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Entrevista - Sergio Vidigal

38m 31s

Entrevista - Sergio Vidigal

O prefeito Sérgio Vidigal, em entrevista especial da série "Esse Brasil é entrevista", apresenta um balanço positivo do primeiro ano de sua quarta gestão na prefeitura da Serra, destacando avanços em saúde, economia e qualidade de vida. A cidade enfrentou desafios como a pandemia e a violência, mas conseguiu reduzir homicídios para o menor índice histórico em 25 anos e melhorar o acesso a serviços, com mais de 90 serviços oferecidos online. A Serra se consolidou como o maior polo industrial do Espírito Santo, superando a capital Vitória no PIB. Investimentos foram feitos em tecnologia, segurança, mobilidade urbana e empreendedorismo, com obras como a duplicação da BR-101 e a implantação de um centro de referência para mulheres vítimas de violência. A prefeitura também inaugurou uma maternidade com 172 leitos e serviços especializados, reforçando ações sociais. Vidigal destaca que sua gestão é baseada em um olhar humanizado, social e sustentável, sem foco na reeleição, mas sim na construção de um futuro mais justo e esperançoso para a população. Ele destaca que 2022 será o ano da esperança, com o Brasil enfrentando uma nova onda de migração que envolve famílias, e que a solução exige políticas públicas fortes do Estado e do Federal para gerar oportunidades e segurança. A gestão busca fortalecer a participação da população, a democracia local e a qualidade dos serviços, com foco em longo prazo e na redução de desigualdades.

