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Empreender #92 - O maior risco do seu time não é financeiro. E cultural. com Hélio Nichioka

48m 53s

Empreender #92 - O maior risco do seu time não é financeiro. E cultural. com Hélio Nichioka

O episódio discute a construção da cultura organizacional e os fundamentos da liderança autêntica no contexto do empreendedorismo, especialmente em clínicas de fisioterapia. A cultura não é definida pelo que se fala, mas pelo que o líder tolera ou não tolera no cotidiano, sendo construída através de ações consistentes. A liderança eficaz não requer ser o melhor tecnicamente, mas sim exercer influência através do exemplo, comunicação clara (mesmo do que parece óbvio) e conversas difíceis quando necessário. O empreendedor deve digerir conhecimentos externos e adaptá-los à sua realidade, criando um negócio com uma identidade única, uma "assinatura" pessoal. A autoridade do líder vem da honestidade e autenticidade, e é crucial estabelecer limites claros sobre o que é inegociável na equipe. A consistência a longo prazo nos comportamentos desejados é apresentada como a marca registrada de uma cultura sólida e de uma liderança bem-sucedida.

Transcription

8227 Words, 45209 Characters

Portuguese
E é muito importante que a gente entenda. O exemplo é muito importante. Você tem que fazer. Você pode não ser o melhor fisioterapia da sua clínica. Eu não sou o melhor da minha clínica, com certeza. Mas a construção da cultura faz com que movimentos invisíveis, movimentos silenciosos da conta dentro da sua clínica. Porque aquela cultura tão forte que ela mantém aquele grupo, amarrado de um jeito pela construção da cultura. A cultura não se constrói pelo que você fala. Ela, você constrói a cultura pelo que você não deixa passar no seu dia a dia, falando com as pessoas. Esse foi um dos vários insights que tivemos no episódio essa semana. No aprender empreender de hoje, ela aproveitou um empre visto, sim, o convidado não veio, para transformar o episódio em uma conversa mais autoral, mais real e mais direta do jeito que a vida de quem empreende realmente acontece. Porque aqui a lógica é simples. Na fisioterapia e nos negócios, a gente se compromete. É assumir a responsabilidade e fazer acontecer. Bom dia, botar de boa noite. Estamos aqui mais uma vez que nós podemos aprender empreender. Não aprendendo com vocês nós estamos nas nossas plataformas. Spotify diz é Apple Music YouTube. Se você quiser ver esse episódio aqui com vídeo, ele pode ser só ouvido também pelo áudio, você pode aí estar correndo, você pode fazer seu exercício, você pode estar limpando seu quarto ou sua casa, mas você também pode ver esse episódio em vídeo. Para você, de repente, olhar cada cara que conseguia interagir, mas comigo. Vai ser um prazer aqui, receber suas mensagens, vai ser um prazer. Vai ser ver suas perguntas. E também é sempre um momento onde a gente busca. Não gerar aqui uma lista de coisas para você fazer, uma lista de pensamento, um novo checklist no seu semana. Mas na verdade, a ideia é gerar reflexão, gerar desconforto, gerar provocação. E é muito interessante esse episódio dessa vez, porque esse episódio começa com um cano do meu convidado. Eu convidei uma pessoa para ser entrevistada aqui no podcast, aprender a empreender. E eu tenho que entregar esse episódio hoje, produtor, para que a gente tenha toda agenda, para que ele possa editar, fazer as artes, fazer uma coisa bonita bem feita, para que a gente possa entregar o episódio no prazo, para deixar vocês aí com conteúdo. Só que as coisas podem ser o nosso controle. Isso tem tudo a ver com o empreendedorismo. Em partes você planeja, em partes você acredita, e em boa parte disso que você planeja ou você resolve problema de última hora. Então, para entrar em entrevistança a pessoa, a pessoa cancelou, pensei, "Bem, beleza, empreender sobre isso mesmo, resolver tudo que aparece de increnca". Então, hoje pensei aqui comigo sobre um episódio. Eu queria falar um pouco sobre um mix de reflexões sobre liderança, sobre como fazer gestão de equipe, mas sem gerar também, uma coisa que deprarte. Eu não quero gerar que uma lista de passar 10 espaços para ter uma clínica de sucesso, 10 espaços para ter uma equipe de outro performance. 10, sou aeroporto que tá cheio, a livraria da aeroporto que tá cheio. A ideia é fazer isso, a ideia é sempre trabalhar com liberto, com a tua liberdade, com a tua liberdade de conseguir trazer para a tua realidade, da tua cidade, do teu negócio, do teu público, aquilo que você acha que fa sentido para você. Acho que tem que ter essa imprededorismo, ele também passa por uma coisa autoral. Então, você precisa saber de tudo que você ouve ler, escuta, assiste, tudo que tem que ser e que pode ser aprimorado ou adicionado ao seu negócio, sua clínica, seu empreendedorismo pessoal. Tipo, você faz uma tendimento do miscidiatro, você pode pensar nisso como algo que traz essa reflexão para você. Então, aqui sempre querendo trazer pontos que foram questões para mim, um dia na vida, trazer para mim as fragilidades, trazer para mim, e me apresentar de maneira totalmente vulnerável para vocês, não sendo um super empresário, não acredita em nisso, todo super empresário, super rico, super bem sucedido, mas que faz questão de mostrar isso para vocês, de mostrar o carão que ele tem, a casona que ele tem. Eu acho que as pessoas que conquistaram alguma coisa nessa vida, as verdadeiras que conquistaram, as verdadeiras que alcançaram o lugar ao sol, que estão com solidar do mercado, as são pessoas muito mais discretas, entendeu? A gente não, a gente é. Eu, pelo menos as pessoas que eu vejo, os pessoas que sigam os meus exemplos na profissão, meus exemplos de negócio, são pessoas que você tentam as coisas, não são pessoas que querem se duzir pelo carro que elas têm, porque as vezes também, carro é grande, a casa é grande, mas a vida é uma merda, entendeu? Então, assim, eu não estou falando que a minha vida é fácil, eu não estou falando que a sua vida é fácil, eu não estou falando que a vida de alguém é fácil, porque a vida é um negócio que não é fácil, mas eu acho que é importante a gente ter esse entendimento de que no fim das contas, como disse um ex-presidente da Estados Unidos, é. você. tem uma visão diferente das pessoas famosas ou superpoderosas ou super ricas, até um dia sentar com eles numa mesa de um restaurante para jantar, e ao conversar com elas por 20 ou 30 minutos, você percebe que ela é só, mas uma pessoa como você, não tem nenhuma diferença, ela tem as mesmas dificuldades muitas vezes, ela tem outros patamares na vida, pode ter mais dinheiro, mais poder, mais influência, mas é. é mais uma pessoa como outra