O texto narra a experiência pessoal do autor, que sofreu um ataque cardíaco aos 36 anos durante um show de Paul McCartney, levando a uma internação intensiva. Com obesidade mórbida, diabetes e fração de ejeção cardíaca de 36%, ele enfrenta uma crença de que morreria nessa idade. Após a alta, inicia uma jornada de emagrecimento, inicialmente com dietas extremas, mas depois busca informações científicas. O podcast investiga os ultraprocessados, conceito criado pelo epidemiologista Carlos Monteiro, que classifica alimentos conforme o processamento. Monteiro explica que ultraprocessados são fórmulas industriais que substituem alimentos naturais e preparações culinárias, maximizando lucros e causando doenças como obesidade, hipertensão e câncer. O médico Chris van Tulleken realizou um experimento consumindo apenas ultraprocessados por um mês, ganhando 6 kg e alterando sua saciedade e hormônios. O autor reflete sobre a indústria alimentícia, que cria produtos ultraprocessados mesmo para dietas, e a necessidade de mudar hábitos para recuperar a saúde, misturando sua história pessoal com dados científicos e críticas ao sistema alimentar global.
[Música] Está no Auteia lidar constantemente com o vazio. [Música] Repetidas vezes. [Música] O tempo se arrasta. [Música] Os ponteiros avançam tendo o próximo passo. [Música] Para encher esses espaços com soms de gente, pode ser sinal de que algo não está certo. É exatamente o que não se quer por aqui. [Música] Uma rotina de tratamento intensivo, você relativiza tudo. Até a vida, especialmente a vida. [Música] Perdia alguns vizinhos nos dias em que esteve no leito 5. [Música] Sem nome, sem rosto. Apenas vazios que em silêncio me fizeram companhia por horas. Muitas. [Música] Até não mais. [Música] Hospital Alvorada, Distrito Federal, dezembro de 2023, longe da família, sem autorização sequer de companhia, num leito intensivo, eu morri. Essa é a história que te conta a partir de agora. [Música] Viva e deixe morrer. Nada mais irônico. Almenas pode segurar até o bice de dizer que vim dos bitos encarnioso, há poucos metros, alcançado por berros alcoholizados em plena forma física. [Música] Foma física dele, num alto de seus 81 anos. Muita gente, animação, pulos além do joelho, suadeira, cede. Ok, não estou bem, não. Pra falar a verdade, eu nem deveria estar aqui. Estava graças a um amigo que veio do Recife Brasília com velho. Tenho engraço sobrando. [Música] A intenção era ir vender, mas aí eu pensei, "Pô, vou vender, isso aqui não vai mudar em nada financeiramente, o propósito é de ver se ele vai, gosta de música e tal." Eu não ia dizer mesmo. E aí, não tem como legal uma proposta indecorosa dessa, né? Esse é de Hugo Dantes. Ele é o que era o fan alucinado do quartet de Liverpool. Eu fui a Rebok, e claro, esse foi um motivo extra para que eu segurasse meus beóis quando comecei a passar a mão. E aí, eu peite, tudo em animação notória assim, você deu uma quietada. Não teve um momento o jogo, você deu uma quietada. Eu achei que você tinha cansado, estava, enfim, estava mais reflexiva, alguma música que remetia algum momento aí da sua vida, em metia seu pai, alguma coisa. Meu pai, é de Miu, somrander lei, havia morrido há pouco mais de um ano. Eu ia no banheiro e eu sei que na hora que tu saiu, eu tive o tino de sair um pouco atrás. Eu lembro de ir pro Borreio, é um cara muito educado, ele se ele tiver morrendo, ele não vai me falar porque ele já vai se porra o cara veio. Aqui veio o show, já me deu em gréça, aí meu que eu vou estragar a experiência do cara. E nesse tempo, claramente, ele era de um grupo de risco assim. Ele não tinha prática saudáveis, estava acima do peso e tal. Não seria um absurdo, ele tem algum problema com a pressão naquele momento. Chegou lá, estava você no. Na urgência sentado já com a sua corresta lá, do estádio, percurmo, ó, de séria, e segurrindo aliás, algo que ainda faria muito desde os primeiros dias de internação, nessa matrugada de primeiro de dezembro. Cadê tu, eu, no amaco hospitalar, aos 36 anos, próximos de 150 quilos, com a capacidade de cardíaca reduzida 36%. Não é só uma coincidência de números, é uma certeza, eu vou morrer. O que reforça essa ideia é uma crença que me acompanha desde os 13 anos, a maldição dos 36, que nunca se fez tão concreta. Eu conto umas pra frente a essa história, só perceba quantas vezes esse 36 volta nessa jornada e apesar de chegar na conclusão de que o fim não é por acaso, nesse momento eu rio. Percebo que meu prazo de vida está chegando ao fim, e então eu sei ano. E o logo que eu estou aqui com o Evo, que vai acompanhar, primeira vez que eu vou andar de um violância, olha, por que agora você vai faltar já de esquir, o LAC para no arco, minha aguarda. Olha só, tanto o mundo aqui, agora, como não tem que fazer o gritigo assim, hein? Eu digo assim, hein? Olha, esse tá com o violão, olha. Eu sou Ed van der Leigh e esse é o Aútima Bulaixa, uma jornada que teve início no fim. Depois de uma ataque cardíaco aos 36 anos, durante um show de Paul McCartney, meus caminhos pessoais e profissionais se misturaram. Nos meses seguintes, passei a investigar não apenas pra reportar, mas pra repreender a viver. Foram 10 enres de documentos lidos, entrevistas conduzidas, 6 mil quilômetros rodados e enfim, mais de 50 quilos eliminados. Agora, eu leve o voce comigo a cada passo. De alimentos prontos industrializados, aldite, light, zero, açúcar, canetas emagrecedoras, bariátricas, as apostas eram muitas, mas eu não vou contar