Especial ao vivo Podfest 2026: “Qual é o jovem que ainda quer liderar?”
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A discussão centra-se nos desafios e características da nova geração de líderes, com ênfase na integração ética da inteligência artificial, onde humanos que usam IA substituirão os que não a utilizam. Os participantes, jovens líderes portugueses a trabalhar no estrangeiro, partilham as suas experiências e razões para deixarem Portugal. Apontam problemas como burocracia excessiva, dificuldade em captar investimento (especialmente de "business angels"), uma cultura avessa ao risco, salários baixos e limitada mobilidade social como fatores que dificultam o empreendedorismo e a progressão profissional. Em contraste, destacam ecossistemas como o dinamarquês, que oferecem maior apoio estatal, confiança e mentalidade meritocrática. A conversa também aborda a necessidade de uma liderança com propósito, foco no impacto social e a urgência de Portugal adaptar-se a estas realidades para se tornar mais competitivo e reter talentos, especialmente face ao desinteresse de parte da Geração Z por cargos de liderança tradicional.
Agora mesmo é muito difícil pre-dizer o que é que vai acontecer, especialmente com esta grande mudança a nível industrial e também intelectual, que é o Chat GPT, os modelos L&M, de maneira totalmente available a toda a gente, tanto é difícil pre-dizer o que é que vai ser um líder futuro. Eu acho que tendo ser um líder altamente humano, um líder que não faz layout massivos de substituir os seus trabalhadores por modelos de A, senão que fomente que os seus trabalhadores saibam trabalhar com ferramentas de inteligência artificial. A inteligência artificial não vai substituir o humano, mas o humano que usa a inteligência artificial vai substituir o humano que não a usa. Portanto o líder que consiga juntar estas peças, unir a tecnologia ao humanismo, unir a tecnologia ao impacto social, acho que vai ser o líder que nós devemos admirar no futuro. Sejam bem-vindos a este episódio especial do seu alímit, engravado ao vivo nos Presse Pode Fest. Eu sou o catimatil, jornalista de economia dos Presse. Este é o podcast do seu alímit. Há três anos que vos trago, semanalmente, histórias de líderes que inspiram de pessoas que marcam o panorama da gestão nacional, internacional, português, que estão a liderar empresas de topo cá e lá fora, são mais de 150 histórias que já contamos ao longo desses 3 anos. E são, sobretudo, histórias de pessoas que gerem com as suas pessoas no centro da sua estratégia de gestão. Portanto, as pessoas que gerem com a ocuração. Não são justores que quaisquer. São justores com alma, com afeto, os justores que novem e que procuram colocar Portugal na rota da internacionalização, na rota do mundo. Hoje, quero que se juntem entre um desafio um bocadinho diferente do habitual. Quero que é o link comigo para o futuro. Não vamos falar do presente. Vamos falar da nova geração de líderes. Este que tenho um imenso para dizer é que é o meu lado. Vamos falar da liderança que é risca, que nova, que antecipa que constrói o futuro, da que se abram muito para mudar a realidade e o contexto que vivemos. Falaremos da nova geração de líderes. Dos líderes que precisamos para transformar o futuro. E para fazer Portugal também, um país mais competitivo e com mais de futuro para as gerações que virão a seguir a deles. Pese por isso que se juntem a mim para receber três líderes se de 30. Todos eles estão fora de Portugal e é disso que também vamos falar. Imagina o automóvel que o ajuda a conciliar a vida profissional e a vida pessoal, que pode levar confortablemente às reuniões de trabalho, mas que também pode ser a sala de estar da sua família, que graças a um interior cuidadosamente e sonorizado, o pode levar do stress a ser unidade. O novo Volvo é S90, está numa classe à parte, um topo de gama 100% eléctrico, pensado para os líderes do futuro, para quem está a fazer diferente, muito além do óbvio. E para todos os que procuram o equilíbrio, no que é essencial, o novo Volvo é S90, For Life Inbalance. Tenho comigo a Julieta Rué, tenho que me igual uma falda de rebordão e o André Regenelo de Sosa. Antes de avançarmos nesta nossa conversa, entre falarmos aqui sobre uma série de coisas que intretos são nomeadamente, porque que não estão cá, estão lá. Deixe-me apresentar-vos a Julieta, está a radicar em Barcelona, fundadora e CEO da Flamide, uma startup portuguesa com o impacto global que criou um dispositivo de segurança pessoal, uma granada pacífica, já falaremos dela, pensado para proteger e dar autonomia a cânce centro vulnerável na rua. Uma ideia que nasceu de uma experiência pessoal, que se transformou num produto reconhecido internacionalmente e que elevou entre outras distinções à lista de 30 líderes sub 30 de elevado potencial da forma Europea, defende uma liderança com propósito, uso ético da tecnologia e o foco no impacto social da gestão bem-vinda. Obrigada, agradeci mesmo. Eu não gostei de ser aqui neste canal. De novo, a maior que você, a uma falda de rebordão, que a lidera as iniciativas de transformação digital e interagência artificial da micro-soft nos escritórios das Nações Unidas é economista, formada em Portugal, soma no currículo empresas como a L'Oreal e a Google, é considerar do ainda presidente da República no grupo de reflexão para o futuro de Portugal. É co-fundadora e presidente do ponto zero, uma organização não governamental, focada na mentoria a futuros líderes e tem sido reconhecida internacionalmente como jovem líder emergente pelo Financial Times, pela Revista Forbes também e pelo St. Gallen de Symposium. Trágimos a visão da liderança tecnológica global, aquela que necessita a diática, também de diplomacia e de impacto institucional. Bem-vinda, uma falda, é um gosto de receber, a falda é uma repetente no meu focado e já está segundo a falda errado. E, por fim, na minha marca, recebo o André R.J. de