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Estratégias para otimizar o aprendizado e a retenção de informações

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Estratégias para otimizar o aprendizado e a retenção de informações

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6749 Words, 37770 Characters

Portuguese
Pessoa 1 Olá, sejam bem-vindos e bem-vindas ao podcast inspirar educação médica. Esse é o nosso 4 episódio. Nós vamos falar sobre otimização de aprendizado e estratégias de retenção de informações. Eu sou a Ana com e aqui para bater esse papo comigo estão Alexandra e o Gustavo. Vou pedir para ele se apresentarem. Pessoa 2 Olá, meu nome é Gustavo Rachid, sou médico, psiquiatra e atualmente eu trabalho como psiquiatra voluntário no hospital das clínicas da faculdade de medicina da USP, no setor da psicogeria. Pessoa 3 Oi, é meu nome é Alexandra. Eu sou psicóloga clínica. Palestrantes, palestrante em escolas é trabalho também no projeto pro aluno e como psicóloga do projeto angatu. Pessoa 1 Bom gente, eu me sinto fazendo uma pergunta de milhões para vocês. Quais são, na experiência de vocês, boas estratégias para otimizar o aprendizado e para reter informação? Eu acho que essa é uma pergunta que muitos estudantes de medicina devem ter curiosidade e sem querer nenhuma fórmula mágica, queria que vocês contassem o que é que vocês têm observado e o Gustavo que aqui experimentou Na Na época que estava na faculdade. Pessoa 2 Assim é, né? Eu me formei. Não faz tanto tempo e assim não existe uma fórmula mágica. Eu acho que nessa questão do de técnicas de memorização, tudo isso é muito relativo. O que serve para mim não vai servir para outra pessoa, mas de forma. Geral, a gente tem que olhar de uma forma muito mais ampla essa questão do estudo, de uma forma que seja assim, mais objetiva e diretiva. Quando a gente vai estudar, nem sempre quantidade é melhor do que qualidade. E é isso que a gente tem que fazer na prática. Pessoa 1 Alexandra, na sua experiência, né? No atendimento, um serviço que você presta aos estudantes de medicina é que relatos você ouve, o que que você acha que funciona, que não? E depois a gente vai poder falar um pouco mais sobre técnicas que podem ser utilizadas. Pessoa 3 Claro, é eu fico muito contente com a pergunta de vocês, né? Falei um pouquinho antes que eu fico muito lisonjeada de falar sobre esse tema, que eu acho que é importante não só para o estudante de medicina, mas para toda a população mundial, né? Que a saúde mental e a saúde mental tem a ver também com a retenção de memória, com aprendizado, porque o cérebro humano é um órgão humano, né? Daqui que sai tudo, né? Química? Eletricidade, atenção, evolução, memória de curto, médio, longo prazo, episódio que é, enfim. Então é complementando AA fala do meu amigo Gustavo, é isso, estudante, a gente vai direcionando o estudante para o autoconhecimento. Então, o que funciona para mim, eu tenho uma memória visual, eu tenho uma memória auditiva, eu tenho uma memória, é verbal, né fotográfica? Então o autoconhecimento a gente já já vai trazendo isso para eles, né? Como é que funciona melhor para você e vamos experimentando, então não é um manual de receitas, né? Olha, vou te dar um manual aqui e você vai seguir e vai, vai dar tudo certo, vamos tentar, nós temos determinadas estratégias. Você já conhece, já teve alguma evolutiva? Já teve algum desempenho melhor estudando de determinada maneira? Assim, quando eu leio e grifo, né, quando eu leio, faço um mapa mental, quando eu explico pra alguém, então a gente já tem uma direção, vamos tentar algumas outras estratégias pra desenvolver, neuroplasticidade, novas formas de comportamento de aprendizagem. Vamos então faça durante uma semana, 15 dias, vamos ver como é que tá, me dá uma devolutiva, me dá um feedback Alê funcionou eu percebi que quando eu escrevo à mão. Eu retenho mais na memória de longo prazo. Eu percebo que quando eu faço um mapa mental, eu consigo ter uma memória mais efetiva e na hora da prova, na hora da explicação pro professor também, então, né? O verbal, a gente tem vários sentidos EAA gente acaba é focando num único sentido. Então a gente também faz esse tipo de de avaliação. Vamos utilizar mais sentidos, né? A escrita a fala audição, explica pra um amigo, explica pra um parente, né? Explica pra mim se você tem muita dificuldade. E conforme eles vão tentando, cada um vai identificando como melhor retém. Pessoa 1 Então acho que já tem uma primeira coisa muito importante disso que vocês estão falando, que é uma coisa serve para um. Não serve necessariamente para outro, e cada um vai ter que descobrir a estratégia que é melhor para si próprio, né? E aí, a dose de autoconhecimento é o que vai ajudar nessa descoberta. Gustavo