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Episódio II - Por que estudar Contabilidade?

45m 21s

Episódio II - Por que estudar Contabilidade?

O episódio do podcast Master Contable, conduzido pela professora Maxa Carvalho, conta com a participação da professora Cláudia, coautora do livro "Contabilidade Geral: Uma Abordagem Interativa". O tema central é "por que estudar contabilidade". A discussão começa com a definição do objeto de estudo da área: o patrimônio das entidades. A Revolução Industrial é destacada como um marco que impulsionou a contabilidade, devido à expansão das atividades empresariais e à maior complexidade das transações, exigindo controles mais sofisticados. A transição de empresas familiares para sociedades de propriedade difusa, com muitos sócios, aumentou a necessidade de informações transparentes e padronizadas para prestação de contas. Os elementos patrimoniais são explicados: ativo (recursos controlados que geram benefícios futuros) e passivo (obrigações presentes), cuja diferença compõe o patrimônio líquido. Os usuários da informação contábil são divididos em internos (administradores) e externos (investidores, credores, governo, justiça, fornecedores, clientes, concorrentes, sindicatos e empregados), todos dependentes de relatórios confiáveis para decisões. Em momentos de crise, como a pandemia, a contabilidade se torna ainda mais crucial para a gestão financeira. Por fim, são abordados princípios fundamentais, como entidade, continuidade e competência, que asseguram a padronização e a credibilidade das informações, reforçando a importância do estudo contábil para a saúde econômica das organizações.

