Tässä transkriptiossa puhuja käsittelee laajasti pahuuden käsitettä teologisesta, filosofisesta ja yhteiskunnallisesta näkökulmasta. Aluksi hän mainitsee perustaneensa Shopify-alustalla toimivan pyöräilyvarusteyrityksen, joka mahdollistaa liiketoiminnan ilman teknistä osaamista. Tämän jälkeen hän siirtyy syvälliseen analyysiin pahuuden eri muodoista: mahdollinen paha, radikaali paha (väistämätön ja juurtunut ihmisluontoon), instrumentaalinen paha (paha keinona päämäärään) ja diabolinen paha (paha, josta tulee luonnollista). Hän viittaa Raamatun syntiinlankeemuskertomukseen, Paavalin kirjeisiin ja Kantin moraalifilosofiaan. Keskeiseksi nousee Hannah Arendtin teoria pahuuden banaalisuudesta, jossa Adolf Eichmannin kaltainen tavallinen ihminen tekee pahaa kriittisen ajattelun puutteessa. Puhuja varoittaa, että kuka tahansa voi langeta tähän, ellei käytä omaa arvostelukykyään. Ratkaisuksi hän esittää yhteiskunnallisia instituutioita ja kontrollimekanismeja, jotka hillitsevät pahuutta, sekä henkisyyttä ja yhteyttä jumalalliseen, joka auttaa ihmistä ylittämään oman rajallisuutensa ja väistämättömän pahuuden. Lopuksi hän kehottaa osallistumaan julkiseen keskusteluun ja vahvistamaan yhteisöllisiä rakenteita.
Pierustin pyöräilyvää teitä valmistavan ornotin vuonna 2013. Mielestäni parasta Shopify saan se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista. Voimme hallinoida yrityksen taustajaristeelle mien ja front-endia sekä myydä verkossa, vaivatta. Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, sollisimielestäni itse polkupyörä. Sillä asiat hoidetaan ja meidän liiketoiminta me hoituu Shopify'sssä. Aloita ilmainen kokeilu, Shopify piste komsi vustolla. [Musiikkia] Eu souberi Renekovits, et kohleelä, on myöä kestää. Stavuusin ferjä, ja onkoin vauksia, että on 1234. T Weekly 8 March 18 - Cafe Samaa - 2020 revenues mulleausaskorivon r KAE - Melit 18 - 19 Tämä on tullut valmiin, että järjestelmässä on tullut valmiin, mutta se on tullut valmiin, mutta se on tullut valmiin,
Existencial, completamente diferente. O comer da árvore e do conhecimento do bem e do mal pode ser interpretado teologicamente com a propriaça da prerogativa de decidir o que é bem o que é mal. Não é que ao comer da árvore e do conhecimento do bem e do mal a criatura de queer conhecimento ou a de queer conhecia consciência do bem e do mal. Não é isso? Porque se a criatura não tem consciência de bem e mal ao comer não pode ser julgada por ter comida. O comer da árvore e do conhecimento do bem e do mal é tomar nas mãos a prerogativa de definir o que é mal as espensas da relação com o criador. Se eu como da árvore e da vida eu me ligo diretamente a fonte da vida e na linguagem, na lógica do entendimento ali. Eu me ligo a fonte da. Eu me ligo ao criador e passo a conviver com o mal possível, mas sem trazer para a realidade o mal que é possível. Eu tenho o mal possível, mas ele não é real. Da mesma forma que no criador, o mal é possível, mas ele não é real. Comer da árvore da vida é vincular o meu criador e passar a conviver com a possibilidade do mal, mas sem a realidade do mal. Agora, quando eu como da árvore e do conhecimento do bem e do mal, eu tomo para a minha prerogativa e eu digo para o criador, eu não preciso dessa fonte de vida porque eu tenho vida em mim. Isto é, eu faço a opção por mim. Isso que depois. Nós vamos chamar de pecado original. Não é um ato moral, é um ato ontológico. É uma questão ontológica, é uma questão de ser, de condição de ser, de natureza do ser, de opção de ser. Não é um ato de desobediência. É um ato em que a criatura diz, eu não preciso do criador para me sustentar na existência e não preciso do criador para definir o meu caminho entre o bem e o mal. Eu defino. Em linguagem, mais simples, é a criatura fazendo a opção por si. Isso viria ser o pecado original. A criatura escolha a si mesma e das costas ao criador. E isso é um ato de alto afirmação do ser. E esse ser, que só é porque recebe do criador a condição de ser, ao romper com o criador que lhe dá a condição de ser, mergulha de maneira inexorável na sua finitude e na sua mortalidade. Nesse momento o mal deixa de ser possível se torna real, concreto. E