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Episódio 58: Financeirização e a disputa pelo orçamento público - Entrevista com Prof. Dr. Paulo Nakatani

63m 24s

Episódio 58: Financeirização e a disputa pelo orçamento público - Entrevista com Prof. Dr. Paulo Nakatani

O episódio do podcast discute o desmonte dos serviços públicos e direitos sociais no Brasil, contextualizando-o dentro do processo de financeirização do capitalismo. O convidado, professor Paulo Nakatane, traça sua trajetória acadêmica e critica o ensino de economia, que muitas vezes ignora a realidade da pobreza e da desigualdade. Ele explica que a crise dos anos 1970, marcada pela superprodução de capital e pela alta dos juros nos EUA, levou ao endividamento de países como o Brasil. A dívida externa brasileira cresceu exponencialmente, e os recursos que deveriam ser destinados a políticas sociais foram desviados para o pagamento de juros. O Estado, ao priorizar o capital financeiro, promoveu a privatização de serviços públicos e a precarização de direitos trabalhistas e previdenciários. A corrupção é frequentemente usada como justificativa, mas o verdadeiro motor desse desmonte é a necessidade de garantir a acumulação financeira. A financeirização, portanto, não é um fenômeno recente, mas um processo histórico que se intensificou a partir da década de 1970, consolidando a hegemonia do capital financeiro sobre o bem-estar social. O professor conclui que, apesar dos discursos de escassez, há recursos disponíveis, mas eles são direcionados para manter o sistema financeiro, em detrimento da população.

