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ep.135

50m 56s

ep.135

ep.135

Transcription

8468 Words, 44437 Characters

Ah, e vocês, vocês, malas, voças de merdas, malas, voças cuizinhas, malos voças de dramas, deraminhas, deramelhões, deramelhuxos, situações, dores, de almas, dores físicas, dores de tudo. Como é que vocês estão? Como é que vocês estão ao dia dois? Estão bem, sentem-se bem, sentem-se com saúde, sentem-se firmes, sentem-se desapontados, sentem-se desiludidos com a vida, com alguém, alguém vos desaponto ultimamente, alguém vos surpreende pela positiva, alguém, vocês viram e pensaram, foda-se, olha aquela pessoa, não dava nada por ela e afinal, da faca, o que aconteceu aqui? Como é que eu estou? Pergunte-te cerca de ninguém, estou bem, com uma bandeira verde, estranho, esta bandeira pesta época do ano, tendem conta tudo o que aconteceu este ano, mas sentem-me com uma bandeira verde, o Natal foi bom, foi um Natal diferente, foi um Natal com uma ausência bastante forte que se fez notar, mas ainda assim foi um Natal bonito, um Natal em que a família se juntou mais do que nunca para fazer com que o Natal fosse especial e de facto foi, com muitos familiares, muito calor humano, calor de lereira e foi bonito, mas difícil também, mas bonito, eu acho que estas alturas que uma pessoa atravessa, que são mais difíceis, também tendem a ter coisas muito bonitas quando estamos rodeados das pessoas certas, e portanto, sincum bastante, não vou dizer a palavra abençoado, mas, sobretudo, por este patrimônio afetivo que morreu deia e que se faz notar mais nestas alturas, portanto, é isto, foi um bom Natal, comi bem muito, talvez demais, eu tendo a policiar bastante com a comida, tem esta merda, não é, eu sendo magro de diriam vocês, de ir milhão vocês, então mesmo não comem-se a vontade do que é os magros, tem um corpo de sonho, Bruno, quando penso num corpo de sonho é o teu, e tu mesmo assim, tens preocupações com a limeta, tem, preocupações com a limitação, apesar deste corpo de sonho, que vocês estão a falar, nem foi o que disse, por vocês e hoje é estranho, mas tenho, porque a merda que se come, não se nota só, em gordura, não é tipei, e ficou mais gordo, não, por dentro está a acontecer merda, sabe, a merda acontece por dentro, em tudo na vida, e portanto, nesta altura do ano permite ser um bocadinho mais descuidado, comer mais merda, me querendo mais doces, eu controlo bastante nos doces, não com muito doces, mas nesta altura, para de repente aparece uma rebanada, feita pela minha mãe, e tem que ser, não é, o que é não comer, um bolo de chocolate que trouxeram também uma coisa do outro mundo, do outro mundo, f*ck aquilo, é daqueles bolsicos que não se pode ter perto, é tipo, não põe, não é essa merda perto de mim, não põe não, porque vai dar a merda, vou comer que nem uma vaca, e vou ficar mal disposto, e a sentir mal para a gente culpado, ter que me de merda, f*ck isso, mas comi, sem culpa, comi, sem culpa, mais do que devia, mas sem culpa, tá bem, tá bom, e presentes úteis, eu gosto de presentes úteis, eu não sou uma pessoa que percei muitos presentes, caros, mas presentes úteis fazem mudia, e portanto, foi isso que aconteceu, tá bem, sentem-se confortáveis com essa minha explicação, não me preparavam mais, esperavam que eu vos dissesse mais coisas, mas foi isto, foi, e muitos presentes, sobretudo, muitos presentes, vai estar árvore, porque eu acho que também há esta coisa, não é que tenta se compensar de alguma maneira, uma ausência física, com a presença de outras coisas, tem, um moralado estraírio, caralho, presente, hehehei, claro que deixei o último, o último deixei o último, claro que deixei o último, foi das português da pizza, claro que deixei o último, claro que deixei tudo para o último, mas conseguiu uma coisa nova, e isto talvez seja da área que uma palma dinha nas costas, que é conseguir não estar a fazer compras no dia 24, não estava, dia 24 procuravam, não estava a fazer compras, não estava, você dizia que não estava, porque é que estão com merda, não estava, resolvi, ainda 23, mas 23 às 10 e 50 da noite estava na rua, a fazer compras, estava, estava, estava, estava, estava, é esta merda que eu já vos falei que é, e eu sinaliza as compras, que é tipo, isto pode ser interessante para não ser quem, mas isso se aparece outra coisa melhor, deixa-me gastar, ta quieto, e, na verdade, o mundo dos casos em que eu estava para comprar, e depois pensei, se calhar não, se calhar não vou comprar, e depois percebi que a pessoa já tinha uma coisa igual, e ainda bem que não comprei, o que é pedido, porque reforça este meu hábito de merda, deixar tudo para o último, mas pronto, mas resolviu-se, conseguimos presentes, presentes que as pessoas apreciaram, que as pessoas vão dar o uso, que é o mais importante, não é aquelas coisas tipo, é que giro, e merda, fica ali polado, e agora tem que ir também fazer uma coisa que é trocar presentes, foras, há coisas que me foram dadas, que não era bem aquilo, são também os que não me servem, e eu de repente tenho que ir trocar, mas dou-as a respirar fundo, porque sei que agora ta tudo meio estúpido com o saldo, fica tudo meio estúpido com o saldo ou não, as pessoas já conhecem meio tantas, meio lele da cuca, e eu não quero ir para um centro comercial com este caos, não quero recurso, ta tudo a trocar e tudo à procura de saldo, é para não quero, não quero, e eu não sou uma luca por saldo, e aquela coisa de "ai, mas foda-se, vai lá, olha que vai conseguir, é patabém, e eu não sei se tenho estufo, para tarde, repente