Neste episódio do Nerdcast, Flávio Augusto e os participantes discutem a importância da gestão de pessoas no dia a dia de uma empresa. Flávio compartilha sua experiência ao fundar a Wise Up em 1995, destacando que já começou com uma equipe de vinte funcionários, divididos em departamentos como vendas, operações, ensino e administração, cada um com perfis profissionais distintos. Ele enfatiza que liderar pessoas de áreas diferentes exige entender que cada setor "fala um idioma próprio", e que o líder deve adaptar sua abordagem. Além disso, a capacidade de vender a visão do negócio é fundamental para atrair e engajar talentos, como ele fez ao convencer sua equipe inicial a acreditar em um projeto ambicioso. Um exemplo negativo citado é o de uma vendedora desengajada que não conseguiu explicar a diferença entre produtos, perdendo uma venda, ilustrando como funcionários sem propósito podem destruir valor. Por fim, discutem-se as formas de motivação, desde punição e recompensa até o orgulho de pertencer a uma organização, defendendo que o líder deve inspirar e criar um ambiente onde as pessoas prosperem, pois "pessoas seguem pessoas". O episódio reforça que a gestão eficaz é um desafio contínuo, mas essencial para o crescimento sustentável do negócio.
[MÚSICA DE FUNDO] Você está ouvindo Nerdcast no Jovem Nerd. [MÚSICA DE FUNDO] [GRITOS DE GOL] Aqui a Leixão traçou do Jovem Nerd Suntu. Nunca tem me uma empresa. Aqui é Flávio Augusto. Tá na hora de gerenciar a nossa lojinha. Aqui é Sandro Magal de Gestão. É a solução. Está remorrendo, cara. Aqui é Azagal. Não consigo demitir ninguém. -Eita! -Mitiras! -Eita demitiras. -Eita demitiras. -Eita demitiras. -Eita demitiras. Até a centésima demissão, é bastante. Ah, depois. O pericador demitiras nunca é bom. -Eita demitiras. -Eita demitiras. Só não é pior que ser demitiras. -Eita demitiras. -Eita demitiras. Muito bem, nós estamos aqui mais um Nerd que é sempre em doutor. E esse mês, cara, nós vamos falar sobre uma parte muito importante. -Agestão do negócio. -Tou fantíssimo. Não adianta ter a ideia, bota no papel, contrata o contador para os seus impósitos. E aí, como é que funciona o negócio no dia a dia? A gestão é uma muita branja, gente. Acho que a gente pode se concentrar um pouco mais em gestão de pessoas, porque afinal empresas são pessoas. É importante ter as pessoas certas nas posições certas da sua empresa. -Mas vamos te dar? -Mantelas motivadas. -Mantelas motivadas. -Mantelas motivadas. Como é que funciona? Como é que você faz outras pessoas aprenderem a fazer o seu trabalho? Porque a sua empresa possa ser algo além do seu próprio capacidade individual. Como é que esse monte é sentido? Vamos muito a dia! [Música] Acho que todo mundo aqui tem uma experiência de começar a empresa dozeiro. A gente quer que está sozinho naquele início difícil, individual, etc. E aí, quando a gente começa a trazer mais gente para trabalhar com a gente? Como é que a gente sabe qual é a posição que a gente tem que preencher primeiro? É aquela que nos falta, a habilidade que nos falta? Então, eu acho que vai depender muito ainda na turisa do negócio. Eu vou dar um exemplo. Quando eu abri a minha primeira empresa em 1995, era uma escola de inglês, a gente largou com vinte funcionários. Porque a natureza do nosso negócio era a prestação de serviço. Então, a gente tinha um departamento de vendas que fazia a captação de novos alunos e depois isso ia para um departamento de operações que faziam em caixa desse aluno dentro da estrutura, vendia a material de idade para ele, e etc. Depois ele iria lá para a área de ensino onde teriam o equipe de professores, onde ele ia ser loucado numa curma, depois a gente iria uma área administrativa que fazia gestão financeira e a comprensa de mensalidades, em líugas de boletos, etc. Ou seja, já no primeiro dia a gente já tinha vinte funcionário. Então, você então já tinha noção de um time com posições diferentes, cada um jogando na sua posição com seu responsabilidade. Você aprendeu isso nos seus trabalhos anteriores, já você viu? Eu aprendi exatamente. Como eu estou dando aqui o exemplo deste caso, eu trabalhei quatro anos numa outra escola de inglês, como eu já contei aqui lá no nosso primeiro episódio. Então, eu já tinha a Luciana com quem era casado já nessa época, era cuidava da parte financeira, então, ou seja, eu já iniciei no Day One, já com um gerente comercial, um gerente administrativo, um coordenador de ensino e um gerente de operações. Então, a gente tinha ali quatro gerentes já nessa história, né? E esses caras você catou tudo do próprio mercado de escola de inglês. Isso, exatamente. Como eu já conhecia muito bem esse mercado, era uma coisa que, apesar de ter ver apenas 23 anos de idade, mas eu tinha começado com 19 na área de vendas, uma pequena escola de inglês. Então, já era um mercado que eu conhecia e procurei já a partir do primeiro dia, eu já tinha noção de como funcionava uma escola. E a gente começou a executar em cima daquela nova proposta de posicionamento de marca e de produto que a gente tinha naquele momento. Então, já era uma situação que já exigia da minha gestão de pessoas. Uma liderança é clética. Eu digo, é clética por quê? Porque eu tinha que liderar um gerente comercial que falo um idioma. O vendedor, ele fala um idioma diferente do mundo inteiro. O co-aggerador de ensino, o pessoal de ensino, gera um outro idioma completamente diferente. É, o professor é um cara muito mais idealista. Ele tem um perfil muito mais de cuidado das pessoas, de cuidado. E quanto o vendedor é um cara muito mais arrojado, que vai pro mercado, vai prospectar clientes. O meu tempo que você vai lá para a financiera, que é um cara muito mais divertido, o analítico, o nacional, o mérico e o departamento de operações. É o cara que vai acontecer. O cara que tem que organizar tudo e pegar um novo aluno do vendedor, organizar ele, colocar no track ali, para começar a estudar e entregar isso pro departamento de ensino. Ou seja, cada departamento, cada profissional, ele fala um idioma diferente. Então, na hora de liderar a pessoa, é muito importante você levar em conta que para cada setor dentro de uma empresa, quer que é pessoas com perfil diferente. E ainda dentro de cada departamento, você vai ter pessoas que têm perfil diferentes. Até porque eu sou diferente de você, de fredo, sândaro, do azagal. Nós somos seres únicos, né? Então, o ser humano, ele é único. Então, você tem as peculiaridades de cada departamento e ainda assim a peculiaridade cada ser humano. E enfim, dá para perceber que, quando entra se por fator humano, numa empresa, a coisa complica um pouquinho, ser humano é um bicho complicado. O que você faz para o seu dinheiro, fazer o seu melhor? Por exemplo, isso é exatamente o que você faz do recrutamento. Como você fez os caras acreditarem que a empresa sai da empresa que você está e vem aqui construir uma nova empresa do zero e vai dar certo? Esse é uma pergunta muito interessante porque o empreendedor, quando ele está bom, tem um negócio dele, ele está muito motivado com aquele negócio. Então, se ele tem um esquema bem montado, se ele tem um discurso muito estruturado e coerente, o olho dele está brilhando, ele é um cara que consegue contagiar as pessoas que estão do lado dele. No meu caso, a gente já tratava em empresa, como uma coisa muito grande. Então, o que eu só trabalhava comigo é engraçado que tem vários filmes até no