Transcription

6144 Words, 34890 Characters

Portuguese
Deus nos desabedoria da nossa escolha para que o Brasil possa voltar a ter esperança a partir de 2022. E esse Brasil é entrevista, a economia, a política, o cotidiano e a vida capixaba estão aqui. Olá, este episódio de esse Brasil é entrevista, compõe a série especial Retrospectiva 2021. E nele vamos conversar com o prefeito da Serra Cérgio Vidigal. Este é o quarto mandato de Vidigal na prefeitura da Serra. Vamos analisar os indicativos de melhoria durante 2021 no município sobre a ótica do chefe do executivo e saber quais são os projetos para os próximos anos. Essa entrevista faz parte de uma série especial com diversas personalidades da política do Espírito Santo. E tem um apoio institucional de acelomital, susano, fintis, sebrai e fecomércio ES. ES se Brasil é entrevista. Prefeit 7 de Vidigal é muito obrigado por receber a gente pra gente fazer esse balanço do seu primeiro ano de gestão à frente da prefeitura da Serra. Eu quero agradeço, Marlo, pra mim, uma oportunidade muito grande, até a gente ter um canal pra poder prestar conta também de um ano difícil, como foi o ano 2021. Fertes, falando de 2021, o que a gente pode destacar de avanço? O que o senhor vislumbra que foi notório para o cidadão Cihano, que foi uma avança da prefeitura da Serra? Olha, Marlo, quando eu me propui ser redidato, a prefeitura agonheço do rô mandato, eu tinha um compromisso onde ter um quarto mandato. Mas de ter um novo modelo de mandato baseado até no novo momento que estava atravessando. Estamos dentro de uma pandemia, a pandemia, ela desnudou muito as deficiências do setor público, principalmente, em relação aos ferramenta sectorológica, a forma de comunicar com a sociedade. O rô meu office, por exemplo, que muita gente resistia, a pandemia mostrou que ele fosse o ano bem. Então, a gente pactou com a cidade e faz um modelo de gestão onde transformasse a Serra numa cidade humana, numa cidade inteligente, numa cidade sustentada e uma cidade criativa. E dentro desse princípio, a gente definiu pela ordem de prioridade aquilo que seria fazendo o mesmo momento. Eu acho que o primeiro desafio nosso é como enfrentar a pandemia. Porque se você observar, em 2020, o serviço público, a sua grande maioria, não funcionaram, somente por COVID-19, dividiu, além de ampliar o quadro do COVID, você também teve que voltar a perder aquela demanda reprimida que estava anteriormente. Então, assim, para a gente a saúde foi o grande desafio. Logo que tivemos problemas, tivemos problemas, mas não foi por falta de profissional. Por aumento da demanda que você, devido a lei complementar um sete três, não poder nem melhorar salário e nem ampliar a contratação de profissionais. Então, isso acabou também nos limitando um pouco, mas eu diria que da saúde, a gente avançou colocando em plano de funcionamento todos os 39 unidades de saúde, as três únicas funcionando, dois profissionais especialidades que a Serra tinha uma falta imensa que era tanto genicologista quanto pediátria na nossa rede de aperção primária. A gente conseguiu solucionar esse problema através de um modelo de contratação de uma empresa para comprar horas de médico, para poder recuperar. Agora, o grande avanço nosso foi começar a incrementar algumas ações e algumas ferramentas tecnológicas. Hoje a Serra tem mais de 90 serviços que são oferecidos de fórmula online. A cidade hoje, se você quer fazer uma incorporação em 72 horas, você já tem esse alimento garantido, o habit de se hoje sair no rapidez muito maior, se quiser abrir uma nova empresa é muito mais rápido, nos vimos muita burocracia, só que você ter uma ideia, a Serra, até o mês de outubro que eu não tenho no mundo de dezembro, mas abrimos a cidade 12.400 novas empresas na cidade. Isso teve reflexo positivo, qual foi? A Serra, dos 50 mil empregos gerados, até outubro, 10 mil desses alvos empregos foram gerados, dos 40 mil gerados no Espídeo Santo, 10 mil foram gerados dentro do município da Serra, e outra ação que avançou muito foi em relação à segurança pública. Pode assumir, nós tivemos um pouco mais de 95 guarda municípios, tinha um concurso de 2016, que era o Totante 170 guarda municípios, chamamos todos os guardas entantes, ampliamos a nossa guarda município da Serra e implementamos a Romú, que é uma guarda município especializada dentro do município, e já temos alguns números, positivos, por exemplo, na série histórica dos últimos 25 anos, o menor índice de homicídio da Serra foi em 2021. Presonante, né, prefeito, em pensar que em 2008, a Serra era o município que tinha mais mortes violentas do Brasil, e agora avança para ser, não está nem perto de ser a primeira do estado do Espírito Santo. E é bom não ébrar que se fizer pela proporcionalidade, a Serra já chegou a ter quase 80 homicídios para cada 100 mil habitantes, né? E não foi muito bom, não, eu já era prefeito nesse período do município. E hoje nós estamos com menos de 25 homicídios para cada 100 mil habitantes, né, se eu sou fome e servei, então, o número de homicídios por 100 mil habitantes, a nossa queda foi muito mais abrupta e ainda muito maior. Então, se são muitos importantes, a gente também estare citando, já vai ter sonamento em breve, o ser, o integrado do segurança, porque ainda somos a cidade, tem uma obra índice de fússio e robo de Beio, o que eu já sou no Europa de Tamo, até porque a Serra é uma cidade pra bem de passagem, aqui passa duas grandes vias, uma estadual que é a 010, pelo Ditoral, e é bem 101, que corta 40 quilômetros da cidade, isso também acaba impactando muito no aumento do número de fute, robo de Beigo, mas é com o ser que a gente vai reduzir muito isso, e nós estamos agora, é uma coisa nova, o Tamo de Rugui ainda, é a prefeitura da Serra agora, guarda no espalda da Serra, está integrando a força tarefa da Polícia Federal, pra podêmos enfrentar o tráfico de droga e o tráfico de armas que ocorrem no município, porque a retropercordição de fazer isso só vem, e sendo da participação da Polícia Federal. Muito bom, prefeito. O