Episódio 113 - Faça da saúde do sono uma prioridade
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Neste episódio, Dra. Graziela Semenzati e Dra. Roberta Pilla convidam o Dr. Alexandre Ordones (Médico Otorrino, Doutor pela USP e Presidente do Departamento de Medicina do Sono da ABORL-CCF), Dr. Bruno Duarte (Professor e Doutor em Otorrino pela USP, Coordenador do Serviço de Otorrino da PUC Campinas) e Dr. Danilo Sguillar (Médico Otorrino, Doutorando pela UNIFESP e Secretário do Departamento de Medicina do Sono da ABORL-CCF) para falar sobre o tema da Campanha do Sono deste ano: "Faça da saúde do sono uma prioridade".
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Ah, RL Cast! O podcast que é a voz do autorrino na bola! Bem-vindos ao RL Cast! O Paul de Cast da Associação Brasileira de Autorrino Laryngologia e Sirurgia Servo Coacial. Eu sou o Graciella Semeisate, atual membro do Comité de Educação Médica Continuada, e hoje apresentaremos um novo episódio sobre a campanha do sono, promovida pelo Departamento do Son. Esse dia é celebrado no dia 14 de março, reconhecido internacionalmente para a consensação da importância do sonho. Lembrar que o RL Cast é um espaço da associação para a troca de experiências e para trazer aspectos relevantes da medicina, saúde e bem-estar. Oi Brasileira, tudo bem, vai ser um prazer fazer esse o RL Cast hoje, eu sou Robertoapila, sou o Torrino Trabalho aqui em São Paulo, sou o atual membro do Comité de Comunicações, e pra participar desse episódio hoje, a gente que a conheceu um pouquinho mais sobre essa campanha do sonho, que é o pasta da sua saúde e uma prioridade. E a gente vai ter 13 acelentes convidados. É muito bom ter colegas e parceiros aqui com a gente hoje, né, Grasio? O Alexandre Ordones, Médico O Torrino, doutor pela USP, presidente do Departamento do Sono da Ból, doutor Bruno Duarte, professor doutorinho o Torrino pela USP, coordenador de serviço de o Torrino da Pouque de Campinas, e doutor Daniel Desguilar, Médico O Torrino doutorando pela Unifelas, secretário do Departamento de Pedicina do Sono da Ból. E vamos começar, então, já pedindo para o doutor Alexandre, como presidente da Academia, relatar a importância dessa campanha para os autorrinos e para a população geral. Olá, Grasê, Lola, Roberto, Láuvinte, vamos prazer se tá aqui gravando esse RL Cast. Eu queria, primeiramente, pra benizar, a iniciativa da Ból em realizar a campanha todos os anos, pra divulgar a real atuação e função do autorrino, qualquer área que o autorrino trabalha. É muito importante um profissional autorrino que tem nessas semanas, né, a oportunidade de se atualizar, e é claro, para a população geral. A campanha do Sono, para a população geral, tem alguns principais objetivos em razão de acontecer. Primeiro, pra prevenir as doenças, a gente sabe que um sono de qualidade prevene várias doenças. Daí o tema da nossa campanha, faça do seu sono uma prioridade. Segundo, a gente consegue, para a informação para a população, pra ele se tornar capaz de identificar precoce, precocemente, alterações que ele já tem. Antigamente, quando era criança, romcar esse nórimo tipiada, romcaira normal, romcaira socialmente aceite, por exemplo, e hoje a gente sabe que romcar não é normal. Também, com a campanha, a gente pode promover a mudança de comportamentos lossivos do sono, como combate obesidade, os excessivos de telas, uso indiscriminado de medicações e indultores de sono, como tendo esse combate recentemente, inclusive mudou o recituário das drogas e. A campanha do sono também é uma fonte oficial de informação, então é uma oportunidade de informações para comunidades, principalmente de faça acesso pela internet. E no longo prazo, a medida que você identifica, trata precocemente, muda seu estilo de vida, você pode capazes de reduzir os cursos com a saúde, pensando macro e a longo prazo. A preversão em redução dos doce do sono pode reduzir cursos com tratamentos médicos a longo prazo, tanto pro próprio indivíduo como para a sistema de saúde público. Muito bom, Aleia, e pensando então um pouquinho nessa questão de que exatamente na campanha faça da sua saúde uma prioridade para melhorar o sono, a gente lembra que então, junto com a questão do sono a gente tem malimentação saudável, uma atividade física, e o sono hoje sendo considerado uns pilares fundamentais para a nossa saúde, para o nosso corpo, para a nossa mente. E aí vem uma pergunta, quais são os impactos da prevação do sono no nosso dia