Entorno da campanha de Lula espalha fábula de ajuste
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A edição aborda o cenário político-eleitoral brasileiro, marcado por uma eleição apertada e um futuro fiscal incerto. O comentarista William destaca a "fábula" de que Lula, se reeleito, faria ajustes fiscais, lembrando que o presidente nunca acreditou nessa agenda e repete políticas de estímulo ao consumo e expansão fiscal. O Congresso, em "esforço concentrado", evita pautas polêmicas antes das eleições, deixando projetos importantes do governo, como o combate à misoginia e o fim da escala 6x1, sem votação. Medidas provisórias, como a que elimina a "taxa das blusinhas", podem caducar, impactando a imagem do governo. A articulação de Lula foca em acordos pós-eleição, como o jantar com Alcolumbre e Moraes, para garantir governabilidade, mas investigações da PF pairam sobre o cenário. No campo fiscal, há divisão no PT: enquanto auxiliares sugerem cortes graduais de gastos, o coordenador de campanha, Sérgio Gabriel, critica ajustes que afetem conquistas sociais. O ministro da Fazenda defende reduzir o teto de crescimento real das despesas, mas a credibilidade do governo é baixa, e os juros altos são tratados como causa, não consequência do endividamento, dificultando qualquer reforma estrutural.
[Música] Bom, a gente é a Sinalinha de Brasil, este é o W. As voltas como uma eleição apertada e um futuro pós eleição com contas públicas, ainda mais apertadas, o entorno da campanha eleitoral de Lula está espalhando uma fábola. A de que se reeleito, o presidente estaria disposto a efetuar algum tipo de ajustes fiscal. É difícil acreditar que Lula vai fazer algo no qual nunca acreditor, o ajustes fiscal em sua carreira inteira quando existiu, serviu a um objetivo político, não perder o poder. Aos 81 anos de idade, Lula transmiti claramente a sensação de que não esqueceu nem aprender o nada, especialmente no quesito contas públicas. 4 anos atrás, indagado sobre o que faria com a economia, repetiu que faria a mesma coisa que não dera certo, ou seja, estimular consumo via crédito, expansão fiscal, proceder a intervenções estatais, transformadas em veículos de investimento, pior ainda, Lula armou para si mesmo, caso o venso, uma armadilha da qual não quer se livrar, pois não considera que seja uma armadilha, dexação do orçamento, a política de aumento real do salário mínimo, e a ideia totalmente equivocada, de que o gasto pública é o principal motor do crescimento, e que as consequências de isso tudo, desequilibro fiscal e juros altos, são invenções de maldosos do setor financeiro, segundo Lula, interessados em ganhar dinheiro em cima de pobres. O que vem por aí é um encontro com a verdade. O peso da dívida pública é a coisa mais parecida que existe com a lei da gravidade. Esmaga, é esse peso do qual deriva um juros escorchantes, esse peso, ele está se tornando insustentável, menos para o Lula. Essa edição vamos falar também na disputa eleitoral, travando a pauta do Congresso e da China, se juntando ao Brasil na disputa contra o tarifácio de Donald Trump na OMC, antes aos participantes da roda nesse momento. Muito obrigado a Leonardo Barrepo, cientista político e sociodaconustoria ThinkPolice. Boa noite, Léo. Boa noite, pessoal. Obrigado, William, pelo convite. Daniel Hittner, Thaís Erédia, Caio Junqueira, Boa noite aos meus colegas. O Congresso começou nessa segunda-feira chamada Semana do Esforço Concentrado, para definir as pautas que vão ser voltadas em meios as eleições, ou essas, vamos dizer, essa fase da campanha eleitoral. Os parlamentares começam a voltar a Brasília após o recesso, é a semana de folga a mais que deram assim mesmo, reportagem de Luciana Amaral. Nesta segunda-feira era difícil encontrar parlamentares em Brasília, a maioria permanece nos Estados, de olho nas eleições. A perspectiva é que só sejam votados textos de consenso. O Congresso não quer saber de pautas polêmicas ou grandes mudanças estruturais antes das eleições. É o caso de três das principais bandeiros do Governo Lula, o projeto de combate à misoginia, a proposta que acaba com a escala de trabalho seis por um, e a chamada "peque da segurança pública". A tendência de que em perrados não sejam votados antes de outubro. Do outro lado, há temas caros à direita que também não encontram caminho livre no Congresso. Entre eles, o aumento do limite de faturamento anual do micro-impreendedor individual e a renegociação de dívidas de produtores rurais. No caso do agro, governos bancados ruralistas tentam costurar um meio termo entre um projeto já existente e a posição da fazenda que ver risco de uma bomba fiscal. O mesmo problema atinge uma série de medidas provisórios do Governo, que estão perto do prazo de validade sem garantir a de votação. Estão nessa situação a MP que amplia o plano Brasil soberano, te apoio as empresas afetadas pelo tarifácio americano, a MP voltada à renovação da frota de caminhões e ônibus por modelos mais sustentáveis, e a MP que criou uma nova fase do desenrola Brasil, que sequer teve a comissão misto instalada. Uma das prioridades do Planalto, a MP que acaba com a apelidada taxa das blusinhas também não deve entrar em pauta tempo do próximo esforço concentrado. Previsto, entre 31 de agosto e 3 de setembro, se a medida caducar, a taxa volta a vigorar as vésperas do primeiro turno. Uma reunião de líderes da Câmara, nesta terça-feira, vai definir a pauta da semana na casa. O Governo ainda posta em algumas votações dos deputados, como projeto que prevê subsídios para conter os preços dos combustíveis. Aqui no Senado, porém, os sinais de reaproximação entre Lula e Davel Columbre ainda não destravaram as principais medidas de apelo popular do Governo. O que pode esperar, de esses forços concentrados, a gente vê uma diferença em relação à Lula, como se considera a Câmara de Deputados, o presidente da Câmara de Deputados declarou