No podcast ELKESH, o piloto Samir Mustafa compartilhou uma experiência marcante de resgate em 1996, quando sua equipe salvou quatro sobreviventes de um acidente no mar. Enfrentando condições climáticas adversas, como ondas altas e ventos fortes, Samir e sua equipe avistaram os tripulantes flutuando na água e realizaram o resgate com sucesso. Após o resgate, os sobreviventes receberam atendimento médico e foram honrados pelo governo. A história destaca a coragem e habilidades da equipe de resgate em uma situação desafiadora, culminando em um desfecho positivo e reconhecimento pela bravura demonstrada.
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Olá, hola, querido ouvinte? Seja muito bem-vindo ao mais um episódio do ELKESH, o podcast é um sistema. No episódio de hoje, contamos com a presença de Samir Mustafa, da área de negócio. Samir a natural de anápolis, Goyaz, é casado, tem duas filhas, mora em Brasília, representar el na capital federal. Foi integrante da Copac, direccionando dentro da Fabi, diversos programas da ELKESH. Foi piloto da Fabi, da força aérea brasileira, por 32 anos. E hoje atuba na ELK, como gerenque, de desenvolvimento de negócio. Ele também foi integrante do escuadro pelicano da base aérea de Campo Grande, e vai contar uma entre várias histórias da sua trajetória profissional. Oi, Samir, primeiramente, muito obrigada pela sua participação na ELKESH. Samir conta um pouco pros nosso ouvintes, uma situação, o momento que marcou essa carreira com piloto. Obrigado pela introdução que você fez aí, a respeita da minha carreira, agradeço muito. E, como já dido por você, eu pertencia esse escuadrão pelicano, que era um escuadrão de busques salvamento localizado em Campo Grande, Matembrocia do Sul. Fui tenente na escuadrão, e pilotávamos da época aquele helicóptero o H1G, que é um helicóptero muito conhecido nos fios do Vietnam. Uma versão um pouquinho mais moderna, mas eram o mesmo helicóptero. E a característica desse escuadrão que era interessante, que nós fazíamos ali a época também a busca de sobreviventes de acidentes saírios, com um aeronave de asa fixa, que era o bandeirante, e quando tínhamos que resgatar sobreviventes, ou até mesmo as fatalidades que eu corriam, a gente usava o helicóptero o H1G. E numa situação muito interessante que eu corriu no passado, foi em 1996, um escuadrão pericano foi acionado para fazer um stand by, uma missão de alerta no solo, aguardando um acionamento eventual de pilotos que estavam fazendo manobras em pelotas, pilotos da Fabi, que é voar o aeronave de Cássefim, e eles não solicitaram um apoio de helicóptero com capacidade para fazer resgate no mar, porque eles fariam algumas manobras ali de tiro aéreo, próximo à costa do Rio Grande do Sul, e caso houve esse algum incidente, o acidente nós teríamos o helicóptero pronto para resgatar, com pilotos que seja passos, e tivessem na água a gente teria condições de fazer esse resgate. Então o interessante foi que, primeiramente, nós somos acionados para pelotas, e nesse momento em pelotas, nós ficamos alguns dias fazendo a cobertura lá da missão, da manobra, e em um evento, em um ovinhado de mais, naquele momento, até um dia que nos acionaram para fazer uma alerta na costa de tramando aí, porque havia também uma outra manobra de um pessoal que trabalha em canões, os pilotos de caça de canões, também voando a EFC, fazendo um chamado tiro aéreo, normalmente um piloto leva a bordo, uma bruta que ela é extendida, para que outros pilotos possam atirar na própria bruta continuo real, normalmente um exercício feito no mar, e nós somos da cobertura para esse grupo que estava lá. Então temos um helicóptero tudo equipado, ficamos ali numa brigada militar da cidade de tramando aí, posamos um pequeno campo de futebol que foi pertenciabrigada, lá temos uma estação de comunicação rádio, que nos dava as orientações e deixávamos, e nos deixava a parte toda a situação da manobra diariamente, e se houve essa alguma incidente, seríamos então comunicados, estavam