de caros caminhos que trassei e foram alguns. Antes, é preciso entender o que se passa nessa cabecinha cheia de problemas. Escolher é perder sempre, disse o filho de Jossuares, o gordo que me inspirou desde a infância e a quem eu quase me junto. Uma criança gorda é como um ponto brilhante na escuridão. Não passa batida. Eu sou do tipo um agro pro foto. Só acredito que em algum momento da vida não estivesse em madrô peso, por causa de um afoto da minha festa de aniversário de 4 anos, exibindo bíceps negativos aos convidados, em um papel levemente azulado, de revelação analógica e sem muita resolução. O tema da festa era a têndima, os tios avós dos Power Rangers. De memória mesmo, o membro de nunca ter tido um corpo reto desde criança. Até minhas pernas são um pouco tronchos e sempre foi gordia. E esse nenhum carinhoso esconde a condescendência do folhão penabucano que nunca chamam as coisas como são. Revere esse passado para planejar dias diferentes, passa fundamentalmente pelo que se faz e pelo que se ingeram. E eu te convido para essa jornada, mas já lento, é indigesta. Neste primeiro episódio, o princípio era o verbo e o verbo era comer. O ultraprocessado nosso de cada dia e nosso pedido diário silencioso para que o acaso livra inus de todo o mal. Amém? É episódio 1, pô uma carne quase me mata. É pura veia. É puro mel. Avei mel. O novo biscoito da São Luísne. O biscoito neste fit é a vei mel. Ou seria bolacha? Bom, a tal delícia por anos me serviu de refúgio nas várias dietas que enfrentei. Mas não dá para emagrecer com menos pacote fit todo dia. Não testem. Em abril de 2025, o Proconti São Paulo auto-anestlê porque o biscoito de avei mel não tinha mel. "É pura veia, é puro mel." O mesmo foi feito para o Nestlé Creme de Leite, uma mistura ultrapasteurizado com soro de leite, com sub-producto, que na hora das compras no supermercado, muita gente se quer identificar a diferença. Propagando um ganhnoza, identificou o Proconti. 13 milhões a multa para Nestlé. A empresa Suíça, que literalmente, vale 1 trilhão de reais e que só em 2024, faturou 27 bilhões com o mercado brasileiro. Procurada pela pública, a empresa firmou que cumprir rigorosamente as lecheis lações vigentes, inclusive em relação aos rótulos e comunicação dos produtos. Sobre os produtos que anunciavam a vei mel sem ter mel, a empresa disse. Cabe destacar que não fazer mais parte do porço de folho da empresa. A Nestlé já apresentou sua defesa de autoridades, reforçando seu compromisso com a ética e a transparente se na publicidade de seus produtos. Essa é a nossa produtora Estela de Hugo. Ela, quem vai fazer as vezes de porta a voz, e leia as respostas de todas as empresas citadas daqui para frente nesse podcast. Segundo a revista Forbes, a Nestlé segue com uma maior fabricante de alimentos do planeta. Mas aí é que tá. Para uma das vozes científicas mais citadas no mundo, na última década, esse tipo de produtos se quer deveria ser encarado como comida.
[música] Oi! Bom dia! Pavor o Carlos Monteiro no 92? Ed Van der Lee. Dr. Carlos, prazer, é um tá aqui com o senhor, apesar desse frio. [risos] No principal, eu tô acertando uma ideia. Carlos Monteiro é um médico epidemiologista e professor da Universidade de São Paulo, a USP. Um dos cientistas mais citados no mundo nos últimos 10 anos. Ele liderou a equipe que cunhou o termo ultraprocessado além da classificação nova, que divide os alimentos de acordo com o nível de processamento. Há os alimentos em natura direto na natureza, os minimamente processados, que são preparados, cortados, temperados, moídos, e, em passam por um ajuste mínimo pro consumo, os processados, que são aqueles que recebem açúcar, gordura, sal e outras substâncias pra terem o sabor ou durabilidade, minimamente alterados. E aí entram as pães, as concevas, os queijos, etc. E enfim, os útras processados. O útras processado é assim, uma das maneiras definia assim, eles são fórmulas pra todas as idades. Enquanto a fórmula infantil específica seria para o lactente, para criança pequena, os ultraprocessados são consumidos em todas as idades, atualmente, e são fórmulas, são fórmulas pra diferentes públicos, etc. Mas são fórmulações que substituem os alimentos e as preparações colinárias. Porque como é que a gente se alimenta? De alimentos, de alimentos, pega uma banana, uma banana, e é aquele alimento innatuda que, no ovo transformaça, saiu da natureza e você construiu o mil. Mas é maior parte dos alimentos, eles são preparados, eles são cozidos, eles são temperados, eles são misturados, etc. E aí, você tem as preparações colinárias. Então, durante muito tempo, a gente alimentação foi feita. Hoje, alimentos inatura, sem nenhum tipo de preparação, ou na maior parte das vezes alimentos preparados, nas cozinhas com os ingredientes colinários. E esse foi o jeito que a humanidade se alimentou durante séculos milênios. E a intime que está ganhando? Ultra processada é uma coisa relativamente recente que ele surge pra substituir o alimento e as preparações colinárias e maximizar o lucro da indústria. E causar doenças. Esse é um problema. Aí é que a equação não fecha, né? Pra falar a verdade, o termo ultra processado que já sou bem tradicional é recente. O conceito se quer existir quando eu era criança. O primeiro estudo publicado com a palavra só veio em 2009 e rapidamente encontrou o éculo mundo todo, com pesquisa de avisando a proposta e mencionando o estudo feito no Brasil. O Brasil foi muito importante em relação a as pesquisas