Esse Cara Criou o Maior Exército de Influenciadores do Brasil | ROI Hunters 357
from ROI Hunters | Marketing Digital & Growth
74m 51s
A Insider cresceu rapidamente devido a pivots estratégicos, como o surgimento do mercado de máscaras antivirais durante a pandemia e a expansão para segmentos femininos. Com um investimento inicial de apenas 50 mil reais, a empresa começou com um time pequeno e autogerenciado, realizando testes controlados em canais como podcasts e influenciadores. O sucesso do podcast "Flow" durante a pandemia foi decisivo, pois todo mundo estava em casa e o conteúdo teve alto alcance. A empresa manteve uma disciplina forte entre a quantidade de estoque e o investimento em marketing, evitando desequilíbrios que geram prejuízos. Influenciadores são utilizados com foco em métricas de engajamento, especialmente no tempo de visualização, pois conteúdos que mantêm o público mais tempo geram maior impacto emocional. Hoje, a empresa conta com um time de tecnologia que desenvolve ferramentas internas para automação e otimização da produção de conteúdo, permitindo escalabilidade e eficiência. A estratégia de crescimento é baseada em testes rápidos, adaptação ágil e reação contínua ao ambiente de mercado, o que permite manter a vantagem competitiva mesmo em um cenário de saturação de canais. Apesar do crescimento acelerado, a empresa mantém uma estrutura de alto controle, com foco em gestão de caixa, métricas e operações eficientes.
O último número de divulgado, SIDER foi mais de 600 milhões, né?
Vocês vão chegar num bid, mas eu queria entender o que fez vocês cresceram tão rápido.
A gente tinha investido 50 mil reais, era o tudo que a gente tinha, então a gente botou todas as fichas ali na empresa.
SIDER foi no Shark Tank, a crise, acho que investiu, né?
Vou contar um hack pessoal meu aqui que a gente fez no início.
Contratei influenciadores, estou por rano, que métricas que é importante olhar.
Quanto tempo eu teste com o influenciador assim?
Uma marca que quer fazer várias coisas ao mesmo tempo e não tem nenhum super poder estar fazendo merda.
Caragastou 70 mil reais uma campanha e vendeu zero, não é que vendeu cinco mil, vendeu zero.
A gente cresceu cinco vezes de um ano pro outro para conseguir dar conta desse crescimento, a gente precisou. Estamos começando mais um roi rantes de hoje, é um episódio que eu, particularmente, esperei muito para que ele acontecesse.
Ao meu lado, IURI da Insider se apresenta ir brevemente para quem vive numa pedra e não conhece você e não conheça Insider.
Boa, não sou tão famoso assim, né? Prazer está aqui hoje, né? Papo bom com o JTP.
Bom, sou o confundador e esse IURI da Insider, né? Insider é o maior valegista de roupas digitais ou marca nativa digital do Brasil.
Bom, eu pessoalmente não sou tão conhecido, né?
Gosto muito de trabalhar nos bastidores, até por isso demorei para vir aqui no roi, mas acho que bastante coisa para compartilhar de aprendizados, crescimento, trajetória.
E sou superfatamente do JTP, superfato do roi, assisto bastante aí, muito conteúdo bom, hein?
A gente tem uma pergunta clássica que eu queria muito fazer para você.
Eu acho que tem uma resposta, óbvia, mas pode vir qualquer coisa, que tem alguma decisão ou estratégia qual foi essa decisão que mais gerou roi para a Insider até hoje.
Acho que sempre tem pontos de inflexão, então acho que ao longo da jornada tiveram vários pontos de inflexão,
que tiraram a gente de uma situação mediu-cre-mediana e levaram para um novo patamar, né?
Então, quem conhece de grove sabe que não é linear, não é aquela curva reta bonitinha, né?
Então você tem ondas e você tem esses bumps, né? Então, para você conseguir ir para o próximo nível, tem que mudar alguma coisa nessa operação.
Então, acho que olhando para o nosso passado tiveram alguns desses momentos, eu posso destacar alguns para você.
O primeiro de todos, é teído no Shark Tank, né? Então, acho que pouca gente lembra dessa parte, né?
Que a Insider foi no Shark Tank, a crise, acho que investiu, né? E aí depois não deu certo, né?
Exato. Então, voltando lá atrás, era um pouco menos de um ano de empresa, eu e a cara, a gente tinha investido 50 mil reais cada na Insider,
era o tudo que a gente tinha, então a gente botou todas as fichas ali na empresa, e a lógica foi, vamos tirar o máximo disso.
A gente tinha pouco dinheiro para a mídia, porque parte desse dinheiro estava em stock, parte desse dinheiro, a gente tinha investido para abrir você de pejota, montar site, né?
Era uma época que montar site não era coisa mais fácil do mundo, então, time estercializados. Então, com isso a gente tinha pouco dinheiro para a marca, tinha grove.
E aí, a primeiro bom que a gente teve foi Shark Tank, né? Então, acho que depois a gente pode entrar mais a fundo nisso.
Aí, segundo ponto de flexão, sair de ser uma marca de under shirt e falar "puts, agora a gente tem que tomar decisão para onde a gente vai, a gente vai ser uma marca de under shirt, a gente vai ser uma marca de underwear masculino, a gente vai ser uma marca de roupas tecnológicas, né?
A gente foi vendo qual seria o nosso mercado indereçável, e até onde a gente estava disposto a tomar risco. Depois disso veio pandemia, e aí também consegui fazer uma pivotada de ser uma marca de under shirts, que a gente ainda era na época, para ser uma marca de máscaras antivirais, né, no meio do covid.
Depois disso não só se é uma marca de moda masculina, mas também se é uma marca de feminina, então a gente trouxe produtos e audiência feminina para dentro.
E aí acho que agora, por último, acho que eu pulei uma aqui, que também ia começar a trabalhar com influenciadores, né?
Quero que eu imaginei que, tipo, um dos pontos ali de inflexão. E acho que não foi só um ponto único, mas não só trabalhar com influenciadores, mas como em quais cala, em qual metodologia também trabalhar com influenciadores, que acho que é algo que faz toda a diferença, né?
Qual era o tamanho da insider antes de fazer os influenciadores?
Os influenciadores depois da parte da máscara do covid foi antes. Então, a gente já fazia desde o primeiro ano, influenciadores, só que a gente fazia com influenciadores de moda masculina, de nicho.
Então, tipo, era caçar na unha ali, influenciadores que, tipo, não eram muito caras para a gente, que tinha uma audiência, ligeiramente grande.
Então, a gente conseguiu achar uns, conseguiu criar uns queis de sucesso, foi o cara, precisamos escalar isso, e aí os poucos a gente foi testando e aprendendo.
Óbvio que com um pouco budget, um pouco time, né? É porque eu e a Carol ali no Business, time de Business, time de growth não existia.
Então, a quantidade de testes, a quantidade aprendizado que você tenha limitado. Então, a gente foi devagar nesse início. Então, a empresa também foi tracionando conforme a gente foi escalando nesses degrais.
Eu lembro de ter visto uma notícia que vocês tinham captado em dívida, né? Acho que Venti Ordebta, ali com BTG, eu acho.
12 milhões, isso foi quando e foi pra quê, assim? Cara, acho que naquela época a gente fazia 2 ou 3 milhões por mês. Então, tipo, foi significativo essa captação de dívida.
A gente nunca captou écurinho, né? Então, até hoje vocês são 100% écurinho com vocês.
Isso, 100%. Não, e contim, também, obviamente, a gente faz um pequenininho.
Mas a lógica que a gente tem um business que demanda muito pra ser operado através de conta do stock, né? Então, você precisa ter bastante grana investida para conseguir crescer.
Muitas empresas, sei lá, empresa de infoproduco, empresa de sase, empresa, você consegue crescer quase que infinitamente se você tiver eficiência de cac. Do nosso lado, você tem um produto físico, então você tem que comprar tecido, comprar matéria prima antes da venda.
Então, isso pra gente onerar muito. Então, se você tá numa taxa de crescimento, num ritmo de crescimento muito alto, você vai precisar financiar esse crescimento e aí entre os problemas de capital de giro.
Então, a gente ao longo dessa história de quase 10 anos de insider, várias vezes a gente ficou com caixa super apertado por conta desse investimento em crescimento.
Então, crescer duas vezes ao ano não é trivial. Ao longo da pandemia, a gente cresceu cinco vezes de um ano pro outro com essa linha toda de antivirais.
Então, pra conseguir dar conta desse crescimento, a gente precisou pegar dívida.
Na minha cabeça, olhando de fora, eu tinha pensado que boa parte desse dinheiro tinha sido para a marketing, no caso assim.
Cara, imagina esse dinheiro. Eles pegaram esse dinheiro pra pôr na frente dos podcasts. Faz sentido ou não?
Também, então, acho que são as duas coisas, né? Então, qual foi o primeiro podcast? Foi o falou mesmo?
O primeiro foi o flow, né? Então, acho que falando de News of Proceeds, que pessoal, nome bonito pra falar o que vai fazer com essa grana. News of Proceeds foi investir em Stock Investing Growth, que são as duas alavancas que faz o Business Crescer, sem Stock, você não tem nada pra vender.
E sem marketing, você não vem de Stock Parado. Então, isso precisa estar equilibrado de uma forma perfeita.
Se você tiver com isso muito desequilibrado, você começa a consumir muito caixa, consumir caixa, o segredo fracasso.
Então, do nosso lado, a gente sempre foi muito disciplinado, sempre acompanhou muito de perto essa saúde entre quantidade de Stock e do outro lado investimento em marketing.