qualquer, então, é assim também que eu me vejo me colocando diante de vocês, não como uma pessoa que tem uma capacidade maior, não uma pessoa que entende mais, não uma pessoa que sabe mais, mas a gente está aqui, não vai ter de papo, né? A gente está aqui para trocar a ideia, a gente está aqui para trazer, eu, ano que veio e faço 30 anos de carreira, então, eu acho que só se eu contar tudo que eu passei, de onde eu vi, em descamís, que eu vi, eu acho que você pode aplicar meus erros também, acho legal a gente falar sobre isso, porque também você precisa construir sua história, você não vai construir sua história baseada no que eu estou te falando, você não vai construir sua história baseada no que eu. eu acho que você tem que fazer, você tem que construir essa história, ela tem que ter o seu cheiro, o seu toque, a sua cor, ela tem que seguir princípios que estão dentro de você, da sua criação, dos seus pais, da tua família, ela tem que ter. é tipo cara, é muito louco isso, né? Mas, toda vez que você escuta uma guitarra tocar, se você ouvir com atenção, isso você amar, rock com meu amo, se você colocar primeiro uma guitarra do Eric Clapton, você não precisa falar pra ninguém que aquela levada da guitarra do Eric Clapton, porque tem a sinatura, né? Se você também ouvir a guitarra do New Order, você vai perceber que aquele "tum, dum, dum, dum, dum, dum, dum, dum, dum, dum, dum, dum, faz parte de uma sinatura, aquilo tem. a. o cheiro, o toque, a sombra, a cor, o jeito do dono, eu acho que assim que os negócios devem ser. eles devem ser autorais, eles devem ter princípios alinhados, cudo do dono, né? e essa coisa cultural, porque a gente precisa mudar os negócios e entender isso. Bom, vamos começar aqui com nosso tema, eu ainda não tenho nenhum título para esse tema, assim, formado, mas. vamos lá, né? Seja o que. seja o que for, eu acho que é importante também a gente ter esse momento de bater papo, né? Então assim, toda vez que eu tome um cano de convidado, assim, de última hora, eu entendo que foi um recado que alguém me deu de falar assim, para não adicionar um papo de encesta, para não adicionar um papo com os seus colegas. E eu. eu. eu. eu evito também para a coisa, não fica muito. Nichokista, né? Uma coisa élionichokista que puramente, na minha visão, então trago outras pessoas, de outras áreas, de outras cidades, de outros países, mas eu acho que, de vez em quando, eu tenho que voltar aqui para o meu toque, para também fazer, né? Essas coisas. Bom, o que que aparece quando você abre um negócio, né? O que que aparece quando você abre uma clínica? O que que aparece quando você abre um consultório? Se tudo é certo, se Deus quiser, aparece gente. Aparece gente, te procurando para ser tratada, lógico ou paciente, mas também aparece gente para trabalhar com você. É uma recepcionista, é uma faixineira, é outro fisioterapia, um colega, é a contadora que fez parceria com você para cuidar dos seus. os seus. da sua burocracia, né? Então, aparece gente, e aparece gente de tudo quanto é gente, de tudo quanto é jeito. Aparece gente boa, aparece gente intelectiva, aparece gente que só quer tirar vantagem de você, mas aparece gente boa também. Mas junto com as boas, vem gente difícil. Vem gente estar lentosa, vem gente que nasceu para fazer o que faz. Seja recepcionista, seja financeiro, seja gestora, gerente da sua clínica, contadora, e fisioterapiatos, né? Suje gente segura e você está lá no meio disso tudo, tentando ser algo que nunca tinha ensinado, liderar esse povo, liderar essa turma. E eu vou falar para vocês, a gente pode ler, ler, ler, eu acho que leitura é sempre uma coisa interessante, você vai aprender bastante lendo e estudando, mas assim, na hora do. Vamos ver, na hora de fazer a coisa funcionar na prática ali, na hora do jogo que o juiz apita, que você abre a porta, você vai perceber que ninguém te ensinou a liderar. E você vai perceber também que muitas vezes, muitas das vezes, tudo que te ensinaram sobre liderança não serve para você, do jeito que te ensinaram. Então, volto de novo para aquela coisa autoral. Você tem que pegar o conhecimento do mundo, o conhecimento está espalhado pela sociedade. Mas você tem que pegar o que está espalhado pela sociedade e processar isso dentro de você. Para que isso tenha seu toque, para que isso não soi mentiroso, de onde quando você sai da sua boca, para que isso não soi falso, para que isso não soi com falta de atenticidade. Isso tem que ter a sua assinatura, assim como a Ali Clapton tem a dele, assim como a New Order também tem, ou assim como também outros vários artistas tem quando fazem as suas músicas. Então, você vai perceber que você está tentando ser líder, que você está tentando fazer, mas que você realmente é personalizado para o seu negócio, para sua vida, para o seu dia-a-de-o, para as pessoas que estão com você, você não aprendeu a liderar, você não foi ensinado a liderar. Então, você tem que fazer esse processo de digressão, do aprendizado de liderança que você teve para traduzir ou para dar energia isso, para transformar comida em energia, transformar aprendizado em ação, você precisa digerir isso tudo. Eu achava que liderar era seu melhor fisotraprata da Méclair, eu achava que liderar era saber mais que os outros. Eu achava que para o liderar o time de fisotrapêus eu tinha que ser mais fisotraputas que eles. Não era isso, né? Você lider de um time não quer dizer que você é o melhor fisotraprata da sua equipe, não é tecnicamente mais desenvolvida ou tecnicamente mais habilidoso, né? Você pensando dessa forma, você está completamente errado, porque o treinador de futebol geralmente é o líder do time de futebol. Muitas vezes, grandes treinadores foram jogadores medianos, e que lider com jogadores geremais em qualquer esporte, seja no basket, no futebol, mas é que liderar é diferente de jogar basket, jogar futebol, jogar volho, liderar é algo que você precisa fazer e que demanda de você outras habilidades, né? Então, quando você contrata essa primeira pessoa, quando você traz pra perto de você, mas alguém pra conviver com você, você perde o direito de ser só técnico, você tem que se tornar uma referência, você obrigatoriamente precisa se colocar em posição, de ser um exemplo espelho e um modelo pra essa pessoa. No começo, também, o que outra coisa que eu entendi, é que eu achava que todo mundo entendia que era óbvio pra mim. Então, assim, pra mim fazer isso bem feito era uma coisa óbvia, e pra, só que pra as outras pessoas, isso não é tão óbvio. Então, muitas vezes você precisa falar dessas pessoas a respeito de como você quer que as coisas sejam feitas, porque, sim, você não falar como você quer que as coisas sejam feitas, você