Neste quinto episódio do podcast "Fala Barato", da Associação Portuguesa de Gagos, o formato habitual é alterado para dar lugar a testemunhos recolhidos durante o "Camp Dream Speak Live", o primeiro campo de férias em Portugal para crianças que gaguejam, realizado em Alcabideche, Cascais. O evento, baseado num método da Universidade do Texas, teve como objetivo aumentar a confiança das crianças na comunicação e ajudá-las a desenvolver uma perceção positiva da sua forma de falar. Durante o episódio, os pais partilham as suas histórias, desde os primeiros sinais da gaguez dos filhos até às dificuldades em encontrar terapeutas especializados. Muitos admitem ter sofrido por antecipação, com receio do julgamento dos outros, mas aprenderam a aceitar a gaguez como parte da identidade dos filhos. Destacam a importância de dar tempo às crianças para falarem, sem pressão, e de as ouvir com atenção. Um dos pais, que também gagueja, reflete sobre as suas próprias experiências e expressa esperança de que a filha tenha um futuro mais livre e acolhedor. O campo, com atividades lúdicas e um ambiente seguro, permitiu que as crianças se sentissem à vontade para falar, brincar e revelar-se, enquanto os pais observavam emocionados. O episódio termina com uma mensagem de aceitação e de esperança, reforçando que a gaguez não é uma doença, mas uma forma de comunicar que deve ser respeitada.
Para o barulho, para o barulho, para o pai, pai, pai, pai, pai. Penhaço, penhaço, penhaço. Pais pés, pias abros, pivou. O ano tem mais quando hemos a gaguejo, maior. É mais fácil que fiquemos e não era o pequeno. O pequeno, era o pequeno. Pés. E maior, maior, rápido, fiquemos e gaguejo, gaguejo, ou eles se praticaram. Bem-vindos e bem-vindos ao Fala Barato, o podcast da APG, a Sociedção Portuguesa de Gagos, onde se fala libermente sobre gaguejo e sobre o que mais queijo sobre a mesa que esteja relacionado com ela. Em cada episódio chamamos à conversa pessoas comuns, com vidas reais, que são gagas e vem partilhar as suas experiências histórias. É 5 que temos feito para ver o que acontece quando algumas pessoas que gaguejam se juntam para conversar. Quando ir o podcast está me ludois, eu, doro a mota, aqui a dar a voz, a me grafan, e o manual braço e o ovolante a parte técnica, que hoje não vai intervir como habitualmente. Isso acontece porque desta vez, neste quinto episódio, fizemos o podcast de outra maneira. Fizemos-lo a partir dos estomunhos que recolhem no evento especial, o Camp Dream Speak Live. O primeiro campesfeiras para crianças que gaguejam realizado em Portugal, com método desenvolvido pelo Arthur M. Blank Center for Stuttering Education and Research, da Universidade de Texas em Austin, nos Estados Unidos. Este Camp Dream Speak Live, traduzindo se fañar, falar, viver, aconteceu entre ruim e ruim nas colas de período souledo de alcoetão, em álcabidez cascais. Graças à iniciativa das processadoras de Acolínio Carmona e Luida Tavaire, professor e investigador e terapelta de Acolínio, assim como um grupo de alunos da trapia da fala dinamizaram toda essa semana, onde foi post-emprato e com programemente encibe que combina investigação, formação e intervenção de terapelta. Neste falar, há diferente do que temos feito, vamos dar a palavra aos pais dessas crianças, com idades indossínticos e os 14 anos, onde as pais também atejam. Vamos também ouvir o maior velho dos principais dos voais, que de 14 anos e um dos estudantes do Diogo, que tendo o gag que se atreveu a伏ear e agora atrapia da fala. Se não tocaram esses destes termunhos de pais assim como uma meldada com que nos abriram a agração, para admitir que a gague também usferiu, que tiveram que sefrar para conseguir ver com ela na boca dos filhos, com neutralidade, que não deixaram de sofrer por antecipação a empiedade dos outros, mas que aprendiram a ouvir os filhos, os filhos que falam assim, vamos escutar-los. O propósito deste campo era aumentar a confiança das crianças na sua comunicação, ajudá-las a desenvolver uma perceção positiva da sua forma