O episódio aborda a intimidade no relacionamento como um conceito amplo, que vai muito além do sexo físico. A presença de confiança, comunicação e respeito é essencial para que o ato sexual se torne saudável e prazeroso. O pastor Jairo e a convidada Débora destacam que a sociedade historicamente separou corpo e emoção, gerando estereótipos que prejudicam casais hoje. A Bíblia, por outro lado, oferece um modelo equilibrado, onde homem e mulher têm liberdade e dever para se desejar e se relacionar. O desejo é apresentado em dois níveis: espontâneo (no início do relacionamento) e responsivo (quando o parceiro conquista o outro). A educação sexual saudável, fundamentada nas ciências e na Bíblia, descompõe os mitos, promove a autoconsciência e reduz o medo. A atividade sexual é um exercício físico e emocional que fortalece o coração, combate dores crônicas e pode ser um sinal precoces de problemas cardíacos. O episódio enfatiza a importância de conversar com o parceiro sobre frequência, horários e formas de intimidade, transformando o sexo em um momento de conexão, não de obrigação. A mensagem final é que o crescimento emocional e físico, sem julgamentos, é essencial para um casamento de verdade, e que a igreja pode ser um espaço seguro para falar sobre esse assunto com liberdade e sabedoria.
porque a gente não pode pecar, errar, né? Pecado no sentido do erro.
É, em fazer sexo mal feito.
E o sexo pode ser muito bem feito, mesmo que ele seja uma rapidinha.
E ele pode ser muito mal feito, mesmo que ele demore um tempão.
Bem-vindo a você que é um inversor.
Uma vez a gente está aqui hoje para bater aquele bate-papo gostoso.
A bateu bate-papo, né? Muito bem.
Já chega a primeira e a gente já começa a sejeito, é normal.
Como a gente não tem nenhum corte, você está acostumado com os nossos memes que surgem naturalmente.
Não se bate-papo, fica um para você bater o bate-papo.
Mas que bom que você está aqui com a gente.
O tema de hoje é importantíssimo.
E tem muita gente que confunde as coisas.
Porque afinal de contas, intimidade no relacionamento,
está sendo reduzido simplesmente a sexo.
Só que intimidade é muito mais do que isso.
Tem ave com confiança, tem ave com comunicação, tem ave com segurança.
E a gente vem hoje, no inverso, naquele, justamente nessa conversa nossa,
que vai na contramão do mundo para colocar coisa no eixo.
E a gente tem gente muito especial aqui hoje para a gente conversar.
Que legal. Uma benção tá aqui com vocês.
Eu, diante a mão, quero dizer que eu tô me sem privilegiado.
Eu tenho gente que é especialista no assunto aqui hoje.
Gente que é mais conhecida, pessoalmente, por mim.
Gente que é mais conhecida do público.
E nós agradecemos por tudo isso, que bensam.
Olha, eu vou deixar, eu vou fazer o inverso hoje.
Eu vou deixar as damas para depois.
Mas queria apresentar aqui meu amigo, na verdade é o seguinte.
Aqui no inverso, a gente não apresenta os convidados.
Os convidados se apresentam e a gente tem privilégio aí
de receber o pastor Jairo.
O pastor Jairo é um figura carimbadíssima.
É um cara experiente e que tá numa área importantíssima da igreja.
Quem é o pastor Jairo? Fala pra gente.
Ministério do pastor Jairo, família do pastor Jairo.
Conta pra gente um pouquinho, pastor.
Pastor, a alegria tá aqui com você e com todos os que acompanhem o inverso.
Eu estou no Ministério só há 35 anos.
Me formei em 1990.
Trabalhei 15 anos na educação adventista.
Sobrei do de um campo só.
Sempre estive na Paula Estana, esses 35 anos.
E ali eu costumo dizer eu era feliz e sabia
que eu gostava muito de cabelania.
Depois fiquei 17 anos no distrito pastoral.
Esses últimos 3 anos estou no departamento na Associação Paula Estana.
No Ministério da Saúde.
No Ministério do Homem, que acabou de nascer.
E a minha paixão, o Ministério da Família.
Tive o privilégio de 2024 terminar um doutorado na área de família que eu gosto dessa área.
E também tem uma após graduação interapia familiar sistêmica.
Então tenho atendido a igreja nessa área de família é a minha paixão.
Que legal pastoral.
E a família?
A sua.
A minha família.
Nós somos a família Jotas.
Jotas?
É.
Sou o Jairo.
A minha esposa é a Jóice.
Tenho o Josoé, que é o mais velho de 26 anos.
E o Jairder de 24 anos.
E eu tenho uma menina.
E não começa com Jota.
O nome dela é uma sugestão para quem não tem fílios e quer ter uma menina.
Se chama vasectomia.
O meu pai é né.
Nasceu 7 meses depois do Jairo.
Nós temos algo incomunda depois do começo.
Que bom pastor, bem vindo aqui ao nosso inverso.
É um privilégio recebê-lo aqui.
Foi um privilégio conhecê-lo na Paula Estana.
Que legal saber da sua trajetória.
São poucos pastoros que conseguem passar o ministério todo praticamente.
Não falar todo porque o senhor já tem uma caminhada.
Tudo pode acontecer.
Pastor Jairo, você sabe disso.
Mas o senhor é feliz e sabe.
E eu entendo.
Você trabalha com amigos meus ali.
Pastor Samuel.
Vivã.
Pastor Ronaldo.
Pastor Dídio.
São amigos amigos.
Eu posso ter esquecido de alguém me perdoe se você está assistindo agora.
Mas que bom, pastor.
Que bom.
Bem vindo ao inverso.
Meninas.
Meninas.
Só pra dizer que pastor Jair estreia.
Então se você nunca tinha visto pastor Jairo aqui.
É por isso.
Pra ser Jairo ainda a primeira vez.
Quem vem a primeira vez, ganha a caneca do inverso.
Lá embaixo vai estar um presentinho preparado para o senhor.
E para a nossa convidada, ele é animelo.
Que bom, ele é anim.
Que benção.
Que deu certo você estar aqui com a gente.
É uma agenda dessa sua, assim, que é um lotadíssima.
Mas conta um pouquinho pra gente.
Acho que a maioria dos nossos inverses conhece você.
Mas fala um pouquinho de animelo pra gente.
Então eu sou Elean e Melo.
Sou casada com Jairo.
E o Melo vem dele.
E tenho dois filhos.
A verdade é um casal.
O Victor e a Lara.
O Victor tem 19 anos.
A Lara tem 16.
E eu tenho trabalhado a 20 anos com sexualidade.
Então desde o iníciozinho, ali da minha formação,
eu já comecei a trabalhar com sexualidade.
E tem sido muito bom esse tempo todo falando sobre sexualidade.
E vendo a igreja despertar em relação ao assunto,
levar a cada pessoa em todos os níveis.
Então a gente percebe hoje que a gente tem uma preocupação de falar
sobre sexualidade com o solteiro, com o novo, com o casado,
com o divorciado.
Então é muito bom podermos levar essa sexualidade saudável.
E nesse caminho eu sou fisioterapia utapêl,
vica sou psicóloga, especialista em saúde da mulher,
em interapia cognitiva sexual.
E aí vamos trabalhando com sexualidade.
E eu amo o que eu faço, amo poder falar sobre esse assunto.
E é um traseiro, tá aqui com vocês?
Que legal, que legal.
Muito bem-vindo, Elehane. Muito bem-vinda.
Tem muita gente que já fez os cursos dele-ana aí na internet.
Já assistiu muita palestra com Elehane.
Pastor Jair acabou de me falar que Elehane é convidada
dele para um evento daqui uns dias também, né, pastor?
Sou fã de carteirinha, ela tá com livro ali, eu também.
[risos]
Muito legal, muito legal.
Uma das suas alunas tá aqui com a gente que é a Débora.
A Lua Vipe.
[risos]
A Débora já fez dois cursos seus, inclusive, né, amor.
E continua prendendo toda a oportunidade, né?
Eu já chamei a Débora de Amor antes de você me julgar,
que talvez nunca tenha visto a Débora por aqui.
A Débora me esposa.
Débora também é uma apaixonada pela área,
tem estudado bastante dedicado a essa área também,
da intimidade, da sexualidade,
da terapia.
Então, mas fala um pouquinho da Débora por gente.
[risos]
Então, só a Débora esposa do pastor Richa,
de mãe da Maria Luisa, da Manuela.
Maria Luisa tem 21, Manuela tem 18.
Não temos mais crianças também.
E. E fui a luna dele.
Eu digo que sou, tá, Elehane?
Uma admiradora sempre aprendendo muito
e fica tão feliz que Deus levante pessoas
como levantou sua vida, né?
