"Eu falo que eu gosto mesmo é do caos” – Alessandra Souza, Omoda | SLOGAN talks
58m 7s
Alessandra Souza, executiva com mais de duas décadas no setor automotivo, compartilha sua trajetória de origem periférica até assumir a liderança de marketing da Omoda, marca chinesa do grupo Cherry no Brasil. Ela começou como atendente de hospital e, após um estágio na Peugeot, construiu uma carreira de 17 anos na empresa, passando por áreas como treinamento, qualidade, produto e marketing. Alessandra destaca a importância de uma carreira não linear, que permita entender o negócio de forma holística, e credita seu sucesso a mentores que enxergaram seu potencial. Após uma experiência internacional na Itália, ela percebeu a necessidade de se atualizar diante da liderança chinesa no setor e aceitou o desafio na Omoda. No Brasil, a marca enfrenta o desafio de superar o preconceito contra produtos chineses, além de construir reconhecimento de nome e diferenciação. Alessandra foca em associar a marca a influenciadores e embaixadores que representem a "brasilidade", criando um "molho" local para conectar o produto ao consumidor. Com vendas aceleradas e um time diverso, ela adota uma abordagem criativa e rebelde, inspirada no conceito "Corporate Rebels", para posicionar a Omoda como uma marca que entende o brasileiro moderno e conquistador.
Eu sempre falo que eu sou uma mulher negra periférica, então eu vim de um lugar onde algumas coisas nem me pareciam possíveis para a minha pessoa. Você se emou ou tem um cargo de VP na vida, essas coisas não estavam no meu radar. Acho que avantagem você rompe com uma barreira antiga de um VS, de que marca a chinesa não é boa, que os produtos não são bons e que dá problema. Então esse lugar foi vencido por essa comunidade. O fundo é assim, um pouco rebelde a estrutura das empresas, mas como você constrói um marketing rebelde na essência? Eu falo que eu gosto mesmo do caos. Eu acho que o caos é uma boa pedida, entendi. Porque no caos não tem a mente seguro, sabe? As coisas estão sempre em transformação profunda. [Música] Existem muitas marcas de carro disputando com o subdo brasileiro. Não é a toa, né? A gente tem um dos maiores mercados de carro por aí. Mas o que a gente faz com não chega mais uma marca de carro no Brasil? Mais uma chinesa no Brasil? Como é que faz para gerar desejo nelo? Hoje a gente conversa com a Alessandra Souza, se é moldar um modo de Acob Brasil, que carrega mais de duas décadas no setor automotivo. Já tendo a passar por perjuos, telentes, liderando projetos no Brasil e fora dele. E que agora chega a um dos maiores desafios da sua carreira, que é fazer o brasileiro conhecer, confiar e desejar uma nova marca chinesa de carros. Ali, seja muito bem-vinal os Logan. Muito obrigada, estou muito feliz de estar aqui com vocês. Vamos bater um papo, né? Vamos nessa. Bom, nesse começo eu sempre gosto de voltar para o começo a sua estrangeitória profissional. Assim, o que eu preciso saber de você que te fez escolher essa jornada? Eu acho que foi a jornada que me escolheu. Sempre falo sobre isso. Não foi algo planejado. "Ah, quero ir para o setor automotivo, quero ser semol, quero. " Não foi algo estruturado. Eu sempre falo que eu sou uma mulher negra periférica. Então eu vim de um lugar onde algumas coisas nem me pareciam possíveis para a minha pessoa. Você se emou ou tem um cargo de VPN na vida, essas coisas não estavam no meu radar. Mas uma coisa que minha mãe sempre me dizia "é estuda, estuda para você ter oportunidades nessa vida e foi aí que as coisas aconteceram." Não tira. Isso acabou acontecendo dessa forma. Eu estava na faculdade um dia querendo mudar de faculdade de quê? Eu fiz faculdade de tecnologia, eu fiz fatek com especialização em marketing internacional, depois eu fiz uma pós-graduação na GV. Mas eu comecei em tecnólogo, eu sou tecnólogo de formação. E seu primeiro trabalho foi? Eu comecei trabalhando no hospital, eu trabalhava como atendente fazendo 12 por 36 cobrindo folga das pessoas da recepção, depois eu fui trabalhar no faturamento de hospital. Eu passei lá uns 2 anos e meio e aí um dia estava na faculdade e tinha um anúncio que precisava de uma pessoa para ser assistente na pejô, que foi o meu primeiro estágio. E eu, uma escravia na parede de um hospital te chamando para ir para a pejô que foque no senhor uma carreira de 26 anos aí no setor automativo. Exatamente. E aí você foi? Você jogou? Aí eu me escreví. Fiz 5 entrevistas que eu falei que foi um processo longo, fiz 5 entrevistas, um inclusive na hora de ser. Pra sexta de área, cinco entrevistas. Pra sexta de área, só pra contar. Fiz 5 entrevistas e a última eu fiz em francês com francês que foi o seu Patrick Maldã na época, meu chefe também. E passei na entrevista porque falei, mesmo sem saber falar, porque essa sempre foi uma característica a mim, assim. Eu nunca recuei de um obstáculo assim. Sim, rolada, vamos, vamos. É assim, o importante é a pessoa me entender. Depois a gente vê o que faz. E passei e aí tudo começou. E as coisas foram acontecendo na minha vida, eu falo que eu sempre tive pessoas que me suportaram, que eu acho que elas me olharam para além daquilo que elas via um ponto de vista físico. E essas pessoas colaboraram muito com a minha carreira. Eu falo muito sobre elas em todos os lugares que eu vo. São três. Então uma delas é Ana Teresa Borsaric, foi minha chefe. O outro foi Frederico Batalho, que também foi meu chefe. E eu tive um francês que foi o Lorran, o que também me apoiou muito na minha trajetória profissional. Então a Ana, eu era estagiária, junto com o meu atual chefe na época. Eu tive que ajudar sobre um tema de 19 mil, tive uma postura super minha, que é essa a pessoa fazer, vamos fazer. E acabei ajudando muitas coisas lá e eles se comprometerem em tentar me efetivar. A partir daí. A coisa foi a conta da serenchanda. E na pejô foram 17 anos. Então é assim, o grupo foi mudando ao longo do tempo, né? Porque foram tendo várias fusões e aquisições dentro do grupo, se juntando. Então era sempre pejo estranho, depois virou pejo estranho 10, pejo estranho 10 ou peu voxel. Então ele foi virando o grupo, pece ao longo da sua jornada. Até que em 2021 teve a fusão com o grupo FCA, que é Fiat Gipe Crisler and Hurl, que virou o grupo Estelante. E aí eu passei a fazer parte do grupo Estelante. Foi muito curioso, porque em 2022 eu deixei de ser funcionária, PCA. E eu fui pra Itália, fui morar na sede da Fiat, em Tori, não passei a ser uma colaboradora. Fiat, do ponto de vista de serenchanda, que a gente não tinha na época, um serenchanda integrante Estelante. E as coisas foram acontecendo nesse lugar. Eu falo que é curioso, por isso que eu falo que o caminho me encontrou, sabe? Muito interessante. E dentro quando você entrou da pejo, era a Marquiatinha, não era, porque hoje em dia você se amou. Mas. Como é que você estava com medo? Você já passou por várias coisas. Então eu comecei na área de formação, treinamento. Tá. Era