Transcription

8452 Words, 47845 Characters

Portuguese
[Música] -Cá dos homens. -Está começando, mas um edição do nosso podcast "Economiso Sociedade para Lenda Paremce", um atividade do Pet Economy Office. Eu sou Gabriel. -Eu sou Rafael. -E hoje o nosso programa será informado de entrevista. Então, seja muito bem-vindo, cara ouvinte. -Bom, antes de começar, gostaríamos de destacar que, como havíamos informado em episódios anterior o podcast "Econômica Estarade Caranova". O intuito da mudança de aproximar o título do nosso programa dos temas abordados da perspectiva crítica que utilizada. Esperamos que você tenha gostado do novo título e que é a partir de agora. Dará nome ao nosso programa. -Neste episódio, iremos discutir o desenfrado processo de sequestro de seu custo atais que deveriam ser destinados à população brasileira. Como consequência desse processo, o característico de nosso era neoliberal, observamos o crescente desmonte das universidades públicas, a carencia de investimento em ciência e tecnologia, a precarização de serviços públicos como habitação, segurança e saneamento, além da redução dos ardoramente conquistados, direitos trabalhistas e previdenciários. Em resumo, discutiremos o processo de desmanteleamento, de um já limitado sistema de serviços sociais, universais, públicos estatais de qualidade. Nosso objetivo era, além do cienso comum, e, dará a retiva amplamente de fundida pelos meus comunicações tradicionais, os que eu entendi como e por que essa destrituração está acontecendo me incomuma sua relação com a financiação. -Para abordar esse tema, convidamos para o Nakaplan, doutora em ciências econômicas pela Université de Picardier. Professor Colaborador da Escola Nacional Flores Tanfernantes e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política. Além disso, a professor titular é mérito aposentado da Universidade Federal do Espírito Santo, onde muito contribuiu para o desenvolvimento da graduação em ciências econômicas, para o formento do pensamento crítico e para a estruturação do Pete Economie-Ufus. [Música] É sempre bom lembrar que, caso você tem interesse em escutar novamente este ou outros episódios, basta acessar o Spotify e pesquisar Pete Economie-A-Potcast. E, se você tiver alguma sugestão para nós temas nos próximos programas, é só deixar um comentário. Além disso, para acompanhar nossas outras atividades, nos siga também no Instagram, a Ruba Pete Economie-Ufus. Além de Potecast, também fazemos resinhas escritas que ficam disponíveis no nosso site. Então não esquece de depois conferir nossos outros materiais. O endereço é, Pete Economie-A-Ufus.wixite.com/PeteEcubus. [Música] Bom, primeiramente gostarem de expressar nossa gratidão a professor Paulo Nakatane, por ter acitado nosso convite. É um grande honra para o Pete, por decontar a com a presença de uma personalidade tão importante da economia política brasileira. Temos certeza de que o nosso convéssio será muito de quecedora e formativa, tanto para nós, como para os nossos ouvintes. Antes de começarmos a discutir o nosso tema, o senhor poderia nos contar um pouco sobre sua taxa épara acadêmica. Como surgiu seu interesse pelos debates sobre economia monetária e o processo de financiarização mundial, e quais são as suas pesquisas e atividades mais recentes. [Música] O primeiro sobre essa trajetória acadêmica, comecei a estudar economia em 1968, sabeu ano do ato institucional número 5, a ditadura militar, esse foi o nome mais dura. O curso economia na época era um curso só não clássico, quatro-dóxos. Mais dados condicionava época comecei a me interessar o apoco na profunda mais, e mais aprendeu outras coisas da própria economia que se ensinava os cursos. Continuem ele estudando, ele se dá aula. E aí, tem uma coisa que participei, foi ajudar a reforma curtulada em 1984, em que nessa reforma a gente conseguiu mudar o rumo do centro de economia, deixando-se só um ensino com manuais neocráticos, da sessão de símbolo plural, mais aprofundado com divisos científicos e da economia com licença social. Então, a partir de 1984, minha trajetória está nesse campo aí. Agora, vendo o ensino economiaológica, as tendências, eu acho uma pena, o que estava destruindo tudo que foi feito desses 40 anos, com essas mudanças que a gente observa nos cursos, estou acabando com o ensino de economia política, por exemplo. - Não sei se existe isso. - É isso. De histórias. O que eu considero importante. E aí, essa êfrica, assim, na teoria de Outro Doxa, e também dos Etero Doxos, por que, em 18 anos, acho uma pena, porque a gente vai ficar se falando aparelhos das coisas. E tanto os Outro Doxos, quantos Etero Doxos, passqueneseando, por exemplo, né, o que eu interiori, né? E o que eu sou na aparência? E aí, eu tenho a voteira para além da aparência, né, então vai, que eu queria começar a ter essa. Vamos ter essa. além da aparência. Uma coisa que vocês devem ter ouvido falar sempre, estamos em crise. Em fração subiu, a bolsa caiu. Mas não é que é essa crise, né? É isso tudo o crise dele que começou a comer, a música na minha. Isso veio dentro da diferentes correntes, a bordagens. E acho que eu tenho uma fundamental, mas junto com a questão da crise, que eu tenho uma problema que é onde a pobreza, a desigualdade de crescentes, a miséria, a fome. E esses temas são recorrentes. E aí, na verdade, eu fiquei com a minha economia. Agora, na aparência, eu começo a avar que está de crise, porque a inflação subiu, que a bolsa caiu. Mas não se fala da pobreza, da desigualdade, que o tema que vocês estão trazendo da atração de estado sobre isso, e aí eu também pretendo entrar nessa idade. Agora, ali, eu comecei estudando todo esse crise de dependência econômica, subdesenvolvimento da economia. Desde aquela época, também, eu tenho uma fundamental, que a economia brasileira sempre foi dependente, subordinada. Mas esses temas, para mim, tem uma recorrente dele, o início dos séculos passados se exlizerem. Agora, isso aparece de diferentes formas. Tem um momento que aparece na forma, um momento de outros. E por trás desses temas, os fundamentais têm outras coisas mais fundamentais da vida, que vai ser as determinações fundamentais e principais de todo esse processo. Isso vai realmente aparecer de forma diferente, parecendo das vezes que mudou o problema. A gente já pode avançar o problema, a fundamental é a própria forma de organização das sociedades. Essa sociedade é a sociedade com o objetivo de produção euro. Aí alguém me leva a ser virei, alguém me diz eu seguinte, se você produz manteiga ou canhões, qualquer coisa pode ser produzido antes que der lucro. Então, desde essas vezes, a gente tem coisa para dar lucro. Na aparência, você tem nenhum problema aparente, mas você traz desse tempo toda a educia, a armamentista, que as porrosas, no estado, não chamam muito complexos, industrial militar. Então, é isso. Agora, a partir de um certo momento, eu vou devagar mais à frente, o Gennacrize, que é de passou Brasil, dos anos 70, 80, 90, a gente observou mudanças. Uma delas foi que começam um processo mais agudo de financieração. Eu vou dizer que começam, mas a financieração, das finanças são anteriores ao próprio capital, ao próprio capitalismo. Mas aí, o sistema comécio ao rudo, na medida em que, ao invés de objetivo, você crescimento, economia, produção, vamos agarantei o pagamento de juros. Então, se você estiver na economia brasileira, crise dos anos 80, tem várias razões, mas a principal assim, a partir de um momento, como essa é de estaduridade militar, me está se sentindo em 64, como essa serenara de vida metrista. É bem que crieze, mas mesmo assim, até o finalzinho dos anos 70, por causa de 79, Brasil continuava tomando em presso e não tinha problema. 