de falar e da sua capacidade de se relacionar com os outros, falando assim. No fundo, recorra-se de aumentar uma imensipação sustentada e uma condição do impacto de gague e a gente na vida. Os meninos e meninos que lastiveram estas palavras pouco importaram, o que contou foram o dia de experiência de despedor, de desjaradas, de atrinhos, com cultos de talentos e muitas brincadeiras de encerações. Posso afirmar porque este dó também, juntamente com outros membros da APG, enquanto a feja seja se inissativo e também com participantes na atividade do programa. Os pássitos da escola se predizam de algo e tão que a mais pequena, com o enorme jardim, proponou a com o seu especial. O regulotante destino-se e moçam-se de partes para não vi-líveis no culto de regulotão. As crianças começam a relaxar, a falar, a revelar-se. Almo imagina pequena festa desse famento que não poderemos esquecer, ver os pássitos a chegar para assistir e ficar em parados, devolcar aberto, olhar para os seus filhos, a faderim brincadeiras ao microfone diante de uma audiência totalmente relaxada e alegre. Vamos então escutar esses trutamunhos. Olá. Estás a gravar? É, agravar-me-se só para ficar com o registro. Só para pedir o nome, só para ficar aqui com o registro. Depois nós vamos editar isto. É na revolução. - Eu? - Eu. Então, meu nome é Alexandre Sebastião. Está em 46, 47 anos ao dia e moro em cintra. Então, a sul de Ogricia, tenho 35 anos, isto é o trepeta de falas, do leitiatro, tanto só licenciado em teatro, dos colos prior das caldas da reiinha. E agora, entretanto, se dí-te tirar uma nova licenciatura depois da primeira como ator, entrepia da falda. Eu sou Magda, Maria Miranda Lops. Eu sou o Vox, que tenho 14 anos e está em cintra. - Meu nome é Sofia, tenho 41 anos e sou de Lisboa, embora mora em cinas. Inicialmente, eu tira este curso no sentido de tentar encontrar algo complementariedade entre o teatro e a Vox. Então, eu tira isso para tentar fazer com que estas duas energias dentecem algo, da minha vida profissional. E, especialmente, tenho que ver muito com o facto de eu ser gago e, portanto, isto foi um distinto, e a extreta também para eu tentar perceber melhor e descobrir também melhor. Como é que se aprofitava, uma vez que nunca tive qualquer tipo de trapia, e então era uma parte que estimulava, porque eu queria saber mais e, portanto, foi nesse sentido de descobrir-te também de auto-descoberta também. - O Vasco, é seguido pela Torajá-Clinica-Carmona, que surgiu o Vasco para este campo de. E nós aceitamos, inicialmente, há um bocadinho que nem tento. Lá, saiu, acho que ainda é um bocadinho estupidamente, mas cararem num carim de estigma, mas logo aceitamos e achamos que sim, fazia tudo sentido com o universo do Vasco, a acertação do Vasco, estava com vontade de ver. E, claro que sim, que teremos o nosso apoio. - Numa fase inicial, acabamos por não ligar, para deixar andar. - É importante procurarmos, ir com uma atrapelta da fala, que nos posses aliar ao selear. O do art. na altura tinha sido operado, estava ali com o grande problema, a nível da fala e a nível de onológica também. Depois, ele andou a fazer terapia, até que já estava um ano em uma situação, então a atrapelta disse que não tinha a especialidade em gagueza e conseguiu não seguir a ouvir a alência de especialista na história. - Eu traço do art. Primeiramente, porque a Asco do art, a Chava era a única criança que a Gajava, porque, no nosso for familiar e na escola, não temos nenhuma criança com o Gaguez. E eu queria mostrar ele, primeiramente, que eu não é o único que fala assim, como ele diz que eu falo assim. E queria que ele, para além disso, ganhasse ferramentas, que tem vinhada de querer com a atrapelta da fala, mas ainda mais ferramentas para poder enfrentar o seu diadia e não ter medo de falar e não ter medo de dizer o que quer que seja. Foi ali por volta dos dois anos, era uma renda uma beve quase que falava muito bem, depois começou a não conseguir que as palavras saísem, afustravas, choráveis e não conseguia simplesmente