Episódio #247 - Diretriz Comentada sobre Tendinopatia Glútea: Refutando os mitos na Reabilitação
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A transcrição discute mitos comuns no diagnóstico e tratamento da tendinopatia glútea, baseando-se em um artigo científico (masterclass) apresentado pelo fisioterapeuta Luís Escola. É enfatizado que a dor lateral do quadril é frequentemente atribuída erroneamente à bursite, quando a patologia do tendão glúteo é a causa mais prevalente. O diagnóstico adequado requer uma combinação de testes clínicos, e os exames de imagem não devem ser usados isoladamente, devido à existência de achados assintomáticos. A condição não é autolimitada e necessita de intervenção, sendo a educação do paciente associada a exercícios a abordagem mais eficaz a longo prazo, enquanto infiltrações oferecem apenas alívio temporário. Outros mitos desconstruídos incluem a ideia de que a patologia só ocorre em mulheres pós-menopáusicas e que alongamentos do trato iliotibial são úteis, quando podem, na realidade, gerar compressão prejudicial. A conversa destaca a importância de práticas clínicas baseadas em evidências científicas atuais.
Na verdade, sim, eu sempre costumo brincar com a galera, né? Eu falo assim, nenhum paciente, nunca sento comigo e falou assim, "Oi, no isto do bem, eu quero ficar bom daqui a um mês." "Eu quero ficar bom daqui a três meses." "Eu quero ficar bom hoje, se possível, quero ficar bom ontem." Então, o que eu posso fazer para acelerar aí, que a infiltração entra, porque a gente, o ser humano, como todo, tem a cultura do concertar. Então, coloca alguma coisa aqui que vai. a cirurgia passa muito por isso, né? Quase alguma coisa aqui que vai concertar essa mistrutura, que vai concertar esse meu terceiro. Quando você pensa em medicamento, o tal, o formal medicamento num geral, a algeze, você acaba tendo a ilusão de que você tá tirando aquele problema, está sem dor, então, está tirando aquele problema, e não é bem assim. Neste episódio, recebemos Luís Escola, Fizoterapeuta e Professor, para uma conversa profunda sobre comunicação na saúde, começando pela relação que temos conosco mesmos. Um episódio para provocar reflexões sobre presença, escuta e responsabilidade na forma como nos colocamos no mundo e nos relacionamos com o. Fala pessoal, seja bem-vindos a mais um podcast do Fizoterapeuta e dia. E hoje estamos aqui um conto muito especial e o ilus Escola, primeiro encontro de 2006, a gente estava aqui fatendo em relação ao ano novo e como está a nossa, a minha querida amiga via. Então, um beigo via cada vocês seis escutando, depois você mostra a esprela Luís por favor, que se não. - Deixa não. - Você sabe, ela não pode esquecer quem é o tipo. Puteu Leandro, né, no caso. - Mas seja muito bem-vindos, não é? - Obrigado, obrigado pelo convite. Mais uma vez, hoje acho que a gente vai abordar um tema bem. bem interessante, bem clínico. Espero que todo mundo que esteja ouvindo tire bastante proveito. Muito boa. E vocês sabem, né, a gente está nesse movimento aqui de trazer professores e também alguns editoriais, masterclass, ou então diretrizes para comentar um pouquinho da prática clínica, o que a gente faz no dia a dia, né? Então, Luís entrou-se hoje um artigo, pode chamar de editorial, né? Para a gente falar de mitos em relação à tendo patia a Glútea, a gente vai fazer alguns comentários da nossa prática, então é bem bacana porque o artigo já dá um gatilho aí, pra gente refletir de diversos pontos. Aquele modelo clássico que vocês já conhecem, né? E Luís não vai dar aquela aula inicial e depois a gente vai fazer aquela discussão, certo? Luís não, antes qualquer coisa, algum recado pessoal, vamos comentar algo, porque vocês escolheu esse artigo, primeiramente, né? É exato, era isso que eu falo agora, você pegou ponto, certo? Na verdade, esse masterclass normalmente, as principais revistas do mundo, elas convidam alguns autores, só para quem não está por dentro, para poder escrever alguns, na verdade é um masterclass mesmo, editorial, deu nome que você deu nome que você quiser, e normalmente eles convidam pessoas que são referências na área, então pessoas que estão referências ou do ponto de vista de pesquisa, ou às vezes as duas coisas, né? O ponto de vista de pesquisa e o ponto de vista clínico, para poder trazer alguns sites interessantes que muitas vezes a gente não tem na clínica ou a gente não tem tempo também de ficar procurando. Então a gente escolheu esse artigo, a gente vai falar sobre tendo patia a Glútea hoje, porque é um quadro que ele tem ficado cada vez mais comum até no aumentatura, mesmo veio mudando com o passar do tempo, e a gente vê bastante no dia a dia clínico, seja quem trabalha com pessoas em criadas com as sedentárias, quem trabalha com a atleta, vai acabalhidando com isso em algum momento, então acho que é um artigo bem bem interessante, para a gente poder discutir aqui hoje. Perfeito, eu acho que esse detalhe que no Isão já colocou a essencial, lembrar que o Masterclass são especialistas trazendo as principais evidências, mas também bastante opinião deles. Então isso é um direcionamento que pode realmente guiar muito clínica, porém, ele vai ter suas limitações, mas ao mesmo tempo ele tem a liberdade de trazer um pouco algumas reflexões sobre o que se faz, então tirar um pouco da padrôniização mais, eu vou chamar antiga, para a gente poder olhar um novo speck, então essa liberdade científica poética, ela acaba sendo muito importante, e a gente realmente gosta de ler, um lugar um pouco mais solto, um pouco menos metodológico, vamos dizer assim, e tem bastante opinião dos especialistas. Luizão, eu vou compartilhar dela, então fica super à vontade que você imiguiando com a troca dos lines, então qualquer coisa só me avisando, eu vou deixar meu acumenho entre fãs ligado, mas estou no seu embaixador, Zé. Perfeito, então, perfeito. Então pessoal, é, primeiramente, bom dia, boa tarde, boa noite, dependendo do horário que você tiver, vendo isso que você tiver escutando, eu venho do passado para poder falar com vocês aqui do começo de 2026. Então a ideia hoje, é a gente conversar um pouquinho sobre, principalmente sobre alguns mitos que a gente tem relacionados à atendinopatia glútea. Então, como para vocês ele é o fuco, fucusar um espraminho, ele será eternamente leandro. Então, como leandro, me apresentou, sou Luiz Escola, sou fisoterapiauta, eu sou a soço proprietário da Clingas Censética Cisia, aqui em Campinas, Instituto do São Melo, eu fiz meu doutorado em fisoterapia, meu mestrado, em fisoterapia, na unicídia, tenho duas especializações, uma enreabilitação musculisquelética, fisoterapia musculisquelética, pela Santa Casa de São Paulo, outra fisoterapia extortiva pela sonávela, eu atuo com um professor em alguns, cursos de posgadação, e aqui no nosso querido, fiz em orthopedia, então pode passar por favor. Então, muitas vezes, quando a gente fala de prática clínica, quando a gente está falando que a gente faz no dia a dia, eu estou muito à aula de PBR por aí, eu sempre lançam um desafio pra galera. Eu falo assim, depois de estesá-la, muitas pessoas, não, pessoal aqui do fisoterapia, mas muitas pessoas, elas estão assistindo uma aula de relacionada, prática e base à devidência pela primeira vez. E eu sei pelo seu desafio, eu falo assim, no próximo dia útil, quando você chegar na sua clínica, no seu consultório, enfim, no hospital onde você trabalha, no seu serviço, eu queria que você prestaça a atenção se o que você faz é baseado em evidência, assim, não é um. Uma por um, é um paciente, e observa todas as integrações que você aplica a nele, se por uma causa elas são baseadas em evidência. E por que eu sempre falo isso? Porque a prática clínica, ela é cercada de mitos. Então tem coisas que às vezes a gente aprende, a gente vê que sabe por quê que a gente faz, mas você vai lá e faz. E quando a gente fala de quadril, quando a gente fala particularmente tem de nopatias e tem de nopatia glútea, que é o nosso tema de hoje, isso acontece bastante também, que a gente passou por várias fases também, no tratamento das tendinopatias. Então a ideia hoje a gente consegui falar, a trazer aqui para vocês um pouco, do que são esses mitos, e por que que eles são vídeos claro, tentando basear em ciência. Então pode passar, por favor? Então o artigo que a gente trouxe é esse do que? É um artigo do final do no passado, do final. Agora não me lembra, mas segundo o cenário do no passado, se não me falha memória, é um artigo que tem como a altura principal, a Alisson Grimald. Então ela é uma fisioterapeuta lá da Austrália, que ela lida com patologias de quadril, a pesquisa patologias de quadril. Então como a gente começou falando, eles conseguiram pegar uma beta expert para poder trazer sobre esse tema para a gente aqui. Se não me falha memória, esse artigo ele deve estar grátis. Se consegue pegar na internet, fiquem à vontade. Na boa torçada, só um print, vocês poderem ver a carinha do artigo mesmo. Pode passar. Então quando a gente olha, na verdade, o que esse artigo traz para a gente, ele traz, tem vários mitos, é claro, em relação ao tratamento do tendinopatias glúteas, mas ele traz nove principais que a gente vai passar. Por um aqui. Então são nove mitos que, durante muito tempo, eles acabaram meio que modando o tratamento da tendinopatias glúteas. Santo o que acontece aqui, nos últimos dez, doze, quinze anos, tem um avanço muito grande nas pesquisas relacionadas à tendinopatias glúteas. Então a gente conseguiu mudar bastante alguns conceitos e alguns conhecimentos que a gente tinha. E hoje a gente entende, porque que grande parte desses pacientes, eles acabavam desenvolvendo uma dor persistente ali no quadril. Então a gente acha, claro, que isso acontecia porque eles não recebiam o tratamento adequado. Vamos dizer assim, então quando você trata baseado em um mito, baseado em um achismo e não baseado através de evidência, a probabilidade de que seu tratamento não desceram, desceram, paga por isso, quem acaba pagando por isso, é o nosso querido paciente, nossa querida paciente. Pode passar. Então quando a gente fala desses dados epidemiológicos, dados de tendinopatia, de prevalência, mesmo como ela impacta ao redor do mundo, a gente sabe que a tendinopatias glútea é mais comum, em mulheres posmenopausos, mas isso também acontece, esse quadro também aparece em homens, mulheres jovens, principalmente posparam, pessoas com o ostro-artrose, o ostro-artrite de quadril e pós-artroplastia. Então a gente tem alguns números que eles são bem interessantes, assim, então por exemplo, oumen cada quatro mulheres vai apresentar essa dor na região introcantérica, que aconteceu no número quando a gente pensa em homens, a gente fala um em cada 10. E 35, 47% mais ou menos de pacientes jovens ativos, também evoluem com essa dor na região do trocânter maior, após alguma cirurgia do quadril. Pode passar? Então vamos lá, vamos ao primeiro mito, então o primeiro mito como a gente conversou aqui no comecinho, tá no leinclatú,
