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EP03: Cómo Encontrar Proveedores Confiables en Alibaba y China

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EP03: Cómo Encontrar Proveedores Confiables en Alibaba y China

Tekstissä käsitellään ensin äitienpäivälahjavinkkiä, mutta suurin osa keskittyy harvinaisten maametallien strategiseen merkitykseen. Puhuja korostaa, että Kiina hallitsee sekä louhintaa että jalostusta, kun taas Yhdysvallat ja EU eivät kykene tarjoamaan todellista teknologiansiirtoa. Brasilia neuvottelee Yhdysvaltojen kanssa, mutta sopimukset keskittyvät raaka-aineen toimittamiseen ilman jalostusteknologiaa. Puhuja tuo esiin, että Brasilialla on tieteellistä osaamista ja käynnissä olevia projekteja, kuten Regina 2 ja INCT, jotka ovat kehittäneet pilottilaitoksia ja patentteja. Kuitenkin poliittinen koordinointi ja valtion ohjaus puuttuvat. Hän ehdottaa valtion omistaman yrityksen (terrabras) perustamista, joka yhdistäisi tutkimuksen, teollisuuden ja markkinasuojan. Esimerkkinä käytetään Meksikoa, joka perusti litiumyhtiön vastustuksesta huolimatta. Puhuja kritisoi Brasilian hallitusta siitä, ettei se ole sitoutunut tällaisiin hankkeisiin, ja väittää, että talouskuripolitiikka estää teollisen kehityksen. Lopuksi hän korostaa, että harvinaisten maametallien teollisuus vaatii vahvaa valtion interventiota, kuten Kiinassa ja muissa maissa on tehty.

