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EP1 - Terapia Cognitivo Comportamental

67m 27s

EP1 - Terapia Cognitivo Comportamental

O primeiro episódio do podcast "Coge Namentes" apresenta uma discussão sobre Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com profissionais da área. Eles abordam as origens da TCC, surgida no final dos anos 1950 com Albert Ellis e Aaron Beck, este último originalmente psicanalista que, ao estudar pacientes com depressão, identificou distorções cognitivas e desenvolveu uma abordagem mais estruturada e baseada em evidências. A TCC é destacada por sua base metodológica científica e seu caráter integrativo, servindo como um eixo comum que permite incorporar técnicas de diversas abordagens, funcionando como uma "caixa de ferramentas" versátil. Os participantes enfatizam a importância de adaptar as técnicas ao perfil individual do paciente, considerando variáveis como história de vida e severidade dos sintomas, além do diagnóstico. O modelo cognitivo básico (pensamento, emoção e comportamento) é apresentado como fundamental, e a discussão reforça que a TCC valoriza a sistematização e a pesquisa, oferecendo segurança e eficácia no tratamento de questões de saúde mental.

Transcription

12439 Words, 70276 Characters

Portuguese
Olá, notável ouvinte, vida longa e próspera. Eu sou o Fernando Pessoa e estamos começando o primeiro episódio do Coge Namentes podcast. Vamos falar de terapia com o gnotivo comportamental. E para isso, convidei dois super parceiros aí, que vão se apresentar. Talvez quem já acompanha aos outros trabalhos é conhecer. Nós vamos começar a se bate com a papa aqui. Olá pessoal, bom, só assim, eu sou psicóloga, ser apiada com o gnotivo comportamental, mestre e doutora em psicobelagia. E uma grande entusiasa da psicoterapia, como um todo, e no investimento que a gente pode fazer em saúde mental. Muito feliz de estar aqui no primeiro episódio, com Fernando, que eu conheço já há alguns anos, vamos colocar dados aqui, mas já foi melhor no escorazo. É um super, super orgulhoso e honrada de estar no primeiro episódio. Fala aí pessoal, tudo bem com vocês? Daniel, por aqui, tril de nome, com a gente já tá e já. Sem deserdatas, né? Muito tempo. Sem deserdatas, pelo amor de Deus, cara. Eu também, pessoal, sou bom, Daniel também, tem uma estrada doutorada também, e a Malassam-Scolô é. Daniel também não, porque assim, eu não chama Daniel, sou só Daniel também. Eu também tenho, né? A ditulação alguma dela, então é tudo igual, mas eu vendo, né? Então é tudo meio, tudo mundo meio, meio parecido aqui de informação, né? É psicólogo, gente, especialista, interna-teu com o antigo comportamental, inerapscologia, é um prazer, pô gente, eu não tenho como estar me. Sempre pra azezão, por etagrudo, aí, por etagrudo, tá com bons amigos escutindo coisas que a gente gosta de escutir, essa é a coisa legal, gostou da vida e sair, pô. Bom, os assuntos, café, que não pode faltar aqui no meu lado, né? E pô, de incomodulado, só alegria, sem erro. Qual o que não é, mas vai estourar, só por causa disso. Só por causa disso. A gente se café, o que não é, gente boa, café, bom baspar pra nós, é curinte, avão, pra cima. Curinte, a curinte já fica de fora, vai tudo bem. E você nem é curinte, é um cacé palmeroso, não é? Ou você não é? Vai pra ficar pro gargão. É uma brincadeira, né? Você não tem o que é curinte, cara, eu não estou espalhinha, cara, eu não sou um tatou, eu ponhei com o pô, e o que é o que é o que é o que é o pô, eu comprei a luta. E aí, seja que quem por acaso não conhece isso, Daniel já passou a conhecer. Aí, né, o foco do Daniel tem. Na conversar. Mas eu quero começar a falar no disso, assim, né? Eu ficou bastante contente, porque na verdade, o Daniel assiste uns pessoas que me auxiliaram muito no começo inclusive da TCC, né? Assim, conversando, na questão das alas, quando eu me formei, tinha ali uma atuação mais dentro, por exemplo, do humanismo, e ok, sempre problema nenhum, tá? Não é, um problema. A questão de. não é nenhuma mudança, né? Mas assim, de começar a perceber na prática algumas coisas, é começar a me interessar a estudar mais profundamente, predominantemente aqui, quem vai ouvir a gente vai ser psicólogo, né? Então, já trabe um pouco o que a gente está falando, mas são linhas diferentes dentro da psicologia, dentro da forma de fazer psicoterapia. Então, eu fico muito feliz de vocês terem aqui, pela parceria de algum tempinho aí, e ter que falar esse tema que passei a gostar, inclusive por influência de vocês, e colocar isso em prática. Acho que a gente poderia começar a falar um pouquinho, um pouco da origem, né, geral, acho que é interessante as pessoas, quando a gente vai falar de TCC, né? E a gente TCC aqui é TREP, a cognitivo corporamental, não é o trabalho de conclusão de curso, tá? A gente não vai falar de referência, nada disso. Mas, quando a gente fala disso, acho que uma exposição geral do que seria o tema, de como ele surgiu, né? Como a TCC surgiu lá com o Beck, né, que até pouquíssimo tempo tava aqui produzindo e dando curso, enfim, acho que a gente poderia começar por aí quem que se habilita a abrir a portera. Pode falar um pouquinho sobre, né? Bom, a TCC ela surge no final da década de 50 com Albert L, e com a terapia racional é motiva, né? E tinha ali talvez uma aderência maior até a psicologia comportamental, né, ou uma reverência radical. E logo em seguida, já também ali na final da década de 50 com a China década de 60, o Anum Beck, então, começam a teorizar a TCC dentro desse universo cognitivo comportamental, lembrando que o Beck era psicanalista. O Eric também era psicanalista, mas o que começou a mudar? A todo mundo, naquela época era psicanalista, né, era que tinha esse de referência que tinha de estudo prática, né? E de todo, a gente ficou terapia, né, porque o reverirismo conhece que ali deus, né, no meio de estudo, no meio de estudo, vim de estudo. Mas, claro, é muito aplicado a pesquisa aí, a educação, muitas vezes, mas não muito, pra psicanalista, começou também ali na década de 50. E o Beck começa a perceber, no estudo com seus pacientes, né, na terapia com seus pacientes depressivos, que havia uma distorção cognitiva, né, um pensamento negativo, né, tendendo ao pessimismo, né, que a gente chama adentro da depressão de estrias, triplamente negativa, né, uma distorção negativa em relação a si mesmo, em relação ao futuro. Ele começa a perceber que existe, em todos os pacientes que ele atende, e que parte do protégio de psicanalista, no fundo, era restruzurar, né, ou seja, trazer esse pensamento pra um universo mais felístico, que está. E ele começa a fazer muitos estudos, e novos parceiros começam também a entrar, e cada vez mais você tem ali a pesquisa terapia, né, faltada com vastos estudos científicos, né, com artigos que apontavam, é ficasse terapêutica, pisada e cc, daí no começo da depressão, e daí depois no cidade, daí foi ao longo do tempo, e dentro de todas as escolas, mais ou menos assim surgiu a cc. E cara, é muito curioso, é muito interessante, eu acho, né, da gente poder discutir isso, né, porque assim inclusive, quando a gente estava lá atrás trabalhando laboratório aí, né, nem americano, nem salva ainda, eu me lembro que a gente tinha um texto, que era um texto leido do obrigatório, como é caso, é necessário sentir o que era na época, né, que é tipo. Tipo, todo mundo que está no laboratório, tipo, já que assim, uma cópia do texto, né, cara, que se é o texto, lense ativa aqui, né, o que você tem que ler, esse ativa aqui pra você, entendeu que a gente está fazendo aqui, né, que era muito curioso, assim, porque eu acho que. algumas coisas, as até cela são, acho que, muito interessantes, né, na verdade, a primeira coisa é que assim, acho que a base dela metodológica, ela acaba usando aquela mesma base, né, mais do reviurismo radical ali, né, então eu era uma forma de manter o mesmo esculpo científico, né, positivista, né, né, nesse sentido ali, então mantinha o mesmo esculpo científico, abordando fenômenos, né, de uma base, né, como ela é o psicanalista, de parte de uma base psicanalística, né, ali, né, fazendo uma metodologia diferente, e o que. porque é, porque é interessante de comentar isso, porque. nessa junção entre o que tinha de conhecimento clínico, é psicanalístico, portanto, e essa base metodológica, positivista, né, comportamental, da comportamental, foi quanto mais ele aplica isso, apesar de que, né, Freud era médico, né, então vamos aumentar nesse mérito, beleza, assim, apesar dessa história, beleza, não pode ter seus seres, cês psicanalistas, um pouco, eu que eu acho que é muito, é muito interessante ali, né, quando ele faz essa, essa junção, ele encontra na co-guinição um eixo comum, né, um eixo de integração entre abordagens, né, um eixo, portanto, testável, né, eu acho que isso que é interessante, eu sou metível, eu sou metível entre aspas ali, um crio que é mais positivo, isso, né, isso seria, ele é passivo de ser avaliado observado pelo crio que o positivo é, se tem o começo por aí, e nesse, nesse livro, né, que o livro chama "Poder Integrador" da psicologia cognitiva, o capítulo 4, era o capítulo em que ele discutiu, conceito de integração entre abordagens, então, o ABTL eles ele proponham, eu acho isso incrível, né, na abordagem cognitiva, na verdade, porque ela é um fundo, no fundo, ela é uma grande base epistemológica, imetodológica, imagina ali também, para a integração de abordagens, então, ele sita inclusive, "ah, as anunciou-tos ali, na época, já discutiu essas ideias, a gente integração em psicoterapia, né, integração de abordagens, né, e o que eu acho que é mais rico na psicologia cognitiva, na perapé popular mental, essa possibilidade integrativa que ela tem, que é apreguada ali epistemologicamente nesse livro do ABTL, eles ali, que, reposamente, se capitou o capítulo 4, o livro todo trata disso, né, mas o capítulo 4 é muito emblemático, porque ele faz a amarra, ele propõe as amarras, que acontecem ali entre as abordagens, e qual o estitori falou a cognitão, o estro que a gente consegue enxergar em qualquer abordagem, uma possibilidade de integração, isso, acho que é incrível, porque no fundo, no fundo, no mais adiante, aqui a gente vai ter sela, o Pornar Rangie, que é um dos grandes espanhol, né, personado para a Nala, que é