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Energy systems

10m 23s

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Neste episódio, Israel retoma a afirmação de que Jesus não é um modelo moral a ser imitado, esclarecendo que isso não nega sua perfeição moral, mas destaca a incapacidade humana de imitá-lo por conta da natureza carnal e do pecado. Ele explica que transformar a vida de Jesus em uma cartilha moral leva a dois erros: primeiro, criar uma nova lei, semelhante à lei mosaica, e segundo, desconsiderar que a salvação em Cristo envolve ter o Espírito de Cristo vivendo em nós. Citando Romanos 8.9, Israel afirma que ser cristão é pertencer a Cristo e ter seu Espírito. Ele contrasta dois modos de existência: sob o domínio da carne, escravizado pela lei do pecado e da morte, e sob o domínio do Espírito, libertado pela lei do Espírito de vida. Essa lei interior, não externa, é o que possibilita a imitação de Cristo. Usando a analogia de William Temple, Israel compara a necessidade do Espírito Santo habitar em nós para viver como Jesus, assim como o gênio de Shakespeare precisaria habitar em alguém para escrever como ele. Por fim, ele conclui que os imperativos bíblicos para imitar Cristo são possíveis apenas para aqueles que receberam o Espírito, que transforma o coração, e não para quem apenas tenta imitar um personagem. O Evangelho é a boa notícia de que Deus enviou seu Filho para condenar o pecado e nos libertar para viver no Espírito.