Transcription

6428 Words, 39000 Characters

Portuguese
Olá, este é o podcast Master Contable. Se você é uma daquelas pessoas que desejam entender a contabilidade com valiosa liada, não perca mais que ela. Você não poderia estar em outro lugar que não fosse aqui, com professora Maxa Carvalho. Então vamos divertir a prender que a contabilidade esteja com você. [Música] Olá, bem-vinda mais episódios do podcast Master Contable. Eu sou professora Maxa Carvalho. E o tema de hoje é por que estudar contabilidade? E para conversar com nós com hoje sobre este tema, temos uma convidada muito importante. Pois ela é também qualtura comigo com o livro Contabilidade Geral, uma bordagem interativa, nossa querida professora Carvalho de Acruix. Além de ser a coaltura do livro, ela também tem um blog bem interessante, que já já vai falar para vocês e ir em lá visitar também. É muito bom ter ela aqui conosco hoje, minha colega, de trabalho na ferrjota, parceira de vida e minha querida filha do coração. Então, professora Carvalho, para um pouquinho sobre sua atuação, seu blog, e depois a gente já está no tema específico de hoje. Olá a todos. É um prazer estar participando desse podcast, uma iniciativa da professora Maxa Carvalho com muita criatividade, com muito amor pela contabilidade, pelo ensino, como ela sempre demonstra. Então ela falou que eu tenho um blog e realmente o blog foi um projeto que eu comecei há 12 anos, esse ano em 2020, no octubre, completa 12 anos. O blog foi criado lá em 2008, no meu primeiro ano de mestrado, que não é ferrjota, e a ideia surgiu após participar de um seminário sobre o uso de tecnologias e internet no ensino superior. Nesse seminário tinha um palestrante que falou sobre a experiência dele no uso de blogs, e na época eu gostei muito da ideia e resolvi tentar, em 2008, a gente não tinha tantas redes sociais com o tamanho adesão, como a gente tem hoje. É incrível que a gente está falando apenas de 12 anos atrás, mas de lá pra cá muita coisa mudou. Em termos de acesso a internet, de plataformas, de comunicação, e eu me lembro que pelosidos de 2008, os blogs eram um recurso muito utilizado pelas pessoas, hoje ainda o recurso é utilizado, mas hoje ele perdeu um pouco de espaço para as redes sociais. Na verdade, algumas redes sociais acabam tendo um dinamismo mais atrativo para os adolescentes, para os estudantes, para as pessoas que usam tecnologias geral. Eu particularmente gosto muito do blog, por causa da forma como ele registra os conteúdos, pela memória que a gente mantém. Atualmente, eu tenho tido até pouco tempo para a atualização o semanal do conteúdo do blog, mas eu sempre divulgo liveintos da área contábio, congresso, chamadas de trabalho, percepções sobre assuntos relacionados da área contábio, algumas experiências da sala de alna, das vivências do ensino, acho que o blog é um espaço interessante para esse tipo de partida. E os pesquisas são voltadas, basicamente, para a área de contabilidade e finanças públicas, né, desde a época da minha graduação, até eu diria, desde época do mestrado, passando por o doutorado, e eu tenho um me voltado para questões envolvendo a contabilidade no certo público, envolvendo questões assamentárias, fiscais, e especificamente, no contexto de governos locais, especificamente estados e municípios, têm sido o meu objeto de estudo. E a professora também, a professora Marcia pediu para já dar um ponto a pé inicial para entender por que estudar a contabilidade. E eu acho que a primeira coisa que eu tenho a dizer é que estudar a contabilidade é importante, em princípio, por causa do próprio objeto de estudo da área. Se a gente for pensar o que é que estuda a contabilidade, com que a contabilidade se preocupa. E essa é uma das primeiras coisas que a gente aprende logo o início do curso. O objeto da contabilidade é o patrimônio das pessoas, o patrimônio das empresas, as organizações, das entidades consensas, insilucrativos, das entidades públicas e privadas. E cada vez mais pessoas têm sentido a necessidade de controlar, de avaliar, de acompanhar o seu patrimônio. E também o patrimônio de entidades que a pessoa investe ou que a pessoa acompanha por diversos motivos. Uma coisa que a gente tem percebido é que os usuários da contabilidade têm crescido muito. Sim. Que tal a gente começar a falar do porquisto da contabilidade, dando o como início? Vamos partir lá da Revolução Industrial, que foi quando não tenha sido importante antes. É sempre importante, junto com sujimento da humanidade, já tinha necessidade de controlar o patrimônio. Mas ela tomou um espaço maior, digamos assim, que foi a parte da Revolução Industrial. Então eu diria que a Revolução Industrial foi importante, o marco importante para a contabilidade e deu um impulso ao desenvolvimento da contabilidade, por causa do efeito que ela teve nas empresas. Na verdade, a Revolução Industrial causou um crescimento, um expansão muito grande das atividades industriais e comerciais, a viação de máquina, o desenvolvimento, a expansão, das manufaturas, fez com que as empresas criqueçassem mais complexas em termos de transação e termos de necessidade. Então, esse período da Revolução Industrial, que teve lugar lá, teve seu foco principal na Europa, ele gerou uma onda de expansão das atividades empresariales, tanto como eu falei, tanto na indústria como no no comércio. Sim, porque até então as transações eram mais cinzasamente. E a parte da Revolução Industrial ganhou-se, passou 7 mais complexidades nas operações dentro das organizações, o que obrigou também a a contabilidade de sedeca, e isso é enquanto a forma de manter esse conclusão de patrimônio, que passou a ser mais complexo, que era. Exatamente, professora Marcia, a expansão dos atividades empresariales aumenta o volume das transações realizadas, e desemboco na necessidade de maior controle, de maior quantidade de informações, para a gestão adequada dessas atividades empresériais que estão se expandindo. Se você tem um pequeno negócio, num local muito pequeno, com número reduzido de clientes, número reduzido de fornecedores, obviamente, aquela entidade por ser muito pequena, ela não precisa de instrumentos de controle complexos, sofisticados, e até um determinado momento da nossa humanidade, na maioria dos países, as empresas elas tinham essa característica, era uma empresa muito locais com transações muito locais, com poucos fornecedores, poucas transações a serem registradas, então, os instrumentos de controle também eram mais simples, eram menos complexos. Com a expansão das atividades, com a multiplicação do processo de manufatura, ao invés de produzir um produto de cada vez, na lógica de produção manufatoreira, quando você tem a introdução da máquina, você multiplica os produtos, você acelera o processo produtivo, então, você faz estoque, você tem necessidade de controle maior daquilo que está sendo produzido. Então, isso foi muito importante, porque as empresas começaram a crescer, foi a descoberta das máquinas, fez com que a produção se expandisse, ganhasse maior escala, e precisasse de instrumentos de controle, com maior escala se vende mais e se transaciona, mais se compra mais na teria prima, e nesse sentido, os instrumentos de controle, as informações relatórios, precisam ser gerados para ajudar as pessoas que estão na gestão daquela empresa, daquele processo, a tomar melhores decisões. E é por isso que é importante, a gente situar o crescimento, a expansão da contabilidade nesse cenário de expansão das empresas. Um outro ponto importante, também, que teve um marco na época da revolução industrial, e até hoje a gente tem reflexos em vários países, é a mudança na estrutura das empresas, que, na verdade, já vi se iniciaram terumente. Como a gente falou, as empresas pequenas, em muitos locais, em muitas épocas, eram característicamente empresas familiares, empresas de núcleos familiares, de bases familiares, e uma mudança importante ganhou impulso com a revolução industrial, a transição, a sociedade de