poxa, que é um dos grandes espanholes do Brasil da BCS, né, você vai ter ele discutindo artigos, dele discutindo conta transferência da BCS, então qualquer tema, cara, é possível de ser discutido, por eu pelo principal da abordagem, e aí quando a gente chega mais recentemente ainda, né, nas terceiras ondas ali, mesmo mais ainda, quer dizer, esses dias estava conversando com uma luna minha supervisão ali, clínica, né, ela falou assim, ela tava lendo sobre DBT, ela falou nossa Dani, se você fosse DBT, parece o negócio meio humanismo, meio que foi domenologia, né cara, falei cara, mas é essa proposta, né, de retorce, e o que a gente faz a remontagem, e não tá, gente. homologica da TCC, a gente entende porque todo o conceito é discutido para a perspectiva, porque existiu um eixo. Então quem não lê esse livro, por exemplo do Albert L, eu acho que se acaba não entendendo bem, porque se faz esse jeito e como se faz, quer dizer, não é sem critério nenhum, existe uma lógica construída, articulada, ensinada desde muito tempo, que propõe essa ideia e faça o que as abordagens sejam passíveis e eleituras nesse sentido ali. Ao mesmo tempo, o ecritismo técnico que faça o que a gente consiga ter uma diversidade enorme de estratégias para manejar o paciente, então não é toque, é a abordagem que obviamente vai ter mais evidência e obviamente vai ter mais versatilidade no tratamento. Então quando a gente pensa em saúde mental o TCC, cara, é o caminho óbvio. O mais óbvio, talvez, se pensar com a gente olha o caminho, ela construiu histórico mesmo, se começar pelo aspecto histórico, porque literalmente isso ponto, a história diz para a gente não fazer hoje aí. Sim, ele é pra quem está ouvindo de repente não sabe que DVD parece um DBZ, mas não é dragambalzer, ele é ver comportamental de alérgica, que o Dene comentou, é um outro, a gente for pensar em termos de linhas, acho que o Dene colocou um ponto importante aqui nessa versatilidade e eu até ouço um pouco isso dos. Eu falei outra coisa, mas só para lembrar, para eu perder o foco aqui, as vezes os alunos, você tá ensinando, lá, as primeiras disciplinas, um pouco mais técnicas, tal, e as vezes o aluno acha coisa muito ingessada, né, porque tem bastante técnica, tem um modelo, aquela formulação de caso, e não é isso, não é fechado, não é quadrado, mas você tem uma metodologia, tem um método de trabalho, eu acho que isso foi a grande sacada e aí voltando o que assim falou, a questão do próprio Beck, ali, entender, dentro aqueles, assim, com aqueles pacientes, com depressão, quantos é que são da restração cognitiva, seja, colocar a pessoa em contato com situações pensamentos, ali, fazer essa mudança tinha a melhora nos sintomas dele, né, e relativamente o processo foi feito para ser um processo mais rápido, né, ele foi criado para ser um processo mais rápido, então assim, é interessante essa coisa, o Dene fala da junção e das ciências, né, das diferentes linhas de abordagem e das linhas de trabalho, quanto você vai buscando ali as evidências daquilo que tem um funcionamento melhor, você vai buscando sistematizar isso e parece que assim, na TCC é isso, é uma sistematização daquilo que tem a evidência, aquilo que foi estudado de forma, sim, mas positivista, né, mais ligado a esse tipo de evidência, que tem replicabilidade, né, acho que se não tiver também complica a gente chamar de ciência, ou até mesmo ter essa, se eu usar isso em psicoterapia, e eu acho que é um grande, e o que o Sumo fala às vezes impósinho, pros alunos, enfim, que psicóloga é meio metida a besta mesmo, porque a gente vai mexer com coisas ali, vai trabalhar com assuntos, tanto em avaliação psicológica, a gente vai, se lá pensar num diagnóstico, num pós-agnóstico, mas na psicoterapia eu vou semeralhar, checar a vida da pessoa ali, né, então é uma responsabilidade muito grande para você fazer algo, sem uma evidência ou meio na intuição, né, não dá para usar a intuição para fazer isso. Isso foi que muito me encantou no início, quando eu comecei a estudar um pouco mais que eu estava na TCC, a segurança que essas técnicas e sobretudo é ficar assim, é que você percebe isso nos pacientes, né, você percebe funcionando ali, você percebe que tem estudos em cima daquilo que está funcionando ali na vida daquele paciente, né, acho que é por aí. E eu acho que é bem interessante, porque o que eu tenho em fi, a noite eu estava codando também a supervisão para o psicólogo, e eu falo, esse paciente de repente, né, você usar a DBC, né, ou mais, esse nem está ficado, ter a vida das informações, né, a gente estava falando sobre isso, o Zé falou que entrar, mas eu não sou um terapio de covenir tipo oforcimental, daqui anos, mas na TCC não tem, né, é legal, foi, legal, o que tinha precisado dessa forma, né, porque, na verdade, eu tenho a base, que começou com a área de DBC, né, e todas as TCC tem uma base em comum, mas o que a gente tem na verdade nas escolas da TCC, né, da TCC da onda, principalmente, mas seis meses, na certa tinta e não, você tem a TCC como uma caixa de ferramentas, - Sim, sim. - Então tem paciente que você vai usar mais técnicas, as sociais da terapia, passeadas em confasão, em meta, cognitiva, em LGBT, em TCC básica, daqui anos, enfim, e assim, pojante, né, inclusive não pesa o paciente, na mesma situação, você vai volta com diferentes linhas da TCC, né, porque é isso que eu faço a expressiva de você naquele momento, eu não sei, porque realmente não sei, porque eu não tenho suficientes, na piscanália, de por exemplo, né, uma vez você é lacaniano, você só pode ver lacaniano, vou pelo que eu posso ir um pouquinho um ano, o helicoteano, eu não sei, realmente eu, o meu conhecimento de piscanália, existe cobação de. - Se quando é faculdade. - Parágua, na faculdade, tese mais danço da TCC, isso não é uma realidade, né, ela é pelo contrário, quanto mais versado do Cipur, em todos os abordagens que a TCC oferece, mais preparado você vai estar para acender uma quantidade muito maior de pacientes, com uma quantidade muito maior de problemas emocionais e comportamentais que possam vir. Então você não precisa ser exclusivo de uma única escola, aliás, pelo contrário, né, a gente espera que você tenha que você trouxe um pouco central, né, assim, até pelo fato de ser algo que tem essa. esse caráter científico, mais positivo, e tal, do estudo, da reprecabilidade, a coisa vai mudando, né, a coisa vai se atualizando e tem perfis diferentes, né, gente sempre falou disso de sem entender o perfil do paciente, também, então não tem como ficar numa coisa fechada, né, gente não tem. não faria nem sentido, seria contra. producente, ou contratitora, até, né, só posso ficar aqui, eu não posso olhar ali, né, porque são. são linhas que vieram aí, acho que a gente pode chegar nesse ponto, ele deu uma mesma estrutura, né, e isso foi uma das coisas que até hoje assim, eu pego às vezes estudando caso mesmo, né, atendendo, você fala puxa vida, olha como. como o cara percebeu, só que eles três elementos, ali, do modelo, né, cognitivo, ali, como aquilo faz sentido e como aquilo faz sentido e tem eficaz dentro do processo terapêutico, esse tipo de mudança, né, você usar os três elementos ali, para efetivamente fazer uma mudança, né, ter uma escuadidade de vida, né, acho que a gente poderia fazer isso, então, apresentar a pessoa que está ouvindo, talvez para quem ainda não conhece, o modelo cognitivo, né, acho que é, literalmente, não com a minha que a gente funciona, todo mundo funciona, dentro aquele modelo, entre pensamento, emoção e comportamento, mas alguém gostou de falar? Na prática, acho que o modelo mais geral, o meu paradigma mais geral, ele não tem, não tem muito de segredo assim, né, para gente que dá a área, né? Sim, sim, Dani, mas desculpa, desculpa de cortar mais é isso, para gente é tão concreto dia a dia, mas, né, quem tiver ouvido, repetindo, conhece, é isso aqui ao modelo base, de base, né, de qualquer linha que a gente vai atuar dentro de essa cena. É, na parte, a gente está a partir de sucoços ali, que eu acho que, legal, eu vou até começar, eu não passei um pouco mais atrás, que você fala sobre a questão dos perfis, da concretismo técnico, você estava falando, é a mesma coisa que a gente tem, né, dentro do contexto interapia, né cara? Porque a gente, a gente, a gente, a gente, a gente, a gente, a gente. Eu dou sempre um exemplo da pessoa que você lá, para fazer uma cirurgia cardia, né? Então o cara vai fazer uma cirurgia cardiaca, aí beleza, tem lá no livro, como fazer uma cirurgia cardiaca, né? Aí você, é só que seu paciente ele vai perder, se ele tem outros problemas de saúde, ele tem, colecê-la, ou alto, tals. Cara, quais adaptações essa pessoa tem que fazer, num procedimento de cirurgia, para não matar, é, indentido da mesa, não deixar na mesa ali, então veja, por mais que a gente tenha eixos, então será que os nossos grandes e estavecésios, os diagnósticos nos loógicos, existe todo um acaboso ali, todo um aspecto de perfil, que a gente inclusive trabalha com os alunos direto, e tem um livro nosso que vai sair agora, aí, sem desses próximos meses aqui, agora, exatamente discutindo isso, discutindo os estratégicos de trapeu, que é o que a gente vai fazer com os seus próprios perfis psicológicos, que é o ponto, justamente esse, né? em que a gente discutiu quais são elementos que a gente tem que considerar, por exemplo, ao olhar o perfil do paciente, o perfil dele, o estado mental, o perfil personal lógico, como a gente considera variáveis outras desse paciente, dentro do processo de seleção de técnica. Então, quando você selecionar as técnicas, qual o critério uso, resumidamente, para selecionar a técnica? E a gente olhar os livros grandes manuais de critério afilcognitiva por aí, esses critérios são principalmente baseados, hein? É, o transtorno, cara, tem que ter ansiedade das técnicas, para trechou necessidade dessas daqui. Ah, tem as básicas, né? A gente vai discutir com as alas básicas ali, que a gente usa com muito frequência, um paciente todo paciente, né? A fundamental, mesas mais fundamentais ali, mas veja, ah, puto depressão, ah, cara, com transtorno personal, a ideal B, então você vai usar técnica tal, ou estratégia tal? Legal, só que, de novo, a questão é qual nível de severidade, qual nível de sanidade que aquele paciente apresenta, e qual a adaptação técnica