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Episódio 1: Onde está o assassino do quarto 3416?

38m 31s

Episódio 1: Onde está o assassino do quarto 3416?

Este episódio detalha a investigação do homicídio do jornalista português Carlos Castro, de 65 anos, ocorrido em janeiro de 2011 no quarto 3416 do Hotel Intercontinental, em Times Square, Nova Iorque. O detetive Ricardo Yanis, da unidade de cena de crime, documenta o local caótico com 145 fotografias, uma digitalização panorâmica e um desenho à mão, recolhendo 93 provas, incluindo documentos, roupas e sapatos espalhados. O corpo da vítima é encontrado no chão, perto da janela. O principal suspeito é Renato Seabra, um jovem português de 21 anos, com quem Carlos mantinha uma relação. Após o crime, Renato foge do hotel, mas é localizado no hospital Roosevelt, onde deu entrada com cortes superficiais nos pulsos e em estado de agitação psiquiátrica. Diagnosticado com transtorno bipolar, recusa colaborar e é sedado à força, sendo transferido para o hospital Bellevue. A investigação revela que a relação entre os dois durou apenas 85 dias, incluindo três viagens, e que Carlos havia presenteado Renato com roupas de grife, como um terno Versace. A polícia apreende os pertences de Renato, incluindo dinheiro retirado da carteira da vítima. O episódio baseia-se em milhares de páginas do processo judicial, incluindo relatórios policiais, interrogatórios e transcrições do julgamento, para reconstituir os eventos antes, durante e depois do crime.