senhor está citando os avanços e falou do desafio, né, de passar para esse momento a mais agudo da pandemia, o senhor acredita que o seu olhar de médico, a sua experiência, na área, trouxe, agregou o valor para o município, para poder ter uma gestão como o senhor não falou mais humanizada. Da verdade, essa visão que você está colocando, a minha motivação para entrar na vida pública, foi exatamente a minha sensibilidade na área social. Para você ser um bom gestor, você pode cuidar das duas coisas mesmo tempo, você pode cuidar da economia, e pode cuidar da área social. Aliás, dos países nórdicos, que são social democratas, eles fazem isso muito bem. O sistema é capitalista, é verdade, né, mas não podemos ter uma economia liberal, e a geração de riqueza de economia transforma isso da redução de igualdade social. O que é popularidade, não adianta dizer que eu sou a maior economia do speed start, sou ter uma a índice de população de classe DEE. Se eu ter uma o número da população no cadastro único, isso é concentração de riqueza, né, e todo a precisão de distribuir essa riqueza. Como é que se distribuir os riquezas, dá um dinheiro não, e vestir nepolíticas públicas, melhorando acesso à saúde, melhorando a qualidade da educação, nepolíticas e moradia, fazendo de infraestrutura e bar de alta vulnerabilidade social, e aí você começa, de fato, a reduzir essas desigualdade, investindo na cultura, porque as pessoas que culture elas é não, cultura é instrumenta de redução de desigualdade social. Então esses investimentos são importantes. Então esse olhar meu, com a minha experiência que eu já tive, e o novo olhar de uma gestor pública, porque aquilo que eu apliquei em 97, não cabe mais hoje. Eu brico muito, eu falo que 97 comunidades chegava aqui. Antigamente, o serviço de telefonia era estatal, era da teleeste, e aí a comunidade que estava aqui pedindo a mim, se eu puder intervir, para botar o orelhão lá no bairro dele. Onde é que tá o orelhão hoje? Viu a peça de museu, olha que o tempo de a Togana. É manoção. As demandas são outras, as necessidades são outras, né? O mundo anda muito mais rápido, né? Então a informação tem chegar muito mais rápida para a sociedade. Então assim, nós estamos adaptando para nos conectarmos da população da cidade, porque por mais que o poder público está presente, mas ele não está conectado na vida do cidadão todo dia. Então assim, é muito importante que a gente se conecte, e a serra tá se conectando a população da serra. É certo, se eu falo aí sobre economia, né? E segundo em BG, é a serra, tem a maior economia do Espírito Santo, né? Passando inclusive pela primeira vez a capital vitória. Aqui se deve essa conquista em Nédita. É, olha bem, quem descreveu muito bem isso foi o Instituto de Jorni Santo Né. O Instituto de Jorni Santo Né, desde 2002, ele faz uma série histórica do PIB da cidade escapchada. E só para você ter uma ideia em 2002, enquanto a vitória tinha 26% do produto interno bruto no Espírito Santo, a serra tem 16. A serra chegou que o nosso crescimento não se daria somente mais pelo Parque do Céu, e a cidade começou a trabalhar. é outra atividade econômica, o universo ficou se eu estou de comer a serviço e a CERRA começou a enxergar que a expansão no CERRA de serviço era um ganho que consolidava o município e a CERRA chega agora a 18 ponto alguma coisa do PIB do Espídeo Santo e vitória teve um fato negativo, que eles não podem deixar, isso não quer dizer que ele está morta, não precisamos continuar avançando que o convitório, em 2019 teve um problema do brumadinho, parece brincadeira, mas uma das bordas de atividade econômica do vitória é a indústria do estrativismo, olha porque convitória esporta o Minervi FEMO, então essa redução da exportação fez vitória dar uma reduzida no produto e der no bruto, mas a gente já estava bem próximo do vitória, mas a tendência da CERRA é consolidar como a cidade que tem o maior produto de triar no bruto, termo a roupa do interro do bruto quer dizer que tem a maior receita, não precisamos agora perseguir, é que a gente possa também ter a maior receita do estado até porque a nossa população é quase 200 do habitantes, a mais do que a população da capital, falando de desenvolvimento, né, a CERRA já foi considerada o grande polo industrial da grande vitória, essa é uma vocação que se mantém, o senhor mesmo falou que agora a aposta bastante no setor de serviço, a CERRA se mantém com essa vocação para ser um polo industrial ou vai apostar em novos modais, a CERRA ainda continua sendo no estado o maior polo industrial do espírito só, né até porque nasceu os plantas aqui com uma acelôme metal, né, temos aqui grandes empresas como Bampo Grey, Fort Lea, Ventura Outras e Pesas de Grande Porte, nós continuaremos ainda para uma participação importante, mas a tendência natural nessa concepção da CERRA, tem uma cidade não só boa de investir, mas é bem boa de viver, a tendência nossa no futuro não é ocupar esses partos em a primeira um polo industrial, até porque com a implatação da Sudene e a área do Rio Duas, para cima, circular da Sudene, até ter essa atualidade, esses novos investimentos do setor industrial, não é que migra, mas se implante naquelas eduões, mas a CERRA tem uma coisa interessante, nós, um ano passado, nós implementamos dos nossos polos tecnológicos de inovação, é uma indústria que agrega muito valor, que impacta mentalmente muito pouco e que já é emprego de qualidade, empregos de bom salário, então assim, é uma área que a CERRA ainda não participou, isso ainda com a passada muito grande da composição do PIB, mas será no curto pra ela, nós queremos uma área, queremos alguns incentivos e vamos jogar muito peso nessa hora da tecnologia, na fortalecimento das startups, que é a fundamental e o setor de civis, é um filão que é a ideia do merecido da CERRA, acho que é pelo merecido do Espírito da Forma General, que é o setor de turismo, o que eu sou um trabalhando agora, estou trabalhando para fortalecer, uma consciência que tem que é muito rica que é a cultura da CERRA, nossa