a Marquiatinha, mas era a Marquiatinha de treinamento à rede. E aí eu acabei sendo efetivada nessa área, mas depois. Eu fui tendo promoções que eram promocions desafios, que eu falo que esse era uma mentalidade do grupo muito interessante. Se você era uma pessoa com potenciais, vocês enxergavam um potencial em você, de liderança, de desenvolvimento, de pensamento estratégico e também de raciocínio lógico, eles iam te dando oportunidades de trabalho e de crescimento em outras áreas. Então eu fui mudando, então eu fui para a qualidade, depois fui para desenvolver uma em da rede, voltei para a Marquiatinha. Então eu sempre fazia esse caminho de de volta no Marquiat, por isso que eu tenho mais de 17 anos, mas sempre tive passagens por diversas áreas. FizBid, amigua cooperada, a isso aí fui para áreas de produto, fiz parte de mercado mesmo, estatísticas de mercado, entender de onde os dados vêm do nosso mercado, como entender o que está acontecendo nas outras montadoras e através dos dados públicos, fiz pesquisa, fiz. E aí é um pouco de tudo, né? É um pouco de tudo, foi aprendendo e com certeza esse trouxe muito repertório para vocês. O que te fez ficar no Marquiatinha, não é uma dessas áreas aí? Para mim, o Marquiatinha, ele sempre foi um lugar de desafio, porque eu achei que tem essa questão de estratégia de marketing, que se você não conhece o negócio, você não sabe como chegar no consumidor. Então o Marquiatinha, ele sempre estimulou minha mente nesse lugar da criação e da inovação. Por isso que eu gosto do Marquiatinha demais da conta, acho que ele tem um negócio, ele tem uma abordagem, business muito clara. Então tudo que você faz precisa gerar valor para a empresa, mas para isso você precisa furar a bolha. Você precisa estar conectada, não está acontecendo no mercado, não está acontecendo com as pessoas. Para onde as pessoas estão indo e pessoas me interesse muito. Eu amo pessoas e comportamento. Eu também. Então é isso, né? É isso, né? Se encontra ali, para assim, é aqui mesmo que eu quero. É aqui mesmo. Então foi isso. Entrou para uma área, meio que Marquiatinha mais treinamento, foi testando todas para ali, aprendeu muito contexto de empresa. Tem algo que você leva com você até hoje, mas não tem várias, né? Mas algo que te marcou assim, você fala assim, nossa, isso foi o meu maior aprendizado de passar por tantas áreas, nesses anos todos, na Pejou. Eu tenho um aprendizado que eu acho que ele é um pouco generalista nesse sentido. E eu dou esse conselho para todas as pessoas que eu conheço, que é a importância de você conseguir entender o seu negócio 360, de você viver vários aspectos do negócio e não ficar focado só no mar, sabe? Você ser muito linear. Eu acho que a melhor carreira ainda é a errática, por mais riscos que ela te traga, assim, por mais desconforto que ela te provoque. É você não se. Ah, se eu quero esse marque, eu tenho um você-matero, esse marque. Faz vários coisas e aí aquilo vai te levar um ponto. É, reverências aí por aí. Exatamente. um ponto de chegada, mas nunca me enroca. Porque ele acaba assim.
muito limitante mesmo e as pessoas com quem eu encontrei ao longo da minha vida que tiveram não que ela seja. não possa acontecer, não é isso que eu estou dizendo, mas acho que o ponto de vista estrutural mental você conhecer o negócio por diversos lugares e entender o que é o passado, por isso ter um caminho não linear mental faz com que você seja uma profissional mais capacitada para a volatilidade do negócio, eu acho que é sobre isso. E, bom, você falou que a Peugeot mudou muito, né? Foi comprar da parouma, se juntou com outra, e isso te levou a um período morando fora, com uma cultura totalmente diferente, liderando pessoas com uma nacionalidade muito diferente para a sua, e eu poderia até te perguntar o que é diferente deles, mas eu imagino que vão ter várias diferenças, o que você acredita que não é diferente a deliderar pessoas de diferentes culturas, o que é a única gente no fim do dia? No fim, somos todos seres humanos, e o que que isso quer dizer é ao longo desse meu período lá fora, trabalhando com pessoas, da França, da Itália, Estados Unidos, Turquia, India, todos eles, o que eu identifiquei como liga entre todos nós é que a gente quer, a gente quer ter um senso de utilidade mesmo nessa vida, todo mundo quer pertencer alguma coisa, todo mundo quer entregar alguma coisa, então quando você dá propósito para as pessoas, esse processão de propósito elas fazem, elas entregam a sua alma, não importa a cultura, então como líder, e como liderança, para mim sempre foi sobre isso, cuidar delas, elas entenderem que elas são cuidadas, no sentido exato da palavra, não tratar como criança, são cuidadas mesmo, como profissionais, mas dá oportunidades para as pessoas realizarem coisas, elas amam, todas elas, muito bacana, e bom, então depois assisti 26 anos em um único setor o que que te moveu a mudar mais ou menos, mais ir para um álcool totalmente inéi, novador, tecnologico que a gente estava vendo pra aí, que é possível a gente vai representar aí os futuros escarros. Foi alguns fatores importantes, mas a minha, eu sempre fui muito consciente de onde eu quero ir com a minha carreira, para onde eu quero chegar, e eu tenho planos estruturados nesse sentido de várias coisas de conselho, de tomar conta de minha unidade de negócio, e eu estava começando a olhar ao meu mercado, e eu percebi que eu estava ficando desatualizada mesmo, eu não conhecia sobre o principal líder de mercado hoje, que é a China, no sentido de drive-up, de direcionar tendências, de puxar novas formas, de pensar, de trabalhar, de executar coisas, eu estava totalmente fora desse lugar, eu não conhecia absolutamente nada. Mas eu tinha interesse por tecnologia, né? Estava lá em algum lugar, estava lim Mexer indo. Eu falei preciso, eu preciso me movimentar, senão eu não vou ser essa profissional que vai estar pronta, talvez por próximo ano ou por próximos três anos, eu não sei dizer quando, mas eu sei dizer que é daqui a pouco, e então eu falei preciso procurar, se procurar esse lugar para mim, e aí você foi atrás, e em março de 2016 você chega na almohoda, eu comecei a me movimentar no sentido de pensamento, não procurei ativamente uma posição, isso acho que de novo foi uma obra do acaso, no sentido da sorte de me encontrar preparado para isso. Mas eu estava, inclusive, olhando, formações na China, estava olhando como podia eu passar lá um mês, dois meses, três meses para entender. Então eu não comecei por uma oportunidade de emprego no sector automotivo, eu comecei por uma oportunidade de formação na China, e a começar a desenhar o que seria, por exemplo, meus próximos dois anos nesse lugar, porque acabou consendo, foi que eu recebi uma proposta, e nós negociamos aí por uns meses, nós ficamos conversas, nesses meses, até que a gente chegou num bom lugar. E aí você chega em março de 2016, não, a almohoda, que está no Brasil há um ano mais ou menos. E isso