A transcrição explora reflexões profundas sobre a natureza humana, a conexão entre pensamento e respiração, e a dominação da lógica consumista no mundo contemporâneo. A narrativa começa com uma crítica à forma como os indivíduos se comunicam, destacando a tensão entre a necessidade de pensar e a pressão de se expressar rapidamente, muitas vezes em apenas 30 segundos, para atender às redes sociais. Isso leva à perda de profundidade nas conversas, onde as pessoas não se conectam verdadeiramente, mas apenas se apresentam para obter validação. O texto desmonta a ideia de "autenticidade" como um valor neutro, mostrando que ela é facilmente comercializada, como no caso do "orgânico", que perde seu sentido natural para se tornar um produto de marketing. A crítica se aprofunda ao mostrar como a sociedade, especialmente os ricos, têm um poder enorme sobre o ambiente e as consequências sociais, enquanto as pessoas comuns se sentem culpadas por ações que, na verdade, são fruto de estruturas de desigualdade. A análise também toca no papel da psicanálise, questionando a ideia de que o autoconhecimento depende de um reflexo idealizado, e aponta para a necessidade de uma nova forma de viver, que valorize a presença, o tempo e a dignidade, em vez de se apegar ao sucesso material. Assim, o debate conclui com uma reflexão sobre a necessidade de romper com o modelo de consumo e de autenticidade artificial, para reconstituir uma vida mais autêntica, presente e solidária.
Olá, bem-vindos ao tonel do vento e vamos começar com um tono desaguizado, pois antes da
gravação daqui o desentendivo, a volta da posição do microfone e em possibilidade nos olharmos
olhos nos olhos, mas nós vivemos um século, 21, em princípio, e é uma prática que
em um esquecimento olharmos nos nos olhos, estou a devias de ver um filme de comédio romântica
em que os personagens não cruzam nos olhos durante uma hora e meia.
Hoje temos conosco, Jessica, que está a olhar para mim com uma cara de enfave, o que que
eu estou aqui a fazer foi obrigada a gravar um podcast como namorado e se quiseres continuar
para me esquivar cara, esta posição de pessoa que gosta de falar e é impático, eu sou
impático, como deve saber, estou a falar pra ti própria, não sei se, gosto de falar como sou
as inteligentes, tem-se algo que queres falar, então comeceu-lo, vale, tu é gostoso
de falar?
Sim, mas tem tanta demora, tem tanta prejância de criar com um sal a gravar e agora não
sabe o que tem a falar, sim tal uma tensão, eu acho que precisamos de respirar mais
vezes.
Eu sou esmático, eu tenho afastado essa prática da minha vida, depois por ser que as esmáticos
por não respirar?
Exato, mas se quer, tu é mais bem preparada, romântico, tu devia gerar de preparar melhor
o teu cérebro?
Tás uma chamar estúpida, para respirar melhor, a essa ligação entre quantidade de oxigênio
e qualidade de pensamento, tás uma chamada?
Não, não, não, necessariamente.
Tás uma qualificar de potencial.
Sua potencialmente é mais força do que eu, mas.
Potencialmente.
Potencialmente.
Mas tu, treinas artes marciais e que consegue fazer um matagatinho.
Matalhão só contém a barba aí a que tem de. Mas e matalhão não consigo, porque o meu braço é inferior ao carixácio.
Deixe-me mais.
Deve-se.
Deve-se.
Deve-se.
Seis, seis, seis.
Seja só consegue utilizar o matalhão, preciso.
Não, não.
Ok.
Ou não.
Eu contra uma não, eu ganho.
E se perder-se.
Não, não perca.
Não perca, tu habita a dar bater em crianças.
Ok.
É uma prática comum que utiliza-se para os países, né?
Sim, sim.
A conselhas?
Sim, sim.
É gostoso quando tu usa assim.
O que?
O uso está lá.
É.
É bom na cidade, porque hoje generam-me com facilidade, né?
Não.
Chei um limpo cada.
Eu também cheio um português, por isso ninguém nota, né?
Sim.
É, é uma prática que eu. Passas, quando creias, por isso, passa a ser um xiar interior.
Ok.
Já não é um xiar que tu produz pra o mundo, ou seja, já é o teu corpo.
Que xia, tu centres de xias, 90 de xias.
Ou seja, é uma porta velha, né?
Sim.
Sim, sim.
Agora, percebemos aquelas percepções da criança interior.
Nós engolimos essa criança, e a criança interior, o que ela está a fazer. A verdade é que a criança não foi engolida, ela, simplesmente, foi sendo criada, uma
camada de merda à volta da criança.
Ok.
O chamado adulto.
Exatamente.
É por isso que tu não mente creias, mas tu não creias, porque. Creias?
Não.
Não.
Tem, me vejo com. É uma sedimentação de merda que faz com que tu seja, agora, um adulto.
Uma bela imagem, e não foge muito da verdade, há uma versão do mito pronteu, aquele titã
que deu o fogo ao homem, do Muller, em que ele, depois há uma parte, um mito mais
à frente, ele é desacorrentado pelo Erkuss.
E, da perspectiva do Erkuss, segunda versão do Muller, aquele livro não chega para todos
os textos à volta do capitalismo, ele dá a se conta que há um, ele testá, segundo
o mito, acorrentado, às montanhas do cálcaso, é montanhas de merda, porque ele está
a me ars de anos, ou há centenas de anos, segunda história, a cagar.
Então, o que ele vê ao chegar é um mundo esterco que o pronteu foi cagando ao longo do
tempo.
E. Mas os deuses cagam?
E isto é que nunca cagava, os deuses garegos sempre cagaram, os deuses garegos faziam
tudo aquilo que o homem faz multiplicado por mil, o homem fode, os deuses fodei vezes
mil, cagam, se os homens cagam, os deuses cagam, vezes mil, ou seja, é uma versão hiperbólica
o de uniz, ou qualquer deus, tu olhas por retrato, qualquer deus, e tu vê as características
humanas, ao contrário dessa hygienização, ainda que o Cristo esteja ali a meiter, o Cristo
foi uma adição posterior, epa, este deus do antigo distamento, não tem nada que ver
com o homem.
Temos que fazer aqui um rebranding, ficá meio caminho, mas deus não é Cristo.
Pois entra naquela ideia que é e não é, ou seja, deus é três coisas, ao mesmo tempo,
é deus, é Cristo e é o Espírito Santo.