bandificação esfopórica, religiosos, né, temos um circuito histórico religioso, fantástico, o nosso circuito histórico religioso, ele se confita até com o circuito histórico religioso do Brasil, né, porque aqui passou o pai da gente eita, né, estamos falando toda a história, então eu te quero agora aproveitar, preparar uma infraestrutura, a gente poder fortalecer essa área, esse setor, que é o setor que aí está dormecido e que não tem uma participação grande no produto e terro bruto da cidade, mencionando aí como a prefeitura está buscando as novas formas de criar oportunidades, de emprego, de crescer, também a sua receita, mas conhecendo né, de pandemia foi um desafio pra quase todas as prefeituras, podemos dizer do Brasil, mas a CERRA foi município que teve um maior número de empregos, o que que a prefeitura fez para que esse número se consumidasse? É, assim eu não vou, eu não vou, eu não vou, eu não vou, eu não vou ser vai-doso para trazer só pra mim esses números, né, lógico, município tem participação, ele também tem um contexto nacional, né, o país teve uma certa retomada ainda mesmo, que ainda é muito tímida, né, o governo do Estado também tem a sua participação, eu acho que o fundo soberano foi importante em plantação dele nesse novo momento, e o município primeiro que ele é a logística dele, conta muito em plantação de novos vestimentos, o município tem ao longo do tempo, construiu uma grande infraestrutura, e agora a gente faz o que, a gente começa a reduzir a burocracia na em plantação de novos investimentos da cidade e fizemos uma ação importante que fazia a Serra, uma cidade prendedora, somos a primeira cidade prendedora oficializado junto com o Cebrai aqui no Estado, e a gente começou com essa nova visão de prendedorismo na cidade, porque se você observar a geração de novos imprimos, ele não está localizado somente da indústria da transformação, então localizado dos pequenos imículos é gosto, né, os pequenos imículos prendedores, então a gente também tá coelhar para esse setor, para esse segmento, que é um segmento, que é anoto também bem esquecido, mas o segmento é bem gente, né, porque hoje o nosso jovem, mesmo a nossa realização trabalhista e previdenciária tem sido muito duras, né, e penalizar o muito trabalhador de menor salário, o nosso jovem também, hoje ele quer ser empreendedor, ele quer ser seu próprio patrão, ele quer ter oportunidade de falar, de dizer que ele começa a trabalhar e que hora que ele para, né, então nós estamos agora trabalhando para fortalecer esse segmento, agora nós vamos revitalizar todas as praças, na revitalização a gente vai reduzir os equipamentos, que vai aumentar espaços de contemplação, cara, botar fú de truque, né, botar algumas atividades, pra telar um espaço, pra atividade cultural, dessa forma a gente vai poder, dentro da propacidade, explorar uma atividade econômica que ainda é dormecida, no sentido da certo, ou seja, esses fatores, todos somados, eles trouxeram a cidade, esse número de geração de novos em período, lembrando que é a certa trabalho com uma coisa importante que é criar um índice de ambiença de negócios, o que é que é o índice de ambiença de negócios, é reduzir a violência, cidade, cidade, segura ou sensação de segurança, não é só investimento que chega de geração de emprego, mas um morador vem morar aqui na cidade, e melhor poder aquelitivo, ele acaba circular o recurso e gerar a economia da cidade, que ele vai, ele vai do supermercado também, ele vai na farmácia, ele vai lá nos nossos restaurantes, fortalece essa atividade econômica na cidade, então, assim, reduzir a violência, melhorar essa estrutura, melhorar a mobilidade urbana, nós estamos comprando agora, de investimento de mobilidade urbana promandato, que vai chegar em torno de 400 anos, essa é justamente a nossa próxima pergunta, a certa está numa localização geográfica estratégica, então em relação à mobilidade urbana, o que é que a prefeitura tem no horizonte para fazer, para que possa se destacar ainda mais, tem algumas interversões que já estou ocorrendo, que não são nem do município, enquanto todo vai ser alva, é uma obra do governo federal, mas ele tem um papel fundamental na mobilidade urbana da Serra, por que? Porque, a principal vírus com a medo da Serra, é a BX21, e ela atravessa 40 quilômetros dentro do perímetro urbano da cidade, não há exterção pequeno, o contudo do Mestre Álvaro vai fazer que a prefeitura, e isso ao nosso planejamento estratégico 2011, porque a obra do contorno, ela está atrasada, a previsão nossa, quando planejamos ela em 2000, é que ela pudesse, até 2010, está realmente implementada, mas a atrasou, essa obra, ela vai permitir que a BX21 seja uma grande avenida da cidade, e a Serra tem uma coisa, você que, Barlo, que é Serrano, você sabe que a Serra não tem cara em cidade, a impressora que passa para somos várias cidades, hoje com o nosso concepto comercial, Larangieras, que era um bairro residencial, um bairro residencial, Larangieras era um acerto comercial da Serra, né? Então, a BX, e transformando numa grande avenida, ela será o nosso grande centro comercial da cidade, então isso vai ajudar uma mobilidade urbana, na atratabilidade de novos investimentos, na consolidação de uma região com uma região comercial da cidade, e isso vai exigir o município que faça novas linhas, alimentadoras, essa BX, será uma nova avenida, então nós somos o investimento de mobilidade urbana, na ligação, do primeiro trivo Serra, já cara aí, é uma obra que vai custar em todo 50 milhões de reais, a obra do mergulhão, lá das erratos, que a quem vai com ela é nosso super vitória, é uma obra importante, mobilidade urbana, que ela tá fazendo, o binário já dinumoeiro, porque hoje a norte sul, o trecho entre São Geraldo, até a 010, é um sofô, então ele vai se transformar em mão única, e a Loreval Munis, que é uma pista dentro de a dinumoeiro, vai ser a pista de mão e portramão, é isso, vai facilitar a nossa mobilidade urbana, vamos fazer uma intervenção importante, que o Denis tentou fazer e não