não vai conseguir liderar essas pessoas, porque, você é altero seu espaço, seu local, ou ter a primeira pessoa que você vai trazer pra te ajudar nos seus atendimentos domiciliários, você não tá dando conta da sua agenda, você precisa de alguém pra atender mais de manhã, porque tem mais demanda por pacientes de manhã, você precisa trazer alguém, você precisa trazer esse padrão de atendimento que você quer, e você precisa enxergar que você tem um padrão de atendimento, é por isso que a sua agenda enxeu. Se você não tivesse um padrão, se você não tivesse uma constância, uma consistência no seus atendimentos, você perderia pacientes, você não teria a cúmulho de pacientes, né? Então, o que a gente tem que ter de entendimento é que as coisas óbvias, elas devem ser faladas pra equipe. As coisas óbvias devem ser faladas pra equipe, é por isso que na caixa de houve, tá escrito contém houve, e é por isso que nas baterias dos carros, tá escrito não beba água da bateria, porque o óbvio precisa ser dito, as pessoas elas precisam escutar e você precisa ter certeza de que você está falando óbvio pra essas pessoas. Então, muitas vezes você vai ficar indignado com os erros que a sua equipe comente, mas será que a sua equipe erra, porque ela é ruim, que ela erra, porque ela quer, ou será que ela erra, porque ela não entendeu direito o que você quer dela. E uma das coisas mais importantes pra um líder de qualidade, um líder de sucesso, ele precisa ter é que você precisa se comunicar bem, se comunicar requer uma dose grande de coragem, se comunicar requer uma dose grande de ter conversas difíceis, se comunicar bem requer uma dose grande de estômago, mas também é ser trumiscoria, né? Se você não tiver estômago pra ter a conversa difícil, você vai ter que ter estômago pra aguentar a pessoa fazendo a coisa do jeito que você não quer e você vai ter que aguentar. Então talvez vale a mais apenas ter uns 40 minutos de conversa difícil do que suportar o olho inteiro cara fazendo uma coisa em desacordo com o que você quer. Eu acho que a construção de uma cultura de um negócio, com a sua da cultura de uma clínica, construção da cultura de um local de atendimento, ela passa pelo que é inegenciável e o que é inegenciável pra você. O que que você tolera e o que você não tolera. Essa pra mim é a maior definição de cultura de uma empresa, ou cultura de uma parceria. As culturas são as coisas que o dono tolera, são as coisas que o líder tolera, né? Se você perguntasse hoje, se você perguntasse hoje pra cada membro da sua equipe, que é absolutamente inegenciável na sua clínica, no seu negócio, na sua parceria, você acha que se você fizer essa uma pergunta pra cinco profissionais para o trabalho com você, eles se exponderiam parecido o cada um exponderiam uma coisa. Porque se cada um exponderiam uma coisa, assim, na ordem que não existe, um padrão de cultura. Então eu acho que cultura também passa por como você se comporta, como você se comunica. Como você se comporta, vai dar um exemplo do que você gosta, do que você quer. Você quer as pessoas bem arrumadas, bem vestidas pra entender seus pacientes? Você vista bem? Você quer se comunicar? Você quer mostrar que comunicação é importante? Você vai se comunicar bem que o seu paciente diante dos seus colegas. Você vai reforçar a cultura do acolhimento do seu negócio. Você tem que ser acolhedor, concorda? Não dá pra você ser um puto escroto na comunicação e exigir do menino mais novo, do teu colega que trabalha com você, que ele seja extremamente caprichoso pro acolhimento. A não ser que ele seja mais talentoso que você. A não ser que ele tenha a mais visão de liderança do que você. E tem um problema, né? Então tudo que você quer que seja, você primeiro tem que fazer. E tudo que você quer que seja e que não foi percebido pelo teu colega, tem que ser comunicado. Você tem que falar que você quer. Nenhum que essa conversa de ser de difícil por mais que ela seja difícil. Isso é muito mais do que uma frase bonita na parede. Então comportamento. E comportamento tem um problema de consistência. Porque é bonito e é fácil ser atencioso, acolhedor, ser aplicado no seu atendimento. Ser presente no seu atendimento hoje. É fácil fazer isso hoje, numa tarde. É mais difícil fazer isso de inteiro. É um pouco mais difícil fazer isso uma semana inteira. É mais difícil ainda fazer isso mês em ter. É mais difícil fazer isso ainda, o ano em ter. É mais difícil fazer isso por 30 anos, por 40 anos, por 50 anos. Então a consistência talvez ela seja uma marca registrada. Na mesma forma, quando você ouve a música, sabe quem está tocando? Porque tem a assinatura. Na sua conduta, na sua postura, na sua responsabilidade. No seu calor do acolhimento, você tem que transpirar isso. Você tem que mostrar isso. As pessoas têm que perceber isso e tem uma assinatura quando você faz essas coisas. Então a autoridade é uma coisa que vem da honestidade do líder. A autoridade é uma coisa que vem da honestidade do líder. Você precisa ser autêntico. Você precisa ser honesto para conquistar a autoridade. Porque eu também já reclamei de coisas que eu não tinha deixado claro para a minha equipe. E é muito importante que você deixe claro para sua equipe. Quais são os pontos que são importantes para você? Quais são os absolutamente desimportantes? E o que é negociável? O negociável é sagrado. Você não abre mal. Essa ambigüidade de ser inconsistente, de não ter consistência, é uma falha de sua, do líder. Não, uma falha da sua equipe. Então se a sua equipe atende cada dia de um jeito, se ela faz as coisas cada dia de um jeito, se ela não tem consistência, a falha não é de equipe. Falei sua. Porque se isso é negociável, e tudo o que é negociável é in negociável, essa pessoa ou muda o ela sai do seu negócio, sai da sua parceira. Essa é a primeira coisa, esse é o primeiro ponto que eu queria prazer. Eu acho que eu tenho aqui camadas de coisas que eu quero falar. Eu acho muito importante que profissionais mais velhos ou mais rodados, experientes ou com mais responsabilidades aprendam a rede si mesmo. Eu acho muito ruim de pessoas que se levam muito à série, que pessoas que se acham melhor que as outras ou pessoas que eu acho meio escroto quando você invalida uma coisa que um cara mais novo fala pra você, apesar de você ser mais velho. Eu acho que todos nós já fomos jovens, todos nós já fomos engenos, todos nós já fomos mais burros do que somos hoje, é o que a gente espera, né, que a gente pique mais inteligente com o tempo. Então é, é. Essa capacidade de ir de si-mes de não se leva muito a sério, não se achar tão bom assim como a gente se acha, eu acho importante. E dentro desse papel de liderança, uma coisa que eu fiz muito na