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Êxodo 1.1-14 - No Egito escravo fui - Rev. Emilio Garofalo Neto

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Êxodo 1.1-14 - No Egito escravo fui - Rev. Emilio Garofalo Neto

O estudo inicia uma série sobre o livro de Êxodo, com foco no capítulo 1, versículos 1 a 14. O texto mostra que os descendentes de Jacó, que entraram no Egito em número de 70, cresceram de forma extraordinária, cumprindo a ordem divina de serem fecundos e se multiplicarem. Após a morte de José e sua geração, um novo faraó, que não conhecia José, teme o crescimento dos israelitas e os submete a dura escravidão, usando astúcia e tirania para tentar enfraquecê-los. No entanto, quanto mais são afligidos, mais se multiplicam. O pregador destaca que Êxodo é um livro sobre Deus, sua misericórdia, justiça e soberania, e que serve como paradigma para a história do povo de Deus em todos os tempos. Ele também conecta o Êxodo com Gênesis e com Jesus Cristo, que passou por experiências semelhantes, mas triunfou perfeitamente. O período de 400 anos de silêncio profético no Egito ensina que a fidelidade é mantida pela transmissão fiel da Palavra de Deus, não por novas revelações. O resumo central é que o povo de Deus sofre a inimizade da semente da serpente enquanto aguarda a redenção, e que Deus, em sua providência, cresce e sustenta seu povo mesmo em meio à opressão.