Essas duas alavancas estão muito bem alinhadas, a gente tem um Business que consegue crescer exponencialmente.
Eu não consigo ver algo desplicente, porque esses são muito cabezas meio de engenheiro, de muito racionais.
E eu lembro que quando eu vi essa notícia, e eu tento fazer a geria reversa, eu falei, "Cara, será que foi um salto de fé?" Eu queria entender o quanto. Quando vocês verem esse investimento mais agressivo e marketing, o quanto foi um salto de fé, o que você já tinha? Não, isso aqui é certeza que vai dar certo, porque eu não consigo ver vocês fazendo algo sem ter todas as contas possíveis que vai dar certo.
Eu queria entender meio como foi naquele estágio.
Então, acho que aquela época a gente era menos disciplinado do que hoje e muito menos, e a gente tinha que se dividir em mil assuntos diferentes simultaneamente.
Então, o nível de controles e acompanhamentos eram muito menores do que a gente tem hoje.
Acho que dá para dizer ali que teve uma parcela de ineficiência, você está operando de uma forma muito eficaz, você não precisa de uma dívida caríssima, que ela era um venture depth.
Tem uma dívida comum, uma dívida para empresas de estágio de growth ou startups, então é uma dívida mais cara do que a dívida padrão.
do nosso lado teve uma parcela de ineficiência, uma parcela de investimento em crescimento
e acho que até assim de desprecência.
Então acho que olhando hoje, para o passado, acho que uma coisa que eu faria com mais rigor
seria acompanhar a caixa.
Então tinha uma época que a caroja a gente pilotava em saída muito por receita, por top line,
dado que todo o resto se mantinha instável.
Então a gente já entendia quem saída tinha um determinado patamar de eficiência, a gente
gastava o determinado valor da receita em marketing.
Então, dado tudo isso constante, a gente ia atrás de mais receita.
E hoje a gente olha com outra, com mais complexidade, trazendo mais alavancas, a gente consegue
olhar mais para margem de contribuição, para a geração de caixa, saúde de stock.
Então, quanto maior você é, mas você também precisa ter essas coisas sobre gestão e sobre
controle.
Mas voltando lá para o passado, quando foi que vocês entraram nos podcasts e esse tipo
de marketing era quantos por cento de tudo que você investe em marketing?
Imagina que seja bem diferente hoje, mas naquela época eu quero entender. Quais foram os lipofafos aí?
Não só isso, mas também do. Porque eu imagino que depois que vocês entraram também, vocês encaleceram bem esse canal,
né?
Porque depois que vocês fizeram e tiveram sucesso com esse canal, hoje alguém tentar
replicar essa estratégia custa 50 vezes mais caro, não é tão mais fácil.
Mas eu queria entender com um pouco de informação que vocês tinham ali, eu, particularmente,
só via insider import cash.
Então, eu via pouco ela em media paga e outros lugares.
Eu queria entender como que era essa loucação e enquanto o tempo veio resultado, entendendo
que também não deve ser um resultado imediato.
É, eu acho que dá para a gente quebrar para o letapas, é que a primeira etapa foi apostar
em um único podcast e ver o que dava, que é a lógica de growth mesmo.
Faz um pequeno teste, porque não tinha como ser pequeno, aprende com ele, vê-se um canal
que performa, funciona, e ver se você vai extrapolar para outros ou descontinuar ou deixar
tocando com um pouco menos de ênfase.
Do nosso lado, a gente testou ali o flow podcast, aí a gente vê que pude se dar um pico
de receita, um pico de seções, cara, tem um sinal bem positivo aí.
Mas quanto tempo eu teste com influenciador assim, porque no episódio, a gente testou um
episódio, a gente pagou a vista assim, não, não, literalmente a vista, mas pagou ali,
não tinha, tipo, ah, vamos botar o dinheiro, se não funcionar, a gente, né, pede um conteúdo
extra aí, acho que a gente não estava numa posição de poder de barganha ali, então na época
o flow tinha a e-food, tinha os parceiros grandes, era o principal, o podcast do Brasil
de longe, né, então não tinha a discussão, e a gente era uma marca pouco conhecida, então
a gente também não tinha leverage ali para conseguir negociar muito bem.
Então, você está falando exatamente como o nosso ouvinte está aqui provavelmente, querendo
investir em creators ali.
Perfeito.
Então era um como qualquer outro ali, não tinha nenhum tipo de vantagem, então a gente
pagou caro, a gente testou e com esse teste de um episódio, a gente focara, dá para
a gente extrapolar aqui como seriam outros, extrapolando como seriam outros, somando aí
a awareness, receita, uso de cupom, etc, vale a pena testar outros, vamos para frente.
No seu caso assim, ele já chegou a da Roy, ou você falou assim, sei lá, um dá um exemplo
aqui.
Ah, ele deu rolas acima de um, onde ele demou, porque eu estou falando especificamente.
Perfeito.
Eu tenho uma visão de que é muito difícil você metrificar 100% influenciadores, então
eu queria entender como era sua cabeça na época e como é um pouco hoje, porque eu entendo
quando eu estou contratando influenciadores, eu tenho um rolas mínimo que eu aceito que
não seriamente ele me dá lucro, mas eu sei que vai ter mais depois disso, que eu não
vou conseguir atribuir 100%, está tudo certo, mas também se tiver muito abaixo disso,
aí é muito loucura, eu estou provavelmente quem mano dinheiro, então na minha cabeça é
mais ou menos assim.
Eu queria entender como era para você, ou se projetaram assim, "Ah, cara, sei lá, meu LTV,
mas ele já retornou tanto, não se pagou 100% aqui delí, mas no LTV vai pagar" ou
já foi. Perfeito.
Então não tem essa subjetividade, então a gente usa muito dados, a gente usa muito métricas,
mas a gente também tem uma parte ali de "filling", que precisa ter velho, com o influenciador
precisa ter.
Eu falo o seguinte, até para o time, "Cara, se você quiser operar olhando só para os dados,
no final das contas a gente vai pegar todo o budget, vai levar para a fundo de funil", aí
assim, vai ter uma eficiência bizarra no primeiro mês, segundo mês nem tanto, terceiro
mês vai ser horroroso o resultado, porque não tem como pegar growth e você desconsiderar
que existe toda uma jornada do cliente de educação, de entendimento da marca, de entendimento
do produto, da proposta de valor, para no final ter lá, se ela compre com um cupom
falando de tal, convicul, desconto x, e isso que é o fundo de funil, então se você comparar
os resultados de um canal ou de um influenciador ou de um marketing de performance com creativos
de fundo de funil, ele vai ser sempre muito mais eficaz do que todos outros, então, e aí
nisso, ou você vai ter que ter um modelo de atribuição fudido, você vai ter que ter
o MMM rodando, não sei, tem várias formas de você resolver isso da forma quantitativa,
mas no futuro também, né, assim, no primeiro vídeo você não tem essa resposta, então
acho que assim, o feeling é imprescindível, e acho que quanto mais você opera determinado
o canal, você testa algum tipo de marketing de mídia, você vai tendo cada vez mais
feeling de dizer se isso é uma posta correta, isso é uma posta errada, e aí acho que do nosso lado
a gente sempre gostou de fazer poucas coisas ao mesmo tempo, então pode cast, é um negócio
que a gente entrou super afundo, a gente tentou otimizar isso ao máximo, marketing de performance
Google, Facebook, Meta, então esses canais que a gente opera, a gente vai tentar de secar
eles ao extremo, entender o que funciona que não funciona, e aí nisso entra o contitativo,
que é ficar olhando para essas, por que está por detrás do número, e aí acho que nisso
no mercado é difícil de a gente encontrar profissionais, né, então você tem gente que é muito
boa em conseguir olhar para o número e fazer insights de como operar um canal, e aí
você vai muito para o número sem se ferra, do outro lado tem as outras pessoas mais
criativas que olham muito para esse branding, pressinho tangível e tal, mas esquecem de
olhar para o mundo real, para as méticas precisam ser entregues, então acho que um
profissional de growth de sucesso é a pessoa que consegue navegar entre a objetividade
a subjetividade, isso pode ser muito difícil encontrar, então quando foi essa data do primeiro
teste no flow, você lembra mais ou menos ali foi 2021 ou 2021, foi bem ali no pré-pandemia,
foi antes, então foi 2019, eu acho que foi pré-pandemia 2019, porque até a gente surfou
uma onda incrível, que foi pandemia inteira, e a gente conseguiu um resultado muito mais
saudável ali no canal de podcast, porque está todo mundo em casa, o que a gente tinha
negociado, o que fazia sentido para a gente negociou previamente, o número de vírus começou
a subir, praticamente porque está todo mundo em casa sem ter o que fazer, todo mundo assistiu
a podcast, e é um canal que a gente começou a entrar massivamente nessa época, e aí não
tinha também concorrência, tinha poucas outras marcas que estavam investindo nesse canal
de podcast massivamente, então para a gente com uma tarada em aquela época, só pra
entender o tamanho que vocês tinham, cara, os 24-25 milhões ali que você falou, é por aí,
era bem, foi isso aí, não era muito mais que isso não, então outra ordem de grandeza
em relação à mensagem dele, porque o último número divulgado foi mais de 600 milhões,
aí pensava falando aqui em off, que vocês vão chegar num bí, talvez não esse ano, mas
assim, já está muito perto, então por isso eu queria voltar um pouco por passado, porque
a insider de hoje é uma insider, cara, vamos fechar o ano, faturando quase um bí, isso
é fora da realidade de 99, 99% das empresas, você provavelmente hoje, já deve ser uma
despeções que tem mais capacidade de ver se metam sua categoria inteira, e não era essa
realidade de 2019, você tinha muito menos dinheiro do que todo mundo, do que eu sempre