ali, a vasculhada, a procura de uma coisa que ta menos 20% a 30%, mas perco, grande merda, perco, perco, claro que perco, claro que sim, mas pronto, é disto que eu sou feito, não tenho trabalhado, fiz agora umas boas férias de trabalho, talvez volta esta semana antes do fim da nainda, mas ainda estou avaliado, mas também tem que saudades do sitio onde estou, esta que é verdade, nós estamos, como já vos disse, fico muito contente com muita gente que já foi visitado, uma cam, um museu da contemporânea Armando Martins, um senhor elegantíssimo educado, um colecionador d'arte que decidiu, penso que foi a filha também que ele sugeriu isso abrir, um hotel e um museu que agrupasse parte da sua obra, não está lá toda, e vai conversar com o senhor Armando sobre isto, talvez, um terço talvez, um terço, num hotel e num museu, não dá um terço, mas são tão simpáticos, e o sitio onde nós estamos a trabalhar, o quarto bar recebito onde estamos a trabalhar é tão acolhidor, e depois comemos lá, e está tudo lá, e é numa zona bonita, e as pessoas são cridas, e depois dá para ir ver arte, de repente apetece-nos ir ver arte, vamos ver arte, de repente apetece-nos estar ali nos jardins, temos nos jardins, apetece-nos comer, comemos lá dentro, voltamos para o quarto, bem, é perfecto, e tenho ajudado muito a escrita deste projeto, e já tenho que saudá-los de lair, mas ainda não fui, desde que começaram estas épocas festivas, e é isso, mas é de voltar em breve, mais coisas, ah, então, eu agora tenho visto, aguenta-me, fiquem comigo, não me deixem já, tenho visto vídeos de skincare, é porque, bruto, porque entrou-me no caralho do algoritmo, eu vi um vídeo de skincare, fiquem mais 15 segundos do que o normal, e o meu algoritmo pensou, "Ah, que existe, então vais mamar isto que não é brincadeira?" e então, dá para ver coisas para a pele, de repente, dá para ver cremos, ir retinar, ir retinar, ir retinar, ir retinar, ir a pizza, ir sermos, ir esfoliante, e a conclusão ao que eu chego é que, não tenho vida para aquilo, esta é a conclusão ao que eu chego, acho que é ver muita água, ok, e um bom creme hidratante, e bom proteto acelar, muito importante, proteto acelar, isto já sabia, mas volta a dizer para vocês ouvirem, bom proteto acelar, durante o dia, é o mais importante, para a pele não envelhecer, "Ah, mas a sua jovem, e agora se calhar na minha pele, vai, vai, espera, vou envelhecer, e vai dar merda, manchas, e não sei que mais rugas, portanto, podem começar já, nos que são novos, que são quase todos, e depois, é muita coisa, é tanta coisa, e há tanta gente que tem tanta tempo livre, ui, o que ele vai, agora é a moda da Skincare, para comprodutos coreanos, é isto que está a dar, vocês vão perguntar, abrindo, mas tu manda vir algum produto que mandai, mandai, mandai, mandai, mandai, porque também quer saber o que é que está a falar, informar, te vaver, experimentar, agora, o que é que eu sinto, sinto que, de facto, há uns que são muito bons, para não tenho que vos dizer a verdade, há uns que são muito bons, que a pele fica peço o rabo de um bebê, é isto que vocês querem para a sua cara, não sei, mas macia, parece que fica ali com uma película protetora de anjo, ficam com um toque de anjo na cara, mas tudo o que eu vejo, da minha parte das pessoas, precisar dar metulosistas, a dizer que é melhor, que é pior, pois é tal merda, né, cada um tem a sua opinião e portanto, vamos ficar de baralhados, mas, sobretudo, é preciso muito tempo livre, e faz muita confusão, ver pessoas tipo de 18 anos, 20 anos, obcecadas com rutinas de skincare, fora, é meio ridículo malta, é meio ridículo, porque ainda nem é bem pele, é pele que ainda não, sabe bem, nem sabe bem, porque é que está a receber aquilo, a pele da tipo "meu, está esta passada, que que é esta merda?" Então eu estou bem, e tu estás me já hospitado aqui, que cremos da pizza, na cara, toda, estás me abarrar, como sou face de uma sandes de presunto e manteiga, enfim, mas, estou experimentado, sem grande motivação, mas curioso, eu acho que a curiosidade é um motor de tudo, portanto, estou curioso, não estou a dizer que estou lá, mas estou curioso, estou a ver o que é que não há, o que é interessante, o que é que melhor ou que é que piora, com a minha cara, nesta cara, que Deus me deu, que Deus me deu, que foi tipo um molde, que Deus deixou que ir no chão, estava em barro, ainda estava cruo, barro cruo e fodeu tudo e disse que se foi, vai ao forno, e pronto, e foi ao forno assim, mas é minha, minha tem tratade, ela, com a municuidade, não sabe bem, outra coisa que me dá muita pressão, nesta altura do ano, é o fin dano, e foda-se, se você, eu, por mim, saltava, saltava de 30, de 30, pediu um, logo, de 30, acordava algum tipo, e que caralho, então, era ontem fin dano, e que merda, dormi 48 horas, e foda-se, mas olha, já estamos em 2016, bora, siga, já está feito, porque é a tal necessidade de estar muito feliz, e essa, quase, em posição, de estar muito feliz, a uma hora marcada, dá-me um bocadinho de ansiedade, e, portanto, comecei a fazer festas, que é em casa, onde, lá está, também senti a isso, mas agora transformei as notra coisa, que é, ou vou viajar, e vou só com a família de, tipo, ver o fim dano na qualquer sítio, e é bonito, e estou em família, e, portanto, é o que é, ou então, quando faço cá em casa, transformei no jantar mais sereno, em que é uma espécie de natal, de amigos, e então, já não sinto, essa pressão, de estar aos saltos, não é? Porque eu associo, passagem dano, assalto-se e foguetes, não associo-atar calma-menta, confessar a