o apoio à Lula, abertamente. E a gente vê no Senado que nós estamos vendo em uma coreografia, alguns implicam ali algum tipo de volta, algo como uma cooperação entre a casalta e o executivo. Olha, o Ilha, pode ser até um esforço, mas não é concentrado. E isso porque a pauta da reunião de líderes da Câmara dos Deputados tem nada menos do que 67 itens. Então, existe, na verdade, o interesse do Governo é principalmente com algumas medidas emergenciais. E aí, entre elas, que dão sustentação aos subsídios combustíveis, que foram emitidas, principalmente no início da guerra, isso é muito importante. Aí, existe também a pressão dos lobes que querem obter algum tipo de espaço nessa pauta. E mesmo pro LP dos combustíveis, o setor de Anota também pede uma compensação pela perda de competitividade em virtude da gasolina ter sido subsidiada. Mas aí, a gente tem outros temas que as sociedades, os setores organizados da sociedade, botam pressão para poder pautar a questão na MP das Blusinhas. Existe uma grande esputa aí. O Governo tem interesse, mas ela é muito interessante, porque embora ela seja uma medida econômica, se você conversa com as setores da fazenda, principalmente, ele diz que é uma MP do Sidônio. Então, o Sidônio, que tem que se mobilizar para provar em função do apelo eleitoral, ou seja, mostra divisão do Governo nesse sentido. Mas tem outras agendas, como por exemplo, redata, o incentivo para data centers, que é uma coisa que você tem um setor privado todo envolvido. Então, o Brasil é tão semícito onde o Governo funciona no modo avião, esperando a eleição, botando apenas aquilo que é essencial para que programas não parem. Deputados tentam em placar alguma coisa, a veste para a da eleição, mas é como eu disse, tem quase uma centena de itens que podem ser votados, mostra que o Congresso, na verdade, ele não está concentrado, não tem foco. E agora, ele está dividido entre lobes e as necessidades primeiras do governo. Daniel, o Daniel nos diz isso aí, meu anem, esforço nem concentrado. O que vai sair esse esforço concentrado entre aspas? Muito pouco, nada com o que a gente possa se empolgar. Na verdade, os principais projetos ali que podem dar competitividade para a economia brasileira, que são verdadeiramente importantes, da nada se estou redata para os datacentas, mas tem o marco legal da inteligência artificial, minerais críticos, modernização da Lei de PPPs e concessões, projetos importantíssimos para renegociar dívidas agrícolas, nada disso vai ser votado tem a menor perspectiva agora. Algumas pautas de interesse mais óbvio do governo que também dependem da relação com da vial columbre, que são PEC 6 por 1 e PEC da Segurança Pública. Na semana passada teve esse primeiro contato, aquele jantar na casa de Alexandre de Morais, serviu para a próxima mínimamente lula e da vial columbre, mas não para colocar nos trilhos, uma agenda de votações, uma pauta de verdade. Na Câmara, a relação continua muito difícil, mas pelo menos neste ano foi um ano que, para o governo deu para definir a relação com o Gumota, que era um presidente da Câmara que colocavam em cada canoa desde a sua eleição, pro comando da casa. O governo, principalmente com a 6 por 1, que avançou lá na Câmara, ficou claro que ele, o Gumota, pendeu pro lado do governo e da esquerda, inclusive por seu interesse na paraíba onde o pai acandidata a assinador e precisa do lula. Pelo menos nessa parte o governo conseguiu avançar. E que a gente espera então, o presidente da Câmara que, por interesse regional da paraíba, é totalmente legítimo, tem nada contra o interesse regional da paraíba. Conteste que esse é o motivo pelo qual o presidente da Câmara cuja importância na política brasileira, a gente não pode ressaltar suficientemente, dada a importância. É um dos primeiros a declarar, ao contrário dos partidos.
e os partidos apoiam o candidato. É o William. O que eu estou vendo, desfuerzo concentrado nessa semana, é um esforzo concentrado do presidente Lula, de tentar já centicipar ao resultado das eleições de outubro e construir os acordos que ele julga necessário, concenado e com a Câmara, já avisando um eventual Lula 4. Todas as movimentações do presidente têm sido nesse sentido, primeiro jantar na casa do Alexandre de Morais, no ministro do Supremo, jantando com candidato a presidente. É o que eu fiz. E ali já tentando construir uma, o que pode vir a ser uma governabilidade propós-eleitoral, e também o presidente Lula, junto com o Gummota, contente no construir essa, essa renovação do Gummota na presidência da Câmara. A bem claro que seu Lula ganha 27/28, será o Gummota presidente da Câmara e deveu colunbo presidente do Senado. Esse é os sonhos concentrados que está em curso em Brasília nesse semana. Ou querem ser. Não, eles querem ser. Se o Lula ganhar a chance de isso acontecer, é bem forte, William. Vamos lá, Tais. Dao que o Leonardo Barreto, que o Daniel, e agora o Caio também traz em a lista enorme de temas essenciais. Nós temos a questão de como é que as contas públicas fecham ou não fecham em função dos subsídios a combustível, por exemplo, a guerra, isso impacta a economia brasileira inteira nas duas pontas, tanto pelo que isso significa de inflação, como estivés mais caros, como que isso significa do ponto de vista das contas públicas subcídios. Nós temos outras coisas que são em outros setores, mas também evidentemente vitais, inteligência oficial, a dívida dos fatoragrícola que é enorme, a fim da escala 6x1, ou seja, os temas são todos temas importantes, vai ser algum tratado? Não com a prioridade e com a profundidade necessária, William, caso da escala 6x1, quanto a gente já trouxe aqui como o projeto está mal desenhado, está mal feito, então a gente quer pressa para um projeto ruim ou quer mais debate para um projeto melhor, para uma mudança que vai ser inescapável, acho que todo mundo já se preparou. Tem duas coisas que chamam atenção