Go back

EP171: Driving the Future of Mobility: A transformação digital da Volkswagen Financial Services

52m 14s

EP171: Driving the Future of Mobility: A transformação digital da Volkswagen Financial Services

O episódio do podcast da AWS Brasil apresenta uma conversa com Alberto da Volkswagen Financial Services (VWFS), acompanhado por representantes da AWS. A VWFS passou por uma significativa transformação digital, deixando de ser um banco tradicional de financiamento de veículos da montadora para se tornar uma plataforma financeira de mobilidade, oferecendo produtos diversificados, como financiamento multimarca, gestão de frota e soluções baseadas em assinatura. Esse movimento exige uma modernização tecnológica urgente, com foco na migração para a nuvem para ganhar escalabilidade e na utilização de dados e IA para personalizar a experiência do cliente. Alberto destaca que a escolha da AWS como parceira estratégica foi baseada em três pilares principais: o profundo engajamento da AWS em compreender os desafios específicos do negócio da VWFS (adotando a cultura "Working Backwards"), a sintonia cultural em torno da inovação e, por fim, a excelência técnica e a abordagem agnóstica da AWS em relação a soluções como modelos de linguagem (LLMs). A conversa também explora a visão futura, que inclui aproveitar o potencial dos carros conectados e construir uma infraestrutura de dados robusta ("data-driven") para habilitar novos serviços na jornada de mobilidade.