mesa, assalto-se e foguetes, e meio que álcool, meio que veio, já todo feliz, em 10, não, é caralho, banânia, chorar, e, sempre fosse mó-mí, é só melhor a míquia, eu pedi a ter, banh, já todos bebas, sabem, quando há aquelas declarações amizadas, bebas, vovás, banh, e rindo, gostandido, eu estava lá, sempre desjuí-me, e então, vovás, não desuí-me-mão, Então é do irmão, do outro pai ou do outro mãe ou caralhas o irmão? E eu posso mamar a pisa? Eu posso, me importo, por favor deixa mamar da pisa, vou, nós temos aqui to de na boa, não posso, vou, vou, vou, vou, vou. Em portas de viper a minha cara, ao Patois, meu amigo, os amigos, se eu não posso vir na cara de uma amiga, então foda-se, vente na minha cara ou na tua, que sabe, o que importa é se lá nos está amizado? Não sei se é exatamente assim, mas acho que percebeu a ideia, a ideia do que eu estava a dizer, ou não, ou foi esquisito, ou ficou aqui um ambiente esquisito, mais coisas, tenho tanta coisa para me dizer, e ao mesmo tempo tão pouca, sabe-se, me digo da tipa e eu não disse nada, ah, tenho uma coisa aqui, despedidas longas, foda-se, temos que falar sobre isto, de uma vez por todas, temos que resolver isto, ah, um síndrome qualquer, que é, pessoas dizem, é para pronto, vandando, ok? e levantam-se, ou nós levantamos, isto em casa de alguém, onde quer que seja, ou anúncio de qualquer, e depois há uma segunda despedida, a primeira despedida é quando uma pessoa anuncia que se vai embora, é para ter que ir andando, da minha corte cedo, ok? e absolvantes, e depois fica em pé a conversar tudo o que podia conversar a sentado, e foda-se, e por mim é, vô andando, né que tá uma casaca, tá aqui, vá um abraço, beijinho, tchau, tchau, fui, tom, parta a bater, carro, brrrr, em bora, mas, há outras modalidades, que é modalidade do, é para vô andando, vô andando, que é como quem diz, eu não vou embora, vô andando, vô andando para a porta, vô andando para o meu casaco, vô andando assim como, sabe, vô andando, vô andando no sentido em que não vô, vô, vô, vô, vô, tu que vou estar por aqui, vô me levantar da mesa, e vô procurar meu casaco, e depois vô pegar no casaco e vô começar um tema, foda-se, agora, agora é que vai começar, tu estava sentado e não estava estomando, não podia este começar do tema aí, não, mas acho que aqui, não sei, há qualquer coisa especial em começarmos a falar em pé, é quando me dizem, ou quando digo vô andando, eu já me tu imaginaram na cama, ou nos fa, ou no carro, eu, eu dizem isto, ou digo isto, e é tipo, meu, já to, já não to cá, já não, eu só tá o corpo, vocês podem falar com o corpo, mas já dá, e começa a sofrer, e é desnecessário, se as pessoas dizem que vô embora, ou se eu digo que vô embora, vamos ficar a fazer um cocktail em pé, com os casacos vestidos, guiar frente da olharaira, mais meia hora, em pé, isto não dava sentado, porque nessa situações fiquem o cabeça de cá, se dissenhe-se é um cám, vamos à rua, o cám fica aí, Jesus, caralho, ou vamos comer, o cám fica aí, caralho, vamos à rua, vamos, vamos à rua, aí calma na área, andar as voltas, vô lá para buscar a trela, tipo, caralho, vamos à rua, não é? o subtexto do cám, é, foda-se, vocês que me saem à rua, barar rua, barar rua, e o dono dizia, não, não, agora eu vou só aqui falar um bocadinho sobre as presidenciais, foda-se, o que eu ia dizer, vai pra acabar, vô te só trincar uma perna, vô te dar raiva, vô te transmitir uma doença, só, porque isto não se faz. disse "estam ruas, eu comecei a abanar a causa, fui buscar a trela, porque isto é esta palavra, então não diga esta palavra, quando é assim deixou, vamos, não vamos já". pra quê? e depois ficou na porta, ou eu fico na porta, então vai, e a pessoa ainda puxa a sunto, e olha o caralho, olha pronto, vai começar a dar a sunto, e depois há a sunto que eu tive meu, já que tais nesse sunto, então morado nesse sunto até o fim, agora vai puxar este sunto, a porta que é para-me ir embora, não, agora vamos acabar este sunto, foda-se, não vou ficar com este sunto pendurado aqui, e devia haver um protocolo qualquer, quer só dizer assim, vô me embora, e a partir do momento em que alguém diz, vô me embora, a pessoa vai embora, tem 5 minutos passei de casa, e 5 já toda há muito, foda-se 5, 5 é o também de uma música grande, 3 minutos, 2 minutsimaio fica fechado, 2 minutsimaio a partir do momento em que uma pessoa diz, vô andando, e vai, vô andando e é uma pessoa que diz e faz, não é uma pessoa que diz e não sei bem se faz, não sei bem se faz ou se não faz, e a partir do momento em que passava os 2 minutsimaio, por cada 30 segundos extra, queria eles um membro, tipo queria um braço, ou moralha, era tipo o jogo da foda que mas ao contrário, e a foda-se que o moralha, já está há 30 segundos, para lá do tempo de 6 dias embora, foda-se que o mucleão, e a perna vai voltar, não vai, não vai voltar na que mais lagartos que voltam a andar, tem este trinta-su, a padre era 2 minutsimaio, tu vas aqui há 4 minutsimaio, que é a casa de casa com as orelhas e com as pernas, como se nada fosse, não dá, depois acho que dizem mas estava a saber tão mentira, meu, então fica, então fica, se estava a saber mentira, mas tem que ir, ok então vai, sim mas está, na que está uma casa, foda-se, outra vez eu estava a vestir de já, já está aí vestido, depois eu se calhar ainda vou fazer um xixinho, vai, vai, vai fazer um xixinho de casaco, boa sorte, e não sei, acho que temos que agilizar um mucadinho, eu acho que aquilo que me incomoda, é a falta de objetividade, quando uma pessoa diz que vai fazer uma coisa, foda-se, faça essa coisa, não