aqui, e que podem virar munição pro governo naquele monte com o gresso inimigo do povo. Um é a história de permitir que o governo use a recadação com petróleo para reduzir imposto, de alguma forma ajuda a bancar os subsídios e todas as políticas que o governo votou. E o função de alta do preço do petróleo? O outro é o fim da taxa das brusinhas. Ainda faltam meses para a medida provisória caducar, mas se já o pessoal se ela caduca e a taxa das brusinhas volta da assim, há pouco dias antes da eleição, como é que o eleitor vê a volta da taxa das brusinhas, vai ficar com pena do governo desecuitado, foi vítima do articulação político, ou do um congresso que não trabalha, ou era o responsável e deixou isso escapar. Então esses dois pontos especificamente, como tem a pelo agora para as eleições, que tem uma coisa muito mais conjuntura, acho que tem mais chance de ser endereçado. E aí por articulação da bancada agrícola, acho que o projeto das dívidas também passa. Leonardo, o que está isso destacando na visão dela das pautas que estão aí pro tal dos forços concentrados entre aspas, aquelas que evidentemente prometem a cena com algum impacto eleitoral, você destacaria o quê na sua visão? Em termos de impacto eleitoral? Acho que é o que está isso, colocou bem, acho que uma das que ameaça, claramente é a taxa das brusinhas, lembrando que em pesquisas qualitativas, essa taxação, ela aparecia sempre como um ponto negativo, que as pessoas especialmente as mais pobres, elas lembravam e associavam ao governo como aquela repitação de taxador, foi onde isso tudo começou. Aliás, o governo na fase final ele gostava de dizer assim, "Não, mas nós estamos taxando andar de cima, mas nas pesquisas qualitativas o pessoal respondia, o pessoal começou pelo andar debaixo, que exatamente pela taxa das brusinhas". Agora existe uma grande batalha, o variejo tem trabalho muito grande, agora o que chegou a mais atenção nessa MP, é que ela está sem pai, porque o ministério da Fazenda era contra, o final ela foi uma imposição do ministro Sidône e o que a gente escuta de assessores governamentais, é que o Sidôneo que tem que articular. Agora, eu acho que também existe no Congresso, uma agenda de crise aí sendo tratada, e essa crise ela não tem a ver com projetos não. Ela tem a ver com avanços de investigações, que estão tocando ali o entorno do Senado, o entorno do Palácio do Planalto, e não sei, eu acho muito difícil que Lula e da Vial Columnus se reunisse nesse momento, sobre a batuta de Alexandre Morais e Cristiano Zanim, para discutir Pauta do Congresso, ou para discutir vocês, eu tenho a sensação que há outros interesses envolvidos nessa discussão. Há um denominador com muito e todos eles que são as investigações da Polícia Federal, isso é notório, e todo mundo tem afirmado, a sobrevivência de morais, no Supremo, depende de boa medida do que a Polícia Federal traga por próprio Supremo. Lula e seu filho estão encrencados com investigações da Polícia Federal sobre traficância de influência. E se a gente tem ao columbre, cujo nome surge recorrentemente no noticiário a respeito de dois escândaros, não só de um, do NSS e do Masta. Então, se a gente permite, do lado de fora, traçar uma regra de maior comum, provavelmente seria essa. Daniel, o que de crise está nesse. O vo戒 de nova expressão do Leo, desses forços concentrados que nem esforço, e se está concentrado, está no quê? O como caiu já deu a 100, é o Ínia, em acentar minimamente as bases de uma governabilidade no pós-eleição. Se a gente pegar um cenário base, Lula tem três pontos de vantagem no segundo turno, segundo a pesquisa anexos de hoje, sobrevivável Bolsonaro. Se a gente não julgamos, no caso de Lula, a gente está falando do Lula, porque foi ele quem se articulou num jantar com o da vioculumbre na casa de Alexandre de Morais e na presença de outro ministro do Supremo. Existe uma percepção muito grande do governo, Lula, que caso o relito, ele vai enfrentar uma maioria de direita, talvez uma maioria forte, não acredito que chega a dois terços do Senado, que vai evitar votar projetos favoráveis do governo Lula a partir de 2007, e que pode conduzir uma agenda antes do Supremo bastante forte, inclusive com um possível impeachment. Então, nesse jogo, e com uma direita que almeja eleger presidente do Senado, nesse momento você tem dois postulantes, que são Rogério, Marinho e Teresa Cristina, com vem ao governo chegar a um acordo de paso mais definitivo possível, não só um cessar fogo, com o da vioculumbre, mas pode também ser importante para a da vioculumbre, se cercar de acordos, ele vai precisar da direita, mas talvez ele precisa também do próprio governo para conduzir uma reeleição que interessa ele próprio. Só vou encerrando esse segmento, vou chamar o intervalo, e depois da nossa pausa, o que se espera em terões de política fiscal de um eventual quarto governo lula, até já. Vamos de volta ao intervalo, é o Daro Davi, auxiliares de lula, recomendam que o presidente comece a cortar gastos logo no começo de um eventual quarto mandado. Claro, se ganha a eleição. Dentro do PT, é um possível ajuste fiscal gera polêmica. O próprio coordenador da campanha de lula Céjo Gabriel, critica essa eventual redução de despesas. A campanha. Lula tem sido aconselhado a fazer diferente do que aconteceu em 2023. Na época, a peca da transição permitiu um forte crescimento dos gastos. A ideia agora é usar o capital político para frear as despesas logo no começo de 2027. Mas, com cuidado, de não antecipar medidas impopulares em plena campanha eleitoral. A recomposição das contas pública, segundo interlocutores, precisa mirar um ponto de chegada, que é a estabilização da relação dívida PIB até 2030, de forma gradual. Já o ministro da Fazenda, Dario Dúriga, falou publicamente em reduzir o limite de crescimento real das despesas, permitido pelo ar que abosto, que hoje é de 2.5% ao ano, para um teto de 1.5%.