minha vida, mas que eu aprendi depois de um certo tempo, é que eu contratava a currículo, eu contratava a parte técnica, eu contratava os cursos que a pessoa tinha feito, e eu sempre demitia na maior. Não, acho que todas as vezes. Eu nunca demitia a parte técnica. Eu sempre demitia o comportamento. Porque talvez, porque também no comportamento, tem a mais coisas inegociáveis do que na parte técnica, a parte técnica, ela. Se você tem uma cultura razoável, é meio óbvio, já que você não tolero, que você não aceita, né? Então, cultura ela é muito mais do que discurso. A cultura ela é um limite, e todo time, toda cadeia de um limite deve ter um limite. Se você demonstra atraso na sua agenda, você está mostrando que atraso é tolerado. Se você faz um entendimento frio no seu dia a dia, na frente dos seus colegas, você está mostrando um entendimento frio, afastado, em pessoal, ele é tolerado na sua clínia. Então, você está ensinando atraso, você está ensinando frieza, você está ensinando distanciamento, né? Então, peço um pouquinho comigo, você está toleirando hoje para sabotando a cultura da sua clínia. E você está toleirando hoje, e está sabotando a cultura da sua clínica. Você sabe o que você está toleirando? Você sabe o que te incomoda no seu negócio. Você sabe o que te dá vontade de dar um pouco na cara daquela pessoa, mas você tolera. E se você tolera e não fala nada, e não comunica aquilo de maneira bacana, direta, franca, num papo reto, num papo um a um, uma sala fechada, tudo que você tolera está sabotando aquilo que você quer criar. Tudo que você tolera, que está fora das suas fronteiras de tolerância, e você continua tolerando tendo gastrite em chaqueca e dorma, dorma em todos outros lugares do corpo, tudo que você tolera está bloqueando você de ter a autoria no seu negócio, de ter o seu cheiro, a sua cor, o teu sabor para de tolerar, fazer o que tem que ser feito. E se você tolerância fora da sua cultura é igual o dor, o que acontece com a dor, que a gente já estudou, a gente já sabe. A dor, quando ela começa, ela é uma dor aguda, de muito mais fácil tratamento, de muito mais simples abordagem, de muito mais melhor resposta, geralmente, uma dor aguda. As vezes tem um quadro inflamatório, você entra com remédio e meios físicos aquilo melhora. Você tem uma questão traumática de um oço que quebrou, mas aquilo consolida e para de doê, isso é uma dor aguda. E o que acontece à medida que o tempo passa, e você vai sendo conivente com aquela dor que o paciente carrega, o que você carrega, e você não toma uma medida para resolver, ou para matar aquilo, ou para mudar coisas na sua vida que te dei um resultado melhor, aquilo cronifica. Se a sua tolerância está esticada, você está cronificando aquilo que é fora da sua cultura dentro do seu negócio. E aí, isso crônico assim com a dor, é de muito mais difícil tratamento, que você foi permissivo por meses, permissivo por anos. E agora você quer mudar a pessoa do nada, então, talvez, seja hora de cortar o mal pela raiz, e o primeiro erro da tolerância, o primeiro erro de uma tolerância, ela pode virar um padrão você pode acabar construindo na sua, no seu negócio, um padrão. Você tem que fazer, você pode não ser o melhor fisiotratista da sua clínica, eu não sou o melhor da minha clínica, com certeza. Mas a construção da cultura faz com que movimentos invisíveis, movimentos silenciosos aconteçam dentro da sua clínica, porque aquela cultura tão forte que ela mantém aquele grupo, amarrado de um jeito pela construção da cultura. Então, a cultura não se constrói pelo que você fala, ela, você constró a cultura pelo que você não deixa passar, no seu dia a dia, falando com as pessoas. Esse é o segundo ponto, a vamos ter o terceiro. Eu já deixei conversa importante para depois, porque eu queria ser querido, porque eu queria ser amado. A gente tem uma ideia de que o líder, os reis, os presidentes, os grandes nomes da história, eram homens e mulheres amados pela população, amados pela sua audiência. É importante a gente falar de vulnerabilidade nesse momento, porque eu também se conheço uma conversa importante para depois, porque você quer ser querido, você está traindo o seu negócio. Você está traindo seus princípios. Não importa, não importa, é aquele dilema, o meu melhor vendedor, o melhor vendedor da minha empresa é o mais escroto, mas ele é o melhor vendedor, então vou suportá-lo. Uta cara, você está dando um puta tiva, não perda. E a gente tem essa cultura do medo do confronto, principalmente profissionais da saúde, a gente tem medo do confronto. E no nosso silêncio, de não querer o confronto, de não querer conversar, de não querer comunicar, de não mostrar aqui estão os quatro linhas do campo, onde a gente joga e fora dessa linha, você está pisando toda a hora, eu não aceito mais isso. Você, pelo seu silêncio, você vai acumulando o ruído. O ruído, ruído esse, que vai roendo a sua cultura, vai roendo a sua liderança. E aí, você chega num momento em que você olha para as pessoas ao reso-seurredor, e cada uma faz uma coisa de um jeito, porque você, com o ruído do seu silêncio, covarde, deixou aquilo cofouendo a sua cultura. Então, você não tem padrão, você não tem um modelo. Então, o risco é importante a gente entender que chega à hora da conversa, tem que ter a hora da conversa. A gente vai conversar sobre como conversar, tá bom. Então, a melhor, você tem um desconforto lá de 40 minutos, do que seis meses, um ano, de ruído, ruído, a sua cultura. A gente tem também esse entendimento de que conversar com as pessoas, para mostrar os limites, conversar com as pessoas, para mostrar as quatro linhas, conversar com as pessoas, para trazer a pessoa para dentro do campo, é um ato de agressão. Não é um ato de agressão. Uma vez eu ouvi de um amigo, é uma frase que nunca saiu da minha cabeça. "A melhor, o melhor sinal de respeito que você pode dar a um homem ou a mulher que você gosta, é falar para ela o que ela precisa ouvir." Vou repetir. "O melhor sinal de respeito para uma pessoa que você gosta, a melhor, o melhor sinalização de respeito que você pode dar para alguém, é falar para ela naquele momento o que ela precisa ouvir." "Celider não é ser simpático." "Celider não é ser amado." "Celider não é nada disso." "Celider é ser responsável, responsável." Isso que é cedido. Terceiro ponto, vamos para quartos. O desenvolvimento é compromisso, não é caridade. É importante a gente ter essa ideia, esse, esse, esse, como eu diria isso. É importante a gente ter na cabeça, um entendimento de que, para a gente formar uma equipe, a gente precisa desenvolver essas pessoas. Muitas vezes essas pessoas são melhores que você, no aspecto técnico. Mas você precisa desenvolver-las