Transcription

7950 Words, 44656 Characters

Portuguese
Peço que você abra sua bíblia no livro de êxodo, segundo livro da Santa escritura, logo depois de Gênesis. Estamos começando hoje uma série de estudos nesse livro e vamos tratar de cada capítulo de cada versículo, de cada passagem, desse épico e maravilhoso livro inspirado por Deus. Começa hoje. Não sei quando termina. Sem promessas. Pelo menos 50 sermões, com certeza, mas provavelmente bem mais. Não vale a pena correr. Com um livro como esse, não tem porque vamos digerir devagar. Vamos acompanhar o ritmo colocado pela própria palavra de Deus. E hoje começamos. Capítulo um versos, um a 14, escute, com fé a leitura da palavra do senhor. Este não é um mero livro humano. Este é um livro inspirado pelo próprio Deus. Assim diz a palavra do senhor. São estes os nomes dos filhos de Israel. Que entraram com Jacó no Egito. Cada um entrou com sua família, Rubem simeão, Levi, judá, issacar, zebulom e Benjamim. Dã, naftali gade aser. Todas as pessoas, pois que desceram de Jacó, descenderam de Jacó, foram 70. José, porém, estava no Egito. Faleceu, José. E todos os seus irmãos e toda aquela geração, mas os filhos de Israel foram fecundos e aumentaram muito e se multiplicaram e grandemente se fortaleceram de maneira que a Terra se encheu deles. Entrementes, se levantou novo rei sobre o Egito que não conhecera a José. E ele disse ao seu povo, eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. EIA usemos de astúcia para com ele. Para que não se multiplique e seja o caso que vindo guerra, ele se ajunte com os nossos inimigos peleja contra nós e saia da Terra. E os egípcios puseram sobre eles, feitores de obras. Para usar afligirem com suas cargas e os israelitas edificaram a faraó. Cidades celeiro de píton IMC. Mas. Quanto mais os afligiam? Tanto mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam, de maneira que se inquietavam por causa dos filhos de Israel. Então os egípcios, com tirania, faziam servir os filhos de Israel e lhes fizeram amargar a vida com dura servidão em Barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo com todo o serviço em que na tirania. O servi, ão até aqui. A palavra do senhor. Oremos. Senhor, nós agradecemos por este registro histórico inspirado por ti útil para nosso ensino, correção e crescimento, e nós pedimos que o senhor nos abençoe ao começarmos este estudo no nome de Jesus, amém. Queridos, uma das universidades mais famosas do mundo é a universidade de Oxford, no Reino Unido, há cerca de 1000 anos. Se ensina conhecimento naquele lugar, ainda que não na forma de universidade como é hoje. O que poucos sabem é que um dos maiores nomes a ensinar e servir trabalhar naquela universidade foi o puritano John Owen. Por vários anos, além de ensinar, ele foi o reitor acadêmico daquela instituição. Chegou a ser vice chanceler da prestigiosa escola. Ou em queridos, talvez você não seja familiarizado com o nome. Foi uma das mentes mais brilhantes que o planeta Terra já viu. Assim como um dos corações mais ardentes por Cristo a andar por esse planeta e sua contribuição para Oxford foi muito importante. Jobbik, um pastor contemporâneo escrevendo sobre ele, diz o seguinte, em 1651 ele se tornou deão da de Oxford e 18 meses depois, ele se tornou o vice-chanceler na universidade debaixo das chancelarias de ninguém menos do que o próprio cromwell. Ele substituiu Daniel greenwood, que por ser presbiteriano, era considerado alguém que não dava muito apoio. Ao governo ou em era congregacional ou em presídio, então, sobre a universidade, nas mais diferentes capacidades, ele serviu como administrador. Ele restringia as tentativas mundanas dos dos alunos, descrentes dos seus excessos. Através das suas palestras em teologia, ele promovia a teologia reformada e uma Piedade puritana. Ele organizou diversas, juntas diversas formas de dirigir a vida religiosa da universidade. Os alunos de graduação eram requeridos a repetir para alguns dos homens mais velhos o que haviam aprendido no sermão de domingo. Imagina isso na Universidade de Brasília? Eles tinham orações noturnas, cada um com seus tutores e em cada um dos alojamentos eram oferecidos pregações com frequência. O próprio UOL empregava com frequência na igreja de Cristo em Oxford, alternando nos domingos com Thomas goodwin. E esses sermões foram os as sementes para os tratados que Owen escreveu sobre mortificação e tentação. Depois Owen era um grande administrador debaixo da sua liderança, Oxford cresceu. O Tesouro da universidade multiplicou-se 10 vezes. Os salários foram restaurados aos professores. Os direitos foram mantidos, a qualidade do ensino e da disciplina grandemente melhorada a liderança piedosa de Owen trouxe paz, segurança e crescimento espiritual para aquela instituição nos difíceis anos de recuperação. Depois das caóticos anos de guerra civil na Inglaterra. Assim diz bike alguns anos atrás, um professor meu foi visitar Oxford, passando pelo Reino Unido, e foi lá, e todo animado buscou conversar com alguns professores de ramos diversos, com gente da liderança da escola, querendo saber um pouco mais sobre as histórias dos anos de John Owen em Oxford. E esse é meu professor e amigo. Ficou chocado ao ver que ninguém, ninguém com que ele conversava ali em Oxford, sequer sabia quem havia sido John Owen. Algo sobre a própria herança e história daquela instituição havia sido perdida. No esquecimento um homem cujo trabalho em prol da universidade fora vital para a sua estabilidade em tempos tão turbulentos, havia sido completamente esquecido e hoje, em Oxford, você vai encontrar toda sorte de coisas sendo dita contra o nome do senhor contra a palavra de Deus e em rebelião contra a sua própria história. Hoje nós começamos aqui a história do êxodo. E ela passa por vermos algo extremamente importante para o Egito, um homem extremamente importante para o Egito ter se tornado o que ele era ser também completamente esquecido. E com isso, o povo de Deus sofrer duras penas num lugar em que antes o nome do senhor era proclamado e a influência do senhor era celebrada. O Exu deu uma história épica, uma história conhecida, uma história querido que vai mostrar pra gente o que acontece no próprio back ground desse mundo, uma história que reflete não somente o conflito entre israelitas e egípcios, mas o próprio conflito entre o povo de Deus. E aqueles que se opõem contra o conhecimento de Deus, o próprio conflito entre o povo de Deus e o mundo que se esqueceu do que o próprio Deus fez por eles. Hoje, começa o êxodo. Preste atenção, essa é a sua história. Não só porque a história da tua família e é, mas porque a história que representa a grande briga, a grande luta que permeia toda a história da humanidade. Hoje, nesse primeiro estudo, nós vamos ver que o povo de Deus sofre a inimizade da semente da serpente enquanto aguarda pela sua Redenção. O resumo é esse, o povo de Deus sofre a inimizade da semente da serpente enquanto aguarda sua Redenção. Vamos ver isso em 2 partes, primeira parte. O povo de Deus cresce na providência do senhor. Volta para a bíblia. Olha o primeiro verso. Olha a conexão com o livro anterior de Gênesis. São estes os nomes dos filhos de Israel que entraram com Jacó no Egito. Cada um entrou com sua família, Rubem simeão, Levi, judá, issacar, zebulom e Benjamim dã. Naftali, liga de Azeredo, todas as pessoas bois, pois que descenderam de Jacó foram 70. José, porém, estava no Egito, faleceu José e todos os seus irmãos e toda aquela geração. Mas os filhos de Israel foram fecundos e aumentaram muito e se