às vezes a gente pensa só em dinheiro, não é? Só naquilo que é material e o seu coração. E o seu tempo e a sua mente e os seus pensamentos e as palavras que saem da sua boca e os seus olhos, todas essas coisas devem estar consagradas a Deus querido. Zinho em último lugar nesse texto. Versículos 11 a 16. Nós vemos que esse mesmo Deus determina que a consagração envolva substituição a partir do versículo 11, nós vemos que Deus dá um modo de que esses primogênitos sejam consagrados, ele diz. Quando o senhor te houver introduzido na Terra dos cananeus, como te jurou a ti a seus pais, a teus pais, quando ta houver dado apartarás para o senhor todo o que abrir a Madre e todo o primogênito dos animais que tiveres, os machos serão do senhor, porém todo o primogênito da jumenta resgatarás com. Cordeiro, se o não resgatares, será deslocado, mas todo o primogênito do homem entre os teus filhos será resgatado. Deus havia dado um modo querido pra eles de consagrar esses primogênitos. Esse modo pode ser de 3 formas diferentes. A primeira seria o que o texto fala para gente. A ideia de alguns animais serem sacrificados diretamente no desenvolvimento da lei. Nós vamos ver ainda no livro de êxodo, no livro de levítico quem sabe nós vamos ver que AO Deus, definiu. Alguns tipos de animais que deveriam ser animais sacrificados de forma direta, porque eram animais considerados puros cerimonialmente, então esses animais poderiam ser sacrificados. Talvez um cordeiro, um Carneiro, eles poderiam, talvez outros animais poderiam ser resgatados pelo sacrifício de um outro animal. No caso dos animais impuros, eles não seriam aceitos para sacrifício. Então, por exemplo, o filho de uma jumenta poderia ser a resgatado pelo sacrifício de um cordeiro. De um animal puro que o substitui, que morre em seu lugar ou mesmo o terceiro caso, quando ele mostra que os animais poderiam ser mortos de forma sem ser sacrificial. É o que ele chama de deslocado, deslocado e com o seu. O animal fosse nocauteado alguém e vai dar uma pancada na cabeça dele, pá, e o pescoço dele quebra e esse animal não seria aceito como sacrifício, mas. Os filhos primogénitos dos seres humanos. Jamais deveriam ser sacrificados. Eles sempre deveriam ser resgatados. Só havia essa opção para eles. Talvez você acha isso bizarro? Eu estou falando isso. Mas como assim? Claro, é óbvio, né não. Os povos pagãos daquela Terra tinham uma prática. Alguns dos povos de sacrificar os primogênitos a um Deus chamado moloch. E isso era algo corrente entre muitos povos, uma forma de se oferecer oferendas a Deus para ganhar o favor desse Deus específico, pelo sacrifício de primogênitos e Deus está combatendo essa ideia. Ele fala não. Os primogênitos dos homens devem ser resgatados e isso também envolvia o sacrifício de um animal puro ou que nós veremos no livro de Levi de números, envolvia o pagamento de um preço de resgate. Talvez você já tenha ouvido falar disso, mas esse preço de resgate? Era um valor estipulado em 5 ciclos. Tem lá, em números 3, 46 a 51. Você pode ver depois, aqui era Oo equivalente desse sacrifício do animal, mas você consegue perceber uma coisa que há em comum entre todos esses sacrifícios? Morte, alguém tem que morrer. Alguém tem que morrer nessa consagração, seja a morte direta de um animal, ou seja, de um animal que o substitui. Queridos, o que nós não podemos perder do foco e o povo de Israel também não deveria perder. É o fato de que Israel não estava isento da sentença de morte contra os primogênitos do Egito. A divisão entre a, entre israelitas e egípcios não é porque Deus gosta de Israelita, porque nasceu em Israel e ele não gosta de egípcios. Que nasceu no Egito. Não, todos eles eram pecadores, todos eles mereciam a morte. E quem foi salvo aqueles que tinham um cordeiro, o sangue de um cordeiro substituto na porta? Queridos, eles jamais deveriam se esquecer que os filhos primogênitos foram poupados somente através do sangue do cordeiro Pascal. A gerações subsequentes seriam simbolicamente redimidas. Dessa forma, isso haveria de se perpetuar até o momento, o pastor Emílio já explicou um pouco até o momento em que Deus iria instituir a linhagem levítica de maneira formal e os levitas seriam os primogênitos selecionados de Deus. Para a consagração a Deus, a dedicação dos levitas. Mas até aquele momento, queridos haviam símbolo, havia um símbolo de que para ocorrer resgate deve ocorrer morte deve ocorrer pagamento de dívida. Essa é uma ideia pesada, meus irmãos, mas é uma ideia necessária, porque essa é a realidade, minha e sua. Mortos nos nossos delitos e pecados queridos, nós jamais poderíamos salvar a nós mesmos. Alguém tinha que pagar o preço. Alguém tinha que morrer em nosso lugar. É tão interessante que em Lucas 2124, nossa leitura bíblica de hoje, nós Lemos que depois que Jesus é apresentado, que o seu nome é conhecido. Que completaram os 8 dias para ser circuncidado, deram-lhe o nome de Jesus, como lhe chamara o anjo. Nós Lemos que depois que passaram os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, levaram ele a Jerusalém. Seus pais levaram ele a Jerusalém para o apresentarem ao senhor, conforme o que está escrito na lei do senhor, todo primos. Benito será consagrado. E para oferecer um sacrifício segundo o que está escrito na referida lei, Um Par de rolas ou 2 pombinhos Um Par de rolas ou 2 pombinhos queridos, é tão interessante que o sacrifício a que Maria e José oferecem em favor de Jesus não era o sacrifício ideal. Haviam 2 categorias, sacrifício se você tem dinheiro, se você é abastado e tem condições, você oferece um sacrifício de cordeiro, mas se você não tem a