a operação, ela começou, ela entrou no Brasil, acho que, se eu nomeingue no finalzinho de 23, começinho de 24, para se estruturar, mas abriu o primeiro ponto de vendas, o primeiro carro vendido foi em abril de 25, super-recentes. E aí, muito recente, um ano, fez um ano agora, já vendemos mais de 13 mil carros, tem um planejamento de lançamento muito poderoso para o mercado brasileiro, com várias estratégias de expansão. Chegou com tudo aí, uma baita oportunidade, na imagem de construir Marx. E para quem não conhece ainda, você vai saber explicar muito melhor do que eu, mas a almohoda do grupo Cherry, que é um grupo na China, que teve a pario ali, digamos assim, a almohoda, uma empresa de carros, que são carros, híbridos e elétricos. E na verdade, a Cherry pariu esse filho, digamos assim, não para vender carros na China, mas para externalizar ele a tecnologia dele, corre? Exatamente. Como é que você descreveria a marca para alguém que não conhece ela? Eu acho que eu começo pelo grupo Cherry, no sentido de que o grupo Cherry é um grupo muito ou usado, que existe mais de 20 anos, e que, como sua cultura de base, né, a cultura chinesa, foi aprendendo, entendendo e se modernizando ao longo desses anos. Daí surge a almohoda deyco, como uma marca somente para a exportação, não é uma marca vendida na China, que combina toda a experiência das demais marcas do grupo, são outras seis marcas, então se tem marcas prímios, se tem a lepas, você tem a própria Cherry, ela foi criada para a se vitrínia, pelo mundo afora. Ela foi criada para o consumidor do nosso mundo ocidental, usando as melhores tecnologias e, obviamente, com a eficiência de produção e custo para o consumidor ocidental com um design muito moderno. Então você tem a almohoda que chega de um jeito muito feche, um muito jovem, muito fresco com linhas atemporais, em um nível de tecnologia e sofisticação incrível. Eu gosto sempre de brincar, meu marido sempre ficar bravo que ele está enlouquecido porque o banco, inclusive, tem ar frio e não só arquente. Então ele, como um bom moço, sente muito calor ama, o banco reivindirado, mas é a excessão dos mimos que o carro possui. Você tem a marca Jake, que entra nesse portefólio, desse super cross-over e inspirado, um jaguarland rover com. Foi uma colégica que vocês fizeram com ele. Eles têm uma parceria agora, principalmente na Inglaterra, de produzir a frilander, que é uma outra marca do grupo com design e da land rover. Então ele é 100% inspirado nesse lugar de design. E é um carro que ele é outdoor. Então ele é pra cidade, mas voltado mais para outdoor, para um perfil, mas eu falo novos entrantes, mas daquele nível de sofisticação de pessoas que lutaram, batalharam e que chegaram no seu lugar de conquista, para pessoas que querem uma sofisticação não ostensiva, ele está ali. Então as marcas atendem no mesmo nível de tecnologia todos os dois públicos, mas com abordagens diferentes. Entendi, tem pegadas. Tem a almoda que é mais urbana, a temporal e a gente tem mais jovem, a de eco para a de eco. Como foi lidar com essa chegada do nome do Brasil? Ainda é. Ainda é uma oportunidade. O Jake é uma barreira, o moda não. O moda pra gente é mais tranquilo de pronunciar, mas Jake é menos. Então hoje temos um trabalho muito forte com influenciadores. Brincar com tudo para a gente estabelecer, mas esse é o meu trabalho. Então a gente tem um desafio muito grande de construção de marca, desde como fala, até para quem é e como a gente se diferencia das chinesas. É, elas estão chegando com tudo aí. Isso são todas chinesas. Tem vantagens e desvantagens, acho que a vantagem é você romper com uma barreira antiga de um VS, de que marca a chinesa não é boa, que os produtos não são bons e que dá problema. O Brasil tinha muita questão do Mede em China, de ter esse ponto de preconceito. E como foi assim? Qual foi a primeira coisa que você falou? Eu preciso fazer isso para ajudar a construir confiança e credibilidade de uma marca que muito vão ter preconceito só por ser Mede em China. Estou no processo, mas tem algo que eu tenho falado sistematicamente é o molho. Então eu preciso criar para essa marca, o meu Borogodô. Eu preciso ser a marca chinesa que realmente entendeu o brasileiro, o brasileiro que está aí conquistando o mundo, no Oscar, no mundo todo.
fazendo história. Então nós somos essa marca, nós somos a marca para esse consumidor brasileiro que é o único, né? -Tem esse orgulho. -E na prática, como isso funciona? Você pegar uma marca chinesa e traduzir ela para o povo brasileiro. Na prática significa, primeiro, com quem eu quero me associar como marca, quais são os meus influenciadores, quais são os meus embaixadores? Então um exemplo é a Bruno Marquesini, que estreou uma campanha sucrônia, uma almohoda. Então eu vou procurando esse mesmo molho, digamos assim, pra adeicon. Mas tem toda a estratégia de influenciadores regionais, principalmente, que carregam esses valores, assim, que são pessoas que representam esse Brasil que a gente está construindo da porta pra fora. Eu sempre brinco que não é sobre dizer que eu sou do Brasil, mas como eu realmente abrasso a nossa brazilidade. -Petefeito. Então, confiança pra vocês foi a associação de marca com as pessoas certas. -Exato. -E bom, você falou que você já venderam três mil carros só mês passado? -Mas passado três mil carros. -O seja, o negócio está acelerado aqui. -Sim. -Espeed raise, só, só. -E no mundo já foram mais de um milhão de carros, você não me engano. -Exatamente. Então a gente tem agora um milhão em um ano, né? -Milhão em um ano. -Milhão em um ano. -Chega com tudo. -Que é do grupo Cherry, como um todo, né? Então, é um grupo muito potente ao principal exportador de carros na China. Esse é o tamanho deste grupo com todas as suas marcas e a omoda é uma das marcas que mais têm crescido nos últimos tempos. Eu gosto sempre de falar sobre o composto ou coração dos ingleses, né? E ainda não tem os números finais, já abriu mais em março, a gente vendeu mais de 10 mil, Jake o savem no mercado inglês. Isso fala muito, né? Do valor da razão, do propósito dessa marca realmente ser construída para esse perfil de consumidor em qualquer lugar do mundo, né? Então, por isso que eu falo do molho, acho que tem um molho em qualquer lugar. Ela foi construída para isso. E é nossa qualidade, né? -Perfecto. Então, bom, o mundo já é fora já está apaixonado pelo produto. Então, você chegaram aqui no Brasil com uma pressão de linha, é, digamos, é. -Exatamente. -Com a comparação existe. Ela existe. Como é que você estrutura um time de marketing para uma empresa chinesa, sem chegar no Brasil, para o NUP as expectativas do mercado e atuar nessa velocidade aí de hora. Olha, eu tenho buscando fazer, como sempre fiz, buscando muita diversidade entre diferentes tipos de perfis, diferentes tipos de jornadas profissionais. Então, tenho pessoas muito jovens, pessoas mais maduras, pessoas nipo, brasileiras, pessoas, Brasil, zão, raiz mesmo. Então, a