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Entrevista a Rosario Perazolo Masjoan

24m 32s

Entrevista a Rosario Perazolo Masjoan

A entrevista com Lídia Dutra encerra uma série especial sobre mulheres inspiradoras na fé cristã. Ela compartilha seu testemunho de como superou a perda trágica do marido, dos dois filhos e de uma sobrinha em um acidente em 2008, no qual também ficou gravemente ferida e em coma. Lídia atribui sua capacidade de lidar com o luto e reconstruir sua vida exclusivamente à sua fé em Deus, que a sustentou sem a necessidade de terapia ou medicação após a recuperação física. Motivada por ajudar outras pessoas, ela registrou sua jornada no livro "Nos Escombros da Vida", escrito durante a pandemia com a ajuda de uma cunhada. O processo de escrita, que incluiu entrevistas com seus irmãos para relembrar detalhes do período em que estava inconsciente, foi doloroso mas também uma forma de processar a tragédia. Para quem enfrenta momentos de "escombros" na vida, como luto ou perdas, Lídia aconselha fortalecer a comunhão com Deus através da oração e da leitura da Bíblia, além de valorizar o apoio da família. Sua mensagem final é de esperança, focando na vida eterna e no reencontro com os entes queridos, citando versículos bíblicos que a fortaleceram.