lei, criou uma provisão que você poderia oferecer. O que o texto fala pra gente como se fosse um sacrifício? De 2 rolas e 2 pombinhos, era o sacrifício dos pobres. Era o sacrifício daqueles que não tinham condições. Era o sacrifício de Maria e José, mas deixa eu te fazer essa pergunta, meu irmão. Você realmente acha que aquele sacrifício que estava sendo apresentado por Maria José era pobre? Quem era o verdadeiro sacrifício nessa história? Quem era o cordeiro Santo de Deus que haveria de tirar o pecado do mundo se não o seu próprio filho ainda bebê? Queridos, talvez José e Maria nem tivessem a dimensão do que estava acontecendo ali. Tudo era muito novo para eles. Tudo havia acontecido de maneira muito rápida e eles ainda estavam tentando entender a dimensão da revelação profética de Deus. Mas ali nos seus braços, menino recém re circuncidado estava o Salvador de todos os homens. O próprio cordeiro. Cristo, meus irmãos, é o primogênito da criação. Ele é aquele que desde Gênesis um até apocalipse 22 é aquele que é retratado como o que tem direito sobre a criação, pois ele de fato é o primogênito, ele é a primícia. De todas as coisas? Queridos, ele tem esse direito não apenas por ser Deus, mas por ter vivido nesse mundo de uma forma como eu e você deveríamos ter vivido para que não fossem feitos sacrifícios em meu favor e em seu favor. Ele se tornou o sacrifício vivo, porque ele foi o único que não teve pecados. Ele era o cordeiro sem mácula. Ele era o homem perfeito, o único que poderia pagar com a sua própria vida, pelo que eu e você merecíamos. Morte, Jesus Cristo é retratado como esse primogênito, como as primícias dos que dormem. Para que? Da mesma forma como ele viveu, da mesma forma como ele morreu, da mesma forma como ele ressuscitou, da mesma forma como ele ascendeu aos céus, da mesma forma como ele voltará para reinar, nós possamos seguir a mesma trilha. Para que eu e você possamos entrar em Canaã, para que não haja mais necessidade de festividades humanas. Ele cumpriu essas coisas no seu próprio corpo, no seu próprio sacrifício. Tínhamos o pão da vida. Tínhamos o cordeiro de Deus, tínhamos aquele que derramou o seu precioso sangue para que eu e você pudéssemos celebrar essa festa. Para que eu e você não tivéssemos mais que nos sacrificar da forma como somente ele fez, para que eu e você pudéssemos ter Esperança. Para que agora, queridos? Com base nas obras dele com base na vida dele, eu e você possamos dedicar completamente as nossas vidas. Completamente as nossas vidas, meus irmãos. Graças a Deus você não precisa dedicar a sua vida a Deus para conseguir a salvação. Graças a Deus você não precisa se esforçar, fazer obras. Supimpas? Era só para chocar você, supimpas. Para você chamar atenção de Deus e, quem sabe Deus inclinar o seu favor a você, falar um, esse aí merecem. Se aí é dos bons. Isso é impossível, queridos, isso é impossível. Mas graças a Deus, porque Jesus Cristo de Nazaré, feito homem, viveu a minha e a sua vida para que o Egito ficasse para trás e Canaã ficasse na frente. E se você, meu irmão, que veio aqui essa noite, você, minha irmã que veio aqui essa noite, você não tem pensado dessa forma? Se esse não tem sido motivo de celebração para você, se você, ainda que se diga cristão, tem vivido mais como quem vive no Egito do que como crente, ou mesmo você que reconhece que está absolutamente no Egito agora. Meu irmão, se você deseja reconhecer essa essa verdade, se você deseja reconhecer essa mensagem como verdade, você não precisa vir aqui da frente. Você não precisa que eu faça um sacrifício especial por você no meu quartinho lá no rádio center com o pastor Emílio no nosso gabinete, não. Você tem livre acesso a Deus, porque o sacrifício está feito. Livre acesso, queridos, livre acesso a Deus, livre acesso aquele que de fato pode te dar Esperança. Não há mensagem melhor do que ouvir do que essa. Queridos. São Boas Novas de Alegria, Boas Novas, de celebração, Boas Novas que deveria fazer você querer sair daqui agora do culto e ler a bíblia inteira quando chegar em casa. Boas Novas que deveriam modificar todos os dias da sua semana, Boas Novas que deveriam modificar o seu relacionamento com seus pais, Boas Novas que deveriam modificar as suas prioridades e as coisas que você consagrei no seu dia a dia. Queridos, não existe sacrifício maior do que o sacrifício do primogênito dentre os mortos. Nós somos filhos adotivos de Deus. Nós temos direitos de filhos porque o nosso irmão mais velho conquistou essas coisas pra gente. Louvado seja Deus por isso. Oremos. Obrigado, senhor. Por quê? A Glória do seu próprio nome. Teve implicações diretas para a nossa salvação. Porque o senhor decidiu glorificar a si mesmo, escolheu o método para fazê-lo. Nós fomos os beneficiadores, nós que éramos filhos, bastardos. Nós que não merecíamos nada, nós agora somos feitos filhos de Deus. Nós, os que cremos no nosso senhor Jesus.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O estudo foca em Êxodo 13
  2. A mensagem compara a dedicação dos fuzileiros navais americanos (Marines) com a dedicação que os filhos de Deus devem ter à sua causa.
  3. Deus institui a Páscoa e a festa dos pães asmos para que o povo nunca esqueça seus feitos poderosos, tanto no passado (libertação) quanto no futuro (promessa da Terra de Canaã).
  4. A celebração era uma semana inteira dedicada a refletir sobre a ação de Deus, protegendo o povo contra a idolatria pagã na nova terra.
  5. O texto enfatiza que a consagração envolve tempo, esforço e foco total, assim como os sacrifícios humanos, mas o maior exemplo é Deus dedicando seu próprio Filho, Jesus Cristo.