e meio por cento. Segundo relatos, isso poderia ser estendido também ao aumento real do salário mínimo, gerando impacto para o gasto com aposentadorias e pensões. Ascessores próximos de Lula sugerem evitar o caminho feito por Joaquim Levin 2015, quando o feminício da fazenda de de Morsef, um choque de medidas de ajuste fiscal que sofreu forte crises que as diálas do governo e da esquerda ainda que elogiado pelo mercado. Levin acabou caindo com menos de um ano no cargo. O economista série Jogabriel e coordenador da campanha de Lula, no entanto, afirma que o equilíbrio fiscal não é um fim em si mesmo, que cortes em salários e benefícios seriam como enxugar gelo diante da alta taxa de juros e que os pesos constitucionais da saúde educação foram conquistas do movimento social. Como já consta no plano de governo divulgado na última sexta-feira, dois dos alvos definidos para recribrar as contas são a redução das emendas parlamentares que chegaram ao valor recorde de 61 bilhões de reais e o fim do super salário no funcionalismo dentro de um pacto fiscal entre os três poderes. Lula, o que em ler história econômica do Brasil recente não acredita que o Lula faria isso você acredita? Ele também não acredita não e em março ele fez o participo de um evento de partidos de esquerda na Espanha e aí ele começou a fazer uma autocrítica umas coisas até interessantes, sobre o que nós somos vistos como sistema, nós temos que ser vistos como anti-systema e aí eu achei que ele ia fazer uma digressão clássica que a esquerda sempre faz onde foi que ramos quando nós nos tornamos eleitistas e tal e e e e no determinado momento ele fala assim que o grande erro da da esquerda foi ter se rendido ao pacote ortodoxo do concesso de o óstice, ou seja, foi ter adotado a responsabilidade fiscal como uma agenda e aquilo ali me levantou dois sustos, o primeiro susto que eu acho que é o mais importante é que ele não reconhece a importância que a agenda fiscal teve no início do período dele lá em 2002 e que foi responsável de certa maneira pela pela pela por uma certa bonança né e e até um certo crédito que ele conseguiu com o centro com os atores financeiros e e por aí vai então ele não reconhece essa essa esse benefício isso me chama muita atenção e até conversa com a sua abertura né va que parece que não aprendeu e a segunda coisa é exatamente isso assim mas vai fazer ajuste aonde né porque assim a emenda e super salário não faz isso assim não dá volume suficiente para aquilo que que a gente precisa que estabilizar estabilizar a dívida né tem que mexer em questões que o Sergio Gabriel tem dito que são conquistas sociais então assim é muito difícil acho que o governo ele sofre uma crise de criabilidade muito importante né criada por ele próprio nesse tema fiscal em compra sua ideia não ninguém nem dentro do até dentro do PT tá difícil de de convencer aqui tem uma coisa importante que é primeiro o PT jamais se responsabiliza por nada é eu acho que essa é uma história né o culpado de hoje é um banco central é os juros né eles não admitem que os juros é uma consequência eles estão tratando juros como uma causa não só o Sergio Gabriel e mais o próprio ministro da fazenda da Rio do Riga entrevista aqui a semênia todas que tem feito tem colocado uma responsabilidade muito maior sobre o banco central então esse é o primeiro ponto o segundo eu ia falar exatamente o leo disse no final emendas e super salário são anomalias das contas públicas o que está colocando a política fiscal hoje em risco com esse endividamento é a dinâmica do gasto é uma coisa muito mais estrutural onde o que o que uma conta específica ou outra é os gatilhos que elevam as despesas obrigatórias a um patamar muito acima do crescimento do PIB do próprio limite do orcabol fiscal então a recusa do Lula e quando ele fala de emendas e super salários a recusa do Lula é mexena dinâmica ele quer encontrar alguns pontos específicos achando que isso vai consertar mas não vai tem um componente político que me parece essencial nessa discussão que é o seguinte é o peso da realidade os investidores nós estamos falando aí de despertar leões atrás de uma mesa de de mercado nós estamos falando de milhões de investidores que percebem o que significa dívida pública no fundo é este determinante de numa situação parte com a gente num país emergente como brasil que está crescendo menos que os países emergentes com os quais a gente normalmente é comparado não emite dólar e não parece sinalizar ninguém qual seria essa trajetória de ao mínimo de estabilidade da de de pública então este é um dado da realidade com o seu peso próprio no imposto que as ideologias digam a realidade acaba sempre se suplantando as ideologias as ideologias que não reconhecem a realidade acaba em grande tragédia perfeito agora daniel e cai por ser uma questão política essencial agora o que nós estamos vendo na campanha de lura em parte o reconhecimento de que a realidade tem um encontro marcado conosco logo portanto é melhor cuidar rápido disso ou a recusa não o ilhão o que a gente está vendo que eu estou acompanhando de dentro da campanha do PT e também do governo é uma divisão que sempre teve no petismo entre uma aula que defende um setor que defende um ajuste um pouco mais duro e um setor que defende quase não ajuste um ajuste mais leve né essa aula estou colocando um ajuste calma e duro ou mais palatável ou mais o que os agentes econômicos defendem tem sido liderado pelo ministro da fazenda da campanha do regano que está dizendo isso ao mercado e afarei a lima de que haverá sim algum tipo de ajuste a partir de 2017 e teria uma outra aula ali que seria liderada ali pelo Bruno Moréctica o ministro do planejamento que é um cara muito querido dentro do PT muito próximo ao ex-ministro da Cive Ruíkost que teria uma visão um pouco mais flexível de como deveria ser um ajuste fiscal agora tem muito de política nessa equação toda porque porque outra outra vertente também coloca que no fundo tem uma disputa com o ministro o ex-ministro Fernandade que defende que o da Rio do Rio Grande Fique como ministro da fazenda no eventual Lula 4 e gostaria segundo interluctores de assumir a casa civil pra ser o homem forte do governo e assumir a casa civil Fernandade um ministro da fazenda dele daria o duriganto manuconto do governo e aí como se o Lula for reeleito não será mais grande dato e começarão de um debate muito intenso no PT sobre o poslula o Adad está dando na casa civil e tendo fazendo o ministro da fazenda se viabilizar a iteria mais condições de seu sucessor do Lula e o candidato do PT em 2030 então é uma equação que mistura pra te responder tanto economia e visão econômicas quanto também já o que seria um poslula dentro do partido dos trabalhadores e quem seria o sucessor Daniel William o próximo governo de seja igual fort está fadado a enfrentar o duplo 100% que é 100% de uma relação dívida pibi isso ademais pra qualquer país emergente incluindo o Brasil e 100% do orçamento tomado por despesas obrigatórias isso até 2030 ambos o 100% e não é o mercado que está dizendo a instituição fiscal independente são os próprias as próprias projeções da secretaria do Oro Nacional dá pra entender quando é uma parte ali da da campanha do Lula e do governo hoje diz olha eu preciso fazer algum aceno aqui inclusive porque a nova cartilha preconiza que tem que mexer em mandas parlamentares e tem que mexer em super salários uma atinge legislativa outra atinge judiciário então preciso fazer o executivo o seu próprio gesto o que não está dito é que a positividade das imendas parlamentares pode acabar com uma canetada de flavidino isso pode acontecer e o que não está dito é que tem uma a ela também da campanha os esjajo gabriel perdeu essa briga as as ideias dele não constaram do programa de 84 páginas e ele divulgou um texto a parte minutos depois de protocolar do plano mas existe uma outra aula o Bruno Morette Camilo Santana não são Barbosa que hoje está no bem de esque defende excessões a barca bolsa ainda não são Barbosa defende que há gesteções para investimento em mobilidade urbana metrôn as garantidades Camilo Santana que é universalizar um ensino em tempo integral as excessões viraram regras e aí é natural que haja muita dúvida sobre qualquer promessa de ajustificar.