Viu mudando com o passar do tempo e eu já tenho aí, eu vou fazer 17 anos de arte, de fisioterapia, a gente percebe que esses termos, eles vão mudando. Então, tem momentos que tem termos mais famosos e a gente passou pela fase da Bursi-te. E então, era Bursi-te de quadril, era Bursi-te de hombro, enfim. E o primeiro mito é que essa doura na região do trocântera, até o que muitos profissionais acham, é na maioria das vezes acausada por uma inflamação da Bursa. Então, quando alguém coloca a mão e fala que está doendo a região do trocânter maior ali do fémor, a pessoa, o profissional, ele acaba sem querer, automaticamente, falando, "É uma Bursi-te". Só que quando a gente vai olhar as evidências, a gente vê que, na verdade, uma Bursi-te isolada, sem patologia, do tendão, do glúteo, a gente está falando de 2% ou menos. Quando a gente fala agora dessa patologia combinada, então, o tendão, sendo acometido, é a Bursa. A gente está falando ali na casa dos 30%, em 30% das vezes, a gente está falando de um quadro, onde a feta só o tendão. Então, quando você olha o seu paciente ou a sua paciente, tivesse a doura ali na região do trocânter maior, talvez você chutar logo de cara, que sua é uma Bursi-te trocântérica, estatisticamente, falando em questão de prevalência, não seja muito inteligente. Então, no primeiro momento que a gente deveria pensar, pelo menos, que se trata de uma patologia do tendão, do tendão do glúteo, chegando ali. Pode passar? O segundo mítio, a gente falou, a tendinopatia glútea, ela é bem comum em mulheres, pós-menopausa, e é verdade. É isso verdade mesmo. Só que homens também podem apresentar essa tendinopatia glútea. Então, muitas vezes, eu já escutei isso de alunos meus, o cara falando assim, "Não, se uma mulher chega com uma dor na região do trocânter maior, imagine uma coisa. Se um homem chega, eu imagino outra, e não necessariamente." Até porque, como a gente falou alguns slides atrás, mulheres jovens também podem apresentar essa dor na região do trocânter, e consequentemente uma tendinopatia glútea. Então, não só mulheres pós-menopausa. Pessoas que têm desplasia, certabular também acabam apresentando esse quadro e pós cirurgia. Então, muitas vezes, a gente não pode descartar esse quadro em outros grupos, em outras faixas etárias, em outros gêneros. Enfim, então, tanto homem quanto mulher, independente da faixa etária, tá aí, pode acontecer dessa pessoa com dor na região do lateral no quadril, na dor na região do trocânter, dela apresentar uma tendinopatia glútea. Pode passar, por favor. O terceiro mito foi assim que eu aprendi palpia região do trocânter. Então, você vai ali, você sente o dedo na região do trocânter, e com isso, você já vai fechar um diagnóstico de tendinopatia glútea, só que não é bem assim. Então, parece que, claro, você vai utilizar a palpação, tudo bem, não tem problema, mas quando você adiciona isso ao teste de abdução resistido, você aumenta essa probabilidade de você diagnosticar pra quase 96%. E quando você faz, a gente aprende muito na faculdade, enfim, pós-graduação, sobre o teste de 3d lembrug, então, o teste de apoio nipodal por 30 segundos. Quando a pessoa faz esse teste, e esse teste, ele é positivo, você aumenta a sua capacidade, também de diagnosticar tendinopatia glútea pra quase 99%. Então, hoje em dia, quando a gente fala de testes especiais, critégios, diagnósticos, raramente, a gente vai falar que a gente vai usar uma coisa só. Então, a ideia que você sempre tem um cluster, para você poder conseguir, então, conjunto de testes ou sinuais sintomas, para você poder conseguir fechar esse diagnóstico da melhor maneira. Quando a gente fala do teste de apoio nipodal por 30 segundos, o teste de d-lingbug, chama-me como você quiser, a gente tem que lembrar da função do glúteo, encadere a senar de quefechada. Então, encadere a senar de quefechada o glúteo vai ter como função, a manutenção desse alinhamento da pelf ali no plano frontal. Então, você acaba entre muitas ásps aqui sobre carregando ou exigindo um pouco do glúteo, também por isso que ele também entra como com dos critérios diagnósticos. Pode passar. O quarto mito é um famoso exame de imagem que todo mundo fala de isso hoje em dia, praticamente todas as condições orthopédicas, praticamente todas as condições nos colesqueléticas. Então, não dá para a gente basear esse diagnóstico somente em exames de imagem. Por quê? Porque a gente vê que muitas pessoas as sintomáticas, elas apresentam também patologias no tendão, então tendem no patias, então, ou seja, tanto pessoas condor com pessoa sendor podem apresentar ao exame de imagem esse quadro e também patologias mais avançados, atalesões parciais, por exemplo, rupturas parciais desse tendão. Ele também está presente em algumas pessoas sem nenhum tipo de sintômago. Então, é importante a gente entender que o exame de imagem, como para tudo, ele é útos pontos para poder ajudar a gente a diagnósticar, então, ele não vai ser único. Então, em era de WhatsApp e dessas coisas todas, é super comum o paciente, a paciente a gente que está na clínica, o paci-courício frequentemente. O paciente, o paciente, o paciente, fala assim, "Você vai te mandar o lado do meu exame?" "E aí, imagem, eu vou te mandar o lado do seu me falo que eu tenho que fazer." Cara, não é assim que eu preciso ver como você está. Então, é importante a gente conseguir entender que o exame de imagem, essa discrepancia clínica, radiológica, esse é o termo, então, quando você vê uma coisa no exame clínica, a gente você vê outra, isso é importante poder te ajudar a fechar esse diagnóstico também, que esse nó a gente acaba entrando numa questão de overtreatment, você vai tratar de mais, esse cara, diagnóstica, demais, esse cara, isso pode onerar o paciente de diversas formas, o sistema de saúde, de diversas formas também. Tá bom? Pode passar. O quinto mito, esse daqui eu gosto, que é o que é quando a gente aprende sobre história natural da doença. Então, o que atende no patia glúteo, que se fala, o que se lê, é que ela é uma condição que é chamada de alto limitada, ou seja, ela tem um começo, um meio e um final. Isso aqui, na verdade, parece que não é bem assim, então, parece que você depende de tratamento para você poder ter essa, para você poder ter essa evolução, tá? Então, a gente tem estudos que mostram que mais ou menos 50% desses pacientes que o tem de no patia glúteo, eles tendem a se recuperar num período de 12 meses, com tudo, você precisa intervírdio de alguma forma. Então, nem que seja com a educação, nem que seja com o exercício, a gente vai falar disso, já, já. Então, você precisa intervírdio de alguma forma, porque, senão, a gente vai cair, não que a gente achava, por exemplo, da capsulite adesiva, onde você falava assim, nossa, a capsulite adesiva, ela começa, tem um meio e uma hora, ela acaba. E não é bem assim, que não é bem assim, que a banda toca. Então, você precisa dar tratamento para essas pessoas, desde que, claro, ela passe pelos critérios diagnósticos, detende no patia glúteo, que nem a gente viu anteriormente. O sexto mito, isso daqui eu aprendi também, tende no patia glúteo, as vezes pode ser por um encurtamento dos tecidos moles laterais. O quadrinho, então, da banda, ele te de algo, o trato, ele te de algo, enfim. E aí, o que isso acontecia? Quando você está achando, está tudo certo. O problema é que as intervenções começaram a vir para poder tentar tratar disso. Então, quando você pensa, por exemplo, que a banda, o trato é material que está encurtado, uma estrutura está encurtada, a primeira coisa que você tem de aprescrever um alongamento para aquela estrutura. Então, aí, com isso, você já começa a gerar uma força de crickção que a gente vai falar um pouco mais, um pouco mais para frente também. E aí, se começaram a terceiro dia, então, ser o dia de alongamento, da banda, ele te de algo, e até mesmo a utilização, acho que vários de nós aprendemos isso na faculdade, aqui, o teste de Open, então, eu carinho ausamente, chamo do teste da queda da perna, né? Que é o teste da queda o braço, o teste da queda da perna. E a gente aprendia que isso era um diagnóstico. Então, quando a gente olha a evidência até a publicação desse masterclass e, dificilmente, isso vai mudar, a gente não tinha evidências do comprimento da banda ilha de ideal, na verdade, um encurtamento dessa banda, que isso poderia ser um fator que vai levar essa pessoa, a gente desenvolveu uma dor lateral ali no quadril, uma tende no patia glútea. Então, isso aqui é também mais um mito. E, na verdade, quando a gente faz esse alongamento, né, que é super comum a gente ver corredor fazendo, enfim, isso acaba sendo atrapalha mais do que a ajuda. Porque, quando você olha, você está gerando uma força de compressão, uma força de fricção ali, nessa região do tendão, isso vai atrapalhar mais do que ajudar, tá? O 7-Mumito, a infiltração, é uma maravilha, paciente pergunta disso para a gente quase todo dia, que é o seguinte, eu to com dor. Se ele aqui não é melhor, eu infiltrar logo, né, o meu médico falou para mim,