Summary:

Neste estudo de Êxodo 13:1-16, o pregador aborda a ordem de Deus para consagrar todo primogênito e celebrar a festa dos pães asmos, um memorial da libertação do Egito. Ele inicia destacando a seriedade do momento, afirmando que Deus fala através da palavra. Usa a analogia dos Marines americanos, que passam por treinamentos extremos com dedicação total, para questionar o nível de compromisso que os cristãos devem ter com a glória de Deus.

O texto mostra que Deus instituiu a Páscoa e a festa dos pães asmos para que o povo jamais esquecesse seus feitos poderosos, como a décima praga e a saída de mais de um milhão de israelitas da escravidão. A celebração, que durava sete dias, não apenas lembrava o passado, mas também apontava para o futuro, a Terra de Canaã, protegendo o povo da idolatria pagã. O pregador enfatiza que a consagração exige tempo, esforço e foco, e que Deus deu o maior exemplo ao dedicar seu próprio Filho, Jesus Cristo, para que vivamos vidas totalmente dedicadas a Ele.

A mensagem conclui que a ceia do Senhor tem função memorial semelhante, nos protegendo da idolatria diária, enquanto aguardamos a promessa futura.

FAQs

A expressão 'mão forte' enfatiza o poder absoluto e soberano de Deus ao libertar Israel do Egito, sem qualquer ajuda humana. Ela reforça que a salvação é uma obra exclusiva de Deus, que age com autoridade e poder irresistíveis.

Os sete dias representavam uma semana inteira dedicada a meditar nos feitos de Deus, garantindo que o povo tivesse tempo suficiente para refletir sobre a libertação. Essa duração prolongada reforçava a importância do memorial e evitava que a celebração fosse esquecida rapidamente.

A Páscoa era uma celebração específica que lembrava o sacrifício do cordeiro e a proteção do anjo da morte, enquanto a Festa dos Pães Asmos era uma celebração de sete dias que seguia a Páscoa, focada na pureza e na memória da saída apressada do Egito. Ambas estavam ligadas, mas tinham ênfases distintas.

O resgate com um cordeiro simbolizava que a vida do primogênito pertencia a Deus e precisava ser redimida por um substituto. Isso apontava para Cristo, o Cordeiro de Deus, que se tornaria o resgate perfeito para a humanidade.

A analogia ilustra que a dedicação a Deus deve ser tão intensa quanto a dos Marines, que passam por treinamento extremo com foco total. Assim como eles sacrificam tudo pela missão, os cristãos devem se consagrar completamente à glória de Deus, sem reservas.

Ela lembrava a libertação do Egito, mas também apontava para a Terra Prometida de Canaã, onde o povo deveria continuar celebrando. Isso ensinava que a fé não é apenas sobre o que Deus já fez, mas também sobre a esperança das promessas futuras.

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