Não sei que consegue identificar qual dessas linhas ideológicas no PT se afirma ou no fundo, é um provocação a você, como cientista político, pouco importa, porque eles aderiram sempre a ideia de equivocadas nos desastres econômicos que provocaram. Olha, William, tem uma história que aconteceu nesse pacote do Joaquim Vivier. Eu fui fazer uma pesquisa lá, que ele apresentou o pacote, eu fui fazer uma pesquisa no Congresso. E aí, exatamente sobre o pacote, o que ele me dio o nível de suporte, que ele tinha. E quando eu peguei os resultados, eu fiquei muito assustado, porque a principal oposição, a juxa do levi, era o PT, era o partido do governo. E quando os outros partidos da coalizão, eles olharam, e você se espera aí, se o PT não apoia esse pacote, não sou eu que vou apoiar. E eu entendo que ali estava o coração do impeachment, estava o coração da crise que congelou a base para lamentar do governo, porque a partir da ali a agenda não andou. O PT não podia criscar o levi, adio, mais criticado o levi, etc. E ela foi acusada de um grande estelionato eleitoral. Então, eu olhando para isso e provocado pela pergunta que você fez, mas qual é a equação política? Eu acho que existe uma preocupação do PT, talvez de não repetir um pouco da acusação de estelionato eleitoral. Pode colocar isso de uma dose, de uma dose é uma opática. E eu entendo que esse debate, ele é muito mais disputa de poder, porque o pessoal está vendo ali a sear econômica aberta e muita gente que é candidato ali a ocupar essa praça, já que o adade disse que não quer mais. O que é propriamente um debate interno do PT? Eu acho que tem um aprendizado de 14, 14 e 15, que eu acho que a gente não pode colocar fora, mas até isso ganhar consistência, eu não sei. E a gente vai precisar ver o que quem vai ganhar esse debate, o que ele diz do Pós-Lula, eu acho que a gente já está discutindo isso mesmo que ele ainda tem a possibilidade de ficar mais quatro anos. O Elian, muita gente se pergunta assim, "tá, mas o que vai ser essa crise? O que vai acontecer? Não vai acontecer uma ruptura de um dia para o outro. O Brasil vai consumindo aos poucos a sua capacidade de investimento. O mercado financeiro vai deixar de ser o termoamento. O Brasil, exportador líquido de petróleo, exportador líquido de comodes, vai entrar muito dólar, vai conseguir de alguma forma manter algum equilíbrio. A diferença é que a gente vai continuar convivendo com uma taxa de juros muito alta. Chega um momento que é insustentável, que se começa a escapar mais para a inflação, o juro demora mais para caí, sim, mas é uma crise diferente, é uma crise que vai travando o Brasil e qualquer desejo de um crescimento mais robusto, de investimentos mais relevantes nessas áreas estratégicas, energias, minerais, ele acaba no acontecimento. Tem uma pergunta que quando a gente trata desse tema de o que seria uma política econômica do Lula 4, a gente tem ouvido muito, é se o Lula, no alto ali dos seus 81 anos, faz 81 anos em outubro, então ele vai sumir o cargo com 81, fica até os 85 anos. O último mandato da vida dele, se vai chegar a alguém lá, um tecnocrato lá do Ministério da Fazenda, alguém que gostaria de corrigir o acaboso, os vazamentos, os furos do acaboso, isso o Lula, no último mandato da vida dele, vai falar "não, vamos fazer um nega justi de contas, um arrocho, assim, porque a sempre a palavra final da política econômica naser as Lula foram do Lula, ele deixa rolar a disputa e ele decide, o Lula com 81, 82 anos, 83 anos, não vamos cortar todos esses programas sociais, fazer uma reavariação, um expandee review, muito difícil de imaginar, né? E ele tem falado disso nas Uniões Internes, ele tem falado de deixar um legado, e aí cabe a gente entender o que é legado na cabeça do Lula, é acertar as contas públicas, ou na cabeça dele é colocar a petrobras para explorar terras haras, ou para voltar ao mercado de combustíveis, ou universalizar ensino em tempo integral, educação básica em tempo integral, mediante a seção no arrocaboso fiscal, talvez isso seja muito mais o legado e colocar o Brasil na rota do desenvolvimento da cabeça do Lula, do que acertar as contas públicas. Talvez seja o inautecimento do próprio ego, principal legado, estou encerrando esse segmento, muito obrigada a você, Leonardo Barreto, cientista político, socios da consultoria, de polícia pela participação no WWBONOite. Obrigado pessoal, muito bonite. Aí esse caio, a gente se dispede aqui, o Daniel continua conosco, nós vamos para o intervalo, depois dele a China, pede para entrar em ação do Brasil contra os Estados Unidos, dentro da Organização Mundial do Comércio, até já. O Davo está voltando ao intervalo, agora no programa conosco, participando José Pimenta, colonista do CNN Manning, socios da EBM, Jota Consultoria, pesquisador do INSPER, agro, global, obrigado, José Pimenta, boa noite. Boa noite, o William, boa noite a todos. E o nosso Louro e Vald Santana conosco aqui na bancada, boa noite, Louro. A China pediu para fazer parte da ação que o Brasil, com a qual o Brasil ingressou na Organização Mundial do Comércio, contra o tarifácio dos Estados Unidos. A China argumenta que as taxas afetam as mercadorias dela, inclusive com fila. A China argumenta que tem um grande interesse comercial nas conversas e por isso gostaria de fazer parte delas. Além de alegar que o tarifácio reduz a competitividade dos produtos chineses em território americano. Na semana passada, Donald Trump adicionou novos impostos contra produtos feitos a partir do policilício, que incluem chips e painéis solares. A ideia seria justamente tentar reduzir a magia de pequim no mercado de Washington. Mas se, dos Estados Unidos tinham aceitado a solicitação do Brasil para tratar