caráter familiar para a sociedade esconstitutora de propriedade mais de fusa. Calde, aqui é isso, a sociedade de fusa, de propriedade de visso, então falarm para o geniciante. Isso, vamos para o geniciante, vamos traduzir a propriedade de fusa, a minha vida que não está concentrada em uma família, ou em um número muito reduzido de pessoas, né? É como se você fundasse uma empresa e você não fosse o único dono, você tivesse a possibilidade de ter pequenos proprietários espalhados por aí, então são muitos proprietários de uma milha de empresa, isso que a gente chama de propriedade de fusa, né? E por que as empresas passaram a ter vários proprietários, né? Por que que as empresas de base familiar começaram a ter possibilidade de abrir a novos proprietários? Primeiro, um dos pontos importantes é necessidade de busca de financiamento, às vezes uma família começa a empresa, mas ela quer expandir e às vezes ela não tem capital para expandir, tem dificuldade de acesso a empréstimos bancários, né? A instituição financeira e aí uma possibilidade é você, é a empresa abrir se a novos sócios, ou seja, ela conta com um capital de outras pessoas que vão ser sócios, que você proprietários junto, né, naquele empreendimento. Então, a busca de financiamento para a instanção das atividades, fez com que muitas sociedades começassem a abrir a possibilidade de aceitar dividir aquela propriedade. Então, se eu tenho uma empresa e eu quero o capital de outra pessoa, né, que é a empresa, uma possibilidade que muitas vezes tem um custo muito menor, seria chamar novos sócios, você fazer capital, fazer capital a partir da abertura no capital, ou seja, eu abri a minha empresa para outros proprietários, eu difundi a propriedade da empresa que não foi como esse concentrado. Ok, sim, que é uma coisa que os alunos vão estudar um pouquinho mais afresh, mas que é importante saber que a empresa não é porque ela começou num formato, num tipo de sociedade que a gente tem que se manter, não, ela pode mudar. Ela tem essa possibilidade de mudar. E ela pode sair de uma estrutura pequena, de uma amigo para pequenas, pequena para médio, e ela pode sair de um único familiar para se tornar uma empresa com sócios que não fazem parte, por cima daquilo com o familiar, se já abriu no capital, então, o iniciante é importante entender que não é porque eu comecei de um determinado formato, eu tenho que me manter, não. A gente tem a possibilidade das alterações na estrutura e a legislação também. Exatamente, e é essa mudança que a professora mais é aquilo de falar, ela acontece pelo crescimento que a empresa passa em algum momento, então, a empresa não decide, olha, eu sou pequena, e agora você é grande, não. É a expansão das atividades, são negócios mais complexos, maior volume de recursos que a empresa lida, é que gera necessidade de mudança na sua própria estrutura, mudança na administração, muitas vezes mudança também na Constituição legal da entidade. Então, nas empresas de cara a ter familiar, em geral, o proprietário também é administrador, é a própria família que é administra, o pai, filhos, a esposa, e pessoas ligadas àquele núcleo familiar, que é administra a empresa. Então, são pessoas desse núcleo que têm ali um acesso privilegiado, digamos assim, as informações sobre o bandamento dos negócios, sobre a saúde daquele empreendimento, sobre o sucesso daquele empreendimento. Como mudança, eu falei lá atrás de propriedade de fusa, como mudança da propriedade ou dessa estrutura de propriedade das empresas, em qualquer forma de administrar, por quê? Porque são vários proprietários. Se a empresa abre a possibilidade de várias pessoas, se ele socia daquele empreendimento, abre o capital, para que outras pessoas possam contribuir para aquele capital e serem, também, de certa forma, donas daquele negócio. E ela precisa mudar isso, porque quem coloca o seu recurso, o seu dinheiro no empreendimento, quer retorno, quer prestação de conta, quer relatório, quer informação atualizada, quer informação periódica, sobre o andamento daquele recurso investido. Então, nesse cenário de propriedade mais de fusa, de vários pequenos proprietários, nem todo proprietário, você é de ministra dogo, você não é que ter 50, 60, 100 administradores no empresa. Não é? Não é? Eu sou um professor de. É, ficar confusando, só dá muito briga assim. Então, você tem uma figura do administrador, e você tem proprietários que são pornecedores de capital, que porneceram capital para aquela empresa, como sócios, mas que não administram, mas eles precisam ser informados. Eles precisam ter informações sobre um lembra de patrimônio, sobre as alterações, sobre a posição patrimonial, ainda que seja um proprietário de uma fatia menor, porque eu tenho o 2% de participação no capital de uma empresa, que eu não tenho direito a ter informação. A depender da estrutura dos volumes do capital envolvido, esse 2% pode representar muitos milhões de reais, considerando a nossa moeda aqui. A depender da grandeza envolvida. Então, com essa mudança, como eu falei, a difusão da propriedade, as necessidades informacionais foram aumentando, foram diversificando, e ficando cada vez mais complexos. Nesse contexto, as ferramentas de controle, geração de formação de cina-seira, de desempenho, que são próprias da contabilidade e ganhar espaço, e foram sendo cada vez mais aperfeiçoadas. E a gente teve um mundo de desenvolvimento depois disso. Não é professor a massa? Então, como você acabou de dizer, Claudio, então, as pessoas são as formadoras do capital, que são ali os sócios, e também são os usuários da informação. É também tem interesse da informação, né? Daqui a pouco a gente já fala mais dos usuários, mas ele, como o sócio, e tem essa preocupação, está acompanhando essa evolução do patrimônio, o qual ele faz parte, ele inseriu o parte do patrimônio pessoal dele para formar esse patrimônio. E me fala um pouquinho, você falou sobre o patrimônio controlado. Que tal a gente falar agora sobre os elementos patrimoniais, e como ele se compõe, e por que a devia da compreensão deles é tão importante para quinta iniciantes, dando contabilidade, interessados, iniciados nos comentários. Então, os elementos patrimoniais são conceitos muito importantes para serem atendidos na formação inicial de um profissional da área de responsabilidade, né? Quando a gente fala de patrimônio, será a gente lembra de riqueza, de bens, né? Quando a gente diz que uma pessoa tem muitos bens, a gente fala que ela tem grande patrimônio. Mas contabilmente, existe. Mas a sua pessoa nem sempre sabe onde é bens, porque. Já não tiver aqueles bens, estivessem do financiado totalmente, fico suspropos, após já totalmente dificultades. A quantidade de bens precisa ser confrontada com a fonte de financiamento daquele bens, eu posso ter, por exemplo, em minha propriedade, 10 veículos e todos os veículos serem financiados 100%. Se meus veículos foram 100% financiados, a verdade, todos eles representam dívidas. Então, o meu panoondo, aquilo que chama na contabilidade de queza líquida, aquilo que realmente me pertencem muito pouco, porque eu tenho dívidas atreladas àqueles bens, né? Se eu tenho dívidas atreladas àqueles bens, a minha riqueza líquida vai ser medida do confronto entre esses bens. Então, hoje tem, basicamente, dois elementos patrimoniais, que são muito importantes de serem aprendidos, que são, obviamente, aprofundados ao longo da formação na área de ciências contáveis, mas que, já no primeiro ano do curso, os estudantes têm acesso a esse conceito, porque é o conceito de ativo possível, né? E, precisamente, os estudantes de agosto de ação, de economia, de relações internacionais, de gestão pública, estudantes de atuária, estudantes de biblioteconomia, de outros cursos, são cursos que têm disciplinas de noções de contabilidade, de fundamentos de contabilidade, porque esses profissionais usam esses conceitos da contabilidade em muitas áreas de atuação que abraçam futuramente enquanto profissionais. Então, voltando aqui