79 é o correu, um fato, que é um francês, já há de menino, chamando de "O golpe do juros". É de 79 e 80, nós temos o quê? Uma mudança na política monetária de Estados Unidos, em que isso começa a sair daquela política macrocommoda, que é chamada a Quinesiana, que é o horror liberal. E aí, o presidente do federal, o zero, acho que é a Paul Volker, ele conhece a sessor da Obama, Essa é a minha tinta, então é a cara que estava frita, não se cuidando dessa coisa. Já no estado, me disse uma porta geratória. Você sai do banco, vai pro governo, volta pro banco, ou sai do grande emprego, vai pro governo, volta pro emprego. Isso funciona aqui também, por acima. Ele aumentou a taxa de juicio. História que a média era a taxa média, a história, em últimos cinco anos, era da rede. Que é o timey assim, você está oito. No início de 80, até 81, 82, a taxa chegou a quase 30% ao longo. Era toda a necessidade de números mais pensados para aproximados. Não me lembro mais uns uns exáticos. E junto com isso, você teve também, yes, ir anonentemente. Que venha de restaida, a triação está de ser raya ou nino. Também conflitos, problemas, esta agueia, mas não lembro mais uns mais exáticos. Era de espaço um tempo, se agueia, a beta, depois da na porta. E aí os países, eles foram aumentados para esse petrano. Os árabes não gostavam dos americanos, mas nesse momento eles se uniam, eles controlavam ao pepe e passaram o petróleo. Acho que 3 dólares, barreu para 12. As países, pisaram de petróleo, começaram a ter um crescimento, um deve se comerciar, tiver que tomar mais dinheiro em prestado. Para pagar esses deve cites. E quando a taxa de julgos sobe, aí for erratores países e dividas. Os países dependentes, subdesimbovidos entre outros, uma crise profunda. A crise profunda é porquê? Porque tinha que pagar conta de petróleo, pagar julgos a limita. E não conseguia mais imparça para refinanciar limita. E tudo isso é um dólar. Então, você tem esse processo que tinha que explicar. E nossa explicação do ponto de vista de economia política é que o capitalismo estava em crise. E uma crise que a gente tinha de super produção de capital. E a capital de mais não é porque estava faltando. Quando você fala em crise, a pessoa diz que estava faltando capital, está faltando o investimento, não. Está sobrando que o capitalista não tem que fazer. Eles param de produção. Esse processo está um exploit. Por que mesmo, usando 60 até 30% de 70%, você tem um período chamado de 2 euros dólares. Depois da reconstrução da economia europeia destruida com a guerra, você vai ter que os países europeus passam a ter salvo dos positivos nas balanças comerciais, com essas terras ervas. E colocam em uma espécie de um olhigó polio de bâmpicos no mercado de Londres. E aí, pegam esses dólares passam a emprestar para os países envolvidos como o Brasil. Bom, é bastante evidente que nos últimos anos, as políticas sociais e os serviços públicos têm sido cada vez mais reduzidos e precarizados. Vimos à redução dos direitos trabalhistas com a reforma trabalhista de 2017, a redução dos direitos previdenciários com a reforma da previdência de 2019, e, em um momento, cada vez mais intenso de setores com a educação, segurança e saúde. Na tentativa, eu te explicar, ou justificar, esse processo, diferentes discurso, são mobilizados, como os seus comuns de que há muita corrupção no Brasil, e por isso não sobra dinheiro para nada. Até alguns arumentos mais formais. Mas, para além desse discurso de conversimento, existe alguma explicação para o desmonte de serviços públicos que parte da teoria, de financiização, então. Primeiro, nós temos que entender que estado e movência do estado geral movendo o participo da forma de distância. Isso é mais parte da nossa sociedade que é catarista. Então, o estado não pode encontrar o estado público. Pode conceitar uma atividade para ter medo de um interesse público de toda a população. O estado atende os interesses que comada economia. E aí, essa questão da proteção social, vai ter um pouquinho de história também. E não pode ganhar interno em de soldados, pessoas que morreram, ficaram utilizadas, os problemas do que expanderam, Estados Unidos tinha que dar alguma resposta também. É criar o sistema de proteção, foi chamado Estado de Besta Social. Isso durou, de mais de 90, 50, 75, 80 no Nasse. Então, faz desenoblicos, fazendo desenmontado. O Brasil não tinha um sistema de proteção social. Com o fim da ditadura militar e todos os movimentos sociais, obraram, desejindo, fizer a consequição que foi aprovada, esquina 39, para o lugar da. - Estou de novo, não? - Estou de novo. - Bom, a gente desvenda pra. Já que isso é no nível de medata, mesmo. E aí, esse criou um sistema de proteção social, da consequição, só que a aplicação da consequição, essa placa, nunca, para o completo. E aí, de saúde, de nossos vídeos, que deve ser totalmente público. Mais da metade do sul, é privado. Porque essa proteção social, seria toda parte da educação. Hoje você tem mais da metade dos universitários, acho que o lugar deve chegar. A indecência vai 70% de que a escola é privada. E o governo que financiasse a escola é privada. Vamos ver. Aí, boa. Problema na opção brasileira. Tem, tem. Muito, né? Pra você conseguir se acabar com opção, podia subrar dinheiro. Mas não vai ser aplicado a educação do segurança do Estado. Porque quem compande esse dinheiro não é exatamente o governo. E mais. Aí você tem um Estado que deve atender as necessidades fundamentais do desenvolvimento capital, ou seja, os capitalistas. Com o seu trabalho aqui. Então, se crieis-se, para obedecer com sistema de proteção social, educação, saúde, para obedecer. Mas se não é completado, ela diz, "E isso é constipulivo". Atendendo interesses dos capitalistas. Mas a partir de um momento, como é se desmontar? Se desmontar. O argumento é a opção. Pode ser, mas a questão é outra. A origem desse desmont não é, não é, não é, como é, a Estado Unido. Eu estou a partir do mundo. E para isso, tem que desenvolver uma teoria que foi feita na década de 70. Para dizer que o Estado é ineficiente. Está criado em uma atoria da burocracia, eu tenho um dia do mercado de voos. Ou seja, os neoclásicos, a profundidade ainda mais, com a concepção teórica. E chegar a essa. Deus, a sua interferência econômica, a superior a todas as outras ciências sociais. Então, ser um cê ter história, a ciência sociais, política, psicologia. É para mim resolver tudo, os problemas da sociedade. Na semana passada, saiu a artigo na voeção, para alguém, um cara da tenda isso. E ter razão com que a maior parte de discurso, a história de geografia, ser sempre uma indiscusa, questão de custo benefício, vai explicar. Psicologia, inclusive. Tem uma teoria da uma moda, teoria econômica, da uma moda, o casamento, da explicação, da moça. E aí, na teoria do Estado, vamos fazer o quê? É, vamos. É. ter um postulado de que. Aí preença a eficiência, quando ela está no sulco. E ela faz isso porque você tem um proprietário privado. Como está, da época, como tem dono, as pessoas vai fazer o que é. E na aparência, assim, é. Você vê da poça, né, da secreta, destino das verbas, né? Cadê o que? É cientista político com a cidade, isso. Mas, ninguém conta para você, de curso. Porque você é como a missa, assim, para as minhas udámas. Mas hoje, bem, isso, né? A 10,70, disse coisas. Eu vou dizer que chega hoje, na estética da escola de Álgebra, com a cidade, com a cidade, com a missa, que lvХ essa pessoa ou vai ir para esse lugar ou uma decide. Assang arrangem. Eu تrescreię o que vocês fontem e a façam como a gente fala que era lá onde predora um shimmer. Vouaments controla para um programa mais imp body da Highlight quePDificava que nesse podcast não古atical ou neg doing creating art mesela horror mas o estado também. Mas então é isso, o problema é que não falta dinheiro também. Eu tenho mostrado um do meu tempo, porque você pega assim qual é o salvo de. Da conta bancária do Obe, a última vez que estou ali, é coisa depois da pandemia, que vou ter que ver, mas. Estava mais tal na ordem de quase um trilhão de reais. E o salvo continuou sendo essa ordem de 900, um trilhão de 100, que não é reais, é contra o problema. É isso, não tem dinheiro, tem? Tá na conta correto, só que não pode usar. É só fazer um pareço fazer por quê? Mas é. é pra garantir o giro, o movimento de diado, tá de vida pública. Então é isso, é. Primeiro, quer ter da questão dessa. Você não tem recursos, perucação, para a saúde, forma adequada e suficiente, porque. Meu, todas as