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"Eu sou um bocadinho o anti-líder"

51m 9s

"Eu sou um bocadinho o anti-líder"

O entrevistado Miguel Munoz, empreendedor e professor de inovação, conta a jornada do NoCode Instituto para o Fledge Instituto, que busca democratizar o acesso à economia digital e à inteligência artificial para pessoas sem formação técnica. A missão é abrir portas para talentos não óbvios, promovendo uma transição digital justa e inclusiva, sem recorrer ao assistencialismo. O modelo educativo foca na fluência digital, baseado em ações práticas e validação com o mercado antes de construir produtos. A inteligência artificial é vista como inevitável, mas o desafio está em tornar a adoção equitativa e humana. O sucesso empreendedor é definido pela ação, validação e aprendizado contínuo com o erro, não por um plano perfeito. A liderança é reconhecida quando os colaboradores se sentem ouvidos e autorizados a auto-organizar, como em empresas como a Valve ou no modelo de cuidados domiciliares. O empreendedorismo é um músculo que se desenvolve com experiências reais e decisões difíceis, especialmente nos momentos de mudança ou falha. A cultura de falhar é crítica, pois permite a adaptação e inovação. O foco final é transformar talentos marginalizados em protagonistas da economia digital, criando um ambiente onde o aprendizado, a experimentação e o crescimento individual sejam valorizados.