para adaptar essas diferentes pessoas dentro de baixo de um mesmo campo de força, de baixo de um mesmo grupo de pessoas. E é importante que você construa isso que eu chamo de campo de força, né? Para que serve um campo de força? Campo de força serve para duas coisas. Primeiro, manter juntas as pessoas que precisam estar juntas, manter juntas e protegidas e atraídas por um núcleo, aquelas pessoas que precisam estar juntas. Mas também para que serve esse campo de força que está comum do ou morredor dessas pessoas, repelir as pessoas que não devem entrar nesse campo de força. Muitas vezes na minha vida eu vi gente entrando na minha equipe, gente ficando na minha equipe por dois, três, quatro meses e voluntariamente pedindo para embora. Não se identificou, não se encaixou, não desenvolveu a agenda, não deslanchou, financeiramente, não aconteceu nada. E por que isso acontece? Porque existe um campo de força que não depende mais do líder expulga tudo que deve sair. E toda vez que a gente vê, acontecer esse movimento de nosso grupo, a gente tem que tomar cuidado para não intervir e tirar a autonomia da cultura que você implantou, funcionando sem a sua vontade, sem o seu esforço. Olha o que eu estou falando. Se você construir uma cultura, um jeito de fazer as coisas, um jeito de funcionar, um jeito de ser relacionar, um jeito de respeitar os colegas, um jeito de não tolerar desse respeito, um jeito de não trabalhar individualmente, um jeito de não trabalhar, do jeito da minha cabeça, um jeito de trabalhar, que não é assim, "Ah, eu alugiu espaço aqui, eu faço que eu quiser. " Não, você não faz isso que você quiser aqui. Se você quiser fazer o que você quiser, você abre a sua clínica. Se você quiser tocar a música que você quer, você abre a sua clínica. Aqui, esse campo de força que você construí, que vai construir, que se chama cultura, vai expulgar algumas pessoas. E às vezes, você vai ver as pessoas vindo embora, você não vai querer que essa pessoa, que essa pessoa vai embora. Mas você precisa deixar embora, porque não é você que está expulsando ela, não é o seu jeito de trabalhar, não é o dinheiro, não é o financeiro, não é a distância de car. Nada disso, que está expulgando ela, Na nova parte da svisa. Aquilo. que a cultura não encaixou e a pessoa está sendo expurgada. Não o xa doença de novo para dentro do seu grupo. Deixa doença embora. Sim, deixa a pessoa embora. Você precisa trabalhar para desenvolver as pessoas. Treinar as pessoas. Doi, pança, enxos saco, dá vontade de largar. Os colaboradores, as pessoas vão trabalhar com você. As não vão vir prontas, até porque elas não sabem como é que você quer as coisas. Então você tem que customizar essas pessoas para trabalhar com você. E se você quer uma equipe madura, você precisa criar um ambiente de crescimento. Você precisa de um ambiente de crescimento. Se você não criar um ambiente de crescimento, a sua equipe nunca será madura. E se você tratar seus fisiotrapelos, seus profissionais, as pessoas sejam manejo com você. Como quem cuida de crianças ou adolescentes, você nunca vai ter uma equipe madura na mão. E equipe ruim é um custo gigantesco. Mas não é um custo financeiro, não. Porque o bomso talvez seja o menor dos problemas. O problema é o custo de tolerar as pessoas fazendo merda do seu lado tempo todo. E você vai morrer de alguma doença de tanto ficar calado e segurando. Então fala, equipe treinada é mérito seu. Equipe alinhada é mérito seu. Equipe não treinada, equipe desalinhado é responsabilidade sua também. Esse, pro quarto ponto. A gente está entrando agora no meio, no meio mais profundo, agora da nosso podcast, é muito importante que a gente tem a liderança como um espelho. Porque a equipe vai ser um reflexo do seu nível interno. O que você é? De quem você é de verdade? Não de quem você é no palco da semana de fisioterapia da faculdade. Não de quem você é no Instagram. Não de quem você é no Twitter. Não de quem você é nas redes sociais. A sua equipe conhece quem é você de verdade. E a sua equipe conhece quem é você, nessas meios, onde é tudo mentirinha, onde é tudo cor de rosa, onde o dinheiro não acaba, onde a BMW está na garagem, onde eu estou na Europa, onde o dinheiro está abundante, pujante, a sua equipe conhece você de verdade. E se você tiver fazendo coisas, se você estiver falando, por exemplo, que você precisa ser organizado na sua rede social. Mas você é desorganizado, a sua equipe sabe. A sua equipe sabe que você está falando no merda. A sua equipe sabe que você é mentiroso. A sua equipe sabe tudo de você. Porque até o outro, a fase muito legal também, Jesus te ama porque não convive com você. Então quem convive com você sabe todos os seus defeitos. Sabe o seu cheiro, sabe a sua postura, sabe se você se arruma, sabe se você fala a verdade e se você é mentiroso. Sabe se você cobra do cara para atender de um jeito, e você atende de um jeito totalmente dizer, sabe se você cobra colimento do paciente que chega a fragilizar, e você é um discroto numa consulta. O teu time sabe tudo isso. E você precisa decidir. Porque se você dessinarização de desorganização e ok, seu time vai ser desorganizado. Se você dessinarização de time seguro, ele também vai ser inseguro. Se você dessinarizar o que time é incoerente, o time vai replicar incoerência. Eu já cobrei de se plina vivendo um causa a minha vida, mas foi uma coisa momentânea. A gente precisa ter uma turidade emocional para entender, compreender e transmitir as qualidades que a gente quer na nossa equipe. Então o líder precisa ser o cara mais vontade de acertar, mais vontade de crescer, mais vontade de se dedicar e que faz isso na vida real de verdade. Se a sua equipe, por exemplo, uma reflexão interessante, se a sua equipe ela fosse só uma amplificação da sua postura. Só se tivesse uma varinha mágica que pegasse assim você, e fazesse uma replicação de você em mais seis pessoas. Você tomou a equipe de sete, você e mais seis. Mas é uma replica, a replicação fia um de você. Se estaria satisfeito, você estaria orgulhoso da equipe que você montou, você gostaria de ser atendido por você. Você acha que você faz um bom trabalho? Integralmente o seu saber, a gente tem que sair um pouco da parte técnica também, né, cá. Atender paciente não é só aplicar técnica, mas você está integralmente presente na seção do seu paciente, ou você não sai da porra do celular como eu vejo uma galera fazer. Ou você não sai da porra do celular e fica nessa merdo tempo tudo e não liga para o paciente. Você não vai dar muita gente da mão para cumprimentar o paciente olhando para o celular. Você sabe que é ser cumprimentado? Eu não faço isso com estranha na rua. Eu não faço isso com uma pessoa estranha