Transcription

4345 Words, 25071 Characters

Portuguese
Este episódio contém descrições de violência que algumas pessoas podem considerar perturbadoras. A Itadana é. Ricardo Yanis faz parte da CSU, a unidade de investigação de cenas de crime da Polícia de Nova Iorque. É destativo e perido forenço. Chegou ao quarto 3.400 e 16 do hotel intercontinental com outro gente. São 10 e 40 de noite, 17 de janeiro de 2011. É uma sexta-feira. E esta era 20 minutos de fim de untura um dia e toares. Mas houve um amicídio neste hotel de luxo junto a Time Square. E o cenário dentro do quarto é demasiado caótico. Ricardo Yanis só vai parar de trabalhar dentro de 16 horas, já no início da tarde de sábado. E, entretanto, ainda vai ter de chamar reforços. O detetivo veste o fato branco de deputação, de cor binteiro, calças lubas. e entra na suite. Mas não começa imediatamente a recolher e ticitar irmãs de nervostígios e provas. Faz uma inspeção para eliminar o local. E, a seguir, regista o que vem na cena do crime. Para evitar erros, é obrigatório fazer isto de 3 formas diferentes. Primeiro, é preciso fotografar tudo. No interior do quarto e da casa do banho, tira 145 fotografias. São imagens que mostram como os lençóis foram, pacialmente, arrancados do colchão. Como acrotões de crédito e documentos de viagem em cima da cama. E peças de roupa, tualhas e sapatos espalhados por todo o lado. As fotos documentam uma a uma, as provas que mais tarde vão de ser analisadas e processadas em laboratório. A seguir, é necessário fazer uma digitalização panorâmica. Uma espécie de fotografia de 360 graus do local. O objetivo é cristalizar a cena do crime. Com uma câmera especial de alta resolução, capaz de cobrir todos os ângulos do quarto e da casa do banho. E dar uma visão geral do cenário com que os agentes da polícia de Nova Iorque se depararam. E no final, ainda é preciso traçar a mão, um juboso do local, onde serão as inhaladas nos locais certos e mediante um código numérico, todas as provas recolhidas. O detetivo e a aní se escreve que o desenho que faz com uma caneta não está a escala. O quarto tem quase 18 metros quadrados, sem contar com a casa do banho. É uma se suí de superior no ano de minutinho piso do hotel, convista para os arreneacéis de Manhattan. Há uma cama de casal, duas mesas de capoeira, uma poltrona, uma pequena mesa de centro, duas secretárias, um ropeiro e um apoio para depositar a bagagem. O corpo da vítima está cair no chão, de barriga para cima, junto à janela. Entre uma das secretárias e a mesa de centro. Nos bolso há 93 anotações, que correspondem ao número de provas e vestígios recolhidos. Há sem que espalhado por todo o quarto. Só dois dos vestígios não são identificados com as iniciais do detetivo Ricardo Yanis e con números. As duas provas mais choquantes daquela àtode violência, são assinaladas. Com o X. Desde que Carlos Castro e Renate se abresqueçaram e estivaram juntos pela primeira vez no quarto e hotel no porto. Até um momento em que um deles foi encontrado morto no quarto e hotel em Nova Iorque. Passaram apenas 85 dias. Mendes de três meses completos. Ao longo desse tempo, Carlos e Renate fizeram três viagens aos tranjeiros. As duas primeiras foram mais curtas, primeiro balonres, depois a Madrid. A última revolou-se longa demais. Este devia ter sido 10-5 de 18 dias numa viagem que incluiu a passagem de Ani e Times Square. Mas alguma coisa correu-te rivelmente mal. Resta saber como e por quê? Para fazer a reconstituição de tudo que aconteceu antes, durante e depois do crime, tivemos acesso aos ficheres do processo judicial, aberto pelo Ministério Público Nova Iorque. São milhares de páginas de notas manuscritas, relatórios policiais, interrogatórios, registres clínicos, mensagens escritas, comunicações de rádio, fotografias e vídeos. E ainda a transcrição integral das sessões do julgamento de Renate se abra no final de 2012. Juntos, todos estes ficheres permitem reconstituir ao detalhe, o que aconteceu desde um momento em que Carlos Castro e Renate se abra, não era o porto de New York, na tarde de dia 29 de dezembro de 2010. Permita em também perceber por que motivos o cornista social de 65 anos e o aspirante a modelo de 21 se conheceram e como decidiram estabelecer uma relação. E mostram como Renate se abra, foi julgado num tribunal de Júri e a Nova Iorque. Estes são os bastidores