aos dois elementos, a gente tem um elemento que a contabilidade chama de ativo e o outro, que é o que a contabilidade chama de passivo, né? Quando a gente conheça esse ativo e a gente olha com balanço patrimonial, os estudantes do proiruão, eles olham, vão olhar itens, que a gente vai chamar em geral de bens e direitos, né? A gente vai ter recursos financeiros, já tem estokes, já tem máquinas e equipamentos, já tem recursos a receber, né? Que seriam direitos, que esses elementos, esses itens, são exemplificativos aquilo que é um ativo. E o que seria o ativo? Então, ativo e geral a gente pode dizer que é um recurso que a gente dá de controla. Então, se eu tenho dinheiro ou é um recurso que eu tô controlando, se eu tenho estokes, eu não recurso que eu tô controlando, se eu tenho máquinas, eu não recurso que eu tô controlando, né? Que está na minha, que está no meu uso, que está na minha propriedade ou não, mas aqui de alguma forma eu estou controlando aquele recurso. e a entidade usa esses recursos, a entidade detém de alguma forma ou contando. controle daquele recurso e que ela espera que esse recurso gera um benefício futuro. Então, se eu tenho máquina, aquelas máquinas, elas vão operar para gerar produtos e esses produtos vão gerar caixa, vão gerar benefícios para a empresa, então todos esses recursos com a empresa ela utiliza, ela pode controlar e ela utiliza para gerar benefícios e quando é que os produtos em geral a gente pode dizer que está falando o dia ativo. O outro recurso é o passivo, o passivo tem uma ideia oposta, o passivo vai fazer referências chamadas fontes de financiamento. E uma palavra que em princípio a gente pode associar ao conceito de passivo é obrigação, né? Então a gente poderia pensar em contas a pagar um passivo, enquanto os apagar pode ser um passivo, fornecedores, pode ser passeio sim, porque é obrigação que eu tenho, quenteidade temperante terceros, né? Conseltomente, a gente faz sempre dizer que o passivo é obrigação presente. Eu não posso chamar de passivo, uma obrigação que eu penso em assumir futuramente, né? Se eu pense em comprar um carro, eu avaliei que o carro que eu pense em comprar custo, 80 mil, eu não posso assumir que isso é um passivo que eu não comprei o carro, eu não tenho carro, eu não tenho obrigação hoje, eu não tenho obrigação presente. Talvez a entidade pense, tem a projeto de aquisição de um equipamento, de um tomóvel, de aquisição de uma planta nova para sua fábrica ou coisa do tipo. A intenção de adquirir um adívida não é dívida, né? A intenção de adquirir um determinado produto, ainda que seja financiado, não é dívida, não é obrigação, ela já tem que existir, porque eu tenho que ter tido um ato antes, por exemplo. Se eu adquirir uma máquina no mês passado para pagar daqui a cinco meses, eu tenho um passivo, porque eu tive um evento passado que foi a aquisição de uma máquina no mês anterior, né? E eu assumo na minha, na minha, no registro de transações, que eu tenho obrigação. Então, para a gente fechar que o conceito é de passivo, né? Essa obrigação presente, porque aconteceu algo no antes, um evento passado, uma transação aconteceu que me gerou essa obrigação hoje. E para que essa obrigação, ela seja liquidada, para que ela tenha um fim, eu vou ter um desembolso, né? Eu vou ter um sacrifício financeiro, uma saída de um recurso, que vai por um fim, é a sua obrigação. Então, esse é um conceito que nos custos de contabilidade ou outros custos, eles são aprofundados, não é de que a gente chamava da teoria da contabilidade, a gente entender bem esses conceitos de ativo e passivo, mas basicamente, eles são os dois lados do balanço. O Claudio, mas você não começou a falar de patrimônio, e o que é o que? De onde vem o patrimônio? A gente pode até chamar os ativos de patrimônio, mas o patrimônio líquido é a riqueza líquida, a diferença entre a soma de todos os meus ativos, de todos os meus bem-ireitos, que eu tenho controle, eu tenho uso, e os passivos que são as obrigações sumidas. Essa diferença entre ativos e passivos a gente chama de riqueza líquida, que é isso que pertence aos proprietários, seja ele um proprietário familiar ou um conjunto de proprietários, que estamos espalhados por vários locais, que a gente chama de propiedade de fusa. Essa é a riqueza líquida, a genuína, algumas autores chamam de interesse residual, que cada os proprietários da entidade. Então, ou seja, de todo recurso investido na empresa para os sócios proprietários, sim, está implicado em vez de direitos. No caso não está no ativo, caso está no patrimônio da atividade, seja maior que o valor investido, significa que esse recurso de terceiros na entidade. Porque se o ativo dela foi igual à situação líquida, ou seja, um pegorro recurso. Exatamente. Exatamente. Mas isso são coisas que a gente vai aprendendo ao longo do curso, a gente vai tendo contato com outros conceitos, e vai sedimentando na formação do estudante, lá de ciências contadas. Você falou várias vezes sobre o usuário de informação. Quem são os usuários? Como é que eles são os usuários? Então, existem. A gente tem, basicamente, dois grupos de usuários da contabilidade. O usuário é alguém que usa, obviamente. A contabilidade, a informação contário, o produto, que é gerado lá por todo o processo contado. Eu sou só fazer um adentro. Você poderia falar sobre os usuários, fazendo uma relação com o nosso primeiro episódio que a gente for subapandemia, o que a contabilidade também conheça. Faz esses usuários relacionando esse momento que a gente está vivendo hoje na economia. Nós estamos vivendo um momento bem importante para a economia, a informação contábada, as empresas são passando por um momento para que repensar, e ter que usar a informação com muito cuidado. Primeiro, nós falamos sobre a importância da contabilidade, o que é que a gente vai ter a ver com a pandemia, sobre um texto, o pessoal e o seu museu, o professor Natan, que tudo havia. Porque é um momento que todas as empresas necessitam muito dessa parceria com seus contadores, para saber onde eu posso cortar, o que tipo de consumos eu posso reduzir, onde eu posso conseguir recursos para que a economia consiga se manter em níveis mínimos que seja. Poframar que tem razão, a gente vive um momento muito difícil, não apenas do Brasil, mas na maioria dos países do mundo, em que as empresas estão com suas atividades ou paradas, ou drasticamente reduzidas. E alguns custos, eles permanecem ali, algumas despesas são fixas e elas você paga as meis ameis. E a gestão do patrimônio, das despesas, do caixa de um empresa em período de crise, é muito crucial para fazer o uso da informação contado. Claro, a informação contabe é necessária em qualquer momento da gestão de uma empresa. Mas quando você tem uma crise ou você tem um evento que causa alterações profundas e que impacta negativamente o fluxo de caixa e as atividades, aí mais é que precisa de informação contado de qualidade para tomar decisões acertadas, sem afetar ainda mais o saúde financeira. -Quem são os usuários também? -Um desses usuários, a gente acabou de falar dele, que são os administradores. É aquilo que a gente chama de usuários internos. O que é o usuário internos? São aqueles usuários que estão dentro da empresa, que além de colaborarem para a geração da informação contabilizam para tomar decisões internas. São usuários que utilizam as chamadas informações gerenciais, pessoas que estão dentro da empresa, que conhecem dia a dia, e que têm uma cessa, a gente até diria que ele é o legiado. Porque os relatórios gerados internamentos são relatórios que são muito pensados na necessidade do gestor. E cada empresa tem uma característica. E cada empresa vai ter uma necessidade interna, informacional e diferente. Para esses usuários internos, eles podem solicitar, por exemplo, um relatório diário de venda. Um usuário externo, uma pessoa que está fora da empresa. A gente simplesmente vai ter uma informação sobre o faturamento daquele dia. Um usuário externo, machionista, por