a dia? É Danilo, me fala um pouquinho então. Bom, primeiro queria agradecer o convite, obrigado, obrigado a ler, um prazer estar com o Bruno novamente, com a Grasiela, rovo, você tocou num ponto muito importante, é quando nós perdemos o nosso sono, Alexandre introduziu muito bem, dizendo pra gente a importância de se dormir bem. E o que a falta deste sono, a carreta para a nossa saúde, afinal de pontas a campanha é essa, faça da saúde do seu sono uma prioridade. Eu costumo dividir em fatores, em curto prazo, em longo prazo como a questão da prevação de sono. Então quando nós temos uma prevação de sono em curto prazo, os efeitos normalmente são o indivíduo relatar, irritabilidade e relatar alterações na concentração, alterações na memória. E muitas vezes estes indivíduos passam por sonolência, a sonolência excessiva de urna, inclusive prejudicando as atividades laborativas. Imagina só um operador de máquina, alguém que, por exemplo, dirige um caminhão, a importância de se dormir bem, porque este indivíduo se começa a dormir mal e ter privação de sono de forma crônica, certamente este indivíduo tem maiores riscos de sonolência, inclusive nas suas atividades laborativas. Agora eu costumo colocar as consequências em longo prazo. Então este indivíduo privado cronicamente de sono pode ter alterações metabólicas, maiores chances de diabetes méritos tipo 2, alterações cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica, como enfarto agudo do meu cárdeo, e hoje a gente tem estudado também o acúmulo de proteínas, que ficam acumuladas na região cerebral, que são as proteínas conhecidas como Bethany Lloyd ou proteína tal, que estão sendo correlacionadas com doenças de Alzheimer e doenças de Parkinson. Então veja que o importante é essa informação. Privação crônica de sono faz com que nós não realizemos uma varredura destas proteínas. Nós conhecemos como sistema glinfático, sistema de limpeza do nosso cérebro. Se nós não ativamos o nosso sistema de limpeza por conta de privação de sono, estas proteínas podem estar acumuladas na nossa região cerebral. E hoje a gente correlaciona com doenças demenciais, principalmente doenças de Alzheimer e a alteração também como doença de Parkinson. Então vejam vocês aí como é importante dormir. Ninguém tem dúvida que o sono é uma peça fundamental pra nossa qualidade de vida. Então aproveitando o gancho do danilo, Bruno, você poderia nos ajudar e entender se existe uma quantidade ideal de sono pra cada pessoa? Olá, Graziella. Obrigado pela pergunta, olá todos. Foberta, Alexandre e Danilo, um prazer tá aqui. Essa é uma pergunta muito importante. Então a observação do Alexandre e do Danilo foram interessantes. Essa é a história do sistema glinfático de drenas proteínas e são o resultado das ações metabólicas do cérebro são muito importantes. E a quantidade de sono ideal, ela é individual, ela depende de cada indivíduo. Mais do que isso, depende da idade do indivíduo que a gente tá falando. Se a gente falar da quantidade ideal de sono pra uma criança de uma semana de vida, a gente tá falando de aproximadamente 16 horas de sono. Se é no metade, sono de dia e metade, sono no noturno. Quando a gente falar do adolescente, a gente sabe que o adolescente tem de dormir mais tarde, acordar mais tarde e ter uma quantidade de horas de sono maior por conta da produção do GH. E quando a gente fala de adulto jovem pela curva de galo, a gente vai pensar entre 7, 7 horas e meia, 8 horas e meia, mas isso varia de acordo com o indivíduo. E como que a gente pode saber pra cada indivíduo qual a quantidade ideal de sono? Pela história, isso não é exame. Então assim, quando você não está privado pelo seu trabalho, sem as privações dos compromisso sociais e laborais, que horas você costuma dormir e qual a quantidade ideal pra que você sinta bem no dia seguinte. Isso varia de indivíduo pra indivíduo. Tem os dormidores longos, que não é uma patologia, uma variação da normalidade, que precisa dormir pelo menos 10 a 11 horas pra se sentir em aptos a ter o dia sem sonolência e sem outros problemas. Tem os dormidores curtos, que dormem até 4, 5 horas e sempre sentem bem. Essas são exceções e são variações da normalidade. E além disso, tem a questão dos cronotipos também. Tem gente que tem o avanço de fase. Então ele tende a ter mais sono antes, lá pro 18, 9 da noite, acorda mais cedo. Tem gente que são as pessoas que têm um atraso de fase, tendem a ter sono mais tarde, acorda, mais tarde. Então, tudo