que eu tenho que fazer, considerando, ah, o J-6, a história de vida, o nível de estado, né? de saúde, mental, preservada, do que ele paciente, que a gente tem que considerar, para a gente conseguir, adaptar para fazer as adaptações técnicas necessárias e eu vou te dar o resultado, melhorar a vida daquele paciente, né? Então, eu entendo que a gente faz muita adaptação técnica e muita modificação em razão desses critérios, que é o que a gente está discutindo, dos também nesse livro, a gente vai logo mais aí lançar também, mas pensando nessas questões, né? Então, acho que é muito bom a gente ter essa possibilidade do critismo técnico, né? E a gente está tentando discutir essa questão, para uma questão que pouco se discutir, a gente levou alguns trabalhos sobre isso no Congresso Mundial de Psicologia Clinica, né? Um, dois anos atrás, apreciou o que eu apresentar aos trabalhos lá, no Congresso Mundial de Psicologia Clinica, discutindo essas questões, né? Espanha, esse número foi, né? Então, a gente já começou a discutir essas questões já por aí, né? Eu acho que está isso. Segue conversando sobre isso, gostamos de pesquisa, Segue fazendo esse tipo de trabalho, mas eu vali o que a coisa vai muito por esse lado. Quer dizer, qual critério a gente usa para a gente conseguir selecionar a melhor estratégia? Então a gente tem que trabalhar isso aí com nossos orientantes, com os funcionários que vem para o cura a gente, sempre procura fazer, trazer um pouco desse olhar, que vai pouco além do que a gente apede no livro. Acho que isso é muito importante também ali. A gente está pesquisando isso constantemente, fazendo saios sobre essas coisas. Chegando a partir disso no paradigma básico, a gente vai falar do que é básico ali, "Vou falar de TCC, que a gente pode quejar, a gente dá ela sem mestresando sobre isso, inteiros, resumir uma hora de quejar, você for, né?" Essa desafio, resumir tudo isso em um tempo ali, cara, velho. Qualquer ponto ali, então, né, gente? Um estímulo, qualquer estímulo, interno, externo, qualquer tipo de estímulo, se a gente for falar de estímulos, sinteticamente falando, né? É muito interessante discutir estímulos internos, porque existe uma coisa que a gente, acho que não considera muitas vezes as relevanças que talvez devem ser ter, que é eventualmente as necessidades do paciente. Vejo muito interaper, eu tenho muito aluno, vindo como você está com a gente e tal, as pessoas ficam tão pegas da coisa de pensamento, emoção, que é o próximo passo, né? Então o estímulo, ele provoca um pensamento, que provoca uma emoção e que já é uma consequência. É tão dinâmica essa troca, é uma separação epistemológica, tal, mas é importante trocum saber que isso é extremamente dinâmico. E é interessante discutir sobre estímulo, que muitas vezes que eu falei, ele pode ser externo, algo aconteceu, foi algo interno da pessoa. E, enquanto a gente pensa em algo interno, a gente muitas vezes está falando de necessidades que a pessoa apresenta, são os motivadores base, né? Que ela apresenta para executar aquela conduta do que o que ele executa daquele jeito. Ou do porquê que ela distorce, é aquela que ele pensamento, e compreender, eu gostaria de deixar uma intenção sobre isso. Não só estímulos externos, né, coisas que acontecem com a gente, mas principalmente como isso compete com estímulos internos, com motivadores internos, que a gente pode ter para a execução de conduta, né? Quanto é que ele gera um comportamento na gente, um pensamento, uma emoção, um comportamento, que é aquilo que tem uma consequência no final dessa história? Essa é a base, né? Sim, existe um evento, e existe uma percepção desse evento, uma percepção cognitiva também desse evento. E é exatamente a interpretação que a gente faz do evento, que gera uma emoção que pode usar um comportamento, uma consequência, tal. E o que junta todas as terapias são três elementos. Um, que co-ignições afetam, emoção e comportamento. Dois, essas co-ignições, esses sentimentos, podem ser monitorados. E três, essas co-ignições de pensamento podem ser modificados e em consequência podem modificar, né, as emoções em comportamento. Esses são as três princípios que cercam, né? O que eles delemitam todas as terapias quando eles tinham comportamento. De cada um tem a sua e de sincrasia, tem a sua especificidade, mas basicamente são esses dois grandes conceitos que você falou, né? O paradigma básico, evento do pensamento, é você comportamento. E esses três princípios que contemplam todas as terapias cognitivas. E é legal que você falou agora, sim, porque o jeito é que o pensamento é assim, é a resumida isso, né? É assim, às vezes a gente vai dar aula, também eu dei no fluidado, a gente vai dar aula, a gente fala, "Pois isso aqui, é esse modelo, claro, e daí cada situação, até algumas situações são mais especificas para algum tipo de demanda, mas eu me lembro, assim, até meio recentemente, um paciente que tinha passado um processo bem difícil, também. Mas depois de um tempo, tá bem, já tá de alta, né? Que ele chegou a falar assim, Fernando, eu fiquei impressionado com o que você falou, e que agora eu sei que eu posso me sentir melhor de acordo com o que eu penso, né, ele falava assim, "Cara de mais, eu tava lá na situação X, né, que era a situação que ele tinha no trabalho, e aí começava a vim de novo aquele negócio, e eu falava "Não, pera, deixa eu ver aqui, eu controlo o pensamento ali, por me sentir melhor, é claro que isso é um processo longo prazo, ou o médio prazo, né? Ele passou por um burn out bem, bem complicado, tiveram outras questões, mas eu achei muito engraçado, assim, muito interessante, ele fala isso, por mais, como que a gente consegue se sentir melhor por causa do pensamento que a gente tem, né, danales e por aí vai, né, o famoso, né, uma coisa acontece com duas pessoas, as duas pessoas vão agir diferente, vão perceber diferente, né, pensar que essa, como se falou, né, é possível mudar isso, né, se é uma premissa, né, possível mudar, a partir desse pensamento, a partir desse processamento inicial, eu vou até aproveitar, então, mandar algumas perguntas pra gente coloquei ali no Instagram, então se você, nos próximos episódios, fica ligado lá no @coaginamentos, manda pergunta pra gente, mas tem uma aqui, eu fio doter risado, mas o pessoal até pediu pra nem finiu o nome dela, mandou depois um inbox, então não vou ler, vou respeitar, tá? Por que que na TCC é tudo resturação co-guitiva? Eu, às vezes, até brincam com isso, pessoal, na prova, você não souber que colocar, você coloca assim, a resturação co-guitiva, tá certo, mas, acho que é uma boa pergunta, a minha resposta mais simples é, porque na vida é tudo resturação co-guitiva, né? Mas, é claro que não é tudo, mas a base acaba sendo essa, né, o que vocês gostaria de falar sobre essa resposta, gente, por que que na TCC é tudo resturação co-guitiva? Olha, porque é um princípio básico da TCC, né? Sim, que se você mudar a forma, como você interpreta, os evênticos modificam a forma, como você reage aos evênticos, porque essa é uma realidade, já vinha inclusive, se pita tudo, e eu digo isso, depois dito, "zeibura", não é o evento em FIC, faz a gente reagir, mas a interpretação do exemplo, mas, o menos assim, assim, a basa, e claro que não é o pensamento, pensamento é meio de uma criança, e essa criança daí, ela é desenvolvida ali prioritariamente a nossa infância, ela vai se tornando uma cada vez, mais fiscalizada ao longo do tempo. Então, sim, uma das bases da TCC, que é de que a gente muda a forma como a gente interpreta o mundo e a gente interpreta a forma como a gente reage, vai ter diferente, por exemplo. Imagine a vulgueira, se está andando no corredor, daí você encontra o conhecido, e conhecido no macarés, para você, e fala o oibro, você. Se você tem uma criança muito forte, ali de desamores, ali, você acha que você é inferior a pessoas, que as pessoas não gostam muito de você, etc. Esse evento pode gerar um gatilho para você, e a Flosso, eu perdi que ele fez disso, porque foi ferrado para ele, porque ele está chateado comigo, e isso virá uma combinação, uma sociedade, e tal. Se você tem ali uma criança mais saudável em relação a isso, você pode falar que nossa colota que traí dois, ou seja, ele tem nada de comigo. Então, vejam o mesmo mesmo, mas a emoção que aquilo dispara é completamente diferente. Daí, existem muitos estudos que mostram, que pessoas com problemas emocionais, elas têm muito mais uma tendência a ter alto diferente, ou seja, elas colocam na sua conta, coisas que acontecem, e ações, e interações, coisas que muitas vezes não têm nada de ver com ela, tem a ver com o povo, tem a ver com isso, várias coisas associadas. Mas, que você pega a terceira onda, ela é muito menos sobre o conteúdo e muito mais sobre o sistema. Se é muito menos sobre o software, muito mais sobre o hardware. Então, você faz treinos de atenção, você tenta reconfigurar a percepção. Então, você faz muito mais alterações. Associadas a esses outros sistemas, esses outros processos, com o munitivo, você que sobre a restrutação cognitiva em si, baseando aqui a restrutação cognitiva, seria o conteúdo. Então, esse é o seu seu seu cognitivo, porque é a cognição, a gente pensa, e se relaciona, mas, dependendo da linha que você pega, você trabalha muito menos com o conteúdo, e muito mais com o sistema mesmo. Ou, outros aspectos anterior, que também são super importantes. E, por exemplo, trauma. Quando você trabalha com trauma, você trabalha tanto com conteúdo, quando você trabalha com fortes, negligencias, insuacidas, e não trabalha tanto com conteúdo. Por que? Porque a pessoa pode até raciturnamente entender que é aquela verdade, mas ela não sente aqui. Então, não tem que fazer uma modificação diferente. Mas, a restrutação cognitiva, é porque é a forma combateira. A gente raciturnamente, a gente se explica a forma como a gente se relaciona com o mundo. Perfeita, é justamente isso, porque a base do negócio, é a base do processo inclusive. A gente vai lá pensar, a gente não teravia, acaba a ser uma base do processo até de adoecimento. Se você tivesse pensamento disfuncionais, você percebe que nem você deu esse exemplo. Eu eventaram mesmo, uma pessoa vai falar, "Ok, o cara está distraído, está sem óculos, então outro, pochó eu." Agora, você magia de ter várias ocasiões, vários