dizer, na esquerda, a repetição era uma papa que saia de olida boca. E a onatura, asociais ao ofreço, estava grave, mas já tinha acabado na estreia, ainda não tinha na chidação, ó, na estreia era muito pequeno. E pensei que se você se tivesse, para ela sentir, já não tinha o mesmo lugar de estar, porque eu também não sabia, o pai gagueja, mas eu nunca vi gaguejo com problema, ou nunca tinha pensado muito sobre o assunto, não sabia muito pouco. Acho que foi e que notamos a primeira vez e depois aos cinco anos voltou novamente a esse enforção período. E o que eu também estrociais os três? Vamos a dície, uma roça, um sapato e uma superarista. Claro que as pessoas deixam de gaguejo e nunca tínhamos sido gaguejo entre a TPP, falaram. A minha dificuldade enquanto mãe tem muita vez que ela não tente, ou não terem explicado como é que me é de comportar, mas só há bem pouco tempo que percebi exatamente o que tinha que fazer, que é basicamente, é deixar o falar. Deixá-lo falar, não o pressionar, tentar dar atenção quando ele quer falar, ou seja, sentir que nós estamos a dar atenção ao que ele está a dície.
da tempo não nos estressados por isso, não ficamos ali afirto e eu percebi que nós temos ali afirto por essa situação. Eu acho que o diator ajuda muito mais no sentido de nós temos mais confiança, há vários exercícios e várias técnicas que também apodemos aplicá-las para que nos sintamos mais confiantes para que o Brasil nossa vida aconselhamos não ver esta nossa dificuldade como algo que possa dificultar ou que seja um entravo. Acho que é nesse sentido. Sim, porque ela é verdade, depois ultrapassou e ter, sensibilmente, um ano um ano e pouco, em que não sou um pouco oposamente nada. E depois a dependência do momento em que cada dois, quatro anos, começamos a entuar, mas uma gagueira de diferentes. E são das primeiras filas? O olho fica sem técnica nenhuma, que é de ninguém, se não é, então, de forma, foi tentando encontrar as simissões para ultrapassar os estudos de gagueira e comentá-nos isto na escola, como para de Rui, que está, que está envolvendo, que é finalista e que está envolvido com este campo. E quem falou, quem falou aqui deste. E estados com pessoas com gagueiras ajudam-te? Nós vamos sim haver. não sou só eu acerar sim e hoje, a gente mais gague e menos gague aqui. E isto, isto, que émos primeiro ao lado. E a gente não me dá para perceber, nomeadamente. Quando olhas para o teu futuro, mudou a tua maneira de ver o teu futuro como só com gagueis. Pelo menos tinha esta esperança realmente, de que ele, de parante, que não é o único que tem gagueis, que realmente fosse tomar mais consciência, apesar de que tem cinco anos, mas que fosse tomar consciência de que não era o único e que se os outros conseguem e se os outros podem ele dar. Desde sempre, tanto o vasco que gagueis já, desde sempre, desde que começou a falar. O ministro, gostamos que não era gagueis, que era só um miminho, o repetir era só de piagui, só de qualquer coisa assim, mas logo rapidamente percebemos que andou em várias tripotas de fala, não entende ninguém especializado na esta área, ninguém espelhada em ninguém, já percebiu que é um afotento ou é uma especialização dentro da já percebemos isso. E então, até que aos 14 anos do vasco, na intp deste 5, a verdade, mas parou, depois parou, teve 2 anos de trapido, depois parou, depois que eu recorrei outra vez durante 2 anos, quase, e agora é que foi padrata Rakhlin e a maior evolução do vasco foi nesses 3 meses ou 4 podrata Rakhlin carbono. Tenho receios mais na sociedade, não tanto por ele, mas acho pelos outros, porque eu acho que o pior do que ele, que eu até nem liga muito à situação e uma criança feliz que interaste bem quantas crianças, tem que receiar a medida que ele vai crescendo, posso ouvir comentários, que os possam interferir, influenciar e começar a colocar a confiança dele e autoestima para baixo. Nós já vemos depois na escola, as crianças já são um crinho maldozas e é mais nesses aspectos que acho que a sociedade não tem conhecimento como