Sosa, engenhar mecânico, formado em Portugal que deixou a estabilidade de um emprego, por conta de outra, em para lançar atripe.com, uma plataforma que utiliza intangência artificial para simplificar e personalizar viagens no mundo identário. Em poucos anos, a atripe de que é CEO passou de uma ideia, uma empresa global, com milhões de utilizadores, captou outros tantos milhões em investimento e conquistou o reconhecimento internacional, levando o André Alista dos 30 líderes de elevado potencial de Forbes, Europa, na mesma edição curiosa que a Julia, o André atage-nos a perspectiva de um empreendedor que está a se calar para o mundo e a competir em grandes mercados de André, vai vinte, um gosto e comece por ti, precisamente, em como você esteve em toda uma coisa. Em nenhum momento está em Portugal, como falavam-me há pouco, acho que a pergunta óbvia que simpõe é, começando por ti, André, o que é que o mundo tem que Portugal não de conseguir garantir? Assim, Katia, muito obrigada pelo convite, eu estava trabalhando uma startup em Lisboa e estava a ganhar cerca de 900 euros por mês e, para alguém que tem a missão de Criafamilha, eu queria crescer aqui em Portugal, acho que ficou muito difícil. E depois, este comido não é a minha, agora mulher, na altura namorada, teve que ir ao hospital e façamos o dia nas urgências, portanto, nós aqui em um podcast a falar do sistema nacional de saúde e percebemos que calar Portugal com os limitações, apesar de ter um clima extraordinário e pessoas super simpáticas, se calar não é o menor cidio para criar uma família e crescer com profissional hoje em dia, e, portanto, foi com essa mentalidade de que se fosse para dinamarca. E já familiaramos um bocadinho também do projeto que depois de lanças, uma fala da o que do teu caso em concreto procurar-se de fora do Portugal. Uma fala da tem uma carreira um bocadinho diferente, porque quer um André, quer a Julieta, são empreendedores, portanto, tem projetos próprios, são líderes de projetos pessoais, uma fala da não, uma fala da carreira com solidar empresas de topo, mas como profissional por conta de outra em um desafio bocadinho diferente. Eu diria que sei de Portugal e talvez para trazer um discursão bocadinho diferente, porque é um tema sobre o qual eu até tenho falado bastante em vários fórums, sei de Portugal por escolha pessoal e não por necessidade, que é uma realidade um pouco diferente daquela que os meus alunos, porque depois de elas na nova não temos uma diferença assim tão grande, 3 a 4 anos, mas que encontraram porque, em bom dizer, já falaremos sobre isso, mas o mundo muda uma felicidade como nunca mudou anteriormente, eu acho que isto em Portugal chega tudo cerca de 5 anos mais tarde, mas eu estou vendo estados unidos que a realidade vai ser continuidade dos leofes, a realidade como é que vamos gerir tecnologia, não só pessoas, mas como é que vamos gerir tecnologias, vai mudar radicalmente a forma como fazemos o negócio, como fazemos política, como vivemos em quantos cidadãos. Portanto, eu sei muito por escolha pessoal, eu sei a primeira vez hoje de 19 anos, eu vivi atualmente se estou no sexto país em que vivi, tenho uma vivência um bocadinho diferente e de Portugal é maravilhoso é muitas coisas, não acho que seja só, no facto as pessoas serem simpáticas ou termos um bom clima, é o disseminacional de saúde, apesar de estar, talvez eu tenho mesmo de dizer uma espissão, na rua da amargura, ainda consegue fazer uma coisa que por exemplo, o sistema nos Estados Unidos não faz, em que as pessoas só têm um sur de saúde, ou vivem na pobreza e são sem abrigos, estão ensinados à vida e hoje ao lugar onde nasceram, mas é um país que, de facto, tem um problema crônico que é o tema da mobilidade social, ou seja, para quem nasce na base dos rendimentos de uma pirâmide de rendimento, é muito difícil subir e crescer, e, portanto, muito provavelmente eu não conseguiria ter tido a mobilidade social que tiveversa a minha família, a sua tivesse isso para fora, ainda que não tenha feito conscientemente, por que? Porque a minha formação, a 9 SB, a minha empurrou para ir viver para fora e, portanto, sei a primeira vez hoje de 19 anos para estudar, e depois acabou consequentemente por acontecer que fui trabalhar para a Google fora e percebia a diferença de mentalidades que existem em Portugal, eu acho que o problema não é sair africção que existe ao tentar voltar-se. E já falaremos também um bocadinho disso e dessa experiência entre o que é um contexto de uma empresa multinacional fora de portas e dentro de portas, que também é um bocadinho diferente, um delo de sessão. Deixa-me ir aqui, Julieta, deixa-leta-la, a Flamengo já nasce em Barcelona, contiga em Barcelona. Sim, exatamente, por causa do sistema nacional de sinal, não, sobreincar o nada, ver com o sistema nacional de sinal de sinal de sinal. No meu caso, meus pais em migraram a Espanha, portanto eu fui atrás, já agora peço desculpa-se de igual alguma coisa em correta, porque o meu português está um bocadinho ferrujado, mas vou dar uma melhor. Portanto, já estudei lá na universidade e depois tive a opção de voltar ou de ficar lá, e a verdade é que eu nunca tinha ouvido falar de empreendurismo em Portugal. E por acaso, hoje em dia temos imessas iniciativas como o Web Summit, a Unicorn Factory, Lisbon ou Parakiet. Talvez há dez anos em dera demasiado insipiante e, pra mim, não era algo que soasse tanto. Enquanto a Espanha já é algo muito mais detenso e que as pessoas conhecem mais, portanto, foi apetecível por aí. Volta-te, André, o turismo que é a tua área de investimento, o foco do seu projeto é um setor estratégico para Portugal, não entanto a trip não nasce cá. O que que faltou a Portugal para conseguir reter-te, para entender-se que este era o país certo para fazer acontecer? Isso porque o seu projeto é um projeto que vive de tecnologia, que vive de excelente artificial, portanto, a entioria acontece em Copenhagen, como poderia