nunca revelados, de investigação. [Música] Os ficheres do caso de Carlos Castro é uma série para ouvirem seis episódios que faz parte do spotcast plése do observador. E, por mim, Joana Santos, com bandas sonora original de julio-resente. E, episódio 1, onde está o assassino do quarto 3.416. [Música] Muda tudo. Muda histórias, muda caminhos, na estrada, também as colhas que fazem a diferença. A Gamelétrica-quia tem cinco modelos, com opções para todos os tilos de condição e momentos da vida. Uma nova forma de avançar com liberdade e mais de 6 anos que o ómptil de autonomia. Gamelétrica-quia e elétricos sanitímetros. [Música] É um dia muito diste de noite para gastar aqui, aqui, em contas contra o hotel de intercontinental. Seguramente, o descoberto de gasto de um lugar entre o 34º do hotel e o polícia believed que era o homem que estava com o víctima, que era responsável. [Música] Por esta altura, no exterior do hotel intercontinental, a 4 minutos apede Time Square, começam a mutuar-se os redes em shop. Os portares prontos para os entrevistar e entrar em direto nos noticiairos locais. Eu. Toa jornalista aqui no Estados Unidos, já havia 20 e pouco anos, houve duas pessoas do nosso robô acenamento, e um cidade direto também com ambos. No dia anterior, e que notaram até alguns atritos, digamos assim, entre ambos. No partido, um momento em que é conhecida a situação, prontos muito bem, entramos logo em idiotamente em contato e começamos a fazer o acompanhamento direto. Riquidurais é português, mas vive no Estados Unidos desde 1994. Escreve para o luso americano, o principal jornal da comunidade portuguesa no país. Está em Newwork quando a notícia, e põe-se imediatamente a caminho do hotel intercontinental. A todos dias, crime em Nova Iorque. A todos dias, morte em Nova Iorque. Mas não necessariamente acontecem num área restrita como o Time Square, que é uma área figura, que é uma área onde tudo acontece, mas nada acontece dessa magnitude. Um amicídio na zona mais turística e central de Nova Iorque não é habitual. Um crime em volver portugueses também não. Mas pouco depois de riquidureios conseguir se chegar ao outro lado do Rio Hudson, as autoridades já têm uma certeza. O suspeito da morte do português Carlos Castro é o português Renado Sehabra. Estavam ambos instalados no quarto 3.400 e 16 do Intercontinental há 10 dias. Se chegaram na tarde de 29 de dezembro deviam ficar até dia 15 de janeiro. Nessa noite tinham bilhete sem primeira classe no voo da Continental Airlines para Lisboa, apuram rapidamente os detetivos. Mas por algum motivo que seben também, essa viagem de regresso foi indiciada, justamente na manhã do dia do crime. Antes da hora de almoço, o hotel recebeu um email a informar que os óspedos do 3.400 e 16 afinal só iam ficar mais duas noitos e não as oito que estavam marcadas. Carlos Castro e Renado Sehabra iam voltar para Portugal dentro de dois dias no domingo. Agora, menos de 12 horas depois, Carlos Castro está morto e Renado Sehabra desaparecido. A Polícia pede para ver as imagens de vídeo à vigilância do hotel. As câmeras do lobby apanharam num às 6 e 25 da tarde, de fato completo e gravata, a sair calmamente para a rua, onde, entretanto, tinha começado a anunfar. Através das portas de vidro, sou é possível perceber que vira a direita. Em direção, a oitava avenida. Renado tem 21 anos. Carlos tinha feito 65 em outubro. Os tablois americanos assumem desde as primeiras horas que ambos mantem uma relação e utilizam uma expressão que está longe de ser inocente. Não títelo disso, estás a perceber, ou seja, utiliza determinologia, um crime de onde nova e orque, se calhar ninguém liga. O Sugar Daddy, está a perceber toda a gente vai fazer uma connotação. Sugar Daddy, a expressão serve para identificar um homem mais velho, condenhar ele poder, que mantém uma relação como parceiro substancialmente mais novo e paga todas as despesas. O caso é um escândalo instantâneo. E isso vai revelar-se útil para a polícia, que tem de conseguir encontrar Renado-Ciabra numa cidade com mais de 1 milhão e meito pessoas. É urgente a panháluo, antes que consiga fugir de Manhattan. Numa comunicação via radio, um dos agentes local da informação exácentral sobre o caso. No Código da Polícia, é um D.O.A. de Adon Arival. Foi encontrado um muerto a chegada das autoridades. O agente faz a descrição física de um homem