estudo de caso, no meu ciasco.com, o meu estudo de caso foi o primeiro. Então, ali eu apresento vários filmes, trechos, imagina, eu vi um ano mais jovem, com os termos horrorosos, mas vou para os horrorosos. É uma época que eram bonitas, né? É uma época que eram descoladas, mas agora ficou até engraçado, né? Porque eles termos de limo, né? Nós. No que você usava naquela época. Já sai de casa marrotado. Então era uma saga, né? Como a na época era bombarado. Era bombarado, era bomba, né? Era moda, bilhinho, purulinho, barra, barra, supero lá, entendeu? Mas mais antigos, agora, sem repiaram. O que que acontece? Já naquela época, o meu discurso com aquela equipe era muito contundente, né? Então, a gente já registrava tudo, né? A gente filmava, a gente tirava foto, eu postei esse gizmo uma foto da primeira reunião, nossa, era sentado no chão. Não tinha cadir, né? As cadiras não tinham chegado, né? Então, estava no meio da obra, estava de gente lá, um oito assim sentado, no chão, eu impé ali dando uma reunião, falando, né? Eu não me lembro que exatamente o que eu estava falando naquela reunião, especificamente, mas de ver estar falando do que a gente já fazia, dos planos, etc. E a turma estava sentada, no chão assistindo. E a gente registrava tudo, porque a gente tinha impressão, e a gente estava participando de um momento histórico, que um dia que elas foto não valeu muito. E nem tinha cedir, é isso aí. Esse é o primeiro chão da nossa banda. Olha aí, esse pensamento, da nossa gente. Você tá falando, né? E aí o que acontece? A escola que a gente não ouveu foi a Wise Up, né? Foi lá em 1995, foi abriu quase 400 escolas em 6 países, com mais de 10 mil funcionários. E cara, começou ali naquela salinha, pelo mundo sentado no chão, todo mundo duro, eu, duro também, enfim. Mais cheio de sonho, na cabeça, e todo mundo que estava ali acreditava que estava participando de um momento histórico. Então, no fundo líder de uma empresa, ele tem que ter essa capacidade de fazer as pessoas sonharem aquele sonho que ele está sonhando. Tem que ter aquela capacidade de fazer as pessoas enxergarem aquela visão que ele está vendo. Claro, vai ter gente que não vai acreditar. Como por exemplo, tinha um cara que acemeu sorte, e ele tinha que vender um roiagem para ser meu sorte, e ele amarelo, obviamente, ana poesando, eu que imaginando o sofrimento que foi para ele, que amarelo, ganhando a Wise Up, crescendo, crescendo, crescendo. E bem, se o roiagem tem que ter tido muita coisa histórica, cara. [risos] Para compensar, né? Fulger. Mas isso é parte da história, né? Não dá para voltar atrás, né? O que eu vou fazer? Um lamento, mas a história passa, né? Então, eu acho que o que está abrindo o negócio? Ele tem que estar muito convencido. Isso não é um convencimento positivo de vista barato, sabe? Ele tem que estar muito matemáticamente convencido de que o negócio dele vai acontecer a ponto d. Ele exalar essa confiança de forma incontestável e ele vai arrastando as pessoas. As pessoas querem participar daquilo e querem ter o privilégio de ser parte daquela história e a gente viveu da sua forma. Então, essa coisa de gestão de pessoas tem muito disso, essa liderança, tem muito do líder para a capacidade de vender a ideia para as pessoas. De maneira de se sentir inseguras, a embarcar em aquele projeto e por aí vai. Se a gente pensar bem, né, o que é uma organização, uma empresa? Qualquer que seja. 10 pessoas, 20 pessoas e mil pessoas. Que estão unidas em torno do objetivo comum. Em teste toda a empresa deveria ter essa mesma visão. Mas, com a minha parada que a mesma pega, sem. Eu acho que essa parte de gestão mais importante dela, claro que vários fatores importantes, mas é esse de conseguir fazer com que essas pessoas justamente estejam com o mesmo objetivo. Estou com você, cara. E que o cara é vezes que está na recepção, não esteja só carimbando. É, não sei a hora de embora e punta, não agueta mais estar aqui, sabe? -E aí, Savi! -Epa!
A gente foi comprar uma esperadora em uma dessas lojas mil coisas E aí a menina faz assim, três respiradores iguais, só com preços diferentes Qual a diferença dos três respiradores? Aí a logista, a. o preço diferente E o designer. o designer. O designer. E esse é desresivite, outra bivote Falei se ela não é possível cara, não é possível, mas tem reais de diferença Sabe, e tinha outra diferença, mas ela não estava nem aí, a Baca X O horário do saci, entendeu? Ela estava realmente… Nem um pouco interessado em vender e explorar o produto e mostrar. Então, eu sei que ele perdeu a venda, não compramos, minha esposa foi… Convonta… Ela desvendeu, né? Ela já mudou. Ela já mudou, ela já mudou, ela já mudou, ela se mudou, ela se mudou, ela se mudou. Desvendeu? A minha esposa entrou com o vonto, faz assim, voo comprar na espiradora aqui nessa loja. Parece até aquela espiando de um tráudio da corrente. Ela era com um alô? Ela conseguiu desvender. E essa era de desvender é uma constante, você quer comprar? Você quer comprar, mas com cara de quer que você vai embora. Exatamente. Quer que você vai usar. Mas, vamos ver, ela tem uma palavra enachável aí, que é o tal do engajamento. Exatamente. Que aquilo que o Fláer falou, a capacidade que o líder seja um empreendedor, seja um executivo tem de engajar as pessoas em prol da sua visão, né? Isso é essencial. Seguramente, esta funcionária que você comentou, esta colaboradora, não estava engajada com o propósito daquele empresa. Não está. Ela estava destruindo o valor, ela estava construindo o valor criando o valor. Ela estava destruindo o valor. Exatamente. Essa funcionária ali, ela está o quê, cara? É legal que a gente, como a gente não sabe quem é a pessoa, eu não sei quem é, não estamos julgando ninguém. Vai ver que aquele dia não era um dia que ela estava bem, era um dia que aconteceu uma tragédia na família dela. Não sei. Tu é possível. Mas então eu fico à vontade e falava de forma genérica. Não estou querendo que ele ia que ir para julgar ninguém. Mas a mais de 20 anos, eu já lido com ser humano, a gente já conhece um pouquinho desse negócio, desse bicho, com um paléqueco. E fantástico ao mesmo tempo, chamado ser humano, a gente acabou aprendendo um pouquinho e percebe que os problemas se repetem, eles só trocam de nome e CPF. Mas geralmente, pessoas que estão em condições assim, elas estão ali batendo o ponto para ganhar um salário. Isso é isso. Só de diferentes, né? Exatamente. Existe a diferença entre aquela pessoa que está ali pagar um salário para pagar as contas, ou seja, eu chamo esse cara de pagador de contas, para aquele cara que está trabalhando para transformar o seu futuro e crescer. -Escrourei uma história, entendeu? E obviamente, quem constróu uma história, ele pode num determinado capítulo dessa história ser gendedor de uma loja, como eu era gendedor de um cústro de inglês. -Exatamente. -Cocou um arir. -Era garçom de achar as carias. -Sem do arir. -Sem do arir. -Era garçom de uma chorrascaria. -Eu vi o documentário do estúdio de casa, eu fiquei fascinado o cara aí falando que ele era o último garçom a sair da chascaria e ficar. -E ficar ouvindo. E ficar exatamente ouvindo o gerente puta, isso é genial, cara. -E isso é fantástico, né? É fantástico, né? Até para sintonizar a pessoa, nós estamos falando aqui do arir coser, que é fundador do fogo de chão, que é da garçom, começou do zero, e fundou uma das maras redes churrascarias de origem brasileira