E vei que é muito complicado, e eu acho que ainda não consegui compreender na superfundidade,
que está a expressa num livro douta ignorância de Nicolau de Cusa, é muito complicado a
um gajo durante 200 páginas de tentar explicar isto, 13 é um e não sequê, mas assim
grossa-se modo é como se deus tivesse essas três manifestações, eu acho que um teólogo,
o estudioso diste de Hermia está errado, mas assim pô, o secotidiano, se quiséssemos
fazer um paralismo, o deus grego nos mitos, não está a revelar a sua verdadeira forma,
porque se revelasse a verdadeira forma, o ser humano, o ser humano é capaz de ver o deus
grego na sua verdadeira forma, e acontece um exemplo com a mãe de Uniso, acho que é
muito importante, porque o Deus estava sempre atreir a sua mulher, e ela era muito ciúmente,
e dava-se contou, a ligagem era quase omnividenta, ela sabia tudo, e o que não sabia chegar
olhoso ao vídeo rapidamente, e ela transformou-se de sacerotiza de Deus, aconselhando a Cemul,
a pedir-o a Deus, é parvela-te, revela-te todo, e ele se diu este desejo de Cemul, e ao
lá-se, é um ser que nossa visão não consegue compreender, e ensinerou, Cemul morreu ao
ver, não sei se chegou a ver, verdadeir a face, e o que aconteceu foi, como ela estava
gravida de Uniso, o Deus implantou o deuniso na perna-de-o, e o deuniso, o Deus do riso,
da tragédia, e do vinaste da perna de Deus, tal como a Tena nasce depois da cabeça,
de Deus, que o Gás engoliu, uma deusa que foi professora-deu, a deusa da Astucia, Métis,
e eu já vou acabar isso, que eu estou a olhar, a tua cara de refado, que que tu vai espai-e,
e fui crescendo qualquer coisa na cabeça dela, até que ele não conseguiu, essa deusa a
Métis era a deusa de inteligência e da Astucia, não é uma palavra que já não usamos muito,
e ele não estava a ficar louco, então pediu a E-Festo, o Deus do Ferreiro, dos vulcões, etc.,
para forjar uma chave e o E-Festo daria uma machadada na pinha, e a cabeça abro-se, e sai
já a Tena, fardada com ela, e tudo não é que ela a Tena que vivemos no filme da Diceio,
uma Tena, a Tena, normalmente era representada, já estava sempre com. com aquilo que nós
vimos, por exemplo, isso, aquela amadura, estava sempre naixar assim, com uma lança impunha,
e depois rapidamente a cabeça voltou ao sítio onde estava, a facilidade de ser Deus é que
cicatrizas rápido, mas, daquilo que eu me recordo, Zeus deu a luz pelo menos 2, o Dionisio da
Perna, e a Tena da cabeça, por isso que ela também é a Deus da inteligência e da guerra
subtilo ao contrário do Arsch, que é da guerra mais bruta da Nimalesca, nem sei porque
é que vim por aqui, a Tena, estamos a falar da questão dos Deuses e dos 3 em 1, e sei
que foi uma história que eles arranjaram para tentar compor, se viremos subtúbios, o antigo
distamento, são variações de coisas que estavam lá para trás, ou seja, nos mites greicos,
ou seja, não nos mitos dos povos, por exemplo, o Dilúvio, o Platão tem o livro afelado
de Dilúvio, só que é uma sussão de, eu acho que eu voo até de cícil, pois já não consigo
lembrar, corretamente da linhagem, mas sei que amei do caminho, eu acho que é o filho
desse gás chamado de Eucalian, que se vai chamar, ele é no que dá, origem ao nome dos greicos.
E já com os porquê isto com nem dropping, nem dropping, nem dropping, mas não é
O NIMO.
em droping a contemporânea, eu tentei compor o raciocínio de mal de tentar estar à altura,
mas, de facto, o paralismo que eu posso fazer embora o Vaticano não gostasse, pois acho que é uma coisa aparto,
o meu Deus é, o Deus os vosso são ficções, posso até adicinar uma coisa que está também naquele livro de Mulher,
eu acho que é um episódio, se eu tivesse aqui agora a Lia então tem de inventar procurando restos na minha memória,
depois do alocausto, o Vaticano estava à procura do Martyr, né, de alguém que se tivesse oposto aquele regime e viu-se à raska,
e a única pessoa que encontrou foi um agricultor, cadiente dos nazis disso, não quero, não quero,
eu estou obrigada a cumprir uma ordem superior, como obriga a amar o próximo, não quero, não quero.
E quem foi fuzilano?
Decapitar-no, decapitar-no, mas, ou seja, este idea de um apostrato que nós nos revoltamos contra um regime totalitário,
de espota, é muito engraçado, é que o livro que a gente ainda não leu sobre Gaza, no futuro vamos cheirar todos contra Gaza,
mas quando estamos a viver, por um exemplo, em barcos para na prática tentar, ainda que, por coisas mínimas, fazer a diferença não,
agora vamos lá mudar nossa vida, 3 novas rinco, vamos later palhar o PIB, e o que é que se deu?
Ou seja, mostra a raridade de uma pessoa que é uma pessoa simples, que fez, foi pegar num perceito que sou utilizado,
que o retamente é um bom perceito, que o deve amar o outro, ou seja, é pegar naquela ideia que nós vimos no filme do Adiceio,
o outro pode ser um Deus, então, captar-te, receber toda a gente com dignidade, esse era a regra de Deus,
aquilo que os deuses agregos era aquela regra que não devia ser mal tratada por nenhum modo,
há vários mitos a volta disso, pessoas que não cumpriram essa regra de hostilidade, de hostilidade,
não de hostilidade, engraçado como as duas palavras são muito parecidas, ou de caso.
Mas um por hoje e agarro com um slein, o lugar tem essa coisa não slei, e quase um português, também não slei.
Bom, o que é que ir para um sítio qualquer, ir para um sítio qualquer um grilo, tanto, e falar do tanto, não,
bom, se calhar pro dîmo, se calhar pro dîmo, quer adicionar uma coisa?
Estamos a falar só desses deuses a de "Ah, ok, lembrem do agricultor".
A parte, essa parte é engraçado, ou seja, a gareza de encontrar numa pessoa que se opõe, e no parecer dele,
ele não era um parceiro de estudioso, de cruzou milhares de pontos de vista.
É, a Bíblia diz-me amar o próximo, porque são uns ensinamentos de Cristo.
Não atual um gado maziado, mas há duas leis presentes na Bíblia, e que, se quisermos sumarear muito,
é a lei do Antigustamento, que é o olho por olho, e, depois, aparece Cristo e ama o próximo.
Ou seja, de facto, parece uma coisa nova, mas ele vai repiscar a interpretação antiga dessa lei de Zeus.
É, se é o outro sempre, melhor que poder. E é estas duas leis, que podem ser também corrompidas,
mas explica que é o homem, o que foi o homem, ou, se quisermos, dentro de nós há sem pesta batalha.
É, faz de mal, então, dentro por dentro, olho por olho, e depois, o inventário persega, a cicatriz por cicatriz,
ou seja, não é só isto, esta é a versão compacta.
Ou, ama sempre o próximo, não é? Porque não sabemos quem é o próximo. Pode ser um deus.
E, neste caso, ele não se ocorreu de vários pontos de vista de filosofia, só, pose em prática,
aquilo que diz por em prática, que está na Bíblia, e pronto, diante de aquilo, ele não, e foi de capitado.
O outro lado é que, ou seja, o Vatican estava à procura de pessoas para canonizar, para tornar santo.
Só que ocultou uma coisa que, mais tarde, o polemica, estamos a pensar na década 80, ou seja, 1980.
Já muito depois da Seconda Guerra Mundial, deram-se conta que o próprio Vaticano também tinha obrigado.
Esse agricultor, a vestir a Fárdenazi, e este é o ponto. De facto, este agricultor, basicamente, ocorreu-se sem grandes estudos,
deste ensinamento de Cristo, mas na prática, aquilo que representam a instituição da igreja, levaram-me um pouco.
É perceber que ele era um juguete de facto. Mesmo, se fosse canonizado, eu não sei depois como foi o processo,
eu fui um juguete. Então, naquela altura, na altura do regime nazi, não servia-se enquanto de gás contra o poder.
Porque não taliste a sua exércita, porque não houvesse a Fárdeno dos nazis tão bonitas, como dizem agora, que era d'Ago Bosso.
Ficava-se, acho que era o Bosso e a nível estético, impecável. Ficava-se bem vestido, então também matava mais um menos outro.
Então, agora tás aí armadém, tratávamos-me a vida-lua, aí todo bem agachado via todo, engressado como, quando começas a largar,
a tua visão percebe-se que estas instituições não existem. Isso é uma instituição que, por debajo das suas saias, ao homem e o homem.
É uma história muito curta, que procuramos qualquer coisa para que nos revime enquanto sociedade ou enquanto grubo portamos a pensar no Vaticano.
Onde é capaz de um homem bom que está aqui? E aí, agora descobrirem que não foi o Vaticano que disse "ah, final de fomos-nos".
Não fui alguém que olhava pro assunto, mas esses cabrões, que não há procura de Santos, foram os filhos da puta, na altura.