Para ministrar nesse assunto que é nossa, meu Deus,
como a gente precisa.
E também gosto muito do assunto,
tem estudado muito sobre isso.
To estudando terapia familiar sistêmica, pastor.
[risos]
E. me especializei também a conselhamento,
minha formação de origem pedagogia.
Então, tudo na área de educação,
família, relacionamento, a gente ama muito.
Legal, legal.
A Débora cuidou durante cinco anos
das áreas de Afan,
ministrar da mulher, ministrar da criança,
ministrar da adolescente,
na União Central de brasileiro no Tocantins.
Então, lidou bastante com isto diretamente também.
Nosso ministério distrital,
sempre foi pautado na questão da família.
Tivemos vários oportunidades de aconselhamento,
grupos de aconselhamento, inclusive.
E foi uma grande bensa.
Bom, vamos dar início a nosso bate-papo
e nada começa nesse programa aqui,
nesse bate-papo sem uma tal de caixa.
Vocês tiveram a oportunidade de assistir algum episódio?
Débora já acostumou, já estou acostumado.
Só para vocês entenderem
vocês estão estreando com a gente aqui.
Eu não sei o que está na caixa.
Em dia de inverso, tem uma sala em baixo
que é proibido da escritão.
Minha foto, em uma parja vermelha,
assim, para não entrar.
Hoje de manhã me chamaram ali para dar um recado
e eu falei, "Posso entrar?" Não.
Só até aqui.
Mas lá vem a caixa, eu vou chamar Jacque.
Jacque vem para cá.
Vamos ver o que foi preparado para a gente.
Nessa caixa é a caixa misteriosa.
Olha, gente.
Dá uns fruna barriga aqui.
Veja, eu já passei uns apúlicas à caixa aqui.
Mas é sempre próprio, sempre bom para o tema.
Então, nossos primeiros insights
que vão vir de vocês, não de mim.
Os primeiros insights vem da caixa.
Vamos ver o que tem.
Vamos lá ver o que elas prepararam.
Ai, ai, ai, ai, ai.
Pires e chiclinhas.
E aí?
Dá para ter insight com essa chica
para falar do nosso tema, não.
Sobre intimidade no relacionamento.
E aí, o que vocês fazem?
A primeira coisa que vem, amente, é mesa.
a milha, reunião íntima, quando eu olho um píris e uma tíquera foi a primeira
primeira coisa que me veio. Um momento gostoso que você está ali aproveitando,
desfrutando, tomando uma coisinha gostosa quentinha.
Chocolate quente. Nesses dias de frio eu me esposo a gente gosta chocolate quente.
A gente me idade, está junto. Me parece uma coisa meio lar,
meio íntima mesmo, acolhimento.
Esse quesinho de acolhimento, caputino não, pastor.
Não um curto, esse café inado.
Hoje tem tudo, desse jeito, né, pastor? Tem cafés, café inado,
tem cerveja sem álcool. Esse já traz, descobri um vinho desalcolizado.
Daqui a pouco vou achar um pouco de porca inado para as pimentas.
Mas está bom, legal, eu também acho acolhimento.
Eu sou o último a falar e devo falar pouco, inclusive,
porque a gente tem pouco tempo para desfrutar a presença de vocês.
Mas aí gente, afinal de contas, esse assunto, intimidade no relacionamento.
Você vê tudo que a gente falou aqui, não tem nada a ver com intimidade física.
Tudo que vem na nossa mente, no nosso coração olhando aqui,
não é sobre intimidade física.
Porém, são coisas que só são possíveis se a gente tiver intimidade.
Sim, eu costumo dizer que todo o relacionamento,
ele precisa de intimidade, de conexão, de respeito.
E você estar bem, nesses aspectos,
te leva para um intimidade sexual, saudável,
onde você se sente a vontade, onde você sente bem.
Então, com certeza, se a gente tem um ambiente de intimidade,
de respeito, de comunicação, de carinho,
a gente vai ter uma preparação melhor para o que é mais íntimo
no relacionamento conjugal, que é o ato sexual.
Então, o ato sexual é uma continuação.
É um aprofundamento dessa intimidade.
E é bom a gente saber que Deus preparou tudo isso.
Porque, sim, foi o nosso Deus que nos criou seres sexuais,
e ele deixou para dentro do casamento essa intimidade que é mais profunda.
E não existe um prazer maior também.
Então, é muito bom você estar com a pessoa, se tornar íntima,
conhecer o outro, conversar, ter a ficar à vontade,
amadurecer para um relacionamento, casar,
e saber que pode desfrutar dentro do casamento,
do que é mais íntimo e mais prazeroso.
Então, é muito bom.
Agora, eu queria fazer um. Vou dizer que é um contra ponto,
geralmente quando eu estou nas igrejas fazendo minha agenda de departamental
pela manhã eu prego sobre família, casamento,
e a tarde eu chamo os casais do distrito,
e o tema que eles mais gostam de falar,
e a gente conversa, é sobre sexualidade.
E a gente gosta desse tema, vai estudar,
e eu li um artigo do Jornal El País,
que me chamou muita atenção.
Porque, às vezes, essa questão da intimidade,
da sexualidade, eu costumo brincar
que a gente fala muito e pratica pouco.
Porque também tem, agora, estudos apontando que casais,
e aí, casais que vivem bem, que se dão bem,
que têm agendas maravilhosas, filhos pequenos,
estão deixando de ter relacionamento sexual.
Então, é uma contra mão,
porque a gente pinta um quadro, que é assim,
ressentimento, briga, finança,
onde vai pocar na cama.
Mas o que me chamou a atenção é,
que existem, agora, um grupo de casais
chamados "assexuados".
Quando chega na rotina da vida,
muito estresse, muita atividade,
às vezes, o cara tá fazendo NBA e chega tarde em casa,
a outra também no trânsito,
quando chega em casa, olha um pro outro, olha a mão.
Vai dar, eu te amo, a gente se gosta,
mas acabam vivendo uma vida longa,
sem a sexualidade dentro do casamento.
Então, às vezes, a gente tem um certo mito na sociedade,
que, cara, vendeu um penil, põe uma mulher seminua,
então, uma sociedade sexualizada,
mas a gente também tá vivendo um momento
onde está a usente a questão da intimidade sexual.
É verdade, e a gente entende
todo esse movimento que o senhor explicou muito bem
pela história da sexualidade.
Então, quando a gente olha para a história da sexualidade,
a gente vai perceber que nós tivemos ali
entre o ano 500 e o ano 1.500 mil anos de repressão sexual.
Então, nesses mil anos de repressão sexual,
que, sim, perpa a sua questão da religião na época,
nós vamos perceber o quê?
Que nesses mil anos se separou.
Então, a gente teve uma separação do que é a parte física
e do que é a parte emocional.
Então, Santo Agustinho, por exemplo,
ele é um escritor, um filósofo de muita projeção
que ele deixa isso muito claro.
Então, o que é bonito no casamento?
É a comunicação, você poder procrear e ter filhos,
mas a questão da intimidade enquanto prazer sexual
foi virou meio que um aprende-se desse casamento.
Então, hoje, eu sempre digo que depois dessa história
toda de separação, do físico e do emocional,
a gente tem uma missão.
E a nossa missão é fazer com que o relacionamento
que é apresentado na Bíblia,
ele volte a acontecer nas nossas casas.
E esse relacionamento, ele vai unir o físico
e o emocional, que são os dois grandes pilares.
E aí, a gente olha pra essa sociedade do cansaço
e a gente percebe que essa sociedade do cansaço
ela sempre vai abrir mão da questão sexual.
Por quê? Porque nós fomos educados em uma sociedade
onde que pra nós nos relacionarmos sexualmente
tinha que estar tudo perfeito.
Então, eu precisava ter um corpo perfeito,
eu precisava ter um relacionamento
que foi maravilhoso naquele dia,
eu precisava estar descansada.
Então, são uma lista tão grande,
é uma lista tão cheia de se isso,
se aquilo, se aquilo outro,
que muitas vezes eu chego no final do dia
e eu olho pra aquela lista e eu falo,
não alcancei hoje, vamos dormir.
E aí, a gente vai negrejeenciando
um das áreas que é importantíssima na nossa vida.
E quando a gente olha, por exemplo,
pra definição de saúde sexual,
a gente vai perceber que a saúde sexual
ela vai ser alcançada
quando você tem também qualidade de vida,
quando você tem saúde física,
quando você tem saúde emocional,
e a saúde emocional,
a saúde física vão ser impactados também
pela forma como você vive a sua sexualidade.
E aí, a gente tem um terceiro ponto
que é a indústria sexual.
E aí, a indústria sexual reforça
todos esses estereótipos
que nós deveríamos, então, ser essa perfeição
e que nós somos insuficientes.