multiplicaram e grandemente se fortaleceram de maneira que a Terra se encheu. Deles começa mais um livro. E esse é um livro glorioso, eu te peço, leia. Não fica esperando chegar o dia de pregar. Leia. Mesmo aquelas partes que você acha um pouco esquisitas que vem lá nos últimos capítulos de descrições e medidas e materiais do tabernáculo. Leia é principalmente nessas partes que seu coração ainda estranha que você precisa ser treinado, que o seu entendimento precisa ser expandido. Quem escreveu esse livro? Bem, tradicionalmente se entende que foi o próprio Moisés que escreveu esse livro. Não somente eles, mas Gênesis, levítico, números e deuteronômio Jesus lá na frente, quando cita o livro de êxodo, se refere ao próprio Moisés como o autor. E eu assumo que o Deus homem sabia do que ele estava falando. Mas sobre o que é esse livro? Esse livro é claro, sobre o êxodo êxodo significa saída a saída do Egito, a libertação da escravidão, da opressão feita pelos inimigos do povo de Deus. Mas, embora seja um livro com várias histórias conhecidas e devem vir algumas da sua mente, as pragas, o Mar Vermelho se abrindo, isso ou aquilo, note, ele é acima de tudo, um livro acerca de Deus, um comentarista, um pastor contemporâneo chamado Felipe hay. Quem diz o seguinte, o livro é acerca da misericórdia. Da justiça, da santidade e da Glória de um Deus todo poderoso que governa a história pelo poder soberano. Sobre o povo da sua Aliança, quando os autores bíblicos se referem ao êxodo, eles raramente menciona Moisés. Ao invés disso, eles sempre falam sobre as Maravilhas de Deus. Quando que você passou essa história? Há bastante controvérsia, mas mesmo entre os conservadores, a gente não tem uma data exata de quando esses eventos aconteceram, algo em torno de 1200 a 1400 antes de Cristo. Talvez esse faraó que começa a oprimir o povo de Deus seja 7 primeiro e ramsés segundo o que reinava no período da saída em si, ou podem ter sido outros, se você quiser, depois me escreve um e-mail ou te mando uma lista de livros para você ver sobre as evidências de nomenclaturas egípcia, as evidências acerca dos abiru. Que talvez seja como os egípcios chamavam os hebreus e outras considerações diversas que não são apenas o nosso, que não são nosso objetivo aqui, mas note AA, ao contrário do que alguns dizem, temos sim bastante evidência arqueológica para os eventos do êxodo. Não que precisemos dela, pois a palavra de Deus, inspirada nos conta. Alguns sugerem que o fato de que os egípcios não tem registros acerca do êxodo seja uma prova de que o êxodo nunca aconteceu. Mas foi uma fábula dos hebreus. Mas é fácil demonstrar historicamente que os egípcios eram notoriamente propagandistas, e eles raramente registravam suas derrotas e certamente não iriam registrar para a posteridade o dia que eles levaram à surra de um bando de escravos. O livro começa diretamente onde acabou o livro de Gênesis, em português não aparece, mas lá no hebraico, a primeira palavra é e. Como se fosse um único livro, e são estes os nomes dos filhos de Israel. Sabe quando você está assistindo um filme e começa o filme contando a história de um menino? E o menino está ali, o menino está jogando bola e o menino está brincando. O menino está fazendo não sei o quê, é algo acontece e de repente o filme corta e faça 20 anos depois e você acompanha o menino já adulto e você falou OPA, passou um longo tempo, é o que está acontecendo aqui? Nós terminamos a história no livro anterior, vendo a morte de José. Logo depois da morte de Jacó, o cortejo fúnebre, ele sendo embalsamados e toda aquela história, e terminou com José morrendo e sendo colocado num sarcófago lá no Egito, 400 anos depois. A história continua. E ela começa a recapitulando, o que aconteceu nos últimos capítulos de Gênesis, quando Jacó, o último dos grandes patriarcas chamados pelo povo de Deus, desceu para o Egito junto com os seus filhos e os filhos dos seus filhos e esposas e animais, e toda aquela turma, ele está escrevendo agora para que eles, centenas de milhares de descendentes daqueles 12. E Moisés está estabelecendo para eles a história de vovô e Vovó, e o dia que eles vieram morar nessa Terra, e aqui ele traz essa lista dos filhos que desceram junto com ele. José já não, já estava no Egito. Você se lembra da história? Ele havia sido vendido como escravo pelos seus próprios irmãos e Deus o elevou. Uma proposição de dominância no próprio Egito. Mas é importante notar que há vários paralelos e continuidade com o livro de Gênesis, se Gênesis fala da criação de um mundo êxodo, fala da criação de um povo. E esse livro vai seguir aquela história que começou lá e no capítulo 3 do versículo 15, quando Deus falou logo após a queda de Adão e de Eva, que durante toda a história da humanidade haveria uma grande inimizade entre aqueles que seguem o modo de pensar da serpente. Em rebelião contra o plano e a palavra de Deus e aqueles que seguem. O caminho do senhor amando e nós veremos ao longo de todo esse livro esse conflito, continuando o povo de Deus sendo levado e sendo escolhido. Note ainda que o texto já começa mostrando o cumprimento de algumas ordens lá do início do livro de Gênesis. Quando Deus falou para Adão e para Eva que eles deveriam ser fecundos. E se multiplicarem. E êxodo começa falando QO povo de Deus foi fecundo e grandemente se multiplicou a mesma ordem foi repetida para Noé depois que ele saiu da arca, a mesma ordem com promessa, foi dada a Abraão, no contexto do pacto, quando foi dito que anuncia descendência dele, seria numerosa como as estrelas numerosa como a Areia e a bíblia. Nos conta. Foi exatamente isso que aconteceu daquele homem, daquela mulher, daquele casal de velhinhos. Era incapaz de engravidar? Surgiu uma gigantesca e fecunda nação. Note é uma excelente maneira de ampliar o povo de Deus na Terra, tendo filhos. Quando o povo de Deus tem filhos, prodigamente o povo de Deus enche a Terra. Eu fico muito feliz quando eu vejo que o nosso berçário está cada vez mais cheio. Tenta passar lá um dia pra você ver o que está acontecendo lá dentro. E ouvi dizer por aí que está mais cada vez mais neném chegando. Às vezes a gente acha a época não é propícia para termos filhos. Um mundo mal como esse. Olha. Se no Egito dá para ser fecundo com toda essa opressão. Qualquer tempo é tempo. O êxodo acontece 430 anos após os eventos finais dos livros de Gênesis. Naquela época, 70, agora, centenas de milhares. Quando a gente viu os irmãos indo para Canaã, levar jacob para o seu enterro, nós vimos que as crianças ficaram. Lembra disso, o que mostra que eles já estavam se multiplicando. Nós vimos também que José conheceu os seus filhos, conheceu os seus netos e muita gente estava ali com ele e o povo foi crescendo em progressão geométrica de maneira vertiginosa, porque o Egito serviu como uma grande incubadora para o povo de Deus. Deus os colocou numa Terra protegida e fértil, a Terra de gosen foram separados porque eram pastores de rebanho. O povo foi enormemente infrutífero. Se lá no final de Gênesis, o povo de Deus dava para juntar todo mundo, num almoçam de almoção de domingo, na casa de um de nós. Agora essa turma é que nem um enxame no Egito perceba. Gênesis e êxodo são extremamente conectados, mas note também que o livro de êxodo não aponta apenas para trás. Para o Gênesis, ele aponta para o futuro, para toda a história da igreja, o livro e o êxodo servem como um paradigma. Servem como um modelo para descrever toda a história do povo de Deus em todos os tempos, em todos os lugares. É curioso, se você notar várias vezes os Salmos