[Música] Somos feitos de tanta coisa ao mesmo tempo. Refeções longas, pratos da dialbalcão. Das receitas aconsegentes da avó aos restaurantes da moda. Somos como o homem que comia tudo de tradição e osadia, de sabores intensos e texturas ligadas, fãs da tradição e os ades na reenvenção. Porque há uma português a não se explica. Sempre. Sags. Somos nós. Então, uma lá a todos chegou o grande momento ao programa "Sem" do homem que comia tudo. Hoje com a presença de um homem que estuma estar sempre aqui neste estudo mas, Caladinho, o João Luis Amurim, que é o sonoplasto do programa e também autor do genérico. E que também é um homem que comia tudo, na verdade, com quem que é o quase tudo. Com quem eu tenho aqui, frequentemente, conversas sobre comida. Hoje essa conversa com ele vai estar toda em on. E ele vai ser, digamos assim, o meu interlocutor neste sérido. Muitas perguntas não é assim? É verdade, eu vou perguntar a todos, tenho que dizer, pelo menos, as pessoas primeiro, o que consiste este programa. Exatamente. O desafio foi lançado na minha conta de Instagram e que era. Voces fazerem perguntas que achavam que. Estavam que eu respondesse aqui. Todo tipo de perguntas relacionadas com gastronomia. E muito rapidamente, chegamos a umas quantas dezenas de perguntas se preventora de maziadas. Mas, sim, mas praticamente, sim. Vamos tentar. Vamos tentar, não. Vamos responder a todas elas. Não vou dizer quem fez que é pergureu, que é pergunte, porque, na verdade, não me pergunta as pessoas, não dariam autorização para isso. Mas, sim, todas elas vão ser respondidas da alguma maneira. E é isso? É isso. Vamos, vamos, vamos, é isso, né? Vamos a isso. Então, nós dividimos isto mais ou menos por cataguarias. Mas vamos fazer isto assim de forma corrigida e de forma descontraída, digamos. Vamos começar, estás pronto? Por onde é isso? Muito bem. Então, qual é o prato português que achas que está mais sobrevalurizado? Vou dizer bacalhão-corratas. As pessoas gostam de maziadas de bacalhão-corratas. E eu diria que 99% dos bacalhão-corratas que eu comi e não me estou referido só aos bacalhão-corratas, de catring, casamentos e affins, mesmo bacalhão-corratas. E é difícil fazer bacalhão-corratas. É bacalhão-corrão-corrata. É bacalhão-corrata. É bacalhão-corrata. É bacalhão-corrata. É de restaurantes, não sei. Não são, não são incríveis, normalmente, e uma das razões, porque não são incríveis, é porque no meio daquela espécie, muitas vezes, é uma espécie mesmo de a Chamel. Sim. Se pode esconder coisas que parecem bacalhão-corratas, mas não são, minha da minha de ratatas. Sim, exatamente. Mas bacalhão-corratas normalmente tem muito maior de ratos do bacalhão. Sim. Eu diria que a uma cheção é o bacalhão-corratas, claro, datialista em fatima, muito bem, um velho conhecido. E realmente é extraordinário. Tanto, acho que é uma coisa que se deve comer uma vez na vida, é o bacalhão-corratas da sua paginação a fatima, para comer o bacalhão-corratas. Sim, já lá não voa muito tempo, espero que continuo. E acho que continua. Muito bem. Fica aqui a dica. Vão ver muitas dicas, e as a estas de retorantes. Se tivesse escolher apenas uma região de Portugal para comer durante o resto da tua vida, qual seria? Então, como eu gosto muito da variedade e pensar nisso? E as outras regiões que me perdou em que eu gostei desse das outras regiões também, eu ia escolher uma região malamada pela sua gastronomia mal conhecida, diria também, mas que é o algar. Não só porque é um profetor do site onde se agralha mais peixe, onde tem mais experiência a trabalhar o peixe, mas também porque nos dias em que tivermos fartos de peixe há uma solução, que é ir virar nos passers e comer aquela cozinha de taxa, de algar via que é bastante desconhecida, desde a linha congraão, outros pratos com o porco que estou me portanto a pensar, por exemplo, na tradição que há mesmo de enchidos na Serra de Monchique, da produção de porco boa que ela é. E é isso. Estamos também um bocadinho do letral de no algar via, estamos um bocadinho por dentro também, e o bicanané é ex títico. E sabe se depois também acho que é o seguinte, eu cada vez gosto de comer das mais frescas, não sei bem definir, e quando eu pensei algar muitas vezes, pense nisso, ainda há uma cultura de trânica, diretamente tomar para agregar. Não só, a mesma chaladinha de eles, um lá de cítrico muito usual em certos restaurantes, em certas casas. Que eu gosto bastante. Muito bem, algaro. Malgaro. Nenhe aqui várias perguntas para fazer sobre isso, mas vamos avançar. A boa resposta da gente, acho que estava a espéira de uma região assim mais norte, que ele era. Sim, ela entende. Às vezes, traz muitas gostimentos de todas elas, não é verdade? Acho que faz os bem-aí fazer aqui uma referência, ou algar, porque o algaro não é só aqueles restaurantes, com menos em inglês. Há muito mais para descobrir uma algaro em uma região bastante rica. Muito bem. E passando do algaro para o resto do país, que a tradição grega esturnômica, português, acar o risco de desaparecer nas próximas décadas. Da tua opinião, claro. É, afirgimento, e muitas escorreles que desaparecer numa geração, provavelmente, apenas. É uma questão da situação, porque as pessoas que escoriam morrem, e porque as pessoas que deveriam ter o de ver, de fixar aquilo que elas fizeram e fazem, não compre esse de ver, nem promovem que esse reseituário seja mantido, fixado, para gerações futuras em reseituário, em livro, em seta editumentaria, e foi, estamos nos barribando para isso, e é uma pena, daqui a uns tempos, vamos ser, vamos, provavelmente, a estalidade disso. Essas coisas aconteceram em muitas áreas de gastrofemia português, nós há uma da altura que achamos que certas coisas saem de moda, esquecemos-as, e depois quando queremos recuperar, já é tarde. Mas pronto. Eu diria que, por exemplo, as alheiras tradicionais, uma coisa que feita na casa das pessoas, correu riscos, correu, que são, para mim, as únicas alheiras comestíveis, eu acho que, tem bem que dizer. Acho que podem desaparecer muito em breve, mas há outras coisas a chegar. Eu acho que penso que o bacalhau, demulhado, fresco, é que as pessoas demolham, o senhor do Acácio também vai desaparecer muito em breve, mas cada vez menos gente vai comprar o bacalhau checo e a demorar em casa, mas o bacalhau se carpe o caro, mas o jado-melhado, o ultraconjulado está ainda mais caro. É verdade. É isso, certo. Não. No outro dia, eu acho que não pegue. No bacalhauzinho não está para o herto. Não está para o herto? Não. De plástico normal? Não, não. Não, ficou lá porque é o nixitio. E espaço. E ficou bom? É, eu acho que sim. Sim. É obviamente que é preciso saber demorar. É, não. Isso é outro. Tem que ser uma coranica a falar sobre