isso a gente. E os intermediários são dormidores longos e tem avanço de fase. Então, tudo isso é individualizado e a gente tem que tirar com a história do indivíduo, perguntando sempre nos dias de folga, nos dias que não têm as pressões sociais. Lembrando que a gente está falando a quantidade de horas em os indivíduos que não têm doenças de sono. Então isso é geneticamente determinado e individualizado. E a gente tem que lembrar, por fim, que a espécie humana tem uma habilidade em se adaptar a certas situações. Por exemplo, lá no interior da espanha, as pessoas fazem a siesta, que é dormir duas horas depois do almoço. Então, a gente pode falar por um sono normal, por um indivíduo médio. No interior da espanha, seria um sono bifásico e esse indivíduo se sente bem. Então, a gente precisa pensar em todas essas nuances para determinar quanto de horas é o ideal para cada indivíduo. Perfeita, excelente Bruno. Realmente, as coisas mudaram bastante da questão desse perfil de sono. No que ainda a gente checa na 2 ou 8 horas, 8 horas para todo mundo. E as coisas realmente estão mudando nessa personalização do sono. Pois é mais individual, mesmo, muito interessante. Você está ouvindo "O-R-L-Q-S". E pensando, então, nessa questão de que cada pessoa precisa de uma coisa, a gente às vezes fica questionando em relação a essa qualidade e quantidade de sono. E o que a gente tem de condições que afeta essa qualidade e quantidade de sono? Pensando em quais são os distúrbios de sono mais frequentes que a gente tem. E como a gente faz para identificar? Eu acho que o Bruno e o Danilo podem nos falar um pouquinho sobre isso. Vou começar com o antigo, Bruno. Perfeito, Roberta. Quando a gente pensa nos distúrbios de sono mais comum, a autorra é muito importante. Porque o profissional que mais tem é a capacidade de tratar pnevos do tipo do sono. Que é uma doença que ocorre na faringe, na garganta, é o otorrino. E a prevalência de pnevos do tipo do sono é muito grande na população. Se a gente pegar um grande estúdio epidemiológico realizado na cidade de São Paulo, um a cada três indivíduos adultos é portador de pnevos do tipo do sono. Então, a pneve do tipo do sono é um dos distúrbios do sono mais frequentes que tem. Outros distúrbios que são muito frequentes, seria síndrome do sono insficiente, privação de sono. Que é um problema crônico da nossa sociedade que trata o sono como uma coisa, uma peda de tempo. E a gente já viu como a privação de sono é importante tanto a curto quanto a longo prazo. Então, a privação de sono é muito frequente. E também a gente poderia encaixar aí também a insônia. Que é quando você tem sono, tem todas as condições saboradas pra dormir e não consegue iniciar, manter ou finalizar o sono. Que é uma doença que a gente diagnóstica clínicamente. A gente não vai falar pro indivíduo fazer um exámbito de sono quando ele tem uma queixa de insônia. Porque no dorme em casa, não vai conseguir dormir no laboratório de sono. Se isso danilo é concorda, se ele quer continuar, o que eu estava dizendo. Perfeito, Bruno. Eu concordo. Então, o Bruno destacou as três principais patologias. A pinaia obstrutiva do sono, síndrome do sono insuficiente e insônia. Eu destaco aqui o papel do médico nesse momento do diagnóstico. A coberta introduziu bem, porque a gente agora está falando de qualidade de sono. E quando a gente se refere em qualidade, a gente se refere numa leitura de poli sonografia, por exemplo. Pra que a gente avali, então, se esse indivíduo faz eventos respiratórios, noturnos como a pinaia. E popeineias, apineias centrais, os reiras, que são aquelas limitações do fluxo que cominam em despertar. O Bruno introduziu sobre insônia. Hoje a gente até tem pedido poli sonografia, para alguns casos de insônia, para a gente determinar aquele tempo total de sono. Tempo hoje encurtado de sono tem gerado maiores prejuízos, caros de ovasculares para os indivíduos. Hoje tem um ponto de corte na literatura, um torno de seis horas. Então, indivíduos que dormem menos do que seis horas, comprovadamente, numa poli sonografia. O Bruno introduziu bem, de ser indivíduo, às vezes não vai dormir, mas a gente comprova. Esse é o indivíduo que tem insônia verdadeira, não dormem. E aí sim, ele abrida mais riscos, caros de ovasculares. E o taxo é esse paralelo, porque tem aquelas pessoas que têm a má percepção do sono. E precisam dar poli sonografia. E muitas vezes a gente consegue demonstrar para o paciente. Olha, volando, você na verdade