várias vezes os profetas falam acerca do êxodo, como o próprio paradigma de Deus, libertando o seu povo. Sempre que o salmista vai pedir, senhor, me liberta, não sempre, mas muitas vezes eles voltam para os eventos do êxodo, lembrando como o senhor libertou o teu povo. Assim, nós esperamos também o êxodo, tirando a criação do mundo. É o grande milagre do antigo testamento. E o êxodo aponta também para o próprio Ministério de Jesus Cristo. Ao longo do estudo dessa semana, diversas nós vamos ver isso com mais calma, mas já anote algumas coisas, o povo de Deus vai estar no Egito por um tempo. O povo de Deus vai ter suas crianças ameaçadas por um tirano insano e perverso. O povo de Deus vai andar pelo deserto e ser tentado, o povo de Deus vai cruzar o Jordão e chegar na Terra prometida, e Jesus vai passar pelo mesmo percurso. Jesus ameaçado por um tirano perverso, vai sair da Terra de de judá. Vai morar na Terra do Egito e voltando, ele vai passar vários anos de preparação. Ele vai também ser tentado no deserto e ele vai antes de iniciar o seu Ministério, passar pelo Rio Jordão, onde ele é batizado por João Batista. Só que diferente do povo de Deus, ele triunfa de maneira monumental. Se o povo de Deus vai passar 40 anos do deserto por causa da desobediência, Jesus vai passar 40 dias no deserto, sendo completamente obediente. Moisés, em certo momento, vai subir ao Monte para descer com a lei de Deus. Jesus, em certo momento, vai subir ao Monte e ele, o próprio Deus, vai dar a sua lei no famoso sermão do Monte, então note que há vários paralelos na estrutura da própria bíblia mostrando como essas coisas funcionam e interessante também. Você notar que esses 400 anos no Egito foram um tempo de silêncio da parte de Deus. Séculos em que Deus não trouxe visões, sonhos, revelações, profetas. Nada disso. Isso é importante. Muitas vezes, os crentes hoje em dia talvez seja o seu caso. Acham que pra gente manter a nossa vitalidade espiritual? A gente precisa sempre estar indo atrás de reuniões de profecia. Atrás de novas revelações, pedindo a Deus sonhos, relatórios pedindo que Anjos falem conosco, pedindo que isso ou aquilo acontece, talvez seja o seu caso, e você vive atrás de tá coisas assim, mas a bíblia nos mostra que a Redenção do povo de Deus ocorre junto com momentos de revelação e ao longo da história, Deus passa grandes períodos em silêncio. Nesse caso, 400 anos. Poxa pastor, mas como é que um povo vai se manter fiel por 400 anos? O que que você acha que manteve esse povo conhecendo a verdade sobre o Deus de Israel? Eles não tinham sonhos e visões como Jacó teve. Eles não tiveram aparições teofanias como Abraão. Teve o que que foi que manteve esse povo fiel e na linha? O fiel ensino. Da palavra de Deus? A simples Transmissão, geração após geração das histórias do que Deus fez por nós. Assim é hoje também o período de revelação já acabou. A bíblia está completa. Nós estamos num período, digamos, de silêncio, só que, semana após semana, você pode vir ao ao contexto do culto público e ser alimentado pela palavra de Deus sendo trazida para você de maneira autoritativa. Expondo a palavra e você, claro, pode ler em casa com sua família e sozinho também. Essa é a situação do povo. Eles estão em grande crescimento, eles estão em enorme número, mas eles estão em Terra estranha. E às vezes Deus vai permitir que coisas terríveis aconteçam para que nós sejamos lembrados disso. Nós, como povo de Deus, enfrentaremos dificuldades. Se você acompanha os noticiários, se você sabe do que está acontecendo por aí, você sabe muito bem que os mártires continuam surgindo. Pesquise por aí e sites que lidam com isso. O livro Sério se verá os terríveis terríveis histórias de martírio contemporâneo, como por exemplo, uma que eu encontrei essa semana de uma garota muçulmana de 18 anos. Que poucos anos atrás, encontrou uma cópia das escrituras e começou a ler. E por meio da simples leitura da palavra, ela veio a crer, ela estava um dia lendo na sua cama e diz que então teve um súbito entendimento. Como uma faca, cortando o seu coração. Uma completa convicção de que Jesus Cristo é o caminho é a verdade e é a vida e essa jovem de 18 anos disse que era como se aquele livro falasse com ela. Ilumina se o seu coração e Ela Foi salva ali, escondida, lendo um livro que era proibido na sua família, na sua cultura. Após essa experiência de conversão, ela ficou por cerca de 14 minutos ali, sentadinha, lendo a sua bíblia, se levantou e decidiu que precisava contar para o seu pai acerca do que ela havia aprendido. Seu pai era um imã imã é um líder religioso muçulmano. E um importante homem de negócios. Todo mundo conhecia. Ela chegou para ele e disse, pai, eu preciso contar 2 coisas para o senhor. A primeira delas é que agora eu sou uma seguidora de Jesus Cristo e a segunda coisa é que eu creio que Maomé era um homem possuído por demônios. Ele bateu nela. Tão forte que seus olhos saltaram dos seus olhos, dos seus Globos oculares foram destruídos. Só face enegrecidas seus dentes esmigalhados e ele quase matou a de tanto bater. Levou 14 minutos. Para que a perseguição ao conselho, aquela moça. 14 minutos. Por que que esse tipo de coisa acontece? Por que que se você encontrar por aí, perguntar para as pessoas, você vai ver que continua acontecendo perseguição, por que que desde que Abel foi assassinado pelo seu irmão Caim? Esse mundo segue perseguindo o povo de Deus. É por causa da inimizade que começou lá no Jardim e assim a gente vai para o nosso segundo ponto, o povo de Deus sofre por causa da inimizade contra a semente da serpente, volta para a bíblia. Olha o capítulo verso 8. Entrementes, se levantou novo rei sobre o Egito e olha o detalhe sobre esse novo rei. Ele não conhecia José. Ele disse ao seu povo, eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. EIA usemos de astúcia para com ele para que não se multiplique e seja o caso que vindo guerra, ele se ajunte contra nossos com os nossos inimigos. Peleja contra nós e saia da Terra. E os egípcios puseram sobre eles feitores de obras para os afligirem, com suas cargas e os israelitas edificaram a faraó, cidades, celeiros, pitom MCs. Mas quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam tanto mais se espalhavam de maneira que se inquietavam por causa dos filhos de Israel. Então os egípcios, com tirania, faziam servir os filhos de Israel. Eles fizeram amargar a vida com dura servidão em Barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo com todo o serviço em que na tirania os serviam. Veja, queridos, que o povo de Deus está numa terrível situação no Egito. A situação, 400 anos atrás era ótima, lembra José era visto como grande herói. José havia por meio dos sonhos, que Deus havia dado a ele por meio da sabedoria dado por Deus. José havia sido o próprio protetor do Egito. Havia armazenado grãos para que o Egito não passasse fome, havia tornado o Egito no próprio celeiro do mundo antigo. Havia, por meio de suas ações adquirido para faraó, grande poder financeiro e político, havia liderado o povo em conseguir terras para. Faraó. Foi muito bem recebida a sua família. Quando chegaram à final família de José, o nosso Salvador são queridos, Jacó foi amado. Lembre-se quando Jacó morreu pranto nacional, luto nacional, um cortejo com os Nobres, com os soldados indo até Canaã para enterrar o pai de José. Mas se esqueceram. Esqueceram? Do que Deus fez em favor deles. Assim como nós, é claro. Todos nascemos da terrível situação de sermos esquecidos. De esqueceram que Deus fez por cada um de nós ao nos dar o sopro da