Transcription

9456 Words, 52902 Characters

Portuguese
[Música] Bom dia, boa tarde, boa noite, sejam todos muito bem-vindos para o nosso maravilhoso podcast da AWS Brasil. Esse que você fala é "Leo Sicone". Se você não se lembra de mim, faz um tempo que eu no Particípio de Ninhon episódio. Já não sou perso-persona, não grata aqui o Thiagão, ele não me chama faz bastante tempo. Estou bem chateado com você, tá Thiagão? Duas três semanas, um tempo muito grande, eu gosto muito de participar com o Txesta da Blanse Brasil. Hoje a gente tá com o episódio super bacana, a gente tá aqui com o Alberto, o Alberto da Volkswagen, falei em show services da VWFS. Alberto, seja muito bem-vindo, obrigado pelo todo o tempo, obrigado por estar aqui conversando com a gente. A gente também tá aqui acompanhado do Carnaval, também recorso da AWS. Trabalho no time de serviços profissionais por frente do nosso services e a gente também tá acompanhado no Wagner Oquida, Wagner trabalha com a parte de tecnologia, a parte de test-cordes, números. Então vocês quiserem saber o homem do dinheiro, o homem que controla o meu povo, é o Wagner Oquida. Então aqui a gente tá com uma turma, um time bem completinho pra conversar com vocês. Bom pelo que a gente começa com bom dia, boa tarde e boa noite, é só adiência, né? É isso, ó, é isso. Ele se coneça expectativa de ouvir isso, então manda lá. Bom dia, boa tarde e boa noite pra todos. Primeiro, obrigado pelo convite. O Carnaval a gente fala aí com bastante frequência, prazer em conhecer o Oquida e o Leo, e também, tá? Bom, sou Alberto Delgado, se é o da VWFS, a gente vai nem show services, meu prazer tá aqui, bater esse papo aqui com vocês, tá? Pois eu posso passar mais detalhe aqui sobre a VWFS. Prazer são, tá aqui com vocês, sou Flavgar Naval, trabalho direto aqui com o Alberto, várias coisas, né? Que não tiver conversar aqui durante nosso podcast. E o que ele dizia também, assim como o Leo, tô bastante chateado com o Thiagão também, viu? Eu pergunto que ele não tá aqui, segundo que ele não me convida pra vários podcasts, assim, adoro fazer, né? Mas estar aqui com vocês, viu, Leo? É um prazer grande, estar aqui com o Alberto também, uma configura fantástica, altíssima coisa, né? Pode ter que ter uma maravilhosa. Bom dia, boa tarde, boa noite, porque a audiência é grande, é o Wordwide, é um prazer estar aqui, de novo, no podcast, com a ilusia presença aqui do Alberto, então, primeiramente muito prazer, o Alberto, eu obrigado pela sua, seu tempo de, com saber pra nós aqui, e entendem um pouco mais aqui os desafios, né? Da onde tão, com relação a, a estratégia de tecnologia, ao mesmo tempo essa jornada, com cliente, transformação, da empresa, né? É bastante interessante, tem certeza que vai ser um podcast aqui que vai atrair muita, muito interesse. Vamos achar de bola, então antes de mais nada Alberto, queria te contar que eu sou cliente de vocês recentemente, troquei de carro, consegui, consegui realizar esse sonho, escolhi, avô, que os Vaggy e Fanech, vocês vão ver, VWFs pra, pra me apoiar nesse sonho, também conversando aqui antes da gente entrar no episódio, Vaggy não, você também é cliente, é isso? Também sou cliente e posso falar que a minha experiência de cliente tá sendo excelente, um serviço extremamente rápido, sem borocracia e funcionando muito bem, muito bem mesmo. E conseguiram tá chasero, vocês conseguiram por tá chasero também? O meu não deu tá chasero, mas tá bem próximo, foi o momento que eu peguei o carro, né? O meu consegui, estou muito feliz, olha que ali na negociação, não, aqui se você fizer assim, assim, a gente consegue tá chasero, aqui não foi música pelos meus ouvidos, falam que tá chasero, tá maravilhoso, tão realmente obrigado, tô bem contente também, tá tudo funcionando certinho, e eu queria te ouvir um pouquinho aberto, um pouquinho mais da VWFs, um pouquinho mais da história de vocês, pelo que você tava me contando aqui antes da gente começar a episódio, a gente tá falando a minha empresa de 70 anos que tá façando por uma transformação muito importante nesses últimos anos, queria te ouvir antes, um pouco de vocês, um pouco da essa história, um pouco de como tecnologia conecta com tudo isso. Bom, deixa eu antes até de entrar na história da VWFs, né? Eu queria só comentar, eu tô aqui há um ano, tá? Então, eu entrei aqui fevereiro do ano passado, e me encantei também com essa história que eu vou agora contar aqui um pouco, né? De olhar uma empresa com você comentou aqui com mais 70 anos, passou por um diversos etapas de transformação, mas eu vou ressaltar essa transformação mais recente, começou em 2019, né? Então até 2019, a VWFs elas se posicionava ainda com o nome de banco Volkswagen, né? Uma maneira muito focada na marca Volkswagen, então era praticamente um banco de montadora, você aí, eu congurei seu Volkswagen na funcionária, você tinha um banco ali aqui que financiava até o veículo, e de 19 pra cá isso se transformou completamente num negócio de mobilidade, o que isso quer dizer? Agora não é mais sobre a marca, somente, claro, Volkswagen é nosso, a gente chama hoje é um cliente pra gente, o nosso principais clientes do VWFs, mas a gente não financia só veículos da marca, a gente financia veículos, inclusive, multimarcas, veículos usados, caminhões, a gente tem gestão de frota corporativa, então imagina um negócio que sai de um banco de financiamento de veículos, pra de fato uma plataforma financeira de mobilidade, pra qualquer necessidade de produto financeiro que você tem, inclusive, produtos que são financeiros, porém desfarçados de assinatura, por exemplo, então você no fundo faz sua assinatura, é, sem ver, não, tenho o subrinho os meus que com 18 anos não tiraram um carta ainda, né? E na minha época, pois eu posso falar um pouco mais sobre a minha idade, com um dia 16 anos eu já estava querendo a carta, 18 anos primeiro dia. No dia que eu fiz 18, eu voltei do trabalho decido ponto de ôrimbus uns pontos antes, porque eu passava na frente de uma autoescola, no dia que eu fiz 18. Então você vai lembrar, você podia fazer a autoescola um pouquinho antes de fazer 18, talvez seja assim ainda, e aí com 18 anos eu passou uma semana, eu estava com a carta na mão, então assim, eu não consegui imaginar mas a gente tem que atender o cliente, né, se o cliente está se transformando, a gente tem que transformar junto, eu hoje tenho pessoas que estão preocupada realmente, eventualmente não ter o seu próprio carro, não olhar o carro como um bem de consumo e se apresentar com um meio de locomoção e estar tudo bem, a gente vai disponibilizar a ferro serviço para as pessoas, né? Então, com essa transformação de negócio, quando eu decidi vir para cá um ano atrás, eu fui poxa, olha a oportunidade que a gente tem em tecnologia aqui, né? Você olha ainda, né? Algumas oportunidades bastante relevantes, de modernizar toda essa tecnologia que atendia muito bem um banco de montadora, mas quando você olha um negócio multimarca com diversos produtos financeiros e não somente financiamento, tem oportunidades. E essa é até a provocação, né, é o que eu fiz aqui no começo nosso spot-pop um pouquinho antes de aqui detender a entrada, que é, eu acho que isso é o que eu queria deixar com primeira mensagem, né? Todo se aí eu tenho que olhar a modernização com algo constante, não é esperar o negócio se transformar e tentar entender para onde o negócio está indo e habilitar esse negócio, esse é o meu grande objetivo aqui dentro da vida para a festa, ser menos a área que entrega o que é pedido e quem sabe habilitar coisas que a própria empresa ainda não pediu. AWS tem histórias de sentido, né? Acho que vocês têm bastante histórias nesse caminho aí também. Eu acho que sim, né, carnaval? O que você tem para me falar de AWS, de modernização? Conta para mim essa que trabalha com certeza dos produtos financeiros. Muitas coisas, né? Diariamente a gente encara as situações em diversos nos clientes passando por esse tipo de processo de transformação, para estornar, para ver esse orbital, e interessar uma satisfação do cliente, uma personalização de produtos, desse documento, e mais de que isso, refetivamente, a gente proveira o cliente, a flexibilidade, o caminho, o roadmap necessário para que ele possa conseguir alcançar a questão de utilidade. E na Volkswagen financial services não foi diferente, né? Eu acredito que esse caminho de transformação digital era muito importante, né? Era algo até óbvio de se fazer, porque a empresa tem objetivos, o Roberto vai explicar um pouquinho esses objetivos, e a criação de um programa tão diferente, tão em funcionador, que traz tanta oportunidade, não somente para quem está dentro da Volkswagen financial service, mas para mim também para quem está fora. Porque um programa transformacional, que vai traivar assim muita oportunidade, crescimento, de conhecimento, adecução de crescimento, e vai construir um novo programa, uma empresa, uma nova fundação de uma