ou cesa víctora. Cesa víctora e epidemiologista brasileiro vencedudo prestigiado o primo garde e nele de saúde global. Eu lembro que o primeiro trabalho dele era um estudo de casos de controles. Ele mostrou que as crianças que não recebiam leite matérono ou que eram desmamadas nos primeiras semanas de vida ou que era muito comum naquela época. Hoje não, hoje é bem diferente a situação. Ela tinha um risco, eu lembro, de 23 vezes maior de morrer precocemente que as crianças amamentadas. Isso foi fundamental no mundo inteiro para ver assim a forma de fãtura não é solução, para nada, as crianças têm que receber o leite matérono e por que elas têm que receber o leite matérono? Tem a ver um pouco com essa questão de ultrapossessado. Montero explica que fomos desenhados naturalmente para receber o leite matérono como um único alimento até os seis meses. E nele se concentra desde a água até a proteína que precisamos. Somente depois, nosso corpo passa a precisar de outros alimentos. Nesse leite é monopólio nessa época. Era única que produzia a forma infantil. Então esses trabalhos que a gente fazia mostrando o impacto dos mâminas, nas doenças e a necessidade de regular completamente a publicidade das fórmulas infantis, que acontecia naquela época que as maternidades, as mistribusitava as maternidades os representantes e doavam amostras grátis dessas fórmulas infantis. E as mães saíam da maternidade já com uma latinha de leite, de amostra grátis. Agora, a fórmula infantil era uma coisa complicada porque se a mãe não amamenta e você não tem um banco de leite que seria a segunda opção, um banco de leite humano. Então, a mãe não morreu, a doeceu, não pode amamentar a criança, não tem um banco de leite. O que é o melhor, a fórmula infantil? É o papel que ela tem, mas usada, sepsionalmente. Sim, a forma infantil seria o primeiro ultraprocessado que a gente consumiu. É o primeiro imbatio, que evidentemente, como a questão do ultraprocessado? Se eu sou uma indústria de alimentos, se eu produzo fórmulas infantis, o que eu quero? Que toda criança receba fórmula infantil. É a única forma que eu tenho de maximizar meus lucros. Então, você passa a ter um interesse oposto que eu ponha a saúde pública ao lucro da indústria. E aí, essa é a primeira briga. O estudo liderado por Carlos Monteiro associou o consumo de ultraprocessados a mais do que obesidade. Além dela, outras 32 doenças estariam relacionadas ao consumo, incluindo hipertensão de abete e até alguns tipos de câncer. Mas não é porque o produto passa por um processamento industrial que ele é ultraprocessado. O arroz e feijão é industrializado. Tem uma indústria por trás daquilo. Você seca o arroz e feijão em bala, a farinha, macarrão, as massas, o azete, os olhos, a manteiga. Então, a indústria de alimentos é fundamental, absolutamente necessária. Só que hoje a indústria, que é que ela fez? Ela foi da forma infantil até uma carramestatânia, até a barra de cereal, até os produtos para emagrecimento, tudo. A sobremezas que eram normais feitas com ingredientes conhecidos. Vamos ir assim, passam ser produtos ultraprocessados, fórmulas. E segundo a equipe que classificou os ultraprocessados, não há uma magia estipulada para o consumo seguro desses alimentos. E cada organismo reage de uma forma ao estímulo dessa ingestão. Mas esse é o ponto. Considerando que os produtos são aprovados pelas autoridades sanitárias, qual caminho? Não consumir. O primeiro lugar é de percê entender o seguinte, porque que a indústria prefere fazer o ultraprocessado do que fazer o alimento processado normal, porque dá muito mais lucro. O ultraprocessamento é um modelo de negócio, se a entender isso. A indústria não faz para as pessoas a do exerre. Ela faz porque ela conseguiu, com esse modelo de negócios, maximizar a lucratividade. Tem estudos mostrando, inclusive, que a indústria de alimentos é uma das que tem margem maior de lucro por conta do alimento ultraprocessado. Então é por isso que ela faz isso. E nossos hábitos vão mudando no velocidade cada vez mais acentuada e natural. Talvez tem acido essa de refrigerante normal. Então, em vez de você tomar café, ou char, ou água, você vai consumir o refrigerante. E ela foi conseguindo fazer, vez de uma carrona normal, você vai consumir uma carrona instantânea. E ela foi conseguindo entrar na sua dieta. E a fase mais recente que a gente vê, porque como as pessoas a do exerre, o obesidade passou a ser uma pandemia, o que ela faz? Ela começou a criar produtos para essa clientela que não está satisfeita com peso, que gostaria de ter mais saúde e tal. E mantêve o modelo de negócios e, de fato, apurou o modelo de negócios. Porque como ela faz um produto diferenciado, ela tem condições de cobrar mais, caro. E vou te dizer, barato e diferenciado mesmo é comida de família. Só de falar, bate a fomade, a mistura de fome com saudade. Após 15 dias internado, era época de Natal em 2023. E eu fui planejar os próximos passos do meu tratamento junto a minha família materna, em Cabo Frio, num Rio de Janeiro. Chegando aqui nos baixos dos Natal, porque a pessoa assim, ela tem que enfarter perto o Natal, porque a cê é para ter mais graça. Aí estou aqui com as cozinheiras. Eu queria só dizer a coisa que eu achei, eu achei uma solução. Está com vontade de comer, bota o vape, bota o vape, que passa. Bota o ótia, não arroz, vai o que? O vape, na raba nada, vai o que? O vape. Não supe de goabas, vai o que? O vape, vai ter que o vape, passa em todo o canto, irmão, bota o vape, que passa. Aí vai ser isso, porque eu vou me borrar nela. Quando recebe alta, eu estava muito animada. E tal qual balão de festa no dia seguinte, eu muxei rapidamente. Entre sangue colhido e comida de hospital, eu perdi quase 12 quilos. Mas não era suficiente. Aliás, não hoje disso. A recomendação médica,