vida. Ao no da nos dar corpos formados maravilhosamente ao nos dar Alegria. Estações do ano e flores e frutos e amor e tantas coisas boas. Se fosse listar tudo que Deus deu para a gente, a gente só faria isso hoje à noite. Mas o mundo vive nessa situação. O mundo que recebeu tudo de bom, das mãos de Deus. Mas o mundo rebelde. Que segue desejando a sua suposta Liberdade. Que, no final das contas, é rebeldia, desejo de autonomia dizendo para Deus eu faço o que eu quiser da minha vida e você não tem nada com isso? É curioso, a gente vê, né? Algumas das lutas que nós, como povo de Deus, estamos enfrentando hoje no Brasil, nos Estados Unidos e outras partes do mundo, só são possíveis. Por causa das conquistas do próprio cristianismo. Exemplo para vocês? Hoje é muito comum se você participar de conversas no Facebook ou pessoalmente por aí, você vai ver o tempo todo, as pessoas te dizendo coisas como a sua fé não pode entrar na discussão de direitos civis. A bíblia não pode se envolver naquilo que é certo, o que é errado, porque o nosso estado é laico e aí entram questões como casamento gay, et cetera, e vários de vocês provaram na pele. Nessa semana, a fúria de um mundo que não admite que a fé que a palavra de Deus se meta em suas escolhas. O simples compartilhar de textos no Facebook virou arma para você ser atacado, para você ser ofendido, para você experimentar um pouco do que é ser coparticipante do sofrimento de Cristo. Mas a laicidade do estado não significa estado ateu, gente. No estudo, significa estado secular. E o que ninguém sabe, pô, parece ter esquecido é que a laicidade do estado foi uma Conquista em grande parte fomentada e defendida pelos pastores protestantes no Brasil no século 19. Como é xibiu Simon, fundador do presbiterianismo no Brasil e tantos outros naquela época em que o Brasil era oficialmente uma igreja, é tinha religião oficial, a igreja católica. E os protestantes lutaram para que o estado deixasse de ter uma religião oficial. Nos Estados Unidos, a mesma coisa. Querem excluir Ideas cristãs do debate público. Mas várias das coisas que são mais prezadas pelo povo dos Estados Unidos só estão lá por causa das bases cristãs dos puritanos que fundaram aquele país. Mas se esqueceram. Como faraó, se esqueceu. Do que Deus fez ali? Usando uma ilustração que ficou famosa pelo grande defensor da fé, Cornelius van til, um homem que mostrou como descrente, ele pressupõe a existência de Deus para tentar negar a Deus. Ele usa os próprios coisas boas que Deus deu para ele para dizer que Deus não existe. Ele diz o seguinte, você já me ouviu falar isso? O descrente que nem uma criança rebelde doida para dar um tapa na cara do pai. Só que ele só tem como alcançar o rosto do pai se o próprio pai levantá-lo e botar perto. E os descrentes usam a Liberdade, a mente, os corpos, a inteligência, a capacidade dada pelo próprio Deus. Para darem tapa na cara dele da sua palavra. O Egito só é o que é. Porque 400 anos antes, José foi usado por Deus para não deixar o país inteiro morrer de fome. Os povos vizinhos ficaram endivida e terras de muitos passaram para o próprio faraó note, o Egito só é poderoso para explorar o povo de Deus por causa das bênçãos dadas por Deus a eles. E pelo próprio povo de Deus, representado em José. Mas não se enganem. Esse mundo vai esquecer. Esse mundo vai fazer força para esquecer a verdade de Deus. Vem um novo faraó, e ele não conhece, não liga, não se importa com a história, só quer saber do seu poder. Só quer saber da sua segurança. Só quer saber da sua autonomia e vê no povo de Deus uma ameaça. Veja que é um fluxo histórico que foi acontecendo 400 anos atrás. O povo de Deus era amado, o povo de Deus era admirado, o povo de Deus era querido e aí a gente começou a ficar com medo do povo de Deus. A gente começou a transformar o medo em ódio e de ódio. O próximo passo, qual é? Opressão. Porque esse povo é perigoso. Com o que eles falam sobre o Deus dele. E sobre como dança, devemos viver queridos, não estranhem como o Pedro falou para o povo de Deus lá naquele primeiro século. Não estranha. Quando nós começarmos a ser odiados pelos poderosos do país, quando os seus planos perversos, imorais de serem lei para si mesmo, começarem a jogar fora a palavra de Deus e aqueles que insistirem na palavra de Deus serem perseguidos, não estranhem. É isso que acontece no Egito. Pode demorar alguns séculos, mas eles vão se esquecer. E faraó traz carga sobre o povo de Deus com a desculpa de que eles são poderosos e ele vende essa ideia de que numa suposta guerra, talvez os hebreus se juntassem aos inimigos e tomassem o poder. E veja o texto, fala, usemos de astúcia para com eles. Nada se comparar astúcia dos tiranos políticos. Vamos encontrar um jeito de fazer com que toda essa massa trabalhe em nosso favor. Ao invés de serem ameaça, vamos colocar suas cargas sobre eles para que eles não sejam capazes de se levantar contra nós e contra o nosso sistema. Lembre-se quando eles desceram para o Egito, eles eram criadores de rebanho, só que agora fará o manda que eles deixem essa função e que eles se tornem primariamente trabalhadores braçais, construtores de edificações, de tijolos e outros materiais para os projetos de faraó. E note que esse suposto perigo deles se tornarem aliados dos inimigos no contexto histórico não era muito realista, mas desde quando tiranos precisam de desculpas realistas? A cultura do medo fala mais alto. Os egípcios embarcam nessa. E o povo de Deus começa a ser oprimido sistematicamente pelo Egito, com seus líderes e com seu povo. Feitores são colocados. Eles são, escraviza, 12 e forçados a trabalhar e a bíblia nos conta de dessas 2 cidades que foram construídas por eles. Python, que significa a casa de áton, um dos deuses mais famosos do Egito, e também a cidade de ramiz. Esse talvez a cidade que hoje se chama tanis, ou qantir, residência dos faróis. De qualquer jeito, a gente não sabe. O que a gente sabe é que o povo de Deus é oprimido com o trabalho, de fazer quebrar as costas. Note quantos adjetivos foram usados, tirania, amargo opressão. Trabalho de fazer quebrar as costas, trabalho escravo, trabalho exploratório, suas vidas se tornaram amargas. Querido trabalho não é problema, tá trabalho é benção. Trabalho é ordem do senhor fonte de grande satisfação quando o coração está no lugar certo. O problema aqui é exploração de um povo. Sobre o povo de Deus. Verso 13, descreve de maneira pesada, com tirania, fizeram servir o povo de dos filhos de Israel, fizeram amarga a vida deles com dura servidão em Barro sem tijolo e com todo o serviço em que na tirania os serviam. O objetivo deles não era meramente que eles trabalhassem um autor explica o seguinte, o objetivo de do Egito é quebrar o ânimo deles. Não importa quanto eles sejam capazes de produzir faraó, vai pedir mais. Os feitores querem quebrar o espírito dos hebreus. Querem arruinar a saúde deles, encurtar os seus dias, diminuir os seus números, deixá Los sem Esperança. Israel incomoda o Egito como Abel incomodava Caim? E até hoje, Abel continua incomodando Caim. E Caim vai usar de astúcia, como diz o verso 9, para tentar esmagar o povo de Deus. Egito aconteceu lá atrás, Egito continua acontecendo. Egito acontece em 1999, na Indonésia. Na história de um rapaz de 15 anos chamado Roy ponto. O livro dos mártires que andei lendo conta o seguinte, os adolescentes. Podiam ouvir bem os gritos furiosos, estavam se aproximando. Um dos adolescentes mais velhos só olhou nervosamente para os outros e falou, os muçulmanos estão chegando. É melhor esconder as