falo com você, que na minha cabeça era muito competidor ali do tipo do maéringo e da vida,
sem te pegar, se assim, quanto dinheiro, maéringo e tinha versos quanto dinheiro a insider
de ti, era ridículo, só que você cresceu muito mais rápido com todos os competidores,
é um ponto que hoje você já está ou do tamanho deles ou muito perto do tamanho deles,
mas eu queria entender o que fez você crescer então rápido, você acha que foi mesmo
o podcast ou o podcast é só a parte externa que as pessoas enxergam, mas que na verdade
o que vocês atribuem é outra coisa, é se a gente pegar e isolar um único canal na
insider, eu nunca representou mais do que ser lá 25% da receita, é a gente sempre
trabalhou com múltiplos canais rodando simultaneamente e eu acho que falar
que simplificar e dizer que foi uma coisa ou outra parece que a gente só surfou uma onda
e teve sorte não que a gente não teve sorte a gente teve bastante sorte por pegar
a podcast na pandemia a gente não previa que vira uma pandemia e a gente teve muito
sucesso em podcast porque todo mundo assistindo podcast no meio da pandemia né então
acho que tinham um episódio médio do flow na época de ver a pegar perto de
um milhão de de views além dos cortes né fora os cortes que dão o sal dobro
ou triple dessa dessa visualização então acho que sempre o que a gente teve
de sucesso na inside foi conseguiu olhar para o que está dando certo e
qual é a oportunidade de momento capturar essa oportunidade pra próxima
então em algum momento o marketing de performance funcionava muito bem tanto
que a gente focava muito menos em influenciadores e mais de marketing de
performance antes de 2019 por exemplo aí ao longo da pandemia a mídia foi
ficando muito cara e aí mídia né programática ficando muito cara a gente
cara vamos jogar esse investimento para influenciadores que já tá
dando certo que a gente já tem uma tração que a gente já tem aqui
né indicadores de sucesso então é conseguir fazer esses movimentos de forma
consistente constante com velocidade então acho que tem essa parte de growth que
muito mais o que você fazer bons experimentos é a velocidade de reação e
adaptabilidade então e assim os canais começam a fade galho começa a perder
pra um canal xx surfaram uma onda e largaram tem que largar não mas
tirar o nível de de esforço que você tá colocando nível de ênfase
na minha cabeça até mesmo influenciador não canal que já o silô ao longo
do tempo né é putz facebook google também pra caramba então né a gente
tava agora não período copa do mundo qualquer um qualquer pessoa que
toca a mídia programática sabe que os vídeos encareceram absurdo e a
eficiência caiu é eu cheguei a dar que o cpm isso chegou a subir nas contas
que eu acompanho quase 90% é então não tipo não é segredo de ninguém
mas agora os bons profissionais são os que conseguem se adaptar as
boas empresas são as que conseguem entender ler esse movimento e tomar
ções rápidas nossa é me abrir umas perguntas aqui por exemplo
sabendo que você precisa se mover com velocidade como é que você
faz seu orçamento ou você não faz esses orçamento por si no começo
do ano como é que é planejar esse crescimento que em vários anos
foi acima de 100% e hoje continua tipo na casa 50% que quando você
está nesse tamanho é doideira como é que você planeja seu orçamento
de marketing ou ele é meio bom um degou e mais no mês você decide
para estar no mês que me perfeito isso isso históricamente já foi meio
loucura que cara está dando o rádio está funcionando o taco pau
né e isso históricamente deu muito certo dia a gente consegui ser
mais flexível e isso permitiu que a gente façava mais testes e
também ser mais bode em alguns momentos então a gente nunca trabalhou
com um budget fechado falou assim cara esse canal é tanto de dinheiros
gané tanto de dinheiros gané tanto dinheiro é isso joga para os time
e os time só tomando decisão em cima de budget a gente deixava
solto e fala assim cara tá performando a gente cresce mais não tá
performando a gente vai tirar dinheiro mas o cara percebe o cara do
cara do girl feliz de media pague ele vai ficar puto assim caraca
está reduzindo minha velha como é que se lida então ele só funcionou
porque a empresa era pequena então é eu e a caral tocando muito de perto
então não tinha ali um cemou que tinha um gerente que tinha um
coordenador que tomava a decisão ali na ponta junto com a
analista e habitando no dia a dia não era a gente olhando
deixe todos os dias e sabendo quando tava funcionando em cada
canal então é uma estratégia que eu recomendo não é tipo
recomendo para quem é extremamente dirigente quem é extremamente
cauteloso com esse budget então
do outro lado acho que tem uma recompensa se você deixou
o budget aberto e você consegue ser muito dirigente acompanhar
de perto e conseguir olhar para essas oportunidades você vai ter
muito mais resultado do que um outro cara que trabalha com a
mentalidade fechada de budget fechado só que isso só dá até
um certo patamar agora que a gente já tá nesse patamar de
meio b para cima a gente já tem um diretor de planejamento
performance que nos ajuda a olhar para budgetes e canais com
eficiência porque eu e a caral canetando o negócio no dia a
dia já fica impossível então acho que tem esses estagens de
maturidade e maturidade do time se você tem um time mais
maduro do mundo eu não faria budget né acho que entra um
pouco no negócio lá de novo rules rules da Netflix se você tem o
time mais alta performance do mundo você não precisa de tantas
regras porque você dá o direcional onde onde você tá onde
você precisa chegar este time é competente suficiente de fazer
isso acontecer agora se você tem um time que você não tem uma
confiança extremamente alta não time extremamente maduro já
não perou isso em todas as escalas antes aí eu acho que você
trabalha com muito mais guard rails e budget e constraintes né
falou Rohan ter seu marketing tá gerando mais prejuízo do que
lucro e você não sabe onde tá o problema a sua empresa fatura
acima de 100 mil reais por mês e você quer sair desse ciclo
frustrante de gastar dinheiro sem ver resultado eu tenho um
presente para você eu vou te dar um diagnóstico gratuito
você vai ficar real que a ricote tá aqui na tela ou clicar no
link aqui embaixo e vai preencher o nosso formulário um
especialista v4 vai entrar em contato para agenda a sua
primeira consultoria gratuita ele vai analisar toda a sua
estratégia de marketing vendas e se vai receber um diagnóstico
completo com os gargalos que estão literalmente sugando o
dinheiro da sua empresa não só isso eu também vou te dar todos
estratégias personalizados para atrair mais clientes e
escalar o seu fatoramento são mais de 12 anos de mercado
mais de 20 mil empresas que a gente transformou pela metodologia
da v4 que a gente pode ajudar a mesma coisa na sua empresa
mas carinho carregou de aqui ou clica no link aqui embaixo e
carante o seu diagnóstico gratuito
então de veio a sua lógica de montar o seu time porque
quando eu olho para outras empresas de moda
elas tem só não só cabeça como também diferente como
o time completamente diferente então de que veio o que era o
time da inside deve não ser seu dia hoje mas o time ali
dos sem milhões ali tipo era o que o que eu lembro que a
primeira vez que eu visitei suitorio eu fiquei surpreso com
um chuto era assim caraca é essas só essas pessoas que
fazem tudo isso e como você escolheu qualquer ele já
eles eram de outros mercados ou foram pessoas que vocês
treinaram qual que é essa boa então eu vou quebrar em
duas etapas aqui né que acho que é o modelo de
negócio e depois outro lado time falando de modelo de
negócio se olhar para os outros varejistas né os
tradicionais os que são grandes hoje né são os
players consolidados do mercado eles sempre operaram muito
de uma lógica de varejo físico que é ponto de venda
time de vendas vigiou merchandising né quem conhece de
varejo sabe que tem um mantra de location location location
ou seja coisa mais importante é de onde você coloca uma
loja e aí é essa lógica do mercado investir em pontos de
vendas muito bons que é meio que o marketing deles né que é o
marketing deles justamente é onde a gente tá passando
muita gente desses pessoas vão convertir uma parte
delas com a minha vitrine tá justo e aí do nosso lado
não seja não é muito diferente mas location location
location dentro do digital que é como que a gente
consegue né os metros quadrados aos pontos de venda
mais rentáveis da internet com um menor investimento
possível né e aí a gente ficou obcecado buscando esses
esses locations da internet né então acho que é um
esquil uma musculatura que esses outros players não
não têm desenvolvido e que não fazem bem e isso trouxe
uma defensação competitiva e aí a gente leva essa
defensação competitiva até hoje então no início e aí
entra em time no início é founder metendo a mão então
acho que assim não existe startup que no início das
coisas não é founder metendo a mão mas a partir de um
certo ponto você faz assim cara eu já não sou a
melhor pessoa pra olhar esse canal mas o gosto de gente
é como assim você fazia tráfico pago também você
de vocês operava ou se se a então eu ia caro a gente
sempre se dividiu bastante não que a gente operava
tudo na mão acho que assim não quero colocar aqui
a menor ideia que eu sou founder super heroi o que a
caro é founder super heroi e sempre entendeu que a
gente precisa dividir pra conquistar mas acho que
assim a desenho da estratégia tomada de decisão de
budget como operar de nível de agressividade sempre
a gente toma nessa decisão desde o início e aí a
partir do momento você consegue né
se ter essas regras do jogo, se situar essas regras do jogo,
você tem pessoas muito mais competentes para você
para operar essa máquina.