Vindo no YouTube, vendo no Instagram, vendo o TikTok, vendo Google, o chat de epetefo, nunca me perguntei pra de epete, eu não vou ser injusto com ele aqui. Mas a gente vem isso, tá? E hoje o que a gente sabe, teve um estudo que ele foi publicado agora, senão me fale a memória 2018-19, que foi o LipTrial, que foi um estudo onde ele comparou algumas intervenções, pratem de no patia Glutia. Então ele comparou o exercício, ele comparou infiltração, ele comparou não fazer nada, no caso ele comparou educação também, então tudo isso ele queria olhar o que que funcionava, ou pelo menos tentar ali um conjunto do que funcionava e o que eles viram. Eles viram o que parece, que sim, a infiltração, ela gera um alívio a curto prazo, só que quando a gente olha a longo prazo, a infiltração não é melhor do que o intensivo, do que o esperar e ver do que o famoso não fazer nada. Então a longo prazo você não tem esse benefício, tá? E quando a gente compara agora, educação e exercício, então o exercício, o exercício junto com a educação, é melhor a longo prazo, então vai ajudar muito mais do que você ficar infiltrando, infiltrando e filtrando. Então pode passar, esse daqui só pra vocês poderem ver, eu deixei um print aqui, então ele é um infográfico, né? O mais imagem, resumindo esse estudo que eu falei pra vocês, então que foi o lip trial, então as comparações que eles fizeram, e aí quando a gente olha, por exemplo, do doiro em 52 semanas, a gente vê que você não tem diferença entre quem fez exercício, e por progressão de carga, e educação, e você compara só com a ingessão de código esteroide, você não tem diferença, e quem não fez nada realmente piorou, tá? Então a questão um visual pra vocês, o que vocês deram é um Google, vocês acham facilmente. Pode passar o por favor? Ah, esse é o que eu mais gosto, esse é o que eu mais gosto, porque? Quem tem mais ou menos o nosso tempo de formado, a gente vem de uma escola é muito biomecânica, primeiro de tudo, né? A gente teve que aprender a mudar isso com o passar do tempo, aonde o exercício de outro, né? Era um exercício que cara todo mundo de membro inferior, de coluna, todo mundo tinha que fazer, tá? Realmente vai ter exercício para algumas coisas, só que a ideia é que quando eu penso em um paciente que ele tá com o diagnóstico feito de tendinopatia glútea, esse exercício ele vai acabar mais apropalhando do que ajudando, o que a gente falou do alongamento do trato ilhutibial. Por quê? Porque o tendão ele gosta de carga, então você tem que dar carga para o tendão de maneira progressiva, isso é qualquer tendinopatia, tá? Você tem que dar carga para o tendão de maneira progressiva. Só que o que acontece? Quando você faz exercício de hosta, você aumenta muita força de compressão desse tendão e força compressiva, aí o tendão já não gosta tanto. Então a ideia é que esse exercício, se ele for ser feito em algum momento, é que seja numa fase super avançada de rebelitação, isso daqui a um daqueles exercícios que eu falo para a galera. A gente muitas vezes passa por força do hábito, assim. Ah, a membro inferior é joelho, equadril, é da tente, e às vezes você nem sabe, na verdade isso muito se cara tá fraco. Então você precisa conseguir doçar o que você vai fazer. Claro, a gente não faz o tendão de não patir a glútea, a ideia é dar carga para o glúteo com certeza, a gente vai precisar fazer isso, lembra que a gente falou, tendão gosta de carga, você tem que fazer isso de maneira progressiva e quando a gente olha na verdade, parece que os exercícios de fazer esse nétrere fechado acabam sendo até um pouco melhores para você poder fazer isso. Então você vai ter melhores ativações em cadê a sena de fechada. Então por exemplo, em agachamento, quando você faz terra, quando você faz exercício com resistência externa, a gente vai ver isso um pouco mais para frente, e a ideia é que você tem uma progressão funcional ali. Por isso o que é importante também a gente conseguir estudar a ativação desses músculos, dependendo de não patir a gente vai falando, porque assim você vai saber qual exige menos intermediário e exige muito mais, porque aí com isso você consegue dozar dentro do seu programa de rebelitação. Então meu conselho para vocês baseado nesse Masterclass em outros estudos também é que se o seu paciente, ele tem uma tendão patia glútea, tome cuidado, porque talvez os exercícios de ostra não seja indicado logo de cara. Pode passar por favor. O nono mito, toda a ruptura do tendão precisa de reparar o cirúrgico. Várias vezes não, então muitas vezes não vai precisar. Por que? Porque esse paciente pode ter um padrão, principalmente depois de da rebelitação, é claro. Essa pessoa pode ter um padrão de adaptação, onde ela vai conseguir sustentar muito bem os atividades do dia a dia dela, mesmo com essa vultura. Então você vai considerar essa cirurgia, na verdade, como todas as cirurgias orthopédicas deveriam ser consideradas em casos específicos. Então por exemplo, a partir do momento que essa pessoa tem um mador e essa ador não melhora por nada. Ou a partir do momento que essa pessoa está perdendo função cada vez mais. Então o ideal seria, aqui eu vou fazer um paralelo aqui, quando a gente fala, por exemplo, de lesão tratamento conservador pela lesão meniscal, o ideal seria pelo menos 12 semanas de uma reparitação estruturada. Então a partir do momento que depois de 12 semanas você não observou, e eu não estou falando que em 2 semanas a pessoa precisa estar zero para ela, absoluto estar pulando numa perna só. Mas a partir do momento que você não observou a melhora substancial, essas primeiras 12 semanas de tratamento, aí deveria ser cogitada a cirurgia. Não quer dizer que necessariamente ela terá que ser feita, mas ela deveria começar a ser cogitada a partir daí, então isso daqui é um outro cuidado. Pode passar. Então quando a gente olha que só um resumão, então a ideia é que a gente usa para poder fazer isso diagnóstico, principalmente a palpação, o teste dele em burgu, apoio de podar por 30 segundos, e o teste de abdução resistida. Então você parte ali de um neutro de uma adução e você faz essa abdução. Esses são os três principais para poder trazer para a gente, ou você pode também testar a rotação esterna para você poder conseguir observar, mas são os três primeiros de uma ação que traz um grande critério diagnóstico, uma boa validade para a gente, uma curácia muito boa. Pode passar. Aí quando eu falo de tratamento, então tratamento, educação é importante, tudo isso que a gente conversou aqui até agora, é importante que o seu paciente, que a sua paciente, que essa pessoa ela também fique sabendo disso, é o que a literatura chama de gestão de carga, né? Então é você conseguir adequar essa carga para a pessoa. Então você tem que sempre estar monitorando aquilo ali, porque às vezes você pode fazer um exercício e sem querer, obviamente, você abusa um pouco demais no exercício. Então você precisa saber como a pessoa ficou ali 12, 24 horas depois da aplicação disso. Se você observar algum padrão muito grande, a berrante, demovimento, então uma queda muito grande da pelv contra lateral, que a gente está falando em cadê senete perfechada, claro. Se você está observando algum movimento muito a berrante vale a pena trabalhar isso daí um pouquinho e tomar cuidado, porque quando a gente vai fazer exercício de força, a carga tem que ser feita de maneira progressiva, como a gente veio falando aqui no decorrer desse nosso bate-pato até agora. E aí isso daqui eu vou trazer para vocês um pouco da nossa prática, tá? Então o que a gente faz na nossa clínica, aqui em campinas, é a que é a avaliação funcional, que a gente faz de quadril, a gente usa de nemometrizométrica. Então a gente tem os valores normativos baseado em faixa etária e baseado se a pessoa acedentária ou não. Então uma mulher maravilhosa também conhecida como Minis Pôse, ela validou esses valores num estrado dela. Então como eu falei pra vocês, a gente usa de nemometrizométrica pra gente poder comparar um lado com o outro e comparar esses valores com os valores normativos. Então vocês estão vendo ali. Eu estou fazendo a de nemometria para a abdução, para a flexão de quadril, já acaba avaliando praticamente tudo. A avaliação para os adutores rotadores externos ali no meio e extensores. De quadril. Então hoje em dia, já não dá mais pra gente sair tratando tudo de qualquer forgo. Então você precisa conseguir saber quais são os bestes que seu paciente apresenta para você poder atacar isso. A gente, hoje em dia, que a gente pensa é, você pode pegar dois pacientes bem parecidos, mais ou menos, mesmo a faixa etária, duas mulheres, mais ou menos, mesmo a nível de física. Só que quando você vai lá e você faz uma avaliação funcional, você observa que a Apesar de se loss.