Transcription

8020 Words, 44268 Characters

Portuguese
[música] Por que? Porque é que há uma água no Estados Unidos que chama "Morte líquida". - Hum. - O líquido é death. Não sei se conhece, nem o caso. É uma marca com disposição de vendas brutal. É água. É água. - Sim, mas isso é. - É o doce tomate por ser doce tomate. - O doce tomate do consensão. - Pode ser. Pode ser a história que se quer. Contamos. Acho que já tem título, pois vou adorar esta semana. [Risos] Já bem que essa parte só não passa na gada. [Risos] Este é o Curilider da Rádio Observadora, sou o Ricardo Consensão. E comigo estão os especialistas em liderança, o Milton Sose e os Jorges Medeiros. O nosso convidado é Miguel Munoz do Arte e Cornelista. Estudou na 9SBF, e depois um mestrado é empreendedorismo e inovação no esquete. Frequentou ainda programas avançados de liderança criativa e modelos de negocio em escolas internacionais. Começou a carreira no grande consumo, passou por multinacionais como a Encalia da Nón. Trabalhou em Portugal, Espanha, Estados Unidos, México. Foi gestor de inovação para América Latina. Deixa depois esta carreira corporativa e torna-se empreendedor, consultor de inovação. Confunda IMATES e trabalha com grandes marcas globais. É professor de empreendedorismo na 9SBF e inovação no esquete. Cria e dinemissitivas como Winite Portugal e o Lemonade Festival. E em 2000, it's enough funda an gap education. Em 2021 dá mais um passo, é confundador do NoCode Instituto, uma escola de requalificação digital. A missão aqui é abrir portas da economia digital, a Caimunca, programou durante quase cinco anos. NoCode Instituto de co-sensinar pessoas em background técnico entrar na economia digital. Hoje chama-se Fledge Instituto e fala de inteligência artificial, certificação e talento. Para a transformação digital, bem vindo, Miguel. Obrigado, porque o NoCode mudou para Fledge? A última pergunta abrigada, antes mais nada, basicamente nós nascemos como NoCode porque descobrimos na pandemia que é possível produzir tecnologia, desenvolver software sem código. E o NoCode é um conjunto de tecnologias, permite isso mesmo, restando para o ICANN que queremos ver. Na altura foi uma onda que surfamos muito, mas a nossa grande motivação propósito era usar essas tecnologias para ajudar as pessoas a fazer a transição. Nós gostamos de dizer talentos, não óbvios, não técnicos, juntar em sério com a pandemia digital. E, entretanto, em que logência artificial também surgiu e não crímos ficar agrafados, demasiado NoCode, que é um conjunto de tecnologias para quem sabe, que podia ser restritivo. E queremos, precisamente, focarmos naquilo que a nossa missão e Fledge, em inglês, significa bater as asas fora do Ninho, começar a voar. E o que nós queremos é portalentes, não óbvios, a voar na economia digital. A terme hipótese na economia digital. E há muita resistência. Ou digital? Sim, e há muita resistência artificial. Estamos todos indo com o mesmo que aí nos vamos matar e roubar os nossos trabalhos. Eu acho que isto é um pouco como qualquer fenômeno, o que acontece é aos evangelizados e que vem defender, e que utilizam para tudo e que às vezes até exageram aos séticos, que dizem que não e que cuidado e que é horrível, e que vai tirar a parte humana. Eu acho que nenhum nenhum outro tem razão, não é? Acho que esses fenômenos, depois tendem o pendulo tendo a ficar central. Agora, que é indiscutivo, que não podemos fugir de inteligência artificial, da tecnologia e do digital. Eu acho que é, já tivemos algumas experiências como covid, que nos obrigou a todos a mudar alguma coisa nesse sentido. E, portanto, eu acho que é só a questão do como. Não é o como fazer isso, e, no meu caso, no nosso caso, o que nos interessa mais é como é que nós tornamos isso justo. Como é que todas as pessoas têm uma hipótese de poder fazer essa transição. Então, o fledgência tem mais uma empresa social ou um negócio? Eu acho que não sou um negócio social, ainda não há na nossa sociedade, na lei, este lado intermédio, que é um negócio que tem lucro como objetivo, mas que também têm uma missão. Exato, um objetivo social ou objetivo de impacto. E os alunos são a sua proposta, são empresas, como é que é isso? Na verdade, o nosso modelo inicial, onde começamos, foi uma espécie de Robin Hood. No fundo, nós temos fundações, temos philanthropos, temos câmeras ou entidades públicas. Temos empresas que, no fundo, criam impactar as suas comunidades ou alguma vertical ou uma causa que gostassem. E com eles, nós financiávamos as propinas dos alunos que depois iríamos a engarear as notécias comunidades. E, para isto, foi o nosso modelo inicial. Neste momento, o que nós estamos a fazer é, também, temos a vértua pessoas que querem também fazer essa transição. Porque, no início, era quase como uma necessidade dos menos privilegiados com a aceleração da transição digital. Há mais pessoas que não são necessariamente menos privilegiadas. Mas que também estou a sentir este puxão de Inteligência Artificial. Miguel, como é que há medida que vai a vendo mais pessoas a entrar? Como é que fica a dimensão social versus a dimensão dos outros que não precisam, que não têm tantas carencias? Nós tentamos fazer este equilíbrio, até de forma bastante justa. Por exemplo, nós temos que fazer alguns problemas com empresas. Em que o que nós fazemos é uma propina que a empresa paga, nós trazemos uma pessoa que não possa pagar. Temos este um mais um. Estou correspondendo. Exato, metes, fãs, ingles, mas se chama algo, alguns contais etc. O que nós tentamos também usávamos com os sabatos de tomes. Mas o que temos a ver é que a pessoa não tem menos condições e contais menos de favoráveis ou mais de favoráveis aliás. Mas também precisa de fazer a transição porque o que nós temos vai ficar de uma condição também menos positiva. Temos a abrangeir na democratização nesta esforço de não fiquem ninguém para trás. Somos hoje um bocadinho mais aperto. E até que ponte aqui isso é um sonho totalmente realizável. Estou para ser mais concreto já deixaram ficar alguém para trás no vosso jornada, pessoas que claramente não conseguiam fazer essa passagem. Sem dúvida, ou seja, nós também não acreditamos numa visão deste propósito que temos, que é um propósito social, também temos um propósito empresarial. Mas não acreditamos no assistencialismo, no sentido que se a pessoa não quiser e se a pessoa não esforçar, essa pessoa não tiver disposto a fazer também a caminhada porque não somos nós que vamos trazer as pessoas a quase obrigadas. E, portanto, obviamente, que com os nossos números até, vamos falar de 10 mil pessoas já desde em cinco anos, mas daqueles que programas mais longos de concertificar, estamos a falar de 700, aproximadamente 700 e picos a pessoas, houve muitas pessoas que ficaram pelo caminho, porque não quiseram, porque não se identificaram, e porque não era este, o seu espot. E, felizmente, no mercado, também há muitas soluções, o código em si também é uma solução, nossa também é, e há outras soluções para a pessoa ficar mais atual naqueles que é economia e o mercado trabalho. Amiga, lá pouco disse que não está nem do lado dos evangelizadores, nem do lado dos séticos está no intermediário. A minha pergunta é, com esta certificação, como é que a cautela ou se a cautela, que as pessoas certificadas e que passam pelo programa, conseguem ter, não só essas competências, mas em quadralas num todo maior, em que não descuram a parte mais humana e conjuguam as duas ferramentas. Sim, nós não estamos de facto nos evangelizadores de chegos, nem estamos nos séticos vechados. Nós somos claramente para a