celebra da época da faculdade, que estratégias você usava e que funcionavam para você? E mais, como é que você descobriu estas estratégias? Pessoa 2 É como eu havia comentado ao longo da faculdade, a gente vai vendo que é impossível estudar todo aquele conteúdo que a gente chega no primeiro ano já com o livro de anatomia, várias folhas. Então você não consegue estudar todo o conteúdo, a gente vai tentando de forma mais objetiva. E de forma mais inteligente, e que nem assim que você perguntou para mim a questão visual, minha memória é muito boa essa parte, então eu pego o resumo, eu consigo decorar, fazer questão de mapa mental também é importante. E algo que, na época da residência, me ajudou bastante foram os flashcards que lá você tem uma pergunta, uma resposta, e aí você consegue decorar, porque assim, nas provas de residência, tem muita coisa assim que tem minúcia assim, muito pequenas. Assim que a gente precisa saber. Então nesse sentido, eu acabei utilizando muitos resumos assim, ao longo da da minha formação. Pessoa 3 Ótimo, Gustavo. E como você se sentia estudando por resumos? Você se comparava com os seus amigos que conseguiam ler um livro inteiro que deixavam de sair no final de semana. Deixavam de ver os namorados ou as namoradas. Ou a família pra ficar lendo todo o conteúdo? Você se sentia mal por isso? Pessoa 2 De forma geral, assim, no início, foi uma coisa meio frustrante. Assim, pra ser bem sincero, porque assim eu sempre tentei ler ao máximo. Mas não conseguia. Aí eu tinha uns amigos que assim viravam. Li um livro inteiro e aí eles faziam um resumo, passavam pra mim. No fim, eu acabava tirando nota até maior do que eles. Então, nesse sentido, é não que eles fossem melhores ou piores, mas pra prova de estudar de uma forma mais inteligente, acho que nesse sentido atingimos objetivos. Pessoa 3 Ótimo. Acho que quando a gente fala de inteligência, a gente tem que abranger um pouco, né? O que que é essa inteligência? A gente fala bastante no acolhimento de inteligência emocional. Nos podcasts anteriores que o pessoal estava gravando, a gente estava falando do quanto o ser humano, dentro de algumas culturas, não é educado para o desenvolvimento da inteligência, das emoções. Então, quando a gente atende crianças e adolescentes, né? E jovens, adultos, a gente vê muito isso claramente, né? Nomear o que é a raiva, o que é o medo, o que é o cansaço que é a ansiedade. Quando a gente fala de inteligência, eu acho muito importante falar isso, o que que é inteligência emocional e o que que é inteligente para mim? Para mim, a saúde mental, para o meu contexto de vida, para o meu contexto cultural. Para mim, a é saúde física até, né? Porque acaba às vezes dando dores no corpo, dor de cabeça, na visão. Então, quanto eu consigo quando está na hora de parar? Se é o resumo, se é o mapa mental, se é o livro inteiro. Eu acho muito bacana. Você usou sua inteligência de forma bastante produtiva e não contraproducente, né? Uhum. Pessoa 1 E esse contexto todo é. É um Turbilhão de coisas, né? Porque como o Gustavo estava falando são, é. São temas muito complexos, com muitos desdobramentos. Então a impressão que eu tenho às vezes quando um estudante. De qualquer área, mas da medicina começa a aprofundar. A aprofundar um determinado assunto, aquilo, desdobra, desdobra, desdobra, desdobra, que ele pode passar uma eternidade olhando uma coisa só. E aí, como saber quando é hora de parar? Né? Porque eu não sei o que vai cair na prova. Eu não sei muitas vezes, né? Apesar de que a gente sabe que quando Oo plano de ensino, a estrutura daquela daquela unidade curricular que está sendo estudada, está bem delimitada, isso ajuda também o estudante a se preparar. Mas é essa essa forma, entender qual estratégia serve para mim e qual é o meu limite, né? Quando eu tenho que parar para isso, não comprometer, por exemplo, a minha saúde mental. Acho que também é 11, aspecto bastante sensível. Aí, Alexandre, eu queria que você contasse um pouco na sua experiência de atendimento com os estudantes, o que que você tem notado? Assim, eles estão conseguindo encontrar limites, estratégias. Isso tá é de uma forma geral. Obviamente, como é que tem se apresentado? Pessoa 3 É os limites e as estratégias são bastante difícil de serem encontrados, principalmente no início do curso, né? Onde tudo é muito novo e há solicitações, as demandas, tanto internas quanto externas, são muito grandes da família. Do professor, né? Da da do próprio núcleo acadêmico. Então eles vêm vários amigos entrando em várias atividades, em ligas, em projetos e tem essa solicitação de precisa ainda da conta da da vida. Não. Sempre falo para os estudantes, né? Quando a gente ingressa num curso de medicina, ou seja lá qual for, a gente não entra com controle