está dormindo, você está tendo a má percepção do sono. E aí sim, a gente verte por uma outra linha de tratamento para esse indivíduo. Então, o meu destaque é o papel do médico do sono que entra nesse cenário para corroborar e para solidificar o diagnóstico desses pacientes. Para que a gente possa se distribuir para os nossos colegas. Olha, eu preciso de um psicólogo, eu preciso de uma fona terapia em adjuvância, eu preciso do dentista em adjuvância, eu preciso da físio terapia. Então, aqui fica o papel do médico. E claro, essa rede de apoio que nós temos hoje, tantos profissionais, essa interdisciplinaridade que tanja aí o paciente dos seus diversos distúrbios do sono. Daniel, acho que é realmente importante lembrar essa questão da multidisciplinaridade mesmo. Como tem, tem especificidades diferentes envolvidas do tratamento do sono. E claro, o neuro tratando, então, mais às vezes, das insôneas, algumas medicações, o pneu, ajudando, às vezes, no ajuste, o otorrino fazendo, então, uma abordagem geral, cirúrgica. E aí, entrando bem na parte da otorrino mesmo, na nossa especialidade, o que é que, de doença, o otorrino larengológica, a gente encontra e quais elas estão mais relacionadas, então, mais essas alterações do padrão do sono. Olha, eu vou pedir para a gente me responder. Excelente, roro, nós, como o otorrinos, nós estamos com a facio queijo na mão, identificados as principais causas, uma das principais doenças do sono, que é a pinae do sono, como o bruno, situando anteriormente. Como o otorrinos, nós estamos pensando um pouquinho por idade, nós pensamos nas principais doenças do otorrino larengológicos. Nas crianças, claro, o hypertrophia de anomidaleana e a obstrução nas alcrônica por uma rinitima, com a sociadona hypertrophia de cornetos, é um dos principais, uma das principais alterações do otorrino, que podem causar alterações do sono. A gente sabe que essa obstrução da viera superior pode levar a fragmentação do sono, eventualmente a pinae, e isso carretam prejuízo e enorme para os nossos crianças, inclusive a trabalho, os que mostram, o que criaças que romcam, o que tem o sono fragmentado com o padrão do sono ruim, tem pior desempenho cognitivo e rendimento escolar, tem pior desempenho escolar, do que as criaças que não têm esse problema durante o sono, medido por nota. E uma vez operados, o estudo que a gente viu americano mostra que mesmo assim melhorar no sono é uma melhora do desempenho escolar, mas não atinge ao potencial que ela atingiria, caso não tivesse esse problema no sono, secundaram a obstrução da viera superior. Já nos adultos nós sempre pensamos principalmente no nariz, com o caso de obstrução nas alcronica, seria por desvi de septal, uma hypertrophia de cornetos inferior, uma poliposa nasal suciada re no sinusite crônica, remite alérgica ou o vasmotor, não alérgica, seja não controlada, tudo isso, pode levar fragmentação do sono que a gente sabe muito bem, reduz o sono profundo, o somente sonho M3, com redução da consolidação da memória, com a redução das funções cognitivas atuais do paciente. Para finalizar a apinea do sono, então romco, vou buscar o motor rino e o motor rino tem essa capacidade de avaliar um motivo principal do romco, que vai impactar na qualidade e eventualmente na quantidade do sono no caso de comisa, e como a gente sabe, a apinea do sono é a região colapsável, a região da faringe, região palatada, língua, piglova, enfim, óro faringe, então o motor rino tem acesso a essa região para poder para poder tratar das causas de apinea do sono. E ali eu posso só complementar uma coisa, você falou das crianças, tem alguns estudos da população pediátrica, bem desenhados, mostrando a função cognitiva, que muitas vezes quando quanto mais precoce nós somos, mais nós recuperamos a função cognitiva das crianças, então acho que fica aqui um alerta, uma dica, para que nós tenhamos esse centro crítico de avaliar aquelas crianças que já estão começando a ter suas disfonções cognitivas, e se porventura essa criança faz apinea e obstrutiva do sono e tiver naoçada do torrino, avaliar essa condição de perotofia, deonamidaleano, que nós cejamos em fáticos e fazer essas cirurgias nessas crianças, porque nós com certeza estamos sendo precoces para que a gente recupere de forma ainda mais assertiva essa condição de função cognitiva das crianças, então perfeita a sua observação quando fez essa distinção entre crianças e adultos. Excelente da nilo, e na nossa prática não raro recebo