Então, acho que tem um negócio de montar uma máquina
e depois, outro lado, operar a máquina.
Hoje, tenho a humildade de dizer que eu não sou a melhor pessoa
nem para montar uma máquina, nem para operar,
porque sempre tem pessoas que a gente encontra
pessoas geniais que a gente traz para o time,
que são boas, não só de operar as máquinas.
No passado, quando a gente não tinha tanta atractividade
de talentos, de trazer a gente boa para a insider,
a gente conseguia a gente para operar essas máquinas,
mas para construir essa máquina, a gente não tinha grana,
nem força de marca para trazer para dentro.
Então, a gente precisava fazer na mão
por falta de opção, também de alguma forma.
E hoje, a gente já consegue terceirizar,
em alguns momentos, até a montagem dessa máquina.
Sempre, a gente vai dar um bitáco outro,
mas tem pessoas que são muito competências
de montar essas engrenagens que fazem a empresa cada vez,
mais de estravar valor em diferentes frances de trabalho.
Mas o seu marketing saiu para que, quantas pessoas?
5, 10, 15 e 20.
Prepandemia, a gente tinha 10 pessoas na insider de team business.
Total.
Para que era para a CRM, outra era para performance,
outra olhava para a CX em atendimento,
era um single-trade oners para frontes de trabalho.
Como se fosse a Red, sem nenhum report.
Sim, embaixo.
E funcionava naquela escala.
A gente sempre foi muito de crescer primeiro a necessidade de time
para depois contratar time.
Acho que teve um hype ali durante a pandemia de blitzcaling,
de botar a gente para dentro e tal,
a gente nunca surve foi essas ondas.
A gente nunca teve que fazer um layoff na história da empresa.
Por que vocês tenham quantas pessoas?
No total.
2030, 2040 pessoas de. Tudo, geral. Insider toda.
Isso foi de business.
Business talvez seja um pouco menos de um terço dessas pessoas.
É bem chuto.
Desculpa, um pouco menos em growth.
Acho que isso foi pegar business mesmo.
Business está contando, sem tirando o time de tecnologia e produto.
Tirando também as pessoas selado do CDE que possam ter tirado.
Mas isso é terceirizado, não conta nada.
Ok, não contando esses 2040.
Dizem direitos, a gente tem quase 4 mil pessoas.
Caramba.
Que aí entra a parte de confecção, malheria.
Toda parte que produz as roupas.
Toda essa parte a gente terceiriza.
Então a gente para caramba.
Eu diria que fosse uma das pessoas que melhor operam
a influência do Brasil, facilmente afirmou isso.
Eu, como alguém que já fui desse mercado,
já fui de. Já trabalhei em todas as pontas do. Desse segmento.
Raitro Recono.
Raitro Recono.
Conheço muitas marcas tradicionais que investem.
Até mais que a Insider, mas que com muito menos eficiência.
Então quando você olha, assim, é muito possível que a Loreal
invista muito mais o que vocês.
Mas a gente vê, pelo menos, eu vejo muito menos do Loreal
com muito menos frequência do que a Insider.
Talvez eles. Mas também tem muitos produtos.
Então eu fico pensando assim. Você que foi reduzão, criou a sua estratégia.
Que pelo que você está me falando, é lucrativa.
Até porque vocês não captaram investimento.
Então vocês precisariam ser, não teria como vocês crescer.
Se não fosse assim.
Então você usou influenciadores de forma muito agressiva
fazendo a conta se pagar, se você fosse dar uma dica
e criar um playbook assim, para outras empresas.
Qual a importância de influenciadores de Creators hoje,
em 2016, em 2017, no marketing?
Não só para Insider, mas na visão de como o canal,
onde ele entra, quando ele entra.
E quantos porcentos, se acho que alguém deveria. Ele deveria colocar nesse canal, levando consideração
que talvez a pessoa não vai ser tão agressiva com vocês.
Imagina que você pegou um cara que está investindo
10 milhões em mídia e ele investe zero em Creators.
Ele deveria pôter meio ou não é para todo mundo,
é para todo mundo. Qual é a sua visão?
Acho que a pergunta é difícil.
Então, igual a perguntar para. Então eu vou fazer uma outra analogia.
É igual pegar um varejista tradicional que eu perou compra de loja,
compra de varejo físico de. Location, location, location, ok? Facem, cara.
Esse cara tem que rodar marketing de performance,
ele deve só seguir fazendo o marketing através da loja física.
E aí, eu não acho que a resposta é óbvia, né?
Se eu pegar, por exemplo, um player como Zara,
Zara não pega, sei lá, nem 5% do budget dela
e ele joga para marketing, ela usa, tipo, varejo, físico,
como só principal vitrine, Zara sempre fez. Eu não sei, mas do marketing, mesmo que seja baixo, né?
Quando o cento é não da receita, mas do marketing.
Ah, do marketing, sim.
Então, mas mesmo isso acho que questionava.
Então, por exemplo, playbook das áreas, eu acho muito eficaz.
Eles não focam em gastar dinheiro em marketing digital,
eles focam em encontrar os melhores locations
e eles gastam todo o time de inteligência deles
otimizando para o varejo físico.
Se, né, se entra na Zara, você vê que tem um monte de câmera e tal
e eles otimizam para isso, para melhorar a eficiência dentro das lojas.
Então, acho que assim, acho que você tem que ser bom em algum canal,
acho que você tem que ter um super poder, como marca, né?
Eu acho que uma marca que quer fazer várias coisas ao mesmo tempo
e não tem nenhum super poder, está fazendo merda.
Com isso, se você não tem a disciplina de olhar para um canal
com um nível de cuidado que ele precisa,
às vezes não vale a pena nem você fazer esse canal,
que é muito fácil ser lá.
A conselharia, meu pai, ele é super, né, ou discurso.
Ele tem uma empresa de E-Pis, né?
Então, equipamento de proteção respiratória.
Então, tem máscara de proteção, nuva e equipamentos para o trabalhador.
Eu recomendaria ele ficar tocando marketing de performance.
Eu acho que não, porque, tipo, não é a praia dele.
Ele vai para a revenda, ele manja da estratégia de revenda,
ele conhece os pontos, ele conhece o logista.
Ele sabe quando pagar ali.
Esse é o canal dele, ele é bom nisso.
Então, se ele quiser rodar marketing de performance,
às vezes ele vai colocar um profissional ruim para dentro,
ele vai olhar e falar "Puts, poio, você me botou numa fria,
isso daqui não deu resultado."
É uma coisa influenciadores.
É muito fácil você pegar o influenciador e falar assim "Ah, beleza,
vamos fechar aqui e fazer um conteúdo com, sei lá, algum, ex-BBB".
E, cara, a pessoa famosa, tem vários seguidores,
vão botar dinheiro aí.
Aí vai ver, não vem de um real.
Então, acho que para você rodar o marketing de influencia de sucesso,
tem que saber o que você está fazendo.
E o que é saber o que você está fazendo?
Puts, acho que é muita coisa, né?
Você tem que entender do seu público, você entender da sua audiência,
quem comunica com seu público, sua audiência.
Quando você deveria pagar por esse conteúdo?
Qual tipo de conteúdo?
Onde ele vai estar inserido?
Quando ele vai estar inserido, que é a época do ano,
que qual duração do conteúdo?
Você vai ter Hulk, se você vai falar da marca, se não vai,
esse é o conteúdo de branding.
Vai ser uma campanha, uma captação.
Você vai ser um conteúdo orgânico ou com cara de conteúdo orgânico.
Então, assim, o número de variáveis é enorme, né?
E quando você fala de conteúdo de influenciador,
é um conteúdo criativo.
No final, das contas é uma peça criativa que vai proar,
e essa peça vai impactar pessoas não só racionalmente,
mas emocionalmente.
Então, é assim, igual pegasse-la, assistiu o filme da Odisseia.
O Christopher Nolan, dos poucos caras no mundo inteiro,
que consegue liderar a produção de um filme com Odisseia.
Porque o número de variáveis e controles você precisa ter
para lidar com o Buddest, os Buddest do Nolan, é só. Tem 150 milhões, esse filme.
Bizarro.
Qualquer um, ali, teria feito merda com esse Buddest,
que era um filme que não seja um campeão de bilheteria,
que deu o retorno do investimento de 80 milhões de dólares.
É isso, né? É o de reais.
- É dos dólares, né? - É, bizava.
Acho que ele tem que fazer isso para se pagar, né, algo assim.
- É isso, é isso. - A gente vai bizava.
- É isso, é isso. - E dentro de vocês dois,
quem era que tinha essa visão era você e o Acarol,
que começou a olhar influenciadores para começar a entender?
Acho que no início, a gente não vai pegar o merda
e falar que é a gente, que é ultra-supervisionário,
mas foi conversando com muita gente, falando cara,
porque vocês não testam em um canal de influenciadores também.
E aí, a gente foi testando, foi botando a prática.
A gente também pega muita dica, mentoria.
A gente parece que está só também no casulo ali trabalhando,
mas a gente fala com bastante gente também.
Hoje, a gente faz parte da Indévor também, sempre,
gosta de fazer a pública da Indévor aqui,
porque acho que a Indévor ajuda demais os empreendedores.
E aí, isso, mentoria, troca. - Não, mas qual dos dois sócios tocou mais isso?
- Geralmente, eu sou mais do cara das ideias
e de trazer esses novos caminhos.