empresa moderna, uma empresa que futuramente já é hoje, um ícone, já é hoje como vocês comentaram, que você é tentando fazer aquilo, uma empresa que já aproveira soluções de estimobibilidade, é para muitas pessoas como vocês comentaram, que também foi diferente também, e eu também já fui hoje, não sou, mas eu já fui cliente para mostrar a infraestrutura, vocês há algumas vezes, que posso garantir, que é maravilhoso, nunca tive um problema nem nada, né? Desde que traz para a gente a ser uma confeibilidade, uma crítica e a crítica do crédito, imagina futuramente com toda essa inovação, com toda essa transformação para acontecer. Eu queria passar a proberto, a palavra pelo taparei, como é que a Volkswagen FNXS está pensando su tudo, né? Como é que, como é que essa estratégia hoje ela se funde com essa transformação de tal que está acontecendo tudo, que também obviamente a Volkswagen FNXSS está fazendo parte. É, deixa eu até dar um passinho atrás aqui, carnaval, até um pouco antes de falar da estratégia, que contar um pouco dos desafios também, acho que eu queria comentar ali que até para montar esse, esse plano futuro e habilitar nessa plataforma de mobilidade com tecnologias modernas. Primeiro, eu vi uma grande oportunidade ali de uso da inteligência artificial. E, breve, vai poder contar ainda hoje ainda não, mas a gente está com iniciativas fortes aí em conjunto com vocês. Pra gente conseguir utilizar toda essa malha de informação que a gente tem, todo conjunto de dados que a gente tem aqui dentro. A experiência do cliente você já comentaram como clientes que é muito positivo. Mas transformando ela em algo ainda mais relevante. Acho que a gente tem algum desafio aqui de estruturar muito bem o nosso negócio em termos de data. O nosso CEO, aquele fala muito sobre mobile-driven by data. Então, assim, você conseguir direcionar a mobilidade urbana, um parzinho dado com a experiência do cliente e tentando que está acontecendo com ele. Então, eu vi esse com uma grande oportunidade e é uma coisa que em breve a gente vai trazer. Agora, óbvio que tem desafios, né? E aí, esses desafios traivam um pouco a nossa estratégia futura aqui. Quando isso é de tecnologia, eu vou falar mais aqui do lado de tecnologia, tá? A gente precisa de uma escalabilidade maior. Hoje, a maior parte do nosso ambiente não está em nuvem, não está em cloud. Então, a gente vai ter um desafio aqui de transformar e utilizar muito mais clouds e abstrair ao máximo aqui do nosso diavinhard, a necessidade de cuidar do nosso próprio data center. Então, o negócio ali hoje em dia, maior parte dos negócios nascem, já nativos em nuvem, né? Exatamente. Eu sou o Rukon, tá um pouco da minha história aqui, voltar mais um passo aqui, né? Tenho já a vou completar no que vem 30 anos de indústria e sempre na era ponto com, né? Quem é mais velho vai lembrar, né? A gente chamava de indústria ponto com, quem quiser procura, tem várias documentais sobre a indústria. Mas era como era, eu tô a 30 anos da indústria ponto com. Hoje em dia ninguém mais fala isso, né? Hoje em dia toda a empresa é ponto com, né? Pois existe mais negócio sem digitar, mas na época existia, né? A vertente de ponto com, a gente já tinha essa necessidade, eu me preocupava, eu lembro de me preocupar com a energia elétrica, com uma série de coisas ali, que, deixa eu não é meu business, né? Eu preciso me preocupar com o negócio, que é mobilidade, veículos, a gente tem dois grandes pontos, né? A gente olha tanto o nosso cliente, pessoas como carro, a gente entende o carro como nosso cliente, tá carnaval indo pra sua resposta aqui. Para a gente, o nosso cliente não é só a pessoa, o carro, que é o meio pelo qual a pessoa se move, ou qualquer automóvel no futuro que a gente vai entender, também é nosso cliente, é que é interessante. A gente também trata dele como cliente, porque ele tem, ele é um meio digital também, se a gente for ver, a gente tá pouco explorado, esse foi outro modo que eu fiquei pensando, "Poxa, o carro conectado ainda não é uma realidade, né?" Mas olha o oportunidade que a gente tem aí, eu chegue a comentar isso algumas vezes, que se você for para para pensar, se você for uma pessoa que dirige bem, a motor não é o único momento que você não deveria usar celular é quando? Quando você tá dirigindo, né? Pessoal, fala, o celular tá o tempo inteiro com a pessoa dirigindo não usa, hein, tá? Por favor. No usando celular, você tá com o teu carro ali, talvez uma jornada de uma hora, duas horas, três horas. Qual é o tempo que você tem de atenção da pessoa? Pouco utilizado ainda enquanto estratégia, só uma coisa que ainda tá um pouco no futuro, tá essa ideia de ficar conectado, mas essas coisas foram me atraindo, tá carnaval, assim? Olha esses habilitadores de tecnologia, ainda com desafios relevantes em relação à escala, o agio nosso grande desafio ainda é escalar a nossa plataforma tecnológica para o volume que a gente vai receber, mas é, esse é um pouco do futuro aí que a gente tá começando a traçar, tá? Como você vê a AWS apoiando vocês nessa trajetória, nesse projeto, nessa transformação Roberto? E aqui, pela Morde de Deus, eu pôde que acho da AWS Brasil, mas fica vontade. Vai ser um ponto bom, vai eu vou até, quando eu cheguei um ano atrás aqui, que foi o tempo que eu comentei, que eu for assumir como se a eu já tinha aqui a intenção da gente procurar um parceiro, né, para apoiar nessa migração do cloud, óbvio que a AWS aparece nesse primeiro mapeamento, poxa, precisamos fazer uma migração para cloud. E minha primeira reação foi calma, é porque que a gente vai migrar para cloud? E aí como se falou, é a AWS, mas tem um dos pilares ali que às vezes aparecem que eles como custo, que eu não sou maior crente de que migrar por custo é uma boa estratégia. Pô, custo benefício é o topo, é um migrar por custo benefício, isso acho que fecha conta, é como custo aí eu troco aqui, tá, eu não sei se é uma boa estratégia. E eu fiquei com esse receio, inicialmente, faz isso, peraixou, deixou entender quem da AWS tá envolvido, ele não tá aqui, mas conheceu o curco depois de conhecer carnaval e outras pessoas da AWS, que é o terço, né? E um dos primeiros motivos ali foi que fez a gente entender que vocês deveriam ser o nosso parecer, o principal nesse trabalho com cloud, é o quanto vocês se engajaram e entender o nosso ador, tá? Isso foi um processo longo, é de colocar na val, quase um ano, um pouquinho menos aí de um ano, ou seja, tá até mais tempo, é, colô, se colônando o nosso papel, né, se colônando no nosso ador, né, do cliente. Esse processo ali na verdade levou dois anos e meio mais ou menos, né? É antes que eu te agarquia. Antes mesmo você chegar, quando você xia o claro que acelerou bastante e foram dez meses, né? Até nós competizamos, tá passeria, aí começamos os trabalhos por um dez anos, mas já vinha você trabalhando como vocês estão a um processo longo, é um processo que você toma uma decisão ágil, contato como você comentou de que os são vários fatores e é importante que a AWS ela tem essa característica de calçar o sapato do cliente, ter na equatir de sentir a dor, dentro do cliente e tudo das expectas. Acho que o grande imote aqui, até que nem você comentar sobre o cliente também, o quão esse fatuo a AWS Future, né? O cultura da AWS também tinha bombas das atenção de vocês, para que a gente pudesse inserir, né? Sim, inserir como passeiro nesse projeto. Eu ia comentar esse ponto também, que ele é super elevante. Então assim, eu estava falando desse primeiro ponto de vocês calçarem o nosso sapato, se colocar o nosso lugar e trabalhar, né, o Working Backwards, que é a cultura da Amazon, né? Isso é um ponto super relevante, porque eu lembro das primeiras conversas, que é legal, vocês estão me porco anos tempo, vocês estão conseguindo trazer coisas conectadas a menestidade. Então esse é o primeiro ponto da resposta, né? Vocês vão me ajudar muito direcionando alguns caminhos que a gente precisa tomar, isso não vem acontecendo, isso é uma parte que a VBN tem cedido. O segundo ponto que surgiu quase como não para mim, mas para algumas pessoas uma surpresa positiva, né? O CEO aqui, o nosso que Alcapurus comentou isso até para o carnaval já uma vez, vocês o carnaval vai se vai se recordar mais uma vez talvez, que ele foi um evento com a gente um offsite nosso. A verdade a AWS foi, um evento com a gente um offsite. Qualquer esperado, né? Que vai ser um tech-nase, vocês vão apresentar arquitetura? Vocês vão apresentar soluções simplesmente e 80% da conversa foi sobre cultura, cultura da armas, cultura de inovação. E é o que a gente acredita também, então esse mete aqui foi outra coisa que vocês ajudaram e ajudaram muito, é esse processo todo que eu expliquei de transformação da VWS, FES, ela surgiu por meio de cultura, a cultura de inovação que foi criada com vias mais inegócio inicialmente, é isso que fez chegar e combinou inclusive até aproveitar fazer uma propaganda positiva com a gente