Transcription

3406 Words, 18391 Characters

Portuguese
[Música] RTM Brasil pra todo mundo ouvir. Gente, estamos chegando ao encerramento da nossa série especial de entrevistas com mulheres inspiradoras na caminhada cristã. Neste mês que celebramos o dia internacional da mulher, né? E ao longo deste mês, ouvimos histórias de fé, mas guardamos para hoje um testemunho, gente, impactante, que exalta a soberania de Deus e a vida após o luto. A nossa convidada é a Lídia Dutra, uma mulher que viu o seu mundo desabar em um estalar de dedos. Após um trágico acidente que levou o seu marido e seus dois filhos, caiu um bebê de um mano e abruna de seis aninhos e a sobrinha Cátea de 18 anos que era como uma filha. É sobre essa jornada de dor profunda, mas de fé, esperança e reconstrução que vamos conversar agora com a Lídia. Lídia, seja muito bem-vinda a programação da RTM Brasil é um grande prazer receber você. Boatagem é um prazer estar aqui com vocês pra falar um pouquinho da minha história, o que Deus tem feito na minha história. Inclusive, gente, essa história que eu acabei de introduzir aqui né, pro nosso bate-papo, a Lídia ela escreveu o livro. Tá aqui, ó, nos escombros da sua vida. Um livro realmente muito bonito e que tem uma história, eu comentava aqui com a Lídia, antes de nós começarmos a nossa entrevista, eu falei Lídia, eu não sei se eu teria estrutura pra suportar o que você suportou, pra vivenciar o que você viveu, somente Deus na nossa vida, pra gente conseguir superar essa perda tão grande. Dois filhos, o marido e uma sobrinha, né, Lídia? Sim. É bem difícil, como eu falei pra vocês, só Deus mesmo, pra que, pra me sustentar e me fortalecer a cada dia. E como é que sugeu a ideia de você registrar toda a sua história neste livro nos escombros da vida, uma história de perdas, luto e também reconstrução? Eu, na minha vida, eu sempre gostei muito de estar ajudando as pessoas, né, então desde 2011, eu tenho feito viagens missionárias com a onge, conexão voluntária em campo e aí em 2011, que eu falei, dei um meu testemunho de como aconteceu a acidente, como estava sendo pra mim. E aí em 2011, eu comecei a falar, "eu tô falando até hoje, né, então, eu e muitas pessoas me pediam pra que eu escrevesse um livro, perdo, tô assistindo um livro, né, e eu falei que não, que eu não tinha, que só falava mesmo, falei em muitas igrejas até hoje, eu falei já em muitas igrejas, e aí quando, quando chegou a pandemia, que eu tava lá com a minha mãe, porque ele não podia sair, né, todo mundo ficou preso em casa, e aí eu vi que aquela situação, muitas pessoas estavam precisando ouvir a minha história mais ainda, né, então eu convertei a minha cunhada, a Mary, irmã do Ayutu, pra que se ela me ajudava, ajudasse a escrever o livro, né, e ela falou assim, "Não, eu ajudo", então eu escrevi tudo da minha parte, e aí nós lançamos em 2021, livro, que a minha oração foi pra que, até falei com ela, "Flemerem, a nossa história não é pra gente ganhar recursos, a nossa história é simplesmente, eu oro pra que Deus esteja abençoando aquela pessoa que esteja lendo e que ela veja, ou que o grande avós de Deus na vida dela, e que não importa se constância, que ela esteja passando, Deus, ele cuida de cada detalhe das nossas vidas." E como foi esse processo pra você escrever o livro? Eu imagino que teve momentos em que você deve ter, ficado muito triste, você deve ter chorado, em cada frase que você escrevia, em cada detalhe que você colocava no livro, como foi esse processo, Lídia? Olha, eu vou falar da minha parte, porque eu sei que a Mary, ela chorava bastante, relembrando toda a história de novo, e eu, eu tenho muitas baixas que eu escrevi depois que eu voltei do coma, porque eu fiquei em dia, eu fiquei nove dias em coma, e do período do acidente, até o período que eu estava em coma, eu não sabia de muitos detalhes. Então, aqui que eu fiz, me preparei psicologicamente, e aí eu fui entrevistar todos os meus irmãos pra poder eu ver com eles, como que foi pra eles, e saber um pouco do que tinha acontecido. E eu tenho comigo, nós somos em onze irmãos vivos, então, só teve todas pessoas que não quiserem colocar, então, a partir do momento que eu entrevistar ele, depois a gente fazer um apanhado pra colocar no livro, eu me preparava psicologicamente pra poder, porque eu já estava vendo com eles, relembrando com eles, e ao mesmo tempo, tendo conhecimento do que aconteceu no período que estava em coma, né? Então, enquanto eu estava entrevistando todos os meus irmãos, eu não chorei, só teve um irmã que eu procurei, ela começou a falar, ela fazia muitos detalhes, e aí eu ia começar a chorar, eu falei, "Não, não vou chorar, porque se não eles não vão continuar, eu preciso saber colocar no livro, né?" Mas aí quando eu chegava em casa, aí tinha dias que eu chorava