lidar com esta situação e não ajudando, porque queremos a nota que as pessoas se ele começar a fazer mais bocais ou mais repetições, a gente quer, em longo do terminar e não deixar da tempo para ele terminar ou dizer o que ele tem de dizer. As pessoas mais velhas superaram isso e é um objetivo e vigoso, uma dora, o daniel, a gente aana, todos superaram isto e é um objetivo se se siga os pasteles. Acho que é o benéfico porque funciona quase como os palhos, conseguem ver que não há problema nenhum, e que podem comunicar muitas vezes, nós falamos há pouco, existe aqui esta problema muito à base da própria autoconfiança, no sentido de muitas vezes, existe uma autoconmais para ídio e portanto acho que o facto de estar em todos juntos em grupo, eu dou a perceber que não há problema nenhum e que é que é que este não é nenhuma doença e que não é nenhuma problema e que é que é sempre comunicar e que não é nenhuma dificuldade, nesse sentido. É, não tem e durante este pequeno que este aqui principalmente não tem que estar muito à vontade a falar e mesmo nos momentos em que realmente cagassem as notas que tem mais dificuldade, ele não teve medo e enfrentou e isso para mim, como ainda é muito feliz pela participação e pela evolução. Acho que nós devíamos tão focados nos nossas coisas que a gente já esperava e deixaram, pronta, dá tempo a aceitar as pessoas como elas são, não é? E não fazer os julgamentos, que depois também há muito isso que as pessoas começam a algum de do que é, e as pessoas são normais, em maneira de ser, mas o aceitar as pessoas que não acham, sem mudar e dar despaz. Eu não te metas, eu que falo e esperar e lá te falar e a. Mas para ser também foi uma aprendizada, né? É para aceitar, ele é assim que ele fala. É, é aceitar é assim que fala. E aceitar o que não tem por isso que é para sempre para mim foi que tiver alguma dificuldade. Lá está a estupidamente constigma, com que com a saia e que é burlado, portanto é um trabalho que também estou a fazer e confeço. É mesmo um trabalho que ainda estou a fazer, mas acho que estou a melhorar. É isso que eu estou com o pessoal que também tem gagueza, o rui, o que sentiu quando percebemos que a sua filha podia ter também, mas que foi para si. Foi muito difícil perceber que, dependendo de que a minha filha também, também ganhada, foi um momento difícil. Exatamente que quiser mais pura, não querer que ela passasse as dificuldades porqueles quais eu passei ao longo da vida. E, na verdade, encontrar este campo e fazer com a janvinha, 50 anos depois, as coisas evoluíram, que não muito neste área faça outras áreas de ciência, mas ainda assim, há muita coisa que evoluimos a 2020 anos, como se vê que se vê que se vê. E isso, obviamente, não seja tudo também como pai, né? É perceber que a vida e o texto e outros menos podem ter algumas experimentas que nós não tivemos. No passado, para a questão de que eu estou a fazer. E é assim que a esperança que o futuro daqueles que a Gagueja seja mais livre, mais solto, que chegamos ao fim de mais um falabarato, o podcast acessou a portuguesa de gagueis, a PEG, onde se pode gaguejar livremente. Neste episódio, mergulhamos no primeiro campo de ferias para crianças que a Gagueja ou o Camp Dream, Speak Live, e ouvimos os instrumentos de alguns participantes e, em particular, dos seus pais. Eu estou adoramota e tivemos documento técnico humano-albrado. A produção deste podcast tem o apoio da sefeação e interferência. Se quiser conhecer melhor a sefeção portuguesa de gagueis, podrem o nosso site, ainda www.gagueis.com. Pode ainda falar com nós e enviar suas opções para o falabarato através do mail, comunicação, comunicação, a roba apg.com. Foi um prazer estar com o vorsco e te pedimos até o próximo falabarato para ouvir o liquidado interior, para o cor do nosso plataforma de podcast ou no YouTube. Desculpe-nos e até breve. Para o bairro, para o roubaro, para o bairro. Apply, apply. pictures. Vamos mais quando שהguem!. Esse становится melhor. Mais fácilと思ir cheras para atrapossinar o poder. Am Alberta.