acontecer, em Lisbon, não é? E tu tens essa experiência a tempo, porque tens uma empresa criada lá e está depois uma empresa, uma subsidiária da mesma empresa funcionar em Portugal? Eu vou tentar dar exemplos muito específicos, em particularidade, mas para começar a empresa na Dinamarca tem um suporte do governo, no sentido de que se uma empresa se científica, que está puxando a inovação, é possível arranjar financiamento do Estado. E, portanto, a um programa que funciona muito bem para te suportar. Em Portugal, há uma tentativa também de ver um programa assimilante, com o cifrido, com a agência de inovação, que falha por muitas razões. Apesar de, ao final, o dia ser possível para alguns empreendedores ter apoio deste programa felizmente, que é progressivo. Portanto, em Portugal há uma data de requerimento, se quer ter o seu, o seu que já foi um dado felizmente, mas há um ano atrás, tem uma data de requerimento, que fazem com que se quiser estar uma empresa e quiser estar suportado por investimento em Portugal com este celo, que você vai ter que passar por ter vários anos, já a distância em Portugal, com a fazer a investigação, que impossibilita logo o jogo para muitas empresas, porque você está a começar, como é que você vai ter vários anos de história da empresa, está a começar agora, mas tem que apresentar o estúrio alfinançar. Acho que isto refleta um bocadinho o problema português, que é, pode haver boas intenções em nível do Governo, mas depois isso que são apobre. Depois a progressia acaba por destruir, porque há um clima que contrasta muito com o clima de namarqueios, em que no clima de namarqueias há um clima de confiança, com o indivíduo, em Portugal há um clima de confiança, em que quem esta pessoa é novo, nunca ouvi falar desta pessoa, mas quem este, este daqui. Portanto, isto faz com que seja muito mais difícil começar algo em Portugal, e depois, claro que coisas temos na Dinamarca, não vamos estar aqui em Portugal. Capitar investimento também é mais difícil em Portugal, porque é na Dinamarca? Onto, generalizando, nós temos de generalizar, eu acho muito mais difícil de captar investimentos de possamento de o que chama angel investors, portanto, são empreendedores em Portugal, que teriam dinheiro e que vão apostar em ti. Do que na Dinamarca? Onto, isto é uma ótica, estamos a falar de uma ótica europeia, que é uma ótica completamente diferente à ótica dos Estados Unidos. Já é jogar no nível mais difícil, mas acho que, em Portugal, é muito o investidor mais carnesseiro, no sentido em que eles querem investir, que querem 30% ou 40% de empresas ao começo, então não estão a pensar no futuro de salimento, não pensar em termos de curto prazo, que vão ser os ganhos deles, na Dinamarca, um cadinho mais sofisticado, generalizando, claro, e nós temos o privilégio de ter áltenos investidores também, porquê, na empresa. Este processo que tem de trazer atripe.com para Portugal também foi um processo complexo quando fiste abrocrático, ou. Sim, eu acho que sempre porque também. Preguntiste mesmo com essa provadada, porque no fundo é um conceito que já tinha vingado no outro país, e, portanto, já não era o próprio momento um conceito em fase inicial, digamos assim, ainda. No nosso caso, foi interessante porque nós descobramos um cadinho às regras, no sentido em que precisávamos, que é uma empresa em Portugal, que era uma subsidiária, empresa filha da empresa da Dinamarca. Com este cabraquia, as regras, um cadinho em Portugal e causa o caos de burocrático, portanto, daí eu ter dito publicamente, não precisávamos de meses por com a divulgada, tentar resolver os problemas, e concrear quanto a bancária foi preciso saltar entre bancos, para ver quem que nos conseguia abrir, uma conta, portanto, em Portugal, cada vez que cabra ali os moldes, o que é surpreendente, porque nós os portugueses, que nós vamos dizer, os desenrascados, né, mas parece que burocráticamente não é assim, não é isso o caso. Sim, Julieta, partidas desta visão, entende-se que de algum modo, a Fleimeitz se dificilmente teria visto a luz do dia em Portugal, ou não necessariamente assim, mas com mais dificuldade. Eu acho que a Fleimeitz sempre teria visto a luz do dia, porque, no nosso caso, há um propósito social, maior que as condições burocráticas de um país, então, teremos vingado na mesma. Mas teria sido muito e se mais complicado, por exemplo, no tema de investimento. Em média, é mais difícil, em tempo, fechar uma ronda em Portugal, comparativamente, em Espanha as Rondas, fecham 6 meses mais rápido que em Portugal. Portanto, especialmente, são quantias elevadas, no meu caso, nós envolvemos hardware, portanto, muito físicos, há sempre um investimento previo, portanto, teremos demorado uns dois anos, mais em poder sair ao mercado, se tivessemos de ir buscar antes de l'investir-se portugueses. Depois eu também acho que é outra parte, que é também a consciência e a educação financeira. Eu acho que não é tão acessível em Portugal, como no outro país da Europa, onde já aprendemos que podemos investir o nosso dinheiro, onde aprendemos o que é o risco. Se somos risk lovers, ou risk adverse, por exemplo, acho que em Portugal, em geral, somos muito adversos ao risco, mas porque não sabemos que isto é uma opção, que se pode diversificar os investimentos, por exemplo, numa startup, mesmo que não, fica desfalho. Por acaso, a FalaMite não vai falhar e tem a ronda de investimento, só que é bem interessante. Mas sim, acho que há uma parte de educação que é super importante na parte financeira que é em Portugal. Falaremos também dessa versão ao risco que ainda temos e que é urgente também combater antes de inscreir a time, a falda. Tu trabalhas por conta de outra, entre uma realidade é diferente, como falamos, mas da experiência que tem estida em Portugal em outros países, sentos que para um jovem, da voce da idade, é mais difícil ganhar um lugar à mesa numa empresa em Portugal, do que é numa empresa em