bastante mesmo, e porque eu estava tendo conhecimento do que tinha acontecido aquele período, né? E eles não me falaram enquanto eu estava na minha recuperação, porque eles estavam a cada dia que eu ia me recuperando, então a gente se celebrava, cada pequenos detalhes, né? Então, aí não é porque eles não contavam porque não queria, mas é porque a gente estava também num processo de recuperação, porque eu quebrei várias coisas, não sei se você ficou sabenta, né? Eu sei que você teve traumatismo, né? Por conta do acidente, o que mais? Eu, na realidade, eu quebrei minha mão direita em seis lugares, quebrei os dois braços, o esquerdo direito, quebrei o maxlach, quebrei a clavícola, a primeira vertebra e a bacia, a vertebra e a bacia, eles foi trincada, então por causa disso eu fiquei dois meses na cama sem andar, e não podia levantar da cama, a gente viu que eu ia usar um colar cervical por causa da vertebra, né? Que foi quebrada, foi trincada, e os médicos descobriram quando eu cheguei aqui em São Paulo, porque aqui em São Paulo que eu fiz todos as cirurgias, que o acidente foi aonde? Foi entre Abricampo e Pontinova, em Minas Gerais, em Minho Assuf, que ali naquela região, né? E aí eu fiquei internada em Coma em Pontinova, e depois, quando eu voltei do Coma, minha família me entrou-se para São Paulo, que aí que eles foram fazer as cirurgias, eu fiz as cirurgias somente do braço e do maxlach, quebrei o maxlach também. Agora, muitas pessoas que nos ouvem neste momento, já tem aqui várias participações das pessoas que estão ouvindo, diante do mador muito menor, questionam a existência de Deus. Como é que foi para você lidar com um silêncio e com a pergunta, por que eu? Por que a minha família, nos primeiros dias que você teve a informação do que havia ocorrido? Na realidade eu fiquei sabendo de toda a história do que aconteceu aqui em São Paulo, minha família me transferiu, o acidente foi de 15 de janeiro 2008, e eu cheguei aqui em São Paulo, dia 25 de janeiro, que eu voltei do Coma, então eles transferiram para cá, e para ficar mais perto da família, e aí depois de três dias que os médicos deixaram minha família contar, porque primeiro eles queriam saber como que eu estava na minha situação, para depois contar. Então, aí eu lembro que foi meu cunhado, meus dois cunhados, Luciano e Vandro, e o meu irmão, o Heroneudo, que a gente chama, ele dído, que foi contar para mim, o que tinha acontecido, eu estava na outei ainda, e com uma equipe médico eles contaram para mim, E para até hoje que eles concluem. que me perguntaram para mim que tinha acontecido, que o Aetor não estava aqui, né, as crianças, porque eles tinham falecido, que eu estava junto também, por isso que eu estava no hospital. Então, e aí eu lembro de a única frase que eu falei. Eu falei assim, é, eu sei que agora eles estão com Deus. E depois disso, era muitas medicações, aí eu operei somente do braço e do máxilar. E aí eu estava sendo muito medicada. E às vezes eu chamava eles, mas era muito engraçado, que ao mesmo tempo que eu chamava o Aetor, eu sabia que ele não estava lá porque ele estava com as crianças, né. E aí depois da severgia dos braços, que aí eu acabei ficando mais tempo acordada, né. E eu lembro que eu falei para Deus na cama do hospital ainda, eu não podia falar, porque eu estava com a boca travada, porque eu perei ao Aetor. Eu quero uma cela, né, eu tenho que colocar. E eu lembro até hoje que eu estava na cama e eu falei para Deus, eu falei Deus, eu não sei, e por que o pra quê que o senhor. Pra quê aconteceu isso? Mas eu sei de uma coisa, que o senhor me deixou aqui pra que eu viva. Então eu vou continuar a viver, um rádio e clorificar o teu nome. E é isso que eu tenho feito hoje. Eu acho que eu acho que eu tenho certeza que é isso que tem me fortalecido a cada dia. Então tem muita gente que. Não. Tem muita gente que pergunta pra mim se eu não fico brava, se eu não fico revoltada, porque aconteceu isso. E eu falo que sinceramente eu lidea, porque eu sei que cada um é diferente, né, dos pensamentos. Eu nunca falei isso porque aconteceu, eu não fiquei revoltada. Eu sei que Deus era o dono da vida deles. E eu sei que Deus permitiu que eles vivem aqui o tempo que Deus preparou pra eles. Até o Caio, ele só tinha uma corrisada, não tinha um anete há nove meses. -Nove meses. -Nove meses. Então até o Caio. E eu conduçou e eu estava lá na mesa, lá na cama, do hospital ainda. O que que eu fiz? Eu agradeci a Deus. Porque ele me deu uma família durante oito anos. Ele permitiu que eu formasse uma família junto com a Iutu. Ele permitiu que eu fosse mãe do Caio e da Bruna. E que estava cuidando também da Cacha. E eu falei assim, eu sei que Deus, se ele quisesse, ele teria me levado, porque Deus é o dono da minha vida. Mas Deus me deixou aqui pra que eu vivam, né? Então