Transcription

1335 Words, 7260 Characters

Portuguese
[Música] Deus na vida com o Israel Más Agorate. [Música] Olá, eu sou o Israel. Senti, pegue o seu café e vamos conversar sobre Deus e sobre a vida, sobre a fé e sobre as nossas dúvidas. [Música] Seja muito bem vindo a mais este episódio do Deus na vida, e eu quero agradecer você pelo prazer da sua companhia. Neste episódio nós vamos retomar uma afirmação que fizemos no episódio ou anterior quando dissemos que Jesus não é um modelo moral a ser imitado. Eu quero primeiro reforçar o que eu já havia dito no episódio anterior. Com essa afirmação, não estamos dizendo jamais que Jesus não é um bom modelo moral, ou que ele não é um modelo moral desejável de ser imitado. Evidente que ele é, razão pela qual o grande objetivo da fé cristã é que sejamos conformes a imagem de Jesus Cristo, o filho de Deus, como Paulo escreveu em romanos capítulo 8. A minha afirmação propositamente sou estranha, para que ressaltemos um único ponto fundamental. Jesus não é um modelo moral a ser imitado, porque seres humanos não possuem poder para imitá-lo. [Música] Aqueles que pensam que podem traçar um perfil comportamental de Jesus, baseando-se nos textos dos evangelhos e das cartas do novo testamento, criar com isso uma lista de qualidades ou virtudes de Jesus, e fazer disso uma cartilha orientadora da moral caerão em dois erros. O primeiro será o de fazer da vida de Jesus uma nova lei. Se Deus estivesse nos dando um novo código moral por meio da vida de Jesus, para que o obedecéssemos, ele teria nos deixado na lei Mosque. Volta a dizer que ao afirmar isso, não estamos dizendo que Jesus não viveu uma vida perfeita e moralmente exemplar. É óbvio que ele viveu, mas o caminho para a sua imitação jamais será o caminho de quem tenta viver como ele viveu sem ser um com ele. O segundo erro é desconsiderar o que significa ser salvo em Cristo. Ser uma pessoa cristã é ter o Espírito de Cristo. A vida de Jesus convertida em uma cartilha moral não faz sentido bíblicamente falando, porque para viver como Cristo viveu, Cristo precisa viver em nós. E esse é o ponto. Vamos ler o Romanos 8.9? Paulo escreveu assim. Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato, o Espírito de Deus abita em vocês. E se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. Este versículo é o que temos de mais preciso em todo o novo testamento sobre o que significa ser cristão. Ser cristão é pertencer a Cristo. E pertencer a Cristo é ter o Espírito de Cristo. Vamos conversar um pouco mais sobre isso? Deus na vida com Israel mais agorate. Affirmamos que os seres humanos, por causa de sua condição humana, não possuem poder para imitar a Jesus. Significa que quando o assunto é imitação de Cristo, nos encontramos diante de uma barreira, devido a nossa condição humana que carrega ainda uma natureza carnal. Isso é uma natureza forjada no pecado. O texto de Romanos 8.9, que lemos antes do nosso intervalo, fala de dois modos de existência. O primeiro é a vida sobre o domínio da carne. O segundo é a vida sobre o domínio do Espírito. Esses dois modos de existência correspondem ao que o apóstolo Paulo escreveu no início do capítulo 8, lá no versículo 2, ao apresentar a lei do pecado e da morte e a lei do Espírito de vida. Viver sobre o domínio da carne é equivalente a viver escravizado pela lei do pecado e da morte. Essa vida de escravidão do pecado e da morte é a condição humana de quem ainda não foi salvo em Cristo Jesus. E mesmo aqueles que já foram salvos em Cristo Jesus ainda precisam lutar contra os rescícios desta longa exposição de uma vida às leis do pecado e da morte. É aqui que se encontra, então, a barreira para imitarmos a Cristo. Não se imita a Cristo, enquanto se está sob o domínio do pecado e da morte. A lei que rege a vida, como a lei da gravidade, não pode ser alterada por nós. É preciso que vigore uma outra lei para que seja possível viver na imitação de Cristo Jesus. Essa outra lei que revoga a lei do pecado e da morte e nos libertas do domínio da carne é a lei do Espírito de vida. Essa lei não é exterior a nós. Não pode jamais ser confundida com um código de conduta, um código moral. Mesmo que esse código moral tenha sido extraído das perfeitas virtudes de Jesus Cristo. Essa lei é interior. Arrejero coração e por extensão toda a vida. Porque Deus enviou o seu filho como sacrifício para que o pecado e a morte fossem condenados, Paulo responde isso em 183 e 4. Porque aquilo que a lei for a incapaz de fazer por estarem fraquecida pela carne Deus o fez, enviando seu próprio filho a semelhança do homem pecador como oferta pelo pecado e assim condenou o pecado na carne, afim de que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Agora nós podemos recordar a explicação altamente criativa de William Temple sobre isso. Ele disse assim, "Abre aspas". Não adianta me darem uma peça como Hamlet ou Rei Lear e me mandarem escrever algo semelhante. Shakespeare era capaz. Eu não. Também não adianta me mostrarem uma vida como a de Jesus e me mandarem viver de igual modo. Jesus era capaz. Eu não. Porém, se o gênio de Shakespeare pudesse entrar e viverem em mim, então eu seria capaz de escrever peças como as dele. E se o Espírito Santo puder entrar e habitarem em mim, então eu seria capaz de viver uma vida como a de Jesus. Fecha aspas. Quem nos dá o poder para viver na imitação de Jesus Cristo é o Espírito Santo de Deus que foi derramado nos corações da queeres que creram em Jesus. Para imitar a Cristo é preciso que antes de tudo estejamos em conformidade com Cristo identificados com Cristo da maneira como Paulo escreveu em Galatas 220, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E isso não é uma figura de linguagem para Paulo. É literal. É verdade que esse é um grande mistério da fé cristã que escapa as capacidades humanas de investigar e comprovar objetivamente que o Espírito de Cristo vive em seus discípulos. Mas é por isso mesmo que se trata de uma vida que se vive pela fé. Como também disse Paulo na sequência do texto de Galatas 220, a vida que eu agora vivo, vivo pela fé no filho de Deus que me amou e se entregou por mim. Então, se Jesus não é um modelo moral a ser imitado porque não temos poder para imitá-lo como ficam os imperativos bíblicos para sermos imitadores de Cristo simples. Todos esses imperativos repousam sobre a verdade bíblica do Espírito de Cristo vivendo em nós. É para pessoas que receberam o Espírito de Cristo que tais imperativos são possíveis de serem cumpridos e que devem sim ser obedecidos. Ser habitado pelo Espírito é o pressuposto da imitação de Cristo. Caso contrário, estaríamos apenas brincando de teatro e mitando um personagem, enquanto Deus está trabalhando para transformar o nosso coração. Deus na vida com Israel Más Agorate. Agradeço ao Senhor pelo privilégio de estarmos juntos em mais um episódio do Deus na vida. E lembre-se, o Evangelho é apreciosa a notícia de que Deus enviou o seu filho para condenar o pecado e a morte e, com isso, Ele nos libertou da lei do pecado e da morte e nos colocou sob a lei do Espírito de vida. Por isso, meu irmão e meu irmã viva plenamente a nova. a vida no Espírito que ele te concedeu e até o nosso próximo encontro.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Jesus não é um modelo moral a ser imitado porque os seres humanos, por sua natureza carnal, não têm poder para imitá-lo.
  2. Tentar transformar a vida de Jesus em uma cartilha moral resulta em dois erros
  3. Ser cristão é pertencer a Cristo e ter o Espírito de Cristo, que é o pressuposto para a verdadeira imitação.
  4. A lei do Espírito de vida, interior e não exterior, liberta da lei do pecado e da morte, permitindo viver como Cristo.
  5. A imitação de Cristo só é possível quando o Espírito Santo habita no crente, como ilustrado pela analogia de William Temple sobre Shakespeare.