educações, a saúde, proteção social, foram privatissar os. Incrame parte. Esses bons anos tem dinheiro. Isso também porque você tem uma reunião de vista que o estado tem competência e nepecente. É a corrupção que pode entrar em disso. Depois você tem as outras determinações que existem de vista com a importância. Professor. Concoriores de histórica da ascensão e da hegemonia do processo de financieração do capital. Além disso, em que acontece histórico e por meio de quais mecanismos eles consolidou no Brasil, e aqui em ele beneficia. Como eu disse na questão anterior, então, o meu interesse é la crise, a desbordade. E. A crise, como disse também, é um momento de superar com ação de capital. Ou seja, você não tem atividades produtivas, lucrativas, subsédios para gerar investimento. E aí os capitais são. passam a se acumular na forma de dinheiro. Eu você deve ter aprendido o dinheiro guardado num rendinado. E você tem que emprestar para essa beijura. E aí, entre a década de 1770, expande o mercado de financeiro, de Londres, que vai expandir o individamento dos países sobreviveram o ouvido atrasado. Ou seja, todo o dinheiro que estava lá nos bancos era convertido em capital muito imprestivo. E. então, se você não pode investir na forma produtiva, você pode aplicar juntos. Deixem desesparitorio do sistema, onde é monetário financeiro para fazer isso. Essa é a climática dos países, depois da limpa das pessoas, das empresas. E quem comandante isso? Quem comandante isso é quem comanda a capital de almoço aos bancos. E também os financiços que trabalham nas bolas de valores, os corretores, grandes corretoras, atualmente fluindo o investimento. E esse processo vai expandindo e eu vou dar um exemplo para vocês. Brasil então começou a se dividar na década de 1670. Começou a te dar de vida muito antídria. Mas vai começar a acelerar o investimento da década de 1670, com as guerras no ambiente net e a crise do peitor. Para acelerar o equipamento, a gente tem ao mesmo datacha de juros nos Estados Unidos, que aumenta. Compromisse o empregamento de juros da dívida. Sempre é assim, os empregamentos sempre eram cintios. Tomavam o empregno e pagavam os juros na taxa do dia que vencia o empregamento dos juros. Pagar um empregno para cá a Jústria Mestre S. O dia vai ser a taxa de juros do dia. O sistema internacional em torno a crise mais profunda porque os países sobre desenvolvidos não tinham como pagar juros a taxa. E os banqueiros da chave não para estar também. O que aconteceu no Brasil? A dívida brasileira de 64, estão de 2,1 bilhões de dólares. Em 72, por aí a gente já chegará com os dois. A cerca de 70, 80% dos impresse, que foram feitos o período, estão gastados e depois estão despegados os impresse. O Brasil é o impresse para levantar o depósito. Todo o argumento desses impresse para que era necessário para investir. Não é, porque senão não estaria muito bom. Com a crise, o detróleo, a crise do opso sobre a taxa de juros. E, de dezembro de 80, a dezembro de 90, a dívida passa de 50 bilhões de dólares para 100 bilhões. Como disse, são meus aproximáveis. A conta de juros é mais ou menos 100 bilhões. O Brasil pagou em 10 anos, duas vezes, o que dívida em juros. Como é que ele fez isso? As celeroas exportações, programas de exportar, o que fosse possível. É saber as dólares devolviam os dólares. Isso aparece depois como um processo acelerado de tação. Você gera uma produção inteira e gera renda. Você sabe o que você produz, o produto que é a renda. Essa é uma produto para fora. Essa é a idola. Mas não é uma produto para devolviam o dólares. Porém, 10 anos. Esse é o processo. É a dívida. A conta de que eu cresceria. E tem mais um detalhe aí. 1979, cerca de 70, 80% da dívida externa era privada dos empresários. O governo dele via a gente, 15 a 20%. Aí se diz, "Mor, os empresários vão quebrar porque não podem pagar isso todo." Então as transferidas na dívida estão governando, governando as sumílias quebram. Que é o próprio governo? Que que que que fazer isso tudo? Então, quando terminou essa década, 90% da dívida externa era privada. E uma dívida externa era de 100 bilhões de dólares. O acessionante também tem 16 dólares nos fósmeiros, os dólares de ursca. Então, você fica também a desvalorção do dólar nesse peigo. Agora, os mecanismos, os mecanismos, de a própria submission do Brasil, a sistema internacional. Além disso, isso foi, foi depois, sendo convite em dívida externa. Onde é negociado, onde é um mercado aberto do Banco Central, sem ter explorado isso. Que pagar essa taxa ser lida, se vocês estão sabendo, acontece até ter 5. Mocanse beneficia, os grandes detentores dos tipos da dívida. Além disso, se tem o seguinte, né? No essência dos processos, toda vez que a economia é ter crise, os ricos ficam mais ricos. Então, a mesma da consensação da renda e da riqueza. É só pegar os dados estatísticos, os períodicrisos, os mais ricos vão ficar mais ricos. Se vocês quiser saber quem não é, é precisamente a beneficia de pegar isso, da fóbos dos homens mais ricos do mundo. E aí, tem o brasileiro, entre os bilionários e trionários. Mas, sem entrar bem, ver, é. O pessoal chamado da faria Lima, para vocês sabem, também. Faria Lima concentra as instituições financeiras, fundos, gestores, que eu chamado Mercato. E você sempre não, você deve ouvir. Ah, o problema Mercado, Mercato, aneuvoa. E o Mercato é enorme, tem CPF, tem direito. E não é nada nonin. E também não é a infinidade de gente. É a grupinha muito pequena e estomata. Da repostar as instituições, ai que pessoas estomata. Depois, é tempo junto com ele, mas nós nos etamos. Nós que nós adressamos com mais a uns uns. Então, aí, isso é quem se beneficiu. É só precisar. Ou tem uma outra coisa que vocês podem precisar, também. É um poder renda, também, quem é de paga e poder renda, quem é que não paga. Então, os mais sigos falam quanto de imposto. Porque o acessário, os brasileiros não falam quanto de renda a pessoa física. Os brasileiros que sombram nos empresas e de ações. Então, vocês me contamem aqui, se não encontraram a nossa ideia. E acho que a inteira se faz. E essa precisa pesquisar, assim. sair dessa aparência, dessa conversa como mistas, ortodoxos e operodoxos. Às vezes até alguns fascistas diz as coisas, seja por equilíbrio, seja por uma fé, enganha a população todo e infelizmente muitos professores da economia também falem. Um andas justificativas mais persuasivas por desmonte de serviços e políticas públicas que mobiliza grande parte da população, incluindo teóricos intelectuais da academia, é a ideia de que o Estado brasileiro está em crise fiscal. Nesse sentido, o recituário neoliberal defende que apenas com ajustes, como do Roca Busc fiscal, do Governo ULATREZ e com a redução dos gastos públicos, seria possível restaurar a credibilidade econômica e promover um crescimento sustentável. Como o senhor avalia essa nativa e o seu papel dentro do processo de fina acertar? Pesar essa ideia de um Estado em crise fiscal não é nó, é a tica. Ela começa com a crise de unismo de 70 nos Estados Unidos. Aí tem um livro chamado USE na crise fiscal do Estado, um caro chamadinho de zoncona, ele que traz essa ideia da crise fiscal. Mas ele era marxista. E aí vai fazer um análise do assamento e dizemos o seguinte, que os governos de cobranças de impostos dividir um aparto para atender a necessidade da colação de catálogo, chamando de função com ação. Eu reparto para atender as necessidades sociais que chamavam ação de legitimação, para que o governo aparecesse, como se fosse, o governo público, para todo mundo. O mais com a crise, a acumulação está a vezes muito mais recosto, a compra ou o tal legitimação. E aí você tem uma crise fiscal, mas a regua também não é isso. É porque se você pegar o assamento público, se estar agarça para atender os pobres, se você quiser que os pobres falam com isso. Se não vão gastar, não vão dar lucro para o capital. E mais, nos preços hoje, todos preços estão finalizados. Quase todo, porque apresentam um restaurante naquilo que eu vou quepago dinheiro de 10% de desconto. Você paga cartão, você paga sem o desconto, porque o preço está