eu vou continuar vivendo pra um reclore dele. -Inclusive, tem várias participações aqui, eu não vou conseguir ler todas. Mas o que é do registro aqui, a participação do Albert Bon Salves, ele escreve o seguinte, boa tarde, cagar tudo bem, basa todos, tem uma pergunta, ela acabou de responder, mas era do viladeiro. E quando a irmã recebe a notícia do acontecido, qual foi a reação? Houve um questionamento a Deus, teve aquele embate, ela acabou de responder aqui pra gente. Mas eu quero que registrar sua participação, Albert, o Newton, ele está em interlagos em São Paulo, o Albert não falou aqui, da onde ele é, mas deve ser São Paulo, prefixo do telefone dele 11. E o Newton, ele está aqui em interlagos, está aqui perto da gente, ele escreve o seguinte, boa tarde, cagar, boa tarde pra querida lídia, eu tentei pensar só um pouquinho na sua dor e confesso que não aguentei na dor, só de pensar, me faltou palavras para descrever, tamanho ador. Quando você escreveu livro, né? Esse livro nos escombros da vida. Qual foi o processo pra você fazer esse livro, ou seja, comventou aí das entrevistas, conversou com as pessoas, bateu um papo? Agora, a pergunta que acho que muita gente faz nesse momento, te ouvindo é qual foi a importância da sua fé no seu processo de reconstrução? A gente falou de escombros quando eles estavam escombros, é porque foi demolido, ficou tudo aquilo ali, então você tem que retirar o escombro pra se fazer algo novo. Como é que foi esse processo, lídia? Na realidade, eu falo, e eu falo pra quem quiser ouvir independência livre Angélica, que eu sei lá no évongélica, eu falo que se não fosse Deus na minha vida, eu não sei o que seria de mim. A minha oração desde quando eu voltei do coma, quando eu soube de tudo, e eu estava na cama do lá no hospital, eu orava pra Deus e pra que ele me consolasse, me confortasse a cada dia. E a minha família também foi muito fundamental, foi fundamental pra mim, pra minha recuperação, alguns amigos, né, mais chegados, que irmãos assim, né? Mas chegados também foi fundamental pra minha recuperação, mas se não fosse Deus na minha vida, eu não sei o que teria sido de mim. Hoje graças a Deus, eu não precisei fazer terapia, não precisei fazer passar, tomar remédio, só tomava lá no hospital com calmão deezinha, porque às vezes meus irmãos, como eu queria mexer, às vezes eu queria falar, então eles achavam que eu estava meio agitado, então eu rava um calmão deezinha no hospital somente. Mas depois que eu saí, eu nunca precisei tomar nenhum calmão, nem passar pro terapia, nem nada, e não porque eu não acredito nisso. Eu sei que Deus eu dão pra essas pessoas ajudar, que muitas pessoas que muitas vezes não reconhecem que precisa de ajuda. E eu perguntei pra minha família, os meus irmãos, né? Eu perguntei pra eles que se eles achavam que eu estava precisando de ajuda, eu estava ainda na cama, porque eu fiquei mais de dois meses sem andar, eu tive que aprender tudo de novo, eu não ia aprender a falar, aprender a comer, aprender a andar, e principalmente aprender a viver sem a presença deles. Então eu perguntei pra eles se eles achavam que eu estava precisando de ajuda. E eles falaram que até o momento eles achavam que não, porque eu falei pra eles, "Fleinão, eu sei que está muito difícil, mas Deus está me consolando, me confortando, assim como está me confortando também eles, né? Porque eles também estavam vivendo luta de 4 da família." E aí eu falei pra eles, "Fleinão, se vocês perceberem que eu estou precisando de ajuda, vocês me falam porque eu sei que Deus eu dão pra essas pessoas pra realmente pra poder ajudar quem está precisando. E muitas vezes tem pessoas que não reconhecem que está precisando de ajuda. E eu falei assim, se vocês checarem e me falarem, eu com certeza eu vou procurar ajuda. Porque aí muitas vezes a pessoa não consegue enxergar, né? Que ela está precisando de ajuda." Às vezes a grande maioria passa por isso, né? Às vezes ela não quer enxergar, às vezes até uma válvula descape ou até mesmo uma proteção dela, não estou precisando de ajuda. Líde, há até em tanta participação, tanto o carinho aqui dos nossos ouvintes, aqui quem está com a gente, o caduuno de ele, é o Sebastian Roth, ele está em Mania Sul, Manio Assul, Minas Gerais, está falando que seu testemunha lindo, né? E que você testifica aí o que o Senhor tem feito e o que Ele faz com o seu depoimento com a sua história. Os ecarlos aqui, ele está curtindo a gente também e falou, "Olha, eu gostaria muito ouvindo a entrevista, estou gostando de mais e queria muito ganhar o livro, está concorrendo, está zero." "A Maria Raimunda mandou um áudio, não consigo ouvir o áudio agora, está Maria?" "A Michel Gomes está ouvindo a gente, vou colocar cá que se tem de a entrevista." Falei, "Tá bom, pode deixar." O Gomerciando, ele