fez, que aí na cidade pomar, que é aquele viaduto, mas Nos nossos viaductos vai. a sua meta-cidade com o Maio vai ligar a CVT, a BRX21, isso vai permitir que te peguei melhor e também a nossa mobilidade da cidade, então assim, são intervenções grande, que tem intervenções menor, de um bairro para o outro, que serão feitas também, alguma do pecação, a rotatoria do Doge Silvo, já saindo a meta, ela não é a primeira etapa, não concluia a obra, mas a primeira etapa, ela já faz algumas intervenções na mobilidade urbana da cidade, então, essas obras, elas vão facilitar muita mobilidade urbana, vai aumentar muita ambiença de negócio nosso e o Jack Miller, uma vez de seguinte, a tendência do homem é viver igual a tartarura, fazer tudo de baixo pro caso, elas são preparando a serra, para que as pessoas possam aqui morar, trabalhar, ter laseir, seus estudarem, dentro da própria cidade, mas para isso é preciso, o resurgador da mobilidade urbana, com a verdade, se eu manter em uma boa relação com o governo do Estado, a gente está falando de diversas obras, de que forma isso se reverte em benefício pro município, é o governo do Estado, ele também tem tido um olhar muito importante, até porque, para ele quanto mais a serra crescer, isso é importante para o governo, porque se meu privilmente aumenta dentro também, né? E a cidade mais popular, mas não polôsia, então se o governo, e assim, com todo respeito ao governador, porque ele tem tido esse olhar importante, e tem feito algumas obras que o governador Renato Casagrange tem, que vai ser fundamental isso também na nossa mobilidade urbana, com o tom de Jacaray, com o grande problema de Jacaraype, é que a cidade, é uma rodovista do bom, ela corta um baunhéime que tem 50 mil habitantes, ainda pior lá em praia grande quase, exatamente, então o contorno, ele vai passar por fora de Jacaraype, por fora de Nova Olmeida, para chegar até praia grande, então é uma obra importante, a outra obra é a duplicação da rodovia das paineleiras, que é tanto que está chegando na serra, como que está indo pra vitória, é uma obra importante de mobilidade urbana, porque no será soamento do duplicação da venhida, terá ali um viaduto, que ligará até a norte-su, é uma obra importante, são obras que o governo está fazendo, são importantes pra sair, a arbisa arte, que a revitalização do governador está fazendo, outra obra importante do governo está fazendo, são os investimentos da educação, o governo de Estado está investindo em todos os centros milhões reais, na educação do município da CER, é importante que a minha responsabilidade levar ao aluno até o final, no ensino fundamental, então eu tenho que transferir no médio de qualidade, para que esse aluno possa dar sequência da sua qualificação, e lembrando que nós estamos numa cidade operária, então é a grande parte do nosso jovem, ele não pode se dar o luxo de fazer o nível superior pra entrar no mercado trabalho, que já tem que ter no ensino médio uma qualificação profissional, porque de ver condições de entrar no mercado trabalho, então não está continuar vivendo, que está envescendo hoje de Brasil, tem quase 12 milhões de brasileiros, chovas que nem trabalham, nem estúrbios, nem estão qualificados, é verdade, o senão já foi perfeito outras vezes, essa é sua quarta passagem aqui na prefeitura, o que difere esse mandato dos outros, eu só tinha uma motivação pra mim de voltar a ser perfeito, pra fazer diferente, até porque não cabe mais o que fizemos do passado, esse mandato é um mandato que vai ser mais aperfeiçoado, naquilo que foi implementado e foi positivo, e vai ser alterado aquilo que já está indizuzo, por exemplo, por 2.23, não teríamos mais papel no município da SEA, isso é um avanço pra cidade, a partir agora desse mês, nós seremos uma ferramenta que você vai poder solicitar todo serviço, acompanha todo serviço da prefeitura através dessa ferramenta tecnológica, e você vai poder dar sua opinião depois do serviço próprio, se ele ficou bom, se ele não ficou, se seu atendimento por saúde foi atendimento descente, se foi humanizado, se não foi, se teve atraso em atendir a sua demanda, então assim, é a primeira cidade do Espírito Santo que vai ter essa ferramenta, vai ser o município da SEA, então assim, é um mandato que eu tô trabalhando pra que ele seja todo diferente, porque o que interessa a gente da política, às vezes a gente, eu lembro por quando era garoto, meu pai trabalhava de noite e tarde e sem parar, e eu fiqui o mesmo exemplo ao município, porque eu achava que uma olpa atrimônia de ser a pessoa filha era bem, aí você trabalha a trabalho para produzir os bem, se você não deixar possuídos, mas depois de chegar a essa etapa da minha vida, eu tenho uma visão diferente, eu acho que o maior patrimônio que você pode dar para seus filhos é seu currículo, e eu quero deixar o currículo aqui de passagem na vida pública, na vida profissional, não preciso falar, eu sou médico a mais de 40 anos, mas na vida pública eu quero deixar um currículo que possa não somente deixar a população da Serra orgulhosa, mas também deixar orgulhoso, orgulhoso meus filhos, meus netos, é daquilo que eu pude fazer pela minha cidade, porque eu não vacina a Serra, né, é uma cidade por escolher, para viver, para trabalhar, para contribuir a família, né, então assim eu eu agadia essa cidade que tem me dado uma oportunidade, que eu nem sabia que eu tinha, que eu tinha esse talento de gestor, nem eu imaginava isso, eu achava que eu seria um simplesmente um médico, né, eu até brinquei até escolher uma especialidade mais simples, né, eu sei que é a tria, porque todos alguém morri para você é normal, então normalmente, né, de ter poucos pacientes, né, então o que eu quero deixar é uma explória, ficada da cidade, então esse quarto madata é uma consolidação de uma história na gestão pública da Serra, o que eu fiz inclusive tem meu amadato escrevendo um livro, bacana, o senhor falou sobre na Serra na Serra, né, e aí a gente lembra da maternidade, né, o que o senhor tem para nos dizer sobre como a maternidade que