finalizado. Se você vai supermercado, você vai pagar em papel moeta. Ou em cartão, você já deve, tu de crédito, você paga o mesmo preço. Em todos os leitados, os custos financeiros, a coisa que a pessoa não quer, ninguém percebe. E ninguém fala, quem sabe, acaba não falando. Então, veja, a crise fiscal, então, não é a questão de governo está gastando para atender a população, os pobres, ou está cá. Atendendo só o pessoal rico. Porque tudo que o governo faz por os pobres ajuda a reprodução e a opriação do capital. Então, o programa me acasa minha vida, quem é gigante, e eu pude isso. Eu já faço tudo, eu já fiz. Depois, o pobre vai passar assim. Pegamos compromisso de duré de 20 ou 30 anos, pegamos uma parte do salário e tregar para você ter uma monetária financeiro. Para as costuras. Então, o problema não é isso. A crise fiscal é porque, em parte, as mudanças com a financiação, mas com os capitalistas, você passa a ganhar mais do que está a gente pode contribuir com essas coisas. E com o desmonte do chamado de programa que ele é esse ano, o Paz Guerra, a avança aos neoliberais, que são os herbeiros da teoria neocrática, tradicionais. E daqueles, chamada a nova economia política. Se você não cuidar de que, usando economia política, ou essa nova economia política, a nova economia política é essa, avisando 70. E da mais é a aula para liberalismo. Mas então, essa é a pergunta se com a acabou de fiscal, a redução seria restaurar credibilidade. O governo faz o que quem está mandando, que é essa questão de credibilidade, parte do discurso. Então, a negociação entre o governo e os capitalistas. Porque tem mais uma coisa. Eu entro um pouquinho, mas acho importante que a economia é que não é a economia, a orthodoxa, ou principalmente a neiter, ou a de uma pessoa de alias. A taxa de luz que detém no investimento. Então, essa taxa de luz é muito alta, você vai criar, não é? Na hora de incentivo para investir, então tem que baixar a taxa de luz. No Brasil isso não vale. Porque, quase metade do crédito, o Banca, o monetário financeiro, é feito com impresse nos ajuros subdesidados, menores do que a taxa se liga na média. Você tem três grandes áreas, coreias para em descimento industrial, e a banca de dez para as impreções, de cinco, dez, quinze anos para retorno. Usando o recurso dos trabalhadores, que é o fundo de alparo trabalhador, ajuros, lenoides, castelique. Tenho um grupo que eu credo do rural, que é o governo de nosso programa de crédito rural com taxa de desidiatra. E o terceiro é o crédito imobiliário, e a proponhanciar a casa própria está mais também as grandes mansões, grandes condomínios de luz, vai daí também desidiatro. O total dos empréstimos, tem uma cara que fala no Brasil, está na hora de ir. De três trilhões de pouco de reais, é o saldo da dívida. Então, de quarenta e dois, a quarenta e quatro por cento, é subdescidado. O resto é o crédito chamado livre, que é a preempreesa e para famílias, e as famílias para a alômero. Então, de três a quatro vezes, mais de que as empresas. E cinco vezes, mais de que selique, é dependendo do tipo de crédito, na média. Então, e credibilidade disso. O governo não pode dizer que vai, não vai fazer isso, que vai dizer, os capitalistas quer garantir de algumas coisas. Uma delas é que, quando se baixa, e nem ponto taxa de urs, se apeta, o juzadinho não investimento nem a demanda. Mas a gente vai ter detalhe a mais depois. E aí, onde é? Essa crise fiscal é da corrente, então, do avós das políticas neoliberais. Emquí, é todo o processo de operação de capital. E parte descartado na forma de erro, podia ser emprestado, podiam ser aplicado em empresas. É você ter todo o processo de privatização. O governo pega a pé. Todo um parque inicial tem de ser construído. Toda indústria civilúrgica era público, no sentido que vocês falavam. Vou e tudo privatizados. Então, há sede atividades. Quem ficou com isso? Cautaristas brasileiros, estrangeiros. A nesse processo, no que os capitalistas brasileiros, tem alguns bileu, sítios, minglin e outros. Vendeu também as suas empresas para captar o estrangeiro. E aí também, verão, essas mudanças todos, o Monetário Internacional mudou o conceito, por exemplo, de investimento estrangeiro direto. Quando isso deu uma miura, aprendi investimento estrangeiro direto, quando me encape de terça de estrangeiro, e construí uma fábrica, com uma loja, uma fazenda. Agora, investimento estrangeiro direto, até quando eles me incompram em empresas. Pagando, comprando a cima de 10% das pessoas, pode ser uns 10 meses. Então, o que entra de recursos, marido nesse mensão direto, é basicamente, para chamar grafes 11 e 11. Estou a captar de sanger dentro para comprar coisas que já existem. e tem outra parte do ingresso cascastrojeiro que é o portfólio, que é particular na bolsa de valores. Às vezes, essa parte de dar subordinação e dependência da economia brasileira ao sistema internacional. Em terramênteses, tomou decisões para fazer isso, para entregar uma parte que o estado tinha de impresso e poderia usar ela de forma produzir crescimento da economia. Mas o governo não pode nem tomar as decisões, tem empresa que veja, as funções são majoritárias, nem capitalista privado, vai dizer isso. Vocês podem perguntar para qualquer profissão da economia, se tem algum capitalista que a sua lista é mais bonitária, vai deixar de tomar a decisão de quem ele quer que seja o preço da empresa ou o diretor que nasceu. Como que deve ser a política da empresa? Com o Brasil, nos pode mais. Mas então, esse é a processão de as finanças para se afomandar. Esse processo de fuzernia, aquisições passam por os chamados fundos de investimento, aqui em reuni de recursos disponíveis, para comprar ações. E são grandes fundos que têm, a carteira de 300, 400, 500, de dólares para fazer isso. Mas é também criarmos, também terá nacional, é o direito do pequeno investidor. É este tão fundo que tem 300, de dólares de recursos, compras em 2% de ações, é da Petrobras e passa a comandar tudo, mas a exerção é grande e fluente. E às vezes tem que, cinco seis fundos que cada um compra 2, 3% e eles que mandam as empresas. Mas não também, não bosta de valores, mandam também nos sistemas bancários. E você tem essas associações dos interesses de catálico brasileiro com o da nacionalista. Então se você ter as encrecimentos tentável, os catálicos brasileiros não querem o encrecimento, que é ganhar mais e como diz cada crise eles ganharam mais. Mas isso nos costumará, ensinarmos o seu economia, aí, felizmente. Em 2023, o Brasil registrou a maior taxa real de juros do mundo e, após uma leve redução, essas taxas voltam a subir. Nesse sentido, qual é o papel do Banco Central no atual contexto de financieração da economia, especialmente levando em conta a influência de sua política monetária, que é algo de intensas disputas, que impacto teve a independência do Banco Central nesse processo. Você é exerçulado também que, em Brasil, tem uma palpa política de meta de inflação e que o Banco Central é responsável para atingir essa meta. E você aprendendo também que, quando a taxa de taxa de inflação vai subir o seu meta, a taxa de juros. Quando ela coloca aí, a taxa de juros vai de caída. Em nesse sentido, você tem a ideia de que a taxa de juros é que vai deter na inflação, mas quando a taxa pode para a teoria comunica que autor detende isso. Você está aprendendo que eu ia desprester, porque eu estava a uma amigua, a amigua, a teoria do pago de mar. Não existe uma teoria que faça essa relação, taxa de juros e preso. Ou seja, pode dar uma volta, né? Pessoa de olhar, a meta a taxa de juros, uma meta a taxa de juros, a demanda caída, como é a demanda que determina a taxa de juros, caída demanda, os preços da caída. Mas é desprester, na que a queda de 0,25 ou ao aumento de 0,25 pontos, uma taxa de juros de 10%. Qual é o enfeito para ter que se para demanda? A ideia de processão contra o gananso-oalzco não aumenta 0,25% para a taxa de juros, então vocês vão aplicar a juros e deixar de conferir. Mas isso tudo é uma falácia. O que você sabe também que o comitê de política monetária, você reunha cada um mês e