remoto de play e pausa, a vida continua o tempo todo e tudo acontece, né? Então, problemas familiares, às vezes a perda de alguém, a gente fala um pouco de luto hoje, né? O próprio ingresso no na universidade muitas vezes é um rompimento de várias coisas anteriores e um luto. Então, fica tanta coisa ao mesmo tempo acontecendo na cabeça do estudante que é difícil e quando a gente não fala, quando a gente não pensa, quando a gente não reverbera aquilo que a gente está sentindo, fica difícil encontrar os limites. Então o acolhimento psicológico é bastante importante. Pres, para esse encontro do meu limite no outro, né? EE acaba muitas vezes os estudantes vindo já no momento, cronificado por não perceberem o momento de parar. Então, quando você falou da grade, né? Para estudar de forma mais tranquila, será que eu estou estudando tudo o que eu tenho que estudar? Então, observa a grade conversa com professor, conversa com outros amigos do curso, o que é que você estudou? Vamos estudar junto, né? Tô esquecendo alguma coisa porque cria esse senso de pertencimento, de que eu não estou à parte disso tudo. Pessoa 2 E só ressaltando também que eu acho que assim, o estudante de medicina, quando tá em fase mais avançadas, a gente se depara muito com essa questão de vida ou morte, porque o estudo, quando a gente vê, sei lá, chegou o manejo de um infarto. Só conduta ali pode determinar se essa pessoa vive ou não. Então a gente tem essa pressão extra, ainda por cima de conseguir combinar as 2 coisas. Pessoa 3 Sim, com. Pessoa 1 Certeza Gustavo, e você sabe que a gente quando eu estava. É pensando aqui, esquece isso. O Gustavo, você acabou de falar uma coisa. Acho que extremamente importante, como é que é? Depois de reter toda a informação, otimizar o seu aprendizado, os estudantes vão transferir isso para a prática clínica, que é o que você está dizendo, né? Então eu vi lá no livro, era assim, ou até pude experimentar. Na simulação, que é um recurso muito utilizado hoje, tecnicamente, eu estou muito bom, mas. AA morte aconteceu, e agora eu tenho um outro elemento com o qual eu tenho que lidar. Então como é que é? Você acha que dá pra? Abrir o caminho para esta preparação também junto com a preparação técnica, com retenção de informações. Pessoa 2 Eu acho que agora está tendo muita reformulação assim da grade curricular da medicina. Acho que cada vez mais cedo os estudantes estão sendo inseridos tanto em campo de estágio hospitalar quanto também centro de treinamentos, no próprio hospital, na faculdade. Nesse sentido, a gente pegar o conteúdo teórico e transferir para um paciente que, muitas vezes pode ser um ator, a gente consegue. Sentir que você realmente é médico e que você consegue dar aquela conduta, e aí você começa a juntar tanto o conceito de anatomia, fisiologia, farmacologia. E dessa forma é todo aquele conteúdo que estava muito é condensado. Estratificado passa a ter um sentido mais amplo, né, que é o que a gente faz na medicina atualmente. Pessoa 3 O que é feito é, Ana, vou pegar o seu gancho para falar com com o Gustavo também, com vocês 2. Na verdade, sobre essa questão da morte ou morrer, né? A gente se depara bastante com isso. Nos acolhimentos, a dificuldade que os estudantes têm de lidar com a morte e o medo, né? Dessa proximidade da morte é para o núcleo familiar, para os amigos e para a própria vivência, né? Então acaba levantando muitas questões de vulnerabilidade, de medo. Quando você fala dos atores, eu acho bem legal que é inspirar ali tem esse programa também, né? E uma das sugestões, às vezes nessa. Nessa, nesse método de ensino mais ativo, a gente orienta muitos alunos, né? É ativo, né? Não tem mais aquela hierarquia que só o professor é, conduz o conhecimento. Vocês também podem levar levar pro professor. Então, numa questão dessa do do ator, a gente conversou. Em alguns momentos, né? Peçam pro professor, então vamos fazer uma encenação, que o que esse ator veio a óbito no momento aqui da da simulação, né? Pra fazer uma sensibilização, é uma dessensibilização sistemática pra vocês irem entrando em contato com isso, não só na prática, quando de fato acontecer, mas de um modo mais ali de encenação. Isso foi feito e o resultado foi muito bacano. Assim foi feito mais de uma vez. O resultado foi bem legal. Pessoa 1 Muito bom, eu estava lembrando aqui, né? De todas aquelas máximas que falam, se eu só observo, eu esqueço, mas se eu tenho oportunidade de fazer? Eu de fato aprendo. É isso é verdade. Na escola médica Gustavo. Pessoa 2 Eu acho que o principal ponto que a gente se depara com essa situação é quando a gente está formado a gente já estudou, já viu todos os conteúdos, mas ali na prática. Você está frente a frente ao paciente, aí é outra história. Aí muitas coisas fazem