gente tem construído essa diversidade. Mas, acho que tudo, o meu desafio, eu sigo um perfil que eu gosto muito, que se chama Corporate Rebells. Eles são ótimos, eles saam muito sobre essa forma de construir, porque no fundo é assim, é um pouco rebelde, estrutura das empresas. Mas como você constrói um marketing rebelde na essência? -Corporate Rebells. -É, vale muito a pena, eles têm um newsletter também, que eu recebo toda semana maravilhoso. Eu gosto muito da provocação deles. E eu estou junto com a minha parte, a gente está buscando esse marketing diverso, onde a gente consegue. -É uma challenger, bran. É, é, é, é, a gente fala muito sobre o underdog. Sabe como é que a gente consegue ser underdog, inclusive na construção dos nossos tímicos, porque a gente não pode pensar linear. Então, de novo, e como que funciona na prática, não pensar linear em uma estrutura de tímica? -É uma loucura assim, a gente vai trocando as coisas, trocando os pensamentos conforme eles vão acontecendo, sabe, realmente desafiar. -Tá, dá um exemplo. -Eu fui desafiada. Esse final semana, para mim, acho que foi um challenge, que eu não queria, eu achava que eu não queria, né? Eu achava que lança uma pré-venda no meio de um final de semana prolongado no Brasil, e ia ser muito. -E ia dar flop. Não aconteceu justamente o oposto. Assim, todo o lote inicial foi vendido e em dois dias no meio do Fernando. -E qual foi a estratégia de vocês para já a desejo nesse lote? -Ai, é onde veio. É assim, já que eu tinha esse desafio, eu acho. Então, a gente pegou, chamou um monte de influenciador, jornalistas, levaram, nós levamos eles para o estúdio, da recorbellíssima, com a tela de LED incrível, gravamos todos os conteúdos no mesmo dia, repensemos a forma de fazer, então, usamos. Outra coisa que eu fiz, que eu falei, "Ah, isso não vai dar certo, soltamos o release e liberamos os jornalistas no dia 30, na véspera do feriado, foi uma explosão de artigos de reverberação dos artigos". Então, assim, foi tudo ao contrário do que eu faria, tradicionalmente, entendeu? E aí, a gente gravou todo mundo, controlou a narrativa, mas, ao mesmo tempo, deu liberdade, deu espaço, ficou todos os conteúdos foram muito bonitos, soltamos em preenção no dia 30, soltamos ontem os influenciadores no dia 4, então, é um jeito diferente de pensar, se eu tivesse talvez, em um processo mais linear, estanda, eu teria soltado no dia 4, 5, como eu faria sempre. Não na véspera do feriado, entendeu? É muito underdog, enquanto todo mundo fez dois, três carros por ponto de vendas, a gente fez oito. Não faria isso. Então, assim, isso está me desafiando muito até com os setos que eu já tinha de como pode ser o sucesso de um lançamento de uma prevenda, de um carro, num segmento estabelecido que a gente às vezes segue a mesma rotina. Para mim, esse é o lançamento, para o lançamento da versão Elite, tem sido, talvez até agora nesse um mês e pouquinho, um dos meus maiores aprendizados sobre pensar diferente, além de outras coisas de estratégia que eu não posso abrir, de trabalho com os gilas, de copê, assim, que eu tenho meu chef chinês, meu senhor, desafiano bastante. Então, isso é de uma muita forma da toda diferente. De diferente. E trabalhar com o chinês, estencido. Tem um tema de cultura que é uma aprendizada grande. Acho que tem um lugar de entender os cinco mil anos de naxias na China, sabe? Para que você entenda uma insete, o freimorque deles e como a gente pode juntar essas culturas e as coisas boas de cada uma delas. Tem sido um desafio para a pessoa e profissional a Alessandra, mas eu tenho colocado num lugar de muita humildade para conseguir ouvir o outro, para conseguir entender o outro e aprender, né? E conseguir também colocar meus pontos, não sei algo unilateral do ponto de vista de relação. Tem uma questão de generar que é muito forte na cultura chinesa, né? Sobre as lideranças. Então, a gente, no ocidente, tem também um respeito muito forte a ele ir aqui, mas o nosso respeito ele passa inclusive por um questionamento frontal. E isso na cultura, nas culturas orientais, ele é visto mais como uma fronta do que como uma poe. Então, como é que você apoia sem afrontar? Então, para mim, é um aprendizado muito bacana, assim, de você. O tempo tem de feita a pensar de forma diferente, né? Mas isso me leva a pensar de forma diferente a respeitar mais o outro de uma cultura que eu nunca vivi. E quando bom, o brasileiro tem uma cultura também muito interessante, imagina que ele já é entraindo e também mais tem algo positivo por lado deles é que a gente é uma carro. Sim. Após funcionar, o brasileiro ama um. É impressionante. Mas se a gente pega aí o histórico deles, a gente vê que tem ainda uma parte aí de compreensão quando a gente está falando de carros tão tecnológicos, assim, o híbido, o elétrico. Como você tem trabalhado esse pilar educacional? Porque é uma categoria que ela não só chega, porque é uma categoria que não só vem da China para cá, mas é uma categoria que precisa ser educada que vem na China para cá, porque a galera não tem tanta, por mais já tem a penetração aí de 10% né? Não é todo mundo que sabe o que é. Como é que tem sido trabalhado o nacional de carros? O letramento, acho que ele vem muito dos próprios jornalistas, os jornalistas têm ajudado muito a explicar o que é essa tecnologia, qualquer avantagem. Mas deixa até já de pior então, que vocês têm feito. Sim. E hoje estou convencida que a gente precisa trabalhar uma divulga, se sabe, com consumidores. As pessoas, eu acho muito curioso, eu faço meus postes no link edim e tem pessoas que declaram no meu link edim, eles sandrem, eu faço mais do que 1.200 quilômetros de autonomia. Então as pessoas elas querem trazer a vantagem e o benefício do produto. Ah, e a Bastessil, na Bastessilca, para rodar 400 quilômetros, gastei 32 reais. Então as pessoas hoje começam a ser os consumidores, começam a ser exatamente esse boca boca, né? Que a gente precisa deixar mais. Eles fazerem um marketing para vocês. Porque a campanha tem que botar eles como protagonista. É, bota eles, cada um tem seus embaixadores já estão maravilhosos aí. Então primeiro vamos já