pessoas, elas podem apresentar desfixes diferentes. E a partir de onde elas apresentam desfixes diferentes, você vai tratar de maneiras diferentes. Então é aquilo que vocês já devem ter ouvido e está cansado de ouvir da gente, enfim, a avaliação é essencial. Então você precisa conseguir avaliar isso, se você tiver uma maneira quantitativa, como de neummetro isométrico, por exemplo, você pode utilizar, pode passar. E aí, quando a gente fala, a gente falou muito na antiprogressão de carga, né? A gente falou, "Vamos progredir a carga, vamos progredir a carga". Então, isso daqui eu estudo que eu mostrei para vocês, anteriormente, onde ele fez uma progressão de carga para esses pacientes contem de nopati a glútea e o que eu trouxe aqui para vocês, o que eu uso no meu dia a dia, o que a gente usa aqui na nossa clínica e é como eles progrediram isso no decorrer do. no decorrer do estudo. Pode passar. Então, aqueles começam, né, com os exercícios bem básicos, e isso é um problema que a gente tem contendi no patiano de a dia. Porque várias vezes o paciente ou o paciente estão acostumados a achar fazer a atividade física. Então, quando você começa para escrever exercícios, são exercícios mais básicos, vamos dizer assim, eles se sentem até meio mal, eles falam assim, "Poxa vida, mas eu vou fazer exercício desse jeito, desse jeito". E cara, é assim que começa, porque você tem que progredir essa carga de maneira adequada. Então, no primeiro que a gente está vendo ali, uma abdução isometric, deitado ali de barriga para cima, então, repara que ela tenha um elástico ali em volta dos júelhos e ela está abrindo e aí segura ali por 15, 20, 25 segundos, e descanse. Então, a gente começa dando essa carga para o tendão de maneira isométrica. Posso fazer isso de pé também. Então, eu coloco a pessoa de pé para ela poder fazer. Pode passar, progredindo sempre. Aí, eu consigo ir vou luir para as pontes, né? Então, agora os exercícios em, a dê a senética fechada. Então, repara que na primeira imagem ali em cima, ela está fazendo uma ponta normal. Ela está subindo ali, só levantando o quadril, você pode desencoar o tom-bum da marca do chão, enfim, de onde você tiver. E aí, você consegue progredir depois, repara que agora, nessa imagem do meio, ela diga, ela mutou o pé do outro, e o plano de um pé do outro, porque ela está colocando mais carga na perna esquerda. Então, ela está jogando mais peso na perna esquerda quando ela sobe. No terceiro momento, ainda pensando em progressão. Ela está fazendo agora com uma perna só. Então, repara que o júelho ainda está dobrado, ela só desencostou, pé do chão, para poder levantar o quadril, até a hora que a gente chega. E a gente faz essa ponte, como o outro, o júelho está entendido. Então, repara que é sempre a perna esquerda, que a gente está olhando ali. Então, ela estende a perna direita para poder jogar carga do lado esquerdo. Então, isso é uma progressão. Uma coisa importante da gente falar dessa progressão, é que, claro, você vai monitorar isso, mas muitas vezes, essa progressão, você pode conseguir fazer ela em duas semanas, você pode conseguir fazer ela em dois meses. Então, o importante não tem receita de polo. O importante é você conseguir monitorar como o seu paciente, o seu paciente, como que eles estão se sentindo. Pode passar? Agora, mais exercisem cada ensinática fechada. Então, repara que no primeiro ali, ela está fazendo um agachamento bipodal, fazendo que ainda é chamado de estratégia de quadril. Então, ela joga o quadril bem para trás ali para poder tentar tirar um pouco dessa carga do quadril. Se precisar jogar um pouquinho mais de carga pros glúteos, depois, ali, da segunda imagem. Agora, ela está fazendo um afundo, então, está sem carga nenhuma. Repara que as duas mãos dela estão na cintura. Claro que, com o passar do tempo, você pode progredir para a utilização de carga externa, mas aqui ela ainda está fazendo sem. Então, ela faz um afundo de trás, ela leva o joelho na direção do chão e consequentemente dobra, também, no da frente. Não exercisem cada ensinática fechada, que também vai ajudar a recrutar os glúteos. Na terceira imagem que a gente está vendo ali, ela está fazendo um agachamento ali, o bipodal. Então, repara que ela está segurando ali do lado com a mão esquerda. Claro que, se a pessoa conseguir fazer sem segurar tudo bem também. E o detalhe que tem essas linhas brancas, traçadas ali, porque a ideia, o que o paper traz para a gente, é você observar, se, por um acaso, você não tem essa queda da pele muito exacervada no plano frontal. E, consequentemente, o joelho acompanha. Então, o que a gente quer tentar manter esse alinhamento, até porque, enquanto a pessoa está tentando manter esse alinhamento, ela recruta mais o glúteo do lado que está apoiado, que é como a gente falou que eu tenho uma das funções. Do glúteo médio. E na quarta imagem que vocês estão vendo ali, agora, repara que tem um step, ele tem um degrau ali no chão. Então, ela está subindo no step e descendo, controlando bem essa fase cêntrica. Então, ela consegue manter o exercício sendo feito por um período maior de tempo. Você pode colocar um step, dois steps, enfim, se for o caso, fazendo um degrau descada, alguma coisa do tipo. E a ideia também é você conseguir manter esse alinhamento da pele no plano frontal para poder ativar algum útil. Gente, quando a gente fala desse alinhamento da pele no plano frontal, a ideia é fazer terrorismo, biomécânico não. Mas a ideia é você entender que, quando você mantém essa pele alinhada, você consegue ativar mais o glúteo. Então, é isso que você quer, né? Você quer dar carga para ele, de maneira progressiva, sempre. Mas você quer dar carga. Pode passar? Porque eu tenho outros exercícios também, então, agora eu estou de pé. Então, repara que na primeira imagem, ela está fazendo uma abdução purinha ali. Então, ela está só abrindo, a perna, e voltando. Na segunda imagem, repara que ela está com um elástico, em volta dos tornozelos dela. E ela está também com um paninho ali embaixo, com a deção propéria, alguma coisa do tipo. Porque só poder ajudar a deslizar no peso que você tiver. Então, a gente tem aqueles slides também, a gente pode usar. Mas a ideia é que você faça esse deslizamento. Então, além de você ter que controlar esse movimento, você tem a resistência doelástico. A resistência externa também para você poder conseguir fazer a força. Ali, se você reparar, ela está segurando no batente da porta, mas obviamente, né? Isso aqui pode ser feito no espalda, pode ser que ele está apoiando no parede, como ficar mais confortável para você. E ali, um outro exercício, eu gosto bastante também, que é no reformer. Então, ela fica de pé ali, no reformer, um pé dela fica apoiado na plataforma. E o outro pé vai deslizar ali. Então, as molas vão dar resistência para poder conseguir fazer tanto essa fase concentrica quanto essa fase excêntrica que a gente está falando de um exercício jamais avançado. Pode passar. Então, quando a gente pensar nisso tudo, que a gente falou aqui até agora, o principal é que a gente tem que abandonar alguns mitos que a gente tem. Então, a gente tem que se basear em evidências e quanto mais sólida a evidência for melhor. A gente sabe que a ciência é ciclica, né cara? A ciência ela vai mudando. Então, pode ser que daqui há dois anos, quando se escutar nesse podcast aqui, lá no futuro, vão falar assim, nossa, já mutou isso tudo que o Luís falou. Cara, pode acontecer, né? E a gente precisa ficar de olho nisso. Quando você fizer o diagnóstico ideal, aqui você começa alguma intervenção desde que a pessoa tenha o diagnóstico, né? Que o diagnóstico, ele seja preciso. Então, você vai combinar esses testes clínicos, como sinais, sintomas, enfim. E que educação e exercício devem ser a primeira linha de tratamento. Hoje, quando a gente pensa em habilitação, tem uma palavra que ela ficou muito famosa, atualmente, que é você empoderar o seu paciente a sua paciente. Então, muitas vezes seu paciente não precisa ter três, quatro vezes por semana com você. Ele pode ir uma vez por semana com você, e você em cima é ele fazer uma exercício em casa. Desde que ele tenha disciplina pra isso, eu tenho paciente de todos os tipos, eu tenho paciente que ele fala "meu, você me passar o fácil em casa e eu volto aqui em 15 dias?" Ou eu tenho paciente que fala "meu, não, só não viai aqui, eu não vou fazer". Então, eu prefiro o filho. Então, é importante, a intervenção ela seja aplicada. Então, você tem que conseguir explicar a sua paciente, a importância que tem isso. Para ele poder conseguir guiar o seu próprio habilitação. Então, ele tem que entender que ele é uma parte importantíssima do processo de habilitação que não é só passivo. Que ele não vai chegar lá em você, vai ficar falando, vai ficar fazendo aparelho, vai ficar fazendo trapia manual, ele tem que levar pra casa, que ele vai ter que fazer isso daí. Então, eu queria agradecer mais uma vez o doctor Leandro Foucausau, pessoal do Fizinho Ortopeidia aqui. Queria agradecer todo mundo. Gente, espero que a gente tenha conseguido dispancar um ou dois mitos aqui. É isso aí. Obrigado. Muito bom, muito bom, Leandro Foucausau. Obrigada aí pela aula. Por se intensizar em um pouquinho que a literatura traz em relação a isso. Então, esse artigo conforme você foi falando, ele tem um pouco de nostalgia, como você falou em diversos momentos, a gente lembra do nosso passado, o que a gente aprendeu. E eu acho que isso tem. Víamos no mesmo buraco nesse sentido, né? Então, eu acho que isso é bacana pra gente refletir um pouco e acho bacana trazer, né? Quando os primeiros mitos que eles trazem, eu acho que até o entendimento de estrutura, dor, lesão, né, ele precisa ser refletido.