isso também, o mecânico sobre a sabada, malha de bacalhau, mas acho que sim. Não é. Não é provavelmente uma coisa de uma zé de complexão, mas também é uma coisa que. Estamos por dentro da tempo, só por ali há água, temos que dar uma corinha da tensão. É isso, é uma corinha da tensão. E tem um que dentro de paz que ela é no frigorífico, não é isso que ela é a melhor sítio? O melhor sítio é no frigorífico, sobretudo no vovrão. É legal para a declara de baixas, vídeos, futebol. É mais clírus, sabe-se que ele é um bom bacalhau, bem, mas isso tem uma pergunta que. O esterão problema interessa. Na verdade, eu acho que sim, o ira é também se calhar a crençantar as alheiras, que é o pão, um pão tradicional, se calhar. Ah, muitas padrinhas tradicionais e fências não é, mas eu acho que. Sim, ou seja, temos bom pão de massa mãe, o chamado Country Love, que é o manhã. A importação, diria, os Estados Unidos, de uma padria tradiciona, de uma padria que é tartínica, que se tornou muito famosa. De São Francisco, inicialmente, e depois, esse pão, digamos que vai para a Europa, para as grandes capitais europeais, uma receita, digamos assim, e essa receita também tá nas padrinhas féssicas, que são mais féssicas. E acho que vai, de Lisboa e do Porto, e não só, mas, mas, sobretudo aí, e esse pão é bom, é bom, é bom, é bom, receita. Mas depois. o padre Mario Rlando, que eu já aqui falei também, é alertado muito para isso. Há uma série de pais tradicionales portugueses que vamos aparecer. - Sim. - E há uma pena, não é? Qualquer dia não estamos em uma boa carcaça. - Sim. - Sim, eu acho que vocês vão dizer, mas a carcaça, o papo chega a um ponto tradicional, por ver. - Sim. - Acho que sim, porque não a pessoa é uma tristeza imensa, não pessoa abrir uma carcaça e não tem nada lá dentro, não é? Não é? Não é tão dino por outra que os estados de prata game tem combustível. - Sim, mas eu tenho saudades daquela de umas carcaças que se encontrava muito. A Inésbua, feita em Forno Lánea. É para ir aqui que ela está aquilo comido do manhã até às vezes do manhã com manteiga. - Omeno para fazer sãs, não é? - Sim, só fazer sãs é muito bom, tiras um bocado do meu e da forma de uma tora incrível. Mas há muitos outros pais. - Sim. - Eu acho que vamos falar disso mais à frente, por causa do Palomínio de Chá. - Exatamente, muito bem. Isso só ressaltar que tem também uma cor nica sobre a parte da receita do receito do ar e português que não existe praticamente. E, acho que é sempre um mundo de ressaltar. Nós vamos perdendo muitas capitalizações, sempre foi muito oral, não é? - Eu acho que negra este tournament em um bocadinho de tudo numa treta de sãs de português. Vamos despreender as coisas, porque elas não são escritas, não são documentadas. E nós não fazemos nada desse trabalho. - E às vezes, até são estudadas nas universidades, mas não saem cá para fora. - É, é perno. - É, desfico nas gavetas. - Fica aqui o apel, mas acho que temos que ter uma boa ideia para explorarmos no futuro. É fazer um receito da português, atualizar-se de calhar da receitas. Falando em pão, vamos falar sobre o couverto. Quem inventou o couverto, que é o pãozinho que nos oferecem às aitonas, o badeçardinho e o etúm, que a gente gosta mais de que um prato, não é? Quem inventou? - Então, manda-me pesquisar sobre o assunto, pois vamos fazer esta pergunta. E o aparentemente o couverto é o próprio palavra francesa, né, justamente. - Traa na chida e a palavra significa a amizenação, não é? Ou seja, o que é que se põe em cima da mesa para quando se vai ter uma refeição? E, portanto, para lá em dos estalheres, da louça, quando nasceram os escutorantes, da seguir a revolução francesa, a inferança. - Põe-nos também, pois para expusir, e nem picar, enquanto tigamos os pratos principais, não estava um prontos. E, porém, o palavra foi exportado por resto do mundo. - Um bom couverto pode salvar um restaurante, de aí ser seu apretido. - Pode salvar o restaurante. - Imagina, por exemplo, um bom pão, um bom pão pode fazer um restaurante. Eu lembro do restaurante prado, aqui em Lisboa, que ficou conhecido por ser dos primais restaurantes desta nova vaga de Neo-Bistroes, digamos, acima, já grande, com alguma dimensão. Ficou conhecido por tratar muito bem o pão. E tratamos bem o pão, e dar-lhe uma tocha, mesmo o pão sendo fresco. - E depois ter uma boa montaiga, e eu também, uma banha de porco, temperada, com pimentão. - Envulgar, no momento, não quero encontrar a minha frente, bem, para levantar o pão. - Depois, os restaurantes começaram a fazer isso, mas havia pratos no prado, que eu gostava muito, havia outros que eu não gostava menos, mas aquela ideia de que o pão não estirou em esse emprego alho e é sempre incrível. - Voltamos sempre opalos, não é? - Voltamos sempre opalos, acho que é um tópico que nunca vai sair. Muito bem, com as outras presos e as margens absurdas no vinho dos restaurantes, quando eu consegui conhecer isso as novas gerações de consumidores, nos próprios produtores, o vinho está mas ia adcaro nos restaurantes, também que a fora também está como se aficar, mas que o dinho mais caro. - Mas o restaurante estava bastante encado, uma forma geral. - O ponto de hoje em dia, no outro dia, foi um restaurante, um restaurante de chefe, não era um fide-dining, não era. - Isso lá, por enquanto fica dará pelos 50, 60 euros. - E fica surpreendido por ter um vinho a 25 euros? - Mais surpreendido. - Que se está uma hora para o parte de suas textas, que se necessitará ouvir já, estará. - Não, mas sabe alguma coisa, é muito desses restaurantes novos, eu já não encontro vinhos a menos 35 euros. - Serto, o mini. - A garrafa. - A garrafa, é isso. - E mesmo vinha copo também, se está a ficar também. - Então mesmo vinha copo, oito euros, é muito comum. - Mas não mais. - Qual é a consequência de isso para as novas gerações? - Mas as várias verias é que se bebe. - Em sentimentos. - Muito bem vinhos, o restaurante surgiu em dia. Os restaurantes percebem isso e começam a ter que buscar as margens a outras coisas. E vemos que devemos ver mais, por exemplo, os restaurantes se engarrafarem a sua própria água. - Que é uma enorme introduzir isso. - Exatamente, eu já entrei. - Exatamente, e tive que ver se para falar sobre isso. - É, gente tem uma água das pedras, passa publicidade, que é uma água boa, certo, água com uma possibilidade de arroar. - E muitas vezes os empregados fizem esse de parvro e vão para trás e traz uma carrafinha com logo muito estilizado, muito bonito. - Sim. - Do água. - Na moga, não é verdade. - Sim. - O água filtrada aqui. Tudo bem com água filtrada, porque eu acho que o água torneira sempre, bom, nós temos num cítio com uma água, acho que é algum Portugal. - Não desgosta água de limpo, mas