Transcription

5501 Words, 31939 Characters

Finnish
Parhaan äitiempäivä lahjan löydät tänä vuonna instruista. Instruun kattava näen tutkimus on äidille täydellinen lahja. Sillä siihen sisäytyy myös silmän pohjakuvaus. Muista äitiä lahjakortilla, joka tekee silminnäden hyvää. Pervetuloa instrumenttaariumin. Salve kamerada, estudo ben. Kampi on videon, että on kertaa teknologiä, että on kertaa. Kampi on. Kampi on. Kampi on. Kampi on, että on kertaa. de criação de imagina de rajaras. É isso que é em domino mercado, em 90% é a China, aí o Japão tem um pai da assim bem pequenininho e tem duas empresas na Europa que também domina esse processo. Então, nem a União Europeia tem a tecnologia desenvolvida em escala extraial nem os Estados Unidos. O Brasil está negociando com quem é esta rajaras, com os Estados Unidos e com a União Europeia. Então, é mentira essa gente governista que vem com discurso, não lula, grande estadista, ppp, ppp, popopop, está negociando transforça tecnológica. Não tem. O que os Estados Unidos estão fazendo é garantir o fornecimento do produto primário das tarras raras em natura para no médio e longo prazo desenvolver uma cadeia produtiva industrial deles lá. Então, no contrato de venda da Serra Verde tem lá uma cláusula que obriga a fornecer a matéria prima por 15 anos, exclusivamente para os Estados Unidos. exclusivamente para os Estados Unidos. Então, eles estão garantindo, eles estão montando a cadeia industrial. Então, eles estão indo atrás de garantir o material bruto, a matéria prima e estão investindo para tentar criar uma cadeia industrial e tecnológica nos Estados Unidos. Mas isso não existe hoje, entendeu? Então, toda vez que alguém chega para você e fala assim, "Não, o governo lula vai negociar com os Estados Unidos um acordo que vai ser vantajoso por Brasil, porque vai ter três férias tecnológicas, isso é mentira." entendeu? Isso é mentira, que os Estados Unidos não tem. Quando o professor Gilberto Sá deu entrevista para a Folha de São Paulo, falando sobre as tarras raras, Gilberto Sá que é químico, professor Emery, do Dow, do FPE e tal, pesquisa mais de 40 anos as tarras raras, inclusive, Maxo e o botão se entrevista da Folha de São Paulo. Então, ele falou que o Brasil deveria procurar uma parceira estratégica com a China, que a China é o maior protagonista na estração de tarras rares e de longe mais ainda, mais do que a estração, o maior protagonista global do processamento industrial de tarras rares. A China é, mebrando dos Brics, o Brasil tem uma parceira comercial com a China que o Brasil pode e deve, aí sim, criar uma cor estratégica com a China que envolve transferências tecnológicas em instalação de capacidades produtivas no Brasil, mas falar que tem a cor transferência tecnológica com os Estados Unidos e com a União Europeia é grosso modo mentira, vou gente, vamos lá. O Brasil não atende nesse momento, agora, o Brasil tem uma tradição e um conhecimento acumulado de tarras rares que poderia fazer com que uma planta desse tipo viesse a operação daqui, assim, com 6, 7 anos, né, que é o mesmo tempo que a operação das plantas agora nos Estados Unidos que as primeiras do Estrelatomablinda agora, e a ideia que elas com de fato consigo ter escala no período muito parecido, assim, né. Então o Brasil não tem, digamos, tecnologia que tem que diferenciar entre assim, esse conhecimento, assim, se aplicar a tecnologia, essa tecnologia de escala industrial, a gente não tem hoje para começar a separar as terras rares da área, criar um óxido de pureza para mandar para a鈴as permanentes, porém, porém, e aí bem a segunda parte da pergunta interessante, a gente tem um potencial para acelerar esse processo, esse potencial para acelerar esse processo, eu diria, dentro do chamado subo-balos, faz dependentes, é o único no mundo, beja. Eu estava pesquisando nessa vinte e sei a perguntar, também fui pesquisar, né. O primeiro, a gente teve um, dois, três, quatro, cinco, seis projetos, nacional de terras rares nos últimos anos de pesquisa científic interrasadas. O primeiro é um proté-ra, assim, de 2013 até 2017, que foi um projeto para voltar a reunir os pesquisadores de terras rares no mundo, em 2013, então, já está falando aí nos. de Maun, né, isso. Um projeto de reorganização dos pesquisadores. Esse projeto deu origina dois, projetos grandes, um chamado Regina, Regina 1 e Regina 2, Regina é um acronym em inglês para terras rares, produção terrasadas, e mais etc. Que o primeiro processo foi, foi liderado pela Federalista Catarina, com uma cooperação alemã no início, mas o Regina 2 já é inteiramente nacional. A ideia era criar a linha a laxar a partir da mina que os molera-rasais operam, uma empresa para separar terras rares e criar uma rota tecnológica para produção de imas internos. Esse projeto de Regina 2 ainda está ocorrendo, tudo isso com recursos muito escassos, com recursos baixos, com recursos próprios, de um lançamento limitado, com lançamento de cemcecologia no Brasil nos últimos anos e com uma pressão de tensa de subsurface-oçamento. Mas o Regina 2 é um projeto que está em fechência. Além disso, a gente teve o INCT, um projeto do Instituto Nacional de Cemcecologia, chamado Patria de 2018-2004, que construiu uma planta pilota de fabricação de imãs, permanentes lá em Minas Gerais, em 17 em Lagoa Santa. Essa planta