realmente sentido, mas dali para frente aquilo passa a ser uma coisa, uma conduta que já está ali. Você consegue, você entende, você consegue manejar casos semelhantes também? Então com certeza, concordo muito assim. Na prática, é totalmente diferente. Pessoa 3 Gustavo parece uma coisa assim banal, né? O que eu vou falar aqui? Às vezes eu trago isso para os, para os alunos, como é que foi? Aprendendo a andar de bicicleta, como é que foi tirar a carta a primeira vez, né? Como é que foi a? Viagem sozinho, eu lembro muito de uma professora que eu tive, que ela falava muito de um processo de assimilação e acomodação, assimilação e acomodação. Leva um tempo, né? A gente vai assimilando. Então no início tem esse esse, esse fervor de eu preciso dar conta de tudo. Eu preciso aprender tudo e ainda tenho medo de eu vou me formar e não vou saber de nada. Eles trazem bastante isso. Será que eu estou preparado? Será que eu vou dar conta? Então é o que você falou assim, na prática você vai relembrando, né? Você vai criando memórias ao longo do curso, que às vezes você esquece porque não está usando, mas depois, na prática, na rotina, acho que você que trabalha em hospital pode falar muito bem isso no dia a dia você vai trazendo, né? Das memórias de longo prazo, tudo aquilo que foi. Se assimilando e acomodando ao longo do curso, né? Então a gente sempre fala para os estudantes, tenham calma. Na prática, a memória vem, se não vier também, vocês vão ter ajuda? Suporte de um amigo mais experiente de um. Enfim, tá aí com calma. Uhum. Pessoa 1 Falando de construção de memória, ali eu lembrei aqui que em geral, a nossa memória nos trai momentos de pressão. Né? Então, é o famoso branco. Muitos estudantes passaram por isso na hora de uma avaliação. Chegar lá e simplesmente não lembra ou lembra muito mal daquilo que passou dias estudando? Né? Que que vocês acham que é? Pode ser útil como dica para que isso ou não aconteça, se é possível ou fique bem minimizado, tá? Pessoa 3 Vou dar minha opinião, depois eu queria saber a sua, tá Gustavo? É normal, principalmente numa era tão tecnológica e tão produtiva, né? Tem um autor chamado bym churrando. Não sei se todo mundo aqui conhece. Eu gosto de ler muito e quando a gente faz muitas atividades, a gente está muito envolvido em muitas coisas ao ao mesmo tempo, a nossa. Memória EOA nossa atenção, né? Vai ficando prejudicada também. Então, primeiro passo é aí, falando de gestão de tempo, de procrastinação, de organização, de técnicas, né? É fazer isso no dia a dia, não só na semana de prova, não só para o momento de estudo. Então focar muito no aqui agora, fazer uma coisa de cada vez está no momento presente, então eu estou aqui com vocês, eu estou com vocês, não estou olhando o celular e vendo um livro olhando para ATV, fazendo tudo ao mesmo tempo, porque a nossa memória não vai funcionar só no momento da prova, ela vá. Ela vai se concretizando. Assim, se eu tenho um hábito de não prestar atenção e de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, isso vai reverberar no momento de prova de avaliação. Então já começa daí no dia a dia, a gente passa algumas técnicas para os estudantes, que às vezes eles dão uns feedbacks bastante positivos, do tipo a hora que você vai tomar banho, como é que é esse banho? Você está tomando banho automático rápido, pensando em tudo o que você tem que fazer depois do banho, né? Na prova, no trabalho, na liga ou você está sentindo a temperatura da água, como é que é essa água no corpo? Como é que é o aroma do produto que você está usando? Que parte do corpo você está tocando e às vezes eles voltam e falam, lê quanto tempo? Eu não senti o cheiro do meu xampu? Era muito automático, então isso vai ajudando a memória da gente ficar um pouco mais tranquila. Outra coisa é respirar, né? Então, na hora da prova, tem técnicas também que às vezes a gente deixa passar e eu errei 2 questões que me deixaram de reteste, porque eu li incorreto no lugar de correto, então, coisas básicas assim grifa à prova, né? Grifa ali, sem incorreto, é incorreto. Leia com calma, respire, se hidrate durante a prova, tá com muita dificuldade. Conversa com o professor, pede uma orientação, não no sentido de resposta da prova. Mas olha, eu estou ansioso nesse momento, consigo respirar um pouquinho, ter 5 minutinhos a mais para entregar. Então vai criando estratégias. Assim, durante o curso e vendo que funciona melhor. E se der branco e não conseguir responder também não se auto-martirizar, né? Acontece com todo ser humano em qualquer momento e depois tem outras oportunidades para retomar essa prova. Pessoa 1 Falando aí das técnicas de respiração, né? É, a gente sabe que não adianta também usar uma estratégia no momento sem que você tenha treinado antes EE se habituado