crianças. Os outros, seguindo sua liderança, ajudaram as crianças pequenas a se esconderem dentro de uns prédios. Ficaram ali escondidos. Era janeiro. Uma multidão de maioria cristã de crianças cristãs havia se reunido ali nos Campos da universidade, em ambon, na Indonésia, para um escola bíblica de férias. E quando o acampamento acabou, carros vieram para buscar as alegres crianças, levá-la de volta para as suas casas, mas não havia carros suficiente para levar a todos. Então um dos líderes adultos chamado MEC e 3 outros cristãos foram até a Vila em wakao para tentar alugar mais transporte para levar o resto das crianças cristãs de volta para os seus pais. O que as crianças que estavam na universidade esperando não sabiam é que no caminho, aqueles homens cristãos foram atacados por uma turba de muçulmanos no caminho para a Vila. MEC e os seus amigos foram todos esfaqueados até a morte e seus corpos Queimados pela multidão. E agora a multidão se aproximava da universidade. Eles encontraram vários dos adolescentes e os forçaram a sair dos seus esconderijos e os reuniram. Eroy.com seus 15 anos. Foi colocado como líder na frente de todos eles e o líder da turma disse, renuncie a Jesus Cristo, ou nós vamos te matar. Roy estava terrivelmente assustado. E tremulamente, ele disse. Sou um soldado de Cristo. No que um dos muçulmanos pegou a espada e passou em direção a ele, jogando sua bíblia pro chão e depois passou de novo abrindo sua barriga, cortando seu estômago. E com Roy morrendo no chão, suas últimas palavras foram. Sua última palavra. Jesus Egito continua em qualquer lugar que o povo de Deus seja oprimido. Essa briga, queridos ela é cultural. Veja, é um aspecto que é inegável e tem que ser observado. Há um elemento aqui de oprimir o estrangeiro por causa de motivações políticas, econômicas, militares. Isso é muito comum. Você sabe disso. Em estados opressores diversos, acaba sobrando para os estrangeiros, acaba sobrando para as minorias. Quantas vezes na história do mundo os estrangeiros pagaram o pato nas mãos de tiranos? O antissemitismo na Alemanha nazista os afrikaners oprimindo os negros na África do Sul. Os sérvios na antiga Iugoslávia, oprimindo as ironia, minorias, croatas e bósnios. Na lei de Deus é muito interessante aqui no próprio livro de êxodo, mais adiante, há uma ordem severa dada por Deus para o povo de Israel, que é o seguinte, não oprimam os estrangeiros que estiverem no meio de vocês. Nunca se esqueçam que vocês também foram estrangeiros na Terra do Egito. Então, há um aspecto cultural. Mas algo mais que está acontecendo aqui. Não é apenas uma questão de uma minoria sendo oprimida. A questão é profundamente espiritual. Nenhuma minoria na história desse mundo sofreu tanto a opressão. Enquanto o povo de Deus. Mas não é apenas uma questão cultural, é uma questão teológica e espiritual. Há um ressentimento contra o povo de Deus que vem cruzando a história desde Caim e Abel. Seguindo aquilo que Deus havia dito que iria começar, porque o próprio Deus, como Lemos, também aqui no Salmo 105, mais cedo, colocaria inimizade entre aqueles que seguem espiritualmente à vontade, a palavra de Deus e aqueles que seguem a maneira rebelde da serpente de pensar. Eles se multiplicarão no Egito, eles se fortaleceram no Egito e Farol fala explicitamente aqui no verso 10, vamos oprimi-los para que eles não tenham Ideas de ir embora. Ao longo do livro, isso vai ficar mais claro para você essa disputa teológica, mas já vale notar o seguinte. Os reis egípcios faraós tinham a percepção, eles acreditavam que todos os escravos do Egito haviam sido dados a eles pelos deuses dos Egito. Os dos egípcios havia, inclusive, monumentos que indicavam esse tipo de situação. Faraó, que está advogando que, teologicamente, o povo hebreu pertence a ele. O povo hebreu foi dado para ele pelos deuses, e ele pode fazer com o povo hebreu o que ele quiser. Daqui a pouco vai começar a disputa entre ele e Moisés. Manter OOO povo hebreu no Egito é muito mais do que uma questão sócio política ou econômica. É uma questão teológica, espiritual, uma questão de mostrar qual Deus é o Deus mais forte, o Deus dos empregos. Ou todo aquele Monte de deuses? Egípcios, logo a gente vai ver 10 razões. Para ver quem ganha? Mas essa luta da semente da serpente, motivada pela serpente, querendo esmagar o povo de Deus antes que o descendente possa vir para esmagar a própria serpente. Nós sofremos e sofreremos. Enquanto esse mundo durar, por causa da nossa associação com Jesus Cristo. É a nossa associação, eu nos chamarmos pelo nome de Jesus, que vai garantir que seremos co participantes dos sofrimentos dele em uma medida ou outra. Te falaram isso quando apresentaram o evangelho para você? Que o caminho era Estreito. Que era complicado. Que resultaria no ódio desse mundo, muitas vezes. Querido, também é a associação com ele que garante que o pior dos sofrimentos que o Egito possa trazer sobre nós não se compara a Terra de Nova Canaã, com suas bênçãos que estão por vir. Ou como Paulo diria, leves e momentâneas aflições que não se comparam com o peso de Glória. Que está sendo produzido em nosso favor. Veja que a opressão é real. A opressão acontece contra o povo de Deus, mas o povo de Deus é protegido pela graça de quem o chamou. Deus os protege, porque Deus os escolheu. Por que que esse é o povo de Deus? Não é porque eles eram mais inteligentes. Os egípcios eram mais inteligentes, mais cheios de cultura e de avanços científicos. Não é porque eles eram mais bonitos ou mais Santos, mais Santos lembra da família de Israel? Lembra das coisas que judá aprontava. Lembra de simeão e Levi. Lembra do que aquele a turma aprontava? O próprio jacob nunca foi pela nossa bondade, nunca foi por corrermos, nunca foi por querermos, nunca foi porque Deus viu e achou que nós faríamos também. Foi porque Deus decidiu chamar um povo para si. Para mostrar a sua graça, para mostrar o seu perdão. Foi porque Deus quis mostrar misericórdia para com aquele povo e pronto, e a situação está ficando cada vez mais feia e esse povo não tem para onde correr. Se não for para Deus. E vai ser por meio do mediador do pacto que Deus vai fazer o sofrimento acabar. Este é um povo sem Esperança. Se não forem, que o próprio Deus providencie a libertação. Esta não é a história de como Israel se salvou sozinho. Essa é a história de como Deus de Israel vai salvá Los é de como mediador dado por Deus, agindo no poder do espírito de Deus, irá nos libertar de uma vez por todas. Aqui, de maneira temporária e simbólica, com o mediador Moisés, mas apontando para aquele novo profeta, aquele novo rei, Jesus Cristo, que viria para ser o nosso grande libertador. E veja, mesmo aqui na opressão a gente já vê Deus agindo, o que que o texto fala? Quanto mais os afligiam, o que que acontecia. Mas eles se multiplicavam. Deus prometeu para Jacó, lá em Gênesis 46. Deus falou para jacob, eu vou levar vocês pro Egito, eu vou proteger vocês no Egito, eu vou multiplicar vocês no Egito e eu vou trazer vocês de volta. Essa é uma garantia dada pelo próprio Deus, que ele se multiplicariam e note que o texto diz, quanto mais o povo de Deus apanha? Mas o povo de Deus cresce. Que passagem, queridos. Quanto mais vocês fizerem a gente sangrar. Mas sementes brotarão nessa Terra árida. Quanto mais você quebrar as nossas costas. Mas gente vai aparecer para carregar A Carga. É isso que Deus está fazendo e o povo de Deus, embora oprimido e perseguido ao longo dos séculos ao longo dos milênios. Cresce, se fortalece, serve ao seu Deus. Veja outro efeito maravilhoso aqui