é bem pior, realmente, para você fazer o letramento mesmo do que é isso, né? Eu fiz muito uma comporação, lembra quando Tesla lançou a corrente alternada, que o Thomas Edson falava que tinha aquele, o marketing negativo de tentar bloquear o fake nisso, falando que as pessoas ia ir e eu tomava choque, se elas se mexeu veros, né? Então eu falei assim, a questão do carrelétrico é a mesma coisa, começou aquela fake nisso, que se chovesse você tivesse numa rua com água, você ia tomar choque, então foi a mesma, foi o mesmo caminho, na verdade, que as coisas tomaram da corrente alternada lá atrás do Tesla, e isso aconteceu também, com os carros elétricos, com os carros híbridos puros ou híbridos prulguinhos, e aí eu acho que esse letramento, e o uso, ele veio em prolda de explicar realmente o que é de tirar esse medo, né? Tem muito ainda para tirar dessa coisa que não é verdade, não ir, vai tomar um choque, não bateria, não consome rios de dinheiro da sua energia elétrica, e tem gente hoje que já tem até painéis, que abastece o carro com os painéis, então assim, é. Tenho relatos de pessoas que vêm conversar com mim, falassei a Alexandra, não mudou centavos na minha conta de luz, assim, então isso é o social, é o que vocês estão fostering as lojas, e não é só sobre a um moda, mas é sobre toda a indústria que hoje está no mercado de eletricação, e eu acho que ele é o futuro mesmo na indústria. Producto bom, ajuda a gente a fazer, marketing, a gente simplesmente exemplar a idade. Mais fácil, ajuda, ajuda muito. E aí, assim, está aqui refletindo quando eu estava ajudando um pouquinho sobre a marca, e eu queria fazer uma pergunta sobre o desafio que vocês têm de comunicar com gerações diferentes sobre o carro. Você está anos da indústria, você tem passada por muita coisa, e o carro representava para vocês anos atrás, não é? O que representa hoje para as nossas gerações, né? Eu filho nem quer tirar a carta, agora mudou de um período. É, eu falo por mim. Eu tenho 25 anos e ter um carro para mim, não é uma propriedade, não. Não faço questão de dirigir, não é um sonho, assim. Como é que você tem trabalhada essa geração para que eles não sejam, né? Que a gente já foi numa geração que é a lida comuniência, a cadeuca da aplicativa, o que tem tudo na palma da mão. Como é que você convence eles de que é a melhor coisa eles comprar em um carro? Eu acho que eu não convenço. Não convence. Porque é uma questão de tempo mesmo. Eu acho que tem fases da vida onde a mobilidade por aplicativo funciona super bem e vai ter um momento da vida onde você vai precisar de um carro por conta da sua própria ciclo de vida. Mas daí vocês não conversam com eles, ou vocês não gostam de que não convençam. Não quer dizer que eu não converso. Mas para botar a coisinha, não quero que eu tenha. Eu acho que tem um trabalho de construção de marca, de criar conexões emocionais com esse target, mesmo quando no seu ciclo de vida hoje terá posso de um carro não é uma prioridade. E aí é onde eu acho que entra a experiência, onde eu acho que entra a plataformas importantes, onde o jovem está e que a gente pode entregar um serviço de marca. E aí é uma dificuldade inclusive quando a gente fala isso de "oh, mas eu não vou apresentar meu carro em todos os três passos que eu tenho, não, não vai". Como é que eu parece um serviço para você naquele local, naquele evento de música, do que que seja, e que você vai gerando uma conexão emocional com a minha marca e quando você for pensar em comprar marcas, eu vou estar lá porque eu tenho uma relação com você que eu construí antes. Perfeito. E vocês têm uma oportunidade também que esse carro virou quase uma iphone. É, de tantas tecnologias que tem ali. Sim. Mas eu acho que por exemplo uma coisa que você traz que a gente tem trabalhado muito, que a questão do aluguer é da mobilidade, mas eu olhando para o futuro eu ouzo a dizer que a gente vai conquistar um jovens em breve quando a gente tiver os carros autônomos realmente rodando por aí. Porque eu não acho que é sobre dirigir, eu acho que é sobre o templo de ir e vir dirigindo sem poder fazer alguma coisa. Mas isso é uma percepção minha, não tem pesquisa, não tem isso tudo nada disso. Só eu sempre pensei no sobre o comportamento das pessoas. E então dirigir ele se torna uma coisa exaltiva porque, porque sei lá, eu vou ficar duas horas no trânsito, eu não posso fazer nada com esse tempo. E o tempo é um bem muito valioso. Quando eu tiver um carro autônomo, isso muda. Com certeza. E bom, se a gente era o passado carro, eu representava muito a liberdade. O que você acha que representa hoje que as pessoas liberaram? Liberdade. A gente representou a quantidade. Agora se curtir. É, está perto da civilização e porta onde? Exatamente. Exatamente. Você pode estar fazendo escalando uma montanha. Tem sinal de internet, um celular bom. Acho que liberdade, estou brincando, mas acho que é 5G também. Mas eu, quando eu olho para as pessoas, para jovens, acho que a questão da liberdade, ela tem um lugar de expressão muito, sabe? Aquilo que me representa. Dindo de uma liberdade, ela meio que mudou de lugar. Ela mudou de lugar para mim. E até aquilo que diz onde eu estou e quem eu sou mudou de lugar, porque o carro e algumas posses representavam isso, como expressão. Não é tão assim nesse sentido de bens duráveis, mas tem uma questão de, ainda segue sobre consumos de marcas, mas não necessariamente sobre carros. E eu também acho que isso não é todo o Brasil. Eu acho que tem uma parte do Brasil que é assim, que mudou, então é sobre, talvez eu comprar uma marca que 100% sustentável, que só um nicho conhece aquela marca. Eu soube como se fosse uma peste de roupa que vai dizer quem vai ser a promota. É, mas ainda existe um Brasil enorme e profundo que o carro é esse lugar de status, que é a casa ainda esse lugar de status. Eu acho que a gente tem que ver o Brasil com todas as suas nuances, quando eu falo de Brasil de consumidor. E eu acho que se se replica também um pouco no mundo, mas você tem ainda de tudo. Quando eu vejo no Brasil profundo, ter um carro ainda é um símbolo de que eu cheguei lá. E é importante, e para algumas pessoas, em grandes cidades, dependendo da faixa, também representa a mesma coisa. Em um tech save, por exemplo, você tem um carro como você falou, eu vou ter carros, saiu agora recentemente no salão de Beijing, a gente tem um carro que tem uma parceria que é Coriote Games, que você vai poder jogar videogame. 3. É um carro. Essa over-india, se fala muito, é vender o game e o carro ele vem junto. É, é, é. É uma cria, a gente tem que chegar, e eu brinco do 5G, entendeu? É ainda sobre esse local de novasão tecnológica, que é um poder cumprir esse papel. Perfeito. Então, para resumir, a gente está falando de uma liberdade que é fácil que financeira, cheguei lá nesse sentido, e uma liberdade que é muito mais de identidade. De identidade. Exatamente. É exatamente. É interessante. Quando a gente fala sobre a venda de carro, eu imagino que ela deve ter mudado também como você se vendiu um carro antigamente, vai se agora, a gente está falando um pouco, a gente está muito falta da experimentação. Antes de mentar, eu tinha esses textes, right? Eu prometi que ia com seu pai, com sua mãe comprar um carro. E a todo mundo no final de semana na rede, né? É, não sei, não sei de ver, mas eu imagino que fosse isso. Era isso mesmo. Você ficava. Mas era isso, geralmente você comprava um carro com sua mãe, o seu pai indicava, você queria ir numa revista, você ia te ver a não-lela. Só que hoje em dia, a ferramenta de descoberta está na Jiu-Jitsu-ciais, né? Como você tem trabalhado essa venda do produto que começa no algoritmo? Lives, muitas lives. Lives. Muitas lives sobre o Prato de Aesionais, a gente tem tudo à rede, com