tecnologia, porque é um alfabeto que temos que ter, não andamos à procurada próxima big thing, etc. Mas estamos aqui em um lado mais equilibrado. Neste caso, o que nós fazemos, o nosso programa não é técnico, é um programa, se quisermos chamar de de fluência. Acho que a litracia vemos a fluência. Neste caso nós fazemos é, fluência no digital, mas é uma porta de entrada. Nós não temos a pretensão de dizer assim, faz isto e torne um funcionário de uma pessoa de fábrica. Quero achar que o que nós queremos é que nos ganhem fluência e a gelidade, a fluência técnica no digital e na inteligência artificial, a gelidade em termos de competências mais abrangentes, pode ser uma porta de entrada. este é o empurrar do linho, muito bom voar, depois como eles vão entrar em. E há pessoas que vão por um lado, outros que vão por outro lado, outras pessoas que não vão. E que o passarém ficando ali, não necessito no linho, mas ficando aos números no rame, também é para os filhos em casa. - Exato, jovens, agricultos, até aos quarenta, não é? - E até que ponto. Eu acho que isso pode ser uma bolha ou algo de muito empolazo, ou não. - Eu acho que. - Então é uma revolução, comparar com ela de cidade, com. - Eu diria que acho que há uma bolha com qualquer fenômeno, um ouvimento, tem sempre um lado inicial de bolha, mas há uns que depois ficam, e há outros que depois desaparecem, que há uns tempos eram NFTs, vocês lembrem, um lucrinho com os NFTs ou a que a pessoa. depois moraço, não é? Eu acredito que inteligencia artificial, já não podemos questionar se vai ficar ou não vai ficar, acho que está aprovado que vai ficar. O meta verso, não sabemos, não é? Enfim, o blog tinha escrito, não sabe, não parece que o Marx. mas não concorda com isto, eu sei, eu imagino. Não, não é isso, o Zuckerberg, tanto quanto consigo perceber, fez algum desinvestimento a meta, fez algum desinvestimento no meta verso, precisamente, porque. - Por que? - Você percebeu que não é. - Não, não é a própria. Mas ao mesmo tempo, estão a contratar, com saindo em um bônus de milhões e comprar empresas por bilhões, só para você ter noção, o Ronaldo foi contratado pelo Real Madrid, acho que para não ser milhões, 80 milhões, um lembro, não é? - Ah, volto a disso. - Ah, volto a 10 milhões, sim. Signing bônus de alguns dos engenheiros que estão a trabalhar nesta vertical inteligencia artificial, entre meta, open AI, anthropic, Google. Estamos a falar de 100 milhões, é um engenheiro, no partido aqui. O que são comprão? É uma forma que compratou a empresa por 600 milhões, o imediativo, o chefe da Milhoçal. Mas a scale AI foi comprada por as 14 bilhões, ou 1000 milhões, que nós não chamamos. - Temos europeus a 1000 milhões. - 1000 milhões, é santo. - Onde é que eu me inscrevo no curso? - Exatamente, não, não também nesse campeonato, até aqui mais dois engenheiros aqui. - Estou a causa da restrição aqui. - Não, posso provar. - Mas, servidores, isso é pra meninos, não é? - É, servidores, não é pra meninos, é pra meninos. - Mas o que estamos a falar quando compram quantas empresas estão a compraram? - Exatamente. Algumas. Algumas não? Algumas é Signing Bônus, o que estou a falar? - Sim, Signing Bônus, mas somos acelerados. - Sim, sim. - O caso são as pessoas da comunidade de horas da. - Sem milhões, não tenho vida a integração. - Acho que há uns. Acho que há uns uns uns. Posso enviar uma listagem. - Se tiver a interesse, enfim. - E essa é, não é a nossa permanência. - Nossa permanência é democratização do alfabeto, não é que o entro gênero é artificial e vegetal está a fazer. - E não quem está a inventar as letras. - E o Miguel, a mulher do arte sempre sentiu um empreendedor. - É uma pergunta difícil. Às vezes, antes para trás de tentar descobrir quando é que realmente. - Eu acho que sempre tive iniciativa, eu não acredito que. Acho que um empreendedorismo é um músculo, a pessoa diz que não, eu não acho que com isso, é um fenômeno. Eu não acredito nisso. A pessoas podem ter um que ele mais eventualmente de uma socialização mais aberta, estimulada para isso. Desde logo os americanos, com os Lemanheiros, os que nós temos o Lemanheiro Festival, têm claramente esse estímulo, mas eu acho que depois é um músculo que se vai fazendo. Eu acho que sempre tive iniciativa. Talvez porque também perdia minha mais cedo, meu pai trabalhava muito importante. Nós tivemos que tomar iniciativa porque senão ficávamos diferentes, né? Iniciativa sempre tive, sendo que sentia as coisas com minhas, com qualquer coisa que fiz. E se sem empreendedorismo, sim, eu diria que sim, empresterilismo, montar negócios não, só nasceu em 2004. Um caso de vida, em que estava. correspondeu a falência do modelo de carreira que eu estava a seguir, e o que eu estou me dizer, que estava um pouco na manava. - Estava numa vida confortável, ou não? - Eu era confortável, era uma vida super confortável, estava muito corporativo e estava muito confortável. Mas não estava feliz, e depois eu aproveitava uma. um fato pessoal que foi vocazar. em 2004 eu vou regressar em Portugal para casar, com minha mulher portuguesa, 100% portuguesa. - Claramente uma boa decisão, três filhos, de feliz aqui, deste lado. - E diz assim, já que eu estou avanar a minha vida pessoal, porque não tentava montar um negócio, porque este modelo de carreira para mim estava a se ajugutar, e estava a me ajugutar a mim próprio. - Pronto, você tem o AIT, assumi que. - Mas foi muito grande do que. - Exato. - Casado novo, e voltava a Portugal, há mais um tempo para encarar um negócio. - Não, eu não sabia que a gente tinha. não havia um pravelijado, não havia bem. minha carreira despatriável, tinha algumas condições para poder dedicar. um tempo da minha vida, a fazer aqui uma sabática. - Prenderismo. - Você tentava. O que é que eu fiz? - Agora, quanto a história é toda? - Sim, sim, sim, sim. - Não, é muito interessante. É mesmo cremos, é mesmo cremos. - O que eu fiz foi fazer o mestrado de empreendedorismo inovação. Nosso que até. era o primeiro, os que até foi inovador. - No empreendedorismo na altura, não se falava de startups, o app, sabe? - Não ensinou isso. - Acho que o Padre não era nexido. Enfim, não havia nada visto, e era empreendedorismo, e os que até foi dos pioneiros neste aspecto, entramendo com a "Felpe", e com. eu não desachava, mas já estava. E pronto eu fiz o curso, que era fazer um plano de negócios. Hoje em dia, o que ensino é o contrário visto. - Mas na altura. - Você estava lá mesmo, quando acabava de cantar a história. - E na altura, o que fiz era um negócio que eu estava mais ou menos próximo, que era um parque estimático, porque eu investi enquanto marcas de crianças investimos, como patina do parque estimático, e até fazer um parque estimático. Em Portugal, que tinha condições ótimas para isso, mas até que tudo me fazia sentido. E, portanto, aproveitei este limpa palato, na minha carreira, para fazer uma mudança e cantar, em era novo, tentar também fazer um negócio. - E o parque estimático é avançora? - O parque estimático é avançou, levantámos algum capital, pelo menos em tendoções de investimento, é uma coisa com o investimento bastante significativo, não é o nível dos sign-in-bondos do estipo do AI, mas é o nível assim, já é o vá, mas faltávamos um grande investidor, que era, no fundo, que a empunhão espaço. - O espaço era coberta, eram, somos de 100 comerciais. E, portanto, fiz um rotechão por várias empresas, e ligamos que aí não corrou bem. Não porque não houve essa abertura, mas porque me perguntaram onde é que nós nos inspirámos para criar este conceito, e nós apontamos quatro parques no mundo, nos quais nós nos