me foda-se, e eu cai muitas vezes nesse erro, e eu sou aquilo que vai, machuvo com alguém, e salguem para o chasunto, e com um caralho, pronto, e fodeu, também ainda restaurantes, vamos andando, vamos, e a pessoa cheia em todo o restaurant, e depois se sirem do restaurant, ficou em pé a confessar, aporta do restaurantes, e pai não sei que, e o antônio, ela está o antônio, e nunca mais, sabe que eu tive com ela no outro dia, e foda-se abriu, estou assim, bora lá, então, como está o antônio, tá bom, tá bom, sabe que ele foi para a astralia, ai foi, então, deixa eu atar, não vai, ele está agora num banco, e vai falar do emprego, ok, então, tá num banco, então, tá porra para casou-se, vamos para a família, com um caralho, ok, e tá com filhos, tem, vai ter um filho agora, agora, quem eu sou, que não consegue ter filhos, e vamos salta a pôr-se, foda-se, vamos salta a pôr-se amigo, depois disto, ainda há o, então vai, agora é que é mesmo pedir, abraço, beijinho, olha, temos que combinar mais vezes, depois temos, foi mesmo bom estar contigo, depois foi, então diz-se coisas depois digo, então tá tão que não digo, digo com certeza que digo, pronto, então vai, e depois vão os dois na mesma direção, isso é muito triste, quando uma pessoa se despede, e depois chegar à conclusão que o car tá na mesma direção, ali uma espécie de um silêncio que é tipo, ai é foda-se, eu tinha juttado mesmo, tudo que era assunto, eu não tava a contar com esta caminhada até ao carro, e tal lado do meu, se eu soubesse não tinha puxado o assunto do António ali, por sé bem, tenhida a falar do António até o carro e depois chegávamos ali e despedíamos, porque depois obriga a uma terceira despedida, que é, agora ai tocar está aqui, muito bem, então vai mas para o carro não vai, ok, então vá, este carro é novo, bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom bom não avançou nada, o mundo parou, para o de girar, para o de girar, o mundo ficou tipo, olha agora que se for da, pronto. Não sei, é uma teoria que eu tenho, mas, se vocês acharem que tem a errada, também podem dizer, e eu também posso cagar nela, também é esta situação. Delta House, já ouviram falar, não, Delta House não é um reality show com café ilimitado, é nova marca do grupo Nabeiro, nesta casa vive mais de 70 marques, é uma espécie de condomínio, fechado e de luxo, de bebidas e cinecos que não são bem familiares. E Delta Cafés, é Delta aqui, é belíssima café, é dega maior, ele é tétoli, ele é gochile, ele é coro, ele é un boring snack, ele é tudo, ele é tudo, coisas que toda a gente gosta e que era sempre mais. Vão, da Delta House.com, e se poserem promo code, que eu tenho promo code, se poserem bruno no lugar a vim quando tiverem a pagar, tenho vinte por centros com toda a loja. Tá bem? Obrigado brunho, digam o que é o ex? Obrigado brunho, tá bem, então vá, beijinhos adeus, tenho que ir andando, tá bem, não me levei mal, vá beijinhos. Aí, ficou tão baixinho no som, pera aí lá. Ah, sim, tá melhor. E mais, querem mais, querem saber mais, sim, mas já se pedirem muito, não estou a pedir como deve ser, por favor, mas o que é que fazem? Ok, pronto, tá bem, ok, ju, é sempre, tudo. Sabemos que a vida realdem sempre é um conto de fadas e as rutinas diárias não têm um final feliz garantido. Mas se você não terminar ver os clássicos da DJ Plus, temos a alternativa perfeita para vestirado se fa. A agência abre, eu tenho uma oferta que os vai fazer dar um salto no tapete mágico. Tenha essa atenção? Então vá, os clientes DJ Plus vão agora poder aproveitar de 20% desconto na estadia em um hotel Disney Land París e nas entradas para os parques DJL Land París. É a oportunidade perfeita para viver o mundo mágico da DJ com uma oferta impredível. Visite em uma loja abriu ou abriu.pt para reservar a sua viagem com esta oferta exclusiva para clientes DJ Plus, porque as melhores histórias são as que vivemos em família. Então aconteceu mais uma coisa, claro. Na semana passada tivemos aqui a falar, eu e o Felipe Mel, com o Nuno Márcle, uma belíssima conversa, obrigada a todos os que ouviram. Mas claro que tem que dar sempre merda, dar sempre merda que as pessoas estão com um deteta absursten de tétores metais e absursten de tétores de merda. Na cabeça delas, elas são assim 80% de algoção e 20% de merda, são revestidas disso e portanto já tem aquele detetorzinho da pisa de verem. A primeira coisa que é revistas e jornais que dizem, no Nuno Márcle teve um segundo AVC, como se fosse no presente, é pa, com a dava satia. É só chamar a atenção, foi logo 5 dias depois de altar lá, ele diz isso na entrevista, é o clique bite manoso, deixa as pessoas preocupadas sem razão nenhuma, não é verdade no sentido em que não está acontecendo presente. "Ah, mas sim, mas nós não queremos que saímos como né que foi, não estamos bem, mas sabemos o que é que não vou fazer." Não sabemos, não sabemos, os dois tão prontos. E outra coisa é que, claro, que há sempre nos redes sociais e estes tais tétores de merda que fizeram um escândalo do Márcle dizer que ia ter uma sala no hospital para comemorar o Natal. Claro, e começar a dizer claro, é isto, os hospitais públicos, a privilegiar um caralho do Márcle, e não sei o que é atenção, eu estou sempre a favor que bateu no Márcle, sempre 97% das vezes estou a favor, menos quando é mentira, e eu fico feliz e o homem diz que está no hospital privado, o homem está a pagar, o homem não está no hospital público, o homem está a pagar no hospital, que tem lá as salinhas que ele pode requisitar para ter familiares. E há uns cuninhas, é sempre