influenciadores, tiktokers. No seu, no perfil da marca, com o perfil da marca, perfil do Creator. É muito curioso como o influenciador, o Creator como um todo, tem impacto na escolha das marcas. Em médio, 80% do primeiro movimento de busca passa por ali. Depois, ele cai no ecossistema, então ele vai olhar, vai ver o site, que ainda é um site muito anticado. Eu acho que, para esse novo perfil de busca, não é só sobidade, é sobre perfil de busca das marcas. E a gente tá vivendo uma transformação no setor, eu estou matando com os agentes de A. E eu acho que aqui é que onde vai ser a grande transformação sobre compreender de um carro no futuro. Os nossos sites, os nossos receptores de informação, precisam estar prontos para uma gente de A, conversar com outra, a gente de A. E não necessariamente vai querer ir numa concessionária, talvez você sovar numa concessionária para retirar um carro. Mas o agente de A, com um funcionário tem que estar prontos também para negociar como se fosse um vendedor, para que você compre da tua casa e depois você só vai retirar. Então, de novo a sobre tecnologia é sobre menos frissão no processo, é sobre um jeito diferente de fazer. E eu acho que está todo mundo aprendendo, na indústria, seja aqui, ou lá fora, a gente tá trabalhando e aprendendo sobre isso, mas claramente as lives. Eu quero muito conhecer uma coisa na China, na China. Eles vendenham assim, tudo via de que toque. -Las lá nas cura. -Las lá nas cura. eles têm live pra tudo, eles têm. prédios exclusivos de lives onde eles mandam, contrato os influenciadores vão para os prédios das próprias montadoras fazerem lives e assim que eles geram lides e assim que eles vêm em carro. Quero muito conhecer isso né. Mas a live é vista como uma estratégia de alwernas a gente já está descendendo do Niel. Ela já é uma coisa de encurcar o seu filho. Ela vai de alwernas consideração a venda. Trabalha tudo. Tudo. Por isso que eu quero muito ir lá para conhecer para ver entender aqui no Brasil a gente já começou a tartear esse lugar mas acho que a gente dá a tarte ao chão. A gente tá achando esse preço. É muito pra vir nessa linha. É pra produtos acho que de consumo rápido já chegou lá. Então você sai do alwernas a compra. É pra bem de consumos duráveis mais caros a gente tá tchando esse lugar porque obviamente um carro ainda é assim, 100 mil reais e você precisa ter alguma segurança pra colocar-se desse dinheiro. Sim. E guardado, um dinheiro, pelo menos ter pensado sobre aquela compra. Mas tem uma revolução chegando na forma como se compra bem duráveis muito rápida. E a maior pra você é creator e tecnologia. Crizer e tecnologia. Eu fico sempre pensando nas minhas elucubrações como que eu vou ter agentes de a dentro do meu site dentro do ecossistema da rede para conversar realmente com a gente de uma pessoa que compra o carro. A gente consegui fazer negociação. Tem uma gente de aqui fala com um banco da pessoa com o meu banco. Tem de já pra júem prédimos e precisar com a coisa nenhuma. Sim, tipo em cinco minutos você sai com um carro e você tem certeza que você fez o melhor negócio porque ele inclusive fez a verificação em outras marcas que você tem interesse. E aí volta de novo sobre o poder das marcas. Porque por mais talvez uma marca tem um preço melhor você não vai querer por x, por pela marca, pelo que ela representa o que ela pode trazer pra você. Com certeza, hoje em dia não faz replicar tudo, né? Você não tiver marca pra ir. Mas tem o que trabalhar mais a gente está comprando. É mais a gente está com o uso desse lugar de tecnologia ainda, mas temos. Já já vão chegar. Como que hoje em dia é dividido a oboelho de teima de vocês? Qual são as principais canais? Hoje estou trabalhando nisso, então ainda não tenho estrutura de béutas tão mês, né? Então hoje ainda estou construindo essa estrutura ao fermentário aí como a gente vai vai dividir o nosso dinheiro, né? Perfeito. Mas eu tenho claramente uma estrutura muito forte na minha cabeça pra soxo. Tá. Com o emplacionamento de mídia, então o digital, ele é realmente. Ele tem um papel importante. E você tinha trabalhado muito, Reuters, no Instagram, de vocês. Está cheio de conteúdo. Trabalho muito a credito de mais. E tem um outro aplauso por que eu gosto muito, que eu falo que a TV pra mim ainda é o Rei. Mas ela é o Rei de que forma, né? E aí eu acho que vem de novas quebras de paradigmas não é sobre um spot de TV simplesmente. Como é que a gente é? Como é que a gente consegue construir com os veículos de offline, com os conteúdos ao vivo? Acho que tem um pensamento aí. Colocar o carro dentro da novela. Colocar, contextualizar, eu falo que assim como é que? Como é que você vira conversa? Porque se você só aparecer como uma planta, se julgar uma planta, fique igual, né? Então você tem que gerar conversas. É a provocação hoje que a gente tem feito, tem trabalhado com muitos parceiros nesse sentido pra criar um novo lugar de comunicação. Perfeito. E de resto, meta Google, o padrão. Quando eu falo digital, eles estão todos dentro ali. Porque a jornada do consumidor é muito erratica, né? Olha pra gente. Se as vezes a televisão pesquisa não Instagrama. Não há linear. É uma fraguementada. E aí, porque é importante um bom parceiro de negócio? Uma boa agência, uma boa capacidade de mídia de performance? É pra você saber o quanto que você coloca em cada lugar. E eu acho que essa questão das programáticas que ajuda você ter um dinheiro alocado, mas você servir na hora que precisa, em diversos meios, é o ideal. Tem de essa flexibilidade aí. É, se precisa estar o mais flexível possível pra atender o perfil do seu consumidor. Às vezes ele tá na metas, está no Google, mas eles pode estar em outro lugar. E tem algum canal novo que você descobriu recentemente, que vocês têm apostado, alguma estratégia diferente pra comunicar carros. Por enquanto eu to em análise com algumas possibilidades, não posso abrir ainda. Mas em breve eu falo aqui, a gente conversa sobre isso. Combinado, combinado então. E eu estava lendo um pouquinho sobre isso, eu trajeto hora, e sobre o mercado de automotivo mesmo. E eu vi que tem algumas regulamentações, algumas coisas que vocês não podem muito comunicar, ter questão da velocidade, enfim. Sim. Algumas coisas aí, que toda a categoria tem. Sim. Mas ao mesmo tempo são às vezes palavras que te ajudam ao construir o diferenciais de vocês. Como é que você faz pra contornar, sim, essa situação, que no fim do dia, que por mais você não possa falar a palavra, aquela visão fica na cabeça das pessoas. Tem duas formas que eu gosto muito de trabalhar, e tem uma que eu estou inclusive, decantando pra criar um artigo sobre isso. O aspecto do lúdico, ele sempre me permite fazer coisas que normalmente, numa condição normal de temperatura e pressão, tipo gravar o carro numa rua. Eu não consigo fazer, sim. Então o lúdico, é o lugar que nos permite trazer. E aí eu acho que as IPs, as propriedades intelectuais ajudam muito você