contas do global. Eu acho que há sempre o prígrafo de generalização, não é? Até porque, sendo que as empresas portuguesas são mais pequenas, se fizeram muito bom trabalho e fizer os levas de uma série de citaícolas que mais conhecem, de ganhante espaço, a ter, na verdade, possa ser mais fácil fazer, se senta uma mesa, é outro tema que tem muito a ver com o tema da mentalidade, porque estas empresas, especialmente a minha realidade são empresas americanas de uma dimensão extraordinária, vamos a falar de cerca de 300.000 trabalhadores no mundo todo, só aqueles que são direitos, seta, aqueles que estão empregados temporariamente, etc. e portanto, são sempre e contextos muito mais competitivos, mas em que eu acho que existe muito mais este tema da meritocracia, sem qualquer base, sem qualquer conhecimento previo. Eu acho que isso é extraordinário, é um livro que eu gosto muito que falo exatamente sobre a tiraninha do médico, e, portanto, pedimos estar aqui mais uma hora de discutir sobre a meritocracia, se existe, se não existe, mas o que acontece nesses empresas é por ter em sistemas de avaliação, e, por provavelmente, tentarem criar uma série de vias, nomeadamente, em relação a tema da idade, que normalmente é sempre o tema mais desafiante para mim, acabam de por te permitir, nem sequer sentias que têm uma diferença um roteleversas outras pessoas. Eu digo isto porque toda a minha carreira tem trabalhado em equipas muito mais tenhores do que eu, a meditidade sempre a rondar os 50-60 anos, agora tenho 27-28 sempre quando juntem a este tipo de equipas, e é muito difícil ganhar-se a tua credibilidade, ou seja, estas pessoas reconheceram-te, normalmente até preferir evitar dizer que dá bem que tenho, nessas pessoas reconhecerem o trabalho que você faz, é de facto difícil. Acho que em Portugal existe um problema muito grandimentalidade, acho que já falamos aqui de um tema muito relevante, que é o tema dos salários, por qualquer pessoa, qualquer trabalhador, qualquer jovem precisa de viver, precisa de ser de casa dos pais, precisa comprar a primeira habitação, precisa ter uma visão de como é que vai criar a sua família, porcar mais vida para além da vida do trabalho, isto é uma coisa que talvez as gerações anterior não tivessem tendo, mas nós conseguimos ver até nas redes sociais, porque nossa geração a geração z publica tudo em todo o lado, que isto é uma prioridade que nós temos versos outros, tanto, a cada vez menos ambição, e eu sinto isso, quando dizias sentar a mesa, qual é que é o jovem que hoje em dia sequer sentar a mesa? Eu acho que esse é uma pergunta interessante de fazermos, porque a realidade é que a maioria da geração z não quer chegar à precisão de liderança. E falaremos disso, porque eu também queria depois tocar este tema contigo, há uma série de alertas que temos recebido de vários organismos internacionais, que se analisam precisamente isso mesmo, e de resto na semana passada, o formo econômico mundial divulgou também um indicador que aponta isso a uma apotência, um de crescimento, a visal da apotência de jovens para chegar em cargos topa, para seguir em carreiras como líderes, e se colocam-nos um desafio do futuro enorme que falaremos dele daqui a pouquinho antes, e disse, perguntava-te uma outra coisa, o André e Julieta falaram aqui do tema da cultura de risco, e desta fraca a apotência, ao quase deste rótulo que colocamos a alguém que falha, continuamos a colocar esse rótulo a alguém que falha, continuamos a colocar nos anos mesmos muitas vezes a esse rótulo quando falhamos, e como que eu vou agora dividir isto, se como tinha um erro deste tamanho. Despreense e que já tem a trabalhar lá fora, como é que se conseguia essa cultura de risco no país? Há um exemplo interessante quando eu trabalhava na Google no UK, coberia uma série de contas internacionais e trabalhava com uma série de clientes internacionais, e um deles era farfetes, e foi precisamente na altura em que eu vou grande descandalco a farfetes, e foi muito interessante perceber, eu morava em Londres na altura, eu tive durante três anos, a diferença na reação do mercado em Portugal e a diferença na reação do mercado no UK, quase, na Inglaterra, quase de celebração, ou seja, esta pessoa foi tão bem sucedida durante o tempo, porque podemos aprender com o coberenho, e o que podemos aprender mal? Quero, se fosse de um ponto de pendência dos mercados que tinha e do contexto geopolítico, na verdade, afeta que qualquer líder atualmente, nós estamos a viver um momento na história que só se vê nos livros de economia, que é uma guerra aberta de tarifas, que está uma coisa impensável há uns anos atrás, mas eu lembro de ver a diferença na mentalidade. Eu acho que isto vem de uma série de coisas. A primeira é muito mais fácil, e aqui temos que dizer, é muito mais fácil, não ser tão uma ver só risco quando temos mais dinheiro, por exemplo, tem muito mais fácil para estes países também, ter em menos a versão risco, quando tem mais dinheiro, mas diria que e puxando isto, talvez a Julieta e o André possam falar um bocadinho mais do contexto de empreender, que ainda mais arriscado, né, é por isso que se falem capital de risco, mas no contexto das grandes corporações também é importante perceber quando é que colocamos alguém que está disposto, acho que necessariamente também é uma fada, eu acho que, por exemplo, colocar um jovem numa posição mais gênio, é um contexto necessariamente há mais risco para que falhe. Por que é mais incentivo? Porque eu acho que o retorno, depois de vermos o que que pode acontecer, e haver essa cultura em que se celebra a falha, e eu aprendi muito a minha empresa, entre eu falava muito isto, que era, tínhamos uma parede intera que dizia "fadar, fadar, fadar, fadar, fadar mais de pressa". Eu acho que esta mentalidade é uma mentalidade que tem que vir do topo para baixo, ou seja, tem que haver lidas que estão dispostes a cortar com as consequências de este risco, e tem incentivar