Sempre que eu falo de indústria sexual,
eu gosto de trazer esse termo.
A indústria sexual, como ela quer vender,
ela vai vender em cima da sua insuficiência.
Então, você não é bom o suficiente,
você não é bonito o suficiente,
seu corpo não funciona rápido, o suficiente.
E aí, ela vai arrumar
um resultado pra ativender ali.
Então, nós temos que ter muito cuidado nesse universo.
Isso tem muita coisa vender notimamente, né?
O povo dá um jeitinho pra tudo, né?
Tem coisa que nem funciona, mas tudo bem.
É uma paradoxo, uma inversão de valores.
A questão é complexa, mas eu fico pensando
essa separação do emocional do sexual,
colocou o sexual lá no lado da coisa errada.
Então, o que é físico, que é prazer físico,
é pecaminoso, é da carne.
E aí, a indústria cria saídas
pra isso de forma muito rápida,
muito simplificada,
porque é muito mais complexo, realmente.
Eu queria uma complexidade pra você se relacionar com marido com a esposa,
mas você vai precisar de alguma forma ter um orgasm,
de algum jeito, em algum momento.
Então, usa isso aqui, ó, esses elementos, essas imagens,
essas esses aparelhinhos, essas coisinhas,
ali via-se fisicamente
e deixa pra esposa, pro marido, o que é santo,
o que é emocional,
e essas crianças, essas ideias,
vão enchendo a nossa cabeça
e são vilões da vida sexual, né?
Vocês falaram sobre principalmente a Helena de Abra,
citaram agora essa questão do peso
que muitas vezes a entenda sexual é encarada, né?
Não é todo.
não é tão agostinho que você citou nos principais teólogos, não só filósofos,
filósofos cristãos icatólicos, advogava a teologia do pecado original, que foi o sexo,
o pecado lá no edem, então é muito provável que isso aconteça, aí você tem essas viradas de chave,
acho que uma pessoa que virou a chave no nível público e nas redes sociais foi o Claus do Arte,
por exemplo, vou voltar para aquilo que o pastor Jair falou aqui agora, o Claus do Arte mesmo dizia,
quando faz parte da pareça dele, assim, esses jovens acho que vão casar e vão fazer bastante sexo,
casas para você ver, e uma pena que essas coisas vão tomando espaço na nossa mente, né, é um perigo,
na verdade, porque quando eu começo a olhar os estereótipos, a gente tem a construção do estereótipo,
enquanto questões que a gente vai observando na sociedade, só que eu pego esse estereótipo e eu
generalizo, e eu levo para um universo onde eu tenho um destaque de fala, que compromete, por exemplo,
a principal, o núcleo da sociedade que é a família, então se os meus jovens hoje, eles já começam
escutando que casa para ver se você vai fazer sexo ali, eu não vou perder esse tempo, eu vou começar
logo antes para dar um jeito, então isso é muito perigoso, e a gente tem uma teologia perigosa,
e eu preciso pontuar aqui que nós temos muitos estudos na área da psicologia que eles surgiram ali
na década de 60, e que a psicologia naquele momento era uma psicologia que queria compreender
e classificando, isso é importante para a gente, porque quando eu quero entender classificando,
eu vou dizer assim, homens são assim, mulheres são assado, e é daí que surgem números livros que
serviram como nossa básica cristã brasileira, por exemplo, homens são de Marte, mulheres são de
menos, homem é fugão, hagas, microondas, mulher é fugão, a lenha, então vem de uma concepção que
dividiu ali homem e mulher, e colocou cada unha, um terreno classificatório, e generalista,
isso foi muito prejudicial para nós, porque a gente começa a entender que enquanto séries
pensados, idealizados, formados por Deus, Deus criou seres humanos, criou seres humanos e se tem uma
característica do ser humano, e eu volto a pontuar, é a questão emocional, é física, só que o que
acontece na sociedade? Eu pego essa sociedade que lá em 1960 foi colocada, foi classificada, e aí eu
trago para essa questão da vida sexual, entrando na intimidade, e aí eu coloco para o homem, a resposta
que é física, a resposta que é rápida, e eu tiro do homem, o lado emocional, e aí eu vou para a
mulher, e aí eu coloco na mulher o quanto ela é emocional, o quanto ela é afetiva, e aí eu tiro
da mulher a parte física, então eu tenho aqui muitos prejuízos, então quando eu venho e eu reforço
estereótipos, eu coloco para essa mulher que já foi educada socialmente, Deborah Sable, eu bato
nessa questão social, tempo todo, porque a gente precisa trazer a questão bíblica, mas aí eu vou
para o social, e eu vou ver, por exemplo, mulheres que vão ficar, vão falar assim, poxa,
Leanne, mas eu queria um carinho, ela tá certo em querer um carinho, claro, ela tá certo em querer um carinho,
esse marido, ele precisa aprender a oferecer carinho para ela, claro, ele precisa oferecer carinho para ela,
só que quando eu vou para o estereótipo, a gente tem o público comum chegando para a gente falando assim,
mas todo homem é assim, mas toda mulher é assim, só que nós não estamos dentro do cristianismo para
sermos assim, nós estamos dentro do cristianismo para entendermos o que que Deus quer para nós, o que
que Deus idealizou para nós, e eu costumo dizer, nós enquanto cristãos, a gente vai precisar entender o
seguinte, eu tô no processo de crescimento diário, eu vou crescer diariamente, então dentro do cristianismo,
eu também aprendo a me relacionar melhor, eu também aprendo a quebrar estereótipos, eu também aprendo
que eu sou muito emocional, mas que eu negligenciei uma parte importante que Deus colocou em mim, que é o físico,
os homens, eles olham e falam assim, nós se eu sou muito físico porque eu fui ensinado assim, mas agora eu aprendo
a ser o que é emocional porque foi assim que Deus me criou, muito legal, agora eu penso também o seguinte, esse equilíbrio,
eu queria até jogar uma pergunta aqui para a gente pensar, nós somos iguais,
esses estereótipos, mas o que é que a gente é diferente, não somos diferentes também, e então, porque quando
traz o ponto de vista da Bíblia, vou usar um texto bíblia, eu uso o que eu acho sensacional, que é justamente o Deus
mostrando esse equilíbrio, eu até brinco com as pessoas a gente fala muito pouco sobre sexo na Bíblia,
o desculpa, na igreja e a Bíblia tá cheia de sexo, Deus criou sexo, e esse texto para mim vem quando eu falo dessa
questão da sexualidade, que a pessoa deveria priorizar que casais que estão de certa forma vivendo bem, mas não tá indo para
calma, aí vem primeiro corintos, capítulo 7, que eu gosto demais, e tem aqui algumas questões de equilíbrio, que ele
anda colocando aqui, então, o serrinde começa aqui, verso 2, 7 e 2, por causa da impurisa, cada um tem a sua
própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido, quando você lhe o contexto aqui é essa impurisa,
é uma impurisa sexual, para protegendo a impurisa sexual, cada um tem a um, já tá falando de monogamia logo de cara, ok,
aí depois ele fala assim, o marido concede a sua esposa, o que lhe é devido, e também semelhantemente a esposa ao seu marido,
Deus não veio diferença, o marido que é mais não, e aqui tem uma questão que eu sempre coloco, né, que a gente tem alguns mitos
estereótipos, que o homem é uma máquina de fazer sexo, e a mulher não gosta, e mais tem muito homem que não tá
comparecendo, é isso aí, muito homem que tá fugindo do sexo, então quando fala que o marido concede a esposa que lhe é devido,
e aí tem uma tradução que diz assim, deveres conjugais, aqui não tá falando de lavar louça, cuidar das crianças, não, dever conjugal aqui,
então dever conjugal aqui, no contexto é, por favor, atenda sua esposa sexualmente, vice-versa, a mulher, esse aqui dá um medo, quando eu vou falar para as irmãs, fazer uma calma,
espera ter o letudo, tá, a primeira parte diz assim, a mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido, as mulheres gelam com isso daí,
então aquele marido, beato, estudante da Bíblia, a mulher não quer transar com ele, e fala assim eu vou usar a Bíblia, hoje vou convencer a mulher,
fala assim eu vou ler um texto pra você, tá aqui ó, seu corpo é mil, eu quero transar, aí fala assim irmã, com a sua sabiduria,
fala assim amor, você pode continuar o verso por favor, né, e também semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo,
e sim é mulher, aí você vai falar para ele assim irmã, então quem manda no seu corpo, seu eu vai tomar um banho de agarfe, ele é um dormir,
se for necessário, mas olha só, e aqui assim ó, verso 5, não vos preveis um ao outro, salvo talvez, por muito consentimento, por algum tempo,
para vos dedicar a oração, e novamente, vos ajuntar des, para que satanás não vos tente por causa da incontinência,
caro, acho que é sensacional, sensacional, então quando ele diz assim, não vos preveis uns ao outro, o que ele tá falando, não deixa de transar,
eu acho que o após o pau tá quase assim, secrente, por favor, não saia da cama, mas aqui a ideia dele é proteção, proteção do casamento,
do casamento, porque ele diz assim, é muito consentimento, para a oração por certo tempo, tem gente tá orando de mar passou,
tá orando de mar para jorar, acho que se eu vou começar a jorar de mar,
e até recebeu o Espírito Santo, recebei isso com sabedoria e voltar a fazer sexo,
porque está complicado. E essa expressão dele, eu vou fechar aqui,
disse, "para que está tanais não usem, isso é importante".