tínhamos, nos meus sabidos, este conceito. Escosado será dizer que eles foram falar com os quatro e que franchizaram o deles, portanto, é que por morrerá na chance ao projeto. - Qual era o parque? - Entresa agora aqui. Não sei se vocês vão, vocês têm muitos ouvintes ou não, mas não valiam de selas. Enfim, o que aconteceu foi isto, faz um plano, estás muito tempo a fazer um plano, e depois o mercado da tumur nos dentes. - Então hoje ensina exatamente o contrário? - Ensina exatamente o contrário, precisamente. - Porque o plano não é a melhor forma de começar um negócio. A melhor forma de começar um negócio é começar o negócio. É avançar, por uma mercado, é validário, todos os presepos que temos, antes de pegar a gente, por ser possível fazer um plano, porque se não, não vale a pena. - Estou nos brasileiros no jorundino. - Começando? - Começando. - Então hoje em dia, eu tenho entendido desde então vários negócios. E o que fazemos é sempre o contrário de um plano. É um plano rápido, que se é feito na cabeça mentalmente. Três ou quatro linhas contas numerciais, baixamos de assim, para ver se realmente faz sentido ou não. Mas depois do que é mais importante, é nós irmos ao mercado falar com clientes, potenciais, clientes, tentar validar alguns presepos que temos. Não é tentar vender, isso é a segunda fase, mas, pelo menos, perceber melhor o terreno em que vamos entrar. Depois de perceber o terreno, não vamos entrar. Eu diria que, sim, podemos começar a construir uma solução para vender. E a melhor forma é testar vender sem ter produto, então, é mais apreciado ainda. - É isso que eu punho. - Vamos vender sem ter produto. - Vender sem ter produto. - Vender, sem ter produto. - É que é tão boa, tão boa. Aferir. Mas há mais dinheiro quanto já. - Não. - Não. - Eu valorizo muito mais. Agora, porque não é uma música que junta aqui ao observador. Com um investidor. E o investidor estava a dizer, "eu estou cansado de PowerPoint. Estou cansado de postidos dourados, que é uma ideia que eu tive no banho e acho que você é milenário. Eu quero que as pessoas tiveram no terreno, que já têm alguma coisa que está a picar. Às vezes até está desorganizada, está tudo uma confusão. O gestor não tinha não abriu, não tinha mais assim. O gestor não tinha não abriu, está a fazer o barito e o globo entregar, da forma que a gente ir permite valido. e tem minhas procuras e ele vai precisar agora estruturar isto. Isso é o que eu tenho. O Miguel das Mávese eu percebi que eu não percebi mais um negócio. E os os ebootes sai daqui neste programa, mas se eu tiver uma capacidade incrível que também não tem. De fazer doce tomate, um doce tomate maravilhoso, que o Miguel sugera que é avanço com o negócio primente e legalmente. Faz o luço tomate, começa a vender a amigos, depois vende já aos amigos amigos, depois vai uma farinha daquela. E os jogadores aqui a dizer "não vão da perna, por isso é um mito". Não, não, não. Não. E uma coisa que eu aprendi do empreendedorismo já dentro de 2004, porque já lá vão os anitos. Doi. E não gostava que eu tira isso? Eu acho que o empreendedorismo não é um jogo absoluto, é um jogo relativo, o que eu vou explicando isso. Um jogo absoluto é "eu tenho que ser um unicornio, eu tenho que fazer a domínio mundial, eu tenho que ser o maior ou melhor, o mais superlativo", de todos. E eu acho que não é assim, acho que o empreendedorismo cada vez, "Ah, quem está já jogar esse jogo?" E está tudo bem, ainda bem que existe, quem está realmente já este jogo. Mas eu acho que há um mundo muito grande até maior, não sabe a mesma parte da economia feita por pequenos e medas empresas, que o que eu posso fazer e encontrar, o que deve fazer e encontrar também é encontrar produto mercado relativo, eu vou luminar, ou vou conquistar, ou vou ter o meu espaço relativo, e aí eu tenho um negócio para fazer. O nosso tomate. Deste caso, o nosso tomate. Só tenho que ter cuidado com o nosso tomate, porque hoje há tens a tua clientela, com um fácil ou difícil a imitar o nosso tomate, é completamente prodida, assim, uma moral inabolável, porque se não pode acontecer o mesmo, o que aconteceu, o Amigel, tem um doce tomate espetacular e, afinal, a empresa, alguém rouba a fórmula e vai fazer. E vai fazer. Tem uma visão, hoje em dia, em retrospectiva, diferente sobre isso, pra mim, roubaram, porque eu não era tão importante, naquele negócio, como para ser realmente eu vou fazer. É, eu suporto, não é? Portanto, só alguém roubar doce tomate, é porque não era mais tão importante, naquele doce tomate. Sempre que não provô, mas doce tomate. Não é fácil, hein? Mas eu acho que seja o vaso, quando eu sou posto, em produtos e serviço a bosta, sem pessoas, hein? Mas não e pode ser igual, pode ser igual, mas nós tivermos alguma, alguma ingrediente na defensação. Não pode não ser diferente, é água. Água, é água, mas porque é que há umas águas que eu estou em 50 centros, há algumas que nós pagamos 5 horas. Porque é que há águas que falam de, não é por exemplo, é mineral, etc., há águas que são, em meio que chama, mas purificadas, esquecem e que vende mais caras. Porque é que há uma água no Estados Unidos que chama Morte líquida, líquida e death. Não sei se conhecem, é o caso. É uma marca de explosão do vendas brutal, é água, é água, assim, mas isso pode ser. A rodoce tomate, por ser doce tomate, os tomates do conceição, pode ser, pode ser a história que é contamos, acho que já tem título, vou avisar nesta semana, já veem que essa parte já não faça na gada. Eu vou deixar a dentura de parte, eu vou deixar a fórmula os ingredientes. Ah, produtos que vão por isso, lá a defensição, os produtos vão pela história, pela imada. De acordo, Miguel, mas aqui o ponto é sempre, se é uma comada, é vaso, é o preço, tenda a ver que há alguma camada, nem que seja de vocessão para a nae, é para a nae. Idealmente. Idealmente. É porque é que esta água é diferente e é bem sucedida, é disso, é sábado. Pois não vemos é a quantidade de ideias originais ou até locas, mas que ficaram por caminho. É, mas depois, por quê? Ninguém sabe, né? Sim, é sábado. Sim, quiser. Ah, fatoros que ajudam. Não fatoros que ajudam. Sim, fatoros que ajudam. Mas o que é fazer é ver fatoros, outra coisa é ver uma explicação. Mas imaginemos. Ideias, negócios que não têm nada diferenciadora, etc. Mas há um fator, qualquer que é um fator que faz a diferença, que vai conseguir isso. Não pensar em mente, não produtos apenas. Não. Mas eu não falei em produtos. De acordo, mas tenda a ver alguma coisa. Pode ser, vai à loja compra, tira o rótulo, quase, obviamente ao limite louco, mas temos uma vantagem qualquer no mercado. Nós vamos visitar, as mercirias todas, conhecemos a malta toda. E alguns casos, marcas portuguesas, que foi o início, foi assim, a delta. Não nasce, era transir, era de uma relação privilegiada com a canaloreca, sobretudo, depois foi expandida, depois foi melhorando, depois, e depois em instante, né? Exato. Mas não era por uma diferenciação. Ah, pá, tem uma forma de respeitar o café, não sei o que, pá, tem uma qualidade de es, uma marca também, a história também não era, né? Era pelo lado da relação com o mercado, né? E sim, sim, nesse só se aprendo, no batente. Em se ensinar, eu diria que não acho que se treina, em se ensinar, eu acho que parte de um precipote que eu ter polida, ter fonte de líder, top down, ou seja, não é muito de altivo. Não sabe alguém que ouve, e eu acredito que se pode treinar, mas ensinar, eu acho que é uma palavra forte. Mas vamos aqui, mesmo que se pudesse ensinar, e mesmo que o empreendedor aprendesse na totalidade, mais uma vez, já mais queria dizer, queria ver