Então, vocês procuram, antes de só, só admonios no Vaticano. E este é o quanto mais aprofundas olhar, mais percebos que, para pegar na imagem que tu tens, somos um monte de merda, não é?
Não há, é muito difícil encontrar, este agricultor era acheção, era realmente uma pita numa ideia de esta merda toda.
Não se deixou abalar, essa era a convicção que rejaria a sua vida, não é porque a venazismo, ser de capitado, eu não fui vergado.
Fazem falto, há monumentos a estas pessoas humildes, que diante de estudiante, eu não desconheciam o que que podia acontecer.
Não se vergou, não recou, é ok.
Eu pautei minha vida por isso, não vou recuar por caso contrário, depois vai acontecer, se eu viver isso muito mais tempo, supondo que vivia, não lhe acontecia nada, eu depois de viver amargurado, porque foi contra o próprio.
Eu acho que hoje em dia evita pensar nisso, há uma dissociação com uns nossos valores e moral, ou seja, isso nem se quer, se coloque em causa, porque é para mim.
Eu sinto que se tivesse que viver com o peso de uma decisão que fosse muito forte contra aquilo que acreditou, acho que me eliminaram o resto da vida, não é?
Acho que vimos todos tentar viver com o foco, tentar morrer em paz, está a ver? Acho que se fosse o nosso objetivo.
Mas essa é uma das finições, por exemplo, de filosofia, há mais, mas uma é aprender morrer.
E para mim, isso faz mais sentido, nem precisava de ter contactado com essa ideia, fui lá naturalmente, porque eu penso muitas vezes estar, obviamente, com muitas mortes que são súbitas, e não tenho tempo para pensar sobre a morte.
Em tempo, imagine uma morte em um leite morte, está-se numa cama a falecer, e que hoje a dia é cada vez mais comum, porque muitas vezes são doenças prolongadas.
Mas e até pudimos fazer umas tris que prolongadas, por vezes, por já o serem e. Não, medicamentos prolongadas. Exatamente, esse é o lado, ou seja, a medicina trouxe-se também.
Depois tem os paliativos e tens todo um conjunto de coisas para durar a tua, exerandamos a fugir dador o tempo todo.
Mas isso aí, só outro parentes, o paliativo já entrou na nossa vida quase desde a na chance, é que o livro do Biume Chulano, Ciudad Paliativa, nós afastaram nos dador.
E ao afastarmos o dador, a nossa relação com o mundo é uma relação de ficção, porque é dour e o sufrimento, embora nos desagravem que nos mudam.
Sim, mas, por isso, é um cade de idiota, porque, imagina, tu tá, acho que uma doença terminal, vai estar atumada.
Chamada a vida, tu brinca.
Vai estar atumada indicamente, e essas coisas para não sentir juzour. A melhor forma, não sentir juzour é morrer os foda-se, então.
Então, estamos a prolongar o quê?
Então, mas aí entao a questão da ética e é por isso que depois já.
A ética dos outros, tu deixo a Z tempo de edicisão, tu deixo a estere. Aí entramos no campo de. Arbitre sob o teu corpo.
Mas entramos no campo de OTANASIA, é por isso que é. É por isso que OTANASIA é um tema tão danço e cheio de catacumbas, por isso mesmo.
Porque. Descuto o suficiente, não o Parlamento, que estão argumentos de cinco minutos, tanto
que dizer.
Se forz haver esta questão do tempo, é mesmo a troza, eu devia se discutir mais desta
questão da concessão do tempo, do tempo enquanto. Ou seja. Enquanto bom vai pra estas puder?
Não, não só.
Tudo de tempo passar tempo, o tempo que passa, não é?
Mas tem vários estítios ou assim no obstrato.
Não, a est ideia do tempo que passa, ok?
Ok, ok.
Da concessão como é que nós concebemos o tempo, ok?
Porque assim, não se devem dir o tempo por horas, deve-se me dir por chegar a algum
sítio e quer dizer, tu, a partir do momento que começas a me dir, tudo, potedá-se
45 minutos, até 15 minutos, no Parlamento, tens um cronômetro, tens um debate, tem um
cronômetro.
O podcast só pode ter uma hora, depois que. Não, é, esta questão de prontos, dos números, né, isso.
Mas, mais incidindo mais na questão do tempo, a processão que as pessoas têm atualmente
do tempo.
Acho que está aminado, não sei. Tava-se a pensar, ou seja, deste exemplo de, sei lá, uma conversa, um debate, uma discussão
está sempre constrater. Tu não chega à nenhuma conclusão, porque assim, não parlamentar, tipo, tira coisas tão
importantes, como, por exemplo, pode ser eu tanás, e como pode ser outra coisa qualquer.
Quer dizer, aquilo tem um cronômetro lá em cima, e cada pessoa da bancada, que a gente
tem cinco minutos para falar, ou, orévores.
Sim, sim, sim.
Como é que se vai chegar a algum debate, profundo sobre um tema tão complexo, como, por exemplo,
a Eutanasia?
Pois, ao outro lado, também perverse, sobretudo, agora, nos últimos anos, tendo em conta
que, para passar, ou supostamente, passar as suas ideias, tendo de, quando estão a falar
já estão cientes, isto tendo a estar internet friendly, né, então. Sim, tem que ter 30 segundos, para ter que ser curtável, ter que ser. Já está. Já está a ser pensado, para depois cheiros, curtável, para as redes sociais.
Ou seja, é que, depois é, tudo. Encontro-se-va uma fórmula, né?
Ah, o "Attention spawn" a pessoa só consegue ter uma. só consegue ter a tensão
durante 30 segundos, um minuto.
Então, ou seja, tudo. Fui. Vai se percebendo que o ser humano. o ser humano não mudou muito ao longo do tempo, né?
E há certas coisas que estão. que são trânsicas ao ser humano.
Ah, pode ser os medos, pode ser realmente a capacidade de captar, como é que ele capta,
portanto, isso foi se sendo estudado, mas foi sempre a partir do momento, foi sendo usado,
para agora ser um veículo, para passar, o ideias, ou seja, estar a ser manietado, a informação
que passou a ser conhecida sobre o ser humano, que já existia, obviamente, e que pai permanecer
durante os séculos, só que a única diferença é que tu agora estás a usá-la como uma
ferramenta para. para manietar, essencialmente é isso, ou seja, o que realmente a pessoa consegue
absorver, são 30 segundos, então, como é que eu vou vender a este ideia, ou como é que
eu vou passar a este ideia, em 30 segundos, e vão outra vez ao que é o ser humano, provavelmente
ele vai mexer com uma criança que está muito empregnada, ou com a ideia muito comum,
ou com. Vai puxar as emoções, né?
Vai puxar uma emoção muito profunda, vai puxar um medo muito profunda, ou seja. Ou seja, continuamos a utilizar aquela frase, a pouco clí, daquele livro em que o autor
citava o Freud, isto não é expectável, com a memória, enquanto continuo a ter o medo
da escuridão, e o medo do silêncio. Eu acho que é fundamental, e eu estava a tentar ter um raci-cinho em torno disto, em que a única
diferença é que tu começaste a pensar mais sobre os metros que existem e começaste
a usar esses metros.
Instrumentaliza, mas. Tu começaste a instrumentalizar os metros?
Sim, eu acho que, desde que o homem começou a ser uma grande massa, mas recentemente,
de há um século. Após a evolução industrial, eu acho, naquele livro da Federica, está muito presente,
instrumentaliza. Não sei se isso bem, vou repetir, instrumentalização levada a cabo pela psicologia, e esse é
o lado que, naquele volume da iletra sobre a psique, e aquilo que está ali ainda era de narcisismo,
fazem cada um da sua forma, mas trazer aqui a atona algo que costuma estar nas catacumbas,
o lado perigoso da terapia, da psicologia, da psicanálise, como Freud, a Nova Ia, que eu trago
os apeste. Tudo me parece bem. Estas que eu conheço a psicanálise, parece uma maiserteira, na medida em que sabe que
nós somos ridículos, e aquilo que a psicanálise faz é lutar, ou melhor tentar nos aproximar.