não é mesmo coisa, não é? - É um cadinho, vamos me cadinho, vamos me cadinho a engano. Quero uma água, então está da espera de uma água engerrafada, não é uma boa água. - Sim, também não capa que é um sonobe das águas, atenção, mas sim. - A ideia de que uma água com gás engerrafada, que se foi ilestinado gás carbonico, - no sistema. - Mesmo filtrada, sem encadência. - O parcílio que seja a água das pelas não faz sentido. - E depois cobram as supeiras. - Mais. - Exato, sim. - É uma água que sai do tronho, mas é filtrada ao saio da tronharia adicionada da gás, acho que sim. Portanto, por um tempo, como couver, é que falamos hábocado alguns cítios, emflaciu-no, me cadinho, couver, mas, mais pronto. Acho que sim, vamos ver bem de menos bem, isso quer bem de menos bem de menos bem de em casa, mas tem uma coisa só curiosa, só que uma parte parece que nas refeções, isto é uma tradição muito produguesa, a nossa coisa que somos obrigados a ver algum tipo de pedaulcoólica, não é? Estamos num escarcois, ou assim, um vinho de depressão, ou uma cerveja, uma bifana, cerveja, nunca ela está a água das pedas nasças águas-boas. Um moc-tail, por exemplo, um coctello de fulmante, por exemplo, não temos muito essa coisa enresada, não ao qualico? Não temos, mas eu coco caracolhas de nome, que eu tinha direto. - Mas não estou dizendo. - Não estou dizendo. - É, não estou dizendo. Mas sim, tem que ter essa razão, somos muito bem guardistas na comida. E depois de na vida, somos muito conservadores. O vinho é quase obrigatório numa refeição, vai andar em presença. - Sim. - Não tem vinho. O que por um lado faz sentido, porque o vinho é muito. - Muito reflexível. - É um sentido que se adapta a diferentes sabores e há sempre várias possibilidades para diferentes pratos. E vai alterando o sabor ao longo do tempo, quando faz bem, não é, dependendo da temperatura. Isso vai alterando ligeiramente com aquilo que comamos, também tem essa. - Sim, e apesar de ter um equilíbrio entre quantidade de volume da álcool e quantidade de líquido que depois nos tomam, que faz algum sérido. Mas, de tu isto. - É o que tu adizo. Eu acho que escrevi isso aqui há tempos. Um dos grandes pérrings que eu tive em 2025. Foi um pérrimo. Mocatais, não é? No restaurante Michelin, no caso em Buenos Aires, e foi absolutamente genial. - Quer dizer, muito bem, muito genial. Um dos grandes chefes mundiais do restaurante Tiverco e Madrid, tem um menu só líquido. E isto é absolutamente. Pode ser absolutamente transformador e relacionário. Eu gostava muito lá ir, experimentar, mas parece que não é fácil. Só o pérrimo costa 400 e. - Não, não. - Não está fácil, mas. - Acho que sim. Muito bem. Vamos, então, avançá-se. A gente fica aqui a beber e a quem ir o couverte, e não passámos paímenta principal, o próprio ato principal. Qual é o alimento?
mais típicamente português. -Vou dizer. de tudo? -Vou dizer. o bacalhau salgado, Cica, é o bacalhau salgado, encontramos em outros partes do mundo, o bacalhau seco também encontramos em outros partes do mundo, desde itália, Norwegg, creíbas. ou seja, não é uma coisa. mesmo em países africanos que seca o bacalhau. Não é uma coisa exclusivamente português, mas eu diria que o bacalhau salgado seco como nós fazemos, ou como nós cobenemos em Portugal é algo que eu nunca vi em espanhas e portanto é de facto algo especial. -Sim, já necessita. É uma coisa que eu tenho saudades quando estou fora do país, é um semacadão. -Essa é certamente uma das coisas. A outra dos produtos que eu nunca vi com a qualidade que temos em Portugal são as charlinhas. -Pelíneas. Temmos outros países que eu encontro com qualidade no outro zonas, no outro mais, digamos assim, com o equilíbrio de gordura e sabor que é aqui em Portugal. -E isso. Vou falar também outra vez da alheira tradicional, que é um enchido magnífico de todo mundo, acho isso, mas a lheira nunca vi nada para a cidade. -Não obrigatoriamente caça, mas é um misto de pão com um alho, com carnes, eu gosto de dizer com mais do que uma carne, com textura também. E depois a pele, quando é bem agregada, e quando a tripe é boa, ela fica crocante, acho que é o genial. -Muito bem. -Ai, deixa-me dizer, também abroa. -Abrou. -Abrou. -Tamos borou-nos, principalmente, no norte. -Abrou. -Abrou. Acho que é um pão, o Mario Rlando já falei aqui, e ele diz isso muito vezes, é um pão que não se encontra lá. -Falos, falos, abroa. Eu gosto de ser muito da abroa da vinte, acho que é muito difícil de encontrar, só se encontra no norte, muito especificamente que é um pão que é muito pesado, que é o otemic, sabe? -Premora, vioso, sim, sim. -Mas não apenas abroa da vinte, é aquela abroa de milho barancos. -Sem de pão, abroa de milho, sim. -Se encontrava mais um equicamento nas beiras e no mim, continuo a encontrar-se. Mas hoje em dia, como muitas vezes, com muita mistura de trio, às vezes com a mistura de trio. -E que estão com a mente, não está o nosso gastronomia de mesma típica, continuo sempre no interior, que é cada vez mais isolada e lasta com o risco de desaparecer. Mas vamos afançante misturar carne e peixe no mesmo para te devia dar multa, ou não? -Não, nada disso. Eu não sei se fomos nós que levamos essa tradição pra asi, mas se foi há-se que nos deu essa tradição. Mas nós temos um prato que é muito icônico, que tem que ser tradicional, português, lá fora, os sranjais e os turistas em geral, normalmente gostam bastante que a carne por calentiana, como mais os? -Exatamente. -As agressuras não é bem um peixe. -Em verdade, não é bem um peixe, é uma desmissão. É um fuso do mar, eu acho que a ideia é um bocado o surf and turf. -Exatamente. -E não vai se problema em um início ou os chinês, por exemplo, fazem muitos dampens dos raviolis chinês, que misturam carne porco com cameral e é magnífico. Não, há muitos exemplos da gastronolímpica mundialem que se mistura carne e frutas. -Exatamente. -Evou. Mas não é uma agrilhada mesa de carne e peixe, se calhar, porque não, primeiro um peixe e depois de uma carne. -Se calhar. -Não sei. Eu não sei. Eu estava pensando mais em molúsicos, que elas são aquelas portadas de lula com bacon. -Porque não. -Som bom bacon, não? -Ela já achou isso. -Não é bom, eu acho assim. Eu vou dizer que é uma coisa que é que isso carar os puristas também não vão gostar, mas um cringo bacon num arroz de cumpulto. -Pois é. -Oi, sim. -Oi, sim. -Oi, sim. -Oi, sim. -Oi, é. -Oi, sim. -Oi, é. -A certos refogados que puxou, puxou, puxou, puxou, um bocadinho ali no bacon que fica bom. -Oi, sim. -Ela é aquela gordura de carne. -É uma obra para quem gosta. Muito bem. Como é que vamos evitar a economia paralela na restoração? -Pô, pois não sei. -Eu apropontamos que de incomplexas. -Vamos ver se evitar a economia paralela na