ser leito, a instituição financeira que as pessoas mais gostam de trabalhar no ano passado, de IPTW, que foi premiado com a instituição financeira de médio-port, primeiro lugar no ranking IPTW aqui, então assim. E aí, bem, bem, bem, bem. E aí, eu estou me beneficiano disso aqui, é um ano, mas, sim, mostra que. e as pessoas gostam mesmo, esse é outra coisa que eu percebi, a cultura, a VW que suaga como marca no Brasil, ela é forte, né? E as pessoas são apaixonadas pela marca de verdade, os funcionários também, eles trabalham com muito amor e eu percebo que a VWS é uma fábrica de cultura, que a gente acaba falando aqui dentro, então, assim. e cada pessoa que entra, primeira coisa que testa é cultura, um bordinho baseado em cultura, e a gente acredita muito nisso, então é esse segundo ponto que vocês vão poder ajudar e já estou ajudando muito. E o terceiro, que é o mais óbvio, mas é o que talvez menos pesou na diferença, é parte técnica, né? Vocês são líderes de mercado, enfim, na minha casas anteriores que eu passei, eu já trabalhei junto com vocês, né? Depois que quem quiser consulta aí meu correco, mas outras empresas que eu passei também, eu já estava usando a VWS, e eu vejo como vocês estão evoluindo, tá? Isso é um fator que me chamam muita atenção, eu pego o mundo de inteligência artificial, como vocês testaram dentro de casa, o sendbox para construir soluções, como você tem sido agnósticos a LLM, né? Então, eu poxa, não vou, isso foi um fator importante para mim, então, porque se ficar se amazô, patendo que a minha LLM é a melhor, que eu não vou entrar no julgamento, se eu achou não, mas você abrir com o marketplace, essa cultura de cara, se eu não sou melhor, eu vou procurar quem é melhor e vou colocar aqui no meu marketplace, mesmo jeito, tá? Essa parte mais agnóstica de tecnologia é outro ponto, chave, que é nem sempre o que vocês fazem, vai ser o melhor, isso tem que ser reconhecido e eu já tenho experiências anteriores com vocês sobre isso. Então, acho que essas três coisas são os motivos da parceria, tem iniciado, e onde é vocês mais, vão poder contribuir para a gente aqui, nessa jornada de transformação que a gente tá começando. E esse ponto muito, muito legal, isso que você falou, Bertha, e esse ponto de dar pro cliente escolha é algo que vem do friteio, do Amazon.com. Então, lá atrás, a gente só vendia produtos que a Amazon comercializavam, e a gente percebeu, no fim do dia, que os clientes gostariam de mais escolher, "Ah, quero ter mais opções, quer ter acesso a mais coisas dentro da plataforma de vocês. Gosto da plataforma! forma de vocês, mas eu quero um produto que vocês não vêm ne hoje. E eu fiquei também ao longo dessa trajetória de AI, dessa aceleração de AI que a gente vê no mundo desses últimos anos. Eu também fiquei muito feliz de ver que essa ideia, ver que essa chama de trazer essa ideia da ponto com ela ainda está acesa, que no fim do dia, o que mais importa para a gente é realmente o que os clientes precisam. E como que a gente pode criar a tecnologia que o cliente quer usar? Não é uma tecnologia que a gente precisa forçar o cliente, é usar porque a única que a gente tem. Então, esse espírito, acho que casa é muito mesmo como que a gente vive no dia a dia aqui dentro e legal que isso transparece para vocês clientes e a gente fica feliz. É o que é legal porque conecta também com nosso pensamento. Se você for ver a transformação de negócio que a VWFS passou, ela é um pouco com esse mindset de você poxar. Dê, "Pense, não quer um Volkswagen?" E se o carro é meu cliente e o concessionário é meu cliente, porque não ter outras concessionárias e outras marcas como parte do meu portfolio. Então perceba que isso também é uma conexão cultural que eu acho que fez o bet aqui. E Alberto, tomando como parte isso, que é. se você pudesse falar um pouquinho mais, como é que está sendo essa transformação cultural disso que você comentou né, de sair de uma questão de que ela é focado com relação a uma marca, né, e uma marca anti muita confermidade de respeito. A levar essa transformação para olhar não só o cliente que é o perpetário do vehicle, mas também o vehicle, né. E como é que está sendo essa transformação cultural dentro das estruturas de tecnologia? Bom, primeiro não é um processo simples, né? Acho que como falei isso já vem de cinco anos, come noir com o prêmio que eu comentei do GPTW, né? Mas é um processo primeiro de da clareza, né? Primeiro, os de precisas escrever, né? O que quem te quer ser, né? Acho que esse é o. é o primeiro praço da transformação cultural, você faz pocho, o que eu quero ser? Você combinar o jogo, você eu quero ser isso. Onde você não será aquilo? Por um bom tempo. Mas escrevei importante, escrevei e entra em acordo. Depois é começar disciplinadamente, reconhecer positivamente as pessoas que são aqui. Isso já aconteceu ao longo do tempo, né? Em tecnologia, esse é um movimento um pouco mais recente, acho que a tecnologia ela ainda estava numa postura mais tradicional, vamos chamar assim de tecnologia mais como projetos, sabe do tipo, "Poxa, entra aí os projetos que a empresa precisa". E esse é meu grande morte aqui desse que eu cheguei e faço, não é isso. A tecnologia é parte integrante de todos os negócios. Ela não é há muito tempo e eu acho que eu nunca fui porque quando eu fui de ponto com, pra mim, sempre a tecnologia foi parte integrante, mas como todo é ponto com, ela está no centro, junto com todas as coisas, é claro, a gente faz as coisas pelo cliente, faz a coisa pelo carro, pela concessionária, mas é esse processo da tecnologia entender que ela é parte integrante. Ela tem que ser, tem voz na mesa, tem que trazer inovação, tem que criar coisas novas que não necessariamente foram solicitadas. É o processo que a gente está começando agora, tá? Eu to cada vez mais trazendo pessoas com essa cultura, que eu vou falar, né? Reforçar o positivo, é o primeiro passo, trazer pessoas que se vão de modelo, para aquilo que você está querendo representar, contaminar positivamente ou polinizar positivamente as demais pessoas, para que todo mundo pegue naquele modelo. Então, não é um processo simples, a gente aqui na VWFS, em tecnologia, a gente ainda está no processo de transformação, até por isso que eu estou trazendo bastante gente aí de mercado, para apoiar a gente nesse processo de aculturamento e a AWS também tem ajudado a gente isso, a própria cultura de vocês, que algumas coisas a gente está, não dá pra pegar exatamente como é, a gente tem que adaptar, mas olhar o working back-boards, por exemplo, e tentar trazer isso como uma metodologia de trabalho para olhar a perspectiva do cliente, é um dos exemplos de coisas que a gente está praticando, obviamente, da nossa forma que funciona para a gente aqui. Mas isso é um ponto importante que eu queria aproveitar para comentar, a desculpa aí, não tenta em replicar a cultura, tá? Eu fiquei assim, não sei quem já tentou, mas eu venho passando algumas transformações culturais, porque no fim das contas não é transformação de etatra, transformação cultural, né? Se eu se tenta replicar a chance de sucesso, é muito baixo, é muito baixo, eu não tive nenhum, mas enfim, vou falar que não aconteça, mas não recomendo. Eu acho que, sem dúvida nenhuma, você não vai conseguir capturar toda a essência cultural AWS no Sormala em algum VWFS, pra certamente alguns mecanismos que nós utilizamos ao longo do próprio livre, né? E ao longo da nossa relação, você se dou aqui work back-boards, né? E outros vários mecanismos que não atingiram, tipo, você pode, sim, claro, porque não, aproveitar e encapsular isso na sua própria cultura. Eu ia comentar oberto que, para você criar todo esse processo de transformação, a fundação é muito importante. Então, você está começando algo relativamente novo, você está fundacionando algo novo, sobre a expecto de infraestrutura e sobre a expecto de dados, de AI, enfim. Como é que você enxerga a importância, né? Deixe o fundacionamento bem feito, desde início, e como você enxerga a função de dados, né? Pra que você possa capturar a essência do que seu cliente precisa ou personalizando assim as suas interações, dos seus produtos, para oferecer com seu cliente algo que, de fato, faz sentido pelo menos que você tem uma probabilidade de como ativeu o teu vinho de dizer preguiço de nossa conversa, né? Muita gente satisfeita, mas se você puder explicar como você enxerga esse futuro de você poder oferecer aquilo que seu cliente precisa naquele momento vaziado nessa fundação de dados seria maravilhoso, que eu acho que muitos seus clientes, muitos seus clientes hoje aqui perseguem-nos, precisam saber sobre como as empresas estão buscando foram suedade a respeito desse tempo. Bom, primeiro, na sua primeira pergunta sobre a importância da fundação, né? E sem entrar aqui em analogias, isso é o que me permite dormir em pasta, se eu fosse fazer uma palavra assim, pra isso ali, né? Garantir que minha obra tá sendo construída