uns cuninhas, pa, é uns cuninhas que é tipo, não, eu já crudei, e hoje vou desmagrar as pessoas com uma verdade que interis vai cair o cu, é, é fofinho, vamos cair o cu de quem, sua coisa boa, é o que é isto, é um retrato fiel dos tempos que vivemos, é uma necessidade. Um homem que, quando devolvesse, era o irói, e toda a gente, e bem, gostava dele e gosta, aparece um cuninho a fazer, um calma, calma que ela vai ter, não sei o que, e, e, cabrão, é sério, é, não se ove se quer o contexto das merdas, não se ove, que se for da, é só assim, é que o pior, é que é esta merda do descontesto, é já uma maneira de operar, não sei se viram o vidro, não sei se viram o vidro, viram o vidro, viram o vidro deste burro do caralho que não sabe falar, viram o vidro, alguma vez viram o vidro, ou não viram o vidro, viram o vidro, por que caso viram o vidro? Fala-se, que burro do caralho, que burro, burro do mesmo, em burro do mesmo, sabe o que é que tu é, é um burro, viaxter assim de boas palas, uma pala de cada lado do olho, e andar só em frente, puxar um arado, não sei se viram o vidro do ministro de educação, falar sobre as residências para estudantes, e não sei o que é, uma coisa descontextualizada, toda a gente caiu em cima do ministro de educação, como é que é possível, estas merdas que ele diz, e isto foi posto online por um jornal conceituado, eles fizeram este corte e proseram o cherto daquilo que ele tinha dito, e agora, a verdade é, ele de facto disse aquilo, ele disse aquela frase, só que é, é uma merda que eu disseiro o seguinte, sabe, quando nós estamos assim num jogo de computador, e eu dou por mim a pensar, é para eu querer mesmo matar uma pessoa, se vocês precisarem assim, o burro não disse, eu quero mesmo matar uma pessoa, é só um maluco, eu de facto disse aquilo, mas, se não for contextualizado, é só para ganhar visualizações, é uma merda, nunca responda a verdade por inteiro, e é isto que acontece hoje em dia com isto, o ministro de educação, o ministro de posto e histórias, afinal ninguém nem, mas viu um contexto, é para sim, claro que havia um contexto, e claro que é simpático, depois estes, estes culpas, mas o dano que provoca, o primeiro impacto de um posto daquilo, ou de uma notícia daquelas, é superior ou depois o que provoca as desculpas, estes culpas são uma espécie de marca branca daquilo que é notícia, ok, pronto, não foi bem aquilo, mas, o que é certa é que as pessoas já geraram raiva por alguém, achando que ela tinha dito uma coisa que descontestualizada, é uma merda, e eu não tenho que simpatir nem antipatia, pelo ministro de educação, não é isto que está aqui em casa, o que está em casa é que, para uma pessoa caírem em cima da alguém, se é isto, o vosso propósito, ou propósito alguém, ou de um jornal que quer caírem em cima, é para ao menos dê o contexto, deixem as pessoas pensar, já não se deixa as pessoas pensar, as pessoas, por isso simplesmente tem que ter uma opinião rápida, e claro que depois da merda, da merda porque as pessoas estão sedentas de ter uma opinião rápida, estes não estão dispostas a pensar, esta merda é uma coisa de século 20, já não se pensa, as pessoas recebem uma informação e disparam logo a seguir, logo, para ver quem é que dispara mais rápido, é como se fosse um doelo, então pessoas frente a frente ao mundo e tal uma pessoa, e a pessoa tem que disparar mais rápido contra ao mundo, logo, e da merda, claro que da merda, porque depois, isso gera um ódio e gera uma tração muito superior a uma notícia verdadeira, uma notícia é contextualizada, e o que me custa mais é que já haja jornais e fonte de informação que eu julgava, acredíveis, a fazer essa manipulação de informação e de contextualizar de maneira a gerar ódio, e o preço disso, claro que uma pessoa que põe essa notícia, e que tenha muitas visualizações, vai ser um sucesso na sua empresa, tipo caralho, olha o que tu conseguiste, e há quantidade pessoas que partilharam a tua notícia, sim, mas ao mesmo tempo estão a partilhar ódio, estão a partilhar e a fazer parte de um ganho enorme que existe, que é um ganho de gerar ódio, que depois da merda entermos políticos, entermos do país, entermos da autoestima, de uma nação inteira, pranto é isto, mas que se for dano, é, deste que tem alaques, deste que uma pessoa diga coisas como, o marco está a passar a funa tal numa sala só de ele no hospital, não burros do caralho, não, foda-se, monos de merda, não é isto, e um homem nunca disse isso, acham que ela é essa pessoa, olha um para ele, vem essa pessoa, ou só acordaram e tem uma vida de merda e pensaram, né, tem que explicar o mundo, tem uma vida de merda, e vou explicar através deste posto da pizza, pranto, e é isto, e andamos neste, que se for dano, para frente a que é caminho, mas coisas que não são mentira, ah, uma coisa que eu estava a falar este fim de semana, que é o síndrome do coitadinho e do maluco, que é que eu quero dizer com isto, hoje em dia, eu digo hoje, também esquece da conclusão, a falar com meus amigos do pímba, a falar com meus amigos do pímba, porque eu não digo hoje, a falar com meus amigos do pímba, eu falam português, a falar com meus amigos do pímba, chegamos a conclusão, que eu digo hoje, porque eu digo hoje, eu digo hoje, mais à norte hoje, não digo hoje, hoje parecemos tremíssimo, mas é assim que se diz, não, não está lá, não e, só dentro da minha cabeça é que é um imaginário, hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, hoje, faz a esvós aqui, o que andei andais voz, aí, a ser apentar pelo meio da floresta, que para o de ser deseste, que eu