que constou os Estados Unidos, são mais de 20 filhagens nos Estados Unidos e foi vendido por mais de 800 milhões de reais, ou seja, um garçom que começou do zero, a gente estudou a vida desse cara, lá no meu sassoponto.com. Aliás, todas as vezes que a gente vai estudar a vida de cara que começou do zero, a gente percebe que as histórias se repetem um pouco. -É verdade, cara. -É verdade, coisa é fato. -E assim, e você. -E eles eram lindros de coisa, né? É, então, é isso que é colocar. Você colocou uma coisa, Flávio, que é essencial, que é o seguinte, que é essa visão de você ter muito claro o seu sonho, cara. Você tem que ser o primeiro a acreditar no sonho daquele negócio para que você motive mobilize os outros. O que a gente percebe, aqui em algumas ocasiões, o empreendedor, e é natural que a gente tem esses momentos de fraqueza, insegurança e tal, mas que ele perde um pouco a perspectiva. Nós nunca podemos perder a perspectiva de qual que a nossa sonho grana, o que a gente está construindo de valor, porque dessa forma eu engajo os outros. E aí, Flávio, muitas vezes, esse engajamento, ele nem é forçado, porque as pessoas. -Ela na lateral. -É natural. -Ela se afina com o seu olhar. -Ela se entende. -É o sonho é contagiante, né? -É o tesão de fazer algo. E aí tem aquela palavrinha que é realização e protagonismo. Já falamos isso no último papo. Essa necessidade de nós termos um espaço para que as pessoas possam protagonizar, porque ela protagonizando, cara, ela tem uma chance de realizar, toda a empresa realiza. É bom para todo mundo, eu sempre digo isso. Um lugar de pessoas prosperam, a empresa prospera também. -Mas, olha aquele é galo-magaud, quem promove isso é o líder. -É o líder, cara. -É o líder. -É o líder. -E hoje está numa empresa que o líder da empresa, o dono da empresa é um cara desanimado. -O cara que parece uma hiena, cara que fala assim "gigabadinho", entendeu? -O cara reclama da vida e é o acupa do governo, entendeu? -E por aí vai. -Provavelmente que ele está trabalhando nessa empresa vai ter esse mesmo homem. -Mas, olha. -Ele está de baixo dessa cadeia, sem entende, o cara está ali naquela prisão ali. -E provavelmente você parou mal, meu homem. -Porque a possibilidade, a chance de você sonhar dentro desse local, que você trabalha, está diretamente negada, a chance que esse local tem de crescer. -E se o líder é um cara que não contagi ao contrário de contamina, -O que não é esse é um ambiente negativo, a tendência, você fica estacionado ali, troca de trabalho mesmo. -Fica aí não. -Bois, porra, é o lugar melhor, entendeu? -Eu é descrição, em vez de contar de ela e contar a menina. -É, é claro. -Tá certo. -E eu tenho outra referência também. -E você que está enfrentendo, olhe no seu negócio, -você não está repetindo os erros desse cheque que o Flávio falou. -E sch! O Flávio tem uma frase que eu adoro, que uma vez ele estava conversando com ele, ele comenta comigo. -Sandro, tem muito empreendedor que ainda age como um funcionário qualquer -E muito funcionário que age como empreendedor. -Tá certo. -Então, às vezes você vai estar lá empreendedo no negócio e repete os erros daquele bolsal -que você conheceu que esse modelo, isso não é modelo pra ninguém. -O modelo da inspiração, da realização, as pessoas seguem, são afinadas com aqueles, -uncaulas acreditam, confiam. -Pessoas seguem pessoas, ponto, pode parecer óbvio isso, mas não é óbvio. -Pontanto, pode parecer. -É verdade, é verdade. -Promente. -Comentemente. -Quanto mais resultado o empreendedor vai conquistando, ele vai ganhando mais credibilidade, -he vai atraindo mais pessoas por lado dele. -How do you inspire your team to do that best? -Ponso. -E isso é exatamente o that. -E aí vamos fazer uma pergunta meio mil de bagalhado de aba aqui, -Manda. -Que é assim, até que ponto, essa motivação, esse líder consegue movimentar -E que, até que ponto é a recompensa, o grande motivador dos caras. -Egal, bom, você é uma mó de fogado capeta, não é? -Vou lá. -Vou lá, você me botou nessa sinuca de bico agora. -Pague pra isso. -Vou lá depois de faradoar, a gente conversa. -Manda, deixa eu te dar aqui uma visão um pouco ampla sobre isso. -Eu acho que é um conjun. -Tá? -Tá. -Eu vou dar um exemplo aqui, é que é o seguinte, as pessoas existem uma teoria, -Lá no início do século 20, talvez na época da evo noção industrial, -que as pessoas, a melhor maneira de motivar as pessoas é propunição. -Não. -Ocê já cês pessoas não comprirem que elas têm cumpridas, tem que ser punidas. -As pessoas têm que ser punidas. -Depois, além do início da década do Céssito de 80-90, -As escolas mais americanas, entendeu? -Ela trouxe uma outra abordagem pra motivar as pessoas, -que era uma motivação por recompensa. -As pessoas vão se motivar mais se elas tiverem uma recompensa. -Nuitas palavras, os americanos gostavam de apresentar a lina da década de 90, -Uma cenoura na frente, para as pessoas correr atrás da cenoura. -Correr atrás de uma recompensa. -Ela aos mais antigos gostaram da cenoura atrás. -Porque o cara é uma paciadora. -E tem que ser que morrendo da cenoura, que era para ser vener. -Então, os mais modernos achavam que deveria ser uma combinação de uma cenoura na frente, -Ela trouxe também. -Ela trouxe também. -Ela sempre forrendo da cenoura que me atrai e da cenoura que estava na frente. -Ela amando da cenoura, a cenoura na frente, -Atraça também varia dos sensíveis de cada lida, entendeu? -Ela desvelta. -Agora, existe um outro tipo de motivação muito defendida pelo Japoneses -E eu gosto muito desse tipo de motivação, -que é a motivação por pertencer. -Eu orgulho de pertencer. -Alguém que se motiva por pertencer a um determinada empresa. -Tem imagina como funcionar da Apple. -São orgulhos e pertencer a sua organização. -Ah, oudo Google também, pessoal, que trabalham Google e são. -Sim, cara. -O que tem muita essa coisa de orgulho de pertencer. -Eu acho que um pouco de cada coisa, de pertencer, da cenoura na frente, atrás, -Atlado, na orelha, enfim. -Esque esse conjunto tem muito a ver com a identidade e a característica de cada empreendedor. -Eu considero que cada líder tem que procurar identificar qual é o estilo de gestão que ele mais se adepa. -Agora, é muito importante entender que pela natureza humana, a gente se arromanticos. -Eu lembro que no mesmo primeiro espaço o liderão do pessoas eu achava que se eu só conversasse com as pessoas, -Já não entendi. -Se elas entendi, esse era o suficiente. -Inferir, as vezes, não é. -Só entender, não é o suficiente. A vezes as pessoas o entendimento coloca a pessoa na direção correta. -Mas o que faz a pessoa se levantar da cadeira e seguir a direção correta, é mais do que entender. -Ela precisa estar impulsionada. -Ese imposto vem de dentro da própria pessoa. -O que ela quer o canção na vida dela, o livro de ambição que ela tem, o desejo dela transformar a vida dela. -Ela é o líder, o cognidente fica a isto, ele vai saber gerenciar isso daí. -Pierrevelmente, se os mais inseguros precisam ser encorajados. -Agora os mais fortes e os ados, esses são os mais desafiados. -A ligagem que você vai usar como liderado, seja encorajando ou desafiando, vai muito do período cada liderado, -O líder tem que perceber qual é o tipo de liderado que ele tem na frente dele para poder trabalhar. -Se ele se move mais com a senhora na frente ou com a senhora atrás, com o sentimento de pertencimento, -Qual perfil que ele tem da sua vida?