num terreno firme, né? Seu melhor, melhor jeito. Então, assim, trazer um pouco mais em detalhes, o que significa, finops, né? A gente tem controle claro da nossa gestão financeira, da toda parte aqui de você criar uma governança adequada, por uso responsável de "a" que não precisa depender só de tecnologia. Então você tem claros limites, fronteiras e mecanismos, pra que a não se torne uma questão de tecnologia. A questão é a coisa que eu acredito muito, a parte tá a segunda resposta, tá? É novo, eu não acredito em uma "iá" ou no uso de dados dentro de tecnologia. Acho que isso não é um acete da tecnologia, né? Dá, dá um acete da empresa. Então, acho que a primeira dica que eu daria sobre estratégia pra segunda parte da pergunta em relação a dados é como você cria mecanismos seguros e eficientes, pra que não só não analíticos, né? Porque a analítica talvez tá mais bem resolvido, né? Desde a analítica, até o uso, talvez sistêmico de dados, como você constrói isso de uma maneira descentralizada? Acho que isso pra mim é a chave, tá? Eu faz. Sabe fazer isso? Certo, cara, cada lugar é de um jeito. Eu não sei se eu tenho uma fórmula ali, mas isso é a minha perseguição estratégica. Eu vou criar um centro de excelência, eu vou tentar pilotar alguma coisa mais centralizada, mas eu quero que áreas pares minha frinha o melhor case de "a" do que eu. Essa é a minha cabeça. Como eu consigo isso? Qual que é a fundação necessária? Então, eu vou ter que ter um da Ita-Lake, ó, é muito bem estruturado com o máximo de gol, de instândoras possível, né? O máximo de dados ali. Então, você vai ter uma questão técnica que ele tá com, como que eu garanto que aquele dado tem qualidade, que aquele dado tá no nível ali de maturidade que permite o negócio utilizar e quem sabe até o cliente utilizar, né? Tem iniciativas de mercado que eu não cheguei a utilizar, mas de dar propriedade do dado até para o cliente final, né? Mas essa cada vez mais a gente levar essa propriedade por real dono do dado, né? E ele dá no permissão pra gente fazer o uso em termos de experiência e a gente melhorar a experiência do cliente, tá? Então, de novo, eu não estou dando uma fórmula, porque eu não tenho uma fórmula do sucesso, mas eu tenho uma estratégia muito ampla aqui, de fundacionar de uma maneira que os melhores. As melhores iniciativas tanto para a experiência do cliente quanto para o uso de inteligência artificial não sejam uma necessidade de um conhecimento de engenharia e tecnologia, que a beleza do que a nova e à generativa criou, né? Quanto tempo tem a? Eu quando me formei em 96, é que eu me formei novo, tá? [Risos] O projeto era de inteligência artificial, meu projeto de mestrado inicial era de inteligência artificial. E meu orientador da época me orientou a não seguir por esse caminho, porque, menos que eu quisesse ir para pesquisa, era uma área ainda muito pouco explorada e com muito pouco o benefício de razão, tá? Que perceba 30 anos depois, né? Talvez agora está as popularizando. Agora é que criou mecanismos que permite. sei lá, eu não sei o quanto se estão usando, estou usando quase tudo aqui que eu faço a genia. Então, assim, permite meu filho utilizar. Minha mãe não está utilizando mais poderia. Então, acho que essa democratização do uso da tecnologia que eu persigo, da carnaval e, olha no mundo de deita, se fala um bom tempo, né? Em várias frases bonitas aí sobre deitas, de New Oil, valor do dado. Quantas empresas estão conseguindo estrair valor? Já melhorou, acho que já tem bastante emprestraindo valor desses dados, mas eu não sei estar tão democrático ainda. Então, acho que ainda fica no mundo de cientista de dados, engenheiros de dados. Eu quero sair do mundo da ciência da Inréria, eu quero. que quero que se fulva para o comatial. Estava muito cliente. De uma coisa que você falou, Bertha, eu concordo totalmente. Para mim, a tecnologia é realmente desculptiva quando você vê pessoas que não são de tecnologia é que necessariamente não têm o background técnico, mas mesmo assim, usando a tecnologia. Ou seja, quando ela fica tão fácil que ela se torne intuitiva. E eu até estou me historiando interessante para contar de um amigo meu, ele não trabalha com tecnologia, não trabalha com o TI. Um dia ele consumindo a tecnologia da iA generativa e ele falou para mim "pochalão". Se já vi isso daqui, eu falo "jarro, pai". Já vi isso. Cara, isso daqui mudou o jeito que estou trabalhando. Agora consigo ser muito mais produtivo. E eu perguntei para ele, você sabe como funciona? Ele falou "olha, não sei". Eu sou sei que eu venho aqui, pergunte o que eu quero. Tem uma ideia, crie-me imagem para mim, está maravilhoso. Então, eu acho que isso conecta muito com o processo de saber-te de a gente criar uma fundação que ela seja tão clara, tão amigável, cruzular, que talvez a gente conseguir esconder a complexidade. Porque a gente sabe que na cozinha é complexo. A gente conseguir montar. Mas deixa que a gente se preocupa com a complexidade. Quem vai consumir precisa ser fácil. E através da essa facilidade, a gente consegue aumentar a utilização, aumentar o uso e aumentar o valor daquilo que a gente está fazendo, concorda o plenamente com que você disse. É só um adendo só para reforçar. E eu vou pegar aqui um mundo do carro. Carrega uma tecnologia de 100 anos, mas é uma tecnologia. E no fundo, o que se fez foi esconder a complexidade, criar segurança. Se tem que criar a mecanismo seguros para que a pessoa também não se mate ali no quanto a dirigir. Limitadores de velocidade infelizmente, né, Bert? Tem que ter. É uma boa coisa. Se é um automatiz, a troca de marcha. Você torna cada vez mais simples o carro dos autônomos hoje em dia. Eu tive essa experiência recentemente com o carro autônomo no estado de unismo. Não sei quem já teve aqui, mas uma experiência mínima interessante. Eu tive muito medo com a festa. É principalmente na estrada, né, quando ele começa a passar e acelerar. Eu falei, "Pô, enfim, é uma experiência. Eu recomendo." Ele cometeu com o zerro, então continuem atento. Só dá um exemplo, eu estava enorlando. O carro autônomo entrou na faixa, aquela faixa que é só de ônibus que ele não meia. Ele estava entrando, eu tive que corrigir, então, cuidado, não. Também não confie sem percento, mas é um meio super seguro, né? Eu acho que, olhando aqui, saindo do carro voltando aqui para a parte da pergunta aqui do carnaval, só garanta também que. Tado que você está saindo do engenheiro do cientista, né? Ele vai precisar saber que tem coisa que ele vai fazer que está causando o risco para ele que ele não sabe. Então, leve muito a sério a questão de segurança antes de ir parte para isso, mas depois que superar a setapa, é seu caminho. E, Alberto, você comentou da empresa, né? Já está 70 anos constituída. Eu imagino que tem ainda muita questão de legado que você tem que fazer essa transformação. Conta para nós um pouquinho os desafios com relação a você equilibrar, manter o que ainda precisa ser mantido. Modernizar rapidamente para você gerar escalabilidade como vocês querem para negócios, em relação principalmente à experiência do cliente. E aí eu vou colocar tanto o proprietário como o veículo em si. E, basicamente, na questão de que quais lições aprendidas até um momento que você pode compartilhar com outras instituições financeiras que estão dentro do segmento aí da Volkswagen Financial Services, que é interessante com relações, que vocês estão vivendo essa velocidade diversos, algo que ainda você tem que manter até transformar total. Vou aproveitar essa pergunta depois para até explicar o que motivou eu vir para cá. Eu me juntar aqui esse desafio e está muito a melhor palavra, assim, muito empolgado mesmo com essa oportunidade. Pegando os desafios primeiro, eu vou falar um pouco aqui na minha cabeça grandes, saltos tecnológicos que a gente teve ao longo da história dos anos. Tem lá o mainframe que muitos bancos se basearam. Acho que é uma tecnologia super desculptiva e super bem serlida, a década de 70-80, provavelmente, talvez já tão um pouco antes. Você vem o adivento da internet.com com grande salto ali perto ao redor dos anos 2000 e você tem os bancos de dados ali. Já numa escala maior, você tem tecnologias como Java, DuatNet, linguais e scripts como Perna época e tal. Você criou um contexto tecnológico importante. Aí você tem ali talvez para 2010, 2015, mais para 2010, sei que a Cloud vende antes, mas assim, olhando Brasil, para mim na minha cabeça está mais perto de 2009, 2010, quando a maior parte das empresas conseguiu abstrair de uma camada gigante. Então, começou a ter serviço de tecnologia que abstrair a complexidade. O Cloud é um exemplo disso. Você começa até um stack, mas não é para o absoluto daqui. O problema é meu facilitar minha vida aqui em Creos, os tipos primitivos ali do uso de infraestrutura. Um grande salto ali. E aí, eu acho que teve um ponto de inflexão em 2020, que eu estava com a minha amigo meu que trabalha a sua