E Acarol é muito, muito boa.
em botar para fazer e operar os canais assim, então não que ela não tem ideia e não que eu não
opere, mas eu acho que se olhar onde cada um dos dois founders, historicamente aportou mais valor,
eu acho que essa é a divisão. Eu entendo tudo que você falou ali das complexidades de fazer
influenciadores e de fato, é muito difícil e eu diria que o risco da ruína é muito grande também,
porque as cifras são grandes, muitas vezes você fazer um teste é 20 mil reais, é 15 mil reais,
ou vai ser muito pequeno, tipo 2 mil reais, 3 mil reais, mas também vai mexer quase nada, né,
o ponteiro, e errou, errou, não tem meio acerto, né? Eu já vejo muitos casos assim,
porra, o cara gastou 70 mil reais, uma campanha e vendeu zero, não é que vendeu cinco mil,
vendeu zero, só que eu mesmo o tempo, porque eu fiz essa provocação para você, que é uma coisa que eu me,
eu refleto muito, que é, o fato de ser difícil, não quer dizer que ele não seja necessário e ele
seja difícil, é só uma barreira de entrada e mérito de quem conseguir, né, então tem que conseguir
operar esse canal necessariamente terá uma vantagem justamente porque operar o canal não é trivial,
e eu fico de, eu fico fazendo paralelo de que a vantagem é parecida com, com fazer Google em 2015,
sabe? Eu ia falar isso, eu ia falar isso, que, ou até eu fiz Facebook, porque no passado, o cara que
era muito bom de conseguir encontrar audiências, conseguia levar Facebook e Google para um novo
patamar assim, tipo, era muito menos sobre o criativo, sobre a eficiência, a criativa, sobre as tese,
sobre a estrutura, e muito mais sobre conseguir encontrar as audiências e, tipo, conseguir fazer ali,
o, tipo, growth hacking dentro da plataforma do Facebook, e aí você vê que cada vez, cada ano que passa,
a ferramenta é mais inteligente, o algoritmo é melhor, e aí o, o cara que faz a gestão de tráfego,
cada vez, menos o trabalho dele viram diferencial competitivo, e aí acho que, diferencial competitivo,
vai sendo esses outros mínimos detalhes de, de conseguir operar isso com, com o nível de excelência,
cada vez maior, então, se você fizer só os 80% a 10 anos atrás, ou seja, você já tinha um sucesso enorme,
hoje, se você só faz os 80% provavelmente, você não vai dar, você vai dar prejuízo, então, a lógica é,
ou você tem ali uma forma de operar, que você vai para um novo patamar, porque o mercado vai ficando cada vez mais saturado,
então, né, se eu fosse fazer uma previsão aqui do futuro, cada vez mais fazer marketing de influenciador,
marketing influencer marketing vai dar errado, cada vez mais fazer performance marketing vai dar errado,
então, se você não conseguir operar isso com o mais alto nível, se você não tiver uma equipe de sucesso te dando essa base,
e aí, pegando esse argumento, por isso que eu te fiz a pergunta lá de quantos pulsem você acha?
Porque, sim, na minha cabeça, se o cara já investe em, que ele já investe em meta em Google, né?
Perfeito, todo mundo investe um pouquinho, né, se for ver, para mim é loucura, não investe em influenciador,
no mínimo 10% do WhatsApp de marketing, ah, não sei se no mínimo 10, mas eu acho que você tem que conseguir testar, né?
É que, obviamente, para você fazer 10, 15, 20% do WhatsApp de marketing, tem que estar dando certo, né, você não vai ir.
Exato, é encontrar o caminho para conseguir gastar 10, 15% por que?
Mas eu entendo, acho que como um guys online base, assim, tipo, a pessoa não tem a menor noção, cara, acho que faz sentido.
É que eu fico pensando, na minha cabeça é muito lógico, que é, eu acompanho muitas pesquisas de comportamento do consumidor,
e aí isso me dá várias respostas sobre intuições que eu tinha, e eu gosto de saber, assim, se elas fazem sentido lógico, se eu sou só do. Não dá no sorte, né, mas é muito ruim que você tem uma leitura, mas você não consegue distrinchar ela a ponto de, inclusive,
contra argumentar, contra ela mesmo, assim, não fica muito de se encarar, eu acho que vai dar certo, mas eu não sei explicar.
E aí eu fico vendo a evolução do consumidor e da jornada dele online, e isso vai me dando algumas respostas, como, por exemplo, em 2015, se você só vencia no Google, você vencia em tudo.
Porque vencia no Google, era tudo, por isso que a gente não via, ninguém queria não criar conteúdo, tipo de coisa,
falando de growth não existia nessa época, como o tese central, porque se você vencia em SEO e Google Ads, você verá uma top 1 do mercado.
A maior parte das empresas que a gente acompanha hoje, inclusive startups, elas ficaram muito grandes, porque elas dominaram o Google.
E aí depois veio uma segunda leva de 2018, talvez para cima, que começou a dominar meta, mas até o primeiro dominar meta,
as pessoas só faziam Google, porque não precisava fazer, tipo, se não tinha por quê, ele gastava esse forço, sendo que se você dominar esse Google,
já que todo mundo pesquisava e a forma das pessoas encontrarem produtos era no Google, se você era o top 1 de SEO ali, tinha um mercado inteiro.
E aí hoje, com a AI crescendo, então o Google vai perdendo força, e a gente já vê que hoje, lá nos Estados Unidos, 14% da descoberta de produto já é feita através de AI.
Então, o que antes era uma pesquisa do qual ser a RME, eu vou usar a extrema pesquisa do Google antes, aí sei lá, havia três resultados que escolhiam 1,
e você descobri os produtos pela primeira vez no Google. Hoje, se você é uma pergunta fácil se você já tinha PTJ, sei nem vai no Google.
Então, pô, se você só dominarva Google, ou seja, perdeu ele 14% dos consumidores, que nem estão indo mais no Google,
e quanto vai ver nessa evolução, a gente vê cada vez mais a relevância, e o tempo de tela que o cara fica num Instagram, no YouTube, tudo,
então para mim é óbvio que se o cara passa muito tempo ali, uma parte importante, ou talvez a mais importante da jornada dele de coberta, é através desses canais.
E esses canais são canais que ele está consumindo criadores de conteúdo, e isso é uma ofenda fundamental, porque antes ele estava consumindo empresas de enterimento de mídia,
tipo, ele contava consumindo rede global, hoje ele não consumiu rede global, ele contava o flow de milhares de criadores.
E esses caras têm audiências, então para mim o salto lógico é, esses caras têm audiências, quer dizer que ele é muito importante para falar com aquele grupo de pessoas, mesmo seja pequenos,
às vezes 100 mil pessoas, às vezes até de marcas, você falar com milhões, mas dentro de 100 mil, aquele cara fala muito melhor que eu.
Então, se para mim era sempre muito lógico de que fazia sentido usar, e hoje eu descobri uma forma que para mim é mais eficiente, mais no brain,
de explicar para alguém que é que se rodar num, se rodar, você faz criativo, faz, eu tenho que ser desabsoluta, que se você pegar o seu criativo, clicar um creio, ele vai ver demais que você. Porque é a questão de what time mesmo, porque não é trivial, a métrica mais importante do mundo hoje, no marketing, diria que é what time.
Se você não tem what time, você não tem nada, mas não tem nada, você tem impressão, você tem tudo, se durou um segundo, o cara que vê por um segundo, ele não lembra, ele não clica, ele não faz nada.
E. quanto mais eu conheço o time de marketing, eu entendo, porque o what time de todo mundo é uma merda, porque essas pessoas não sabem fazer, eles não sabem criar.
E a cabeça do criador de conteúdo, ele é quase um drogado disso, porque ele se importa muito, e quanto mais eu conheço o criador de conteúdo, e eu conheço muitos,
eu vejo como pra eles, não é como pra gente no marketing do tipo assim, a what time, beleza, faço o próximo, ele fica triste, pra caralho, esse um vídeo vai mal.
Tipo, ele fica. olha o analítico do YouTube, e ele fica onde eu errei, onde eu desceps como eu descepsiorei meu público.
- Eu tenho amigos creators, que são assim mesmo. - É, ó.
Então, eles intuitivamente fazem conteúdo dos melhores, porque o que é um conteúdo melhor?
O que é o conteúdo que as pessoas assistiram pra mais tempo, enfim, assim, agora com méticas, a gente pode literalmente definir, cara,
pra essa ou dir isso aqui, esse conteúdo é muito melhor, então tem que as pessoas daquele público preferiram passar mais tempo, assistindo isso do que é aquele.
Então, só por isso, desse salto gigante, quer, se eu só pegar o influenciador pra pedir pra ele fazer o meu criativo e rodar de anúncio, já a melhor é o meu rosto,
porque ele vai ter mais what time que o meu, porque o meu time de marketing, ele não tem a capacidade, é difícil de. é dura de metim, mas é a verdade, se você for olhar ali no seu meta-ed e olhar ali o what time, e olhar ali quantas pessoas vem, 75%, 95% do conteúdo, é muito baixo.
Você teve um anúncio, que teve um milhão de impressão, que na verdade teve 50 mil, só, não um milhão, porque quem ficou ali mais de 3, 4, 5 segundos é muito pouco.
Isso é pegar o recall dessa galera, sei lá, da galera que assistiu 100%, que não chega a 1% da galera, o recall disso é, sei lá, talvez 5% da galera lembre que assistiu, 5% que chegou a 100%, que tipo, aí você vai ver, são 300 pessoas.