que foi visto no hotel. O possível suspeito. Os detalhes são anotados pela telefonista no papel, para depois serem transmitidos a todas as unidades da polícia. É um homem de origem espânica, possivelmente branco. O nome é Sam Erie Aron. Tem um metro e 90 de altura. Está a usar um fato preto com uma gravata rocha brinhante. Quase ao mesmo tempo, as televisões emitirem direto à porta do hotel. Começam a exbir uma fotografia que a Polícia de Nova York retirou do perfil de Facebook de Gnácia Abre. É verdade, Jodi. A gente tem uma foto de um telefone detectivo. Esse é o homem que queria ver aqui no hotel intercontinental. Esse aqui é um modelo de salto. Ele se atingiu ao hotel intercontinental na 29 dezembro de 65 anos. É um muito bom nome de Portuguese journalist. O nome é Ronaldo Siabra. Ele é um modelo email. Ele é inserido. Ele é apenas 20 anos. Ele é mais forte, com um bale de bale de bale. A Polícia faz um poster com a cara de Renate Siabra e a palavra procura-se. A fotografia é fixada na escuadra de Times Square e enviada para todas as patrulhas na cidade, para a Polícia da autoridade portuária de New York e para a Alfândega dos Estados Unidos. São analisadas as imagens das câmbas de trânsito e há agentes à procura do suspeito na sessão de metrido com boio nos cais de onde saiu os ferris para New Jersey ou Long Island e até nos hospitais. Mas não há uma única pista. Renate Siabra, um jovem de 21 anos sem cadastro, que nunca antes tinha visitado Nova York e ao que tudo indica, não tem quase que ir contáculos na cidade. Conseguiu desaparecer. Passam alguns minutos das 11 da noite, quando as autoridades recebem uma chamada. É um taxista, que diz ter informações sobre o caso do Atel in Times Square. Conta a central da Polícia, que por volta da sete da tarde, estava a espera de clientes na fila de taxis junto à Penn Station, a cerca de um quilômetro do Atel Intercontinental. Um homem entrou no carro, mas em vez de ocupar o banco traseiro, sentou a solar de delo. O taxista estrenhou, mas não ficou propriamente incomodado. Quando os taxis em Nova York desde 1988, trabalha de segunda a sábado em turnos de 12 horas, desde 5 a 5. Já viu de tudo. Disaplicia que o passageiro era um cavaleiro. Estava bem vestido, de fato completo e gravata. Foi educado, mas parecia um pouco nervoso. O taxista reparou que ele tinha 100 secos nas mãos. Conta que ele pediu que o leváçam ao hospital e depois reforçou. É um bom hospital. Nessa altura, o motorista perguntou se estava tudo bem ou se precisava de uma amulância, mas o cavaleiro não respondeu. O taxista decidiu transportá-lo para o Roosevelt, na zona oeste da cidade. Era um 15 minutos de caminho. O passageiro, que falava inglês com alguma dificuldade e sotá-que estrangeiro, seguiu calado. A dada altura, o bal pusiu qualquer coisa. O taxista só conseguiu perceber a palavra "mei". Ao longo da viagem, o passageiro interagiu com ela apenas mais duas vezes. Primeiro, pediu-lhe que se intonizassem as notícias na radio. Depois, perguntou onde é que a cidade nova e orque de tava o lixo. O motorista diz que a pergunta ele perceu tão estranho e desprequisitada. Ele respondeu apenas. Não sei. Quando chegaram ao destino, o cliente voltou a falar. Diz só taxista que centrar-se com ele no hospital e o ajudasse, lidaria mais 100 dólares além do preso da viagem. Agora, ao telefone com a polícia, o taxista conta que recusou o dinheiro e que o acompanhou mesmo assim até ao serviço de urgências. Falou com um segurança e explicou-lhe. Este senhor precisa de ajuda. Depois voltou a pegar no carro e continuou a trabalhar. Era um 11 horas quando fez uma pausa para jantar e ouviu-las notícias do crime. Deixe-te alugar para dar o alerta. Mais ou menos há mesmo hora, a central de polícia recebe outro chamado. É uma enfermeira. Explica que se teve até há pouco tempo de turno nas urgências do hospital Roosevelt. E revela que por volta da 7 e meia da noite, deu entrada no serviço, um jovem que corresponda a descrição do suspeito do crínio do hotel intercontinental. Não tenha certeza se aí-lo ou não, mas está de fato preto e gravar a roja. O tato extranjero e é lindo. Foi internado com os pulsos cortados. Richard Tirelli está na brigada de homicídios de Manhattan Sul há pouco mais de 6 anos, mas é polícia há quase 29. E é o detetivo encarregado do homicídio no hotel intercontinental. Quando