foi, primeiramente, realizada por uma empresa estatal Mineira, Acodemique, que é parceira da esta defesação do New York, então, uma empresa de nome, a empresa pública criou uma planta pilota para a construção para a confecção desses imas. A planta produtiva hoje ela está de propriedade do CNY, de Minas Gerais, e é um elemento central do último e atual projeto de terras rares do Brasil, que é uma agbrassa. Eles têm uma ideia muito rosada, eles chamam de D'Amina, a UIMAN, de construir uma cadeira em terra, mas você olha para o seu recurso, são recursos da hora de ter milhões de reais que está falando aqui de dinheiro do cafézinho, na Cemcecologia, 100-200 milhões de reais, está falando de dinheiro do cafézinho. Mas é um projeto que reúne os pesquisadores, que vai tendo resultados progressivos, por exemplo, em uma construção na planta pilota. A planta pilota, a planta pilota está de um anterior, na planta fiscal, o processo inauguratório, você está na planta pilota, a planta pequena, onde você consegue testar em escala, industrial, reduzida, determinado processo produtivo, e está para seguir a introdução em escala industrial. Além disso, o setemque é o centro de tecnologia mineral, que passa por uma recepção de recursos brutal, e é um instrumento estratégico nessa discussão, já tem uma patente de separação química. O pesquisador lá, Israel Veras, tem um cara muito interessante também, ele produziu uma patente que faz essa separação química, saiu com ípso, não precisa precisar Israel Veras, não cubando brasileiro, carregado que no Brasil. Ele tem uma patente de separação química, que ainda está em fase laboratorial, ela funciona em laboratório, precisaria estimular uma pata pilota para depois separar isso, ela não tem a política de igual. A gente tem estudos muito para pessoas que justificariam um controle público, diversas etapa. A criação de uma terra abrada forte seria capaz de ser um vetor de aceleração do todo. Exato, a questão aqui não é também, eu acho, porque nem acho que não faz isso, e se atirar o setor inteiro a cada inteira do setor, não é isso que está falando, eu estou entendendo que até a monoporta. Veja, antes de continuar o raciocínio do Diógio, só explica uma coisa para vocês, repare. Quando a gente está falando de um projeto, é preciso ter o que se chama de uma coordenação política e de estratégia, em que sentido o Diógio, acabou de citar vários projetos de pesquisa, então não dá para rejáras no Brasil. Então, a gente tem iniciativas, a gente tem patente registrada no Brasil, de separação química de terrajáras, a gente tem projetos pilutros, a gente tem projetos que fazem laboratorial, a gente tem pesquisadores espalhados nos universidades públicas, que têm conhecimento de terrajáras, o que é que falta a gente falta? Direcionamento político e coordenação estatal, falta a liderança política do país, que deveria ser representar a República. E dizer, na prática, só com um palavrinho, com discurso bonito, para a Europa, falar mal de neoliberalismo, de Europa, e voltar para o Brasil e com um prática neoliberal não. O que a gente precisa? A gente precisa que se coordenne essas iniciativas, que se criem, uma raza, com um gabinetro especial da presidência, ou uma assessoria direta da presidência, que vai coordenar essas iniciativas junto aos ministários competentes, recurso, vai garantir financiamento, vai garantir continuidade, vai garantir escala de produção, vai apoiar, proteger no mercado, proteger no patent, por exemplo. Fazendo, e aí se mesmo, de depressão política em órgãos como INPI, e garantir que as patentes fiquem no Brasil, fazer pressão política direta, para garantir que patentes terrar raras, não sei jandadas, para captar os trajeiros, que as patentes fiquem no Brasil, coordenar os esforços das universidades, de usar algum de pesquisa, da gente nação da dominação, dos projetos em curso, vejo, é possível fazer isso. O diógrafo é muito bem falou, e eu falei isso no vídeo, a louca pela criação da terrabras no Brasil, com todo respeito ao querido para a guai, né? O Brasil não é um para a guai. O Brasil tem uma infraestrutura de universidades públicas, o Brasil tem alguma densidade industrial ainda, o Brasil tem alguma densidade tecnológica ainda, o Brasil tem pesquisadores e pesquisadores, que a gente que merece uma medalha, viu? Porque a gente que faz pesquisa com pouco recurso, às vezes gastando do próprio bolso, que luta, quando ela vem entre os emarez, e aí vem corte de recurso, o seu projeto começa, e não tem recurso para continuar, aí tenta registrar uma patente, e não consegue registrar a patente, e é uma sede permanente de empresas estrangeiras, a gente universidades estrangeiras, lá barata das estrangeiras e tal, mas o Brasil tem gente séria, tem gente comprometida, que a gente que é patriota, não sentido mais gênio e ainda palavra, que quer produzir ciência no Brasil, que é produzir tecnologia no Brasil, falta a coordenação política, falta unidade institucional para dar direcionamento, de planejamento e de projeto, então, se o governo Lula quisesse, se o governo Lula quisesse, o Brasil tem. E aí, os mavão, o reotani Cortanquia, Xyx, tem que fermez a Cucárez, Rua Maeroa, Oi, solta, arra! Eu permitente, coisa n'ota, Motonet! As condições, técnico operativas, de criar um acarrabrais, e fazer com que ela