sucesso. Claro que não há. Não há, nunca vou mais encabrar, mas tem de ver aqui algumas, mas não é como a liderança. Se há tema em nós temos sido absolutamente vocais em acabar com esta mitologia e mystificação da liderança, como há este caso de sucesso, então qual foi a fórmula? Não há. E jamais haverá. Não é não há. É jamais haverá. Eu fiz este curso. Então passa a ser um líder acreditável, não acredito nisso. Já mais? É. Sem te primor ou? Eu fiz. Acho que nós fazemos dar essa alta disso logo, uma coisa, aprender sobre liderança, aprender a liderar. Então são temas relacionados, mas distintos, não há forma de conseguir ser um bom líder só, tendo numa sala da aula ou ouvir tirias e modelos e estudos de caso, não é? É, mais músculo, é um músculo que se treina e que se desenvolve, mas é só uma que pensa fundamental, não há isto, é só teoria ou isto, é só prática, não, este jogo tem de ser um casamento estruturável, porque se não tivermos melhores ferramentas para pensarmos, para decidirmos, então, estábamos aí falta, não é? Até posso ser bem sucedido sem ter estas ferramentas, mas a questão é se tivermos outras ferramentas que elas decisões são mais fundamentadas e, portanto, isto tem de ser sentido e vivido na prática, até para ver uma calibração do pescoço para baixo, não é para não ser somente na realização, ser a pessoa sentir, viver e passar a fazer parte da forma de estar, sem dúvida. Eu, portanto, eu também acredito isso, e, portanto, as pranças para os dois tomados. A condição. Até normalmente. Eu não sei se vou recomprar deste episódio, Miguel, e como é que, como é que é fazer isso sem Portugal, é mais difícil ter experiência internacional, é a ideia que temos é que tudo é uma carga de trabalho neste país. Sim, eu concordo, tudo é uma carga de trabalho, não empreendurismo, tudo moro ao dobro do tempo, o dobro do dinheiro, o dobro do esforço do que nós planeamos, da irrelevância do Plan Campo, o que falávamos, não acho que seja linear que Portugal é mais difícil. Sim, o plano da sua experiência internacional. Eu acho que é muito difícil fazer em qualquer lado o mundo, porque ele é mais ou menos difícil, tem um, onde é que é mais fácil, onde é que é mais fácil, jogar os Estados Unidos é que é, enfim, mais Estados Unidos, vamos ver as dificuldades que são, montar um lugar dos Estados Unidos, é muito difícil. Movar daqui o negócio para lá, com muitos, não é, empreendedores, estão a fazer, é super duro. Mas eu estou a perguntar a mais do ponto de vista de estrutura legal. As duas coisas, não é, é buro crescia e capacidade, é capacidade, são mais avançados na parte da buro crescia, temos países que são mais atrasados. França é um país, super atrasado, é mais burocrado, é mais difícil, é mais franco afro, não fecham-se mais, há muitos países, a humana tem outras dificuldades, tem outras buro crescias também, portanto eu não acho, também são muito de, quais é que são, todo o jogo que temos em cima da mesa, é isto jogo, se eu me perguntas, é mais difícil, não me interessa muito. Ah, pago muitos impostos, pago, vale a pena, não vale a pena pensar muito sobre isso. É jogo ao jogo. Temos muita essa ideia de que muitas vezes é avançado de criar um gócio, de barra depois em papalada, em licenças, em povos. e há pessoas que às vezes estão a ontem a ir desistendo, só, só, só que todos haviam visto, não? É difícil ser jornalista, é, bastante. E mostramos na guerra, estamos cá na guerra, não, eu não estou, mas há coisas ali. Está pensando a montar negócios? Doce de marto marto. Enfim, o que eu estou a dizer é, é bem, tudo isto. A todas as coisas são difíceis, tem dificuldades, tem obstáculos. Quem quer muito, arranja a forma. Quem não quer assim tanto, arranja a desculpa. E, portanto, ainda reconhecendo que há uma série de dificuldades que são, obviamente, contestuais, acho que quem quer muito vai arranjar uma forma, vai fazer, vai pro livro, vai procurar. E vai falhar. E vai falhar. E vai ter dificuldade. A sofrer, enfim. É a minha opinião, e se fomos para outros países, são muito mais difíceis. E se vocês vão ver, vamos para Timor, vamos para África, vamos para África, e depois para a América Latina, eu vi na América Latina. E se sim são dificuldades, caro, nós privilegiados. É, para as vezes, nos esquecemos que existem no mundo. E como é que se lida com o falhanço de uma incrível ideia de. É para vender doce do mata. Há várias, a falhanço é um tema muito interessante. Porque nós vamos numa sociedade relativamente conservadora nesse espeto. Em que o falhanço é cadastro. Ficamos, agora, aproveita essa, deixa aqui, prendo romper, porque já há uns há tantos anos que nós não andamos bem com o falhanço. O que é um pergunta, será que ainda é mesmo de facto assim? Será que isso também não já não mudou? É para, eu vou dizer, é com mais multas. Que, então, na entrevista, uma pessoa foi me adaptar. Acho que é para montar. Acho que vai abandonar, de não ser cinto. E, pois ele é multado, ele está na vergonha. Temos que ir mais multas, que nós achamos que é para falhar. Agora, quando é com o nosso filho? Quando somos nós, nós próprios, vamos auto-criticar. Vamos puxar todos os síndromas, com o que vocês estudaram mais do que eu. Do impostor, da fraude, que sentimos mal com os próprios. Ah, não faz mal, falhaste, é normal, acontecem, não sei o que. Mas eu sinto mal que mesmo, mas eu sinto que foi uma falência de algo que eu sonhava. Como quando há uma falência de uma família, não é de um casal. Um casal, quando se separa, quando se divorcia. Para não faz mal auto, 60% das pessoas dos portugueses de divorciões. É para, mas eu sinto ainda isso como um falhanço de um modelo que eu estava aí. O Miguel ainda, na semana passada, tivemos aqui o Vasco Falcão. E o Vasco Falcão partilhou, que sentia uma dor pessoal. Quando uma das pessoas que eles reportavam diretamente, decidiu ir para outra empresa ou para outra trabalho. Eu sentia aquilo como uma coisa uma dor municipal. Portanto, eu acho que o lado humano incrementava com a nossa cultura. Que podemos dizer que, sim, senhora, falhar. Agora é bom, é feio-fast, com os americanos. E tal assim, mas, de facto, não se sentem. Em Portugal, ainda é peso para nós, na nossa análise com os próprios. E ainda é cadastro. Quando as notas culturas é correto. E estamos a falar de empreendurismo. Porquanto, vamos para as organizações em que há uma camada de carreira e de carreirismo. Então, aí, não é mesmo que eu tenha essa vontade de experimentar e de falhar. A questão é como é que isto vai ser possível, porque se eu estou no meio de mais não sei quantos pares. E eu falho, mas os outros não falham, quem é que vai ter a consciência para dizer não. O falhar, mas fizeste muito bem. Os outros é que não estão a falhar o suficiente. E as empresas que fazem isto? Sim, o Reed Hastings da NetFlix, a certa altura, vira-se para a equipe e diz assim, "Meus caros, estamos a ser muito bem sucedidos, mas vocês não estão a falhar o suficiente." Nós não estamos a falhar o suficiente. Claro que é uma empresa rica, etc. Mas até que ponto é que não seria até fundamental incentivar, nem que fosse parcialmente esta mentalidade. Isso é muito importante, o mundo corporativo, onde eu sei com algum orgulho. Estava com o ar feliz, Miguel. Tudo é vissoso. É menos do que. ganharia se tivesse continuado minha carreira corporativa. Isso é claro. Mas o que tenho outros salários que não teria no mundo corporativo. Mas o mundo corporativo vive com o CMA. Que é o caver-me-esco. Quando eu ponhei alguém em CC, quando eu pôde de baixo do tapete e fim, que está tudo bem, o projeto é um séço, mas não é verdade. Não