meio para decidir qual é essa taxa. E o que é que eles fazem nessa reunião? Espaçam dois dias discutindo o quê? Em duro. Não discutimos, eu vi com perguntas para o mercado para os de folos. Qual é a taxa de juros da que fez mês, da que é a 6-6-6-1, da que é a 2-6-2? E o mercado é esse ponto. Então o mercado, quando tem que fazer a taxa de inflação? Não é a taxa de juros que resolvem. Flação, o que é o mercado, mas você aqui tem a taxa de juros hoje. Está invertido. Da proposição de olhar, para a execução, está invertido. E como é que você coma um bichos para fazer para ver qual é essa inflação? Já que você não vai vender. O que você vai fazer? Falei um modelo, meu Deus. O mundo não é assim que é doísima. Acho que é macadrou. É assim um bolo que fala a 200 e o topo é ridido. Eu acho que é do que você é desquio, a gente não precisa. Não sei, eu falo dele também. Especar essa corventura, desir para eles fazerem, mas acho que nunca fizeram. Não acho que fosse. Não, você pega a inflação de hoje. Ela está à bela que beja a publica. Isso é, repete todo o cúntimo igual, da que há três meses, os perços não são que. Não sei se tira a gente não devia ser. Se certas coisas aconteceram, estáis prestes para subir. É de ser o imaginante. É de você mais chutarmos do vídeo do vídeo. Porque isso é a divinhação. Você já deve estar acostumado com essa afirmação. Ou é a pergunta, por que você coma uma missa de erra? Não, não. Não, não. Não. Mas chutes. Então, essa taxa de luz. É malado mundo por que comerado, por que já pode. Então, por que tem? Que isso pouco você está falando, vai ser a taxa de luz. É claro que estou falando de forma exagerada. Você quer toda a negociação, disputa, interésis. E é um mercado que não tem que a taxa de luz ficar. É a evação de outra coisa. Outra determinada, você está a hora de subir, vai. Então, o que determina a taxa de luz não é. É a taxa de luz não é a fação. Os banqueiros, representantes de banqueiros, alguns jornalistas, analistas de econômicos. É um grupo de 20, 30 pessoas de forma da isso. Você vê uma ata do copondo, da pernústia, da pernústia, da pernústia, maior ou maior, 4 ou 3 a 4 meses atrás. O helado Moreira estava denunciando que, depende de ela uma das sajas que, de toda ação, porque, novamente, essa tinha escrito por ficar. Que é um gêmanipulador. Para a importura é manipulada. A esa forma é evidente. Aí ele estava comprando, acho que, para a cor de urgência, para saber que tem que estar a parte disso, mas não tem nenhum nada. E aí, o banco central, os bancos centrales são procreados, uma ideia de que você tem que centralizar a produção de moeda e ter mais gestão disso. E, além disso, o banco central passa a exercer algumas funções. Aí vai ser o banquero do governo. Quando o governo precisa dinheiro, o banco central caiu dinheiro pro governo. Banquero dos bancos, quando os bancos precisam dinheiro. Com a qualidade das reservas de ouro e mais de sangeros. E além disso, alguns países, em Barajão, até fizeram, você está definido, então, o banco central é responsável para a metodilatulítica, para uma política aqui, reduz a desempreia. Mas, isso aí é equilibrato e executável. Então, esse contexto, desde sujimento do banco central, como o que tem que ter que ter que ter essa estarempia. No processo, tive nascerização os bancos centrales, também, que são o papel de escadizar os bancos e executar as políticas do. Não é como se chama de concebimento da emação na aquelas donas. A donas da ação. Agora, dentro desse processo de nascerização, o banco central vai fazer o que? Primeiro, da acha de cambio. O banco central tem que controlar o campo, só que o político também se desculpa de cambio, tem um brasileiro. Mas o banco central, se já emitiu, mais de 100 bilhões de dólares em títulos. Então, são negociados diariamente na ribobesco. São marido, e mesmo não. A títulos do banco central é igual a. Passa a títulos? Sim. Ah, ele é de um milhão. Tenho 100 milhão. Tenho 100 milhão. Tenho 100 milhão. Não, é que isso também. É de um milhão. É de um milhão. Então, se tem isso aqui, quando você tem muita pressão, o banco central cria uma títulos, que ela parece. Além disso, ele vai ter uma certa gestão do corpo mercado, que é noado também. A medida isso, é que tem a dívida. A ver, no Brasil, de da lei, de responsabilidade de escalf, dividiram o tesouro, ele é de dívida, e o banco central vai ter gestão disso. Antes de o banco central também, ele não tinha o seu sete prodigido. Agora não tem mais só que dívida, o tesouro. Então, o tesouro que eu tinha tu, e vem de um banco central. Tem só um CC estualismo, a contabilidade social, o sistema bancário é o setor que vai criar dinheiro e você vê o público que a governo empreendedes para a gente, a população do sistema bancário com público, você pode criar ou cacaladinha. O outro passo, dependentemente, é de multiplicador ou não. A gente vai ver o governo, tem todo o mundo, tem que ir a centração da área, a pessoa manda a ordem, vão que você entrava, vão que você entrava, cria o dinheiro, que vem para as nossas contas, bolsas de vocês, nem é a concentradoria. A cada operação que vão que você entrava, vai destitar, está criando dinheiro quando ele está pagando contas. E aí, em casa ele está fazendo uma operação para o Tesouro Nacional pagando as contas do governo, todo o que a gente paga no costo para fazer uma bancário para o público central. E nesse momento, está cancelando dinheiro. Então, o papel do banco central é dar uma regulada, até, está dos anos 90, a política ou a teoria que o banco central seguia as matérias de uma destativa da moeta. E era a quantidade de dinheiro que determinava os preços. Então, o banco central tinha que controlar a quantidade de dinheiro, aquilo conseguia concordar. Quando descobriram abandonar, é criar a política de metade de manifesto. Então, o Tesouro criou títio e vem para o que você traga na conta, nos Tesouro Conta única, o que você criou é de raiva da edadita. Aí, para gostar de isso, ele vem para o mercado e para as famílias, para a imprensa, para que ele vem de um tipo de estar cancelando dinheiro. Aí, você tem dentro do banco central, uma mesa de operação chamada Mercada aberto, que funciona todos os dias e nove às quatro, quatro, quatro. O que é que se negocia nesse mercado? Tipo os preços. O que é todo o dinheiro que as pessoas usam para comprar mercadoria e pagar conta. Tudo se reuniu do dinheiro entre os mãos e tudo sobra e o banco não vai precisar de comprotir. O operação chamada Ogar Net, a operação compromissada de Ogar Net. Sabe o quanto é esse negocia nesse mercado? Podia, ela é de. Na média, eu acho uma vez que eu estou à morte de dois trilhões de reais no dia. E aí, é verdade, era o bíblia em cibo, quando. A taxa básica tem um pacto aí. E essas operações são compromissadas, porque o banco central tem uma carteira de cito do governo, está na ordem e um trilhão em meio de as tipos públicos para garantir o funcionamento desse mercado. Então, nesse contexto de financiação, você tem toda a parte de capital, que está na forma de dinheiro, que não teria rendido mesmo essa congante. Então, já que estava junto em ele, e mais. essa dívida não é paga, ela só cresce. Ela também economiza e se der, ela dívida não se paga, não. Mas se rola. E mais ela cresce, porque um dos determinantes do crescimento é a conta de juice. Porque você arregou essa década, que é o primeiro, é o contrário. É que você compra, ver, que todas as operações do mercado fecham na conta do governo do banco central. E todo o desco, que é primário, parece como o mercado do banco central, parece como o Dungasco, o que o governo fez, sem ter recursos fiscal, mas tem a pira. Todo o desco, o governo fez a dê mais imposto, castou, e estou voltando na casa da nada. Mas, daí você tem. todo esse processo de contado vai fechar nessas contas lituras. Se girar, e hoje não é o dia de 2,3 milhões de respudia, o primeiro está na hora de dia. Ele deve chegar perto, 8. Está produzindo um olhete. Então, eu paga uma concentrava. É definir uma taxa de luros, de acordo com os interesses na acado, para pagar, para remuner aos juros, que serão