aquele material humano e aí ele vai trabalhar da maneira adequada para aquele carro, né? Então eu penso que é um conjunto, é um conjunto de a influência do líder somado, a recompensa seja ela ter prazer ou não sofrer, né? Seja ela, alcançar a recompensa ou não ter consequências de não ter cumprido a obrigação dele, ou o próprio senso de pertencer. Eu não quero ser muito complicado, tá? Você que sabe, eu fico aí, é uma pergunta ampla. Acho que ficou bem claro, ficou bem claro, então tá bom. Com bem com exemplos, né? A questão toda é que a solução tá muito equilíbrio, né gente? Não é dentro de ter uma visão muito romântica, que a pessoa trabalha a tua amor, pela prisa, ó, não é na diante, a pessoa tem necessidades que devem ser atendidas e o trabalho é um meio por atender essas necessidades, seus sonhos, suas felizações. Tava a mesma forma, andando a gente imaginar que nós só trabalhamos pelo dinheiro. Essa é uma, é uma, é reduzir muito a nossa significado da nossa existência, sabe? E eu, por experiência própria, já de trabalhar tanto em corporações, organizações que de todos os perfis, a gente percebe que quem trabalha a sua pelo dinheiro é uma pessoa triste, mas cedo ou mais tarde, ela se amargura, ela não consegue mais performar, ela não consegue viver na sua planetúde. Então, a solução tá muito no equilíbrio dessas duas equações, né? Como eu crio o valor pra minha vida pessoal, fazendo uma coisa que eu gosto, mas também sou recompensado para. Que nós temos que quebrar um paradigma hoje, é uma visão antiga que dizia mais ou menos o seguinte, ou eu ganho o dinheiro na empresa, ou eu sou feliz, ou eu tenho uma empresa que me remunera bem, ou eu tenho uma empresa que não faz feliz. Isso não existe, gente, como o Flávio disse, ter organizações que buscam, e por exemplo, a nossa organização busca isso, que é ajudar as pessoas a concretizar seus sonhos, de felicidade, e materiais também. Logo que isso é compatível, quem disse que isso não é compatível. É aquele velho editar, né, que o pessoal fala que eu vou você trabalhar, eu vou seguir. E isso aí, não é? É velho isso, né? Eu acho que vale lembrar ainda dessa colocação do magalto, que é o seguinte. O que faz a gente, de uma maneira prática, né? Faz a gente ter orgulho pertencer, em ter mais significado em nosso trabalho. Porque que muitas empresas, por exemplo, levam a tabandeira da sustentabilidade, porque as pessoas querem trabalhar numa empresa que é uma empresa sustentável, e se preocupa com meio ambiente, meio ambiente? É mesmo o valor de que ela, né? Exatamente, porque que muitas empresas levam a tabandeira de apoiarem, investindo dinheiro em projetos sociais? O cara se sente ao trabalho nessa empresa aqui e parte do resultado deste trabalho, que eu ajuda a essa empresa a produzir, ajuda a transformar a vida de outra pessoa. Ou seja, isso funciona no orgulho da pessoa pertencer. E voltando ainda sobre grana, em eu gosto de falar de grana de maneira bem a vontade, eu nunca tipo do outro a falar sobre isso, acho que o gadheiro não é pecado, né? Isso é o mindset, né? Que tem que ser mudado, né? Essa mentalidade, essa praga que se alastrou em muitos países, inclusive no Brasil, de que ganhar dinheiro parece que é pecado, as pessoas têm vergonha, dizer que ganham dinheiro, como se isso fosse, se eu tivesse produzindo, é realizando seus projetos. É o contrário, você quando o gadheiro, você paga mais imposto, você ganha dinheiro, então a empresa cresce, é já mais de um prego, você ajuda várias famílias, ou seja, o alcance social do seu sucesso é muito grande, o seu sucesso ajuda muita gente ao seu redor, então aquele estereótipo do empresário, babaca, explora as pessoas, "ah mas isso não existe, não existe, mas nesse energúme não vai longe", entendeu? O cara só cresce, e se o cresce pra valer mesmo quando ele trabalha como equipe, com várias pessoas, ninguém trabalha sozinho, entendeu? Se vai pegar a maioria das pessoas que cresceram seus negócios, são empresários que investiram em pessoas, e outras pessoas cresceram com ela, então a gente tem que acabar com esse estereótipo, por que? O que você, pôde no amando o futuro, você vai ser assim, empreendedor, mais consciente, etc. Então falando de grana, com muita liberdade, eu fiz meu primeiro milhão de reais, na minha empresa, que eu rinto três anos de idade, provavelmente o segundo e o terceiro ainda com rinte e quatro anos de idade. Da pergunta é o seguinte, o que faz um garoto de rinte e quatro anos, que já fez três milhões de reais, levantar da cama ou ator as dame, pra trabalhar todo mundo. Muito que vem, cara. PG, te ganhando muito menos que no saio do quarto da casa dos pais? Exatamente. Era joga-e-o, uma pipoca já tá. já tá se achando o cara, eu te falo, o que acontece? Só quem tem um propósito maior que seja além de ganhar dinheiro, eu sempre disse, ó, quem trabalha pra pagar a dinheiro é medir o que, pensa pequeno. Por que pensa pequeno? Porque chega um pouco que você já ganhou dinheiro aí, cara. Você vai parar de trabalhar? Eu convite quatro anos e já tinha aberto cinco ou seis escolas, nós abrimos quatrocentas. Será que eu chegaria aqui em coagésima? Sim, meu objetivo fosse ganhar dinheiro. Para quem quer ficar arrumando uma dor de cabeça, matrabá-lo, viagem pra fazer. É, você ter essas escolhinhas e ter uma renda legal. É, você olha, também. Isso tá bom, tá bem. Já estabelecida. Aí depois que eu vendi minha empresa, fui lá com um prato de futebol, certo? Por que? Soma luco, som pouco, né? Somo aqui. Mas, por que? Tem sempre um propósso maior, né? E no nosso caso aqui, o Magal de KSEO do meu