E esse é um texto que traz muito equilíbrio, né? A gente pode levar as vezes e a gente vai perceber
que aí não existe um peso sendo colocado sobre a mulher e nenhum peso sendo colocado sobre o homem.
E esse texto é um texto fantástico, para a gente discutir respeito, né?
Comunicação dentro do casamento, acordos, porque a Bíblia, a Bíblia vai deixar claro em todos os textos
que falam ali sobre questões sexuais, que a mulher tem essa liberdade de procurar o marido,
do mesmo jeito que o marido tem liberdade de procurar esposa.
E eles podem se conquistar, né? E quando a gente vem pra área da sexualidade,
os textos mesmo da área específica da sexualidade, a gente vai entender que isso é descrito lá também.
Então, hoje a gente precisa entender que existem duas formas de desejar.
Eu posso desejar de uma forma espontânea, que é o que geralmente as pessoas estão esperando.
Então, eu quero acordar com vontade, eu quero ir atrás, eu quero ter isso, né?
Essa chama dentro de mim. E, ok, existe espaço para o desejo espontâneo, existe.
Mas hoje, nos artigos sobre sexualidade, a gente tem uma clareza de que também existe o desejo sexual que é responsivo.
E o que é o desejo sexual responsivo? É essa permissão que o outro tem de. Não estava muito afim de me relacionar sexualmente, mas ele chegou de um jeito, ele me tocou de um jeito,
ele tá com cheiro tão bom, ele foi lá e me conquistou.
E aí, me seduziu. E aí o que acontece? Eu dou espaço para o desejo sexual responsivo.
Então, quando a gente olha a questão do desejo sexual espontâneo, nós, enquanto cristãos, a gente precisa ter clareza
de que o desejo sexual espontâneo, ele vai ser mais comum no início do relacionamento.
Porque é novidade, porque eu tô ali começando a viver tudo aquilo.
E eu tenho que ter clareza que, em alguns momentos, por exemplo, na resposta feminina,
o desejo sexual espontâneo vai ser mais comum no período ovulatório.
Mas o período ovulatório, ele vai dizer respeito de quatro dias no mês.
Então, tá vendo? Existe diferença? Existe?
Então, esse desejo sexual espontâneo vai ser mais comum nesse período ovulatório.
Por exemplo, agora, se eu conheço que existe desejo sexual espontâneo e tão bem responsivo
e que o responsivo não é melhor ou pior, é igual, aí eu começo a dar mais espaço
e aí eu consigo fazer com que esse casal, ele não vá para o sexo no nível de exigência,
mas ele vá para o sexo no nível de conquista.
E aí, o desejo sexual responsivo, ele vai ser mais comum em relacionamentos de longo prazo.
O desejo sexual responsivo, ele vai ser mais comum, por exemplo, para as mulheres,
porque ele também perpaça o social, aí o seu marido, ele vai atrás de você,
e aí você pensa assim, por que não? Então, eu costumo explicar o que é o desejo sexual responsivo,
é quando você é procurado sexualmente ou procurado, porque pode acontecer o contrário,
e você olha para aquela situação e você pensa, por que não ter prazer hoje?
Por que não? Permitir que esse momento aconteça e todos os outros benefícios desse momento também venham,
porque é bíblico, né? Ou vocês vão proteger.
Então, é quando a gente percebe que ciência encontra princípios bíblicos. Eu acho isso muito legal.
Você vê, só podia ser Deus, gente, o autor, esse prazer sexual que é tão peculiar
ao alto sexual, ao órgão genital, enfim, ao prazer que se sente no corpo.
Até comentando com o rítio de depois que eu fiz os seus cursos, isso deu um upgrade na nossa vida sexual, né, por que?
Ficar dica. Muito bom mesmo, a brilha cabeça para muitas coisas. Eu fui criada na igreja.
Ele teve uma vivência diferente, né? Mas eu cresci sempre aquela coisa.
Isso é que só depois do casamento, só que só depois do casamento, ótimo, tá? Tudo certo, com isso me ajudou, me protegei, eu me guardo.
Mas e pessa a chave virar depois. Não existe um botão, né? Não tem um botão.
Então, no começo, a sensação de que você tá fazendo coisa errada é muito presente.
Ela tá muito ali, porque você passou uma vida dizendo, errado, errado, errado, não pode.
Então, a virada dessa chave para nós foi lenta, para mim, especialmente.
E aí, entendem muitas coisas, né? Eu fiz o primeiro que eu distravi.
E depois do sexualidade 360, né? E isso a formação.
Já fica dica, né, só. Já fica dica, você já entra aí para a sua inscrição.
Mas é porque assim, ó, tanto que a gente trabalha muito. Sempre tem oportunidade de estar em contes casais, com a igreja,
o richa de teve no distrito muito tempo. Então, eu senti a necessidade.
Mas o irriccimento que isso trouxe para nós, como o casal também, foi muito especial.
Essa coisa de entender, gente, que Deus é tão generoso, maravilhoso.
Você pode ser pobre, você pode ser rico, você pode ter doutorado, você pode ter a quarta série,
o prazer sexual e você, é o potencial, é o mesmo.
Olha que alegria, que exito. Um homem, uma mulher, deitado na sua cama no seu laranote, dando um prazer, um pro outro.
Isso é uma idade, va?
E o prazer mais intenso, né? Porque nós temos prazeres.
Mas o prazer sexual, ele é o mais, ele é o mais potente de todos, né?
Então, é ele, mas eu amo comer, mas você não reivir os olímpicos, né?
Não, é a mesma coisa. Nada faz o seu corpo inteiro reagir.
Você faz até um, né? Comendo, né?
Agora, você só uma coisinha.
Agora, você que tá assistindo a gente, olha a pessoa risa aqui, é verdade.
Agora, eu fico pensando assim, eu tenho 28 anos de casado,
e obviamente uma vida sexual ativa, e a gente tem algumas coisas que a gente precisa também lembrar no Sicilian, né?
Pode contribuir o corregim, enfim.
Mas eu costumo dizer pros casais que estão ali, às vezes no custo de noivos, que a gente tem um mito assim.
É, você, durante a semana, você vai trabalhar, você leva sua marmita,
e ali tem arroz, feijão e ovo.
E tudo bem.
Mas, no salvo, você quer fazer uma comida legal, né? Um upgrade e tal.
Então, eu falo pra eles, olha, não se luda, porque a televisão, a mídia,
vem de uma coisa que todo dia, você vai ter um super sexo.
Não, às vezes, é um arroz que o feijão aí tá tudo bem.
Alimenta, assim.
Sabe, tá tudo bem, a vida sexual do um casal casado, é assim mesmo.
Mas, às vezes, você viaja, deu uma saudade, ficou cinco dias fora, quando volta nossa.
Ou é um dia especial, dia dos namorados, a universidade casamento, enfim.
Ou tem essa questão do desejo maior naquele período, mas no dia a dia, vai ser assim mesmo.
Arroz, feijão.
Arroz, feijão, e tá tudo certo.
E depois que eu lize texto, eu também fico pensando que a sexualidade, não sei, Leandro,
não é que você pensa disso, mas tem que estar no meu cheque listo, entendeu?
Não é assim, vou fazer com a tiver vontade.
Eu tenho uma amiga, vocês devem conhecer a Carla, a Histórica, que ela fala assim, se
você não tá com desejo, mas tá com essa, tá disponível pra isso.
Cara, beija, passa a mão, tem feromônios na saliva, o desejo vai chegar, se entende.
Deixe ele vir, né?
Sim, comece, exatamente. Então tem essa questão também, que se o casal vive bem, tá
tudo certo, mas não coloca, não prioriza o relacionamento sexual, vai entrar por
no grafia, vai entrar ao Ricardo, porque essa menina vai pro trabalho, essa mulher, essa
esposa, com uma carencia afetiva, né, né, pardona, né, pessoal?
Também.
E também não é incomunos de hoje, sim, a mulherada avança mesmo hoje também, como os homens
também, exatamente.