exemplo, que vê os balanços terios, e ele vai saber o faturamento de um trimestre, que ele vai saber o faturamento do ano. Mais um usuário interno, administrador, diretor e da empresa, os funcionários, o processador, que trabalha na empresa, ele tem acesso dia a dia. E ele tem acesso a informações bastante miluciosas sobre as transações que estão comendo naquela empresa, a depender do sistema, ter da suporte a ele, por vários parâmetros que a empresa considera adequada, para subsidiar toda a tomada de decisão. Então esse usuário, é um usuário muito importante, é um usuário que é bastante estudado, lá na disciplina de contabilidade de custos, e de contabilidade gerencial. Eles usam informações para tomar decisão, que são desenhara de acordo com a gente falou, a gente falou desse carteirista das necessidades, são informações que são confiáveis de desempenho, que possam ajudar a tomar decisão de alocação de recursos em várias áreas da empresa. Então são usuários que utilizam informações contado para dar andamento, para dar em curso, as atividades da empresa. O outro conjunto de usuários são os usuários externos, são pessoas, entidades, partes, estão fora da organização, mas que têm interesse o necessidade de informações sobre essas empresas. Os informações podem ser econômicas sociais, são entidades que podem ter natureza regulatória, podem querer fiscalizar a entidade por algum motivo. Uma coisa que acho importante também falar sobre os usuários externos, é que eles têm níveis de acesso diferente às informações geradas pela entidade. Tem o tipo de usuário que tem força para precisar, um determinado caracolho. na internet, na informação, na empresa que o outro não tem. Por exemplo, um banco, um financiador, uma empresa que é pedir um recurso emprestado no instoição financeira, fazer um financiamento, enfim. A instoição financeira pode exigir dela um relatório muito detalhado sobre operações, sobre o suco de caixa, sobre venda sazonais, enfim, que outros o área não teria. Então, depende dessa característica desse outro, desses outros usuários internos, eles podem exigir informações parametrizadas, informações específicas da empresa. Então, a gente tem que ir uma gama de usuários externos. A gente tem os investidores que a gente chama também de sócios ou asionistas. Esses são usuários externos e eles sempre buscam informações sobre retorno, sobre segurança, dos investimentos. Um outro usuário importante, que eu citei agora, poucos são os credores que são representados por os bancos, por os financiadores, que precisa de informações relativos a liquidez, a capacidade de pagamento, de empresa, a capacidade que a empresa tem de liquidez, que compromissos futuros dentro dos prazos acordados. Imagina a sua ação que a gente tá vivendo hoje? -Tos esses usuários. -Exatamente. -Exatamente, por exemplo, que precisa aprender, tem empresas, tem condições de unhar essas compromissos. -Meja de um funcionário. -Exatamente. -E se vai manter o emprego dele ou não. -Ater o credor, tá? -Lá, quem sabe se vai perceber, porque também tem uns compromissos dele para pagar. Então, a gente vê que a contabilidade tá junto, nesse momento, cuidando da saúde, as empresas, toda a parte do mistério da saúde, tá cuidando da saúde, a população, a medicina, cuidando. A contabilidade, cuidando da saúde, o que é um outro usuário, que é externo as empresas, também é esse que é um usuário muito poderoso, que está presente na vida de toda a empresa, são as entidades governamentais, governo. O governo é um grande usuário da transformação contável. Isso também que o poder utiliza para adivar as responsabilidades, né? Desde fiscalização, para as cunhas regulatórias, para fim de apuração, tem empresa que apura o lucro, que serve de base, para pagamento de impostos, e toda essa base é apurada a partir dos registros contáveis. E o governo tem acesso a uma série de informações que são internos em presa, mas que ele pode requisitar para fim de fiscalização, para fim de homologação, tributária, enfim. O governo é um usuário muito importante da contabilidade, por força de questões tributárias, fiscalizatórias, regulatórias e assim por diante. Eu coloquei também aqui um outro ponto para a gente falar que é a própria justiça, a justiça usa contabilidade. Claro, a justiça, em algum momento, ela pode ser considerada em um governo mental, mas acho importante destacar a justiça, porque são muitas questões, muitos processos de indiciar, escute livros, livros, contábios e relatores, para resolver questões, né? Deixe uma discussão de um contrato, exatamente. Um pedido de falência, enfim, é uma concordata que os alguns depois vão estudar na área de direita empresarial com umajetalha, mas eles vão ver que, por isso que a gente tem que estudar, muitos conteúdos da área de direito, porque a contabilidade também, ela tem que ter essa noção potador, não só de economia, de mercado, de organização, não passa para a administração, mas também na área de direito. Muitas vezes a gente está automaticamente, já é essa para decidir alguma coisa. Exatamente. A gente trabalha, vai entrar o trabalho dos pedidos. É análise de documentos, de artistórios, para finge de limite húvidas que surgem em processo de adiciais. É um grande usuário da contabilidade também. A gente tem outros usuários importantes como fornecedores, né? Que interesse parecidos com os bancos, né? Muitas vezes, um fornecedor, ele só consere de crédito para vendas a prazo, para fornecimento de bende, maquete aqui, mas a prazo, após um análise de liquidez, após o análise de capacidade de pagamento. Um outro usuário importante da contabilidade são os clientes, né? Os clientes têm desse cheia, né? Mas o cliente quer, né? A depender da natureza, da magnitude dos recursos envolvidos, um cliente pode ficar assim um fornecedor importante, né? E às vezes, ele precisa saber, sim, informação sobre a capacidade operacional da empresa, né? E fornecer produtos e serviços que necessito, seu sou cliente, de uma empresa. E eu não acompanho nada, devido de aquela empresa, aquela empresa entre os falência, ele é um fornecedor exclusivo, fornecedor importante. Aquilo cliente pode ter muitos problemas também, pode tentar que isso é muito negativo na sua empresa, por causa de problemas com grande fornecedor que ele tinha. Então, os clientes são usuários importantes. Um outro usuário importante também, que utiliza informação contável, recorrentemente, são os concorrentes, né? Os concorrentes utiliza informações para fins comparativos, né? Sobricaturamento, curso, formação de preço, desempenho. Então, o concorrente é tudo outro para entender um pouco as estratégias do outro. E últimos usuários, se listado aqui, são sindicados empregados, né? Eles são empregados, né? Eles são mistos de usuário interno com externo, né? E os sindicados têm interesses econômicos e sociais, né? Nas informações contáveis, para que essas informações subsidiam negociações salariais, participação dos grupos, fantasias. E nesse tipo de crise vai para uma parte mais básica ainda, com capacidade mínima de pagamento do salário do mês, né? E eles estão fazendo isso. Algumas empresas estão conseguindo se descategociar para não ser emitido, manter o plano de saúde e uma ajuda de costum básica, tem saído e notícias falando sobre algumas negociações para não colocar a pessoa totalmente. Exatamente, estão o contexto desempregado, né? Até a suação oculta aqui. Tem bastante pessoas, bastante entidades, bastante usuários, que utilizam informações contáveis para diversos fins, que têm informações teriódicas, sejam primestrais, sejam anuais, que utilizam relatórios internos, externos, padronizados, um pouco mais customizados, mas certamente são pessoas que utilizam informação contável para as suas decisões e para direcionar recursos e para bústias diversas, que realmente só a contabilidade pode oferecer. Professor, já que a gente falou sobre a informação, já entendemos a importância informação, existe alguma base conceitual que permeia tudo