restoração quando se evitar a economia paralela nas outras sete outros. -Nos outros, todos. -E Portugal, como sabemos, é enorme. -Claro. -Tá faz de fora. -Claro, né? -Parte porque. -E às vezes também é o Estado. Quer que animalizar o trabalho das pessoas, né? -Sim. -Mas nós só, nós temos uma prepenção também. Nós estamos com a coisa autêpica, muito portuguesa para até estarmos fazendo a etama tudo assim bocadinha. -Paste-te a mesa. -Baste-te a mesa, né? -Sim, temos sempre uma justificação para fazermos bastante. -Sim, mas quando são os outros, não é o espelhito que você faz. -Pare, claro. -Elze que tomou. -Mas tudo bem. Muito bem. Dímos recuperar do segredo, para te partilhar os pontos títios, deixar com os espaços do seu grupo contigo indiferente, só os exercitos de fúdios, um Instagram, onde é que podemos traçar a linha. Isso está uma questão também muito complexa, mas. -Eu acho que não, esteja. Se você teve essa equilhência, eu estava a falar contra a minha própria profissão. -O que me fundei a divulgar coisas boas que as pessoas, onde as pessoas podem ter prazer a mesa, e, portanto, não acho que se faça sentido. E muito menos os lugares dos subúrbios, porque esses, muitas vezes ou da maior parte, são os lugares que, digamos, as agências de comunicação, não vão e não comunicar, não é por não esses florentos, não têm dinheiro para pagar a comunicação. E muitas vezes ficam fora, digamos, assim, do circuito, do circuito mediático, a coisa da isso. E por isso, eu não diria que um exercito de fúdios, eu acho que há alguns fúdios perspicados, livros que vão em estes cítios, gostam. E se estes cítios merecem, não vejo que se for praticado. -Comordo. Não há uma questão da que. -Viega. -Que agora. Flaçando muitas vezes do cantinho da menschuela, por exemplo, e continuando a entender. -E um bom exemplo. -E um bom exemplo. -E não se faz treinar agora, não sei, tio Hipster, um dia para outros. -Vais para o nome de. O que estávamos, era que a família do Flaizardi da Dusco, que são casalco, que são do dos proprietários daquele cítio, tivessem a cliente dela que merecem, pelo trabalho que merecem, e uma vida mais confortável do que a cliente. -E bem, bem merecem. E se isso passar por falar neles, ó, o último, porque na verdade eu não estou a fazer uma favora a eles. E eu sei que não estou a fazer uma favora a nós, eu estou a coca-cola. -O extraordinário é comida que servem pelo preço que servem. -E se é bom. E se é bom, uma boa dica para quem está aí. -E se quer uma bocadinha atrás, não é? A gente mantia tudo muito insagredo, não é? -També não faz com coisas avanças, e não é preciso conhecer as coisas. Estamos de saber estes cantinhos, estes cítios também, não é só o restaurante que vai, que tem em lástea, como tu disse, esta comunicação toda para se divulgar estes cítios também, porque são nesses, são cítios também que precisam, precisam de nós, não é? -Podem crescer, podem não crescer, podem continuaris até mesmo, mas acho que cada vez mais, com essa questão toda da gentilificação de Lisboio, acho que cada vez mais estes cítios merecem o nosso poeite, merecem o nosso amor, e o nosso amor, que também nos dão amor a nós. -E o nosso dinheiro também. -E o nosso dinheiro, exatamente, muito bem. Vamos então aqui falar-se um bocadinho de tascas, já falamos algum bocadito, mas vamos aprofundar um bocadinho mais. Concordas que já sou aí possível comer-se, se esforçaremmente, apreço indigamente nesta tascas, na tasca do atual é de papel, não é? Na tasca do senhor conhecido pelo nome. -Bah, bem, bem, sobretudo ele esboa, vai sendo que cada vez mais difícil comer o barato em tascas e para ti bem, porque a tasca também é o parte de tascas como de semão, atenção, né? -E não é por ter em uma dose enorme de batatas fritas olheosas, e uma travessa de nox, que são maravilhosos, eu gosto de. -Sim, com essas de nox, mas não é por ter em uma enorme travessa de batatas fritas olheosas que se passam a sfera, se te os recomendava as tascas boas, né? -Nagamos assim, na minha perspectiva, né? Então é de facto muito difícil encontrar em Lisboa, tascas boas e empresas sentigamente. também não podemos querer para a gente.
antiguamente, por não se estamos antiguamente, estamos hoje, e hoje os preços dos alimentos, de um retalho são caros, são caros, são caros, e portanto não podemos continuar a pensar que é possível comer por menos de 10 euros bem com uma quantidade proteína razocavava. Não é difícil, mas eu diria que é daí procurar restaurantes, diz familiar, restaurantes que eventualmente tenham uma lógica de um menu curto, do menu sasonal, em que as vão procura dos ingredientes de época que estão mais barados, numa lógica de muitas vezes até de quase demônio ao produto, e isso permite reentabilizar os protestos de produção, o número de pessoas na cozinha e portanto terá de ter preços mais barados. - Cararam-me quem por aí? - Exatamente, também, concordo, mas acho que a tua olha de papel, acho que é um bom dos bons exemplos, pois por que o lavado toalha este pano? - É caro, gostei, gostei, ou o problema é que os outros restaurantes com pretensões também já não têm a tua olha este pano, e isso é uma pena por alguns deles deviam ter. Eu fui um restaurant de tá pouco tempo, no porto, que eu gosto muito. Mas, fiquei com pena, porque é um restaurante claramente, onde eu queria ter um ambiente mais excelencioso, mais tranquilo. Não é um ambiente de fazidário, mas ele sabe-se assim, uma coisa mais clássica, sem ser formal, e faltou mais essa tua olha de pano. Faltou uma linha, sabe, esse conforto, mas um conforto elegante. Às vezes encontramos esses restaurantes, em Espanha também encontramos esses restaurantes, mas no norte, o país, o porto, também às vezes encontramos esses restaurantes, agora eu casei disso, e eu gosto muito. - Avançamos. - Muito bem. - Para. - Make a tua olha, acho, de pano great again. - Muito bem. - Muito bem. Qual é que será o futuro então das taxas clássicas? - Bom, evoluir, vou passar para a tua olha de pano. - Eu acho que vai ser. - Vai ser as taxas muderdas, espérgidas, perguiu. - Eles chamaram das neotáscas, não é? - As chamadas neotáscas, não é? Ou seja, os chefes ou os cozinheiros que estão a olhar para cozinhar, as avós faziam, estão a fazer pequenas alterações, onde é, normalmente, para mim, é frontal do que é português e o que não é português. É quando o sabor essencial do prato, se mantém lá. - Exato. - Um exemplo disso desse trabalho, que eu acho que está a ser muito bem feito, é o que se faz no velho rico, que é um caso de sucesso em Lisboa extraordinário, e um restaurante. - Mas bem sucedido de Lisboa, é uma lista interminável de reservas, porque, num momento em que Lisboa estava a gentrificar e enxer de turistas e em que a economia