Então, na questão do que a gente sabe hoje, a tendinopatia, como um geral, ela também tem as suas regras, suas direções, a gente tem aqui no grupo escatônia Rodrigo Oliveira, pessoas que falam sempre sobre esse assunto e quando a gente pensa naquela questão que você falou do primeiro mito da tendinopatia ou burça, é sempre repletil o que mudaria realmente, o que a gente faz se fosse um ou fosse outro. E às vezes as pessoas ficam muito presas e entendem que algumas aumentaturas já atrasem em muitos stereóticos e paragêgimas que vai atrapalhar o entendimento e o desenvolvimento da reabilitação. Então, nesse processo da burça e das borsites e afens, a gente sempre pensa muito nessa inflamação de o tecido da burça, totalmente diferente do tendão. E isso já levou a uma coisa que a gente já sabe nas tendinopatias, não ficar interapias passivas. Então, o problema maior de você pensar na burça é pensar o que eu vou fazer com essa burça, o que você vai ficar tentando desenflanar, vai tentar fazer alguma coisa que a gente vai mexer muito pouco nessa estrutura propriamente dita, isso até tem uma certa irritabilidade e eu particularmente quando eu notei aqui, eu juntei o mito 1 com o mito 4, tinha a questão do exame de imagem, porque a chance de você pegar alterações no exame em relação a essa reagindo do quadril é muito grande. Então, você encontrar além da tendinopatia do gluteuméide, o mínimo junto, muitas vezes esse mínimo também já com algumas estruturas, a gente entende bastante que isso muda o que a gente faz. Então, acho importante sempre tomar um cuidado do por que a gente discutiu isso, porque esse é nosso ponto de partida do que a gente vai rehabilitar. Então, acho legal a gente discutir um pouquinho dessa questão da tanto dinomentratura como a avaliação, né, no isão. E até que ele entendia do teu lado, aí que você é bem escutando dos pacientes, que os médicos também, né, você trabalha com bastante médicos, como é que está esse alinhamento e essas falas mais populares também. Cara, é engraçada a gente falar isso que a gente estava discutindo isso aqui em casa no teranote. É, a exame ligou aí. A gente está sabendo, né? A Isadora tem entrado numa onda agora, cara, que eu concordo, tendo a concordar com ela, porque a gente fala muito, a gente acabou de falar aqui isso aí, lá quanto tempo, meia hora sobre tendinopatia do glute. E aí uma hora ela vira pra mim e fala assim, isso aconteceu quando eu fiz o post no Instagram do FimpactTrile do FaloUP de 10 anos, o FimpactTrile. Aí ela virou pra mim, ela falou assim, e o paciente, o paciente está sabendo disso. Beleza, quem te segue, que se eu vou tu, isso eu tenho que ter o teu peu, na maioria, né, do que das vezes, eles estão sabendo e os pacientes, eles estão sabendo, cara, infelizmente não. Então, a gente ainda escuta algumas coisas e é engraçado isso. Eu tô, eu tô tendendo um paciente que ele teve uma alesão de menismo. E ele usa um termo, o tempo inteiro ele fala assim, meu menismo rasgo. E é engraçado você escuta essas coisas e começa a pegar, né? Você fala assim, olha o que a pessoa acha que aconteceu. Então, meu tempo todo, meu menismo rasgo, meu disco aconteceu isso isso aquilo, meu ligamento, meu tendão, cara, infelizmente, o que eu vejo na clínica é que os pacientes, e a gente atende aqui uma classe A-A, assim, de pacientes, os pacientes ainda não estão sabendo disso. Então esses termos, eles ainda vêm pelos pacientes infelizmente, infelizmente. Eu vejo isso todos os dias. Agora falando de médicos, eu sei querer puxar a sardinha, mas já puxando, eu sempre falo que a gente aqui é meio abençoado que os médicos que trabalham com a gente, eles entenda essas coisas. Então, quando a gente entra numa discussão dessa aqui na nossa clínica, raramente você vai ver um cara que ele foi operado como primeira linha de tratamento. Ah não sei, você ir para o trálogo, óbvio, né? Alguma coisa que precisa mesmo. Mas se não, raramente, raramente você vê. Então, eu estou falando da minha realidade, mas talvez por aí não seja assim, ver até muita coisa em rede social, etc., que ainda está triste. Mas eu não sei, eu acho que isso, pensando principalmente para os pacientes, eu acho que ainda não mudou, os pacientes, eles ainda sociem muito o exame de imagem. O cara ainda chega como pacotão de exames de imagem, coloca em cima e ele pega e fala assim, ele já vai tirando, ele já falando, "Opa, que o que eu tenho?" Não, né, cara, isso daí foi uma foto de um vento da sua vida. O que você tenha? Como você está sempre sentando agora, pra mim? Então, primeiro eu vou te ver, depois eu vou examinhar de paz, beleza? Ele vai ter o seu papel. Eu nem que seja um papel de conforto, pro paciente, tá? Você falar que se olhou pro cara não ir embora sem falar assim, nossa, cara mala, ele nem olhou que eu tinha ali, mas a verdade é isso que você falou, às vezes você olha, isso tem uma cara no mundo tratamento. Então, você é um ou você outro, e quando a gente vê ainda, por exemplo, que nem é borsite trocantérica, a probabilidade é bem pequena da Lavine Isolada, e ainda é pequena, mesmo da Lavine junto com alguma fecção do tendão, cara, você vê que realmente não tem nem muito porquê você que eu penso no nisso. E eu acho interessante porque essa discussão, como você falou, a gente vive em algumas bolhas, né? E na bolha que você vive, a gente sabe como é integrado, né? Que são médicas, fisioterapia, isso é uma bem, segundo, seu valor, acho ótimo. Mas eu acho que o idiota popular ainda tem muito de escutar que a borsite existe, mas tá quietinha agora aqui. Então as pessoas vão meio que colecionando essas alterações estruturais e lembrar realmente da connotação que isso traz de uma fragilidade física, vindo por essas alterações que com a gente apresenta, visto num exame de margem, né? Então, isso faz um nosso papel dentro disso, é mudar um pouco dessa cultura, onde tem uma clareza dessa comunicação, dessa mudança de paradigma, e do que a gente olha, tentando tirar muito essa condição do tendão e de qualquer outra estrutura, jogando e aí a gente pode ir para a partir dos outros mitos, né, que estão relacionados muito ao diagnóstico para uma questão da funcionalidade. Então, quando você fala um paciente com um nador lateral no quadril, eu sempre falo que a gente vai investigar de umas camadas um pouco mais macro, para talvez chegar nessa etnotpatia. E se você fala assim, paciente com o tendi no patia grútea, você já entra com um vés nesse olhar, onde você vai caçando essa alteração. Então, isso, até no nosso racional, ele precisa mudar e você, como fiz outra peuda especial, entender que você vai trabalhar a função, porque você pode vir com essa tendi no patia, mas quanto, né, o exão paciente não tem aquela dor anterior, o ador é mais posterior, mas o achado que tinha era do grúteo. Então, você tem uma dor, às vezes, até perda essa acvelhia, que ador na região anterior, que não tem nada a ver com a funcionalidade do quadril, mas na ressonância é o que se foi achado. Então, se você não começa a focar mais em função e deixando o nome, né, para informações, como prognóstico, como algumas outras decisões, a gente não consegue mudar um pouco dessa consciência. Então, esse trabalho de função acaba sendo importante, o que até uma cautela desses testes, né, que você mostrou, que eles realmente podem seguir úteis, mas se não tiver feito essas camadas anteriores, a pessoa já sai fazendo cluster e plantos em positivo, e isso acaba sendo muito ruim. É verdade estranho, barro engraçado, assim, né, porque quando você recebe a famosa cartinha do médico, com o diagnóstico, você já tem uma forte tendência a acreditar naquilo que está escrito. Então, às vezes, só um exercício que eu faço frequentemente, olha o seu falo, beleza. O cara abandonou aqui que atende no patiagúte, mas será que mesmo? Deixa eu ver. E aí, você vai lá e está, através da sua avaliação, você vai fazer aquele diagnóstico senático, o cenário de funcionar, para você saber se é aquilo ali ou não, hein, aquilo ali, tá? Porque senão, é isso que você falou, você que apresou no nome, e a gente está num momento, claro, que a informação é importante, obviamente, mas como a informação é passada, isso é essencial. Porque o paciente não é idiota. O paciente vai abrir o lado da ressonância, ele vai ver lá que tem, por exemplo, bursi de trocantérica. Aí vai falar assim, bursi de trocantérica, que tende no patiagúte. Aí, quando você vou olhar, você vai falar assim, beleza, isso é o que eu vou tratamento que eu vou fazer. Eu vou tratar uma tende no patiagúte, maravilha. Só que o paciente, ele vai começar a ficar assim, mas é minha bursi de que você vai fazer pela minha bursi. Então, você precisa conseguir ter uma comunicação, uma pelo de comunicação muito grande e bem importante, para você poder conseguir explicar para ele isso tudo que a gente está falando aqui. Então, essa comunicação, o paciente, na minha opinião, na minha opinião, essa vai ser a habilidade do profissional do futuro, assim, cara. Ou do futuro, o futuro é o cor agora, no caso, né? Como você vai se comunicar com esse cara? Porque você joga tanta informação nele que você acaba mais atrapalhando do que ajudando. Com que ele morre de informação. Perfeito. E aí, até ainda para esses mitos da parte de avaliação e dos amifísicos, né, do isão? Eu queria entender do teu lado assim, como que você, né, se mostrar algum sete de força e tudo, né? Mas como que no isão chegar lá no paciente, né, tem essas avaliações, tem a queixa dele, você tem alguma sequência, é alguma coisa que você gosta para direcionar esse teu racional, como que está no