àquela técnica, né? A chance de funcionar ali naquela hora de improviso também é pequena. Gustavo, você tem alguma experiência com a estruturação, por exemplo, de técnica de relaxamento ou de respiração? Focada ali pro pro estudo, pra retenção de informação, que que você pode contar pra gente sobre isso? Pessoa 2 Eu acho que todo o tratamento assim na psiquiatria tem assim meio que um tripé, que é tanto questão de psicoterapia, mas questão de exercício físico. Em alguns casos também, medicação e. Momentos assim de muitos, eu. Estou dando as brancas. Pessoa 1 Das técnicas de respiração, porque 1111 dos objetivos aqui é a gente falar um pouco de estratégias que possam ajudar o estudante. AA otimizar o. Pessoa 2 Aprender parte da. Pessoa 3 Parte e respeito. Pessoa 2 Que as partes mais da TCC, alguma coisa assim. Pessoa 1 É, respondo, respondo, está bom, então volto a perguntar para o Alê para ler, tá? Alê, você falou da, da respiração e aí, obviamente a respiração tem um conjunto de técnicas de respiração que podem ser úteis. Por outro lado, se o estudante, nunca. Nem aprendeu e tentar de improviso ali na hora da prova, a chance de não funcionar é grande, aí, mais uma frustação para ele, porque não deu certo. Que dica você poderia dar? É em termos de estratégias assim, de de autocontrole, de até de respiração ou alguma estratégia de relaxamento que os estudantes possam testar e ver se servem ou não para eles. Pessoa 3 É? É, é basicamente a mesma coisa que eu falei da memória, né? Um trabalho de longo prazo quando você e aí depende se é uma crise de ansiedade, se é um ataque de pânico, se é uma ansiedade que o aluno consegue controlar com a respiração, então é sempre aquela questão do subjetivo, né? Então, a primeira coisa que a gente tenta identificar no acolhimento é, existe uma patologia já identificada, né? Há controle medicamentoso, há acompanhamento psiquiátrico, né? Existe alguma técnica que você? Já aprendeu com outros profissionais de saúde mental ou com o ioga ou com academia? Sim, funciona, então vamos manter, se não, vamos aprender já para que isso seja feito no dia a dia e não só no momento de estresse, para quando chegar esse momento de estresse. Você ter a ferramenta que foi aprendida, né? Durante aqui, o processo terapêutico e utilizar essa ferramenta, porque às vezes você sabe que você pode respirar, mas você está tão envolvido pela ansiedade que você não consegue pegar aquilo. Então, calma, pensa no que você já aprendeu, pensa no que funcionou e tenta aplicar ali no momento. Então, uma das dicas, né? Quando a gente fica sentado assim mais pra frente, está comprimindo diafragma, então relaxa, encosta, recosta. Como é que você sente o seu corpo, faz a técnica do escaneamento corporal no dia a dia? É como é que eu me sinto quando eu coloco a planta do meu pé no chão, quando eu vou nomeando as partes do meu corpo, os objetos à minha volta, isso me traz mais tranquilidade ou não me angustia mais? Então é muita questão de autoconhecimento e a gente vai de forma paulatina com aluno, mas sempre pensando por isso. É importante que os alunos venham para acolhimento já no início do semestre, né? Já no início do curso, não só no momento de prova e que também não deixam de vir quando as provas iniciam, porque às vezes eles deixam de vir para acolhimento, para estudar para a prova. E depois ficam sabendo ai, um amigo meu passou no acolhimento, aprendeu a determinada técnica, ouviu que estava tudo bem e dá um branco e fez a prova mais tranquilo. Se eu soubesse, eu teria vindo antes. Então já no início pra gente ir criando estratégias juntos e também não deixar de vir e nem de de é executar as outras atividades, como o sou no exercício físico. Alimentação em semanas de prova ou de outras atividades académicas que exijam bastante. Da questão emocional deles? Pessoa 1 Então, retomando ali, quando eu brinquei, falei que era uma pergunta de milhão, acho que tem um caminho que tem que estar no dia a dia do estudante, né? Qualquer estratégia para otimizar o aprendizado ou até mesmo para melhorar a retenção de informação é, é correto a gente dizer que ele vai precisar inserir isso no na rotina de alguma forma, até para que é qualquer estratégia, seja mais efetiva lá na frente. Gustavo na vida acadêmica e até agora Na Na profissional, né? Porque parou, saiu do da da escola, mas continua tendo que estudar bastante. Como é que você é, organiza o seu tempo, a sua rotina cabe. Pessoa 3 Ou. Pessoa 1 Que modelos, que, que estratégias você vê pessoas ao seu redor utilizando esse? Pessoa 2 Eu acho que assim tudo na vida tem que ser uma questão de equilíbrio. Eu acho que tem muito amigo meu que se dedica, sei lá, 80% da vida, só trabalhar EE no fim das das contas, assim, se a gente não tem período de