E aqui, tu utilizaram nos termos corretos, mas se não andava quem rodei, é tentar estretar
lásos com a morte e com o sexo, essas são as duas, talvez comete, são as três objetos
da psicanálise, fazendo ao paciente ou analisado chegar ao seu caminho por si próprio.
E eu se calhar sou um romântico, mas o homem se calhar não crende por a psicanálise ao
lado da religião, mas tudo isto me parece em próteses, muletas que pro homem, sobretudo
idealizado, o homem devia chegar lá por si próprio ou sem grandes muletas, pois aquilo
veio e não sei se é representativo ou não, mas pensando nas liberidades que recorrem,
pois têm mais meios, andou em trapias e todas e mais algumas, no acima de cavalos, fazem
questinhas agulfinhas, fando em trapias, nos divans, nos sexo, nos orgias, nos matem, retiros.
E tudo acho de conta, ao longo do tempo que elas não mudaram nada, não mudaram, porque
muitas delas têm um pós-quece, se quiserem se for desperdiçar o seu tempo ou ouvir
percebes-nos o grande mudança na trajetória, o que elas arranjaram nesse tipo de meios foi,
sobretudo, protestos para continuarem a ser equilocção, foram arregando bodes piatórios,
o bodes piatória é mãe, o pai, a sociedade, aquilo que você quiser, uma mesma coisa
de estudo, então encontramos os culpados, posso continuar a ser aqui o que sou, um filho
da puta, olha, e esse não é o objetivo final da psicanálise ou da análise, como naquele
livro da análise daquela brasileira psicanelista, o objetivo que pode ser idilico da psicanálise
é quando tu perde a irilização de ti próprio, o objetivo último é iconoclaste, é partir
de enquanto idultipróprio, e depois aí é que faz as paus coedos cacos, isto é o último
patamar, quase ninguém chega ai, mas isso é o caminho, não chegando aí, o que tu faz
na vida seja entrapia, seja na religião, seja no que for, é uma relação de crento,
não é a joelhas diante uma ideia, imagina, tu formas uma imagem ti, a partir dos outros,
exatamente, é difícil tu ter uma processão de aquilo que tu é, ou uma ideia sobre ti,
por ti, mas pode ser, em tanto essa imagem se for ti para ti, por normas estar mais carregadas
de equívoros, em tanto a outra que fazem ti via outros, também está carregada de equívoros,
o que afinar aqui, é sempre uma afinação, incessanto, ou seja, nunca chega a um pontafeito,
a imagem de algo em próprio, não sei que seja um narcisista, e imensar-se no reflexo,
e não crês que haja a diferença entre ti e o ter reflexo, é isso que matem o narcis
no mito, já acham que tu já nem sabem, mas que sou bonito no lago, e atira-se e foga-se
em virtudio do reflexo, e acho que me perdia, e acho que me. Estamos a falar sobre uma ideia que os outros têm em ti, forma a tua, que é a única coisa,
e isso é cansativo, por exemplo, que é cansativo, mas me parece que não há outra forma,
decidir continuamente crítica sobre isso.
Ok.
me deixam lá, ver se isto existe a crítica, se ressistir, ok, pego naquilo que me interessar
e eleve, a mesma coisa em relação a ti próprio, ok, eu acho isto minha próprio, mas deixam
lá ver isto sob todos os ângulos, ok?
- O. aquilo que me parece, de danoso. - De forma que tu testes, comparas-te com os
outros? - É pago, a coisa que nem sequer é possível de. vai testar ou de. mas no limite vai se chegar a um cito que é um bilo, né? Ou seja, numa vento forma de saber
se se cinça, não, então deixa, bueno, estou bem. - É o meio parte das coisas, né?
- Então, a questão é, depois entra aí a verdadeira processão de ti próprio, não sabendo
o que é que tu faz? - E a questão é a mostrar que isso é tão importante assim?
- Não é, não é, não é? - Não é. - Segundo a conclusão daquele livro daquela
O psicanolista não é assim, então é interessante. Não é interessante.
Sim, eu não lhe ainda não lhe, mas quero ler a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a. a ledra do narcisismo.
E. eu penso que lê lá um. consegui ler um artigo. e. vou, obviamente, averviar muito. mas. Houve um tuisto, uma atorção de nós passarmos a viver internamento ou interiormente, porque,
o peso tem bem com isto, tudo está fora do nosso controle, né? E as pessoas derem conta disso, derem-se conta disso, então,
há uma crença de que se nós nos virarmos para o nosso interior, nós podemos ter a capacidade ao controle de mudar algo,
tanto que essa ideia que agora está muito evoga, que é, por exemplo, alimentação, ou, portanto, a questão da saúde,
tem a si, se não estava mais na do corpo, que eu também linda o artigo sobre o corpo.
Mas dá uma forma a estar. As duas coisas relacionam. E tudo se relacionam, a metade também se relacionam a ele,
eles estão a separar estes temas, porque é mais fácil.
Tu basta dar conta quando pegas não ouvem, pegas em tudo, não.
Exatamente, nossa capacidade de processamento é muito baixa, é baixa.
Nós temos partido do princípio, ok. Nós vamos, é que o que eu tenho dado, em muitas discussões ou às vezes,
intervenções que eu faço no tipo de que a gente com a sustência faz uma pergunta, é que há mesmo uma preguiçama em capacidade de relacionar coisas,
e eu já sei. Quando vou fazer uma pergunta, eu não posso fazer uma pergunta durante uma hora, seria inconcebível,
seria um ato artístico, vou fazer uma pergunta durante uma hora.
Mas eu sei, quase sempre, quase profeta que eu sei, é forma como a pessoa, quem eu preguntei, vai atacar.
Vai atacar, sobretudo, não dito. Como eu não disse, não é porque eu não sei, ou porque eu não sei verbalizar,
é impossível, caso contrário, eu já tenho, por norma, a prepenção de densificar aquilo que eu vou dizer,
preparo-me para a pessoa tentar perceber o enquadramento que eu estou a dizer, eu quando diga esta palavra não é invaco,
é indiente este curiosamento de ideias, mas pela força de ter de se cortar alguma parte,
há qualquer coisa que eu não vou dizer, e é por aí que a pessoa vai, é por aí que a pessoa vai.
E eu acho que nas conversas, é por isso que eu tento, sei lá, um bom exemplo, na conversa que eu tive com a Patricia Câmara,
no Tratudimentirosos, quando me preparava para formalizar uma pergunta, tentava enquadrar com algumas coisas,
para ela saber até, como nunca nos falamos até ali, ela não sabe quem eu sou, ou seja, nós, mesmo ela, que é psicanalista,
se calhar, não estaria a equivocar muito que partimos quase sempre de um cito de consciência, quase inconsciente,
porque eu não sei que tu sabes, tu também não sabes o que eu sei, então eu vou partir do princípio,
às vezes é quase uma mera cortesia, não é? Então. Eu acho que você é um aponto, porque é assim, também se calhar, se se partir do persoposto,
que é o da pessoa sabe o mesmo que tu?
E até para eu. Não, com você é este apeloção.
E eu muitas vezes faço isso, e não é processinado enquanto tal.
Se eu digo isto, da forma que eu estou a dizer, é para que tu percebas que eu não estou meramente a papaguiar isto,
porque este é o discurso vigente, é para paguear a uma coisa que se diz, e vou lançar,
um exemplo que me parece que é recorrente, eu acho que é hilário,
independentemente da conversa, que tem já de correr, se há alguém do público fora em estado a fazer uma pergunta,
ele vai perguntar sobre um exigência artificial.