os teólogos e os filósofos depois, e aí podemos até chegar em Kant, que a ranairete conversa muito com Kant, vai discutir teologia moral ou filosofia moral com o pensamento do Kant. Quando essa criatura mergulha na sua finitude e na sua mortalidade, ela não comeu dar vole da vida. Ela mergulhou aqui. O mal se torna real, é que a teologia vai dizer que o mal, ele não é apenas possível, mas o mal é radical. Radical, porque, porque agora ele faz parte de mim, ele está entranhado na minha natureza. O mal não é só uma possibilidade. Ele é uma radicalidade e mais do que isso, ele se torna inevitável. O mal radical é o mal inevitável. Se a criatura convivia com a possibilidade, ela poderia fazer o mal, mas não necessariamente, agora com essa segunda dimensão do mal, o mal radical, ela não pode evitar o mal. Ela caiu na finitude. Ela caiu na limitação. Ela se torna escrava desse mal. Ela é na visão do Santo Agostinho, e aqui parêntese. A gente está falando da maneira como salvo de tarso, vai ler o mito dos gênesis, e da maneira como Santo Agostinho vai ler o próprio salvo de tarso. Como é que o salvo de tarso, após o pallo, vai ler esse mal, ele diz, "Miserável, homem que sou". "O bem que eu quero fazer, eu não faço. O mal que eu não quero, eu faço. E se eu faço, o mal que não quero, já não sou eu quem faz, mas o pecado que habita em mim". É o mal, enraizado em mim, que me leva a fazer o mal. É essa leitura que o Santo Agostinho vai dizer, "que na sua queda, o ser humano perde o controle sobre si e perde o controle sobre a sua vontade". E a partir de então, livre arbitrio, é uma expressão que não faz o menor sentido. O mal radical é o mal do ser criado e quedado, caído. É o mal radical. Aí a gente entra no terceiro mal, porque a gente tem o mal radical. A gente diz, "eu quero fazer o bem, não consigo. Não quero fazer o mal, mas acabo fazendo. Já prometi 10 vezes que eu não ia te sacaneir de novo. Não quero fazer o mal". Então, o que eu faço? Eu começo a justificar para mim mesmo. O mal que eu pratico. E eu começo a dar finalidade justa ao mal. E aí eu chego na minha terceira dimensão do mal, que é o mal instrumental. É o mal como meio para chegar num fim. É o mal com cálculo. É o mal com argumentação. É o mal quase com virtude. Ou é um mal necessário. Infelizmente para chegar onde eu quero chegar, eu na condição de ser quedado, numa realidade de contingência tocada pela finitura e pela queda, não tenho como evitar o mal. Então infelizmente eu vou ter que praticar o mal contra você e me desculpe. Se fosse possível, eu chegar no mesmo objetivo que pretendo chegar. Sem praticar o mal, eu chegaria. Mas não é possível. Nós estamos na contingência, nós estamos na finitura, nós estamos numa realidade, novamente, teologicamente observando, nós estamos numa realidade quedada, raída, em que o mal está enraizado. Não dá para viver. Então, num mundo ou numa realidade, não ideal, não dá para a gente viver de maneira ideal. Então, eu vou praticar o mal e vou pedir desculpas, inclusive, às vezes. Eu vou tentar não praticar, vou tentar praticar menos. Mas para defender os meus fins, eu vou acabar praticando o mal. E outra, essa é a inteligência, por exemplo, do cante, que ele vai dizer o seguinte, que o mal é a subordinação da opção por si, não, é a subordinação, é a subordinação da lei, a opção por si. É entre respeitar o certo, o justo, e fazer o bem. E cuidar de mim, eu vou sempre cuidar de mim. Quando eu tiver que escolher, entre mim e você, quem eu vou escolher, a mim mesmo, sempre. Porque, se um dia eu tive que escolher, entre mim e o criador, e escolhi eu mesmo. Se acha que diante de você eu vou escolher você, não eu. Então, a nossa condição humana acaba sendo essa. A gente faz isso de maneira polida, a gente faz isso de maneira justificada, a gente faz isso com maneira cheia de argumentação. Mas quando a gente tem que escolher entre o bem pessoal, egocêntrico, egouíntista, próprio, inclusive com as nossas próprias definições do que vem a ser bem, nós escolhemos sempre o nosso bem, o nosso e dos nossos. Esse é o mal instrumental. Esse é o mal com finalidade. Esse é o mal calculado. Contra esse mal, inclusive, de vez em quando a gente luta. A gente não quer fazer isso. É o Paulo lá dizendo, "Bem, que eu quero, eu não faço, o mal que eu não quero, esse eu acabo fazendo, eu luto para não fazer, mas acabo fazendo." O mal instrumental, ele está muito bem exemplificado com a palavra do sumo sacerdote Caifás, quando diante do sinédero, que é o tribunal religioso do judaísmo, dia então, dos dias de Jesus, Caifás se levanta e diz o seguinte. Esse Jesus que pretende ser o Messias, está se tornando,