crianças que traam investigação do teia, que é o trastorno do espectro autista, porque é uma criança que tem prejuízo social, tem atrasos de envolvimento da fala, que eventualmente está relacionado em petrofia deonamidaleano, com crises de apinea presenciadas, não precisas fazer polis sonografia e identificar isso, e que quando você faz o tratamento adequado por a denotão selectomia, a criança tem um desempenho brutal e esse diagnóstico do trastorno do espectro autista deixado de nada, algumas chegam inclusive com avaliação de neuropicico pedagoga, fazendo já terapia ocupacional, fono, pensando nesses atrasos, atraso de linguagem, atraso cognitivo e só essas atrasões melhoram com a melhora do sono, totalmente eficaz, totalmente cirurgias nesses casos. Olha aí, também lembrando o TDAG, da mesma forma do teia, TDAG, hoje, déficit atenção em operatividade, absolutamente relacionado nas crianças com déficit e alteração de sono, vai linkar um pouquinho com a pergunta da graça, né, Grazie? - Exatamente, isso é, a gente está falando da parte otorrínular e engológica, mas eu acho que as mídias sociais entraram muito nisso, o excesso do uso do tela, nas crianças, esses três, como isso vai afetar a qualidade de vida do sono da nilo, você pode nos falar, comentar sobre isso? - Então, Grazie, são vários estudos que têm sido desenvolvidos para avaliar essa condição, né, a tela, o uso de trelas frequente, o grande problema e o grande impacto é porque a luz azul emitida por estes dispositivos é extremamente estimulante para um sistema nervoso central, e além do que o conteúdo que é estas crianças ou os próprios adolescentes adquirem, também isso prejudica na condição do sono, né, se imagina que eu estou vendo um filme de ação, um filme de luta, isso obviamente se transpõe para uma qualidade de sono pior, então os estudos têm demonstrado exatamente isso, que o abuso de telas tem feito com que as crianças têm tido maior fragmentação do sono e aumento da latência pro sono, ou seja, essas crianças demoram mais para dormir, e se a gente começar a colocar, que existem também os adolescentes que já têm a tendência de maior vez pertinho e dágo, o que a gente está falando? Está falando de privação de sono, estamos falando num prejuízo cognitivo, importantíssimo para essa população, quer dizer, a criança e o adolescente durante o dia não vão render de forma satisfatória, e aí começam aqueles prejuízos que a gente costuma observar para os nossos pacientes, porque a gente precisa de uma intervenção de um psicopreda-gogo, a gente precisa de uma intervenção multidisciplinar, os pais são chamados para dizer, olha, essa criança não está atentas atividades, não está desenvolvendo como deveria, não está desenvolvendo as atividades com as outras crianças da mesma facetária, isso é extremamente preocupante, então isso faz com que a gente tenha que avaliar na essência o que está de fato acontecendo, e muitas vezes são esses usos abusivos de tela que a gente tem visto ali, em todas as faixas etárias. Depois de uma pergunta relacionada a essa questão do uso de tela e dessa nossa dificuldade, às vezes de insonso, eu perguntei um pouquinho daqueles wearables smartwops e da horror ring, e dessas novidades que a gente tem, que acabam sendo dispositivos que nos ajudam, então a monitorar um pouquinho da nossa saúde, tem hoje até os índices de glicemia, então a frequência cardíaca, a questão do ronco, da quantidade de sono, queria que vocês falassem um pouquinho desses dispositivos inicialmente, e aí depois eu quero linkar um pouquinho as novas descobertas científicas que podem nos ajudar tão bem nessa nossa nova era aí do sono, queria que os três falassem do que sabem dessas novidades aí e dessas descobertas. Essa é uma pergunta extremamente importante, porque nós hoje estamos inundados, da alta tecnologia, cada vez surge em novos relógios, novos dispositivos para se aferir o sono, nós temos que ter muito cuidado com isso, ainda a correlação com o que nós temos de padrão ouro, que é a qual é sonografia do tipo um, ainda é muito baixa quando se diz respeito aos estágios do sono, porque esses dispositivos sejam o anel, seja o relógio, costumam dizer óleo, você tá fazendo tanto de sono profundo, tanto de sono reen, né, a questão é que esses dispositivos trabalham com algoritmo, eles têm uma premissa daquilo que deve acontecer, ou seja, eu faço mais sono reen, a segunda metade da noite, eu faço mais sono não reen, na primeira metade da noite, então