Eu acho que é a mesma coisa muito engraçada, o tema da conversa pode ser. Não tem a vida, e a maioria das vezes não tem.
Também, porque é uma preocupação que está na nossa. No entanto, é uma preocupação no entanto que está a dizer, é que ela conversa no interso nada.
- É que ela. - Mas tem que relacionar.
- Mas normalmente não relaciona. - Então.
É só. Pensando em um escritório.
O que acha de inteligência artificial como é que isso vai?
Não, tem que relacionar, é se isso não relacionar.
E depois, ao outro fator, é assim, para mim, é assim tão põe-no a incapacidade de nós escutarmos o outro.
Se lá, num sertão literário, o escritório passa por aí, e revela os seus medos,
ou as falsas crenças de "eh, isto é outra coisa".
Biga o que disse, e tu vasse perguntar isso, então tu não visto nada do que o escritório teve.
E tu troceste aquela pergunta de casa, independentemente daquilo que o escritório disse, e este faz ela na mesma.
E eu totalizei este exemplo do sertão literário, porque nós já tivemos em alguns e foi isto que aconteceu,
mas isso é exportável para a vida.
Muitas vezes, o que eu note, supondo que há uma conversa, é total e depois a pessoa diz qual é a coisa independentemente do que aconteceu.
E eu tenho experiência, em potequeço, a conferir com muitas pessoas, e muitas vezes eu sinto que aquilo que acabou de acontecer não interessa.
Por tu e isto fazerem, se calhar o meu não é o melhor exemplo, há outros melhores, mas eu também conheço-se muitas vezes.
E às vezes até por mim próprio, mas às vezes você tem isto, e eu acho que esta pergunta, e a pessoa vai por outro lado.
Vou fazer esta pergunta também.
Mas é para estar mais alto ao centrado, e que tem inicialmente, mesmo que nós nunca gostemos de esta ideia.
O exemplo, o exemplo, se calhar, que acabou, Fernando Alvin.
O Fernando Alvin é o exemplo extremo deste tipo de abordagem, independentemente da pessoa, que já é uma conversa muito cortada,
que é uma conversa que não dá para.
Sim, mas eu sinto que se é que se deu ao trabalho preparar aquelas perguntas, e depois tem que fazer aquelas.
Não, não sabia por não olhar o teste, pensarem em nenhuma, mas ele vai ter que fazer aquilo.
Não preparou nada, ele faz as minhas, mas é. Ok, mesmo não preparando.
Eu propondo preparou uma vez na vida.
Mas mesmo não preparando, no decorrido da conversa, será que nada do que o outro disse sujeito uma pergunta?
Tu vasse fazer as perguntas que querias fazer, e perder. A paena seria isso para mim, isso ou nesse que nem o exemplo?
Não, eu não sou preto, nada.
Eu estou a dizer que é o exemplo, porque vejo replicado.
As suas nougas.
E as vias já até vejo.
Mas mas nesse dia de ver, porque eu acho que me erra aqui dentro.
Mas isso me erra quase tudo.
Mas por que que eu usei? É o exemplo que eu quero dizer, e depois é o exemplo de outras pessoas que veem com o exemplo.
Normalmente.
Mas aqui podemos estar, não seja geno, Roberto, as pessoas estão a dizer que é um exemplo, porque ele é uma autoridade no assunto.
E querem dar uma forma. Por que dar uma autoridade por que? Por ter um programa de radio?
É pa, isto pode ser fictício, mas a maioria das pessoas não sabem.
A concreto das coisas e acha, bom, se eu falar bem dele, porque Portugal é um quintal, não é?
Exato, um quintal de partilhado com três coisas.
Tu dizes qualquer coisa, eu não posso esquecer com dez ou vinte e que vai saber-se.
E a pessoa está em medo, mesmo o medo de sanidade é aproximado-me de algo parecido a radio.
Eu não vou dizer mal deste gajo, ainda que seja trope naquilo faz, porque eventualmente um dia vamos cruzar com ele.
E se for preciso não decorar mais nada, mas isso vai ficar.
Também é uma coisa engraçada, ninguém consegue ultrapassar estas coisas.
Se você for ouvir conversas há um app só com cenas aprisionadas de há vinte anos.
Uma vez que cruzemos tantas e tantas relatos de. Uma vez que cruzemos contigo em um festival,
é para a minha interação de não sei se desculpe, isto está acontecendo há dez anos.
Ultrapass é essa merda.
Ultrapass é essa merda, cruzaram-se nos bastidores, o gajo devia estar com o cabeça do outro lado, respondeu-te mal, não sei que é.
Tá-se há dez anos.
Isso nem se quer ir relevante, ou seja, e não está a ir.
Mas aí voltam na arrecisismo, ou seja.
É isso que eu ia dizer, ou seja, tu vives, ou estou centrado.
E, portanto, é o que eu sinto, obviamente, que não gosta a estudei, não gosto de partilhar do mesmo sentimento,
mas tu passas muito mais tempo na tua performance de como é que tu vais formar aquela pergunta
e como é que vai chicar bem, então vais parecer bem inteligente, se vai ser bronto algo, algo realmente relevante,
estás a pensar mais em ti, do que no outro, portanto, se tu passas tanto tempo, em ti, a gastar tanta energia contigo, como está dentro de ti,
onde é que vai, não onde é que vai sobrar.
Para o outro, onde é que vai haver espaço para o outro, não há.
Não, não, não, não há. Não tem, não vais conseguir arrancar.
Mas já outra cabeça não, ou seja, então o cabeça de tal está ao centrado.
Neste momento, tu só pensas de não ter o próprio benefício?
E aí, cruza com a ideia que há pouco taves de dizer a relação de informação, uma mudança
de paradigma neste último dos últimos décadas, sobretudo, antes do homem conseguia ver algo
para além da utilidade. E agora, só conseguimos ver a coisa subprisma da utilidade.
Isto é útil, lá não é útil. Normalmente, o útil quer dizer isto pode produzir dinheiro
no imediato ao médio prazo? É a nossa definição? Isto, sei lá, o ler livre, que é uma coisa
que eu faço com a civilidade. A maioria das pessoas nem consegue, porque há muitas
coisas todas as semanas, me perguntam, ou seja, no trabalho. Por que que tu tás a ler? A ideia
de alguém estar a ler, sem um fim útil à vista, ainda que possa ter, ainda que eu possa
ter na cabeça, mas não é a ideia de algo de não ser imediatamente útil, causa um curto
circuito, a 99% das pessoas, e mesmo, isso também é visível na comunidade dos leitores.
Acho que os indicadores de um leitor é a velocidade concluem um livro. É aquilo que já ouvi
numa pós-conversa em que o Gonçalémetavar estava a falar, a pessoa que estava a organizar
aquilo achou, por bem, o que ele tinha a dizer era "olha bem, eu ando a ler mais rápido".
Que é tudo de performance, eu não sei como dizer performance em português.
Eu acho que já está. Agora ainda não adentrei muito, mas acho que há uma manifestação
da mesma coisa da performance, ou seja, não é fazer a coisa, se ia mostrar que tás a fazer.
É mostrar que tás a fazer, mas isso não já está agora tá, mas de isso quer dizer.
Eu acho que eu tenho um teste de imagem na cabeça, que isto é muito provocado com
as novas formas da nossa comunicação, através das redes sociais.
E a rede social é fazer parecer do que ser, ou seja, porque aquilo são 30 segundos.
Em 30 segundos você não vai conseguir mostrar aquilo que tu é, portanto aquilo é uma monta.