corretetura que eu acho que gerou uma ignorância enorme ali das pessoas. Talvez seja um grande gap, tecnológico que as pessoas não aproveitar de várias tecnologias de a novas que existiam, linguais funcionais, que já existiam muito tempo, mas começou a ser praticado e aí arresentemente. Então, pode se olhar esse salto todo? O que que aconteceu? A gente ainda tem alguns salto que a gente não deu aqui na VWFS. Então, esse salto que eu expliquei do Cloud, de mesmo 2010, a gente não fez aqui. "Vamos fazer, vamos atrasar, vamos correr atrás desse prejudio." "Pois vou anotir isso?" Exponendo por que que eu vim? Eu acho que essas tecnologias todas, que existem, a gente está mais ou menos aqui no ano 2000, a gente conseguiu dar esses salto tecnológicos para digital e ambiente mais tecnológico, mas quando não legado muito forte ali de sucesso e não é muito naúrbico, outros bancos passam por esse sucesso. A tecnologia quando é muito bem cedida, não é fácil a substituir, o mainframe passa por isso, mas a gente vai fazer isso nos próximos três anos. Então, minha grande estratégia foi coxar com que eu consegui encontrar, dentro aqui do meu ecosystem, de uma empresa em Franco Crescimento, com o negócio pensei dido, todas as fases da tecnologia no único empresa. Podendo levar ela de uma vez, só, no único salto, para um algo futuro e aí vem uma crença minha nova, que eu não praticei, e ainda tendo a ir a como uma lavanca desconhecida, que pode fazer Sharkcut, ou como fala a Francesca, aí de vocês, LipFrocks, né? É para fazer LipFrocks, é caro, não precisa passar para acertar para a tua pessoa, é para se trazer direto para cá, de vez, sem precisar passar para a etapa e levar a empresa em dois, três anos, é para um patamar que o negócio vai ser habilitado por tecnologia. Aí, isso foi o grande empolgação minha, e ao mesmo tempo, o grande desafio, isso foi apocalícito, mas é fácil, não é? A gente está trocando nosso cor, a gente começou esse ano a trocar todo nosso cor bancário. Então, a gente vai passar por uma troca só do cor, que eu cortei minha emframe, só o cor bancário inteiro, quantas empresas ou quantas pessoas tiveram a sua oportunidade de trocar o cor, na minha empresa anterior que eu passei, a gente também fez uma troca de cor, por necessidade de escala, mais uma empresa mais jovem, mais nova, e tal, que tinha um legado legado, era de três, quatro anos, né? É mais fácil, as pessoas estavam lá, estavam vivas e trabalhando lá, as pessoas tinham criado legado, fica um pouco mais fácil. Então, passar por conhecimento, a gente usou ia para isso. Todo conhecimento documentação do legado, a gente fez cunhar, a gente salvou, a gente fez um cálculo aqui grosseiro, a gente salvou algumas milhares de horas ali para documentar esse legado, entendeu que o que está a mexer. Sensacional. Sensacional, Roberto, duas coisas importantes que você comentou aqui, eu acho que é importante a gente saltar aqui pro vinte, né? Primeiro é você, no fato de vocês tenham ennemorado por para fazer essa mutluminação, tem esse factor negativo, né? Pode impactar a competitividade, porque o presente não faz mais rápido, você criando por isso mais formaizade, e tal. Por outro lado, você tem um aprendizado mercado que você pode aplicar agora e salvar, vamos ter algum tempo, né? Uma equilhência, por exemplo, que veio de outras empresas, já ter desitado isso, você entrando nesse contexto, é um novo desafio, talvez, na você ter que começar a fazer de zero, mas você já tem experiência de como fazer isso, claro, salva, né, a reduzo risco e salva, vamos assim, é um tempo de execução. Isso para você foi importante também no seu processo desses horas de embarcávamos assim nesse outro desafio, né? Esse novo contexto que você está fazendo, é a inspiração de tudo muito novenho, tudo o que você tem, né? Usando sua experiência, trazendo todo esse contexto, contratando da boca para os recebos, para acelerar esse processo, usar e a responsável, né? Que foi algo que você tinha tardado, para que agora voltou. Tudo isso fez com que você, esse sentido, ia ser ainda mais confiante com a Brazés desafio, então, o desafio de Médio Long Brasio, né? Não desafio de um prazo, e abraçar isso com confiança do seu seguinte diante. Não, sem dúvida, né? Foi, talvez, o principal motivador, né? Deu abraçar essa causa. Ao mesmo tempo, pessoas que estão se juntando a isso, né? Inclusive parceiros como vocês, como eu olho, né? A gente conhece um pouco essa fórmula do sucesso, né? Então, tem pessoas, não é tão algo tão novo que eu preciso construir, só preciso encaixar estratégia para ir por esse caminho, né? Então, isso facilita com várias aspas, né? Facilita um pouco esse processo de transformação. Ao mesmo tempo, como eu comentei, né? Você tem habilitadores novos que eu acho com o mercado, ainda não se beneficior. E eu preciso utilizar, então, não é toda hora que uma empresa está disposta, eu queria puxar esse gancho, investir tanto em tecnologia. E a VWFES se. está e temos aprovado investimentos relevantes em tecnologia para abraçar essa causa. Então, para mim, juntam um pouco melhor todos os mundos, né? Negócio crescendo, dinheiro para investir em tecnologia, com tecnologias de mercado já comprovadas que dão sucesso. E parece uma fórmula boa, né, para você juntar as coisas aqui, né? Dá trabalho, tá? Se a gente dizem, eu contando a na lado positivo da coisa, é fácil, não. O cacorra fechadura vai ter noites, claro, sim, né? Não é que é fácil, vamos, é super complexo. Mas existe já um caminho de sucesso trilhado, a gente consegue evitar bastante dos riscos conhecidos. Existem riscos conhecidos, vamos dizer assim, que a gente consegue trabalhar bem. Eu não sei se você camisa 10 na tecnologia que gosta de desafio, que tá finha aí de coisas novas, a VW Fest tá fazendo um monte de coisa muito interessante. Esse ponto de refazer o core, de mexer o core, é o tipo de coisa que, assim, ela, quem gosta de tecnologia, quem gosta de modernizar, é uma das coisas mais divertidas que tem. Eu tenho muita coisa acontecendo e então eu já fico aqui meu convite, né? Se você camisa 10 de tecnologia que quiser fazer parte desse tipo da VW Fest, entre em contato com a turma lá, o Albert tá aqui abrindo o sorriso, dá para ver realmente que tem milata super animada, super afim. Então eu fico aqui o meu convite para a turma que gosta de tecnologia, que tá finha de desafios novos. VW Fest tá fazendo um monte de coisa legal e para fazer um monte de coisa legal, precisa de um monte de gente legal também trabalhando por lá, certo? Verdade, bom ponto. Estamos contratando antes de mais nada, então quem tiver interesse de fato pode me procurar e eu descobri que eu adoro isso, assim, honestamente eu, como falei, eu sou de uma ponto né, para o OTS e tal nome aqui, porque foi minha grande escola, trabalhei no grupo o Alco por 13 anos, né? Foi minha grande escola de tecnologia, fomos pioneros de internet no Brasil o Alco, né, como um provedor de acesso e se reinventou como negócio, então acho que é uma história brasileira muito bacana de empreendedorismo, tá? Eu quero destacar e eu descobri, cara, talvez se eu faz algum tempo eu fico na lição prendida, que eu modernizei, minha vida inteira mesmo em empresas jovens e startar apps, então se os camisadés aqui que escutaram, né, acham que modernização é uma coisa para se aplicar, só em que tá velho, não é, tá? Não é modernização é uma constante e o ato de você perceber essa necessidade de saber praticar ela, eu acho que é um esquil que vai ser cada vez mais demandado, só pegar, cara, quando você startar pelo um tem com cinco anos que já tá precisando se modernizar, vocês vão achar? Pode procurar. Se ela cresceu, ela vai precisar. Rara são as que se projetam bem para esse crescimento, então se você quer trabalhar em pressa que vão crescer, eu acho que esse é um esquil, eu usei minha vida inteira e não sabia, eu achava que eu trabalhava em empresas jovens, novas, depois procuriam meu porrícula aí, as nossas empresas modernas, né, digital, cara, a gente moderniza o tempo inteiro, vocês vão encontrar queizes desses nas empresas modernas. Eu acho que eu queria só complementar, fazer uma propaganda também aqui do tapo.fi, deixou certo, nós soube as pétruras de quando você quer fazer alguma coisa, claro que nós, aqui da AWS que queremos, queríamos fazer parte disso, isso aqui é histórico que a gente está fazendo parte, não é uma coisa banal, não é um procurado, é algo que é histórico, eu diria que nós, os aplicativos falam por ir marco, não é uma coisa que vai ficar para a história, da AWS, da história do Volkswagen for the sales, e o mais interessante durante todo esse processo que a gente comentou aqui, né, o desijo da empresa, a gino ino, da empresa, e não só do presidente empresa, permeia do presidente aos diretores, os fortelanimênias, já os enfim, todos, que é, normalmente, querem essa defensa, porque todos querem enxeram e querem uma empresa futura que vai trazer, vou