funcione de maneras itosas, como bem vicio de hoje, tem as melhores condições considerando os países do capitalismo da pendente no mundo. É claro que isso é um enfrentamento político, é claro que os Estados Unidos não ia ficar olhando isso parado, vamos lá, que ninguém não sente, nem é criança, é claro que os Estados Unidos não ia ficar olhando isso parado, é claro que é um europeia, não ia ficar olhando isso parada, é claro que é a depressão, que é até acelho, que é até sabotagem, que, como aconteceu na base de Alcântria, que poderia ter um risco de uma planta industrial, ter rajar as no Brasil, explodir do nada, você é muito novinho, no lembro que aconteceu na base de Alcântria, no começo de 2000, depois de um Googlezinho, passa cá, mas plaza muito estranha, é aconteceu na base de Alcântria e ajudou a interrar o programa espacial brasileiro. Então, assim, até essa botagem. e até a minha assietária fácil e até tudo. Agora, a decisão do que você souberano, a decisão de transformar radicalmente a economia brasileira, a decisão de enfrentar a ordem neoliberal, de enfrentar a dependência, de acumular forças, inclusive, não governar a lula que está preocupado com isso, mas sabe, nós, classe trabalhadora, de acumular forças para um projeto da Revolução Brasileira, passa por comprar enfrentamento. E esse é o enfrentamento inclusive, que seria o enfrentamento decisivo, decisivo, inclusive, no próximo celebrar para enfrentar a extrema direita. E aí veja, gente, novamente citando um exemplo do México, o Lopzobrador na eleição prometeu que se ele fosse ele, ele ia criar um estatal para a gereo lítio, que o lítio não ficaria nas mãos de capital estrangeiro. Aí ele foi lá e no México tem essa coisa, né, que no Brasil é muito raro, eu comprei para uma essa e campanha. Olha aqui, Delícia, o Lopzobrador foi lá e criou a estatal do lítio. A Bolsa caiu, caiu. Teve campanha da mídia burguesa, teve campanha da mídia burguesa, teve campanha conta da oposição liberal, teve. E teve a meiaça da embaixada dos Estados Unidos, teve, teve pressão, teve, teve tentativa de desestabilizar, de desmoralizar, figura central de governo teve. Tem que ter um tipo de resistência, mas o governo foi lá e sustentou. A estatal mexicana do lítio está criada, está funcionando. Assim, gente, a vida dura, né? É a famosa luta de classes, né? Sabia, aquele negócio que o Marx e o Enguish falava, a luta de classe, na luta de classes, o outro lado também ataca. E aí cabe a gente defender, sabe? Cabe a gente defender e aí eu tenho certeza que se o governo lula, lutasse pela criação da terra abrais, todo mundo, todo mundo, todo mundo e a para as ruas apoiar esse governo. Eu, por exemplo, que são críticos, são para a esquerda do governo lula, tarea nas ruas todos os dias defendendo a medida do governo, sabe? É isso. E inclusive isso poderia colocar o debate sobre soberaníada nacional num patamar concreto, para além dessa abistração de Bonèx, que se criou soberaníada de Bonè, no Brasil. Então, veja, tem condições sim de criar terra abrais. Tem condições sim. Agora, o governo lula não quer. E aí, isso é muito importante, veja, o presente lula infelizmente, ele nunca comprou na vida dele de presidente, uma briga fundamental por transformações estruturais no Brasil. O lula é muito corajoso para ele, para defender a biografia dele. Já falei isso no canal, já falei se entrevistas. O que o lula fez para defender sua biografia, no caso da prisão dele, é um negócio invejável. É todo ser humano que tem aquela força não, viu? De sustentar ficar preso, ver o neto morrer, ver o irmão morrer. Não deixar o cara aí no interro. Está uma série de humilhações que o sajo mora lá, vajato. É aquele negócio todo impôs a ele. O lula para defender a biografia dele, ele tem uma força de inventar de uma coragem pessoal invejável. Agora, falta essa coragem, essa força de inventar, essa disposição de luta, quando é pronta em estratégico do futuro do país, né? E aqui, por exemplo, o lula precisa ser cobrado, gente. Se ser cobrado, não porque eu acho, para a extensão, não porque eu acho que é possível disputar o governo do lula esquerda, eu não acho isso não. Mas a crítica cobrança é importante para acumular forças na classe trabalhadora e na juventude, para criar um consenso nacional entre as classes exploradas, né? As classes não burguesas, de que é fundamental criar a terra abraísta. Eu já falei isso em várias vezes do canal, vai ser tarefa nossa, dos comunistas, dos socialistas, dos anarquistas, dos eco-socialistas, dos nacionalistas, dos esquerda, dos trabalhistas, mas é trabalhista mesmo, virei a trabalhista que gosta de PL, de MBL, de Aldo Rebelo não, virei a trabalhista mesmo, a trabalhista da Chopinã, que tem trabalhista da Chopin aí, que gosta muito BML, né? Gostam muito de Aldo Rebelo, defendendo a grana e Gócio, mineração desinfriada. Enfim, a tarefa nossa, criar uma condição política para, em que seja inesquepável, esteja na ordem do dia, o debate sobre a criação da terra abraísta. Essa vai ser uma da história fecantrais, a nossa pré-campanha da Prófedeira, o AQUIPO Pernambuco, pelo pessoal. Vamos continuar com ideógenes. Pração. O Anapolho e portanto a capacidade de ficar com a renta mineral. E nos outros setores, nos outros nas outras etapas da separação refílio e ímãs, um controle, uma coordenação pública