teu dia a dia? E quando eu penso, é um paciente, contem, jobo, não é verdade? E aqui você li para qualquer paciente, como eu falo agora, tá? A primeira coisa aí e talvez. mais da metade da minha avaliação, eu fico escutando que o cara tá falando pra mim. Então ali eu já vou conseguir coletando algumas coisas, essa escuta ativa, eu acho que ela é muito importante. Às vezes você fica ali e tem cara que tá escutando, o que eu passei a gente tá falando, parece que tá no mundo da lua, e depois pergunta, perdi que eu passei a gente repetir. Cara, é meio complicado isso, porque isso passa uma imagem de que você não tá pressando atenção, no que ele tá falando. Então a primeira parte é essa na minese, mesmo isso é que a gente pode chamar assim o gasto em tempo, bem grande, querendo saber quais atividades que causam dos confortos, se teve alguma atividade que desencadeou isso daí, ou não, ou se foi uma coisa bem sindiosa, veio meio que do nada, assim. E aí eu quero saber isso. Segundo agora, eu quando eu começo, e aí você já começa a desenhar na sua cabeça, né? Mais ou menos o que você acha que esse cara tem. Quando eu vou pra parte física, falando agora de tendo no patia Blut, quando o suspeito diz isso especificamente, o que eu faço é exatamente isso que esse masterclass mostrou aqui da Alisson Grimald. Então primeiro que eu quero saber é tendora paulpação, segundo, eu vou aproveitar que a pessoa tá deitada, né? Já faço esse teste de abdução resistida, quero saber se isso incomoda em algum grau, a pessoa também, porque aí vem também outra coisa, né? Estado indo, está incomodando, está difícil de fazer, que difícil de fazer outra coisa. E às vezes a galera, tipo, "Não, tá, estava difícil de fazer, então tá positiva." Cara, não, não precisa saber bem, hein? Então às vezes resistência manual, você sabe, tem todos o riesco, mas resistência manual, pode ter se coloca, lá acaba atrapalhando. Mas eu faço resistência manual pra abdução. E depois do teste de ter de lembre-a, é o que eu uso também. Uma outra coisa que eu faço é o teste step down, porque eu também quero ver que muitas vezes esse indivíduo ele pode acabar sentindo esse. sentindo esse desconforto. Por si só no dia da minha avaliação, isso daí já, no primeiro dia, a minha acessão, isso aí já mata a hora que eu tenho, que eu tenho com ele. Ele vai pra casa, quando ele volta de novo, aí, de na momentria, escalas, que a gente vai usar, e aí depois parte pro tratamento, a minha linha, nesse caso, segue assim. - Perfeito. E é legal de recordar também, a gente tem um visage que, no caso dos questionários, é o que foi validado, se eu não me dando até pelo Rodrigo Oliveira, que é o serio da tendo no patia glútea, então, a gente tem um questionário específico pra isso. Mas eu acho bacana, dentro da tua falha, acrescentando algumas cozinhas que eu faço, conforme esse paciente vai me relatando, eu vou tentando sempre perceber se a queixa dele é direcionado, e eu acho que aí que a biometrônia que vem com a estria, que será que nas funções que ele está falando são momentos que o glúteo realmente participa de uma forma interessante. Então, pra entender se essa queixa, e se eu realmente, vou pra essa dor lateral, e aí é o que eu gosto de trocar, a vez falado a tendo no patia, a dor lateral no padril, porque aí eu vou já desassociando um pouquinho com essa estrutura, e aí depois, se eu quero tentar confirmar, o meu examifísico é, eu vou fazer esse glúteo funcionado todos os dias que eu souber, partindo do lugar que ele já está me falando, e alguns estressos maior pra realmente pra ver até se é mais mecânica, mais carga mecânica, doai mais, doai menos, porque às vezes a gente encontra um alívio, se ela se encarar, eu vou estressar mais. Aí o cara não, essa posição é super confortável, aí já dá uma quebrada também no teu rastocínio, então isso acontece bastante no dia a dia, e eu acho que com o pessoal acreditamos, a gente não deixa de usar o rastocínio mecânico, mas a gente usa pra confirmar algumas coisas, e pra isso, essa plausibilidade e o funcionamento é muito interessante. Então, nessa hora são esses pontos que eu gosto de utilizar, e escolhendo, se ela é um funcionário específico, eu acho que ela sempre guia, porque você vai listando tarefas que o paciente pode retomar a fazer, maravilhoso. Tem mais uma coisa da avaliação que você gosta do ex-açim, que você tem em relação a uma botina clínica. Eu acho que eu bordei tudo, todos principais pontos da avaliação. Legal, então antes da gente ir pra intervenção, eu vou fazer só um parem de se faixar muito bacana, eu acho que hoje eu até, às vezes, a gente achou, certa forma, um pouquinho engraçado, que a bandeira de tibial, foi tada, uma grande condenada, que assim como isso, que ela sempre foi alongada por todo mundo, todo mundo quer liberar ela, quer cuchar pra lá, mas o que eu acho engraçado mesmo é a nossa ingenuidade de achar que a gente vai mudar esse comprimento, realmente alongar ela, entendendo qual é a característica desse tecido. Então, primeiro, estressar ela já é difícil pra caramba, os dois posicionamentos que ele está também, é muito difícil de posicionar nesse tipo de alongamento, e quando você está na posição realmente alongada, você nunca ou dessa posição que não seja, não sei lá, um esporte muito específico, mas nem consigo pensar em qual. Então, a bandeira de tibial, eu tenho um pouco de dó, ela é porque todo mundo puxa pra todos os lados, mas ela realmente não tem muito o que se fazer com ela, então, que bom que eles abordaram a bandeira de tibial, e realmente a gente precisa tomar um sério de cuidado. A questão do mito 5, que você falou do alto limitada, e que eu acho que tem a ver com a história natural da doença, eu acho que tem uma associação muito grande, até que o perfil mais frequente popularmente falando, que são as mulheres posmino-pals, o que também tem muitas questões com outras oris crônicas. Então, essa oscilação de dor que as pessoas têm, acho que elas confundem, e até o termo ao limitar, ele se dá estranho dentro dessa história natural, mas é importante entender que ela acaba sempre sendo relacionada, se estiver relacionada ou tem não, está relacionada a tarefa, o que acaba sendo situações muito mais ativas, que tem a ver com essa demanda que a pessoa tem, no zoom. E aí, podemos intervincir, fiz os dois arentes ali, e aí, doisão, precisa tratar o paciente, como que você, que você gosta de fazer, como se ajuda, e até essa questão da infiltração importante conversar, como que você explica o paciente, que talvez é sem infiltração, que já deve ter sido vendido por algum mundo profissional, como que você conversa com ele em relação a isso? Na verdade, eu sempre costumam brincar com a galera, eu falo assim, nenhum paciente, nunca sento comigo e falou assim, "Oi, no isto, do bem, eu quero ficar bom daqui a um mês, quero ficar bom daqui a três meses, estou querendo falar "Eu quero ficar bom hoje, se possível, eu quero ficar bom ontem". Então, o que eu posso fazer por essa celerar? Aí, quem infiltração entra, porque a gente, o ser humano, como um todo, ele tem a cultura do concertar, então, coloca alguma coisa aqui, que vai a cirurgia passar muito por isso, faz alguma coisa aqui que vai concertar essa estrutura, que vai concertar esse meu tecido. E quando você pensa em medicamento, eu falo em medicamento num geral, na urgésico, num geral, você acaba tendo a ilusão de que você está tirando aquele problema, está sem dor, então, está tirando aquele problema, e não é bem assim. Então, quando eu penso em tendo no pati, pode colocar a tendo no pati, é que você quiser, porque meu discurso acaba sendo mesmo. Eu sempre falo pra eles, eu falo, "Olha, eu seguinte". Beleza, você vai fazer uma infiltração, o que a gente vê de evidência, na maioria dos casos, é que a curto prazo vai te ajudar, só que, o que vai acontecer? Daqui um mês, você vai estar com o dor de novo. É isso que você quer. Cara, eu não, eu honestamente, não sou radicalmente contra, se o cara virar pra mim, fala assim, mas eu quero fazer uma infiltração. Eu falo tudo bem, faça a infiltração, só que saiba, e a gente falou isso bastante aqui hoje, saiba que o que você vai reportar pra mim é importante também. Então, a partir do momento que você tivesse sem dor, eu te perescrevei um exercício, eu não sei como é que você vai estar, porque você vai estar nesteseado por causa da infiltração, pra mim também fica difícil. Então, você precisa conseguir, e me isso é uma coisa essencial, porque o papo tem que estar alinhado entre a equipe. Quando eu falei "quipe", eu quero dizer, eu fiz outra peuta, um médico, o personal, quem você tiver, quem você tiver pensando. Porque se ele for pra um, se ele for no médico, o médico fala "infiltra que melhora", ele vai no visual da pêndula do dor, a pêndula do dor, a pêndula fala, vai melhorar, mas eu preciso da sua dor, pra poder saber como é que você tá. Aí, vai no personal, o personal também fala "olha, sei lá, em filtro, enfim, fala o que quiser". Mas cara, isso deixa um boom na cabeça dele, e a gente pode falar o que a gente quiser, mas infelizmente os médicos, eles estão no topo da cadeia alimentar, na saúde. Então, o cara vai sotar mais o médico do que a gente, na maioria das vezes. Então, eu sei que ele tem uma confiança muito grande em você. Então, eu tenho que explicar pra ele que sim, quando a infiltração é as lutas, que se ele quiser, ok, ele faça, mas que isso não vai adiantar no braço, e que pra mim isso nem é importante. Eu até que sou o brinco, ela fala "cara, isso não que acontece, aqui é um mês e mês, vai voltar aqui, e aí eu vou ter que cuidar de você dinheiroso, vai ficar infiltrando a cada 4 semanas. O que você vai fazer? E a gente resta em estúrros em modelo animal, a gente sabe o que acontece com a infiltração, de repetição, entendão". Então, isso acaba mais atrapalhando do que a Arjunandou, eu tento abordar nessa linha. Eu acho interessante, acho que a grande falta e grande tópico é você validar a fala em relação ao efeito que existe, porém, um efeito que mais engana do que realmente ajuda. E aí, quando a gente fala desse efeito de curto prazo, é muito difícil de você contrariar, porque ele realmente existe, os estudos até mostram, se você tem um puta não-jescula, ele vai acabar realmente gerando um efeito, só que, acho que é legal colocar esses pontos éstras pra pessoa refletir e entre aspas com um pouco muito pequeno em que o tração. Então, você fala, "você pode fazer infiltração?" Se não é uma questão, a questão é o que vem depois, ou o que tem atrelado, o seu comportamento perante isso, perfeito. E aí, você falou do concertário, eu vou puxar depois já pra questão cirurgica, a gente se do conservador,