popular demais. Ele está conquistando o coração de muita gente. Isso vai dar ruim. Quando o imperador romano ficar sabendo que há um mesias popular numa colônia romana, é o governador, o preposto do imperador, não fez nada, o imperador vai passar o serol no mesias, no povo do mesias, mas vai passar o serol também no governador romano em você, pilatos. Então tem a famosa frase de caifás. É melhor que morra um só homem do que toda uma nação ao mal instrumental. Pode ser, até poderia ser, sabe, lá estou agora conjecturando, que o caifás até gostasse do tal Jesus de Nazaré. Faz por eu gosto de você, então nada contra você, mas convém com o amigo, que é melhor morrer só você do que todo mundo. Está vendo o mal instrumental? É o mal inevitável. Tem pior do que isso, tem, que é a quarta de alinsão do mal, que é o mal diabólico, é o mal absoluto. Estou dialogando com o cantibastáculo, acho que eu li bastante que o cantibas da tal da ranairent. Ele diz assim que a santidade é a convergência entre o dever e a vontade. Quando o que é justo, o que é certo, o que é bom, o que é bem, e é aquilo que eu devo fazer, coincide com o que eu quero fazer, e aquilo que eu devo fazer, eu faço, não porque devo, mas porque é uma expressão de mim, então por que você não mente? Não, porque esse é a minha mulher me pegamento indo, eu estou ferrado, se eu fisco me pegamento indo, eu estou ferrado, se a polícia federal me pegamento indo, eu estou ferrado. Então, aqui não tem virtude, mas quando eu digo, porque você não mente, não me entendi, não me entendi, não me entendi, não me entendi, não me entendi, não é uma expressão do que eu sou. Aí tem virtude. É a ação justa como expressão do ser, não como imposição do dever. O oposto se faz verdadeiro, é o mal praticado a partir de uma condição de existência tão maligna que fazer o mal é tão natural ao que o pratica quanto tussire natural para o tuberculoso, ou quanto a laranja é natural para a laranjeira, quer dizer, o mal absoluto, o mal diabólico é esse mal que é praticado cometido e ele veio nessa espiral de decida, de decadência, em que o mal possível se torna mal radical, de radical ele se torna instrumental e eu instrumentalizo tanto a prática do mal em que de tal maneira que não apenas o mal que eu pratico é deletério, para a minha realidade, para você, para o Brasil, para o mundo, para você, lá quem, o mal ele passa a ser deletério para mim mesmo, ele me altera, ele altera a minha estrutura de ser, de tal maneira que em algum momento praticar o mal me é absolutamente natural, esse é o mal absoluto, é a prática do mal me degenerou tanto que eu não apenas pratico o mal, eu sou malvado, então a gente chega em 1961, a Estman Rana Arendt, seu bloquinho de notas, e a Luliano para a cara do sujeito, e aqui toda a nossa examenagem, a imaginação, a Arendt diz o seguinte, isso não é mal radical, isso não se explica pelo mal instrumental e não se explica pelo mal absoluto, porque o grande problema de Rana Arendt que ela levanta para nós é que Aixman não é um demônio, não é um monstro, não é um desumano, Aixman é na linguagem da Rana Arendt, um sujeito comum, é uma pessoa comum, ela diz, eu não estou diante de um demônio, eu não estou diante de um monstro, ela diz, o mal monstruoso não foi feito por um monstro, foi feito por um homem banal, mediuque, por um burocrata, por um sujeito que praticou o mal e nem se deu conta de que estava praticando o mal, não é que ele julgou o que estava fazendo, muito embora ele vai justificar que ele faz como cumprimento do dever, dando uma sugestão de que ele pensou sobre o que ele estava fazendo, mas não, o que a Rana Arendt percebe, é que ele pratica o mal sem