Parou aquela figura de que era só o homem que atacava, hoje é mulher também, então
acho que os direitos iguais são com muito lugar, né?
Esse é um ponto importante, porque quando o pastor traz essa ideia de estar na agenda,
sim, tem que estar na agenda, sim, todo o casal precisa sentar e pensar assim, quais
são os dias mais apropriados, porque às vezes a vida é corrida, mas vamos fazer aqui um
acorde, eu sempre comento isso com os meus pacientes, que chegam com queixa a diferença
sexual, porque você vai falar assim "Ah, ilhane, mais vai ser mecânico, às vezes precisa"
começar de uma forma mais mecânica colocando
na agenda, porque eu dou o seguinte exemplo, a sua agenda de área é cheia de obrigações,
mas não tem horário de o almoço, e comida é sempre um paralelo muito bom quando a gente
fala sobre sexo também, e aí a gente percebe assim, o horário do almoço na sua agenda
é um horário que você vai compensar, que você vai raquisar, horário do almoço, vou
ter que comer, poxa vida, não é assim, a gente vai pra horário do almoço feliz, a gente vai
aqui bom que eu tenho essa pausa, aí que bom que eu vou poder me alimentar agora, aí que bom,
então está o sexo estar na agenda, é nesse mesmo peso do almoço, é pra um momento, bom é você
pensar assim, e eu gosto muito da liberdade sexual que os homens têm em relação à sociedade,
e eu falo assim, nós enquanto mulheres a gente precisa aprender com os homens, porque é bem
como uma em casa, meu marido está assim cansado, aí teve um dia especial, que ele gosta muito
passar o domingo, no jardim cuidando da grama, das plantinhas, e aí ele passou, trabalhou
muito, e aí ele chegou no final do dia, ele chegou pra mim, falou assim, meu bem, eu tô
muito cansado, olha hoje eu só tô, eu tô só o pau, o pau da Rabiola, né, eu voltou
na banho e vou dormir, na minha cabeça, né, tô cansado, tô cansado, vou tomar banho,
vou dormir, e ok, e ele foi, tomou banho, deitou, eu demorei fazendo algumas coisinhas, e fui
depois pro quarto assim, ó, na pontinha do pé respirando, calma mente pra não atrapalhar
o soninho dele, o cansaço dele, quando eu chego na cama e eu deito, de repente, vem
na mão descançada, e aí eu pensei, mas não tava cansado, gente, a pessoa tava só o pau,
aí ele virou pra mim, né, se eu brinquei com ele, né, eu falei assim, mas não tava cansada,
ele não, uma coisa, uma coisa, outra coisa, outra coisa, e eu acho isso muito legal,
muito bom, porque, porque nós, enquanto mulheres, se nós falásemos o mesmo, para o nosso marido,
o significava, não chega perto de mim, né, mas aí a gente vai aprendendo com as diferenças,
e eu costumo dizer assim, vamos aprender que, sim, uma coisa, outra coisa, outra coisa,
eu posso ter tido um dia que foi terrível, um dia que não me trouxe nenhum tipo de alegria
ali, que eu gostaria, e eu posso coroa esse dia com relacionamento sexual, que vai ser gostoso
e falar assim, pelo menos, terminei o meu dia com o prazer, então é isso, quando a gente coloca
o sexo na agenda, inicialmente, a gente vai ter que lembrar disso, a gente vai precisar
lembrar que esse encontro, ele é bom, ele não é obrigação a mais, ele é uma oportunidade
de prazer, e aí eu vou trabalhar frequência, talvez esse casal, ele, inicialmente, vão ter
casais que vão precisar começar com uma vez na semana, porque já tá uma vez por mês,
já tá de três em três meses, então bora começar uma vez por semana, qual o melhor dia?
Quanto mais faz, mais quer fazer, e quanto menos faz, menos quer fazer.
Eu lembro nesse relato que eu falei do Jornal é o país, que conta a história de uma
menina, tá com um nome diferente, Marlata Lorena, e ela tava seis anos sem ter sexo com
um marido, numa festa de final de ano de empresa, alguém fungou no cangote dela, ela sentiu
novamente desejo, e transou com esse cara, e acabou o casamento, e ela diz assim no relato
dela, eu lembro disso como um ato muito doloroso essa separação, porque eles não brigavam
tinham sonhos juntos, só não fazia sexo, e ela diz que entre os amigos e os parentes,
ela foi tirada como a ninfomanica, que largou tudo, né, um casamento perfeito?
Eu costumo falar para os irmãos gente, você vê um casalzinho aqui no sábado de manhã?
Ninguém vai pegar o microfone e falar assim, tem seis meses que eu não transo.
Você vai olhar o casal bonitinho com filho cantando aqui na frente, mas a vida sexual
dele tá lá, cada um no seu quadrado, não conta, não verbaliza, mas tem muita gente que
realmente tá deixando uma brecha, uma brecha, e eu sempre digo uma coisa, sexo antes do
casamento é pecado, agora não fazer sexo quando você está casado também é pecado, gente,
é uma negligência muito grande, você tá negligenciando o seu casamento, o seu relacionamento,
e hoje em dia a gente tem tanta orientação, sabe, você tem acesso à informação, porque
você vê que tá com uma dificuldade, vai deixar isso pra lá, desde o jeito que tá pra
ver que jeito que fica, não vai ficar melhor, só vai piorar.
Mas eu tenho uma amiga que eu tenho um vídeos em dela, que ela fala assim que o melhor
lugar, a lugar mais potente pra falar de sexualidade, é na igreja, né, ele é concordo.
Eu concordo comigo mesmo, olha o falo isso, a igreja é um lugar potente de educação,
assim, a gente olha pra a igreja e a gente sabe que as pessoas que estão na igreja, elas
estão ali abertas a aprender a ouvir o que são as orientações de Deus, então não existe
lugar mais potente pra educar sexualmente do que na igreja, e aí a gente olha pra Bíblia,
a gente olha pra Bíblia e vê um Deus que se preocupou com a questão sexual desde
sempre, tá lá em gênesis, ó, eu falo assim, questão sexual, ela entra na perfeição,
no sonho de Deus inicial, gênesis um e dois ali já entra a questão sexual, mas é a gente
pensa assim, pós queda, pós pecado, existe uma orientação muito interessante pra os
israelitas, que era, olha, você vai casar, então você vai ficar sem ir pra guerra e sem
pegar qualquer cargo público por aqui, por um ano, e a Bíblia é claro, ela fala assim,
pra que você aprenda a fazer feliz a mulher com quem você se casou, então, e por que
aqui, e algumas pessoas falam, nossa, mas a orientação é só pro homem, não, é porque a mulher,
naquele espaço ali social, ela já estava no ambiente de casa, já familiar, então a orientação
é pro homem, é aprender, porque o homem sai, o homem trabalha, o homem vai pra guerra,
então vamos aproveitar esse primeiro ano, né, e a Bíblia deixa claro, esse primeiro ano
pra que vocês entendam, como é que cada um funciona, onde é que gosta de tocar, qual
o estímulo que é legal, quais são as posições preferidas, os momentos que é mais propício,
então vai aproveitar esse ano pra, e a Bíblia não fala pra procrear, a Bíblia fala o que,
pra aprender a fazer feliz, então eu concordo com a dêbora, quando a gente negle gensia,
a felicidade conjugal na área sexual, nós estamos fugindo da vontade de Deus, porque
sim, Deus quer que nós sejamos felizes, sexualmente, Deus quer que a gente entenda a potência,
que é o sexo na nossa vida, a ponto de nos proteger, sim, sim, sim, sim, eu acho muito interessante,
desculpa, se você só não perdeu o feda-meada e um pequeno comentário, eu é bem recente
pra mim, esse final de semana estava numa igreja e falei sobre o assunto, né, parcialmente,
mas ainda você vê as testas enrugando quando você toca o assunto, ainda você tem
aquele, parece que é o tabu, diminuiu muito, diminuiu muito, mas eu sempre falo pra
você que está incomodado que eu estou tocando no assunto dos sexos, deixa eu te perguntar
uma coisa, é porque é igreja santa por isso, porque você acha que é um ambiente santo,
eu falei que tem alguma coisa mais santa que a Bíblia, pois a Bíblia fala sobre isso,
eu estou usando o argumento bíblico e se me disse então por favor, não confunda alhos
com bugalhos, nós estamos no ambiente santo falando de algo santo que Deus reservou para
o casamento, porque quando deu a ordem, não é, falou sobre homem-mulher, se tornar uma
sua carne e crescer e multiplicar, o uso ambiente era perfeito e santificado, então não, não é. Sim, mas eu tenho na minha experiência assim, nesses três últimos anos, especificamente
passando todo o sábado numa igreja e falando sempre sobre o tema principal, sobre sexualidade,
eu tenho a impressão, passou que os irmãos agradecem, fala pastor, a gente precisa falar
mais de hoje isso, é mais falando com o casal ali e a gente fala de uma maneira bem aberta
na Bíblia e eles entendem aceito e querem, estudando um pouco sobre isso também, a gente
tem uma tendência de ter aquele quadradinho assim que sexo é procreação e prazer, né?