sobre as tarifas na UMC. A carta americana dizia que o país está a disposição para conversar com representantes brasileiros em uma data conveniente para ambas as partes. O planalto havia feito a solicitação no último dia 27. Ela leva em conta as tarifas americanas de 25%, exclusivas ao Brasil e outras de 12,5, ligadas a suspeitas de trabalho forçado que incluem outros países. No entanto, as expectativas do governo para uma solução são baixas. A avaliação é que o processo no AMC tem potencial limitado, mesmo com a chance de abertura de um painel, casas conversas paralisen. O órgão de apelação da organização está travado desde 2017. Ao mesmo tempo, o Brasil é dobra-posta na diversificação de mercados. O planalto intensificou negociações com a Índia para garantir novas passarias e ampliar o acordo comercial do país com o Mercosu. Os indianos também sofreram contáxias de 12,5% dos Estados Unidos e estão em busca de novos passeiros. O tratado cobra uma parcela limitada de produtos. A ideia expandira as eduções de alíquotas para outros setores. Uma comitiva do governo de Narendra Mode virá a Brasília para discutir o tema. No primeiro semestre de 2016, os brasileiros venderam 5 bilhões de dólares em mercadorias para a Nação Aziática, um aumento de 84% na comparação com o mesmo período do ano passado. Dos épimenta, posso supor que esse gesto é simbólico, dado fato, da organização mundial como é se estar moring bunda há um certo tempo. William, é um gesto extremamente político, diplomático, se a gente puder falar, como você mesmo colocou simbólico no sentido de demonstrar que o que os Estados Unidos estão fazendo não é direcionado, somente a onda terminado país ou um conjunto de países, senão a feita ao multilateralismo como um todo. A seta, justamente as réderas que os Estados Unidos lá atrás, desde a época da possível criação do organização internacional do comércio, lá atrás, no Braton Wood, no Pós II da Guerra nem chegou a existir ao IC, depois se esteia magate, depois do AMC. Tudo isso contou com uma equestração muito forte dos Estados Unidos. E quando você tem hoje uma ruptura, o Brasil coloca isso muito claramente no seu pídeo de consultas, né? Você tem de alguma forma dos Estados Unidos não indo ao encontro de regras, como o princípio de nação mais favorecida, ferindo também a questão da regras de concessão tarifária, ou seja, você delimita um teto tarifário na AMC e você aplica a outra internamente, enfim, uma série de regras culminando
com a imposição unilateral de taristas, tudo isso tem a ver, é, "expedido do Brasil de consultas". E o pedido da China disse "unir" ao Brasil, novamente acho que é importante se alentar isso. A China não é qual dura da ação, ela está pedindo também para participar da sala de consultas. Mas tudo isso busca multilateralizar algo que é bilateralizável, vamos dizer assim, que é mais um nível bilateral, é colocado na invadibil lateral, então, tentando levar para o nível multilateral. Não se visa a resultado práticos, mas sim um gesto político em torno do quê? -Vou, rival. -Ah, desculpa, achei que era pedenial. -Você perdeu, você foi até a China, agora você estava voltando. -Ah, mas ali olhando o Daniel, falando "Daniel", não está reagindo, que é o que aconteceu. Porque a câmera não estava mostrando Daniel, a câmera estava reagindo ao quê? -Os dois estão pensados. -Os dois, eu esperei o falado. -Outor, a nossa autídica está esperando. -Os dois pensados, a mesma agora, vem. -Eu tenho. -Qui que começa? Você ele vai? -Elho muito para dizer. -Então, agora? -Eu falei com o Roberto Azirredo sobre isso, que foi diretor geral do M.C. -Elho estava pensando no que ele falou. Foi representante do Brasil e depois diretor geral. E ele me explicou que esse é um procedimento rotineiro, o fato de um país entrar com um pedido de consulta contra um reclamado, não é um reclamante contra um reclamado. O reclamado aceita, não há porque não aceitar, até porque se ele não aceitar automaticamente, passando alguns dias, vai ter o painel de qualquer jeito, vai se formar o painel. E também é completamente rotineiro ou outros países entrar em como terceira parte. Inclusive, ele, quando foi representante do Brasil, constantemente entrava como terceira parte, para ouvir os argumentos, para participar, colocar a composição do Brasil. Ele falou, seria muito estranho, nesse caso, se a China não entrasse como terceira parte. E falou, "Natural que que é esteja de fora, veja, possa ver nisso, como se fosse uma questão do Brasil, está na órbita da China, porque eu fiz essa pergunta, eu que provoquei, se haveria essa análise, ele falou, "Mas quem está lá dentro não vê dessa forma, vê como uma consulta normal, o que vai acontecer, até 60 dias para essa consulta terminar?" Pode terminar antes, se não haver a cor, mas Estados Unidos vão querer arrastar esses processantes, aí se formam o painel de três integrantes. Esse painel, os países indicam o perfil dos panelistas, se não haver a cor de sobre quem seriam os três panelistas, o diretor geral ou os países, sobre o perfil vai lá e indica. Aí tem mais um período de julgamento desse painel. Provavelmente, como o de fato, até o pimento estava dizendo, os Estados Unidos violaram as leis, as nomes da MC. Então, o painel vai decidir em favor do Brasil, só que o que vai acontecer? Os Estados Unidos vão apelar, e os próprios Estados Unidos criaram um vaco. - O ágo 2016. - É, o ágo de apelação passam parou de elegear, nomeados, Estados Unidos pararam de aceitar, e é, de samba, por consenso, a escolha de juízo para o ágo de apelação. E aí, a partir de 2019, parou de funcionar por falta, por não ter três, pelo menos, juízo de apelação, para examinar os casos. Então, há uma ironia aí nessa