isso que a gente discutiu até agora para nos dizer como a gente deve e por que a gente deve ter a sua organização? É, a gente falou agora pouco, a gente foi rememoral que a gente falou lá no início do nosso bate-papo, a gente falou de propiedade de fusa, de vários propietários, de um meio dentro de uma milha de empresa, uma administrador e pessoas que são propietários, mas que estão fora. Por que eu estou retornando isso? Por que a gente fala de base conceitual, de propiedade de fusa, de estrutura, de administração e governança? A gente precisa ter relatórios padronizados. A gente falou, por exemplo, porque os concorrentes são usuários da informação, os concorrentes são usuários, porque eles olham informações que são publicadas por empresas que atuam na mesma área, no mesmo ramo e tal. E por que eles podem confiar naquela informação? E geral, porque essas informações auditárias são informações padronizadas, padronizadas, inclusive, conceitualmente. O que é ativo para uma empresa tem que ser ativo para a outra. E para que eu tenha essa base comparativa, eu preciso padronizar conceitos. Por isso que eu preciso de uma base conceitual. Claro que é um aprofundamento da base conceitual da contabilidade. Feito nos custos de graduação que a gente citou anteriormente, não é disciplina, em geral, chamada teoria da contabilidade. Mas a gente tem algumas princípios que são bastante universais. Em alguns livros de contabilidade a gente diz que são geralmente aceitos, que não é contestado porque ele é que dá base para todo o funcionamento de uma entidade em termos de registros contados. E eu vou citar só três aqui. Uma gente chama lá de princípio da entidade, os livros de contabilidade chamam de princípio da entidade. E ele está relacionado ao reconhecimento do patrimônio com um objeto da contabilidade. É ele que diz o que é o patrimônio que é o objeto de estudo, que é o objeto de controle em uma determinada entidade. Esse princípio que é garante, por exemplo, que o patrimônio dos sócios, dos gladinistraduros diretores, não se confunda com o patrimônio da entidade. Isso é uma realidade infelizmente presente em muitas entidades, antes de pequeno porte, essa confusão, essa mistura. Por exemplo, se um administrador de uma empresa, um proprietário, que também administrador, ele faz aniversário da filha dele de 15 anos e chama até algum funcionário da empresa participar dessa festa, as despesas dessa festa não são despesas da empresa, são despesas do proprietário, essas despesas, Jesus porra. força desse princípio, a gente não deveria ser considerado a despeza da empresa. Obviamente, deveria ser custeadas com o Prolamórico, a administradota em direito, mas ela não pode ser registrado como despeza da empresa, porque não é uma despeza necessária para o profuncionamento, para as atividades da empresa. Não tem nada como fazer o registro de qual benefício e o que precisa fazer para a empresa, já se a empresa promoveu uma festa, uma configuração de final de ano para os seus funcionários, exclusivamente para os seus funcionários, aí se insione a despeza da empresa, que faz parte da política da empresa de congregar seus funcionários, uma vez por ano assim como todas as outras despesas relacionadas e necessárias para as atividades daquela entidade. Um outro princípio importante também é um princípio da continuidade, que a gente também vê isso nos livros de teoria da contabilidade, que esse princípio precuniza que a entidade continuará a operação por um futuro indeterminado, não significa que a empresa vai dourar para sempre, mas que todo o registro que contabe é feito nesse pressuposto, é feito considerando a hipóssica que a empresa está em operação, né? Então essa concepção é a fé da insuração, isso tem um exemplo muito simples para dar, por exemplo, aqui no Rio de Janeiro a gente tem estudantes que vêm fazer a pós-graduação aqui, de outros estados, né? A gente tem de vários estados do Brasil, eles, os de mestrado, por exemplo, passam dois anos, dois anos e meio que no Rio de Janeiro, às vezes montam um pequeno apartamento, um repúblico, quando eles vão embora, eles venden tudo, quando eles venden tudo, em geral eles venden por um preço muito menor, digamos que se aquela república foi um empreendimento, ela está em descontinuidade, né? Quando o empreendimento é indistintimidade, ele cuida tudo por o valor que foi possível, né, por o valor e em geral, o valor que está baixo, né, do valor que seria justo, que seria adequado para aquele bem, porque você tem liquidação, está acabando aquela atividade, por isso que a gente diz que a concepção de continuidade ela feita a insuração dos elementos patrimoniais, né? Se eu estou mudando, se eu estou indo embora, a empresa está encerrando suas atividades, ela vai vender, vai alienar seus ativos, seus benes, por um valor em geral menor do que seria feito no curso normal das atividades, por isso que a gente diz que continuidade é o princípio importante para os registros contais para que eles sejam feitos nessa fase. Então, professora Cláudia, você já abordou sobre os dois princípios a entidade, a continuidade, porém, falta abordar sobre um que é essencial para nós podemos fechar a resposta a pergunta que é o nosso tema de hoje, porque estudar contabilidade, que é o princípio da competência. O princípio é um princípio muito importante para a contabilidade também, né? E ele preconheza que os efeitos das transações e outros eventos sejam sempre reconhecidos nos períodos aqui se refere, ou seja, no período que ocorreu o fato de gerando, né? Se hoje uma venda hoje, ainda que essa venda seja para recebimento a prazo, né? Em 30 dias, 90 dias, aquela venda tem o fato gerador no mês de abril, por exemplo, no dia 9 de abril. Se ela for recebida no dia 9 de junho, a venda não é de 9 de junho, a venda é de 9 de abril. O fluxo financeiro é 9 de junho, mas a competência da venda, o esforço, né, comercial, teve êxito no mês de abril, então a venda é de abril. Então, esse princípio ele faz referência a esse reconhecimento das transações quando ocorre fato de gerador daquela respectiva transação. Claro, a gente tem muitos outros conceitos, aplicações um pouco mais complexas de todas essas discussões que nós fizemos aqui hoje, mas eu acredito que acho que esses princípios que a gente tocou que agora são suficientes para essa discussão inicial, né, você bate para o inicial de por que estudar contabilidade. Querida, professora Claudia, foi maravilhoso de loconozco, muito obrigada pela sua participação, deixe sua mensagem final aqui no podcast Mestre Contável. Sucesso aí nos podcast, aproveito para estudar, para aprofundar seus conhecimentos, a formação do estudante de contabilidade. É uma formação constante que deve buscar sempre fontes diversificadas e confiáveis, né, de informações. Gostaria de agradecer a Patricia Noves pela edição desse episódio e queridos ouvintes, obrigada para sua atenção e fiquem ligados nos próximos episódios, e que a contabilidade esteja com você.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A contabilidade é essencial para controlar, avaliar e acompanhar o patrimônio de pessoas, empresas e entidades, com usuários cada vez mais diversos.
  2. A Revolução Industrial foi um marco importante, expandindo as atividades empresariais e gerando necessidade de controles mais complexos.
  3. A mudança de empresas familiares para sociedades de propriedade difusa (muitos sócios) aumentou a demanda por informações contábeis padronizadas e transparentes.
  4. Os elementos patrimoniais básicos são ativo (recursos controlados que geram benefícios futuros) e passivo (obrigações presentes), cuja diferença resulta no patrimônio líquido.
  5. Os usuários da contabilidade incluem internos (administradores) e externos (investidores, credores, governo, justiça, fornecedores, clientes, concorrentes, sindicatos e empregados).
  6. Princípios contábeis fundamentais, como entidade, continuidade e competência, garantem a padronização e confiabilidade das informações.