dos torrentes estava toda pensada para servir turistas, eles mantiveram a música portuguesa, os sabores portugueses, mesmo correndo riscos, o nome portugueso do próprio autorán. - É. - O que é o que é o profeito? - E foi o risco que deu o profeito. - E sobre todo, é isso, que são os grandes clientes do velho horizonte hoje em dia. - Exato, é, conseguimos ir lá com medo, não é? - Conseguimos ir lá com medo, mas temos que o tardão não lhe esperar. - Essa é a questão. Vamos esperar. Mas, portanto, eu acho que o caminho pode ser esse. - Muito bem. E falando, então, em táscas e comida típica, o NX como bem, comida típica, em Lisboa sem ser roubada, acho que é falar dos mecânicos sobre isso, mas tem uma resposta para isso. - Não sei, é difícil. A minha primeira resposta é onde se com a melhor comida típica portuguesa é fora de Lisboa. - Ora de Lisboa sempre. - Não, não. Vergando de dúvidas sobre isso. Não sei, há bonsítios de comida portuguesa em Lisboa. Eu diria que a minha parte deles já foram melhores, mas, se lá, o Dom Fejão, quando ele não há ser um sítio de confiança e consistente, mas há outro, mas, na verdade, onde eu com melhor comida típica portuguesa é fora de Lisboa. Não tenho qualquer dúvida. - Ah, em Lisboa. - Em Lisboa tá se a gente faz mais ser Lisboa. - Mexica, também acho que sim. E falar assim, em Lisboa, eu coloquei a melhor tásca portuguesa. O proteláista há várias, mas um monte eu regresso, quantemente. E agora há pouco tempo estivolar, porque acho que ela tem muito esse periodo de tásca. Mas tem comida boa e tem empresas relçuais. É a casa espresta, no porto, no porto. Eu falei várias vezes sobre ela, porque parece realmente extraordinário. E ainda se consiga comer salada de fígado, bacalhão alberlado, sãs de regiões, cabrita sado, por por esses que as pessoas de 30 anos conseguem pagar. E nós eu vou muito rostorando. E cada vez mais ou menos pessoas de 30 anos nos rostorantes. Eu acho que isso tem a ver com a capacidade de. - Com salário, que as pessoas têm, não é? - É cada vez mais ou menos. - É mais difícil. E na casa espresta, tem uma vibração, tem uma animação e tem animação por tão há pessoas. Não é só velhos, de cabelos brancos, não é? - Isso é a nova vida. - É uma nova vida e de lobotamento. Conseguirem manter os preços acíveis para pessoas com comerça. - É verdade. - É verdade. - Muito bem. Continuando na cena ainda aqui dos melhores, qual é a melhor forma de pesquisar bons rostorantes? No sitio, vamos visitar. Qual é que é? Vamos ver o game. Michelin, Google, Slow Fuzz, do Fork. Não é essas aplicações de tripadvisor, qual é a melhor? Vamos ver. - Vamos ver. - A forma. Já de CPT por regra. Não te séste, mas eu digo por regra é mal. Já fiz esse exercício e já falamos sobre isso aqui. Deu coisas bastante estranhas, outras mais ou menos acertadas, outras. Mas eu diria que é meio aparte bastante estranhas. - Estas rostorantes que já fecharam, coisas completamente todas. - Eu não. - Cruzo informação. - Acho que sim. - Eu que me. - Mas eu diria que a ferramenta que os mais são as reviews do Google Maps. - A partir do número de reviews, a partir de 300 reviews, 400 reviews. - É fiável, sim. - Sim. - Beça-se adefeável. - Mendes que isso é devidooso. - É. - A história de consenhe que estrelas é muito devidooso. - Não, não sei que estrelas nem sequer me lembro. - Não. - Não. - Não. - Um chute de vez em Google e no meu zona, o link é legésimo. - A história de suche e o ramano tem muito pôs de reviews, é muito estranho se for esladar. - Sim. - Depois do número certo, ou seja, a partir de que número é que você começa a pensar, olha, esse é um restaurante para ir, isso veria um pouco do tipo de restaurante. - Sim. - Imagina. - Eu tenho esta ideia que, por exemplo, estas casas, ou seja, os títios que não pressam grande atenção à educação, normalmente, se começam a um patamar mais baixo, eu diria que pode haver boas táscas com 4.3, mas é difícil haver bons restaurantes mais ambiciosos com 4.3. Daí, temos que começar a pensar eventualmente. - Ah, 4.4 para cima. - Sim, mas tem que ver que o algoritmo faz ali a gestão da estrelas de estrelas de estrelas dos critiquias negativas, só porquim, pagado, estava em uma outra resposta nesse dia, ou porque a pessoa estava em uma outra resposta nesse dia, porque a pessoa. - Isso acontece, mas daí que eu digo também que a pessoa está a ver bastante reviews, né? - Pois as que eu não recomendo é "Tripa de Vazas" e "Dujandro", é um que realmente o algoritmo é muito distorcido por. - Caem paga ao "Tripa de Vazas", e tem coisas muito isoticas em um "Tripa de Vazas", então não recomendo disso. - Mas depois podemos desculpa, podemos não a mente fazer isso também, que é ver o que é que pessoas independentes, deadamente, da listas e critiquias gastronômicas, recomendam um ou outro dito "Influencer" ou "Food" e de Instagram que seja independento ou mais ou menos independento, e cruzar às vezes essas fontes todas e. - Era aventura e olhar para fora e ver quem é que está lá dentro, né? - Sim. - E também a gente realmente é o "Basina" né? - E realmente a gente colocais, fomos. - Regra mundial. - Se tu já. - No fora do país, nós tivemos muitas pessoas locais, realmente é bom, é bom resultado. - O restaurante car é sempre assim, na anime do Boa Comida, ou na impreta, acho que é falarmos um tempo sobre isso. - Não, não, não, não, que tão disso, claro que não. Claro que não, o restaurante car pode ser o restaurante. - Boa, mas. Simplesmente, can. Imagina, o talento que. Chegali ao Cúmulo do Gourmet, o quarto inglês, e compra o produto do que está ali naquelas preteleras, e põe na carta por 5 ou 6 vezes mais. Afi, é um bom restaurante. Não, o santo fala apenas ir. Por si, só não, se não tiver mais nada, não, não, não, vou fazer se folhar ou comprar. Mas, tal, nós estamos também por que tem pelas experiências também. Muito bem. É claro que é cozinhada. Por que não encontramos um bom arroz de cabidela nas restaurantes? Para bem, eu diria que se encontra, se encontra, se me surpreender com mais, para se arrabulho, não se encontra. Porque tem que competender em altura do ano também, não é? Tem que o ponto do arroz é muito difícil de conseguir, é sempre algo muito chefe, não querem fazer. Isso te me tesarmos dura sangue, que é um produto pré-entralmente tem alguns riscos, não vou for bem acondicionado, é outro problema. Mas, ah, e agora vou falar outra vez, sempre, outra vez, sempre do que tinha da mais suéria, que sendo um restaurante de cariço entomêncio, como muitos restaurantes de cariço africado, não só santo menso, tem prato e português. E acho que milão de chilenta arroz de cabidela, embora com o arroz é com o olho, é deve ser prato. Não é por favor, mas é incrível, a mesma, e que