eventos como este, você começa a sentir muito mal com tudo isso. E, na verdade, tem a ver com a sua interpretação, por isso a restruturação. Acho que faz muito sentido, que a pessoa está ouvindo a gente falar de terceira onda. Não é a pessoa, não é modismo, não está a gente. Pessoal, as vezes, eu tenho essa impressão, eu entendo a terceira onda, para essa pessoa negociar, "Ah, vai passar uma onda." Na verdade, são modelos com focos diferentes, como se falou, assim também trabalha a questão de mindfulness. Então tem outros focos, nós vamos inclusive fazer alguns episódios aqui, enfim, uma série só sobre ter ser a onda também, vai ser bem interessante a gente falar sobre isso. Dani, desculpa aí, a gente cortou o ser. Não, sério, estresse, tranquilo. Cara, não, eu acho que assim, acho que resumiu bastante bem. Pô, pergunta é ótima, né? Porque a restruturação cognitiva, né? Porque na prática, qualquer coisa que você faz, como paciente, [MÚSICA DE FUNDO] Vem aqui, vamos lá, pensa. Por que você vê. Por que você vê por curatrapia? Você quer ser o mesmo. A mesma pessoa, não, você tá querendo mudar alguma coisa em você. Então, essa base. Por que queria estrutura? Por que você tá mudando essa ideia? Então, a parte da coisa base, base mesmo. Tipo, você quer ter uma preciação diferente sobre as coisas da sua vida? Você quer mudar a forma como você enxerga o mundo, como você enxerga as pessoas, como você enxerga. Seu motoração, como estou dizendo, de pensamento. Só que, óbvio, como assim bem colocou, existem perfis e estadumental. Eles são muito comprometidos muitas vezes, né? -Parfis. -A tempo para reconhecer os pensamentos, né? Ah, desato. Às vezes o paciente não tem ali, a pessoa não tem ali. É uma característica da pessoa, às vezes, não tem um site tão bom. E aí, a modificação. Ou até tem que, assim, te falou, mas é desconexido a experiência, né? Então isso acontece com muita frequência, assim, na nossa odia-dia. Então, acho que parte dessas estratégias de terceira onda que você colocou. Acho que é uma segunda vertente, assim, né? E implica em fazer essa pessoa, que modifica a forma como ela vive aquelas coisas. Isso perpaça também, pela forma como ela enxerga as coisas, claro. Mas ela tem que também usar de outras estratégias para esperar o gatilho emocional desligar. Então, liga aquela gatilho de ansiedade, pessoal. Ah, sente aquela coisa esquisita. Ela tem que dar aquele período, aquele tempo, ver aquele experiência corretiva, né? Que ajude ela sentir um pouquinho diferente, né? E é curioso, assim, gente. Por que a restrução cognitiva, vamos lá? Pense que eu tenho um desafio emocional. O que faz as pessoas conectarem esse opon? E controlar o controle da emoção, pessoal? O monte de artigo da neu, inclusive, mostra isso, é. É qualquer disser, é córtex, né? Então, é a ativação frontal que faz com que você consiga ter algum processo inibitório, mas é mais eficiente, não é único, mas é mais eficiente mesmo, porque a gente sabe, por exemplo, com suas ativas, não são tão frontais como a gente achava que elas eram, né? Ó, porque tem a equação frontal, mas, enfim, lesando cerebelo para voar cada discussão executiva, lesando em outras áreas, né? Pô, nem para voar cada discussão executiva, eventualmente, tá pessoa. Então, a gente sabe que a discussão executiva, é, por exemplo, as tem essa. essa última função ali. Mas, veja, o fato é que é esse controle que a gente quer, né? Ativar o cortex da pessoa, grosseiramente falando por tanto, né? Ativar o cortex da pessoa para que ela tenha um poder maior de inibia, ou seja, controlar aquela resposta emocional que muitas vezes está inadequada, só que para isso repara, que percebei que essa resposta emocional é adequada. Eu tenho que não ter uma interpretação alterada sobre a realidade, entender que pai propodei entender que isso, então, ver se tudo tem. tá marrado na restração cognitiva no final de conta ali, porque não adianta nada, eu modificar também a experiência sem interpretação que ela faz daquela realidade, segue sendo a mesma. Uma coisa boa acontecendo, até o sentimento começou até ficar melhor, mas eu estou se antecipando que vai dar algum problema pronto, e a pessoa já começa a ir em data o ciclo, né? É o que acontece quando então, transforma de personalidade, né? E, enfim, que é a característica que são um pouco mais resistentes, aí, refratados, aí, eu vou aspecto. Então, eu acho que esse que é o ponto, tudo passa pela modificação. Assim, te traz também essa outra modificação que é importante, que é a modificação da vivência, né? Que está sempre estimulando experiências corretivas do paciente, a diferença terapêutica eventualmente funciona como isso, em muitos casos, pode ser. Sim, por exemplo, né? Até a própria relação terapêutica, né, é um modelo de relação, propaciano. O exato, na mesma linha de correio, de ser corretiva, né, para a pessoa, né? É muito curioso assim, né? A relação terapia é uma relação que, em si, é algo que você não vai contar para ninguém. É uma coisa que nem. muitas pessoas nem contam nem para amigo, ou para conduz de para ninguém, o que fala com você, não é um processo terapia. Por isso, que há ter esse potencial de destravar os processos para que você pode assumir francamente o que é aquilo para você. É uma relação que você pode fazer isso, nem sempre as pessoas quão servem, nada é a nível de sanidade, gravidade, os problemas que às vezes a gente apresenta. Mas o caminho é esse, né? É o caminho que a gente tem dado. Então, acho que resturação cognitiva, cara, mas, sendo mais tarde, ela é um caminho inevitável, né? E ela passa, portanto, pelo que a gente chama de estratégias básicas, né? É uma das estratégias básicas, tem muitos caminhos para realmente provocar a situação de pensamento, muitos caminhos diferentes, para a gente provocar a resturação de pensamento, né? É muitas técnicas, ali, modificações técnicas que geram resistentes indivíduos. Então, acho que é. Por conta disso, mesmo. E aproveitando isso que você está falando, né? A gente tem uma técnica meio base, né? O registro de pensamento automático, o registro de pensamento dysfunctional, meio básico. Mas eu vou aproveitar a colocar uma pergunta aqui, as que foi da Anna Muraturi. Ela foi minha luna de pós lá de Brasília. Foi o que eu voltei para lá, ela foi lá, ela é uma luna online. E ela mandou uma pergunta aqui que faz gente a falando de técnicas, né? Que é sonadamente socrático e seterecidentes. Acho um pouco confuso ainda. Acho que pode falar de essas duas técnicas que basicamente a gente usa quase sempre, né? Embora se eu qual falei o registro de pensamento, ali acaba sendo uma matareta de base. Mas que é sonamente socrático, acho que é uma base do processo, da conversa em si, né? E a gente podia falar, enfim, um pouco dessas duas questionamente socrático e da seterecidentes, um pouquinho, situações que a gente usa, qual o sentido aqui, mas eu podia até começar pelo questionamento socrático, eu falei, acho que é uma base, com versos que a gente tem com o paciente, inclusive, e nisso que tanto dano quanto assim estava falando agora, né? Que você leva, inclusive, a pessoa a pensar, olha, restração correntiva, pensar, perceber as coisas de uma forma diferente por meio de um questionamento que você faz, né? Acho que a ideia é essa, né? É a questão da minha socrático, né? Como o nome sujeiro veio socrático. Só que a gente. Só que a gente. Só que a gente. Só que a gente. Só que a gente. Só que a gente vai volar. Não era o jogador de colheres, mas a gente tem que criar outros sócrátis. Lá, tem um vídeo maravilhoso do Mons Python, né? Que é o futebol, dos filófitos, né? Mas só cratizerem, que vai com todos os colher no favóla, né? Sim. E o que ele. Eu tia com esse referência, gente. Mas é incrível, hein? Bom, o que isso começa com é o diálogo que nós temos com o paciente, ele se dá a ver a questão da minha socrática, né? Eu seja. A gente não conversa em ser o que tem, né? A gente vai esquecionar o método crático, ou seja, o diálogo, o todo apuntamento, todo. todo a pergunta que a gente faz para o paciente é com o intuito de que ele. Busque as respostas que ele tem sobre aquilo. Por que tem que ter o opo paciente que tem que ter a resposta? Porque só ele tá vivendo a vida dele. Aquilo que é bom para mim, para a minha vida, né? Os valores que eu tenho são bons para a minha vida, da minha vida, e tem. Então, por mais que eu, claro, as vezes nós, com um comportamento com o paciente de ser desfunctional, eles dizem entender aquela resposta, na partir da experiência dele, na vida dele, dentro do universo dele, basicamente. Então, quando a gente faz uma pergunta, "Ah, o que você acha sobre isso?" Que é a famosa pergunta do psicólogo. "Cá, como você se sentiu em relação a isso?" Isso aconteceu depois disso, você percebe que, né? Ou seja, quando você faz esse tipo de indagação ao paciente, você leva o paciente a buscar, exatamente os seus sentimentos automáticos, faz ele ir afritir sobre as emoções que possam ter de funcionar, de você tenta buscar trensa centrais, né? Então esses construcos que a gente entende sobre o mundo, sobre a gente, assim, e tal. Então, isso é o questionamentoocrático. Então, ele é base. É, assim, é o nosso diálogo com o paciente, né? Acho que o Dani quer falar sobre essa? É que na minha cabeça, se a tradicendente, ele é uma estratégia que ela se municie questionamentoocrático. Sim, está sentindo. Porque assim, está dizendo perfeita zero, pessoal, é que é assim, ó. Claro, a gente está sempre fazendo questionamentos. Eu acho que, assim, existem técnicas que são muito básicas entre a peroginitiva, questionamentoocrático, respiração corretiva, psico-educação, monitoramento. Eu falo que monitoramento de situações e cenários, ó. Você percebe que, olha, vamos tentar monitorar enquanto o que está acontecendo no seu dia a dia, pra você ir motar o onde está o meu condicência, né? Que é a ideia velha da base de evidências, né? Então, isso é uma coisa comum de a gente fazer. Da mesma forma, essa coisa do questionamento e da psico-educação, acho que ela representa uma dupla face das coisas. O único que a gente consegue é, acho que psico-educar em sinal paciente caminhos e levar ela a pensar, refletir e pensar, sobre o impacto e, enfim, a circunstança toda, né? Já que ele está tendo na vida dele. O paradigma que nós