Summary:

O episódio do podcast Master Contable, conduzido pela professora Maxa Carvalho, conta com a participação da professora Cláudia, coautora do livro "Contabilidade Geral: Uma Abordagem Interativa". O tema central é "por que estudar contabilidade". A discussão começa com a definição do objeto de estudo da área: o patrimônio das entidades. A Revolução Industrial é destacada como um marco que impulsionou a contabilidade, devido à expansão das atividades empresariais e à maior complexidade das transações, exigindo controles mais sofisticados. A transição de empresas familiares para sociedades de propriedade difusa, com muitos sócios, aumentou a necessidade de informações transparentes e padronizadas para prestação de contas.

Os elementos patrimoniais são explicados: ativo (recursos controlados que geram benefícios futuros) e passivo (obrigações presentes), cuja diferença compõe o patrimônio líquido. Os usuários da informação contábil são divididos em internos (administradores) e externos (investidores, credores, governo, justiça, fornecedores, clientes, concorrentes, sindicatos e empregados), todos dependentes de relatórios confiáveis para decisões. Em momentos de crise, como a pandemia, a contabilidade se torna ainda mais crucial para a gestão financeira. Por fim, são abordados princípios fundamentais, como entidade, continuidade e competência, que asseguram a padronização e a credibilidade das informações, reforçando a importância do estudo contábil para a saúde econômica das organizações.