Mas eu li um artigo que eu achei sensacional, que fala, era da revista época e citando
vários estudos, falando sobre os benefícios da atividade sexual, pra saúde, vários estudos,
então eu também abri uma outra caixinha pra mim que assim, Deus sabia, a ciência só está
escubrindo, ela não está criando isso, então, quem tem a atividade sexual ajuda na regulagem
da menstruação, tem estudo dizendo que é um exercício cardivascular, que eu acho até
interessante, mostra lá um gráfico, batimentos cardicos, fora da atividade sexual normal,
70 batidos por minuto, batimento cardico na hora que você tem um orgasmo, 190 batidos por
minuto, cuidado, vamos matar o velho, então é exercício cardivascular e várias coisas, sabe,
uma atividade sexual é que vale a mais ou menos uma corriginha, assim um trotezinho de 7
quilômetros e meio por hora, mas é muito mais divertido né, queima sem calorias e assim
vai, sabe, os benefícios de uma atividade sexual para a saúde, então não é só prazer,
não é só questão de procriação, mas ela cria endofina, eu até brinco com as irmãs
quando traga essa informação, eu vou acabar com seu esquema, porque diz que é endofina,
traz benefícios como combateira dores crônicas, dores de cabeça, então acabou que ela
desculpa muito, quando se tiver com dor de cabeça o seu marido é o seu remédio, mas
você sabe, esse ponto físico ele é tão interessante que a doutora Carmitabdo, que é uma das
maiores pesquisadoras na área da sexualidade no Brasil, ela deixa bem claro que muitas
vezes os homens vão ter um primeiro indício de problema cardíaco a partir da dificuldade
correção, então ela fez um estudo e ela chegou à conclusão de que o homem que tem dificuldade
com a ereção, tava ali tudo certo com o hormônio, tudo certo na vida dele e de repente
ele perde a ereção pode ser um indício de um problema cardíaco tipo, infarto que vai
virar acontecer daqui há quatro anos, então há quatro anos antes o primeiro indício foi
sexual e aí então uma dica aí para as pessoas que estão nos ouvindo é homens que começam
a ter dificuldade com a ereção, que não existia antes, é muito importante por exemplo procurar
um cardiologista, para ver se tá tudo bem com esse coração, porque é ali na parte sexual
que vai dar um primeiro start e outra coisa que às vezes a gente pensa que não né, porque
por causa do tal do exterior, porque há homem tem muita testosterona, há homem tá sempre pronto,
homem sempre quer, a gente às vezes pensa muito mais na saúde da mulher nesse sentido do que é
na do homem, mas fazer exercício físico, malha perna gente, quem pode melhorar muitos
níveis de testosterona tanto em homens quanto em mulheres, o tal dozinho que a gente pensa
que não tá relacionado a desejo sexual, né, então eu já vi relatos de pessoas que não
levei o marido, saiu do sedentaris, uma gata caminha no meu Deus, o homem tá que tá,
uma coisa boa, eu pensava que não, vai derrepente, o cara tá cuidando da saúde, tá melhorando
a circulação e ele tá vivendo um potencial que ele tinha e que ele nem sabia que tinha,
então tá muito relacionado né, malha a perna é importante então, por isso que eu vejo
ele não pegando 200 kg na cadeira, ai sabem muito bem, eu queria até trazer uma questão aqui
que quando a gente fala dessa, dessa atividade da sexualidade, da frequência, que é uma das
queixas maiores que tem, né, principalmente do lado masculina, minha mulher, num transa, o
ponto que eu gostaria, e o que você diria sobre isso, sobre essa questão da frequência,
que é recorrente essa fala, sim, a gente vai olhar da seguinte forma, frequência sexual
não é uma coisa que o casal vai bater, e aqui a gente já quebra um mito, porque a gente
às vezes tem essa ideia de que se eu quero todo dia, ela também tem que querer, não é
assim que funciona a frequência sexual, frequência sexual é conversada, então assim, amor, quantas
vezes você gostaria de se relacionar sexualmente, ai eu gostaria que fosse todo dia, mas na nossa
correria que se tivesse três vezes por semana já ficaria feliz, aí a outra que foi criada
com muitos, muitas restrições na área sexual, talvez ela fosse "ah não, por mim sei lá seria
uma vez por semana tá ótimo", mas tudo bem se eu me relacionasse sexualmente duas vezes,
aí vai para um segundo passo, quais são os melhores dias, vamos combinar aqui na nossa dinâmica,
olha aqui na nossa dinâmica, sábado a noite é um bom dia, sexta noite é um bom dia,
quarta-feira é um bom dia, então a gente começa a combinar, eu já tive pacientes que eu falei
sobre isso, que teve uma conversa ali enquanto casal e que tiveram a iniciativa inclusive de falar
assim, tá, o feijãozinho com arroz ali durante a semana, mas no final de semana vamos combinar o
seguinte, eu vou preparar alguma coisa para você em uma semana e você na outra semana preparou
alguma coisa para mim, porque a gente tira esse peso também de que só um, só um, se preocupa, só um,
não, vamos fazer esse acordo, e aí cada final de semana ali que eles combinavam, um fazia uma surpresa
para o outro, então a um dia vai ser um jantar fora, pode ser, no outro dia pode ser uma
mensagem, pode ser, no outro dia, quando você tá pensando e elaborando isso, você já tá estimulando,
não é, você já tá trazendo para seu coração, para sua mente, é maravilhoso, e quando você fala isso
Deborah, aí a gente lembra, quando eu paro e penso sobre o assunto, quando eu vou pensando em
estratégias que funcionam para a minha dinâmica familiar, eu tô no campo do desejo, cérebro, mas aí a
gente junta com a outra fala da importância do físico, quando eu vou paro físico, eu tô falando de
excitação, entende? Então eu costumo dizer, desejo, tento ver com cérebro, quando eu falo de excitação do que
eu sinto no toque, no beijo, a importância da atividade física, a importância dos nutrientes, eu tô
falando de resposta física, que é excitação, quando eu falo sobre a importância do sangue, a gente tem que
entender que a excitação sexual é um evento vaso congestivo, então olha que legal isso, então eu saio do
emocionado, da cabeça cérebro, e eu vou agora para o físico corpo, aí eu vou para o físico, e eu
entendo que se esse sangue circula melhor, se esse sangue chega no meu órgão sexual, as coisas vão funcionar
melhor, e eu vou ter um órgão, um corpo inteiro, porque nosso maior órgão sexual é a tele, e aí eu
vou ter um corpo inteiro mais receptivo a esse toque, a esse estímulo que eu tô recebendo, tô gostando,
e quero que ele almente, e aí essa excitação, ela também alimento desejo, e aí eles se retroalimentam,
eu desejo, eu fico citada, eu fico citado, eu desejo mais, entende, e aí eu vou, ali depois, para essa
parte que é desse resultado final, que é o prazer máximo, que é o orgasmo, e por que aqui nós, enquanto
comunidade cristã, a gente precisa entender isso, porque a gente não pode pecar, errar, pecado no
sentido do erro, é, em fazer sexo mal feito, e o sexo pode ser muito bem feito mesmo que ele seja
uma rapidinha, e ele pode ser muito mal feito mesmo que ele demore um tempão, porque porque a gente
não tá atento, a individualidade ali de cada um, o toque que funciona, eu recebo muitas mulheres,
e elas falam assim, ele une, eu não sinto nada no meu clitoris, mas o marido, quando ele descobre o que
é o clitoris, né, porque tem muitos que não sabem, e aí a gente vê a importância da igreja ser um
lugar aberto para falar sobre o assunto, ter um podcast, ter e números meios, e aí eu sempre
mostro nas minhas palestras uma imagem de um clitoris e um pênis coloridos, a dêbora já deve ter
lembrado dessa imagem, nessa imagem é que a gente tem um correspondente, então, assim, existe ali o clitoris
feminino, o glândi, que tá até em amarelinho nessa imagem, e existe no homem a glândi do pênis, que também
tá em amarelinho, é a parte mais sensível, mas aí eu olho também para um ponto interessante que são as
doenças, aí eu vejo que o homem, ele vai ter a glândi do pênis como lugar mais sensível, e que ele não
vai querer que chegue ali, esfregue em algum lugar, se vai deixar sua esposa chegar lá e esfregar, vai doê,
vai incomodar, e o homem grita logo, porque o pênis é importante para ele, aí o homem faz "ah, doê, eu não faz isso,
já protege, e tá certo, eu brinco, vocês vão pro futebol, e no momento da falta, vocês protegem o quê, né,
vocês protegem o pênis, eu falo, se vier a bola na boca, quebra os dentes, né, tudo certo, mas o meu
ele está protegido, isso é legal do homem, ela acha isso muito legal, porque, porque o homem