desse processo, né? Ou seja, garantia de compras públicas, garantia de uso de tecnologia nacional, garantia de produção para grandes projetos, nasionais como, por exemplo, produzir ônibus para superar, solucional, causa do banho das Nação Metrófiles, ônibus elétricos com ímãs de terras áreas produzidos. No Brasil, hoje, os ímãs da Macopola, por exemplo, das empresas nasionais de ônibus, eles em todos impactados diretamente da China. Então, a Macadeira, dependência que a VEC vai lá, VEC é uma empresa de motor elétrica, lá de Santa Catarina, ela vai para a China, compra os ímãs em pacote, esse ímã, faz o PEC, tanto das baterias de líticos também bem da China, quanto os motores terras áreas e mandam no Anapopola, ou seja, tem uma empresa nacional que faz uma passagem aí, digamos assim, uma correia de transmissão, uma tecnologia completamente estrangeira, o que a gente tá falando aqui é internalizar esse processo e a única, o único vetor possível é uma intervenção forte do estado tanto na expressão, mas também na coordenação da cadeia como todo, acho que isso é de ter defendido, né? Agora, o que você tá dizendo é assim que tirante a China, que é o Nirvana, e o Brasil não tá muito atrasado ou não tá atrasado em relação com o que tá rolando, o resto de planeta, né? Não, pela contrário, eu acho assim que o que a gente tem aqui de acumulo de debate e de produção científica, ele é mais que suficiente para disfarar um processo de construção, né? Mas claro, isso não vai se fazer, conforme uma regra fiscal, com umidade de gasto, isso também, enfim, a gente tem que começar sobre isso, né? A gente fica remitindo a de naos e esse processo, mas aqui, a economia política do país, a economia política do governo atual, também, ela restringe de uma maneira indabiliza, né? É uma empresa mineradora privada de criar uma plataforma de separação, aqui ela não conjura 15% ou arriscar a convite de baixaina, ela vai bater o estado financeiro, né? Pensei-me no mercado, no mercado, no mercado não funciona aqui. Agora, em de base. A China, tem hoje um monopólio, um monopólio para o lado de proclado. Esse ponto é fundamental de hoje a gente falou rapidamente, veja, é muito difícil criar uma cadeia prototiva nacional com novo de taxa, né? Para exercer do governo Lula e do Fernando Adede por Brasil, portanto dizia isso, é importante dizer que qualquer debate sobre rende-estalização, sobre soberania nacional, sobre ciência tecnologia, com novo de taxa, é mentira. Eu, quando o governo Lula lançou um novo indústria brasileiro, eu falei assim, "Ah, isso aí é que não vai se afiada, não vai ter 9 indústria brasileira, coisa nenhuma, não vai ter 9 indústria, não é nenhuma, porque tem um novo de taxa gasto." Aí, só para lembrar, aí, economistas, né? Bovernistas, como André Roncália, foram soltarem direto, tem gente que tá com fixação, Freud e Ana no fiscal, né? Vai já já acaba, o terceiro governo Lula, vocês vão ver qual é, por exemplo, o percentual da participação da indústria no PIB, ou então, se a posição do Brasil, na divisão internacional do trabalho, mudou de maneira significativa. Por um lado, por outro lado, não há como se confiar isso por mercado privado. O diógico já vai se saudade, que o 85% do investimento em tarras rairas é feita pelo Estado, viu, gente? Um desse negócio de deixar por mercado privado, os ouvintes do indústria de tarras rairas é balela, é conversa. A mesma coisa petróleo, petróleo é estatal. Mercado e petróleo é um mercado estatal, e aí, inclusive, no Brasil, é assim, privatiza refinaria da Petrobras, para ser comprado pelo Estado dos Emirados Árabes Unidos. Para ser controlado, se privates um post-it-petróleo no Brasil, para ser controlado, para o estatal da Naraoega. Por um estatal da China. Mercados como petróleo, como minará escriticos, como tarras rairas, é estatal. E o que é privado é privado só na aparência. Qual é o caso dos Estados Unidos? A uma empresa privada é todo enquadramento, toda decisão de investimento, da empresa é decidida pelo Estado, estadounidense. Ela é privada só no papel. Só do ponto de vista jurídico, formado. Na prática, é uma empresa controlada pelo Estado, guiada pelo Estado, corre nada pelo Estado. Mas se, se quiser se fazer um debate, sobre a, vamos pensar, a solução de mercado para este rajá-la, a solução de mercado como o meu parceiro, que na China, uma empresa que foi participado do processo industrial das estes arras járias, vai ter crédito barato, proteção de mercado, como para os de governamentos. No Brasil, a empresa privada vai se financiar com o taxa-elique de 14,50%? 