ir para esse lugar do lúdico. Recentemente na fiat, a gente fez uma parceria quando eu estava ainda não grupos telantes com Stranger Things. E como é que essa parceria? A gente criou, né, a gente se conectou com Stranger Things, a gente foi para patrocinador junto com a Netflix. E a gente teve uma série especial, então a gente trabalhou um esporte de TV, a gente trabalhou a rede de concessionárias, a gente foi para a CCCXP na época, nem que eu estava lá. Eu criou todo um 360, onde a gente enrava conversas com o telespectador que com quem ama Stranger Things do Caso, eu também sou uma dessas loucas apaixonadas. Mas porque eu falo desse lúdico com IP? Porque a partir da propriedade intelectual a gente colocou um monstro correndo atrás do nosso carro, que podia quebrar uma cancela de um chó bem, porque isso não é a vida real e nunca vai ser um ambiente cinematográfico. Então você tem esse recurso e o outro recurso claramente é o criativo puro mesmo, né, de você trazer uma velocidade para o carro sem que seja um racha, né, você colocar o carro num ambiente, que não seja um ambiente real de ruas. Mas a meio que a ficção, o lúdico é o lugar de fala e tem um outro que eu quero explorar muito, eu estou realmente decantando que é como é que a animação ela pode ser um agente ou um constructor de imagens de marca, porque se você olha animações, desenhos que fizeram parte das nossas vidas, os mesmas, mangas, não importa o que vocês acham, desenho uma animação, ele constrói o coletivo de uma sociedade. Então como é que ele pode também construir marcas recentegadas? Perfeito, é usar o entretenimento para construir marca. A através da animação, você não é da sua época, mas olha, sei lá, o Pica Pau, sabe assim, o quanto tinha de mensagens de construção, de código de mensagens, e que geraram verdades na sociedade, que também foram usados para construir marcas. Perfeito. Como é que isso também pode entrar dentro do nosso universo, mas de novo, eu estou decantando isso, eu tenho, então, se é avalanço sobre isso. Então, você vai lançar um anime já para as crianças para pegar desde cedo, bem interessante ali, tipo um "Course". Tá, porque o carro pode ser criança ou pode ser adulto, porque por exemplo. O mundo do mangá e dos animis está muito no cor do meu consumidor. Como é que isso me ajuda a construir marcas? Não são animas. Superbranet content, Brenner Entertainment. Como o Raquia é. Para poder trazer a galera para dentro. Como você tem visto aí marcas usar, principalmente vocês, o entretenimento para rarquiar um pouco a cabeça do consumidor, porque é um pouco bom de entrada ali. Eu tenho visto muitas estratégias interessantes, principalmente de novo das marcas desafiantes, de entrar no contexto do entretenimento, jorando conversas, participando da história, construir em da história de forma conjunta. Eu acho que a gente pode ser mais usado nesse lugar ainda, tem muito para fazer, mas de novo, para essa usar a gente, tem que se desprender um pouco da venda do curso prazo. Eu acho que falta um suporte técnico para comprovar como esse investimento realmente está girando o negócio, porque como não é uma venda direta, não é uma venda que acontece naquele mês, naquele dia ou na próxima quinzena, fica mais difícil para o CEMOR argumentar esse tipo de projeto. Mas é um pouco do mesmo dos afetos e enfrentam um criador de conteúdo, porque ele está fazendo já vendo diretor carro? Então mas o criador de conteúdo, ele acaba gerando um engajamento que gera um trafego na loja. Então a métrica de engajamento para você é suficiente para. Ela já é o ganho. E você consegue fazer testes que a gente acaba analisando. Fiz, funcionou, fiz, reduziu. Então o trafe, que eu vou lhe me de vendas, então você vai testando, você consegue ver mais imediatamente essa relação direta. No evento de experiência, numa construção como essa, é muito sobre quantas novas audiências e depois
depois me falta como que essas novas audiencias vão virar realmente um ativo para vocês. Um ativo para um negócio que não é de curto prazo. Então acho que é um investimento. É um investimento. E com a chegada de novas métricas tipo what time, what time, que a gente já tinha um número ali, mas cada vez mais marcas não investem nisso. Sim. Mudam alguma coisa? Ainda não ajuda, porque isso ajuda no curto prazo. Eu ainda não me ajuda a dizer que eu ter 45% aleatoriamente de novas audiencias, mas me ajudava a vender 45% mais. Então tem ainda um desafio métrico. A vida acontece no curto prazo. Então precisa segurar sempre o mês. E aí você faz a estratégia? O dia de a como ele é, a verdade não é e crua. E você precisa segurar o business para você ter um futuro. A gente vai encontrar esse local pra fazer o matérico João. E a gente vai conseguir entrar e explorar um diferente. Exatamente. O último ponto é que a gente fechar esse bloco. Ou seja, é uma marca que trabalha muito assistindo a habilidade. Como é que vocês têm feito essa escolha do discurso e simata de desnabilidade pra não parecer só uma coisa que eu enroche em um silenciato entente com vocês. Tenho como se fosse um checklist do que uma marca deveria ter antes de se apropiar. Sim, na minha opinião tem sim. Eu estou muito nova na uma moda de que eu pra falar tudo que eles têm como grupo sobre suceintabilidade. Mas eu acho que o primeiro lugar de falar é como você olha pro carro no end to end. Como é que eu não gero mais? Como é que eu tiro menos recurso do solo pra produzir outros carros pra fazer outras peças? Então essa questão da economia circular pra mim é fundamental. A gente precisa ter ela e na sequência você pode falar porque se falou muito em plantar árvores, assim, não é sobre isso. Comece de dentro, começa de dentro e começa do recurso que você extrae da terra. E acho que a questão da não poluição também sobre a questão da hybridização é super importante. Mas de novo, acho que a gente tem que olhar no cor, no cor business. Não adianta eu plantar mil árvores. Não estou dizendo que não tem que fazer. Só estou dizendo que ele não é fundamental pra talvez o meu impacto realmente no mundo. Sabe? Eu acho que é isso. Perfeito. Bom, nesse último bloco a gente sem fazer as mesmas perguntas pra todos os convidados. Tá bom. A primeira é o que você acredita que todo o líder deveria desaprender. A gente fala várias coisas aqui que você aprendeu durante essa carreira. Mas acho que essa é uma pergunta importante da que o mercado está mudando tanto. Vou começar por mim mesmo, né? Acho que vem um ex-éimploclário assim, acho que todo o líder de marketing precisa desaprender. É sobre o que ele aprendeu antes. Entendeu? Sobre. É tudo. Sobre regras. Algumas regras existem pra ser realmente quebradas, né? Como eu falei, assim, que você tem feito hoje em dia no mundo. E eu, às vezes, ficam assim, "Falar, meu Deus vai dar errado." Mano andar, porque as pessoas mudaram, mundo mudou. Eu acho que essa liberdade de talvez testar fazer diferente é importante. E como. E aí usar