que deixava claro, aquele era só um primeiro passo. Pás, quando você chegou lá no hospital, chegou a atenção, você interna por causa de uma crise pertenciva, que tinha me passado no prontoário e tudo, né? Esse é o cardiologista Cégio Nogueira-U, que me atendeu quando eu tive o ataque cardíaco e que me acompanha desde então. E na investigação inicial, você tinha uma alteração muito grave no coração com a suspeita de um fato prévio, né? A defensa cardíaca grave, uma fração de ação de 36%. Percebe esse bendito número. A maldição dos 36 vai fazer topo tal sentido. Eu juro. E já com a minha parte patia de latada, avançado, né? E aí na investigação, a gente pediu o cateterismo, né? Pra valhar essa possibilidade de fato prévio. E a gente viu que realmente não confirmou o infarto, né? Você tinha uma lesão moderada, um das aterras mais que colocou mais a suspeita pra meu cardite. E aí, seu quadro, né? Quando a gente investigou com a parte bioquímica, tudo, juntando uma possibilidade de diagnóstico de diabetes, a gente tinha uma coluna delicada de 7,2, o normal é 5,7 e assim de 6,5 já é um diagnóstico de diabetes. Então você tinha uma obesidade mórbita, tinha diabetes e por causa desse coração fraco pra poder recuperar o coração, tinha que perder bastante peso pra ajudar a recuperação do coração. Disafio posto. Mas é preciso entender uma coisa aqui. De um lado, havia uma crensa maligna me dana certeza de que eu morreria até os 36 anos. Que outro havia o recado médico formal de que a saída pra salvar a meu coração seria perder peso. E assim, pelas próximas semanas, pra mim, com me virou um passe livre pro precipício. Sabe aquela lenda de que com meu assalcista te rouba 8 minutos de vida? Pois é. Entrei em modo balanço. E pra evitar que os créditos subissem na minha tela preta, comia o mínimo possível. G.J. Que eu dizia serem intermitentes, mas que chegaram a entrar pelo terceiro dia antes que um pedaço de osteopoldés me ressuscitar. Pra evitar atenção, diminuir água. E o resultado se apresentava todas as manhãs no banheiro, quando religiosamente passeia com feria balança. Em alguma lógica, pouca, científica, eu associava 100 gramas a um punhado de meses. E ali, fui, do meu jeito torto, tentava encer o meu prazo de validade. A estratégia não foi a mais sustentável, nem a mais inteligente. Ainda assim, fui necessário um dismayo pra me obrigar a pensar os passos. Com o mesmo objetivo em vista, mas se entida na necessidade de buscar saúde e longevidade, comecei a fazer o que faço de melhor. Não. Eu sei como a vozinha sua e disse comer. Mas me refiro a pesquisar, fazer contatos, questionar. Foi como toda essa investigação começou. A pergunta mais básica nesse cenário seria avaliar o que, afinal, poderia comer. E bem no início dessa missão, uma obra começou a fazer barulho internacional. O bestseller, gente e outra processada de Chris van Tulleykin, chegou as prateleiras mundiais em abril de 2023 jogando sal em muitas feridas, e trazendo um pouco de tempero pro banquete. O britânico, apresentador da BBC e médico especialista em saúde global, duvidava dos brasileiros da USP, e decidiu, num alto dos seus 40 anos, documentar um teste feito em si mesmo. Apostar numa dieta 100% composta por ultraprocessados, o que pouco fazia parte de seus hábitos regulares. É, se eu queria ver, e pouco antes do lançamento no Brasil, conversamos com ele sobre o assunto. Eis o que ele diz com do blagem de nosso design, de som, Ricardo Tert. Então nós vimos os três grandes efeitos. Eu ganhei uma enorme quantidade de peso, seis quilos em um mês. Então, se você ganha seis quilos em um mês por um ano, eu dobro o peso do meu corpo, chego a 160 quilos. Tulleykin disse que a experiência mostrou três efeitos. O primeiro foi o ganho de seis quilos em um mês. O segundo, uma mudança na resposta hormonal à comida. E, por fim, uma desde regulagem no sistema de recompensa do cérebro, na área que determina entre outras questões, os nossos vícios. Eu estava sempre com fome, e eu estava constantemente comendo. Na verdade, não importa muito o que eu comia, a comida outra processada arrum inou a minha capacidade de sentir saciedade. Tulleykin disse ainda que levou quatro anos para se livrar do peso que ganhou no teste, e que a melhor adoçou no inumou após o término do experimento já foi sentida em apenas 48 horas. Eu não estou recomendando isso para todo mundo, mas, no meu caso, eu tive que tirar cada mínima molécula de comida outra processada da minha dieta. O que significa que muitas vezes, no meu dia, eu simplesmente não podia comer. Eu simplesmente não podia comer. Essa frase é "couna" na minha mente. É a sensação que eu tenho desde criança, literalmente. E isso porque eu cresci assim. "Amigador na casa, olha, infixamente, nesse delicioso chocolate, toda vez que a senhora sair com seu filho, vai ouvir minha voz dizendo, "como, privatô, um privatô, seu filho merece batou." Esse era um incentivo que eu recebia nos intervalos dos programas da Rede Manchette e da TV Globinha. Não vou dizer que foi isso que me fez comer, claro. Foi o sabô mesmo, inclusive, saudades. Mas você não vê mais esse tipo de publicidade. E isso não é por acaso. Regular