lazer, um período de fazeres, exercício físico, físico, o próprio estudo, o próprio trabalho também fica comprometido. Então esse equilíbrio que eu acho que é o principal e aquilo que você tinha comentado um pouco antes é tudo. É uma questão de rotina. Às vezes você tem que fazer, colocar num papel o horário ali que você vai fazer tua atividade, que você vai terminar a tua atividade, porque senão você se perde. Você tá cheio de coisa pra fazer. Monte de demanda, relatório, receita. Aí chega um ponto que você não sabe mais o que você tem que fazer e dá essa sensação de um desespero, porque muitas vezes você não consegue colocar em palavras. Por isso que eu falo. Eu falo muitas vezes para os pacientes fazerem até diário de humor, ver assim o que que está desencadeando determinado estímulo, o que que gera determinada ansiedade para você conseguir organizar melhor a sua rotina, trazendo em consideração o que é um gatilho assim que está gerando esse quadro ansioso? Pessoa 3 Perfeito, Gustavo. A gente utiliza bastante também dessa técnica de diário do humor, de é agendas de Planner, de aplicativos, né? Os jovens gostam muito de utilizar todos os aplicativos, então tem aplicativos para estudantes de medicina, tem aplicativos também para meditação, tem técnicas de respiração também. Tem até um peixinho do YouTube que ele faz a respiração diafragmatica, então a gente também recomenda que utilize-se dessas técnicas, porque no dia a dia, várias coisas. Acontecendo, a memória funciona muito rápido, tem que dar conta de coisas, muitas demandas. Ao mesmo tempo, acabam esquecendo. Colocar alarme, né? É um minuto de tirar 5 minutinhos para eu respirar, para descansar um pouco a visão, a cabeça ou colocar no alarme que é hora de comer. Muitos estudantes esquecem de comer. Nossa, eu fiquei 6 horas estudando, não tomei água. Pegou Ana? Acho que é importante a gente falar disso também. Alguns estudantes com problema renal, mulheres principalmente com infecção de urina e algumas com chegaram a ser hospitalizadas, né? Então, é uma técnica que também parece bomba. Cristina a gente não tá conseguindo. Coloca o celular para despertar, escreve ali água, né? Escreve ir ao banheiro, né? Comer a cada converse com o seu nutricionista, com o seu endócrino. O que que foi acordado ai comer a cada 3 horas não tá conseguindo não tá? O cérebro não tá dando conta. Utilize as ferramentas a favor de vocês. Pessoa 2 E eu acho que assim, muitas vezes nessa rotina, quando a gente pega estudo, muitas vezes a gente tem que dar aquelas pausas. Eu vejo assim, muita gente começa a estudar sem parar, mas sempre aquele determinado conteúdo e a gente vê que, em termos de fixação, se a gente vai. Revezando os determinados conteúdos, dando intervalos. Assim foi 40 minutos, você não vai render muito mais do que isso. Você precisa dar 5 10 minutos de Descanso para depois se retomar os estudos. Só que daí chega o grande erro que o pessoal vai mexendo no Facebook. Vai mexer no Instagram e aí perde porque é uma coisa meio 2 horas infinita. Vai ficar 5 minutos e no final deu 3 horas assim que que eu estou fazendo da minha vida, né? Pessoa 1 Gustavo, você me fez lembrar da questão da culpa, né? Que eu acho que às vezes, quando a gente se distrai por um longo período de tempo, eu vejo muitos estudantes referindo culpa assim, Ah, eu fiquei e aí? Eu acho que isso também vale pra hobby, pra momentos de lazer. Então assim, a hora que eu vou me encontrar com amigos ou vou ficar com a minha família, vou ficar fazendo nada, né? Eu me sinto mal porque eu estou perdendo o tempo, eu deveria estar estudando, então no dia a dia é. Que recomendações vocês dariam para incluir? Os momentos de hobby, de lazer, de distração, é de ociosidade mesmo. Para o estudante de medicina e para lidar com a culpa que pode vir associada. Pessoa 2 A isso é isso é uma coisa extremamente complicada, assim eu lembredo da época da minha faculdade. Eu lembro de noites assim que eu passei quase em claro estudando porque assim aquela rotina extremamente cansativa e no final eu tinha que rodar a noite inteira para pegar determinado conteúdo. Isso vai chegando nos anos mais avançados, no quarto ano, que tem muita disciplina clínica, chegava nesse ponto e. Comecei me culpar porque final de semana eu tenho que estudar porque durante a semana eu não consigo. Aí esse final de semana não saía, acabava não tendo esses momentos de lazer, então isso vai adoecendo. Estudante na época da faculdade também eu acabei fazendo iniciação científica na parte de saúde mental de estudantes de medicina e assim a taxa de uso de medicação era gigantesca. Assim assustadora a questão do uso de droga também. Eu nem imaginava que era tão grande pesso. Dentária também muito grande. Então, para onde que a gente