Quando tu passas por uma loja, que são ideias de como jogar roupa, e ali sou ideias
de como jogar pessoas, ou personalidades, ou possíveis estilos de vida, e que não é a menção,
e ideias porque, obviamente, que tu vais procurar um, vais partilhar algo que seja aliciente,
porque, na verdade, aquilo é para vender alguma coisa, porque ninguém vai gastar o seu tempo,
que é o seu precioso tempo, que a ideia de tempo é dinheiro, não é, ou seja,
vou gastar meu tempo a produzir um conteúdo, ou seja, o que for, que não tem um fim de vender
alguma coisa, e hoje em dia tudo pode ser vendido, tudo.
É sério hoje, ou seja, avançar para sitios onde ainda não estou a lucrar com.
Tudo pode ser, é, tudo é mercantilizável, tudo, tudo, nós temos uma visão, e é isso
que sempre não é nós, e que possivelmente agora, dificilmente, sairá a ser caja realmente
a morte do capitalismo, a morte da produção sem fim, porque isto está em preguinada
em nós, tu hoje em dia, tu oufos falar as pessoas, as pessoas de abafão, obviamente,
que é da boca para fora, mas parece que dá uma forma e se passa o que está adentro
dela, é que a me der a ter mais dinheiro, que a me der a ter mais tempo a ter um segundo
trabalho, que a me der a ganhar a leotaria, que a me der, tudo está a volta do dinheiro,
a volta do bem material, ou seja, ninguém diz assim, que a me der a ter mais tempo a ir
para a praia, ou que a me der a ter mais tempo a patar com os meus amigos, ou que. Porque mesmo quando acontece isso, mesmo quando isto já é um clichê, mesmo em tempos
de férias, em que a pessoa recorre sem pós mesmos estítulos, por tudo também nunca
consegue pensar muito, ou estáis de na praia, ou estáis de uma cena comercial, e pouco
mais, e está sempre, como se fosse um representante de um postal, está sempre a fazer aquilo que
é supposed de fazer, naquele sítio, tu já não estáis de na praia, em personagens de diócio,
ou queria dizer agora é que me encurdei, óblo mau, que era o guys da perguiça, mas não
estáis a desfrutar a antiga, hoje a personagem mesmo, quem está na base da cadeia alimentar,
consegue transformar aquilo que deveria ser um período de diócio, em período de produtivo.
Estáis a performar o ósino, ou seja, tu tiras uma fotografia, tu alersam-lhe, ou tu tiras
uma fotografia?
E depois, eu ia, por exemplo, vais buscar o smartphone ou o tablet e estáis a mandar em
eles no praia, ao mesmo tempo tu achas, para ti achar que está a de ferias, mas não estáis
de tronceste ao escritório para a praia, e é por isso tu não queres, ninguém afrenta
as tuas prigas cedeiras, caso contrário por refoder uma vista do escritório, não quer
ver pessoal, nós conseguimos com isso, porque é muito isso, ao um dos vetores daquele
livre daquela gaja, da Viviana, aquela fase, essa apologia do ósino, em que também está
presente na revista elétrica de cada ósio, o laser, mesmo o ósio e o laser, já não são
aquilo que eram, porque estão minados por essa lógica produtiva, ou o que disseram no segundo
trabalho, o epá, qual é a liga, nós abrimos um youtube, é para a putzca ainda, é um busco
na show há quinze dias, eu acho que não tenho que ir uma liga no goço, não é para
tesouquepa, vai começar a ir lá, que teijo quepa, e teijo quepa, não é, é só esse
gente.
Acho que eles percebem, tanto esse estímulo de todo lado, pois com certeza que também devem
ver os próprios pais com dificuldade, e isso é fácil, não é, ou seja, a criança
dá uma forma, procura a validação, procura também ser útil, para os cuidadores, e ela
de certeza que recebe tantas vezes essa informação, eu nunca tive essa merda do TikTok, mas
como o algoritmo funciona, depois de lá, tem 13 anos, como é assim, bom, verdade, com aquela
merda, o doutor pode se falar em daquilo, e pronto, e ele fica tudo minado, né, porque
quando quer dizer, aos 13 anos, estás à procura de uma referência, ou seus pais não vão ser
uma referência, porque eles se calhar nem existem, porque eles já empatram trabalhar,
tu estás muito tempo sozinho, e depois, exatamente, ou seja, tu estás a procurar referências,
tu está, é mesmo muito fracioso, vai escair na figura das influências do Windows ou do
Windows, qualquer, porque aqui o Coco passa os mais tempo, e depois tem, esses lugares que
é do Instagram, o TikTok, do Manosfer, que é o lugar, o que ele disse, estás a falar
do original, do Teito, da versão portuguesa, do número, não, estou a falar do documentário,
e aquela figura que eu não sei, mas acho que é muito interessante o que ele diz, porque
ele foi muito sincero, e aquele documentário pra mim vale só por isso, porque ele está
a julgar o jogo que é para ser julgado, e ele é uma representação do egoicentrismo,
tanto, aquilo é para ser o próprio benefício, os outros, se não olharem por si próprios,
o problema deles não é dele, ele deu-se conta, ele deu-se conta, se continuar, se
jogar as regras da sua classe, a classe cá pra baixo, eu não consegui seguir do egoicentrismo,
da também não há, então pôsas fichas, ai é pra ser selvagem, qual é o ímpto, quem
é que te inspira, qual é o impulso, qual é que é realmente o que que te leva, por exemplo,
ter uma responsabilidade para o outro, para o outro, para o outro, e para o outro, até
onde vai, ou seja, as minhas necessidades de ser um ser com sucesso, com sucesso material,
o que poderia impactar negativamente o outro, se você for saber toda a sua volta, não
não quer saber disso, mas, de facto, aqui muitas vezes está o culto, está apresentando
aquele livro "Abrandar a Mulher" sobre a única saída para o que vitalismo era "Abrandar
o consumo" ou então a extinção, não há outros hipóteses, e esse é o ponto que é
abordado em qualquer uma das conversas, nunca o "Abrandar o consumo" ou "Porto".
Mas a "Abrandar a extinção" do "Eventualmente" vai haver sempre um conjunto de pessoas
que nunca se faz tinguir.
Sim, mas, para pegar naquilo que você estava a dizer, ou seja, isto é uma forma de ser,
ou seja, a possibilidade, aquela que está a nossa alcance não é tecnologia, porque tecnologia
é como aquela frase do virilio, cada nova tecnologia é invento a tipo de não-frágio,
e isto vai acontecer.
sem coincidência artificial, isso está acontecendo com os pais neustulares, ou seja,
mesmo aquilo que, aparentemente, a influência artificial as surgiu pelo menos a última
versão, acho que ficou mesmo a arar e que escreveu logo ao princípio que ele era muito
atimista em relação à intelência artificial até ele já mudou da opinião.
Todas essas coisas criam uma nova forma de nos afundarmos.
A única forma, até a ver, de siremos daqui, é para qual uma dignidade é sabrandá-semos
o consumo.
Mas tem que haver uma razão para andar o consumo?
Mas temos que dinamitar essa lógica, aquilo que está presente.
Mas para dinamitar essa lógica tem que haver um racicinho por trás?
E esta cultura de cheço, acho que está presente às vezes as palavras, ok, ajudam-nos,
é a única forma de nós aliás, como a psicanálise diz, o único mundo que existe é o mundo
das palavras, é quase um contra-ascense, aquilo que nós, aquilo que está presente naquele
documentário, a conspiração consumista.
Eu acho que ainda que tenha lá umas frases engraçadas, mas até podes ouvir aquilo, podes
ligar o som e aqueles imagens são impactantes, estudais de conta, que há países que estão
minados, por isso, é que não é o consumista servado, mas mais que o consumista servado
leva outros perdistas a servado, e depois toca-nos.
Já não sei o que é possível fazer mais, já se fez vídeos, já se fez foto, já
se fez foto ao jornalismo, já se fez o podcast, já se fez livros, já se faz
por mais de dois anos noventa, se não mais tem.