ele dá importância para o órgão sexual, mas agora vamos fazer um recorte para a mulher,
a mulher, ela sofreu mais com a repressão sexual, muito mais, e aí a gente vai para essa mulher,
e aí ela é uma pessoa que ela não sabe às vezes nem falar, nem se manifestar em relação
que ela sente, aí esse homem vem às vezes com boa vontade, e aí é onde a gente vê que a
educação faz toda a diferença, ele vem com boa vontade, ele quer tocar, ele quer fazer com
que ela tenha prazer, só que ele não sabe como, aí, por exemplo, o homem ele vai pensar no
pênis, que ele gosta muito que seja tocado ali no corpo do pênis com maior pressão, com o estímulo
mais rápido, e ele pensa "nossa, tão bom pra mim, é tão gostoso pra mim fazer desse jeito,
eu vou fazer igualzinho né, ela vai ficar muito feliz, só que aí ele vai lá na região
zinha mais sensível, que é o clitoris, e às vezes esfrega com muita força, e as mulheres
falam pra mim, eles esfrega com toda força, aí o brinco não é para estar lavando caçadins,
e aí a mulher sente dor, e aí ela foge, e ele entende assim, aí está dando certo, porque
ela está né, "nossa, é porque ela não aprendeva ai, ai para do eu", porque se a mulher fala
"ai para do eu", esse homem vai disculpa, né, como é que você quer, então eu acredito
que quando a gente leva educação sexual saudável, a gente tem um ponto forte, se a gente fala
sobre sexualidade, de uma forma bíblica, de uma forma científica, as pessoas não vão
se sentir mal, não vão exatamente, elas vão ouvir esse podcast, vão falar assim "nossa,
que gostosa essa conversa, me senti tão bem, ela vai ouvir lá a palestra do pastor, o sermão
do pastor, a palestra da Débria vai falar "caramba, eu me senti bem aprendendo sobre esse
assunto, porque o crivo é, quando a gente usa bíblica, quando a gente usa ciência, a gente
leva uma sexualidade saudável, e só de levar a informação, as pessoas já começam, nossa,
podem ser diferente, de esperta consciência, e aí vai trazendo que uma leveza para esse momento
sexual, servido na sua potência, porque falar sobre sexo não é só sobre falar, sobre frequência
no sentido, não é fácil todo dia, se você fizer todo dia, e fizer ruim, não vai reforçar
o comportamento, não vai ser bom, porque existem mecanismos, e esse é um contraponto importante,
existem mecanismos quando sexo ele também é ruim, existem proteções emocionais, existem proteções
físicas, então existem pessoas que vivenciam sexo que é tão ruim, que se ela for descrever,
ela vai descrever como se fosse um abuso, uma tortura algo muito ruim, então assim, nossa
arte em contradição não é esse, nosso objetivo é fazer com que, se esse casal, ele vive
em uma dificuldade na área sexual, ele entenda assim, nossa, eu posso viver algo diferente, sim,
pode, na minha vida está faltando, olha, acabei de ouvir esse pode que as férias
diferentes na minha vida, entendeu o desejo, porque eu entendi, olha, existe o desejo espontâneo,
existe o desejo responsivo, eu nunca tinha pensado nisso, isso já fez diferença na minha
vida ótimo, então começa a desejar, e eu dou uma dica, começa a imaginar momentos sexuais
que foram felizes em outros espaços, de tempo assim, eu vivi aquilo, eu tenho dificuldade
com o desejo, para um dia eu avando loss e pensando nossa aquele dia que eu tive com meu
marido, foi tão gostoso, foi tão maravilhoso, deu tão certo, reviva para que esteja ali
na sua mente que é bom, para que você, almente, achando de você fazer depois, mas fica
só no campo do desejo, não fica só no campo do desejo, aí você vem para o campo da
excitação, onde você precisa aprender a tocar melhor, estimular melhor, então é onde
a gente aprende que nós enquanto cristãos, a gente não pode viver a síndrome de Gabriela,
a síndrome de Gabriela eu nasci assim, eu cresci assim, eu vou morrer assim, não, você vai pro inferno
assim, não combina com cristianismo, o que combina com cristianismo é melhorar a cada dia,
então não se engane, né, eu pegava de um jeito, sei lá, na mama da minha esposa eu faltava
explodir a coitada da mama, para meu filho, pega de outro jeito agora, de um jeito que
agrade ela, que ela se sinta desejada, mada, eu pegava lá na vulva dela de um jeito e muita
gente que escuta fala assim "nossa, pode pegar pode, pode estimular", isso faz parte da excitação,
a mulher que não é tocada, uma mulher que não é estimulada, ela não chega ao orgasmo e aí eu
recorro a uma fala do Dr. Ricardo Cavalcante, que também é um pesquisado incrível no Brasil e ele
diz assim, o maior reforçador do desejo sexual é o orgasmo, então se eu tenho orgasmo, eu reforço
o que desejo, e aí onde a gente enquanto cristãos a gente vai aprendendo no âmbito emocional, a gente vai
aprendendo no âmbito físico, porque é isso que deu os desejos para a gente, gente querida,
eu vou dizer para vocês, olha, tem certeza de quem está agora assistindo a gente, quem está vendo,
ele tem, chega mesmo concluzando aquilo, eu estou perdido a absurdo no tempo, porque agora nós estamos
a mais de uma hora conversando, numa aula maravilhosa, uma aula incrível, com três pessoas,
incríveis aqui agora, e a gente está, de verdade, eu estou aqui, bebendo do assunto, que coisa boa,
e coisa boa, afinal de contas, é uma assunto para casais, o assunto também, para solteiros que estão aí,
atualizando, que tem seu foco, eu tenho certeza que tem muita gente aprendendo, mais, mais, acho que dá
para colocar a gente na edição, porque está acabando mesmo, a gente precisa entrar nessa
rate, só se eu ser sexualidade, olha aí, olha se você quiser, vamos fazer o seguinte, eu sempre indico
pessoal, se você não segue nas redes sociais, segue agora, tá bom, vai lá, a diventista da CPS segue,
aí esse episódio, o que você gostou muito, curte, compartilha, manda para alguém que precisa
assistir essa aula incrível, e coloca no comentário aqui embaixo, coloca assim, olha, mais uma dessa,
por favor, você colocar mais uma dessa, por favor, a gente já vai providenciar, não vou começar a
ensaiar como que a gente vai fazer o próximo episódio, sobre intimidade no relacionamento,
que é a questão da sexualidade, muito bom, olha, guarda essa falinha, porque vocês vão ter mais uma
falinha aqui agora, guarda essa falinha especial para o nosso encerramento desse episódio, nós estamos só alguns
minutinhos, já que vai tirar uma fotinha, uma foto que é muito especial, muito importante, vamos lá,
legal, legal, muito bem, se vocês repararem ali na escada, tem as fatinhas, embaixo também tem os
quadros, a gente registra todos os episódios, você de casa está vendo também aí a fatinha que a
gente tirou, que pensam, vamos terminar esse nosso episódio fazendo uma reflexão que é a clássica
aqui do nosso inverso, que é o que bom, que pena e que tal, ok, que bom, que pena e que tal,
vamos responder essas três perguntinhas, a gente bateu o papo entre nós aqui, esse era o objetivo mesmo,
né, e a gente quase não olha para a câmera, só em algumas situações especiais, então o que bom
e o que pena, é nosso aqui mesmo, tá bom a gente vai conversar, mas o que tal, a gente gosta de dizer que
é aquela hora de você olhar lá nos olhos de quem está assistindo, de pedir, eu vou pedir para a nossa
edição, dá um zoom agora, olhos nos olhos para você dizer assim para a pessoa, que tal, querido,
sobre a santo que nós estamos agora, tá bom, então vamos para essa última, é aquilo que você
estava falando, pastor estava aqui se preparando para falar, a Débora também, ele ainda tem mais
um monte de coisa para dizer, mas a gente tem esse tempinho agora, que bom, que pena e que tal, a gente sempre
disse que quem começa tem vantagem, mas fiquem à vontade, quem quer começar? Primeiras damas, ok, então meninas, por favor
e eu Débora pode, que bom que existe esse espaço para a gente trazer esse tema, a sexualidade saudável, que pena que muitas
pessoas não entendem, exatamente o que é sexualidade, o que Deus idealizou para a gente, a forma tão bonita
dessa sexualidade, existir nas nossas vidas, em todos os momentos da vida da infância até a morte, e que tal, que tal, você
se abrir para esse tema, ler mais sobre o assunto, aprender com esse podcast, mas também em outras formas, porque
a sexualidade é um tema que a gente estuda pela vida inteira, eu digo que eu estudo sexualidade há 20 anos, e eu sempre estou aprendendo
sua sexualidade, então te convido para aos poucos no dia a dia poder aprender sobre essa sexualidade saudável,
inicialmente através da educação mesmo, mas depois levando para a prática na sua vida, e sendo feliz como Deus
de alizou. Muito bem.