inicialmente comentamos, a gente vai questionar, para levar ele a perceber a interpretação, a emoção ou comportamento, o estímulo, a consequência. Eu estou sempre questionando ele para levar ele a perceber toda essa contingência de uma maneira geral pertinente é o problema que ele estava ficando contando, né? Eu estou psico-educando para fazer ele restruturar pensamento ou em ter uma compreensão diferente de uma realidade que ele também está vivendo. Então, eu vejo que, por isso que eu falo essas técnicas, elas acabam se complementando muito. E, quando eu olho para a certa descendente, especificamente, eu vejo que ela é um caminho por pouco mais focado, mais centrado, em que a gente usa questionamento socrático em todas as etapas do processo com objetivos diferentes. Então, se você vai, eu vou começar. Qual é o objetivo inicial de essa descendente? A gente vai pegar um, por exemplo, uma pessoa, traz um pensamento automático qualquer, eu vou questionar aquele pensamento que eu consegui compreender crianças intermediárias, e vou analisar e questionar as crianças intermediárias que eu começasse a chegar em crianças centrais. Então, você está conduzindo o paciente numa direção, né? Forcada. Essa que eu acho que é a intenção do padô do terapêo é quando ele aplica uma certa descendente, o questiono é socrático com uma técnica mais base, eu uso ele em diferentes condigências. Eu posso usar ele direto, uso ele direto, tempo todo no processo. Eu estou tempo questionando e perguntando tanto para corrigir pequenos pensamentos automáticos, pequenas nuances do dia a dia, né? Estou usando isso daí com frente. uma frequência, por ser uma técnica básica, eu estou usando uma frequência para corrigir diferentes nuances, mas tem pensamentos que a gente vê ou tem pacientes, perfil de pacientes que você sente, queritar um momento ou que ele tem um processo agritivo tão elaborado, que ele consegue dar conta de perceber as imitações com a profundidade um pouco maior. Quando você consegue perceber esse paciente, você sente que esse perfil de paciente é ter um insight mais melhor, tal. Então, aí talvez seja um bom momento você aplicar uma certa descendente, porque você pega um pensamento automático. A partir dos questionamentos que você faz com ele, dois pensamentos automáticos, você começa a sinalizar para ele, gradativamente ele vai compreendendo crenças intermediárias, quer dizer que você está sentindo assim por causa daquilo, então você está pegando aquela condição, sem então, então os pensamentos e as que são intermediárias, elas têm essa configuração, são regras, regras que a gente se coloca, regras mentais que a gente coloca ali, então puta, se aconteceu isso, logo vou me ferrar lá na frente, não seu fiséis desse jeito vai acontecer um problema comigo lá. E aí você vai questionando esses processos de crenças intermediárias para que ele consiga chegar lá na base disso, quer dizer, um sentimento de uma crença que se falia, por exemplo, que talvez na base profundamente, então o cara é muito seguro de base, né, tem uma segurança muito grande consigo, aquilo faz um que ele se questione, que ele coloca um monte de suposições condicionais, crenças intermediárias, portanto, que ele coloca um monte de suposições condicionais na vida dele, então não posso fazer isso por causa daquilo, a não vou me permitir isso porque você não vai acontecer X, e aí isso que vai chegar no dia a dia, que nossa, o cara fez isso com uma coisa nossa, o cara está pensando, tá falando mal de mim, queria sentir a que eu dei um exemplo agora um pouco, a vi, o cara falou mal, ali, a falando mal de mim, entendeu? Então a gente pega aqui essa pequena expação e a partir de questionamentos você sobe com ele níveis, você vai ele vai ele a enxergar suposições, ele está fazendo sobre a vida e que estão calcadas no nível mais básico em estruturas, crenças, padrões de crenças mais centrais, bem mais básicos de construções estruturais dele, que nós a gente falou do hardware, né, porra, é uma situação de infância, vivências que ele teve muito básicas lá, que produziram pensamentos muito graves, formas de chegar a vida muito distorcidas ali. Eu acho que essa é descendente, a gente aplica com a gente ter um paciente que a gente sente ou um momento que o paciente está, a gente sente que ele consegue fazer essa escada. Mas o contrário a gente transita com ele com pequenas modificações, é o questionamento socrática, eu entendo que ele faz pequenas modificações cotidianas, de terapia e com paciente. Hoje sem trolar, faz duas sem ser questionamentos com paciente, é o psica educação, ele puts consegue mudar um pensamentozinho aqui, outro ali, ele vai conseguir mudar, mudar, mudar, da que a corpé é hora certa, parece que ele está entendendo, ele está chegando perto de uma suposição condicionada ali, está chegando perto dessa suposição, tá ótimo, eu consigo aplicar uma certa descendente, e com mais foco levar a ele a chegar nessas coisas, e ele eventualmente nas crenças centrais. É assim que eu acho que eu entendo, mas a base das etapas dessa descendente é também são questionamentos pra gente, é a mesma sentura, a base, é a coisa. É, até a vez que a gente já falou, acho que é a base da nossa conversa, não é uma conversa assim, esse questionamento, e eu vejo muito dessa forma também, inclusive a seta, não você usa a necessão fazendo isso mesmo, fazendo literalmente essa decida, e como está na infota de casa também, né, muitas vezes pega ela pega três, quatro situações, faz, e a gente vai ver que assim, faz até o que você interesse vai descendo, vai descendo essa seta, isso me dissente, e não é mal, e se isso acontecer, eu ia pensar isso, e eu senti mal por causa disso, e daí isso, então vai descendo, quando chegar ali embaixo você percebe que sim, você está muito próximo daquela estrutura que o Daninho falou, né, você está aí no próximo a uma crença central, uma crença mais profunda ali, e aquele é um material interessante, né, pra você trabalhar como um foco, como uma meta ali, e claro que aí o questionamento socrático é basicamente fazer pergunta, né gente, o que é o questionamento socrático é fazer pergunta, mas acho que é justamente isso, não é uma pergunta qualquer, é focado nesse ponto, inclusive nesse modelo, o Daninho comento, começou falando de perfil, né, de fazer uma psicoterapia baseada no perfil, uma baixa abertura experiência, por exemplo, só que é muito rígida, ela tem dificuldade de olhar a coisa do transforma, meu óbvio, isso, né, mas a gente passou lá em Big Five, né, em personalidade, então a gente meio que está treinando mesmo a pessoa a pensar em outra jeito, de outras formas, com outras alternativas, o fenômeno fato é o mesmo, como se falou no começo do corredor, lá, é o fato é o mesmo, mas quando a pessoa começa a perceber que tem outras formas de fazer, e o questionamento vem muito disso, né, você questionar justamente o motivo, aquele jeito fixo talvez se pensar nisso, né, então acho que sim, são duas técnicas, acho que bem de base, né, bom, há o questionamento socrático, não tem uma seção que você não vá usar, tem as setas que por alguns casos nesse ponto até de você identificar uma criança central, ali acho que pode ser uma técnica bem interessante para se usar, então eu vou aproveitar a gente tem mais uma última pergunta, da Lilian, me domingues ali, né, já a gente já conhece um tempo, para chegar a fazer curs do visque comigo, bom tempo, aquele curso que você fez aí me ajuda ainda, mas era falso assim ó, fazer especializações em TCC, ou os curs, aula, e outras informações, já nos ajuda, ajuda muito, até porque já começaram uma resposta que não é assim, né, eu acho que mais claro, especialização, vai depender o nível que você quer, né, se você quer uma especialização, se você quiser fazer uma supervisão, uma mentoria, depender, tudo isso obviamente vai te ajudar até porque, como a gente falou aqui, é uma ciência, a ciência ela tá sendo reformulada, ela tá sendo repensada, atualizado o tempo todo, a gente sabe que por exemplo, pandemia veio aí, impactou fortemente a saúde mental das pessoas, né, agora o pessoal achou que passou para a pandemia não tem mais problema, mas essa é uma questão, tem um simples fato de você se atualizar, mas eu queria trazer uma cozinha aqui, pensei a minha supervisão em mentoria, por exemplo, eu dou aula no Brasil inteiro, na época do hipóguer, lá que eu faço ministras aulas de cometria, a versão e sempre com conta com muitos professores de outros cursos, né, a gente vai do hotel, para o local de aula, a gente vai de carro no junte, só queria contar uma coisa para falar disso, ele me perguntou, eu falei, um cara que é divulgado, e ele falou assim, a minha subrinha se formou agora, enfim, tava falando que ela tem que fazer a supervisão para atender, mas precisa mesmo, frolha, não existe uma regulamentação que fala que você tem que fazer, mas eu sei de se formar, mas esse é atende um paciente na faculdade, e às vezes dois, às vezes três, quatro, pouquinho, por um período curto, enfim, se atender um paciente, você não tem uma grande experiência para ir lá, atender uma pessoa, então você faz a supervisão justamente para a pessoa te orientando, tal, para até essa condução, né, e ele falou, "Ah, tá, desculpa, gente, tem uma advogada ouvindo, não fui ao que falei, foi ele que falou, tá, mas ele falou assim, "Ah, entendi, porque no direito a gente não faz isso não, a gente estraga a vida de umas dez quinhas, pessoa, e aí, para gente aprende, "Desculpa aí, não fui ao que falei, foi ele que falou, mas a importância de você está se atualizando o tempo todo, e as cursos ajudam isso, a supervisão, eu também faço muita supervisão, a supervisão ajuda nisso, então acho que esses são, já são caminhos, sim, por ser algo bastante técnico, e que se atualiza constantemente, a gente tá venindo essa questão da terceira onda, que não são novas, realmente, não são novas, mas que vem talvez ganha no forno, uma força diferente, né, eu acho que por aí já vem um caminho para essa resposta, né. E assim, claro, que cada um tem o seu caminho e de aprendizagem, né, claro que se você for uma pessoa autodidata, que adora livros, e você consome informação e conhecimento, você vai ter uma base teórica sólida, né, é o curso, seja a supervisão, essas informações, seja, né, qualquer tipo de curso que você