o taxista e a enfermeira ligam para a escuadra, o detetivo Tirelli já saiu do 4.3.416. Agora está a fazer uma ronda pelos hotéis mais próximos. Mostrou a fotografia de Renate Seabra ao gerente do Mil de Fort Plaza. A 2 minutos a pé não estava avenida, mas sem sucesso. E também já fiz um mesmo no Westin, 140 metros abaixo. O chefe de segurança do hotel também não reconheceu o supeito. Mas uma busca no sistema revelou que Renate Seabra e Carlos Castro tinham chegado a fazer uma reserva naquela hotel de 5 estrelas. De 30 de dezembro, a 3 de janeiro. Depois cancelaram. O detetivo Tirelli é informado pela escuadra de que receberam o telefonema relevante do hospital Bruce Velt, um 68 no código policial. O supeito foi encontrado. Prichar Tirelli arranca para o hospital. Por esta altura, Renate Seabra já está a quase 4 horas. São 72 quando é assistida na triagem por uma enfermeira. Pesebe-se que tem cortes em ambos os pulsos, recusa a dizer o que aconteceu. Não faz sentido quando se fala com ele. Pode ler-se na ficha clínica. Perto das 10 de noite, os médicos avançam um primeiro dia de nostico. Os cortes nos pulsos são superficiais e não inspiram coedados. Mas o paciente está a ter um episódio humano e equabudo e tem de ser encaminhado para o serviço de urgência psiquiátrica. O relatório assinado por um dos médicos assistentes às 21 e 55 descreve. O paciente insista em tocar nos funcionários do serviço de urgência psiquiátrica, dizendo que pode mudar as pessoas autocalas. Mas tirando isso não demonstra comportamento violento. Dá para perceber que Renate se abra com o cliente e é capaz de comunicar em inglês. Aliás, em inglês que anunciia ter poder sobrenaturais. Mas questionado pelos médicos, recusa colaborar. Renate se abra com o seu nome e se já estava internado em outras ocasiões. Pergunte-me como fez aqueles cortes nos pulsos. Pergunte-me com quem vive. E pergunte-me-me-se tem família nova e orque. Renate se abra não diz uma palavra. Nem mesmo quando os médicos conseguem encontrar alguém que falo português. No telefone o tradutor impervisado repete as perguntas dos médicos. Mas o resultado é o mesmo. Renate se abra, leste no relatório, continua inquieto, agitado e citado. Acusa os médicos de estaria tentar controlar e não responde a uma única pergunta. Os testes álcool e drogas são negativos. A decisão do corpo clínico está tomada. O doente encontra, sátualmente, mas e há desorganizado para funcionar de forma adequada ou cuidar de si próprio se tiver alta. O que necessita de internamento ir de lontário e de destabilização psiquiátrica aguda. Renate se abra, vai ter de ser internado e vai ter de ser medicado. O tradutor informa o disso mesmo e dá-lhe duas opções. O que pode acertar a decisão dos médicos e tomar os comprimidos? Ou pode recusar? E aí? Vai ter de ser medicado à força. Renate se abra, não aceita. Minutes depois, é injetado por via intramuscular contra as substâncias diferentes. Um antipsychótico, um ancialítico e ainda um antistaminico. Que compre uma dupla função. Reforça o efeito da cedação e provina os efeitos secundários provocados pelos outros dois medicamentos. E finalmente, a calma. A meia no Itaí 45, quando o médico responsável preencha um novo relatório, o detete e petire ela e já está no hospital. Explica que Renate se abra, é o principal suspeito de um brutal crime de homicídio e exige. Ele tem de um interrogar imediatamente. O pessoal do hospital responde que não é possível. O paciente foi cedado e está em observação. Não tem condições para falar com ninguém. E há mais. Quando eu entrada nas urgências, Renate se abra estava numa crise de mania. O médico de serviço acaba de eu diagnosticar com um transtorno bipolar. Uma doença psiquiátrica que se caracteriza por variações acentuadas de humor. Está prestes a ser transferido. Para o outro hospital. Enliz boa a referência é o Joliu de Matos. No Porto, uma galhã enzlemmos. E a Inman Hatten, o Bellevue. É um hospital no Centro de Nova Iorque. Onde todos os doentes ou presos com qualquer possibilidade de exceção ao Foro Psiquiátrico eram levados. Para além de ser o hospital público mais antigo dos Estados Unidos, para os novas iorquinos, explica o jornalista Riquidurens, Bellevue é a sinônio de hospital psiquiátrico. E nesta altura é também a única unidade em toda a cidade, com uma aula regional para reclusos do sexo masculino. Não