está sendo inaugurada, que já foi usada, né, pelo governo do Estado, o que o senhor tem para nos dizer, para dizer para o munícipe da Serra sobre essa maternidade? Para bem, a gente, como tem as vezes muitas entregues de até esquece falar, o ponto que você to ocorre é fundamental, porque isso toca diretamente no coração, né, eu quando eu vi ser médico da Serra e até quando comecei o proveito, eu não tinha uma maternidade para ter em dia a população da Serra, eu até, eu até como médico, proto-socorrista aí cara, eu preciso ter alguns partos lá, mas é que que ia chegar no da Serra, né, mas a grande maioria da população da Serra na Serra vai vitória, né, mesmo mesmo que moraça da Serra, né, mas na Serra e vitória, né, olha a Serra da Prometo, da Santa Casa, nos todas as Cminhas, né, isso é uma moda agora, né, o que é que eu já tinha uma maternidade da Serra na Serra, né, mas que, pensamos de criar uma grande estrutura maternifantil para a Serra, a Serra tinha quatro cento das dois habitantes, você ter uma ideia e cada década a Serra aumenta no mínimo 100 mil habitantes, então a Serra precisava entre essa estrutura, né, porque mesmo com a nossa maternidade, que faz hoje 3,660 partos, a demanda da Serra é muito maior, a nossa demanda é em média de 500 ou 600 partos mês, essas outras partias das tantes, elas estão tendo seus filhos fora da Serra, ou lá na Prometo, atacada, os Pazas Cminhas, lá mesmo que a Ria Sica, lá no hospital são de bombatias, a maternidade de bombatias, então assim, elas fizeram concepido no maternifantil, o hospital que atendesse a nossa gestante, tanto de gravidez de risco baixo, quanto de alto risco, e também atendesse a pedir atria, porque nós temos um problema muito sério também, porque só temos um hospital de referência aqui para as próximas, temos o segundo agora que eu amava que os Pazas foi tio, né, e aí a nossa demanda é muito grande que a Serra é uma cidade de jovens, né, e aí planejamos o hospital, fizemos o projeto, fizemos a captação de recurso, isso delicitamos em 2012, a prefeitura entregou em 2020, e na entrega a prefeitura achou por bem fazer a sessão por governo de Estado, fazer gestão, né, nada contra esse processo não quero entrar no mérito, mas o que que eu enxerguei, o Estado ia fazer gestão somente o gravidez de risco alto, a minha maternidade, cara, eu não gostaria lá num lugarzinho que ela tá, as gestantes que não precisasse de risco habitual, contribuaria ir indo para outro município, e a gravidez de risco alto, ela era um hospital estadual, o meu paciente da Serra tinha que estar na mesma central de vagas para conseguir uma vaga de que o outro paciente, o outro município, competindo com um grupo muito maior, muito maior, então o governador entendeu, né, eu foi o valor, não precisamos trabalhar que a cidade passa a ter uma gestão plena na área da sua vida, não somente com a maternidade, mas inclusive a gente já avançar mais na frente, com cirurgias anotivas, com especialidades médicas, porque eu tenho uma porta de entrada e mensa, né, são 30 mil unidades que a cidade tem, mas o cara é retornidade de ser especialista, "ah, eu chegue ainda comigo não", "ah, isso aqui também é comigo não, você entende muito bem isso", ele quer chegar no lugar onde dessequência ou atendimento dele, então a visão nossa que neste mandato a gente possa municipalizar a gestão plena, e nada mais do que começar com uma perna infantil, e aí conversar com o treinador, ele entendeu, nós iremos oferecer 172 leitos, nos Palma à Terra Infantil, 60 leitos para gravender de risco habitual, 40 leitos para gravender de risco alto, como tem 40 leitos para risco alto, tem que ter 40 ou 5 infantil, 10 leitos de UTI adultos para gestantes, 20 leitos de UTI intermediária e temos uma novidade, nós teremos cirurgias pediátricas e cirurgias de necológicas. Doceiro 20 leitos para cirurgias de necológicas, 10 leitos para cirurgias pediátricas. É bom lembrar que uma gestante ou uma mulher hoje que tem um Roma, tem um cisso de ovário, ela não consegue operar com facilidade. É uma dificuldade grande, com uma criança, com uma cirurgia simples, fazer uma hernia também não consegue, a gente vai ter 10 leitos para cirurgias pediátricas. E temos um serviço novo que vai ser referência no Espírito Sado, porque é a serra tomar coisa nela que ela gosta de ser referência muita coisa. Quando nós implementamos o Samu, o primeiro nove dois não foi de governo federal, foi da Serra em 2002, né, era nosso esse número. E após o governo 2003 assumiu que implantou o Samu a nível nacional. Aí nós ficamos com o mundo de 0800 no nove dois. Ceneiram na vida. Foi um povo para ele, né. E aí, obviamente, ele não pode brigar pra cima. É verdade. E tem respeitar era aqui, né. E então, a gente vai implantar agora um centro de referência para atender mulheres vítimas de violência dentro do hospital materno infantil. E quando fala vítimas de violência, é todo tipo de violência. Violência física, violência sexual, violência psicológica, né. Esse centro de referência vai ter uma equipe multidisciplinar, funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. E não é só fazer aquele atedimento local, é pra fazer o acompanhamento dessa paciente. Eu tenho comentado que talvez poucas pessoas saibam, a violência sexual com a trabalhar, ela aconteça sua grande maioria contra meninas com menos de 14 anos de idade. Fato muito triste. É triste. Imagine como é que fica isso da cabeça dessa criança com o resto da vida, com o fato como isso. E o grande problema é que, normalmente, quem comete esse devido, ele está acima de qualquer suspeito, né. Então, esse serviço também começa a funcionar junto com o materno infantil e a previsão nossa, é que a gente possa estar em funcionamento na última semana de janeiro ou na primeira semana de fevereiro. Tá certo, então, pra gente encerrar a Prefeito Sérgio Villigal. O que que os moradores da Serra podem esperar para 2022 e para os próximos anos, e também eu quero me andar com uma outra pergunta. O senhor já pensa em relação? Não, olha bem. Eu vou