ele trabalha com essa história do algoritmo, o kit se tem de bastante correlação, os trabalhos mostram isso, os trabalhos de validação mostram isso, é com o tempo total de sono, porque esses dispositivos, os relógios, especialmente, são como se fosse um acelerômetro, então eles conseguem avaliar bem quando a pessoa se coloca no leito e está reposada e quando ela começou a se mexer, então essa correlação com o tempo total de sono é uma correlação bastante fiel quando se faz a comparação com o poder de sonografia do tipo um, mas quando a gente diz respeito aos estágios do sono normalmente esses dispositivos subestima o sono profundo, subestima o sono reen e superestima o sono superficial, então a gente pode dizer isso para os nossos pacientes, olha você, não precisa se preocupar, provavelmente isso é uma limitação da própria metodologia que você tá utilizando, né, essa subestimação do sono profundo, agora eu não acho ruim que essas pessoas utilizem os relógios, até porque ela faz com que essas pessoas procurem a gente, então muitas vezes essas pessoas estão no nosso consultório para desmistificar esses entrasos que estes próprios dispositivos trazem para a gente, não sei se o Bruno compactua dessa ideia, com a experiência que ele tem no consultório, a lei também queria ouvir. Então, dali lo que você falou eu concordo lernamente e tem o efeito contrário também, eu tenho pacientes que utilizam esses relógios aí, que são aquelas pessoas que têm o excesso de preocupação com a saúde, isso acaba causando uma paranoia no indivíduo, então fica um controle excessivo também, tem esse lado, eu concordo com você que pelo menos o indivíduo passou a se preocupar com o sono, então ele te questiona tudo isso, traz ele a uma preocupação, mas isso pode também causar ansiedade, olha, eu não fiz o sono profundo, então tem esses dois lados da moeda aí, eu acho importante a gente falar assim, os wots, herbos, todos esses, essas monitorizações que a gente tem, ainda não tem uma validação para a gente iniciar um tratamento, apontar risco cardiovascular, a gente que trabalha em sono, a gente sabe que tem uma previsão aí em 8 anos, a gente vai ter uma correlação muito maior, porque a gente está em um dado de financiamento, de pesquisas de empresas, com dispositivos junto com poli sonografia, para melhorar os algoritmos e melhorar essa identificação, atualmente a gente pode pensar em aplicativos que medem o ronco, então eles são importantes para pessoas que moram sozinhos ou que o parceiro dorme muito bem, para a gente verificar como é que está o ronco, eles são indícios de que está tendo algum problema, então esses aplicativos são interessantes, a gente tem aplicativos para exercícios mil faciais, isso quando a gente pensa em tratamento adjuvante, com folha terapia, tem aplicativos que funcionam muito bem com isso, com a artigrafia, a acelerômetro que o Danilo falou, então correlacionam com o tempo total de sono, eu acho que o momento que a gente tá é um momento de transformação, um momento de cuidado, sim, eles estão cada vez melhores, estão trazendo cada vez mais informações importantes, mas ainda a gente ainda não pode pensar em diagnóstico, ou em tratamento, ou em controle de um tratamento baseado nesses dispositivos, então acho que esse é o principal recado que a gente tem, como assim, que a gente utiliza na prática clínica, aplicativos para medir o ronco, aplicativos que podem ser adjuvantes em um tratamento de apiné com exercícios mil faciais, e para controle de tempo total de sono, sim acho isso interessante, quando a gente pensa em aplicativos ou ergos ou odes, estamos falando em monitorizações simplificadas de sono, que isso a gente pode falar um pouco mais pra frente, né, Alexandre? E Bruno, deixa eu só fazer uma complementação em relação ao que você trouxe pra gente, a vantagem destes dispositivos, se ainda existe nessa condição de que a gente vai evoluir com estes algoritmos, é de que nós conseguimos avaliar de forma seriada, mais de uma noite, essa seria a vantagem, por exemplo, quando nós fazemos a comparação, como a polícia onografia do tipo 1, que obviamente ainda é o padrão ouro, mas muitos pacientes existem que acham que naquela noite especificamente não conseguiram dormir bem, tiveram alguma intercorrencia, e aí eu já aproveito pra falar das monitorizações portatens, que é o que nós conhecemos como polícia onografia do tipo 3 e do tipo 4, que faz um parte do nosso arsenal diagnóstico, também pra avaliar