sassomcom, o nosso propósso é sempre o que atingir umas pessoas. A gente sabe que quando eu tome comunicando agora vai ter um outro maluco do outro lado que o cara vai tá ouvindo, vai pensar assim, cara, esse cara tá falando com eu. É comigo que esse cara tá falando. Então, só deu imaginar a quantidade de gente de jovens, cê de valor, de potencial, que podem ser despertadas, ao descobrir esse tipo de mentalidade, que isso existe e que é possível, cara. E o que ele faz tá aqui, me anote, quarenta de Portugal agora, tá gravando esse negócio com você, não é? Então, isso reforço que o Magal de falou. Não é só grana, tem que ter valor, tem que ter propósso, isso vai fazer você acordar. Motivado de manhã para trabalhar. Agora, o cara que só trabalha por grana, o dia que ele ganha a grana dele, cara, talvez ele precisa de algum um pouquinho de antidepressivo, porque ele não vai ter motivo para levantar da calma. Talvez muito assim agora, talvez. O que você quer fazer o seu melhor trabalho? Por exemplo, isso é exatamente o que ele vai fazer. Eu queria explorar um pouco da organização que a gente tem que criar dentro da nossa empresa. Quando a gente está começando o negócio, como assim, foi a minha experiência do Azagal, e de tanta gente, você começa fazendo de tudo. Você faz tudo, você é curta do financeiro, curta de proposta, no nosso caso que eu estava ouvindo o conteúdo, a gente fala tudo. Minha porque a gente não tinha grana no nosso modelo para começar como equipe, grande como você começou. Você viu o modelo, você sabia que eu fui lá, você começou. Com uma folha de pagamento grande, o que? Desenjo muita coragem. Não tinha muita grana, mas tinha que vender muito para poder pagar. Eu tinha que vender muito para pagar os salários do mundo, e o que eu falei. A gente começou zero grana e a gente não se pagava também, mas também não tinha mais ninguém para pagar. Então a gente se virava até o certo ponto que a gente falava assim, caraca, a gente não está dando conta. A gente tem que começar a colocar gente aqui para fazer esse tipo de trabalho, aquele tipo de trabalho, para que nós possamos usar o nosso tempo para formular outros negócios. O negócio poderia se crescer, porque ele se mita. É engraçado e estava começando com um pessoal do porra dos fundos. E é uma impreta, também, que é muito importante, que é no Brasil e tal. E ele passou para se ver um problema, o Ian, que é diretor, ele dirigia todos os filmes. É todos os episódios, todos os sketches do porra. Até o momento em que ele percebeu que se tornou um gargalo. Ele era um gargalo, porque ele também geria empresa. O exato, então ele teve que parar de dirigir tudo, ele teve que contratar outros diretores, para poder ele fazer outras coisas também da empresa. Quando se percebe, esse momento que você foi um todo a sede ao pote, já começou com o equipe gigante. É, a gente não tinha muita alternativa, né? Sim, verdade. Modelo dependia disso. Eu não sabia nem falar inglês, mas cada aula. Com o professor. Imagina, você traz o aluno, aí você cita atrás do balcão, faz a cobrança, e dá o kit, agora vamos juntos para a aula, é possível, né? É, não tinha como, eu acho que o Magal de O Sandro Magal, ele pode responder a minha essa pergunta, porque ele está vivendo intensamente, a experiência das start-up do meu sucesso.co, e em seis meses ele teve que formar um equipe, já tem uns 53 pessoas. Gesso! A plataforma de mais de 40 mil alunos, e enfim, virou mais esta start-up para a ruda, a essa experiência dele, e dessa montagem aqui, pode responder a minha pergunta. Sim, a gente interagre com muito empreendedora em vários pontos, também, né? Flavio muitos passando por várias situações específicas, né? O ponto fundamental aí, o que você está relatando, né? Alexandre, o que você passa a ser passar aí, você o Azagal, é muito usual em muitos empreendedores, né? E aí, depende muito do seu projeto para ver como você vai, efetivamente, se você evoluir nesse negócio, se alguns começam pequenos e vão evoluir em outros, que conseguem ter mais capital, começam de uma forma mais robusta, e outros arrumam o jeito de se financiar, né? O mais importante que eu vejo é a questão de você ter bem claro, qual é o seu negócio? Quais são os pontos críticos do seu negócio? Porque como você disse, o porta dos fundos, ele começou a prosionar o negócio dele, hoje ele já estivesse até siou, né? Até presidente, né? Quando, mas até chegar nesse ponto, ele estiver o que batei, escantei, o KBCI, tudo, e eles no coração deles, no corde deles, naquela essência dele, eles faziam muito bem feitos. Como vocês fazem muito bem feitos aquilo que vocês se propõem a fazer. Então, veja a necessidade de entender muito bem o seu negócio, seus pontos críticos, uma empresa, a gente assim, a funcione a empresa atrair e reter clientes, atrair e fidelizar clientes. Então, quais são as atividades que eu faço para atrair clientes? Quais atividades eu faço para controlar clientes? Como eu controle meus custos para ter uma organização saudável? São poucos indicadores que eu tenho que olhar e falar o papel para ir. Eu já não dou mais conta, eu estou aqui fazendo o podcast, estou aqui gravando, estou aqui participando em eventes, estou aqui cuidando da minha editora, gente, daqui já estou a eu sou o guardala do conhecimento da minha empresa. É nesse momento, se você não tiver uma visão clara dos que piais indicadores que você tem, então, uma forma bem simples, tá gente? Eu não quero complicar não. Mas se você não tem clara, quais são os principais indicadores do seu negócio? Fica difícil você tomar de uma decisão.