ter refletido sobre o mal que estava praticando, ele faz no piloto automático, não é que ele julgou o que aquilo era mal e mesmo assim escolheu praticar o mal, não é que ele tinha uma finalidade para o mal que estava praticando, se o nazismo tinha, se o Hitler tinha, se aquele horror todo tinha uma finalidade, é mal instrumental, se a solução final do nazismo é mal instrumental, em a xma não é mal instrumental, é o que a Rana Arendt vai dizer, é um cara banal, é um cara como daí a banalidade do mal, não é mal que é banal, a maneira como o mal foi praticado é que é banal, a maneira banal disse praticar o mal, é a banalidade do mal, essa maneira de de de praticar o mal sem, sem nem passar pela consciência e pela subjetividade de quem pratica o mal, uma reflexão sobre bem mal, é o é o seguir no flux e no flow, a gente usa essa expressão, o Maria vai com as outras, a gente muito recentemente usa o no Brasil, a figura do gado, o a xma, é um avanpremer da Tia dos Ápias, o a xma ele é um para ninfo dessa galera que que replica, que transfere mensagem, que fake news, aí a gente entende como é que a gente tem uma sociedade que é anti vacina e que acredita que é ter replanar, e o que é sustador nisso que a rana arente vai falar, e ela usa essa expressão, que essa constatação é apavorante de o a xma ser uma pessoa, ela usa a seguinte expressão, a xma é terrível e assustadoramente comum, ela diz não tem malignidade n ele, não tem maldade n ele, tem banalidade n ele, e ela diz isso que essa constatação de de que o mal pode ser praticado com essa banalidade é tão apavorante quanto o próprio mal praticado, porque agora essa pessoa que vai praticar esse mal de maneira banal é seu vizinho, sua tia, sua cunhada, é o pastor da sua igreja que você acha que é um homem de bem, ele inclusive cuida do pete dele, ele tem a netinha dele, que ele gosta dela, ele cuida, ele ama, mas é um nazista, é um assassino, como por exemplo aconteceu na ditadura militar que no Brasil, e eu falo isso com pesar e dor no coração, de um capitão de exército que entrava na sala para torturar um prisioneiro político, e no intervalo da tortura ele evangelizava o sujeito falava de Jesus, batendo, né, esse sujeito que ele sai de uma sala de tortura, e ele põe um termo em uma gravata e ele vai para a igreja batista no domingo, ou ele sai do culto de domingo da igreja batista e ele vai quemimar negros numa árvore, e ele põe um capuz branco queima os preto na árvore e volta no domingo, o seguinte, ele vai buscar o neto dele na escola e você conversa com ele na porta da escola, o nome dele é Adolf Asman,
E isso é muito assustador. Essa noção de que. E aí eu descordo da rana arente, Adriana, quando ela fala, né? Ela é um despedilicência para descordar da rana arente, né? Mas é o questão de respeito pela rana arente, por você. É. A rana arente diz assim, "Não, não é todo mundo que pode, não é todo mundo sim." Você também. Eu também, porque essa é sua cunhada, pode? Por que você não pode? O que você é melhor do que ela? Por que você é melhor do que seu avô? Que era nazista? Seu bizavô, que era nazista? Seu bizavô que era dono de escravo. Por que você é melhor do que ele? Por que que hoje você se incomoda com a questão da escravização? Se o seu patrimônio familiar foi construído com escravo? Seu bizavô? E por que seu bizavô tinha escravo? Porque não é a época do seu bizavô, tudo não tinha escravo. Ele deu sorte de não ser escravo. Ou escravizado, ele deu sorte de seu dono, do escravizado. Ele não pensou. E aí a rana arente olharia por meu bizavô, e diria assim, "Você é um homem banal, que faz o que todo mundo faz, que normaliza o mal, que todo mundo faz e você não faz juízo crítico." E aí é que está a grande contribuição da arente, que diz isso, que esse mal banal, ele é praticado porque ou por quem? Porque não pensa criticamente, porque a abriu mão da sua inalienável e intransferível responsabilidade para com a vida, a começar da responsabilidade para consigo mesmo e com o seu semelhante. Abriu mão disso. E nesse sentido, abriu mão da sua própria humanidade talvez. Se tornou banal. Se tornou banal. Não pensar. Porque o máximo da nossa capacidade de