ouvires no meio dela floresta, apresentávamos aqui a minha frente, se tem descaragem, quem sou esvós, eu disparar de já duas lanças no voce, se não vos apresentarmos, sei, sei, bom rei, sei, se ele passa, ele passa, que faz a esvós aqui, desfarçado no meio da folhagem, se tem descarro, que tarde de fazer, se está desacagar, bom rei, se está desalí, muita floresta, porque como é de muita coisa na tal, então ter destrei-la explico, se está desastrei com as as perugou, se tem voce, voce vira desparabata real, estrei-la de as coisas da alco, a frente da alrei, voce, voce querê-la desloar-me uma lamparina nesse voce em quinta-vos, que em quinta-vos salta-la a picha, peça-se pedir-se, desculpa, bom bom, bom rei, eu não saber-se, o que vai ser estar-se aqui, eu não saber-se, porque voce, voce, voce é-se-se do povo, percebe-se-se-se-se, voce, como crei-se voce ter lá mesmo, lá mesma capacidade de intelecto que eu ter descendo-la rei, estar desastrei coisas por elco, pois vou e vais dar-vas uma novidade. Eu vou desvore-desintro de coisas n'alco, só para não ter de a mania que poder-desusufruir da alma ta real. Mas por que fazer-se-se meu bom rei? Eu só, eu vou-me já embora, não faço mais, não ir-des nada, é bom. A gargarde nesse tronco estar-des aí no chão. É pesado, é pesado, não é, é pesado. Pão dizer-lo tronco na eleção, assim em pé, e sentar-vos no tronco até-lo desaparecer dentro do alvo século. Eu não posso se fazer isso, vai dizer, vou-me, deixa-te calar, vou-me só para-me, se eu não saber-te de terras, sentar-vos no tronco já está-des me arragar ela coma, está-des, não está-des, está-des me arragar. Só por causa disso, ir-despre-me a pisa real na sua boca enquanto ter-des ela tronco na alvo. O que fazer-des, vou-me fazer-des isso, meu bom, rolar-des. Com o ter-des ela pisa real na alvoca, não vos atraver-deser na verdade. Ter-des ela, é-deser na alvo-derrada. Ter-des ela, é-des ela pisa-der al rei nem toda a alvoca, de saber-des, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um Corou, ó! Tentes de dar milenelos que lentes, que me tem a me dar daquela dor aqui embaixo da rica, seu cabrão. Agora, eu vou saber de que eu vou fazer? Não, não, não. Poder estrelar o tronco de alco. Não, ter estarte de quieto com o tronco de alco. Saber de que eu vou fazer, eu vou me vir de paventade, de alnarina, de alpagem. Não vou fazer, desísco, tenho que reenitar, nuclear. Ele rei, ele rei, ele rei, ele rei, ele se focaram no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no céu, no Calar, calar, calar, calar, calar, calar, calar, calar, calar, Bem, o que viagem não é, não sei bem, se eu tenho este jaguardado dentro de mim, eu não sei, às vezes preocupa-me, mas pronto, o síndrome do Quetadinho e do maluque é o que? Hoje em dia, hoje está, hoje em dia, hoje vou tentar, hoje em dia, o que acontece? É, está-se a falar de alguém, que é um filho da puta, da pior espécie, e diz, é "Quetadinho é maluco", aê, é que calma, então isso é um chapéu de chuva gigante, pra tudo, uma pessoa que, passado um caso, de fazer merda, ou quando está a falar dela, se diz simplesmente que é "Quetadinho é maluco", e se é desculpar um maluco, uma pessoa que faz merda, e que é uma pessoa, e que quando falam dela, dizem "Quetadinho é maluco", é "Pai, sei, desculpabilizar, tudo o que aquela pessoa possa fazer de errado, tudo, porque sei, maluco", não sabe bem o que está a fazer, toma, se é maluco, tem que ser tratado, é maluco, é doente mental, tem que ser tratado, pronto, tem que ir, um psiquiatro, um psiquócoco, não, não, é só parva, ah, então não é maluco, foda-se, nem é "Quetadinho é parvo", e o "Quetadinho" é-se uma coisa que se arranjou, pra quando uma pessoa é-pa-quetadinha, é-fez merda, "Quetadinha", é-ma-luka, não, não é maluco, maluco é outra coisa malta, maluco é uma pessoa que não tem control sobre as suas ações, e se é uma pessoa uma luka, uma pessoa que, de repente, começa a me jar contra a cara de um policia, é maluco? É maluco? É maluco? Tipo, uma pessoa pra fazer isso, é maluco, porque ela tá me japa cara do policia, estranho não é, ó, porque tá enfiado um palito no cul, ó, porque tá enfiado dois palitos dentro dos olhos, é "Pai, é maluco", apesar, apesar é maluco, uma pessoa que é um midiota, e que tratou outras pessoas mal, enquanto respeito, não é maluco, é uma pessoa, é mal educada, não é "Quetadinha", porque "Quetadinha" é uma coisa que me parece muito portuguesa, é aquela coisa do "digressadinho", não sabe o que faz, e isto é legitimar um tipo de comportamento que não devia ter desculpa, quando alguém é intrínsecamente mal estar a dizer, é "Pai, "Quetadinha" é maluco, e "Cetadinha" a dizer, isto não é culpa dele, isto não é culpa dele, ele tem uma condição, e portanto, isto é mais forte do que ele, não culpabilizem, deixou, deixou continuar a fazer isto, porque isto já não é, já não tá sob o controle dele, tá, tá, a coisa é escutão, há pessoas que são só mais, vocês não conhecem pessoas mais, que não são malucas, ou não conhecem pessoas idiotas, que gostam de provocar um mal na outra pessoa, ou que são desagradáveis, e que depois, há sempre alguém que desculpa, dizendo, "É, "Pai, sabe como é que ele é, sabe como é que ele é, mas que resposta é essa, sabe como é que ele é, sei, é um idiota de merda, sei como é que ele é, não, "Pai, "sas ele é mal, é maluco, não liga, não liga, não liga, sabes como é que ele é, cuitadinho, são tudo frases, que permitem que os idiotas se propaguem, porque depois, essas pessoas que são apelidadas de malucas, ou sabas como é que ele é, também começam a