na rua, cara. Compretei na mão, olha no olho, cumprimentou direciona olhar, que não é ter ganha na mão. É mostrar, "olá, tudo bem?" E aí, beleza, tudo certo com você. Você se tirou confortável, você se abdessa forma? Por um estranho, por um estranho eu não seria confortável para mim, por um conhecido, então, muito menos, por um conhecido que eu estou pagando, que pariu, não é possível. Antes de você contratar, então, gente melhor que você, você precisa se tornar melhor para liderar. Vamos aqui, para um outro bloco, já que eu, né, estamos no canal, boa. Se você está contratando, querendo buscar o seu primeiro colega para trabalhar com você, ou a primeira recepcionista, porque o seu negócio cresceu para bem, para bem. Você está notrapassando uma barreira, mas está entrando numa puta fria. É difícil isso, que você está começando. Mas eu acho que vale, tá? Eu acho que vale. Mas é importante a gente ter essa, essa, esse senso de realidade. O ideal é a pessoas, não é fácil. Tá paciente com drocronica? Não é fácil. Os mais velhos sabem disso e falam. O teu herói do Instagram não fala isso. Ele fala que com o fortalecimento de três músculos específicos, com setas filbras musculares fortalecidas, acabou. Tá resolvido. Ou então com esse equipamento, porque eu trouxe aqui, não sei da onde, acabou isso. Tá resolvido. Você sabe que não é assim? As histórias não são iguales, as causas não são as mesmas. Os contextos não são simples. Isso não é na filtrapia. A vida, assim, liderar equipe, assim, abrir uma empresa, assim, criar filha, assim, casar, assim, estudar, assim, a vida. Você pode fazer tudo certo e morrer. Você pode fazer tudo errado e viver sem anos. Vida é assim, injusta, injusta. As pessoas mass se dão bem também. As pessoas boas se dão bem sempre. Não, não se dão bem sempre, não. O semitério dos derrotados é silencioso. E como as pessoas mass, as pessoas sem índole, as pessoas desonestras. Elas têm mais estômago do que a gente. Então, elas demonstram mais sucesso do que a gente. Só que o que é demonstrar sucesso, né? É o carro que você usa? É a porra da roupa que você usa? É a porra do computador que você tem? É a viagem que você fez? Que que é sucesso para você? É uma montanha de dinheiro com câncer no pâncer? Que adianta? A saúde não se compra, claro, que não. Gênero comprar facilidades. Gênero compra conforto. Gênero comprar uma certa proteção, mas não compra tudo. Não compra você ser feliz com o que você faz. Não compra você sentir tesão de manhã quando acorda falando "porra", a gente vai voltar. Você tem que gostar de gente para ser feito o trapeuta. Mas tem que gostar mais de gente. Está ser líder. Porque você vai lidar com a parte mais escrota do ser humano. Você vai lidar com a parte mais chata, mais escrota do ser humano. Uma parte que eu vou te falar é muito difícil de lidar. Os tiles, as conversas, as visões apravessadas que as pessoas têm muitas vezes de uma cultura que está clara, está na mesa, está falada. Não é fácil. O risco, se a gente for convivêntica essas coisas, o nosso risco não é financiero. O nosso risco não é de quebrar. O nosso risco é cultural. E o seu maior risco, como dono de negócio, como dono de uma equipe, como líder de uma equipe, é cultural. Esse é o seu maior risco. A liderança não começa quando a clínica cresce. A liderança começa quando a gente tem um primeiro combinado com a pessoa que trabalha com a gente. Esse primeiro combinado é o começo de toda a cultura. Bom, eu continuo errando. Eu continuo cometer do erro todos os dias. São ser humano, normal, graças a Deus. Mas eu acho que a autoridade e liderança e vulnerabilidade, elas devem andar juntas. Então a gente pode ser da o direito de errado. E não está certo. Mas a gente deve continuar aprendendo. A gente deve continuar se esforçando. E a gente precisa ter conversas difíceis. A gente precisa continuar se revisitando. A gente precisa constantemente exercitar o alto conhecimento. É importante o líder se conheça bem. Porque a equipe, você termina uma equipe de 3 pessoas. Uma equipe de 20, uma equipe de 50, não deve ser um peso isso. Isso não deve ser um peso. Isso deve ser um multiplicador da sua capacidade de gerar. De gerar um negócio legal, de gerar a riqueza, de gerar emprego, de gerar a oportunidade para as pessoas. Mas você precisa pagar o preço de liderar. E esse preço não é um preço baixo. É muito legal trabalhar na área da saúde. Especialmente na área da saúde é legal. Os termos equipe, porque você acaba virando uma pessoa que trata de pessoas duas vezes. No constório com seus pacientes e outra com a equipe. Você precisa saber lidar com esses dois lados. E como fazer essa conversa com uma pessoa que não está o órgão papártica? Papoecaneta na mão. Não precisa pegar papoecaneta, também, porque é simples. Como dá no feedback para a pessoa? Como sentar uma pessoa muitas vezes com a guarda levantada e conseguir conversar com ela? Isto aí dessa conversa algo positivo, mesmo que ela vai embora. Porque isso pode ser muito positivo também, né? Lembra do campo de força, expulgando uma pessoa e isso muitas vezes é bom? A primeira coisa é falar para a pessoa que você precisa falar com ela. E que vocês precisam marcar um horário para sentar e conversar. E eu espero que você tenha pelo menos uma hora para poder conversar com calma. Porque se não é uma conversa que possa ser feita em duas etapas. Essa é uma conversa que tem que ter começo meio e fim. Porque sená ela fica sem perem cabeça e vir uma loucura do caramba. Marco com a pessoa, tal dia até hora, constora o porta fechada. Porque a gente conversa essas coisas difíceis. No particular, a gente elogia em público. A gente não dá esporro no meio do salão. A gente não dá esporro em público. A gente não depressia o colega, isso é uma questão de respeito. E para você ser líder, você precisa ser respeitado. Então você tem conversas difíceis em salvo fechadas. Sem ninguém saber que você está tendo conversa difícil. Você não leva até este munho para essa conversa difícil. Porque você precisa ter essa conversa franca. E se em um caso desse, precisa de uma testemunha, porque já foi puxar com a sua cultura. A pessoa vai chegar a essa conversa totalmente armada. Totalmente de guarda levantada achando que vai ser chutada da clínica, ser chutada do negócio, vai sair da equipe. E o melhor caminho que você tem para baixar a guarda dessa pessoa é a pessoa sentada na sua frente. Meu princípio, meu nervosa, meio que será que vem aí com estresalto, uma testemunha defensiva, você quer falar comigo? Quero? Quero você quer comigo? Não, não, não, não. Você tem pessoas sentadas. Claro, eu estou aqui. Completamente o vulnerável de gente de você, sobre o líder desse equipe, e quero te ouvir. Você vai ver uma certa preplexidade da testemunha. Me ouvir. Mas o que você quer me ouvir? Não, quero saber como é que você está. Como é que está tua vida? O que você está achando? Pra sua vida? O que você está achando de trabalhar aqui? Tê alguém enchendo teu saco? Tê algum acomo problema acontecendo? Na hora você percebe que a pessoa relaxa o tarpejo, assim, ó, e fala, "Ele vem para meu ouvir." E aí? Isso eu ouvir. E você faz igual você faz como o paciente. Não me interrompe. Deixe o cara falar. Deixe ela falar. Deixe aí ele falar. Deixe ele dizer "Ava, fala." Porque a medida que ele fala, ele vai ficando à vontade na sala. A medida que ele fala, ele vai relaxando. A medida que ele fala, o Animo dele pô uma brígua, para um confronto, vai ser baixão. As pessoas são assim. E aí você ouvir. 