Então por isso que pra mim, com mais seja riscado falar, 15% in creators, porque na pior das hipóteses, esse 15% se ele usado, em conjunto com performance, reaproveitando esses conteúdos, ele melhora a performance.
Você entendeu? Então é uma parte pequena do orçamento que pode ter uma melhoria brutal na performance do pago, que é onde ele já tem o resultado dele, e isso já vale a pena.
Eu concordo, não, concordo, faz muito sentido. E eu acho que é isso, consegui trabalhar em primeiros princípios, e eu acho que você fez aí uma série, um raciocínio lógico que faz sentido, concordo assim embaixo.
com certeza quem cria conteúdos em escala.
e vive disso vai criar melhor do que alguém fazendo pela primeira vez ou se metendo num segmento
que não é seu. Então, acho que a gente conta demais com influenciadores também para edis,
assim, acho que é algo que é importantíssimo, a gente ainda faz conteúdos proprietários também,
mas a gente também conta bastante com influenciadores para fazer edis.
E como é um time de influenciadores do insider, assim, tipo, que vocês têm muito influenciadores?
Tipo, é a gente que vocês usam, vocês têm 10, 20, 30 pessoas fazendo o influenciador.
É duas pessoas, é uma pessoa, se alguém quer fazer, talvez é autorível ali, o que é o time,
que você fala assim, isso aqui é um time ok.
Acho que depende das escalas, né? Então, a gente tá sempre demolindo e construindo de novo.
Então, a gente já teve esse time com duas pessoas, a gente já teve esse time com 10 pessoas,
a gente já teve esse time com 20 pessoas e a gente já teve produtos de tecnologia ou não
para este time. Então, quando a gente operava na mão, você precisava de muito mais gente
fazendo trabalho operacional. Hoje, a gente tá num tamanho que faz sentido a gente ter um produto
de tecnologia proprietário para rodar esse canal. Então, é ferramentas internas de produtos,
que a gente vai acompanhando, né, criação de conteúdo, aprovação de conteúdo, qualidade
de conteúdo, engajamento de conteúdo, essas principais méticas, a gente usa tudo um software
que a gente mesmo desenvolveu. Então, na insider tem um time de tecnologia e produto que vai
desenvolvendo esses produtos para as diferentes áreas. Então, time de influenciadores viram
então grande e importante com gasto ultra significativo, que se justifica ter um produto de tecnologia
para que você não tenha de ter 100 pessoas manualmente operando e isso vai, tipo, quebrar
todo momento. Então, a gente já teve esse time quebrando várias vezes quebrando o sentido
de os processos não dar conta com o volume do volume e aí nisso a gente pessoa reconstruir.
E aí, o que a gente entende que faz sentido olhando para o futuro é sempre que construir
não só com as pessoas e ter gente muito boa, a gente muito competente, mas também ter
os sistemas certos. E aí, os sistemas certos, muitas vezes não existem no mercado e aí
nesse caso a gente desenvolve. A gente adora contratar software de terceiros, mas às vezes
a gente não tem produtos que tão específicos para a nossa necessidade e nesse caso a gente
desenvolve. Então, esse é um dos produtos importantes que a gente tem dentro da organização e que
permite que a gente escale e opere com a eficiência. Então, esse time que está por volta de 20
pessoas, hoje vem se mantendo em 20 pessoas há bastante tempo já. Mas, no começo ali,
hoje vocês têm conta de influenciadores? A passa de 500. Então, é um número que não é 100%
constante, porque sempre tem gente entrando, a gente saindo. Mas, por volta de 500. No começo da
hora ali, os lados, 2023, se tinha, era quantas pessoas? É, não, era literalmente duas
pessoas no início. Mas o que é essas duas pessoas? Comercial, fechar novos influenciadores e
também fazer gestão do conteúdo. Então, no início, acho que tem que ter um chapéu duplo ali de
comercial e gestão de conteúdo. A partir do momento você vai crescendo, você pode separar o
potencial da gestão de conteúdo, que é, acho que são esquisos diferentes. Isso é uma coisa
que pouca gente fala, que dá muita merda com influenciadores, que é quando você contacta
vários. Você tem várias entregas com eles que, se você não fica em cima, elas se
perdem. E você nem sabe que o cara não entregou ou que entregou, é doideira, porque entregou
parcial, entregou errado, entregou desalinhado. Porque não é a meta que você colocou
ali. Quero gastar x, gastar x, entrega y. Não, você contratou o cara. Se você não
ficar em cima dele ou acontece muito de você esquecer mesmo, porque quando você está
colocando 10, 15, 20 influenciadores, faz assim, caralha, é verdade, eu ia fulando,
tinha x stories, eu tinha x vídeos, a gente não cobrou, e aí não alocou no vídeo. Caraca,
já vi isso acontecer muito, porque não é só contratar, não é tipo assim, ó, te mandei
seu brief e faça isso e me entregue e vai estar pronto, você tem que ficar? Perfeito,
né? E acho que olhando para influenciadores, eles não são, tipo, procionais de contabilidade,
eles não são super disciplinados e com prazos e horários que eles comprem geralmente,
são pessoas criativas que não são disciplinadas corários e que não vão postar se você não
dá um reminder, ele fala, cara, é o hoje que tem que sair, né? Então, fazer isso e ger isso
não é fácil, né? Então, você precisa de pessoas, sistemas e controles, se não virar
cá, os imagina quentas pessoas, você tem que jere, e não são quentas pessoas, são
mais de, sei lá, mil conteúdos, que cada um desses influenciadores, criadores tem mais
de duas entregas por mês. Como você separa na sua cabeça e ure as redes sociais? Porque
essa é muito diferente, tanto em momento de consumo, como tempo de tela mesmo do consumidor,
no ponto de vista do consumidor, né? O momento que o cara vê o YouTube é sempre sempre
diferente, o momento que ele tá lá no Instagram ou que ele tá no TikTok. Quando é pra cada,
na sua cabeça? Eu acho que muda muito rápido, então, acho que não gostaria de dar uma
resposta que fica aqui eternizada na internet como estática, então acho que muda muito
rápido, acho que hoje a gente tem papéis diferentes aí pra cada um dos canais. Até sempre
internamente, o time gosta de quebrar, não existe Instagram, existe fotos estáticas no feed,
existe news, existem stories, existe outro lá que é o tipo de subscribers lá, esqueci o
nome que tem, o que? Quando alguém te subscribe pra receber uma mensagem sua, né?
Com quase um subscription de meio, esqueci o nome de. Canais, lá. É isso, canais, justo.
Então, cada um desses é na minha visão uma rede social diferente, você olhar todas
elas com a mesma regua, você tá fazendo cagada, porque sei lá, o rio vai ter uma vocação
maior pra descoberta. O post no feed vai ter uma vocação maior pra engajamento com a sua
qualidade, os stories mais ainda. Então acho que cada subdivisão de uma rede social tem
um papel diferente, né? Então, se você pegar talvez, eu sou menos expert em TikTok, mas
pegar o TikTok é assim, acho que é um produto um pouco mais homogênio, um pouco mais padronizado
e que também tem um papel bizarro de descoberta, né? Hoje muita gente faz o SEO no próprio TikTok
e, nisso, você tem que estar ali presente como marca, como produto. Inclusive, tá sendo
muito usado pra treinamento tear, muito bom. Os legendos, vídeos do TikTok estão sendo
bem usados em treinamento, então te ajuda muito no. Mas como quer, não entendi, não entendi.
Asias consideram muito conteúdo do TikTok. Ah, entendi. Claro.
Na hora de dar essas respostas e tudo, porque ela vê que é um dos poucos conteúdos
altíticos feitos por o bano, né? Porque quando você vai, ela se treinava muito em do na Web.
Só que hoje a Web inteira é feito furiar, então aí. Fica uma meta-meta-meta ali.
Exato, então. Então a dificuldade das IAS se treinar em pó, às dois mil e vinte e três ali,
é achar o quê que é um conteúdo genuíno feito por o bano que não é feito pela IAS. Então
eles têm vídeos e Reddit, que são foros em tudo que são muito zato.
O que é isso aí é engraçado, é que acho que eles pegaram uma pessoa fictícia que nunca existiu,
né? Tipo, um cara diz, começou a fazer um prompt para criar uma pessoa falsa, ele começou
a jogar isso pela internet, em forums, Reddit, não sei das quantas tal. Ele fez com que
a AI conseguisse vincular com essa personalidade falsa, né? Então eu acho que assim, um ponto
é dizer que a AI é facilmente burlável, ainda mais agora que a gente está na setapa de
desenvolvimento. E aí, acho que sim, precisa ter um single source of truth, né? Que é
tipo, qual é esse conteúdo verdadeiro que eu não vou trazer fake news para meus usuários,
né? E que não sei por cento, não vou trazer, mas que tenha menos chances de ter.
Minha chance, né? Porque é impossível não ter, sei por cento. E onde se vê o YouTube
nisso tudo? Porque eu vejo YouTube quase como uma televisão, né? Tipo assim, e cada vez mais
os dados mostram, né, que no Brasil, o YouTube já é mais visto na televisão do que eu
não sei lá, que pra mim foi uma surpresa, não sabe onde já era a realidade, mas acho
que agora posso copar, a gente vai ter mais ainda, sem influência do YouTube, porque milhares
de brasileiros, de outras faixas etárias, conheceram o YouTube, em causa da casa TV ali.
Eu estava pensando isso. Então eu estava pensando com olhar positiva, assim, falar, caramba,
eu acho que tem muita gente nova, entra no YouTube por conta de Copa do Nome Casa TV.