é muito relevante que a pessoa entende o que, quando ele pensa na infiltração, o que ele quer? Aí a gente volta para o nome da Burciti do Fim de Nietz, e que a gente já sabe que as inflamações não são as grandes causadoras dessa dor. Então, o rastocínio for corretivo, essa infiltração em si, ela não vai ter nenhum papel porque não tem a inflamação que se acreditar. Então isso é muito importante, e como você disse, foi feito com o lateral dessa fragilidade até do tendão que existe num excesso de uso de corticóis, né? Deixa eu te cortar só uma coisa aqui, e isso entra até quando o cara fala, é um remédio anti-inflamatório. Quer dizer, eu tenho uma inflamação, e aí eu vou tomar um anti-inflamatório, e esse é o tipo de motor, vai resolver o problema, e acabou a história. Então sim, eu acho que o que é mais difícil na clínica, quando o paciente sente a sua. Eu vou andar a oligraduação, né, cara? Então eu costumo falar isso com meus alunos frequentemente, a fala assim, quando o paciente sente a sua frente, cara. Você precisa estar seguro do que você está falando. Então às vezes tem cara que falar pra mim, "Pô, mas eu preciso ler isso tudo, cara, você quer estar seguro do que você está falando?" Então assim, você está seguro do que você está falando, nem sempre tem dizer também que você está falando da verdade, tá? Porque a gente viu o tan de pilanto, que tem por aí que o cara fala super bem, né, meu? Mas não está falando por caria nenhuma certo. Mas aí você conseguir explicar pra eles, conseguir falar se ela é vencada, a cabeça ele fez um pouco. Ad見u! Ad見u! Adbacko! Adпo, senyoro! Adresse! Ad近u. Ad … Encontre até ai. Eh… E aí, entre as necessidades do paciente, os tópicos da decisão clínica, né, terapêutica, que são se tomados, eu acho isso extremamente importante, né? Então, isso sempre vai ser essencial. E aí, já vou coxar o ponto cirúrgico, que é o que é o nos últimos pontos, mas acho que ele é uns mais importantes. Não sei se o seu experiência foi assim também na Santa Casa, né? Eu não sei se o seu desejo, mas a gente, no grupo do quadril, tinha muita gente, tinha medo dessa cirurgia. Então, eu me marcou muito o dia que o Honda se negou a fazer uma cirurgia numa ruptura completa, né? Porque ele mesmo explicou, e o Honda, pra quem vai goenseal, obviamente, da Santa Casa, ele é um dos mêxicos que a gente, né, sempre em Deusor, né? E até em Deus o paciente dele sempre foi muito fácil, muito bom, porque havia muito bem, né? E a questão é, eu não tenho nem a única fixar porque você tá pegando uma entendão, que tá lá no troca entre maior. E até mexer no troca entre, quanto isso mexe na mecanismo ao vildutor, e quanto isso atrapalha toda a mecânica, né? A cirurgia não tinha nenhum bom prognóstico, então eu fui entender o bom, literalmente, né? Não seguro, né? Mas assim, não embasado, e nem os mêxicos quadril, que eram muitas vezes intervencionistas, e também não faziam essa cirurgia, né? Porque realmente o prognóstico disso de um tecido molho pra ser fixado e não ter aquela lavânica, ficaria muito ruim, né? Então você tem uma literatura que certa forma é escassa em relação a esse tratamento, e você realmente precisa tomar muito cuidado ao pensar nessa questão de concertar, porque se você conserta, você tá consertando de uma forma meio, né? No Lucas Nerefolava, meio flue, eu fiquei, né? Não ficarei muito interessante essa fixação, e pensando na funcionalidade da paciente também, isso não seria interessante. Então eu particularmente já trabalhei muito com o quadril, eu não sei se já tenho outra moda, mas nunca vi uma grande um coragemamento em relação a fazer o procedimento cirurgico, né? Então cuidado aí, com alguém que já pensa em cirurgia, né? E a gente já tem dois e assim tem essa questão de fixar alguma coisa em algum lugar, e dependendo de como tiver o estado tecido não é bom, certo? Eu não sei se você tem alguma experiência diferente pra aí. Na verdade, os nossos dois aerogiões de quadril aqui da clínica, Dr. Mustafa e o Dr. Dióginis, honestamente eu não tenho grandes experiências com pos operatórios, em um futuro de inserção, enfim, e o que eu sempre escutei deles também foi isso, assim, o prognóstico acaba no sendo bom. Então o tratamento conservador tem que seguir como primeira linha, mas não tenho que tirar na impora, isso mesmo. Perfeito, perfeito, muito bom. Noisão, pra a gente finalizar em dicas e truques aí desse tratamento conservador, aí da nossa fisaderapia, o que você acha que são grandes diferenciais quando você está no dia a dia? Cara, na minha opinião, o primeiro é você fazer um dia de nó, quando eu coado, né? E isso daí, sem o Diagnóstico adequado, esquece. Então você vai estar. Eu me lembro, agora vou resgatar aqui um momento muito antigo de nossas vidras que eu sei que eu posso falar por você também, aonde a gente era uma coisa meio assim. Tudo que é bem brinferior, você trata mais ou menos igual, entendeu? Tudo por isso que eu falei, existe o ostro. Cara, todo mundo faz, existe o ostro, questiono sem importante, entendeu? Todo mundo faz. E, cara, e não é bem assim. Então, a partir do momento que você tem um Diagnóstico e não só um Diagnóstico clínico, eu tô falando, etem de nopatia, não etem de nopatia, enfim, mas o Diagnóstico sinético funciona, por isso que aqui na clínica a gente usa tantas avaliações funcionais. E todas as avaliações funcionais aqui, a gente dependendo do que a gente tá falando, a gente tem o nosso laboratório, onde isso daí é feito, ou a gente mesmo faz, mas as avaliações funcionais e elas são essenciais, pra você poder conseguir saber exatamente qual é a entre aspas alteração que esse cara tem pra você poder conseguir atacar aquilo, mas isso não sai sem um bom Diagnóstico. Então, não vai adiantar. Segunda coisa, é, a gente fala muito, né? O tendão gosta de receber carga, o tendão tem que receber carga, só que a galera sai dando carga indiscriminadamente, brutendão. Então, já que é pra dar carga, vamos fazer todo exercício de glúteo que eu sei? Porque aí fica mais, né? Fica bem mais, porque eu tô dando carga, aí ele carinho não é assim. A gente viu aqui, então, então, aquelas imagens se vocês viram, a gente tem que tá trazer uma progressão. Então, você sabe, ver como esse paciente, essa paciente tá ficando depois que você aplicou o exercício, talvez seja um momento mais importante do seu tratamento. Por quê? Porque isso aumenta muito delicado, era delicado, o paláfico tá procurando, era importante, muito mais delicado do seu tratamento. Por quê? Porque cara pode ser que você prescrevam exercício, prescica, e ele volte na sessão seguinte, com mais dor. Por quê que significa que você acabou com o tratamento, acabou a história toda? Cara, infelizmente, isso acaba sendo um pouquinho de tentativa e erro, entendeu? Então, infelizmente, você acabou prescrevendo, que faz número a hora, um passo atrás. E você vai ter que conseguir explicar a gente caer na comunicação de novo. É, que eu tô meio viciado nisso, tá cara? Tá, tá, tá, tá, tá, ó, você. É, perigem ver essa versão comunicadora do dois. É, caer na comunicação de novo, porque você vai ter que explicar isso, cara. Um, um, um. Como é que você vai explicar pra ele? Porque se coloca no lugar do paciente, pra gente agruir a grana, fala assim, eu vinha aqui pra poder ficar melhor, eu fiquei pior, voltei aqui, o cara mudou que ele fez, quer dizer, o leigo, né? Quer dizer, ele não sabia o que ele tava fazendo. Cara, ele não é assim. Então assim, isso é uma outra coisa, perguntou sobre a avaliação, isso é uma outra coisa que eu falo pro paciente na avaliação. Eu falo pra ele, olha, a reabilitação é baseada em exercício, mas muitas vezes a gente pode te dar o passo atrás. Isso é normal. Isso acontece, fica tranquilo se acontecer, tá? Então, isso talvez isso pra mim seja o ponto mais importante, é o que eu mais tento tomar cuidado durante a minha reabilitação. Então primeiro, né? Obviamente, tem que ter que se não acontecer. Mas uma vez que acontecer, eu nunca vou explicar. Isso é uma pessoa. E essa explicação, ela, muitas vezes, não é fácil, porque isso depende também muito do perfil da pessoa, né? Então, eu vou fazer um paralelo aqui e vou contar uma coisa da minha vida pessoal, por que agora tá. É, eu fiz um tratamento pra crescer cabelo. Eu dava em plantei, eu fiz um tratamento. Quando eu sentei na sala do médico, primeira pergunta que eu fiz pra ele. Eu falei isso hoje, eu falei isso com ele hoje. Eu falei assim, se ele conduz que você me ganhou, quando você não me prometeu o