está em penápolis em São Paulo, também está ouvindo a gente e ele até mandou aqui uma figurinha resumindo tudo. Força, foco e fé. Agora, Lídia, provinte que acompanha a gente neste momento. Ele que nos ouve agora e sente que a sua vida também está em escombros, seja por um luto, por um divócio, ou até mesmo por uma falência. Qual é o primeiro passo? Qual dica que você daria para se iniciar a reconstrução, para se retirar os escombros e reiniciar esse processo de reconstrução? Eu vou falar o que eu fiz para mim. E eu acredito que a partir do momento que a gente fortalece a nossa fé em Deus, Deus acaba nos sustentando, nos fortalecendo, nos ajudando em todos os momentos. Às vezes a gente acha que a gente está sozinho, não tem ninguém, que tudo vai acabar, mas eu vejo que tudo é reprendizado na nossa fé. nossa vida. E a nossa fé em Deus é fundamental para que a gente consiga passar por todos os desafios que a gente tem em nossa vida. Eu louva Deus porque desde pequena eu sou evangélica desde pequena, minha mãe e todos os ensinamentos que minha mãe e meu pai me deram e eu fui fortalecendo ainda mais na adolescência, na amocidade e eu vejo que tudo que eu aprendi nesse período foi fundamental para que eu conseguisse passar por tudo isso. Eu não sei quem está me ouvindo, eu não sei a dificuldade que cada um está passando, os desafios, mas eu sei de uma coisa. Se você fortalecer a sua comunhão com o seu Deus, que é fundamental a gente orar, a gente leia a Bíblia que Deus fala cada dia conosco, a cada leitura que a gente faz da Bíblia, Deus ele fala conosco. E eu sei que Deus ajude a ajuda cada um que foi isso que me fortaleceu, a minha fé no meu Deus. A família também é fundamental porque muitas vezes a gente esquece da família, às vezes eu até falei sábado no evento, né, sobre família. E eu falei, "O conta minha família foi importante nesse período, porque muitas vezes a gente quer ficar calado, quer ficar quieto." Mas a nossa família é a nossa base também, além de Deus. E que eles nos ajudei, eu falo que se não fosse Deus a minha vida, não fosse a minha família me ajudando, me apoiando, me dando suporte, eu não estaria aqui não. Pois é, e que linda história, que testemunho, que pena que o tempo passa rápido demais, a gente queria dar uma segurada no relógio. Se fosse de ponteira, a gente segurava, né, travava o relógio, aqueles despertadores antigos, de campainha, aquele que fazia um barulho quando a gente acordava, a gente consegue travar a segura. Mais no digital, a gente não consegue parar. O Lídia, para quem quiser conhecer o seu trabalho, como é que ele pode, o ouvinte pode adquirir o seu livro? Pode entrar em contato comigo pelo meu WhatsApp 11999855. Repete para a gente, Lídia. 119998575. Ou então, pode, na Amazon, tenho o livro lá, na Amazon, a gente entrega pelo correio aqui dentro do Brasil e tenho digital também. Eu quero que agradecer a participação da Lígia Dutra, ela que é a autora do livro nos escombros da vida, onde relata a história da sua família marcada por perda, sluto, fé e reconstrução. Lídia, muito obrigado pela participação e até uma próxima oportunidade. Obrigada. Tenho tempo de deixar uma mensagem? Claro. Um texto que me fortaleceu muito, todo no começo, para viver isso, ela em segundo quarenta e quatro, de 16 a 18, que diz assim, pelo contrário, mesmo com nosso homem exterior se corrompa. O nosso homem interior se renove de dia em dia, porque a nossa leve, mama e tenea, tribulação. Produço para nós eterno peso de clore, acima de toda a comparação, não atentando nós nas coisas que se vêm, mas nas coisas que se não vêm. Porque as que se vêm são temporais, vamos passar. E as que se não vêm são eternas, e o meu consolo maior é que eu não vejo a hora de ver a minha família, encontrar a minha família lá no céu. A gente, ó, essa entrevista teve a produção de Michel Gomes, no corte de câmera. Giovanni Henrique, a apresentação de Kakarrodrigues e a realização da RTM Brasil Lídia, mais uma vez muito obrigado e até o próximo programa.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Lídia Dutra perdeu o marido, dois filhos pequenos e uma sobrinha em um acidente trágico em 2008, ficando gravemente ferida e em coma por nove dias.
  2. Sua fé em Deus foi fundamental para superar o luto e a dor, sem recorrer a terapia ou medicamentos após a alta hospitalar.
  3. Ela escreveu o livro "Nos Escombros da Vida" para compartilhar sua história de perda e reconstrução, com o objetivo de ajudar e fortalecer outras pessoas.
  4. O processo de escrita envolveu entrevistas com familiares para reconstituir os fatos, sendo emocionalmente desafiador, mas terapêutico.
  5. Lídia enfatiza a importância da fé, da oração, da leitura da Bíblia e do apoio familiar como pilares para reconstruir a vida após uma grande tragédia.