este risco, isto é uma coisa em um músculo que eu acho que está muito pouco treinada em Portugal. Julieta, sendo que é papel, por exemplo, das instituições de ensino, cada um de nós, papel até a própria cultura das organizações, como falava a uma falda, fazer este caminho para normalizar o erro, normalizar a falha, porque não seja tão penalizador, pão empreendedor, como, por exemplo, o teu caso, e sabemos que a falha não vai falhar, e eu doendrei, para que não seja tão penalizador fazer este caminho, muitas vezes. Sem dúvida, sem dúvida, eu acho que nós, agora, talvez olhamos para o falho como uma tragédia ou como o final, e não, falhar é um novo início, especialmente se aprendes alguma coisa dessa oportunidade passada, e se esse falho traz conhecimentos que podem levar um ézito, é falhar realmente um falho, ou é parte do caminho, não sei, é pós, agora fico assim, mas não, eu acho que, especialmente, somos pessoas jovens que estamos em empreender, o caminho quase mais óbvio, seja um fracasso, e não há mal nenhum início, sempre quando se possa aprender disso, e se possa voltar a tentar, o importante é que um falho não nos desmotive, não voltar a fazer, falhar, falhar, falhar, falhar e falhar mais de preça, portanto, isso é uma frase excelente, sempre entendo algum modo que os falham, que os falham não, que os falham, agora eu me falhei outra coisa, um modo, se preste para este pedagogia do exercício, se estamos comendo assim, completamente, rola, se desculpa, rola o modo eles em geral, especialmente jovens, empreendedores, adoraria que houve mais nascionais do nosso território que nascer sempre Portugal, e se nós podemos ser isso, para a seguinte geração, acho que já é um ézito excelente e já não há um fracasso. Eu diria também que, talvez, faça falta dar visibilidade a esses role models, ou seja, por exemplo, o André é um excelente exemplo, ele é um role model, portanto, para quem estiver ouvi que for jovem quer começar a sua própria empresa, é um excelente exemplo de uma pessoa que está a dizer que ganhava 900 euros em Portugal como engenheiro e tem uma sarta de sucesso, acho que falta palco ao espaço ou às vezes também nós, que estamos a ler ou a procurar, procurarmos estas pessoas e inspirarmos com estas impostas para vocês, mas vai ter que ficar para o final. Eu posso fazer um ponto de vista um que eu tenho encontrado. Quando nós começamos a uma empresa, provavelmente vamos falhar e a estratégia que estão contra nós, mas como empreendedores nós temos que minimizar o risco, né. E quando eu estava na iria de a marca, estou siente que se há coisas corremal, eu vou ter suporte, no sentido em que se é preciso, por exemplo, quando se fala de apoio a pagar o imposto, o que seja, seja que há uma conta bancária, coisas simples da vida do empreendedor, o sistema vai atar para ajudar. Agora, fazendo aqui a crítica, construtiva, a Portugal, o sistema não vai estar lá para ajudar e temos de ser transparente de relação a isso, então tem muito bom falarmos de role models, mas estou mais preocupado neste momento que nós podemos resolver como portugueses, é resolver os problemas do sistema, né. Porque a realidade é que, quando o português normal percebe, a matemática que está envolvida em calcular o salário de um empregador, quando o português normal percebe que eu como se eou de uma empresa, essas coisas correm mal, então tu começar a falhar, isso tiver que te virar algumas pessoas, isso é um exercício impossível de fazerem Portugal, né. Portanto, está tudo, em uma maneira contra, parece, aquele que quer cometer o risco. Portanto, nós, em Portugal, se queremos uma receta para o processo, temos de ser realistas, né. E perceber como é que nós vamos criar redes ou facilitar o processo de, então, e nos pronto, pronto jornada que provavelmente foi fedar, né. E não é tanto só que o sistema não esteja para ajudar, que eu acho que seria um luxo ter um sistema neutro, é que o sistema vai penalizar esse falho. Portanto, eu acho que ainda, por na cheira, talvez, o partido político que apoi realmente a inovação que eu acalmente ao PIB de um país, mas desde por aí, já que estamos de leições, o preço. Deixe-me perguntar-vos também, o propósito é salve para as vossas gerações profissionais. Como é que pensam? Quando pensam no futuro, alias, que tipo de problemas, oportunidades vus molvem a falda? Eu acho que o contexto atual, eu, em especial, a minha exposição no último ano e meio, na realidade, já que falei, geopolítica, acho que vai ser, acho que há dois temas que estão top of mind para mim, ou que diria que também estão top of mind para estas grandes empresas que no fundo fazem girar economia mundial. A primeira, essa indúvida, este contexto geopolítico, como dizia o presidente do Canadá semana passada, não é uma nova ordem, é a ordem é esta, é esta é a nova realidade sobre sobre qual estemos. E uma segunda, um segundo tema que é este da adaptação entre as pessoas que trabalham nas empresas, que estão a criar negocio, a fazer negocio que for e entre lesions artificial. É o tema que eu trabalho, portanto, trago com alguma paixão, porque acredito que a tecnologia tem de facto este poder transformador de fechar os grandes gapes que existem. E até ajudar quem sabe a contribuir para este contexto geopolítico, ainda que muitas vezes causa que alguma fricção, mas eu acho que terá muitos desafios em especial para a nossa geração, porque nunca se viram tantos leores em massa, que sebram com na minha opinião cada vez mais reconhecia, vai ter que haver uma adaptação muito grande, se nós quisermos subir a tal corporate ladder ou até mesmo liderar empresas, começar empresas, perceber como é que gerimos não só pessoas, mas gerimos agentes, agentes são os sistemas de software que são potenciados depois com o language model, etc., e a mel, não interessa agora ao caso, mas que nos permitem são especializados, em que a Turia especifica e depois que nos vão permitir, ou que vão permitir no