é, é muito difícil alguém, no mundo corporativo, chegar e dizer isto falhou isto para matar. E eu tive muito destes, mesmo no mundo corporativo, e quando eu fui, não direto o mundial, dizer isto é para matar. É vai ficar um todo surpreendido. Eu nunca nem ganhei, então venho aqui de dizer que é preciso de matar. Tipicamente, vai impedir mais investimento, porque o muerto parece que vai sobreviver. Passou pro ponto, de facto, muito corporativo tem isto. Mas no mundo as empresas ou do empreendedorismo eu diria que isso é maior, porque estamos a falar sobre o empreendedor. É claro. Tu morres e que é que é claro. Eu vou fazer assim. A intenção que esse segurança social não é a amiga do empreendedor. Mas precisamente, pelo facto de sobrevivência de pender de boas escolhas, é que normalmente há uma maior aceitação do erro para forver uma correção, para reformar o produto, para ir à procura do outro mercado, etc. É fácil, nunca é. Mas como dependência é muito maior do ponto de vista de sobrevivência? Sim. Olha, também mais uma vez. Estamos aqui falando de inenalidades, pois há constantes ou unidades, onde, de facto, falhando isso é estimulado e etc. Só para uma história sobre o que estava falando da Netflix, não é? E eu vou contar uma história de uma empresa que estimulou. Não está rápida, que é importante. Nós, às vezes, falamos deste exemplo. Vamos contextualizar uma empresa riquíssima e, portanto, é mais fácil ter um mérito de ter esta política poderia não ter tido. Sim. Mas mesmo assim, é mais fácil fazer isto, uma empresa rica. Eu vou dar um caso mais pequeno, mas também ainda, para o mundo da tecnologia. Uma empresa mais avalve que desenvolve os jogos. Acho que há muitos jogadores daqueles de estratégia na internet, etc. E a Valve, que nasceu com o conjunto de geeks de informáticos, do jogos, etc. E foi crescendo, de repente, uma equipa muito grande, e o fundador estava a achar, ou a equipa fundador, não sei. Já nós estávamos a ser tão inovadores porque estamos com medo de falhar. Então, eu se tinha um jogo, acho que era na época de deval, etc., onde eles compraram um canhão de deval. Puseram no escritório, fora de escritório, de Jardín, ou seja, no escritório. E puseram, vamos ganhar, um canhão de deval, espéitamente isto espara. Então, se eram, quem falhar e aprender, pode disparar o canhão. Então, como se está a trabalhar e, de repente, pão, que é que se passei a pál, alguém falhou e aprendeu. E, de repente, estás no dia todo, ouvi vários tiros de canhão. O que é que faz? Estes iminui o peso do falhanço e faz coisas quase como se falhar e aprender, tenho hipótese. Na certa altura, passaram os dias, haviam uma fila para disparar o canhão e algo. E um burocrata, qualquer avaliadar, qual foi a aprendizagem de disparar. A certeza que eu varia, mas. O vizinho, mas é um excelente exemplo. É uma forma de dramatizar os dramatizados. O vizinho de a frente é que não gostou nada. Não seja para o canhão, pá. Vamos, mas vamos tirar. Vamos às perguntas fixas que temos para todos os convidados aqui do Crilider. O café é o pior momento da carreira. É o pior momento da carreira. Eu acho que tenho muitos. Não sei se é o pior, mas tipicamente há um padrão entre eles. E os piós momentos são os momentos em que eu percebo da falência do modelo que eu dei por adquirido antes. É o modelo de carreira, a seguir a estuda, a filho, vai para a universidade, faz esta carreira e quando eu percebo que isto já não sou eu, e acharam-me faz feliz. Este momento é duro. E a tomar uma decisão sobre isto, para mim foi muito duro. Um momento em que o negócio vai assim, mas temos que tomar uma decisão, o convido, mudar as regras, temos que tomar uma decisão, e são momentos duros. Em que nós temos que admitir que aquilo que tínhamos previsto, planeado, sonhado. E acreditar, né, porque muito. A acreditar. A acreditar faz parte do processo de ser um empreendedor. E ao fim de eu acabar, eu largar uma criança. Sim, sim. Porque aquilo vai resultar isto. Isso para mim é duro. Mas você precisa dar a volta, como é que está a volta? Ludes rápidos. E desenvolver. Nós não posso dizer aqui, para o palavrões. Estamos em podcast, já vão passar na raada, esta parte, estamos à vontade. E desenvolver uma competência que é. Não posso controlar. Caga nisso. Para mim, os piores momentos foram isto. E o último mais recente. Eu diria, eu vou dar dois mais recentes. Despedar. Um é quando eu percebo que o modelo distão tradicional, para mim, está. Enzooso. Acho que a forma como nós organizamos, a nossas empresas, nossas equipas, é igual a da revolução industrial, o scientific management, as lideranças. Estas pirâmides. Questa faça a sensação de controle que o manager. é o líder está a controlar, porque põe estas regras todas, para ter uma falsa sensação de que está a controlar e que aquilo tudo é pervisível, e enfim. - Está bem legal, mas nem tanto ao mar, nem tanto a terra, né? - Eu, mas o meu papelé, meu papelé, e pão mar, que fique na terra, está tudo bem. - Eu estou a exagerar, mas o que para mim a falência desse modelo foi quando eu aprecio, e quando mais regas eu pôneo, mais infeliz, menos vida tenho, mais gargalo de garrafaçou. - E menos funciona. - E menos funciona, ou melhor funciona, mas fica uma comunição quase que orve a nossa própria existência. Estou exagerar, eu vento há no antes muito grandes daqui, mas para mim esta foi uma. E a outra foi, em perceber que, de facto, o digital não é democrático a transição digital, e o Covid deixou muita gente em piores condições do que estava antes, inclusive as meus negócios. Eu tive dois negócios que realmente sofreram com isso, tentamos ir para o digital, mas têm competências, sem dinheiro, foram muito, muito difíceis. - Não delos, perdido. 100% do potencial negócio que tínhamos, e no outro, 93. - Um espaço com o work, e o que. - Porém, ele também sabe que eu sabe o que é, fazíamos juntos que era uma negativa e de queixa. Portanto, essa falência de aquilo que a gente acredita, em mim, são momentos dos, e depois tem que se fazer um luto rápido e viverar o. - Nos dias seguindo virar a página. - E aplicar o STG? - Exatamente. - STG luto rápido. - Exatamente. - Qual foi o melhor momento da carreira? - O melhor momento da carreira. - Sim, mas é difícil dizer um momento, não é, mas eu diria, como o melhor momento, para mim, tem a ver com aquilo que eu acredito, que está mais transversal nas várias coisas que fui fazendo, que é quando me surpreendo, com talentos não óbvios, que se auto-superam. Esse para mim são os momentos interessantes, uma equipa que o Eduardo não mexe e que me dizem, "Tudo para te pedir". O anterior não teve coragem de te pedir e que, neste momento, é o CEO da Frito Alei, o outro é, direto do Martin, do Dubai, não sei, de General Mills, não sei, enfim, não sei. E, portanto, eram para te pedir, eram descartáveis, não prestavam, ou não, o realmente, e, portanto, quando precisava, e não portaria foi tal extraordinário, mas quando precisava o espaço para que isso aconteça, acho que ia ser fantástico, e o que nós fazemos, talentos que são descartados na economia digital, que não prestam, e a minha equipa, por exemplo, toda a feita desse tipo de pessoas, vamos contratámos só pessoas da nossa, que passaram pelos nossos programas, e eram o produtos de qual centra, e agora são os produtos de programas, e são community managers, eram assistentes sociais, não estavam a visitar as casas, as pessoas apoiadas estavam, não estavam, não eram produtos desta hora, e agora, de repente, são os dois de formação, que são os internacionais, e estão em palcos muito diferentes, viviam em Rio de Moro, com