14,5%? O taxa de juros? É isso mesmo? E aí, no BNDS, se acabou com a taxa-elipê, né? O governatual não votou com a taxa-elipê, inclusive. Teve gente que me acusou do desenvolvimentista, porque na entrevista dos três elementos, botem a tela Maxwell, eu falei que eu defendo a vota da taxa-elipê. Ou gente, vocês querem enfrentar o bankos ou não? Mas sim. Um dos mecanismos da gente que enfrentar o poder dos bancos no Brasil, o cartel bancário é garantir crédito barato, e tirar espaço de mercado dos bancos privados. A volta da taxa-elipê é fundamental. Ah, a Jhon, mais um passado, o governo Lula, a Jhon, a Lipei, para criar grandes campes e renacionais, os irmãos batistas. Tá errado. É errado. É isso mesmo. Mas aí, vamos dar um exemplo bem básico, né? Vamos imaginar que minha casa esteja pesteada de barata. Aí vou fazer o quê? Vou chamar o detaletizador, baterar barato, vou tocar fogo na casa. No idão e jeito, eu mato a barata, né? Mas sim, tocando fogo na casa, eu fico sem casa, né? Sem morres. Então, se em teve problemas no uso da Jhon, a Lipei no passado. A Jhon, a Lipei, é um instrumento fundamental de financiamento, a longo prazo. E o instrumento fundamental, porque reduz o poder dos bancos no mercado de crédito no Brasil. Ela é uma deus. Pelo amor deus, assim. Sabe? Às vezes, está aqui, ficar de bater em essas coisas óbvias. É meio complicado. Enfim, a nossa função enquanto educador, comunicador popular, vai porra, gente. Mas fundamental, a volta da taxa-elipê é para reduzir o poder dos bancos privados no mercado de crédito no Brasil, e para financiar a complexidade produtiva de longo prazo. Inclusive, numa dinâmica de socialização de investimentos, que é um banco público apoi, com crédito público via a Tijota Lipei, um empreendimento público como a Terra-bras, para criar uma cadeia nacional de hi-terrashárias. Investimento público, com crédito público, com coordenação pública, para desenvolver com complexidade produtiva na economia, sabe? Vamos lá, gente. É importante, a gente não se perder, em certos delírios meio que esquerdiistas, entendeu que é central nas disputas de classe que a gente vive na conjuntura atual. O link que pese também é o discurso de alguns camaradas, que a China é um país socialista, então seria mais benevolente. Não me parece que seja assim, é uma China negocia. O que eu vejo do China é que eles negociam em condições duras, duríssimas, e a China tem três prioridades. A primeira é a China, a segunda é a China, a terceira é China. Essa é a coisa pro China, é assim. Mas não é um país imperialista, então o Brasil me parece que entre Trump e Xi Jinping teriam espaço também para uma negociação em melhores condições para China. Com certeza. Eu acho que. Essa temos sobrevato empençado sobre qual é a melhor estratégia de política pro Brasil. A gente teria, por exemplo, um ponto de vista da China, a negociação com a China seria nós associamos a você e impedimos por consequência o acesso dos Estados Unidos a as minhas a mineração brasileira, de terrasas. Então, isso convém a China, convém ao Brasil. É um sócio estratégico que não tem usado, e eu acho que não usará meio prazo. A força militar para garantir seus interesses no país não é não tem sido essa operação da China, a China tem utilizado uma diplomacia comercial. É muito mais que uma diplomacia militar, etc. Então, mais achantes esses próprios interesses. Então, essa é a questão. Por outro lado, a gente poderia também, eu acho que o Estados Unidos é o pior parceiro nesse sentido porque está falando um justo-me em pé de cadente considera o Brasil como a América Latina, como o seu pintário, a tração e seu histórico aqui na nacionalização. No domínio dos recostos turais tem sido brutal, petrobras, suicídios do Vargas, de Lei de Remessa de Lucros que o Jando prometeu, Bob estado, a gente nacionalizando o Corb, Bob estado, enfim, né? O Estados Unidos não é um parceiro incrível nesse campo, sóricamente, não vale a pena, mas a gente poderia pensar, por exemplo, em parceirias com outros atores dentro dos países envolvidos para tentar garantir melhoras condições. Ou seja, o Japão, o Néuropé e os países da Europa poderiam ser também uma linha auxiliar dessa. Não, não é, não é? Fazer um pra gente carrega, né? Bom, aí outro tema. Mas eu estou pensando que a posição da preferência em relação ao centro, né? Perfeito. A. O outro lado dessa maneira é justamente aquilo que a gente fica chamada, meio que talvez meio topicamente, enfim, uma. Mas uma. uma palavra de óleo, né? Quase uma opépe de minerais críticos na América Latina, porque eu acho que esse é um que é um interessante pra construção de poder fina e você. Néu topo que eu não ouviu de Ógnis é uma coisa que eu defendo, eu já falei em inclusive em palestras pelo Brasil, aqui em Pernambuco também é um tema que inclusive a gente vai reforçar, é preciso criar um opépe dos minerais críticos, né? Avançando esse processo, claro que hoje é muito difícil, porque, por exemplo, você pega os países que mais têm lítio no mundo, a gente tá falando basicamente. Chile, Argentina, Bolívia, e aí o Brasil também tem lítio, o México também tem lítio, mas o protagonismo mesmo tá ali no Chile, na Bolívia, na Argentina e tal. A gente sabe a situação da Bolívia, a gente sabe a situação da Argentina, a gente sabe a situação do Chile, um claro, e o castigo. Hoje a situação não tá fácil, mas, por exemplo, avançar em mecanismas de coordenação latina-americana em torno de minerais críticos e tarras rares com México e com a Colômbia, isso tudo dá certo, e o candidato do Pacto História que o governo Gustavo Petro ganha a eleição e o Ivão Cepeda é bem possível, né? E uma orena não dá sinaios de que vai ser derrubada no curto prazo, então é uma possibilidade histórica também. E aí é claro, o milêidno vai ficar no governo da gente na pra sempre, né? Diga-se de passagem. O milêidno vai ficar no governo da gente na pra sempre. Fim, o que é que é não entrar no debate sobre as recentes pesquisas na Argentina, é que acho que tem dados importantes ali. Então não acho que é o tópico, não, acho que