fundo, em vez de gerirmos uma equipa com cinco pessoas, ir uma equipa de duas pessoas e três agentes. Uma equipa híbrida? Uma equipa híbrida. E tanto o desafio de um líder vai ser não só, como é que grande que estas pessoas aprendem sobre esta tecnologia, é como é que é acessível a todos, porque tal e qual que aconteceu com outras tecnologias no passado, isto cria um divide muito grande, tanto de falar de pessoas garantizadas, claro, e temos as pessoas produzidas, aqui nós, neste caso, somos todos produziados, todos tivemos acesso a educação, mas isto é uma realidade que não existe, essa tecnologia, por suponha que tenha que haver eletricidade, que tenha que haver um conhecimento como é que a internet funciona, acessa a internet, há desmóveis o que for, e portanto eu acho que este é um tema que me preocupa muito. E depois este desinteresse muito grande, nosso cateto, falava sobre os números, e na verdade, eu estava a ler para a nossa conversa hoje, que 12%, apenas 12% das empresas, isto foi feito com o línguinho Glassdoor, o ano passado, está confiante sobre a sua próxima geração de líderes. Como é que estas empresas vão preparar a nova geração de líderes, se não há ninguém, esta camada que quer alidrar, porque, de facto, há muito poucos incentivos, só damos-pós líderes atuais, o que é que muito que é que não falda? Para ti, é fasta, aliás, para todos vocês, o que é que na sua opinião, é fasta, a vostra geração, da vontade, da ambição de querer um carque topo. E bem, isso é que a vostra realidade é diferente da uma fala, porque vocês lideram projetos pessoais. Não, para que eu estava mandando outra, que está uma panela, está cheio de carangueis, e a panela não tem tanta, então tem, imagina que eu estou atratado da panela e me perguntam onde é que tu não põe-se uma tampa na panela, os carangueis não vão se ir, não vão fugir da panela. E a minha resposta não é isso, que são carangueis portugueses. Quando não está presta-se lá para fora, os outros postam para baixo, portanto, acho que se calhar é esta mudança que precisamos em Portugal, mas isso é um que é de indifície do que os carangueis. Sobido. O auge dos termismo, os termismo de vida, ou seja, não é colaborativo, realmente cada vez que voltamos a uns termismo, separamos a população, nós estamos a unir a população, e nós precisamos de um ambiente colaborativo, se queremos ser líderes e se queremos formar os líderes da próxima geração. Acho que agora mesmo não estamos no ambiente social-politico, que potenci, que as pessoas criam projetos, especialmente da minha área, já sabes como eu grande problema, em segurança, eu luto control medo e essa é a missão do nosso projeto da Flamide, preocupa-nos, claro que sim, porque o medo faz que as pessoas não possam viver a sua vida, como deveriam viver, quando as pessoas não são tão valentes, também não são tão criativas, e não têm vontade de realmente criar para osjetos e criar um impacto social-positive. Portanto, sim, começar por talvez voltar a falar, comunicar, a unir, em vez de escolher posições que nos separam e que fazem estejamos extremos oposto a outra vez. Acho que o papel do líder também é um papel nunca de insolitário, em especial, nesta dinâmica em que nós vivemos. Eu há muitas vezes para os ciêus de empresas, que têm que no fundo entregar os shareholders, é a mesma coisa, especialmente, por exemplo, quando tão extremamente ilígico, em estimentantes ali investors, ou o que for, tendo fazendo aqui o paralismo colado em prendorismo, e que tem que tomar decisões que muitas vezes até vão contra ou que, em causa aos seus próprios valores pessoais e sua identidade pessoal. Isto caso é um nível de destresse, de solidão, eu acho que esta geração, e não acho só os números dizem isso, valorizam uma sérida outras coisas, esta visão alística é do que é uma pessoa, enquanto individual, não sou profissional que trabalha na empresa, mas também tudo que existe à volta que faz com que acha que, cada vez menos vontade, me dista acontecer. Outra coisa também, eu acho que é falta de disposição, logo no início da carreira, e este tipo de decisões estratégicas, ou seja, quando as empresas estão cada vez com mais cilos, é muito mais difícil de perceber o que é que requer, que tipo de formação é que requer, que tipo de esforços, e exatamente é que se requer para ser um líder, nenhuma das coisas muito importantes, que esta geração procura, naturalmente, talvez menos interessada, de facto, no tema da liderança, mas é muito este tema da formação, da aprendizagem, da mentoria, do feedback, e portanto, talvez, que, falando um pouco de possibilidades, qual é que é uma possibilidade para tentar inverter isto? Talvez se ajudar mais rapidamente, mais exposição, as estratégias, as lideranças serem mais abertas também, não sou em relação aos seus conquistas, e o que temos há de ingerir enquanto a empresa e cultura, mas também ao contrário, que é, quase que são os desafios que este líder estão a ter, e estão a tomar e dar a mais visibilidade sobre estas pessoas que trabalham na empresa, porque, de facto, o propósito nunca foi tão importante para as gerações, como eu acredito seja para a nossa. Cruzando isto tudo aqui que dissemos, deixem-me perguntar-vos como é que vocês definem a liderança necessária para o século de futuro? Para mim, e falando aqui, da nossa situação política actual, é que descalhar a maioria dos preguéssos para esta votar em alguém que não construiu nada, ou seja, alguém que fez política por carreira e nem foi muito bom fazer isso. Eu estava a perguntar por curiosidade ao Jamanai, o que é que o nosso político seguro, o que é que ela acredita, o que é que ela vai trazer aqui para a mesa, e o Jamanai não consegue dizer grande coisa, portanto, o que eu gostava de ver, em termos de liderança para Portugal, é alguém que tenha feito coisas, é alguém que tenha tido de experiência de construir do ser preferencialmente. Não há alguém que tenha sido só conversa, mas há alguém