história. Estados Unidos fala, vamos lá, vamos discutir, está tudo certo, só que os próprios Estados Unidos sabotaram o processo, lá no início do governo Trump 2017. Daniel, estamos aguardando a sua reflexão. E aí, eu queria trazer uma coisa em complemento ao pimento ao lorival, que me parece absolutamente interessante, que é a paralisia da MC, mas, especificamente, desse órgão de apelações, que é no final das contas, que em decide em última estância as controversias. Os Estados Unidos, no nomeos, juízes ali, desde 2017, o que quer dizer é que inclui, também, o governo Biden. Não é só uma coisa de Donald Trump, não, passou pela gestão democrata. Aí, agora, em março deste ano, teve uma conferência ministerial da MC, que é a instância, a desusória, é mais importante, acontece uma vez a cada dois anos. E o Brasil chegou nessa conferência, que aconteceu em Camarões, pela primeira vez, na África, com uma proposta de grande reforma da MC. Os Estados Unidos, de cara, disseram, não, pera, nós não estamos querendo isso. Da reunião da MC, nós só queremos prorrogar por mais tempo, uma moratória sobre comercio eletrônico, que era um compromisso de todos os países, de que não iam tachar, não iam colocar imposto de exportação sobre comercio eletrônico, sobre entregas, comendo expressas, e download, stream, etc. O acordo atual estava vencendo justamente agora. Todos os países concordaram, é seto um, que foi o Brasil. Isso no momento em que já haviam diálogo entre Brasil e Washington, já havia tido aqueles barran, Lula, Trump, nas Nações Unidas, já havia tido reuniões de ministros. Isso poluí o especificamente, muito especialmente a relação entre toda a comitiva brasileira que tinha o aval direto do presente da República, de Lula, para fazer isso. E o James Sombrio, que é o chefe do EUA. Não estou querendo dizer com isso, que o tarifácio vem em função de uma reunião do M.C. Não trata disso, mas que o sujeito responsável por aplicar essas tarifas em Washington, saiu da África com uma tremenda uma vontade com o Brasil por causa de uma postura irredutível, e que não levou a lugar nenhum. E em função do tarifácio? A gente olhar um pouco além dessa questão do M.C. O que da política comercial brasileira exterda? Você detecta como resposta já ao tarifácio, sobretudo com o Lente Fala dos Mercados Nados. O que o Brasil tem adotado, o Ilha, é uma postura até surpreendente. A gente que acompanha, a gente acompanha bastante a política internacional, como é essa internacional, coisa que a gente não via nos últimos 20 anos, que é essa enxurrada de negociações. O M.C.S.S sempre foi o Brasil, como líder do M.C.S, pelo menos econômicamente falando, sempre buscou priorizar acordos regionais e alguns acordos extra-regionais, caso da Índia que é um acordo bem pequenininho. O que acontece agora? Uma das respostas, embora eu tenha muitas reservas em relação a isso, e sou a favor, obviamente você é um plenarrê de dos acordos, se abrir mais e buscar obviamente outros parceiros, justamente para você tentar suprer essa lacuna exportadora. A gente viu que para suprer essa lacuna em relação a essa lacuna, isso é muito difícil, e essa que é minha reserva, porque em termos de rentabilidade, nação norte-americana ainda dá de 10 a 0 em termos de vários em relação ao desmercado. Porém, o Brasil tem adotado uma postura de negocia a outros acordos. Fez isso com o União Europeia, que é um grande mercado, é um par de serem interessantes, é de respeito de todo o protecionismo e o outro no acordo, mas tem buscado negocia com o Canadá, muitos dizem que esse acordo deve ser fechado até o final do ano. O mercado é importante também, mas restrito alguns produtos. India tem várias reçalas, porque seria uma surpresa, se não é um acordo amplo com a Índia, porque é um país também extremamente protecionista em alguns setores, já pronta, a menção e negociações. Então de toda forma é alternativa, é uma estratégia. À vez isso vai continuar de fato, ou se é simplesmente uma resposta para a passagem. A gente, como o setor produtivo, entende que isso é fundamental para diversificar as vendas, William. E deixou o primeto uma pergunta bem difícil, não é? Então é uma estratégia ou uma resposta para a passagem? Acho que é uma estratégia, assim, no sentido de falar que o Brasil não está parado, vai continuar buscando, mercados e tal. Agora, as duas coisas não deveriam ser interescludentes. O Brasil deveria estar sempre buscando o mercado, aliás, esteve um dado momento na carreira de presidente do Lula, que ele falava que ele era um caixero viajante. Isso é ótimo, tem que ser caixero viajante. Só que o problema é que o Lula pensa igual Trump em relação ao comércio. Ambos acreditam que importar é uma disonra que, em comprar de outros países, é algo errado, perverse, obceoso. E é exatamente o contrário, que é o comércio, ele deve fluir dos dois lados, uma avenida de dois lados, em que, na medida que a gente importa bem de capital, produtos sofisticados com tecnologia, softwares, insumos e matérias primas, que outros países produzem com uma oficência, de forma mais barata e com mais qualidade, a gente enriquece toda a nossa cadeia de valor, a gente enriquece a nossa indústria, a gente se torna mais competitivo, e esse valor que a gente traz para o nosso país, entra na nossa cadeia de valor e transforma os nossos produtos, em mais valor agregado, a gente consegue vender melhor, exportar coisas com uma ofalora agregada. É essa dinâmica que o Brasil não consegue fazer, porque ele está preso a essa mentalidade de que não pode importar, só pode exportar. Então, nesse sentido, o Lula pensa igual ao Trump. O Trump está querendo fazer isso com os Estados Unidos, e, francamente, vai perder os midterms, elecrescos.