Então que bom, gente, que bom que Deus nos deu a sexualidade, que está presente na nossa
fetividade, na forma como a gente se relaciona e sobretudo no casamento, como Deus é maravilhoso,
né, a sexualidade é um presente, que bom, que pena, né, que tanta gente ouve as sugestões
do inimigo e não as sugestões do nosso Deus, as orientações do nosso Deus, e seguir as sugestões
do inimigo, a pessoa pode até ter alguma experiência prazerosa, mas ela vai ter um prejuízo muito
grande na vida dela. Então, não é legal, uma pena que as pessoas aceitem as sugestões do diabo.
E que tal, que tal? Mesma coisa que a Eliane falou, que tal estudar mais, aprender mais,
se dedicar, querer, porque Deus quer a nossa felicidade. Então, quando casar o quer, ele quer
junto com Deus, ele quer a mesma coisa que Deus e Deus vai abençoar, né? E pra aqueles que são
solteiros, estão aguardando, ou quem sabe passar já por um divorce, alguma coisa assim, entrega
Jesus, que ele também vai cuidar de você e vai suprir suas necessidades.
Um que bom ter participado esse momento aqui, me senti muito feliz de estar a aprender, porque
a gente sempre aprende, só para de aprender quando morre. Isso foi muito bom. Obrigado pelo convite.
Depois, que pena que é Rabu, mas que pena que ainda, vou na mesma linha, que tem tanta gente
que ainda não conhece a verdade sobre a sexualidade conforme Deus coloca. E hoje a gente tem muita
coisa ruim na internet, nas redes sociais que pena. E que tal você continuar esse episódio
de uma forma diferente, um convite, 23, 24 e 25, lá no CT de cotia, nós vamos estar com
a Eliane, ela para continuar esse assunto lá, e eu também vou estar que é o nosso
encontro de casais da associação Paulistana, que tal hein? 23 de outubro agora, 23, 24 e 25.
Se você quiser fazer a inscrição eventos.paulistana.org.br.
Que legal, né? Vale a mexer. Já vou aproveitar e vou fazer a mexer mesmo. Gente, que bom
que foram vocês que estavam aqui nesse nosso inverso. Que bom de verdade, eu tô feliz
da vida, chegamos ao objetivo, a gente geralmente termina com esse gostinho de que era mais mesmo,
mas você tem tanto para falar desse assunto, tem tanto para aprender, aí fica aí um convite
como esse do pastor, fica um convite de diversos, tem tanta gente que tem oportunidade, vai
ter um encontro de casais, vai ter um palestrante, e a pessoa não vai, exericorda, já deve
nós somos ratos de encontro de casais. A gente vai participar, a gente vai palestrando, a gente
vai do jeito que for, e a gente sempre vai, toda oportunidade de quantos casais a gente vai.
Então que bom que foram vocês, que bom que a gente teve essa aula maravilhosa, tô feliz
da vida mesmo por esse momento que a gente passou aqui, que bom que a gente existe na vida
da minha esposa, eu agradeço a gente a ver, que pena, que pena, que vocês não, porque talvez
alguém esteja aí, já procurou e tá lá e tá curtindo também esse momento, de tudo
que a gente falou, mas que pena que tem pessoas que não, realmente não foram afundo isso,
não entenderam que isso é aprendido, não aprender, não aprenderam que de repente as lutas,
os paradigmas podem ser quebrados sim, a gente pode avançar numa série de coisas que
bloquearam a gente ao longo da, do convencionalismo da vida, não só da religião, mas da vida,
que pena, e que tal, que tal, vou dizer uma coisa bem claro, você que tal, você, as redes sociais
de todos aqui estão disponíveis, entra na redes social, também segue essas personalidades
aqui agora, são pessoas importantes, você vê, você tem um pastor Jairu aqui, autor de
um manual maravilhoso de cursinos, autor e organizador, né, pastor, teve mais gente que
pode ser pouco senhor desse manual de cursinos, a gente tem um livro aqui agora, a gente nem
mostrou para a tela, vou deixar, só mostrar para, para a nossa câmera aí, conversa íntima
da Eliane, mas também tem os cursos, né Eliane, lá no Instagram, só consegue entrar,
tal, né, ainda está, distrave também, ele é no Melho Distrave, ok, então entra lá também,
gente, que tal, aprender um pouco mais, que tal, você aprofundar um pouco mais esse assunto,
que tal ser feliz no seu relacionamento, no seu preparo para a vida sexual, para o casamento
ali para frente, que Deus te abençoe, a gente, espero que eu comentaria aí, viu, a gente
pode fazer um próximo, mas se comenta aí, ó, mais uma dessas, bom, até o próximo
verso, onde abraço.
Podcast Summary
Key Points:
Intimidade no relacionamento vai além do sexo, envolvendo confiança, comunicação, segurança e respeito.
O sexo pode ser bem-feito mesmo sendo rápido ou mal-feito mesmo demorando, dependendo da presença de conexão emocional.
A sociedade tem reprimido a sexualidade por séculos, separando corpo e emoção, o que impacta negativamente os casais hoje.
A Bíblia ensina que o casamento é um espaço de equilíbrio entre físico e emocional, com liberdade para ambos os parceiros desejar e se relacionar.
Há dois tipos de desejo
A educação sexual saudável, científica e bíblica ajuda a reduzir estereótipos e promover prazeres reais, sem julgamentos.
A atividade sexual traz benefícios físicos e emocionais, como melhorias no coração, produção de endorfinas e prevenção de doenças.
O casal precisa conversar sobre frequência, horários e formas de intimidade, transformando o sexo em um momento de prazer e conexão.
Summary:
O episódio aborda a intimidade no relacionamento como um conceito amplo, que vai muito além do sexo físico. A presença de confiança, comunicação e respeito é essencial para que o ato sexual se torne saudável e prazeroso. O pastor Jairo e a convidada Débora destacam que a sociedade historicamente separou corpo e emoção, gerando estereótipos que prejudicam casais hoje.
A Bíblia, por outro lado, oferece um modelo equilibrado, onde homem e mulher têm liberdade e dever para se desejar e se relacionar. O desejo é apresentado em dois níveis: espontâneo (no início do relacionamento) e responsivo (quando o parceiro conquista o outro). A educação sexual saudável, fundamentada nas ciências e na Bíblia, descompõe os mitos, promove a autoconsciência e reduz o medo.
A atividade sexual é um exercício físico e emocional que fortalece o coração, combate dores crônicas e pode ser um sinal precoces de problemas cardíacos. O episódio enfatiza a importância de conversar com o parceiro sobre frequência, horários e formas de intimidade, transformando o sexo em um momento de conexão, não de obrigação. A mensagem final é que o crescimento emocional e físico, sem julgamentos, é essencial para um casamento de verdade, e que a igreja pode ser um espaço seguro para falar sobre esse assunto com liberdade e sabedoria.
FAQs
Intimidade no relacionamento envolve confiança, comunicação, segurança e conexão emocional, sendo muito mais do que apenas o ato sexual. Ela é fundamental para um casamento saudável e próspero.
O que importa é a atenção ao outro, ao toque e ao desejo. Um sexo bem-feito é aquele que é sensível, respeitoso e que atende às necessidades do parceiro, independentemente da duração.
É o desejo que surge quando o parceiro toca, toca com carinho ou faz algo que desperta o interesse, permitindo que a pessoa sinta prazer em um momento que antes não tinha vontade.
A Bíblia valoriza a sexualidade como parte natural do casamento, com ênfase em respeito, consentimento e equilíbrio entre homem e mulher, mostrando que o sexo é um ato de amor e de união.
A educação sexual saudável ajuda os casais a entenderem o desejo, a comunicação e o prazer, prevenindo riscos como a dor, abusos ou estereótipos e promovendo um relacionamento mais consciente e amoroso.
A frequência sexual é algo que deve ser conversado e acordado entre os casais, respeitando os ritmos e necessidades de cada um, sem se tornar uma obrigação que cause tensão.
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