Summary:

Neste episódio, Israel retoma a afirmação de que Jesus não é um modelo moral a ser imitado, esclarecendo que isso não nega sua perfeição moral, mas destaca a incapacidade humana de imitá-lo por conta da natureza carnal e do pecado. Ele explica que transformar a vida de Jesus em uma cartilha moral leva a dois erros: primeiro, criar uma nova lei, semelhante à lei mosaica, e segundo, desconsiderar que a salvação em Cristo envolve ter o Espírito de Cristo vivendo em nós. 9, Israel afirma que ser cristão é pertencer a Cristo e ter seu Espírito.

Ele contrasta dois modos de existência: sob o domínio da carne, escravizado pela lei do pecado e da morte, e sob o domínio do Espírito, libertado pela lei do Espírito de vida. Essa lei interior, não externa, é o que possibilita a imitação de Cristo. Usando a analogia de William Temple, Israel compara a necessidade do Espírito Santo habitar em nós para viver como Jesus, assim como o gênio de Shakespeare precisaria habitar em alguém para escrever como ele.

Por fim, ele conclui que os imperativos bíblicos para imitar Cristo são possíveis apenas para aqueles que receberam o Espírito, que transforma o coração, e não para quem apenas tenta imitar um personagem. O Evangelho é a boa notícia de que Deus enviou seu Filho para condenar o pecado e nos libertar para viver no Espírito.

FAQs

Não significa que Jesus não seja um bom modelo moral, mas que os seres humanos não têm poder para imitá-lo por conta própria. A imitação de Cristo só é possível quando Ele vive em nós através do Espírito Santo.

O primeiro é transformar a vida de Jesus em uma nova lei, ignorando que a salvação é pela graça. O segundo é desconsiderar que ser cristão significa ter o Espírito de Cristo vivendo em nós.

Ser cristão é pertencer a Cristo, e pertencer a Cristo é ter o Espírito de Cristo habitando em nós. Isso define a verdadeira identidade cristã.

A barreira é a condição humana sob o domínio da carne e da lei do pecado e da morte. Só podemos imitar a Cristo quando vivemos sob a lei do Espírito de vida.

Deus enviou Jesus como sacrifício para condenar o pecado na carne, satisfazendo as exigências da lei. Assim, quem vive segundo o Espírito é liberto da escravidão do pecado e da morte.

Ele compara a imitação de Cristo a escrever como Shakespeare: não podemos por nós mesmos, mas se o Espírito Santo habitar em nós, podemos viver como Jesus viveu.

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