os pais, e hoje em dia estou fazendo uma das digitais em Palermo e tal, e, para mim, são momentos de transformação e de autossupração das equipas, e deixam-me feliz. Onde é que percebeu o encomo momento, o encomo momento é que percebeu, eu sou o líder. Eu acho que eu sou um bocadinho antelíder, eu não vivo muito bem com, não sei por quê, talvez terá umas de infância, alguma coisa que explica o no livro, mas não me vivo muito bem com a coisa de o líder, mas eu acho que quando os outros te dizem, ou te reconhecem, os esperam de ti. Acho que esse é um momento de envolvendo o aumento de percebes. No meu caso, como se eu acho que senti isso, enganha na escola, na escola, quando, de repente, monta-se uma confusão, uma manifestação quase, porque havia uma injustiça a acontecer a minha escola secundária, e eu quero, relativamente, bom aluno, uma escola que era relativamente dura, quer dizer, eu era o bom aluno, mas que era popular, da uma maneira, não muito também, nós ageremos, pra ver se vocês vêm aqui, não é? Mas, mas aí, quando, de repente, as escolas intera do contigo, porque, por todo o sexto, mas que eu preferi esta documento destes anos da carreira. E quem são os líderes, ou líderes que inspiram? É, para muitos, mas não os típicos líderes que se calhar são amirados, se eu tivesse que escolher, eu escolheria líderes que poseiram, e eu controlo, mas a decisão nos outros. A autoridade nos outros, e eu vou fazer um favor ao Milton, por causa da Holanda, Josse de Bloque, da Bursor, Bursor, nem se dizer bem o nome, e que criou uma maior empresa de cuidados domiciliários, em que, perfeitamente centralizada, central, manda pouco, e é claramente o poder estar posto em equipas que se auto-organizam, claramente para mim é um desto. Um outro exemplo seria o Ricardo Sémler, não sei se conhece. E o Bruno Mavric. Também enti de Santa História, porque vem dos MBAs da Árava, e em Presidente do Pai, de Escuto do Coupai, que estão, não está a ser bem feita, etc. E que eles chegam a uma altura em que reventa, e ele tem um problema de coração, vai para o hospital, porque era de tal maneira, não é esta obsesão pela gestão, um ponto em que, com alguns resultados, mas com muita fricção e sofrimento. E no hospital, inspirado também por um direto dos recursos humanos de Scandinavo, preciso fazer o contrário. E diz-vamos por as equipas auto-organizarem, vamos de centralizar uma espécie de democracia industrial, uma empresa no Brasil, sindicalizada, muitos sindicados, muita força no Brasil, e com, obviamente, industrial, ou seja, com um nível. e com o seu desejo, falo muito. do localer, não é do localer. Talvez, depois de introduzir essas práticas. Exato, e pois isto inverteu. São lidas em Portugal. Também está aqui, serem justos no desenho, nenhum português. Talvez o caso com salvos, também de com salvos, eu não sou o que me inspira. Acho que tem até na decisão que eu tomou, por a empresa, nas mãos de um. do legado que fica, e não da família, que é herda. Acho que. que é inspirador, é num nível diferente, cara. Escolhida, um dedicação, que eu hoje é pastico. Acho que é um muito inspirador da escola da ponte, e que faz a mesma coisa com as crianças na escola, que põe nas mãos das crianças, a responsabilidade, e diz-se uma coisa que, uma conferência que eu achei muito impactante, entre os dedos que tinha isto com um amigo, que é. acham as nossas duas maiores, vitórias como seres humanos, diz-se que naschemos. Primeiros grandes alcances, o que fazemos? O que é que são? Um. Digam, é uma pergunta. Ah, sei que é. É elético, sei que é elético. É um podcast moderno. Fazer podcast, não está? Tocar. Na cheira, se ira na cheira. Subriver? Subriver a situação. Começará a andar. E a segunda. Falar. Duas grandes conquistas que fazemos quando temos. Chega-se a escola o que é que faz? Senta, não mexa. Cala, que eu estou a falar. E não fala. Ah, pá. E o que existe? E é besta de tudo, verdade. E o que é que nós fazemos nas empresas, né? E nós fazemos se calhar. Duas grandes conquistas como talento, chegamos lá e nós fazemos os exatamente do contrário. Não é? Exatamente do contrário, que é. Amigal, mas aqui. Não tem as ideias? Não tem as ideias? Não tem aventuras muito, né? Não é? É bem. A lógica. E vou simplificar, mas a lógica do processo de longa é essa. Era mudar muito e, em vez de ser uma exposição uniderecional do professor para os alunos, é o professor disponibilizas para os alunos que tendo feito o trabalho de casa estudado, vão para a ação só para tirar dúvidas. E, portanto, isto levaria o nível de todos. Qual é o problema, não funcionou? Não funcionou. Porque o suponho que estou. É uma mudança muito radical de mentalidade, não vale a pena explorarmos aqui, porque isto é uma série de subtilesas até contra o formato que está instalado, alguns dos interesses instalados, o trabalho que está. Mas a ideia era. Mas não tem a certeza. Mas não tem a certeza que não funciona. Porque as pessoas não querem, os alunos não sabem, não vão fazer, ou se pelo sistema e o professor é o Miguel. Então, é uma série de subtilesas, mas. Mas eu acho que se não tentarmos. E qual é o sonho, o sonho, por concretizar? Eu gosto de um sonho grande que é realmente ajudarmos a contribuir para que muitos talentos não ouvidos, não têm técnicos quase descartados pela sociedade. Conseguam fazer aqui uma movança e esse é o meu sonho, é ver mais exemplos, não sei se é quantidade, mas é ver mais exemplos que nós tocarmos na uma maneira, devemos ser sempre o rão para que saiam do ninho e esse, neste momento, é o nosso meu grande sonho, porém parlarem depois de meus sonhos pessoais, tem três filhos, também eu quero ver a saída do ninho, então eu não posso, como um ninho tá um pecado, no vento doce de mate suficiente, precisam de um parceiro, precisam de um Miguel, precisam de um parceiro, e eu só vou fazer aqui uma nota, já que tivemos o pevo Santa Clara e a escola 42 também é um desses exemplos de enorme autonomia em que os participantes vão fazendo a sua procura, vão às suas fontes, que conhecem bem. Miguel, muito obrigado, muito obrigado, que o Miguel, o meu esboarte, meu senhores, até para a semana. A semana mais que o Líber, um abraço.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O NoCode Instituto, fundado por Miguel Munoz, evoluiu para o Fledge Instituto, com foco em democratizar o acesso à economia digital e à inteligência artificial para pessoas com formação técnica limitada.
  2. A missão do Fledge é criar portas de entrada para talentos não óbvios, promovendo a transição digital com equilíbrio entre inovação e justiça social, evitando o assistencialismo.
  3. O modelo de ensino é baseado na fluência digital, não na técnica, e valoriza a experiência prática com clientes para validar ideias antes de investir em produtos.
  4. Há forte resistência à inteligência artificial e ao digital, mas o autor argumenta que é inevitável e que o desafio está em tornar a transição justa, inclusiva e humana.
  5. O sucesso de um negócio não depende de um plano detalhado, mas de começar com ação, validar com o mercado e aprender com o erro.
  6. A liderança eficaz é marcada pela confiança do time, pela autoridade compartilhada e pela capacidade de se auto-organizar, como em exemplos de empresas como a Valve e iniciativas de cuidados domiciliares.
  7. O empreendedorismo é um músculo que se desenvolve com experiências reais, decisões difíceis e falhas, e não é uma questão de sonhar com o sucesso absoluto.
  8. O maior desafio é superar a cultura do "falhar" como vergonha, incentivando a experimentação e o aprendizado contínuo como parte do processo de inovação.