está? Muitas vezes a gente como médico a gente leva saúde, saúde mental, mas o que que a gente está fazendo com a nossa própria saúde, né? É quando a gente se dedica de tal forma, se sente culpado, é, é tudo questão de equilíbrio. A gente só faz o bem se a gente está bem, né? Pessoa 3 Isso mesmo, muito importante você trazer isso, Gustavo. E é um tema recorrente nos acolhimentos, né? A questão da culpa e a gente tem muita preocupação no acolhimento do angatur de de verificar, né? Não só de passar a instrução de ouvir, de acolher, de dar ferramentas e depois não saber como isso é utilizado, mas pediu feedback para os alunos, né? Tanto no acolhimento quanto no pós-acolhimento para responderem, como é que foi para eles? E é incrível ver assim a diferença, né? Quando eu consigo lidar com essa culpa, quando eu consigo lidar com tem uma palavra que uso para eles, de vez em quando, superação. Não pode gerar auto-supressão, né? Vocês muitas vezes vêm com com essa ideia de de heroísmos. Eu preciso dar conta de tudo, de que eu não posso sucumbir. Eu não posso cansar, não posso sentir dor e algumas vezes até falo isso, né? Como é que é? No internato, quando você chega com uma aparência de cansaço, de dor, né? Ou de de que não está bem? Como é que você vai falar para o paciente fazer determinadas coisas, sendo que ele está olhando para você ali, com uma aparência de muito cansaço, de muito sono, até de irritabilidade, né? Com um colega com preceptor, com o próprio paciente, porque se a gente está muito cansado, a gente fica mais irritado, ao passo que o contrário também é quando você dorme bem, quando você entende, né? Então organizou ali o seu dia essa parte, essa parte do do dia. Eu estudei essa parte do dia, eu fiz os resumos, retomei AA matéria, vi. Ali Na Na minha agenda, no meu check-list está tudo OK, ai ficou alguma coisa para amanhã, nem sempre vai estar tudo OK. Mas isso que ficou pra amanhã não é tão urgente, então às vezes a gente até tem um quadrante que a gente usa, né? O que é urgente, que é importante que pode ficar para depois, dá para deixar para depois, então eu vou sair com os meus amigos. Eu vou ver o meu namorado, vou passear com meu cachorro, eu vou no churrasco com a família e o retorno deles é quando eu passei a fazer isso, a minha nota melhorou, o meu desempenho melhorou, a minha relação melhorou tanto no núcleo familiar quanto no núcleo académico, e aí eu disse para o meu paciente, olhe, eu fiz isso, isso isso e tive um bom resultado, então. Reverdera, né? No na, no, na nossa conduta também com o paciente, quando a gente coloca isso na nossa prática, na nossa vida. Pessoa 1 E principalmente, Alê. Acho que quando a gente se cuida, né? O reflexo acontece também para as pessoas que estão ao nosso redor. Então, se a gente está bem é EE atento às nossas necessidades, as nossas. Aos nossos limites de que isso também tem um efeito positivo nas pessoas que estão ao redor, né? Então dá pra gente aprender com colegas, né? Tô vendo que a lei agora tá se cuidando mais, incluiu, dá tá comendo melhor tá comendo, né? Que às vezes pessoas vão abandonando as coisas pelo caminho. Se vocês é pudessem dizer pra para os estudantes como começar uma rotina que inclua o autocuidado que inclua a gestão do tempo, como é que poderia começar? Estou aqui perdida, falou assim, não, minha vida está caótica, eu não dou conta super estressada que o assunto que a gente conversou No No episódio anterior é estava aqui muito tentada, a tomar remédios para melhorar a minha atenção, a minha memória, mas já entendi que esse não é um bom caminho. Queria dar uma olhada e mexer na minha rotina por onde eu começo. Pessoa 2 Eu acho que assim, primeira coisa é montar uma planilha e se organizado, botar ali horário de aula, início, fim, horário que você vai acordar muito comum o estudante também em cada dia vai dormir no horário, acorda num horário. Então tentar criar essa questão de higiene e do sono. Uma rotina. Coloca todas as aulas e começa a ver as janelas, né? Que está vazia. E aí você vai começando a inserir. Logicamente, você não vai colocar uma academia no meio ali do almoço, mas tentar, de forma geral, adequar isso daí. Você tem um intervalo? Vamos tentar se dedicar a alguma coisa ali. Algum é conteúdo a mais que teve ali na faculdade. Outras coisas também, é sempre preconizar assim, fazer exercício físico. A gente vê por estudo também que a realização de exercício físico melhora muito performance de estudo. O ponto que você trouxe também é em relação ao uso de medicação? É uma coisa que preocupa bastante, né? Porque quando você está numa rotina, muitas vezes você quer horário certo para dormir horário certo, para acordar horário certo, para ficar concentrado e a vida não é essa coisa ideal que a gente