a experiência no sentido de pensar quais são as coisas que eu preciso fazer pra que isso do certo? É um jeito que eu não entendi do diferente. Então, a experiência, ela vem neste lugar de como é que eu faço uma coisa diferente da certo, com mais no que eu conheço e não repetir os mesmos passos. Entendeu? Entendi. É. Como pegar uma trilha nova? Você pode ser uma pessoa super experiente, então você sabe que você tem que levar. Você sabe o que você tem que fazer antes de dar cada passo. Mas você dá passos numa trilha diferente, né? Eu. Pelo menos sinto isso no meu coração. É o que eu tenho vivência. Muito bom. Adorei. A segunda é qual é o seu slogan pessoal? A gente sempre começa os nossos episódios com alguns slogan, geralmente de marca. E aí, o que é o nosso foco em cima das pessoas? Qual é o seu? Puxa vida, é uma excelente pergunta. Eu nunca pensei nisso como um slogan, mas eu tenho uma mantra. É isso. Eu falo que eu gosto mesmo é do Caos. Eu acho que o Caos é uma boa pedida. Entendi. E aí, eu brincava com a fogo no parquinho. Eu vou pensar diferente. Então, eu faço causa sempre uma boa pedida. Cala de perto novo. É. Coisas de novas, oportunidades de novas. Novas visões, novas pessoas, novas lugares. Estar perdido não é ruim. Pode parecer um Caos. Mas quantas coisas quando você se perdeu, você descobriu, porque eu estava perdido, andando numa cidade com você desconhecia. Então, meio esse meu dia a dia, eu gosto muito de causa uma boa pedida. Adorei. E Alessa, é a última pergunta. Último convidado, deixou uma para você. Você deixou uma para o próximo. A pergunta que deixaram para você é o seguinte. O consumidor tem sempre razão. Sempre. Sempre. Sempre. Mas nem sempre ele está certo. Entendi. Em diferença. Uma informação que ele possui sobre uma necessidade frustrada, sobre uma. Ele tem razão porque é uma dor dele. É algo que ele está vivendo e sentindo. Por que eu digo que nem sempre ele está certo? Porque às vezes não necessariamente, faz parte do que era entrega, do produto, do serviço. Isso não tem que tratar ele corretamente. A gente não tem que explicar corretamente. A gente não tem que dar atenção. Mas entre reconhecer a dor do consumidor, que é muito válida, assim como qualquer dor de uma pessoa. E se aquilo é pertinente ou não, existe uma distância que nós, como responsáveis na organização, precisamos construir essa narrativa para não ser ofensivo e ao mesmo tempo, a qualidade. E qual a pergunta se deixe para o próximo convidado? A minha pergunta é uma pergunta relativa aos pontos fortes. Pensando no teu pontos fortes nas suas características, e em características que você vê que tem que desenvolver, mas que você conhece, que você pegaria essa única característica. Não tem duas ou três. É uma única que prepararia para você dar para uma pessoa, como se fosse uma pílula que você dá para essa pessoa, para que ela possa ter sucesso no área de marketing hoje e principalmente para o futuro. Perfeita, tu animal, que eu quero essa característica que eu vou ver. - É muito obrigada por ter que agradecer. - É muito obrigada. Nossa traca foi maravilhosa. - Sim. - Tenho certeza que o mundo vai adorar. - Descobita. - Obrigada a eu por essa oportunidade. Amei bater esse papo com você. - Vamos juntos. - Vamos nessa. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
Alessandra Souza, mulher negra periférica, construiu carreira de 26 anos no setor automotivo, começando como assistente na Peugeot.
Ela valoriza carreiras não lineares e eráticas, defendendo o conhecimento de várias áreas do negócio para lidar com volatilidade.
Liderança para ela é sobre propósito e cuidado, independentemente da cultura, pois todos buscam utilidade e pertencimento.
Em 2026, ingressou na Omoda (grupo Cherry), marca chinesa focada em exportação, para enfrentar o desafio de construir confiança e desejo no Brasil.
A marca já vendeu mais de 13 mil carros no Brasil em um ano, com estratégias de associação a influenciadores locais para superar o preconceito contra produtos chineses.
Ela busca montar um time diverso, com perfil "Corporate Rebels", para criar um marketing inovador e conectado ao consumidor brasileiro.
Summary:
Alessandra Souza, executiva com mais de duas décadas no setor automotivo, compartilha sua trajetória de origem periférica até assumir a liderança de marketing da Omoda, marca chinesa do grupo Cherry no Brasil. Ela começou como atendente de hospital e, após um estágio na Peugeot, construiu uma carreira de 17 anos na empresa, passando por áreas como treinamento, qualidade, produto e marketing. Alessandra destaca a importância de uma carreira não linear, que permita entender o negócio de forma holística, e credita seu sucesso a mentores que enxergaram seu potencial.
Após uma experiência internacional na Itália, ela percebeu a necessidade de se atualizar diante da liderança chinesa no setor e aceitou o desafio na Omoda. No Brasil, a marca enfrenta o desafio de superar o preconceito contra produtos chineses, além de construir reconhecimento de nome e diferenciação. Alessandra foca em associar a marca a influenciadores e embaixadores que representem a "brasilidade", criando um "molho" local para conectar o produto ao consumidor.
Com vendas aceleradas e um time diverso, ela adota uma abordagem criativa e rebelde, inspirada no conceito "Corporate Rebels", para posicionar a Omoda como uma marca que entende o brasileiro moderno e conquistador.
FAQs
Alessandra começou como atendente em um hospital, depois fez estágio na Peugeot, onde trabalhou por 17 anos em várias áreas, incluindo treinamento, qualidade e marketing. Após a fusão que criou a Stellantis, foi para a Itália liderar projetos e depois se juntou à Omoda no Brasil.
Ela percebeu que estava ficando desatualizada em relação ao mercado automotivo, especialmente sobre a China, que lidera tendências. Ela buscava se atualizar e se movimentar para estar preparada para o futuro, recebendo a proposta da Omoda após negociações.
A Omoda é uma marca do grupo Chery, criada exclusivamente para exportação, focada no consumidor ocidental com design moderno e tecnologia avançada. Ela se diferencia por ter uma abordagem urbana e atemporal, enquanto a marca irmã Jaecoo é mais voltada para outdoor.
A Omoda está superando o preconceito com marcas chinesas ao se associar a influenciadores e embaixadores que representam a brasilidade, como Bruno Marquesini. Eles buscam criar um 'molho' ou 'borogodó' para mostrar que entendem o consumidor brasileiro.
A Omoda vendeu mais de 13 mil carros no primeiro ano no Brasil, com um planejamento de lançamento poderoso. No mundo, o grupo Chery vendeu mais de 1 milhão de carros em um ano, com a Omoda crescendo rapidamente.
Ela busca diversidade de perfis, incluindo pessoas jovens, maduras, nipo-brasileiras e brasileiras raiz. Ela segue o conceito de 'Corporate Rebels' para construir um marketing rebelde que desafia estruturas tradicionais.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.