Die meer outfit of fika, we zeggen, we zeggen ook een super macho.
Podcast Summary
Key Points:
O episódio do podcast "Fala Barato" da Associação Portuguesa de Gagos (APG) aborda o primeiro "Camp Dream Speak Live" em Portugal, um campo de férias para crianças que gaguejam.
O campo foi realizado em Alcabideche, Cascais, com base num método da Universidade do Texas, e contou com a participação de terapeutas da fala e estudantes.
O objetivo do campo foi aumentar a confiança e a autoestima das crianças, ajudando-as a desenvolver uma perceção positiva da sua forma de falar.
O episódio dá voz aos pais, que partilham as suas experiências, medos e aprendizagens sobre a gaguez dos filhos.
Os pais destacam a importância de aceitar a gaguez, dar tempo às crianças para falarem e não as pressionar.
Um dos pais, que também gagueja, reflete sobre as dificuldades que enfrentou e a esperança de que o futuro seja melhor para a filha.
O campo proporcionou um ambiente acolhedor, onde as crianças se sentiram à vontade para falar e brincar, sem medo de julgamentos.
Summary:
Neste quinto episódio do podcast "Fala Barato", da Associação Portuguesa de Gagos, o formato habitual é alterado para dar lugar a testemunhos recolhidos durante o "Camp Dream Speak Live", o primeiro campo de férias em Portugal para crianças que gaguejam, realizado em Alcabideche, Cascais. O evento, baseado num método da Universidade do Texas, teve como objetivo aumentar a confiança das crianças na comunicação e ajudá-las a desenvolver uma perceção positiva da sua forma de falar. Durante o episódio, os pais partilham as suas histórias, desde os primeiros sinais da gaguez dos filhos até às dificuldades em encontrar terapeutas especializados.
Muitos admitem ter sofrido por antecipação, com receio do julgamento dos outros, mas aprenderam a aceitar a gaguez como parte da identidade dos filhos. Destacam a importância de dar tempo às crianças para falarem, sem pressão, e de as ouvir com atenção. Um dos pais, que também gagueja, reflete sobre as suas próprias experiências e expressa esperança de que a filha tenha um futuro mais livre e acolhedor.
O campo, com atividades lúdicas e um ambiente seguro, permitiu que as crianças se sentissem à vontade para falar, brincar e revelar-se, enquanto os pais observavam emocionados. O episódio termina com uma mensagem de aceitação e de esperança, reforçando que a gaguez não é uma doença, mas uma forma de comunicar que deve ser respeitada.
FAQs
É o primeiro campo de férias para crianças que gaguejam realizado em Portugal, com método desenvolvido pelo Arthur M. Blank Center for Stuttering Education and Research, da Universidade de Texas em Austin, nos Estados Unidos.
O objetivo era aumentar a confiança das crianças na sua comunicação, ajudá-las a desenvolver uma perceção positiva da sua forma de falar e da sua capacidade de se relacionar com os outros, falando assim.
Foi graças à iniciativa das professoras de Acolínio Carmona e Luida Tavaire, professor e investigador e terapeuta da fala, assim como um grupo de alunos da terapia da fala que dinamizaram toda a semana.
As crianças tinham idades entre os 6 e os 14 anos, e os pais também participaram no evento.
Alguns pais aceitaram de imediato, enquanto outros tiveram receio inicialmente devido ao estigma associado à gaguez, mas acabaram por aceitar e apoiar a participação.
As crianças participaram em brincadeiras, ateliers, cultos de talentos e muitas atividades de encerração, o que as ajudou a relaxar e a revelar-se.
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