sei se é prática como neste momento, na altura 15 anos atrás, portanto, qualquer crime contido por alguém, com conexões do Foro Psiquiátrico, o Bellevue, que era o hospital, normalmente era recebia-se de tidos, doentes, como quer chamando. Em vez de levar em o detetivo de tirar ele ao quarto de português, os funcionários do hospital Roosevelt entregam-o em dois grandes sacos de plástico. Naquela noite, estes dois sacos são tudo aquilo que a Polícia de Nova Iorque vai ter de Renate Sébra. Entre eles estão os objetos pessoais do supeito do homicídio de Carlos Castro. No primeiro há uma carteira preta, um molho de chaves e uma série de documentos. Passa porte, carta de condição, cartões da universidade, do básicate pol, da pechina municipal, o multibanco e o paz. Tudo em nome de Renate Sébra. E ainda uma quantia considerável de dinheiro, 1647 dólares e 85 euros, que terão sido retirados da carteira de Carlos Castro após o crime. No outro saco, estão as roupas de Renate Sébra, entretanto, trocadas por uma bata de hospital. Um casaco, um parte calça e uma camisa, os três pretos, os três da marca Versace Collection. E uma gravata rocha, um cinto preto, um boxers Calvin Klein, um parte Tennis também Versace e um sobretudo cinzento marca purificação garcia. A investigação há de revelar que todas estas peças, no valor de me ar de euros, foram presentes oferecidos ao supeito de Levítima. O sobretudo cinzento, bem quente, que Renate usou durante toda a viagem à Nova Iorque, foi comprado em Madrid, um mês antes do crime. E o fato preto que o supeito estava a usar quando eu entrada no hospital, só foi posto na mala de viagem por influência de Carlos Castro. O Carlos disse-me para trazer um fato para uma ocasião especial e eu ainda não tinha usado. Atentar o próprio Renate Sébra ao psiquiatra contratado pela defesa. depois concluído. Esta era uma casinha especial. "Hi, Eric. Good morning, all the investigation continues "into what led up to the brutal killing of the Portuguese journals. "And as you said, cops confirm the person of interest is here in custody "at Bellevue Hospital." "That man 20-year-old Ronaldo C. Bra is in police custody "here at Bellevue Hospital behind." Passava pouco destres de madrugada. Quando Ronaldo se abra escoó a hospital de Bellevue, por essa altura, os detalhes do amicído de Carlos Castro já tinham sido tornados públicos. Mas a autópcia só vai acontecer durante a manhã desde sábado. A médica legista responsável pelo Isem não esteve na cena do crime. Tem 10 anos de experiência no gabinete de medicina legal de Nova Iorque. Está preparada. Teva cessa um relatório de uma especialista onde se leque a vítima foi mutilada e muito provavelmente te vou a esquerdo arrancado. Quando abre o saco onde está o corpo, a primeira coisa que lhe capta a atenção é uma quantidade enorme de pedaços de vidro. A vítima tem face, pescoço, axilas, braços, peito e tronco coberto e gravados de fragmentos. A pedaços de vidro nas chados de sangue que chegam aos 5 centímetros e outros mais pequenos. Recolhar alguns para mais tarde enviar para o laboratório e depois passa para análise das inúmeras lusões internas e externas que o cadáver apresenta. Quando horas mais tarde escrever o relatório da autópcia, a médica legista vai concluir que Carlos Castro terá morrido perto das cinco e meia da tarde, de sete de janeiro de 2011 e vai determinar a causa da morte. Lusões por impacto contundente na cabeça e com pressões no pescoço. O coronista social foi brutalmente agredido, com um monitor de computador daí os fragmentos de vidro, com uma garrafa de vínio e com pelo menos dois pares de tênis diferentes. O que resultou num traumatismo craniano grave, de fratura unariz e deixou com vários cortes, escoriações, edemas e morrigias na face e na cabeça. Tenho os olhos muito inchados e traumatizados. Mas ao contrário do que a médica legista enviada a cena do crimeus que eu vou pensar, o olho esquerdo não foi arrancar. A responsável do autopsy confirma que Carlos Castro foi mutilado, sim, mas não na face. Os testículos da vítima foram removidos com um saca roles mentalico. Foram encontrados em dois cítios diferentes no chão do quarto. São as duas provas que o detetivo Richard Tirelli identificou com o aletra X nos bocetas cena do crime. Quando essa mutilação aconteceu, assinala as especialistas no relatório, ainda havia