pras, esse experimento que tinha batido. E está sendo um pato crescimento para o da economia, para poder ter uma melhoria nas condições de vida da população. Por isso, por isso, que os reicos se comatiram. Eu estava assimitamente monti-se, sendo um grupo de uma valor. Ele falou sobre o acente crescimento, em pibes, de um lugar cada por cento sobre o universo. Nossa, o universo de um dia comitinho. E, com uns opulmissos, ela falou sobre como esse aumento. Ele aumentou a expectativa do crescimento do pibes, para a 3% e 2% e 3% e, em um discurso, que era também de ser colocado após, foi de que, para a evidão em relação, tem que subir o juros de qual que for. O economia não pode ter sido um pouco de desejo. Aí, tem uma outra história que sabe o que você faz, que é o pibes potencial. A economia brasileira tem um pibes potencial, com um par de semanas mais de 2,5%. Deberia desprestar. Você é que vai, naturalmente, o maior pibes. Tem como a fiscal púrmica. Então, agora é, vamos dar um pouco centrado até toda essa importância de economia. Então, ele é o presidente, que vai ser um dos responsáveis para a suggestion. E, se eu vir defendência, não precisa pensar contra, se for ninguém. Só que, quando eu dar certo, só dei, fazer uma carta, de explicação, de explicação, de explicação, e aí em dependência de bom centrado, porque quando bom centrado não era independente, por exemplo, fazendo a mesma coisa que se estava forma para fazer, se o bom centrado não fosse independente, se o bom centrado realmente executasse políticas para ter ver, para me engrasse com a insolvida da população, de sempre. É isso que é importante, mas ali há que animar do interesse do mercado, como eu disse que a trobaraza cada vez mais delícios, os acionistas que mandam um maioritar. Estamos em um sistema bem muito mais complexo, onde está tudo para que nascerizá, que é o gostito de ser o que é o negocio do estúrion, e o estúrion é, como o estúrion e o mercado estão na hora de se inscrever as estúrgimas, e os treinam com o domas, em vez de ser o domas, os treinam com o domas, os treinam com o domas, os treinam com o domas, existe alguma solução viável dentro dos limites do capitalismo para que o Estado brasileiro reduz a sua dependência do capital financeiro na fomulação de políticas econômicas, permitindo assim mais passos para os gaspimários, voltados à sociedade. A gente vai ver, o que vai levar a ficar está a ficar estatalista, o Estado brasileiro. Suistado, ele faz parte da sociedade, e catarista, está a ficar tal, que é isso que vai atipulação no próximo. E aí, a dependência? Você chama de capital financeiro, o que ele viu chamar de capital, as luros, capital monetário, ou que eu procuro usar a tecnologia também de capital financeiro, que não tem capital financeiro. Então o Estado, ele está a fomula de função na sua essência, como se, é sempre a favor de capital, mas ele tem que aparecer como se fosse, aí tem que ter gobendo de esquerda, fazendo no político as públicas. E mais no caso do Estado brasileiro, aí é um apnião do tempo, alguns outros têm mais, mais um pouco, talvez não concorda. Os governos têm da década de 50, entregar a superaninha do Brasil a capital financeiro, deixar o governo e as evites do mesmo. O país deixa de ter um projeto de Brasil. Então o Brasil não é nada, é o lugar para os ganhar dinheiro, porque ele é nos anos 50 ainda, em estrutura industrial que se criou no Brasil, você tem esse um terço, o que está a transferir, com setores mais produtivos, mais avançados tecnológicamente. Um terço que está a transferir, com setores e dos reais menos desenvolvidos, né? Que era todo alimento, vestuário, móvel, e mais de que não ter a estratégia de catéis da tal, para criar em f�estultura, professora, matéis, com umas básicas, por exemplo, no meio do risco. Ou seja, a parte importante do capital foi entrega a catéis da gente. O exce no mesmo desenvolvimento que era o Brasil, toda a tecnologia é importante, para você ter em alguns lugares que for produzmos o ideal, mas a orgulho da tecnologia é importante. Então o que a gente faz é adaptar os produtos e portar para o Brasil e plantar os estupros de bisca usando 50 em uma máquina de automóvel brasileiro, e aí para a gente comprar automóvel vendo outro lado em um dos. Então o problema não é bestado e dessa dependência da capital, seja uma equilocêna, é você. O Brasil deixou de querer ser uma relação suberra independente, na sua essência, uma energia para a gente se já pode ser, na brecha com o mundo, mas que manda que são os grandes catéis da internacional. Se não há alguns grandes cataristas, onde a parte do rigolímpico, mas boa parte da influcia alimentar, ou estambem, presta na cheia da parte. Eu sou de uma política do Brasil. Então, aí se não tem espaço para gasto primário, você tem que construir um projeto de nação soberana que consequentei independência do território internacional, mas com a forma de organizar as conquistaríamos. Com os interesses dos capitalistas, a prática dominante, o Brasil, o Oso, o Mante. A conclusão meio pessimista, mas aí eu acho que a responsabilidade para você já abri. E aí como eu disse, eu estou. algumas coisas que eu vi recertemente da discussa economia do Brasil. Afinal do mês, eu tenho qualquer essa sensação nacional de se considerar a nossa economia e por um participar. É que foi fundada para a nossa economia. Mas é porque estou aberto, está acabando conhecendo a economia com pluralismo, com isso de história, após a graduação da Macobre, a economia brasileira, a ninguém precisa se tornar com a minha brasileira. Às vezes eu vou fugar. Então a permina que eu sinto é que a formação da economia brasileira está acabando de estar voltando. Está voltando a ser o que era assim que está andando atrás. E aí a gente vai a ser voltando a professor da economia e filmando isso, mas é como mistas. Assim, tem erros, com contador, a administradora. Era que era assim que está andando. Isso já existe, é um Brasil. É que você economia e tem praticamente o tempo de fazer formar. É isso pessoal, chegamos ao fim deste episódio. Agradecemos a todos que nos acompanharam até aqui. Antes de finalizar, gostaríamos de deixar como recomendação o livro "Introdução à crítica da financieração", "Marques e o Moderno Sistema de Crest". Organizado pelos professores Gustavo Moura dedicava ao Kant Mel, e Paulo Nakatane. Como uma ótima forma de iniciar o estudo sobre o tema. Além disso, deixamos aqui o nosso sincero agradecimento à professor Paul Nakatane, pela verdadeira palestra, que trouxe tanta reflexões importantes sobre o tema da financieração e o doceamento público. Bom, ouvintes! Esse episódio fica por aqui. Esperamos de verdade que vocês tenham gostado desse programa. Caso tenha, como é ficado alguma dúvida ou queira mandar alguma sugestão de tema para os próximos episódios, entre em contato com a gente por meio do nosso e-mail. [email protected] ou por meio do nosso site peteconomiauves.wixite.com/peteacufs para vocês também podem encontrar nossas outras atividades. Além disso, aproveita para não seguir no Instagram @peteconomiauves para ficarem por dentro das novidades do nosso grupo. Até o próximo episódio. Valeu, galera! [Música] [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. - O podcast "Economiso Sociedade para Lenda Paremce" (renomeado para "Econômica Estarade Caranova") discute o desmonte de serviços públicos e direitos sociais no Brasil, com foco na financeirização. - O convidado, professor Paulo Nakatane, aborda sua trajetória acadêmica e crítica ao ensino de economia, destacando a crise do capitalismo desde os anos 197
  2. - A financeirização é apresentada como um processo histórico, iniciado com a crise do petróleo e a alta dos juros nos EUA (1979), que levou ao endividamento de países dependentes como o Brasil. - O Estado, sob o neoliberalismo, prioriza o pagamento de juros da dívida pública em vez de investir em saúde, educação e proteção social, perpetuando a desigualdade. - A corrupção e a ineficiência são usadas como justificativas para o desmonte, mas a verdadeira causa é a necessidade de garantir lucros ao capital financeiro.