que está acontecendo, ao escravizar e oprimir os hebreus, faraó causa neles o próprio desejo que ele não queria que eles tivessem. O de ir embora. Já foram 400 anos e o povo de Deus está feliz da vida lá no Egito. Eles não estão falando em ir embora, isso é coisa da cabeça de faraó que acha que eles querem sair. Está tudo bem. E faraó é usado por Deus para criar no seu povo, por meio da aflição. Um desejo incomparável de ir embora do Egito e voltar. Para casa? Pensa nisso. Como o novo testamento nos mostra. Nós não devemos ficar confortáveis demais nesta Terra. Nós temos que ter em mente que nós somos peregrinos saindo do Egito, indo pelo deserto, em direção também a uma Terra prometida. Somos cidadãos de uma Terra distante prometida. E quando as coisas começam a ir muito bem, a gente começa a se acostumar com o Egito. A gente começa a achar que o Egito é nossa casa. E quando você percebe, você começa. Se a imitar as práticas egípcia, você começa a imitar o que os egípcios fazem e sabe de uma coisa, você não começa a dizer que é ruim aquilo que os egípcios pensam que é certo. E o seu perfil de Facebook até mostra isso. Mas Deus. Vai usar o sofrimento? Para fazer com que o seu povo decida de uma vez por todas se eles querem ser amigos do Egito. Ou se eles estão dispostos a sofrer as cargas que o Egito vai colocar neles. Rumando para o êxito. Egito ocorre no Paquistão também, como ocorreu em 1997 na vida das pequenas danila hiper. Vim 2 moças de 1718 anos. Anila conheceu per vinho na escola e, à medida que elas ficaram mais amigas, anila deu para per vinho uma bíblia e ensinou para elas algumas músicas cristãs. Per, vim logo aprendeu essas músicas e começou a ensiná-las para sua irmã mais nova. Quando os pais não estiver, não estavam em casa. Mas logo os pais de per. Vim viram a irmãzinha cantando músicas que falavam sobre Jesus e sendo muçulmanos, ri muito estritos. Eles não ficaram nada felizes com isso. Mas ao invés de confrontar intervim. Eles fizeram com que a irmã mais nova tentasse descobrir da onde estavam vindo aquelas músicas, aquela influência cristã. Anila, a menina cristã, eventualmente convidou, per vim para um serviço para um culto na Sexta-feira da Paixão e quando aquela jovem muçulmana ouviu o evangelho, ela imediatamente aceitou a Jesus Cristo e ficou muito feliz com o seu novo relacionamento com Jesus. E viu grandes mudanças acontecerem na sua vida. Ela lê a sua bíblia e ela adorava a Deus abertamente. E anila sabia que ia chegar a hora de que algo ruim ia acontecer. E a oposição da sua família? A família, os pais de per vim ficaram furiosos quando descobriram essa conversão. Eles haviam arranjado para ela um casamento com um homem importante dentre os muçulmanos. Perv recusou e fugiu. Quando os pais de perv não conseguiram encontrá-la, eles acusaram manila e o pastor dela. De haverem sequestrador a jovem cristã? Prenderam anila. Prenderam o pastor anila foi surrada na frente dos seus pais por mais de 9 horas antes de ser levado até a cadeia, uma moça de 17 anos. O pai, o pastor e a família do pastor também foram presos e todos eles experimentaram terríveis torturas na cadeia 1997 agora. Ela Foi chicoteada 16 vezes. Quando foram libertos, anila não conseguiu sentar por 2 meses. Seu pastor não conseguia andar de tanto que havia sido surrada. Chegou 1 hora que per vim. Foi encontrada pela sua família. Nas nações cristã, é muçulmanas, as crianças são, muitas vezes severamente surra, 12 por se converterem ao cristianismo, outros são mortos pelos seus próprios pais ou irmãos por apostasia por converterem. Se a outra fé e para restaurar a honra da família, o irmão de per vinha esfaqueou até a morte. Se entregou, então as autoridades da cidade, como imaginado, foi liberto. Anila foi presa. Acusada de sequestro? Passou mais de 1 mês na cadeia até ser liberta. Quando perguntaram para ela o que ela achava disso tudo, ela disse. Eu vi esse mundo. E não tem nada de bom nele? Jesus, é minha única. Paz, Egito. Povo de Deus em opressão. Como é que chegamos até aqui? Cadê nossa Terra? Cadê o nosso Deus? Cadê nossa Esperança? Estamos sendo hostilizados por nossa fé. De repente nos tornamos minoria. Se esqueceram do que nós fizemos por eles. Nós lembramos. A gente lembra das histórias, papai já falou sobre José. Vovô contou sobre bisavô Abraão saindo da Terra de ur, já ouvi sobre quando Vovó Sara teve um filho, mesmo sendo velhinha. A gente sabe o que vovô judá aprontou e o que Deus fez com ele, como transformou. Nós sabemos que Deus nos protegeu e que ele prometeu continuar nos protegendo. Mas parece que aqui, nessa Terra ninguém sabe disso, e assim começa o êxodo. Uma história de como o povo de Deus é perseguido. Após esse mundo esquecer o que Deus fez por eles, uma história que reflete o grande conflito mundial que existe nesse mundo por causa do esquecimento, da rebeldia contra a própria boa ação de Deus por esse mundo. Essa é a história do seu povo. Por isso, essa é a sua história, é a sua história, porque ela representa a história por de trás de todas as histórias. O mundo se esqueceu de Deus. Embora nele nós nos movamos e existimos. Talvez seja o seu caso. Você que está aqui hoje, hoje, você precisa decidir de que lado você vai ficar, só tem 2 caminhos nesse mundo, o lado daqueles que se esqueceram do que Deus fez em rebeldia contra Deus estão se levantando inimizade contra o seu povo. Ou você vai ser um daqueles que, pela graça de Deus, não pelos seus méritos, pela graça de Deus, se torna um dos oprimidos? Co. Participante do sofrimento de Cristo. Não se engane, querido. A nossa carga nesse mundo é pesada. Mas temos a promessa de Isaías, 53, de que o Messias levaria as nossas cargas e que podemos lançá-las sobre ele. O livro não começa nada bem. Mas se o que José falou continua sendo verdade, se Deus pode pegar o que os homens entendam para o mal e converter para o bem. Penso que podemos esperar coisas boas vinda nesse livro. No Egito, escravo fui. Sim, sim, ó sim. Do vi, o faraó. Triste, bem triste, estava. Meu coração chorava. Liberta me, senhor. Será que tem alguém ouvindo? Não deixe de notar que essa amada música infantil falar do passado. No Egito, escravos, fomos. Essa história de como deixamos de ser. Oremos. Te louvamos, senhor. Pois embora perseguida, a tua igreja prevalece. Pois, embora martirizada, o sangue se espalha em novas sementes. Pois mesmo com as costas quebradas pela tirania do mal. Teu povo sobrevive. No Egito, escravos, fomos. E nós te louvamos, senhor. Depois não se libertasse em Cristo. Ajuda no senhor a carregar as cargas que esse mundo lançar sobre nós, com a Alegria de sabermos que participando com Cristo dos sofrimentos, nós temos a certeza de participar com ele também. Da exultante Alegria do triunfo do cordeiro. E pedimos, senhor, liberta nos liberta nos. Em nome de Jesus.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Início de uma série de estudos sobre o livro de Êxodo, com leitura do capítulo 1, versículos 1 a 1
  2. O povo de Israel cresce e se multiplica no Egito, cumprindo a promessa de Deus a Abraão.
  3. Um novo faraó, que não conheceu José, oprime os israelitas com escravidão e tirania.
  4. O livro de Êxodo é sobre a saída do Egito, mas acima de tudo, sobre Deus e sua soberania.
  5. Êxodo conecta-se com Gênesis e aponta para Jesus Cristo, que também passou por Egito, deserto e Jordão.
  6. O povo de Deus sofre a inimizade da serpente enquanto aguarda a redenção.
  7. Deus usa períodos de silêncio, como os 400 anos no Egito, e a fidelidade é mantida pelo ensino da Palavra.