quiser, com susives, etc, o que que se espera? E né, aqui quem está o ministro do curso tem a mais conhecimento, né, porque tem mais livência, mais candidativa, mais, claro que ele começou aquele curso de tal forma que colocou os tópicos que são os mais relevantes da história, né, do momento prova lógica que eles estão vivendo. E então isso vai facilitar um pouco sua vida, ainda assim, você vai ter que ler, você vai ter que ir atrás de várias coisas, fazer, etc, como é uma faculdade, né, tá lá na faculdade, tá fazendo curso, mas você é ser proativa, né, continuar estudando e tudo mais. A supervisão, por mais habilitoso e autodidata que você seja tipo de ir atrás de conhecimento teórico, existem questões que são muito específicas e que só experiência realmente dos testes, né, então a supervisão acaba tendo, já pontando os caminhos mais fácil, né, então você pode ser intelível, só há, no último ano, 50 livros, um por semana, cada um de uma nova linha da pesticideia com muitas técnicas e tudo mais, tá, mas qual que eu vou aplicar? E isso, a experiência traz, ó, tibas, você pode usar essa técnica, você pode utilizar mais mais de fones aqui, você trabalha mais com o terapê de compachão e assim, por diante. E até ajudar com a conta transferência, né, de gostar, lidar com a conta transferência, existem casos mais graves, existem casos de recentativas de cegis, também de cegis, ou comportamentos extremamente autodidivos e tudo mais, que coloca a vida pessoa em risco, e muitas vezes o jovem psicólogo ele fica muito afetado com isso, né, como que ele ouve com a primeira vez de um patente que você estou pensando em matar, é muito improvável que um jovem psicólogo sem experiência não vai ficar balado com isso. E a bala, né, então, e a bala, bala, tem a bala todos os olhos, né, mas assim, é claro que a gente vai com o tempo aprendendo a criar intervenções correças, né, e mais sem preenas, com esse tipo de situação, e você também ensina o psicólogo assim, protegemos finalmente dessa situação, né? Então, eu acho que essa presão, ela não é obrigastória. é no sentido legal da coisa. O brigapório legal, mas ela é muito importante porque nas outras áreas da saúde você tem a intuição, o médico. O médico que a partir do quinto ano, ele vai fazer internar, e ele vai fazer um milhares, ele vai passar várias básicas ali da metrina, vai atuar, vai perguntar, vai se tornar a professora, depois de fazer a residência, mais três anos de estar ali apendendo todo mundo e com alguém ali do ano do lado. A Secretaria é uma corrente, vai, vai fazer estar de obrigatório, não obrigatório, vai ficar, vai passar tempo do hospital, vai passar tempo da clínica, e vamos ver e atendermos os pacientes. É dentista, imagino que seja igual também. Se coloco aí, se o canal do celular, a gente atende um, dois pacientes e é isso. E para mais claro que você está no maneiro de supervisão em grupo e você está aprendendo o seu feito de caso, o seu conhecimento acaba sendo bastante reduzido. Então a minha sujeção é que sempre se busca uma supervisão lá, no consigo pagar uma supervisão individual, a gente está falando dos unidos ali, dois, três coladas, que estão todo mundo com poucos pacientes, e faz uma supervisão quincenal pelo menos, em vista, porque você vai ver o salto de qualidade que o seu atendimento vai dar no curso quase tempo. E claro, isso é ético, o paciente. E isso é um ponto, sabe se você falou? Eu tenho uma psicólica, os provisionais lá do Rio também, assim, se vê, ela faz algumas provisões, para as vezes quincenal, depender no caso, exterce o manual, mas eu percebo de um tempo que ela está comigo, e claro, ela é muito empenhada, se ela pega esse livro aqui, ele vai compro livro ou ela vai buscar artigos, tem os artigos também, e ela leia, se ela leia porque ela faz pergunta depois, então assim, o quanto a qualidade ela vinha de uma outra linha, ela começou a atender, como precisou dos provisiones por causa disso, o quanto a qualidade dela hoje, ela pega casos ali, os últimos que a gente fez, por exemplo, até foi finalizei para a flor, é legal, assim, fazer a supervisão, você está atendendo super bem, você está com um técnico, você está entendendo as situações, às vezes rola uma insegurança, às vezes tem isso também, assim, o salto de qualidade desses profissionais que buscaram isso é contestado, né. Eu concordo totalmente com a sinta, poxa assim, embaixo, isso acontece, pessoal, eu fiz a supervisação também de uma vida, ano passado ainda fiz um aprimonamento de art med, não queria fazer já, bar para a partir de merda, nem nada, mas assim, eu gosto muito do outro. A gente vai pagar mais, não. Eu gosto muito dos cruz de aprimonamento, da arte med. Eles têm uma terá muito bom também, né, está uma terá muito bom. Quero que ela lhe dizer, a gente está sempre estudando, a gente tem há para te ler artigo com muita frequência, antigamente ali um artigo por dia, depois passou com o artigo por semana, hoje é um artigo cada 15 dias, mais ou menos, eu vou se ler. A gente está sempre estudando, né, sempre atualizando, não só atualizando lendo artigos, mas também fazendo, por exemplo, aprimonamento, além da pós, né, que você faz, você quer dizer, a fisposa, você lá, legal, você pode ter feito pós o que você quiser. A ciência avança é legal se eu fazer aprimonamentos, legal você ir lendo estudando coisas assim. Eu acho que fazer pós é legal para quê? Porque eu acho que é uma forma de você central o teu conhecimento, centralizar um pouco mais do conhecimento, o nicho de conhecimento. Então sim, você acabou a graduação agora? Cara, é muito legal, você já, o que que você faz? Você vai ter uma formação mais generalista, tal, você vai conseguir centrar melhor seus conhecimentos quando você faz uma especialização. Ela é uma cana, isso. Depois de um tempo, você vai fazer lá um aprimonamento, né, agradativos, né, depois de alguns anos, depois de algum tempo. E aí, mas você vai estar sempre lendo, acho que o conhecimento é que a gente falou, eu acho que a pessoa sabe até o que consegue aprender e o jeito que consegue aprender a parte teórica, principalmente ali. Eu acho que a gente foi muito feliz nessa condição, porque eu acho que é assim, é realmente isso, né? Como falei, até hoje a gente faz, cara, né, faz aprimonamento, desse tempo, até hoje, né, tal, sempre lendo estudando coisas assim. Até as pessoas mudam, né, dão as ciências, pessoas mudam sensivelmente, assim, profundamente na verdade, a gente tem que entender essa dinâmica pra evoluir, né? Eu ia dizer exatamente isso, agora, cara, quero. O ponto é assim, sabe? Vou pensar sobre conhecimento. Quanto tempo que a gente tem vai? De avanço científico relevante. É uma solução interessante. Quanto tempo de avanço científico relevante que a gente teria? Sem entender o que eu quero dizer, tipo, vai, você estudou hoje. Aqui um ano, você consegue ficar um ano sem estudar nada. E daqui um ano esse conhecimento vai mudar. Primeiro, a gente não tem essa pré-visibilidade. Segundo, cara, numa avança salto dos altamente significativos teóricos e taraná, não tem desse jeito que acontece. Assim, ela vai crescendo a pequenos passas. São pequenos artiginhos, pequenos artiginhos, pequenos artiginhos, pequenos artiginhos, daqui, ó, espera aí. Existe uma modificação estrutural, algo grande, terceira ordem. Essa era onde surgiu assim, né, um cicoterapia. Então, por, pequenas contribuições, pequenas contribuições, quero se ter lá no começo artigos de umberrar, arranjei, manda, dos anos, sei lá, dois mil, um pouquinho. Falando de contribuições, esses camólicos que não podem ficar pouco roupa. Tem uma, espera aí, tem algo, a gente tem algo, algo além aqui acontecer. A grupo ou um monte de conhecimento, falar aqui, ó, tem um corpo aqui, a gente tira uma outra coisa. Então, eu acho que assim que o assim, essa acaba caminhando, né? Você pode acompanhar pequenos progressos, é legal, é pertinente a você. Mas também fica atento a isso, né? Cada, quer dizer, você vai atender amanhã. Que seu paciente, correta. E depois de amanhã, e depois de amanhã. Não tem tempo você precisa avisar, refinal, ler, e quanto tempo você vai ler de coisas tão diferentes, tão mirabolantes, né? Que vão salvar o dia do seu paciente amanhã. Por isso que eu acho que assim, ó, só a leitura, né? Ela te agrega, obviamente, não entendo o mal que eu tô dizendo, te agrega, a gente é tanto que a gente faz, falei pra vocês que eu me as fizendo toda, né? Então, eu mesmo fiz, eu não passava ainda, é um aprimoramento de desses secos, entendeu? Então, é, veja, o que que eu achava quando acontecer, assim, eu acho que eu ponto, é supervisão. Porque, veja, se você não tem experiência em todos os casos que você vai pegar, então passar com pessoas que já tiveram aquele livro de experiência, isso, porque não é só ler no livro, galera. É o trato clínico cotidiano, é uma combinação, não é? Porque não é, porque não é só no livro, porque o livro vai ser recorte de dáticos pra te ensinar. E no livro, no livro do do do da certo, né? Facinho, né? Exato. Exato. A clínica é a dinâmica de funcionamento daquele paciante que dá com aquele problema, que tem aquela peculiaridade que eu estava dizendo agora há pouco, né? Você entendeu isso, você precisa de trocar experiências, às vezes, supervisão, mais de um supervisor muitas vezes com experiências. Te agrega, eu acho que trocar tudo mesmo profissional, gente. Realmente, eu acho que pra mim é o ponto, assim, pra quem quer avançar. Cala que é pós, primeira coisa, pós. Segunda coisa, a leitura, mas o segmento, gente, a gente faz supervisão até hoje. Meu, quase 20 anos tendendo me fazer supervisão até hoje. Entendeu? Por quê? Porque cara, é troca. É o que a gente já falou de você analisar até como você está reagindo, né? Meu, como é que você está com a resposta da telespaciente? Pera aí, o que você pode mudar na sua forma, a sua conduta em relação a ele, tem uma série de nuances, né? Porque a supervisão vai te ajudar a olhar, né? Em relação a seu paciante, especificamente. Então, eu te faço supervisão até hoje, porque é super necessário. Então isso, gente, eu acho que esse é um realmente algo que eu acho bastante imprescindível assim, pessoal que está aí. Então se for, me estudem, só que lembra disso, conhecimento científico, ele é o caminhar dele, né? São pequenas as coisinhas, tem que ter