porque, com isso, está gerando inflação, não está conseguindo contribuir para a situação econômica do país dele. E o Lula está encorrendo no mesmo erro. E no caso brasileiro ainda está transferindo riquezas dos eficiente para os ineficientes, porque cria programas de subzidos para ajudar aqueles que eram eficiente, mas que agora não consegue exportar para os Estados Unidos, exportavam porque era eficiência, o Lula não negocia o que o Estados Unidos não fez as concessões, e aí, agora, cada vez mais estimulando a ineficiência, porque quando você subsidia, você está falando para aquele empresário. Seja ineficiente, não invista em inovação. Daniel, a mesma pergunta que o primenta deixou que me parece essencial para a gente entender o momento. Temos uma estratégia ou é uma resposta passageira? Essa comunícia o primenta está enxurrada de negociações. O irente ter que determinar, Daniel. Brasil gosta sinceramente de acordos comerciais e negociações comerciais, gosta menos de comercio em si. A lógica continua sendo de preciso ter superávites, exportar assim, importar não, quando, na verdade, muitas vezes importar é o que exporta. Exapimenta, como é supor você, meus agradecimentos, o exapimenta é colonista do Serenimane, sociodai bem-mejota consultoria, pesquisador do insperi-agro global. Obrigado por ter estado conosco Boa Noet, Fimenta. Boa Noet, Fimenta, Boa Noet, Boa Noet, a todos. Os meus colegas, Daniel, o rei Fimenta, Boa Noet, o Exlo de Volgamente, muito obrigado, Boa Noet, a gente está terminando para mais conteúdos sobre os temas que tratamos aqui, vai a página do www.site.nm.brasil tem bastante coisa lá. Agora assim, eles são termina Boa Noet, obrigado.
Podcast Summary
Key Points:
A Sinalinha de Brasil discute a eleição apertada e o futuro fiscal pós-eleição, destacando a descrença na disposição de Lula em promover ajustes fiscais.
O Congresso, em "esforço concentrado", evita pautas polêmicas antes de outubro, com projetos-chave do governo (como o fim da escala 6x1 e a segurança pública) sem votação garantida.
Medidas provisórias importantes, como a que acaba com a "taxa das blusinhas", correm risco de caducar, gerando impacto eleitoral negativo para o governo.
A articulação política de Lula foca em construir governabilidade pós-eleição, com acordos com Davi Alcolumbre e Hugo Motta, em meio a investigações da Polícia Federal.
No campo fiscal, auxiliares recomendam cortes de gastos gradualmente, mas há resistência interna no PT, com críticas a ajustes que afetem conquistas sociais.
A dívida pública e os juros altos são vistos como consequências do gasto público, mas Lula e aliados tratam os juros como causa, não efeito.
Summary:
A edição aborda o cenário político-eleitoral brasileiro, marcado por uma eleição apertada e um futuro fiscal incerto. O comentarista William destaca a "fábula" de que Lula, se reeleito, faria ajustes fiscais, lembrando que o presidente nunca acreditou nessa agenda e repete políticas de estímulo ao consumo e expansão fiscal. O Congresso, em "esforço concentrado", evita pautas polêmicas antes das eleições, deixando projetos importantes do governo, como o combate à misoginia e o fim da escala 6x1, sem votação.
Medidas provisórias, como a que elimina a "taxa das blusinhas", podem caducar, impactando a imagem do governo. A articulação de Lula foca em acordos pós-eleição, como o jantar com Alcolumbre e Moraes, para garantir governabilidade, mas investigações da PF pairam sobre o cenário. No campo fiscal, há divisão no PT: enquanto auxiliares sugerem cortes graduais de gastos, o coordenador de campanha, Sérgio Gabriel, critica ajustes que afetem conquistas sociais.
O ministro da Fazenda defende reduzir o teto de crescimento real das despesas, mas a credibilidade do governo é baixa, e os juros altos são tratados como causa, não consequência do endividamento, dificultando qualquer reforma estrutural.
FAQs
A crítica é que Lula nunca acreditou em ajuste fiscal e, se reeleito, dificilmente fará cortes de gastos, pois sua visão é de que o gasto público é o motor do crescimento, ignorando o impacto do endividamento e dos juros altos.
É um período em que os parlamentares voltam a Brasília para votar pautas, mas, na prática, há muitos itens (67 na Câmara) e pouca prioridade, resultando em poucas votações de temas polêmicos ou estruturais antes das eleições.
A MP que acaba com a taxa pode caducar antes da votação, e se isso ocorrer, a taxa volta a vigorar às vésperas do primeiro turno, o que pode prejudicar a imagem do governo, que já foi associado a essa taxação.
Projetos como o combate à misoginia, o fim da escala 6x1, o marco legal da IA, a modernização de PPPs e a renegociação de dívidas agrícolas não têm perspectiva de votação antes de outubro.
Lula está articulando acordos com líderes do Congresso, como Davi Alcolumbre e Hugo Motta, através de encontros como o jantar na casa de Alexandre de Moraes, visando garantir apoio para um eventual quarto mandato.
Recomendam cortar gastos logo no início do mandato, mirando a estabilização da dívida pública até 2030, mas sem antecipar medidas impopulares durante a campanha eleitoral.
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