a acertiva. Você pode correr o seu negócio muito promissor com muito potencial, mas ficar preso, você seu gargalo, não é ficar preso, alguns limites provenientes da sua própria limitação. Então eu sempre digo isso, né? É importante você entender os indicadores do seu negócio. Tem um consultor, talvez seja hoje o consultor mais consagrado no Brasil, no professor Vicente Falcone, ele usa um termo que ele diz o seguinte, aquilo que não é mensurado não é gerenciável. Então ele sugere que você tenha uma visão de todas essas indicadores de controle do seu negócio para que você possa gerenciá-lo. Mas, Andrew, isso é complicado. Calma. Quanto custa trair um cliente? Qual são as atividades que você desenvolve para ter um cliente no seu negócio? Qual esforço que você tem que fazer para isso? E para fidelizar a cliente, o que você tem que entregar a cliente? Quem entrega? Quem são as pessoas que entregam? Então você tem que mapear todas essas iniciativas em cima desse mapeamento e da sua visão e do seu, obviamente, da grana que você tem, né, do investimento que você tem por negócio? É que você vai conseguir ter uma visão clara da estrutura para atender aos seus interesses, né? E é sempre interessante uma visão que a gente fala muito isso, né? Se você tem uma visão grande ou sonha grande, você não é uma empresa pequena, você está pequena diferente. Oh, gostei das, e não é só de tamanho, tá, Alex? Não, eu tenho, então, 10, não, não, não, tamanho do negócio não envolve necessariamente muito funcionar depende do seu negócio, tudo depende da natureza do seu negócio, né? Eu posso dar um exemplo prático que aconteceu com a gente que os nossos ouvintes vão também familiarizados, a gente faz os vídeos, nossos vídeos semanalmente, eles sabem que quem é indita é o gaveta, é gaveta film, é um desemprezo dele. No início não era, no início a gente fazia filmava, gravava e editava tudo, etc. Chegou um momento que a gente falou "cara, só me gargalo de novo", a gente seceu, a gente cronastro conteúdo e aí a gente foi atrás de que era, quando é que pode custar trazer um editor externo para trabalhar com a gente semanalmente. A gente viu que o faturamento que a gente tinha com os nossos atrações de vídeo e um zerar trazendo essa pessoa nova, ou seja, a gente se esforçou para caramba, sabe, criou conteúdo e tal, e a gente estava tendo um faturamento desse conteúdo e aí, de repente, ele ia pra zero. Doi, né? De caracos, já tô ganhando dinheiro aqui, caramba, o zerar o dinheiro, né? Mas a gente encontra em compensação e liberar as nossas horas de trabalho que a gente gastava nisso para poder, mais uma vez, investir-las em outras áreas da empresa, etc. E você achava que tinha mais valor para o seu negócio? Exatamente, e o que aconteceu, obviamente, com o tempo, esse zero se multiplicou, ele cresceu, óbvio, porque a gente tá criando outras coisas, né? E pelo fato de você entregar um produto naonde quem sabe fazer. Quem sabe fazer? Tô a qualidade melhorou, tudo, trouxe mais gente, público, então assim, apare às vezes doi crescer, porque você tem que doar partes suas para esse crescimento aconteça, mas ele vai dar frutos, um galho que vai criar outros galhos, que vai gerar frutos, etc. Doi mesmo, mas é probexatório. É um exemplo prático disso aí também, que é o seguinte, eu, você tá abrindo teu negócio, tem duas coisas importantes, você tem que cuidar, que é prohoritário, um é do seu produto, isso inclui teu cliente, o atendimento, inclui a satisfação do teu cliente, ou seja, a qualidade do produto você tá empregando. A outra é venda, você tem que vender o seu produto, porque se você não vender o seu produto, mais trajei, você vai quebrar. -Mas? -Então, produto e a venda do produto, é onde, por exemplo, eu sempre gastei 89,90% do meu tempo, e 10% era dividido por todas as outras atividades. Especificamente, eu vou te falar sobre a venda do produto, porque a de lá era a venda do produto que você gera o faturamento, que você vai investir, que você vai lavancar e vai lavancar o seu negócio. Então, é muito importante você elegeu o que é fundamental para o teu negócio, às vezes o cara tá gastando o tempo dele em coisas que, "Ah, eu tô economizando aqui, mil reais, que eu não vou contratar, 12 mil reais, 13 mil reais, que eu não vou contratar uma pessoa aqui, mas o cara tá pedendo, 30 mil, porque não tá vendendo. -Exato, exato, exato. -Exato, -Pô, cara, não precisa ser muito gênio para fazer essa conta, entendeu? -Ai. -Vas só quer dizer, o cara não quer vender, porque tá com preguiça de levantar as nadegas da cadeira, assim, entendeu? -Sim. -Dá trabalho. Aí eu chamo isso de preguiça mantendo seu ocupado. -Pô, que que é a preguiça mantendo seu ocupado? É você ocupar o seu tempo, empreendedores, descarir nessa armadilha, ele ocupa o tempo dele, trabalhando, ele chega em casa, conta para a mulher dele, "Ah, eu vou te eu trabalhar e pra caramba", entendeu? Mas não fez o que ele ia fazer. Ele fugiu do que devia fazer para fazer aquilo que ele gosta de fazer. Então, nem sempre aquilo que a gente gosta de fazer aquilo que precisa ser fake. -É verdade. -A minha empresa, a venda do produto, é prioritar. Então, eu sempre recomendo para o cara tá focado. Na gestão do negócio dele, o cara segurar diretamente com ele, ali as áreas estratégicas, ele poder ali contratar, vai gastar algum dia, ele vai gastar 3, 4, 5 mil, mas vai gastar 30, 40, 50, na atividade que ele deveria fazer sempre. É esse de ser animento que o cara tem que ter na hora de montar uma equipe. -É bom lembrar que os caras bons custam mais caro. E é por um motivo que o cara é bom, ele vai trazer de volta, trazer de tono, melhor e mais raça. -Então, fica assim pô, mas não, esse cara é muito caro, vou contratar um cara com um pouco menos experiência que vai. -Não, tá vendo? -É, existe em dois senais, você pode contratar um cara talvez seja mais barato, mas que ele é menos experiente, mas que você identifique o potencial de crescimento. -Tá de crescimento, então. -Ok, aí, outra coisa eu sigito, porque que é um cara bom, é um cara que tem corrigo, não, corrigo, não resolve nada. Carabão é o que gera resultado, entendeu? Se o cara gera resultado, ele é bom. Se o cara é um cara tão baito da um correco, mas não gera resultado nenhum, cara, ele tá ali pra efeitado, por exemplo, tem que dizer que o coração é um presa com um correco do dele, em primo de 40 correco, ele vai colando a parede, entendeu? -Exa. -Carabão é a cara que dá resultado. Essa era a dele é financeira, ele vai se pagar, e vai dar lucro ainda, porque só na gestão financeira do cara, o cara se paga. O cara vai se pagar, porque o trabalho dele é um trabalho que se paga. Esse é o cara bom, entendeu? -Exatamente. -É importante definir que o cara bom é o cara que gera resultado. -Vocês sabem que esse elemento é que, lá, comendo todas as vendas, tá pensando incrível, né? A gente como é estar com um projeto que envolve empreendedorismo, né? E eu sempre ate com o mentor, lá na ideia, voro em acelerador, eu sempre procuro ajudar empreendedores, mais jovens ou não, né? É incrível como muitos muitos empreendedores, e não só digo empreendedores novos, eles não têm essa visão da importância da venda, sabe? E se abre onde eu pego o cara, quando eu pergunto assim escuta, qual é a sua estratégia, como você faz para vender? Como você vai vender essa ideia? -Op, vender? -Não, mas se apaixou na pelo produto, se apaixou na pelo negócio, a gente não pessoa aí dependar da atuação, nessa pessoa muito financeira, muito cartesiana, se apaixou na