Mas sim, mas aí eu só quero, depois vamos dizer que acho que esse ponto também, acho
que é decisivo, portamos aqui neste tempo passo, ok, não é por falta de galertas, não
é por falta de esportes, já me desisto todas as formas, todas as feitiuses, entendo
de formato, o que é que precisamos mais?
Esse lado de muitas vezes eu vejo no discurso, mesmo aquele que parece consciente e diz, ok,
mas isso não tiver a feta, o outro está sempre a feta, é isso, ou seja, tu não
pode deixar de viver sabendo que cada ação afeta, mas esse é o fio contour do raciocínio
do sabos que todas as ações, é aquela frase do canto, é tu a liberdade, é tu a liberdade
estava a uma forma raciada com a liberdade do outro, e essa ideia foi ocultada em capitalismo
na sociedade, e per individualizada como é nossa, nós achamos que o dinheiro é, e o poder
é legitimação para tudo, tem que poder pro loco, posso, e parece que é um desligamento,
não é?
É uma dissociação, uma dissociação, nós andamos a viver em dissociação.
Olhos para um olhar, é sempre a mesma coisa, é, pelo facto dos mesmo muito ricos, terem
um sequentes de atos, e aqui o, depois hagas com o jupéis, o tuvalu, o que o país vai
desaparecer, o facto dos alterações climáticas produzidas, sobretudo pelos pízos mais ricos,
e já está a ter impactos aqui, mas não está a ter impactos maiores, é sempre a mesma
ideia, é nos mais favorecidos, e estes caixas tomam assim, nem temos indústria bem aqui,
nem temos bem nada, e nós, já, ou seja, as ações que tu estás a fazer aqui, tem aplicações
lá, ou seja. Sim, mas cêbios, nem é por receber os listos outros.
Exatamente, ou seja, mas ia voltar, como o dinheiro é coisa que mais importa, nós não
nos importamos.
A tua indústria é recebê-lis.
Exatamente.
Nesse que está esprevenido para o abater, ou seja, literalmente é, olha, mede país,
tem uma paraia vaga.
Como está, também, presente em várias coisas.
Eu não sei como é que vai parar as praias, aquilo é o quê?
Aquilo que se for preciso é os gás de descargo, naqueles níveis boedagrantes, é
pá, não lugar essa merda, e não deserto, e não sei se é agora tá, mas há uns anos
de recordo de ler um artigo casar, é pá, de carregava merda, e não deserto.
Ah, para na ilusão que isto desgotou, é mais, e ficar as pasadas carregadas de roupa
no deserto qualquer do que dar às pessoas, é aquela lógica de um hipermercado com
comida.
Não, mas dar nunca poderia ir dar, para eles é uma ideia inconsciente.
Sim, não é a ideia.
O tabu, o tabu. Não, não, não, o tabu, é, não, era contra-producente, ou seja, estão eles, estão por
aquelas camisolas a quarenteiros, e depois vão dar as camisolas a quarenteiros, no final
da season?
Não.
Então é preferível te afelhar um deserto, não é?
Não, eles têm que, eles têm que fazer desaparecer aquilo, aquela, aquela, aquela coleção,
tem que desaparecer, e vai ter que existir outra, porque o que vende é o, o, o esportamento
vivido, algo, algo novo, algo diferente.
Se bem que até isso, não é preciso ter ganho de cabeça para perceber que até isso é
uma. Nos dias de hoje não tem uma falsidade, porque se, pensando só em vestuário, percebemos
que a coisa é rotativa, agora, por for-se de haver, não sei quanta. É aquilo que te faz levar aí e entrar no momento numa loja de roupa, supõe-me eu, a não
ser por uma necessidade, de uma peça, que pronto tem que estinar, não é, tem que ser
assim, uma calça. Ah, e precise mesmo, mesmo, é de uma calça larga, tem que ser uma calça larga, não pode
ser uma calça qualquer, porque eu não estou a tentar utilizar a peça de roupa para
me proteger do frio, ó, assim, não, estou por outras questões, enfim. Mas. Mas a questão é. Porque o que me leva a ir a outra vez a retirar, ir à loja é porque eu estou à espera
de encoderar algo diferente, algo novo.
Mas às tantas, o que é que se acuíta de baixo desse, desse, por supuesto, tu achas
isso, mas, de facto, é o consumismo, normalmente, ao culto é o vazio, não é, o consumismo
da. É o usão de estar a preencher qualquer coisa com o ático da compra. Mas é porque tu já não tem, tu já não tem, os entendimentos sobre formas de preencher
o vazio de outras maneiras, vai preencher o vazio com. Ou seja, eu acho que também escalhar, tornamos. Tamos até cada vez mais uma visão, mesmo muito literal, ou seja, eu vou fazer algo que
eu consiga ver ou tocar, então é do gênero.
Eu vou, eu sinto-me realmente, vai mais preencher, ou faz-me sentir uma pessoa diferente,
ou faz-me sentir, faz-me sair nesta espiral, através de algo novo, ou seja, eu vou comprar
algo novo.
De facto, faz-me às vezes de um pequeno deus, acho que aquela peça de roupa ou aquele
vídeo ou aquele conteúdo ou aquele livro vai salvar de alguma forma, é mais um passo para
salvação.
Só que o consumismo. Eu acho que eu não estou desaprocura da salvação, não é?
Ou seja, numa peça de roupa, seja, num livro, seja, numa música. Sejam fora, estamos aprocura de sairmos de nós. Nós estamos presos de nós, eu sinto que é um capurinho.
Será que a fome não é isso, oculta-se a esse medo, o medo realmente, não é um medo
de perder, é o medo não ser salve, então temos que estar à procura, porque o salva-lo
pode andar aí, e se o salva-lo andar aí, nós não andamos com o tempo, então temos que
ver escolher tudo, seja, nas redes sociais, seja nas áreas.
Eu acho que é mais por aí, ou seja, como se tudo depois fosse tentar ter uma conversa
que é fino, hoje em dia não são conversas, são frases, outras, não é?
Eu dei-se muito nova, que eu nunca estava por dentro, sei lá, desses músicos, dessas
verdetas e dessas coisas, e eu, tipo, virava, "Ah, tu não sabes quem é no Fulano,
não sabes quem é Kim Kardashian, não, não sei, mas isso está a escouir, não é?"
E tu começa a sentir isso, muito novo, e tu percebes, "Ok, eu pode ter esta dinâmica
de me sentirem colhida nos outros", ou seja, no fundo ou tabituas ou. Tu tens de dizer, é?
Tu tens de perceber o que é que tu é, ou, obviamente, tu nunca vasse conseguir saber quem
é, ou profundamente, mas eu não sou que a outra pessoa é, portanto, se eu não sim,
se eu não sim, que quero saber aquela informação, nem que, ou seja, se eu souber aquela informação
se calhar, consigo estar mais incluída naquele grupo de pessoas, ou naquelas pessoas,
conversa com. Mas, sequí-lo realmente, para mim, não é uma crescente a nada, não diz nada, porque
eu vou estar a forçar, ou seja, estamos a forçar todos os artificialidades, mas a verdade
é que hoje em dia, o que se vive, mas é de forma artificial, né?
Sim, é uma empatia simpática.
Tu nem, tu já não consegue distinguir certas coisas, é um exercício muito complicado
estar a tentar separar o que é natural, o que é artificial, sei que existe este tipo
de conceito, não é?
Mas, são tudo, obviamente, apostações, para tu, de alguma forma, ter um veículo para
caminhar-se aqui.
A armadilha é chegar-os a aquele ponto que também foi. não, não foi só ele, as avários
de Binchulano, o último livro no Centro Espeto, critica a autenticidade.
porque é uma das armadilhas quando sexo nesse caminho do que é que é orgânico,
vai esparir, mas a autenticidade, segundo o Bigo Cholano, já é uma personalidade mercantilizada.