Summary:

O episódio do podcast discute o desmonte dos serviços públicos e direitos sociais no Brasil, contextualizando-o dentro do processo de financeirização do capitalismo. O convidado, professor Paulo Nakatane, traça sua trajetória acadêmica e critica o ensino de economia, que muitas vezes ignora a realidade da pobreza e da desigualdade. Ele explica que a crise dos anos 1970, marcada pela superprodução de capital e pela alta dos juros nos EUA, levou ao endividamento de países como o Brasil.

A dívida externa brasileira cresceu exponencialmente, e os recursos que deveriam ser destinados a políticas sociais foram desviados para o pagamento de juros. O Estado, ao priorizar o capital financeiro, promoveu a privatização de serviços públicos e a precarização de direitos trabalhistas e previdenciários. A corrupção é frequentemente usada como justificativa, mas o verdadeiro motor desse desmonte é a necessidade de garantir a acumulação financeira.

A financeirização, portanto, não é um fenômeno recente, mas um processo histórico que se intensificou a partir da década de 1970, consolidando a hegemonia do capital financeiro sobre o bem-estar social. O professor conclui que, apesar dos discursos de escassez, há recursos disponíveis, mas eles são direcionados para manter o sistema financeiro, em detrimento da população.

FAQs

O tema principal é o processo de desmonte dos serviços públicos e direitos sociais no Brasil, sob a perspectiva da financeirização e do neoliberalismo.

O convidado foi o professor Paulo Nakatani, doutor em ciências econômicas, professor colaborador da Escola Nacional Flores Tanfernantes e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política.

A financeirização é o processo em que o capital se acumula na forma de dinheiro, priorizando o pagamento de juros em vez do investimento produtivo, o que leva ao endividamento e à crise.

Ele critica a destruição do ensino de economia política, que antes promovia pluralismo e pensamento crítico, sendo substituído por manuais neoclássicos.

A alta dos juros, liderada por Paul Volker, elevou as taxas para quase 30%, agravando a crise da dívida externa brasileira e forçando o país a pagar juros elevados.

Ele argumenta que o Estado atende interesses capitalistas, e o desmonte é impulsionado por teorias neoliberais que pregam a ineficiência estatal, apesar de haver dinheiro disponível, como os saldos do Banco Central.

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