fazer muita diferença, a gente sabe que vem pela frente você comentou aqui o carro do Onan, é, calvador, enfim, diferentes tipos de mobilidade, e o seu projeto do Drive do Filto do Filto do Filto, e certamente vai interessar todos esses aspectos, então todos dentro, eles estão indienamente indivíduos de fácil para isso acontecer, e eu sei o quão isso é importante para que uma coisa desse aqui, eu vejo o 703g e o que o Boa-Bide, né, para a Bide que é muito boa, e essa Bide no Boa faz atrás, né, que custa de conta, e o que você está ouvindo aí, que é, e está no empresa com uma FIB legal, com gente bacana, com gente que está alinhada, desde o presidente até a explodir de linhas assim, e de execução, você pode ser certeza, está todo mundo falando a mesma linha, que não queria da mesma coisa, é gemínio, e é bacana de ver com tudo isso, não engajar, então para bem, se você ouber, para bem, se a toda direitoria da Volkswagen Front Service, que está por rio, se não se, todo time, que engajaram esse movimento, e de certo modo, está fazendo com que a coisa ande prosperamente, e os projetos como já estão sendo, né, o drag, vocês estão acontecendo, por se estar sendo, esse sucesso é para você, vai ser certamente um marco importante, de cada um que está participando, para bem, para deixar registrado isso, e só começo, tem muita coisa ainda para acontecer, do que sim, muito apulhoso para os effectos com vocês. Eu posso fazer um complemento que eu, aí mesmo, para quem não quiser abraçar causa aqui junto com a gente, mas que tiver com essa mesma causa em outros lugares, eu queria fazer um complemento que, da minha experiência, a Alisson aprendida muito forte, você comentou e para a minha diferença enorme, esse engajamento do Silével da empresa, já tive empresas em transformação, com pessoas brilhantes, tentando a transformação, mas que por não ter o apoio do Silével, ela ficava muito localizada, e isso, além de tomar muito tempo, levava muito esforço e acaba que o sucesso era relativo, e essa mesma empresa, quando teve apoio do Silével, a coisa andou em uma velocidade muito maior, então quem tiver com essa causa, e aí eu vou falar, né, pela causa, não pela minha causa, cara, e a AWS falou isso para mim no evento que a gente foi nova e hora aquele com vocês, né, que, poxa cara, por aí, vocês ele é muito bacana que tal se leva inteiro aqui, apoiando, querendo entender de tecnologia, e isso vai fazer diferença e faz muita diferença, então sim, se você está no mesmo essa causa em um lugar que não tem esse apoio do Silével, eu não estou falando só do Shion, então se eu também, principalmente, tem a gente influenciar ou entenda quais são os mecanismos que você tem em corporativos, para que isso aconteça, da visibilidade, vem de um projeto, não funciona, se tiver o Shion, já é um bom ponto, mas é porou, é, você precisa ter o Shion engajado aqui, e o Shion é a fota, né, né, é, acho que só, as pessoas já avisam aqui para você, pra você conseguir, né, da gente já está se aproximando, a prosa, quando a prosa tá bom o tempo passa, a gente nem percebe, já estamos nos aproximando aqui do finalzinho, eu queria deixar uma última pergunta pra você, Albert, é, o projeto de Driving Future Mobility, eu achei muito interessante o ponto de ser Driving que tem a ver com dirigir, mas também liderar, né, essa palavra em inglês tem vários sentidos diferentes, achei pela, ela é muito bem colocada, qual que eu estou avisando de futuro da mobilidade, e onde você enxerga que a VWFS tá inserida nesse contexto? Vou dar uma resposta um pouco mais, mas simples, depois a gente pode aprofundar as forocas, mas o futuro da mobilidade, ele não passa mais só pela posse, ele passa por atender as diversas experiências de mobilidade que as pessoas querem ter, e ela tá mudando muito, né, então vai ter o cara que quer ter o carro super esportivo, eventualmente é super esportivo pra quem já teve, sabe que você vai usar pouco, e talvez vai ter que usar sua de fim de semana, então quem sabe, a gente atender a experiência, essa gente não atende ainda, mas só pra dar um exemplo do que é o futuro da mobilidade, é atender como experiência, o cara só quer se locomover de um bairro pra outro, a gente também teve essa experiência, então olha o futuro da mobilidade como uma experiência, e quem quiser até a posse também vai ter, quem quiser usar uma assinatura vai ter, o uso que eu vi que tá sendo muito bem serido, só pra dar exemplo pra quem tiver a CNPJ, eu tenho vendido pra vários colegas meus que têm CNPJ, médicos e tudo mais, cara você pode pejortizar a tua vida, e colocar o carro por assinatura, como parte da tua empresa, e fazer a gente cuidar da gestão da Tafrota, nos preocupa em vender, nos preocupa em uma notensal, nos preocupa em nada, se você quer ter, ainda assim faz sentido a mobilidade enquanto o veículo, enquanto posso, mas se você consegue transformar isso numa experiência pejota, tem funcionado super bem, então ao ver o futuro da mobilidade como uma experiência do cliente, e juntando drive em defile de um mobility driviba e o id, tem seu junto com os dois programas que a gente tem aqui internamente, é até chegar ao ponto que quem sabe a gente vai levar o carro pra pessoa, já porque a gente sabe que ela tá precisando, é forte chegar esse. Então o verto, queria te agradecer muito pelo teu tempo, obrigado pelo papo, eu gostei bastante, queria também agradecer a presença do Wagner do Carnaval, queria passar a palavra agora pra vocês, palavras finais, pra gente se despidi de quem tá ouvindo, e aí a gente faz um serramento aqui, a sovia, enfim, do jeito que a gente foi um momento mais, Alberto quer começar você se despidindo por favor? Bom, primeiro é o primeiro aparte, também gostei bastante do papo, muito bacana, muito aberto aqui, acho que muito angajado aqui com vocês aqui nessa parceria, obrigado pelo oportunidade, espero em breve trazer de volta aqui alguns casos de sucesso, que a gente já vai poder contar pra vocês, e acho que não vai demorar, tá então? mais novidade e até a próxima. Já vamos, já vamos deixar marcado já. Próximo papo, já vai ficar marcado. Então tem muita coisa acontecendo certamente, a gente vai trazer outro artista na Galberta. Ainda dentro do ano, né, Leo? Esse ano, não vai demorar não. Também, vai demorar. Então muito obrigado, Alberto. Obrigado, Leo. Ao Wagner, pela oportunidade, pra gente conversar com o pouquinho, né? A respeito dessa estratégia, estamos bacana. Estava com os vaemfinitos, certo? Fala do projeto, da transformação. Então está boa, vai, vai falar dessa causa genuina que todos estão engajados, todos estão indo uídos aí, a fazer a frente. Então o Rio de novo, o Rio de novo foi o Rio de Fadebate que agradeceu a Roberto por estar. de fantasmas que joguei. Eu falei um pouquinho também sobre essa grande estratégia. E breve estaremos juntos aqui. Obrigado por as loves. O Roberto Tínio não deixe de ouvir para o Ferro de esportesquete. Está acontecendo esse ano, pode ouvir o dado de santo. Para bem, para tudo. Olha aí, eu queria aproveitar aqui, além de agradecer o Leo Flávio, foi um prazer em mês falar que você é o Roberto, entender a estratégia, entender a visibilidade que vocês têm, o tendo, o momento que vocês estão vivendo, foi uma aprendizagem que muito grande. Então, eu te agradeço por isso também pelo seu tempo. Com certeza, eu vejo aqui que dá para fazer uma série. Não é um episódio 2, não, dá para a gente fazer. Vai ser muito bem-vindo e eu já estou na expectativa dos próximos episódios e entender um pouco mais os avanços, as modificações, principalmente as transformações que vocês estão trazendo. Super, o papo foi muito bom. No meu ponto de vista aqui até ficou curto. Mas agradecer bastante aqui essa oportunidade a gente poder estar entendendo e conhecendo mais sobre a Volkswagen Financial Services. Muito obrigado mesmo, meu Deus. É isso, turma. Muito obrigado pelo tempo de vocês. É hora de dizer "chau". Muito obrigado de novo, Roberto, Carlos Laval, Vá, ganha pelo tempo de vocês. Procure, eu vi os outros episódios depois de que este dá WS Brasil e a gente se vê no próximo episódio. Tchau.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A Volkswagen Financial Services (VWFS) passou por uma transformação fundamental, evoluindo de um banco focado na marca Volkswagen para uma plataforma financeira de mobilidade que oferece produtos multimarca e serviços como gestão de frotas.
  2. A empresa enfrenta desafios tecnológicos, incluindo a necessidade de migrar a maior parte de sua infraestrutura para a nuvem para obter maior escalabilidade e modernizar seus sistemas de dados, com foco em inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente.
  3. A parceria com a AWS foi escolhida não apenas por aspectos técnicos, mas principalmente devido ao compromisso da AWS em entender profundamente o negócio da VWFS, sua cultura de inovação (Working Backwards) e sua abordagem agnóstica e flexível em tecnologia.