a exposição a esse tipo de propaganda é uma missão que cabe ao Congresso, e quando alvo são as crianças, a situação é ainda mais delicada. As pessoas que quiverem continuar se alimentando com outros processados, elas vão poder fazer isso. Essa é a deputada delegada Adriana Cose, autora de projetos para proibir o troprocessado. Não apenas nas telas de crianças adolescentes, mas também nas escolas. Com a lei retomada do plano de aquisição dos alimentos que o presidente Lula lançou, a gente tem como comprar os alimentos de todas as escolas públicas na agricultura familiar. Está sendo feito, está sendo organizado. Então, essa é o objetivo. Tá, porque o momento faz, é de formação. É de formação e muitas vezes faz um tempo de poder sobre isso. Sobre que o alimento está sendo fornecido em escola. E até sobre a publicidade. O criança está assistindo um desenho, se acha que ela está tranquila, ele vê num desenho, direcionar a pede da ideia, que você é permitido. Em Brasília, a questão dos útores processados é encarada muito mais que pelo viés da saúde pública. Tem a ver com o bolso. E é justamente nesse ponto que a cor distica. Esse é o deputado federal, Fussão Paulo, Nilton Tatos. Então, álcool, tabaco e a gente queria, inclusive, o ultraprocessado era esse movimento também para colocar. Nós não conseguimos manter na reforma tributária dos ultraprocessados. Mas por que? Por causa da pressão evidentemente toda a cadeia de produção de alimentos. Tato apresentou um projeto para regular a publicidade de ultraprocessados. Até hoje a proposta não encontrou espaço para sair do papel. O lobby aqui é muito grande. Tem de gente que quer conversar, dialogar, mas isso acontece dependendo de que o MF vai caminhando o projeto. Então sempre tem. Com um vincere explicar, mostrar as ações dele, então é normal. Então chegaram a uma impressão de tirar expor. Não fazem de forma explícita. Eu também sabem trabalhar. Na verdade eles sabem que é um projeto que precisa se organizar para derrotar. E é o mesmo digo, apresenta aí o projeto, mas não tenho muita esperança. Depois de ler o livro com o experimento de túlaking e ouvir parlamentares sobre a distribuição e propaganda de ultraprocessados, uma questão básica me deixou incomodada. Se esses produtos são liberados para consumo, regulados, estudados, como poderiam ser de todo um ís? Por isso, fui buscar em que lugar o nome de Carlos Monteiro e o próprio termo ultraprocessado poderiam não ser dos mais saborosos. E foi assim que cheguei ao Instituto de Tecnologia de Alimentos, o Ital em Campinas. Eu estava interessado em entender a visão de quem cria e a testa a qualidade dos produtos ultraprocessados que consumimos. Foi lá que eu conheci Luís Marde. Eu sou Luís Marde, engenheiro de alimento. A segunda termo engenheiro é de meu ano, Brasil. E trabalho no Ital há 52 anos e meio. Não, só mais. 52 anos. Então eu consegui viver e ver.
O que estava, o que aconteceu em relação da indústria de alimense. O Ital é ligado a sacritaria de agricultura do Estado de São Paulo. 15 anos foi cunhado um termo que se popularizou no mundo inteiro, que é a questão dos ultraprocessados. E é um termo um pouco sensível para a indústria que acabou recebendo esse golpe, tem lidado com ele desde então. Vocês contestam esse termo ultraprocessado, záquita que ele não deveria ser utilizado? Eu acho que você e maioria da população brasileira não entende exatamente o que ele quer dizer com ultraprocessamento. Cara, esse monteiro em 2019, o guia saiu em 2014. Cara, não tem nenhum, não. Criu o ultraprocessado pensando exatamente. Aquele que passa por vários processamentos, tudo, não deu muito certo. Não deu muito certo, porque o yogurt é um produto milenar. É extremamente útil do ponto de vista de nutrição para nós. Hoje, consegui introduzir yogurt e pungra, ela toda, de uma café da manhã, melhorando o meu processo digestivo, inclusive. Então, eu acho que isso é importante. E o yogurt carrausio, vitaminas que é ter por quê? Por que não? E o yogurt é classificado como que? Não, é aprender. Não, e o yogurt em geral. É que a classificação leva para uma generalidade muito grande. Não, não. É a abre, o leque. E esse é o grande questionamento. Então, a tua pergunta foi bem clara. Você se questionou, sim, essa forma tão genérica de clatificar, sim, nós temos um dos estudos de biscoito. Tem 600 tipos de biscoito no Brasil. Você entende? E biscoito é o que eu estou processado para a pergunta é qual deles. E o yogurt é o que eu estou processado qual deles. Então, uma coisa tem muito genérica que o mundo deixou claro. O mundo deixou claro. Essa generalização não serve para políticas públicas. Não serve, porque quem foi o prejudicado em tudo isso? O consumidor. Consumidor não sabe direito. Deve, não deve comer. Deve consumir o yogurt que tipo de yogurt depende. Equilibrio. Uma dieta balanciada. Então, se o exagero numa feijuada, eu tenho que contrabalançar. Nós estava até discutindo esses dias aí o impurts ao tipo de. Eu gosto da palavra em inglês. Você entende? Que é entrar e sair da. Você entende? Se entra mais, não tem como. Você tem que fazer sair mais. E uma forma que poucas pessoas coloco poucas é a parte de exercício físico. A parte de exercício físico é que é uma de caloriza, movimentação. Eu sou acredito que há 15 anos a qualidade dos produtos industrializados era inferior ao que a gente encontra hoje. Você não tem a dúvida. Em relação ao que? A segurança. Você entende? Tem a padrões de qualidade, porque