Summary:

O estudo inicia uma série sobre o livro de Êxodo, com foco no capítulo 1, versículos 1 a 14. O texto mostra que os descendentes de Jacó, que entraram no Egito em número de 70, cresceram de forma extraordinária, cumprindo a ordem divina de serem fecundos e se multiplicarem. Após a morte de José e sua geração, um novo faraó, que não conhecia José, teme o crescimento dos israelitas e os submete a dura escravidão, usando astúcia e tirania para tentar enfraquecê-los.

No entanto, quanto mais são afligidos, mais se multiplicam. O pregador destaca que Êxodo é um livro sobre Deus, sua misericórdia, justiça e soberania, e que serve como paradigma para a história do povo de Deus em todos os tempos. Ele também conecta o Êxodo com Gênesis e com Jesus Cristo, que passou por experiências semelhantes, mas triunfou perfeitamente.

O período de 400 anos de silêncio profético no Egito ensina que a fidelidade é mantida pela transmissão fiel da Palavra de Deus, não por novas revelações. O resumo central é que o povo de Deus sofre a inimizade da semente da serpente enquanto aguarda a redenção, e que Deus, em sua providência, cresce e sustenta seu povo mesmo em meio à opressão.

FAQs

Moisés escreveu sob inspiração divina, mas também usou fontes orais e escritas transmitidas pelas gerações anteriores, como as histórias dos patriarcas. A Bíblia afirma que Deus o guiou na composição do livro, garantindo sua precisão.

O número 70 simboliza totalidade e plenitude, representando a semente completa de Israel. Ele também ecoa as 70 nações de Gênesis 10, sugerindo que o povo de Deus é uma contraparte às nações, destinado a abençoá-las.

A opressão foi uma tentativa humana de frustrar o plano divino, mas Deus soberanamente usou até a perseguição para cumprir Sua promessa. Quanto mais afligiam, mais Israel se multiplicava, mostrando que nenhum poder humano pode impedir a bênção de Deus.

'Abiru' (ou 'habiru') era um termo usado em documentos antigos para se referir a grupos marginalizados ou estrangeiros, possivelmente incluindo os hebreus. Evidências arqueológicas desses grupos apoiam a plausibilidade histórica do relato bíblico, embora não sejam necessárias para a fé.

Deus usou esse período para ensinar Seu povo a depender da Palavra já revelada, não de novas visões. Isso contrasta com a busca moderna por revelações extrabíblicas, mostrando que a Escritura completa é suficiente para manter a fé e a obediência.

Jesus passou pelo Jordão para ser batizado, assim como Israel cruzou o rio para entrar na Terra Prometida. Diferente de Israel, que falhou no deserto, Jesus triunfou em obediência perfeita, cumprindo o que o povo não conseguiu.

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