almoçando, quando alguns policiais da brigada militar pararam com o carro, e nos disseram que havia acontecido um incidente, e a gente até então não tinha notícias, em ter rompeus imediatamente do nosso amor, se entramos na viatura da polícia e fomos em direção ao helicóptero que estava estacionado lá na brigada militar, no campo de futebol. Aí é a partida aí, tecolamos rapidamente uma atipulação de piloto, copiloto, o homem de resgate, um operador de gancho, e mais um mecânico abordo, que era uma atipulação mínima de resgate para essas situações, e aí, já no ar, entramos em contato com a estação de rádio, e obtivemos lá as informações diferentes, esse acidente. Pensávamos até aquele momento que era um acidente com uma rola de caça da Fábrica, mas tratava-se na realidade de um acidente com uma pequena rola que ela teve uma pânia e ela caiu no mar, com um piloto e três pesquisadores da Universidade Federal, baseada lá em pelotas, eram oceanógrafos, fazendo um trabalho da contagem de população de golfinhos, da cidade de população de golfinhos, na costa do Rio Grande. Então, foi algo assim para a gente diferente no citado, não aguardávamos um acionamento para esse tipo de missão, mas o esquadrão era um esquadrão que operava no espectro amplo, de missões de busca salvamento, foi assim, era nós civisomentais. Estávamos lá, começamos uma busca sobre o mar, próxima a costa de estar manda aí, com as melhores informações que nós dispõimos, vamos aproximadamente três horas com esse helicóptero, como nós decolhamos aproximadamente meio dia, então de três e menos, temos que nos direcionar até canoas para poder reabasteceronar. Durante essas três horas de busca, não avistamos nada, foi uma situação um pouco complexa, porque o tempo apesar de bom, nós não tínhamos muito mais informações do ponto da queda, uma queda no mar é algo complexo, porque a corrente mesmo ela deslocou sobrevivente, naquele caso a gente não sabia se avelia. E foi interessante que chegamos lá em canoas, reabastecemos a aeronave, e aí começam aquelas sequências de coincidências que levaram a um desfecho interessante dessa situação que ocorreu naquele dia, de março de 1996. Assim que nós decolhamos de canoas, eu estava um contato rádio com a torre, e nesse momento nós ouvimos que uma aeronave participante ali do grupo, era integrante do, e um pequeno grupo que apoiava as atividades do estado de grande sur, um dos pilotos desse grupo que estava indo rumo atramando aí para fazer a busca desses pilotos, né, dessa aeronave que havia sido acidentar, ele era um conhecido do piloto que estava desaparecido, e uma conhecida é a primeira que eu correu, né, ele coxou a santo conosco, que perguntou o que nós pretendíamos fazer daquele momento, eu disse que a gente estava reabastecido chegando na coça de estramando aí, novamente, então de 5h da tarde, mas nós não teremos muitas condições de busca, porque a partir do momento que ia escurecer, se nós teremos muito pouco a condição de avistar qualquer tipo de distroço ou sobrevivente. A partir daí ele nos disse que tentaria ainda, enquanto eu ver essa luz do sol fazer a busca do amigo lá, que eventualmente o delista é naquela posição que ele teve informações, e eu disse para ele que se houvesse qualquer evolução, e realmente ele encontra-se algo que dessa algum indício da posição daquela aeronave com seus tripulantes, e ele nos comunicasse através da estação rádio, que a gente tinha lá montada na bigada militar, e aí prosseguimos no nosso voo, aproximadamente 5h da tarde nós conseguimos pousar na bigada militar, e já tínhamos decidido que não haveria mais busca, porque praticamente ali em torno de 5h, sim de 45, acho que era o povo sol naquele dia, em torno disso. A partir daí decidimos então simplesmente preparar a aeronave por pernoite, e nós estávamos naquele campeão de pouso com ele cópto pousado, quando um comandante de pequena embarcação da Petrobras me chamou, e aí ele me perguntando assim, aí já é uma segunda coisa se desse