estes pacientes, né, então a gente tem a polícia onografia do tipo 3, que é chamada cara de o respiratoria, avali a eminentemente os pacientes com alta probabilidade de terem a pinaio obstrutiva do sono, e com a vantagem também, de que esse paciente pode avaliar mais de uma noite, pra que a gente tire aquela condição de uma polícia onografia do tipo 1 não ter trazido a informação suficiente, avaliar essa condição da variabilidade, quando eu tenho mais de uma monitorização, isso faz todo o sentido hoje, nós estamos avaliando também a oximetria, a chamada polícia onografia do tipo 4, a polícia onografia do tipo 4 na minha concepção vem nesse mesmo encontro, avaliar a alta probabilidade de um indivíduo ter a pinaio obstrutiva do sono acompanhar um tratamento, isso eu acho válido, hoje, por exemplo, um paciente que faz aparelho integral pode avaliar com a sua oximetria desde que eles sejam desaturador na sua polícia onografia de base, mas ele pode avaliar se a condição de que o dentista tá dando pra ele, de avanços, pode estar fazendo com que essa oximetria também esteja cidando de forma adequada, outra, o próprio uso do CPAP, nem todos os CPAPs, tem o dispositivo de oximetria, então a gente pode fazer com que esse paciente alugue uma oximetria pra avaliar que, além de ele vencer o índice de apinaio popinés, quer dizer, ele tá reduzindo as apinaias, as hipopinés, ele também está reduzindo por concomitância a destaturação da oximoglovina, então eu vejo com bons olhos essas monitorizações, no sentido de que a gente pode ter mais substrato, pra que a gente possa avaliar no consultório de uma forma mais acertiva, mais certeira estes pacientes, e aproveitando o danilo gancho bem rápido, é que você falou interessante, porque às vezes o paciente tem uma apinaia de sono, tem uma doença pulmonar com o comitante, e o CPAP ele abre a faringe, mas não necessariamente melhora a destaturação, e aí fazer uma monitorização com oximetria com uso do CPAP pode guiar, por exemplo, o pneumo, a verificar estratamento durante a noite e outra coisa, por exemplo, tem pacientes, por exemplo, que só dorme de brúso, por exemplo, em decúpito ventral, e apólio de sonografia tradicional, tanto domicilhar como tipo um tipo 2, você não consegue dormir de brúso, então às vezes você usar uma monitorização portátil do tipo 4 como oxímetro, naquela noite, pra simular, realmente no antivícido indivíduo de setura, é uma boa ferramenta que a gente pode vender entre o do arsenal, e, portanto, a gente saber as limitações do exame, pra saber indicar e interpretar os resultados, a própria apólio de sonografia do tipo 1, muitas vezes faz com que o paciente se coloque mais em posição supina, não é verdade, e pode estar super estimada, porque ele ficou a noite toda virada de barriga pra cima, uma vez que assinta os monitores que ficam ali na região do torrex, o coloque em numa posição mais virada de barriga pra cima, quer dizer, quando você tem essa possibilidade de fazer em casa, seja como uma monitorização do tipo 3 ou do tipo 4, a gente dá pra isso indivíduo maiores condições de diversas posições, o que pode caracterizar de forma mais fiel o sonor desse paciente, Bruno, perfeita, observação. estou adorando a nossa conversa, nós falamos do papel do Torrinho e não falamos dessas novas tecnologias, e agora vamos tentar encerrar aqui e pedir para o alentrar e falar um pouquinho sobre as orientações que a gente pode fazer ao público geral em relação a melhor do nosso padrão do sono, o que a campanha quer atingir com esse público, o que a gente pode deixar de orientação pra isso. o graça excelente, uma excelente maneira de fechar a nossa real quest, o que a nossa campanha tem como objetivo é fazer do sono, da saúde do sono, uma prioridade para o próprio paciente, claro, claro, profissional médico também, mas de maneira geral, uma boa maneira de melhorar a padrão do sono é fazer a engenha do sono, que são orientações que podem ser dados pra 100% da população. primeiro, uma ter uma rotina regular de sono, tenta dormir e acordar mais ou menos no mesmo horário todos os dias, segundo tem um ambiente confortável pra dormir, um drago cirro, um confortável, um roupa de cama, um sofá, um temperatura mena, a gente sabe que o filme da toninha inagem, melhor por volta de 20 graus, 18 graus, então o calor agora, atualmente estamos vendo onda de calor no Brasil todo, o sono tem sido muito desconfortável pra todos, um quarto escuro, escuro, silencioso, evita estimular