Summary:

O entrevistado Miguel Munoz, empreendedor e professor de inovação, conta a jornada do NoCode Instituto para o Fledge Instituto, que busca democratizar o acesso à economia digital e à inteligência artificial para pessoas sem formação técnica. A missão é abrir portas para talentos não óbvios, promovendo uma transição digital justa e inclusiva, sem recorrer ao assistencialismo. O modelo educativo foca na fluência digital, baseado em ações práticas e validação com o mercado antes de construir produtos.

A inteligência artificial é vista como inevitável, mas o desafio está em tornar a adoção equitativa e humana. O sucesso empreendedor é definido pela ação, validação e aprendizado contínuo com o erro, não por um plano perfeito. A liderança é reconhecida quando os colaboradores se sentem ouvidos e autorizados a auto-organizar, como em empresas como a Valve ou no modelo de cuidados domiciliares.

O empreendedorismo é um músculo que se desenvolve com experiências reais e decisões difíceis, especialmente nos momentos de mudança ou falha. A cultura de falhar é crítica, pois permite a adaptação e inovação. O foco final é transformar talentos marginalizados em protagonistas da economia digital, criando um ambiente onde o aprendizado, a experimentação e o crescimento individual sejam valorizados.

FAQs

O Fledge Instituto é a evolução do NoCode Instituto, focado na inteligência artificial, certificação e desenvolvimento de talentos na economia digital. A mudança foi motivada pela necessidade de expandir além das tecnologias de código, oferecendo uma abordagem mais humana e abrangente para a transição digital.

A transformação digital é crucial porque permite que pessoas com pouca formação técnica entrem na economia digital. O Fledge Instituto busca democratizar esse acesso, garantindo que todos tenham a oportunidade de se desenvolverem e se tornarem ativos no mercado digital.

O programa não é técnico nem baseado apenas em código. Ele foca na 'fluência digital', oferecendo uma introdução abrangente às tecnologias, com ênfase na compreensão prática e na aplicação, além de desenvolver competências humanas e de liderança.

Sim, há resistência, especialmente por medo de perda de empregos ou de perder o controle. Muitas pessoas veem a tecnologia como uma ameaça, mas o Fledge Instituto acredita que a chave está em tornar a transição justa e acessível para todos.

O instituto equilibra o acesso entre pessoas com diferentes condições socioeconômicas, oferecendo bolsas e programas que apoiam quem precisa mais. O foco é garantir que ninguém seja deixado de lado na transição digital.

O conceito 'voar fora do ninho' significa empoderar pessoas com talentos não óbvios ou não técnicos para que possam se desenvolver e atuar na economia digital, rompendo com o modelo tradicional de carreira e criando novas oportunidades.

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