Summary:

A entrevista com Lídia Dutra encerra uma série especial sobre mulheres inspiradoras na fé cristã. Ela compartilha seu testemunho de como superou a perda trágica do marido, dos dois filhos e de uma sobrinha em um acidente em 2008, no qual também ficou gravemente ferida e em coma. Lídia atribui sua capacidade de lidar com o luto e reconstruir sua vida exclusivamente à sua fé em Deus, que a sustentou sem a necessidade de terapia ou medicação após a recuperação física.

Motivada por ajudar outras pessoas, ela registrou sua jornada no livro "Nos Escombros da Vida", escrito durante a pandemia com a ajuda de uma cunhada. O processo de escrita, que incluiu entrevistas com seus irmãos para relembrar detalhes do período em que estava inconsciente, foi doloroso mas também uma forma de processar a tragédia. Para quem enfrenta momentos de "escombros" na vida, como luto ou perdas, Lídia aconselha fortalecer a comunhão com Deus através da oração e da leitura da Bíblia, além de valorizar o apoio da família.

Sua mensagem final é de esperança, focando na vida eterna e no reencontro com os entes queridos, citando versículos bíblicos que a fortaleceram.

FAQs

Lídia Dutra é uma mulher que perdeu o marido, dois filhos e uma sobrinha em um acidente trágico. Ela compartilha uma jornada de fé, esperança e reconstrução após uma dor profunda.

O livro se chama 'Nos Escombros da Vida' e relata sua história de perda, luto e reconstrução. O propósito é abençoar os leitores, mostrando a soberania de Deus e que Ele cuida de cada detalhe.

Ela se preparou psicologicamente e entrevistou seus irmãos para relembrar detalhes do período em que esteve em coma. O processo foi emocionalmente desafiador, mas necessário para registrar a história.

Ela afirma que nunca se revoltou, crendo que Deus é o dono da vida. Em meio à dor, agradeceu pela família que teve e decidiu viver para glorificar a Deus.

Ela destaca que, sem Deus, não saberia o que seria dela. A fé e o apoio da família foram fundamentais para sua recuperação, sem necessidade de terapia ou medicamentos contínuos.

Ela recomenda fortalecer a fé em Deus através da oração e leitura da Bíblia, além de valorizar o apoio da família. Acredita que a comunhão com Deus é essencial para superar desafios.

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