tinha no menor. E a parte de química e microbiológica. Você tem a parte de ciência até que é noses de alimentos praticamente em todo o Brasil. Porque é uma área à indústria de alimentos, é uma área diferenciada das os indústrias. Onde está a indústria automobilística? Um, dois, três lugares. Onde está a indústria de petróleo? Um, dois, três, quatro lugares. Onde está a indústria de alimentos? Um, cinco mil centros, são insiniscibles. Bescoito de mel que não leva mel e o gorte de morango que não tem morango. Aproveitei para perguntar a MAD sobre essa prática. E como ela representaria esse avanço de qualidade que ele estava falando? Isso, eu acredito que não é bom, não é bom. Isso acontece em toda a sociedade nos diversos seguimentos na sociedade. E tem que ser combatido. Mas é uma coisa tão grande que, hora que você pegar um ou dois ou três casos, ele é pequeno em relação ao volume que nós estamos falando. O volume que nós estamos falando. Nós estamos falando de 11% do PIB brasileiro do setor de alimentos. Você tem, você está falando de uma coisa assim. Ponto ao porém que tem que ser combatida. Mas o que vem acontecendo também agora é que virou uma trend. É da indústria começar a fazer sub-productos de outros produtos. Então, por exemplo, o leite condensado que sempre foi leite condensado, depois vira bebida láctea. A sabocha colate vem com aroma de chocolate. Então com toque de chocolate não vem mais chocolate. É sabocha colate. Eu não estava de dia isso por lado da indústria. Existe? Isso é um, talvez seja uma exigência da sociedade. O que a sociedade que é hoje? Que é diferentes produtos com diferentes categorias. E com uma coisa o tempo todo, presumidor. Mas a questão financeira justificaria, por exemplo, a pessoa não saber se está comprar o leite condensado ou composto láctea. Não. O que nós temos que ter é comunicar o consumidor para que ele tenha ido. E você está trazendo lá da desconfiança. Olha, eu estou desconfianando que a indústria aqui não. A indústria está fazendo o que o consumidor quer diferentes produtos e mais econômicos. Agora, a comunicação teria que ser melhor. Vários pesquisadores do ital trabalhar durante vários anos auxilhando a anvisa a estabelecer padrões de qualidades, estabelecer limites e tudo. Então, quando ela não está sem nada, isso é que tem aditivo. Tem. E foi aprovado. Foi. E por que você nunca? Então, vamos questionar a não-visa? Não. A não-visa está sério de seus padrões. FDF, Fudendroga, Deministria e Seguro, seus padrões. E a saúde pública é o saúde do consumidor. É o fator mais importante. Durante a entrevista, eu fui presenteado com uma cópia do livro organizado pelo ital Brasil Fud Safety Trends de 2030. E aí, já saí folhando. Nelhe há diversos estudos do instituto sobre pães, sucos, biscoitos, bolas, maças. Todos são assinados pelo ital e tem apoio e associações das indústrias. Como hábias, a associação brasileira da indústria de alimentos. Ou hábimape, a associação brasileira da indústria de maças alimentistas, pães e bolos industrializados. Cada um é um unidezenas de empresas. Inclusive, esses livros que você me deu são padrócinados por elas e tem aberre fudes, tem afugiene. E que medida esses estudos e essas posições de ital, elas ficam blindadas do conflito de interesse, já que a indústria está próxima. Essa é uma pergunta que, no 50 e 2 anos e meio, talvez o macão mais respondo. É uma orientação do mundo, do governo. Não tem conflito algum, porque não tem influência nenhuma dessas empresas nos trabalhos. O Ital nasceu no dia 30 de agosto de 1963, se entende com a ideia de auxiliar a indústria. Sempre auxilio a indústria, sem a interferência nas suas atividades. O auxilio é incontestável. As conclusões das pesquisas de vital são frequentemente utilizadas por empresas do ramo alimentício para fundamentar científicamente respostas à sociedade. Alguns chamariam essa relação de lobby e a cada nova informação o cenário fica mais curioso. O senhor naquele de que a indústria tem nenhuma responsabilidade nesse contexto de obesidade que o Brasil enfrenta. Eu não tenho informação para. Eu não tenho condição de afirmar isso. Eu acho que fica muito difícil porque qualquer pessoa afirmar é a indústria responsabilidade. Não, não, não. Se não tem alguma responsabilidade. É difícil você afirmar assim. Você pode falar assim. O poder acusitivo é o maior fator. O maior de obesidade de diferentes poderes acusitivos variam. Sim. Sertes apartos por dentro que eu. Sim. Mas do que eu leio? Sim. Mas o senhor não acha curioso que há 40 anos quando essa questão dos produtos prontos e de cultura de alimentação ser muito mais familiar e feita em casa. E as pessoas continuavam inseridas no mesmo cenário de pobreza que o Brasil enfrenta. E as pessoas comilam mais em casa e comilam menos comidas prontas. O nível de obesidade era menor porque foi esse o ponto de partida da teoria. O senhor não acha que essa relação ali existe? Eu não tenho a clareza disso. A dificuldade da innotação era maior. E assim, nós trouxeram pela vida útil do brasileiro. Você entende? Naquela época morria ser mais cedo. Naquela época você tinha mais problema gastrointestinais do que você tem hoje. E por que diminuiu isso? Por conta da tecnologia da medicina, né? Sim. É a associação dos dois. Da tecnologia de alimentos e da medicina. O senhor acredita que as pessoas vivem mais porque elas comem melhor hoje? Eu não tenho dúvida. Meja com o nível de obesidade sendo muito mais grande porque aí é um descontrole.