tinha uma outra coisa que faz muito para mim muito a diferença, é que era feito com galinha e não confrante. Isso sim, isso sim, bastante raro. Mas bastante raro, é que deu. Eu acho que a galinha dá outro sabor. É outro sabor não é? Muito bem, vamos fazer aqui alguns melhores, vamos tentar fazer isto assim, pergunta resposta, melhor frango assado portugá-lo. Foi em pério em Caldas de Monshek, coisa maravilhosa, tem um molho picante, feito com as malaguetas da Horta, da senhora que fazia o senhor a idolina, que fazia esse frango com muito carinho. E a quem diga que o frango churrasco, português, com píri-píri, em Portugal na chão ali, o que também tem a sua graça. Muito bem. Mas também a crescentaria ainda no Algarve, o nosso franguinho, em ferreiras, que eu consegui dar um de fórmula. Perda zona do frango da guia e é um frango da guia muito bem feito, eu diria que é imbatível. Muito bem, mas uma razão para visitar ali aquela zona. Fizatamente. Melhor para nada de Lisboa. Opa, esse que eu não sei. Eu gosto muito de a Zine, que é uma cafetaria, um da eemem salvo, mas é um que vem do óquilo de ter centros. E o paná de Deus é bom, que é uma peneira de frango. Que a fetaria Zina. Zina. Elge. Muito bem. Muito bem. Eu gosto muito de aque. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Muito bem. O que você tem sempre são saladas, talvez o Anasté de Cranes, mesmo. Não, não tu não concordas, eu vi nessa cara. Não está nascer na força. Não, não, não. Eu não sei que eu vou lá. Eu vou fazer que estão de provar a salada, mas há uma coisa que eu tenho realmente, a sua. Mas está com aquele beat-talk e vem com um pecado de alface de tomate e e e e cebola. Não que não me come, que ninguém come. Não, realmente, eu tento comer. O que é a melhor bifana é de vendeis novas? Não, não, não. Eu não queria me chamar o fim de eras pessoas de vendeis novas. Mas eu acho que vamos dizer assim, eu acho que há espaço para a bifana de vendeis novas melhoradas. Mantendo a ideia de um bocado de fino de porco, dentro de uma carcaça. Mas eu acho que a bifana que eu gosto mais, talvez porque não, a mente, quando lá chegue to com muita fome saído com o boy em campanheia, porto e vou direto para lá, é do astro, é porto. Que tem ciponsorários muito estranhos hoje, fim de semana. E portanto, às vezes, é meio que não é difícil, dependendo da altura, portanto vão lá a conselho. Ali daquelas vezes, daquelas estarem salidos. E eu, qual de verde? São a mesão, sim. Qual de enviões também é bom. Acho que também vimos, mas para a pessoa rebulho lá, há muitos tempos, não sei se foi invasivo assim. Muito bem. Vamos ficar no porto. Boas tripas no porto, vamos comer. Boas tripas do porto, vou dizer, onde se come? Digamos um prato, tem mais tripas e mais tripas diferentes. E há sempre tripas, eu diria que o restaurante líder é um clássico, um clássico de toalha de pano, branca de porto. Mas também gosto da cocinhada do banel, da striper da cocinhada do banel, o gaveto e o abadê. Pode ser estes quatro. Muito bem. E enquanto vamos de viagem entre Lisboa e Porto, onde podemos parar para comer junto à tua estrada? De junto à tua estrada, exatamente. Portanto, é importante isso. Manjar do Marqueize é o sítio onde eu vou mais e gosto tanto. E faço mesmo para a cavagem calho no momento em que eu possa ir lá comer os filetes de pescada de ferido, o bacalhau, o costumato. Mas também outros praticionais que as pessoas muitas vezes descomenhecem com manjar do Marqueize em Pombal faz. E que se podem comer no restaurante, digamos, mais popular, que é do lado esquerdo, quando centramos no que ela é indifício enorme. Mas do lado direito tem um restaurante mais bem post, digamos assim, com uma imenta de cozinhada tradicional portuguesa, que faz inveja aí há muitos templos. É assim fora da estrada, que não contamos sempre qualquer coisa. Exatamente, mas para de claro, também, outros clássicos são os leitão, não é? O leitão da bairrada que não tem igual. Eu sou do Tim Pedro dos Leitões, em duas ou três semanas lá, sem maravilhosamente. Ele serve de uma maneira diferente, por exemplo, as costelas do leitão, o veinteiras, não é impartido. Às vezes as pessoas olha um palco de laitão e "ah, mas estou de tempo de ser.
não é muito grande, não é muito grande. O que vem inteiro e não vou estar curtado como os outros, às vezes os outros são maiores mas cortam. E é sempre tudo boa, tem umas batatas fritas, são espectaculares, aquela ceilada da Alface, está sempre fresca, o pandemiaelhada, vem quente, é bom, as azoitonas são boas, o assala, ela é aquela chálas como maderas antigas, mas foi renovado, ou seja, ela está cheia de gente, ela está enorme, mas tudo não é aquele que é carjá-loco que parecem algumas chálas e o secondecido de leitão é um mugaza, tem estangáles, claro, tem muito também incrível e portanto tem entre esses dois às vezes o venho de abiscoida. Já sabem quando forem fazer essa viagem tem que parar de não descer. O outro opção, já agora desculpa lembra-me agora, pode ser o pelaire que também é muito próximo da autoastrada mas se formos pela 17 a 8, 17, que é uma coisa que eu faço muito quando vou para o porto em vez de pela 1, é menos trânsito. E nesse caso vocês saiam em peião perto da figura da fósseis e tem o outro instituição aí que é o pelaire e que tem por exemplo um escabez de carapáos maravilhosos, avançando. Muito bem. Vamos, estamos muito atrasados, estamos ainda faltando muito, não estou me pedindo, a gente consegue, vamos avançar, essa pergunta é especial, mas quero saber qual é a sua resposta, temos que comer o McDonald's hoje? Este foi uma pergunta da minha filha, acho que o Zacmi, a resposta é, não, não é? Já não tenho, na série eu queria, não é para parecer estar um armado em gourmi, mas acho sinceramente que aquilo não é fico, não tenho pra dizer assim, ela tinha que ver de que ela não sabe bem, costa dos picles e mais de resta. Não, não vamos comer McDonald's hoje, Maria. Muito bem, fica aqui, vamos avançar em tantos e mesmas as perguntas e o tempo já está, já estamos a ficar com pouco tempo. Vamos passar aqui para alguns trucos de colinária, uma pergunta aqui, eu acho que todo mundo a gente faz e já trocamos o imenso sobre isso, quais são as possibilidades que recomendas para fazer um bom carilo em casa, tomei nota. Então vamos lá. Essa está aqui, está aqui anotada e na verdade é mesmo, piso fazer pote carilo em casa e é mesmo fácil, mas pronto. Não temos muito tempo a dizer a receita, mas as pserias que entram na mistura e depois a mistura pode ser passada, algumas liquidificadoras dão, numa máquina em ticafeita, também dá para passar, para um clássico de carilo que é o madrasse, fica bem, por exemplo, com galinha ou com borreiro e para fazer um pote que