interessante, que ele me perguntou se eu era responsável pela equipe de busca salvamento, eu disse que eram dos integrantes, e havia uma coordenação, e ele começou a se queixar dizendo que ele tinha sido solicitado a fazer busca no mar com a pequena embarcação, e que ele estava sentindo que a situação estava extremamente perigosa para ele, porque as ondas estavam muito altas, os ventos muito fortes, e ele estava com o receio de ter um acidente também. Agradecer a informação que ele me deu disse que passaria aquela situação para a nossa equipe de coordenação, e a gente tentaria fazer com que ele tivesse condições mais adequadas para a busca no dia seguinte. Ele agradeceu, e já estava tomando seu caminho de casa quando ele recebeu uma pergunta que eu fiz, por favor, por gentileza, você poderia me dizer que qual seria o sentido da corrente nessa época do ano, com essas condições de mar, e ele me formou que naquela condição, naquela época do ano, usualmente era em direção ao sul, e ele não tinha menor dúvida, que ele já tinha estado no mar mesmo naquele dia. Então, a corrente, se caso houvesse alguma, algum distroço na água, levaria aqueles distroços ou sobrevivientes, como o sul. Essa informação, ela foi bastante interessante, dessa segunda coincidência, a equipe que estava na estação de unicação rádio, veio bastante a prensivos dizendo que tinham recebido a informação de que a aronave tinha sido localizada com sobreviventes. Antes de decidir pela decolagem, o povo do sul praticamente já estava se configurando, passou ali, talvez faz os momentos na minha cabeça, passando sobre a segurança da minha situação ou relação à busca em condições não adequadas, não típicas do nosso treinamento, e digamos que esse estante foi, para mim, uma eternidade, mas rapidamente nós decidimos tentar, e eu comandei a minha atipulação para preparar a aronave para a decolagem, e graça o nosso treinamento para aquela decolagem rápido. E cinco minutos estávamos no ar, e eu já entrei numa frequência em que eu sabia que a aeronásica havia dada informação também estava, e começamos a nos comunicar, e tentei arrumar para a costa, e para a área que eu imaginei que ele estivesse. O nosso sistema GPS, naquele momento, não estava funcionando ainda que não deu tempo, porque, normalmente, é aquela época, você esperava que alguns atérios fossem visualizados pelo sistema, para que ele te desce uma posição precisa, mas até então nada, eu não conseguia ter a informação de posição que eu tinha recebido da aronave que havia avistado lá o sobreviventes. Então, nesse momento eu passo pela minha cabeça uma estratégia, e eu pedi para que essa aronagem se arrumasse até a costa de estar manda aí, mas o próximo de onde eu estava, porque a partir daí eu poderia seguido, daí foi feito dessa maneira. Foi uma imagem interessante, se viu, a aeronagem vindo para a costa, e a gente nós de Elecóptero, e foi uma imagem bonita, porque a gente queria muito ter condições de seguir a aeronave até o ponto de rasgar. E assim foi feito, ali, realmente foi a costa, nós coordenamos, ele fez uma curva, seguimos, e de praqueles que é doze isso pouquinhos velocidades, porque, normalmente, os Elecópteros rolou com a velocidade um pouco menor, e daí seguimos para a posição em que ele havia avistado os quatro tripulantes flutuando na água. E nisso, praticamente escuro, ainda tinha um pouco de luz do sol, no horizonte ainda tinha uma certa claridade, e nós passamos em cima do ponto em que ele tinha avistado, infelizmente não encontramos nada. Passamos mais uma vez, e mais uma vez nada. Aí, me ocorreu, aquela primeira coincidência, a segunda coincidência que eu vivi, quando aquele comandante daquela pequena embarcação, da tava no mar fazendo bus, eu pedi pro piloto pra fazer uma curva à direita, e fizesse um bloqueio do pop, que ele havia avistado em direção ao chú, e assim foi feito. E assim que ele bloqueou o ponto, não vimos nada. Alguns, talvez os 15 ou 20 segundos depois que nós passamos naquele ponto onde aqueles