é um horizonte possível que a gente precisa fortalecer esse debate no Brasil, um opap dos minerais críticos para países periféricos enfrentarem, mas só dinâmica primária esportadora e não deixarem com que os minerais críticos e as tarras rares virem um mero ciclo de commodities como foi, como foi, várias e várias outras riquezas no passado. Se as sancas países centrais, né? Que acontece, como os dois países que não ter tecnologia inesa, eles não se posam a pagar mais pra ter acesso a com minerais, isso o Brasil pode usar com uma de as próximas de hora de sentir de hora. O preço é isso, o preço é tanto, e as condições são essa, essa condição é a exploração estatal, a condição é uma apólica estatal à exploração, é isso ou nada. O isso que eu acho, sim pensando aqui alto, né? Se o Brasil, boge, decretam, o revocação dessa compra da Serra Verde. Manda a USA e o Rapper tem bora. Criam ter rabrais. Usa ter rabrais para comprar essa parcela que foi comprada pra ir a ser Rapper, compreta essa parte da Serra Verde. Começa a comprar asções da Serra Verde até a 155% mais 1. O Estados Unidos, vamos continuar querendo comprar o nosso. Nosso Rapper. Eles não têm opção, né? Então, a nacionalização aqui não vai implicar a fuga de capitais, mas eu tento tentar tentar também, é, é, é, é, é importante a gente tensionar o argumento liberal, né? A condição de apolíste do Brasil que tem mais as vezes tem um quarto dos reservos mundiais, faz com que mesmo medidas radicais, como esse, não é considerado radicais, uma criação da terrabrais, como monopólio, sobestração, por exemplo, a pública não vão afastar investidores de estrangeiros, porque não existe opção, não existe opção a China. Então a gente tá numa posição muito privilegiada de tomar medidas ou os ades, nesse sentido, né? Agora, o inimigo. É isso, gente, veja, eu acho que o ideóis nos mata a pala aqui e resulta de uma forma que resume bem as condições privilégadas do Brasil. Veja, qualquer país do mundo que quiser desenvolver a sua cadeia nacional de terras jaires, não precisa ter perdida a China, vai ter que conversar com o Brasil, sabe? O Brasil tem as melhores capacidades científicas instaladas, considerando os países da perifereza de tema capitalista para a criação indústria estatal de terras jaires. O Brasil tem um oportuno da dioros, é uma janele histórica, como poucas vezes aparece na história do capitalismo global. Assim, poucas vezes, poucas vezes apareçam a janele histórica desse tamanho poucas vezes. E aí a gente precisa criar força política para aproveitar este momento. A gente precisa não deixar o tema da entrega da Serra Verde para os Estados Unidos morrer e fortalecer a campanha pela criação da terrabras. Eu repito que eu falei aqui no começo do vídeo. Você que está neste vídeo e quer de pernambulco, eu estou disponível para contribuir no seu sindicato, na sua escola, na sua universidade, na sua igreja, no seu clube de futebol, na sua academia de luta. O nosso sociarrascaria onde for para falar terras jaires, inclusive eu recebe a mensagem, eu falei dos dois dias, uma pessoa falando assim, "Jones, eu acho importante esse debate está mais cuidado, não dá muito importância para esse tema de terras jaires, porque pernambulco não tem reserva de terras jaires, e tem que ser eleito adaptado por pernambulco, e isso não vai te dar volta." Isso é que, "O gente, pela mão de Deus não faz esse raciocínio eleitoreiro comigo, não, eu entenda a preocupação e tal, mas aqui a gente está falando de um tema estratégico para a soberaniança da brasileira, para a reinjustilização socialista do Brasil, para o enfrentamento ou em perealismo, para garantir que o Brasil não seja eternamente em pés do futuro, que é um mero buraco, de mineração, um campo de proteção de soja e um cassino para a especulação financeira e um bordel para o capital estrangeiro." A gente está falando que um tema fundamental, veja, o caso das terras jaires, ele não é o único, para a extensão, ele não é o único, mas o caso das terras jaires vai definir o que o Brasil vai ser nos próximos anos, próximo 5, 10, 15, 20, 25 anos, não é o único, tem a dependência tecnológica, não setou de colinelismo digital, colinelismo de dados, o papel do Brasil no 5G, na inteligência artificial, na bem-gda, etc., etc., e várias outros temas, mas vai ver, o caso das terras jaires é um caso central que vai definir o que o Brasil vai ser nos próximos anos, o que o Brasil vai ser nos próximos 5, 10, 15, 20 anos, então não é uma luta para o futuro, é uma luta para agora, que vocês deveriam questionar, não é um pernambucano falando tanto sobre o tema, já que eu sou pré candidata à deputada federal por Perna Bulco, que vocês deveriam questionar é porque a sua figura de referência, que suposta a mentira de esquerda, não está toda semana falando da interessa das terras jaires do Brasil ou os Estados Unidos, é isso que vocês deveriam questionar, de verdade, porque eu acho que o caso das terras jaires é meio que uma regua moral para ver quem tem compromisso de fato com a soberania nacional e com a imperialismo, é isso, fundamentalmente, é isso, é isso, galera, é isso para que vocês tenham gostado do vídeo hoje do canal, se esqueça desse, inscrever no canal, ativar o sininho, por ter esse vídeo, compartilhar e tudo isso que vocês já sabem, um beijo e até a próxima!