Summary:

O episódio do podcast da AWS Brasil apresenta uma conversa com Alberto da Volkswagen Financial Services (VWFS), acompanhado por representantes da AWS. A VWFS passou por uma significativa transformação digital, deixando de ser um banco tradicional de financiamento de veículos da montadora para se tornar uma plataforma financeira de mobilidade, oferecendo produtos diversificados, como financiamento multimarca, gestão de frota e soluções baseadas em assinatura. Esse movimento exige uma modernização tecnológica urgente, com foco na migração para a nuvem para ganhar escalabilidade e na utilização de dados e IA para personalizar a experiência do cliente.

Alberto destaca que a escolha da AWS como parceira estratégica foi baseada em três pilares principais: o profundo engajamento da AWS em compreender os desafios específicos do negócio da VWFS (adotando a cultura "Working Backwards"), a sintonia cultural em torno da inovação e, por fim, a excelência técnica e a abordagem agnóstica da AWS em relação a soluções como modelos de linguagem (LLMs). A conversa também explora a visão futura, que inclui aproveitar o potencial dos carros conectados e construir uma infraestrutura de dados robusta ("data-driven") para habilitar novos serviços na jornada de mobilidade.

FAQs

A VWFS, anteriormente conhecida como Banco Volkswagen, era focada em financiar veículos da marca. A partir de 2019, transformou-se em uma plataforma financeira de mobilidade, oferecendo produtos multimarca, gestão de frotas e soluções como assinaturas, expandindo além do financiamento tradicional.

A tecnologia é fundamental para modernizar a infraestrutura, permitindo escalabilidade e suporte a novos produtos financeiros. A migração para a nuvem e o uso de inteligência artificial são prioridades para melhorar a experiência do cliente e habilitar inovações futuras.

A AWS atua como parceira estratégica, ajudando na migração para a nuvem e na adoção de práticas modernas. A colaboração é baseada em entender as necessidades da VWFS, focar na cultura de inovação e oferecer soluções técnicas ágeis e flexíveis.

Os principais desafios incluem escalar a plataforma tecnológica para suportar maior volume de negócios e migrar a maior parte do ambiente para a nuvem. Além disso, há a necessidade de estruturar melhor os dados para aproveitar oportunidades como a inteligência artificial.

A cultura de inovação é essencial para impulsionar a mudança, atrair talentos e criar um ambiente colaborativo. A VWFS prioriza a cultura em sua estratégia, o que contribui para sua reputação como um ótimo lugar para trabalhar e para o sucesso da transformação digital.

A VWFS pretende usar inteligência artificial para analisar dados e melhorar a experiência do cliente, oferecendo produtos mais personalizados e eficientes. Iniciativas estão em andamento em parceria com a AWS para explorar essas oportunidades.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.