encontrar um certo charme em serem malucas, começam a encontrar um certo prazer a interessa fama, e as pessoas que alimentam isso, são as pessoas tão constantemente a dizer, "É Pai, sabe como é que ele é, o sabe como é que ele é, é frase mais preguiçosa pra definir alguém, porque não exige resistir o sininho, exige alguém que fez uma merda impensável, e tão pessoas há volta a tentar arranjar uma justificação, pra não dizer que aquela pessoa é uma trazada mental, né, passabas como é que sei, foda-se, mas tu também sabes, porque não estás a dizer, e eu sei como é que ele é, e isso é desculpa, pra uma pessoa é uma carta branca, pra uma pessoa fazer merda, porque se não, a vida é fácil, isso tá um chapéu de chuva enorme, contra todo tipo de reações, a pessoa pode só fazer merda, que tem sempre pessoas, condicendentes ao lado, com a maluquice, com a falta de educação, com a falta de pudor, a falta de cerimônia, e não há, deixou daria pessoas mal dito-cadas, deixou da ver, não há muito poucas pessoas mal dito-cadas e parvas, se uma pessoa nos andar diz, "Ah, eu já sei quem é, ele é parvo, é pa-calma, não, eu acho que como é que ele é assim que dinho, é pa-ele, é diferente, sim, ele tem ali qual que é, é p-meu, é parvo, essa palavra pra seu pode finir, ele é parvo, podemos estar aqui às voltas, podemos, é ver quem é que é a melhor pessoa, é esse o jogo, é ver quem é que é mais aceitador, da diferença, é ver quem é que é mais boa pessoa, pois se que é esse jogo, ah, se uma espécie de luta, pra ver quem é que consegue fugir mais ao termo, que toda a gente tá a pensar, é um burro de merda, ah, já sei, o pedro é um burro de merda, sim, é um idiota, é um idiota, não, óbvio, não há tastu, não há tastu, não é bem isso, não é bem, ele é, ele tem uma cabeça de burro, ele tem uma cabeça de burro, e você sabe em que ele tem uma cabeça de burro, agora tem que ser eu a dizer, eu sinto que sou essa pessoa no grupo, eu sou a pessoa, que digo uma coisa, e as pessoas dizem "ai, óbvio, não há para o amor de ver, para o amor de ver hoje", também não fio que fiz a coisa, não fio que fiz merda, não fio que fiz merda, e agora eu hegto a pagar a fatura, sabe em quando uma coisa dá uma volta de tal maneira, eu já tive isso na minha vida, já aconteceu na minha vida, pessoas que se portaram muito mal, comigo ou com pessoas próximas de mim, e eu tome as dores dessas pessoas, quando alguém faz mal, um familiar ou um amigo, eu tome as dores daquela pessoa, e não consigo olhar para a pessoa que fez mal da mesma maneira, não consigo, dentro de mim, se fizeram mal ao grupo restrito, que me rodeia, é como se me fizessem mal a mim, e portanto eu tome as dores daquela pessoa, e não é que seja um justiçairo, é o que seja a melhor pessoa, por isso, não, eu simplesmente não consigo continuar a olhar para aquela pessoa da mesma maneira, e portanto o meu comportamento com essa pessoa muda, fica como querendo mais distante, um querendo mais frio, não tarado com tanta simpatia, e às vezes dá a volta, que as pessoas a minha volta aceitam as stupidez de alguém, tipo eu vou só absorver as stupidez, ou idiotice, desta pessoa que me fez mal e vou seguir com a minha vida, e tá tudo bem, mas eu de repente fico sozinho, fico sozinho no sentido em que eu já não consigo olhar para aquela pessoa da mesma maneira, porque aquela pessoa não deixou de fazer aquilo que fez, tudo bem que a pessoa a quem ela fez, desculpa, mas eu não consigo desengatilhar e não consigo desver, pronto, e então fico com problema que não era meu, e já aconteceu as pessoas depois viram intercomigo, as pessoas que foram vítimas desses maus tratos verbales, ou quer que seja, viram intercomigo, ou morais, viram intercomiga, dizer, é pobre, eu acho que tenho que ser mais, pra devia tentar resolver isto com, ai eu foi nascendo de repente, e depois show eu, que fica a beira, a volta, a pensar, e agora eu sou eu, ficoi sozinho aqui nesta merda, num assunto que nem sequer era meu, como é que eu dou, por mim, sozinho com pessoas, a convencerem que afinal aquela pessoa é boa, pessoas a quem aquela pessoa fez mal, pronto, mas tem que resolver isto, é possível, sim, é possível, mas há outras coisas que não me apetece bem resolver, não me apetece bem, ser a pessoa que encontrou perdão para coisas que, ah, para foi um dia mal, sim, para dia mal, eu tenho várias pessoas, e eu próprio já fiz muitas merdas, e para que foram dovidosas, tentamos de comportamento, e piscalhar fui desiligante, se calhar não devia ter de taquilo, se calhar, não sei, mas é uma pessoa de alguma maneira sempre, quando é que é um dia mal, ou sempre quando é que é um traço de personalidade, e quando é um traço de personalidade, para mim é mais difícil, é como se, me tivesse imposto uma lenta à frente, e agora só consigo ver aquela pessoa assim, a paixone, para a pessoa, tipo, caralho, pronto, agora eu já não consigo mais voltar a ver aquela pessoa com o viante, não, não, não, disse, era me contar ao mim isso, sobre aquela pessoa, acabou, fodeu, e depois veja as pessoas, com essa pessoa, e eu pensaria, ah, caralho, por que que eu estou com esta batalinha da pizza, interior, mural, para que, o que eu ganho com isto, nada, não ganho nada, não ser achar que estou a fazer, uma pequena justiça, dentro de mim, é tipo, não, não, mas eu sei, e, portanto, não me permito. é abrir uma coração, para uma pessoa que fez mal alguém que eu gosto, e é, pronto, isto não, isto até sou a minha, a minha, eu estou a ver, esta merda, deu uma volta de tal maneira, que, de repente, sou eu que estou a dizer a minha, a