uma poxa, uma modificação muito estrutural, assim para nós, só que eu conhecimento que eu preciso estudar muito. Entendeu? Até você conseguiu encontrar esse cara, né? Vai fazer supervisão. Porque eu acho que é legal, vai direcionar melhor que os esforços, vai economizar a sua energia, acho que a palavra é supervisão. Perfeito. E aí, o supervisão vai ser capaz de te oferecer leituras específicas também, né? Teleformos supervisores, então, claro, tem uma base, né? Eu não posso ter lido um único livro ter sido a vida e saía a ter lena, assim. É um mínimo assim, que eu preciso ter uma base, mínimo ali para começar. Mas o seu supervisor vai fazer isso, né? Olha, eu quero que você leia alguma coisa sobre isso, sobre essa técnica, sobre essa abordagem, sobre esse transformação de personalidade, você precisa, né? O seu professor, o psiquiátrico, enfim, ele vai te ajudar e daí você leia um pouco, vai ficar nervoso, falou, né? Você vai, num capítulo específico, né? Ou no artigo específico, para tornar aquele momento. Você vai facilitar a sua vida nesse sentido. Até porque, né, se finalizando aqui, mas é isso, assim, aprendeu cada paciente, apesar de uma dedicação específica, até procurar algo mais específico para aquela situação, assim, com certeza, nos professor, batidasse as indicações e a gente também precisa, né? Eu falo que eu, eu teve o privilégio aqui de FK2, então direto, a gente conversava de paciente e está acontecendo de caso, mas é bem, é bem importante, né? A gente se mantê, e se você está começando, obviamente, né? É imprescindível que você tenha em orientação inicial para isso, né? Então, eu cheguei no nosso final, já, mas vamos daquela parte que a gente dá algumas dicas de minais falar de algumas possibilidades, que é o nosso, agora, esse é bem de psicologia mesmo, fala que é a frase que a gente aprende no primeiro dia de aula, que é o nosso Fálimo Mais Sobristo. Fálimo Mais Sobristo. Se alguém quiser ler alguma coisa, pesquisar alguma coisa, quais os Fálimo Mais Sobristo vocês podem falar isso, pessoal? Muito bom, você. Eu vou fazer uma alta promoção aqui, então, eu criei um perfil no grupo, chamando "Mummental best", e no Instagram é @mentau.pix. Lá, vocês podem encontrar o "Mummental best". o link pro telegram e o grupo 100% graçúis para fomentar exatamente a discussão sobre esse feto e saúde mental. Então lá eu vou colocar, já estou colocando na verdade, materiais, vai ter dicas livros também e vão ser aulas semanas também 100% graçúis que depois ao vivo e depois vou subir, provavelmente fui, a primeira aula ainda não aconteceu, mas talvez quando você lançar o podcast, vai ter que estar lá. Já vai estar lá, isso. Então no YouTube também vai ter alguma coisa a mensagem para ver. E porque é um projeto pessoal mesmo, acredito que a forma que a gente tem que transformar o mundo que está dentro da nossa, o nosso controle, nas nossas mãos, é a atravessão de mental. E como que eu posso fazer isso? Eu posso ajudar pessoas psicólogos ou profissionais do saúde mental e entender melhor essa área que eu conheço, que eu já estou atuando aí há mais de 20 anos, que é essa ser patologia, enfim. Então é sempre sendo gratuito, e pessoal é só aparecer, pedir para entrar no grupo e discutir e fazer network, enfim, conhecimento. E quanto mais conhecimento a gente vê, melhor vai ser a nossa capacidade de entender os nossos pacientes. E só vou falar que assim, o cognamente já veja anásse com uma parceria direta, como eu já estou lá também, já estamos divulgando. E assim gente, não é só porque eu conheço assim aqui, mas assim aproveitei, porque vai ser muito material, já já postou uns artigos lá, um recente, inclusive um bem-novinho ali. Muito conteúdo bacana, a gente conhece o profissionalismo da sede muito tempo já, então assim aproveitei. É um parceiro aqui, eu vou falar do mental video todo o episódio, a gente vai falar deles, também quando a gente publicar aqui, no link de publicação aqui vai ter também o link, caso você quer entrar lá e só seguir o perfil deles também lá no Instagram. Valeu, vou ler demais, eu já estou lá, já vou aproveitar. Valeu, Ferro. Eu também, já estou lá, já estamos todos lá galera, esse que é a dica do mental video, e do podcast já são duas boas dicas, já são muito legais. Eu pudesse colocar o livro que eu fuz ceder no começo do Baron Beck, eu com certeza, que eu poderia integrar a dor e escrodir com o vídeo tipo, acho que vale muito a pena, né? Quer começar com o negócio, começa por aí que você vai começar bem. E é isso, porque eu acho que eu tenho tanta coisa muito específica, tenho tanta manpa por aí, eu tenho tanta coisa específica pra gente ler. Então eu acho que começa do básico pra você entender o que você tá fazendo primeiro, que da ali é coisa vai aflutificando, né? Você vai diversificando ali, você vai seu potidio era. Mas é muito legal gente, acho que a perspectiva bem, essa é a pessoa que, objetivo da gente enquanto profissional, né cara, é tentar transformar a vida das pessoas em algo melhor, né? Ajudar a fazer nossa parte pra tentar para o transformar, fazer o mundo melhor. A gente tenta fazer isso todo dia, né? A gente tenta dar o nosso melhor ceme, nossa melhor versão, com nosso paciência, com as pessoas que já acompanham os munos, né? Com só a pra isso, mas pra sua família, né, para os amigos, para as pessoas que não se aconselhem, acho que a gente tem que tentar ser essa pessoa que divulga e tenta tornar o mundo melhor, dando saúde mental para as pessoas e para a gente mesmo, né? Começa sempre com a gente mesmo ali em algumas pés. Eu acho que é bem isso, a gente conseguir ser essa ferramente transformadora na normalidade, fazer nossa pequena parte, né? Para que essas coisas sejam melhores, sejam diferentes, né? Seu que a gente leva da vida, eu gostoso da vida, né? Poder colocar, com, francamente, com as pessoas, gostoso da verdade da nossa profissão, acho que o Felipe Psicólogo, com o Caldice, falou isso para o Turmónio, né? A cara foi minha, por escroju, a boa oportunidade de conhecer a gente muito legal, desde boas pessoas que a gente conheceu com paciência, até profissionais, é uma alegria muito grande poder viver dessa forma, né? Vamos lá? Vamos lá, vamos pra cima galera, muito legal, hein? É, um joto mano. Eu já tô no mental beat, então você que não vem, que vai ser de bem. Mas, é ótimo, e assim, eu vou aproveitar também dar uma dica que eu sei que é um livro que é assim também gosta, não sei se o Daniel também usa, acredito que sim, mas que é o aprender no terapia que o Gimdip comportamental umguinho do estrado, que é da arte-med, inclusive, né, do Riot Brown, acho que vou fazer assim os autores, né? É de Jesse, né? Jesse Riot, uma coisa assim, acho que é. Mas vai estar no link aqui, mas é esse nome, aprendendo a terapia com o Gimdip comportamental umguinho do estrado. Ele é um livro de base, não é simples, não é superficial, mas tem vários exemplos, de várias questões de técnics, sem vídeos e ilustrativos, né? Então, acho que ajuda bastante a quem não conhece, a área, sempre indica esse livro, que é um livro que você vai ver um pouco de tudo ali, que é uma dica interessante também, pra quem quiser aprofundar um pouco mais. Diga-se. Então, eu também vou te dica um livro que mudou completamente a minha vida, então, né, que é a terapia cobinitiva da depressão do Aron Bag. Eu lembro de ter comprado esse livro lá nos ligos de Minas de Cansaroleta 7, 98, no Congresso que eu fui, a gente ainda não tinha sido terapia com certeza de essa faculdade. E eu fiquei completamente apaixonada, pela forma como o Bagstrasse, né? E a forma como ele apresenta, seja uma forma tão lógica, mais por outro lado, tão simples, tão completa, etc. Isso foi o primeiro livro da Terce Centroly, que é a primeira coisa do Terce Centroly, e eu fiquei completamente apaixonada, sem. Tem épica que ele tá faz botado, então é o que se encontra apenas em sevos, né? Ou os ás, enfim, tal. Ou digital, né? Teto digital, agora, né? Olha, eu não sei se eles estão. Eu vi uma operação em inglês dele e buco, mas em português eu não tinha visto, mas pode ser também, né? Porque eu estou sempre registando tal. É, vale a pena também. Beleza, beleza. Gente, eu tô feliz demais aqui, a gente já tem que eu não gravava a episódio, o dele comentou isso. Ou os podcasts a mais de 20 anos, pessoal, acho que pode ter que essa é uma coisa nova, não é? E sempre que isso fazê isso, acho que por esse motivo que o Dano comentou, de estar com as pessoas, e sobretudo de fazer, a gente sabe que a gente tem um privilégio de ter tido uma formação, de poder passar para uma formação superior, e acho que é um retorno social, inclusive, que a gente pode fazer, levando a informação de qualidade, fazendo conteúdos gratuitos para as pessoas, para que elas possam, né, simulmia e utilizáis na vida, utilizáis na profissão, enfim, obrigado pela presença de vocês dois, mais uma vez, e vamos fazer, gente, tem filme novo esse ano, a gente vai discutir filme de novo, vai sair o próximo filme do Coringa, vai ter assunto para falar muito ainda, meus parceiros não tá sempre por aqui, pra gente vai ter um papo, gente, obrigado, viu, valeu. Valeu. Muito gostoso que vocês com sempre, é pra mim, eu fui estar ouvindo o FFalar aqui em contor, seu Arnaval Paul, privilégia todo meu, galera, em estar aqui com vocês, escurtindo, aproveitando fazer essas coisas, gente, de verdade, deles shows aqui com vocês, estamos juntos, galera, vamos pra cima, ou seguindo. Até a próxima, gente, obrigado, valeu.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Apresentação do podcast e dos participantes, todos profissionais da área de psicologia com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
  2. Discussão sobre as origens da TCC, destacando os trabalhos de Albert Ellis e Aaron Beck na década de 1950/60, sua base científica e sua evolução a partir da psicanálise.
  3. Ênfase na natureza integrativa e versátil da TCC, que funciona como uma "caixa de ferramentas" com diversas técnicas adaptáveis ao perfil do paciente.
  4. Importância da metodologia e das evidências científicas na prática clínica, garantindo eficácia e segurança no tratamento.
  5. Explicação do modelo cognitivo básico (pensamento, emoção e comportamento) e da necessidade de adaptação técnica baseada no paciente, não apenas no diagnóstico.