que eu odia que é social. Esse descontrole da sociedade é só brasileira. -E o Fomão, hein? -Eita. -E um gratés, os EUA escolher. -E outras palavras, o problema do fumo seria do fumante. E o das drogas do depinente químico. Quem produz e vende alimentos não tem nada a ver com meu descontrole. -Eu falo por exemplo que tem uma pessoa cozinha para o senhor, um meio de noite e tudo mais, que sabe enquanto desses produtos que passam por discutir o público, esses produtos industrializados, quanto isso faz parte da sua dieta hoje. -Ela faz parte da minha delidadas e tem uns que eu. -Aquilo é o lume. -Aquilo é o lume. -Aquilo é o lume. -Franco-grelhado. -Senteno. -Tem um cardápio do dia. -Não, não, não. -Certo. -Quarta é peixe, quinta é um pagoito mais produtosumino. -E aí vai. -Mas, separa 4.000 por mês para gastar nisso. -E aí eu chego com a vontade de comer o pneu com o dia ontem à noite. -Presunto, comi, presunto o clube, presunto o outro. -Ai comi morta dela e talina. -Com pão, de ele e se usa sem tempo. -Dá padaria ou de forma? -Nesse coincidentemente foi da padaria, mas outros dois. -Pão de padaria que a gente gosta. -Sofo é vários testes e chegando aqui. -Você vai tirando sódio dele. -E ele vai perdendo a atractividade. -Mas essa decisão não é uma decisão que fica ali do liliar. -Cual? -E você manter o sódio para poder ele continuar atraendo? -Nic, você não se enuvente. -É que se não você não vende. -Essa frase me tocou. -Mas como descobrimos, padaria até controle. -Mas até então, eu não tive essa maturidade. -Além disso, como o Maddy descreveu de sua experiência pessoal, também não tenho os tais 4 mil reais por mês dedicados à alimentação. -Nessa primeira fase em pós-internação, a aposta que fez a diferença foi a restrição. -Zero pão, zero açúcar, zero tantas coisas. -Naturalmente a balança reagiu. -Meses mais tarde, um desses pecados, não entanto, voltou a minha rotina. -E um trecho que eu deliberadamente deixei de fora, -da minha conversa com Carlos Monteiro, mais cedo na episódio, -me assombra no balanço ao final de cada dia. -Ata é porque se fosse para excluir alguma coisa completamente da minha vida -E enxergar como veneno o pai da teoria dos ultroprocessados é bem categórico. -Ah, refrigerante. -É, não, refrigerante. -Não, eu tenho quase que repunsa assim, dessa coisa de. -Alhar tem outra coisa interessante. - Acho que o Chris fala isso no livro dele, né? -Todas as artimães para você fazer gostar de alguma coisa que você não gostaria de fazer. -Não gostaria normalmente. -Então, por exemplo, uma estratégia de refrigerante é gelo. -Você pegar uma Coca-Cola e tomar um copo sem gelo, você é capaz de vomitar. -Por que? Porque você tem repussa para a quantidade de açúcar que tem. -Nossa, senhora das protuberâncias, não me quebre, não. -Que aí é um vício difícil de ir mais de romper. -Ata fica em seis meses sem refrigerante. -Mas confesso que voltei o vício depois. -Zero, para pesar menos na consciência. -Mas o traprocessado que isso impossível. -A classificação nova, aquela que estabelece o conceito dos ultraprocessados, -tém opositores de peso no mundo todo. -Mas nessa busca sobre o melhor caminho que eu deveria seguir, -Um das vozes mais relevantes que propõem revisar e atualizar a teoria, -Criando uma espécie de classificação nova 2.0, me chamou atenção. -Aren e Astrup, o agora, esse e-o da Nenamarquesa, novo Nordesky. -A novo Nordesky é a desenvolvedora da semagultida, -O composto dos medicamentos, o Ozenpick e o Igove, -Que você já deve ter ouvido falar. -Mas o que um, e mais poderoso de uma empresa, -Que disparou para o top 5, entre as mais lucativas de Europa, -E sózinha mudou o píbida de Nenamarca, -Se preocupa com que é ou não ultraprocessado. -Qual interesse em financiar estudos para um eventual reclassificação dos alimentos? -Foi o que perguntaria a Fundação novo Nordesky, -Brasso da empresa que financiou a iniciativa. -A busca por conhecimento do que torna comida prejudicial -É um debate na comunidade científica muitos anos. -E nosso projeto se propõe a ajudar a esclarecer -E facilitar os consumidores a fazerem escolhas mais saudáveis. -Comocordamos que o nome 9.2.0 fomos escolha infeliz. -A equipe da Universidade Copenhague não se refere mais ao projeto -Como uma atualização da classificação 9. -Apesar de receber apoio financeiro da Fundação, -O projeto da Universidade é independente e liderado por pesquisadores de renome. -Nos não temos influência sobre os resultados. -O movimento da Fundação novo Nordesky -Espirou uma revolta na comunidade acadêmica, -Encluindo do pai da teoria dos ultraprocessados Carlos Monteiro, -Que assinou junto a quase sem cientistas -Uma carta de repúdio contra iniciativa. -Ninhum a fonte consultada sobre explicar com cloresa -Qual interesse desse financiamento? -Arni Rastrup, que deixou o cargo de CEO em 2024, -Também nunca deixou clara a sua intenção. -Ah, e eu esqueci de dizer, nos últimos anos -Aastrup também atuava como consultou para outras grandes empresas, -Entre elas, Ferreiro, Mcdonalds e Nestlé. -Utra bem relacionada. -A gente conversa mais sobre os medicamentos, -Mas para frente, prometo. -Mas é que bastou mencionar Ferreiro e Nestlé, -Que abouca a gente de dago. -Ate esse momento, eu já entendi que preciso fugir -Dais comida prontas, ultraprocessadas, -E voltar para comida