por tudo o processo, só que se esquece da ponto essencial, que é como eu vou vender o meu negócio, pode parecer uma obviedade, mas eu garanta você que não é, e você que tá ouvindo, eu sugiro, faça essa pergunta para você agora mesmo, se você ter um negócio, se você atua num negócio, você sabe como você vem desse negócio, qual é sua estratégia, como você é diferente, o que você tá fazendo de diferente, como é a sua operação de venda, sei lá, muitos não se dá um conta disso, e quem tá começando então, meu amigo, se você tem um projeto no papel, antes de pensar qualquer coisa, antes disso se apaixou na pelo produto, pensa como você vai vender esse produto, senão ele não vai sair do papel, não sair do PowerPoint, PowerPoint já seita tudo, né? Ah é, a papel, com outras maravilhosas, né? É, e felizmente o Excel, ele não tem um fator humano ali no algoritmo dele. Ele não fala de você tá maluco, não vai dar certo. É, não só, agora só para deixar bem aliado, cara, ser humano é fantástico, fantástico, olha, uma coisa que eu sugiro é você realmente mergulhar desse desafio de gerenciar pessoas, liderar pessoas, porque empresas são pessoas, então é, é, é, é, por mais que às vezes as pessoas nos decepcionam, por mais que às vezes as pessoas pisam na bola, eu vou te falar cara, é, eu, eu me considero um apaixonado pelo ser humano, pelas pessoas, o gerenciar pessoas, o formar pessoas, o despertar o potencial dela, enxergar aquele cara que era feio, se tornando lindo admirado pelas pessoas, aquele cara torto, se tornando red, o cara desprezado, se tornado desejado, porque é isso que acontece quando o cara descobre seu potencial, quando a pessoa descobre o seu potencial ela começa a ter um brilho que antes não tinha e as pessoas que às vezes giravam o bico para ela, começam aí agora a tratá-la de uma outra maneira, eu já visto muitas vezes aconteceu comigo, tenho certeza absoluta que a galera do jovem nerd era chamada de loca, muita gente olhava meio tortas, esse cara são maluco e hoje, aí o sucesso que é o jovem nerd, tem certeza que tem um monte de gerenci de banco batendo na sua porta aí, eu preferi ser uma conta bancara, de limite de cheque especial, crédito e tudo mais. Aliás, é que quiser um dia emprestada só ligar pra turma aqui do "Jomein Neste". Que é essa, o teu problema? Ela tomou a noite de ir nas pátras da pátras da pátras da pátras da pátras da pátras. Vamos lembrar que este episódio oferecimento o meu sucesso.com Com o esforço de site de negócios. Esse é o meu sucesso. É um dos lados das facetas do meu sucesso. Tem toda a parte de netor que é importante. Você conversar, você pode fazer perguntas, tem os talk shows, tem muita coisa. E aí, esses meios, eles estão preparando uma coisa especial. Conurso. Olha, olha a mesma que vem. Eles vivem, eles vivem, eles vivem, eles estão no final do mês. É, agora, esse mês, agora, de maio, de maio. Deixa eu contar pra galera aqui. Então, acho que é importante eles acabar de posicionar aqui. O meu sucesso.com é uma escola de insights em negócios. Que é isso? Você quer ter ideia sobre negócios, que aprender com quem já fez. A gente entende que o melhor professor é quem ter esse sucesso. Você quer abrir seu negócio? Você quer ter esse seu negócio? Um dia você quer ter esse negócio. Então, a minha estuda. Tem que estudar. E nós queremos uma metodologia pra você estudar de uma maneira muito interessante. Não é a forma careta, é uma maneira muito fácil de você estudar. Que é aprendendo com quem deu certo. Então, a base da nossa metodologia é simples. A gente faz estudos de caso.
de empreendedores do seu certo. A gente selecionou até agora sete empreendedores e a cada seis semanas a gente traz um novo empreendedor com negócios bem sucedidos. Um primeiro deles foi eu com a Oisá, contou a minha história toda, sai do zero, da periferia, como é que abriu o negócio, cheguei a 400 escolas, vendi por quase um bilhão de reais e depois eu comprei um clube de futebol, ter outros negócios hoje. Como foi essa minha trajetória em 20 anos? Como é que em 20 anos eu custo ver essa trajetória? Então os caras que eles fazem, eles fazem documentário da vida do empreendedor. É um documentário impressionante assim. É bem bem, né? É um nível internacional, cara. É super mexer. É o World Class. É a parada na nível cinematográfica. Não, é porra. A gente pegou a licença quando andou pro fogo de chão. Ó, a gente tá lançando nesse mesmo, num mês de abril ao estudo de casa do Dr. Resol, que é um caso muito interessante, é um garoto de 30 anos de idade. Caramba, muito grande, a gente vai se identificar, então. E tem 700 franquias em já fatura algumas centenas de milhões por ano, com 30 anos de idade, o negócio dele tem cinco anos de existencia. E cresceu muito rápido, ele ainda tá no início da jornada dele, tem muita nem a passeimar, mas nós vamos estudar o David Pinto, que é um empreendedor que nós estamos estudando, ele vai na casa, conversa com a mãe dele, onde ele estudo, como é que foi a trajetora, como é que ele tomou decisão, que coragem ele teve que ter dificuldades, perringo com o cara pastou, como é que ele urmou o grana, ele te mostra tudo. Então você está a empreendedorismo, estudar negócios dessa maneira, é muito melhor o que você ficar sentado numa sala de aula fazendo provinha depois, entendeu? E ouvindo um monte de teoria também, né? E ouvindo o teoria, isso, né? Claro, ouvir teoria também, mas ouvindo o cara que fez na prática. Claro. Essa ideia, e esse é ver hoje um NBA dos NBAs brasileiros, que custa aí 3 mil, 4 mil reais por mês pra fazer um NBA, e não tem materiais produzidos com essa qualidade, com esse nível de detalhe. Ou seja, você matriculando no meu césso ponto com, você vai ter acesso a tudo isso, a todas essas aulas, a network, com contato com milharde de empreendedores do Brasil inteiro, e fora do Brasil também. Nós temos alguns imais de 20 países, e você vai fazer parte disso, só que em vez de ser pagar os 3, 4 mil reais dos NBAs que tem por aí, você vai pagar 60 e 5 reais por mês, ou seja, por apenas 65 reais por mês, é menos de um picolé por dia, por apenas 60 e 5 reais por mês. Eu como um picolé todo dia. Eu não picolé por um barato, não, cara. Porque por 65 reais por mês, você vai ter acesso a tudo, todas as aulas, todos os estudos de caso de hoje, os inérfios passados, onde você quiser, na hora que você quiser, quantas vezes você quiser, e ainda faz parte de uma rede de empreendedores. Essa rede empreendedores, a gente faz alguns eventos presenciais periordicamente. E nós vamos fazer um evento presencial, especial, com uma galera da pesada, a pia, galera a pia, já estou acostumado a ouvir que é a galera do jovem Nédio, com a Alexandre, jovem Nédio, o Azagal, vão estar no nosso evento em Curitiba. - Valeu. - Que bonito. - Vai ser no dia 5, vai ser uma gauda. - Vai ser dia 13 de maio, o falavio. 13, 17 horas. 