circulação sanguínea no corpo, o que significa que a vítima, muito provavelmente, estaria inconsciente, mas viva. Inovitávelmente, a morte de Carlos Castro é classificada com homicídio. A 11 e meia da noite sábado dia 8 de janeiro de 2011, Renate Síabra é acusado do crime de homicídio em segundo grau. Fica de tido no décimo non-piso do hospital de Belleville, numa unidade psiquiátrica de internamento de segurança máxima. O advogado que a família de Renate Síabra contrata para o defender chamas David Tougar. É conhecido por defender causas perdidas e aceitar casos difíceis. É sócio de um escritor e concedem em Manhattan e tem fama de ser um litigante duro. No site da Peluso em Tougar, lese que já representou clientes acusados de um vasto espetro de conduta criminal, incluindo pessoas acusadas de crimes de colher em branco, crimes de rua violentos e conspirações envolvendo narcóticos. Nos primeiros quatro anos de carreira fez trabalho pro bono. Agora, escreve a imprensa, cobrará a R$ 750 por hora. É David Tougar, quem vai falar em nome de burguido, na primeira audiência no Supremo Tribunal de Manhattan, em fevereiro de 2011. A sessão serve para a leitura e formalização da acusação. Renate Síabra está acentado ao lado do advogado, alesmado e vestido com o fato de uma calcularanja que é usado por todos os prisioneiros. Mantenha sempre a cabeça baixa. Os jovens perguntam como se declara o reo. O advogado David Tougar levanta-se da cadeira e responde. Not guilty. O reo declara-se inocente. Renate Síabra é imediatamente levado de volta ao hospital. Nos dias seguintes, vai falar recorrentemente sobre homossexibilidade como demonio. Vai dizer que é um mensageiro de Deus e que tem poderes especiais. E vai jurar que pode curar as pessoas com cidadas apenas com um toque. Mas essa é uma história para o próximo episódio. O observador tentou falar com o pai, a mãe, a irmã, com o antigo e o atual advogado e com o próprio Renate Síabra, e aceitou-se em entrevistado. No próximo episódio. A vió pinhou-se completamente isso, porque a gente havia essa praça pública de dizer o Carlos Carseão Vibre. Foi ele, provocou-se tudo isto. A vió pinhou-se de dizer o contrário. O Renate queria se aproveitar só o máximo e quando percebeu que não dava, pra deu a cabeça e não era gay e foi neste caminho. O doente apresentou a comportamento inocuado, e as graus profissionais se podia tocar-los. Mais tarde, saiu do quarto de espírito apesar das tentativas de orientação. Apenas um em cada mil casos recorre esta defesa. E desse, apenas um em cada quatro é bem sustido. Ou seja, a aproximadamente um em cada quatro mil casos. Os ficheres do caso de Carlos Castro. É uma série para ouvir em seis episódios que faz parte dos podcasts plus do observador. É narrada por mim, Joana Santos, com banda sonora original de Julio Resende. O guião e as entrevistas são de Tania Pereirinha. A sonoplastia e o desenho de som são de Bernardo Almeida. O design gráfico é de Miguel Ferrazo Cabral. A edição é de João Santos Duarte e Tania Pereirinha. A coordenação é de Miguel Pinheiro, Filmen Amartinhos, Pedro Jorge Castro, Ricardo Consissão e Sara Antônus de Oliveira. Podcast Plus do Observador. É mais do que o Podcast. Os podcasts plus do observador têm o apoio de que é.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio descreve a investigação do homicídio de Carlos Castro, um jornalista português de 65 anos, no quarto 3416 do Hotel Intercontinental, em Times Square, Nova Iorque, em janeiro de 201
  2. O detetive Ricardo Yanis, da unidade de cena de crime (CSU), documenta meticulosamente o local com fotografias, digitalização 360° e um desenho à mão, recolhendo 93 provas.
  3. O principal suspeito é Renato Seabra, um jovem português de 21 anos, aspirante a modelo, que mantinha uma relação com a vítima.
  4. Após o crime, Renato Seabra desaparece do hotel, mas é localizado no hospital Roosevelt, onde deu entrada com cortes nos pulsos e em estado de crise psiquiátrica.
  5. No hospital, Renato é diagnosticado com transtorno bipolar, recusa colaborar e é sedado à força, sendo posteriormente transferido para o hospital Bellevue, unidade psiquiátrica para reclusos.
  6. A investigação revela que a relação entre Carlos e Renato durou apenas 85 dias, incluindo três viagens ao estrangeiro, e que a vítima havia presenteado o suspeito com roupas de grife.