10, 20, 30, 40 minutos. Depois que a pessoa falou pra caramba, que você ouviu calado, palidando as pesquadas que ela está falando, você pode puxar na sua parte falada os pontos fortes dela, se eles existiram, lógico. Os pontos positivos, pontos legais, de tudo o que ele faz, que você gosta, que você admira, que te fazem bem. Aí a pessoa que estava de guarda levantada, pronta para um confronto, baixou porque ficou falando que ele foi relaxando, ela foi sinta na vontade. A hora que você pega coisas legais dela e ele não tesse, ela acaba de relaxar. "Ah, meu amigo, calço e não chão." E aí vem a última parte, que é a parte onde ela desgarnecida, você fala pra ela, o que não está legal. Você fala pra ela, o que não está funcionando. E no fim você fala pra ela, cara, isso aqui é ineguciável. Se isso continuar, cara, a gente vai ter conversado de novo. E aí uma coisa que eu faço, é tipo, na primeira conversa, uma coisa mais branda, beleza, sinaliza, ou ouve pontos fortes, sinaliza. Segunda conversa, se a coisa não for grave, lógico, né? Ouve pontos fortes, se eles existiram, sinaliza. Na segunda conversa, você já fala. Eu te falei duas vezes sobre coisas ineguciáveis. Beleza? Beleza. Falei, não falei. Falei em novembro, tô falando agora em feverei, certo? Certo. Se eu te chamar pra conversar de novo, é por isso embora. Sabe por quê? Porque aí não tem grito, não tem choro, não tem surpresinha. Você deu oportunidade, você construiu um processo claro, pra um adulto, de que aquele negociável que ele precisava mudar. E que se você chamar ele mais uma vez, você entra na sala sabendo que é pra uma altura. Tudo, desovido, você precisa ser o neste com a pessoa que trabalha com você. Mas você precisa ser mais o neste com um negócio, tipo, se você tem doze e fiz outra apelta, você tem um fazendo o mer e onze trabalhando bem, você tem que proteger os onze. E se você permite que um forçamera pra caramba e isso, você é com o evento com ele, você tá sendo corrupto com os outros onze que fazem um bom trabalho. Isso pode fazer com que esses outros os osse se dimentem e que ele embora do seu negócio. E aí você vai ficar com merda dentro da sua empresa e vai deixar um bomzinho embora. Então tem essa conversa desse jeito, que é o meu jeito, né? Isso é o jeito que eu acho que eu acredito. Eu acho que esse é o ponto, entendeu? Eu acho que esse é o caminho. Eu acho que esse é um jeito legal de dar feedback. E um jeito legal de construir a saída de alguém que tem que sair da sua equipe. Então assim, isso não é fácil. Mas depois que você pegar isso uma vez, você muda de fase na vida profissional e na vida de líder. Você muda de fase. Porque é muito difícil fazer isso sempre, mas é mais difícil fazer isso pela primeira vez. A primeira ruptura é muito traumática, é muito difícil, é muito chato de fazer. É igual a terminar um namoro, você não quer, você é que você quer que você fala pra não namorar, ou pro namorado? Olha, sou eu que não tô bem. Você puxa pra você o problema. Você é maravilhosa, você é linda, você é um doce, eu te adoro. Só que sou eu que não tô bem, eu não sei o que eu quero. Assim que a gente se fica pra terminar um namoro. Então, só que depois não dá pra puxar pra você. Você tá fazendo certo. Você tá linhado com as suas convicções. Não existe certo errado. Existe a sua convicção. Não existe certo errado em tocar a limita. Existe um jeito, era cléptico, onde tocar a limita aí. Você vai falar "terrado". Então, talvez seja o episódio de podcast, mas é flexível que eu fiz de todos, mas porrada, né, cheio de o assabe aqui, que é pra ser bem ardido mesmo. Então, acho que é isso, cara, acho que é esse eu pode cast, eu sempre acho que eu vou ter dificuldade de gravar uma coisa sozinho, eu preciso gravar mais coisas sozinhas que a gente tem, esse papo legal, né. E eu queria mais interação de vocês. Eu queria que vocês me chamassem lá no meu inbox do meu Instagram, @elho_nichloka pra falar "você se acham mesmo". Sabe? É pra chorar as pitanga, pra dividir comigo, vou adorar receber suas histórias, suas notícias, manda um áudio lá no inbox do Instagram. Se a conversa é legal te dou até meu WhatsApp, que também tem segredo nenhum, eu vou adçar a perpúbico. A gente pode continuar com o verse. Eu acho que essa conversa sempre é muito legal, muito rica, pra gente poder chegar nas coisas que a gente precisa chegar, pra gente não ficar patinando na vida, pra gente não ficar na bosta, pra gente não ficar aceitando medíocre na nossa equipe, e pra que a gente também saiba que a gente tem que construir coisas com a nossa assinatura, do jeito que a gente acredita. O negócio tem que ser de verdade, né, negócio com o CNP J. Negóis de verdade, eu negócio com a alma, com a assinatura, com a mão do dono, as coisas têm que ser divertidas pra você, as coisas têm que ser bonitas pra você, os resultados têm que ser bons pra você também. Então é isso, galera. Espero que você gosta desse episódio, curte, compartilha, manda para os amigos aí, manda pra nós também, tudo que você gostaria de discutir aqui, que o podcast aprenderem, aprender, que assuntos você quer. Se o souber falar, eu falso, não souber, eu trago alguém que sabe. Foi muito bom estar mais uma vez com vocês. Lembrando a vocês nós estamos na plataforma de Spotify, dizer, é por musico YouTube, mas vamos espalhar essa mensagem, vai estar difícil. Um abraço. Até a próxima episódio.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A cultura organizacional é construída pelas ações e tolerâncias do líder no dia a dia, não apenas por discursos.
  2. Liderar exige autenticidade, comunicação clara (inclusive do óbvio) e consistência de comportamento ao longo do tempo, não apenas expertise técnica.
  3. O empreendedorismo e a gestão envolvem adaptar conhecimentos gerais à realidade pessoal, criando um negócio com "assinatura" única, assim como um artista tem seu estilo.