eventualmente dá para o antor, para fazer cari e pote o antor, eu diria. Dois colheres de sopa de cimentos de contras, seis colheres de sopa de cominhos, seis colheres de sobremesa de feno grego, seis paus de canela com as menos 500 m2, 72 vagas de carda-mão, seis colheres de sobremesa de pimenta preta, 36 chiles caixemiricecos, mas são chiles que se podem comprar em, por exemplo, nos perca de cinêses, 120 folhas de carilo pequenas, que também se compram sobretudo nos perca de cinheanos, ali no martimilígeno de boa, é um dos citos onde eles encontram e dois colheres de sopa de curcuma em pó, tá safrão, muito específico. E para as comprar isto tudo o antor, aquela que é o meu sede. Ela está aí, entre os perca de cinheanos e os perca dos chinêses encontramos isto de facilmente. O martimilígeno também, por exemplo, aqui no martimilígeno encontramos facilmente, mas hoje em dia eu encontro os perca de cazes e mercilhas de palesas, de indianos, por todo o país, atenção, portanto, sim. Não, muito fácil. Eu era aqui um truque para não se se prengruçar o carilo, mas para ingruçar molhos sem farenha, qual é que é a truque? É para não engraçar o carilo. Eu acho que a pessoa que eu fiz esta pergunta se referia a farenha de trigo, acho que era a ideia dela. Então, as altas nativas, duas altas nativas muito usadas pelos chinêses são a fécula de batata e a minha preferida a farenha da roxo. Maisena não entra aqui nem coisa. Maisena é a medo de milho. Também pode ser. Também pode ser. Não é muito usada na comida da cocinhas chinês. Precisado. Nossa, nossa, esse clássico. Falando ainda em cozinhas chinês, qual é que a minha agordura para cocinhar em temperaturas altas não? Acho que eu acho que é um oxo. Eu não dos anos, tenho ouvido várias respostas esta pergunta diferente, porque às vezes mudam, e a mesma pessoa diz coisas. É muito bem. Também da temperatura não é que estamos a falar, não é? Será uma tempo de fritar, uma temperatura mais do oco, não é? É que elas frituras muito intensas têm que ser feitas como acho, eu com óleo refinado. Escarar o molde da mente do gira sol. Pode ser o mais recupendado nesses casos. As cidas marcas comeceais, eu tenho esta ideia, sem fim, uma ideia científicamente testada em pouco mais ou menos, mas que o óleo fula é melhor que os outros, digamos assim, para esse efeito, não é? Mas eu, basicamente, eu uso muito pouco óleo refinado em casa mesmo para fazer coisas na fragilidade, digamos assim, não é o deep fried, mas eu se coace sempre às aite virgem ou extra virgem mesmo. Sim, fritar. Sim, é exato. Muito bem. E falar em fritar, como que se fazem bons alvos mexidos? Ó, isso é todo um livro. E há vários ovos mexidos bons, diferentes técnicas, né? Os fãs gostam muito de fazer os alvos mexidos com um lume baixo durante bastante tempo. Sim, é mexido, é mexido. E que dá-os uma certa consistência de poder. O meu pai fazia, fazia uns óptimos alvos mexidos, mas você ficou normalmente, muita manteiga é bom, né? Manteiga, em qualquer caso. Não, usaram burgerina. Não, não, não. Às vezes, enfim, se você não quer morrer cedo, há tempo no lema de genéticos com com comer gordura animal, eu contém alguns, na verdade, pode-se fazer ali um blend de manteiga com a aite, que eu acho que pode contornar essa questão. Mas eu ia dizer, uma pai fazia os alvos mexidos com um lume um pouco mais alto, e poderia deixar-me formar aquela capa na frigideira, né, por baixo. E depois, há mais mexidas lentas, e que ele fica o ovo, ficava um espécie de uma cortina enrodilhada, né? Eu acho que talvez, porque meu habitual é comer esses alvos mexidos desde pequeno. Eu estava a esprevire essa técnica, e eu gosto de pôr-me, porque nem de sal. Quando estou abater, morar já que em diga que se transformam, faz com que o ovo não fica amarelo, eu acho que o ovo é mais grande, quando o ovo é mal, mas a coisa mais importante dos ovos mexidos é o ovo, é qualidade do ovo, e ser biológico pode ajudar, mas o biológico supermecado nunca bate o ovo da vasinha da capoeira, né? É importante, essa é o truco principal, é ter um, os ovos da vasinha. Mas isso é difícil. Mas depois, gosto também de pôr, um carinho de flor de sal no fim, e pimenta preta. Pimenta preta, não hora nem. E, pronto, e olha, gosto também cada vez mais de pôr-selinho e pimenta da terra. Ou até molhas picantes, molhas picantes mesmo dentro de uma lagueta, um cirrasça, por exemplo, também fica bem. Muito bem, tantos, várias dicas para os ovos mexidos não ficarem. Sim, por isso é mais. Já me já conhecemos muitos ovos mexidos, temos que começar a pensar em fazer os de madeiros diferentes, né? Sim, já tenho uns ovos. Então, não estão carros com uma bacalhada, mas estou a ficar um bocadinho carros, portanto, acho que é uma boa dica, e é uma coisa que faz rapidamente, penendo um bocadinho obviamente da temperatura, mas em 10 minutos, fazemos uns bons ovos mexidos e dá uma boa refeição. Por isso, eu vou passar aqui para o ultima, na sua última secção de perguntas, se eu sou um perguntas muito mais pessoais. Para ti, com as estribuius de três chefes que são mais criativos neste momento em Portugal. Ok, este é difícil, vou deixar. fora das pessoas que deviam estar aqui dentro. Eu me dizer que. Cheves que são criativos, mas que não conseguem, digamos, entregar um bom restaurante. São bons cheves criativos, não são bons restauradores, não conseguem consistência, enfim. Eu acho que não merece muito a pena estar aqui, por isso. Eu acho que eu acho que é uma espécie de jovem líder dessa nova geração com uma capacidade enorme de querer conhecer mais coisas, explorar novas técnicas, mantendo essa matriz de um bom restaurante. Eu acho que é muito bom, eu acho que é muito bom. Eu acho que é muito bom. um bacalhão com um batalhão também, portada na altura, e feita na altura, não é? Sim. É verdade. Enfim, um dia destes, acho que vamos lá chegar. Muito bem, bacalhão, abraja. Se pode se juntar com qualquer figura histórica ligada a cozinho ou não, quem que escolherias? Um filme legalejo. Um filme legalejo, não é? O homem que é circonave o planeta nos ídios do bíblico e de qualquer coisa. É com 16. Eu imagino que ela tenha provado, conhecido o primeiro europeu a provar muitas coisas das as pessoas. Essas que acham que está hábago por voto. E eu tinha muitas perguntas para fazer isso. Eu acho que, como eu te amo, eu acho que muitas vezes eu não teve outra hipótese. Apesar dos vinavírus devarem mantimentos. Mais os mantimentos que se lovo nos navios na altura do ar dançó. Não era o bacalhão. Eu acho que não teve de todo o meu grande hipótese. Rantei a mente a isso. E sim, eu acho que deve ser uma figura fascinante. O que ele fez foi qualquer coisa extraordinária. Com todos os problemas que descobriu o mundo. Descobrir