E eles, eu vi isso a própria Vique, a minha esposa, ela nunca foi muito de YouTube.
E como é só assistir? E ela começou a ver, até porque a oferta de criadores cresceu
muito também, então os conteúdos que ela gostava não tinham de fato no YouTube. Hava
uns dois, três anos atrás, pro ICP dela. E agora tem? E principalmente a oferta global,
né, de conteúdo. Então eu tenho visto muito isso, inclusive eu vejo no Twitter, as pessoas
comentando, "Ah, meu pai, de 60 anos, a casa TV e tal", e aí acabou o jogo, e ele tava
lá na rome de YouTube, começou a descobrir conteúdo, e agora está assistindo o carnais
do YouTube porque ele nunca tinha aberto e agora nunca.
o controle da televisão é super fácil, já está na televisão, isso tem substituído, inclusive, Netflix, né, porque é um custo muito grande escolher algo na Netflix.
Total.
O que eu vou assistir, e no YouTube, o algoritmo começa a te entender em pouco tempo a recomendar sua muito fácil.
Então, como vocês vêm YouTube, porque vocês foram uma marca ali muito forte em podcasts, que é uma mídia de YouTube, né?
Não necessariamente, às vezes tem gente que assiste pelos Spotify da Vida e tal, e aí fica só no, tem dois tipos de podcast, né, podcast de vídeo, videoceste, o audio-cache, que é fácil usar o audio-cache também.
A gente faz, mas faz um pouco menos, mas também é um canal super interessante, mas acho que voltando pro YouTube, acho que é muito sobre a tensão.
Eu acho que o YouTube é um canal que tem um unfair adventer de atenção, né? Então, às vezes quando você está ali, se ela vem num rio, você está meio zumbi ali, né, fica ali no piloto automático, vem do rio, sem massa, né?
O rio, o TikTok, ou qualquer um desses conteúdos de vídeos curtos, né? Até o próprio YouTube tem os shorts que acho que a lógica é bem parecida. Mas do outro lado, YouTube, vídeo longo, é a tensão, né?
Acho que um dos formatos de redes sociais que mais consegue a tensão de quem está assistindo, e acho que essa tensão, né?
O YouTube não sabe, marketing é a tensão, quando você consegue prender a pessoa por um determinado tema. E aí acho que por isso, o YouTube é um canal valioso, porque é um canal que consegue prender a tensão das pessoas por mais de cinco segundos.
Você falou muito ali, tipo, assim, uma das dificuldades, fazer influenciadores, é escolher o influenciador que fala de verdade com a sua audiência, porque se você pegar um SBBB qualquer que tem milhões de seguidores, não sei se ele fala com as pessoas que compram seu produto. Como você faz isso? Porque eu já vi a Insider em lugares aleatórios.
Tipo, eu vi um Ed da Insider no BTC Cash, tá ligado? Do aracá, aqui, não sei. Cara, um podcast tem 150 views por 200 views. Mas é muito específico, e eu falei, caralho, velho.
A Insider tem todo lugar. Da onde vem essa lógica, e eu sei conversando com você, que você se preocupa muito, a minha audiência precisa, ela, sei lá, consuma e tal, eu preciso estar falando com ela nesse momento, eu não posso deixar de falar com esses caras nesse período, o que eu vou fazer, é onde como eu vou conseguir capturar a tensão do meu ICP, em um período X.
Então, eu imagino que você tem uma caresa muito grande do que é o seu ICP, mas como você chegou lá para saber que não é, de fato, esse crieto fala com esse CP.
Eu vou contar um hack pessoal meu aqui, que não é replicável, mas é um fanfetch engraçado. No início, a gente fechava os youtubers que eu gostava de assistir.
E não é por tipo, vai dar de mim, ou eu queria, tipo, conteúdos que eu gosto, a Insider está presente com conteúdos que eu gosto. Então, acho que até pegar, tipo, tenes é um esporte que eu jogo desde os 11 anos, e que, tipo, amo de passar o meu esporte número 1, joguei tens em todos os níveis até o nível profissional.
E a Insider só foi entrar no tens, agora nos últimos dois anos, antes disso, a gente não fazia quase nada com tens. A gente só patrocinava o Pedro Sakamoto, que é um super amigo meu, profissional.
É, está entre os dez primeiros do Brasil há muito tempo, e isso, acho que tem muito de eu estar próximo dele, mas acho que o ponto é para dizer que a gente investia nesses influenciadores que eu gostava, porque eu entendi que o meu público, o público da Insider, tinha um perfil de consumo de conteúdo parecido com meu.
Então, se esse público tem uma renda parecida comigo, consome conteúdos parecidos com meu, porque não patrocinava, tipo, a Proxy, a facilidade, vão patrocinar os conteúdos que eu gosto, muito provavelmente, e também são os conteúdos que a nossa audiência gosta.
E aí, falando nisso, quando a gente era pequeno, né, um dia isso é niixada. Isso foi dando muito certo, porque, de fato, se provou verdade.
E aí, a lógica era, tipo, eu era a pessoa que decidia e vetava se algum conteúdo era aprovado ou não, se a gente ia contratar o influenciador novo ou não.
E isso deu muito certo ao longo do tempo, então, acho que, e aí, resumindo, acho que tem uma persona clara, né?
Às vezes, você tem uma persona clara e se consegue fazer isso. No meu caso, acho que eu, por ser, a persona era muito mais fácil.
Então, foi um rec que a gente fez no início. Última pergunta aqui, batindo para o final, é. Beleza.
Contratei influenciadores, estou por rano, esse canal, que métricas que eu olho, de verdade nesse cara, do que eu estou contratando.
Entendendo que a atribuição é difícil, mas do que dá pra olhar, o que é importante olhar? É viu, você tem meta de viu também, porque, por exemplo,
eu falo, você pergunta, porque é sempre diferente do ensai, demais, só pra entender, por exemplo, eu vi que o pessoal da Simede na Copa tinha meta de viu.
Eles queriam bater, sei lá, x bilhões de vius. Essa era a meta dos caras, até porque eles entendiam que, no caso deles, eles têm como. Medificar quase nada, né, porque eles não controlam, o cellal te acontece em outros canais, então, tipo, assim, já que eu só posso. Medificar vius ou medificar viu. Então, eu queria entender você, se estou contratando um youtuber, ou qualquer outra rede, o que é o mínimo que você olha?
Perfeito. Até vale pegar esse caso da Simede, como exemplo, porque a Simede é uma marca que vem de produto pro Brasil zão.
Então, vem de até produto de uma galera com uma renda baixa, uma população com uma renda baixa, até uma renda alta, mas a renda alta não é o foco deles.
Eles precisam estar pro Brasil zão pra 100 milhões, 200 milhões de pessoas ali vendendo produto deles. Então, fazer topo de funil faz muito sentido.
Então, quanto mais uma marca é grande, mais você vê essa marca fazendo mídias massivas, né? Então, você pega uma unilever da vida, ela vai fazer conita, vai fazer Big Brother, vai fazer essas mídias massivas.
Então, quanto mais você está em nicho, você vai fazer mídias nichadas, né? Então, se você vende um produto B2B Enterprise pra um público de CX, você vai ter que fazer uma mídia muito mais específica nichada, né?
As estratégias de marketing B2B, às vezes a estratégia do cara é fazer jantar, às vezes a estratégia do cara é provei experiência, fazer camarote no Alliance Park, lá no Benque Park.
Então, acho que tudo isso pra voltar e dizer, né? Acho que quando você está acetando essa estratégia de mídia, seja influenciador, seja performance, você precisa saber muito bem qual que eu sou público, você é um público com mais renda ou menos renda.
E disso, você vai derivar todas as suas estratégias, então, acho que não tem um one-fit-sol, mas partindo da clareza dessa pessoa, da renda do público, você consegue ser mais massivo ou menos massivo.
Hoje em cider, a gente já tem produtos ultracompetitivos, então, nossa proposta é sempre trazer o produto com mais tecnologia, com maior diferencial de tecido do mercado, o preço mais acessível possível.
A gente nunca abre mão de qualidade, a gente nunca vai trabalhar com os produtos comodos de entrada, a gente sempre vai trabalhar com os tecidos melhores do mundo, mas trazer isso é um ponto com petitivo.
Então, a gente cada vez mais consegue acessar esses públicos mais amplos. E aí, nisso, a gente também tem uma. E aí, respondendo sua pergunta. Nisso, a gente também tem uma mensuração mais rápida e mais fácil que acimédio, por exemplo. Então, a gente consegue olhar o uso de cupom, a gente consegue olhar número de acessos no site, então, varia de físico, pra gente não é tão relevante.
Se a pessoa tem interessa, ela vai pro site. Então, a gente consegue também quantificar quantas pessoas têm para o site por conta de uma determinada mídia, a partir do momento que sua estratégia varia de físico, você não consegue quantificar isso também.
Então, do nosso lado, a gente vai medir, né, número de acessos no site, views também importante, então, tipo, é sempre um funil, né? Então, se o conteúdo não pega muito view, ele não vai fazer milagre, não vai performar bem.
Porque, vamos dizer, se 2%, 1% dos views de um vídeo vão clicar no seu anúncio e vão para o seu site, você precisa que esse vídeo alcance muitas pessoas. Então, desde views, ali, a qualidade do conteúdo, pra quantas pessoas vão para o site, e aí, pra o quanto que esse conteúdo vai converter dentro do site, o uso de cupom,
é quanto que o influenciador está exercendo de influência, né? Então, essas influências conseguem me entreificar através dessas métricas de sucesso.