tripulantes deviam estar flutuando, e o meu tripulante da direita conseguiu avistar e comandou a curva à direita, que era um procedimento que a gente fazia. Nesse caso, ele viu quatro pessoas boiando no mar, foi interessante nesse momento, porque, no piloto que havia avistado o sobrevivente, ele ficou eufórico. Nós também ficamos eufóricos. Então, obviamente, nós precisávamos poderar as emoções e executar a missão. A missão ainda não estava executado. Temos uma questão interessante, nós ficamos tão princípios de não conseguir executar o resgate, que eu pedi para ele jogar subóticos sobreviventes, porque, caso eles passassem a noite na água com aquelas condições de mar, muito provavelmente a hipotemia teria sido fatal para eles. E, realmente, nós jemos a saber depois que um deles já estava enquanto ele ia passar. Então, voltando ao ponto em que nós estávamos no resgate, fizemos um parado em cima deles. A iniciamos os procedimentos de uso do gancho com o nosso operador de gancho mecânico e o homem de resgate. Nós temos o excelente homem de resgate, já equipado com roupa de migúlio, nadadeira, e ele foi bastante versátil, bastante rápida, a equipe toda operou muito rapidamente, e ele desceu pelo gancho, no primeiro momento, já resgapou uns dos sobreviventes, colocou sobre uma alça, ele usa para fazer o resgate, o mecânico e o operador de gancho puxaram para cima, até que ele pode ser colocada à borda aeronave, e esse foi o primeiro resgateado, fizeram isso com o segundo, também tudo na normalidade, e nós estávamos voando bastante baixo, provavelmente há algo de 12 a 15 metros acima do duro da superfície do mar, e as ondas realmente muito altas, um vento muito forte, e a escuridão já chegando ali para gente em um ponto crítico, tanto que eu mandei o outro tripulante liberar alguns funígenos, funígenos são alguns dispositivos que a gente joga na água, que ele consegue manter a chama e te dar uma condição de referências visuales mais adequadas, então você manter aquele voo naquela condição extrema, pedir também para que fossem ligados os nossos faróis, eu farou de busca bastante, potente que ele aponta para baixo ou para a direção que você precisar, e aí eu fui madrubando esse farol para que a gente pudesse também iluminar os sobreviventes para facilitar a vida da nosso operador de gancho, também do nosso homem de resgate, e assim que ele foi puxar no terceiro sobrevivente, o gancho falhou, e aí ficou uma condição bastante crítica que a gente teve que imaginar a condição alternativa de talvez amarrar duas a três pessoas juntas, no sistema chamado Maguire, que se joga duas codas, um apular do outro do helicóptero, onde eles são amarrados e a gente saiu voando com eles e filurados, era uma condição crítica, a gente não queria fazer isso, um mecânico operador de gancho, fez alguns testes com o modo mais lento do gancho, o gancho voltou a funcionar, para a nossa sorte, então, e também do sobrevivente, o gancho voltou a funcionar, e nesse momento, a gente teve que baixar um pouco mais, via quase que as ondas chegando próximo ao esquido do helicóptero, porque nós temos que resgatar os duquanto antes, a condição estava ficando um pouco extrema, e aí conseguimos fazer o resgate dos dois últimos, conhece resgate, nosso piloto, que estava lá sobrevulando toda a cena, assistindo de camarote, aquele resgate, já também começou a ficar um pouco mais eufórico, nós começamos a conversar um pouco mais, e eu já me dirigindo à costa, totalmente escuro, nós não vimos mais nem uma luz ali sobre o mar, não tivemos uma altura de segurança e fomos uma costa, e a partir daí, quando atingimos a primeira praia, eu fiz uma curva direita, porque eu estava ao sul, então, manda aí fomos em direção a trapis, então, eu solicitei que as equipes de salvamento e ambulâncias fossem até aquela posição do trapis, porque era um lugar seguro, para poso e para que eles pudessem dar os primeiros atendimentos aos sobreviventes, e assim foi feito, pôsamos na areia, pôsamos na praia, uma