FAQs

Estudar contabilidade é importante porque seu objeto de estudo é o patrimônio das pessoas, empresas e organizações. Cada vez mais pessoas precisam controlar, avaliar e acompanhar seu patrimônio, e a contabilidade fornece as ferramentas para isso.

A Revolução Industrial foi um marco importante, pois a expansão das atividades industriais e comerciais aumentou a complexidade das transações. Isso gerou a necessidade de maior controle e de instrumentos mais sofisticados para a gestão do patrimônio.

Propriedade difusa ocorre quando uma empresa tem vários proprietários, em vez de ser de base familiar. Isso exige que a contabilidade forneça informações periódicas e confiáveis para todos os sócios, que não participam da administração, mas precisam de prestação de contas.

Os elementos patrimoniais básicos são o ativo e o passivo. O ativo são os recursos que a entidade controla e que geram benefícios futuros, enquanto o passivo são as obrigações presentes que exigem desembolso futuro. A diferença entre eles é o patrimônio líquido.

Os usuários internos são aqueles que estão dentro da empresa, como administradores e diretores. Eles utilizam informações gerenciais detalhadas para tomar decisões diárias, como relatórios de vendas e custos.

Os usuários externos incluem investidores, credores, governo, clientes, fornecedores e concorrentes. Eles usam informações contábeis para avaliar retorno, capacidade de pagamento, fiscalização, comparação de desempenho e outras finalidades.

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