que possa trazer algo para a mesa e que possa mudar o sistema que precisamos de despradamento, eu acho de mudança positiva. Julieta. Isso seria fantástico para cá, se terem prender os políticos também, mas eu acho que a barucracia nos ia matar a todos no primeiro dia, portanto, sim, porque todos lá. Talvez a nossa geração, Gen Z, é a primeira geração que está obcecada com o propósito, com ter uma missão, com ter um impacto social, muda um pouco a nossa bústula e o nosso objetivo, porque já não é só fazer dinheiro, poder sustentar a nossa família, também ver um impacto real no mundo que nós estamos a causar, e depois agora mesmo é muito difícil predizer o que é que vai acontecer, especialmente com esta grande mudança a nível industrial e também intelectual, que é o Charles GPT, os modelos L&M, de maneira totalmente available a toda a gente, portanto, é difícil predizer o que é que vai ser um líder futuro, eu acho que tendo ser um líder altamente humano, um líder que não faz layout massivos de substituir os seus trabalhadores por modelos de A, senão que fomenta que os seus trabalhadores saibam trabalhar com ferramentas de inteligência artificial, a inteligência artificial não vai substituir um humano, mas o humano que usa inteligência artificial vai substituir um humano que não usa, portanto, o líder que consiga juntar estas peças, unir a tecnologia, a humanismo, unir a tecnologia, ao impacto social, acho que vai ser o líder que nós devemos admirar no futuro. Vou pegar nessa tua ideia e vou na salva para ficar só a uma falda, olha a falda. Bora. Sente, não, não, tu que estás a ajudar no fundo a construir esse futuro e alíberar projetos na área dentro de inserte oficial e da transformação digital, continuá a fazer sentido na era dentro de inserte artificial, falarmos em líderes do futuro, vai bastar um algoritmo que faz o papel melhor do que qualquer mal líder, por assim dizer. Não, a liderança, na verdade, a liderança não é uma realidade assim tão distantes. Todas as pessoas são líderes de alguma maneira, podem ser líderes em casa, eu me acertei a muitas minhas desta sala, a lideram os seus lados como ninguém, a liderança, sim, sim, espero que sim, a liderança acontece na escola, a liderança acontece quando estamos a falar sobre a nossa carreira, sobre a nossa vida, as nossas decisões, e isso também é liderar, nenhum algoritmo nunca vai substituir absolutamente nada do que esse tema da liderança, vai de poder informar nos ajudá-nos a tomar decisões muito mais de pressa, porque tem acesso a dados de forma muito mais rápida do que nós temos e, na verdade, eu acho que este é uma vantagem, não devemos ver como um inimigo, porque é ir real pensar que podemos colocar as mãos à frente, porque o vento já está a passar entre os dedos, e eu acho que, à uma frase do Saramaque, eu gosto muito que nós só podemos ver a ídice sermos da ídia, não é? Em relação a este tema da liderança, acho que só podemos pensar no que é um líder do futuro, se olharmos para o que está a acontecer fora da nossa ídia, ou o que está a acontecer no mundo, como um todo. E pegando neste tema, e já tendo respondido a questão de incligência artificial, este sempre uma forma de ajudar o líder a ser melhor, eu acho que confundimos duas questões muito importantes na liderança, e isto acontece, já que estamos a falar sobre o carís político e que deixar essa última nota, entre carisma e caráter, a maioria dos líderes que nós temos atualmente são líderes extremamente carismáticos, que é que os termos deles, ou não, é o caso do Trump, é uma pessoa com imenso carisma, sobre o caráter não está em tanta certeza. Eu acho que este é um tema muito relevante, porque nós, pessoas que votam, apaixonam-se muito mais facilmente por uma pessoa extremamente carismática, que na verdade pode não ter grande conteúdo a ter feito grande coisa, mas que nos prometem de mundos e fundos, e acho que devemos preocuparmos cada vez mais com o caráter, é por isso que eu acho que o líder do futuro é uma pessoa com o caráter, uma pessoa que reconhece a importância das pessoas, como dizia Scottia, coloca as pessoas no centro do que faz, é que reconhece que a tecnologia é essencial, e que nos agência essencial é essencial para levar a empresa, porque o que levou a DAB não vai levar de BAC, portanto isto é essencial, não vale a pena negarmos a realidade que já existe, e portanto talvez deixasse-se convita a apaixonarmos mais pelo caráter, pela deciacia do líder, que criam um ambiente em que podemos trabalhar, que às vezes até ele e jariamente menos inspirador, mas que, de facto, consegue criar um ambiente em que todas as pessoas têm essa oportunidade de liderar, e depois, homens, um mulher sem casa também, possam ter essa oportunidade de fazer. Deixem-me colocar-se uma última pergunta, porque lá está o imprativo do tempo, não deixa ficar aqui como gostaria o resto da tarde, são anos aqui desafios múltiplos nacionais daquilo que, na perspectiva das novas gerações como vocês, importa agora perceber o que podemos fazer melhor para o futuro, depende mais de políticas públicas, melhorar o contexto que temos no país, de uma mudança de mentalidade, no fundo como é que garantimos que Portugal não continua a perder talentos que foram com a voz caso, o que é preciso fazer para invertir este quadro? Para mim é um governo mais pequeno, que é o que iniciativa liberal acho muito bem tentado aproxar menos o burocracia, mais simplificação, escalar limpar menos regras e escalar regras mais robustas, mais menos, para mim é o caminho para Portugal. Tudo bem? E talvez vou falar a modo mais pessoal, porque cada um de nós pode fazer a nível individual, a mim preocupa-me, sobretudo também nesta nova era de tecnologia e nesta nova era de termismo político, sermos cada vez mais uniformes e obter-semos cada vez mais. E eu posso expressar um desejo que eu tenho, é que todos nós continuamos a questionar, a ser bons rebeldes, não dizer que sim sempre, se não