não é uma máquina. A gente tem que saber que a gente quando ser humano, é uma pessoa limitada, então não existe fórmula mágica, isso é a coisa mais comum. Vinha estudante de medicina para falar do uso de metifinidato, uso de lizdexanfetamina para ter essa melhora, porque há alguém. Tomou e melhorou. Mas a gente vê por estudo também que quem não tem TDAH não tem benefício do uso de psico estimulante. Então, para onde que está chegando essa geração que acho que tudo é imediatismo, né? A gente tem que ter muita consciência e a questão do tratamento também. Eu acho que é uma coisa importante, porque se você tem um quadro ansioso, depressivo, não tem como você conseguir manter uma concentração, manter uma tensão e ter uma rotina, porque você fica muito refém da doença. Uma pessoa que está deprimida não está com energia, não está com vontade de fazer as coisas, só quer ficar dormindo. Então, se você não trata essas coisas, muitas vezes essa rotina acaba se perdendo, é, você pode organizar a planilha, mas você não tem energia para sair da cama, então buscar sempre esse apoio, né? Que aquele tripé que eu comentei. Tanto da parte da psicologia, também da psiquiatria, curso de medicação quando necessário, mas também a realização de exercício físico, dieta e uma qualidade de vida realmente de forma mais. Estruturada. Pessoa 3 É, eu concordo. Acho muito bacana ter um psiquiatra aqui nessa, nesse nosso bate-papo, porque é. É o que o Gustavo falou, né? Eu acho eu vou ampliar um pouquinho, tá, Gustavo? Além de tripé, eu acho que são assim, várias outras perninhas, né? A gente utiliza bastante a pirâmide de maslow, né? Então, para que você consiga realizar as outras atividades para que você consiga mesmo deprimido ou mesmo ansioso, é sair da cama para realizar a higiene, né? Íntima alimentação, você precisa ter saúde. Se não dá pra ter saúde neste momento, né? Se não dá sozinho, vamos procurar um psiquiatra. Vamos procurar. Tem alguma outra patologia, né? Associada até alguma outra comorbidade, vamos procurar outros médicos, aproveitem que vocês estão na área médica para cuidar de si. Cuidar do outro, né? A máscara de oxigênio, então a gente faz bastante indicação. Assim, quando está num estado bastante cronificado dessa procura mais ampla por ajuda, e aí a questão da religiosidade, a questão dos laços sociais, né? O eu e o outro é o que? O que ainda tem que você gosta de fazer? Você perdeu a vontade de fazer várias coisas, tem alguma que você ainda sente prazer? Ai eu não gosto de cozinhar mais, eu estou 2 dias sem comer, mas eu gosto. Eu gosto de arrumar meu guarda-roupa. Eu gosto de lavar meu cabelo, eu gosto de brincar com meu cachorro, então vamos começar por aí um dia de cada vez, né? Observando aquilo que sair para passear com meu cachorro, tomei um sol, vi a luz do dia, já melhorei um pouquinho, então também de forma gradual para sair desse estado EE com medicação. Na maioria das vezes, para a gente conseguir realizar as outras atividades, porque às vezes fica impossível mesmo. E aí a higiene do sono, né? É alimentação. É a culpa, né? Não se culpar quando não conseguir dar conta da planilha, não se culpar quando não conseguir dar conta da agenda. Não se culpar quando não conseguir levantar, porque tem muito estigma também que a vida do médico é muito fácil, né? Ah, o médico só estuda, não trabalha, né? Ah, mas tem alguém que paga a faculdade Pra Ele, nossa, que vida boa. E a gente que tá ali no dia a dia com eles, vê que não é assim, então e muitas vezes a comunicação também a gente falou mais cedo aqui de comunicação não violenta de comunicar pra família, né, porque às vezes a família também culpa você deveria estar estudando. E não na festa, no churrasco. Olha, é importante para mim. Eu me sinto melhor. O meu rendimento não está caindo com a minha diversão, com a minha rede social. Isso faz com que o meu rendimento melhore. Então, utilizar a comunicação também para diminuir essa culpa. Pessoa 1 Que bom, pessoal conversa está muito boa, né? Acho que é um assunto que dá para estender, né? Por muito mais tempo. Mas acho que aqui a gente tem alguns recados importantes, né? O primeiro cada um vai ter que encontrar. É. 111 jeito de otimizar o seu aprendizado EE escolher as estratégias que são boas para si. Né? A outra coisa que isso precisa entrar numa rotina não vai adiantar ser de última hora ou uma única vez. Tem. Tem que criar a base para isso melhorar. Então eu agradeço muito a participação de vocês. Gustavo, obrigada, valeu, obrigado. Pessoa 3 Obrigado, eu que agradeço. Pessoa 1 Pessoal, obrigado por nos acompanhar até aqui. Fiquem ligados para os próximos episódios do podcast inspirado educação médica e sigam a gente nas redes sociais.

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