Summary:

Este episódio detalha a investigação do homicídio do jornalista português Carlos Castro, de 65 anos, ocorrido em janeiro de 2011 no quarto 3416 do Hotel Intercontinental, em Times Square, Nova Iorque. O detetive Ricardo Yanis, da unidade de cena de crime, documenta o local caótico com 145 fotografias, uma digitalização panorâmica e um desenho à mão, recolhendo 93 provas, incluindo documentos, roupas e sapatos espalhados. O corpo da vítima é encontrado no chão, perto da janela.

O principal suspeito é Renato Seabra, um jovem português de 21 anos, com quem Carlos mantinha uma relação. Após o crime, Renato foge do hotel, mas é localizado no hospital Roosevelt, onde deu entrada com cortes superficiais nos pulsos e em estado de agitação psiquiátrica. Diagnosticado com transtorno bipolar, recusa colaborar e é sedado à força, sendo transferido para o hospital Bellevue.

A investigação revela que a relação entre os dois durou apenas 85 dias, incluindo três viagens, e que Carlos havia presenteado Renato com roupas de grife, como um terno Versace. A polícia apreende os pertences de Renato, incluindo dinheiro retirado da carteira da vítima. O episódio baseia-se em milhares de páginas do processo judicial, incluindo relatórios policiais, interrogatórios e transcrições do julgamento, para reconstituir os eventos antes, durante e depois do crime.

FAQs

Ocorreu um homicídio brutal, com o corpo da vítima, Carlos Castro, encontrado no chão perto da janela. O cenário era caótico, com provas espalhadas, incluindo roupas, documentos e 93 anotações de vestígios.

A vítima era Carlos Castro, um jornalista português de 65 anos. O suspeito principal era Renate Seabra, um jovem de 21 anos que mantinha uma relação com ele.

O detetive Ricardo Yanis fotografou tudo (145 fotos), fez uma digitalização panorâmica de 360 graus e desenhou um esboço manual do local, registrando todas as provas com códigos numéricos.

Ele foi encontrado no hospital Roosevelt, onde deu entrada com cortes superficiais nos pulsos e em estado de crise psiquiátrica. Foi sedado e transferido para o Bellevue Hospital.

Os médicos diagnosticaram um transtorno bipolar e o consideraram desorganizado para cuidar de si mesmo. Ele recusou medicação voluntária e foi sedado à força.

Uma carteira com documentos (passaporte, cartões), 1.647 dólares e 85 euros, além de roupas de marcas caras como Versace Collection, todas presentes da vítima.

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