Pois, exatamente, porque essas palavras são utilizadas no mercado, não é?
Quando são associadas a algo, este é positivo, vamos por aqui, tal como a autenticidade orgânico, empatia, todas essas palavras.
E, por exemplo, o orgânico, nesse prônio puxar o orgânico,
depende do contexto, que é uma palavra devido ser orgânico, é biodegradável, provavelmente, tem pouca. Ou sustentável, também é uma palavra, também já foi esvaziada.
Tem pouca, portanto, porque esse que dá pouca intervenção humana, não é orgânico ou natural.
Esse que dá tempo que isto for às vezes calhar, e é o que tem mais intervenção humana, não é?
Porque se calhar hoje em dia, para conseguir produzir um alimento orgânico,
tem que ter muito mais esforço do cu outro que se calhar, não sei.
Sim, é como naqueles mitos mais antíquios em que o homem. O orgânico é o que é, quando é só a própria natureza, só a natureza é que trabalha para aquilo e se estiram.
Seria engraçada agora, tentar perceber qual é a definição do orgânico, segundo a agricultura mulher, né?
Perceber, deve haver uma bolisa, certeza que utilizam coisas, mas é percentivo.
Ele era preciso chamar orgânico, ou seja, antiguamente não era preciso ver uma palavra específica para ele.
O que era ir pronto era colhizar o que a natureza pedava, e respeitava-se aquilo que a natureza pedava, né, que é o, sobretudo, nos animais.
E nós consegui-semos atualmente ter mais consciência e conseguir destruir mais estas ideias. de mercado.
Mas, voltando só um bocadinha atrás, aquilo que você estava a dizer, eu acho que uma das formas com muita gente. se protege é achar alguns mesmos assim, ou seja, tão me caminho, mas há outros completamente. segos, utilizar uma venda ideológica, que acham que as suas ações, isso tudo. isso, tudo a gente tem culpa, mas há uma escala de culpa, ou seja, nós somos culpados, porque nós fazemos coisas, não deveríamos fazer.
Mas não devemos lutar com a culpa toda, como as marcas gostam de fazer ou virar, é como se na poluição ou na catástrofe. que está a nossa frente, que a gente está na base é que tem culpa. Não. O real poder de mudança é estar no topo, não é?
Mesmo em que está uma prática da poluição, um gajo muito rico, pelo facto teria dos outros poluentes, o gajo de poluição é pai, ou seja, eu não sei, ou seja, estou ocorrendo destes números. almo de proporção enorme, um gajo de poluição, eu vi uns números a uma cena absurda, pai e meia rússia, meia rússia que é como quem diz, um punhado de multimilionários. poli quase tanto como um país, é uma cena absurda, ou seja, ando. depois pedem, ou gajo da base, cuidado, e com as palinhas. É isto, é isto nível onde nós temos. Evidentemente, tudo tendo consciência, e é isto, depois não pode desver, capta, te fazer, já não fazer. já não tu ir pro lado, e tu apura, a palinha nos supposed sitiu certo, saca a palinha, vai para o sitio certo. mas também não pode se tornar para não ir caso contrário, põe um chip na palinha, e vai ver o caminho da palinha. temos de agir de boa feia, saca a coisa que vai correr bem, se tivesse conhecimento que corra mal, então, a finanza ou outra vez. mas a culpa, sobretudo, está no topo, porque as consequências dos atos dessas pessoas, modificam. desproprocionada, de forma desproprocionada, aquilo que o mundo se torna, ou deixa-se. realmente a mudança está nesse pinhado pessoas, parecem que é esta ideia que está muitas vezes aos anos da discussão, que é dado, às vezes parecem. parece mesmo que este é um dos cortes, nós achemos que o ato não tem consequências, e quando mais chobs na era de que é social, mais parece que está ali ligado. e é por isso que as pessoas em raciocínios da Malta, seja obesos, seja o pessoal de intervenção artificial, quando confrontado com uma coisa que antes parecia clara, que apucar a água, esta água é para as pessoas ou para a intervenção artificial?
Não, não, não, é para a intervenção artificial, porque a intervenção artificial pode salvar as pessoas e para a receita. o que. isto, a década já era impensável dizer-se algo como isto hoje, perforça destas pessoas, as muito ricas, são mesmo, mesmo, muito ricas, não é?
Até pão de encausa sobre a linha do país, quando num grupo pessoas, por exemplo, o masc, é tal maneiro rico, que conseguem influenciar países inteiros, está aqui, né?
Esta coisa de idéia, base de humanismo, todo o homem, igual a todo o homem, essas de tudo igual, a partir do momento que não há equivalências, isto começa a arruir.
Se tu disse que estômem, val mais que aquilo, aquilo, menos que o outro, é para cá, acabou-se. E este foi o túnel do Vento, até a próxima.
Podcast Summary
Key Points:
A discussão aborda a importância da respiração e da consciência interior para o pensamento e a empatia, destacando que a tensão emocional e a falta de respiração afetam diretamente a clareza mental e a conexão humana.
O texto explora a ideia de que a sociedade moderna vive sob uma lógica consumista e produtiva, onde o tempo, a vida e as ações são vendidos ou mercantilizados, criando uma dissociação entre o indivíduo e o mundo ao seu redor.
A crítica à autenticidade como conceito mercantilizado revela como palavras como "orgânico", "autenticidade" ou "empatia" são comercializadas e descontextualizadas, perdendo seu significado original e transformando-se em ferramentas de venda.
Summary:
A transcrição explora reflexões profundas sobre a natureza humana, a conexão entre pensamento e respiração, e a dominação da lógica consumista no mundo contemporâneo. A narrativa começa com uma crítica à forma como os indivíduos se comunicam, destacando a tensão entre a necessidade de pensar e a pressão de se expressar rapidamente, muitas vezes em apenas 30 segundos, para atender às redes sociais. Isso leva à perda de profundidade nas conversas, onde as pessoas não se conectam verdadeiramente, mas apenas se apresentam para obter validação.
O texto desmonta a ideia de "autenticidade" como um valor neutro, mostrando que ela é facilmente comercializada, como no caso do "orgânico", que perde seu sentido natural para se tornar um produto de marketing. A crítica se aprofunda ao mostrar como a sociedade, especialmente os ricos, têm um poder enorme sobre o ambiente e as consequências sociais, enquanto as pessoas comuns se sentem culpadas por ações que, na verdade, são fruto de estruturas de desigualdade. A análise também toca no papel da psicanálise, questionando a ideia de que o autoconhecimento depende de um reflexo idealizado, e aponta para a necessidade de uma nova forma de viver, que valorize a presença, o tempo e a dignidade, em vez de se apegar ao sucesso material.
Assim, o debate conclui com uma reflexão sobre a necessidade de romper com o modelo de consumo e de autenticidade artificial, para reconstituir uma vida mais autêntica, presente e solidária.
FAQs
Respirar profundamente aumenta o fluxo de oxigênio no cérebro, melhorando a clareza mental e a capacidade de pensar com mais equilíbrio e presença.
A criança interior representa a parte mais autêntica e emocional de nós mesmos. Ela pode ser escondida por padrões de comportamento adultos, mas é essencial para manter a conexão com os sentimentos genuínos.
O consumo muitas vezes substitui a busca por significado, preenchendo o vazio com objetos novos, o que pode levar a uma sensação de ausência de autenticidade e conexão real com os outros.
Palavras como 'autenticidade' ou 'orgânico' são usadas comercialmente para vender produtos, perdendo seu significado original e tornando-se ferramentas de marketing.
Quando não se ouve o outro, as conversas se tornam superficiais e baseadas em interesses próprios, impedindo a verdadeira conexão e o crescimento empatia.
Os ricos têm maior poder para causar impactos desproporcionais no meio ambiente, com ações que afetam globalmente, mesmo que não sejam diretamente percebidas pelos mais pobres.
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