Podcast Summary

Key Points:

  1. Äitienpäivälahjaksi suositellaan silmätutkimusta ja lahjakorttia instruihin.
  2. Tekstissä käsitellään harvinaisten maametallien (terras raras) teknologista ja teollista merkitystä.
  3. Kiina hallitsee harvinaisten maametallien louhintaa ja jalostusta globaalisti.
  4. Brasilia neuvottelee Yhdysvaltojen ja EU
  5. Brasilialla on tieteellistä osaamista ja projekteja (kuten Regina 2 ja INCT) harvinaisten maametallien jalostukseen.
  6. Poliittinen koordinointi ja valtion ohjaus puuttuvat; tarvitaan kansallinen strategia.
  7. Valtion omistama yritys (terrabras) voisi edistää alan kehitystä, mutta hallitus ei ole sitoutunut asiaan.
  8. Esimerkkinä Meksikon litiumyhtiö, joka perustettiin poliittisesta vastustuksesta huolimatta.
  9. Talouskuripolitiikka (novo de taxa) estää teollista kehitystä ja suvereeniutta.

Summary:

Tekstissä käsitellään ensin äitienpäivälahjavinkkiä, mutta suurin osa keskittyy harvinaisten maametallien strategiseen merkitykseen. Puhuja korostaa, että Kiina hallitsee sekä louhintaa että jalostusta, kun taas Yhdysvallat ja EU eivät kykene tarjoamaan todellista teknologiansiirtoa. Brasilia neuvottelee Yhdysvaltojen kanssa, mutta sopimukset keskittyvät raaka-aineen toimittamiseen ilman jalostusteknologiaa.

Puhuja tuo esiin, että Brasilialla on tieteellistä osaamista ja käynnissä olevia projekteja, kuten Regina 2 ja INCT, jotka ovat kehittäneet pilottilaitoksia ja patentteja. Kuitenkin poliittinen koordinointi ja valtion ohjaus puuttuvat. Hän ehdottaa valtion omistaman yrityksen (terrabras) perustamista, joka yhdistäisi tutkimuksen, teollisuuden ja markkinasuojan.

Esimerkkinä käytetään Meksikoa, joka perusti litiumyhtiön vastustuksesta huolimatta. Puhuja kritisoi Brasilian hallitusta siitä, ettei se ole sitoutunut tällaisiin hankkeisiin, ja väittää, että talouskuripolitiikka estää teollisen kehityksen. Lopuksi hän korostaa, että harvinaisten maametallien teollisuus vaatii vahvaa valtion interventiota, kuten Kiinassa ja muissa maissa on tehty.

FAQs

Paras äitienpäivälahja instruista on kattava näöntutkimus, joka sisältää silmänpohjakuvauksen. Se on täydellinen lahja äidille.

Äitiä voi muistaa lahjakortilla, joka tekee silmille hyvää. Tervetuloa instrumenttaariumiin.

Brasiliassa on kehitetty kemiallisen erotuksen patentti harvinaisille maametalleille. Se on vielä laboratoriovaiheessa, ja tarvitaan pilottilaitos sen skaalaamiseksi.

Brasiliassa on tutkimusta ja osaamista, mutta teollisen mittakaavan jalostusteknologiaa ei vielä ole. Kiina hallitsee jalostusta globaalisti.

Kiina on suurin toimija harvinaisten maametallien louhinnassa ja jalostuksessa. Yhteistyö Kiinan kanssa voisi tuoda teknologiansiirtoa ja tuotantokapasiteettia Brasiliaan.

Terra Brasil -projekti pyrkii luomaan kansallisen harvinaisten maametallien tuotantoketjun. Se kokoaa tutkijoita ja kehittää pilottilaitosta magneettien valmistukseen.

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