analisar e tomar as nossas próprias decisões, chegar às nossas próprias conclusões, e às vezes é preciso, para ti e tudo, para voltar a construir, não há mal nenhum, sobretudo continuar a ser valentes, como são os partigais das doenícias. Eu diria que talvez a política seja demasiado, seja redoutor pensar-me só no tema da política, eu acho que democracia como um todo, é meio demasiado importante para deixarmos só na mão dos políticos, e portanto eu diria que nós em quando sociedade civil e qualquer pessoa quer faça parte de uma grande ou pequena organização, tem esse papel, eu, quando comecei o meu trabalho com grandes organizações internacionais, sempre pensei que eram nestais organizações internacionais, e que é nestais grandes organizações internacionais, que se mudam ao mundo. Mas percebi que mudaram o mundo a uma coisa tão pequena que começa com a comunidade anonçulada, com fazermos a diferença como tornarmos o mundo um ga mais seguro, com darmos mais a sensibilidade, seja de que forma for a outras pessoas, e portanto acho que cada um de nós, tem ou não um papel mais relevante até nas suas próprias empresas, tem a só oportunidade de se envolver iniciativas e de fazer a diferença na sociedade civil. Olha, obrigado aos três, para esta conversa que ficava muito mais tempo, foi um imesse para saber-vos, agradecermos também, em facto, terem conseguido conciliar as vossas agendas e voos para poder enviarte propósito para este festival de podcast, obrigada também à audiência aqui presente, que é sempre fantástica, e a equipa técnica que semanalmente faz habitual magia para que cada episódio deste podcast tide todos os outros que produzimos seja possível, são uma errita, João Luís Amorinto, Marcelo Fink, Gustave Carvalho, João Martins, e a Martins posam amigos, saberão porquê também mais daqui a pouco. E a nossa Joana Bolesa pelo incansável esforço e movilização e inspiração muitas vezes para concretizar todos estes podcasts antes de te pedir, permitam anunciar uma novidade, a nossa aposta na geração, como a minha e como a vossa, vai continuar, Manuel Rosa apresenta um podcast sobre a geração que inaugurou o século 21, marcada pela transição de Nokia 33D para o iPhone, a primeira geração da internet do computador Magalhais e do YouTube como televisão, que se estilou o mundo à sua volta, aqui dão-se a conhecer jovens que querem mudar o mundo ao ritmo assolarado do seu tempo, histórias inspiradoras também, a estreia está marcada para Mars, muito bem-vindo a este podcast. Quanto a mim regrese como é breve no modelo habitual, da minha parte é tudo já sabe o seu é o limite. Imagina um automóvel que o ajuda a conciliar a vida profissional e a vida pessoal, que pode levar confortablemente às reuniões de trabalho, mas que também pode ser a sala de estar da sua família, que graças a um interior cuidadosamente e sonorizado, o pode levar do stress, a serenidade. O novo Volvo e S90 está numa classe à parte, um topo de gama 100% elétrico, pensado para os líderes do futuro, para quem está a fazer diferente, muito além do óbvio, e para todos os que procuram o equilíbrio no que é essencial. Novo Volvo e S90, For Life and Balance.
Podcast Summary
Key Points:
A liderança futura deve integrar tecnologia e humanismo, focando no desenvolvimento de equipas que saibam usar IA, não na substituição de humanos.
Portugal enfrenta desafios na retenção de talentos e empreendedores devido a burocracia, dificuldades de financiamento, mentalidade avessa ao risco e mobilidade social limitada.
Os jovens líderes entrevistados destacam a importância de propósito, ética na tecnologia e impacto social, além de criticarem a falta de meritocracia e oportunidades em Portugal comparado com contextos internacionais.
Summary:
A discussão centra-se nos desafios e características da nova geração de líderes, com ênfase na integração ética da inteligência artificial, onde humanos que usam IA substituirão os que não a utilizam. Os participantes, jovens líderes portugueses a trabalhar no estrangeiro, partilham as suas experiências e razões para deixarem Portugal. Apontam problemas como burocracia excessiva, dificuldade em captar investimento (especialmente de "business angels"), uma cultura avessa ao risco, salários baixos e limitada mobilidade social como fatores que dificultam o empreendedorismo e a progressão profissional.
Em contraste, destacam ecossistemas como o dinamarquês, que oferecem maior apoio estatal, confiança e mentalidade meritocrática. A conversa também aborda a necessidade de uma liderança com propósito, foco no impacto social e a urgência de Portugal adaptar-se a estas realidades para se tornar mais competitivo e reter talentos, especialmente face ao desinteresse de parte da Geração Z por cargos de liderança tradicional.
FAQs
O líder do futuro deve ser altamente humano, promovendo que os trabalhadores saibam trabalhar com IA, em vez de substituí-los. Deve unir tecnologia, humanismo e impacto social.
Fatores como salários baixos, burocracia excessiva, dificuldade em captar investimento e menor mobilidade social tornam o país menos atrativo para criar uma família e crescer profissionalmente.
Em países como Dinamarca e Espanha, há maior apoio estatal, processos mais ágeis, investidores mais sofisticados e uma cultura menos avessa ao risco, acelerando o lançamento de startups.
A cultura portuguesa tende a ser mais avessa ao risco, muitas vezes por falta de educação financeira sobre diversificação de investimentos, o que dificulta o financiamento de projetos inovadores.
Em multinacionais globais, há maior meritocracia e sistemas que permitem aos jovens provar seu valor, enquanto em Portugal, a mentalidade e hierarquias podem dificultar o reconhecimento rápido.
A burocracia é um entrave significativo, com requisitos complexos e demorados, como a necessidade de histórico prévio para financiamento, dificultando o início de novos negócios.
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