pensar é o juízo crítico. Não me pensar apenas. O grande lance da nossa capacidade de pensar não é a gente ter ideia. A minha netinha de quatro anos é uma linda, ela é de vez em quando vem para mim, e ele assim, "Vou votar uma ideia." A questão, não é se ela teve uma ideia, ela tem ideias. A questão é se ela consegue enxergar que ela está no mundo em que não somente ela tem ideias. A questão é se ela consegue fazer juízo de valor das ideias. A questão é se ela consegue colocar as ideias, as outras ideias em diálogo. A questão é se ela consegue fazer com quem é todas as ideias em diálogo, façam uma avaliação crítica da realidade onde ela vive, para que ela possa tomar decisões de tal maneira que ela não seja uma mulher banal praticando um mal, sem se dar conta da banalidade do mal. Bom, termino. Eu acho duas coisas para a gente sair disso. É que infelizmente a gente tem que concordar com os mecanismos sociais do controle. Infelizmente, o nosso amigo Robb estava certo. O que nós gostaríamos é que o ideal bíblico de todo ser humano guiado pela sua própria consciência vai concorrer para o bem comum. Isso é uma utopia. Então isso não existe. Então a gente faz defesa de direitos humanos, a gente tem tribunal, a gente tem lei, a gente tem legislação, a gente tem educação, a gente vai criando ambientes coletivos para que esse ser humano, que o Jumau liém raizado, esse ser humano viciado instrumentalizar o mal, esse ser humano com potencial de de generação, ele encontra no coletivo um ambiente que pode atenuar a maldade que ele é capaz de fazer e de colocá-lo num caminho de bem coletivo. Então, sim, nós temos que levantar bandeiras e fazer piquetes e ir para rua e para a arena pública debater, para a gente construir uma sociedade onde os mecanismos de controle funcionem e que as instituições que favoreçam o coletivo sejam fortalecidas e não solapadas. Principalmente, desculpa a expressão, também, precisa de desculpa, mas só educado. Só idiota, quer concentração de poder na mão de uma pessoa só, de um grupo só, de um partido só, só um imbecil, não entendeu ainda que o poder precisa ser coletivo e precisa estar em disputa constante e que todo o poder concentrado na mão de um só vai resultar numa ação tirânica e maldosa, uma ligna e diabólica e destrutiva. E a segunda coisa que eu penso para encerrar mesmo é que como é que a gente supera esse mal do possível, para o radical, para o instrumental, para o que nos deje era a ponto de fazer parte da nossa própria condição de ser e nos tornar malvados? Como é que a gente supera isso? Eu disse que ia puxar a brasa para minha sardinha. Então sozinho a gente não supera. O ser humano acreditar que supera o seu mal é o mesmo que acreditar que é capaz de levantar-se do chão puxando-se pelos cabelos. Então vem uma outra mão que me ergue do chão ou eu vou ficar preso ao chão. Eu não consigo me arrancar da minha condição e nisso a espiritualidade é o caminho. Não é da alta transcendência, é da transcendência. Nisso as tradições de espiritualidades estão gritando, ou vocês comem da árvore da vida ou vocês vão continuar escravizados, enraizados e presos nesse mundo e nessa contingência e nessa condição humana onde o mal é inevitável. Ou vocês comem da árvore da vida ou é apocalipsional para vocês. A experiência, a experiência de espiritualidade, a experiência de conexão com o divino. Qualquer que seja o seu divino? Agora é claro que eu tenho o meu, mas tem que ser uma outra mão, tem que ser um poder que não é o humano, porque o humano que fez a opção por si, doce na sua afinitude e na sua mortalidade, é comer da árvore da vida que nos leva para fora desse lugar. Muito obrigado boa noite. Espero que esse episódio tenha sido útil para você, tenha despertado a sua reflexão, tenha acrescentado na sua reflexão. Eu desejo muito que a gente se encontre eventualmente no Tucarena nessa temporada de 2024. Fique atento nas nossas mídias sociais, nas nossas redes que nós vamos divulgar os encontros mensais de espiritualidade que realizamos junto com o laboratório de política, comportamento imídeo da Fundação São Paulo, da PUC, São Paulo. Eu sou Ed Henne Kvitz e correleu é o meu podcast.