E aí, eu acho que olhar pra uma única métrica é cego, olhar pra todas de forma superficial também é cego. Então, é, conseguir ponderar e colocar peso diferentes nessa jornada toda.
Então, você usa pra ajudar na tributição, é isso, né? Também, e também para ter um benefício para quem está assistindo para o consumidor, né? Então, o influenciador não está ali só, tipo, ganhando dinheiro, ele com a marca, ele está, também, dando um benefício para os clientes que é desconto no site, então, a gente entende que precisamos dar um benefício da pessoa, né?
consumir aquele conteúdo e é do outro lado, a gente como em cima.
a marketing insider é tipo quem está por dentro de um tema, então a gente gosta de trazer esses diversos insiders e oferecer conteúdo de qualidade para as pessoas, então, a gente entra em conteúdos que, de alguma forma, estão aportando valor na vida das pessoas, e aí elas se sentem gratificadas pelo conteúdo que a insider está proporcionando, então,
se não fosse um insider patrocinando um determinado influenciador, youtuber, podcast, provavelmente aquele conteúdo não seria viável, não seria possível ser gratuito.
Inclusive eu fui simando lá no insider awards, e era um evento que vocês fazem para premiar os influenciadores que vocês patrocinam, né, e era chocante, velho.
As pessoas subiam no palco e falavam, cara, agradecer muito a Insider, que foi a primeira marca que confiou no meu trabalho, tipo assim, a quantidade de primeiro anunciante que você foi de creators é impressionante, né, isso também deve dar um. Uma gratidão da parte dos caras de, tipo assim, caramba, de fato, né, você verbalizou muitas vezes que o cara. Entendendo que muitos criadores, às vezes são CLT, eles esperam ter uma certa renda para poder largar e ver a full-time,
você foi o impulsionador de muita gente, tipo assim, não, beleza, isso aqui é uma profissão foda, isso, né, isso deve dar uma vantagem também muito grande no futuro, com esses. Não que esse objetivo, mas acaba tendo, né, tipo assim, o cara vai. O primeiro que acredito em mim sempre vai ter uma negocia muito mais diferenciada do que do cara que chegou aí depois que eu já sou gigante.
É igual, eu vou colocar um comparativo mais parecido com, né, mais próximo do público brasileiro, que é clubista de bom. Qual o club vai gastar menos com os jogadores, o que tem a base muito forte, que consegue formar os jogadores,
o outro club que só vai comprar jogadores formados prontos e caros, né, então, acho que do nosso lado tem um investimento de dinheiro meio que entra as formas formando esses jogadores ou criadores,
mas que de alguma forma também pode ter um retorno bem positivo ao longo do tempo.
E não só olhando isso de forma egoísta, mas acho que a gente come insider precisa ter um papel protagonista também de desenvolver a profissão crater no Brasil, então, que a gente vem ganhando maturidade, mas ainda tem bastante pra evoluir.
Foi muito bom esse papo, espero que você, que esteja vindo aí, tenha gostado a proposta aqui que eu tinha desse conteúdo, era estrair um pouco como Yuri pensava.
Eu sei que a gente não entrou em várias coisas ultra interessantes, espero que você possa voltar pra gente poder falar mais de outros temas, como, por exemplo, coisas que eu gostaria de saber em algum momento, não nesse episódio,
que é a decisão de você tentar ir marketing place, entrando no mercado livre. Isso aí, que é uma guerra que eu sei que existe de muita gente assim, cara, você que já tem uma presença, um comer-se forte, porque que você vai dar ali seu cliente pro mercado livre ou pro outro marketing.
Isso vale a pena, não vale a pena. Vários outras coisas da operação que acabou andando tanto, mas acho que foi bom pra entender como Yuri pensa.
Se você chegou aqui até o fim, comenta banana, só pra eu saber que, quantos nossos ouvintes chegaram até o fim, deixe seu like, se inscreve no canal.
Comenta insider, né?
A gente vai falar insider, né, pois já é o papo.
A banana tem que ser, tipo, fora da casa. Mas dá isso a mensagem final. Cara, o prazer tá aqui hoje, papo muito bom, vamos fazer outros aí, né, por prazer meu voltar.
Eu acho que dá pra soltar um cupomzinho aí pra galera que assistiu também, acho que, né, cupou um roi, vamos mandar lá, cupou um roi tá liberado pra quem tivesse assistindo.
E que mais? Tá, mas tem que ser um cupom bom, pô? Não, cupom bom, mas vamos deixar surpresa, que eu não combinei com ninguém do marketing, porque eu sei que tem o cupom.
Mas vai ser melhor do que o da média, vou deixar essa promessa.
Que eu sei que tem o seu cupom, que é o melhor cupom de todos, porque eu não vou revelar aqui também pra não estourar o seu cupom, mas todo lugar que Yuri vai ele falar "Pô, tem o meu cupom aqui".
Só os amigos, eu só mando pros amigos, só. Então, quero que seja nesse nível aí pra galera do Roi. Mas vai ser ultra agressivo, vai ficar minha promessa aqui, de ser superior ao que a gente tem.
Então aí, se inscreve no canal e acho que esse vale também, se quiser cupom do Yuri, me segue ele na rede social, Yuri Guicheno, e segue em cider que você vai pegar e os melhores promos, fora o cupom do Roi que vai tá aí, não saça.
Aruba João Pedro nas redes sociais, valeu, um abraço.
[MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
A Insider cresceu rapidamente por pivots estratégicos, como sair do mercado de roupas de baixo para se expandir para máscaras antivirais durante a pandemia e para incluir segmentos femininos.
O investimento inicial foi limitado (50 mil reais), e a empresa dependeu de testes controlados, com foco em canais como podcasts e influenciadores de nicho.
A primeira grande conquista foi o podcast "Flow", que gerou forte engajamento durante a pandemia, quando todos estavam em casa e a concorrência era baixa.
O time inicial era pequeno e autogerenciado, com poucas pessoas e alta participação direta dos founders, o que permitiu testes rápidos e aprendizado contínuo.
A empresa adotou disciplina em equilibrar stock e marketing, evitando desequilíbrios que levam ao consumo excessivo de caixa.
Influenciadores são usados com base em métricas como tempo de visualização (what time), pois conteúdos com maior engajamento são mais eficazes emocional e racionalmente.
Hoje, a empresa tem um time especializado de tecnologia que desenvolve ferramentas internas para gestão de conteúdo, otimizando escala e eficiência.
A estratégia de crescimento é baseada em adaptação rápida, testes constantes e reação ágil ao mercado, evitando dependência de canais ou investimentos fixos.
Summary:
A Insider cresceu rapidamente devido a pivots estratégicos, como o surgimento do mercado de máscaras antivirais durante a pandemia e a expansão para segmentos femininos. Com um investimento inicial de apenas 50 mil reais, a empresa começou com um time pequeno e autogerenciado, realizando testes controlados em canais como podcasts e influenciadores. O sucesso do podcast "Flow" durante a pandemia foi decisivo, pois todo mundo estava em casa e o conteúdo teve alto alcance.
A empresa manteve uma disciplina forte entre a quantidade de estoque e o investimento em marketing, evitando desequilíbrios que geram prejuízos. Influenciadores são utilizados com foco em métricas de engajamento, especialmente no tempo de visualização, pois conteúdos que mantêm o público mais tempo geram maior impacto emocional. Hoje, a empresa conta com um time de tecnologia que desenvolve ferramentas internas para automação e otimização da produção de conteúdo, permitindo escalabilidade e eficiência.
A estratégia de crescimento é baseada em testes rápidos, adaptação ágil e reação contínua ao ambiente de mercado, o que permite manter a vantagem competitiva mesmo em um cenário de saturação de canais. Apesar do crescimento acelerado, a empresa mantém uma estrutura de alto controle, com foco em gestão de caixa, métricas e operações eficientes.
FAQs
A Insider cresceu rapidamente por meio de decisões estratégicas como o lançamento no Shark Tank, o pivoting para produtos de máscara durante a pandemia e a entrada em canais como podcasts. Esses momentos marcaram mudanças fundamentais que transformaram a marca de under shirt para uma atuação em roupas digitais e tecnológicas.
Os podcasts, especialmente o 'Flow', foram cruciais durante a pandemia, quando o público estava em casa e assistindo mais ao conteúdo. O canal apresentou alto engajamento e receita, com milhões de visualizações, e se tornou uma ferramenta de expansão de marca que foi ampliada com base em resultados concretos.
A empresa adota um modelo de orçamento aberto, deixando o budget fluir com base nos resultados reais de cada canal. Isso permite uma resposta rápida às mudanças de mercado e uma adaptação contínua, especialmente durante períodos de alta volatilidade, como a pandemia.
A Insider mantém 100% de capital próprio, o que garante maior disciplina na gestão de estoque e marketing. Isso permite um equilíbrio mais estável entre crescimento e sustentabilidade, evitando dependência de dívidas que podem comprometer a saúde financeira em momentos de crise.
As métricas mais importantes são o tempo de visualização (what time), engajamento e conversão de cupom. O que conta é o quanto o conteúdo mantém o público atento, pois é nesse momento que a conexão emocional é estabelecida e o resultado comercial é gerado.
A empresa prioriza testes pequenos e bem definidos, com acompanhamento constante do desempenho. Além disso, utiliza ferramentas de automação e controle de conteúdo internas para garantir qualidade, entrega e alinhamento com a proposta de valor da marca.
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