raiz. -Mas, e quando a comida raiz, de peso, -É rica em outro mal. -Um mal delicioso. -É isso que precisa investigar para fazer essa mudança de vida dar certo. -No próximo episódio, um mergulho doce amargo, -Em casa. -Nos desembarcamos em Pernambuco para falar de açúcar, -E de como a cultura local tem a ver não apenas com esse, -Que é o maior vício da minha vida, -Mas com a identidade negra, com política, -E com o legado escravista, que continua banhado a saudosismo, -Numa das capitais mais missejeinadas e controvessas do país. -Mas por enquanto, vamos para placar. -Comessei a jornada com 145 quilos, -Sai do hospital com 133 quilos e, nesse primeiro mês, -De modo bem errado, me livrei de mais 8, -Cheguei a 125, põe menos 20 quilos para essa conta. -Ainda falta muito, mas você segue como cúmplice nessa jornada. -Vamos nessa. -A última bula acha uma produção original da agência pública de jornalismo investigativo, -Realizada com o apoio dos institutos ibirapitanga e serapileira. -Ese podcast foi escrito por mim, Ed van der Leigh, -Com a colaboração de estela de ogo e cloud e jardim. -Claudia também colabouro com a investigação jornalística que deu origem a essa série, -A produção e pesquisa de material de arquivo é de estela de ogo, -Com o apoio de Rafael de Oliveira. -O projeto é um ideal original de Natal Eviana. -A captação de áudio encampo foi feita pelos técnicos Davy Sombarboza, -Etienicaren, Gilneves, Estela de ogo, Tatiana e Santos e Vinicius Machado. -A loucção foi gravada no estúdio da agência pública com trabalhos técnicos de Ricardo Terto. -Sofia Maral fez a direção de loucção e a coordenação geral da série. -O desenho de som é de Ricardo Terto, que também fez a edição e finalização dos episódios. -A trilha sonora original é Diana Susha e trilhas adicionais do Epidemic Sound. -A identidade visual é assinada por Mateus Pigose, -Obrigado por sua companhia. -Gostou? Então compartilhe esse resultado e segue a agência pública nos tocadores e redes sociais -Pra não perder nenhum lançamento. -E acesse o nosso site apublica.org
Podcast Summary
Key Points:
O narrador sofreu um ataque cardíaco aos 36 anos durante um show de Paul McCartney, passando por uma internação intensiva e quase morrendo.
Ele enfrenta uma "maldição dos 36", acreditando que morreria nessa idade, e descobre que sua fração de ejeção cardíaca era de 36%.
A obesidade mórbida, diabetes e problemas cardíacos o levaram a uma jornada de emagrecimento, que incluiu dietas restritivas e pesquisas profundas.
O podcast explora o conceito de ultraprocessados, cunhado pelo epidemiologista Carlos Monteiro, que associa esses alimentos a 32 doenças, incluindo obesidade e câncer.
A indústria de alimentos prioriza o lucro com ultraprocessados, substituindo alimentos naturais e preparações culinárias, mesmo criando versões "fit" ou dietéticas.
O médico Chris van Tulleken documentou os efeitos de uma dieta 100% ultraprocessada, ganhando 6 kg em um mês e alterando sua resposta hormonal e saciedade.
Summary:
O texto narra a experiência pessoal do autor, que sofreu um ataque cardíaco aos 36 anos durante um show de Paul McCartney, levando a uma internação intensiva. Com obesidade mórbida, diabetes e fração de ejeção cardíaca de 36%, ele enfrenta uma crença de que morreria nessa idade. Após a alta, inicia uma jornada de emagrecimento, inicialmente com dietas extremas, mas depois busca informações científicas.
O podcast investiga os ultraprocessados, conceito criado pelo epidemiologista Carlos Monteiro, que classifica alimentos conforme o processamento. Monteiro explica que ultraprocessados são fórmulas industriais que substituem alimentos naturais e preparações culinárias, maximizando lucros e causando doenças como obesidade, hipertensão e câncer. O médico Chris van Tulleken realizou um experimento consumindo apenas ultraprocessados por um mês, ganhando 6 kg e alterando sua saciedade e hormônios.
O autor reflete sobre a indústria alimentícia, que cria produtos ultraprocessados mesmo para dietas, e a necessidade de mudar hábitos para recuperar a saúde, misturando sua história pessoal com dados científicos e críticas ao sistema alimentar global.
FAQs
São formulações industriais que substituem alimentos in natura e preparações culinárias, criadas para maximizar o lucro da indústria e associadas a diversas doenças, como obesidade, diabetes e câncer.
Alimentos processados recebem ajustes mínimos, como adição de sal ou açúcar para conservação, enquanto os ultraprocessados são fórmulas complexas que imitam alimentos, com baixo valor nutricional e alto teor de aditivos.
Não há uma margem segura estabelecida para o consumo de ultraprocessados, pois cada organismo reage de forma diferente, e estudos os associam a mais de 30 doenças.
Porque eles geram maior margem de lucro, sendo um modelo de negócio que prioriza a maximização de ganhos em vez da saúde do consumidor.
É um sistema criado pelo pesquisador Carlos Monteiro que divide os alimentos em quatro grupos: in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados, com base no nível de processamento industrial.
Pode causar ganho de peso, alterações hormonais, desregulação do sistema de recompensa cerebral, aumento da fome e redução da saciedade, além de contribuir para doenças crônicas.
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