minha, mas não é isso que eu queria dizer, eu até estou a dizer como sendo uma coisa que me cansa, e que não traz nada de bom, mas não consigo, largar rapidamente, ao abrigo, é pairo um dia mal, sabe como é que ela é, cuita, é maluco, esse tipo de argumentos, é não ser que seja mesmo uma coisa diagnosticada, não me convencem, e há muita desculpaabilização, ao abrigo, desse tipo de argumentos. Não sei, acho que há uma vontade também das pessoas, quererem acreditar que não há assim tantas pessoas que são idiotas, é para que, a todos nós temos dias mals, e portanto aquela pessoa teve só um dia mal, acontece que há coisas que são mesmo gritantes, que não dá para uma pessoa a dizer que é só um dia mal, tenho dificuldades com a palavra cuetadinha, mas, sobretudo, em que até lugar há alguém de cuetadinho, quando há alguém que faz mal, aqui um lado qualquer cristão como salta, eu não fui essa aula, não tenho este dentro de mim, não é o predão, eu tenho o predão, mas não tenho justificação de mal, com palavras bonitas, que façam com que a pessoa, se veja livre da responsabilidade do mal que fez, acho que é isso, é de responsabilizar alguém pelo mal que fez usando palavras de liquedose, não, não quero, numa peteça, pode ser? Enfim, é o que temos, criar acabar com este tono, também não criar acabar com este tono, criar acabar mais para cima, o que que eu vou. Ah, fui jogar tênis, malta, no dia 24, olha, uma coisa para cima, dia 24 de manhã tem uma tradição de jogar tênis com amigos, e practiquem essa tradição, sobem bem, estavam dia de sol, rima, julguei tênis, tive com amigos, e sobem bem, sobem pela vida. Desempoirou uma cabeça, fez me estar ainda mais preparado, para noite natal, que era aquela noite que eu vos disse que ia ser, potencialmente triste, mas também, decidi, dentro da minha cabeça, que ia ser uma bolíssima noite, vamos dizer, mas isso não funcionasse em papas, mas eu decidi, dentro de mim que 24 e 25 iria homenagear quem não estava, meu pai, neste caso, com alegria de estar presente com aquelas pessoas que me rodeavam, e bem ao mal, seja esta, numa maneira saudável de fazer, resultou. Portanto, é isto, consegui mandar na minha cabeça, já não é mal, mas o pessoal consegui mandar na sua cabeça, foi da seda luta, não dá? O pessoal consegui dizer à cabeça o que ela deve pensar e o que ela deve ser, boa sorte com isso, muito boa sorte com isso, mas há alturas em que uma pessoa não sei se é portar com força anímica, se é por que está sol, se é por que dormiu as horas certas, se é por que não sei. Há ali uma altura da vida, ou do dia, ou do mês, em que está tudo alinhado para nós, conseguirmos de alguma maneira ter alguma palavra a dizer sobre o que a nossa cabeça deve escolher ver em determinados dias. Não é fácil, dá luta, mas às vezes também é uma decisão, e eu acho que às vezes, muitas vezes até, é uma decisão que uma pessoa encaixa na cabeça. Por que estar só disponível, para que a cabeça nos quer dar e navegar essa onda, às vezes pode ser um bocadinho perigoso, e impormos a nós próprios objetivos diários, às vezes, transformar um dia potencialmente triste, e nós decidirmos com o máximo das nossas forças, que este dia vai ser um dia bom. Nosaltres sempre, muita gente estará a dizer que está bem, foi da sua tentícia vida toda e não consigo, mas não custa continuar a tentar, pronto. Está bem, pronto, acaba num tom, assim, me quedem melhor, estava irritando a boca, agora estou num bom, então num bom, olha a mesa de querer-se de caralho, que quer dizer que estou num tom, e disse, estou num bom, eu estou num bom, ah, também tive. Olha, isso parece aquela despedida que nunca mais acaba, estou a fazer esta merda, comecei a falar disso, já disse que me embora e estou aqui, a repetir assuntos, retinão, a falar assuntos como se já tivesse em pé, coxava do carro na mão, tive no porto com o deixe um piment paz, e eu não vou falar mais sobre a alegria que me dá a fazer e que é o espetáculo, a importância que ele tem para a minha saúde mental, física, tudo, mas tivemos convidados, tão bons, foi tão divertido fazer aquilo, foi tão inspirador, tivemos o Manaus João Vieira, tivemos a Milhaena, tivemos o Samoaluria, tivemos o Marante e o Ricardo Ribeiro, e foi mesmo uma semana cheia, em termos de talento, amor, inspiração, prazer de estar em palco, o público do Porto, também é cansativo dizer isto, mas foi da ser verdade, é um público, absolutamente de molidor, em termos de amor que dá e de reação, as coisas que são feitas em palco, quando gosta, gosta com tudo, mas quando não gosta, também não me fodam, é tipo, não gosto e vou mostrar que não gosto, felizmente gostaram, e foi uma semana muito feliz a comer bem no Porto, a passear no Porto, a estar com amigos no Porto, a estar em palco no Porto, a ri muito, muito, muito, muito, e agora voltamos dia 29 e 30 de janeiro com mais dois convidados, pra terminar esta leva dos festejos dos 12 anos, do deixou o Pimempás, tá bem? Acho que acaba melhor assim, tão mais confianos com este fim, espero que sim. Muito malta, foi isto, foi isto, foi. tem muito caprafora, tinha muita coisa para dar caprafora, sentiram? Deu-vos pena, doutar aqui tanto tempo a falar assim, mas sou bem bem, obrigado por estar em deste lado, obrigado por me ajudarem a pensar, obrigado por maturarem, e já sabem, se desta mão um grande e grossa cheia de nada, conseguirem tirar um grãozinho direi a que seja, nos temos que correm, já não é nada mal, adeus, e até para a semana. Eu sou uma folha, dream of you, chips chips.

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