grande equipe, já nos esperava, desculpa a pausa, porque as emoções, elas voltam nesse momento, e aí foi uma alegria, então, quando nós podemos pôsar com a segurança, e ver que os quatro sobreviventes foram recolhidos ali, para serem caminhados ao hospital e serem tratados antes de poderem comer morar aquela alegria, e foi assim, foi dessa maneira, o helicóptero não teve condições de ser retirada da praia naquele dia, porque a gente não tinha condições de fazer um pôso seguro na brigada, o pessoal da brigada militar, prontamente se dispôs a cuidar do nosso helicóptero, nós somos, e seguida visitar os nossos sobreviventes no hospital quando subemos que eles estavam bem, um deles já estavam aqui ao mesmo com a hipotenia avançada, e aí foi bastante interessante, porque podemos vermos e confraternizamos rapidamente na medida que foi possível, e a partir daí foi só com memorações, alegria. No dia seguinte, às 0h, tinha publicado lá uma reportagem de capa quando a foto do nosso helicóptero e da equipe que tinha participado do episódio da missão, e um tempo depois, o governo do Estado resolveu nos agraciar juntamente com o piloto do Estado, que estava já visitado sobreviventes com a medalha, a mérito negre do pastorê, então foi algo muito emocionante. Que legal, Samir, aí Samir, eu vejo que você ficava muito emocionado de eu contar as suas histórias, e um obrigado por compartilhar isso com todos, felizmente deu tudo certo nesse presgate, e que bom que eu, nesse reconhecimento, que tudo deu certo. Que bom, também por ter essa oportunidade de contar, primeira vez que eu cuota essa história dessa maneira, Obrigado pelo oportunidade. Eu que agradeço, Samir, obrigada pela tua participação na El Queste, ficou convite aqui para mais outros episódios, porque eu sei que tem muitas histórias aí para nos contar. - Certamente, serão prazer. - Prisou vim, que nós despedimos por aqui hoje, agradeço pela audiência, espero que tenham gostado do episódio, caso tenha tenha alguma sugestão, algum comentário, mandem lá no Comunicação, sem ser dia, sem tia, o arrubal é o ponto com o pé, e até o próximo é o Queste. [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
Samir Mustafa, piloto da Força Aérea Brasileira, participou de missões de busca e salvamento.
Em 1996, Samir e sua equipe resgataram quatro sobreviventes de um acidente no mar, após avistar os tripulantes flutuando na água.
O resgate foi desafiador devido às condições climáticas extremas, como ondas altas e ventos fortes.
Após o resgate bem-sucedido, os sobreviventes foram levados para atendimento médico e receberam honrarias do governo.
Summary:
No podcast ELKESH, o piloto Samir Mustafa compartilhou uma experiência marcante de resgate em 1996, quando sua equipe salvou quatro sobreviventes de um acidente no mar. Enfrentando condições climáticas adversas, como ondas altas e ventos fortes, Samir e sua equipe avistaram os tripulantes flutuando na água e realizaram o resgate com sucesso. Após o resgate, os sobreviventes receberam atendimento médico e foram honrados pelo governo.
A história destaca a coragem e habilidades da equipe de resgate em uma situação desafiadora, culminando em um desfecho positivo e reconhecimento pela bravura demonstrada.
FAQs
Samir Mustafa é um profissional da área de negócios que atua no desenvolvimento de negócios na ELK.
Samir Mustafa era piloto da Força Aérea Brasileira por 32 anos e fez parte do esquadrão pelicano, especializado em buscas e salvamentos.
Uma das missões marcantes de Samir Mustafa foi um resgate no mar de quatro tripulantes em 1996, após a queda de uma aeronave.
O resgate dos sobreviventes foi realizado por um helicóptero equipado com um operador de gancho e um homem de resgate, que conseguiram salvar os quatro tripulantes em condições extremas.
Samir Mustafa e sua equipe foram agraciados com a Medalha do Mérito Negreiros do Pastoreio pelo governo do Estado em reconhecimento ao sucesso da missão de resgate.
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