resultado. Porque ele virou pra mim e falou assim, olha, na maioria das vezes, pacientes com a sua fachetária, com seu estilo de vida, no momento que você tá no seu que eles tendem a se navem com o tratamento. Agora, eu não posso prometer um resultado pra você. Eu não posso meter que você vai ficar com o cabelo do. Sei lá, querido, Michael Jackson ou Jackson Fight, entendeu? Ele falou, "Cara, eu não posso meter isso pra você." E a gente tem que trabalhar assim também. Então, às vezes, a gente fala isso, a gente fala assim, "Oh, esse tratamento dura 12 semanas, isso não durava. Isso dura 16. O cara vai olhar pra você, eu vou falar assim, "Cara, eu me prometei o dos cenas, cara." Porque ele falou pra mim, então, cuidado com como você fala com a pessoa. Olha, em linhas gerais, o que a gente vê, é que por volta de 12 semanas, vê um resultado bacana. Então, eu tô perfeitando que você vai estar jogando pitctenes, entendeu? Mas, a gente consegue ver algum grau de resultado. Se a gente não vê, a gente vai saber por quê? A gente não viu. Então, acho que isso é um ponto, é um ponto importante também quando a gente fala até dessa progressão de exercícios dentro do tratamento das tendes no patias, não só dessa, né? Perfeito. Eu acho que nos grandes desafios, quando a gente fala disso, eu até daria como sugestão clínica, antes de acrescentar a carga, eu gosto muito de tentar verificar qualquer rutina desse paciente. O quanto que tem de carga que possa ser mais específica dessa região que está com a queixa, com a dor, pra você tentar ver o como modificar o é. Então, ou. uma paciente fica muito tempo de pé, paciente que anda muito, uma paciente que tem algumas dificuldades no dia a dia e isso está atrapalhando para entender, gerenciar essa carga, além do consultório, eu acho maior desafio de todos, sempre repito, no consultório você consegue contar quantos facilidades, quanto peso que ele fez, né? E o teu desafio é, eu vou acrescentar a carga dentro de uma vida que já tem bastante carga, então, o gerenciamento ele não pode ser simplificado ao que você está dando aos exercícios e até para verificar o efeito do que você está colocando, ele é essa briga do intra consultório, verso essas consultórias e manejar isso é muito difícil, né? Então, a gente precisa às vezes controlar, você pode controlar às vezes por quantidade de passo, né? Hoje que os celulares, nós eles conseguem mensurar de uma forma mais precisa, a quantidade de passos por dia, então você pode talvez ver isso, verifica se quando ela se movimenta mais adoram, então não, eu gosto de fazer muito comparativo quando eu tenho uma rotina que parece influenciar e no final de semana, quando você descanse, nos está trabalhando, essa ador reduz, eu você já tenha algumas dicas, né? Do dia a dia que você consegue fazer e entender, se esses fatores estão realmente correlacionados ou não, para depois você implementar algumas cargas, e aí eu vou adicionar um artigo aqui que eu não sei se você tem conhecimento, o visão, mas tem um artigo muito bacana que ele faz um ensalho clínico colocando, né? A progressão de carga não tem de nocoite de agrute e a ausência de progressão, e ele chama de chance, né, exercícios, né? Mas não é, é, é, é, porque não dá pra, né? Porque você tem os efeitos dos exercícios. E o bacana é, a resposta terapêutica dos dois são muito semelhantes, então em alguma situações você precisa da carga e aí tem que ver a capacidade de demanda, em algumas outras situações eu acho isso muito benéptico, principalmente quando a gente fala numa faixa etária de uma senhora de 70 para mais, né? Onde ela nem tem tanto o apego e gosta de exercícios, você não tem que ficar naquela briga de aumentar as cargas e colocar volume e tudo mais, é muito bom, porque você pode fazer alguns exercícios que ativem a musculatura sem se preocupar com progressão de carga, que também ajude, e aí eu acho que essa resposta terapêutica vai sendo mais bacana e ela vai se sentindo bem também, porque aquela articulação é esse movimento, então eu acho que é interessante e considero o desafio de qualquer tende não fatia, né? O gerenciamento de carga. Então eu acho que o segredo aí tá como que uma meia de 60 tomas, né? Eu acho que realmente eu gosto muito de usar algumas terapias manuais, né? Um slide lateral do fémor durante uma situação de descarria de peso, por exemplo, né? Mas eu acho bacana e o mais desafiador para mim, perfil do paciente, gerenciamento de carga e conflitar isso para que a gente possa achar um ponto bom e depois progredir, né? Então, climicamente é onde o parte flam� sempre me apego muito e considero o grande desafio do tratamento da tende da partida gruta. Noisão, mas é uma dica com um toque em relação à reabilitação? Eu acho que a gente conseguiu acordar tudo aqui os principais, os principais topos, a gente fica nessa rezem, aqui a rezem é rende mais do que, né? Vamos ver, mas foi ótimo, foi ótimo. Mas que versão o afaísque, mas muito bom. Então gente, se ficou alguma dúvida, vocês fazem alguma coisa diferente, né? Comenta aqui, deixa os comentários para a gente poder continuar essa conversa dessa discussão, né? Então se alguém não guarda com nada do que a gente falou, também coloca aí para a gente poder discutir, a gente sempre gosta de continuar essas conversas. Muito obrigado o Isão pela aula, pelo tempo, pela conversa, pela amizade, né? São quase 16 anos de amizade e vamos contando e deixe esse face cada sofrimento pra todo mundo. Obrigado pelo convite, mais uma vez, vocês sabem que, cara, o Fizer topo em dia chama, a gente arruma um buraco na agenda aqui, pra poder conseguir estar aqui falando com vocês. Pessoal, acho que é isso que o Leandro falou, se alguém tira alguma dúvida, se alguém falar nossa, conta besteira, eles falaram, conta pra gente, conta pra gente também, que é interessante, que a gente sabe que a prática clínica é prática clínica, cada um tem a sua. Então, às vezes o perfil de paciente, a gente tá discutindo isso um pouco, o perfil de paciente que você atende, pode acabar influenciando um pouco, ou bastante, não é verdade, né? Nisso que a gente, que a gente trouxe. Então, queria agradecer muito obrigado e vejo vocês na próxima que vem em novidade do Fizer topo em dia por aí, já, já. Muito bom, não é? Tá falando da certificação de joelho, gente, muita coisa acontecendo aqui, pode agradecer a nova depressão de exercício. Então, estão aqui a todo o vapor produzindo tudo pra 2025. Muito obrigado aí pela escuta, muito obrigado por estar aqui com a gente, não esqueci de compartilhar, mandar pra todo mundo que se interesse. Um grande abraço, até o próximo e vá.
Podcast Summary
Key Points:
A tendinopatia glútea é frequentemente diagnosticada erroneamente como bursite, mas a bursite isolada é rara (cerca de 2% dos casos).
O diagnóstico deve ser baseado em um conjunto de critérios clínicos (como palpação combinada com testes de abdução resistida e o teste de apoio unipodal por 30 segundos), e não apenas em exames de imagem, que podem mostrar alterações em pacientes assintomáticos.
A condição não se resolve espontaneamente; requer intervenção, preferencialmente com educação e exercícios, pois a infiltração oferece apenas alívio de curto prazo e não é superior a longo prazo.
Mitos comuns incluem acreditar que a patologia afeta apenas mulheres pós-menopáusicas (atinge também homens e jovens) e que alongamentos do trato iliotibial são benéficos (podem, na verdade, aumentar a compressão e atrapalhar a recuperação).
Summary:
A transcrição discute mitos comuns no diagnóstico e tratamento da tendinopatia glútea, baseando-se em um artigo científico (masterclass) apresentado pelo fisioterapeuta Luís Escola. É enfatizado que a dor lateral do quadril é frequentemente atribuída erroneamente à bursite, quando a patologia do tendão glúteo é a causa mais prevalente. O diagnóstico adequado requer uma combinação de testes clínicos, e os exames de imagem não devem ser usados isoladamente, devido à existência de achados assintomáticos.
A condição não é autolimitada e necessita de intervenção, sendo a educação do paciente associada a exercícios a abordagem mais eficaz a longo prazo, enquanto infiltrações oferecem apenas alívio temporário. Outros mitos desconstruídos incluem a ideia de que a patologia só ocorre em mulheres pós-menopáusicas e que alongamentos do trato iliotibial são úteis, quando podem, na realidade, gerar compressão prejudicial. A conversa destaca a importância de práticas clínicas baseadas em evidências científicas atuais.
FAQs
Não, na maioria dos casos a dor está relacionada a uma tendinopatia do glúteo. Uma bursite isolada sem patologia no tendão ocorre em apenas cerca de 2% dos casos.
Não. Embora seja mais comum nesse grupo, também pode ocorrer em homens, mulheres jovens, pessoas com displasia acetabular e após cirurgias no quadril.
Não. O diagnóstico é mais preciso ao combinar a palpação com testes como a abdução resistida e o teste de apoio unipodal por 30 segundos (teste de Dillinger), aumentando a acurácia para quase 99%.
Não. Exames de imagem podem mostrar alterações em pessoas assintomáticas. O diagnóstico deve ser clínico, considerando sintomas e testes físicos, para evitar tratamentos desnecessários.
Não necessariamente. Cerca de 50% dos pacientes podem se recuperar em 12 meses, mas geralmente é necessária intervenção, como educação e exercícios, para uma evolução favorável.
Não. Não há evidências de que o encurtamento da banda iliotibial cause a tendinopatia, e alongá-la pode gerar compressão e fricção no tendão, piorando o quadro.
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