começar a responder só o que eu tenho com o primeiro. Na campanha, eu não estou aqui no assunto, porque tudo que eu até político fala, que ele não é a cade de data à reeleição, nasce uma vez em apos aí, até a nível nacional, e daqui a pouco, o cara começa a trabalhar para uma reeleição. A minha vinda não foi com esse compromisso, seu compromisso de dar as idacidade a um sol para o futurista, mas não quer dizer que eu não estarei no projeto e ajudando a construir com a cidade um nome que possa dar sequência aos avanços que a cidade conquistaria nesse período, porque então pode perder isso. Mas assim, eu não voltei pensando em ser candidato à reeleição. Eu voltei para poder cucuir um trabalho e deu os permitir que eu iniciasse lá atrás em 1997 na cidade. Achei que eu poderia dar uma contribuição à cidade, a cidade me deu oportunidade, sogra-te a ela e vou trabalhar para que isso possa ou correi. Então, eu não trabalho com esse VAIs, até porque quando você trabalha com esse VAIs, você começa a agregar muita diversagem, você começa a fazer política para resultado de curto prazo, e na educação, por exemplo, a educação não tem como trabalhar a educação para ter resultado por dois anos. E que é um ciclo inteiro. O ciclo inteiro, né? Às vezes o investimento você faz agora, o resultado vai colher lá na frente. Isso se der sequência a esse modelo de ação. Então, eu não trabalho com essa possibilidade. Em relação com quem a serra pode esperar, assim eu lançou o cara com o mestrado doutorado e gestão. Eu sou alguém que tem experiência, que tem um bom senso, que tem a sensibilidade social, e que quero com a minha capacidade de montar a equipe, que a gente possa ter uma equipe em condições de oferecer esse serviço de qualidade à população. Ela pode esperar o meu impenho, a minha educação, o meu modelo de ação democrática de ouvir as pessoas, de ouvir as comunidades, de discutir o assamento da cidade com a população, e só ela pode esperar de mim. Esse olhar para as políticas sociais, ela pode esperar isso de mim. O que nós precisamos deste momento? E aí tem algumas ações que não adianta esperar o somente do prefeito. Nós precisamos esperar, precisamos ter essa expectativa da política de uma forma geral. Eu peito que o 2021 foi o ano da gratidão. Não é a gratidão dos políticos. Gratidão é Deus, né? Porque foi 619 mil pessoas fora a ordem, e nós estamos aqui. Então eu tenho que ser grato a ele para as nossas vidas, né? Nos pompou. E eu faço o 2022 ao ano da esperança. Tem o ano da esperança. Porque tem alguns lunes que a gente está pressando a atenção dele, mas tem que presspar. O Brasil até 2012 tinha um pouco mais de um milhão de brasileiros que me ganharam para outros países. Nós chegamos em 2022 com 5 milhões de brasileiros. O maior exo da história do Brasil. E em qual é a diferença dessa migração agora? A migração anterior, o cara falou assim, "Eu vou lá um pouquinho, ganho de ele em volta para cá." Agora em verteu. Agora em que aí leva a família dele. E não pensa em voltar. Então o que significa isso? Eu falei que só tem quatro fatores que nos leva a tomar decisão como isso. Primeiro é perseguição religiosa. É a história morta, precisa ser perseguição religiosa. A filha de que migra, meu? Segundo é perseguição política. A terceira guerra. A jaquista aí. A guerra mundial. Outras guerras de verei que vieram a migração grande de população. E a outra é problemas econômicos sinonciosos. Você não ter perspectiva. Ficar desesperançado. Então, assim, o que eu sou de população brasileira, lógico que eu não consigo resolver sozinho, nem como prefeito consigo devolver essa minha cidade. A esperança, vamos de dessa ação de governo estadual, de governo federal, principalmente, uma política econômica, mas segura para a população, uma política geração de clima de oportunidade. É que a população que Deus nos desabedoria da nossas escolhas, para que o Brasil possa voltar a ter esperança a partir de 2022. Está certo. Muito obrigado, Prefeito Sérgio Vidigal, por fazer esse balanço da sua gestão. A gente deseja você muito sucesso nos próximos anos. Estou bigal do bala? Nesse episódio da série S Brasil, em entrevista especial, Retrospectiva 2021, conversamos com o Prefeito da Serra Sérgio Vidigal. Esse produto é o conteúdo da Next Editorial. Nesta mesma plataforma, você pode ouvir outras entrevistas da série S Brasil, Retrospectiva 2021. Acesse também o nosso portal, sbrasil.com.br, esta série, tem um apoio institucional de arcelomital, susano, fintis, sebrae, e fecomessa o S. Até o próximo conteúdo. Esse Brasil é entrevista. Quer mais informação qualificada sobre a vida capchava? Acesse. Esse Brasil.com.br, o Espírito Santo em revista.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O município da Serra implementou avanços significativos em saúde, mobilidade urbana e tecnologia, como a gestão de 39 unidades de saúde e mais de 90 serviços online.
  2. A cidade reduziu drasticamente o número de homicídios, passando de quase 80 para menos de 25 por 100 mil habitantes, atingindo o menor índice em 25 anos.
  3. A prefeitura fortaleceu a economia local, ultrapassando a capital Vitória no PIB e consolidando-se como o maior polo industrial do estado.
  4. A gestão promoveu a inclusão de setores como tecnologia, turismo e pequenos empreendimentos, com foco em geração de empregos e qualidade de vida.
  5. A prefeitura criou uma nova ferramenta digital para acompanhamento de serviços e feedback da população, tornando-se a primeira cidade do estado com esse sistema.
  6. A inauguração da maternidade municipal com 172 leitos e serviços especializados, incluindo atendimento a violência contra mulheres, fortalece políticas sociais e de saúde.
  7. A gestão é orientada por um modelo humanizado e socialmente sensível, com foco em reduzir desigualdades e promover o desenvolvimento sustentável.
  8. O prefeito afirma que seu mandato é voltado ao trabalho contínuo e ao desenvolvimento a longo prazo, sem foco na reeleição, mas sim na construção de uma cidade mais justa e esperança.