Summary:

O episódio discute a construção da cultura organizacional e os fundamentos da liderança autêntica no contexto do empreendedorismo, especialmente em clínicas de fisioterapia. A cultura não é definida pelo que se fala, mas pelo que o líder tolera ou não tolera no cotidiano, sendo construída através de ações consistentes. A liderança eficaz não requer ser o melhor tecnicamente, mas sim exercer influência através do exemplo, comunicação clara (mesmo do que parece óbvio) e conversas difíceis quando necessário.

O empreendedor deve digerir conhecimentos externos e adaptá-los à sua realidade, criando um negócio com uma identidade única, uma "assinatura" pessoal. A autoridade do líder vem da honestidade e autenticidade, e é crucial estabelecer limites claros sobre o que é inegociável na equipe. A consistência a longo prazo nos comportamentos desejados é apresentada como a marca registrada de uma cultura sólida e de uma liderança bem-sucedida.

FAQs

A cultura se constrói pelo que você não deixa passar no dia a dia, através de ações e comportamentos consistentes, não apenas pelo discurso. Ela é definida pelo que o líder tolera e pelo que é inegociável para ele.

É crucial ser autêntico e processar o conhecimento externo para dar a ele a sua própria assinatura, assim como um artista tem seu estilo único. Isso evita que sua comunicação soe falsa e fortalece sua autoridade como líder.

Não, liderar não significa ser o melhor tecnicamente. Assim como um treinador de futebol não precisa ser o melhor jogador, um líder precisa de outras habilidades, como comunicação e capacidade de servir como exemplo e referência.

Porque o que é óbvio para o líder pode não ser para os outros. Comunicar expectativas claras evita erros e garante que todos entendam como as coisas devem ser feitas, assim como avisos em produtos previnem mal-entendidos.

Ter conversas difíceis requer coragem e estômago, mas é mais eficaz do que suportar comportamentos indesejados a longo prazo. Uma conversa clara de 40 minutos pode evitar problemas contínuos e reforçar a cultura desejada.

O comportamento geralmente é mais decisivo, pois aspectos técnicos podem ser desenvolvidos, mas valores e atitudes inegociáveis são fundamentais para a cultura da equipe e muitas vezes determinam a permanência de alguém.

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