2015 e você tiver ouvido esse 2018 já forой? É de AM sea, é de 2015. Mas não tem baladai maior a me exp Katrina. M rede até 13 de maio de 2015 em coetiba, nós vamos fazendo a livrariaughter Um Event, só que o evento esclusa e no prêt ela para assina nível. Então quero dar um recado bacana para você. Eu acho que muitos sabem que tô sou ao cuando termo do "Egeração de valor" que está a 21 semanas na lista dos livros mais vendidos do Brasil. E bombo, entendeu? Milhares e milhares. Que é impressionante, no Brasil eu fico há tanto tempo no na lista de mais vendidos. É cheirante. Então cada 21 semanas consecutivas, cara. Por bombo, livro, eu dou 100% dos meus direitos autorais para a aplicação do projeto social. Eu quero dizer para você agora, presta atenção agora. Se você se matricular, se tornar lúneo do meu céssito.com, agora. Até o dia. Até o dia 4, do 5, meio dia. Tá, esse programa entrou no ar, agora no dia 24, um dia abril. Até o 4 de maio, meio de 4, 4 de maio. É o Star Wars, hein. Então, o Star Wars, hein. É o Star Wars, hein. É por acaso. É o Star Wars, né? A força está do nosso lado, hein. Então olha só, até o dia 4 de maio, se você, esse pode ter que esse entrou no ar, dia 24 de abril de 2015. Então você tem até a dia 4 de maio para participar dessa promoção bacana que eu vou te falar agora. Não é sorteio, galera. Se você fizer sua assinatura, que é apenas um picolé por dia. R$ 65 por mês, você se torna ao lundo do meu céssito.com, parte desse networking, para você aprender, empreender, compensado. Ah, mas eu não estou pensando abrir um negócio agora. Agora é hora de você estudar, que no dia que você pensar abrir, você tá preparado, entendeu. Então, o 65 reais por mês, você vai lá e faz assinatura. E você vai ganhar um livro do geração do valor. Olha, meu do bom. O entregue na sua casa. Muito bom. Tá. Todo mundo que assinar vai ganhar o livro do geração do valor. Entre a data de publicação da espadrege, até a medida do dia 4 de maio do M&K. Ah, tem a medida do da forma. É, essa é a condição. Tem um link aí no post. Depois de medida do dia 4 de maio, não, vale mais. Acabou. É isso. É isso. Acabou, então. Até esse dia, você precisa ser assinatura. Bateu lá 60, 65 reais por mês. Você tem essa assinatura, você vai ganhar o livro do geração do valor. Agora, se você é do estado do Paraná, se você mora no estado do Paraná, eu morei 700 em Curitiba, hein? Olha aí. Com esse pensa a Terra aí. Se você é do estado do Paraná, e você se matricula entre 50 primeiros que assinarem agora, no meu césselo ponto com até o dia 4 de maio, você vai ganhar um ingresso para participar desse evento. Na livraria cultura, lá com todo o staff do meu césselo ponto com a presença super especial da galera do jovem Nerd Alexandre Azagal. A gente vai achar o seu ex-interno. É um livro de geração de valor. E se você é do Estado Paraná, os 50 primeiros, infelizmente, um evento tem vagas limitadas, que não podemos dar para todo mundo. Mas os 50 primeiros do Estado Paraná vão ganhar esse ingresso e vão estar lá pessoalmente com a galera do Jorimé, na livraria cultura em Curitiba. Agora é importante dizer que essa curação dos 50 primeiros ela leva uns dois dias, porque depende do método de pagamento das pessoas, se não entra, essa pessoa fizer bloquear o lugar e desistir. Essa é a outra pessoa. Então não tem como dizer no momento e mediato que você ganhou. Tem uma puração. E se você for do Estado Paraná, tiver condições de ir, você recebeu o seu convítico, vai recebido por e-mail. O e-mail que você vai cadastrar na hora de se inscrever no site, o convite por e-mail que a gente vai passar. Então corre lá, seja do 50 primeiros. E você diga para ganhar do Paraná e logo, porque tem só 50 vaves. O livro não. O livro todo mundo vai ganhar. Vai ganhar, se você não vai ganhar. Agora eu quero te encorrar. Essa é a parada do livro do evento. É apenas uma cenoura na frente para você. Agora cuida o encasso. É apenas um incentivo para te motivar. A gente toda com a gente. Mas olha, na boa, você tem que ver isso para a gente. Você está a fim de empreender. Está a fim de aprender, contensar. Com os melhores empreendedores, estou empreendendo, estão rebendo tanto. Detonando, cara, você também é capaz. Isso é o mais importante. Você tem que dar um passo para você se qualificar. Não vai cair do céu, meu amigo. Não vai cair do céu. Então, 65 reais é um valor bem insignificante, perto do grande benefício. Nos aprendizados, você vai ter 4/1 do meu sucesso.com. Sai, galera. Muito bem, Flávio. Obrigado, do Standro. Valeu, até mais de ver, galera. Até mais, pessoal. Este Nerdcast foi editado por Radio Fobia, Podcast e Vultimedia.
Podcast Summary
Key Points:
A gestão de pessoas é essencial para o sucesso de uma empresa, pois empresas são formadas por pessoas.
É crucial contratar profissionais com perfis adequados para cada setor, já que cada área (vendas, ensino, finanças, operações) exige habilidades e mentalidades diferentes.
O líder deve ter uma visão clara e convincente, capaz de inspirar e engajar os colaboradores a compartilharem o mesmo sonho e objetivo.
Funcionários desengajados, como o exemplo da vendedora de aspiradores, podem destruir valor em vez de criá-lo, prejudicando as vendas e a imagem da empresa.
Existem diferentes tipos de motivação
O empreendedor deve evitar agir como um funcionário comum e buscar inspiração em histórias de sucesso, como a do fundador do Fogo de Chão, que começou como garçom.
Summary:
Neste episódio do Nerdcast, Flávio Augusto e os participantes discutem a importância da gestão de pessoas no dia a dia de uma empresa. Flávio compartilha sua experiência ao fundar a Wise Up em 1995, destacando que já começou com uma equipe de vinte funcionários, divididos em departamentos como vendas, operações, ensino e administração, cada um com perfis profissionais distintos. Ele enfatiza que liderar pessoas de áreas diferentes exige entender que cada setor "fala um idioma próprio", e que o líder deve adaptar sua abordagem.
Além disso, a capacidade de vender a visão do negócio é fundamental para atrair e engajar talentos, como ele fez ao convencer sua equipe inicial a acreditar em um projeto ambicioso. Um exemplo negativo citado é o de uma vendedora desengajada que não conseguiu explicar a diferença entre produtos, perdendo uma venda, ilustrando como funcionários sem propósito podem destruir valor. Por fim, discutem-se as formas de motivação, desde punição e recompensa até o orgulho de pertencer a uma organização, defendendo que o líder deve inspirar e criar um ambiente onde as pessoas prosperem, pois "pessoas seguem pessoas".
O episódio reforça que a gestão eficaz é um desafio contínuo, mas essencial para o crescimento sustentável do negócio.
FAQs
Ele abriu uma escola de inglês em 1995 com 20 funcionários, contratando gerentes experientes do mercado para posições como comercial, administrativo, ensino e operações, pois já conhecia bem o setor.
Cada departamento tem perfis profissionais distintos: vendedores são arrojados, professores idealistas, financeiros analíticos, e operações organizados. O líder precisa entender essas diferenças para comunicar e liderar cada um de forma adequada.
O líder precisa estar tão convencido do negócio que sua confiança se torna contagiante, fazendo as pessoas acreditarem e quererem participar daquele sonho, como Flávio fez ao registrar tudo e mostrar que estavam criando algo histórico.
Engajamento é a capacidade de alinhar as pessoas ao propósito da empresa. Sem ele, funcionários podem destruir valor, como a vendedora que não soube explicar a diferença entre produtos e perdeu a venda, mostrando falta de conexão com o negócio.
O pagador de contas trabalha apenas pelo salário para pagar despesas, enquanto quem constrói história busca crescimento e realização, como exemplos de empreendedores que começaram de baixo e criaram grandes empresas.
A motivação vem de um conjunto: punição (no início do século), recompensa (como a cenoura na frente), e principalmente pertencimento (orgulho de fazer parte da empresa). O líder deve identificar o estilo que melhor se adapta à sua equipe e à sua identidade.
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