Summary:

O primeiro episódio do podcast "Coge Namentes" apresenta uma discussão sobre Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com profissionais da área. Eles abordam as origens da TCC, surgida no final dos anos 1950 com Albert Ellis e Aaron Beck, este último originalmente psicanalista que, ao estudar pacientes com depressão, identificou distorções cognitivas e desenvolveu uma abordagem mais estruturada e baseada em evidências. A TCC é destacada por sua base metodológica científica e seu caráter integrativo, servindo como um eixo comum que permite incorporar técnicas de diversas abordagens, funcionando como uma "caixa de ferramentas" versátil.

Os participantes enfatizam a importância de adaptar as técnicas ao perfil individual do paciente, considerando variáveis como história de vida e severidade dos sintomas, além do diagnóstico. O modelo cognitivo básico (pensamento, emoção e comportamento) é apresentado como fundamental, e a discussão reforça que a TCC valoriza a sistematização e a pesquisa, oferecendo segurança e eficácia no tratamento de questões de saúde mental.

FAQs

A TCC é uma abordagem psicoterapêutica que surgiu no final da década de 1950, integrando elementos cognitivos e comportamentais. Ela se baseia na ideia de que pensamentos, emoções e comportamentos estão interligados e que a modificação de pensamentos disfuncionais pode levar a mudanças emocionais e comportamentais positivas.

Os principais fundadores foram Albert Ellis, com a Terapia Racional Emotiva, e Aaron Beck, que inicialmente era psicanalista. Beck desenvolveu a TCC a partir de suas observações clínicas com pacientes depressivos, identificando distorções cognitivas como pensamentos negativos e pessimistas.

O modelo básico da TCC envolve a interação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A terapia busca identificar e modificar pensamentos disfuncionais para promover mudanças emocionais e comportamentais, melhorando a qualidade de vida do paciente.

A TCC é flexível e integrativa, funcionando como uma 'caixa de ferramentas'. O terapeuta pode utilizar técnicas de diferentes escolas dentro da TCC, adaptando-as ao perfil, diagnóstico e necessidades específicas de cada paciente, sem se limitar a um único método.

A TCC é fundamentada em pesquisas científicas rigorosas e replicáveis, com vasta literatura que comprova sua eficácia para diversos transtornos, como depressão e ansiedade. Sua metodologia segue princípios positivistas, priorizando intervenções testadas e validadas empiricamente.

A TCC possui um caráter integrativo, permitindo a incorporação de conceitos e técnicas de outras abordagens, como a psicanálise e o humanismo, desde que alinhados a seu eixo cognitivo-comportamental. Isso facilita a discussão de temas variados, como a transferência, dentro de uma perspectiva científica.

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