o barra, colunizar, um mundo. E a garantir. Sem imagina, não podemos negar os avances tecnológicos que são essas circunavegações. Dera um no ao mundo, a nível de. Não, de que realmente eram muito fortes no mar. E o papel que tivemos é levar alimentos de um a outro. Sim, exatamente. Tocam muito ingredientes, producam. Sim, mas obviamente com o tempo com aquela questão de cremos, tomar conta do negócio, não é? Retirar as rotas e isso tudo, claro. Mas quiser, mas isso na altura, fazer um quase todo isso. Mas não estava a esperar que fosse assim uma pessoa tão antiga. Então antiga, tanto. Pode ser com dia, a gente consiga fazer uma coisa dessas. Por favor, não. Olha, depois de 100 episódios, qual foi o maior mudança na tua forma de pensar sobre a comida? Não sei se é uma mudança, mas uma coisa que eu tenho pensado. É que cada vez menos sitios, onde os portugueses possam ir que me afora. E que me afora é uma coisa fixa, mas está a ficar tão caro, que eu vou escadilhar as menos portugueses, acabei de me errar estourando. E isso faz me pensar na razão. Uma das razões é porque os preços. Nos permecados, estão muito caros. Vamos pensar por que os preços nos permecados estão muito caros. Talvez os continentes de vida, os pingdos e os lidos, as grandes cadeias de permecados, são a responder melhor a isso do que eu. O que eu vou ejer é que os preços nos permecados em Portugal, em geral, no Rotaal, são caros ou mais caros do que notores capitais europeais, como Madrid, Vienna. É verdade. E isso não consigo. Não está vendo no compreendente. Talvez o governo deve ser, pensar um pouco nisso, mas há uma outra questão que eu acho que tem que ver com a própria mudança da forma como os chefes. E é a responsabilidade que elas podem ter também nisto. Os chefes começaram a cozinhar para americanos, sobretudo nas grandes cidades, Lisbo e o Porto. E começaram a fazer também eles preços para americanos. Para um americano, ou seja, para muitos europeus Lisboa já não é barato, mas para os americanos, Lisboa continua a ser barato. E o condo de americanos é mesmo americano. Sim. E eu vimos isso muitas vezes. E o chef deixou de ver aquilo que ele restaurante, em que ele está lá, só tem aquilo que ele restaurante e está lá por que é apaixonado pelo que faz. E todos os dias, eu procuro fazer eventualmente um prato diferente que eu gosto de cozinhar, porque eu vi uma coisa na praça, ou porque eu quero experimentar, mesmo porque quero errar ou não tem medo de errar. Ou seja, o restaurante em que o cozinhar de estar lá, que eu conheça sua clientele, etc. Isso está desaparecer. E a aproveitura tem muito que cada vez com essa ideia de que os chefes querem ter o nível de vida que os clientes ricos de Deus têm. Muitas vezes. Eu não estou a dizer que os chefes têm que ter uma vez, devem ter com as outras pessoas de uma vida confortável, mas eu acho que muitos deus, com bastante responsabilidades, esqueceram-se de cozinhar e do que era isso, essencial. Quando a paixão se torna, mas é adonungou-se e não desperta-se. Sim, quando eu encontro um desses restaurantes que são verdadeiras perlas hoje em dia, torna-se com uma dimensão relativamente curta, em que há esse carinho em cada prato que vai para a passada, em que há esse cuidado, em que há pensar um menu diferente, eventualmente, de tempo da tempo, ao mesmo todos os dias, e a centruziagem por fazer isso, eu fico muito impressionado. Infelizmente, tenho encontrado muito pouco em Portugal. É uma pena, mas. Mas basta também que este bom metodo, desde a gentrificação e dos restaurantes para a América Nouver, porque não é um ponto em que se torna insustentável, porque os turistas também vão procurar outras águas e talvez aí, para antes ter uma lá de timide, talvez a gente conseguir recuperar. É verdade. Não é só na restoração, que o texto também, na vida da notura também nos bars, em tutores áreas, não todas áreas. E eu não quero parecer aqui um velho de restei, atenção, o boom no turismo. Fias com que era na verdade a estoração de Lisboa, melhorasse. - Estou muito distante. Mas agora estamos a dar a volta e está a ficar tudo muito igual. - São todos muito iguais, apem mesmo tipo de escuração, mesmo a vibe, não é mesmo tipo de. Exatamente. Mas isso é uma coisa que também acontece muito. Ao humo das pizarias, toda a gente faz uma pizaria, humo dos hambúrguers, toda a gente faz uma purgaria, mas acho que chega a um tempo em que vamos chegar. E vamos dar a volta a isso tudo e vamos reclamar para nós a tua alha de papel. - Nossa. - Novamente. Muito bem, nós já estamos aqui com. Está um maior episódio de todos do homem comia tudo. Em que, em última pergunta para ti, para quando o livro de receitas do homem comia tudo. - É algo que todos vejas. - É um bom parado. - Não enxamaria a livre de receitas. Não é que isso seja desprotigente para os livros, de ser de receitas. Mas. Veria coisa ao contrário. Veria um livro sobre comida com receitas lá dentro. Acho que tem muito mais a ver com o. - Me, que não sou um cozinheiro profissional, que não sou um chefe. E que normalmente gostou de olhar para as receitas numa perspectiva do que. Quem são os produtores de aqueles ingredientes? De onde é que é que é que é que é o ingrediente? É importante toda a cadeia da alimentação. Mas se está na calha, provavelmente para o início do próximo ano, a verá-lo. - Muito bem. - Um livro novo. - Muito bem. Vamos a isso. Então estamos aqui. Bom, obrigado, Ricardo. Obrigado, eu, por um maturado durante. 100 episódios. - Tenho corrigir as minhas caralhas e minhas garéças. - Parece. Não. - Minhas rápidas coisas. - É que eu vou agir. - É, nós vamos mais prontar. - Depois disso tudo. - Acho que temos que ir comer com esta comida toda. Não sei o que tem onde achar para mesmo. - Um bom confere. - Por que menos isso? - E pronta até para a semana. - A grande abraça até a semana. - Este podcast é só no poste e ex-derico original dos João Liza Morinha, capa de Thiago Pereira Santos, fotografia de Matilda Fiesky. A coordenação é de João Nabilesa e a direção é de João Vieira Pereira. Eu sou Ricardo Félner, e este foi mais um episódio do Homem comia-tudo. Subscreve este podcast na sua app ferida ou no site dos preços, significatícias e sigues. Se tiver sugestões ou ideias que arapartejar com a equipa de podcast, enviou um email para
[email protected]. E já sabem, há mais comida para além de beef com matatas fritas, mas beef com matatas fritas é muito bom. [Música] [Música] Somos feitos de tanta coisa ao mesmo tempo. Refações longas, pratos do dia ao balcão. Somos como o Homem comia-tudo, de tradição e osadia, de sabores intensos e texturas delicadas, fãs da tradição e os ades na reenvenção. Porque há uma portuguesa não se explica.
Sente-se, sagres, somos nós.