antes de dormir, a gente sabe que nicotina, algo, claro, café, são substâncias estimulantes que podem ter ferido durante o sono, como Daniel falou mais cedo, limitar uso de eletrônico pra antes de dormir, a luz azul emitida por esse eletrônico, pelas telas, pode interferir no sono, pode ativar o cérebro, inibia produção de melatonina, então deve ser evitado pelo menos de 30 a 60 minutos antes, praticar atividades mais relaxantes antes de dormir. Meditação, leitura, um banho morna, evitar refeições pesadas, evitar refeições copiosas antes de dormir, a última refeição mais volumosa, então 2 a 3 horas antes de dormir. Evitei exercícios físicos estenuantes antes antes de dormir, pelo menos 4 a 6 horas, a gente sabe que a ativação simpática pelo exercício físico estenuante pode inibir solo, evitar coxidos prolongados ou não dormir durante o dia, a pessoa que dorme muito depois ao moso faz uma siesta prolongada também, claro, pode interferir no sono, uma coisa muito importante que acontece nos nossos dias de hoje é usar a cama pra dormir, no sentido de não levar trabalho pra cama, não levar leptope, notebook, não levar o celular, não ficar assistir um TV na cama, pra criar uma suceção para o cérebro, que a cama é lugar de dormir, não é lugar de trabalhar. A gerencial estresa a cidade, você tiver com muitos pensamentos negativos, as vezes algo do trabalho, o estudo, que está te incomodando, eventualmente a gente ter recomenda fazer um diário, escreve seus pensamentos, pra deixar eles no diário e não os levar pra cama, evitar olhar pro relógio durante a noite ou até mesmo não ter relógio durante a noite, você gera uma ansiedade desnecessária, o que pode criar mais ansiedade e dificultar ao retorno o sono. E por fim, se você tiver tido problemas do sono com dificuldades, procurar um médico torno-lourengologista, estar capacitado adequadamente pra te orientar em relação ao sono. Muito bom. Infelizmente, nosso tempo está se esgotando e eu queria agradecer a presença de todos vocês. Antes de eu solicitar os agradecimentos, eu vou pedir para os nossos ouvintes, que possam conhecer um pouco mais sobre a suceção brasileira de o Torrini, cirurgia-serve-facial, através do site, aborrelccf.org.br. A lei é nossos agradecimentos finais. Bom, grazo. Eu queria agradecer o convite, agradecer a Roberta também, excelentes fuzos. Danilo e Bruno sempre há amigos do sono, excelente brainstorming feita aqui hoje. Agradecer e para amenizar a bola por todas as campanhas realizadas e agradecer o ouvinte por ter despendido tempo pra nos escutar e deixar o recado pra todos pra fazer da saúde do sono uma prioridade. Até a próxima. Bruno! Nosso demais, o convite da bol, Roberta, Braseela, Alexandre, Danilo, um prazer muito grande, está falando sobre o sono. Hoje a gente sabe que, dentre os médicos que trabalham com o sono, o Torrino é a maioria. Então, os pacientes nos procuram e a gente não pode fugir dessa responsabilidade. Então, vamos assumir, tratar nos pacientes e agradeço demais do convite e a iniciativa da bolho, RL Equeste, que eu sou ouvinte, sou um fan. Muito obrigado. Danilo? Eu também queria agradecer, dizer que foi uma honra participar e elogiar a Graseela, Roberta, pela condução. E elogiar meus amigos, Alexandre, Bruno, mais uma vez, nos juntos, embuídos aí numa causa nobre, que é levantar a bandeira do sono e levantar a bandeira do o Torrino e trata o sono dos nossos pacientes. Eu queria elogiar especialmente a bolho, que está sempre a frente, pra encampar importantes temas como este, que é o dia mundial do sono, um dia extremamente relevante, importante, pra toda a literatura mundial. Então, o meu muito obrigado e desejando a todos que nos ouvem um feliz sono, um feliz dia mundial do sono. É isso aí, pessoal. Eu queria agradecer muito a participação de vocês, a participação dos nossos ouvintes, esses nossos convidados tão especiais, né, Grase, que falaram de tanta coisa importante, tanta informação esclarecedora. Enfim, faça da saúde do sono uma prioridade, eu acho que é uma coisa muito importante da gente lembrar. E fazer com que essa campanha do sono fique cada vez mais forte aí com a ajuda da bolho, fazendo então a divulgação desses conteúdos, desses materiais tão incríveis. Eu queria convidá-lo também para os próximos, ou a reliqueis em breve, aí serão divulgados as nossas plataformas de streaming. Pessoal, obrigada, pera o veloz em breve. Até lá! [MÚSICA DE FUNDO]
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