Summary:

O prefeito Sérgio Vidigal, em entrevista especial da série "Esse Brasil é entrevista", apresenta um balanço positivo do primeiro ano de sua quarta gestão na prefeitura da Serra, destacando avanços em saúde, economia e qualidade de vida. A cidade enfrentou desafios como a pandemia e a violência, mas conseguiu reduzir homicídios para o menor índice histórico em 25 anos e melhorar o acesso a serviços, com mais de 90 serviços oferecidos online. A Serra se consolidou como o maior polo industrial do Espírito Santo, superando a capital Vitória no PIB.

Investimentos foram feitos em tecnologia, segurança, mobilidade urbana e empreendedorismo, com obras como a duplicação da BR-101 e a implantação de um centro de referência para mulheres vítimas de violência. A prefeitura também inaugurou uma maternidade com 172 leitos e serviços especializados, reforçando ações sociais. Vidigal destaca que sua gestão é baseada em um olhar humanizado, social e sustentável, sem foco na reeleição, mas sim na construção de um futuro mais justo e esperançoso para a população.

Ele destaca que 2022 será o ano da esperança, com o Brasil enfrentando uma nova onda de migração que envolve famílias, e que a solução exige políticas públicas fortes do Estado e do Federal para gerar oportunidades e segurança. A gestão busca fortalecer a participação da população, a democracia local e a qualidade dos serviços, com foco em longo prazo e na redução de desigualdades.

FAQs

Os principais avanços incluem a implantação de serviços online em mais de 90 áreas, a expansão da saúde com 39 unidades funcionando, a redução do índice de homicídios e a criação de uma maternidade com 172 leitos para gestantes e crianças.

A pandemia expôs deficiências do setor público e levou à adoção de um novo modelo de gestão humanizado, com maior uso de tecnologia e foco na comunicação direta com a população.

A maternidade oferece atendimento completo para gestantes de risco baixo e alto, com 60 leitos para risco habitual, 40 para risco alto, e serviços especializados como cirurgias pediátricas e referência para vítimas de violência.

A cidade ampliou a guarda municipal, implementou a Roma (guarda especializada) e reduziu o índice de homicídios, alcançando o menor nível em 25 anos, com menos de 25 homicídios por 100 mil habitantes.

A prefeitura investiu em ferramentas tecnológicas para melhorar a transparência, como um sistema que permite solicitar serviços, acompanhar o atendimento e dar feedback direto à administração.

Sim, a Serra tem a maior economia do Espírito Santo, com 18% do PIB do estado, superando a capital Vitória, devido ao desenvolvimento industrial e ao setor de serviços, além de novos polos tecnológicos.

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