Podcast Summary
Key Points:
Puhuja perusti pyöräilyvarusteita valmistavan yrityksen Shopify-alustalle vuonna 2013, korostaen sen helppoutta ilman teknistä osaamista.
Puhuja käsittelee pahuuden teologiaa ja filosofiaa, jakamalla sen neljään ulottuvuuteen: mahdollinen paha, radikaali paha, instrumentaalinen paha ja diabolinen paha.
Hannah Arendtin "pahuuden banaalisuus" -käsite esitellään Adolf Eichmannin esimerkin kautta, jossa paha tehdään ajattelematta kriittisesti.
Puhuja korostaa kollektiivisten instituutioiden ja kontrollimekanismien tärkeyttä pahuuden hillitsemisessä.
Henkisyys ja yhteys jumalalliseen nähdään ainoana keinona ylittää inhimillinen pahuus ja sen väistämättömyys.
Summary:
Tässä transkriptiossa puhuja käsittelee laajasti pahuuden käsitettä teologisesta, filosofisesta ja yhteiskunnallisesta näkökulmasta. Aluksi hän mainitsee perustaneensa Shopify-alustalla toimivan pyöräilyvarusteyrityksen, joka mahdollistaa liiketoiminnan ilman teknistä osaamista. Tämän jälkeen hän siirtyy syvälliseen analyysiin pahuuden eri muodoista: mahdollinen paha, radikaali paha (väistämätön ja juurtunut ihmisluontoon), instrumentaalinen paha (paha keinona päämäärään) ja diabolinen paha (paha, josta tulee luonnollista).
Hän viittaa Raamatun syntiinlankeemuskertomukseen, Paavalin kirjeisiin ja Kantin moraalifilosofiaan. Keskeiseksi nousee Hannah Arendtin teoria pahuuden banaalisuudesta, jossa Adolf Eichmannin kaltainen tavallinen ihminen tekee pahaa kriittisen ajattelun puutteessa. Puhuja varoittaa, että kuka tahansa voi langeta tähän, ellei käytä omaa arvostelukykyään.
Ratkaisuksi hän esittää yhteiskunnallisia instituutioita ja kontrollimekanismeja, jotka hillitsevät pahuutta, sekä henkisyyttä ja yhteyttä jumalalliseen, joka auttaa ihmistä ylittämään oman rajallisuutensa ja väistämättömän pahuuden. Lopuksi hän kehottaa osallistumaan julkiseen keskusteluun ja vahvistamaan yhteisöllisiä rakenteita.
FAQs
Perustin yritykseni vuonna 2013.
Parasta on, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista ja hallinnoida yritystä helposti verkon kautta.
Shopify on kuin polkupyörä: se hoitaa asiat ja liiketoimintamme sujuu sen avulla.
Se tarkoittaa, että paha voidaan tehdä ilman syvällistä harkintaa, kuten Adolf Eichmann teki, ollen tavallinen byrokraatti.
Paha kehittyy mahdollisesta radikaaliksi, kun se juurtuu ihmisen luontoon ja tulee väistämättömäksi.
Välineellinen paha on paha, jota käytetään keinona saavuttaa päämäärä, usein perustellen sitä välttämättömäksi.
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